Eduardo Kobra e Sasha Korban se unem na produção de murais sobre resiliência, reconstrução e força da nação ucraniana

Eduardo Kobra e Sasha Korban se unem na produção de murais sobre resiliência, reconstrução e força da nação ucraniana
Artistas brasileiro e ucraniano inauguram as duas obras em São Paulo nesta terça-feira (5)

Crédito: Hiato Ateliê - Daniel Leite
Nesta terça-feira (5), a cidade de São Paulo recebe um mural especial do artista Eduardo Kobra. Pela primeira vez após 15 anos, o paulista, que é referência mundial na arte urbana, se une novamente a um outro muralista para a produção de duas obras em Pinheiros: o ucraniano Sasha Korban. Além de proporcionar uma potente integração artística entre os dois países, a iniciativa faz parte do projeto “The Exchange” no qual a arte virou símbolo da força e resiliência da nação ucraniana que há dois anos vive uma guerra com a Rússia.

A arte desenvolvida por Kobra mostra uma cerâmica fragmentada, nas cores da bandeira da Ucrânia, e mãos de diferentes pessoas que seguram os cacos e representam a união do povo pela restauração do país. O mural ainda conta com borboletas coloridas nas cores das bandeiras brasileira e ucraniana, que retratam a transformação e a esperança. Para conectar os dois lados do edifício, as borboletas saem do vaso e vão em direção ao mural do Sasha. A arte dele apresenta uma dançarina tradicional ucraniana, que imita o movimento das borboletas. A obra enfatiza o voo de liberdade que os ucranianos desejam alçar.

Crédito: Hiato Ateliê - Daniel Leite
Kobra ressalta que a iniciativa, idealizada pelo Instituto Ucraniano, está conectada ao seu projeto de paz. “Recebemos o convite para participar deste projeto devido aos vários murais que já tenho pelo mundo inteiro com mensagens de paz e harmonia entre os povos”, explica. Ele tem obras em mais de 40 países, em cinco continentes, e divulga mensagens positivas em diversas delas.

O encontro entre Kobra e Sasha aconteceu pela primeira vez no fim de fevereiro. Para vir ao Brasil, o ucraniano conseguiu uma autorização especial do governo ucraniano. Ao chegar no país, ele visitou um dos ateliês de Kobra, no FAMA Museu, em Itu, no interior de São Paulo. Inclusive, essa é mais uma boa notícia para os admiradores do trabalho do artista: o espaço acaba de ser aberto para visitação do público e funciona de quarta a domingo, das 11h às 17h, com entrada gratuita.

“Sasha esteve no meu ateliê em Itu e discutimos juntos as ideias e a proposta do trabalho. Como o prédio tem duas faces, fiquei responsável por uma parte e ele, pela outra. Foi uma experiência bacana de conexão, com todos num único propósito de falar a respeito da paz, que é um tema importantíssimo, especialmente nos dias de hoje”, comenta Kobra.

Parceria entre o MON e a Fundação Bienal de São Paulo traz a Curitiba as “coreografias do impossível”

Com um recorte especialmente pensado para a cidade, a exposição ocupará o principal museu da capital paranaense

Curitiba será o palco de uma das mostras itinerantes da 35ª Bienal de São Paulo “coreografias do impossível”, em parceria com o Museu Oscar Niemeyer. Com curadoria de Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel, a exposição, que foi um sucesso de público e crítica em 2023, desembarca na cidade, onde permanece aberta ao público de 12 de março a 26 de maio. Este ano, a mostra se expande para quinze cidades, e Curitiba receberá um recorte especial, sendo um dos maiores fora de São Paulo, com dezesseis participantes:

- Aida Harika Yanomami, Edmar Tokorino Yanomami, Roseane Yariana Yanomami
- Amos Gitaï
- Anna Boghiguian
- Dayanita Singh
- Geraldine Javier
- Gabriel Gentil Tukano
- Katherine Dunham
- Luana Vitra
- Maya Deren
- Min Tanaka e François Pain
- Morzaniel Ɨramari
- Rosana Paulino
- Sammy Baloji
- Sonia Gomes
- Tadáskía
- Zumví Arquivo Afro Fotográfico

A 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível explora as complexidades e urgências do mundo contemporâneo, abordando transformações sociais, políticas e culturais. A curadoria busca tensionar os espaços entre o possível e o impossível, o visível e o invisível, o real e o imaginário, dando voz a diversas questões e perspectivas de maneira poética. A coreografia, entendida como um conjunto de movimentos centrados no corpo que desafia limites, considera diversas trajetórias e áreas de atuação, criando estratégias para enfrentar desafios institucionais e curatoriais. As coreografias do impossível geram suas próprias relações, tempos e espaços, oferecendo uma experiência marcante aos visitantes.

Para os curadores, é crucial que a exposição alcance mais cidades, transcendendo os limites do Pavilhão da Bienal. Segundo eles, "os debates propostos pela 35ª Bienal atravessam inúmeros territórios de todo o mundo; assim, não restringir as coreografias do impossível ao Pavilhão da Bienal é de extrema importância para o trabalho realizado".

Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, destaca a relevância não apenas de levar as coreografias do impossível para um público mais amplo, mas também de fortalecer os laços entre as instituições culturais. "Levar a mostra para mais cidades e com um parceiro tão importante quanto o Museu Oscar Niemeyer é de extrema importância para o fortalecimento das instituições culturais do Brasil. A troca de experiências entre públicos e instituições é uma das grandes riquezas das itinerâncias da Bienal de São Paulo", afirma.

A diretora-presidente do Museu Oscar Niemeyer, Juliana Vosnika, comenta que a arte tem a capacidade de comunicar sem palavras e, por isso, proporciona uma conexão profunda e presente, que muitas vezes não seria possível de nenhuma outra maneira. "Ao participar da itinerância desse tão importante evento, o MON ajuda a transpor barreiras por meio da arte e, desta forma, permite um elo entre pessoas, mundos e vivências", afirma.

Ação educativa
No dia 13 de março, às 19h, haverá uma ação educativa relacionada à exposição, no Miniauditório do Museu. O MON irá receber a equipe de educação da 35ª Bienal de São Paulo para uma conversa a partir dos três movimentos da publicação educativa da mostra, reconhecendo e integrando a dimensão aberta da educação.

O encontro contará com partilhas dos gestos da equipe de educação e colaborações de artistas e autoras dos títulos, influenciados pelo pensamento da poeta, dramaturga e professora Leda Maria Martins, da artista Rosana Paulino, da curadora e pesquisadora Sandra Benites e de Regina Aparecida Pereira e Cíntia Aparecida Delgado, lideranças do Quilombo Cafundó. A ação é direcionada a professores, educadores, mediadores culturais e público em geral interessado no assunto, com entrada gratuita.

Sobre a Fundação Bienal de São Paulo
Fundada em 1962, a Fundação Bienal de São Paulo é uma instituição privada sem fins lucrativos e vinculações político-partidárias ou religiosas, cujas ações visam democratizar o acesso à cultura e estimular o interesse pela criação artística. A Fundação realiza a cada dois anos a Bienal de São Paulo, a maior exposição do hemisfério Sul, e suas mostras itinerantes por diversas cidades do Brasil e do exterior. A instituição é também guardiã de dois patrimônios artísticos e culturais da América Latina: um arquivo histórico de arte moderna e contemporânea referência na América Latina (Arquivo Histórico Wanda Svevo), e o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Fundação, projetado por Oscar Niemeyer e tombado pelo Patrimônio Histórico. Também é responsabilidade da Fundação Bienal de São Paulo a tarefa de idealizar e produzir as representações brasileiras nas Bienais de Veneza de arte e arquitetura, prerrogativa que lhe foi conferida há décadas pelo Governo Federal em reconhecimento à excelência de suas contribuições à cultura do Brasil.

Sobre o Museu Oscar Niemeyer
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:
35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível
Itinerância
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Salas 1 e 2
De 12 de março a 26 de maio de 2024

Ação educativa
13 de março, às 19h
Miniauditório do MON (subsolo)
Entrada gratuita
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON realiza a primeira edição do ano do programa para público 60+

A primeira edição deste ano do programa Arte para Maiores (APM), do Museu Oscar Niemeyer (MON), terá como tema a exposição “Mario Rubinski – O Espaço Imantado”, em cartaz na Sala 7. Direcionado a pessoas com mais de 60 anos, o APM comemora uma década em 2024.

Para abrir esta programação especial, nos dias 5 e 12 de março, das 14h às 17h, a atividade terá a presença da artista e curadora Eliane Prolik, que fará uma visita mediada e, em seguida, conduzirá uma oficina artística sobre a exposição. A atividade é gratuita e, para participar, não é necessário ter conhecimento prévio em arte.

O tradicional programa do MON tem como objetivo aproximar o público com mais de 60 anos do Museu e da arte. Em 2019, o APM conquistou um importante reconhecimento nacional na área de educação em museus – o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

No ano passado, o programa foi selecionado e apresentado com destaque aos grupos de trabalho do I Encontro Nacional de Educação Museal, promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), na Bahia.

Sobre a exposição
A mostra “Mario Rubinski – O Espaço Imantado”, reúne cerca de 150 pinturas, desenhos e estudos do artista curitibano Mario Rubinski (1933-2021). A curadoria é de Adolfo Montejo Navas e Eliane Prolik.

Sua inconfundível obra traz os elementos da paisagem por meio da geometrização e abstração simbólica. A exposição reúne obras realizadas ao longo de seis décadas, entre 1950 e 2021.

Rubinski teve formação na Escola de Belas Artes do Paraná e viveu a efervescência da Biblioteca Pública do Paraná como o principal centro cultural de Curitiba. Expôs e foi premiado em salões, conviveu com grandes artistas e, incansavelmente, ensinou arte por toda a vida.

A curadora Eliane Prolik vive e trabalha em Curitiba. É graduada em Pintura (1981), com especialização em História da Arte do Século XX (2000) pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Trabalha com esculturas, instalações, intervenções urbanas e vídeos. Teve alguns de seus trabalhos expostos nas Bienais de Curitiba (2019, 2018 e 2015) e de São Paulo (2002 e 1987), entre outras. Realizou exposições nos mais importantes museus e espaços culturais do Brasil, como o Museu Oscar Niemeyer, Pinacoteca de São Paulo, Solar do Barão, entre outros. Também atua em curadorias e projetos culturais que visam elaborar pesquisa e levantamento de obras, editoração e publicação de catálogos e livros, exposição e aquisição para acervos públicos sobre artistas paranaenses como: Mário Rubinski (2019), Alfredo Andersen (2018), Antonio Arney (2015-19), Miguel Bakun (1999-2010) e Raul Cruz (1994-2006). Em 1986, foi diretora do Museu Alfredo Andersen e membro da comissão de acervo do Museu de Arte do Paraná, em Curitiba.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Arte para Maiores (APM) – Exposição “Mario Rubinski – O Espaço Imantado”.
Encontros:
Terça-feira, 5 de março – das 14h às 17h
Terça-feira, 12 de março – das 14h às 17h

Link para inscrição: https://bit.ly/APMmarço2024
Vagas limitadas.

www.museuoscarniemeyer.org.br

O MON abrirá todos os dias no Carnaval

O Museu Oscar Niemeyer (MON) estará aberto ao público em todos os dias do feriado de Carnaval, incluindo segunda (excepcionalmente), terça e quarta-feira (dias 12, 13 e 14), em horário normal: das 10h às 18h, com acesso até às 17h30. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria física ou de maneira remota, aqui.

O público poderá ver diversas exposições em cartaz, como: “Extravagâncias”, de Joana Vasconcelos; “Mario Rubinski – O Espaço Imantado”; “Sou Patrono”; “Perpétuo Movimento”, de Norma Grinberg; “África, Expressões Artísticas de um Continente”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Colonialismo”; “Sonoridades de Bispo do Rosário”; “O Mundo Mágico dos Ningyos”; “Poty, Entre Dois Mundos”; “Pátio das Esculturas”, “Espaço Niemeyer” e “MON Sem Paredes”.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Mais informações
nas redes sociais:
@museuoscarniemeyer
e no site:
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON realiza programação especial na mostra de Bispo do Rosário

O Museu Oscar Niemeyer realizará em fevereiro duas oficinas artísticas ministradas por artistas participantes da exposição “Sonoridades de Bispo do Rosário”, em cartaz na Sala 6. As vagas são limitadas e as inscrições serão pelo site e pelas redes sociais do MON.

São elas: “Oficina de Bordado Criativo e Experimental”, com Rick Rodrigues, dias 8 e 9, e “Desvelando Imagens com Pinhole: Uma Jornada entre a Vigília e o Sonho”, com Marlon de Paula, dias 15 e 16. Os horários são sempre das 14h às 17h, totalizando 6 horas de cada oficina. As atividades são para o público acima de 15 anos.

Na “Oficina de Bordado Criativo e Experimental”, o artista irá propor a construção de obras com suportes alternativos, utilizando técnicas do bordado tradicional e expandido.

Em “Desvelando Imagens com Pinhole: Uma Jornada entre a Vigília e o Sonho”, os participantes terão uma vivência com a técnica pinhole, um método rudimentar para criar imagens sem o auxílio de equipamento fotográfico convencional.

Os artistas
Rick Rodrigues é natural de João Neiva (ES). Artista visual e mestre em Artes pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), trabalha com séries de desenhos, gravuras, bordados, objetos e instalações. Também integra o Coletivo Almofadinhas, formado por três artistas que utilizam o bordado para elaborar suas obras, enfatizando memória, gênero, afetividade e sexualidade. O artista apresentou 11 exposições individuais, participou de mais de 50 exposições coletivas, ministra oficinas de desenho e bordado experimental e vivencia residências artísticas com frequência.

Marlon de Paula é natural da região do Vale do Rio Doce (MG). Sua produção é permeada pela dimensão ambiental e mitológica dos territórios que habita. Mestrando em Artes Visuais pela EBA/UFMG, foi contemplado com o XVI Prêmio Funarte Marc Ferrez (2021) e 4º Prêmio Décio Noviello de Fotografia. Também foi selecionado pelo 9º Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger (2023) e participou do Programa de Residência do Museu Bispo do Rosário/RJ (2019) e da residência de criação no Labanque – Centre de Production et de Diffusion en Art Contemporain, em Béthune/França (2022).T

A exposição
Com mais de 100 obras expostas, a exposição “Sonoridades de Bispo do Rosário” coloca o legado de Arthur Bispo do Rosário em diálogo com outros artistas cujos processos criativos foram influenciados por ele e pela convivência com a Colônia Juliano Moreira, onde Bispo do Rosário passou a maior parte da vida como interno. A curadoria é de Luiz Gustavo Carvalho.

Além de Rick Rodrigues e Marlon de Paula, participam da mostra os artistas Antônio Bragança, Stella do Patrocínio, Leonardo Lobão, Paulo Nazareth, Eduardo Hargreaves, Fernanda Magalhães e Guilherme Gontijo Flores.

Evocando os aspectos sonoros e poéticos presentes na obra do artista, os diversos objetos, instalações, colagens, assemblages e estandartes presentes na exposição dialogam com a obra visual, performática e poética de outros artistas que integram a exposição, deixando evidente o impacto de seu legado no cenário da arte contemporânea.

Arthur Bispo do Rosário (1909-1989) foi interno da Colônia Juliano Moreira (RJ), um dos maiores hospitais psiquiátricos do país no século passado, durante boa parte de sua vida. Carregou vários estigmas de marginalização social ainda vigentes em nossa sociedade – negro, pobre, louco, asilado em um manicômio – e conseguiu, na sua genialidade, subverter a lógica excludente proposta, a partir da sua obra.

Centenas de exposições nacionais e internacionais feitas ao longo das últimas décadas em torno do seu trabalho mostram o incrível alcance de sua obra. Bispo do Rosário foi tema de livros, filmes e peças de teatro, entre outras vertentes artísticas.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:
Oficina “Bordado Criativo e Experimental”,
com o artista Rick Rodrigues,
dias 8 e 9,
das 14h às 17h (6 horas de oficina)
Inscrições: https://bit.ly/OficinaRickRodrigues2024

Oficina “Desvelando Imagens com Pinhole: Uma Jornada entre a Vigília e o Sonho”,
com o artista Marlon de Paula,
dias 15 e 16,
das 14h às 17h (6 horas de oficina)
Inscrições: https://bit.ly/OficinaMarlondePaula2024

As atividades são para o público acima de 15 anos.

As vagas são limitadas e as inscrições para cada atividade serão pelo site e pelas redes sociais do MON. Para participar da oficina, será necessário adquirir ingressos de acesso ao Museu.

www.museuoscarniemeyer.org.br

MON oferece oficinas e mediações gratuitas em fevereiro

O Museu Oscar Niemeyer (MON) terá, durante todo o mês de fevereiro, oficinas artísticas e mediações gratuitas para o público. A primeira atividade acontecerá dia 7/2, em duas sessões: 10h30 e 14h30. O laboratório de experiências vai explorar o carvão como ferramenta artística.

Na semana seguinte, em 14/2, os visitantes poderão conhecer detalhes da exposição “Extravagâncias”, de Joana Vasconcelos – em cartaz no Olho, no Espaço Araucária, torre e rampa. A mediação começará às 15h.

Na oficina de 21/2, também em duas sessões (10h30 e 14h30), os participantes criarão colagens através de formas e objetos cotidianos. A inspiração da atividade são os padrões visuais presentes nas obras da exposição “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”, em cartaz na Sala 5.

Por fim, a mostra asiática também terá uma visita mediada pelos educadores do Museu. A ação ocorrerá em 28/2, às 15h.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço

Oficinas

Laboratório de Experiências: Carvão
7 de fevereiro
Sessão 1: 10h30 às 12h / Sessão 2: 14h30 às 16h
Espaço de Oficinas
* Recomendada para maiores de 3 anos. A participação de um adulto responsável é obrigatória para menores de 14 anos de idade. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila, sujeitas a lotação.

Oficina de Colagem: Padrões Visuais
21 de fevereiro
Sessão 1: 10h30 às 12h / Sessão 2: 14h30 às 16h
Espaço de Oficinas
* Recomendada para maiores de 5 anos. A participação de um adulto responsável é obrigatória para menores de 14 anos de idade. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila, sujeitas a lotação.

Mediações
“Extravagâncias”, de Joana Vasconcelos
14 de fevereiro
15h
Olho
* A participação de um adulto responsável é obrigatória para menores de 14 anos. As mediações emitem declaração de horas. Basta assinar a lista de presença no dia e solicitar o documento pelo e-mail educativo@mon.org.br.

“Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”
28 de fevereiro
15h
Sala 5
* A participação de um adulto responsável é obrigatória para menores de 14 anos. As mediações emitem declaração de horas. Basta assinar a lista de presença no dia e solicitar o documento pelo e-mail educativo@mon.org.br.

Sesc Paço da Liberdade lança edital para desenvolvimento de artistas iniciantes

Sistema Fecomércio Sesc Senac PR

Com 100 horas de duração, projeto tem como foco a produção iniciante no campo das artes visuais

Até o dia 25 de março o Sesc PR está com edital aberto para a seleção de artistas e pesquisadores que vão participar da 6ª edição do Projeto Permanente de Desenvolvimento e Experimentação em Artes Visuais 2024, no Sesc Paço da Liberdade. O processo é aberto a estudantes universitários de Artes Visuais, Museologia, Arquitetura e Design, artistas formados há no máximo oito anos, estudantes de pós-graduação, curadores e arte-educadores.

Serão selecionados 12 participantes – nove artistas visuais, um curador, um arte-educador e uma vaga para expografia –, todos artistas iniciantes que, de junho de 2024 a fevereiro de 2025, receberão 100 horas de treinamentos e desenvolvimento, dois cursos ministrados por especialistas em suas áreas e externos à instituição, além dos encontros semanais, quando serão discutidos projetos; processo criativo; produção, organização, modelos, identidade, montagem e expografia de uma exposição; conteúdos textuais e projeto de ação educativa.

Para cada vaga oferecida há condições específicas de participação, disponíveis no edital. A seleção dos candidatos envolve duas etapas: habilitação e qualificação técnica.

Os artistas selecionados receberão incentivo financeiro para que possam executar a prática do trabalho artístico que vai compor a exposição coletiva com todos os participantes do projeto, em março do próximo ano.

Duas Cadeiras no Deserto

A quinta edição do projeto resultou na exposição Duas Cadeiras no Deserto, dos artistas Barbara Haro, Beatriz Gerolin, Claudete Luginieski, Lilian Reif, Luísa Barichello, Luiza Urban, Priscilla Durigan, Tatiana Adami e Vini Maia e curadoria Renan Archer.

Durante oito meses este grupo participou de encontros semanais mediados pelo orientador de atividades de artes visuais do Sesc Paço da Liberdade. Além disso, também participaram de outras atividades formativas em interlocução com a curadora e professora da UNB Ana Avelar e com a professora da UFPR e artista Juliana Gisi. Desta forma, o desenvolvimento artístico individual foi o resultado de um processo coletivo que passou por etapas cruciais para a elaboração de uma exposição. Duas Cadeiras no Deserto apresentou ao público o conjunto de experimentações, pesquisas e trabalhos produzidos por este grupo e também os interesses, escolhas e inquietações vivenciadas neste percurso.

Dúvidas e informações sobre o novo edital podem ser esclarecidas pelo telefone (41) 3234-4202 ou pelo e-mail sac.pacodaliberdade@sescpr.com.br. O edital completo está disponível AQUI.

Últimos dias para visitar “África: Diálogos com o Contemporâneo” no MON

O recorte “África: Diálogos com o Contemporâneo” ficará em cartaz no Museu Oscar Niemeyer (MON) até 28 de janeiro, na Sala 4.

A mostra é a segunda edição da exposição que apresenta parte da grandiosa doação feita pela Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY) ao MON, em 2021. No total, são aproximadamente 1.700 obras de uma das mais importantes e significativas coleções de objetos de arte africana do século 20.

A curadoria de Paula Braga e Renato Araújo da Silva propõe um diálogo entre a coleção africana e o repertório de seis artistas contemporâneos: Fernando Velázquez, Paulo Nenflídio, Rosana Paulino, Arjan Martins, Julio Vilani e Paulo Nimer Pjota. Lado a lado, esse conjunto de obras evidencia o cerne miscigenado da cultura ocidental e a indiscutível presença da África na arte e na espiritualidade.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
“África: Diálogos com o Contemporâneo”
Sala 4
Até 28 de janeiro

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Exposição “João Turin: Vida, Obra, Arte” completa 10 anos, consagrada como a mais visitada na história do Museu Oscar Niemeyer

João Turin - exposição no MON 2014 - foto Maringas Maciel-0485.jpg
Foto: Maringas Maciel

Este ano de 2024 marca uma década desde que a exposição "João Turin: Vida, Obra, Arte" abriu suas portas no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, e se tornou uma referência na história da arte brasileira. Durante o período de oito meses em que esteve em cartaz (de 05/06/2014 a 22/02/2015), a mostra atraiu um extraordinário número de visitantes, alcançando a marca de 266 mil pessoas, tornando-se a mais visitada na história do MON.

Além de conquistar o público local, a exposição obteve reconhecimento internacional, assegurando seu lugar no ranking da revista britânica The Art Newspaper entre as mais visitadas do mundo em 2014. No Brasil, conquistou o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, concedido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) como a melhor exposição do ano. No mesmo evento de premiação promovido pela ABCA, arrebatou também o Prêmio Sérgio Milliet na categoria melhor livro de arte por “João Turin: Vida, Obra, Arte”, biografia escrita pelo jornalista, historiador, escritor e crítico de arte José Roberto Teixeira Leite.

Esta foi a maior mostra sobre João Turin já realizada, após um intenso trabalho de resgate de ponta a ponta de todo o trabalho deixado pelo artista, promovida pela Família Ferrari Lago, que adquiriu os direitos patrimoniais sobre a obra de Turin, sendo responsável pela gestão de seu legado, composto por 410 obras.

O trabalho de resgate foi acompanhado por José Roberto Teixeira Leite, que além de escrever a biografia de Turin, foi curador da exposição, montada no privilegiado espaço conhecido como “Olho” do Museu Oscar Niemeyer. Contou não apenas com esculturas (arte pela qual Turin é mais conhecido), mas também por pinturas, desenhos e até projetos de design, inclusive em arquitetura e moda deixados pelo artista, mostrando o quanto era versátil.

Cerca de 130 obras em bronze foram apresentadas, sendo que grande parte ainda estava inédita até aquele momento. “João Turin não pôde fundir em bronze boa parte de suas esculturas, que permaneceram em gesso, guardadas há décadas por sua família”, afirma Samuel Ferrari Lago, um dos gestores da obra de João Turin. “Durante o resgate de ponta a ponta, iniciado em 2013, montamos uma fundição para realizar a produção de mais de 100 obras de Turin em bronze. Muitas delas puderam ser vistas pela primeira vez na exposição no Museu Oscar Niemeyer”, completa.

Entre as peças expostas, uma parte considerável trazia onças e outros animais, mostrando porque Turin é consagrado como o maior escultor animalista brasileiro: “Marumbi”, “Luar do Sertão”, “Tigre esmagando a cobra”, entre outras. Os visitantes também puderam admirar “Frade Lendo”, escultura selecionada pelo governo brasileiro para presentear o Papa Francisco em sua visita ao Brasil em 2013. A mostra também contou com “Pietá” feita em 1917 na Igreja de Saint Martin, em Condé-sur-Noireau, na França, tendo sobrevivido a um bombardeio na Segunda Guerra Mundial que arrasou com a cidade.

O público que passou pelo local pôde contemplar também pinturas, desenhos, documentos, vestidos feitos a partir de projetos deixados pelo artista, projetos de arquitetura e design, e até apreciar a reprodução do ateliê em que João Turin trabalhava.

A celebração destes 10 anos é um momento para refletir sobre como esta exposição ajudou a propagar a obra e a importância de João Turin, bem como solidificar um ponto de referência na cena cultural de Curitiba e além. A exposição viajou para o Rio de Janeiro e São Paulo, onde foi apresentada de forma condensada no Museu Nacional de Belas Artes (em 2015) e na Pinacoteca de São Paulo (em 2016). Para celebrar esta década de impacto artístico e cultural, estão sendo programados eventos especiais ao longo do ano, que serão divulgados em breve.

Últimos dias da exposição de Victor Brecheret no MON

A exposição “O Feminino na Obra de Victor Brecheret” poderá ser vista até 21 de janeiro. A mostra é uma parceria do Museu Oscar Niemeyer com o Instituto Victor Brecheret (IVB), em cartaz na Sala 1.

Com obras que se relacionam ao eterno feminino, a exposição reúne pequenas, médias e grandes esculturas que alternam em materiais e técnicas variadas, como bronze e mármore, além de uma coleção de desenhos, em bico de pena e caneta tinteiro, uma expressão autônoma de criação artística. A curadoria é de Daisy Peccinini.

Também compõe a mostra uma linha do tempo que remete as principais realizações do modernista Victor Brecheret, nome imprescindível no cenário nacional e internacional.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “O Feminino na Obra de Victor Brecheret”, de Victor Brecheret
Sala 1
Até 21 de janeiro

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON divulga programação de férias

MON divulga programação de férias
O Museu Oscar Niemeyer terá uma intensa programação neste mês de janeiro. A partir do dia 10, haverá diversas oficinas e ações para o público infanto-juvenil e famílias. As atividades acontecem até o dia 27/1.

As propostas irão ocupar o Espaço de Oficinas, as salas expositivas e a área externa (gramado do Museu), oportunizando novas experiências individuais, sensoriais e coletivas.

O objetivo é explorar algumas das diversas técnicas, linguagens, materiais e possibilidades que a arte proporciona. Durante as atividades, os participantes poderão experimentar pintura, gravura, fotografia, cinema conhecer melhor as exposições em cartaz do MON e ainda participar de uma contação de histórias, entre outras ações.

Nas atividades direcionadas ao público infantil, na intenção de criar um ambiente de interação entre as crianças e as suas famílias, os participantes deverão obrigatoriamente ser acompanhados de um adulto responsável durante as atividades.

Para participar, é necessário adquirir ingressos no site do MON (específicos para cada atividade), no valor de R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia-entrada) ou isentos para crianças até 12 anos e maiores de 60. As atividades possuem vagas limitadas.

Os ateliês abertos que acontecem na quarta-feira (dia em que a entrada é sempre gratuita) são isentos para todos e obedecem à ordem de chegada para a atividade. Nas quartas-feiras, os ingressos devem ser retirados diretamente na bilheteria e estão sujeitos a lotação de espaço.

Veja a programação:
10/1 – 10h30 às 15h30
Ateliê aberto de gravura
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 3 a 12 anos
Neste ateliê aberto você poderá experimentar as diversas formas de pensar a gravura. As propostas criadas pelo Educativo tornarão o Espaço de Oficinas palco para descobertas e desafios
Gratuito. Retirada de ingresso de acesso comum ao MON. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. A participação na atividade segue ordem de chegada na fila do Espaço de Oficinas e está sujeita a lotação de espaço. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimento
Odores

12/1 – 10h30 e 14h30
MON Primeiros Passos
Ponto de Encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 12 a 24 meses
Duração: 1h
Neste encontro, vamos explorar as obras de Joana Vasconcelos em uma jornada no universo das esculturas monumentais da artista na exposição Extravagâncias.
Reserva de ingressos pelo site do museu. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Luz natural
Luz reduzida
Restrição de movimento

17/1 – 10h30 às 15h30
Ateliê aberto de fotografia
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 5 a 12 anos
Neste ateliê aberto você poderá experimentar as diversas formas de pensar a fotografia. As propostas criadas pelo Educativo tornarão o Espaço de Oficinas palco para descobertas e desafios. É necessário trazer um celular com câmera.
Gratuito. Retirada de ingresso de acesso comum ao MON. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. Sujeito a lotação de espaço. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimento

18/1 - Sessões às 10h e 14h
Oficina de fotoperformance | Arquitetura do corpo
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: a partir de 14 anos
Duração: 2h

Ao caminhar, observar e nos movimentar dentro e fora do Museu, nosso corpo se relaciona o tempo todo com este espaço. Mas como podemos registrar as formas de vivenciar o Museu? Traga seu celular com câmera e venha descobrir.
Reserva de ingressos pelo site do museu. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimento

20/1 – 10h30 às 15h30
Ateliê sem paredes – pintura ao ar livre
Ponto de encontro: Parcão
Público-alvo: todas as idades
A área externa do MON se tornará um grande ateliê a céu aberto onde vamos explorar as cores que fazem parte da paisagem.
Gratuito. Não é necessário retirar ingressos, basta chegar ao local e participar. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. Aberto para todas as idades. Sujeito a lotação de espaço.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Luz natural
Liberdade de movimento

24/1 - 10h30 às 15h30
Ateliê aberto de esculturas
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 3 a 12 anos
Neste ateliê aberto você poderá experimentar as diversas formas de pensar uma escultura. As propostas criadas pelo Educativo tornarão o Espaço de Oficinas palco para diversas descobertas e desafios
Gratuito. Retirada de ingresso de acesso comum ao MON. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. Sujeito a lotação de espaço. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimentos
Odores

26/1 - Sessões às 10h e 14h
Oficina: Cinema contra realidade
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 14 a 21
Duração: 2h
Nessa oficina exploraremos o tempo cinematográfico em contraste com a realidade, compreendendo o audiovisual como a linguagem do tempo e da arte.
Reserva de ingressos pelo site do museu. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruídos
Luz natural

27/1 – Sessão às 15h
Contação de Histórias Brincante – com Eric Sponholz
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: Todas as Idades
Duração: 1h
Neste encontro, o contador de histórias Eric Sponholz irá realizar uma proposta artística de contação de histórias onde a brincadeira e as palavras, criarão um mundo de interação entre adultos e crianças.
Reserva de ingressos pelo site do museu. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruídos
Luz natural

Orientações:
Confira a idade indicada para cada atividade;
As atividades de “Ateliê aberto” que acontecem nas quartas-feiras de entrada gratuita são isentos para todos e obedecem fila por ordem de chegada no Espaço de Oficinas. Os ingressos devem ser retirados diretamente na bilheteria e estão sujeitos a lotação;
Para participar das atividades que ocorrem nas quintas, sextas-feiras e no dia 27/01 é obrigatório adquirir ingressos específicos para cada atividade no site do museu: isentos para crianças até 12 anos e maiores de 60 ou no valor de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) para demais públicos e adultos acompanhantes. As atividades possuem vagas limitadas;
Participantes menores de 14 anos deverão obrigatoriamente ser acompanhados de um adulto responsável durante todas as atividades.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:
Mais informações no site www.museuoscarniemeyer.org.br

“Lina Faria – Passando a limpo”: MIS-PR celebra trajetória de fotógrafa paranaense com exposição inédita

Com curadoria do fotógrafo João Urban, a artista revela sua abordagem e captação sensível em imagens que protagonizam as mulheres em dimensões e diversas realidades, e hoje faz parte do projeto Memória Viva até 23 de fevereiro de 2024.

downloadAttachment&Message%5Buid%5D=303859&Message%5Benvelope%5D%5Bmessage-id%5D=%253CCAC4Yo%252BCONRfC%253Dpq3BwuTBA9o7byGxkDSLQ%252B19edZud20epdF2g%2540mail.gmail.com%253E&Message%5BmailBox%5D%5Bmailbox_id%5D=INBOX&MessageAttachment%5B%5D%5Battachment_id%5D=%3CCAC4Yo%2BCONRfC%3Dpq3BwuTBA9o7byGxkDSLQ%2B19edZud20epdF2g%40mail.gmail.com%3E-1.2

Entra em cartaz na segunda (11), na Sala Adalice Araújo, às 17h, a exposição “Lina Faria – Passando a limpo”, realizada pelo Museu da Imagem e do Som do Paraná. A mostra consagra uma homenagem à fotógrafa paranaense e sua contribuição para a fotografia do Paraná, com destaque para sua forma sensível de capturar as imagens.
“A fotografia da Lina Faria é manuscrita, é escrita corrida, é feita “na mão”! Com a caligrafia do carinho pelas pessoas que fotografa, é feita de sorriso e abraços”, diz o curador João Urban, colega de profissão e amigo de Lina desde quando trabalharam juntos no antigo estúdio Zap.
Um dos pontos curiosos dessa exposição é a descoberta de um conjunto significativo de fotografias feitas por Lina na colônia polonesa Tomás Coelho, em Araucária e Campo Largo, no ano de 1984 para a Secretaria de Estado da Cultura. Essas fotos, originalmente creditadas a Urban devido a um erro na identificação, tiveram sua verdadeira autoria resgatada no acervo do MIS, evidenciando o olhar de Lina presente nessas imagens.
Em “Passando a Limpo”, Lina é apresentada como uma fotógrafa do mundo, uma flâneur moderna que explora não apenas as cidades, mas também as histórias e as pessoas que nelas habitam. Sua abordagem fotográfica capta fragmentos do cotidiano, revelando a poesia e a imaginação presentes ao nosso redor, desde os espaços íntimos das pessoas até as paisagens urbanas.
Os projetos de Lina revelam o interesse na relação estética das mulheres com seus espaços, explorando presídios, áreas rurais e urbanas para capturar a vida feminina em diferentes contextos. Seus trabalhos também incluem registros em Cuba, mostrando a rotina das cubanas em suas residências, sempre revelando fascínio pela relação das pessoas com seus ambientes e narrativas pessoais.
“O que posso dizer é que o tempo me tornou tímida para abordagens fotográficas”, relata Lina ao amigo e curador Urban. Apesar dos desafios da violência urbana e da crescente busca das pessoas por privacidade, ela não acredita na morte da fotografia documentária, mas afirma que tem medo. Em relação à verdade na fotografia, ela acredita que esta é a verdade que o fotógrafo quer imprimir ao seu público.
“Essa habilidade de Lina em capturar a essência das coisas, seu olhar sensível para o mundo ao seu redor é o que está estampada na exposição. É como consegue contar histórias através de suas fotografias de um jeito só dela, mesmo em lugares e tempos diferentes. Além de ser uma homenagem à jornada de todas as fotógrafas mulheres do Paraná e do Brasil”, conta Mirele Camargo, diretora do MIS-PR, que busca celebrar a trajetória de grandes fotógrafos paranaenses com o projeto Memória Viva.

HISTÓRIA PASSADA A LIMPO – Nascida no município de Nova Esperança, 1955, Lina teve o primeiro contato com a arte visual aos 17 anos, por meio dos slides projetados por Adalice Araújo durante aulas de História da Arte na UFPR, quando cursava Comunicação Social. Sua paixão pela fotografia solidificou posteriormente, quando teve acesso a equipamentos ao trabalhar com still para cinema.
Ela não se dedicou a pesquisas extensivas, mas absorveu influências significativas. No estúdio Zap, conviveu com o trabalho de diferentes fotógrafos como João Urban, Nego Miranda, Márcio Santos e Dico Kremer, absorvendo a efervescência cultural do ambiente. A poesia de Baudelaire, Walter Benjamin e Italo Calvino, juntamente com seu convívio com arquitetos durante o trabalho no IPPUC, também influenciaram a abordagem do urbano na fotografia.
Cuba, vilas rurais e o cotidiano do centro de Curitiba: sua sensibilidade e olhar atento se direcionam para diferentes cenários. Seus projetos abrangem uma rica variedade de temas, desde a série “Identidade e Intimidade”, que adentra os lares das pessoas para resgatar suas histórias, até “Prisão Feminina”, que explora a estética das mulheres em ambientes carcerários. Esses projetos refletem o tema comum para Lina: o embate entre o ser humano e seu ambiente, seja físico ou arquitetônico.

CRÉDITOS – A busca pelo ensaio perdido de Lina na colônia Tomás Coelho em 1984 se estendeu por anos, em diferentes fontes possíveis. Esse mistério se desenrolou por meio da descoberta de Catarina Knapri Cunha e Maria Fernanda Rodrigues, funcionárias do museu que pesquisavam fotografias e se depararam com uma imagem em preto e branco, semelhante a um cromo identificado como pertencente a João Urban.
Urban explica a origem da confusão: “Ninguém sabia explicar o sumiço dos cromos. Como eu estava fotografando a colônia desde 1980, algum funcionário, que sabia disso, identificou os slides como sendo meus”.
A revelação veio de uma identificação equivocada dos registros como pertencentes a Urban, devido ao seu trabalho fotográfico contínuo na colônia Tomás Coelho na década de 80.
“Foi aí que me buscaram para confirmar se eu e a Lina havíamos fotografado juntos em Tomás Coelho, o que desvendou o mistério do desaparecimento do ensaio que a Lina havia feito em 84... tanto eu como a Lina estávamos atrás desse material justamente para essa exposição”, esclarece Urban.

MEMÓRIA VIVA – “Lina Faria – Passando a limpo” é parte do projeto Memória Viva, uma iniciativa do MIS-PR que busca homenagear a trajetória de importantes agentes culturais do Paraná, ainda em vida.

Serviço
Abertura 11 de dezembro, às 17h
Visitação até 23 de fevereiro de 2024
De segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h
Sala Adalice Araújo – Rua Ébano Pereira, 240, Centro – Curitiba – Paraná.

ANIVERSÁRIO DE ALFREDO ANDERSEN, meu bisavô

Hoje, 03 de novembro, celebramos a memória do mestre Alfredo Andersen, considerado o pai da pintura paranaense. Nascido nesta data em 1860, há 163 anos, o norueguês caboclo fincou raízes e escolheu o Brasil e o Paraná para trazer movimento e identidade ao contexto artístico da época, algo que perdurou e perdura com seu legado até os dias atuais. Também celebramos os 83 anos da Sociedade Amigos de Alfredo Andersen, criada na mesma data em 1940, em homenagem ao artista. Durante a semana, juntamente com o Museu Casa Alfredo Andersen, divulgaremos a programação com as atividades da Semana Andersen 2023. Não perca! E viva Andersen!

Últimos dias da exposição do artista Túlio Pinto, com catálogo já disponível

A exposição “Buraco no Céu”, do artista visual Túlio Pinto, realizada pelo MON no espaço do Olho, poderá ser vista até o dia 22 de outubro. Para quem quiser levar um pouco da mostra para casa, o catálogo já está disponível na MON Loja.

A mostra reúne 33 esculturas e instalações, algumas com grandes dimensões, que exploram a potência do tridimensional. A curadoria é de Roberta Stubs. É um inusitado diálogo entre materiais de diferentes valências. Mármore e aço estão lado a lado, vigas de ferro parecem flutuar e convivem com lâminas de vidro, numa construção quase poética.

Elementos díspares constroem, entre si, certa cumplicidade que surpreende pela tensa aliança firmada entre naturezas dissonantes como a pedra, o ferro, o vidro, o ar, o mármore e o corpo. Hábil em criar estruturas quase arquitetônicas, o artista instaura campos de tensão que colocam as categorias de ordem e funcionalidade em questão.

Sobre o artista
Túlio Pinto (Brasília, 1974) é graduado em Artes Visuais com ênfase em escultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2009). Vive e trabalha entre Porto Alegre e São Paulo. Entre suas exposições, destacam-se: “13ª Bienal do Mercosul: Trauma, Sonho, Fuga” (Porto Alegre, 2022); “Encontros Divergentes” (Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, Sorocaba, 2021); “Glass and Concrete” (Marta Herford Museum, Herford, Alemanha, 2020); “Momentum” (MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2019); “Onloaded: Túlio Pinto” (Phoenix Institute of Contemporary Art – phICA, Phoenix, Arizona/EUA, 2015); “Bienal de Vancouver” (Vancouver, Canadá, 2014); “De Territórios, Abismos e Intenções” (Projeto RS Contemporâneo – Santander Cultural Porto Alegre, Porto Alegre, 2013); “CEP: Corpo, Espaço e Percurso” (9ª Rede Nacional Funarte, 2013); “Salvaje – Digesting Europe Piece by Piece” (Traneudstillingen Exhibition Space, Copenhagen, Dinamarca, 2012); “Transposição” (Galeria Augusto Meyer – Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre, 2012); “Nova Escultura Brasileira” (Caixa Cultural Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2011); entre outras. Seu trabalho faz parte de coleções nacionais e internacionais, entre elas: Usina de Arte, Pernambuco; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto; Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba; Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; Museu Nacional de Brasília; Museu de Arte de Ribeirão Preto; Fundação Pablo Atchugarry, Uruguai; Fundação Maria Cristina Masaveu Peterson, Madrid, Espanha; Marta Herford Museum, Herford, Alemanha; Piramidón, Centre d'Art Contemporani, Barcelona, Spain. Nos últimos anos realizou residências artísticas em países como Ucrânia, Canadá, Portugal, EUA, Reino Unido e Holanda.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
“Buraco no Céu”, do artista Túlio Pinto
Espaço expositivo do Olho
Até o dia 22/10
Catálogo já disponível na MON Loja, preço: R$ 70,00

www.museuoscarniemeyer.org.br

LABmoda 2023 abre inscrições para apresentações de música,dança, artes cênicas e visuais

Além de 41 expositores de vestuário, acessórios e design, LABmoda 2023 terá 18 performances artísticas. Foto: Amanda Vicentini
Em sua 12º edição, o LABmoda terá programação diversa e multicultural. Artistas que queiram se apresentar no palco do evento, que acontecerá de 26 a 29 de outubro no Museu Oscar Niemeyer, podem se inscrever através de formulário disponível no site e redes sociais do LABmoda até as 23h59 do dia 16.

A curadoria será feita por Cândida Monte, artista e produtora cultural graduada em Artes Cênicas, e Rodrigo Chavez, proprietário da Arnica Cultural e produtor musical de importantes nomes da cena local. Serão aceitos trabalhos autorais da área de música, dança, artes cênicas e visuais.

Marcas autorais de todo país terão a oportunidade de apresentar suas criações e vender seus produtos durante o evento, que terá como palco um dos museus mais famosos do mundo.

SERVIÇO
LABModa 2023 - Semana de Moda de Curitiba
De 26 a 29 de outubro
Local: Museu Oscar Niemeyer
Mais informações: labmoda.com.br