Grupo PHD Eventos inaugura PHD Rooftop Curitiba: Sofisticação e vista panorâmica no coração do Batel

Espaço aberto ao público integra a vibração das arquibancadas a um roteiro de alta gastronomia e atrações ao vivo

O Grupo PHD Eventos, referência nacional em espaços exclusivos e experiências 360°, anuncia a chegada do PHD Rooftop Curitiba. Localizado no icônico bairro do Batel, o novo venue ocupa os últimos andares do Linked Batel, atualmente o maior empreendimento dedicado à hospedagem na capital paranaense, um luxuoso complexo na Rua Comendador Araújo, consolidando-se como o novo ponto de encontro para eventos corporativos e sociais de alto padrão na região.

"O mercado de eventos em Curitiba demanda espaços que unam modernidade e exclusividade. O PHD Rooftop chega para preencher essa lacuna, oferecendo não apenas um local, mas um cenário memorável com o pôr do sol da cidade como pano de fundo", afirma Marco Bordon, CEO do Grupo PHD.

Com uma infraestrutura moderna e versátil, o PHD Rooftop Curitiba foi projetado para elevar o conceito de eventos "nas alturas". O espaço combina uma vista panorâmica privilegiada da cidade com ambientes personalizáveis que se adaptam a diferentes formatos, desde convenções e lançamentos de produtos até jantares exclusivos e celebrações sociais.

O espaço oferece flexibilidade logística e suporte técnico de ponta, com capacidades planejadas para atender diversos públicos: eventos estratégicos para marcas, sociais, como casamentos, noivados e aniversário, e até mesmo turistas de passagem pela cidade.

Seguindo o padrão de excelência do Grupo PHD, o rooftop conta com catering exclusivo, trazendo gastronomia autoral e menus personalizados. Além disso, conta com sistemas de som e iluminação de última geração, além de gerador próprio e chapelaria. Situado no Batel, o polo mais sofisticado de Curitiba, facilita o acesso e a logística de convidados e fornecedores.

Serviço
Endereço: Linked Batel, Rua Comendador Araújo, 542, Batel - Curitiba
Capacidade:
Coquetel: Até 600 convidados
Jantar: Até 200 pessoas
Auditório: Até 190 pessoas (ideal para workshops e seminários)

Reservas: Link

Sobre o Grupo PHD
O Grupo PHD é reconhecido por ser um hub completo de soluções para eventos, que conta com um portfólio inovador de espaços que proporcionam experiências únicas e memoráveis para eventos. A empresa atua na gestão de edifícios icônicos, rooftops de tirar o fôlego, palácios históricos, museus, parques e salas imersivas. A meta do Grupo é consolidar-se como o maior hub de venues e serviços para eventos corporativos no Brasil, aliado a um modelo 'one stop shop'. Essa proposta abrange desde a curadoria do local ideal até a execução completa de todos os serviços com hospitalidade, incluindo gastronomia, coquetelaria, decoração, cenografia, casting artístico e soluções audiovisuais. Seu portfólio exclusivo conta com mais de 35 espaços de diferentes tamanhos e formatos, com forte presença na cidade de São Paulo e expansão contínua para outras capitais. O PHD também oferece uma plataforma digital própria, que permite encontrar, comparar e reservar espaços com agilidade e segurança. Entre os espaços que integram o portfólio do Grupo, destacam-se: PHD Rooftop (localizado no prédio icônico projetado por Ruy Ohtakie), Jockey Club de São Paulo, Casa Melhoramentos, Jive House, TETTO Rooftop, Octavio House, Espaço Villa-Lobos, Terras de São José Golf, Arena BTG, Varanda Estaiada, Pátio 47, Vanilla Sky, Casa Aragon, entre outros. A atuação do Grupo também se estende a outras cidades, com rooftops da marca TETTO em Vitória, Curitiba, Porto Alegre e Balneário Camboriú, além do PHD Rooftop Curitiba.

Casillero del Diablo brinda pelo cinema

Pelo segundo ano consecutivo é o Vinho Oficial do EE BAFTA Film Awards

A reconhecida marca chilena retornou ao Royal Festival Hall, em Londres, como Official Wine Partner do EE BAFTA Film Awards 2026, acompanhando indicados, cineastas e as estrelas mais influentes do cinema na noite mais importante da indústria britânica.

Casillero del Diablo, a premiada marca de vinhos da Viña Concha y Toro, celebrou pelo segundo ano consecutivo seu papel como Official Wine Partner do EE BAFTA Film Awards, a cerimônia mais relevante do cinema britânico organizada pela British Academy of Film and Television Arts (BAFTA).

No domingo, 22 de fevereiro, as figuras mais destacadas da sétima arte se reuniram no Royal Festival Hall, em Londres, onde indicados, apresentadores e convidados brindaram com uma seleção exclusiva de Casillero del Diablo, em uma noite marcada pela criatividade, emoção e momentos lendários que todos os anos distinguem o BAFTA.

Para Casillero del Diablo, ser o Vinho Oficial do BAFTA é o reflexo de um trabalho estratégico e contínuo ao longo do tempo, focado na construção permanente da marca no Reino Unido, seu principal mercado global.

Essa presença faz parte de uma estratégia global que busca consolidar parcerias de alto nível, gerar novas oportunidades de visibilidade e fortalecer vínculos com organizações que compartilham e valorizam a qualidade, a excelência e o caráter distintivo da marca.

Fazer parte do BAFTA reafirma o compromisso de Casillero del Diablo de estar presente em cenários de relevância cultural global, que fortalecem sua identidade e contribuem para um crescimento sólido e consistente, consolidando-se como um orgulhoso embaixador do vinho chileno no mundo.

A noite de domingo reuniu grandes nomes da indústria cinematográfica internacional, com destaque para Timothée Chalamet, reconhecido por seu trabalho em Duna e Me Chame Pelo Seu Nome, além de Kylie Jenner, ícone global do entretenimento e da moda. Também marcaram presença nomes como Cillian Murphy, vencedor do Oscar por sua atuação em Oppenheimer, e Emma Stone, celebrada por seus papéis em La La Land e Pobres Criaturas, entre outros convidados.

Durante a cerimônia, os convidados desfrutaram de uma seleção de vinhos de Casillero del Diablo, com destaque para as linhas Reserva e Reserva Especial. Casillero del Diablo também participou do tradicional BAFTA Nominees Party, realizado na noite anterior.

Claire Raine, Brands Controller da Viña Concha y Toro UK, declara: “Os Prêmios BAFTA 2026 reuniram alguns dos atores mais influentes do nosso tempo, e a Casillero del Diablo se orgulha de estar presente como vinho oficial deste evento. Juntos, celebramos o melhor do cinema e os momentos lendários que continuam encantando o público ao redor do mundo.”

Da primeira taça ao último aplauso, Casillero del Diablo acompanhou uma noite que homenageou o poder da imaginação, a excelência artística e as histórias que continuam a encantar milhões de pessoas em todo o mundo.
Sobre Casillero del Diablo
Casillero del Diablo foi lançado em 1883 pela Viña Concha y Toro, e hoje está presente em quase 150 países, com mais de 60 milhões de garrafas vendidas por ano. De acordo com o relatório Global Wine Brand Index, da renomada consultoria inglesa Wine Intelligence. Casillero del Diablo é a marca de vinho mais poderosa da América Latina - e a segunda do mundo pelo 7º ano consecutivo.

@casillerodeldiablobrasil

Sobre o BAFTA
A British Academy of Film and Television Arts (BAFTA) é uma organização beneficente independente que promove a excelência em cinema, televisão e videogames, além de incentivar o desenvolvimento de talentos criativos no Reino Unido e internacionalmente.

ESPM Talks abre o calendário 2026 no Paraná e marca lançamento do Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas

Evento acontece no dia 5 de março, no Hard Rock Cafe Curitiba, reunindo lideranças acadêmicas, mercado e alunos em uma noite de conteúdo, tendências e conexões

Curitiba, fevereiro de 2026 - Curitiba recebe, no dia 5 de março, às 18h30, no Hard Rock Cafe, mais uma edição do ESPM Talks, encontro que abre oficialmente o calendário 2026 da Escola no Paraná e marca o lançamento do novo Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia.

Presente no Paraná desde 2024, em parceria com a Academic Ventures, a ESPM consolida sua atuação no Estado com uma proposta que integra excelência acadêmica, conexão com o mercado e formação orientada à performance. O ESPM Talks traduz esse posicionamento ao reunir lideranças acadêmicas, profissionais do mercado e alunos da instituição para debater os caminhos da inovação, os novos desafios do marketing e as estratégias que estão transformando os negócios no Brasil e no mundo.

A programação começa às 18h30, com welcome buffet e networking. Às 19h15, acontece a abertura oficial com apresentação do portfólio 2026, conduzida pela Diretora Acadêmica de Pós-Graduação Lato Sensu da ESPM, Profª. Frederike Mette, pelo Prof. Zaki Akel Sobrinho e por Gisah Akel, sócios da Academic Ventures, partner regional da ESPM no Paraná.

Para a Profª. Frederike Mette, o encontro simboliza o fortalecimento da presença acadêmica da instituição no Estado. “Abrir o calendário de 2026 no Paraná com o ESPM Talks reforça nosso compromisso com uma formação conectada às transformações do mercado. O Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas nasce com esse propósito: integrar estratégia, criatividade e performance para preparar lideranças capazes de gerar impacto real nos negócios”, afirma.

Na opinião de Gisah Akel, o evento em Curitiba reforça o movimento de aproximação da ESPM com o ecossistema local. “Fico muito feliz com o dinamismo da ESPM em sinergia com o mercado de Curitiba. A marca desembarcou há quase dois anos na cidade e mantém diálogo aberto e próximo com o setor produtivo e profissionais, fomentando discussões de alto nível em temas sempre contemporâneos. A proposta do ESPM Talks é justamente essa, fomentar o networking e estimular o aprendizado ao longo da vida (lifelong learning) com o padrão de experiência que é a chancela do marketing powerhouse”, diz..

Às 19h30, o público acompanha a mesa-redonda “Mobilidade de carreira com ESPMers”, mediada pelo Prof. Zaki Akel Sobrinho. Participam do debate alunos formados pela ESPM no Paraná: Rodrigo Kroehn, especialista em gestão, expansão de marcas e liderança de equipes, com atuação em desenvolvimento de negócios e reestruturação de operações; Eduardo Machado, publicitário e sócio-fundador da Peppers – Agência Estratégica Criativa, com mais de 20 anos de experiência no mercado de comunicação; Mariah Luz, criadora do @oquefazercuritiba e pioneira em conteúdo de gastronomia com foco em cidade, cujo ecossistema regional soma quase dois milhões de seguidores e movimentou mais de 100 milhões de reais na economia local em 2024; e Joana Ciafrino Sabbag, gerente de marketing da Rappi Brasil, onde atua há cinco anos desenvolvendo estratégias em diferentes frentes do marketing. “O painel traz perfis de profissionais diferentes entre si e mostra como fazer parte da comunidade ESPM transforma a trajetória profissional dos nossos alunos”, afirma o Prof.º Zaki Akel.

Encerrando a noite, o professor e pesquisador Lucas Waltenberg ministra a palestra “Branding: Insights para construir marcas fortes”. Mestre e doutor em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense, Lucas desenvolve projetos de estratégia e comunicação para marcas e é professor de graduação e pós-graduação na ESPM Rio, além de atuar na coordenação da Pós-Graduação Lato Sensu nos cursos de Produção de Conteúdo, Data Science e Gestão de Projetos, entre outros.

A noite de encontros e conhecimento marca também o lançamento oficial do Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas em Curitiba, com início em abril. O curso é em modalidade híbrida, com aulas presenciais e on-line divididas em três semestres. O curso integra posicionamento, narrativa e estratégia comercial para transformar propósito em performance, fortalecendo marcas e impulsionando resultados. A proposta combina branding, comunicação e vendas com foco em métricas, dados e previsibilidade, além de projetos reais que conectam aprendizado e desempenho comercial, reforçando a excelência de ensino que caracteriza a ESPM.

Sobre a ESPM
A ESPM é uma escola de negócios inovadora, referência brasileira no ensino superior nas áreas de Comunicação, Marketing, Consumo, Administração, Economia Criativa e Tecnologia. Seus 12 600 alunos dos cursos de graduação e de pós-graduação e mais de 1 100 funcionários estão distribuídos em quatro campi - dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um em Porto Alegre. Possui quatro unidades regionais em Florianópolis, Chapecó, Goiânia e Salvador. O lifelong learning, aprendizagem ao longo da vida profissional, o ensino de excelência e o foco no mercado são as bases da ESPM. Acesse: espm.br

Sobre a Academic Ventures
Nesse hub de soluções estratégicas, o professor Zaki Akel Sobrinho lidera uma equipe multidisciplinar com grande experiência em gestão estratégica atuando nos ecossistemas de inovação e com fortes conexões tanto no meio acadêmico quanto no meio empresarial para administrar uma rica e diversificada rede de relacionamentos nos dois universos. A AV cria pontes para conectar problemas e soluções por meio de powerful connections - estratégicas, globais e de impacto - ajudando a construir resultados concretos que geram valor para os clientes, colaboradores, sócios e sociedade. Acesse: academicventures.com.br

Serviço:

ESPM Talks Curitiba
5 de março de 2026
A partir das 18h30
Hard Rock Cafe Curitiba – 3rd Floor (acesso pela entrada de eventos)
R. Buenos Aires, 50 – Batel – Curitiba/PR

Programação da noite
18h30 – Welcome buffet e networking
19h15 – Abertura e apresentação do portfólio 2026 com Frederike, Prof. Zaki Akel Sobrinho e Gisah Akel
19h30 – Mesa-redonda “Mobilidade de carreira com ESPMers”
20h a 21h – Palestra “Branding: Insights para construir marcas fortes”, com Lucas Waltenberg

Evento gratuito com inscrições prévias
Vagas limitadas
Inscrições: https://www.espm.br/eventos/pos-graduacao-eventos/espm-talks-curitiba/

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ediporec #operadearame

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Carne de onça: conheça a história e aprenda a fazer a receita típica curitibana

Preparo, que é um grande sucesso nos bares da capital paranaense, conta com reconhecimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)

Curitiba, fevereiro de 2026 - Pode até assustar no nome, mas basta uma mordida para entender por que a Carne de Onça conquistou gerações de curitibanos — e também o selo de Indicação Geográfica (IG), concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), no ano de 2025. A iguaria típica da capital paranaense entra para o seleto cardápio dos sabores brasileiros com origem protegida, ao lado de pratos como o Queijo Canastra e o Vinho do Vale dos Vinhedos.

Criada nos anos 1940, a Carne de Onça não tem nada a ver com o felino, mas com o “bafo forte” deixado pelo tempero marcante. Feita com carne bovina crua, moída na hora, ela é servida sobre uma fatia generosa de broa de centeio e finalizada com uma chuva de cebola picada, cebolinha verde, sal, pimenta e um fio de azeite. Uma explosão de sabores que conquista tanto os paladares mais tradicionais quanto os curiosos de primeira viagem.

“É um símbolo de quem somos. Essa conquista garante a preservação de uma receita que atravessa décadas e conta a história de Curitiba em cada garfada”, comemora Sérgio Medeiros, presidente da Associação dos Amigos da Onça, entidade que liderou o processo de reconhecimento com o apoio dos bares Canabenta, Quitutto, Silzeus, Burguer Bar, Barbaran, Ushuiaia, Cartolas, Jabuti e Bar do Alemão.

Desde 2016, a Carne de Onça já era reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Curitiba. Agora, com o novo selo, passa a ter proteção legal quanto à sua origem e modo de preparo, valorizando os bares e restaurantes que mantêm viva essa tradição. Além disso, o título deve impulsionar o turismo gastronômico e movimentar a economia local.

Algumas dicas são importantes para quem vai preparar a “Carne de Onça”. De acordo com Luíz Breda, do bar curitibano Bávaro, existe um ingrediente chave. “O conhaque misturado a carne dá um toque especial, valoriza muito o prato”, conta o especialista. Para o chef Rogério Teixeira, do Coxa Sports Bar, a dica é usar uma carne de boa qualidade. “Cortes de carnes nobres sempre fazem a diferença. Finamente picados a ponta de faca e com azeite extra virgem de qualidade”, complementa.

Confira a receita da “Carne de Onça” do Coxa Sports Bar:

Ingredientes:

1 broa escura (pão preto fatiado)
500 g de alcatra (3 vezes moída)
1 cebola branca picadinha
1 maço de cebolinha verde picada
2 dentes de alho picado
50 ml de conhaque (1 dose)
50 ml de azeite
1 colher de chá de páprica doce
Mostarda preta (a gosto)
Sal

Modo de preparo:

Misture bem a carne moída com o sal (a gosto), cebola branca picada, alho, conhaque, páprica doce e o azeite. Coloque a carne nas fatias de broa, em uma grande camada cobrindo toda a fatia. Polvilhe com cebolinha verde picada. Sirva acompanhada com mostarda escura e azeite.

58 anos de história e uma agenda contínua de pesquisa e lançamentos para atender a todos os momentos de consumo

Fundada em 1968, a Nutrimental é reconhecida nacionalmente pela fabricação da primeira barra de cereal do Brasil. Isso reflete uma história construída com base nos pilares do pioneirismo e da reinvenção, fatores que até hoje orientam sua cultura corporativa.

Atualmente, a Nutrimental opera duas plantas industriais — no Paraná e em Minas Gerais — e mantém um escritório comercial em São Paulo. Seus produtos estão presentes em mais de 90 mil pontos de venda no Brasil e são exportados para mais de 30 países da África, América do Sul, América do Norte e Caribe. As fábricas contam com certificações ISO 9001 e APPCC, reforçando o compromisso com qualidade e segurança alimentar.

O portfólio da empresa abrange desde cereais infantis e ingredientes para a indústria, até soluções para food service e barras proteicas voltadas aos mais diversos públicos. A marca Nutry reúne uma das linhas mais completas do mercado, com barras de cereais, frutas, nuts, bananinhas e proteínas – e com novos lançamentos previstos para 2026.

“Nossa estratégia é atender múltiplos momentos de consumo, com soluções que combinam conveniência, nutrição e inovação tecnológica”, destaca o fundador e CEO, Rodrigo Rocha Loures.

A companhia estrutura suas operações em quatro unidades de negócio: Consumidor (com as marcas Nutry, Nutrilon, Nutribom, Nutrilac e Nutrimental), Food Solutions (que engloba as frentes de food service efood ingredients, ou seja, insumos para outras indústrias de alimentos), Exportação (que tem nos cereais infantis seu principal destaque, atendendo mercados internacionais) e E-commerce (dedicada às oportunidades do comércio digital e ao relacionamento direto com o consumidor).

O começo de tudo

A empresa surgiu a partir de um desafio científico e de mercado: o excedente de produção de batatas no Paraná no fim da década de 1960. Tudo começou no laboratório da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde o professor Rodrigo Rocha Loures identificou no desperdício agrícola uma oportunidade de inovação. Ao lado de Arthur Leme e Marcos Hauer (in memoriam), liderou o desenvolvimento de tecnologias de desidratação de alimentos, inicialmente voltadas à produção de purê instantâneo. As limitações técnicas do processo à época levaram a equipe a buscar novas aplicações, chegando ao feijão pré-cozido e, posteriormente, às sopas para o mercado de merenda escolar. Mais tarde, atingindo o formato ideal, foi a primeira do Brasil a produzir e patentear o Purê Instantâneo.

O DNA da inovação fez com que, ao longo das décadas, a Nutrimental se consolidasse como uma das referências nacionais em alimentos, nutrição e soluções para a indústria alimentícia. “Desde o início, a Nutrimental foi movida por um espírito científico e empreendedor, transformando desafios em oportunidades concretas de negócio e impacto social”, afirma Loures.

A vocação para inovação acompanhou a empresa ao longo das décadas. Em 1984, a Nutrimental desenvolveu a alimentação do navegador Amyr Klink para sua histórica travessia do Atlântico Sul a remo, fornecendo produtos leves, nutritivos e de alta durabilidade. A parceria foi retomada cinco anos depois, durante a expedição de 13 meses na Antártica.

A empresa também protagonizou o lançamento do primeiro produto de desenvolvimento sustentável do país: a barra de granola com castanhas da Amazônia, apresentada ao mercado durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD) - Eco-92, em parceria com uma cooperativa de seringueiros. Foi este produto que, em 1994, chegou às gôndolas reformulado e batizado de Nutry, a primeira barra de cereais do país, hoje líder em vendas e lembrança de marca.

Atualmente, a Nutrimental vem ampliando sua agenda ESG com iniciativas como acessibilidade digital, políticas de diversidade, o projeto Aterro Zero, compensação integral de embalagens e a definição de metas e indicadores, com a retomada formal de sua jornada ESG, iniciada em 2023.

Refletindo seu foco no cliente, vem se mantendo entre as 100 melhores do Brasil em satisfação do consumidor (segundo o Instituto MESC) e tem reforçado o relacionamento com o público por meio da reabertura da Loja Nutri, além da participação em eventos.

E a inovação se faz presente sempre no dia a dia da empresa, que criou o Tastelab - grupo multidisciplinar e específico dedicado a estudar, desenvolver e lançar novos produtos -, visando não só a um complemento de portfólio mas principalmente à satisfação de necessidades ainda não atendidas de públicos específicos. Neste ano o primeiro projeto do grupo chegará às gôndolas: a Super Crispy, barra de proteína mais encorpada (com 55g), porém com textura crocante, contendo whey e colágeno e zero adição de açúcar.

Sobre a Nutrimental - Fundada em 1968, a Nutrimental é uma empresa brasileira de alimentos e nutrição com atuação nas frentes de consumo, food solutions, exportação e e-commerce. A companhia opera duas plantas industriais, no Paraná e em Minas Gerais, e mantém escritório comercial em São Paulo, com presença em mais de 90 mil pontos de venda no país e exportações para mais de 30 países. Com certificações ISO 9001 e APPCC, a Nutrimental oferece um portfólio diversificado que inclui cereais infantis, ingredientes para a indústria, soluções para food service e barras nutricionais da marca Nutry, líder em vendas e lembrança de marca no segmento. Alinhada às melhores práticas de ESG, a empresa desenvolve iniciativas nas dimensões ambiental, social e de governança, reforçando seu compromisso com inovação, qualidade e sustentabilidade, sempre com aprendizado contínuo, integridade, horizontalidade e orientação para o resultado.

Danzka , a vodka dinamarquesa que chega ao Brasil pela Inspirits, do Grupo La Pastina

DANZKA: o design que se bebe
Vodka dinamarquesa de garrafa icônica chega ao Brasil por iniciativa da Inspirits, divisão de destilados do Grupo La Pastina, unindo pureza escandinava, sustentabilidade e uma nova experiência premium no universo das vodkas.

A estética minimalista da Escandinávia sempre foi sinônimo de elegância funcional. Com a chegada de DANZKA ao Brasil pelo Grupo La Pastina, esse conceito ultrapassa o universo do design para se transformar em experiência sensorial. A vodka dinamarquesa desembarca no país como uma expressão contemporânea de luxo, onde forma, conteúdo e responsabilidade ambiental caminham em harmonia.
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DANZKA Forty, de perfil mais estruturado

Criada em Copenhague, DANZKA nasce sob os princípios do design escandinavo: linhas limpas, precisão técnica e funcionalidade absoluta. Sua icônica garrafa de alumínio tornou-se um dos símbolos mais reconhecidos da marca no cenário internacional. Muito além da estética, o alumínio desempenha papel fundamental na preservação da qualidade do líquido, mantendo a vodka gelada por mais tempo, protegendo contra impactos e reduzindo significativamente a pegada ambiental.

Produzida a partir de grãos cuidadosamente selecionados e água escandinava naturalmente pura, DANZKA passa por múltiplos processos de destilação que eliminam impurezas e garantem um perfil extremamente limpo. Após essa etapa, o destilado é submetido a um sofisticado sistema de filtragem por carvão ativado, responsável por refinar ainda mais o líquido, conferindo maciez excepcional ao paladar sem comprometer sua estrutura.

Cada lote é rigorosamente monitorado para assegurar consistência, pureza e equilíbrio sensorial, mantendo o padrão elevado que consolidou a marca entre as vodkas premium mais respeitadas do mundo.
O resultado é uma vodka de aroma limpo, textura aveludada e final suave, ideal como base para coquetéis sofisticados, permitindo que os ingredientes se expressem com clareza e elegância.
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DANZKA The Spirit

O portfólio apresentado ao mercado brasileiro contempla DANZKA The Spirit, expressão clássica da marca, reconhecida por sua neutralidade refinada e versatilidade. Ao seu lado chegam também outras versões da bebida, desenvolvidas exclusivamente com ingredientes naturais, ampliando as possibilidades da coquetelaria contemporânea. Entre elas destacam-se a DANZKA Forty, de perfil mais estruturado e intensidade marcante; DANZKA Grapefruit, que equilibra frescor cítrico e delicadeza aromática; além de outras variações que mantêm o compromisso da marca com autenticidade de sabor e sofisticação sensorial.

Reconhecida internacionalmente, a DANZKA acumula prêmios importantes em competições globais de destilados, consolidando sua reputação pela excelência técnica, inovação em design e consistência de qualidade.

Para a Inspirits, divisão de destilados do Grupo La Pastina, a chegada de DANZKA reforça o posicionamento de curadoria de marcas premium com identidade forte e diferenciação real no mercado brasileiro, conectando sofisticação, sustentabilidade e performance sensorial.

Com sua combinação de pureza escandinava, método de produção rigoroso, design icônico e uma linha completa que atende tanto ao consumo elegante quanto à alta coquetelaria, DANZKA inaugura no Brasil um novo capítulo para a categoria de vodkas premium — onde o design, de fato, pode ser bebido.

Sobre Danzka
Fundada em Copenhague, na Dinamarca, DANZKA é uma vodka premium reconhecida mundialmente por unir excelência técnica, pureza escandinava e design icônico. Produzida com ingredientes 100% naturais e água de alta qualidade, a marca se destaca por sua garrafa de alumínio criada pelo designer Jacob Jensen, símbolo do minimalismo funcional dinamarquês. Presente em diversos mercados internacionais, DANZKA acumula prêmios em competições globais de destilados e é referência em inovação, sustentabilidade e sofisticação contemporânea.

Sobre a Inspirits
Como parte de seu movimento estratégico para responder ao amadurecimento do consumo e à expansão em categorias premium, o Grupo La Pastina criou em 2023 a Inspirits, sua nova divisão dedicada a destilados de alta qualidade. Liderada pelo experiente profissional Mauricio Leme, a unidade reúne hoje mais de 20 rótulos — de clássicos internacionais a expressões contemporâneas — trazendo ao Brasil nomes como Limoncello Pallini, Cachaça Alzira, Drumshanbo Gunpowder Gin, Vermute La Fuerza, Vodka Danzka, e Lepanto.

A iniciativa não é apenas curatorial, mas parte de um plano de negócios: a meta é que a Inspirits chegue a representar cerca de 5% do faturamento total do grupo em até três anos, reforçando sua posição no universo premium e o compromisso com experiências de drinkability responsáveis e sofisticadas

A temporada da Feijoadíssima recomeça no Mabu Curitiba

Tradicional buffet servido aos sábados aposta na personalização do prato e em um generoso festival de sobremesas

Após uma breve pausa para as férias de dezembro e janeiro, um dos programas mais tradicionais e saborosos do calendário gastronômico curitibano está de volta. A partir do dia 21 de fevereiro, a Feijoadíssima do Mabu Curitiba retoma seu lugar aos sábados, reunindo amantes da boa mesa no Restaurante Brasserie, no coração da cidade.

Servida em formato buffet, das 11h às 15h, a Feijoadíssima é daquelas experiências que agradam diferentes paladares — do mais clássico ao mais seletivo. A proposta é simples e democrática: cada cliente monta o prato do seu jeito. Entre carnes nobres e acompanhamentos tradicionais, é possível escolher exatamente o que vai na feijoada, respeitando preferências e restrições, sem abrir mão da autenticidade do sabor.

A variedade é um dos grandes atrativos. Além dos cortes tradicionais suínos e bovinos, o buffet reúne guarnições que fazem toda a diferença na composição do prato, permitindo combinações personalizadas — mais leves ou mais robustas. É a feijoada no ritmo de cada um.

Como toda boa feijoada pede um final à altura, o Mabu capricha também no buffet de sobremesas. A mesa é farta e diversa: bolos, cremes, docinhos, pudins, tortas e bombons dividem espaço e convidam a prolongar a experiência. Difícil é escolher apenas um.

Realizada no Mabu Curitiba Business, na Rua XV de Novembro, 830, no Centro, a Feijoadíssima é aberta ao público e tem valor de R$ 109,00 + 10% de taxa de serviço (bebidas não inclusas). Em um ambiente acolhedor e com serviço já reconhecido na cidade, a volta do evento reforça o hotel como ponto de encontro para quem aprecia tradição, variedade e boa gastronomia. Para os curitibanos — e para quem visita a capital — o sábado ganha novamente aroma de feijão bem temperado e clima de celebração à mesa.

Serviço
O quê? Feijoadíssima do Mabu Curitiba
Quando? Todos os sábados, a partir de 21 de fevereiro.
Onde? Mabu Curitiba Business. Rua XV de Novembro, 830, Centro.
Quanto? R$ 109,00 + 10% de taxa de serviço (bebidas não inclusas).
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Rua 24 Horas recebe Festival do Strogonoff com preços a partir de R$ 18,90

O evento, que acontece entre os dias 26 e 28 de fevereiro, vai ocupar um dos endereços mais tradicionais da capital paranaense

Curitiba, fevereiro de 2026 - Poucos pratos despertam tanta unanimidade no Brasil quanto o strogonoff. Presente em almoços de família, comemorações e no dia a dia dos restaurantes, a receita de origem russa ganhou sotaque brasileiro, tornou-se mais cremosa, incorporou acompanhamentos clássicos como arroz e batata e conquistou diferentes gerações. Versátil e afetivo, o preparo é hoje um dos mais pedidos no país, um símbolo de conforto e praticidade à mesa.

Com essa proposta e aproveitando o clima ameno na cidade, a Rua 24 Horas, um dos pontos turísticos e de entretenimento mais tradicionais da capital paranaense, recebe nesta semana, entre os dias 26 e 28 de agosto, um delicioso Festival de Strogonoff. Durante os três dias, serão comercializadas, cinco opções por preços que variam de R$ 18,90 a R$ 44,90. As receitas serão desenvolvidas pelo tradicional bar Bávaro.

Entre as opções do preparo, estão releituras que terão como “estrelas” itens como legumes, frango, costela, alcatra, filé mignon e camarão. Como acompanhamento, arroz e batata palha. “O strogonoff é um prato que atravessa gerações e desperta memórias afetivas em quase todo mundo. É uma oportunidade de revisitar um prato querido e também experimentar os sabores das novas opções”, destaca Luiz Breda, fundador do Bávaro, idealizador do evento.

O Festival do Strogonoff acontece nesta semana, entre os dias 26 e 28 de agosto, na Rua 24 Horas (Rua Visconde de Nácar, s/n). Os preparos serão servidos das 11h às 22h30h, com preços entre R$ 18,90 e R$ 44,90. Para mais informações, siga o perfil oficial do Bávaro no Instagram: @bavaro_.

Soleil Café lança novo Menu Executivo com proposta de almoço com calma e presença no Batel

Em meio à rotina acelerada da cidade, o Soleil Café apresenta uma nova proposta para quem deseja almoçar bem, com qualidade e tempo à mesa. O novo Menu Executivo é servido de segunda a sexta-feira, das 11h às 15h, e foi pensado para transformar o intervalo do dia em um momento de pausa e presença.

Localizado dentro da Villa Mariantonio, na Rua Gutenberg, 585, no Batel, o Soleil integra uma galeria colaborativa charmosa, cercada por natureza, com mesas ao ar livre e ambiente pet friendly. O espaço convida a desacelerar, seja para um almoço de trabalho, um encontro entre amigos ou um momento individual de respiro no meio do dia.

O menu inicia com Salada da Casa, servida no carrinho de saladas, reforçando o cuidado no atendimento e a experiência personalizada.

Entre os pratos principais, as opções combinam técnica, sabor e equilíbrio:

- Fettuccine ao Ragu de Cogumelos (R$ 61), com creme trufado e quinoa crocante;

- Papillote de Peixe com Legumes (R$ 61), tilápia acompanhada de legumes, supremo de laranja e arroz cinco grãos;

- Carbonara al Mare (R$ 71), spaghetti com camarão, lula, gemas, parmesão, pimenta-preta e limão siciliano;

- Mignon Soleil (R$ 71), servido com manteiga da casa, farofa cítrica e opção de legumes ou aligot.

A proposta é oferecer um menu executivo diferenciado, que mantém a identidade do Soleil Café: leve, acolhedora e contemporânea - com pratos elaborados e serviço atencioso, mas sem formalidades. Para quem prefere seguir no ritmo do café da manhã prolongado, o brunch all day continua disponível das 9h às 19h, ampliando as possibilidades para diferentes momentos do dia.

Com o novo Menu Executivo, o Soleil reforça seu posicionamento como um espaço onde comer bem está ligado à experiência, ao ambiente e ao prazer de estar presente.

Serviço

📍 Soleil Café

📌 Villa Mariantonio: Rua Gutemberg, 585 – Batel

🗓 Menu Executivo: segunda a sexta

⏰ Das 11h às 15h

☕ Brunch All Day: das 9h às 19h

🐾 Pet friendly

Capacitação gratuita da Diageo democratiza acesso à coquetelaria de alto padrão

Através de uma trilha contínua de capacitação, companhia contribuiu para a profissionalização de bartenders

Luana Galdino já foi aluna do Learning for Life
O mercado de coquetelaria de alto padrão vive uma transformação impulsionada pela educação. A jornada de desenvolvimento promovida pela Diageo, líder mundial em bebidas alcoólicas premium, com marcas icônicas como Johnnie Walker, Tanqueray, Smirnoff consolidou-se como a principal engrenagem de ascensão social e profissional no setor, conectando talentos ao mercado de luxo através de programas como o Learning for Life e a Diageo Bar Academy. Essa trajetória ganha destaque especial no Dia Mundial do Bartender, em 24 de fevereiro, data que celebra os profissionais que são a alma por trás do balcão.

A base dessa evolução começa no impacto social do programa Learning for Life, que oferece formação gratuita em mixologia, quebrando barreiras de entrada no setor. “O programa garante que o talento encontre a oportunidade. Investir em educação e diversidade é o único caminho para um mercado sustentável e de alta performance, transformando o balcão em um espaço de carreira estratégica" destaca Daniela de Fiori da Diageo.

Um dos casos mais emblemáticos dessa jornada é o de Luana Galdino, destaque na cena paulistana e competidora do World Class Diageo, maior campeonato de bartenders do mundo. "O Learning for Life foi a virada de chave que me permitiu fazer da coquetelaria minha profissão. Ele me ensinou técnicas, postura e abriu portas para um networking que cultivo até hoje", afirma Luana, que personifica como a capacitação técnica converte potencial individual em liderança.

Para Luana, ocupar esse espaço sendo mulher é um dos grandes desafios e, ao mesmo tempo, um diferencial. "Temos uma sensibilidade e uma hospitalidade mais cativante e humanizada. Precisamos aproveitar esse olhar atento para sermos cada vez mais aceitas em um mercado majoritariamente masculino", pontua. Ela destaca que sua trajetória foi marcada pela paciência e pelo estudo constante de insumos e harmonizações, respeitando cada etapa do processo.

Mesmo enfrentando desafios pessoais, como a superação diária da gagueira em uma profissão que exige comunicação constante, Luana seguiu firme até os palcos do World Class. "Todos os dias eu me supero. Sigo pesquisando e aprendendo, pois tenho apenas quatro anos de área e muito a evoluir. No momento, vivo o presente e vejo o que o futuro me reserva", conta a bartender, que hoje vislumbra planos entre a indústria e consultorias.

Ao investir no desenvolvimento de profissionais como Luana, a Diageo soluciona uma das maiores dores do mercado: a carência de mão de obra qualificada. O Learning for Life já ultrapassou 30 mil pessoas formadas pelo programa. A iniciativa garante que o crescimento da coquetelaria brasileira caminhe junto ao desenvolvimento humano, criando um legado de excelência técnica, visão de negócio e sensibilidade social para a indústria.

Sobre a Diageo

A Diageo é líder mundial em bebidas alcoólicas premium, com marcas icônicas como Johnnie Walker, Tanqueray, Smirnoff e Ypióca. Presente em mais de 180 países, a companhia atua com o propósito de celebrar a vida, todos os dias e em qualquer lugar, e lidera globalmente a agenda de Positive Drinking, que promove o consumo e a compra responsáveis como pilares de um setor sustentável e seguro.

No Dia Internacional do Bartender, Diageo anuncia 17ª edição do World Class, maior competição de coquetelaria do mundo

Conectando mais de 50 países, o programa celebra a criatividade, técnica e inovação em desafios que colocam os participantes para competirem em um palco mundial

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Ariel Todeschini, vencedor na etapa nacional do World Class 2025
Divulgação: Diageo
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Fevereiro de 2025 - No Dia Internacional do Bartender, celebrado em 24 de fevereiro, a Diageo anuncia a 17ª edição do World Class, a maior e mais prestigiada competição de coquetelaria do mundo. Criada para elevar o padrão da mixologia global e revelar talentos capazes de atuar em palco internacional, a plataforma chega a 2026 reforçando seu papel como catalisador de criatividade, técnica e protagonismo cultural na coquetelaria contemporânea.

Presente em mais de 50 países, o campeonato conecta bartenders a uma comunidade global de especialistas, mentores e embaixadores de marcas icônicas do portfólio da companhia em um intercâmbio cultural, desenvolvimento técnico e visibilidade internacional. Ao mesmo tempo, o programa reforça um de seus pilares centrais: fazer com que as pessoas se importem não apenas com o que bebem, mas com como e onde bebem, promovendo uma cultura de celebração mais consciente e qualificada.

A estrutura da edição foi desenhada para gerar impacto além da visibilidade, com novos desafios inspirados na evolução da cultura de bares e no comportamento do consumidor contemporâneo, que valoriza experiências autorais, técnicas inovadoras e consumo responsável. “O World Class atua como plataforma estratégica para fortalecer o portfólio de luxo da Diageo no coração das principais ocasiões de consumo, impulsionando experimentação e crescimento sustentável da categoria. Rótulos como Johnnie Walker Blue Label, Tanqueray Nº Ten e Don Julio ganham protagonismo nos desafios, estimulando o uso criativo dos destilados e conectando excelência técnica à construção de experiências memoráveis que fomentam uma cultura de celebração mais consciente”, afirma Guilherme Martins, CMO da Diageo.

Este ano, o programa avança com uma estrutura regional unificada na América Latina, com critérios padronizados de avaliação, portal centralizado de inscrições e alinhamento direto com os padrões exigidos na final global, que acontecerá em Dubai, como um passo estratégico rumo à ambição de posicionar a região entre os Top 3 do mundo. Como incentivo regional adicional, os três maiores pontuadores da América Latina, de três países distintos, serão reconhecidos com um prêmio regional exclusivo, ampliando a visibilidade e o estímulo à excelência competitiva. “Mais do que elevar o nível técnico da competição, estamos construindo um sistema que prepara nossos talentos para competir em igualdade com os melhores do mundo. A unificação regional nos permite gerar consistência e comparabilidade, criando uma base sólida para que a América Latina não apenas participe da final global, mas dispute para ganhar. Este ano, o convite está feito: é hora de jogar em um palco mundial e mostrar ao mundo a potência da coquetelaria latina”, comenta Nicola Pietroluongo, Gerente de Advocacy e World Class na Diageo Brasil

No Brasil, o World Class se tornou sinônimo de excelência e transformação de carreira. A cada edição, o programa registra crescimento no número de inscrições e na diversidade regional dos participantes, refletindo a força e a pluralidade da coquetelaria brasileira. Os vencedores nacionais passam a integrar uma rede global de ex-campeões que hoje ocupam posições de destaque como proprietários de bares, consultores, embaixadores de marcas e referências criativas em seus mercados.

A iniciativa se consolida, ainda, como um sistema internacional de desenvolvimento profissional, combinando competição e educação com um papel importante no fortalecimento da indústria de hospitalidade. O programa impulsiona capacitação, promove networking entre profissionais e incentiva a troca de conhecimento por meio de mentorias, conteúdos educacionais e ativações em parceria com a Diageo Bar Academy e o programa Learning for Life, que oferece formação gratuita em mixologia e já ultrapassou 30 mil pessoas formadas pelo programa, quebrando barreiras de entrada no setor.

Ao anunciar a nova edição no Dia Internacional do Bartender, a Diageo reforça seu compromisso com a valorização desses profissionais que transformam técnica em experiência e serviço em arte. As inscrições podem ser realizadas a partir do Link se encerram no dia 24 de março de 2026 às 23:59.

Sobre a Diageo 

A Diageo é líder global em bebidas alcoólicas premium com um portfólio de marcas consagradas como Johnnie Walker, Tanqueray, Smirnoff, Ypióca, Old Parr, entre outras, e está presente em 180 países. A empresa atua por meio da agenda do Espírito do Progresso: um plano de ação que direciona a ambição de crescimento, sustentada pelo compromisso de fazer negócios da forma correta.   Centrada em três pilares, a estratégia promove o consumo responsável de álcool, fomenta a diversidade e inclusão e garante a sustentabilidade da cadeia de produção do grão ao copo. Como parte dessa agenda, a Diageo promove globalmente o consumo responsável por meio do DRINKiQ, plataforma digital que reúne orientações e dicas para moderação.  A empresa está listada na Bolsa de Valores de Londres (DGE) e na Bolsa de Valores de Nova York (DOE). Para obter mais informações sobre a Diageo, nossas pessoas, marcas e desempenho, visite-nos em www.diageo.com e no Instagram @diageobrasil. 

Fim de mês com programação variada no Jokers  Programação de 24 a 28 de fevereiro

A última semana de fevereiro está com uma programação variada no Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro-Histórico). Na terça-feira (24) tem a tradicional noite de música celta com o Desterro Duo com repertório de música medieval, cigana e temas pop. Na quarta (25) tem a apresentação do Clube do Jazz, com o trio formado Daniel Argolo tocando standards do gênero. Na quinta (26) tem a dupla Men In Black com Ricardo Mutant Cox e Roger Patitucci, levando para a casa muito country rock e clássicos no formato acústico. Na sexta (27) tem o show acústico da banda Live Transmission. E a semana encerra no sábado (28) com o músico Hisaiti apresentando um repertório de pop, samba rock e muito mais.
Conhecida por abrigar vários gêneros musicais – a tradicional casa noturna de Curitiba comemora este ano 25 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351.
A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.
Confira a programação até o dia 28 de fevereiro:

TERÇA 24 FEV, 20 horas – Terça Celta. Desterro Duo uma noite com música medieval, cigana e temas pop. Entrada franca.

QUARTA 25 FEV, 20 horas – Clube do Jazz – com Daniel Argolo Trio. No repertório standards do jazz. Entrada franca.

QUINTA 26 FEV, 20 horas– Men In Black com Ricardo Mutant Cox e Roger Patitucci, levando para a casa muito country rock e clássicos no formato acústico. Entrada franca.

SEXTA 24 FEV, 20 horas – Show acústico com a banda Live Transmission. Ingressos R$20 – a partir das 20 horas.

SÁBADO 28 FEV, 21 horas – Hisaiti Voz e Violão. Repertório de pop, samba rock e muito mais. Ingressos a R$10 – a partir das 20 horas.

Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico
Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br
Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul - ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa.

Castelo Saint Andrews apresentará dois shows especiais nos jardins, a beira de sua nova piscina, dias 6 e 14 de março

Castelo Saint Andrews apresenta série de shows especiais
à beira de sua piscina externa em Gramado

O Castelo Saint Andrews amplia sua programação cultural de verão com uma série de shows especiais ao ar livre, realizados em um dos cenários mais emblemáticos de Gramado. Pensada exclusivamente para o Castelo, a produção cria um palco instalado em um ponto elevado dos jardins, tendo a piscina externa como elemento central da cena, em uma experiência que une música, paisagem e sofisticação.

Os espetáculos acontecem em duas datas — 6 e 14 de março —, reunindo apresentações que dialogam com a identidade do Castelo: elegância, excelência artística e conexão com o público. A proposta é oferecer uma vivência singular tanto ao público regional quanto a visitantes que buscam experiências culturais diferenciadas na Serra Gaúcha.

No dia 6 de março, o Castelo apresenta o espetáculo “Andréa Cavalheiro canta Sade”, no qual a cantora sobe ao palco acompanhada por sua banda para interpretar os grandes sucessos de Sade Adu, artista nascida na Nigéria e criada em Londres, cuja obra atravessa gerações com canções românticas e sofisticadas. O nome Sade, derivado de Folasade, é pronunciado “Shadei” e tornou-se sinônimo de elegância musical no cenário internacional.
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Com 30 anos de carreira dedicados à música, Andréa Cavalheiro promete emocionar o público em uma apresentação que combina potência vocal, sensibilidade e repertório consagrado. Foto de Alexandre Birck

Com 30 anos de carreira dedicados à música, Andréa Cavalheiro promete emocionar o público em uma apresentação que combina potência vocal, sensibilidade e repertório consagrado. Além de integrar a The Hard Working Band, a artista já gravou com diversos nomes da música do sul do Brasil, atua como atriz e atualmente integra o elenco do musical Ela Disse-me Assim, com canções de Lupicínio Rodrigues. A programação tem início às 18h, com ambientação musical, e o show principal acontece às 20h, com duração aproximada de 1h30.

Os ingressos para o espetáculo do dia 6 de março estão disponíveis em dois setores. No Setor Gold, os valores são R$ 330 (inteira) e R$ 165 (meia-entrada). Já o Setor Silver conta com ingressos a R$ 280 (inteira) e R$ 140 (meia-entrada). O benefício da meia-entrada contempla idosos e ingresso solidário — mediante a doação de 1kg de alimento não perecível — além de clientes Banrisul.

Já no dia 14 de março, o entorno da piscina do Castelo Saint Andrews recebe o show de encerramento da turnê de 30 anos da The Hard Working Band, uma das mais tradicionais bandas de soul music do Brasil. Liderado por Andréa Cavalheiro, o grupo é reconhecido por sua forte relação com o público gaúcho e pela afinidade construída ao longo dos anos com a Serra Gaúcha — conexão que motivou a escolha do Castelo como palco desse momento especial.

A programação da noite começa às 18h, com som ambiente, e segue às 21h com o show principal, que terá duração aproximada de uma hora e meia. O repertório celebra três décadas de trajetória da banda, marcada por performances intensas, refinamento musical e forte presença cênica, em sintonia com a atmosfera clássica e contemporânea do Castelo Saint Andrews.

Vale destacar que, por ser uma apresentação de encerramento da turnê, os preços são diferentes, sendo a inteira Gold R$ 380 e a meia R$ 190. Já a inteira Silver custa R$ 330 e a meia R$ 165.
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Castelo Saint Andrews, na Serra Gaúcha

Com o objetivo de oferecer uma experiência personalizada, a compra dos ingressos será realizada diretamente com o concierge do Castelo Saint Andrews, que poderá também orientar sobre opções de hospedagem, inclusive com a possibilidade de reservar uma ou mais diárias para quem deseja viver o evento de forma completa.

A realização dos shows reforça o posicionamento do Castelo Saint Andrews como espaço de experiências culturais cuidadosamente curadas, onde música, arquitetura, paisagem e hospitalidade se encontram em um formato intimista e memorável.

Os eventos contam com patrocínio do Banco Banrisul, apoio da Brocker Turismo e da Vinícola Capoani, realização da Rüther Produções e comunicação assinada pela Cayra Agency.

O show poderá ter sua data transferida em caso de condições meteorológicas desfavoráveis.
Reservas e Informações
WhatsApp +55 54 3295-7721
Phone +55 54 3295-7700

Cinépolis traz para o Brasil colecionáveis inspirados em Super Mario Galaxy: O Filme

Abertura das vendas será anunciada em breve nos canais oficiais da rede

São Paulo, 23 de fevereiro de 2026 – A Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina, anuncia a chegada ao Brasil de uma nova linha de colecionáveis inspirados em Super Mario Galaxy: O Filme. A iniciativa leva para as salas de cinema itens que celebram um dos universos mais icônicos da cultura pop e ampliam a experiência do público com o lançamento. A abertura das vendas será anunciada em breve nos canais oficiais da Cinépolis.

O grande destaque é o balde de pipoca temático do Yoshi, um dos personagens mais carismáticos da franquia. Com design tridimensional, acabamento detalhado e cores vibrantes, o item retrata o personagem em posição sentada, integrando o recipiente de pipoca de forma criativa e tornando o produto um objeto de desejo para crianças, adultos e colecionadores.

Além do balde, a rede também disponibiliza o copo temático do Mario, que acompanha um chaveiro em metal do personagem, reforçando o apelo colecionável do item.

Com iniciativas como essa, a Cinépolis segue investindo em itens temáticos que ampliam a conexão do público com grandes lançamentos do cinema, transformando cada sessão em um momento memorável.

“O universo de Mario Galaxy atravessa gerações e desperta a paixão de públicos muito diferentes, desde quem cresceu jogando até as crianças que estão tendo o primeiro contato com esses personagens agora nos novos consoles ou através do cinema. Trazer os colecionáveis para o Brasil é uma forma de celebrar essa conexão afetiva construída ao longo de décadas entre os fãs e um dos universos mais icônicos da cultura pop, permitindo que o público leve um pouco dessa experiência para além da sala de cinema”, destaca Luiz Fernando Angi, gerente de Marketing da Cinépolis Brasil.

Sobre a Cinépolis
Com mais de 50 anos de história, a Cinépolis é a maior operadora de cinemas da América Latina, com um total de 897 cinemas e 6.886 salas, presente em 18 países.
Desde sua chegada ao Brasil em 2010, a rede teve um crescimento acelerado. Com esta inauguração, atualmente opera 57 cinemas em todo Brasil, em 42 cidades e 20 estados, totalizando 414 salas, com destaque para os formatos VIP, MacroXE, IMAX, 4DX e Junior.
A Cinépolis se destaca como a rede mais inovadora do país, oferecendo serviços exclusivos e tecnologia de ponta para proporcionar a melhor experiência ao público. Líder em salas VIP no Brasil, combina conforto – com poltronas ultra confortáveis, cardápio sofisticado e atendimento direto na sala — a um parque tecnológico avançado, com projetores a laser e som imersivo Dolby Atmos.
Em 2025, a Cinépolis do Shopping JK Iguatemi foi eleita pela oitava vez pelo Guia da Folha como o melhor cinema da cidade de São Paulo. E sua sala IMAX foi apontada pela quinta vez como a melhor projeção do circuito.
Com seu novo programa de relacionamento, o Club Cinépolis, a rede oferece diversos benefícios, como comprar ingressos online ao mesmo preço da bilheteria, cashback em pontos, além de promoções e combos exclusivos.
Mais informações, acesse nosso site. Siga-nos nas redes sociais ;) @cinepolisbrasil no Facebook, Twitter, Instagram, Tik Tok e LinkedIn.

Vinhos Cinematográficos

World Wine traz ao Brasil os rótulos servidos na noite do Oscar para brindar enquanto se assiste à cerimônia

Enquanto os holofotes se voltam para o tapete vermelho e os discursos emocionados tomam conta da tela, um outro ritual acontece longe das câmeras — mas com o mesmo rigor de curadoria. Os vinhos servidos na noite do Oscar seguem critérios tão exigentes quanto a própria cerimônia: elegância, consistência, sofisticação e absoluta compatibilidade com o perfil dos convidados e da audiência global que acompanha o evento.

Desde 2023, a Clarendelle e a histórica Domaine Clarence Dillon são responsáveis pelos vinhos servidos nos eventos ligados à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, incluindo a noite mais aguardada do cinema mundial. A escolha não é casual. Trata-se de uma seleção pensada para acompanhar longas horas de celebração, trânsito entre ambientes e paladares internacionais — vinhos de equilíbrio preciso, frescor e refinamento, capazes de agradar tanto aos grandes conhecedores quanto aos convidados que simplesmente desejam brindar.

Na edição deste ano, seis rótulos compõem a carta oficial da cerimônia. Desses, quatro chegam ao Brasil pela World Wine — e três deles, com exclusividade absoluta. São justamente esses vinhos que permitem um pequeno luxo a quem assiste à premiação de casa: provar, na mesma noite, os mesmos rótulos que circulam entre o Dolby Theatre, o Green Room e o tradicional Governors Ball.

O Clarendelle Blanc expressa o lado mais luminoso de Bordeaux, combinando frescor, tensão e uma elegância quase cinematográfica. O Clarendelle Rosé , preciso e contemporâneo, traduz a sofisticação descontraída que hoje domina os grandes eventos internacionais. Já o Clarendelle Rouge revela estrutura e harmonia em um tinto pensado para longas conversas, celebrações e múltiplos brindes — exatamente como pede a noite do Oscar.

Para quem não estará entre os convidados da Academia, fica ao menos o consolo — nada pequeno — de brindar com os mesmos vinhos escolhidos para uma das cerimônias mais emblemáticas do mundo. Porque, quando a curadoria é levada a sério, o glamour também pode chegar à taça de casa.

Mais sobre os vinhos
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Clarendelle Rouge

Clarendelle Rouge 2017 – Bordeaux, França (R$ 299)

Assinado pela equipe do Château Haut-Brion, este Bordeaux revela um equilíbrio clássico entre fruta madura, especiarias e notas sutis de carvalho francês. A predominância de Merlot confere maciez e fluidez, enquanto Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc aportam estrutura e profundidade. Um tinto sedoso, de taninos finos e final persistente, pensado para acompanhar longas celebrações.
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Clarendelle Blanc

Clarendelle Blanc 2023 – Bordeaux, França (R$ 299)

Um branco de Bordeaux que traduz frescor e precisão, com perfil aromático marcado por frutas brancas, flores e delicadas notas minerais. A combinação de Sauvignon Blanc, Sémillon e Muscadelle resulta em textura elegante e acidez vibrante, sem passagem por madeira. Versátil e refinado, é um vinho que alia leveza, equilíbrio e tipicidade regional
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Clarendelle Rosé

Clarendelle Rosé 2023 – Bordeaux, França (R$249)

Rosé contemporâneo e sofisticado, elaborado pela mesma equipe responsável pelos grandes crus de Haut-Brion. Combina frutas vermelhas frescas, toques cítricos e nuances florais em um conjunto de acidez equilibrada e taninos delicados. Expressa com clareza o lado mais leve e atual do terroir bordalês, sem abrir mão da elegância.

Onde encontrar: a linha Clarendelle está a venda nas 19 lojas World Wine espalhadas pelas principais cidades brasileirs e no ecommerce www.worldwine.com.br com entrega para todo o Brasil.

A World Wine, fundada em 1999, é o braço de vinhos premium e de luxo do Grupo La Pastina. Com portfólio de mais de 450 produtores e cerca de 270 marcas exclusivas de 17 países, destaca-se como uma das principais importadoras de vinhos franceses premium no Brasil. Conta com 20 lojas próprias e cobertura nacional via representantes e e-commerce. Sua operação inclui centro de distribuição climatizado com padrão internacional. Atua como referência em curadoria, formação de mercado e cultura do vinho no país.