MMVDicas de vinhos para o Dia dos Pais segundo o perfil do seu paizão
Sommelier dá dicas de vinhos segundo o perfil do seu pai, seja ele mais aventureiro, cozinheiro, viajante ou conhecedor de vinhos
Seu pai gosta de vinhos? Ou você gostaria de dar um presente muito bacana para ele no Dia dos Pais? Com a proximidade da data, a ideia de presentes originais para o paizão começa vir à mente e certamente um bom vinho é uma das opções mais interessantes.
Porém, muitas vezes, escolher um rótulo pode não ser tarefa das mais fáceis. Tipo de uva, origem do vinho, preço, qualidade. Pode ser confuso mesmo, já que o mercado brasileiro atualmente oferece uma gama de opções para todos os gostos e bolsos.
Perguntamos ao sommelier Jonas Martins, gerente comercial da MMV Importadora e professor de enologia, algumas dicas de vinhos que certamente farão sucesso no Dia dos Pais. Ele fez uma seleção de rótulos com base no perfil de alguns pais, escolhendo a dedo vinhos de qualidade e com diferenciais que irão agradar, seja como presente ou mesmo para uma degustação em família para a celebração da data.
O pai “cozinheiro”
Se seu pai gosta de se aventurar na cozinha e ser o masterchef em certas ocasiões para a família, a sugestão é o chileno Fortunatus Cabernet Sauvignon, da Vinã Alto Roble. Vinho tipicamente chileno, encorpado com madeira e aromas de frutas escuras maduras, pimentas doces, alcaçuz e cedro, este é um vinho de celebração em família, muito redondo, com acidez e taninos elevados e bem resolvidos. É sucesso garantido para unir todo mundo em volta de um belo prato de Dia dos Pais, especialmente com carnes vermelhas e massas.
O pai “enólogo”
Caso seu pai já seja um conhecedor do mundo dos vinhos e goste de opções com um maior requinte e extremamente exclusivas, a melhor opção é o Cinco Sentidos Maluco, argentino da Finca Algarve, de Mendoza. Não, você não leu errado: o nome do vinho é Maluco. Isso porque existe todo um mistério que torna o rótulo uma verdadeira especiaria. Por ano, é produzido apenas um barril desse vinho, com 1200 garrafas, e o produtor não revela as safras e nem quais são as quatro uvas envolvidas na produção dele. Ou seja, cada lote é exclusivo.
“Mais do que bebido, um vinho deve ser sentido”, explica Jonas Martins. O preço deste vinho é um pouco mais elevado, cerca de 600 reais a garrafa, porém cada gole vale muito a pena e seu pai vai se sentir muito especial recebendo um prodígio desses.
O pai “aventureiro”
Para pais que gostam de desafio e aventura e topam novidades e produtos diferentes, o Imemorial Barril por Barril Skin Contact da Paso a Paso Wines, também argentina, vai surpreender. Primeiro porque se trata de um vinho laranja, que é feito de uvas brancas, mas com estilo de vinho tinto, com as cascas envolvidas no processo de fermentação. Além disso, o Skin Contact conta com uvas bem diferentes: 30% Torrontés Riojano, 30% Pedro Giménez, 30% Moscatel, 10% Pinot Noir, com um toquezinho de pino. Normalmente, vinhos laranjas nunca têm uva tinta, mas esse rótulo apresenta um pouco de uva tinta sem casca para trazer uma estrutura diferente. “Realmente uma aventura para quem às vezes está acostumado com vinhos normais e quer se surpreender com algo bem diferente”, reforça o sommelier.
O pai “viajante”
As famílias que gostam de viajar e pegar estrada podem certamente colocar em seu roteiro a visita a uma vinícola. Um dos locais mais legais para ser visitado é a região de Flores da Cunha e Monte Altos, no Rio Grande do Sul, uma das mecas do vinho no Brasil.
Lá encontra-se a Viapiana, vinícola centenária fundada por imigrantes italianos que mantém na sua forma de produzir vinhos de qualidade toda a tradição de anos. O rótulo indicado é o Viapiana Via 1986 Nebbiolo. Produzido com apenas 1,5kg por videira, tem a colheita manual com descanso em câmara fria a 8ºC por 12 horas, e as uvas são selecionadas manualmente, com desengace e maceração a frio por 36 horas, estagiando 25 meses em barris de carvalho francês de segundo uso. Cor vermelho granada, tem aromas muito complexos – terroso, frutas vermelhas e escuras, frescas e secas misturadas, alcaçuz, especiarias asiáticas.
“Acidez alta e equilibrada, dando estrutura de sobra e provando que a Viapiana é um dos grandes ‘produtores do Brasil’”, elenca Jonas Martins. “Com todas essas opções, o presente de Dia dos Pais não vai ser mais um problema”.
“O Pequeno Príncipe” para surdos e ouvintes: novo espetáculo da Cia. Fluctissonante recria clássico com encenação em português e Libras simultâneamente
O espetáculo foca no público infanto-juvenil e tem ingressos gratuitos. A estreia acontece dia 23 de julho no Teatro Cleon Jacques, no Parque São Lourenço, com apresentações aos sábados e domingos, às 11h e às 16h até dia 14 de agosto
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O ator Lucas dos Santos em ensaio do espetáculo. Foto: Helena de Jorge Portela
Baixe aqui mais imagens de divulgação
“O Pequeno Príncipe'', uma das obras literárias mais conhecidas de todos os tempos, acaba de ganhar uma nova e mais inclusiva versão para o teatro. Com texto em português e em Língua Brasileira de Sinais (Libras), a Cia. Fluctissonante lança o seu mais novo espetáculo voltado ao público infanto-juvenil. A peça estreia no sábado, 23 de julho, e segue temporada no palco do Teatro Cleon Jacques, no Parque São Lourenço, até o dia 14 de agosto, com sessões aos sábados e domingos, sempre às 11h e às 16h. A entrada é franca e os ingressos gratuitos são distribuídos uma hora antes da apresentação no próprio teatro.
O espetáculo, inspirado no livro homônimo do francês Antoine de Saint-Exupéry, se apresenta como uma experiência sensorial para crianças de todas as idades. Em cena, as atrizes Catharine Moreira, Helena de Jorge Portela e o ator Lucas dos Santos levam ao público a história do principezinho que encontra um aviador em meio ao deserto, e então narra as peripécias que viveu pelos planetas que passou. Desta vez, no entanto, a trama foi recriada e é encenada em português e Libras simultaneamente, a fim de unir os públicos surdo e ouvinte na plateia do espetáculo.
Esta é mais uma montagem da Cia. Fluctissonante produzida para crianças. O primeiro espetáculo infantil “Enquanto a Chuva Cai” realizou mais de 50 ações em cerca de 20 cidades brasileiras. De acordo com a atriz e fundadora do grupo, Helena de Jorge Portela, a obra carrega o resultado de todas as pesquisas realizadas pela companhia nos últimos anos. “Apresentamos uma pesquisa que começou com Enquanto a Chuva Cai. Nos interessa muito aproximar o público surdo do teatro, mas também entendemos a arte cênica como possibilidade de aproximar as crianças ouvintes da Libras”, complementa.
Para o dramaturgo e diretor da peça, Nautilio Portela, a participação no trabalho se torna duplamente especial, já que tem a oportunidade de comemorar os 50 anos de carreira dirigindo um clássico da literatura mundial. “Dirigir um clássico da literatura infanto-juvenil como O Pequeno Príncipe, em Português e Libras, com uma equipe de excelentes profissionais me propôs um desafio e uma grande responsabilidade, que eu só posso encarar como um presente por este meio século de teatro.”, diz ele.
O público de Curitiba e região pode aguardar uma obra potente, divertida e emocionante. Um verdadeiro programa para toda a família, e para as crianças de todas as idades. Os ingressos são distribuídos nos dias do espetáculo, sempre uma hora antes do início.
“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA - FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”
Sobre
A Cia. Fluctissonante é um coletivo curitibano formado por artistas surdos e ouvintes que dedicam-se à criação cênica contemporânea e bilíngue (Libras e Português). Seus projetos unem os públicos surdo e ouvinte nas plateias. Ao longo de sua trajetória produziu espetáculos para adultos como ‘Giacomo Joyce’ (2017) e ‘\TODAS/’ (2018) e também para a infância, como ‘Enquanto a Chuva Cai’ (2016) e ‘Conto Com Libras’ (2018). Em 2021, estreou sua quinta montagem, ‘Elevador’, com direção da artista convidada Georgette Fadel. Em 2020, passou também a desenvolver projetos digitais como a websérie ‘Mulheres - Sinais de Suas Escritas’ e a versão online do espetáculo ‘Conto Com Libras’, além do show-cênico-musical ‘Origami - Músicas Para Ver e Ouvir’. Assim, a companhia consolidou-se precursora nacional na criação em arte acessível, destacando-se justamente pela união de duas das línguas oficiais do Brasil dentro da cena e realizou ações em relevantes eventos, como: Palco Giratório e Plataforma Cena (nacionais), Semana Modos de Acessar (SP), Projeto Narrativas do Silêncio (RN), Curitiba Mostra, Festival de Teatro de Curitiba - Oficial, Mostra Novos Repertórios, Mostra Claudete Pereira Jorge e Prêmio Arte Paraná (PR).
SERVIÇO
O Pequeno Príncipe
De 23 de julho a 14 de agosto
Sábados e domingos, 11h e 16h
Teatro Cleon Jacques - R. Mateus Leme, 4700 (anexo ao Parque São Lourenço)
Entrada gratuita. A distribuição dos ingressos acontece por ordem de chegada 1 hora antes do início do espetáculo.
Duração: 60min
Classificação: Livre
Mais informações no Instagram da Companhia: https://www.instagram.com/fluctissonante/
FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Nautilio Portela
Direção de Movimento: Katia Drumond
Elenco: Catharine Moreira, Helena de Jorge Portela e Lucas dos Santos
Vozes em Off: Clarice Rocha, Diego Marchioro, Juscelino Antunes, Katia Horn, Marcel Malê Szymanski e Simone Magalhães
Tradução para Libras: Taepé Libras e Cultura
Supervisão de Libras: Catharine Moreira, Talita Grunhagen e Peterson Simões
Trilha Sonora Original e Operação de Som: Chico Paes
Cenografia: Katia Horn
Figurinos: Ricardo Garanhani
Iluminação: Lucas Amado
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Diego Marchioro
Assistentes de Produção: Juliana Caimi e Rebeca Forbeck
Costureira: Rose Matias
Cenotécnico: Fabiano Hoffmann
Operação de Luz: Eduardo Neto
Técnico de Luz: Julio Machado
Design Gráfico: Pablito Kucarz
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte
Registro Fotográfico: Elenize Dezgeniski
Registro Audiovisual: Chico Paes
Revisão Texto Programa: Noemi Grunhagen
Realização e Criação: Cia Fluctissonante
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural
“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA - FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”
UP ExperienceAssociação Musical Alegro anuncia nova sede em Curitiba, com aulas gratuitas para comunidade
A partir do dia 1.º de agosto, a UP Experience - centro cultural, esportivo e científico responsável pelos espaços comerciais da Universidade Positivo - passa a ser casa oficial da Associação Musical Alegro. Ao longo de 2022, são várias apresentações, concertos didáticos e ensaios abertos nos espaços cedidos pela UP. Os ensaios da Orquestra Infantil Alegro (OIA), que acontecem aos sábados, serão realizados no Teatro UP Experience.
Por meio da parceria, batizada de Núcleo UP-Alegro, além dos ensaios da OIA acontecerem na UP, serão oferecidas aulas gratuitas de violino para toda a comunidade de dentro da universidade e ao redor dela. Estudantes de escolas públicas e privadas da região, professores, colaboradores e alunos da universidade, que tenham filhos e dependentes entre 7 e 16 anos de idade, poderão participar das aulas oferecidas pela associação.
Para o diretor da UP Experience, Eduardo Faria Silva, é imensurável a importância de abrigar um projeto como a Alegro. “Para nós, é motivo de muito orgulho ser a incubadora de um projeto social e educacional tão lindo, que impacta milhares de pessoas por meio de concertos musicais e ações didáticas”, ressalta.
Em janeiro deste ano, o Teatro Positivo já havia anunciado apoio à Associação Musical Alegro. Por meio da parceria, o maior teatro do Paraná vai sediar todos os concertos, de forma gratuita e aberta à população. O primeiro deles aconteceu dia 27 de junho e os outros estão programados para 14 de novembro e 14 de dezembro.
As vagas para as aulas gratuitas de violino já estão preenchidas, mas as inscrições para a lista de espera podem ser realizadas nesse formulário. As vagas são limitadas e destinadas a crianças e adolescentes entre 7 e 16 anos e não é necessário ter o instrumento para participar das aulas.
Sobre a Associação Musical Alegro
Fundada em março de 2016 pelo músico britânico Edward Matkin, a Associação Musical Alegro desenvolve um programa de educação musical de relevância e excelência no sul do Brasil. O trabalho da Alegro se desenvolve a partir de três pilares: núcleos de ensino de música, que dão a chance para que meninos e meninas de locais com desafios socioeconômicos aprendam música clássica; Orquestra Infantil Alegro (OIA), uma orquestra sinfônica formada por instrutores e maestros profissionais e composta por alunos de escolas públicas, com faixa etária entre 9 e 17 anos; e Orquestra Jovem Alegro (OJA), formada por jovens de até 29 anos com formação musical já avançada. A Alegro apoia seis Núcleos de Ensino que proporcionam acesso à educação musical para crianças e jovens, muitos em situação de vulnerabilidade social. Em 2022, a Alegro está apoiando mais de 800 crianças e jovens em Piraquara, Almirante Tamandaré, Antonina, Paranaguá, no bairro CIC, em Curitiba, e na cidade da Lapa. A Associação Musical Alegro também tem o apoio estratégico da embaixada britânica no Brasil por meio dos consulados e da ABRSM (Associated Board of the Royal Schools of Music) - maior órgão de educação musical do Reino Unido, que tem apoio da Rainha Elizabeth.
Sobre a UP Experience
Formada por Teatro Positivo, UP Expo e pelos campi da Universidade Positivo (Ecoville, Osório e Santos Andrade), e projetada pelo arquiteto Manoel Coelho, a UP Experience é o maior e mais completo centro cultural, esportivo e científico do Paraná para a realização dos mais diversos tipos de eventos. Com mais de 500 mil m², sendo 153 mil m² de área verde, UPX é parte indispensável do ecossistema de eventos e turismo do Paraná e de todo o Brasil. Atuando para ser referência nacional, a UP Experience supera as expectativas do mercado e da sociedade realizando ações com qualidade e sofisticação, democratizando o acesso de todos à cultura e ao conhecimento. upx.art.br
Festa Balaio de Gato no Jokers
O Jokers (R. São Francisco, 164 - Centro-Histórico) recebe neste sábado (23), a festa Balaio De Gato que comemora 10 anos de vida do brechó e collab comandada por mulheres. O evento começa às 19 horas com um pocket bazar de economia criativa de marcas locais e venda de arte indígena. A pista abre às 22 horas com 3 Djs - Ana Guimarães. Babi Oeiras e Isa Todt - que agitam as noites curitibanas com seus ritmos dançantes. Parte da bilheteria será destinada para a ONG @projeto_origem. A recepção será feita pela @juana.profunda ícone drag da cena de Curitiba.
Conhecida por abrigar vários gêneros musicais – a tradicional casa noturna de Curitiba comemora este ano 21 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351.
A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.
SÁBADO 23 JULHO, 19 horas– FESTA BALAIO DE GATO - pocket bazar de economia criativa de marcas locais + venda de arte indígena. A pista abre às 22 horas com as DJs Ana Guimarães. Babi Oeiras e Isa Todt. Parte da bilheteria será destinada para ONG @projeto_origem. Recepção @juana.profunda ícone drag da cena de Curitiba. Promo: Double de Gin até às 23h. Ingressos R$25 (antecipado) e R$30 (na hora). Ingressos à venda no espaço físico do Balaio, na Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 400 loja 06 e no Sympla www.sympla.com.br/festa-de-10-anos-do-balaio__1646526
Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico
Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br
Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul - ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa – R$20 o período.
“Vário” leva dança contemporânea para a região metropolitana de Curitiba
Na montagem, plateia interage com a bailarina e os músicos enquanto surge a ambientação sonora para a cena
Depois de envolver o público de Curitiba, o espetáculo interativo de dança-música “Vário” leva apresentações e oficinas à região metropolitana da capital paranaense. A montagem propõe aproximar a arte contemporânea de adultos e crianças ao promover uma verdadeira brincadeira em cena com a participação de uma bailarina, dois músicos e a ajuda de dispositivos que, utilizados pela plateia, criam os sons do espetáculo e os estímulos para os artistas. Quem quiser viver essa experiência tem hora marcada: as próximas apresentações acontecem em Fazenda Rio Grande (PR), no dia 23 de julho, e em Piraquara (PR), no dia 28 de julho. A entrada é gratuita.
Mesmo promovendo uma grande brincadeira em cena, o espetáculo “Vário” carrega em si um discurso potente. De acordo com a bailarina e professora Lívea Castro, uma das idealizadoras do projeto e performer da encenação, “Vário” propõe um desafio: a convivência e o relacionar-se em dias de opiniões tão antagônicas e, ao mesmo tempo, maneiras tão múltiplas de se estar no mundo.
“Na parceria com o público, vamos descobrindo em ‘Vário’ como criar e conviver no espaço. A intenção é aproximar pessoas e conectar a presença plural. ‘Vário’ é sobre criar convívio, ampliar sentidos e multiplicar corpos. Propõe uma realidade sensível de colaboração, de corpos que se movimentam em rede. É uma estratégia movente de permanência nos espaços”, ressalta a bailarina.
Lívea é graduada em Dança pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR|FAP), com especialização em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Desenvolve pesquisas artísticas e educacionais na Nó Movimento em Rede e como professora de dança da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP). Foi propositura no UM – Núcleo de pesquisa artística em dança da UNESPAR, bolsista no IMP – investigação do movimento particular (2017), e uma das artistas residentes de ENCUENTROS – ações de diálogo em dança Curitiba/Bogotá (2022).
Os músicos que acompanham Lívea em cena são Daniel Amaral e Machison Abreu. Daniel é violonista, arranjador, compositor e professor. Formado em Música Popular pela UNESPAR-FAP, cursou Violão Popular na Escola de Música do Estado de São Paulo. Integra o duo “Miniconto" em parceria com Karla Díbia, com o qual tem 5 álbuns lançados. Machison também é graduado em Música pela FAP, é pesquisador da relação da música com a dança, o teatro e o cinema, já tendo desenvolvido diversos projetos nessa área. Recentemente formado no curso de produção musical pela Yellow Dj Academy, hoje atua como produtor musical e música eletrônica. A parceria dos três foi firmada em 2012 por meio do trabalho de dança-música “Pedras que”.
A classificação de “Vário” é livre e a primeira temporada do espetáculo, foi viabilizada pela lei municipal de incentivo à cultura de Curitiba, e contou com uma série de apresentações para alunos da rede pública de ensino. Já essas novas apresentações, fazem parte de projeto aprovado no Programa de Fomento e Incentivo à Cultura – PROFICE, da Secretaria de Estado da Comunicação e da Cultura, Governo do Estado do Paraná, com o apoio da COCEL.
Serviço:
“Vário”, espetáculo de dança contemporânea
Entrada franca
Fazenda Rio Grande - Estação Cidadania - Cultura
Dia 23 de julho, às 10h30 e 14h
Oficina dança-música: 15h
Rua São Nicolau, nº 2.450, Iguaçu
Piraquara - CEU - Centro de Artes e Esportes Unificados
Dia 28 de julho, às 10h30 e 14h
Oficina dança-música: 15h
Rua Juri Danileko, nº 3.455, Planta Santa Lúcia
FICHA TÉCNICA
Criação e performance: Daniel Amaral, Lívea Castro e Machison Abreu
Iluminação: Erica Mityko
Consultoria de figurino: Amábilis de Jesus
Designer de sensores: Pedro D’Água
Confecção: Fernando Robert
Programação: Machison Abreu
Consultoria: Henrique Bergamo
Diretor de Produção: Jorge Schneider
Coordenação geral: Simone Bönisch
Produção: Bönisch Produções Culturais
Mais informações:
@projeto.vario
@bpcproducoes
www.facebook.com/bpcproducoes/
Fotos - Cayo Vieira
https://www.dropbox.com/sh/7cfx3iwc0zkqbsx/AABBeeXwmTh6unLFFlC-jrzWa?dl=0
Vídeo: https://www.dropbox.com/s/rrv0i16t7f6h3d5/vario_geral2.mp4?dl=0
BPC Produções - A Bönisch Produções Culturais foi criada em outubro de 2017 pela produtora cultural Simone Bönisch. A empresa atua na elaboração, execução, produção, gerenciamento e consultoria de projetos culturais e iniciativas artísticas socioeducacionais. Desde a sua fundação, vem atuando na coordenação e produção dos projetos: Brasil x Israel (intercâmbio cultural entre artistas da dança contemporânea brasileira e israelense), Vilosidade (trabalho solo em dança contemporânea da artista Lívea Castro aprovado no Edital da Área da Dança – Solar 2018), Vário (espetáculo de dança-música aprovado no Edital de Mecenato Subsidiado da Fundação Cultural de Curitiba), Autorretrato (projeto de Cayo Vieira que usa a fotografia em intervenções psicoterapêuticas no tratamento de adolescentes internos no Hospital San Julian), Do Avesso (iniciativa da Nó movimento em rede, contemplada pelo Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020) e Batucando (proposto por Diandra Minatti e aprovado no PROFICE, para a formação de uma orquestra de percussão com crianças da cidade de Ipiranga).
Helena Sofia desembarca em Curitiba com seu novo show, que traz influências italianas, antropofágicas e tropicalistas
MPB, programações eletrônicas e projeções audiovisuais dão o tom do espetáculo Brava!
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Foto: Ana Paula Málaga
Sim! De volta ao Brasil, após uma residência artística na Itália e uma turnê por cidades no interior do Paraná, Helena Sofia traz finalmente seu show, "BRAVA!", para Curitiba. As 10 canções inéditas do espetáculo foram compostas em sua residência em Palermo com o propósito de unir a diversidade cultural brasileira e siciliana para a produção de um material inspirado por suas raízes multiculturais - fruto da miscigenação de ambos povos.
A escolha pelo início do projeto em cidades pequenas do Paraná, que não estão na rota de apresentações do Estado, foi um caminho por onde a cantora decidiu seguir, considerando a necessidade de expandir seu trabalho para além dos polos de efervescência. Agora, "BRAVA!" devora Curitiba nos dias 06 e 07 de agosto às 19h30, no Teatro do Sesi Portão .
O maior interesse da compositora, com esses shows, é impactar. Em consonância com o Centenário da Semana de Arte Moderna de 22, ecoam na obra o Manifesto Antropófago (escrito por Oswald de Andrade em 1928) e sua relação mediada com o Futurismo Italiano, e o Tropicalismo. Misturando programações, projeções visuais do movimento futurista e de obras de Tarsila do Amaral, Drum & Bass e MPB, o roteiro do espetáculo leva o espectador a um mergulho audiovisual, passando por canções leves, que contam histórias curiosas, assim como passagens mais melancólicas. "As projeções que acompanham as músicas foram pensadas não apenas para preencher o cenário, mas para mexer com o público, provocar. As referências futuristas e modernistas estão ali, nos vídeos e nas músicas, ao lado de grandes nomes do cinema italiano, de Carmen Miranda e dos Tropicalistas. Já foram 7 shows até aqui, e ninguém saiu ileso", comenta Helena.
No palco, estarão Gabriela Bruel na percussão e Vic Vilandez no baixo, além da própria Helena; nas direções, Érica Silva assina a parte musical enquanto Rodriane DL, a artística. O projeto foi concebido principalmente por mulheres. "Sem querer, de forma bastante natural, na busca por pessoas que poderiam dialogar com minhas composições e me amparar nesse trabalho".
"BRAVA! era a expressão que eu ouvia dos transeuntes quando tocava nas ruas de Palermo. Se diz “Brava!” àquela que é cheia de coragem, que não teme o perigo, corajosa, valente, que não se domesticou, selvagem. "Brava" é também a canção que eu dediquei à minha vó, uma mulher que usou terno em uma Curitiba tacanha do pós-guerra".
O show conta com o apoio do Sesi-PR.
Saiba mais: www.helenasofia.com.br
AQUI, FOTOS PARA A IMPRENSA :)
SERVIÇO
"BRAVA!”
06 e 07/08 às 19h30
Teatro do Sesi Portão
Rua Padre Leonardo Nunes, nº 180 - Portão)
Ingressos: R$ 20 inteira / R$10 meia
Curitiba - Paraná
Link de vendas: https://www.sympla.com.br/show-brava__1631213
Sesc da Esquina promove curso que mistura literatura e colagem
Sesc PR
No mês de agosto, durante quatro encontros, o Sesc da Esquina, em Curitiba, promove o curso Literatura e Outras Artes – Colagem. Com aulas sempre às segundas-feiras, das 19h às 20h30, a atividade é voltada à experimentação do trabalho artístico de colagem aliado a textos literários e pode ser frequentado por adolescentes, pessoas adultas e idosas.
Os organizadores do curso informam que pequenos textos literários serão ponto de partida para que os participantes possam experimentar técnicas, materiais, cores, formas, imagens e palavras; desenvolver a criatividade, o olhar poético e o pensamento crítico, com o objetivo de compor suas próprias obras.
Também serão apresentados aos participantes artistas como Picasso e Braque, que no início do século XX desenvolveram a técnica da colagem – considerada um dos achados mais relevantes da arte moderna.
O curso tem investimento mensal de R$47 para trabalhadores do comércio e dependentes, R$ 71 para público em geral. As inscrições podem ser feitas no SAC da Unidade do Sesc da Esquina, e para obter mais informações, os interessados devem entrar em contato pelo telefone (41) 3259-1350.
SERVIÇO:
Curso Literatura e Outras Artes – Colagem
Período: de 8 a 29 de agosto
Investimento: R$47/mês para trabalhadores do comércio e dependentes e R$71/mês para o público em geral.
Informações: (41) 3259-1350 - www.sescpr.com.br
Local: Sesc da Esquina - Rua Visconde do Rio Branco, 969
Show ‘O Grande Encontro’ traz a Curitiba Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo
Três grandes talentos juntos, no mesmo palco, para celebrar com o público os mais de 20 anos de um dos mais bem-sucedidos projetos da música brasileira.
Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença apresentam a turnê “O Grande Encontro”, para reviver o sucesso de um dos mais bem-sucedidos espetáculos da música brasileira, que marcou a época. O público da capital paranaense poderá conferir o show destas três grandes vozes da música nacional no dia 02 de setembro, quinta-feira, às 21h, no Teatro Positivo. A produção do show na capital paranaense é da Seven Experience. Os ingressos estão à venda pela Disk Ingressos a partir de R$ 150 a meia-entrada.
Na sua origem, ‘O Grande Encontro’ era apresentado no formato acústico, com versões que recriavam a mística do cancioneiro com intimismo e delicadeza, enquanto que o atual espetáculo, circulando nos palcos desde 2016, incorpora uma sonoridade elétrica e percussiva, esbanjando energia sem perder a ternura.
Para o show, entre trios, duetos e momentos solos, Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo trazem no repertório os clássicos que todo mundo quer ouvir: “Anunciação”, “Banho de Cheiro”, “Dia Branco”, “Tropicana”, “Moça Bonita”, “Caravana”, “Belle de Jour”, “Coração Bobo”, “Táxi Lunar”, “Ciranda da Rosa Vermelha”, “Bicho de Sete Cabeças” e tantas mais.
Do mestre Luiz Gonzaga, o trio alça voo em "Sabiá". De seu filho Gonzaguinha, Elba interpreta uma arrasadora versão de "Sangrando". Pela voz dos companheiros, Zé Ramalho marca presença autoral em "Chão de Giz" e "Frevo Mulher".
Geraldo apresenta uma de sua nova lavra, a delicada "Só Depois de Muito Amor", com letra do poeta Abel Silva. Alceu comparece com mais uma inédita do repertório, a "Ciranda da Traição", cantada pelo trio. Elba e Alceu dobram vozes em "Flor de Tangerina", tema da novela "Velho Chico".
Geraldo Azevedo celebra: - "Vinícius de Moraes dizia que 'a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida'. Há sempre um grande amor entre nós quatro. Elba e eu temos um projeto lindo chamado, Um Encontro Inesquecível que se transformou agora neste novo Grande Encontro. Existe uma relação muito forte que sempre vai nos unir. Somos parceiros da vida toda".
Alceu Valença garante: "Estar no palco com Elba e Geraldinho é como cantar em casa, numa sala de reboco ou de visitas. Geraldo é meu parceiro e compadre, um dos maiores incentivadores da minha música desde sempre. Elba é uma amiga querida, companheira de geração e de arte. Somos da mesma região, o agreste e o sertão de Pernambuco e da Paraíba, e juntos criamos uma identidade orgânica. Nossa força está na maneira fiel e absoluta com que vivenciamos esta identidade".
O primeiro Grande Encontro
Editado pela primeira vez em 1995, quando Alceu, Geraldo e Zé Ramalho (além de Luiz Melodia) fizeram um show beneficente no Teatro Guararapes, em Recife. Animado, Geraldo sugeriu a Zé que o trio idealizasse um espetáculo juntos.
Como Alceu tinha outros planos, Geraldo e Zé começaram a excursionar em duo. Um ano depois, Alceu subiu ao palco em um show da dupla no Canecão. Elba, na plateia, emocionou-se ao ver o trio cantando "Táxi Lunar". O produtor Paulo TA sugeriu: Por que não reunir os quatro no mesmo palco? E foi o que aconteceu. Em formato acústico, munidos somente de seus violões, Geraldo, Alceu, Elba e Zé entraram juntos pela primeira vez em cena no ginásio Machadinho em Natal. O show foi um sucesso total e passou a ser assistido por mais de um milhão de espectadores em todo o país.
O espetáculo passou por São Paulo, Recife, Salvador, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, entre outras praças. No final de 1996, o álbum gravado ao vivo no Canecão (RJ) vendeu mais de um milhão de cópias e estabeleceu um marco para gravações de shows ao vivo no Brasil. O Grande Encontro rendeu mais dois CDs e um DVD, sem a presença de Alceu. Vinte anos depois, o vento torna a sacudir cabeleiras vermelhas em raios de sol lilás.
No show
Alceu, Elba e Geraldo cantam ao lado de Marcos Arcanjo (violões e guitarras), Ney Conceição (baixo), Meninão (sanfona), César Michiles (flauta), Anjo Caldas (percussão) e Cássio Cunha (bateria). Direção de André Brasileiro.
A caravana do GRANDE ENCONTRO se aproxima. Já escutamos os seus sinais.
Sobre a Seven Experience
A Seven Experience é uma das principais empresas de entretenimento do Brasil. Instalada em Curitiba, vem modernizando o mercado artístico e cultural, inovando nas áreas de investimento e negócios dirigidos ao lazer. A Seven já desenvolveu mais de 1.500 eventos ligados à área de entretenimento e oferece produtos como exposições, shows, turnês, feiras e eventos esportivos.
Alguns dos maiores eventos que passaram pelo sul do Brasil nos últimos anos tiveram a marca da Seven Experience em sua realização, como os shows internacionais Bon Jovi, Maroon 5, Green Day, Iron Maiden, Ozzy Osbourne, Katy Perry e Andrea Bocelli; os maiores nomes da música nacional, como: Ivete Sangalo, Marisa Monte e Roberto Carlos; os espetáculos Cirque Du Soleil, Circo da China e Disney On Ice; musicais infantis da Disney; simpósios e eventos exclusivos como Footecon e Risológico; o maior evento de tecnologia e cultura pop do sul do Brasil, Geek City; o Festival Coolritiba, entre muitos outros.
SERVIÇO – O Grande Encontro em Curitiba
Data: 02 de setembro de 2022 (sexta-feira)
Local: Teatro Positivo (Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido)
Horário: o teatro abre às 20 horas e o show inicia às 21h
Ingressos: Os ingressos estão à venda pelo Disk Ingressos a partir de R$ 300,00 a inteira e R$ 150,00 a meia-entrada + taxas administrativas
*A meia-entrada é voltada para doadores de sangue, estudantes, idosos, ID Jovem, PNE, professores e portador de câncer, conforme previsto em Lei.
*Desconto de 50% para Clube Disk Ingressos.
Pontos de venda: Disk Ingressos (Call Center 41 3315-0808). Site do Disk https://www.diskingressos.com.br/evento/3163/02-09-2022/pr/curitiba/o-grande-encontro
Classificação: Livre
Realização: Seven Experience
Duda Beat confirma turnê inédita em Curitiba
Curitiba vai receber uma das consagradas cantoras da nova geração do pop, Duda Beat, que foi um dos grandes destaques do Festival Coolritiba deste ano. Agora, a pedido dos fãs, ela retorna a capital paranaense com seu show completo da “Duda Beat On Tour'. O evento será realizado no palco do Teatro Positivo, no dia 21 de outubro, com a produção da Seven Experience.
A setlist do espetáculo contará com músicas do “Te Amo Lá Fora”, clássicos repaginados do “Sinto Muito” e feats aclamados da cantora, marcando a nova turnê que estreou em dezembro de 2021, após paralisação completa do setor cultural no Brasil devido ao Covid-19.
A abertura da venda dos ingressos já tem data marcada: 21 de julho, quinta-feira, pelo Disk Ingressos.
Comemoração ao 62º aniversário de Mandirituba promove ações para divulgar a camomila
Iniciativas visam reconhecer Mandirituba como referência na produção da erva medicinal. Município está buscando a Indicação Geográfica
Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba, está de aniversário no próximo dia 25 de julho. E para dar uma cor amarelo ouro para a festa de 62 anos do município, acontecerá pela primeira vez o concurso Rainha da Camomila. A estratégia faz parte do trabalho coletivo pela Indicação Geográfica (IG), na modalidade Indicação de Procedência, realizado pelo Sebrae Paraná, em parceria com a Prefeitura de Mandirituba, e a Camandi (Associação dos Produtores de Camomila de Mandirituba).
Ao todo, 30 candidatas vão disputar o título de Rainha da Camomila. O concurso acontecerá nesta sexta-feira (22) às 19h00, no Parque Municipal de Eventos. A mais votada pelos jurados será eleita Rainha da Camomila de 2022, a segunda melhor colocada receberá a faixa de 1ª Princesa da Camomila e a terceira melhor colocada receberá faixa de 2ª Princesa da Camomila.
As comemorações do aniversário de Mandirituba seguem durante os dias 22, 23 e 24. E o Sebrae Paraná estará com um estande na festa do município, para apresentar à sociedade o trabalho desenvolvido na busca pela Indicação Geográfica da camomila. No espaço também será possível tirar dúvidas sobre micro e pequenos negócios e conhecer mais a fundo o trabalho do Sebrae na promoção do empreendedorismo no Paraná.
“No processo de busca pela IG, estamos trabalhando boas práticas agrícolas com os produtores. Até o fim do ano, queremos protocolar todo a documentação no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. O projeto está avançando com os produtores”, afirma a consultora do Sebrae, Aline Geani Barbosa dos Santos
A secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Mandirituba, Maria Aparecida Claudino Biscaia, afirma que não há nada mais belo para representar uma mulher, do que uma flor, e questiona: “então por que o contrário não seria válido?”.
Segundo Maria Aparecida, foi assim que nasceu a ideia do concurso da Rainha da Camomila. “É uma oportunidade única de escolher uma figura feminina de Mandirituba e que representara tanto a beleza da camomila, quanto a força das nossas abelhas rainhas”, responde.
Ela relembra que o título de Capital da Camomila foi conquistado, recentemente, através da criação da Lei Estadual 21.126/2022.
“Nós vimos no concurso uma chance de mostrar essa imagem de Mandirituba, terra das abelhas, capital da camomila, lugar de pessoas fortes que guiam a cidade para um futuro cada vez mais promissor. E nada melhor do que escolher uma Rainha da Camomila, para mostrar isso tudo, de uma só vez”, acrescentou.
O que é uma IG
No selo de Indicação Geográfica, é a localidade quem dá a fama ao produto. Os produtos que seguem as regras da IG respeitam as características do local de origem, como tradição, história e cultura. Atualmente, o Estado do Paraná já possui, nove produtos com o registro: a Bala de Banana de Antonina, Mel do Oeste, Queijo de Witmarsum, Uvas de Marialva, Café do Norte Pioneiro, Mel de Ortigueira, Goiaba de Carlópolis, Melado de Capanema e a Erva-mate de São Matheus.
Sobre o Sebrae 50+50
Em 2022, o Sebrae celebra 50 anos de existência, com atividades em torno do tema "Construir o futuro é fazer história". Denominado Projeto Sebrae 50+50, a iniciativa enfatiza os três pilares de atuação da instituição: promover a cultura empreendedora, aprimorar a gestão empresarial e desenvolver um ambiente de negócios saudável e inovador para os pequenos negócios no Brasil. Passado, presente e futuro estão em foco, mostrando a evolução desde a fundação em 1972 até os dias de hoje, com um olhar também para os novos desafios que virão para o empreendedorismo no país.
BAILARINA E FOTÓGRAFO CRIAM LIVRO INTERATIVO POR MEIO DE QR CODES
Coreo(codes): Movimentos Codificados em Espaços Singulares proporciona experiência audiovisual e revela espaços afetivos de cidades do interior do Paraná.
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Foto: Tom Lisboa
Que local na sua cidade é o mais importante pra você? Foi com esta questão que a bailarina Patrícia Machado e o fotógrafo Tom Lisboa abordaram os moradores de Assis Chateaubriand, Lapa, Jacarezinho e Prudentópolis, no interior do Paraná. A ideia de conhecer estes locais por meio da perspectiva de seus habitantes era a proposta inicial do projeto Coreo(codes): Movimentos Codificados em Espaços Singulares cujo resultado foi materializado na forma de um livro.
Coreo(codes) é um livro sobre cidades e resgata a sensação de pertencimento ao local em que se habita por meio da subjetividade de quem ali mora. Essa história, no entanto, é contada de uma forma bem singular. Ela combina depoimentos, fotografias desses lugares e QR Codes que transferem o leitor para uma experiência dançada em cada um dos locais escolhidos.
O desejo de realizar este projeto nasceu em 2016, mas só se concretizou em 2021, em plena pandemia da Covid-19 e, por causa disso, algumas ações tiveram que ser adaptadas para o formato virtual. O primeiro uso foi para selecionar os participantes. A produção de Coreo(codes) fez circular nas redes sociais uma convocatória para os moradores destes locais participarem de um projeto de dança, mas que não era necessário nenhum tipo de experiência prévia. Já a plataforma zoom foi fundamental na realização das oficinas ministradas sob orientação da bailarina e coreógrafa Patrícia Machado. Foram cinco encontros com cada grupo das cidades selecionadas. Nesta etapa, os participantes eram incentivados a improvisarem movimentos e produzirem pequenas coreografias inspiradas em lugares com os quais eles tinham uma conexão afetiva. O encontro presencial só acontecia quando o grupo de uma cidade concluía suas criações coreográficas. Aí a equipe se deslocava até o município para Tom fotografar e filmar o que havia sido ensaiado nos lugares escolhidos pelos participantes. Foram mais de dois mil quilômetros percorridos pelas estradas do Paraná para realizar estes registros.
“Mesmo tendo realizado grande parte do projeto de forma virtual, criamos um vínculo afetivo com os moradores, era emocionante conhecê-los presencialmente no dia das filmagens. Partilhamos histórias íntimas ao longo do processo, relata Patrícia.
A bailarina e coreógrafa conta o quanto foi interessante discutir território, corpo, movimento e modos de pertencer e criar presença nos espaços justamente no período em que lidávamos com as restrições impostas pela pandemia. “Nesses últimos anos fomos sendo obrigados a voltar nosso olhar para os ambientes. A questão corpo-espaço mudou completamente. Ao longo do processo de criação os próprios participantes foram questionando o que entendiam como lugar e o que para eles fazia mais sentido, o que de fato tinha importância. Eles trouxeram para o trabalho lugares como a sala da casa, o colo da vó. A dança serviu como ritual para despedidas e reconhecimento dos espaços”, revela.
“Uma das belezas do projeto foi o modo como os participantes nos abriram suas vidas e mostraram, em seus corpos, um pouco de sua história e como se relacionam com o lugar onde vivem”, acrescenta Tom.
Enquanto Patrícia provocava as narrativas, Tom era o responsável por ilustrá-las. Coreo(codes) reúne 27 coreografias/performances que são acessadas por QR Codes, resultado do registro fotográfico de Tom Lisboa que foi transformado em stop motions. As animações foram compostas, cada uma, por cerca de 300 fotografias editadas e tratadas individualmente. “Utilizei como referência um stop motion que vi na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Mantenha-me em Pé (Tiens-moi droite, 2012), da cineasta francesa Zoé Chantre. Era uma espécie de "filme rascunho", que era continuamente apagado e refeito. Achei poeticamente impactante porque a vida é uma obra que não se passa a limpo, está sempre em processo. Como eu nunca havia trabalhado com esta técnica, foi desafiador, mas sobretudo pelo volume de trabalho. Para cada coreografia com duração de um minuto eu precisava ter pelo menos 300 fotos que eram tratadas uma a uma”, conta o fotógrafo.
“Essa técnica escolhida pelo Tom nos ajudou a compreender a imagem do movimento como rastro do que deixamos de nós nos lugares, rastros silenciosos, mas repletos de vibração”, comenta Patrícia. Coreo(codes) se revela, para mim, como uma dança poética de coexistência no lugar que integra o visível e o invisível de habitar um tempo-espaço”, completa.
“A conexão criativa que se estabeleceu com a equipe e com cada um dos participantes foi muito gratificante, este projeto possibilitou que descobríssemos novas potencialidades em nós mesmos”, conclui Tom.
Para assistir as coreografias de Coreo(codes) é preciso apontar a câmera de um celular para o QR Code das páginas do livro. Os stop motions não têm som, mas incluem uma indicação de trilha sonora sugerida tanto por Patrícia, quanto por Tom e por quem realizou a performance.
Coreo(codes) está sendo comercializado via instagram do projeto: @coreocodes
Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.
Sobre os criadores
Patrícia Machado é bailarina, coreógrafa, performer e artista docente. Tem formação em Dança pelo Institut del Teatre de Barcelona, Espanha, mestrado em Mediações Educacionais em Artes, pela UNESPAR e é doutoranda em Pedagogia das Artes Cênicas, na UDESC. Atuou na Leine and Roebana Dance Company – Amsterdam, It Danza Joven Compañia –Barcelona, CEDECE – Companhia de Dança Contemporânea – Lisboa e no Balé Teatro Guaíra, Curitiba. Interessada na causa do refúgio e migração, desde 2016 desenvolve trabalhos coreográficos e performativos com a temática. É idealizadora e colaboradora de diferentes projetos na transversalidade da arte e educação como o Criança que Dança Haiti, projeto que promove performances e atividade artísticas com jovens em situação de vulnerabilidade social em Porto Príncipe, no Haiti e o Visita Guiada. Cofundadora do Coletivo Nós em Traço, grupo de artistas interessadas em alternativas para arte e educação através do diálogo entre o corpo, movimento e traço.
Tom Lisboa tem Mestrado em Photography and Urban Cultures, pela Goldsmiths, University of London e Mestrado em Comunicação e Linguagens, pela Universidade Tuitui do Paraná. Atua como artista visual, professor de cinema e fotografia, curador independente e está radicado em Curitiba desde 1987. Em 2020, recebeu, do estado do Paraná, o Prêmio de Reconhecimento por Trajetória Cultural Aldir Blanc. Em 2018, foi agraciado pelo governo britânico com o prêmio Chevening Awards, um programa de bolsa de estudos internacional que permite que profissionais com qualidades de liderança de mais de 160 países e territórios realizem estudos de pós-graduação ou cursos em universidades no Reino Unido. Em 2012, recebeu o Prêmio FUNARTE Marc Ferrez de Fotografia e, em 2005, o Prêmio Porto Seguro de Fotografia, na categoria pesquisas contemporâneas, com a série polaroides (in)visíveis. Neste mesmo ano, foi ainda mapeado pelo Rumos Itaú Cultural. Foi um dos artistas convidados da Bienal de Cerveira(2013), em Portugal; Photovisa(2015), na Rússia e Encuentros Abiertos(2008), na Argentina. Participou ainda dos principais festivais de fotografia do país (Paraty em Foco, Fest POA, Foto Arte, Semana da Foto em Curitiba).
Ficha Técnica
Concepção e Criação: Patrícia Machado e Tom Lisboa
Direção de Movimento: Patrícia Machado
Fotografia e Stop Motion: Tom Lisboa
Montagem: Lívea Castro
Projeto Gráfico: Letícia Lampert
Revisão Português: Ana Guida
Revisão Inglês: Liane von Mühlen
Texto dos participantes e tradução para inglês: Tom Lisboa
Produção: Artéria Cultural
Assistente de Produção: Alessandra Lange
Publicação: Drops Cultural
Rede Social: Ana Paula Luz
Assessoria de Imprensa: Glaucia Domingos
Serviço:
Livro Coreo(Codes): Movimentos Codificados em Espaços Singulares
Contato/vendas: @coreocodes (instagram)
Produção
Alessandra Lange
alelange@yahoo.com
Chico Buarque começa os ensaios da nova turnê
Esta semana Chico Buarque e seus músicos começaram os primeiros ensaios para a turnê ‘Que tal um samba?’ que vai circular o Brasil em setembro com estreia nacional, em João Pessoa (PB), no dia 06. Em Curitiba – terceira cidade a receber o espetáculo -, estão confirmadas três apresentações no Guairão nos dias 23 e 24, sexta e sábado, às 21 horas; e no domingo, dia 25, às 19 horas. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site do Disk Ingressos (www.diskingressos.com.br) ou de forma presencial no quiosque do Disk Ingressos no Shopping Ventura – Setor Azul (antigo shopping Total) e/ou no quiosque do Disk Ingressos na recepção do Hotel Mabu.
O show terá Mônica Salmaso como convidada especial, em alguns números solo e duetos com Chico Buarque. A cantora irá participar dos ensaios mais adiante, também no Rio de Janeiro. A nova turnê passará por 11 cidades e percorrerá o Brasil até abril de 2023, com patrocínio da Icatu.
Serão sete semanas de ensaios e, por enquanto, o repertório ainda não foi revelado. A princípio, só terá o novo samba – que dá nome a turnê - como música inédita. A banda será formada pelos músicos que acompanham Chico há alguns anos. O maestro Luiz Cláudio Ramos (Violão, Guitarra, direção musical e arranjos), João Rebouças (Piano), Jorge Helder (Baixo acústico e elétrico), Jurim Moreira (Bateria), Chico Batera (Percussão), Bia Paes Leme (Teclados e vocais) e Marcelo Bernardes (Sopros). A equipe de criação do show traz ainda Daniela Thomas no cenário, Maneco Quinderé na iluminação, Cao Albuquerque nos figurinos.
Serviço:
‘Que tal um samba?’ – Show com Chico Buarque. Convidada: Mônica Salmaso. Sexta-feira, dia 23/09, e sábado, dia 24;09, e domingo dia 25/09, às 19 horas, no Teatro Guaíra - Grande Auditório (Praça Santos Andrade s/n). Classificação indicativa: livre
Preços:
Plateia - R$ 310,00 (meia) / R$ 620,00 (inteira)
1º balcão - R$260,00 (meia) / R$ 520,00 (inteira)
2º balcão - R$ 210,00 (meia) / R$ 420,00 (inteira)
Compras pelo site do Disk Ingressos (www.diskingressos.com.br) ou de forma presencial no quiosque do Disk Ingressos no Shopping Ventura – Setor Azul (antigo shopping Total) e/ou no quiosque do Disk Ingressos na recepção do Hotel Mabu.
Na bilheteria do Guairão serão disponibilizados ingressos somente no dia do show das 10h até às 21h30.
30% de desconto em todos os setores do Teatro sobre o preço de inteira e não cumulativo com outras promoções ou descontos beneficiados por lei para Clube DISK INGRESSOS na compra de até dois ingressos válidos somente para o titular do cartão.
FORMAS DE PAGAMENTO: Dinheiro, cartões de crédito (em até 3 parcelas com acréscimo), cartões de débito e Pix. Não serão aceitos cheques.
MEIA-ENTRADA:
Idosos
Professores
Estudantes
Doador de sangue
Portador de câncer
Pessoas com deficiência (PNE)
Jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes
Zé da Guiomar: o samba de Minas que conquistou o Brasil
Registro audiovisual com 14 canções que representam 20 anos de carreira estará disponível nos aplicativos de música e no YouTube a partir da próxima sexta-feira (22).
Duas décadas de amor ao samba. A trajetória do grupo mineiro Zé da Guiomar está sendo celebrada em grande estilo com o lançamento do "áudio-visuálbum" Zé da Guiomar – 20 anos que reúne uma seleção afetiva de 14 sambas que já tinham sido gravados nos quatro discos da carreira do grupo e que será disponibilizado na próxima sexta-feira (22), nos aplicativos de música e no YouTube. O repertório elegante e de bom gosto traz, além de composições autorais e de novos talentos do “quintal de casa”, releituras de sambistas consagrados como Paulinho da Viola, Eduardo Gudin, Riachão, Batatinha, Wilson das Neves entre outros.
O grupo – que antes da pandemia já contabilizava mais de um milhão de pessoas que assistiram seus shows em diversas cidades do país e até no exterior - é formado por Márcio Souza (vocal e violão), Valdênio Martinho (cavaquinho), Marcos Flávio (trombone), Gustavo Monteiro (7 cordas), Totove Ladeira (percussão), Alexandre Batista (percussão) e Rodrigo Martins (percussão). E o Zé não toca?
Na verdade, a origem do nome do grupo surgiu a partir de uma figura folclórica da aprazível cidade de Conceição de Mato Dentro (MG): o Zé da Guiomar: líder de congado, um sujeito boa praça e com vários casos engraçados, que sem querer batizou o grupo. Os músicos que ainda tinham uma banda sem nome, viram em Zé da Guiomar não só uma bela sonoridade, mas, essencialmente, a representatividade da cultura brasileira, e fizeram uma homenagem a todos os “Zés”, de tantas “Guiomar” (que podem ser mães ou esposas), espalhados principalmente pelo interior do país.
Nesses 20 anos de estrada, o grupo Zé da Guiomar lançou quatro discos, com um repertório marcante. Para o registro audiovisual comemorativo, os integrantes escolheram 14 músicas, divididas em três sambas de cada álbum lançado, exceto para o segundo trabalho – mais autoral – que foram escolhidas cinco faixas. Não foi uma escolha fácil, mas prevaleceu o critério da memória afetiva.
O primeiro disco – com o nome do grupo – foi lançado em 2004 com releituras de sambas. Deste álbum estão as composições “Ainda Mais” (Paulinho da Viola/Eduardo Gudin), “É Preciso Perdoar” (Alcivando Luz/ Carlos Coqueijo) e “Na Cadência do Samba” (Luiz Bandeira).
Quatro anos depois eles gravaram o CD O Samba Tá – basicamente com músicas autorais. Deste disco foram selecionados quatro sambas do grupo: “Dizendo Adeus” (Valdênio Martinho), “Faltou Você” (Valdênio Martinho/ Fernando Tolomelli), “Solidão” (Valdênio Martinho/ Márcio Souza) e “Cinzas” (Valdênio Martinho). E, ainda, “Nega de Obaluauê”, samba-rock do compositor Wando que ganhou um arranjo caprichado.
Respeitando a cronologia bissexta, em 2012, o Zé da Guiomar lançou o disco Samba Feiticeiro com repertório de sambas produzidos na Bahia. Deste trabalho foram selecionadas as faixas “Direito de Sambar” (Batatinha), “Retrato da Bahia” (Riachão) e “Moça Morena Maria” (Edil Pacheco/Wilson das Neves).
Finalmente, em 2017, veio o disco Carta na Manga, quarto álbum do grupo que trouxe no repertório compositores mineiros e sambas autorais. Deste CD, além da faixa-título “Carta na Manga” (Sérgio Astchim), também entraram as músicas “Desamor” (Pirulito da Vila) e “Juro que não” (Valdênio Martinho/Chico Amaral);
O "áudio-visuálbum" Zé da Guiomar – 20 anos trouxe importantes instrumentistas da cena mineira para participar da gravação como convidados especiais. Estão lá o acordeonista Celio Balona, 83 anos, que já havia participado no primeiro e segundo álbum do grupo - que tem o artista como referência e ressalta o bom gosto e a lucidez no repertório que ele desenvolveu ao longo de sua carreira. O cantor, ator e compositor Maurício Tizumba – um ativista do congado que desenvolve uma obra muito ligada às questões da cultura negra, participa no vocal de “Retrato da Bahia”. E o guitarrista e arranjador Juarez Moreira, que imprime sua personalidade jazzística na música “É preciso perdoar”. Fecham o time de participações especiais do Chico Amaral (saxofone) – conhecido como compositor e parceiro de Samuel Rosa -, o baixista Ezequiel Lima e o baterista Ramon Braga.
Em 20 anos de estrada o Zé da Guiomar se transformou em um dos grupos mais bem-sucedidos de Minas Gerais. A fórmula: um instrumental eficiente, arranjos criativos e um repertório cuidadosamente escolhido, que mescla temas próprios e clássicos de várias épocas e tendências. O grupo é um dos principais responsáveis pelo fortalecimento e renovação do samba na capital mineira.
A ideia inicial era gravar este trabalho ao vivo com público, celebrando a data, porém o longo período pandêmico obrigou o grupo a alterar drasticamente os planos. O álbum foi realizado por meio de Campanha de financiamento coletivo e as gravações foram em estúdio, porém com os músicos tocando juntos, ao vivo, o que tornou a sonoridade mais orgânica e realista. O resultado poderá ser conferido em breve nos aplicativos de música e no YouTube. Mas a festa continua. Depois do lançamento, a intenção é rodar o Brasil em turnê comemorativa e a festa começa no dia 13 de agosto, onde tudo começou, em Belo Horizonte, no Catavento Cultural.
FAIXAS (*os arquivos abaixo podem ser visualizados mas somente serão disponibilizados para o público na sexta-feira)
ÁLBUM "Zé da Guiomar – 20 anos"
01 - Ainda Mais (Paulinho da Viola / Eduardo Gudim) - https://youtu.be/xKlv7NHNR-M
02 - Dizendo Adeus (Valdênio Martinho) - https://youtu.be/0GkalWY1xBQ
03 -Direito de sambar (Batatinha) - https://youtu.be/BDYKuUypG1g
04 -Carta na Manga (Sérgio Astchim) https://youtu.be/h-toSqsrhaY
05 - Retrato da Bahia (Riachão) - https://youtu.be/gWXWaE48JPU
06 -Desamor (Pirulito da Vila) - https://youtu.be/rzYGsUmo11U
07 - É preciso perdoar (Alcivando Luz e Carlos Coqueijo) - https://youtu.be/hgAzO2738sI
08- Juro que não (Valdênio Martinho e Chico Amaral) - https://youtu.be/-Of2aLHSF2w
09 -Moça Morena Maria (Wilson das Neves e Edil Pacheco) - https://youtu.be/TntFCxKFFYc
10 - Faltou Você (Valdênio Martinho e Fernando Tolomelli) - https://youtu.be/f_4ABQmx4c0
11 - Solidão (Valdênio Martinho e Marcio Souza) - https://youtu.be/2BNhKh9B42A
12 - Nega de Obaluaê (Wando) - https://youtu.be/V0f97YK7pVw
13 - Cinzas (Valdênio Matinho) - https://youtu.be/oMFwtga3hrM
14 - Na cadência do Samba (Luis Bandeira) - https://youtu.be/6u3cX53SpqA
FICHA TÉCNICA
ÁLBUM Zé da Guiomar – 20 anos
Márcio Souza: Voz e violão
Valdênio Martinho: Cavaquinho
Marcos Flávio: Trombone
Totove Ladeira: Surdo e percussão
Alexandre Batista: Percussão
Rodrigo Martins: Percussão
Gustavo Monteiro: Violão 7 cordas
Convidado especial:
Chico Amaral: Saxofones
Participações especiais:
Célio Balona (Acordeom)
Juarez Moreira (Guitarra)
Mauricio Tizumba (voz)
Ramon Braga (bateria)
Ezequiel Lima (baixo)
Produção Musical: Zé da Guiomar
Gravação, Mixagem e Masterização: Fabricio Galvani (Estúdio Galvani)
Direção de Vídeo e Produção Audiovisual: Luis Evo (Primata Filmes)
Projeto Gráfico: Coletivo É
Assessoria de Comunicação: RB Escritório de Comunicação
Assessoria de Marketing Digital: Geração Y
Cruzília dá show no Minas Láctea 2022
Cruzília dá show no Minas Láctea 2022
Marca coleciona prêmios e reforça o posicionamento como a queijaria brasileira mais premiada no país e no mundo
A Cruzília – marca que integra a UltraCheese, plataforma especialista na produção de queijos – conquistou quatro prêmios no Minas Láctea 2022, realizado nesta semana em Juiz de Fora (MG).
O 1° lugar na categoria Queijo Provolone (pela excelência de suas características ligeiramente picantes e defumado, com textura firme, massa amarela e filada), o 3° lugar na categoria Gouda (já premiado por 8 vezes no Concurso Nacional de Produtos Lácteos do ILCT/EPAMIG, em Minas Gerais) e o 3° lugar na categoria Gorgonzola (o produto já foi eleito um dos melhores 5 gorgonzolas do mundo em 2020, no Wisconsin Cheese Awards/EUA).
Ainda, recebeu o 3° lugar na categoria Produto Inovador, com o queijo Barão de Minas, criação inédita e exclusiva da marca, que é reconhecida mundialmente pela inovação em queijos com produtos como Santo Casamenteiro, Azul de Minas, A Lenda, Manto da Serra e Serra da Mantiqueira. O Queijo Barão de Minas é uma mistura inusitada da cremosidade do queijo Azul com notas intensas e fundo achocolatado do café. O produto homenageia o “casamento” mais famoso do Brasil: o café com leite, que simboliza a união histórica dos estados de São Paulo e Minas Gerais.
“A Cruzília segue colecionando premiações nos principais concursos nacionais e mundiais, destacando a qualidade e a excelência de nossa produção e reforçando nosso posicionamento como a queijaria brasileira mais premiada no mundo”, comemora Edson Martins, COO da UltraCheese.
“Prêmios como esse vem para reforçar a qualidade técnica da Cruzília, detentora de um processo extremamente manual, que faz com que cada queijo seja único. Inovar está no nosso DNA, é nosso compromisso de entregar ao consumidor novas experiências”, complementa Juliana Jensen, Coordenadora de P&D da UltraCheese.
O Minas Láctea englobou cinco grandes eventos do setor laticinista na América Latina: o 35° Congresso Nacional de Laticínios, a 46ª Expomaq, a 46ª Expolac, o 45° Concurso Nacional de Produtos Lácteos (onde os produtos Cruzília foram agraciados) e a 41ª Semana do Laticinista.
Organizado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, o evento é referência em difusão de tecnologias para leite e derivados, bem como na apresentação de novos produtos, equipamentos e maquinários.
Sobre a UltraCheese – A UltraCheese foi criada a partir do sonho de ser a melhor e mais completa queijaria do país. A marca integra o fundo de investimentos independente Aqua Capital, que tem como objetivo a expansão de empresas de médio porte dentro da cadeia de valor do agronegócio no Brasil e na América do Sul. No portfólio, constam queijos, manteigas e cremes para o dia a dia, queijos únicos e exclusivos para momentos especiais, além de uma linha de derivados premium de leite de búfala. O amor pelo leite e a preservação da verdadeira arte de fazer queijos é o que uniu a Cruzília, Lac Lélo, Búfalo Dourado e Itacolomy neste grande projeto.
Sesc PR prepara semana dedicada à literatura em 26 cidades
Sesc PR
De volta ao formato presencial, 26 cidades paranaenses recebem a 41ª edição da Semana Literária Sesc PR e Feira do Livro
O maior e mais tradicional evento literário do Paraná, a 41ª Semana Literária Sesc PR e 20ª Feira do Livro, retoma em 2022 a programação em formato presencial e, de maneira simultânea, de 12 a 17 de setembro, celebra a literatura em 26 cidades paranaenses.
Para debater sobre o tema “Territórios Imaginários: vozes em trânsito”, o Sesc PR convidou inúmeros autores, escritores, jornalistas, pensadores, artistas e professores para participarem de debates, mesas-redondas, exposições, lançamentos de livros, palestras, sessão de autógrafos, oficinas e apresentações artísticas.
De acordo com os organizadores do evento, o tema central será desdobrado em cinco eixos de discussão: as fronteiras da linguagem; histórias em trânsito; (des)dizeres do corpo; diálogos entre memórias e rio-terra: a terceira margem. Nesta edição a Semana Literária se propõe a ser um espaço de reflexão, leituras e discussões sobre os espaços que habitamos, territórios geográficos e simbólicos, imigração e fronteiras, trânsitos, pertencimento e ancestralidade.
Parceria
Em Curitiba o evento ocorre na Praça Santos Andrade e na Unidade Sesc Paço da Liberdade e é promovido em parceria com a Universidade Federal do Paraná e Editora UFPR, que neste ano celebra a vigésima edição da feira. A Semana Literária também conta com o apoio da Fundação Cultural de Curitiba e da Academia Paranaense de Letras.
Além de Curitiba, a Semana Literária e Feira do Livro será realizada em Apucarana, Bela Vista do Paraíso, Campo Mourão, Cascavel, Cornélio Procópio, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Ivaiporã, Jacarezinho, Londrina, Marechal Cândido Rondon, Maringá, Matinhos, Medianeira, Nova Londrina, Paranaguá, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa, Rio Negro, São José dos Pinhais, Toledo, Umuarama e União da Vitória.
Livrarias e editoras
Por meio de editais, o Sesc Paraná selecionou livrarias e distribuidoras de livros que comercializarão livros com descontos de no mínimo 20% sobre o valor de capa. Com isso, o Sesc contribui com o mercado livreiro, com a formação de leitores, com a popularização do livro e com a divulgação da produção literária.
Lançamentos
Pelo sétimo ano consecutivo, o Sesc PR lança durante a Semana Literária a Coletânea de Contos Infantis, com 10 trabalhos de escritores paranaenses selecionados via edital. Para o diretor regional do Sesc PR, Emerson Sextos, este material é resultado do compromisso que o Sesc Paraná tem com a produção literária estadual, com a ampliação do imaginário infantil, com o desenvolvimento da leitura desde a tenra infância, com o despertar da criatividade e com o conhecimento. “Dez autores aceitaram o desafio de alargarem o olhar para os mais diversos elementos que formam a cultura do nosso estado e produzirem contos voltados ao público infantil. Pela literatura, o Sesc Paraná convida o leitor a conhecer e viajar pelo nosso estado, ampliar o conhecimento sobre sua paisagem, seu povo, cidades, costumes, tradições, e a perceber que o Paraná, nossa cultura e identidade vão muito além do pinhão, da erva-mate e da gralha azul. Somos multiculturais”, salienta Sextos.
Em breve, programação completa em www.sescpr.com.br/semanaliteraria.







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