MON abre mostra Da Vinci Experience

Exposição interativa apresenta projeções em realidade virtual e maquetes de invenções

A exposição “Da Vinci Experience e suas invenções” celebra os 500 anos da morte do gênio Leonardo da Vinci (1452-1519) e chega a Curitiba para apresentar a trajetória de uma das mentes mais brilhantes da história, de forma interativa e inovadora.

A mostra é dividida em quatro núcleos que mostram as diversas abordagens do artista - engenharia, arquitetura, pintura e anatomia -, além de vídeos e uma sala de imersão que convidam o público a mergulhar no universo criativo de Da Vinci por meio de diferentes linguagens.

“Da Vinci Experience e suas invenções” poderá ser vista nas salas 3 e 6 do Museu Oscar Niemeyer no período de 17 de fevereiro a 8 de maio de 2022.

“Com o propósito de sensibilizar as pessoas para a arte e pela arte, a realização da mostra Da Vinci Experience vem ao encontro das premissas do MON”, afirma a diretora-presidente do Museu Oscar Niemeyer, Juliana Vosnika. Ela explica que além de colecionar e expor artes visuais, arquitetura e design, a instituição busca oferecer aprendizados transformadores e diálogos constantes entre público e arte. “O Museu Oscar Niemeyer é um espaço vivo que proporciona experiências únicas e inesquecíveis. A mostra imersiva sobre Da Vinci sem dúvida será mais uma delas”, comenta Juliana.

“A exposição destina-se a um público de todas as idades. O objetivo é compartilhar o universo particular das criações de Da Vinci e revelar alguns dos mistérios que habitavam a mente do gênio”, explica Ricardo Ribenboim, diretor da Base7 Projetos Culturais, responsável pela mostra.

Na Sala de Máquinas, o visitante encontra dez reproduções artesanais das famosas máquinas pensadas e desenvolvidas pelo artista, como o paraquedas, o volante e a asa-delta. Leonardo da Vinci, acima de tudo, foi um cientista brilhante e projetou dispositivos que, posteriormente, viriam à luz em sua forma definitiva.

Projeções gigantescas e uma trilha sonora Dolby Surround 360o coroam a narrativa, formando a Sala Imersiva. Nela, o público mergulha em centenas de imagens digitalizadas e vídeos em alta definição.

Concebida pela Crossmedia Group e consultoria de Roberta Barsanti, diretora do Museo Leonardiano, em Vinci, a exposição foi exibida na Itália, nas cidades de Milão, Florença e Treviso; no Peru, em Lima; no Chile, em Santiago; na Colômbia, em Bogotá; e no Brasil, em São Paulo.

Ministério do Turismo e Copel apresentam a exposição, que conta com patrocínio da Uninter, apoio do Park Shopping Barigüi, Peregrino Neto Advogados, Colégios Marista de Curitiba e apoio institucional do Consulado Geral da Itália em Curitiba. Uma realização do MON e da Secretaria da Comunicação Social e da Cultura do Estado do Paraná.

Educativo -
Ao longo do período expositivo, estão previstos atendimentos ao público espontâneo e grupos agendados, por meio de visitas guiadas e oficinas, além de palestras para o público geral.
Para mais informações e inscrições, basta entrar em contato pelo e-mail agendamentodavinci@gmail.com ou pelo telefone 41- 99920-0419 (atendimento de terça a sexta, das 14h às 17h).
Oficinas para o público espontâneo, aos domingos, das 14h às 17h (respeitando o limite de público da oficina do MON).
Todas as quartas feiras, haverá visita guiada com mediação de tradutores de libras, às 16h.
Mediações para o público espontâneo: de terça à domingo, das 10h às 18h; mediações ao público agendado: terças, quintas e sábados - das 10:30h às 12h; das 14:30h às 16h; e das 16h às 17:30h.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço
“Da Vinci Experience e suas invenções”
de 17 de fevereiro a 8 de maio de 2022
Salas 3 e 6
Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

MAE-UFPR lança exposição virtual “Cavalgada à Pedra do Reino”

Exposição é resultado de parceria do MAE-UFPR com estudante de graduação do curso História – Memória e Imagem – Foto: Guilherme Trancozo Aguilar/Divulgação
O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE-UFPR) lança nesta sexta-feira, 21 de janeiro de 2022 a exposição virtual “Cavalgada à Pedra do Reino”. A exposição pode ser visitada gratuitamente a partir do endereço http://www.mae.ufpr.br/cavalgadaapedradoreino/ .

A mostra virtual é resultado da monografia do aluno Guilherme Trancozo Aguilar, que defendeu seu trabalho no final de 2021 no curso de graduação História – Memória e Imagem da UFPR, orientado pelo professor Luiz Geraldo Silva, do Departamento de História e coorientado por Bruna Marina Portela, historiadora do MAE-UFPR.

Guilherme apresenta na exposição a festividade da “Cavalgada à Pedra do Reino”, que acontece todos os anos na cidade pernambucana de São José do Belmonte. Diferentes temporalidades são apresentadas, no intuito de trazer uma compreensão histórica do evento em sua totalidade. A exposição é dividida em quatro seções, marcadas temporalmente nos séculos XVI, XIX, XX e XXI, e traz para o visitante uma série de fontes manuscritas, jornais e fotografias.

A exposição virtual dialoga diretamente com o acervo de Cultura Popular do museu, formado por coleções que representam diferentes manifestações culturais brasileiras, incluindo as Cavalhadas de Palmas e Guarapuava, no Paraná, que se assemelham em alguns aspectos com a Cavalgada à Pedra do Reino de Pernambuco. Com a inauguração desta exposição virtual, o MAE-UFPR tem como objetivo ampliar a discussão sobre cultura popular e abrir espaço para novos debates e diálogos sobre seu acervo.

Confira esta e outras exposições do MAE-UFPR no site: www.mae.ufpr.br

Ecocão & Feira de adoção de filhotes

A Ecocão tem foco em um atendimento personalizado, o espaço oferece serviços de qualidade, tudo de melhor para o seu pet. Além disso, eles se preocupam com o meio ambiente, fazendo um serviço de coleta de água da chuva para reaproveitamento. Atitude que ganha ainda mais importância nesse período em que estamos vivendo. A Toda Comunicação confia de olhos fechados nos serviços da empresa e por isso, estamos oferecendo a você um serviço grátis: banho ou consulta na clínica, na Ecocão. O pet fica na Saldanha Marinho, 1930. Entre em contato com a assessoria pelo número (41) 98846-9535 para agendar a sua visita!

Além disso, neste sábado (29), A Ecocão estará promovendo uma feira de adoção de filhotes. Das 9h às 15h você poderá visitar o espaço pet e quem sabe, dar um lar para um cãozinho!

MORRE AOS 69 ANOS, ARTISTA PLÁSTICO CELSO IZIDORO

Morreu na noite desta quarta-feira (26), em Curitiba, o artista plástico Celso Izidoro. Ele tinha 69 anos e morreu em decorrência de falência múltiplas de órgãos.

Seu sepultamento será realizado na cidade de Guarapuava, onde viveu quando jovem e tem parte da sua família. Ele era natural de Itupuranga, Santa Catarina. O artista plástico, que também era poeta e escritor, teve o trabalho apresentado em diversas cidades do Brasil do exterior.

Em seu facebook, ficou a seguinte mensagem: “Hoje, eu, Celso Izidoro, me despeço de vocês. Estou indo para o paraíso que tentei criar aqui, mas não consegui. Com a minha arte, busquei a divindade, e tentei, através dela, encontrar Deus e levar Deus até vocês. Um abraço apertado para todos vocês. Que eu esteja sempre presente na arte que deixei – Celso Izidoro (21/07/51 – 26/01/2022).”

Celso Izidoro era autodidata, passou todo o início de sua fase criativa em Guarapuava, na virada da década de 1970 para 1980, quando um grupo de artistas de diferentes tendências se reunia para falar e promover a arte por livre iniciativa.

Ao lado dos jornalistas Paulo Esteche e Cristina Esteche, foi um dos precursores de salões de arte e de movimentos independentes, como o “Cheiro de Terra”, que contava com outros nomes da arte local de então

Na “residência dos Izidoro”, onde morava com sua numerosa família, Celso Izidoro reservou uma grande sala, que foi ele transformou em atelier. Ali, por horas tinha como única companhia os pincéis, tintas, telas e o seu processo criativo infindável.

Em Curitiba, Celso Izidoro passou a morar numa chácara, ampliando sua produção e participando de exposições no Brasil e no exterior. Ao longo dos últimos anos, antes e depois que recebeu o implante de um rim, ele enfrentou diversas crises de saúde, mas nunca parou de pintar.

Mesmo sendo um artista reconhecido em vários países, sua preferência era pela introspecção no seu mundo de criação, adepto do isolamento onde o verde das matas e o cantar dos pássaros lhe servissem de sinfonia para o seu desejo de desenhar um novo mundo.

Pestana Curitiba Convida ONG Anjos Sem Asas para receber exposição Outubre-se

A exposição retrata pessoas em tratamento contra o câncer

O Pestana Curitiba, dutante os meses de janeiro e fevereiro, realiza sua ação “Pestana Convida” com a ONG Anjos Sem Asas. Em parceria com a instituição, o hotel recebe a mostra “Outubre-se”, que conta com a produção de retratos de pessoas em tratamento contra o câncer. A exposição, que fica até o dia 24 de fevereiro no hotel, conta também com a arrecadação de doações que vão ocorrer até setembro deste ano.

“A campanha em geral é constituída por um conjunto de retratos de pessoas em tratamento contra o câncer, os quais representam a visão dos autores sobre a prevenção como uma atitude de valorização da vida”, conta Mariana Menezes, gerente geral Pestana Curitiba.

Como cada pessoa fotografada representa elementos essenciais para a prevenção da doença, os retratos receberam nomes como “a luz do Sol”, “o exercício”, “a dieta”, “a autoestima”, “o descanso”, “amigos”, “autocuidado”, “a fé” e “a solidariedade”.

As protagonistas dos retratos são Sonia (“A Luz do Sol”), Liz Tratz (“O Exercício”), Juliana e sua família (“A Dieta”), Eliane (“Autoestima”), Adriane (“O Descanso”), Adri e Liz (“Amigos”), Liz (“Autocuidado”), Cleria (“A Fé”), e Liz e Cleria (“A Solidariedade”).

O projeto fotográfico da campanha foi realizado pela Roman Fotografias comandada pelo casal Cesar e Silvia Roman, que fotografam pessoas há mais de 30 anos. Segundo os profissionais, “as pessoas são protagonistas de suas fotos e não meros objetos a serem retratados. É isso que nos motiva, a cada dia, continuar fotografando, praticando nosso ofício e apoiando projetos sociais”.

Sobre o Pestana Hotel Group:

Com um percurso de mais de quatro décadas de sucesso, o Grupo tem e gere 100 hotéis em Portugal e no estrangeiro, onde se dedica a proporcionar a 3,5 milhões de hóspedes por ano ‘The Time of Your Life’.

Na hotelaria, o seu principal negócio, opera com quatro marcas: Pestana Hotels & Resorts, Pestana Collection Hotels, Pestana Pousadas de Portugal e Pestana CR7 Lifestyle Hotels. Presente em 15 países, tem mais de 12.000 quartos disponíveis na Europa, África e América e uma equipa global de sete mil colaboradores, sendo o maior grupo hoteleiro multinacional de origem portuguesa. Com o objetivo de oferecer produtos completos e mais atrativos, o grupo opera ainda em outras áreas de negócio: hotelaria, imobiliário turístico, turismo vacacional, golfe, casinos, indústria e serviços.

Entre no universo Pestana e saiba mais em www.pestana.com

SERVIÇO:

Endereço: Pestana Curitiba - Rua Comendador Araújo, 499 - Batel, Curitiba - PR

Data: até 24 de fevereiro

Site: https://www.pestana.com/br

E-mail: reservas.br@pestana.com

Telefone: +55 (11) 2109-5559

WhatsApp: +55 (11) 99485-3740

Redes Sociais: @pestanacuritiba, @anjossemasasorg e @romanfotografias

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA “ENGENHARIA E ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA ESPANHOLA” NA CAIXA CULTURAL DE CURITIBA

A CAIXA Cultural Curitiba recebe a exposição “Engenharia e Arquitetura Espanhola no Século XXI”, idealizada pela Embaixada da Espanha no Brasil. A mostra traz fotografias do espanhol Ricardo Santonja e a amplitude da sua pesquisa sobre os traços arquitetônicos e de engenharia na Espanha moderna.

Pelo olhar do fotógrafo, arquiteto e professor Ricardo Santonja, a mostra marca os passos que a sociedade espanhola deu no século XXI rumo à modernidade de sua arquitetura e engenharia, não deixando de dialogar com o tradicional e criando um cenário de grande qualidade estética e funcional para os cidadãos.

A inauguração acontece no dia 12 de janeiro às 19h na CAIXA Cultural de Curitiba e a visitação estará aberta ao público do dia 13 de janeiro até 10 de abril.

A entrada é franca e livre para todos os públicos, de terça a sábado, das 10h às 20h e domingos e feriados, das 10h às 18h.

Serviço:
Exposição Engenharia e Arquitetura Espanhola no Século XXI — Obra em expansão pelo olhar de Ricardo Santonja
Local: CAIXA Cultural Curitiba -- R. Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro
Abertura: 12 de janeiro às 19h30
Visitação: de 13 de janeiro até 10 de abril de 2022
Horário de visitação: de terça-feira a sábado, das 10s às 20h e domingos e feriados, das 10h às 19h
Informações: caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br
Contato: (41) 4501-8309 / 4501-8502

Acesso para pessoas com deficiência
Entrada franca

A escultura Pietá, de João Turin, resistiu aos bombardeios de uma guerra e foi encontrada em 2013; um exemplar está exposto no Memorial Paranista

Obra feita na França resistiu a uma série de bombardeios da Segunda Guerra Mundial e foi dada como perdida por quase 70 anos, até ser encontrada e ganhar uma reprodução em bronze no Brasil, em um intenso trabalho de resgate artístico

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Entre as muitas obras de João Turin (1878-1949) no Memorial Paranista, uma delas chama a atenção não só pela expressividade, pelos motivos religiosos, mas também por ter sido realizada na França. Trata-se de uma Pietá, que até alguns anos atrás era dada como perdida, pois se imaginava que havia sido destruída por um bombardeio durante a Segunda Guerra Mundial.

A obra primígena é uma escultura em baixo relevo em pedra, feita em 1917 quando o artista morava na França. Foi concebida para homenagear os combatentes mortos na Primeira Guerra Mundial da cidade de Condé-sur-Noireau, na região da Baixa Normandia. Instalada na Igreja de Saint Martin, a Pietá de João Turin tem uma representação de Jesus Cristo e da Virgem Maria, rodeados por nomes dos soldados falecidos em combate.

Um fato curioso é que por quase 70 anos, a escultura foi dada como destruída por outro conflito, a Segunda Guerra Mundial, que devastou a cidade de Condé-sur-Noireau com uma série de bombardeios em 1944. A Igreja de Saint Martin foi parcialmente destruída, mas a Pietá conseguiu se manter intacta. No entanto, boa parte dos arquivos da cidade foram destruídos, apagando vestígios da existência da obra e sobre seu autor. A Pietá caiu no esquecimento.

O resgate de uma obra dada como perdida
Somente em 2013 confirmou-se que aquela era uma obra de João Turin. Samuel Lago, um dos detentores dos direitos autorais do artista, comenta que até aquele ano, a única referência sobre a Pietá era uma foto do acervo do pesquisador Saul Lupion de Quadros adquirido pela família Lago, que realizou um resgate da vida e obra de João Turin.

“Encontramos nos escritos deixados por Turin uma referência dele a uma obra que foi feita quando ele andava pela Normandia. Mas quando ele relatou isso cometeu um erro de grafia no nome da cidade. Então não se conseguia encontrá-la. O professor José Roberto Teixeira Leite, autor do livro ‘João Turin – Vida, Obra e Arte’, escreveu uma carta para algumas prefeituras da Normandia. Felizmente ele recebeu resposta da cidade de Condé-sur-Noireau que confirmou que estava lá uma obra assinada por Z.Turin, em vez de J.Turin, como ele costumava assinar. O ‘Z’ é a inicial de seu nome do meio, Zanin, o que dificultou um pouco mais a busca. Mas eles acharam que poderiam ser, mandaram resposta e de fato foi encontrada a Pietá”, relata Samuel Lago.

Com a identificação, foi iniciada uma ação para integrar a obra ao acervo do artista, com o trabalho de produção de um molde a partir da obra primígena, para que a Pietá pudesse ser reproduzida no Brasil. “Foi montada uma equipe multidisciplinar com um produtor brasileiro que morava na França na época, Odilon Merlin. Mandamos para lá o escultor Elvo Betino Damo, de Curitiba, que coordenou a moldagem no local. Depois disso, o molde foi transportado de navio para o Brasil, onde fizemos a primeira fundição inédita em bronze da Pietá”, relata. Todo esse processo foi registrado no documentário “A Pietá de João Turin”, dirigido por Fabrizio Rosa e produzido por Samuel Lago (disponível em https://www.youtube.com/watch?v=P7Xlh92EzSo).

Obra em exposição permanente
A Pietá está hoje entre as quase 100 obras de João Turin que podem ser apreciadas no Memorial Paranista, construído em homenagem ao artista pela Prefeitura de Curitiba como um espaço para preservação e difusão de obras de arte. Possui uma área interna de exposição permanente com 78 esculturas de Turin em tamanho original que foram doadas pela Família Lago (detentora dos direitos autorais do artista) e pela SSTP Investimentos, para o Governo do Estado do Paraná, que emprestou as obras à Prefeitura em regime de comodato.

Na área externa há um Jardim de Esculturas com mais 13 obras em bronze, que podem ser apreciadas pelo público que visitar o parque. Todas essas esculturas são ampliadas e algumas ganharam proporções heróicas. A maior de todas é Marumbi, com 3 metros de altura e aproximadamente 700 quilos. Outro espaço importante é uma fundição elétrica e moderna, que também foi doada pela Família Lago e SSTP Investimentos, substituindo uma antiga fundição que estava obsoleta.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Há esculturas em locais públicos de municípios do Paraná, Rio de Janeiro e na França. Turin também está no acervo de arte do Vaticano. A escultura “Frade Lendo” foi entregue como presente do povo brasileiro para o Papa Francisco, em 2013, na primeira visita do pontífice ao Brasil.

Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do estado do Paraná, João Turin veio ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura na Bélgica. Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa. Foi premiado no salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses. Esta exposição também teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e na Pinacoteca de São Paulo.

Serviço:
Memorial Paranista João Turin: Rua Mateus Leme, 4700 (Curitiba, Paraná).
Agendamento de visitas no site www.curitiba.pr.gov.br/memorialparanista
Site sobre João Turin: joaoturin.com.br
Redes sociais: @escultorjoaoturin e facebook.com/escultorjoaoturin
Documentário “A Pietá de João Turin”: https://www.youtube.com/watch?v=P7Xlh92EzSo
Vídeo com detalhes da moldagem: https://www.youtube.com/watch?v=LK5CVSCPo7U

*Vídeo sobre o Memorial Paranista João Turin (legenda em inglês):*
https://youtu.be/wxxtuNEcOEM

A arte de João Turin é tema de cursos no Memorial Paranista

Artista que foi um dos fundadores do movimento conhecido como Paranismo tem sua obra preservada por meio de exposição permanente e também por uma série de atividades artísticas para pessoas de todas as idades no Memorial Paranista

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Foto: Cido Marques/FCC

O legado artístico do escultor João Turin (1878-1949) está perpetuado no Memorial Paranista não apenas pela exposição permanente de cerca de 100 obras do artista no local, mas também através de cursos e oficinas que fazem referência a este importante nome da arte do Paraná. Turin, que foi um dos fundadores do movimento artístico conhecido como Paranismo (que buscava construir a identidade do estado do Paraná por meio da arte e de símbolos locais), se destacou criando esculturas e baixos relevos sobre animais selvagens, povos indígenas e reproduções de momentos históricos.

Construído no Parque São Lourenço pela Prefeitura de Curitiba, o Memorial Paranista conta com diversos espaços culturais e educativos. Os cursos e oficinas são realizados em um Liceu de Artes. A área interna de exposição tem 78 esculturas de João Turin em tamanho original que foram doadas pela Família Lago (detentora dos direitos autorais do artista) e pela SSTP Investimentos, para o Governo do Estado do Paraná, que emprestou as obras à Prefeitura em regime de comodato. Outro espaço importante é uma fundição elétrica e moderna, que também foi doada pela Família Lago e SSTP Investimentos, substituindo uma antiga fundição que estava obsoleta.

Desde o mês de outubro, o Liceu de Artes realiza diversas atividades artísticas gratuitas para pessoas de todas as idades. Entre elas está a oficina de escultura, direcionada para crianças, que se relacionam com técnicas básicas de modelagem feita com argila, um dos materiais mais utilizados por João Turin. Esta oficina tem sido oferecida ao público mensalmente, com algumas variações. No mês de dezembro, ela é realizada não só com crianças, mas também com seus pais, avós, ou outros parentes, com a proposta de estimular habilidades artísticas e a criatividade em grupos familiares de até 4 pessoas.

Em outra oficina, chamada “Imagens afetivas”, pessoas com mais de 60 anos entram em contato com suas memórias e experiências com o objetivo de se aproximarem das narrativas próprias de João Turin para desenvolver inspiração para produções artísticas com diversos materiais como fotografias, pinturas, gravuras e colagens.

A programação também contempla palestras relacionadas à obra do artista, como ocorreu em “Diálogos entre a escultura de João Turin e a fotografia na Illustração Paranaense”. De caráter acadêmico, essa palestra trouxe reflexões sobre as imagens no Paraná dos anos 1920, especialmente as esculturas de Turin e as fotos publicadas em uma revista daquela época.

“O trabalho desenvolvido no Liceu de Artes do Memorial Paranista João Turin é de imensa importância, pois permite que crianças, famílias, jovens, adultos e estudantes universitários tenham oficinas, palestras, atividades formativas e informativas acerca dos temas ligados às artes e à cultura. O próprio João Turin, como um dos professores fundadores da escola de Belas artes do Paraná certamente ficaria feliz em ver toda esta movimentação”, comenta Samuel Lago, um dos detentores dos direitos autorais de João Turin.

As inscrições para os cursos ocorrem no início de cada mês no site www.sympla.com.br/memorialparanista. As vagas são limitadas e as oficinas respeitam as regras sanitárias e os decretos municipais de combate à Covid 19. O uso de máscaras e o distanciamento entre pessoas é obrigatório. O limite de capacidade respeita o decreto municipal vigente no momento da oficina.

"As atividades no setor educativo do Memorial Paranista têm tido grande procura, especialmente as oficinas infantis. Notamos nas crianças uma curiosidade muito grande em relação às obras de João Turin, elas têm questionamentos muito contundentes sobre os processos de criação e de execução das peças. Aproveitamos essa curiosidade para trabalhar experiências que vinculem o acervo do Memorial ao imaginário infantil", destaca Desire Fabri, coordenadora do Memorial Paranista.

Exposição permanente
Inaugurado em maio de 2021 no Parque São Lourenço, o Memorial Paranista é um espaço de preservação e difusão de obras de arte em Curitiba. Possui um Jardim de Esculturas com 13 obras de João Turin em bronze, que podem ser apreciadas pelo público que visitar o parque. Todas essas obras são ampliadas e algumas ganharam proporções heróicas. A maior de todas é “Marumbi”, com 3 metros de altura e aproximadamente 700 quilos. O Memorial também conta com três edificações interligadas por uma galeria com cobertura de vidro. Para visitar a exposição de João Turin na parte interna é necessário fazer um agendamento através do site www.curitiba.pr.gov.br/memorialparanista.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Há esculturas em locais públicos de municípios paranaenses, no Rio de Janeiro e até na França, onde o artista tem exposta uma Pietá, feita em 1917. Turin também está no acervo de arte do Vaticano. A escultura “Frade Lendo” foi entregue como presente do povo brasileiro para o Papa Francisco, em 2013, na primeira visita do pontífice ao Brasil.

Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do Paraná, João Turin veio ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura na Bélgica. Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa. Foi premiado no salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses. Esta exposição também teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e na Pinacoteca de São Paulo.

Vídeo sobre o Memorial Paranista João Turin:
https://youtu.be/0ZevRuwdti8

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Foto: Daniel Catellano/SMCS

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Foto: Maringas Maciel

MON realiza exposição inédita da designer Cláudia Moreira Salles

O Museu Oscar Niemeyer (MON) abre ao público no dia 19/11, na Sala 2, a exposição “Forma e Matéria”, da designer brasileira Claudia Moreira Salles. Com 44 peças, sendo três inéditas, ficará em cartaz até o dia 13 de março de 2022. A mostra, idealizada por Katia D'Avilezz, tem curadoria de Waldick Jatobá.

A realização é um passeio pelo processo criativo e artesanal de peças de mobiliário, objetos e luminárias que flertam entre o design autoral e o minimalismo construtivo. A estética contemporânea e artesanal, desenvolvida durante a trajetória da designer, é apresentada na exibição por meio de peças criadas dos anos de 1990 até os dias de hoje, que mesclam materiais como madeira – tão fundamental na carreira de Claudia –, pedra bruta, mármore, metal e fibra.

“Estudiosa de materiais variados, Cláudia entrega peças com equilíbrio perfeito entre peso e leveza, entre contemporaneidade e técnicas tradicionais, sempre com delicada brasilidade. Seu design refinado muito se aproxima da arte”, afirma a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

Ela comenta que, ao realizar essa mostra, o MON cumpre seu propósito de sensibilizar as pessoas para a arte e pela arte. “Faz parte da missão do museu, além de colecionar e expor, proporcionar experiências transformadoras e diálogos entre público e arte, o que também é alcançado com esta exposição”, diz a diretora-presidente.

Para a superintendente-geral da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, a exposição vai instigar e provocar um impacto positivo no público. “Essa ponte que o MON promove com design, arquitetura e outras formas de expressão faz parte da gênese do museu e também da receita do seu imenso sucesso. Esse interessante diálogo que Cláudia Moreira Salles estabelece entre forma e função, arte e design, nos coloca constantemente na posição de espectadores surpreendidos e maravilhados”, afirma.

Com criações que são um exercício da capacidade de adaptação de um móvel ou objeto, Claudia Moreira Salles subverte o conceito que a forma segue a função e lança, assim, um novo olhar para o design. Móveis que podem ser esculturas e objetos que ocupam o lugar de obras de arte. Fazem parte desse universo mesas de centro, mancebos, poltronas, mesas, bancos, carrinho de chá (que não tem pregos nem parafusos), luminárias e objetos como fruteiras, castanheiras, entre outros, cada um com sua especificidade que transita entre a elegância e a originalidade.

Processo criativo
Mesmo que a exposição seja uma viagem nas produções de Claudia Moreira Salles ao longo do tempo, a expografia não segue uma ordem cronológica – pelo contrário, ela é organizada pela afinidade do processo criativo de cada peça. As compilações vão se revelando aos poucos na exposição, que é dividida por telas, que instigam o visitante a conhecer as criações que estão atrás delas.

As paredes da sala de exposição também se tornaram uma obra de arte. Nelas estão expostos os processos de concepção das peças, com ilustrações, croquis e fotos de maquetes. “Ao observar essas informações, o visitante pode compreender o caminho percorrido até que a peça se materialize e entender que as ideias nem sempre começam e terminam iguais”, explica Claudia Moreira Salles.

Sintonia Fina
Também faz parte da exposição a “Coleção Sintonia Fina”, uma linha de luminárias de mesas, pé e teto que são produzidas com madeira de demolição, cobre e nióbio (metal raro encontrado no Brasil). Os objetos apresentam um contraste entre linhas retas e arredondadas, entre o quente e o frio dos materiais usados e o equilíbrio entre as cumbucas e discos de nióbio e as hastes finas de cobre. Inclusive, uma curiosidade: a variedade de cores das luminárias é obtida por um processo de anodização e da voltagem utilizada em cada uma delas. Estes também são objetos que harmonizam tranquilamente entre a arte e o design, muito característicos de Claudia.

“Foi uma surpresa e uma alegria receber o convite do Museu Oscar Niemeyer para expor ‘Forma e Matéria’. É tão significativo por ser justamente um museu que valoriza e organiza exposições de design. Além disso, Curitiba é uma cidade que tem tradição com a arte e realizar algo aqui, neste momento, é uma espécie de ressureição, e a arte tem esse poder”, diz a designer.

Claudia Moreira Salles
Claudia Moreira Salles é designer formada, em 1978, pela Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro. Trabalhou no Instituto de Desenho Industrial do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e atuou na equipe de designer da Escriba (indústria de móveis). Aos poucos começou a se dedicar a projetos mais artesanais e autorais, especialmente com a madeira. Primeiramente, criou peças para a Nanni Movelaria e, mais tarde, passou a desenhar móveis para Etel Carmona. Com o tempo, estendeu a colaboração com outras marcas, como Casa 21, Firma Casa, Dpot, Riva, Bertolucci e Lumini. Fora do Brasil, a designer é representada pela Espasso, com sede em Nova York (EUA).

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço:
Exposição “Forma e Matéria”, de Claudia Moreira Salles
De 19 de novembro a 13 de março
Sala 2
Museu Oscar Niemeyer (MON)
www.museuoscarniemeyer.org.br

No mês das crianças, exposição propõe uma reflexão sobre 

Reúne fotos de pacientes do HC para esclarecer mitos sobre doenças que se iniciam na infância e são acompanhadas por estigma social
Kauan Faria tem 22 anos e nasceu com a Síndrome de Stiff Skin, conhecida também com a síndrome da pele dura, uma doença congênita responsável por uma alteração da membrana que cobre os músculos, causando o endurecimento progressivo da pele, levando à restrição dos movimentos. Além de sofrer com a síndrome, Kauan enfrentou muito preconceito desde pequeno. “Superei o bullying, os olhares, os comentários e os apelidos, mas cheguei à conclusão de que aquilo que não acrescenta nada em nossas vidas, devemos ignorar. Hoje faço um curso de design de interiores, sou designer gráfico e gosto de fotografias”, ressalta.

Histórias como a de Kauan fazem parte do dia a dia dos profissionais de saúde que atuam no Serviço de Dermatologia Pediátrica do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (CHC-UFPR). Desde 1978, o serviço atende crianças e adolescentes com problemas de pele pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “A pele é a nossa interface com o meio externo e quando ela tem algum problema, as pessoas logo percebem e, muitas vezes, se afastam. Existe um estigma social enfrentado por esses pacientes que angustia toda a família”, ressalta a médica Kerstin Taniguchi Abagge, presidente da Sociedade Paranaense de Pediatria.

Diante de tanto preconceito e desinformação, nasceu a ideia de retratar esses pacientes e contar suas histórias por meio de uma exposição com imagens alegres e coloridas impressas em painéis de 1,8m de altura. “Criança à flor da pele” mostra nove crianças atendidas no HC e o jovem Kauan, que agora é ex-paciente. As fotos foram feitas voluntariamente por Nuno Papp e ficam expostas no Shopping Mueller, na Praça de Eventos, no piso L4 (próximo ao cinema), de 12 a 31 de outubro. No dia 14, às 19h, a exposição recebe o jornalista Reinaldo Bessa para um bate-papo sobre doenças de pele com as pediatras Kerstin Taniguchi Abagge e Renata Robl Imoto, e com mães de crianças que foram fotografadas.

“O objetivo dessa ação é propor uma reflexão à sociedade sobre as doenças de pele e seu impacto no convívio social e nas relações familiares. Na exposição haverá um QR Code que dá acesso a informações sobre os principais problemas de pele e esclarece que essas doenças são congênitas ou adquiridas, mas não contagiosas”, completa Renata Robl Imoto, presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade Paranaense de Pediatria e também médica do HC.

Para a gerente de marketing do Shopping Mueller, Cynthia Maia Batista, abrir espaço para uma iniciativa como essa é gratificante. “Milhares de pessoas passam pelo shopping todos os dias e elas terão a oportunidade de ver uma exposição que conta a história de crianças espetaculares, capazes de ensinar muito sobre perseverança, otimismo e superação.”

A exposição “Criança à flor da pele” é uma iniciativa da Sociedade Paranaense de Pediatria e do Serviço de Dermatologia Pediátrica do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR e conta com os parceiros: Shopping Mueller, Associação dos Amigos do HC, fotógrafo Nuno Papp, jornalista Reinaldo Bessa, Talk Assessoria de Comunicação, Bibi, Club Mug, Funfit, Milon, Mais corporativo, Puket, StyLebyGapp, Revelex e A Identidade Visual.

Para saber mais sobre o Serviço de Dermatologia Pediátrica do HC e conhecer as principais doenças de pele, acesse http://www.spp.org.br/3957/?_thumbnail_id=3959.

Amigos do HC no M.Social
Como as crianças realizam tratamento de pele no Hospital de Clínicas da UFPR, a Associação dos Amigos do HC também abraçou o projeto. O Shopping Mueller disponibilizou o espaço M.Social, também no piso L4, para que a associação receba doações de cremes hidratantes, que são utilizados nos tratamentos das crianças atendidas no Serviço de Dermatologia Pediátrica. A instituição também irá comercializar sua linha de produtos sociais. Dentre os itens estão camisetas, canecas, cadernos e garrafas personalizados dos Amigos do HC. A renda obtida com essas vendas será revertida para a compra de insumos que auxiliem no tratamento das doenças de pele de crianças e jovens.

SERVIÇO:
Exposição À flor da pele
Local: Shopping Mueller (Piso L4). Avenida Cândido de Abreu, 127 – Centro Cívico, Curitiba (PR)
Data: de 12 a 31 de outubro
Aberta ao público.
Telefone: 41 3074-1000
Site: www.shoppingmueller.com.br
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Instagram: @muellercwb @spp_pediatria @amigosdohc

“Criança à flor da pele” fica aberta ao público, de 12 a 31 de outubro, no Shopping Mueller (piso L4). Foto: Divulgação
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Shopping Mueller

SAMI AKL & O Piloto. & Ayrton Sena

SAMI AKL O Piloto. Peter Green .#TheGroupatFIR.com #parcerias internationais Grupo FIR Miami TheGroupatFIR.com The Group @ FIR 🇧🇷 Certificado de Autenticidade
001 - 2021
Título - Pole no GP San Marino 1987
Técnica - Mixed Media (Colagem, tinta e emulsão acrílica) Dimensões - 100 x 155 cm
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EDIÇÃO LIMITADA DA COLEÇÃO “O PILOTO” por Sami Akl em parceria com o IAS - Instituto Ayrton Senna.
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EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REVELA O TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE CONTRA A COVID-19 EM UTI`S DE CURITIBA

O primeiro hospital de Curitiba, a Santa Casa de Misericórdia, comemora 141 anos com uma exposição mostrando a rotina dos profissionais na linha de frente

Em homenagem ao aniversário de 141 anos, o hospital Santa Casa de Misericórdia de Curitiba lançou, no último sábado (22), a exposição física e virtual “Vivendo a pandemia no ambiente hospitalar”. A exposição fotográfica é uma iniciativa do Museu da História da Medicina do Paraná. As fotos estão instaladas nas áreas comuns do prédio histórico da Santa Casa, como corredores e nos jardins. De forma virtual, elas poderão ser acessadas pelo site www.exposicaovivendoapandemia.com.br
Devido a pandemia mundial de Covid-19, desde março de 2020 o museu realiza apenas atividades internas. O local faz parte do Espaço Cultural da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. Segundo o curador do Museu da História da Medicina do Paraná, Fábio André Chedid, a exposição virtual é uma forma de aproximar os visitantes e o museu. “Estes registros também eternizam, do ponto de vista histórico, a perpetuação da função misericordiosa e protetora do Hospital Santa Casa de Curitiba”, disse Fábio.
A proposta é que, no futuro, o museu possa receber os visitantes externos. Por questões de segurança, em razão do último Decreto n.º 890/2021 da Prefeitura de Curitiba, apenas os pacientes e visitantes de pessoas internadas poderão ter acesso ao museu e à exposição, instalada nas alas comuns do prédio histórico. Vale destacar que o hospital foi completamente adaptado ao período de quarentena. A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba se tornou a maior instituição filantrópica do Paraná em atendimento a pacientes com COVID-19.
Em 2020, a Santa Casa reabriu o Instituto de Medicina do Paraná e o transformou em hospital de campanha, com 110 leitos dedicados ao atendimento de pacientes com COVID-19 do SUS. Ao todo, foram disponibilizados 70 leitos exclusivos de UTI’s. Mais de 1.500 vidas já foram salvas pela Santa Casa de vítimas de COVID-19. O trabalho destes profissionais na linha de frente foi registrado pelos fotógrafos Eduardo Kimmel e Guilherme Bressan.
A exposição revela dois ambientes distintos do hospital: as zonas quentes (como são chamadas as UTI’s) e as zonas frias (fora das UTI’s, com menor circulação do vírus). Segundo Guilherme, um dos fotógrafos da exposição, foram feitos registros fotográficos e também audiovisuais. A dupla conheceu o trabalho intenso da equipe médica. “A Santa Casa foi pioneira no registro histórico deste momento”, afirma Guilherme.
Cerca de 40 fotos e material audiovisual estão disponíveis no site. O lançamento da exposição também faz parte da 19° Semana de Museus, evento nacional promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus. A exposição é a 1ª fase de um projeto viabilizado por doações de imposto de renda, por meio da Lei de Incentivo a Cultura. As doações são fundamentais para a criação de novas exposições com alta tecnologia como realidade virtual, projeções mapeadas e interações com equipamentos hospitalares pelos visitantes.

Sobre o Hospital Santa Casa de Curitiba
O Hospital de Caridade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia foi o primeiro hospital de Curitiba e o segundo do Paraná. Com 141 anos, o hospital é voltado para o tratamento humanizado a pacientes e familiares. É considerado uma referência em especialidades médicas de média e alta complexidade. A Santa Casa é uma instituição filantrópica que conta com importantes apoiadores para manter os atendimentos médicos na Capital.
Exposição ‘Vivendo a Pandemia no Ambiente Hospitalar’
Data: 22 de maio até 31 de dezembro de 2021.
Local: www.exposicaovivendoapandemia.com.br. A exposição segue apenas assistida pelos públicos internos, respeitando o atual decreto da SMS (n.º 890/2021). Caso ocorra uma mudança de bandeira, que permita maior circulação de pessoas, será possível abrir a exposição para a entrada do grande público, que precisará agendar a visita pelo número (41) 3320-3502 e e-mail museu@santacasadecuritiba.com.br
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credito das imagens: Eduardo Kimmel e Guilherme Bressan.

Escarpa Devoniana é tema de exposição

A artista visual Maria Baptista apresenta nesta terça-feira (18/5), no Museu da Fotografia do Solar do Barão, a exposição “Cartografia Mítica da Escarpa Devoniana”, com mapas, objetos, fotografias e vídeos que compõem uma proposta “work in progress”, iniciada em 2020.

Os trabalhos foram produzidos durante a passagem da artista por cidades como Balsa Nova, Palmeira, Ponta Grossa e Tibagi, que integram a Área de Proteção Ambiental da Escarpa Devoniana, região de rica biodiversidade marcada pelo encontro dos biomas da Mata Atlântica com o Cerrado. Também fazem parte da exposição trabalhos anteriores, de 2018 e 2019, produzidos durante imersões nesse mesmo contexto geográfico.

Outro jeito de conhecer os resultados desta jornada é visitar o site www.cartografiamitica.wordpress.com, que reúne fragmentos da pesquisa, referências utilizadas para criação dos trabalhos e outras citações.

“O projeto surgiu da vontade de juntar questões da cartografia, como a feitura de mapas, a identificação de elementos no espaço, com uma investigação a respeito das histórias e mitos que permeiam esse território”, explica a artista que registrou cada passo da pesquisa também em seu instagram.

O Solar do Barão está aberto, mas por conta das restrições provocadas pela pandemia, é bom estar atento aos dias de funcionamento e aos protocolos de segurança. Também é possível agendar visita guiada diretamente com a artista, pelo instagram (@gutabap).

O Projeto é realizado com apoio do Fundo Municipal de Cultura – Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba

Serviço:
Local: Museu da Fotografia Cidade de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 - Solar do Barão).
Horário de visitação das 12h às 18h. Respeitando o protocolo de saúde com uso obrigatório de máscara, álcool gel e distanciamento. Com no máximo 4 pessoas em sala.
Informações: 3321-3240
Agendamento de visitas guiadas pelo instagram: @gutabap

Ventura Shopping traz nova exposição sobre a capital paranaense

Mostra do designer e ilustrador paranaense Maycon Prasniewski acontece até março

Curitiba se destaca pela qualidade e quantidade de pontos turísticos e culturais. Ao todo, são pelo menos 40 espalhados pela cidade. O designer e ilustrador paranaense Maycon Prasniewski reuniu alguns desses locais em uma série de ilustrações em homenagem à capital. A exposição “Nossa Curitiba”, que conta com 12 obras, fica no Ventura Shopping, no bairro Portão, até o dia 31 de março.

Diante da diversidade cultural, Prasniewski apresenta em suas obras uma peculiaridade de cada ponto turístico. “Meu objetivo foi, de certo modo, fazer a minha pequena contribuição para valorizar o patrimônio local. Sobre a estética, busquei reforçar as características únicas que cada um desses lugares proporciona”, acrescenta o artista.

Todas as peças são representadas com muita delicadeza, com tons pastéis e traços modernos. “Realizei algumas obras com freehand para dar um aspecto mais humanista ao trabalho e a paleta de cores usada nos dá esta atmosfera mais lúdica e encantadora dos cenários”, comenta o artista.

Serviço

Exposição “Nossa Curitiba”, de Maycon Prasniewski

Data: até 31 de março

Local: Ventura Shopping, setor verde do shopping, em frente as Lojas Americanas

Endereço: R. Itacolomi, 292 - Portão - Curitiba - PR

Entrada gratuita

Sobre o Ventura Shopping

Considerado o maior shopping de descontos de Curitiba, o Ventura Shopping possui mais de 200 lojas, incluindo as âncoras Lojas Americanas, Havan, Casa China, Studio Z, Sorama Móveis, Fatec e Ímpar Odonto - primeira clínica odontológica em um shopping center de Curitiba. Localizado no bairro Portão, o Ventura é administrado pelo Grupo Tacla Shopping - que possui outros sete empreendimentos no sul e sudeste - e JCR Empreendimentos. Mais informações: www.venturashopping.com.br

Sobre o Grupo Tacla Shopping

Conglomerado com mais de 80 anos de tradição, experiência no varejo e referência no setor em todo país, o Grupo Tacla possui oito empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, sendo eles: Catuaí Palladium Foz do Iguaçu (PR), Jockey Plaza Curitiba (PR), Palladium Curitiba (PR), Palladium Ponta Grossa (PR), Ventura Shopping Curitiba (PR), Itajaí Shopping (SC), Porto Belo Outlet Premium (SC) e Shopping Cidade Sorocaba (SP). Outras duas operações estão em fase de construção no Paraná: Citycenter Outlet, em Campo Largo, e Palladium Umuarama. Mais informações: www.taclashopping.com.br

Receita de família: chefs vão elaborar pratos com produto paranaenses em lives abertas ao público

Projeto Nossa Casa Viva exibirá receitas exclusivas e oferecerá pontos de venda para a comercialização de produtos

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A chef Vânia Krekniski, do restaurante Limoeiro, de Curitiba, ensinará a receita da paleta de cordeiro com legumes assados. Crédito: Guto Souza

Você já pensou em acompanhar as receitas exclusivas de grandes chefs e ainda ter acesso a produtos típicos do Paraná, alguns com Indicação Geográfica (IG), para fazer o prato em sua própria casa? Essa é a proposta do projeto Nossa Casa Viva, do Sebrae/PR, que vai promover, a partir do dia 12 de setembro, uma série de lives com chefs de todas as regiões do estado. A intenção é reunir elementos de uma “receita de família”, valorizar o trabalho de agricultores e promover a cultura gastronômica do Paraná.

Durante a programa haverá o contato direto com uma cozinha estúdio e um bate-papo com os chefs sobre a gastronomia paranaense, alimentos e os produtores locais. Ao todo serão oito lives com especialistas em gastronomia de Foz do Iguaçu, Cascavel, Palmeira, Morretes, Londrina, Itapejara D’Oeste, Maringá e Curitiba, que vão ensinar a distância como fazer receitas de família, utilizando ingredientes únicos do Paraná.

Segundo a coordenadora estadual de agronegócios do Sebrae/PR, Maria Isabel Guimarães, a iniciativa faz parte do movimento de valorização da gastronomia, agronegócio e turismo do Paraná.

"O projeto foi criado com o objetivo de valorizar empresas e empresários que têm práticas semelhantes àquelas realizadas dentro da nossa própria casa. A gente quer motivar o sentimento de segurança, da comida 'feita com carinho' e que se conhece a origem - elementos tão importantes neste momento. Queremos que o público conheça e consuma os produtos típicos da sua região e assim contribua para o desenvolvimento local de produtores e empresas", explica Guimarães.

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A chef Silvana Gnatta, de Morretes, ensinará a receita de uma caldeirada com frutos do mar. Crédito: Guto Souza

Os alimentos utilizados nas receitas fazem parte de programas como o Origens Paraná e o Selo Alimentos do Paraná. O Origens Paraná é um movimento reúne produtores em ações de vendas e de valorização de produtos regionais, além de trabalhar pela obtenção do registro de Indicação Geográfica, concedido a produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, com valor intrínseco e identidade própria. Ao todo, oito produtos paranaenses já possuem IGs e outros 23 também buscam o registro.

Já o Selo Alimentos do Paraná é uma certificação de gestão e qualidade para alimentos e bebidas, disponibilizado por um grupo de entidades. As empresas passam por auditorias por certificadoras de referência e realiza ações de consultoria, serviços tecnológicos, eventos e ações de expansão de mercado.

Confira abaixo a agenda de lives e as receitas de cada evento:

12/09 - Giovanna Salvatti Rafagnin e Fabio Del Antonio – Foz do Iguaçu – Vori Vori e Pudim de leite com pipoca caramelizada com mel de Ortigueira
19/09 - Vinicius Fabretti – Cascavel – Ossobuco com risoto de pinhão
26/09 - Rosane Radecki – Palmeira – Pão no bafo com porco Moura
03/10 - Silvana Gnata – Morretes - Caldeirada com frutos do mar
10/10 - Polyana Cristina De Souza – Londrina- Sukiyaki e tempurá de legumes
17/10 - Guilherme Biesek - Itapejara D’Oeste - Costelinha suína assada com melado de Capanema e mostarda picante em crosta de erva-mate de São Mateus do Sul
24/10 – Ana Paula Segatto – Maringá – Angu de milho com porco na lata
31/10 - Vania Krekniski – Curitiba - Paleta de cordeiro e legumes assados
No site Nossa Casa Viva, o público poderá se inscrever para cada uma das lives. Em breve, também serão divulgados os pontos de venda dos produtos típicos.