MON abre normalmente nos feriados de abril

O Museu Oscar Niemeyer (MON) estará aberto normalmente ao público nos feriados de Sexta-feira Santa, Páscoa e Tiradentes, dias 15, 17 e 21 de abril. O horário de funcionamento é das 10h às 18h, sendo o último horário de acesso às 17h.

A MON Loja também abrirá nestes dias, seguindo o horário de funcionamento do Museu. Nela, o visitante encontra presentes, peças de design assinadas, livros de arte e livros infantis, além de catálogos e souvenirs de exposições de arte com a marca do Museu Oscar Niemeyer. Para mais informações, acesse www.museuoscarniemeyer.org.br/visite/ingressos-horarios.

O MON Café segue o horário de funcionamento das 9h às 19h.

Em cartaz
Várias exposições estão em cartaz atualmente no MON. São elas: “O Labirinto da Luz”; “África, Expressões Artísticas de um Continente”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Segunda Edição”; “O Mundo Mágico dos Ningyos”; “Lados Lados”; “Afinidades”; “Da Vinci Experience”; “Espaço Niemeyer”; “Cones” e obras do Pátio das Esculturas.

Ingressos
Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para professores e estudantes com identificação; doadores de sangue; pessoas com deficiência; titulares da ID Jovem; pessoas com câncer com documento comprovatório). Menores de 12 anos, maiores de 60 anos, jornalistas, taxistas credenciados à URBS, membros da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP) e membros do International Council of Museums (ICOM) têm direito à entrada gratuita, mediante apresentação de documento que comprove a condição.
Eles podem ser adquiridos online ou diretamente na bilheteria, sem a necessidade de fazer agendamento prévio.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 14 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço:
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Aberto nos feriados de abril, das 10h às 18h.
Rua Marechal Hermes, 999
www.museuoscarniemeyer.org.br

Curitiba sediará a 5ª Mostra de Modelismo Ferroviário

Após uma ausência de dois anos, por conta da pandemia, evento acontecerá em 30 de abril e 1º de maio, na estação rodoferroviária da cidade, e terá entrada franca
A 5ª Mostra de Modelismo Ferroviário de Curitiba acontecerá em 30 de abril e 1º de maio, na estação rodoferroviária da cidade, localizada na avenida Presidente Affonso Camargo, 330, terá entrada franca e reunirá amantes deste hobby de várias cidades da região. Tanto no sábado quanto no domingo, o horário será das 9h30 às 17h30. A realização desta quinta edição acontece após um hiato de dois anos, por conta da pandemia, e também tem o objetivo de prestar uma homenagem ao Dia do Ferroviário, comemorado em 30 de abril.

O evento é organizado pela Associação Paranaense de Ferromodelismo e Memória Ferroviária (APFMF), com apoio da Serra Verde Express e da Frateschi, única fabricante da América Latina de trens elétricos em miniaturas e réplicas de composições reais, situada em Ribeirão Preto, no interior paulista.

De acordo com Mário César de Oliveira, presidente da APFMF, já estava na hora de a população do estado receber novamente este encontro. “Depois de dois anos sem ele, decidimos que era o momento de voltarmos, agora com a situação um pouco melhor em relação à pandemia, mas é claro que seguiremos todos os protocolos de segurança de prevenção à covid-19”, afirma.

Ainda segundo Oliveira, o evento deste ano é especial, pois comemorará os 15 anos da APFMF, os 25 anos da Serra Verde Express e os 55 anos da Frateschi Trens Elétricos, por meio de uma exposição fotográfica e jogos infantis com o tema ferrovia. “Haverá atividades para todos os públicos, dos 8 aos 80 anos. O ferromodelismo, ou modelismo ferroviário, é a porta de entrada a um mundo cheio de expectativas e realizações. Mostras, encontros, convenções e shows de ferromodelismo são uma ótima desculpa para viajar e conhecer novos lugares e pessoas, além de passeios de trem por lugares exóticos e fantásticos”, diz Oliveira. Além de maquetes e dioramas, haverá exposição de fotos, recreação infantil e minipasseios de trem, feitos pelas litorinas no pátio de manobra da estação rodoferroviária, ao custo de R$ 30,00. Também será possível realizar um passeio de Curitiba a Morretes na composição de passageiros da Serra Verde Express.

“Neste ano várias possibilidades se desenharam para que o movimento de preservação promovido pela APFMF desse um passo importante para que a nossa visão de futuro e metas de curto e longo prazos possam ser alcançadas. A realização das Mostras de Modelismo Ferroviário de Curitiba vem consolidar os esforços de divulgação da necessidade da preservação do patrimônio histórico ferroviário no Paraná, permitindo contato com um público muito interessado no viés da ferrovia. Este encontro nos fez rever conceitos e necessidades na forma de abordar o tema da preservação da memória, nos obrigando a pensar um pouco além dos trilhos ferroviários que nos cercam”, conclui Oliveira.

O ferromodelismo é um dos hobbies mais antigos do mundo, e sua origem remonta ao período em que o transporte ferroviário foi adotado massivamente. As primeiras miniaturas de trens foram fabricadas por volta de 1830, por artesãos alemães. De lá para cá, muita coisa mudou, principalmente no Brasil, onde o transporte de passageiros pelas ferrovias deixou de acontecer, com exceção dos passeios turísticos. Mesmo assim, a paixão de algumas pessoas por este hobby se intensificou.

“O ferromodelismo é uma mistura de entretenimento, baseado em modelos de escala, e arte, pois os amantes deste hobby ficam fascinados quando começam a construir suas maquetes, fazer toda a parte de decoração e cenário e projetar as construções. É preciso ter capacidade de observação para se construir uma maquete, pois todo esse trabalho de reprodução do mundo real é totalmente artesanal”, comenta Lucas Frateschi, diretor da Frateschi Trens Elétricos. As pessoas pensam que o transporte ferroviário morreu, mas ele está vivo e em expansão. A ferrovia é de valor estratégico imprescindível para um país como o Brasil, e este crescimento ajuda a fomentar ainda a mais a paixão que muitos brasileiros têm pelos trens, sendo que muitos passam o hobby do ferromodelismo para as futuras gerações”, finaliza Lucas.

Serviço
5ª Mostra de Modelismo Ferroviário de Curitiba
Data: 30 de abril e 1º de maio
Horário: 9h30 às 17h30
Local: Estação Rodoferroviária de Curitiba, (Avenida Presidente Affonso Camargo, 330, Bloco Ferroviário, bairro do Rebouças)
Informações: (41) 99226-2220

Carros antigos, customizados e para todos os estilos neste fim de semana na 3ª Edição da Old & Low Car em Curitiba

O evento automotivo, que reunirá aproximadamente 140 veículos, acontecerá, entre os dias 01 e 03 de abril, no Parque Barigui.

Neste final de semana, de sexta a domingo, os apreciadores e apaixonados por carros antigos ou customizados poderão acompanhar a 3ª edição da Old & Low Car, no pavilhão de feiras do Parque Barigui, no Centro de Eventos do Positivo. Serão aproximadamente 140 veículos de diversos estilos e culturas automotivas, expostos que vão dos antigos aos customizados, além de produtos e serviços com empresas ligadas a esse universo, neste evento que é considerado um dos maiores e mais completos do segmento da região Sul.

Além dos automóveis expostos, a Old & Low Car reunirá empresas com produtos e serviços que serão comercializados com preços de feira, abaixo do mercado. Estarão presentes fabricantes de peças, autopeças, comércio de rodas e pneus, som automotivo, consórcios, oficinas, restauradores, lataria, pintura, acessórios, artigos para decoração automotiva, além de vestuário e artigos para colecionadores.

O evento que reúne marcas que estarão apresentando suas novidades, tendências e muitas outras atrações voltadas para todas as idades, foi totalmente pensado para que os apaixonados pelo universo automotivo possam se divertir junto com toda a sua família, conhecendo e explorando essa cultura e suas peculiaridades.

Será ponto de encontro para os apreciadores e apaixonados por carros, clubes e colecionadores. Nesta edição, as novidades ficam por conta do evento Auto Detalhe, que acontece em paralelo, contando com cursos profissionalizantes e bate-papos com profissionais da área de Estética Automotiva Nacional, e também o 1° Campeonato de Detalhamento Automotivo.

Durante a feira, o público poderá acompanhar uma verdadeira viagem no tempo, acompanhando a história dos veículos em exposição, seus estilos e conceitos como potência, características aerodinâmicas, estruturais. Vários clubes automotivos estarão presentes com suas belas máquinas a fim de reunir os fãs desse universo.

Cursos e bate-papos da área de Estética Automotiva Nacional

Paralelamente à feira, acontece o Auto Detalhe, evento que abordará cursos e bate-papos com profissionais da área de Estética Automotiva Nacional. Haverá dois cursos profissionalizantes de polimento técnico em todos os níveis, sendo um deles exclusivo para os hobystas.

O evento estará ainda apresentando aos visitantes lançamentos de equipamentos, produtos e serviços em um momento intenso de trocas de experiências, dicas e conhecimentos de um dos segmentos de maior ascensão do mercado.

SERVIÇO:

3ª EDIÇÃO DA OLD & LOW CAR EM CURITIBA

Data: 01 a 03 de abril de 2022 (Sexta a domingo)
Local: Centro de Eventos do Positivo (pavilhão de feiras do parque barigui – (Rodovia do Café (BR 277) KM 0 – Santo Inácio).
Horários: 01/04 sexta-feira (14h às 22h) / 02/04 sábado (10h às 22h) / 03/04 domingo (10h às 20h)
Classificação: Livre

Ingressos: Antecipados R$ 20,00 nos pontos de venda nas seguintes lojas:
Loja Autocar Automotivo
KTM Sportbay
Fixados Lava Car
* Após esta data, os ingressos custarão R$ 30,00 e serão vendidos nos dias e horários de funcionamento do evento na bilheteria do Centro de Eventos do Positivo.

Realização: 2A Eventos

Pátio Batel projeta fotografias em homenagem ao aniversário de Curitiba

Projeção acontece dia 29 a partir das 19h.


Para celebrar o aniversário de 329 anos de Curitiba, comemorado terça-feira (29), o Pátio Batel promoverá uma experiência para toda a cidade envolvendo uma ação de projeção com mais de 12 metros, de fotos de grandes nomes como Daniel Castellano, Pedro Ribas, Ricardo Marajó, Hully Paiva e Guilherme Pupo, a partir das 19h na fachada do shopping.

Entre as imagens que serão projetadas estão símbolos importantes da capital paranaense, como o Jardim Botânico, o Museu Oscar Niemeyer, a Praça Osório, a Ópera de Arame, Parque Barigui, entre outros.


"A projeção vai homenagear Curitiba em mais uma experiência inusitada que o shopping promove, ao oferecer a fachada como palco para imagens que revelam a beleza única da cidade. Os fotógrafos selecionados são referência em captar a essência da capital e em transmitir um olhar criativo do cotidiano", afirma Henrique Kuntzler, Gerente de Marketing e Relacionamento do Pátio Batel.

A homenagem também estará presente no digital, com ações no Instagram do Pátio Batel. Além de um Reels convidando os seguidores a assistirem à projeção no dia 29, em uma Collab com a conta da Prefeitura de Curitiba na rede social, os seguidores também serão convidados a publicarem suas fotos favoritas da cidade utilizando o recurso do Sticker “Use a Sua”.
Para quem quiser acompanhar a projeção, ela acontece na fachada do shopping Pátio Batel (Av. do Batel, 1868 - Batel) na terça-feira (29), das 19h às 22h.


Mais informações no Instagram https://www.instagram.com/patiobatel/
Confira quem são os fotógrafos participantes da ação: @dicastellano - Daniel Castellano @p_ribas - Pedro Ribas, @ricardo_marajo - Ricardo Marajó, @hullypaiva - Hully Paiva e @guilherme_pupo - Guilherme Pupo.

Para mais informações acesse o site e também confira as redes sociais:
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MUPA recebe neste sábado a escritora Noemi Jaffe para mesa-redonda sobre plantas e linguagem

Na escrita e na vida, já tem sido possível perceber os impasses que a crise do capitalismo tem provocado na nossa relação com a natureza. Em Írisz: as orquídeas, a escritora, professora e crítica literária paulistana Noemi Jaffe enreda a história de uma bióloga fugitiva da guerra que desaparece deixando diários nos quais é possível perceber sua arguta percepção da língua húngara, da crise do comunismo e de sua relação com as orquídeas. A escritora curitibana Julie Fank, em seu ainda inédito A história da cebola, escreve um protagonista sem memória que se utiliza dos verbetes enciclopédicos sobre plantas para se reconhecer e se reinscrever no mundo.

No próximo sábado (26), Noemi Jaffe vem a Curitiba para uma mesa-redonda gratuita e aberta a todos os públicos no Museu Paranaense (MUPA), com mediação de Julie Fank. Durante o evento, as escritoras devem debater questões que atravessam nossa vida hoje e dialogam com a literatura, a única pólvora possível para quem escreve. Diante da situação de um mundo com os fósforos acesos para o conflito, como isso perpassa nossa relação com as plantas e com a linguagem?

A ação integra a programação geral do Programa Público “Se enfiasse os pés na terra: relações entre humanos e plantas” que segue ativa até o mês de maio deste ano no Museu Paranaense. O programa é formado por uma série de ações artísticas, educativas e culturais, nas quais o público é convidado a aproximar-se das múltiplas formas de vínculos entre seres humanos e seres vegetais. Uma das ideias gerais do projeto é reafirmar a importância da cultura imaterial, dos saberes ancestrais de pessoas enraizadas em seus territórios, bem como da potência do museu enquanto espaço de relações. Por meio de mesas-redondas, conversas, atividades práticas e ações artísticas, o projeto tem como objetivo promover o encontro entre os sujeitos que carregam consigo uma relação estreita com as plantas — das mais diferentes formas — e o público do MUPA.

Para conferir a agenda completa, acesse este link.

SOBRE NOEMI JAFFE — Escritora, professora de literatura e de escrita e crítica literária. Doutorou-se em Literatura Brasileira pela USP. Publicou "O que os cegos estão sonhando" (Ed. 34 — 2012), "A verdadeira história do alfabeto" (Companhia das Letras — 2012), vencedor do Prêmio Brasília de Literatura em 2014, "Irisz: as orquídeas" (Companhia das Letras — 2015), "Não está mais aqui quem falou" (Companhia das Letras — 2017) e "O que ela sussurra", entre outros. Desde 2016, mantém o Centro Cultural Literário Escrevedeira, em parceria com Luciana Gerbovic e João Bandeira.

SOBRE JULIE FANK — Graduada em Letras, mestra em Literatura Comparada pela Unioeste-PR, doutora em Escrita Criativa pela PUCRS. É escritora, artista visual e diretora da Esc. Escola de Escrita.

SERVIÇO - Mesa-redonda “Letras em Fotossíntese” com Noemi Jaffe
Mediação: Julie Fank
Sábado, 26 de março, às 15h

Para assistir à mesa-redonda não é necessário inscrever-se previamente. A liberação dos lugares será realizada a partir de 14h30, por ordem de chegada, até completar a capacidade do local.

O Museu Paranaense fica na Rua Kellers, 289, Alto São Francisco – Curitiba.

Contatos da assessoria
Tel: +55 41 99695-2884
Email: fmaldonado@secc.pr.gov.br (Fernanda Maldonado)

João Turin tem a obra Homem-Pinheiro em exposição do Sesc 24 de Maio, em São Paulo

Obra de João Turin no Sesc 24 de maio em SP - foto Drika Alves(1).jpg
Foto: Drika Alves

O artista João Turin (1878-1949) integra a exposição “Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil”, que está em cartaz no Sesc 24 de Maio, Centro de São Paulo. A mostra reflete sobre a noção de arte moderna no Brasil para além da década de 1920 e do protagonismo muitas vezes atribuído pela história da arte a São Paulo, reunindo obras de vários estados brasileiros, nas mais diversas linguagens. A entrada é gratuita.

A obra escolhida é o baixo relevo “Homem-Pinheiro”, uma das mais icônicas do artista. A consultora Fernanda Pitta explica que na pesquisa realizada, a equipe de curadores já tinha conhecimento da obra de João Turin por meio de uma exposição que esteve em cartaz na Pinacoteca de São Paulo em 2016. Segundo ela, a curadoria observou em Turin “um certo projeto moderno ligado ao regionalismo”, fazendo referência ao Paranismo como ideia de renovação das artes modernas no estado, focado em uma negociação com aspectos locais e regionais

“Nós selecionamos a obra ‘Homem-Pinheiro’ por nos parecer uma das mais representativas desse esforço do João Turin de criar uma linguagem dentro do campo da escultura que dissesse respeito a esse contexto regional paranaense, fazendo isso numa linguagem experimental dentro da escultura, que relaciona passado e presente, faz referência ao Homem Vitruviano, mas ao mesmo tempo atualiza essa imagem com a figura dessa simbiose com a natureza a partir do pinheiro. Por esse motivo nós selecionamos a obra do João Turin para integrar a exposição”, comenta.

A mostra integra o projeto Diversos 22, do Sesc São Paulo, que celebra o centenário da Semana de Arte Moderna e o bicentenário da Independência, refletindo criticamente sobre as diversas narrativas de construção e projeção de um Brasil, e traz cerca de 600 obras de 200 artistas, como Lídia Baís, Mestre Zumba, Genaro de Carvalho, Anita Malfatti, Tomie Ohtake, entre outros.

Serviço:
Exposição “Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil”
Datas e horários: A exposição pode ser visitada até 07/08, de terça a sábado das 10h às 20h, e nos domingos e feriados das 10h às 18h.
Local: Sesc 24 de Maio (Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – SP)
Classificação livre
Entrada gratuita

Curadoria: Aldrin Figueiredo, Clarissa Diniz, Divino Sobral, Marcelo Campos, Paula Ramos e Raphael Fonseca
Curadoria-geral: Raphael Fonseca
Curadores-assistentes: Breno de Faria, Ludimilla Fonseca e Renato Menezes
Consultoria: Fernanda Pitta

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A árvore que anda: artista indígena Uýra vem ao MUPA com performance inédita no Brasil

Neste final de semana, o Museu Paranaense recebe uma convidada muito especial para duas ações no Programa Público: uma performance e uma roda de conversa. Uýra, artista indígena contemporânea, bióloga e educadora, define-se como “a árvore que anda” e vai trazer ao público reflexões e provocações que permeiam três frentes: floresta, ecologia e arte contemporânea.

No sábado (19), acontece a roda de conversa “Simbioses: arte, ecologias e políticas na paisagem cidade floresta”. Além de Uýra, o MUPA recebe também a artista visual e cineasta amazonense Keila Sankofa. Nesse encontro, Uýra irá compartilhar suas vivências enquanto bióloga, educadora e artista visual que busca articular sabedorias ancestrais indígenas com conhecimentos científicos.

Ela irá falar sobre sua vivência enquanto indígena, artista e pesquisadora em Manaus, território industrial localizado no meio da floresta, seus interesses pelos sistemas vivos e suas violações, decolonialidades, memórias e diásporas indígenas. Já Keila Sankofa dialoga a partir de sua atuação como artista visual e cineasta. Suas produções utilizam a fotografia e o audiovisual como ferramenta para propor autoestima e questionar apagamentos de pessoas negras.

A atividade é gratuita e para participar não é necessário inscrever-se previamente. A liberação dos lugares será realizada a partir de 16h30, por ordem de chegada, até completar a capacidade do local.

No domingo (20), a partir das 11h acontece a performance “Ponto Final, Ponto Seguido”, com Uýra. A proposta da artista é pensar e ativar ressurgimentos de vida coberta pelas materialidades e imaginários coloniais — as terras, memórias, águas e florestas que dormem debaixo dos asfaltos. Já apresentada pelo Kunnstraum Museum, nas ruas de Viena, e também no Castelo Di Rivolli, Itália, essa será sua primeira apresentação no Brasil. “Ponto Final, Ponto Seguido” começa dentro do MUPA e segue trajeto para a Praça João Cândido, em frente ao museu. Para assistir não é necessário inscrever-se previamente. Chegue com antecedência para garantir seu lugar.

CONVIDADAS
Uýra é uma indígena da Amazônia Central. Formada em Biologia e mestre em Ecologia, atua como artista visual, arte educadora e pesquisadora. Mora em Manaus, território industrial no meio da floresta. Ela descreve a si mesma como uma manifestação em carne de bicho e planta que se move para exposição e cura de doenças sistêmicas coloniais. Por meio de elementos orgânicos, utilizando o corpo como suporte, encarna esta árvore que anda e atravessa suas falas em fotoperformance e performance. Interessa-se pelos sistemas vivos e suas violações, e a partir da ótica da diversidade, dissidência, do funcionamento e adaptação, (re)conta histórias naturais, de encantaria e atravessamentos existentes na paisagem floresta-cidade.

Uýra já realizou inúmeras exposições individuais e coletivas. Dentre elas, destacam-se “Faz Escuro Mas Eu Canto” (34º Bienal de São Paulo, 2021), “Resurgences of Amazonia!” (Kunstraum, Innsbruck, 2021) e “Árvore que Anda” (Galeria de Artes Visuais do Largo São Sebastião, Manaus, 2019).

Keila Sankofa nasceu em Manaus (AM), onde vive e trabalha. Artista visual e cineasta. Compreende a rua como espaço de diálogo com a cidade, produzindo instalações audiovisuais que exibem filmes, fotos e videoartes. Atualmente, Sankofa utiliza seu corpo como protagonista na construção de suas obras. Reconhece o espaço urbano como encruzilhada de possibilidades, que proporciona um diálogo não-hierárquico com o público.

Indicada ao Prêmio Pipa 2021. Tem uma vasta experiência na direção de produção em projetos audiovisuais como séries e curtas, além de produção de mostras, festivais e espetáculos de diversas linguagens artísticas.

As atividades integram a programação geral do Programa Público “Se enfiasse os pés na terra: relações entre humanos e plantas”. Para saber mais, acesse o site: www.museuparanaense.pr.gov.br/Programa-Publico .

SERVIÇO
Roda de conversa “Simbioses: arte, ecologias e políticas na paisagem cidade floresta” com Uýra e Keila Sankofa
Sábado, 19 de março, às 17 horas
Atividade gratuita. Para participar não é necessário inscrever-se previamente. A liberação dos lugares será realizada a partir de 16h30, por ordem de chegada, até completar a capacidade do local.

Performance “Ponto Seguido, Ponto Final” com Uýra
Domingo, 20 de março, às 11h
A performance começa no Museu Paranaense e segue para a Praça João Cândido, em frente ao museu.

O Museu Paranaense fica na Rua Kellers, 289, Alto São Francisco – Curitiba.
Para mais informações sobre o Programa Público “Se enfiasse os pés na terra: relações entre humanos e plantas” acesse este link.

MON promove visita mediada e oficina na exposição de Orlando Azevedo

A edição de março do programa Arte para Maiores, do Museu Oscar Niemeyer (MON), destinado especialmente ao público com mais de 60 anos, terá visita mediada e oficina prática na exposição “O Labirinto da Luz”, do fotógrafo Orlando Azevedo.

Será no dia 15 de março, das 14h às 17h, com a equipe do Educativo do Museu. As vagas são limitadas e não é necessário possuir conhecimento prévio em artes visuais. Para se inscrever é necessário preencher o formulário online.
Haverá também uma videoconferência com o fotógrafo e com o curador da exposição, Rubens Fernandes Junior, no dia 22 de março, das 14h às 15h30. Mais informações e inscrição em: bit.ly/APMmarco.

O Labirinto da Luz
A mostra “O Labirinto da Luz” celebra os 50 anos de fotografia de Orlando Azevedo. São 237 imagens, com curadoria de Rubens Fernandes Junior, que podem ser vistas pelo público na Sala 1 do MON.

O curador criou um labirinto que divide a exposição em núcleos referentes a algumas das vertentes criativas do fotógrafo. São eles: “Ruínas”; “Religiosidade”; “Índia”; “Cósmica”; “Retratos”; “Marinhas”; “Corpo e Movimento”; “Paisagem”; “Festas e Populares”; “iPhone”; “Surreal” e “Voo”.

Orlando Azevedo possui obras em diversos acervos do Brasil e de outros países, como no International Center of Photography, em Nova York; Centre Georges Pompidou e Museu Francês de Fotografia, em Paris; Museu de Arte de São Paulo (MASP); Museu de Arte Moderna de São Paulo; Instituto Cultural Itaú; Museu de Fotografia Cidade de Curitiba; Empresa Portuguesa das Águas Livres/Lisboa; Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro; Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo; Fototeca de Cuba, em Havana, além do próprio Museu Oscar Niemeyer (MON), e também várias e importantes coleções privadas nacionais e internacionais.

No total, Orlando tem 12 livros publicados e entre eles estão: “Mestiço – Retrato do Brasil” (2019); “Augusto Weiss 1890/1990” (2017) e “Rio Grande/RS” (2014).

Arte para Maiores
Em 2019, o programa Arte para Maiores conquistou um importante reconhecimento nacional na área de educação em museus, o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM). Em 2020, o programa tornou-se on-line, em decorrência das restrições impostas pela pandemia. Em 2021, o Arte para Maiores retornou em sua versão presencial, seguindo o protocolo de segurança.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço
Visita mediada e oficina
Data: 15 de março
Horário: das 14h às 18h

Videoconferência
Data: 22 de março
Horário: das 14h às 15h30
Inscrição: bit.ly/APMmarco

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
Curitiba – Paraná
museuoscarniemeyer.org.br

APAIXONADOS POR CARROS Curitiba recebe em abril a 3ª Edição da Old & Low Car

O evento automotivo mais completo da capital paranaense acontecerá, entre os dias 01 e 03 de abril, no Parque Barigui.

Os apaixonados por carros antigos ou customizados, já têm um encontro marcado em Curitiba. Acontecerá entre os dias 01 e 03 de abril, a 3ª edição da Old & Low Car, no pavilhão de feiras do Parque Barigui, o Centro de Eventos do Positivo. Considerado um dos mais completos e maiores eventos do segmento da região Sul, ele reunirá neste ano em exposição aproximadamente 140 veículos de diversos estilos e culturas automotivas, além de produtos e serviços com empresas ligadas a esse universo. Apresentando suas novidades, tendências e muitas outras atrações voltadas para todas as famílias. Será ponto de encontro para os apreciadores e apaixonados por carros, clubes e colecionadores. Nesta edição, as novidades ficam por conta do evento Auto Detalhe, que acontece em paralelo, contando com cursos profissionalizantes e bate-papos com profissionais da área de Estética Automotiva Nacional, e também o 1° Campeonato de Detalhamento Automotivo.

Durante a feira, o público poderá acompanhar uma verdadeira viagem no tempo acompanhando a história dos veículos em exposição, seus estilos e conceitos como potência, características aerodinâmicas, estruturais. Vários clubes automotivos estarão presentes com suas belas máquinas a fim de reunir os fãs desse universo.

Além dos automóveis expostos, a Old & Low Car reunirá empresas com produtos e serviços que serão comercializados com preços de feira, abaixo do mercado. Estarão presentes fabricantes de peças, autopeças, comércio de rodas e pneus, som automotivo, consórcios, oficinas, restauradores, lataria, pintura, acessórios, artigos para decoração automotiva, além de vestuário e artigos para colecionadores.

O evento foi totalmente pensado para que os apaixonados pelo o universo automotivo possam se divertir junto com toda a sua família, conhecendo e explorando essa cultura e suas peculiaridades.

Cursos e bate-papos da área de Estética Automotiva Nacional

Paralelamente à feira, acontece o Auto Detalhe, evento que abordará cursos e bate-papos com profissionais da área de Estética Automotiva Nacional. Haverá dois cursos profissionalizantes de polimento técnico em todos os níveis, sendo um deles exclusivo paras os hobystas. O evento estará ainda apresentando aos visitantes lançamentos de equipamentos, produtos e serviços em um momento intenso de trocas de experiências, dicas e conhecimentos de um dos segmentos de maior ascensão do mercado.

SERVIÇO:

3ª EDIÇÃO OLD & LOW CAR CURITIBA

Data: 01 a 03 de abril de 2022 (Sexta a domingo)
Local: Centro de Eventos do Positivo (pavilhão de feiras do parque barigui – (Rodovia do Café (BR 277) KM 0 – Santo Inácio).
Horários: 01/04 sexta-feira (14h às 22h) / 02/04 sábado (10h às 22h) / 03/04 domingo (10h às 20h)
Classificação: Livre

Ingressos: Antecipados R$ 20,00 nos pontos de venda nas seguintes lojas:
Loja Autocar Automotivo
KTM Sportbay
Fixados Lava Car
* Após esta data, os ingressos custarão R$ 30,00 e serão vendidos nos dias e horários de funcionamento do evento na bilheteria do Centro de Eventos do Positivo.

Realização: 2A Eventos

Catálogo com imagens inéditas da exposição “OS GÊMEOS: Segredos” no MON já está disponível

O Museu Oscar Niemeyer (MON) acaba de lançar um novo catálogo da exposição “OSGÊMEOS: Segredos”, com imagens inéditas da mostra realizada no MON, que já foi vista por mais de 143 mil visitantes. Este é o último mês da exposição, que irá até o dia 3 de abril.

Produção original da Pinacoteca de São Paulo, a exposição em Curitiba é uma parceria com o Museu Oscar Niemeyer, apresentada pela Copel e viabilizada pelo Governo do Estado do Paraná. Estão expostos mais de 850 itens, entre pinturas, instalações imersivas e sonoras, esculturas, intervenções site specific, desenhos e cadernos de anotações.

O novo catálogo é um complemento do anterior, que já está esgotado, e traz imagens específicas da exposição no MON. Os exemplares são limitados e estão disponíveis na MON Loja. Outros produtos relacionados à exposição também estão disponíveis na loja, como camiseta, garrafinha e marcador de páginas.

Os artistas
A dupla de artistas formada pelos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo (São Paulo, 1974) construiu uma trajetória no mundo das artes sem nunca ter perdido de vista o desejo de manter-se acessível ao grande público.

Esse percurso inclui a participação em mostras nas principais instituições internacionais, como o Hamburger Bahnhof, em Berlim, em 2019, com um projeto concebido em parceria com o grupo berlinense de breakdance Flying Steps – um dos mais premiados mundialmente; a Vancouver Biennale, no Canadá (2014); o MOCA – Museum of Contemporary Art, em Los Angeles (2011); o MOT – Museum of Contemporary Art Tokyo, em Tóquio, no Japão (2008); a Tate Modern, em Londres, no Reino Unido (2008), onde os artistas pintaram a fachada, e a Trienale de Milão (2006), entre outros. Ao longo de sua carreira, os irmãos também receberam convites para criar para os principais espaços públicos de mais de 60 países, incluindo Suécia, Alemanha, Portugal, Austrália, Cuba, Estados Unidos – com destaque para os telões eletrônicos da Times Square, em Nova York (2015) –, entre outros.

Gustavo e Otávio sempre tomaram o espaço urbano como lugar de vivência e de pesquisa desde o início de sua produção, em meados da década de 1980. Os artistas partiram de uma forte imersão na cultura hip hop, que havia chegado ao Brasil no momento em que os irmãos começaram a produzir, e da influência da dança, da música, do muralismo e da cultura popular para desenvolver um estilo singular, com atmosfera alegre, que acabou se tornando um emblema dos espaços urbanos pelo Brasil e pelo mundo.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço:
Catálogo “OSGEMEOS: Segredos, a Exposição”
Disponível na MON Loja
Valor: R$ 70
Contato: (41) 3350-4467, ou lojadomon@gmail.com
www.museuoscarniemeyer.org.br

Conheça o trabalho de André MendesCuritiba-PR, 1979

2011 Pintura Avançada III, disciplina isolada, UFPR, Curitiba, Brasil
2008 Gravura em Metal, Solar do Barão, Curitiba, Brasil
2004 Especialização em Desenho, IDEP, Barcelona, Spain
2003 Graduado em Desenho Industrial, Programação Visual, PUC PR, Curitiba, Brasil

A forma é a linguagem usada por André Mendes para construir pouco a pouco uma plasticidade em constante transformação. Ela é pesquisa, objetivo, projeto, sua maneira de pensar. Ao mesmo tempo, ela permanece inalcançável, pois nunca tem fim. No início o desenho foi o meio escolhido pelo artista, mas, mesmo com traço livre, o domínio do bidimensional não foi suficiente: aos poucos as linhas se desfizeram e os cantos da tela se abriram. Com mais cor, corpo e liberdade, suas formas ganharam o espaço, se espalhando entre murais, preenchendo lugares com esculturas improváveis, equilibrando instalações que se tramam no espaço ao redor com provocação. Percebe-se que cada trabalho de Mendes é como um desafio: até onde a forma vai, como pode existir e resistir? Para responder, não é tímido nos materiais e na manipulação: da tinta ao plástico, passando pelo metal e pelo próprio ar. O óleo tem sido a escolha da vez, criando elementos orgânicos com aspecto de sonho, marcando uma passagem do físico para o metafísico. No futuro, quem sabe? Somente o processo - que para o artista mais importa - é que vai poder mostrar os caminhos imprevisíveis.

André Mendes

André Mendes | “Horizonte de Eventos” | 110X181X28cm | Resina vegetal sobre tecido com revestimento de fibra de PET 100% reciclado | 2021
AME315 - André Mendes 130X130cm

André Mendes | "Medite se Puder" | 130X130cm | Acrílica sobre tela | 2022
ANDRÉ MENDES
Foto: Letícia Akemi

PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:

2021 – LUGAR, Galeria Zilda Fraletti, Curitiba, Brasil
2019 – Ainda não, Matèria Gallery, Roma, Italia
2018 - ESTADO, Galeria Zilda Fraletti, Curitiba, Brasil
2018 - Antes do Fim III, Cloitre des Billettes, Paris, France
2018 - Antes do Fim, Galeria Ponto de Fulga, Curitiba, Brasil
2016 - Solo Project Art Basel
2016, Galeria Ricardo Fernandes, Suíça
2014 - Espacial, Exposição de Atelier, Curitiba, Brasil
2013 - André Mendes, Galeria Zilda Fraletti, Curitiba, Brasil
2012 - Falando de Arte, Museu Guido Viaro, Curitiba, Brasil
2009 - Desconstrução, Espaço Cultural BRDE, Curitiba, Brasil

PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES COLETIVAS:

2021 - Extraperlo ‘Curating Curators’, Anne Pingreoun, Madrid, Espanha
2020/21 – Wander Art, Alter Project, Belgravia- Londres - UK
2020 - André Mendes, Marcelo Sola e Lula Ricardi, Ricardo Fernandes Gallery, Paris, França
2019 - This is DOPE, Taksu Gallery, Cingapura
2017 - Aestival 07, Galeria Ricardo Fernandes no Centro Cultural Cloître des Billettes, Paris, França
2016 - M3ND3S / Memorial da Cidade de Curitiba / Curitiba - Brasil (Over)Laid / Galeria InterArtividade / Curitiba –Brasil Nasi Campur, TAKSU Gallery Singapore, Cingapura aestival 06, Galeria Ricardo Fernandes no Centro Cultural Cloître des Billettes, Paris, França
2015 - Tropikos, Hof Art Space, Bangkok, Tailândia Total, Farol Galeria, Circuito Bienal Vento Sul, Curitiba, Brasil Total, Galeria Zilda Fraletti, Circuito Bienal Vento Sul, Curitiba, Brasil
2013 - I Salão de Arte Contemporânea de Ponta Grossa, Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa, Brasil 13o Salão Nacional de Artes de Itajaí, Brasil
2012 - Elementares, André Mendes e Fernando Franciosi, MAC-PR, Curitiba, Brasil ColorFlow, André Mendes e Rimon Guimarães, Galeria RAS, Barcelona, Espanha
2011 - Águas do Amanhã, MON – Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil MOB + ARTE BICICLE e MOBILIDADE, Solar do Barão, Curitiba, Brasil
2010 - Estado da Arte, 40 anos de Arte Contemporânea no Estado do Paraná, Coletivo Interlux Arte Livre, MON – Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil Autorretrato, Casa Andrade Muricy, Curitiba, Brasil
2009 - V Bienal Vento Sul, Projeto Grade Sobre Grade, Coletivo Interlux Arte Livre, Memorial de Curitiba, Curitiba, Brasil
2008 - Cicloviaérea, Colaboração com Jarbas Lopes, CCSP, São Paulo, Brasil SINTOMAS, Centro Cultural Solar do Barão, Museu da Gravura Cidade de Curitiba, Brasil Galerias Subterrâneas, Curitiba, Brasil, Coletivo Interlux Arte Livre Arte em Circulação, Caixa Cultural, Curitiba, Brasil, Coletivo Interlux Arte Livre
2007 – MOB – Arte Bicicleta e Mobilidade, Centro Cultural São Lourenço Curitiba, Brasil

PRINCIPAIS RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS:

2015 - Tropikos, Hof Art Space, Bangkok, Tailândia
2012 - Kakiseni International Art Residency, Kuala Lumpur, Malásia
2008 - Jarbas Lopes, Maricá, Brasil Principais

PREMIAÇÕES:

2013 - Salão Nacional de Artes de Ponta Grossa, Brasil - Primeiro Prêmio Principais Murais Face to Face
2020 - Wander Art, Belgravia, Londres, UK UNIMED – PR
2020 - Curitiba, Brasil Laços
2019 - Hospital Pequeno Principe, Curitiba, Brasil Colegio Anjo da Guarda,
2018 - Curitiba, Brasil World Traveller
2017- Andaz Hotel, Hyatt - Cingapura Jornal Gazeta do Povo,
2015 - Curitiba, Brasil Uma breve História do Brasil
2015 – Auvernier, Suiça Instituto de Oncologia do Paraná
2014 – Curitiba, Brasil A grande Parede
2011 - INK, Curitiba, Brasil Hospital Santa Cruz
2007 – Curitiba, Brasil Água é Vida, Sanepar
2007 – Curitiba, Brasil Instituto de Direito Romeu Bacelar
2000 – Curitiba, Brasil
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Galeria

MON estará aberto ao público no Carnaval

O Museu Oscar Niemeyer (MON) estará aberto normalmente ao público em todos os dias do feriado de Carnaval, incluindo segunda, terça e quarta-feira (dias 28, 1° e 2), em horário normal: das 10h às 18h.

Maior museu de arte da América Latina, o MON oferece atualmente aos seus visitantes 12 exposições simultâneas. Para acessá-las, os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria física ou on-line, a partir do site da instituição, mas existem algumas especificações. São elas:

Para a exposição “OSGEMEOS: Segredos”, o ingresso é vendido exclusivamente online, com dia e horário marcados. Não é possível fazer a compra na bilheteria física. Ingressos isentos e as entradas gratuitas das quartas-feiras também precisam ser agendados. O ingresso dá direito a visitar as demais mostras em cartaz no Museu.

Para as demais exposições, inclusive “Da Vinci Experience e suas Invenções”, os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria física do MON ou de maneira on-line, no site do Museu, não sendo necessário o agendamento prévio. O acesso à exposição pode ser feito até as 17h. Esses ingressos não dão acesso à exposição “OSGEMEOS: Segredos”, localizada no Olho.

“Da Vinci Experience e suas Invenções”, a mais recente exposição inaugurada pelo MON, apresenta a trajetória de uma das mentes mais brilhantes da história, de forma interativa e inovadora, com reproduções de suas principais obras e réplicas artesanais das famosas máquinas criadas por ele, como bicicleta, paraquedas, volante, tanque blindado e asa-delta.

Essencialmente didática, interativa e imersiva, a exposição conduz o público a penetrar em espaços digitais, vivenciando as mais diversas experiências multissensoriais.

Além de “Da Vinci Experience e suas Invenções”, as exposições atualmente em cartaz no MON são: “O Labirinto da Luz”, de Orlando Azevedo; “Forma e Matéria”, de Claudia Moreira Salles; “Afinidades”; “OSGEMEOS: Segredos”; “Mens Rea: A Cartografia do Mistério”, de Mac Adams; “África, Expressões Artísticas de um Continente”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Segunda Edição”; “O Mundo Mágico dos Ningyos”; “Espaço Niemeyer”; “Cones” e obras do Pátio das Esculturas.

O MON fica aberto até as 18h, mas o último horário de acesso é às 17h. Os momentos mais tranquilos para visitação do Museu são terças, quintas e sextas-feiras, ou aos fins de semana, na parte da manhã.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço
Museu Oscar Niemeyer (MON)
www.museuoscarniemeyer.org.br

PAKUÁ LANÇA EXPOSIÇÃO E CATÁLOGO DE FOTOGRAFIAS AÉREAS

“Projeto inédito no país une fotografia e ilustração, apresentando um novo olhar sobre os cenários nacionais. A mostra itinerante `Pakuá Exposição de Artes Visuais´ vai passar em 2022 por Curitiba, Foz do Iguaçu, Maringá e Londrina e prevê ainda um desdobramento social em todas as cidades. A estreia da exposição acontece em Curitiba no dia 1º de março e segue até o dia 30 de março no Pátio Batel”.

Cada vez mais as imagens aéreas se apresentam como um novo olhar de concepção do espaço, produzindo no espectador uma memória visual da realidade geográfica em suas diversas manifestações cotidianas. Com o intuito de democratizar essa percepção e construir narrativas inéditas a partir de uma nova perspectiva dos cenários brasileiros, a Montenegro Produções Culturais, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, lança neste ano a primeira exposição itinerante de fotografias aéreas do país, por meio do projeto cultural “Pakuá Exposição de Artes Visuais”. Selecionadas a partir de um concurso nacional realizado no final de 2020 com a participação de mais de 150 fotógrafos de todo o país, as imagens aéreas feitas com uso do drone revelam paisagens brasileiras de Norte a Sul do Brasil em ângulos inéditos. Quatro cidades do Paraná vão receber a mostra em seus principais shoppings centers: Curitiba (de 1º a 30 de março, Pátio Batel, Lounge Bolhas, piso L3), Foz do Iguaçu (de 08 a 23 de abril, Catuaí Palladium), Maringá (de 1º a 20 de maio, Shopping Maringá Park) e Londrina (de 28 de maio a 20 de junho, Aurora Shopping). Além das exposições, as imagens vencedoras estão compiladas em um catálogo impresso com distribuição gratuita e versão on-line na íntegra para download gratuito no site da produtora (www.montenegroproducoes.com ). O projeto traz ainda uma página exclusiva - https://linktr.ee/PakuaBrasil - com todo o conteúdo do Pakuá (obras, cidade/datas da exposição, ficha técnica, livro digital) e também oferece medidas de acessibilidade como legendagem descritiva e audiodescrição para quem for à exposição.

Com entrada gratuita, o público poderá viajar nas asas da criatividade dos fotógrafos e também apreciar intervenções artísticas feitas por ilustradores a partir das imagens que integram o projeto PAKUÁ em cada uma das cidades – André Coelho (Curitiba), Ivana Lima (Foz do Iguaçu), Nilton Ribeiro (Maringá) e Raro de Oliveira (Londrina).

“Ao reunir fotógrafos do Brasil inteiro e seus diferentes olhares, o Pakuá compõe uma representação artística do mapa brasileiro utilizando a fotografia aérea. O contato com o projeto proporciona uma reflexão atual e coletiva a respeito da importância humana na preservação do patrimônio cultural e ambiental do Brasil, além da estreita relação da fotografia com as cidades e a arquitetura, atuando como agente de construção dessa história”, explica Carolina Montenegro, gestora da Montenegro Produções Culturais.

Como parte integrante de um projeto de ARTES VISUAIS que traz em seu resultado uma exposição gratuita, a iniciativa reúne nomes de peso da fotografia nacional – como o paulistano Valdemir Cunha e o paranaense Sergio Ranalli –, ao lado de fotógrafos iniciantes. “Os drones são um ponto de virada nesta modalidade. Ainda são caros por aqui, mas já começam a assumir um papel importante na arte. Já temos todo tipo de fotógrafo usando drones, de fotodocumentaristas a fotógrafos de moda. O Brasil é um país imenso e lindo. Um país que está se redescobrindo quando visto do céu. E isso é empolgante!”, destaca Guilherme Zawa, curador da mostra. A comissão julgadora da premiação foi formada pelos brasileiros Guilherme Pupo, Cássio Vasconcellos e Daniel Castellano, que também terão suas obras expostas no projeto.

“A fotografia realizada através de aparatos voadores se consolidou como novo ângulo inusitado do olhar. É como se víssemos o mundo de sempre com novos olhos. Das fotografias de natureza ao fotodocumentário, tudo ganhou uma nova dimensão expandida. Prêmios internacionais com a nova modalidade já se firmaram entre os principais do globo, incentivados pela popularização dos drones fotográficos. O Pakuá é a primeira mostra do Brasil no gênero”, comenta Zawa, destacando que a curadoria das imagens aéreas avaliou a consonância com o tema proposto, além da criatividade, originalidade e qualidade técnica dos trabalhos.

O título do projeto, PAKUÁ, tem origem no tupi-guarani e é uma brincadeira poética feita a partir da junção das palavras céu, tudo e pessoa. A tradução estética dessa criação ficou sob responsabilidade do designer, hoje sediado em Portugal, Caio Vitoriano, que interpretou esses elementos na criação da identidade visual do projeto. “A imagem traz uma espécie de cabeça, olho e membros. Um olho errante que busca algo que nunca viu, e se viu que enxerga aquilo já visto de maneira inédita. Um olho que pensa, promovido a cabeça; um olho enquanto câmera e olhar como alma desse corpo”, conta Vitoriano.

Como desdobramento social nas cidades por onde passa a exposição fotográfica PAKUÁ, o projeto cultural irá oferecer um dia de visitas monitoradas gratuitas para alunos do ensino fundamental de escolas da rede pública, que também irão participar de uma oficina de fotografia aérea com drone, ministrada pelo fotógrafo curitibano Diego Cagnato. No ano passado, o PAKUÁ beneficiou 30 idosos acolhidos na instituição de longa permanência Lar dos Idosos Recanto do Tarumã, em Curitiba, que participaram de uma oficina de colagem, trazendo suas próprias referências estéticas e leituras simbólicas para as fotografias do projeto. Para completar as ações sociais, após o término das exposições, um recorte da mostra PAKUÁ ficará permanentemente exposto nos corredores do Hospital de Clínicas, em Curitiba.

O projeto PAKUÁ tem apoio da Associação dos Amigos do HC e patrocínio Sideral Linhas Aéreas, Helisul Aviação, RDP Petróleo, Ítalo Supermercados, HAVAN, Tecnolimp, Pontual, Ravato Diesel, Magnetron, Greca Asfaltos e Schattdecor.

SERVIÇO:
PAKUÁ – EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS
Informações gerais: https://linktr.ee/PakuaBrasil

CURITIBA
De 1.º a 30 de março de 2022
Local: Pátio Batel – Lounge Bolhas, piso L3(Av. do Batel, 1.868)
Horários: de segunda a sábado, das 10h às 22h e aos domingos, das 14h às 20h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre

FOZ DO IGUAÇU
De 8 a 23 de abril de 2022
Local: Catuaí Palladium (Av. das Cataratas, 3.570, Vila Yolanda)
Horários: de segunda a sábado, das 10h às 22h e aos domingos, das 14h às 20h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre

MARINGÁ
De 1.º a 20 de maio de 2022
Local: Shopping Maringá Park (Av. São Paulo, 1.099, Zona 01)
Horários: de segunda a sábado, das 10h às 22h e aos domingos, das 12h às 20h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre

LONDRINA
De 28 de maio a 20 de junho de 2022
Local: Aurora Shopping (Av. Ayrton Senna da Silva, 400, Gleba Fazenda Palhano)
Horários: de segunda a sábado, das 10h às 22h e aos domingos, das 14h às 20h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre

Exposição permanente de João Turin em espaço público promove acessibilidade da arte

As 100 obras mais representativas do artista podem ser apreciadas gratuitamente no Parque São Lourenço, em Curitiba, contribuindo para a popularização do legado deixado por João Turin

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Uma seleção representativa das obras do artista João Turin (1878-1949) está hoje acessível em um ambiente público, e pode ser apreciada gratuitamente por todas as pessoas que visitarem o Parque São Lourenço, na cidade de Curitiba. Lá foi construído pela Prefeitura da cidade o Memorial Paranista, em homenagem ao artista como um espaço para preservação e difusão de obras de arte, que abriga cerca de 100 esculturas e baixos relevos de João Turin em uma exposição permanente e em um jardim de esculturas ampliadas, a céu aberto. “Ser público e de graça nos aproxima do ideal de popularização da arte. O local passa a ser um espaço de convivência”, afirma Samuel Lago, um dos detentores dos direitos autorais do artista.

A conquista de um espaço privilegiado como este, que proporciona grande visibilidade ao legado de João Turin é um dos pontos mais altos de um trabalho minucioso de levantamento de seu legado: um resgate de ponta a ponta, realizado pela Família Lago e SSTP Investimentos, algo até então inédito no mundo das artes. Iniciado em 2008, quando tiveram início as negociações com a família de João Turin, o resgate compreendeu uma série de etapas, tais como pesquisa, localização de obras, catalogação, recuperação, fundição, entre outras.

Foram catalogadas 410 obras, contemplando não somente esculturas, mas também desenhos, pinturas, design de moda e criações arquitetônicas mostrando o quanto João Turin foi um artista versátil. As cerca de 100 obras presentes no Parque São Lourenço compreendem esculturas e baixos relevos em bronze. Antes do resgate artístico, muitos trabalhos deixados pelo artista estavam disponíveis apenas em gesso. “Estamos em um caminho de tornar o João Turin cada vez mais conhecido e sem dúvida uma exposição permanente é importante nessa estratégia e funciona super bem”, comenta Samuel Lago.

Construído pela Prefeitura de Curitiba e inaugurado em maio de 2021, o Memorial Paranista, no Parque São Lourenço, reuniu quase 100 obras de Turin graças a uma junção de esforços. Das 15 esculturas ampliadas, 12 foram compradas pela Prefeitura, e as outras 3 foram doadas pela Companhia Paranaense de Energia (Copel), por meio da Lei Rouanet (de incentivo à cultura). 78 esculturas em tamanho original foram doadas pela Família Lago para o Governo do Estado do Paraná, que emprestou as obras à Prefeitura de Curitiba em regime de comodato.

“É muito significativo ter um espaço de exposição permanente para um artista como João Turin, que retrata o imaginário do povo paranaense. Isso é muito importante como reconhecimento ao artista e como reforço de auto-estima do paranaense, que é um povo multifacetado devido a suas influências de colonização. É imprescindível que as pessoas conheçam os artistas locais. A gente só consegue isso com algo de larga extensão como uma exposição permanente, pois uma exposição temporária não teria esse alcance”, avalia Samuel Lago.

Na área externa há um Jardim de Esculturas com mais 13 obras em bronze, que podem ser vistas pelo público que visitar o parque. Todas essas esculturas são ampliadas e algumas ganharam proporções heróicas. A maior de todas é Marumbi, com 3 metros de altura e aproximadamente 700 quilos. Outro espaço importante é uma fundição elétrica e moderna, que também foi doada pela Família Lago e SSTP Investimentos, substituindo uma antiga fundição que estava obsoleta. Para agendar uma visita guiada, basta fazer um agendamento através do site www.curitiba.pr.gov.br/memorialparanista.

Além de um reconhecimento de preservação cultural tão importante, o Memorial Paranista é também uma oportunidade de incentivar o turismo na cidade de Curitiba. “Do ponto de vista econômico para a cidade é muito interessante, pois tem um grande potencial de se tornar um local de visitação de turistas, como a Pedreira Paulo Leminski e a Ópera de Arame, que ficam próximas do Parque São Lourenço”, observa Samuel Lago.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Há esculturas em locais públicos de municípios do Paraná, Rio de Janeiro e na França. Turin também está no acervo de arte do Vaticano. A escultura “Frade Lendo” foi entregue como presente do povo brasileiro para o Papa Francisco, em 2013, na primeira visita do pontífice ao Brasil.

Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do estado do Paraná, João Turin veio ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura na Bélgica. Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa. Foi premiado no salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses. Esta exposição também teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e na Pinacoteca de São Paulo.

Serviço:
Memorial Paranista João Turin: Rua Mateus Leme, 4700 (Curitiba, Paraná).
Entrada gratuita.
Agendamento de visitas guiadas no site www.curitiba.pr.gov.br/memorialparanista
Site sobre João Turin: joaoturin.com.br
Redes sociais: @escultorjoaoturin e facebook.com/escultorjoaoturin

Vídeo sobre o Memorial Paranista João Turin:
https://youtu.be/0ZevRuwdti8

Semana de Arte Moderna de 1922 é tema de série de posts do MON

A partir deste domingo, dia 13, as redes sociais do Museu Oscar Niemeyer (MON) darão início a uma série informativa de posts e quiz sobre a Semana de Arte Moderna, que completa 100 anos.

O evento, realizado em São Paulo em fevereiro de 1922 por um grupo de intelectuais, tinha o objetivo de mostrar e promover uma arte livre, sem paradigmas, e tornou-se marco da arte moderna no Brasil.

Os artistas que participaram da Semana de Arte Moderna e que têm obras no acervo do MON são: Anita Malfatti, Di Cavalcanti e Vicente do Rego Monteiro.

Anita Malfatti (1889-1964)
Depois de entrar em contato com a arte moderna em seus estudos na Alemanha e nos Estados Unidos, Anita Malfatti produziu uma série de pinturas especialmente influenciada pelo Expressionismo. Suas obras, no entanto, foram qualificadas como “coisas dantescas” por seu tio, que até então a patrocinava. Pouco depois, a própria pintora foi considerada uma artista equivocada em ferina crítica publicada por Monteiro Lobato. Apesar disso, Anita foi acolhida com entusiasmo pelos modernistas, sendo uma das artistas que mais tiveram espaço na exposição da Semana de Arte Moderna de 1922.
O MON possui em seu acervo uma pintura de Anita intitulada “Caminho da Vila”, na qual a artista mostra, com sua usual e reduzida paleta, como ela via aquela paisagem composta de uma estrada que conduz ao interior de uma vila rural.

Di Cavalcanti (1897-1976)
Di Cavalcanti, reconhecido pintor de temas que abordam a cultura e a sociedade brasileiras, começou como chargista e ilustrador de revistas. Foi um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna de 1922 e quem ilustrou a capa do programa e do catálogo da exposição que foi realizada no hall do Teatro Municipal. O próprio Di participou dessa mostra expondo 11 telas. Depois de 1922, ele passou um tempo em Paris, de onde retornou bastante influenciado pelo Cubismo, que passou a ser refletido nas suas obras, sempre ligadas, contudo, à realidade brasileira.
O MON possui em seu acervo a aquarela “Mulher com Flores e Cachorro”, onde se vê a figura volumosa da mulher morena tantas vezes representada em suas obras.

Vicente do Rego Monteiro (1899-1970)
Seis anos após retornar de Paris, onde havia feito seus estudos de arte, Vicente do Rego Monteiro realizou uma exposição em São Paulo inspirada na arte indígena e que foi considerada “futurista” pela crítica, o que não significava, então, algo lisonjeiro. O artista acabou se aproximando dos modernistas e, em 1922, antes de retornar a Paris, deixou oito pinturas, entre óleos e aquarelas, para serem expostas na Semana de Arte Moderna.
O MON possui em seu acervo uma pintura de Vicente do Rego Monteiro intitulada “Meditação”, na qual se vê o característico traço do artista, que transmite volume e textura aveludada à figura.
Exposições realizadas
O MON também já realizou exposições sobre alguns dos artistas que participaram da Semana de Arte de 1922. São eles: Anita Malfatti, Di Cavalcanti e John Graz. Saiba mais sobre as mostras:

Anita Malfatti
Em 2011, o MON promoveu a exposição “Anita Malfatti”, que contou com 93 obras da artista, de diferentes épocas. Nessa exposição, o público pôde observar as primeiras obras com ímpetos modernos, marcadas pelo tom expressionista e, também, obras produzidas no final de sua vida, pinturas bucólicas e que beiravam o primitivismo. Compreende-se o percurso de Anita, presente na exposição, pelas palavras da própria artista: “Procurei todas as técnicas e voltei à simplicidade, diretamente, não sou mais moderna nem antiga, mas escrevo e pinto o que me encanta”.

Di Cavalcanti
Em 2012, o MON realizou a exposição de 74 obras de Di Cavalcanti intitulada “Di Cavalcanti, Brasil e Modernismo”, uma das maiores exposições até então realizadas sobre o artista. O público pôde entrar em contato com obras inéditas do artista e com outras já consagradas, como “Cinco Moças de Guaratinguetá”.

John Graz (1891-1980)
John Graz, artista suíço radicado no Brasil e considerado um dos introdutores do estilo art déco no país, participou com sete obras na exposição da Semana de Arte Moderna de 1922. Além de pintor, Graz conquistou reconhecimento como arquiteto de interiores e designer de móveis. Em 2010, o MON apresentou a exposição “John Graz”, que mostrava desenhos, pinturas, esculturas e móveis criados por ele, num total de 108 peças que testemunhavam sua versatilidade.

Modernismo
Em 2016, o MON recebeu a exposição “Arte Moderna na Coleção da Fundação Edson Queiroz”. Foram expostas 76 obras produzidas entre as décadas de 1920 e 1960 por diversos artistas modernistas que vieram na esteira dos acontecimentos da Semana de Arte Moderna de 1922. A exposição contou com obras de Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Victor Brecheret e Vicente do Rego Monteiro, artistas que participaram da exposição de arte daquela semana.
O catálogo da exposição “Arte Moderna na Coleção da Fundação Edson Queiroz” está à venda na loja do MON, assim como outros de exposições vinculadas ao modernismo, como “Anita Malfatti”, “John Graz”, “Di Cavalcanti - Brasil e Modernismo”, “Luiz Sacilotto” e “Abraham Palatnik”.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço
Museu Oscar Niemeyer (MON)
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@museuoscarniemeyer