Curitiba celebra 115 anos da imigração japonesa com exposição de Kazuo Wakabayashi

Curitiba celebra 115 anos da imigração japonesa com exposição de Kazuo Wakabayashi

Como parte das comemorações em homenagem ao 115º aniversário da imigração japonesa em Curitiba, começa a exposição do renomado artista visual Kazuo Wakabayashi, promovida pela Galeria de Arte Artestil. A exposição segue até 29 de julho, oferecendo aos visitantes uma oportunidade única de apreciar o talento e a visão criativa de Wakabayashi. A entrada é franca.

A coleção em exibição é composta por 19 obras exclusivas do acervo da família do artista, que abrangem várias fases da carreira de Kazuo Wakabayashi. Essas obras ilustram a evolução artística do artista ao longo do tempo. Os visitantes terão a chance de explorar a série monocromática criada pelo artista no Brasil durante a década de 1960, que retrata as formações geológicas da paisagem brasileira. Além disso, a exposição apresentará pinturas que fazem referência à cultura japonesa tradicional da década de 1970, incluindo símbolos como a bandeira do Japão, o teatro Kabuki e a arte do origami, especificamente o orizuru ou tsuru.

Uma infância marcada pela violência da guerra

Nascido em Kobe, no Japão, em 1931, Kazuo Wakabayashi viveu uma infância turbulenta, marcada pelas atrocidades da guerra. Aos 11 anos, após a morte de seu pai, ele assumiu a responsabilidade de sustentar sua família. Foi durante esse período tumultuado que ele encontrou refúgio na arte, acreditando que essa seria sua resposta à barbárie e uma forma de promover a paz.

A exposição de Kazuo Wakabayashi oferece uma oportunidade única para os visitantes mergulharem na jornada artística e na narrativa emocional do artista. Suas primeiras pinturas refletem os sentimentos decorrentes da guerra, caracterizadas por tons mais escuros. No entanto, ao chegar ao Brasil, sua paleta de cores se expandiu, capturando a alegria de viver e a liberdade que encontrou no país.

Além disso, as obras de Wakabayashi demonstram sua habilidade em experimentar novas abordagens e técnicas ao longo dos anos. Composições com texturas e relevos enfatizam tanto a natureza quanto as representações humanas, enquanto suas pinturas abstratas variam entre a informalidade completa e formas mais evidentes. Nas últimas décadas, o artista explorou uma fusão das culturas oriental e ocidental, incorporando formas geométricas e referências ao teatro Kabuki.

Serviço:
Exposição Kazuo Wakabayashi
Artestil Galeria de Arte
Alameda Carlos de Carvalho, 1663
Horários: de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30 e aos sábados, das 9h30 às 13h30

Da Terra Feira Vegana: Celebrando o Sabor e o Bem-Estar

Imperdível para todos os amantes da vida saudável, consciente e vegana.

Por Emanuelle Spack

Imersa em um oásis de possibilidades, Da Terra Feira Vegana celebra um estilo de vida sustentável, abraçando a essência do veganismo e presenteando os visitantes com uma experiência culinária inigualável. É possível explorar estandes repletos de tesouros gastronômicos saudáveis, onde a diversidade se manifesta em cada prato, em cada item, além de uma infinidade de outros produtos veganos. Marque na sua agenda: nos dias 24 e 25 de junho, das 09h:00 às 18h:00, você é convidado a visitar a Vila Ida, um espaço acolhedor, coração pulsante do Centro de Curitiba, coberta, arejada e pet friendly, para explorar essa feira magnífica, com entrada franca para todos.
É possível encontrar muita diversidade como geleias e antepastos feito com produtos frescos, brotos para dar sabor aos pratos do dia a dia e doces deliciosos que desafiam qualquer estereótipo sobre a comida vegana. “Além da gastronomia, a feira atende outros setores de venda e é um espaço para aprender e compartilhar conhecimentos”, explica a empreendedora Gabriela Feola ressaltando a importância das pessoas se conectarem e se inspirarem mutuamente para criar um mundo melhor para todos.
A atmosfera vibrante da feira é contagiante. Kerolen Martins, uma das organizadoras, destaca que a comida vegana não é apenas saudável, mas também repleta de sabores surpreendentes. Na diversidade de mercadorias é possível encontrar nesta edição produtos como óleos essenciais, café e alimentos árabes, conservas e antepastos, assim como produtos de sex shop, velas, decoração e eco-friendly. “A feira vegana é muito mais do que um simples evento. Ela representa um movimento em direção a um mundo mais compassivo e ecologicamente consciente. É um lembrete de que cada escolha que fazemos tem o poder de criar um impacto positivo, tanto em nossa saúde quanto no meio ambiente”, complementa Kerolen.
Independentemente de você ser vegano ou apenas curioso sobre esse estilo de vida, essa feira é uma oportunidade fantástica para expandir seus horizontes sobre o universo vegano e sua consciência para um mundo mais sustentável e compassivo.

Serviço:
5ª Edição - Da Terra Feira Vegana
Local: Vila Ida Curitiba
Endereço: Al. Dr. Muricy, 1089 – Centro – Curitiba/PR CEP: 80020-040
Entrada: Franca
Data: 24 e 25 de junho – Sábado e Domingo.
Horário: das 09h:00 às 18h:00

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#vegano #vegana #feiravegana #veganismo #daterrafeiravegana #ecofriendly #eco-friendly #empreendedorismo #sustentabilidade

Artestil apresenta a exposição de Kazuo Wakabayashi

São ao todo 19 obras que mostram as diversas fases do artista japonês que teve a infância marcada pela guerra

A Artestil Galeria de Arte terá a abertura da exposição de Kazuo Wakabayashi, renomado artista visual, no próximo sábado, dia 24 de junho. A exposição apresentará uma coleção exclusiva de 19 obras, pertencentes ao acervo da família do artista, proporcionando aos visitantes uma oportunidade única de apreciar o talento e a visão criativa de Wakabayashi.

As obras selecionadas para a exposição abrangem diferentes períodos da carreira de Kazuo Wakabayashi, revelando a sua evolução artística ao longo do tempo. Os visitantes terão a oportunidade de explorar séries monocromáticas, criadas pelo artista no Brasil na década de 1960, que capturam formações geológicas brasileiras. Além disso, serão exibidas pinturas que apresentam referências da cultura japonesa tradicional da década de 1970, como os símbolos da bandeira do Japão, o teatro Kabuki e a arte do origami orizuru ou tsuru.

Infância marcada pela violência da guerra

Nascido em Kobe, no Japão, em 1931, Kazuo Wakabayashi viveu uma infância marcada pela turbulência da guerra. Aos 11 anos, após a morte de seu pai, assumiu a responsabilidade pela família. Foi durante esse período conturbado que ele encontrou refúgio na arte, acreditando que essa seria a sua resposta à barbárie e uma forma de promover a paz.

A exposição de Kazuo Wakabayashi é uma oportunidade única para os visitantes mergulharem na jornada artística e na narrativa emocional do artista. Suas primeiras pinturas refletem os sentimentos decorrentes da guerra, com tons mais sombrios, mas à medida que chegou ao Brasil, sua paleta de cores se expandiu, capturando a alegria de viver e a liberdade que encontrou no país.

Além disso, as obras de Wakabayashi demonstram sua habilidade em experimentar novas propostas e técnicas ao longo dos anos. Composições em texturas e relevos destacam a natureza e representações humanas, enquanto suas pinturas abstratas variam entre a informalidade plena e a participação mais evidente das formas. Nas últimas décadas, o artista explorou uma fusão da cultura oriental e ocidental, destacando formas geométricas e referências ao teatro Kabuki.

Comandada por Liliana Cabral, a Artestil Galeria de Arte tem mais de quatro décadas de atividade e representa grandes nomes da arte brasileira, como Juarez Machado, Fernando Velloso e, agora, Kazuo Wakabayashi. A galeria é aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30, e aos sábados, das 9h30 às 13h30.

Serviço:
Exposição Kazuo Wakabayashi
Artestil Galeria de Arte
Alameda Carlos de Carvalho, 1663
Horários: de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30 e aos sábados, das 9h30 às 13h30

Em nova edição da exposição de arte africana, MON promove diálogo com artistas contemporâneos

A exposição “África, Expressões Artísticas de um Continente”, realizada pelo Museu Oscar Niemeyer (MON) com obras de seu acervo, ganha uma segunda edição: “África: Diálogos com o Contemporâneo”, que será inaugurada em 24 de junho, na Sala 4. A curadoria é de Paula Braga e Renato Araújo da Silva.

A mostra é um recorte da grandiosa doação feita pela Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY) ao MON, em 2021, com aproximadamente 1.700 obras de uma das mais importantes e significativas coleções de objetos de arte africana do século 20.

“Agora a exposição se renova com a proposta de estabelecer um instigante diálogo com obras de artistas contemporâneos”, explica a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika. Comprovando a força dessa interlocução, Fernando Velázquez, Paulo Nenflídio, Rosana Paulino, Arjan Martins, Julio Vilani e Paulo Nimer Pjota têm alguns de seus trabalhos ao lado do conjunto de obras que pertencem ao acervo do MON.

Se, ao longo da história, artistas como Picasso, Matisse e Braque se inspiraram esteticamente naquele continente para recriar conceitos artísticos ocidentais, tal influência se mantém e se renova.

“Hoje falamos de artistas que investigam a inteligência artificial, por exemplo, e nos trazem aqui obras produzidas por um algoritmo, a partir da análise de múltiplas imagens de arte africana”, afirma Juliana. “Ou da tecnologia eletrônica que nos permite participar dos sons da floresta emitidos pela interessante comunicação entre os circuitos digitais de esculturas.”

Um museu existe a partir do seu acervo, mas é da interação entre o público e suas obras que são disseminados cultura e conhecimento. “Temos certeza de que a grandiosa coleção de arte africana será sempre fonte de experiências instigantes e engrandecedoras”, diz a diretora-presidente.

“A exposição, que é um marco para o MON e para todo o Estado do Paraná, ganha novas nuances. Um museu vivo e pulsante precisa promover esse diálogo entre o passado e o presente para instigar e oferecer sempre algo novo ao público”, afirma a secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira.

Diálogos com o contemporâneo
Segundo o curador da exposição “África, Expressões Artísticas de um Continente”, Renato Araújo da Silva, as obras doadas ao MON em 2021 foram adquiridas ao longo de mais de 50 anos pelo casal Ivani e Jorge Yunes, detentores de uma das maiores coleções de arte do Brasil.

“Considerando que a cultura brasileira tem ancestrais africanos tanto do lado que veio da Europa quanto do lado que veio diretamente da África, a exposição ‘África: Diálogos com o Contemporâneo’ coloca em contato as peças da coleção de arte africana do MON – doação da Coleção Ivani e Jorge Yunes – com obras produzidas por seis artistas brasileiros que evidenciam o cerne miscigenado da cultura ocidental”, explicam os curadores.

Por negação ou clara aderência, a cultura africana embasa a produção artística europeia. “Na mescla proposta de peças africanas e obras brasileiras contemporâneas, evidencia-se o cerne miscigenado da cultura ocidental e a indiscutível presença da África na arte, na espiritualidade e nos esforços contemporâneos de estabelecimento de uma relação mais saudável entre os povos e com a Terra”, dizem Paula Braga e Renato Araújo.

Curadoria
Paula Braga é professora de Estética e Filosofia da Arte na UFABC. Pesquisando sobre arte, filosofia e psicanálise, publicou “Arte Contemporânea: Modos de Usar” (Ed. Elefante, 2021) e “Hélio Oiticica: Singularidade, Multiplicidade” (Ed. Perspectiva, 2013). Organizou a coletânea “Fios Soltos: A Arte de Hélio Oiticica” (Ed. Perspectiva, 2008) e publica em catálogos e revistas de arte.

Renato Araújo da Silva é historiador em Filosofia pela Universidade de São Paulo, professor colaborador da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP) e autor, entre outros trabalhos publicados, do livro “Outra África: Trabalho e Religiosidade (2020)”; “Arte Afro-Brasileira: Altos e Baixos de um Conceito” (Ed. Ferreavox, 2016). Curador e pesquisador, atuou no Museu Afro e realizou outras exposições em museus, como o de Arte Sacra de São Paulo e o Museu de Diversidade Religiosa de Olímpia (SP).

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço
“África, Expressões Artísticas de um Continente: Diálogos com o Contemporâneo”
Sala 4
A partir de 24/6

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
www.museuoscarniemeyer.org.br

Visita guiada com Mazé Mendes na mostra “Recortes de um Lugar” na Artestil

A artista visual Mazé Mendes fará uma visita guiada à exposição "Recortes de um Lugar", nesta quinta-feira, dia 15/6, às 15 horas, na Artestil Galeria de Arte, no Batel, em Curitiba. A artista irá conduzir os presentes no circuito expositivo e falará sobre a sua produção artística mais recente que resultou na mostra.

A mostra, com curadoria de Rosemeire Odahara, traz 60 obras, entre óleos sobre tela e fotografias da cidade, todas produzidas a partir de 2019. Entre agosto e novembro de 2022, “Recortes de um lugar” esteve em exposição no Museu Oscar Niemeyer e marcou os 40 anos de carreira da artista.

Nascida em Laranjeiras do Sul e criada em Palmas, Maria José de Oliveira Mendes mudou-se para Curitiba nos anos 1970, onde iniciou seus estudos na Faculdade de Belas Artes do Paraná. Mazé desfruta de grande prestígio nas artes, tendo participado de mais de oitenta exposições coletivas e vinte individuais no Brasil e no exterior.

A mostra, que ganhou um livro, segue em cartaz até o dia 17 de junho, na Artestil Galeria de Arte. Os participantes da visita guiada ganharão o livro gratuitamente.

Visita guiada “Recortes de um Lugar” 
Artestil Galeria de Arte
Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1663
Data: quinta-feira, dia 15 de junho
Horário: 15 horas
Período expositivo: até 17 de junho
De segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30, e sábado, das 9h30 às 13h30.

Priscila Mileke assina ambiente da CASACOR Paraná com móveis Sierra no Hotel NH Curitiba The Five

Em época de CASACOR, toda a cidade se inspira. Em Curitiba, o ambiente externo do Hotel NH The Five é um dos espaços transformados para celebrar o período do ano em que a arquitetura e a decoração são discutidas e valorizadas. Através do trabalho da designer de interiores Priscila Mileke, da Primacia Projetos, o espaço de 25 m2 ganhou um clima acolhedor, de acordo com o tema do ano: Casa e Morada. O ambiente é um dos teasers do evento espalhados por Curitiba.

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Lounge externo do NH Hotel é um dos ambientes da CASACOR. As mesas de centro e poltrona Hexagon, da Sierra Curitiba, dão um toque contemporâneo e elegante ao espaço. Foto: Divulgação

A escolha da profissional foi por móveis Sierra Curitiba em tons de cinza, para dar um ar contemporâneo e elegante. A poltrona Hexagon, com estrutura de alumínio e corda 9mm trançada, compõe o ambiente com as mesas de centro da mesma paleta e espessura das cordas, com tampo em porcelanato Branco Carrara. "É um ambiente que busca proporcionar ao hóspede momentos de relaxamento com estilo em uma poltrona exclusiva e com peças que são destaque em design", diz Priscila.

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Espaço de 25 m2 foi transformado por Priscila Mileke, da Primacia Projetos. Foto: Divulgação

Complementa o ambiente ombrelone para a proteção de chuva e sol, indispensável para ambientes externos, e um cubo projetado pela Primacia Projetos, usando o mesmo porcelanato Carrara das mesas de centro. Dentro foi instalada uma lareira ecológica em inox, uma solução prática e eficiente para momentos de relaxamento dos visitantes.

A CASACOR Paraná 2023 reúne 39 ambientes no Complexo AQUA, na Rua Álvaro Alvim, 91, Seminário, e segue até 23 de julho. Os teasers espalhados pela cidade se encontram no Hotel NH The Five e Pátio Batel.

Serviço
Sierra Curitiba. Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1.941, Batel. Contato: (41) 3343-1887
NH Hotel Curitiba The Five. R. Nunes Machado, 68, Centro.
Primacia Projetos. Contato: (41) 9 9711-3000 e contato@primaciaprojetos.com.br

Galeria Zilda Fraletti reúne Volpi, Palatnik, Sacilotto e Soto em exposição no mês de junho.

Aberta ao público, a exposição Cinéticos traz obras de alguns dos maiores representantes do movimento que ganhou o mundo na década de 1950

A Galeria Zilda Fraletti vai inaugurar, no dia 03 de junho, em evento para convidados, a exposição Cinéticos que apresenta uma série obras assinadas pelos artistas plásticos Alfredo Volpi, Abraham Palatnik, Luiz Sacilotto e Jesús Rafael Soto.

Segundo a galerista Zilda Fraletti, a arte cinética é uma forma de arte contemporânea, proveniente da abstração, que aborda justaposições, contrastes, princípios de simetria e espelhamento. “De forma geral, o cinetismo rompe com a condição estática da pintura, apresentando a obra como um objeto móvel”, explica.

A exposição reunirá obras inconfundíveis de Volpi, pintor ítalo-brasileiro, e de Palatnik, misto de artista e inventor que promoveu a fusão entre luz, cores e movimentos e marcou seu nome na história da arte mundial.

De acordo com Carlos Cavet, sócio da Galeria Zilda Fraletti, assim como Volpi, que mescla seu vocabulário geométrico com efeitos cinéticos e óticos, as obras de Soto, ícone da arte cinética, tratam sobre temporalidade e intensidade de forma visionária e incomum. “Este é um ano especial para os apreciadores do trabalho do artista venezuelano. 2023 marca a comemoração de seu centenário de nascimento, oportunidade em que temos de admirar obras que trazem a repetição de elementos formais aliada ao conceito de vibração”, explica.

A galerista salienta que a exposição promete agitar a cidade com esse recorte que integra arte e tecnologia. “Foi uma honra trabalhar na curadoria desta agenda que reúne expoentes dessa modalidade de arte que ganhou o mundo desde seu surgimento, na década de 1950”, acrescenta, Zilda.

Sobre os artistas

Alfredo Volpi
Alfredo Volpi (1896-1988) é um dos artistas mais consagrados do país, com obras em diferentes museus e galerias. Temas ligados à cultura popular, como figuras e festas religiosas ou fatos cotidianos eram comuns em suas primeiras produções. Na década de 1930, Volpi uniu-se ao Grupo Santa Helena, importante referência do meio artístico paulistano. Entre as décadas de 1940 e 1950, direcionou seu trabalho para a simplicidade formal que marca seu estilo, abandonando a perspectiva acadêmica e a representação rígida do espaço tridimensional. São dessa época suas fachadas, das quais em seguida derivam suas bandeiras e mastros. A ampla paleta de cores que o artista obtém trabalhando artesanalmente com a tinta têmpera também é uma característica inconfundível de seu estilo.

Abraham Palatnik
Abraham Palatnik (1928-2020) foi um artista plástico brasileiro, pioneiro em arte cinética no Brasil, com obras que contêm instalações elétricas que criam movimentos e jogos de luzes. De família judia de origem russa, estudou pintura, desenho, história e filosofia da arte na mesma época em que fazia um curso de motores a explosão na antiga Palestina, atual Israel. De volta ao Brasil, em 1948, integrou o primeiro núcleo de artistas abstratos do Rio de Janeiro. No ano seguinte, iniciou suas pesquisas no campo da luz e do movimento, responsáveis por seu reconhecimento como um dos pioneiros da arte cinética, após a menção especial do júri internacional, na I Bienal Internacional de São Paulo, em 1951.

Luiz Sacilotto
Em suas primeiras obras, durante a década de 1940, Luiz Sacilotto (1924-2003) revelou uma forte influência do Avant-Garde europeu. Seus primeiros retratos, naturezas mortas e paisagens, exibem características do impressionismo, com fortes pinceladas e jogos com luz e cores. Um dos mais significativos expoentes da geração concretista brasileira, Sacilotto dedicou-se às pesquisas com abstração e exploração dos elementos visuais puros – linha, cor e forma. Ordena racionalmente os elementos na tela por meio de justaposições, contrastes, repetição de padrões matemáticos, paralelismo, cortes diagonais e princípios de simetria como inversão e espelhamento. Como resultado, surgem efeitos de profundidade, sensações visuais de movimento e pulsação.

Jesús Rafael Soto
Considerado um dos precursores da arte cinética, Jesús Rafael Soto (1923-2005) foi um artista plástico venezuelano cujo trabalho teve como foco a relação da obra com o movimento. Curioso, experimental e habilidoso, ele produziu peças que pareciam ter vida própria e que instigavam pela mobilidade, dinâmica e vibração. Fez isso de forma sublime e perspicaz, relacionando o movimento com o tempo e, assim, trabalhou com cores, formas e sobreposições. Juntos, esses elementos em suas obras geravam efeitos ópticos em seus observadores. Logo, essas peças pareciam dançar para seus espectadores que, em muitos momentos, ficavam hipnotizados com os efeitos e a beleza de seu trabalho, o que comprova o brilhantismo do artista.

Cinéticos acontece em parceria com a Almeida & Dale Galeria de Arte. Essa é a segunda parceria entre as galerias de Curitiba e São Paulo. A primeira, em 2022, trouxe à capital paranaense obras da celebrada artista plástica Tomie Ohtake.

Saiba mais sobre a Galeria Zilda Fraletti em www.zildafraletti.com.br
Acompanhe as novidades no Instagram em @galeriazildafraletti.

SERVIÇO:

Local: Galeria Zilda Fraletti | Avenida do Batel, 1750, lojas 07, 08, 10 e 12 – Batel

Data de abertura: sábado, 03 de junho, das 11h às 14h;

Horário de visitação: de segunda a sexta, das 09h30 às 18h30 e, aos sábados, das 10h às 14h;
Ingressos: Entrada franca

CASACOR Paraná: Givago Ferentz marca evento com cores e sensações

O ambiente projetado pelo escritório de arquitetura, alinhado ao tema da edição, traz diferentes cores representando diferentes corpos

Os apaixonados por novidades no mundo da arquitetura já podem se programar: dia 4 de junho começa a CASACOR Paraná 2023. Com o tema “Corpo e Moradia”, 29ª edição aborda o conceito de criar espaços e legados a partir do ser e viver. Em 2023, o evento de abertura volta a ser assinado pelo escritório Givago Ferentz, que vai utilizar das cores como marca para edição.

O escritório é referência em arquitetura no segmento gastronômico e de entretenimento no Brasil, e já possui as cores como uma das características de seus projetos. “As cores são elementos presentes em nossa vida de diversas formas, aparecendo nas roupas, nos ambientes, na alimentação, e em tantas outras coisas”, como assina o projeto.

Como as cores, existem também diferentes corpos. Vivências, alegrias, dores, experiências diversas, que variam de pessoa para pessoa. Assim, a plataforma do Givago para a CASACOR, traz diversas cores. No espaço, o usuário encontra 10 ambientes instagramáveis em comemoração aos 10 anos de história do escritório. Entre eles, o espaço lúdico e estrutura 360°. Assim, a experiência visual remete à alegria e criatividade, agregando sensações à mente e a alma, a primeira morada do ser humano.

A amostra de decoração está com os ingressos à venda através do site. Os valores são R$86,00 a inteira e R$43,00 a meia entrada. O evento será realizado na sede da CASACOR Paraná, na Rua Álvaro Alvim, número 91, bairro Seminário.

Serviço

CASACOR Paraná

29ª edição

Data: 04 de junho a 23 de julho de 2023

Endereço: Rua Álvaro Alvim, 91, eixo Batel/Seminário/Ecoville – Curitiba, Paraná.

Horário: de terça a sábado, das 15h às 21h;

Instagram: @casacorpr

Givago Ferentz

Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1286 - Batel, Curitiba.

Contato: 41 99917-2600

Instagram: @givagoferentzarquitetos

Foto: Calazans/Agência Vulgata

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA INSTALAÇÃO GALÁXIAS DE CLEVERSON OLIVEIRA

A obra propõe uma experiência multissensorial com efeitos de luz e som

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 6 de junho a 30 de julho, a instalação Galáxias, do artista paranaense Cleverson Oliveira. Com entrada franca, a obra propõe aos visitantes uma experiência multissensorial com efeitos de luz e som.
O projeto consiste em uma instalação site-specific, ou seja, em uma obra criada direto no espaço expositivo e destruído ao final dela, em que as paredes da sala de exposição e outros elementos ali existentes transformam-se em um grande desenho ambiental.

O artista oferecerá ainda visitas guiadas, uma oficina em datas, e organizará uma conversa com a artista, professora e ex-diretora do Museu Oscar Niemeyer, Estela Sandrini. As datas serão divulgadas no site e no Instagram da CAIXA Cultural Curitiba.

Ambiente Multissensorial:
Pintadas de preto, as paredes do espaço compõem o fundo para os desenhos executados com tinta acrílica e giz branco. A iluminação é composta por pequenos pontos de luz no chão e nas paredes. Áudios mixados pelo artista junto aos desenhos completam a ambientação sonora, criando uma experiência multissensorial. Para tanto, o espectador é convidado a deitar-se em colchonetes no chão da sala de exposição.

Com suas galáxias geométricas, Cleverson Oliveira cria imagens e, por meio delas, transporta os espectadores não para uma representação gráfica das imagens vistas em telescópios, mas para um lugar analítico da relação entre o desenho e o espaço. De acordo com o curador da instalação, Jhon Voese, “existe uma relação prática entre o espaço e o desenho”. “Como humanidade, passamos a conhecer as coisas do mundo com desenhos. Eles são uma forma primordial de comunicação e, portanto, de produção de conhecimento. O próprio termo ‘imaginação’, por ser criação de ‘imagens’, indica isso”, explica.

(Imagem de divulgação)
Sobre o artista:
Cleverson Oliveira nasceu em Curitiba (PR), em 1972, e formou-se na Escola de Música e Belas Artes do Paraná em 1994. Em 1996, foi para Nova York, nos Estados Unidos, para estudar História da Arte na New York University, e lá morou até 2008. O artista já expôs em Nova York, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Seoul e Doha. Atualmente, vive e trabalha em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba.

Cleverson atua em campos multidisciplinares usando uma linguagem visual que explora os limites da imagem permeando a experiência do cinema até o desenho. Da produção mais recente, destacam-se os trabalhos de desenho em papel e tela. Usando a simplicidade de materiais como pó de grafite, lápis e marcador permanente, o artista cria um processo de construção de imagem singular.

SERVIÇO

Exposição: Galáxias – de Cleverson Oliveira
Local: Galeria Mezanino, da CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro - Curitiba (PR)
Abertura: 6 de junho de 2023, às 19h
Visitação: de 9 de junho a 30 de julho de 2023
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às
19h
Entrada franca
Classificação indicativa: livre
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 4501-8309/ 8722 Site CAIXA Cultural

MON divulga oficinas e mediações educativas do mês de junho

O mês de junho será repleto de atividades educativas gratuitas no Museu Oscar Niemeyer (MON), como oficinas artísticas e mediações.

O calendário terá início no dia 7/6, com uma oficina em que o público poderá experimentar as diversas possibilidades de criação com um único material: o carvão. A atividade acontecerá em duas sessões: 13h30 e 15h30.

Em 14/6, às 14h, os visitantes serão convidados para uma mediação na mostra “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”. Em cartaz na Sala 5 do MON, a exposição está em sua terceira edição, que tem como tema “Colonialismo”.

Uma oficina artística de guache e nanquim acontecerá em 21/6. A atividade será inspirada nas gravuras água-tinta de Poty Lazzarotto. Nela, os participantes vão simular o processo do artista com uma técnica experimental. A atividade ocorrerá em dois períodos: 13h30 e 14h.

Por fim, em 28/6, às 15h, será a vez de uma visita mediada pela exposição “África, Expressões Artísticas de um Continente”. Assim como a mostra asiática, essa exibição reúne peças de valor histórico e artístico imensurável, que compõem a coleção permanente do MON.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Programação MON Educativo de junho

Oficinas
“Laboratório de Experiências: Carvão”
7 de junho
Sessão 1: 13h30 às 15h / Sessão 2: 15h30 às 17h
Espaço de Oficinas

“Guache Lavado”
21 de junho
Sessão 1: 13h30 às 15h / Sessão 2: 15h30 às 17h
Espaço de Oficinas

Mediações
“Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”
14 de junho
15h
Sala 5

“África, Expressões Artísticas de um Continente”
28 de junho
15h
Sala 4

*As oficinas são recomendadas para maiores de 5 anos, mas a participação de um adulto é obrigatória durante as atividades. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila, sujeitas a lotação. Todas as atividades são gratuitas.

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Contagem regressiva para o início da 29ª edição da CASACOR Paraná

Evento que acontecerá de 04 de junho a 23 de julho, sob o tema Corpo & Morada, revela 39 ambientes

Curitiba, maio de 2023 – A CASACOR Paraná anuncia a 29ª edição de uma das principais mostras de arquitetura, design de interiores e paisagismo do Brasil. O evento, que este ano acontece sob o tema Corpo & Morada, no período de 04 de junho a 23 de julho, apresenta as macrotendências de comportamento que impactam o estilo de vida contemporâneo.
Segundo Marina Nessi, diretora do evento, esta edição será capaz de provar, novamente, a versatilidade do imóvel que abriga, pelo terceiro ano consecutivo, o endereço da CASACOR Paraná, um antigo centro poliesportivo localizado no eixo Batel/ Seminário/ Ecoville.

“Esse imóvel confirma a importância da ressignificação de edifícios patrimoniais, que abandonam suas funções originais e se preparam para adaptar-se a novas etapas e novas funções na vida econômica contemporânea de cidade. Cabe, ainda, ressaltar, que este endereço reúne inúmeras condições de voltar a surpreender nosso público com criatividade e originalidade, características que garantem sempre um espetáculo incomparável e inconfundível”, traduz a diretora.

Os 6.500m² do edifício AQUA estão sendo repaginados em 39 ambientes que prometem inovação e autenticidade. Nesta edição, a Mostra apresenta seleto time de arquitetos, designers e paisagistas que proporcionam um conjunto de ambientes vibrantes e emocionais. Além disso, CASACOR Paraná valida em 2023 mais espaços interativos que constituem endereços de compras e consumo no local. “Teremos ambientes únicos para estar, dormir, comer, trabalhar, além de livings, home offices e escritórios, até espaços híbridos e de uso flexível”, antecipa Marina.

Permanência e interação
De acordo com a diretora, o evento foi idealizado para ser acolhido pelo público como um local de permanência e interação. “Livraria, Resto-Bar, Wine House, Empório Orgânico, Cafeteria, Doceria, lojas de roupas, joias, aromas e eyeweare fazem parte do entretenimento oferecido pelo evento que se articula para entregar, cada vez mais, um número maior de experiências ao público que se dirigem à Mostra não apenas para admirar o trabalho do elenco e buscar inspirações”, explica. “Estamos vivendo o século do design, onde a forma, a função e a estética caminham juntas fazendo de CASACOR um momento de diálogo ímpar com o público visitante”, acrescenta.

Teasers
Em 2023, um teaser da CASACOR Paraná poderá ser conferido no Shopping Pátio Batel, onde o escritório Jayme Bernardo Arquitetos assinará um ambiente que marca a collab entre o evento e o shopping referência em luxo no sul do país. Ao longo do evento, o espaço será ativado como hot spot para ações de relacionamento com o mercado.

Outro endereço que trará um teaser da 29ª edição de CASACOR Paraná é o NH Curitiba The Five, hotel oficial que também apostou na criação de um espaço de conexão com o evento de arquitetura, design de interiores e paisagismo.

Em parceria com o Grupo RIC, a CASACOR Paraná terá uma arena multifuncional para produção de conteúdo e apresentação de podcasts, além de um lounge de comunicação que será oferecido aos profissionais do segmento como sala de imprensa.

Parcerias
Marina Nessi também ressalta que este ano a CASACOR Paraná terá parceria com a Prefeitura Municipal de Curitiba para colocar em prática a gestão dos resíduos gerados pelo evento, especialmente na fase de obras. No dia da abertura do evento ao público, a diretora recepcionará a Família Folhas, ícone lúdico de educação ambiental na capital paranaense.

A CASACOR Paraná tem patrocínio master DECA, tinta oficial CORAL, fornecedor oficial STM Empreendimentos, carro oficial AUDI, hotel oficial NH Curitiba The Five, Media Partner nacional VEJA e Media Partner local Grupo RIC.

Serviço:
29ª edição da CASACOR Paraná
Evento aberto ao público de 04 de junho a 23 de julho;
Endereço: Rua Álvaro Alvim, 91, eixo Batel / Seminário / Ecoville – Curitiba, Paraná
Horário: de terça a sábado, das 15h às 21h; sábados, das 13h às 21h; domingos, das 13h às 19h.
Venda de ingressos: Bilheteria no local e online: https://www.casacor.com
Valores ingressos: R$ 86,00 (inteira) e R$ 43,00 (meia entrada);
Assegure a compra de seu ingresso com 20% de desconto até 03/06/23 pelo link: https://appcasacor.com.br/events/parana-2023

Público com mais de 60 anos terá encontro especial no MON com a artista Leila Pugnaloni

A edição de junho do tradicional programa Arte para Maiores, realizado pelo Museu Oscar Niemeyer, terá como tema a exposição “Tela”, da artista Leila Pugnaloni.

Além de visita mediada e oficina artística, conduzidas pela própria artista, haverá uma videoconferência com o curador, Marco Antonio Teobaldo, que falará sobre o processo curatorial da mostra. Todas as atividades são gratuitas.

Os encontros presenciais, com visitas e oficinas, serão nos dias 6 e 13/6, das 14h às 17h. A videoconferência acontecerá no dia 20/6, das 14h às 15h30.

Para se inscrever, é necessário preencher o formulário online. As vagas são limitadas e não é necessário possuir conhecimento prévio em artes visuais. A participação é gratuita para pessoas com mais de 60 anos e outros grupos isentos de pagamento de ingresso no MON (confira aqui). Para os outros públicos, o ingresso do Museu deve ser pago para ter acesso à atividade.

O Arte para Maiores tem a missão de aproximar o público com mais de 60 anos do Museu Oscar Niemeyer. Em 2019, o programa conquistou um importante reconhecimento nacional na área de educação em museus – o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Em cartaz
A partir do dia 1º de junho, a exposição “Tela” poderá ser vista na Sala 7. No total são 131 obras, com curadoria de Marco Antonio Teobaldo. Uma profusão de cores e pinturas em grande escala divide espaço com delicados desenhos em nanquim, frutos de suas observações cotidianas, além de desenhos realizados in situ, o que personaliza a sala expositiva.

Sobre a artista
Leila Pugnaloni é pintora, escultora e desenhista. Iniciou seus estudos em arte em 1976, com o curso de História da Arte e Desenho no Atelier do Museu Alfredo Andersen, em Curitiba. Na mesma década, estudou na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage), no Rio de Janeiro. Foi aluna do curso de gravura em metal no The Art Students League of New York, em 1982. No ano seguinte, cursou Litografia e Gravura em Metal na Casa da Gravura do Solar do Barão, na Fundação Cultural de Curitiba. Ao longo de sua extensa carreira, a artista realizou mais de 20 exposições individuais e participou de mais de 40 mostras coletivas. Seu trabalho ilustra livros, jornais e revistas.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Encontro Arte para Maiores na exposição “Tela”, com a artista Leila Pugnaloni, e videoconferência com o curador da mostra.

Encontros:
Terça-feira, 6 de junho – das 14h às 17h.
Terça-feira, 13 de junho – das 14h às 17h.

Videoconferência:
Terça-feira, 20 de junho – das 14h às 15h30.

Link para inscrição: bit.ly/APMjunho2023

MON realiza restauro em obras de arte da área externa

Importantes obras do acervo do Museu Oscar Niemeyer (MON), expostas na área externa, irão passar por um processo de restauro, para garantir sua conservação. São elas: “Cadeira do Mestre”, de Sergius Erdelyi, e “Cones” (7 unidades), de Eduardo Frota.

“Os cuidados com as obras do Museu são um trabalho contínuo e de grande responsabilidade, que, embora não seja visto pelo público, é fundamental para a garantia de manutenção e longevidade da coleção”, explica a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

Maior museu de arte da América Latina, com 35 mil metros quadrados de área construída, o MON conta com aproximadamente 14 mil peças em sua coleção permanente. “O acervo é o coração de um museu, sua parte mais importante e vital, daí a imensa importância do trabalho de conservação”, comenta.

A escultura “Cadeira do Mestre”, com mais de 5 metros de altura, fica localizada no gramado, ao lado do acesso ao estacionamento dos fundos. A obra, feita de madeira Araucaria angustifolia, será submetida à restauração e proteção.

Os “Cones”, localizados no Vão-livre, ao lado do MON Café, receberão limpeza, tratamento de conservação e proteção. As esculturas são de madeira compensada recortada e têm aproximadamente 3 metros de circunferência.

O artista e restaurador Elvo Benito Damo será responsável pelo trabalho. Recentemente, ele concluiu obras semelhantes de manutenção realizadas pelo MON em quatro grandes obras do Pátio das Esculturas do Museu. São elas: “Mulher Reclinada”, de Erbo Stenzel; “Magrinhas”, de Francisco Stockinger; “Flor Mineral”, de Franz Weissmann, e “Forma no Espaço V”, de Oscar Niemeyer.

“Serpente” no espelho d’água
Outra novidade na área externa da instituição é a exposição da obra “Serpente”, do artista Francisco Brennand, no espelho d’água, embaixo do Olho do MON. De cerâmica vitrificada, a obra tem mais de 2 metros de altura e já passou por outros locais do Museu, como o jardim de inverno ao lado da Sala 6.

Além destas, outras obras de grande porte que podem ser vistas atualmente na área externa são: “Palmeira”, de Elizabeth Titton; “Manifesto Ecológico”, de Elvo Benito Damo; “Pássaro Rocca”, de Francisco Brennand, e “Não Pare de Olhar”, de Eliane Prolik.

Manutenção contínua
Com a finalidade de salvaguardar o acervo, além de trabalhos pontuais de restauração, há uma ação contínua de manutenção das obras do Museu, com rondas semanais. Uma análise minuciosa do estado físico das peças faz parte do monitoramento, que também confere itens diversos como temperatura, umidade e iluminação, entre outros.

Também é realizada a higienização frequente das obras, bem como de seus suportes e cúpulas. A checagem do funcionamento do ar-condicionado, que permanece ativo ininterruptamente, acontece diversas vezes ao dia, pelas equipes de segurança do Museu, que informam imediatamente o setor responsável por Acervo e Conservação caso constatem qualquer alteração.

Além do trabalho de conservação e restauro, o setor realiza atividades de catalogação, o que inclui acrescentar biografias, histórico e descritivo das obras do acervo.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Descubra a beleza e a fragilidade da Amazônia em uma exposição surpreendente de arte em vidro

A obra principal da mostra será uma instalação com centenas de peças, acompanhada de outras 10 esculturas

Post Stories Inauguração

Você já se imaginou mergulhando em um mundo de imaginação e criatividade sem fim feitas com o vidro? Esse é o universo que a designer Désirée Sessegolo vai expor no Museu Municipal de Curitiba – MuMA (Portão Cultural), entre os dias 09 de março e 28 de maio, na Exposição Amazônia. A instalação principal terá centenas de folhas em diversos formatos e cores e será exibida sobre carvão como forma de chamar a atenção para as queimadas na Floresta Amazônica.

Uma Obra Fragmentada

Na abertura da mostra, uma das obras será fragmentada e passará a existir apenas em meio digital em uma galeria de NFTs – Non-Fungible Token, que em português significa token não fungível, no Marketplace OpenSea. “Os fragmentos da obra quebrada serão retrabalhados na criação de uma nova obra para a substituir a primeira”, conta a designer que explora a infinita capacidade de transformação do vidro em analogia ao meio ambiente.

Com obras inovadoras e impressionantes pelos detalhes que cada peça revela, esta será a oportunidade perfeita para o visitante se conectar com a arte e a inovação de forma intensa e profunda. De acordo com a curadora Edilene Guzzoni, essa mostra tem o intuito de proporcionar ao visitante uma imersão na dimensão ética da liberdade de criação artística e poética de Désirée Sessegolo que, “com sua técnica única na beleza do vidro, lamenta pelo desmatamento da floresta, pelas queimadas, pelas invasões das terras, pelos assassinatos dos que a defendem, entrando em defesa das culturas e terras”, esclarece a curadora.

Em 15 anos dedicados à arte em vidro, as folhas em vidro celular de Désirée foram exibidas em forma de esculturas, instalações, vitrais e painéis em diversas partes do mundo (Brasil, Itália, Bulgária, Reino Unido). Agora com uma mostra individual e com obras inéditas, Amazôniaretorna para sua cidade natal como uma exposição única e diferenciada para surpreender e encantar a todos.

Acessibilidade

A mostra acontecerá em um espaço expositivo equipado para receber pessoas que possuem dificuldades de locomoção, terá etiquetas para a identificação das obras em braile e intérprete de libras. As pessoas com problemas de visão poderão ter contato com algumas obras e perceber suas formas e texturas através do tato.

Esta será a chance de se surpreender ao mergulhar nesse universo incrível que a arte em vidro oferece e experimentar a combinação única entre arte e tecnologia com o vidro celular. Em Amazônia, cada peça é moldada e transformada em uma obra de arte única refletindo a diversidade e a riqueza da floresta brasileira.

Sobre a artista:

      Désirée Sessegolo é designer e artista vidreira nascida em Curitiba. Seu trabalho é reconhecido pelo Museu Alfredo Andersen, Casa João Turin, Museo del Vidrio de Bogotá, International Biennale of Glass na Bulgária e The Venice Glass Week na Itália, entre as mais de 50 mostras que participou em 15 anos dedicados à arte do vidro.

A denominação “Vidro Celular”, técnica exclusiva da designer e artista visual, se define pelo seu processo de fusão, onde as partículas de vidro passam para o estado líquido, formando uma espécie de “caramelo” que e se movimenta naturalmente em busca de equilíbrio físico, originando texturas e espaços vazados com formas orgânicas.

Serviço

Exposição Amazônia

Local: Museu Municipal de Arte (MuMA) – Portão Cultural

Endereço: Av. República Argentina, 3430, Portão – Curitiba, Paraná – CEP: 80610-270.

Entrada: Franca

Inauguração: Quinta-feira, dia 09 de março às 19h00.

Data: de 09 de março a 28 de maio de 2023.

Dias e Horários: de terça a domingo das 10h00 às 19h00.

O MuMa não abre as segundas-feiras.

Mais Informação sobre o MuMa:

http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/espacos-culturais/museu-municipal-de-arte-muma-r-portao-cultural/

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Divulgação

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Museu Oscar Niemeyer realiza nova edição do “Uma Noite no MON”

As cores e suas diversas possibilidades de misturas serão exploradas na primeira edição de 2023 do programa “Uma Noite no MON”. A atividade ocorrerá no sábado, 27 de maio, das 18h30 às 22h, com vagas limitadas e destinadas ao público infantil de 7 a 10 anos.

As crianças devem, obrigatoriamente, estar acompanhadas de um adulto responsável, que participará junto de todas as atividades, em um ambiente de interação e conexão.

O roteiro temático “A Incrível Fábrica de Cores” convidará os inscritos para uma série de atividades lúdicas após o fechamento do Museu, que incluem brincadeiras, oficinas, visitas mediadas e um lanche. Os ingressos devem ser adquiridos pelo site.

No dia 20 de maio, a mesma edição será realizada gratuitamente para crianças de instituições de acolhimento. A atividade é uma parceria entre o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR) e o Museu Oscar Niemeyer (MON).

Uma Noite no MON
Em duas edições por ano, o projeto desenvolve ações no Museu no período noturno para crianças de 7 a 10 anos. Com um roteiro temático especial, a ação convida os inscritos a descobrirem o MON de uma forma diferente e participativa. Tem como objetivo criar experiências em arte e cultura aliando a ludicidade aos conceitos das mostras em cartaz. São planejadas ações ligadas às artes visuais, arquitetura e design, buscando a análise das obras e/ou artistas.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Uma Noite no MON – A Incrível Fábrica de Cores
27 de maio
Das 18h30 às 22h
Ingressos em: bit.ly/UmaNoiteNoMON2023

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br