Chocolate na avenida: em ação inédita para antecipar os sentimentos da Páscoa, Lacta invade Sapucaí com ovos de chocolate digitais pós desfile das campeãs

Marca da Mondelēz, responsável pela criação das parreiras na década de 80, lança campanha para antecipar a emoção da Páscoa e posicionar o chocolate como elo emocional e de conexão entre as pessoas

São Paulo, 20 de fevereiro de 2026 — Lacta, marca centenária da Mondelēz Brasil, assume o pioneirismo que já é sua tradição em uma das principais datas do calendário brasileiro: a Páscoa. Com uma série de ações inéditas que serão oficialmente iniciadas neste domingo (22), a marca assume o protagonismo da sazonalidade ao levar o espírito da Páscoa para o dia a dia das pessoas, antecipando o sentimento de celebração e união logo após o fim da maior festa do país.

Este ano, no dia seguinte ao tradicional desfile das Campeãs, a Sapucaí contará com uma atração surpresa: ovos de chocolates invadirão a TV aberta em ação inédita que conecta dois grandes movimentos culturais: o encerramento do carnaval e o início dos preparativos e dos sentimentos que envolvem as celebrações de Páscoa, momento com forte memória afetiva onde as famílias se reúnem para trocar chocolates e celebrar juntos.

Com uma estratégia que une presença física e ação emblemática de mídia nacional, Lacta reforça o chocolate como elo de conexão entre as pessoas e incentiva o público a não esperar a chegada de uma data especial para estar presente com aqueles que ama.

A campanha nacional terá seu marco inicial no domingo 22/02, com lançamento de um novo filme durante o intervalo do Fantástico, na TV Globo, momento de grande audiência, seguido de várias ações que reforçarão este conceito, trazendo o sentimento da Páscoa para as famílias brasileiras. A ação sinaliza que o período de conexão e reencontro já começou: acabou o Carnaval, já é Páscoa.

Onde houver uma parreira, há conexão

Para Lacta, a tradicional parreira que expõe os ovos de Páscoa nos mercados não é apenas um item de varejo, mas sim um símbolo emocional da data, que foi criado e perpetuado pela marca desde o início da década de 1980. "A parreira é o elemento que mais conecta o público diretamente à Páscoa. Assim que avista os ovos pendurados, o brasileiro já sabe que está no período que antecede a celebração e que ali existe uma nova oportunidade de conexão e momentos compartilhados com quem ama", afirma Ana Assis, diretora de Marketing de Lacta, Milka e Sazonais da Mondelēz Brasil.

Por isso, em uma ação de mídia para abertura da campanha, a marca levará parreiras de ovos digitais para a Sapucaí, no final de semana de fechamento do Carnaval. O início da campanha tem um plano 360 e, enquanto praças regionais recebem uma cobertura de mídia OOH (Out-of-Home) de alto impacto para espalhar os sentimentos da Páscoa, São Paulo ganhará uma experiência física exclusiva nas próximas semanas.

Ativações e experiências reforçam a Páscoa como momento de celebração e afeto

A partir do dia 04 de março, o Parque Villa-Lobos recebe uma estrutura monumental de 20 metros de comprimento, desenhada para ser uma verdadeira imersão no mundo Lacta e convidando o público a estar presente e reunido em uma experiência compartilhada antes mesmo antes do domingo de Páscoa. A ação ficará disponível para visitação durante seis semanas, de quarta-feira a domingo, das 10h às 19h. Projetada como um túnel imersivo, a instalação conta com espaços internos instagramáveis, pensados para que o público compartilhe esse momento com as pessoas amadas e interaja com espaços e ícones tradicionais da Páscoa com forte apelo imagético e emocional. "Vemos que o tradicional domingo de Páscoa, por si só, já não é suficiente para abraçar todo o desejo de celebrar. Há uma tendência crescente de consumidores que anseiam por prolongar esses momentos de presença e afeto, reunindo-se com pessoas queridas em diversas ocasiões que antecedem o grande dia. Assim, Lacta traz de forma inédita uma experiência imersiva e multisensorial que gera mais oportunidades de criar alegrias e conexões significativas ", reforça a diretora.

SOBRE A MONDELĒZ INTERNATIONAL

A Mondelēz International, Inc. (NASDAQ: MDLZ) tem como propósito “Empower People to Snack Right”, ou seja, empoderar os consumidores a escolherem snacks do jeito certo, em aproximadamente 150 países ao redor do mundo. Com receita líquida de cerca de US$ 38.5 bilhões em 2025, a empresa está liderando o futuro de snacks com marcas amadas, como Lacta, Bis, Oreo, Club Social, Sonho de Valsa, Tang, Trident, 7Days, entre outras. A Mondelēz International se orgulha por ter sido certificada, pela GPTW, como um dos Melhores Lugares para se trabalhar no Brasil em 2025 e por ser uma das Empresas Mais Atrativas para Estudantes. A companhia tem compromissos globais de sustentabilidade para impactar positivamente a comunidade em que atua.

Após vazamento, Cacau Show oficializa portfólio de Páscoa 2026 e antecipa pré-venda dos produtos

Após a circulação não oficial de materiais sobre sua campanha de Páscoa, a Cacau Show, maior rede de chocolates finos do mundo, decidiu oficializar o portfólio que chega às lojas em 2026. A pré-venda vai acontecer do dia 19 a 30 de janeiro, revelando os lançamentos que vão marcar a data mais importante do varejo de chocolates.

Serão oferecidos desde itens presenteáveis e acessíveis a produtos premium e colecionáveis, ampliando o alcance da marca em uma data marcada pela diversidade de escolhas. “A iniciativa aproveita o interesse gerado em torno da campanha para apresentar oficialmente os destaques da temporada e permitir que os consumidores comecem a escolher seus favoritos para a celebração”, explica Lilian Rodrigues, diretora de marketing da Cacau Show.

Destaques da Páscoa
A Cacau Show vai comercializar ovos licenciados e itens colecionáveis que unem chocolate, entretenimento e experiência. Para os fãs do universo DC, a marca lança o Ovo Gogos Batman (80 g), com miniaturas colecionáveis, por R$ 44,99 (R$ 39,99 para Cacau Lovers), e o Ovo Pelúcia Batman (170 g), por R$ 84,99 (R$ 79,99 para Cacau Lovers).

A estratégia de licenciamento, experiência e linhas autorais, por sua vez, contará com o Tablete com Pelúcia Chapéu Seletor Harry Potter (160 g), que traz a voz original do personagem e sai por R$ 169,99 (R$ 149,99 para Cacau Lovers); o Ovo Chaveiro One Piece (170 g), com pelúcia do Luffy, por R$ 74,99 (R$ 69,99 para Cacau Lovers); e as Esferas com Fone Sonic (140 g), que combinam chocolate ao leite e acessório tecnológico, por R$ 189,99 (R$ 179,99 para Cacau Lovers).

Portfólio Premium
Já na linha premium, o destaque da pré-venda será o Ovo Dreams Coco Caramelizado (400g), que conta com chocolate ao leite com recheio sabor de coco e coco caramelizado. O valor da unidade é de R$ 129,99 (Cacau Lovers R$ 119,99) e será vendido apenas pelo site (https://www.cacaushow.com.br/).

Sobre a Cacau Show Fundada em 1988, a Cacau Show tornou-se a maior rede de chocolates finos do mundo. Atualmente, conta com mais de 4.700 lojas nos principais shoppings, avenidas e ruas comerciais de todo o Brasil. Especialista em chocolates com diferentes intensidades de sabor, a Cacau Show está em constante inovação e oferece uma variedade de produtos para todos os gostos e momentos.

A CAÇA AOS OVOS DE PÁSCOA COMEÇA EM MARÇO NA GALERIES LAFAYETTE

Com receitas exclusivas produzidas para a loja de departamentos parisiense, fãs de chocolate irão se surpreender com a seleção de criações assinadas
por chefs prestigiados mundialmente, como Alain Ducasse, Jean-Paul Hévin, Pierre Hermé e Yann Couvreu
Na Galeries Lafayette, a Páscoa não se limita ao calendário: ela ocupa vitrines, pop-ups e a imaginação de alguns dos maiores nomes da confeitaria francesa e europeia. A tradicional loja de departamentos parisiense antecipa a celebração com uma curadoria de criações desenvolvidas especialmente para a ocasião por chefs consagrados.
A partir de março, a Lafayette Gourmet se transforma em cenário de uma verdadeira caça aos ovos — oficialmente celebrada em 5 de abril — onde esculturas comestíveis em forma de galinhas, pintinhos e coelhos dialogam com técnicas refinadas e matérias-primas de excelência. Mais do que doces, são objetos de desejo pensados para marcar a temporada.
A seleção reúne tanto chefs estrelados quanto casas históricas da confeitaria francesa. Ladurée, L’Éclair de Génie, Pierre Marcolini, Philippe Conticini, Louis Fouquet e Yann Couvreur também assinam criações concebidas exclusivamente para a Galeries Lafayette, reforçando o espírito da data.
Entre os destaques, o ovo “La Ruche”, criado por Julien Dugourd, chef pâtissier do Mandarin Oriental Paris, propõe um diálogo entre a cidade e a natureza. Inspirado no mel produzido pelas colmeias urbanas instaladas no telhado do hotel, o chocolate abriga um caramelo de mel de notas florais e quentes, equilibrado por uma praliné cremosa de avelã e a crocância precisa de avelãs caramelizadas.
Disponível na pop-up Julien Dugourd by Mandarin Oriental, de 11 de março a 29 de abril.
Já Vincent Salur presta homenagem à arquitetura parisiense com o ovo “Coupole Galeries Lafayette”, que reproduz em chocolate os vitrais da emblemática cúpula da loja Haussmann. No interior, uma miniatura da Lafayette Gourmet surge em chocolate ao leite e pralinê de avelã.
À venda até 6 de abril.
Alain Ducasse, por sua vez, opta por uma abordagem mais gráfica com a Tablette Poussin: uma barra de chocolate amargo decorada com pintinhos e recheada com pralinê de amêndoa e avelã, além de fragmentos de amendoim e caramelo, pontuados por uma discreta nota salgada.
Jean-Paul Hévin brinca com contrastes em seu pintinho no ovo, no qual o chocolate ao leite envolve um ovo de chocolate amargo recheado com confeitos e pequenos ovos de praliné, criando camadas de textura e intensidade.
Fechando a seleção, Yannick Alléno apresenta uma leitura contemporânea da Páscoa com seu Toque de Ouro, combinação de chocolate ao leite e cevada torrada. No interior, pequenas guloseimas revelam notas de cereais e pipoca — uma assinatura inesperada que traduz o espírito inventivo do chef.
Na Galeries Lafayette, a Páscoa se apresenta como um exercício de estilo: menos tradição literal, mais interpretação. Um convite para provar, observar e — inevitavelmente — escolher.

SOBRE A GALERIES LAFAYETTE
Com mais de 130 anos de tradição, a Galeries Lafayette foi inaugurada em 1894 no Boulevard Haussmann. Hoje, é uma marca de notoriedade mundial, sinônimo de estilo parisiense e de elegância à francesa. Primeira loja de departamentos da Europa e com 70.000 m2 de espaços de venda dedicados à art de vivre à la française, incluindo um edifício inteiramente dedicado à gastronomia, recebe, atualmente, cerca de 100.000 visitantes/dia. Internamente, são mais de 5 mil colaboradores de 42 diferentes nacionalidades. A todos os clientes oferece serviços sob medida de alta qualidade, que inclui personal shoppers e atendentes que falam português, salões privativos, entrega de compras no hotel e orientação no serviço de reembolso de impostos. Mais informações, acesse haussmann.galerieslafayette.com/pt-br/

Grupo Marilan reforça combinação de chocolate e biscoito em lançamentos para a Páscoa

Clássicos das marcas Marilan e Teens reforçam um portfólio diversificado para a data

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Ovos de chocolate ao leite com snacks Teens (150g), e Marilan Choco +Biscuit, com pedaços de biscoito Maizena

São Paulo, fevereiro de 2026 – Para a Páscoa 2026, o Grupo Marilan apresenta lançamentos que exploram a combinação entre chocolate e biscoito, ampliando sua atuação na data. O portfólio da companhia reúne mais de 70 itens, entre marcas próprias, collabs especiais e produtos licenciados, fortalecendo sua presença no varejo durante o período sazonal.

Entre os destaques estão o ovo Marilan Choco+Biscuit Maizena (140g), ovo de chocolate ao leite com pedaços de biscoito doce, que combina a cremosidade do chocolate com a crocância do tradicional biscoito Maizena Marilan, e o ovo Teens Choco+Biscuit (140g), ovo de chocolate ao leite com pedaços de snack Teens sabor chocolate, que une o chocolate à textura crocante do snack. As novidades levam para o formato sazonal combinações já conhecidas do consumidor, ampliando a presença das marcas na data.

A linha inclui ainda os bombons recheados Marilan e Teens (55g), em embalagens individuais, que ampliam as opções de chocolate para a Páscoa. Versáteis e acessíveis, os produtos se adaptam a diferentes momentos, do consumo próprio às pequenas lembranças.

“Chocolate e biscoito fazem parte da nossa história e do nosso portfólio. A Páscoa é uma oportunidade de integrar essas categorias em lançamentos que entregam uma combinação de indulgência e familiaridade ao mesmo tempo”, afirma Rodrigo Garla, diretor-presidente do Grupo Marilan.

SOBRE O GRUPO MARILAN
O Grupo Marilan é uma empresa reconhecida pela qualidade de suas marcas, que incluem Marilan, Teens, Lev, Pit Stop, Casa Suíça, Top Cau e Festtone. Com um portfólio diversificado de mais de 200 itens, a empresa oferece produtos como biscoitos, torradas, bolos, bolinhos, panettones e chocolates. Seus produtos chegam a mais de 70% dos lares brasileiros e são vendidos em pontos de venda em mais de 30 países.
O Grupo Marilan possui cinco fábricas localizadas em Marília, Jandira, São Paulo (SP), Igarassu (PE) e São José dos Pinhais (PR), além de Lojas de Fábrica em SP. Com mais de 5 mil colaboradores, que se dedicam diariamente para garantir produtos de excelência a milhões de consumidores.

Páscoa 2026: Bacio di Latte apresenta ovos recheados crocantes de Gianduia e Pistache

Ambas versões levam chocolate ao leite com recheios que combinam cremosidade e crocância

Foto: Divulgação Bacio di Latte
Fevereiro de 2026 — A Páscoa da Bacio di Latte ganha novos contornos de indulgência com os lançamentos da temporada, que apostam em texturas e recheios para transformar o momento em uma celebração ainda mais especial. Reconhecida por traduzir ingredientes de alta qualidade em criações autorais, a marca apresenta duas novidades que inauguram uma nova categoria sazonal pensada para quem valoriza a intensidade de sabor e crocância em cada mordida.

O destaque fica para o Ovo Recheado com Pistache Crocante, que combina casca de chocolate ao leite com um recheio abundante de pistache crocante (300g), e para o Ovo Recheado com Gianduia Crocante, união clássica entre chocolate ao leite e a cremosidade da gianduia com um toque crocante (300g). As novidades refletem o olhar da Bacio di Latte para experiências sensoriais mais marcantes e reforçam o protagonismo dos recheios como uma das principais tendências da Páscoa. Ambos chegam às lojas pelo valor de R$149,95.

Fotos: Divulgação Bacio di Latte

O portfólio também resgata um dos grandes sucessos da marca. O já consagrado Ovo de Colher Pistache (380g) retorna este ano com casca de chocolate branco, recheio de creme de pistache e cobertura de pistache crocante (R$189,95).

Fotos: Divulgação Bacio di Latte

Para quem busca opções ideais para presentear, a linha de Páscoa ganha ainda mais força com o lançamento das Barras Recheadas de Pistache, nas versões tradicional (120g - R$12,99) e Pistache Crocante com praliné (130g - R$12,99). As novidades levam o DNA da marca para a categoria de chocolates e permanecem disponíveis mesmo após o período sazonal. Completando o portfólio, a Lata de Bombom Italiano Sortido (132g), em edição temática da data, traz bombons de chocolate ao leite recheados com pistache e surge como uma alternativa elegante para presentear (R$89,99).

Fotos: Divulgação Bacio di Latte

Os produtos chegam às lojas da Bacio di Latte a partir de 3 de março, com as Barras Recheadas sendo antecipadas em 24 de fevereiro.
Sobre a Bacio di Latte
Dedicada a fazer gelato artesanal com os melhores ingredientes, a Bacio di Latte inaugurou sua primeira loja em 2011 na Rua Oscar Freire. Hoje, a companhia possui mais de 200 pontos de venda em diversos estados do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Ceará, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Bahia, Maranhão e Santa Catarina, além de 19 lojas na Califórnia, nos Estados Unidos. Mais informações disponíveis no site ou na página da empresa no Instagram.

Instagram: https://www.instagram.com/baciodilatte/
Site: baciodilatte.com.br

Referência do metal europeu, In Flames confirma show em Curitiba

A banda sueca carrega um vasto repertório que atravessa mais de três décadas de carreira. Apresentação acontece na Ópera de Arame, no dia 26 de abril

Curitiba, fevereiro de 2026 - Um dos nomes mais influentes do metal europeu, o In Flames acaba de confirmar seu retorno ao Brasil em 2026. Como não poderia ser diferente, a turnê da banda sueca no país terá, além da cidade de São Paulo, Curitiba na agenda: dia 26 de abril, com única apresentação na Ópera de Arame, com assinatura Bangers Open Air, Planeta Brasil Entretenimento e Honorsounds. A banda, formada em 1990, na cidade de Gotemburgo, é reconhecida por sua contribuição ao death metal melódico e por uma trajetória que atravessa gerações sem perder relevância.

Idealizado pelo guitarrista Jesper Strömblad, o In Flames começou como uma proposta ousada no underground, mesclando a agressividade do death metal com harmonias melódicas inspiradas no metal tradicional. Essa fusão logo se tornaria a base do chamado Gothenburg Sound, estilo que definiria toda uma geração do metal melódico escandinavo. Com 13 álbuns de estúdio e uma carreira construída entre tradição e reinvenção, o grupo mantém como marca a combinação de riffs precisos, melodias marcantes e composições que equilibram agressividade e densidade emocional.

Desde os primeiros trabalhos, como “Lunar Strain” (1994) e “The Jester Race” (1996), até títulos que ampliaram seu alcance global, como "Soundtrack to Your Escape" (2004) e "Come Clarity" (2006), a banda construiu um repertório que dialoga tanto com os fãs da fase clássica quanto com o público que a acompanhou nas transformações sonoras dos anos 2000 em diante. O resultado é um repertório que sustenta apresentações intensas, com setlists que costumam atravessar diferentes momentos da discografia.

Em Curitiba, o In Flames vai apresentar a turnê mundial do aclamado álbum "Foregone", de 2023, que celebra as mais de três décadas de carreira da banda. A formação atual reúne Anders Fridén (vocal), Niclas Engelin (guitarra), Björn Gelotte (guitarra) e Joe Rickard (bateria), músicos responsáveis por sustentar a identidade sonora que projetou o In Flames.

O show da banda In Flames em Curitiba acontece no dia 26 de abril, na Ópera de Arame, com abertura dos portões a partir das 19h. Os ingressos estão à venda pela plataforma Disk Ingressos (www.diskingressos.com.br). Mais informações nos perfis oficiais no Instagram: @planetabrasilentretenimento, @honorsounds, @bangersopenair e @inflames.

Tchaggo inaugura exposição “Morada” no SFCO 179

A casa como extensão do corpo e o cotidiano como herança afetiva. Este é o ponto de partida da exposição Morada, do artista visual Tchaggo, que será aberta no dia 06 de março, sexta-feira, às 19 horas, no Espaço de Eventos São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Na ocasião serão apresentadas 10 obras nas técnicas de acrílica sobre tela. Com paleta vibrante e formas sintéticas, o artista constrói cenas que transitam entre o íntimo e o coletivo, convidando o público a reconhecer nesses ambientes algo que também os habita: lembranças, afetos e experiências compartilhadas. A mostra tem entrada franca e pode ser visitada de terça a sábado, das 14 às 20 horas, e aos domingos das 14 às 18h, até o dia 06 de abril.
A mostra propõe um mergulho sensível em cenas do dia a dia, transformando gestos simples e hábitos comuns em imagens que evocam memória, permanência e pertencimento. O artista explica que nas obras os espaços domésticos surgem como organismos vivos. “Mais do que arquitetura, o que me interessa são os encontros, as presenças e as marcas deixadas pelo tempo”, explica. Para ele, corpo, casa e costume se entrelaçam em composições que dialogam com referências da pintura moderna brasileira e com a observação atenta do cotidiano brasileiro. “Morada convida o público a habitar esses espaços pictóricos e a revisitar, por meio da arte, aquilo que permanece dentro e fora de casa”, conceitualiza o artista.
Tchaggo é artista visual brasileiro com atuação em pintura e ilustração. Sua produção parte da observação sensível do cotidiano, desenvolvendo narrativas ligadas ao corpo, à identidade e aos gestos simples da vida diária. Com forte influência da arte moderna brasileira, o artista utiliza cores intensas, formas geométricas e personagens recorrentes para construir composições simbólicas. As mãos — grandes, expressivas e, por vezes, desproporcionais — aparecem como elementos centrais, representando emoção, ação e conexão humana.
Sua paleta valoriza especialmente os tons de pele negra, afirmando um posicionamento estético e político em relação à representação racial. Em suas obras, memória, afeto e cultura popular se encontram, criando imagens que estabelecem pontes entre o simbólico e o real, o íntimo e o coletivo.

Serviço: Morada. Exposição individual do artista plástico Tchaggo. Abertura sexta-feira, dia 06 de março, às 19 horas, no Espaço de Eventos São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Visitação: de terça a domingo, das 14 às 20h (domingo até às 18h).
Site: https://sfco179.com.br/
Instagram: @sfco179
Entrada gratuita.
Classificação indicativa: Livre.

Sobre o SFCO 179
O SFCO 179 é um espaço cultural localizado no coração do centro histórico de Curitiba. O projeto nasceu da revitalização de um imóvel centenário da Rua São Francisco e abriga hoje o 179 EVNTS, área destinada à realização de eventos artísticos, culturais e sociais. O local já foi sede de uma ferraria, dos Correios e, por muitos anos, do ateliê do artista Ricardo Tod. Hoje, renasce como plataforma para novas histórias e criações.

Crédito fotográfico: DV Art/Divulgação

Casillero del Diablo brinda pelo cinema

Pelo segundo ano consecutivo é o Vinho Oficial do EE BAFTA Film Awards

A reconhecida marca chilena retornou ao Royal Festival Hall, em Londres, como Official Wine Partner do EE BAFTA Film Awards 2026, acompanhando indicados, cineastas e as estrelas mais influentes do cinema na noite mais importante da indústria britânica.

Casillero del Diablo, a premiada marca de vinhos da Viña Concha y Toro, celebrou pelo segundo ano consecutivo seu papel como Official Wine Partner do EE BAFTA Film Awards, a cerimônia mais relevante do cinema britânico organizada pela British Academy of Film and Television Arts (BAFTA).

No domingo, 22 de fevereiro, as figuras mais destacadas da sétima arte se reuniram no Royal Festival Hall, em Londres, onde indicados, apresentadores e convidados brindaram com uma seleção exclusiva de Casillero del Diablo, em uma noite marcada pela criatividade, emoção e momentos lendários que todos os anos distinguem o BAFTA.

Para Casillero del Diablo, ser o Vinho Oficial do BAFTA é o reflexo de um trabalho estratégico e contínuo ao longo do tempo, focado na construção permanente da marca no Reino Unido, seu principal mercado global.

Essa presença faz parte de uma estratégia global que busca consolidar parcerias de alto nível, gerar novas oportunidades de visibilidade e fortalecer vínculos com organizações que compartilham e valorizam a qualidade, a excelência e o caráter distintivo da marca.

Fazer parte do BAFTA reafirma o compromisso de Casillero del Diablo de estar presente em cenários de relevância cultural global, que fortalecem sua identidade e contribuem para um crescimento sólido e consistente, consolidando-se como um orgulhoso embaixador do vinho chileno no mundo.

A noite de domingo reuniu grandes nomes da indústria cinematográfica internacional, com destaque para Timothée Chalamet, reconhecido por seu trabalho em Duna e Me Chame Pelo Seu Nome, além de Kylie Jenner, ícone global do entretenimento e da moda. Também marcaram presença nomes como Cillian Murphy, vencedor do Oscar por sua atuação em Oppenheimer, e Emma Stone, celebrada por seus papéis em La La Land e Pobres Criaturas, entre outros convidados.

Durante a cerimônia, os convidados desfrutaram de uma seleção de vinhos de Casillero del Diablo, com destaque para as linhas Reserva e Reserva Especial. Casillero del Diablo também participou do tradicional BAFTA Nominees Party, realizado na noite anterior.

Claire Raine, Brands Controller da Viña Concha y Toro UK, declara: “Os Prêmios BAFTA 2026 reuniram alguns dos atores mais influentes do nosso tempo, e a Casillero del Diablo se orgulha de estar presente como vinho oficial deste evento. Juntos, celebramos o melhor do cinema e os momentos lendários que continuam encantando o público ao redor do mundo.”

Da primeira taça ao último aplauso, Casillero del Diablo acompanhou uma noite que homenageou o poder da imaginação, a excelência artística e as histórias que continuam a encantar milhões de pessoas em todo o mundo.
Sobre Casillero del Diablo
Casillero del Diablo foi lançado em 1883 pela Viña Concha y Toro, e hoje está presente em quase 150 países, com mais de 60 milhões de garrafas vendidas por ano. De acordo com o relatório Global Wine Brand Index, da renomada consultoria inglesa Wine Intelligence. Casillero del Diablo é a marca de vinho mais poderosa da América Latina - e a segunda do mundo pelo 7º ano consecutivo.

@casillerodeldiablobrasil

Sobre o BAFTA
A British Academy of Film and Television Arts (BAFTA) é uma organização beneficente independente que promove a excelência em cinema, televisão e videogames, além de incentivar o desenvolvimento de talentos criativos no Reino Unido e internacionalmente.

ESPM Talks abre o calendário 2026 no Paraná e marca lançamento do Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas

Evento acontece no dia 5 de março, no Hard Rock Cafe Curitiba, reunindo lideranças acadêmicas, mercado e alunos em uma noite de conteúdo, tendências e conexões

Curitiba, fevereiro de 2026 - Curitiba recebe, no dia 5 de março, às 18h30, no Hard Rock Cafe, mais uma edição do ESPM Talks, encontro que abre oficialmente o calendário 2026 da Escola no Paraná e marca o lançamento do novo Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia.

Presente no Paraná desde 2024, em parceria com a Academic Ventures, a ESPM consolida sua atuação no Estado com uma proposta que integra excelência acadêmica, conexão com o mercado e formação orientada à performance. O ESPM Talks traduz esse posicionamento ao reunir lideranças acadêmicas, profissionais do mercado e alunos da instituição para debater os caminhos da inovação, os novos desafios do marketing e as estratégias que estão transformando os negócios no Brasil e no mundo.

A programação começa às 18h30, com welcome buffet e networking. Às 19h15, acontece a abertura oficial com apresentação do portfólio 2026, conduzida pela Diretora Acadêmica de Pós-Graduação Lato Sensu da ESPM, Profª. Frederike Mette, pelo Prof. Zaki Akel Sobrinho e por Gisah Akel, sócios da Academic Ventures, partner regional da ESPM no Paraná.

Para a Profª. Frederike Mette, o encontro simboliza o fortalecimento da presença acadêmica da instituição no Estado. “Abrir o calendário de 2026 no Paraná com o ESPM Talks reforça nosso compromisso com uma formação conectada às transformações do mercado. O Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas nasce com esse propósito: integrar estratégia, criatividade e performance para preparar lideranças capazes de gerar impacto real nos negócios”, afirma.

Na opinião de Gisah Akel, o evento em Curitiba reforça o movimento de aproximação da ESPM com o ecossistema local. “Fico muito feliz com o dinamismo da ESPM em sinergia com o mercado de Curitiba. A marca desembarcou há quase dois anos na cidade e mantém diálogo aberto e próximo com o setor produtivo e profissionais, fomentando discussões de alto nível em temas sempre contemporâneos. A proposta do ESPM Talks é justamente essa, fomentar o networking e estimular o aprendizado ao longo da vida (lifelong learning) com o padrão de experiência que é a chancela do marketing powerhouse”, diz..

Às 19h30, o público acompanha a mesa-redonda “Mobilidade de carreira com ESPMers”, mediada pelo Prof. Zaki Akel Sobrinho. Participam do debate alunos formados pela ESPM no Paraná: Rodrigo Kroehn, especialista em gestão, expansão de marcas e liderança de equipes, com atuação em desenvolvimento de negócios e reestruturação de operações; Eduardo Machado, publicitário e sócio-fundador da Peppers – Agência Estratégica Criativa, com mais de 20 anos de experiência no mercado de comunicação; Mariah Luz, criadora do @oquefazercuritiba e pioneira em conteúdo de gastronomia com foco em cidade, cujo ecossistema regional soma quase dois milhões de seguidores e movimentou mais de 100 milhões de reais na economia local em 2024; e Joana Ciafrino Sabbag, gerente de marketing da Rappi Brasil, onde atua há cinco anos desenvolvendo estratégias em diferentes frentes do marketing. “O painel traz perfis de profissionais diferentes entre si e mostra como fazer parte da comunidade ESPM transforma a trajetória profissional dos nossos alunos”, afirma o Prof.º Zaki Akel.

Encerrando a noite, o professor e pesquisador Lucas Waltenberg ministra a palestra “Branding: Insights para construir marcas fortes”. Mestre e doutor em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense, Lucas desenvolve projetos de estratégia e comunicação para marcas e é professor de graduação e pós-graduação na ESPM Rio, além de atuar na coordenação da Pós-Graduação Lato Sensu nos cursos de Produção de Conteúdo, Data Science e Gestão de Projetos, entre outros.

A noite de encontros e conhecimento marca também o lançamento oficial do Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas em Curitiba, com início em abril. O curso é em modalidade híbrida, com aulas presenciais e on-line divididas em três semestres. O curso integra posicionamento, narrativa e estratégia comercial para transformar propósito em performance, fortalecendo marcas e impulsionando resultados. A proposta combina branding, comunicação e vendas com foco em métricas, dados e previsibilidade, além de projetos reais que conectam aprendizado e desempenho comercial, reforçando a excelência de ensino que caracteriza a ESPM.

Sobre a ESPM
A ESPM é uma escola de negócios inovadora, referência brasileira no ensino superior nas áreas de Comunicação, Marketing, Consumo, Administração, Economia Criativa e Tecnologia. Seus 12 600 alunos dos cursos de graduação e de pós-graduação e mais de 1 100 funcionários estão distribuídos em quatro campi - dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um em Porto Alegre. Possui quatro unidades regionais em Florianópolis, Chapecó, Goiânia e Salvador. O lifelong learning, aprendizagem ao longo da vida profissional, o ensino de excelência e o foco no mercado são as bases da ESPM. Acesse: espm.br

Sobre a Academic Ventures
Nesse hub de soluções estratégicas, o professor Zaki Akel Sobrinho lidera uma equipe multidisciplinar com grande experiência em gestão estratégica atuando nos ecossistemas de inovação e com fortes conexões tanto no meio acadêmico quanto no meio empresarial para administrar uma rica e diversificada rede de relacionamentos nos dois universos. A AV cria pontes para conectar problemas e soluções por meio de powerful connections - estratégicas, globais e de impacto - ajudando a construir resultados concretos que geram valor para os clientes, colaboradores, sócios e sociedade. Acesse: academicventures.com.br

Serviço:

ESPM Talks Curitiba
5 de março de 2026
A partir das 18h30
Hard Rock Cafe Curitiba – 3rd Floor (acesso pela entrada de eventos)
R. Buenos Aires, 50 – Batel – Curitiba/PR

Programação da noite
18h30 – Welcome buffet e networking
19h15 – Abertura e apresentação do portfólio 2026 com Frederike, Prof. Zaki Akel Sobrinho e Gisah Akel
19h30 – Mesa-redonda “Mobilidade de carreira com ESPMers”
20h a 21h – Palestra “Branding: Insights para construir marcas fortes”, com Lucas Waltenberg

Evento gratuito com inscrições prévias
Vagas limitadas
Inscrições: https://www.espm.br/eventos/pos-graduacao-eventos/espm-talks-curitiba/

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ediporec #operadearame

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Carne de onça: conheça a história e aprenda a fazer a receita típica curitibana

Preparo, que é um grande sucesso nos bares da capital paranaense, conta com reconhecimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)

Curitiba, fevereiro de 2026 - Pode até assustar no nome, mas basta uma mordida para entender por que a Carne de Onça conquistou gerações de curitibanos — e também o selo de Indicação Geográfica (IG), concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), no ano de 2025. A iguaria típica da capital paranaense entra para o seleto cardápio dos sabores brasileiros com origem protegida, ao lado de pratos como o Queijo Canastra e o Vinho do Vale dos Vinhedos.

Criada nos anos 1940, a Carne de Onça não tem nada a ver com o felino, mas com o “bafo forte” deixado pelo tempero marcante. Feita com carne bovina crua, moída na hora, ela é servida sobre uma fatia generosa de broa de centeio e finalizada com uma chuva de cebola picada, cebolinha verde, sal, pimenta e um fio de azeite. Uma explosão de sabores que conquista tanto os paladares mais tradicionais quanto os curiosos de primeira viagem.

“É um símbolo de quem somos. Essa conquista garante a preservação de uma receita que atravessa décadas e conta a história de Curitiba em cada garfada”, comemora Sérgio Medeiros, presidente da Associação dos Amigos da Onça, entidade que liderou o processo de reconhecimento com o apoio dos bares Canabenta, Quitutto, Silzeus, Burguer Bar, Barbaran, Ushuiaia, Cartolas, Jabuti e Bar do Alemão.

Desde 2016, a Carne de Onça já era reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Curitiba. Agora, com o novo selo, passa a ter proteção legal quanto à sua origem e modo de preparo, valorizando os bares e restaurantes que mantêm viva essa tradição. Além disso, o título deve impulsionar o turismo gastronômico e movimentar a economia local.

Algumas dicas são importantes para quem vai preparar a “Carne de Onça”. De acordo com Luíz Breda, do bar curitibano Bávaro, existe um ingrediente chave. “O conhaque misturado a carne dá um toque especial, valoriza muito o prato”, conta o especialista. Para o chef Rogério Teixeira, do Coxa Sports Bar, a dica é usar uma carne de boa qualidade. “Cortes de carnes nobres sempre fazem a diferença. Finamente picados a ponta de faca e com azeite extra virgem de qualidade”, complementa.

Confira a receita da “Carne de Onça” do Coxa Sports Bar:

Ingredientes:

1 broa escura (pão preto fatiado)
500 g de alcatra (3 vezes moída)
1 cebola branca picadinha
1 maço de cebolinha verde picada
2 dentes de alho picado
50 ml de conhaque (1 dose)
50 ml de azeite
1 colher de chá de páprica doce
Mostarda preta (a gosto)
Sal

Modo de preparo:

Misture bem a carne moída com o sal (a gosto), cebola branca picada, alho, conhaque, páprica doce e o azeite. Coloque a carne nas fatias de broa, em uma grande camada cobrindo toda a fatia. Polvilhe com cebolinha verde picada. Sirva acompanhada com mostarda escura e azeite.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NA CAIXA CULTURAL CURITIBA TRAZ MONÓLOGO TEATRAL SOBRE MATERNIDADE REAL

“Não Me Chame de Mãe”, com Carolina Damião, propõe acolhimento e partilha
a partir da vivência de uma mãe solo

Créditos: Max Miranda | Design: Fernando Souza
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 6 e 8 de março, o espetáculo teatral “Não Me Chame de Mãe”, uma programação especial do Dia Internacional das Mulheres. Com entrada gratuita, o monólogo apresenta a atriz Carolina Damião como Elisa, uma mãe solo que, pela primeira vez, vê o pai de sua filha cumprir o horário de convivência e se depara com a difícil escolha entre resolver pendências acumuladas ou simplesmente descansar.

Dirigida por Luciana Navarro, a montagem transforma experiências individuais em reconhecimento coletivo. Ao evitar romantizações, o espetáculo constrói proximidade com o público e marca a cena com a pergunta: “Você já viu sua mãe descansando?”.

A criação resulta de dois anos de pesquisa e da escuta de mulheres que compartilham histórias de exaustão, trabalho e desejo de autonomia. Elisa surge como síntese dessas vozes e como afirmação de que o cuidado não deve ser vivido em solidão.

Desde a estreia em Maringá, em 2024, a peça percorre o Paraná por meio da Política Nacional Aldir Blanc, ampliando conversas sobre saúde mental materna e redes de apoio.

Após cada apresentação, o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa com a atriz, ampliando o espaço de escuta e troca sobre os temas abordados em cena.

A agenda inclui ainda ensaio aberto em 5 de março e bate-papo com Letícia Costa, do Kilombo das Mães Pretas, em 4 de março, com acessibilidade em Libras.

Serviço:
[Teatro] “Não Me Chame de Mãe”
Formato: Monólogo teatral + roda de conversa
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: de 6 a 8 de março de 2026
Horários: 06 e 07 de março (sexta e sábado), às 20h; 08 de março (domingo), às 19h - sessão com Libras no dia 08
Duração: espetáculo (60 minutos) | roda de conversa (30 minutos)
Entrada gratuita – retirada de ingressos no local
Classificação: 18 anos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Atividades paralelas gratuitas e abertas ao público:
• 4 de março, às 20h - Bate-papo sobre arte, maternidade e mercado de trabalho, com Letícia Costa (jornalista, mãe da Aurora e idealizadora do Kilombo das Mães Pretas), com captação em formato de podcast e acessibilidade em Libras)
• 5 de março, das 14h30 às 17h - Ensaio aberto

Instituto Natura e Pantys lançam calcinha absorvente exclusiva e ampliam debate sobre autonomia menstrual

Lucro arrecadado pela collab será revertido para projetos voltados para Direitos e Saúde das Mulheres

A menstruação é um marco que faz parte da vida das mulheres, mas que ainda é cercado por estigmas e tabus. Com o objetivo de ampliar o debate sobre o tema, o Instituto Natura, organização sem fins lucrativos do ecossistema Natura e Avon com ações voltadas para os Direitos e a Saúde das Mulheres, Educação e Consultoras de Beleza, em parceria com a Pantys, primeira marca de calcinhas absorventes da América Latina e única clinicamente testada do mundo, trazem em collab exclusiva uma calcinha absorvente reutilizável, que entrega conforto, cuidado e propósito.

Disponível nos tamanhos P ao GG, o produto, que pode ser usado por até 12 horas, é clinicamente e dermatologicamente testado, respirável, antibacteriano, antiodor e vegano. Mais ecológicas e sustentáveis do que os absorventes descartáveis, as calcinhas menstruais surgem como uma alternativa que reduz o impacto ambiental e amplia as opções de escolha das mulheres em relação ao seu ciclo menstrual. A novidade chega ao mercado no valor de R$57,00.

A collab também nasce com um forte compromisso social: todo o lucro obtido com as vendas nos canais da Natura e da Avon será integralmente destinado às ações do Instituto Natura voltados ao cuidado com a saúde das mamas e ao enfrentamento à violência contra mulheres. Já a Pantys destinará 20% do lucro das vendas realizadas em seus canais físicos e online ao Projeto Arrastão, apoiando diretamente adolescentes de 13 anos atendidas pelo programa. A iniciativa inclui a doação de kits da marca para todas as alunas da turma, além da realização de uma aula sobre saúde feminina e ciclo menstrual, conduzida por uma ginecologista parceira, prevista para maio, em conexão com o Dia Internacional da Dignidade Menstrual (28 de maio).

“A Avon e a Natura carregam uma história centenária de diálogo direto com as mulheres brasileiras. Nossa expertise em vendas por relacionamento, aliada à força de milhões de consultoras e consultores, nos permite democratizar o acesso a produtos que geram impacto social real. Já fazemos isso com as linhas Ofertas do Bem, da Avon, e Natura Crer Para Ver. Agora, com a Pantys, não será diferente: o lucro das vendas será revertido para as causas ligadas ao cuidado com a saúde das mamas e o fim da violência contra mulheres no Brasil, ampliando o alcance de causas que fazem parte da nossa razão de existir”, afirma Letícia Passini, gerente de Reputação e Comunicação do Instituto Natura.

Esta iniciativa que une o Instituto Natura - que em 2024 integrou o Instituto Avon, pioneiro em ações de defesa aos Direitos e Saúde das Mulheres - e a Pantys reforça o compromisso das marcas com o planeta e com a saúde e o bem-estar das mulheres.

Ao colocar o bem-estar feminino no centro da iniciativa, Instituto Natura e Pantys reforçam que falar sobre menstruação é falar de saúde integral, autoestima e liberdade. Em um mercado em constante transformação, impulsionado pela busca por soluções mais sustentáveis, tecnológicas e alinhadas ao autocuidado, a parceria aparece com o intuito de ampliar a conscientização sobre o ciclo feminino, promover educação e fortalecer a liberdade de escolha.

Além da mensagem e do produto, o projeto foi estruturado estrategicamente para ampliar o acesso à calcinha menstrual. Pela primeira vez em uma collab, a distribuição ganha protagonismo ao integrar não apenas os canais próprios das marcas, mas também a rede de Consultoras de Beleza Natura e Avon, levando o diálogo sobre autonomia menstrual a milhões de pessoas em todo o país e fortalecendo ainda mais a relevância e a escala do lançamento no mercado.

“Na Pantys, acreditamos que falar sobre menstruação é falar sobre saúde e, principalmente, dignidade menstrual. Ainda hoje, milhões de meninas e mulheres enfrentam barreiras de acesso a produtos adequados, informação e acolhimento. Essa parceria com o Instituto Natura reforça nosso compromisso de ampliar esse acesso por meio de inovação e sustentabilidade, transformando o cuidado com o ciclo em um direito e não em um privilégio”, complementa Emily Ewell, CEO e cofundadora da Pantys.

Menos resíduo, mais autonomia

De acordo com a campanha Ciclo Clean, lançada em 2025 pela Pantys, o impacto ambiental dos produtos descartáveis é preocupante: um único absorvente pode ser composto por até 90% de plástico. Ao longo da vida, uma pessoa que menstrua utiliza, em média, mais de 15 mil itens descartáveis — materiais que podem levar centenas de anos para se decompor na natureza. Por isso, além de promover mais autonomia menstrual, o uso da calcinha absorvente Pantys e Instituto Natura gera impacto ambiental positivo: em quatro anos, é possível reduzir o descarte de até 780 absorventes, o que equivale a aproximadamente 27,3 kg de lixo a menos no meio ambiente.

“Ampliar o debate sobre menstruação também significa ampliar escolhas. Ao lado da Pantys, trazemos uma alternativa sustentável que coloca a autonomia no centro da conversa e reforça nosso compromisso histórico com os direitos e o bem-estar das mulheres. Para nós, essa discussão se transforma em ação através da potência e capilaridade da nossa força de vendas, que levam essa mensagem de forma especialmente próxima e acolhedora a milhões de pessoas em todo país”, afirma Tatiana Ponce, vice-presidente de Marketing e Pesquisa e Desenvolvimento da Natura.

A calcinha absorvente Pantys e Instituto Natura está disponível com a Consultora de Beleza Natura e Avon mais próxima de você e nos sites da Natura, Avon e Pantys.

Sobre o Instituto Natura

Criado em 2010, o Instituto Natura almeja transformar a educação pública, garantindo uma aprendizagem de qualidade para todas as crianças e jovens nos seis países da América Latina em que está presente (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru). Também como forma de atuação, se dedica ao desenvolvimento educacional das Consultoras de Beleza Natura e Avon e trabalha em conjunto com inúmeros parceiros no poder público, no terceiro setor e na sociedade civil. Desde 2024, o instituto ampliou sua atuação para a defesa dos direitos fundamentais das mulheres, desenvolvendo iniciativas voltadas à conscientização sobre o câncer de mama e ao combate à violência contra meninas e mulheres por meio do apoio da Avon, que historicamente tem sido uma parceira comprometida e continua apoiando as ações do Instituto Natura nessa causa.

Sobre a Pantys
Pantys, marca pioneira que promete quebrar definitivamente os tabus relacionados à menstruação, transformando, ressignificando e trazendo novas opções sustentáveis para o mercado. A marca apresenta o conceito de calcinhas, cuecas e sutiãs absorventes, em um mix de tecnologia, modernidade, design, saúde e sustentabilidade. Além de única marca de calcinhas absorventes clinicamente testada no mundo, a Pantys tornou-se a primeira marca de moda brasileira a adotar a etiqueta carbono neutro em suas peças, que mede, reduz e compensa as emissões de carbono que produz durante a confecção.

Sensação entre a geração Z, Bea Duarte traz seu show “Acústico” a Curitiba

A cantora e multi-instrumentalista, ‘autista, vegana e bruxa', aposta em letras complexas com profundidade lírica.

Pela primeira vez em Curitiba, Bea Duarte trará seu show em formato intimista para o Teatro Fernanda Montenegro, no dia 07 de março de 2026. A jovem cantora, revelação da internet, promete uma experiência única e inesquecível para o público curitibano.

Indo além do óbvio, Bea conquistou a geração Z com canções profundas e bem-pensadas. A artista, diagnosticada com autismo e altas habilidades, toca mais de 20 instrumentos, aprendeu diversas línguas sozinha e aproveita o hiperfoco para criar.

No palco, Bea apresentará seu novo disco numa atmosfera mágica onde sua voz potente e suas interpretações tocantes serão as grandes protagonistas. O repertório, cuidadosamente selecionado para esta estreia em Curitiba, passeia por canções autorais que revelam a profundidade de sua arte que emocionam, mostrando toda a versatilidade da artista.

Mais do que um show, será um convite a uma jornada pessoal, onde Bea compartilhará histórias e inspirações por trás de suas criações, construindo uma ponte direta e sincera com a plateia.

Os ingressos custam a partir de R$ 185 mais taxa administrativa e estão à venda pelo site Zig. A produção é da Todt Produções e Lado C Ativadora.

Informações:
Onde: Teatro Fernanda Montenegro
Shopping Novo Batel - Rua Coronel Dulcídio, 517, Batel - Curitiba/PR
Quando: Sábado, 07 de março, às 20 horas
Ingressos: https://zig.tickets/eventos/bea-duarte-acustico-em-curitiba
Abertura da casa: 19 horas
Classificação: Livre.
Realização: Todt Produções & Lado C Ativadora Cultural

[AGENDA CULTURAL] Roberta Sá comemora 20 anos de carreira na Caixa Cultural Curitiba

Espetáculo reúne canções marcantes da carreira da artista e destaca a produção musical feminina

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A cantora Roberta Sá. Crédito Foto: Flora Negri

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, nos dias 13, 14 e 15 de março, o show Tudo Que Cantei Sou, da cantora e compositora Roberta Sá. O espetáculo celebra os 20 anos de carreira da artista e revisita canções marcantes de sua trajetória em formato intimista.

Após lançar o projeto em álbum e audiovisual, gravado na Casa de Francisca, em São Paulo, Roberta leva ao palco um repertório que percorre diferentes fases de sua discografia. Ao lado de Alaan Monteiro (bandolim) e Gabriel de Aquino (violão), a cantora revisita músicas como “Eu Sambo Mesmo” (Janet de Almeida), “Cocada” (Roque Ferreira), “Casa Pré-Fabricada” (Marcelo Camelo), “Fogo de Palha” (Roberta Sá e Gilberto Gil), “O Lenço e o Lençol” (Gilberto Gil), e “Olho de Boi” (Rodrigo Maranhão).

A artista explica que sempre procurou marcar suas fases com registros audiovisuais, como forma de documentar e encerrar ciclos criativos, que funcionam como retratos de cada momento artístico. “Sempre que faço um audiovisual, sinto que ele marca bem a fase que estou vivendo e me arrependo quando não faço”, afirma.

Um dos destaques do show é o bloco dedicado à produção musical feminina, que reúne compositoras de diferentes gerações e estilos. O segmento inclui “Lavoura” (Pedro Amorim e Teresa Cristina), “Juras” (Fernando de Oliveira e Rosa Passos), “Virada” (Manu da Cuíca e Marina Irís) e “Essa Confusão” (Dora Morelenbaum e Zé Ibarra). Para Roberta, a escolha dialoga diretamente com sua própria trajetória. “Se estou contando minha história, faz sentido perguntar: quais são as mulheres que me ajudam a contá-la hoje?”, questiona.

Ao revisitar o repertório feminino, a cantora reflete sobre como sua percepção do papel da mulher na música mudou ao longo dos anos. “Eu sou outra pessoa, completamente diferente de vinte anos atrás e o mundo também é outro. A minha consciência sobre o feminino mudou junto.”

Mais do que uma retrospectiva, Tudo Que Cantei Sou reafirma o olhar artístico de Roberta Sá sobre sua caminhada na música brasileira. Em clima próximo e delicado, o show celebra a força das canções que moldaram sua identidade e convida o público a revisitar memórias, afetos e encontros construídos ao longo de duas décadas de carreira.

SERVIÇO:

[Música] - Roberta Sá – Show “Tudo Que Cantei Sou”

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Datas: 13, 14 e 15 de março de 2026 (sexta a domingo)
Horários: sexta-feira e sábado, às 20h; domingo, às 19
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei)
Vendas: se iniciam no dia 7 de março, presencialmente na bilheteria a partir das 10h e online a partir das 15h em www.bilheteriadigital.com
Horário da bilheteria: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Duração: 90 minutos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Espetáculo em Cartaz – Entre Risos

🎭😂 Humor ao vivo, interação total e nenhuma apresentação igual à outra!

No dia 07 de março (sábado), às 18h30, o espetáculo Entre Risos e Improvisos entra em cartaz aqui no Teatro Barracão EnCena para uma apresentação imperdível.

Um show de humor interativo, baseado em técnicas de improvisação instantânea usadas no mundo todo.
Quatro atores se revezam em cenas e jogos criados na hora, com a participação direta da plateia, que sugere lugares, situações e até mudanças no rumo das cenas. 🎤🎲

👉 A cada apresentação, um espetáculo diferente.
Riso e descontração do começo ao fim. 😂✨

🎟 Ingressos:
R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia)

Ingressos à venda na bilheteria do Teatro ou via Sympla. https://www.sympla.com.br/evento/entre-risos-e-improvisos/3323104?

📍 Teatro Barracão EnCena
🗓 Sábado – 07/03
⏰ 18h30

Garanta seu ingresso e venha rir com a gente! 🎭🔥