Galeria Ybakatu comemora 30 anos e reinaugura em novo endereço

A Galeria Ybakatu celebra três décadas de atuação com a abertura de seu novo espaço em Curitiba, localizado na Av. Vicente Machado, 1056, Batel. A reinauguração será no dia 29 de novembro de 2025 (sábado), das 11h às 16h, e marca o início de uma nova fase da galeria fundada em 1995 por Tuca Nissel, que nesta trajetória valorizou criadores com pesquisas sólidas e práticas inovadoras, com um olhar atento e sensível para obras e artistas. Na data, será aberta a mostra coletiva {[( Entre )]}, com curadoria de Jhon Voese e obras de 22 artistas de diferentes gerações e linguagens. O novo espaço foi adaptado pelo arquiteto Maurício Pinheiro Lima, para atender às necessidades de uma galeria contemporânea.

Serviço:
Reinauguração da Galeria Ybakatu - 30 anos
Endereço: Av. Vicente Machado, 1056 - Batel, Curitiba (PR)
Data: 29 de novembro de 2025 (sábado), das 11h às 16h
Exposição: { [ ( Entre ) ] } - coletiva com 22 artistas
Curadoria: Jhon Voese
Entrada gratuita

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RELEASE COMPLETO:

Galeria Ybakatu celebra 30 anos com reinauguração em novo espaço que integra arte, cultura e design em Curitiba

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A galerista Tuca Nissel, há 30 anos à frente da Ybakatu - Foto: Gilson Camargo

A Galeria Ybakatu, uma das maiores referências da arte contemporânea em Curitiba, fundada pela galerista Tuca Nissel, comemora três décadas de sua trajetória com reinauguração em um novo endereço, no dia 29 de novembro (sábado) das 11h às 16h, na Avenida Vicente Machado, 1056, Batel (Curitiba - PR). Na ocasião, será realizada a abertura da exposição { [ ( Entre ) ] }, coletiva de 22 artistas com curadoria de Jhon Voese. A entrada é gratuita.

Criada em 24 de novembro de 1995, a Galeria Ybakatu teve sua gênese a partir de uma exposição realizada na casa de Tuca Nissel, como trabalho de conclusão do curso de Escultura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap). O que seria uma tarefa acadêmica, deu início a uma trajetória dedicada à arte contemporânea e à continuidade de uma pesquisa artística sensível. “É emocionante ver que, após 30 anos, a Ybakatu se reinventa sem perder sua essência. Nosso compromisso permanece o mesmo, de sustentar uma pesquisa artística vigorosa e plural, respeitando a poética de cada artista”, afirma Tuca Nissel.

A Ybakatu (nome que significa “arvore que dá bons frutos”) inicia essa nova etapa de sua história em um local amplo, com projeto arquitetônico assinado pelo escritório Pinheiro Lima & Mattioli, dos arquitetos Maurício Pinheiro Lima e Carla Mattioli. O novo espaço foi adaptado para atender às necessidades de uma galeria contemporânea, integrando arte e arquitetura. Conta com iluminação desenvolvida pela E Iluminação e comunicação visual pela Lumen Design. O prédio que abriga a Ybakatu, Vaz Batel, é projetado pela Triptyque Arquiteture (de São Paulo), com construção da Laguna (construtora e incorporadora).

{ [ ( Entre ) ] } marca reinauguração da Ybakatu
Como primeira exposição do novo espaço, a galeria abre a coletiva { [ ( Entre ) ] }, com obras de 22 artistas de diferentes gerações, em linguagens e técnicas diversas (pintura, escultura, videoarte, fotografia, arte digital, técnicas híbridas, entre outras). A curadoria ficou por conta Jhon Voese, pesquisador e curador de arte contemporânea, atuante especialmente no cenário paranaense, com trabalhos em importantes exposições.

A mostra reúne trabalhos de artistas com pesquisas consolidadas e relevantes, marca registrada da Ybakatu, contando com obras de Alex Flemming, André Rigatti, C.L. Salvaro, Claudio Alvarez, Cristina Ataíde, Débora Santiago, Fernando Augusto, Fernando Cardoso, FOD, Gilson Camargo, Glauco Menta, Hugo Mendes, Isaque Pinheiro, João Loureiro, Lígia Borba, Marta Neves, Ricardo E. Machado, Sonia Navarro, Tatiana Stropp, Washington Silvera, Willian Santos e Yiftah Peled.

Raízes em Curitiba, ramos espalhados pelo circuito internacional
Ao longo de seus 30 anos, a Galeria Ybakatu realizou mais de 110 exposições, entre individuais e coletivas. Desde os anos 2000, passou a ter atuação constante fora de Curitiba, representando artistas de várias nacionalidades em feiras de arte no Brasil e no exterior. Participou de importantes edições da ARCO Madrid, esteve presente em quase todas as edições da SP-Arte, além de feiras internacionais em Nova York, Suíça, Lima (Peru) e Londres, ampliando sua atuação e relevância nacional e internacional.

Essa história inclui momentos marcantes com nomes consagrados da arte brasileira. Em 1997, realizou uma exposição do escultor Amilcar de Castro, que também contou com um bate-papo com artistas e estudantes. No ano seguinte, em 1998, promoveu uma exposição conjunta de Arnaldo Antunes e Walter Silveira, reforçando sua vocação para integrar diferentes expressões e gerações. Ao longo dessa trajetória, a galeria também representou e exibiu artistas premiados, contribuindo para a consolidação de carreiras e para a difusão de suas obras em acervos públicos e coleções privadas.

Serviço:
Reinauguração da Galeria Ybakatu - 30 anos
Endereço: Av. Vicente Machado, 1056 - Batel, Curitiba (PR)
Data: 29 de novembro de 2025 (sábado), das 11h às 16h
Exposição: { [ ( Entre ) ] } - coletiva com 22 artistas
Curadoria: Jhon Voese
Entrada gratuita

galeria ybakatu - foto 3D antes da inauguração.jpg
O novo espaço da Galeria Ybakatu
Tatiana Stropp 25.06, 2021 .jpg
Obra de Tatiana Stropp

Alex Flemming_Galeria Ybakatu DSC_4147.jpg
Obra de Alex Flemming

C L Salvaro_Galeria Ybakatu DSC_4163.jpg
Obra de C L Salvaro

Ligia Borba, sem título, 2024.jpg
Obra de Ligia Borba

Claudio Alvarez - Paisagem Onírica, 2018.jpg
Obra de Claudio Alvarez

André Rigatti, sem título, água-forte, água-tinta e serigrafia sobre papel, 20x15cm, 2025.JPG
Obra de André Rigatti

“Rapsody in the Sky” marca um ponto de inflexão na pesquisa de Bernardo Mora

“Rapsody in the Sky” marca um ponto de inflexão na pesquisa de Bernardo Mora: é aqui que a pulsação cinética começa a emergir com clareza, dissolvendo a rigidez geométrica em ritmo, fluxo e vibração. As diagonais multicoloridas atravessam o campo pictórico como ventos sonoros, criando a sensação de um espaço suspenso, onde luz e movimento se entrelaçam.
A obra se transforma em partitura visual — uma rapsódia aberta, em que céu, cor e deslocamento se convertem em experiência sensorial. “Rapsody in the Sky” marca um ponto de inflexão na pesquisa de Bernardo Mora: é aqui que a pulsação cinética começa a emergir com clareza, dissolvendo a rigidez geométrica em ritmo, fluxo e vibração. As diagonais multicoloridas atravessam o campo pictórico como ventos sonoros, criando a sensação de um espaço suspenso, onde luz e movimento se entrelaçam. A obra se transforma em partitura visual — uma rapsódia aberta, em que céu, cor e deslocamento se convertem em experiência sensorial.

Bernardo Mora

Eleutherio Netto abre o exposição Tríade na Artestil

Eleutherio Netto inaugura “Tríade” na Artestil, explorando o diálogo entre ancestralidade, matéria orgânica e o efêmero ressignificado
A Artestil Galeria de Arte, referência no cenário das artes visuais da Região Sul há mais de quatro décadas, anuncia a abertura da exposição individual “Tríade” do artista visual Eleutherio Netto. A mostra inaugura no próximo sábado, 27 de setembro, às 11 horas, na galeria do Batel.
Eleutherio Netto, artista paranaense nascido em 1971, sintetiza em “Tríade” 20 anos de trajetória, oferecendo uma investigação profunda sobre a ressignificação de objetos e a transformação da matéria. O título da exposição evoca o equilíbrio, a unidade e a complementaridade, apresentando ao público três linguagens que estruturam a produção recente de Netto.
A exposição
As pinturas com pigmentos naturais, muito marcantes na sua obra e que estabelecem uma ligação direta com a terra e a ancestralidade, estão presentes na mostra. O artista é reconhecido por explorar técnicas raras de pigmentação e tem como marca registrada o uso apaixonado do azul ultramarino, extraído da pedra preciosa lápis-lazúli. O mesmo acontece com suas esculturas em madeira, tradução da força, solidez e permanência da matéria orgânica e com muita identificação com a produção e Netto.
Uma novidade são as esculturas de dobraduras criadas a partir de livros e revistas antigas. Estas obras propõem uma ressignificação do efêmero e do descartado, transformando-os em novas narrativas visuais que causam grande encantamento.
A exposição “Tríade” é apresentada como um gesto criativo de "Transformar, ressignificar, renovar", buscando transportar o espectador para um “Outro Universo Possível”.
O artista
Formado em pintura e desenho industrial, Eleutherio Netto tem em seu currículo exposições no Brasil e no exterior. Sua arte é multifacetada e fortemente influenciada por sua fixação pela arquitetura (especialmente os ícones de Curitiba, dos quais captura texturas craqueladas) e por suas vivências imersivas com a cultura indígena, como a visita ao Parque Indígena do Xingu. Netto utiliza apenas o essencial, priorizando a geometria dos volumes e uma paleta de cores vivas, resultando em "poesia pura".
A galeria
A Artestil é uma das mais tradicionais galerias do Sul do Brasil, com mais de quarenta anos de história. Sob a direção de Liliana Cabral, a galeria representa importantes artistas paranaenses e nomes nacionais e internacionais, incluindo Eleutherio Netto. Liliana Cabral possui um vasto currículo de mostras realizadas em importantes espaços culturais, como o Museu Oscar Niemeyer. A galeria está localizada em um novo endereço na Alameda Dr. Carlos de Carvalho, Batel, região vocacionada para arquitetura e decoração em Curitiba.
SERVIÇO
Exposição: Tríade, por Eleutherio Netto
Abertura: Sábado, 27 de Setembro de 2025, às 11:00
Local: Artestil Galeria de Arte – Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1663 – Batel,
Funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30; Sábado, das 9h30 às 13h30.

Caio Borges celebra 45 anos de carreira com individual na Artestil, em Curitiba

De 26 de abril a 11 de junho, a Artestil Galeria de Arte, em Curitiba, abre suas portas para a exposição individual do artista catarinense Caio Borges, “Jardins”, que marca seus 45 anos de trajetória nas artes visuais. A abertura acontece no sábado, dia 26, às 11 horas, reunindo admiradores da arte e da poesia, já que a mostra trará não apenas obras inéditas em técnica acrílica sobre tela, mas também poemas autorais que dialogam com a produção do artista.

Nascido em 1958, em Içara (SC), Caio é um artista autodidata que iniciou sua relação com a arte ainda na infância, desenhando e pintando com uma curiosidade quase lúdica, que permanece presente até hoje em sua produção. Essa aura de prazer e liberdade criativa atravessa as décadas e se reflete nas obras que compõem a mostra em Curitiba: jardins coloridos, fragmentos da Mata Atlântica, atmosferas figurativas e abstratas – sempre carregadas de sensibilidade, memória e contemplação.

Aos 22 anos, Caio mudou-se para o Rio de Janeiro, onde participou de exposições e foi reconhecido com o prêmio Artista de Barro pela Tapeçarte. Desde então, construiu uma carreira sólida e internacional, com passagens e mostras em Portugal, Grécia, Itália, França, Estados Unidos e Rússia, além de diversas cidades brasileiras.

Em 2018, estabeleceu-se nos Estados Unidos, inicialmente em Seattle, e depois em Miami, onde abriu uma galeria e ateliê. Ali, desenvolveu fases importantes de sua obra. Atualmente, mantém seu ateliê em Florianópolis, cercado pela Mata Atlântica, o que reforça ainda mais a conexão com a natureza que marca sua obra.

A exposição na Artestil apresenta 27 obras em tinta acrílica sobre tela e traz uma fase madura e introspectiva de Caio Borges, com a temática flores e uma atmosfera onírica. “No que pinto hoje é para onde vai meu pensamento”, afirma o artista em um dos textos que acompanham a mostra. “Cada pincelada é também um gesto de agradecimento à beleza da vida recomeçada”, explica.

O público poderá mergulhar nesse universo sensorial onde cor, poesia e memória se entrelaçam. A curadoria da exposição também destaca os poemas de Caio, que ampliam o entendimento de sua obra ao revelar sua relação profunda com o tempo, a natureza, a cultura brasileira e os ciclos da vida.

Em 2020, o artista doou mais de 180 obras de seu acervo pessoal ao município de Içara, sua cidade natal. A doação resultou na criação de um espaço cultural dedicado a ele, aberto permanentemente ao público, e que hoje integra o circuito artístico e educativo da cidade.

Ao completar 45 anos de ofício, Caio Borges oferece ao público curitibano um reencontro com a arte como forma de celebração da vida e da natureza. “Na pintura, se realizar é como terapia para descansar, sem a necessidade de análise, apenas deixando fluir o que vem de dentro”, reflete.

SERVIÇO
Exposição “Caio Borges – 45 anos de arte”
Abertura: Sábado, 26 de abril
Período: De 26 de abril a 11 de junho de 2025
Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira das 9h30 às 18h30, aos sábados das 9h30 às 13h30

Exposições no Solar do Rosário trazem muita arte em técnicas variadas

Mosaico, pintura, desenhos e Mangá são algumas das técnicas artísticas em destaque numa série de três exposições em cartaz no Solar do Rosário no mês de dezembro. As mostras coletivas reúnem trabalhos dos alunos dos cursos regulares que o centro cultural mantém durante o ano, e trazem trabalhos que retratam técnicas variadas, muitas cores, formas e talentos. A entrada é aberta ao público e gratuita. O espaço conta com estacionamento gratuito.

A exposição “Ateliês Infantil, Infantojuvenil e Mangá” reúne obras de crianças e jovens entre 6 e 14 anos. Traz criações feitas com técnicas como desenho, pintura, lápis de cor e giz pastel seco, além dos Mangás, os tradicionais quadrinhos japoneses. O desenho em estilo Mangá é normalmente caracterizado por anatomia e sombreamento simplificados, pintura monocromática e linhas de contorno bem definidas, resultando em um visual único e que logo na primeira olhada já é identificado. A mostra fica em cartaz entre 7 e 14 de dezembro. Os horários são os seguintes: de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e sábado das 9h ao meio-dia.

A milenar arte do mosaico, por sua vez, estrela a exposição “Paisagens Curitibanas”. As alunas da Oficina de Mosaico, outra atividade permanente do Solar do Rosário, convidam o público a um passeio por cantos e recantos de Curitiba, que são retratados em diferentes técnicas e materiais usados para compor os mosaicos. Estará em cartaz de 16 a 20 de dezembro, no seguintes horários: de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e sábado das 9h ao meio-dia 12h.

Já aberta, uma terceira exposição pode ser visitada até o dia 5/12. Trata-se da coletiva “Ateliês de Aquarela, Desenho Realista, Técnicas de Pintura e Urban Sketch”. Em muitos suportes diferentes como tela e papel, reflete toda a variedade e poesia destas técnicas. Urban Sketch, não tão conhecida do grande público, é uma modalidade de desenho que retrata o espaço urbano. Consiste em desenhar o que se vê no local em determinado momento, capturando a essência do momento e do cenário. Os urban sketchers utilizam qualquer tipo de suporte, como papel e lápis, para contar a história do que os rodeia. Horários para visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e sábado das 9h ao meio-dia.

Solar do Rosário

Endereço: Rua Lourenço Pinto, 500 - Centro, Curitiba - PR
Estacionamento: gratuito no local.
Informações: (41) 3225-6232 - (41) 98804-3984

Galeria Zilda Fraletti celebra 40 anos de história com lançamento de livro em prol de causa social

No próximo dia 30 de novembro, das 11h às 15h, a arte e a solidariedade se encontram na Av. Batel, 1750, em Curitiba para o lançamento do livro "40 anos da Galeria Zilda Fraletti", uma publicação que celebra a trajetória da primeira galeria de arte contemporânea da cidade.

Com o título “40 anos conectando pessoas à arte", o livro reúne textos e imagens que contam uma história de dedicação e paixão pela arte, destacando o papel da Galeria Zilda Fraletti na formação do mercado de arte em Curitiba e no Paraná. Durante quatro décadas, a galeria trouxe obras de artistas de todo o mundo, ocupando um espaço central na promoção da cultura e no estímulo a novos talentos.

A obra estará disponível mediante uma contribuição de R$ 50,00, e toda a renda será destinada ao Centro de Neuropediatria do HC-CENEP, que realiza cerca de 1.500 atendimentos mensais para crianças com problemas neurológicos.

Serviço:

Lançamento do livro "40 anos da Galeria Zilda Fraletti"

Quando: 30/11, das 11h às 15h

Onde: Av. Batel, 1750, Curitiba

Contribuição R$ 50,00 (com renda integral destinada ao HC-CENEP)

Casa Menegusso foi palco de uma surpresa incrível!!!!!! Maria Tabalipa Cubismo & Mar Acrílico sobre tela

Psiu...boca de siri!
Sei lá como é a boca de um siri e também nem sei quem inventou essa história. Mas o fato é que é segredo e segredo a gente não conta.
Combinado?
Vamos fazer assim: nos encontramos na quinta feira, dia 31, as 19: 00 na Casa Menegusso.
O mesmo lugar onde expus os mosaicos, lembram?
O motivo desta vez é o seguinte: me surgiu, a ideia de fazer uma exposição das pinturas da minha mãe, mas sem ele saber!
Tipo surpresa mesmo!
Combinei com minha irmã para que fotografasse os quadros e me enviasse.
O motivo mentiroso foi que eu quero fazer um book e vou levá-los a um fotógrafo.
Simone Nunes fez a seleção, optando pelos cubistas de veleiros!
Segunda faremos uma faixa e estamos agora...lhe convidando.
Você que a conhece e também a sua trajetória de vida de seus 87 anos quase 88 ...vai gostar de estar conosco!
O endereço é Úrsula Ercole Cumin 69, 4 km do
Condor de Santa Felicidade.
Te espero lá, tá bom?
Boca de siri heim!

Hudson Melo abre individual na Artestil

A mostra "Muitos Caminhos" do artista visual piauiense Hudson Melo, famosos por seus murais, traz o cotidiano em mesclas do figurativo e do abstrato na vida urbana

O piauiense Hudson Melo abre a exposição "Muitos Caminhos", na Artestil Galeria de Arte, em Curitiba, neste sábado, dia 19 de outubro. A mostra traz obras que exploram o movimento das pessoas e as imagens do cotidiano, destacando gestos, cores e figuras. Hudson descreve suas obras como "uma materialização das cenas urbanas, nas quais observa o vai e vem das pessoas, ora em sintonia, ora em caos"..

A exposição reflete sua busca por retratar o mínimo e o máximo dos detalhes do dia a dia, como sacolas nas mãos e olhares nas ruas, revelando a essência de um cenário que, para ele, é repleto de significados. Com um estilo que funde o figurativo e o abstrato, Hudson cria personagens tridimensionais e símbolos marcados pela leveza dos traços e pela intensidade das cores. Sua obra é, ao mesmo tempo, delicada e intensa. “Meu trabalho tem muita presença na figura humana, é muito figurativa, com elementos que trazem uma leitura direta, são relações, discussões que acredito", explica.

Hudson Melo, nascido em 1986 em Teresina, no Piauí, é um artista autodidata que traz personagens da infância para suas obras. Com uma pintura com forte inspiração no graffiti e na arte urbana contemporânea, Hudson já participou de diversas exposições coletivas e festivais de arte urbana, no Brasil e no exterior, explorando diversas técnicas como graffiti, muralismo e pintura a óleo. Em 2022, celebrou os 100 anos da Semana de Arte Moderna com um mural na Artestil, reafirmando seu compromisso com a arte e o cotidiano. Em 2007, fez uma exposição individual no Teatro João Paulo II, em Teresina, Piauí. Já em 2009, circulou com a exposição individual “MOTOR”, pelo Sesc,

Com mais de 40 anos de história, a Artestil é uma das mais tradicionais galerias da região Sul do Brasil. Sob a condução de Liliana Cabral, a galeria representa artistas paranaenses, nomes nacionais e internacionais das artes visuais.

SERVIÇO:
Abertura: 19 de outubro, das 11 às 14 horas
Exposição: de 19 de outubro a 22 de novembro de 2024
Horário: Segunda a sexta, das 9h30 às 18h30. Nos sábados das 9h30 às 13h30;
Local: Artestil Galeria de Arte Batel. Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1663, Curitiba-PR.
Crédito das fotos: Cristina Franzon

Galeria Zilda Fraletti apresenta exposições dos artistas Marcus André e Rogério Ghomes

Marcus André



Rogério Ghomes

A Galeria Zilda Fraletti inaugura no dia 19 de outubro duas novas exposições: “O Limiar do Tempo” de Marcus André e “Talvez busque um lugar onde já estou - Latitude: -25.4284, Longitude: -49.2733 25° 25′ 42′′ Sul, 49° 16′ 24′′” de Rogério Ghomes.

A exposição “O Limiar do Tempo”, de Marcus André, explora a interação entre tempo, mente e espaço. Em suas pinturas, o artista cria uma tensão entre formas regulares e irregulares, mesclando tradição e inovação. As obras dialogam com a paisagem e o conceito de pertencimento, propondo uma reflexão profunda sobre a transitoriedade e a relação entre o ser humano e o mundo ao seu redor.

A exposição de Rogério Ghomes, “Talvez busque um lugar onde já estou - Latitude: -25.4284, Longitude: -49.2733 25° 25′ 42′′ Sul, 49° 16′ 24′′”, combina pintura e fotografia de forma simbólica. A série, que remete a mestres como Morandi e Cézanne, explora o diálogo entre o olhar fotográfico e o universo pictórico, com impressões em canvas e colagens inspiradas em artistas como Geraldo de Barros. A obra-título incorpora coordenadas geográficas que simbolizam identidade, enquanto a série ViVAViDA equilibra pintura, fotografia e tipografia. Por fim, as Compotas Afetivas materializam memórias, completando a experiência da mostra.

As exposições estarão em cartaz de 19 de outubro a 9 de novembro na Galeria Zilda Fraletti, que completa 40 anos em 2024.

Serviço:

Galeria Zilda Fraletti, Avenida do Batel, 1750, lojas 07, 08, 10 e 12 – Batel.

Data e horário da abertura:
19 de outubro, das 11 às 14 horas.
Galeria ZF
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“Objeto Direto Indireto” de VeraLu abre na Artestil no dia 14 de setembro

A artista visual que representa o Brasil no festival “The Venice Glass Week 2024”, na Itália, realiza exposição individual na galeria curitibana que representa sua obra

A Artestil Galeria de Arte, em Curitiba, faz vernissage no dia 14 de setembro da exposição individual de VeraLu, “Objeto Direto Indireto”. A mostra traz 38 obras tridimensionais e ficará aberta ao público até 12 de outubro.

Reconhecida por sua visão única e muito peculiar da figura feminina, VeraLu utiliza diversos suportes – como o bronze e o papelão ondulado – para criar obras que exploram temas como a diversidade e a igualdade social. Sua técnica inovadora com papelão ondulado invoca uma reflexão sobre sentimentos de ausência, vazio e o papel da mulher no mundo.

Formada em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e em Escultura pela Universidade Estadual do Paraná, VeraLu tem uma carreira consolidada em importantes exposições coletivas nacionais e internacionais. Atualmente seu trabalho representa o Brasil na 1ª Exposição Internacional Brasileira de Arte em Vidro, no festival “The Venice Glass Week 2024” em Veneza, Itália.

A exposição “Objeto Direto Indireto” poderá ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30, e aos sábados, das 9h30 às 13h30. A Galeria Artestil está localizada no Batel, na Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1663.

SERVIÇO:
Exposição “Objeto Direto Indireto” da Artista VeraLu
Onde: Galeria de Arte Artestil
Endereço: Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1663, Batel
Data: 14/08/24 até 12/10/24
Horário: De segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30, e aos sábados, das 9h30 às 13h30

Edson Busch Machado lança “Quem tem Medo da Cultura?”, na Artestil, em Curitiba

Com uma trajetória multifacetada como artista visual, curador, jornalista e gestor cultural, aos 71 anos, Edson Busch Machado autografa, em Curitiba, seu livro "Quem tem Medo da Cultura?", um importante registro histórico da produção cultural brasileira, especialmente de Santa Catarina, seu estado natal. O lançamento será no dia 22 de maio, quarta-feira, às 19h, na Artestil Galeria de Arte, em Curitiba, no bairro Batel.

A obra, dirigida a pesquisadores, professores, estudantes de arte, gestores culturais, curadores e artistas, oferece uma perspectiva abrangente sobre a arte catarinense ao longo das últimas cinco décadas. Com aproximadamente 600 páginas e referenciando cerca de 2 mil artistas, museus e instituições culturais, o livro promete se tornar uma referência indispensável em cursos de artes e ciências humanas em todo o país.

"Esta obra é o resultado de uma jornada pessoal de redescoberta e reflexão sobre a riqueza cultural de Santa Catarina ao longo das últimas décadas. Ao mergulhar em meu próprio acervo, fui surpreendido pelas histórias esquecidas e pelos talentos muitas vezes negligenciados. Espero que este livro não apenas sirva como um registro histórico, mas também inspire novas gerações a valorizarem e contribuírem para o enriquecimento da nossa cultura”, explica Machado.

O processo de criação ocorreu durante o período de isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19, quando mergulhou em seu vasto acervo pessoal, organizando meticulosamente décadas de registros, incluindo textos, fotografias, projetos inacabados, cartas, entre outros artefatos que ele descreve como "esconderijos que nascem e crescem com o passar do tempo".

Nesse garimpo, o autor redescobriu preciosidades que enriquecem ainda mais sua narrativa, proporcionando uma visão panorâmica e detalhada do cenário artístico e cultural de Santa Catarina. Seus textos, originalmente publicados em diversas plataformas, refletem não apenas sua expertise como observador atento, mas também seu papel como provocador cultural, criticando o status quo e apontando caminhos para uma maior vitalidade e diversidade na cena cultural.

A obra contou com o apoio de parceiros como José Maurício Coelho, Péricles Prade, Eula Regina Maciel, Bernadete Costa da editora Manuscritos.

SERVIÇO:
"Quem tem Medo da Cultura?"
Quando: 22 de maio de 2024, quarta-feira, às 19h
Onde: Artestil Galeria de Arte
Endereço: R. Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1663, Batel

Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal

Em “A Busca”, trabalho assinado pela designer Ana Penso, em parceria com a Michelângelo Mármores do Brasil, aposta em ludicidade e reflexão

Curitiba, 21 de agosto de 2023 – Arte e design. Palha de milho e mármore. Tudo isso para mostrar que estamos em uma eterna busca. A busca por nós mesmos. Na exposição intitulada “A Busca”, assinada pela designer de produtos Ana Penso, a Galeria Zilda Fraletti irá entregar um universo intimista e lúdico, repleto de formas orgânicas e espelhos, com a intenção de propor a reflexão mais difícil de toda uma vida: quem sou eu?

Para Sharon Abdalla, jornalista e designer, uma das curadoras da exposição, a todo momento o mundo nos convida à reflexão, seja sobre a vida, a comunidade, o futuro do planeta, sobre o que será do amanhã. E refletir sobre o todo, de certa forma, nos coloca em um lugar cômodo. “Se são temas comuns, o entendimento e a ação também são coletivos. Mas por quantas vezes nos permitimos trazer a reflexão para o particular? O que vê, para além da imagem refletida quando se olha no espelho? Consegue se enxergar como ou quem é ou o que você vê é apenas a projeção do que os outros dizem ser você? As respostas podem não ser tão confortáveis e quem melhor do que a arte, em sua simbiose com o design, para trazer à tona tais questões?”, provoca Abdalla.

A também curadora de “A Busca”, Bruna Gagliano, reflete sobre o olhar introspectivo que a exposição de Ana Penso propõe. “A viagem na qual a palha e o mármore se entrelaçam, formam um labirinto reflexivo. Ela nos lembra que somos tanto a fortaleza imutável, quanto a efemeridade que se desfaz ao vento. Somos a palha e o mármore, a dualidade e a unidade, o eterno e o efêmero”, sugere.

O valor do inestimável

Apaixonada pela possibilidade de favorecer a economia local e a valorização cultural do Brasil, Ana Penso trabalha com fibra natural e mão de obra local e de pequeno porte. Sua atuação, repleta de afeto e significado carrega o valor do inestimável, pois reúne inúmeros universos dentro dela.

Em “A Busca”, o contraste entre a leveza da palha e a sobriedade do mármore guiarão o público nessa dualidade que é a condição da vida. “Os opostos são essenciais para alcançar a harmonia interior e a paz de espírito”, reflete a designer que estará presente por meio da poesia da palha trançada, que revestirá o teto da Galeria.
A parceria honesta entre duas marcas

A história da Michelângelo e do trabalho de Ana Penso se entrelaçam através da cidade paranaense de Cerro Azul, onde fica a jazida de Mármore Branco Michelangelo e, também, onde se concentra o coletivo “Tecendo História”, parceiro da designer, com oito artesãs que produzem para o mercado nacional e internacional. Os mármores da Michelangelo irão compor a exposição com os Sofás Duo, cuja forma remete ao yin-yang, que intensifica o conceito de dualidade, com a ideia de que metades opostas são complementares e interdependentes, e juntas formam um todo equilibrado.

O design em evidência na Galeria Zilda Fraletti

Para Carlos Cavet, o design vem se destacando como uma potente faceta da Galeria. “Ana Penso expôs conosco em 2022 e, num intervalo inferior a um ano, estamos juntos novamente para convidar o público a admirar o trabalho em fibra natural”, comemora o sócio da Galeria Zilda Fraletti.

"Arte e design estão ligados por uma linha tão sutil, que não é qualquer pessoa que identifica a conexão. Queremos incentivar o público a enxergar esse efeito rarefeito”, elabora a galerista Zilda Fraletti.

A Galeria Zilda Fraletti fica no Design Center Curitiba (Avenida do Batel, 1.750) e a instalação “A Busca” pode ser conferida de 26 de agosto a 16 de setembro de 2023, de segunda a sábado.

Artestil apresenta a exposição de Kazuo Wakabayashi

São ao todo 19 obras que mostram as diversas fases do artista japonês que teve a infância marcada pela guerra

A Artestil Galeria de Arte terá traz a exposição de Kazuo Wakabayashi, renomado artista visual, até o dia 29 de julho de 2023, e apresenta uma coleção exclusiva de 19 obras, pertencentes ao acervo da família do artista, proporcionando aos visitantes uma oportunidade única de apreciar o talento e a visão criativa de Wakabayashi.

As obras selecionadas para a exposição abrangem diferentes períodos da carreira de Kazuo Wakabayashi, revelando a sua evolução artística ao longo do tempo. Os visitantes terão a oportunidade de explorar séries monocromáticas, criadas pelo artista no Brasil na década de 1960, que capturam formações geológicas brasileiras. Além disso, serão exibidas pinturas que apresentam referências da cultura japonesa tradicional da década de 1970, como os símbolos da bandeira do Japão, o teatro Kabuki e a arte do origami orizuru ou tsuru.

Infância marcada pela violência da guerra

Nascido em Kobe, no Japão, em 1931, Kazuo Wakabayashi viveu uma infância marcada pela turbulência da guerra. Aos 11 anos, após a morte de seu pai, assumiu a responsabilidade pela família. Foi durante esse período conturbado que ele encontrou refúgio na arte, acreditando que essa seria a sua resposta à barbárie e uma forma de promover a paz.

A exposição de Kazuo Wakabayashi é uma oportunidade única para os visitantes mergulharem na jornada artística e na narrativa emocional do artista. Suas primeiras pinturas refletem os sentimentos decorrentes da guerra, com tons mais sombrios, mas à medida que chegou ao Brasil, sua paleta de cores se expandiu, capturando a alegria de viver e a liberdade que encontrou no país.

Além disso, as obras de Wakabayashi demonstram sua habilidade em experimentar novas propostas e técnicas ao longo dos anos. Composições em texturas e relevos destacam a natureza e representações humanas, enquanto suas pinturas abstratas variam entre a informalidade plena e a participação mais evidente das formas. Nas últimas décadas, o artista explorou uma fusão da cultura oriental e ocidental, destacando formas geométricas e referências ao teatro Kabuki.

Comandada por Liliana Cabral, a Artestil Galeria de Arte tem mais de quatro décadas de atividade e representa grandes nomes da arte brasileira, como Juarez Machado, Fernando Velloso e, agora, Kazuo Wakabayashi. A galeria é aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30, e aos sábados, das 9h30 às 13h30.

Serviço:
Exposição Kazuo Wakabayashi
Artestil Galeria de Arte
Alameda Carlos de Carvalho, 1663
Horários: de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30 e aos sábados, das 9h30 às 13h30

CAIXA COMEMORA 162º ANIVERSÁRIO COM EXPOSIÇÃO “MULHERES QUE MUDARAM 200 ANOS”

Mostra destaca a participação de mulheres no processo de independência do Brasil e fica em cartaz nas unidades da CAIXA Cultural até 16 de abril

Imagem de divulgação. Da esquerda para a direita: Maria Leopoldina, Maria Felipa, Nísia Floresta e Maria Quitéria.

A CAIXA comemora 162 anos nesta quinta-feira (12) e, para celebrar a data, todas unidades da CAIXA Cultural - Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo - recebem a exposição “Mulheres que Mudaram 200 anos”. Com visitação gratuita, a exposição estará aberta ao público a partir de 12 de janeiro em todas as unidades, com exceção da CAIXA Cultural Brasília, que abrirá a exposição no dia 13.

“Mulheres que Mudaram 200 anos” é uma exposição histórico-biográfica sobre mulheres que tiveram participação relevante durante o processo de independência do Brasil e nos anos de sustentação do movimento.

Com pesquisa historiográfica de Mary del Priore e direção curatorial de Marina Bortoluzzi, a exposição apresenta obras de arte de artistas visuais mulheres. Toda a equipe de produção da exposição é integralmente formada por mulheres.

As experiências vividas por Maria Leopoldina, Maria Felipa, Maria Quitéria e Nísia Floresta demonstram a importância das mulheres para o desenvolvimento do Brasil como nação. Destacando o legado delas, a CAIXA Cultural propõe, por meio da exposição, a valorização e a divulgação da arte e da cultura brasileira, além de trazer diferentes olhares sobre ser mulher.

Em cada unidade da CAIXA Cultural serão apresentadas visões diferentes das personagens, ilustradas em pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, vídeos, instalações e bandeiras, através do olhar de artistas como Janaína Vieira, Dani Rampe, Aline Motta, Moara Tupinambá, Keila Sankofa, Salissa Rosa, Maré de Matos, Mônica Ventura, dentre outras.

Mulheres homenageadas:
Maria Felipa fez história por sua grande coragem. Mulher negra, pescadora, capoeirista, marisqueira, ficou conhecida pelo episódio em que liderou um grupo de 40 pessoas que incendiou navios portugueses na luta pela independência do Brasil e da Bahia.

Maria Leopoldina, arquiduquesa da Áustria, imperatriz consorte do Brasil e rainha consorte de Portugal e Algarves, foi a primeira mulher a estar no poder do Brasil e quem assinou o decreto de separação entre Brasil e Portugal.

Maria Quitéria foi uma heroína de guerra brasileira na luta contra as tropas portuguesas na Independência. Em 1822, Quitéria fugiu da casa de seu pai, escondeu sua identidade, travestiu-se de homem e se tornou Soldado Medeiros, sobrenome de seu cunhado, de quem também levou o uniforme ao se alistar. No exército, ascendeu em muitos cargos, foi homenageada, condecorada e abriu precedentes para a presença feminina nas forças armadas. Com a derrota das tropas portuguesas, foi promovida a Cadete do Exército Pacificador, e recebeu o título de “Cavalheiro da Ordem Imperial do Cruzeiro" do imperador D. Pedro I.

Nísia Floresta, considerada a precursora do feminismo no Brasil, foi uma escritora, intelectual e revolucionária que transcendeu os limites impostos da sua época e lutou, através da literatura e da educação, pela emancipação da independência das mulheres. Publicou o primeiro livro feminista do país, em 1832, aos 22 anos de idade, “Direitos das mulheres e injustiça dos homens”, que reivindicava igualdade de direitos e de educação para suas contemporâneas.

Além dessas mulheres, a exposição resgata a memória de Hipólita Jacinta de Teixeira de Melo, Bárbara Alencar, Urânia Vanério, Joana Angélica, Caretas do Mingau, Ana Lins, Mariana Crioula, Maria Joaquina de Almeida e Maria Josephine Matilde Duroche.

Mais informações podem ser consultadas no site da CAIXA Cultural.

SERVIÇO:
Exposição “Mulheres que Mudaram 200 anos”

Local: CAIXA Cultural Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo
Data: De 12 de janeiro a 16 de abril de 2023
Entrada franca
Classificação: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

Local: CAIXA Cultural Brasília (DF)
Data: De 13 de janeiro a 16 de abril de 2023
Entrada franca
Classificação: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

Obras de arte serão leiloadas para ajudar pessoas em tratamento contra o câncer

Os recursos serão destinados aos pacientes oncológicos em situação de vulnerabilidade social
No próximo dia 26 de outubro (terça-feira) ocorrerá um leilão beneficente de obras de arte para gerar recursos em prol de pacientes oncológicos em situação de vulnerabilidade social. Não há lance mínimo e todas as pessoas podem participar. Metade da renda obtida por meio da iniciativa será destinada à ONG Anjos Sem Asas, dedicada exclusivamente para a oncologia. No total serão oito pinturas que retratam o céu de Curitiba. As obras são inéditas de autoria da artista plástica Raquel de Andrade. O leilão começa às 18h e ocorrerá por meio da plataforma www.kronbergleiloes.com.br.

“Há muitas pessoas sem condições para arcar com despesas básicas e inerentes ao tratamento do câncer. Algumas delas vêm de cidades do interior, outras são estrangeiras, refugiadas, que já lidam com diversas dificuldades pregressas à própria doença”, revela Liz Tratz, fundadora da instituição Anjos Sem Asas, beneficiada pelo leilão.

Diante desta realidade, a jornalista e artista plástica Raquel de Andrade criou a exposição “Céus de Curitiba”, como um vislumbre de novos dias, horizontes e fé na cura, para passar adiante sua visão sobre Curitiba e uma mensagem de esperança para os que lidam com o desafio de superar o câncer. “Sou carioca, muito ligada à natureza, o que sempre me levou a contemplar o céu de Curitiba, elemento que considero um dos mais bonitos e fascinantes da capital paranaense. Suas cores, nuances, texturas e formas me inspiraram a criar oito obras, por meio das quais resumo a fé em dias melhores, enquanto também desejo contribuir com a causa oncológica”, comenta.

Andrade diz ainda que escolheu a instituição Anjos Sem Asas porque, além da causa ser séria, considera a aplicação de todos os recursos muito transparente. “Percebi que a instituição é extremamente idônea, o que se somou à sensibilidade quanto a esta causa humanitária, para que a Anjos sem Asas fosse contemplada”, explica.

“Céus de Curitiba” reúne acrílicas sobre tela, em diferentes formatos e dimensões e estará disponível no dia 26, às 18h, por meio da plataforma de leilões www.kronbergleiloes.com.br.

Serviço
Leilão beneficente em prol de pacientes com câncer
Data: 26/10, às 18h
Onde: Na plataforma de leilões www.kronbergleiloes.com.br

Ação coletiva com galerias de arte do grupo p.art.ilha chega aos últimos dias

Até o final de maio, cada aquisição feita nas galerias participantes vira crédito para obra de outro artista da mesma galeria, beneficiando toda a cadeia criativa do setor e 5 instituições comunitárias, que receberão doações com parte do valor arrecadado

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O grupo p.art.ilha se formou a partir da união de artistas, galerias e agentes culturais de várias cidades do país para criar novas estratégias de fortalecimento do mercado de arte como um todo, que foi bastante afetado pela crise do Covid-19, principalmente os programas mais inovadores, experimentais e fora da curva. A iniciativa cria também uma forma de rede de apoio a comunidades mais fragilizadas pela pandemia.

A ideia do grupo é buscar sinergia com colecionadores privados e institucionais, além de sensibilizar novos públicos para a arte, através de ações coordenadas, como a p.art.ilha: ação#1, realizada durante todo o mês de maio, e que está em seus últimos dias, indo até o final do mês.

p.art.ilha: ação#1 é um evento online realizada nas redes sociais e sites de todas as galerias participantes simultaneamente. Nesta ação, as galerias lançaram uma criteriosa seleção de obras à venda com condições muito especiais: a cada aquisição durante o mês, o colecionador ganhará um crédito de igual valor para novas aquisições de outros artistas da mesma galeria (a ser utilizado apenas em maio).

É uma oportunidade de partilhar o valor entre dois ou mais artistas e assim manter o bem-estar dos profissionais que atuam na cadeia criativa do setor artístico. O objetivo de curto prazo é manter ativos os artistas, galeristas, produtores, editores, curadores, pesquisadores, fotógrafos, montadores e técnicos. A rede de pequenas empresas que se uniram acredita que somente a união e a criatividade poderão minimizar as consequências desastrosas deste momento difícil.

No médio prazo, o grupo pretende explorar novos caminhos para a sustentabilidade dos negócios do setor, privilegiando processos colaborativos. Ao final do mês de maio, as galerias envolvidas doarão uma parte do valor arrecadado para 5 Instituições comunitárias geridas ou que privilegiam o atendimento de artistas e minorias em situação de vulnerabilidade: Casa Chama (SP), Lá da Favelinha (MG), Lanchonete (RJ), Por Nossa Conta (SP) e Salvando Vidas (SP).

“Somos um grupo aberto a todas as galerias que se identifiquem com o nosso objetivo. Queremos arejar o mercado e recepcionar negócios inovadores, startups e projetos artísticos que não tem vez no nosso mercado atual. Queremos também somar esforços para mitigar o impacto social da crise”.

Nos sites e nas redes sociais de cada galeria, podem ser vistas as obras e artistas que fazem parte dessa ação coletiva, como um convite para que apreciadores de artes reforcem ou comece suas coleções.

Instagram do grupo p.art.ilha:
@p.art.ilha

Galerias participantes:

aura (SP)
@galeria_aura
aura.art.br

b_arco (SP)
@galeriaSParco.art.br

c.galeria (RJ)
@c.galeria
www.cgaleria.com

carcara photo (SP)
@carcaraphotoart
carcaraphotoart.com

casanova (SP)
@casanovaartecultura
casanovaarte.com

desapê (SP)
@des_ape
desape.com

eduardo fernandes (SP)
@galeriaeduardofernandes_
galeriaeduardofernandes.com

janaina torres (SP)
@janainatorresgaleria
janainatorres.com.br

karla osorio (DF)
@galeriakarlaosorio
karlaosorio.com

mamute (RS)
@galeriamamute
galeriamamute.com.br

mapa (SP)
@galeriamapa
galeriamapa.art.br

lume (SP)
@galerialume
galerialume.com

oma (SP)
@omagaleria
omagaleria.com

periscópio (MG)
@periscopioarte
periscopio.art.br

sé (SP)
@segaleria
segaleria.com.br

soma (PR)
@somagaleria
somagaleria.com

ybakatu (PR)
@ybakatu
ybakatu.com