CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A MOSTRA INTERNACIONAL DE DANÇA ENCUENTROS

Projeto conecta artistas da América Latina em nove dias de espetáculos, oficinas e ações de convivência

¿Cómo as coisas chegaram aquí - Iván Haidar. Foto Antonela Moltini

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 5 a 13 de junho, a segunda edição de ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina, mostra que transforma a cidade em um espaço de intercâmbio artístico entre criadores latino-americanos e a cena curitibana. Ao longo de nove dias de programação, o projeto reúne espetáculos de dança, residências artísticas, oficinas, pocket shows e espaços de diálogo, propondo encontros entre diferentes corpos, territórios e modos de criação.

Com artistas do Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia e México, a programação apresenta obras que transitam entre dança, performance e investigação corporal. Entre os destaques internacionais estão KRUMPFORMismo, da uruguaia Eugenia S. Chirimini; ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, do argentino Iván Haidar; Tropismo y Nastía, da dupla argentina Constanza Copello e Delfina Serra; Des-emboca-dura con-mover lo atascado, da colombiana Sara Idárraga Hamid; e Códice del placer, do mexicano Azhareel Sierra.

Em diálogo com essa produção, artistas de Curitiba apresentam trabalhos como Marimbondo, de André Oliveira; Ultravioleta, de Adriana Omoto; Suíte Deserto, da Korpa Enkantada; Regenerações, de Majo Farias e Vitória Gabarda; e Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski.

Além das apresentações, ENCUENTROS amplia a experiência do público com oficinas gratuitas voltadas à sensibilização e investigação do movimento, ministradas por Cinthia Kunifas, Laremi Paixão, Raphael Fernandes e Juliana Adur. A programação inclui ainda pocket shows musicais, bate-papos entre artistas, curadoria e público, além do lançamento de uma publicação com registros criativos da mostra.

A abertura, em 5 de junho, contará com o pocket show Voa Noite Duo, de Lu Faccini e Leo Gumiero, e a apresentação de Monstruosas Alianças, de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo. O encerramento, em 13 de junho, terá pocket show do duo Las Pájaras e distribuição gratuita da publicação do projeto.

Com curadoria da argentina Jimena Garcia Blaya, da mexicana Olga Gutiérrez e do artista curitibano Leonardo Kunta, com interlocução da idealizadora Mariana Mello, a mostra propõe refletir sobre o corpo, território e pertencimento, fortalecendo redes de colaboração entre artistas latino-americanos. Ao aproximar diferentes realidades culturais, ENCUENTROS reafirma Curitiba como espaço de circulação e diálogo das artes vivas contemporâneas.

Programação:
📅 05 de junho | Sexta-feira |⏰ 19h30
• Abertura ENCUENTROS
• Pocket show Voa Noite Duo, com Lu Faccini e Leo Gumiero (Livre)
• Monstruosas Alianças, de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo (Livre)

📅 06 de junho | Sábado
⏰ 14h às 17h - Oficina Corpo-Corpo Corpo-Mundo, com Cinthia Kunifas (16 anos)
⏰ 19h30
• Marimbondo, de André Oliveira (Curitiba) (Livre)
• Tropismo y Nastía, de Constanza Copello e Delfina Serra (Argentina) (18 anos)

📅 07 de junho | Domingo
⏰ 14h às 17h - Oficina Dançar é Pertencer, com Laremi Paixão (16 anos)
⏰ 18h
• KRUMPFORMismo, de Eugenia S. Chirimini (Uruguai) (Livre)
• Suíte Deserto, da Korpa Enkantada (Curitiba) (16 anos)

📅 09 de junho | Terça-feira |⏰ 19h30
• Pocket show Melindre, com Julia Klüber
• Diálogo Curitiba # América Latina – bate-papo entre artistas, curadoria e público
Mediação: Gabriel Machado

📅 10 de junho | Quarta-feira |⏰ 19h30
• ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, de Iván Haidar (Argentina) (Livre)
• Ultravioleta, de Adriana Omoto (Curitiba) (16 anos)

📅 11 de junho | Quinta-feira |⏰ 19h30
• Regenerações, de Majo Farias e Vitória Gabarda (Curitiba) (18 anos)
• Códice del placer, de Azhareel Sierra (México) (18 anos)

📅 12 de junho | Sexta-feira |⏰ 19h30
• Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski (Curitiba) (Livre)
• Des-emboca-dura con-mover lo atascado, de Sara Idárraga Hamid (Colômbia) (10 anos)

📅 13 de junho | Sábado | Encerramento
⏰ 10h às 13h - Oficina Arquiteturas Orgânicas do Movimento, com Raphael Fernandes (16 anos)
⏰ 14h às 17h - Oficina Jogo de Interesses - o interesse como força de aproximação e criação, com Juliana Adur (16 anos)
⏰ 17h
• Encerramento ENCUENTROS
• Pocket show Las Pájaras (Livre)
• Lançamento e distribuição gratuita da publicação Registro Criativo (Livre)

SERVIÇO:
ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina – 2ª edição
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 05 a 13 de junho
Ingressos: R$ 30,00 a inteira e R$ 15,00 a meia entrada (1 ingresso vale para os dois espetáculos da noite)
Vendas: presenciais e online a partir de 30 de maio, às 10h
Oficinas gratuitas, mediante inscrição
Classificação indicativa: conforme a programação
Informações e inscrições:
Link | Link
+ Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba​

Cia de 2 apresenta o premiado espetáculo “Leões, Vodka e um Sapato 23” no Sesc da Esquina, em Curitiba

Peça propõe uma reflexão sobre a liberdade ao reinterpretar a trágica história do Circo Vostok. Apresentação única acontece dia 23 de maio (sábado), com ingressos a partir de R$ 10

A Cia de 2, grupo teatral com mais de 20 anos de trajetória, chega a Curitiba para uma apresentação única do premiado espetáculo de teatro e circo "Leões, Vodka e um Sapato 23". A sessão acontece dia 23 de maio (sábado), às 20h, no Teatro do Sesc da Esquina.
A montagem parte do trágico e conhecido evento envolvendo o Circo Vostok para convidar o público a uma profunda reflexão sobre o aprisionamento - seja ele físico, social ou psicológico. Ao colocar em cena leões que enfrentam o seu destino no picadeiro, a obra levanta um questionamento contundente: afinal, quem realmente está enjaulado? Os animais ou nós, presos em nossas próprias contradições e injustiças humanas?
O espetáculo mistura os "restos" de uma banda e de um circo, utilizando pedaços de lona e sobras de vodka em um ambiente tomado por murmúrios russos e rugidos felinos. Em cena, quatro leões bufos convocam a plateia para testemunhar sua própria morte, sua miséria e os amargos dias de fome dentro da jaula. O tom tragicômico e a estética circense criam uma atmosfera imersiva e provocativa.
Desde sua estreia oficial em 2019, na 5ª edição do CIRCOS (Festival Internacional Sesc de Circo, em São Paulo), a peça tem trilhado um caminho de grande sucesso de público e crítica. A obra já circulou por inúmeras unidades do Sesc em São Paulo e no Paraná, além de ter integrado a programação de importantes festivais nacionais e internacionais, como o FESTCLOWN (Brasília), FESTIA (Canoas) e o Festival de Inverno de Bonito (MS).
"Leões, Vodka e um Sapato 23" rendeu a Cia de 2, prêmios de destaque na cena teatral nacional, incluindo: Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias (2023): Vencedor nas categorias Melhor Espetáculo (1º lugar), Melhor Direção e Melhor Cenografia e FENATA – Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa (2019): Vencedor de Melhor Espetáculo (Júri Popular) e Melhor Figurino.
Ficha técnica
Elenco: Adriano Laureano, Jean de Oliveira, Jonas di Paula e Guilherme Padilha
Direção: Daniela Biancardi
Direção Musical: Mateus Guimarães
Figurinos: Chris Galvan
Maquiagem: Daniela Biancardi
Iluminação: Miguel Ramos
Orientação Dramat gica: Suzana Aragão
Cenografia: Núcleo de Pesquisa e Montagem do espetáculo
Confecção de Cenário: Willian Alves e Orlando Sales
Edição de Som: DJ Evelyn Cristina
Adereços: Márcio Douglas e Orlando Sales
Produção: Jean Oliveira
Serviço:
Espetáculo "Leões, Vodka e um Sapato 23" (Cia de 2)
23 de maio, sábado, às 20 horas
Sesc da Esquina — R. Visconde do Rio Branco, 969 - Mercês, Curitiba - PR
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia-entrada) | R$ 10 (Trabalhador do Comércio)
Classificação Indicativa: Maiores de 12 anos

Espetáculo sobre Alzheimer transforma memória em cena bilíngue no Teatro Guaíra

Manual de Como Não Esquecer Meu Nome fica em cartaz de 28 de maio a 7 de junho, com sessões de quinta a domingo, unindo Português e Libras em narrativa inspirada em história real

Na foto de Luiza Helena, a atriz Amanda Curedes em cena do espetáculo Manual de Como Não Esquecer Meu Nome, que aborda memória e afeto em uma construção bilíngue entre Português e Libras. (Para mais imagens acesse: FOTOS Luiza Helena - Manual de Como Não Esquecer Meu Nome)

O espetáculo Manual de Como Não Esquecer Meu Nome chega ao miniauditório do Teatro Guaíra, em Curitiba, para uma temporada independente entre os dias 28 de maio e 7 de junho. Criada pela atriz Amanda Curedes, ao lado da diretora Laís Cristina, a montagem parte de uma experiência pessoal para construir uma narrativa sobre memória, cuidado e identidade. “A peça nasce da minha relação com a minha avó e da tentativa de entender o que permanece quando quase tudo se perde”, comenta Amanda.

Inspirado na história real de Eunice, avó da atriz, o espetáculo acompanha o avanço do Alzheimer e a perda gradual das memórias, até o ponto em que quase tudo desaparece, menos o nome do marido. Em cena, Amanda conduz esse percurso a partir da perspectiva da neta, revisitando a trajetória da avó e reconstruindo fragmentos de uma vida atravessada pelo cuidado, pelo trabalho e pela família.

Acessibilidade como eixo de criação

Um dos eixos centrais do espetáculo é a construção bilíngue em Português e Libras. Pensado desde o início para incluir o público surdo, o trabalho vai além da tradução simultânea: toda a dramaturgia é sinalizada em cena, integrando as duas línguas como parte da estrutura narrativa.

A presença da Libras atravessa ritmo, composição e atuação, criando uma experiência que amplia as possibilidades de comunicação e percepção no teatro. A consultoria em Libras é realizada por Gabriela Grigolom (Negabi), artista surda, em colaboração com o intérprete Nathan Sales, garantindo que a Libras esteja presente como língua de criação e não apenas como recurso de acessibilidade. O espetáculo também se relaciona com as investigações do CPTB - Coletivo de Pesquisa em Teatro Bilíngue, que acompanha o projeto como espaço de experimentação artística. “O processo de criação foi também um processo de aproximação com a Libras. A dramaturgia foi sendo construída junto com essa língua, entendendo como o corpo, o tempo e o espaço se organizam a partir dela”, comenta Amanda.

Memória, cuidado e identificação

Ao reconstruir a trajetória de Eunice, a peça lança um olhar sobre a vida de mulheres que dedicaram grande parte de suas histórias ao cuidado de outros, como mães, avós, esposas e trabalhadoras, e que, muitas vezes, tiveram suas próprias identidades diluídas por esses papéis.

Sem tratar o Alzheimer apenas como tema clínico, o espetáculo se aproxima das experiências cotidianas de quem convive com a doença, abordando suas dimensões afetivas, familiares e sociais. “Apesar de partir de uma história pessoal, é um trabalho que encontra identificação em muitas pessoas, principalmente em quem já viveu de perto o Alzheimer na família”, afirma Laís.

A temporada marca a continuidade de uma pesquisa artística que se desdobra agora em formato independente, reunindo artistas em torno de um processo colaborativo. Voltada para todos os públicos, a peça dialoga especialmente com mulheres, idosos, familiares de pessoas com Alzheimer e a comunidade surda.

SERVIÇO: Manual de Como Não Esquecer Meu Nome
Datas: 28 a 31 de maio e 4 a 7 de junho (quinta a domingo)
Horários: Qui e sex às 20h | Sáb às 18h e 20h | Dom às 16h e 18h
Local: Mini auditório Glauco Flores de Sá Brito - Teatro Guaíra (Rua Amintas de Barros, 70 - Centro)
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre
Língua: Português e Libras

Ingressos: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia-entrada) + taxas

Link:https://www.diskingressos.com.br/grupo/2956/2026-06-07/pr/curitiba/manual-de-como-nao-esquecer-meu-nome
*À venda pelo Disk Ingressos e na bilheteria do teatro

Instagram: @teatromanual

Apoio: Larissa Camargo Confeitaria | Garalhufa Escola de Atuação | Padaria América

Informações adicionais

Sobre Amanda Curedes: Amanda Curedes é atriz, palhaça e professora de teatro, formada em Artes Cênicas pela UNESPAR- FAP. Faz parte do CPTB- Coletivo de Pesquisa de Teatro Bilíngue(Português e Libras), investigando memória, e experimentações que entrelaçam as duas línguas na cena teatral. Integra o Grupo de Teatro de Rua Olho Rasteiro, com participação em espetáculos e festivais, e além do teatro também atua no audiovisual, em 2024 participou do curta metragem "Depois Vem o Silêncio" com a personagem protagonista bilíngue "Beatriz". Atua também como educadora na formação artística de crianças e adolescentes no Instituto Playing For Change e realizou alguns trabalhos como professora de teatro em cursos de formação voltados a comunidade surda com a produtora Fluindo Libras em Curitiba.

Sobre Laís Cristina: diretora, atriz e bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná, com 15 anos de trajetória dedicada ao teatro, marcada pelo aprofundamento contínuo em processos criativos e pesquisa artística. Seu trabalho se concentra na criação cênica em português e Libras, reconhecendo a língua de sinais como elemento estruturante da dramaturgia e da composição visual. Dirigiu as montagens Todos os Ossos da Língua (2023) e Copo d’Água à Uma e Quinze. Atualmente está à frente de Manual de Como Não Esquecer Meu Nome, espetáculo que articula memória e presença em uma encenação que valoriza o encontro entre diferentes modos de sentir e perceber a cena.

Ficha técnica:

Direção: Laís Cristina | Atuação: Amanda Curedes | Dramaturgia: Amanda Curedes e Laís Cristina | Consultoria em Libras: Gabriela Grigolom e Nathan Sales | Intérprete de Libras: Nathan Sales | Músicos: José Moura e Paulo Chierentini | Trilha original: José Moura, Paulo Chierentini e Wenry Bueno | Iluminação: Anry Aider | Operação de som: Nathani Ribeiro | Cenografia: Kamile Enzo | Cenotécnicos: Luis Curedes e Juvenal Pereira | Figurino: Belle Viana | Preparação corporal: Ane Adade | Interlocução acadêmica: Stela Fischer, Milena Flick, Márcio Mattana e Giovana Maria de Oliveira | Produção: Laís Cristina e Luiza Helena | Mídia e comunicação: Luiza Helena | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo

Vozes que resistem: “Édipo: Uma Ópera RAP” retorna em nova temporada na Capela Santa Maria

Montagem híbrida que une tragédia grega, ópera e rap reestreia em Curitiba com protagonismo feminino e entrada gratuita nos dias 22 e 23 de maio.

Na foto de @fiscaazulfotogtafia, a atriz Taciane Vieira em cena ocupa o centro da narrativa como Antígona, conduzindo com voz e presença a travessia poética de “Édipo: Uma Ópera RAP”. (Para mais imagens acesse: Fotos Édipo na Capela)
Entre o trágico e o pulsante, entre o mito e a urgência do agora, o espetáculo “Édipo: Uma Ópera RAP” retorna para uma temporada, em novo formato, renovando sua potência estética e política ao revisitar um dos mais conhecidos mitos da antiguidade sob uma perspectiva radicalmente contemporânea: a das mulheres que sobreviveram à tragédia.

Após sessões lotadas no Teatro Guairinha, em 2024, a montagem da Entre 2 Produções chega à Capela Santa Maria para duas apresentações gratuitas, nos dias 22 e 23 de maio, precedidas por um ensaio aberto no dia 20. A obra, que articula tragédia grega, ópera e rap, transforma o palco em território de fricção entre linguagens, tempos e vozes, sobretudo aquelas historicamente silenciadas.

Sob direção cênica de Jossane Ferraz, dramaturgia de Marcelo Bourscheid e direção musical e composição de André Ricardo Souza, o espetáculo constrói uma tessitura híbrida em que o erudito e o urbano não apenas coexistem, mas se tensionam e se reinventam mutuamente. Em cena, canto lírico, beats, corpos em movimento e poesia falada erguem uma narrativa que desloca o centro do mito: não mais o herói trágico, mas as mulheres que restam. “A gente não queria apenas revisitar o mito, mas escutar o que ficou à margem. É um trabalho sobre presença, sobre as mulheres que permaneceram e que agora conduzem a narrativa”, destaca a diretora Jossane.

Da tragédia clássica ao corpo contemporâneo
Inspirado na obra de Sófocles, o espetáculo desloca o eixo narrativo para Antígona e Ismene, filhas de Édipo, que assumem o protagonismo de uma história marcada por fatalidades e silenciamentos. Ao dar corpo e voz a essas personagens, a montagem propõe uma escuta ampliada, sensível e crítica, sobre as heranças simbólicas e afetivas que atravessam o feminino ao longo da história.

O trabalho nasce de um processo colaborativo que reúne artistas de diferentes campos, do hip hop à música de concerto, da dança urbana à interpretação teatral, criando uma linguagem cênica singular, marcada pela força coletiva e pela diversidade de expressões.

Quando as mulheres ocupam a narrativa
Em “Édipo: Uma Ópera RAP”, o mito é atravessado por um gesto político e poético que devolve às mulheres o lugar de narradoras de sua própria história. Antígona e Ismene emergem das margens para se tornarem eixo e pulsação da cena.

Em cena, Taciane Vieira, Jaquelivre, Vanessa Rafaelly, Jossane Ferraz e Kimberlyn Freitas tecem um tecido vivo de vozes e presenças que sustenta a narrativa. Entre canto, palavra e movimento, suas atuações não se organizam apenas como personagens, mas como um coro feminino que atravessa o espetáculo, ampliando a escuta e tensionando as camadas do mito. Soma-se a elas a presença do ator e bailarino Silvester Neto e do MC Junior Zehut, que irrompem em cenas de rap. Ao lado desse núcleo, outros artistas e musicistas reforçam a arquitetura coletiva da obra, na qual o feminino não é apenas tema, mas força estruturante da cena.

Entre batidas, árias e movimentos, o espetáculo constrói uma paisagem sonora e visual que evoca tanto o rito ancestral quanto a urgência urbana. O resultado é uma obra que reverbera no presente, questionando estruturas de poder, memória e apagamento. “A música nasce desse encontro entre mundos que, à primeira vista, parecem distantes. O rap traz a urgência da fala, enquanto o canto lírico expande o tempo da escuta. Juntos, eles criam uma dramaturgia sonora que atravessa o corpo e a memória”, afirma o diretor musical André Ricardo.

SERVIÇO: ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP

Ensaio aberto: 20 de maio (terça-feira), às 15h

Reservas: via Instagram @entre2producoes ou pelo e-mail entre2prod@gmail.com

Apresentações: 22 e 23 de maio ( sexta-feira e sábado), às 20h

Sessão com Libras: 23 de maio

Local: Capela Santa Maria

Entrada: Gratuita

Classificação indicativa: 14 anos

Realização: Entre 2 Produções

SINOPSE

A clássica narrativa de Édipo, o rei tebano que mata o pai e se casa com a própria mãe, é um dos mitos mais conhecidos da antiguidade clássica. No espetáculo Édipo: Uma Ópera RAP, essa história é recontada a partir da perspectiva das filhas do rei tebano, Antígona e Ismene, últimas remanescentes do legado imemorial de mortes e infortúnios que permeia a família de um dos personagens mais conhecidos da mitologia grega.

FICHA TÉCNICA

Direção: Jossane Ferraz | Direção Musical e composição: André Ricardo | Dramaturgia: Marcelo Bourscheid | Assistência de direção e designer gráfico: Rapha Fernandes | Produção e Realização: Entre 2 Produções | Assistentes de produção: Róger Borges Araujo e Íris Pereira Gonçalves | Elenco: Taciane Vieira, JaqueLivre, Silvester Neto, Kymberlyn Freitas e Jossane Ferraz | Instrumentistas: Dalila Lopes, Violinista Chavosa, Lina Abe e João Martinez | Cantora lírica: Vanessa Rafaelly | MC: Junior Zehut | Iluminação: Lucri Reggiani | Cenografia: Jossane Ferraz e Rapha Fernandes | Figurino: Rapha Fernandes | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo

CineMaterna exibe “O Drama” no dia 29/04 no ParkShoppingBarigüi

São Paulo, 24 de abril de 2026 – Na próxima quarta-feira(29), às 14h10, acontece mais uma sessão do CineMaterna, na Cinemark do ParkShoppingBarigüi. Na sessão especial, adaptada para famílias com bebês de até 18 meses, o filme exibido será “O Drama”.

Crianças acima de 18 meses e acompanhantes também são bem-vindos. Recomenda-se verificar previamente se a classificação indicativa do filme é adequada para a faixa etária.

Diferenciais das sessões CineMaterna:

Trocadores dentro da sala de cinema, equipados com fraldas, lenços umedecidos e itens de higiene;
Estacionamento exclusivo para carrinhos de bebê;
Sala com ar-condicionado em temperatura mais suave;
Volume do som reduzido durante a exibição;
Ambiente levemente iluminado, permitindo circulação segura durante a sessão;
Tapete em EVA com brinquedos para bebês que já sentam ou engatinham;
Presença de voluntárias CineMaterna, que organizam a sessão e acolhem as famílias com cuidado e carinho.
Ao final de cada sessão, as voluntárias convidam as famílias para um bate-papo descontraído em um espaço próximo ao cinema, fortalecendo vínculos e trocas de experiências.

Participar do CineMaterna vai muito além de assistir a um filme. É integrar uma verdadeira rede de apoio entre famílias que vivenciam as transformações da parentalidade. O encontro com outras mães, pais e cuidadores proporciona momentos de acolhimento, troca e desabafo, trazendo leveza para essa fase emocionalmente intensa.

Ingresso cortesia

As 5 primeiras famílias com bebês de até 18 meses recebem ingresso cortesia. A cortesia é cedida para uso da mãe, pai ou responsável e limitada a uma (01) unidade por bebê. Bebês de até 2 anos participam gratuitamente.
Após o término dos ingressos cortesia, demais famílias e acompanhantes poderão ser adquiri-los diretamente na bilheteria ou nos totens de autoatendimento do cinema (valores seguem as políticas dos cinemas).

O público ajuda a escolher a programação. Os filmes exibidos nas sessões CineMaterna são escolhidos pelas famílias cadastradas no site, por meio de votação em enquetes, que são disponibilizadas de quinta-feira a domingo. O resultado é divulgado na quinta-feira anterior à sessão, permitindo que todos se organizem para participar.

Clique aqui e cadastre-se agora mesmo

Sobre o CineMaterna

A Associação CineMaterna é uma organização sem fins lucrativos, criada por mães e pioneira no Brasil na realização de sessões de cinema adaptadas para famílias com bebês de até 18 meses.

Fundada em agosto de 2008, na cidade de São Paulo, a iniciativa surgiu a partir de uma necessidade real das próprias mães, dando origem a um programa inovador: sessões de cinema com filmes voltados majoritariamente ao público adulto, em salas totalmente adaptadas para acolher bebês e suas famílias.

Atualmente, o CineMaterna está presente em cinemas de 47 cidades, em 16 estados brasileiros. Em seus 17 anos de atuação, já proporcionou momentos de lazer e acolhimento a mais de 255 mil famílias, em mais de 12 mil sessões realizadas.

Patrocinadores

O CineMaterna conta com o patrocínio da Nestlé Materna, marca referência em suplementos alimentares multivitamínicos para gestantes e mães, que apoia mulheres em diferentes fases da maternidade com informação, cuidado e produtos desenvolvidos com embasamento científico. A parceria reforça o compromisso do CineMaterna em oferecer acolhimento e suporte às famílias desde os primeiros momentos da parentalidade.
Mais informações em: https://materna.nestlefamilynes.com.br/produtos/materna

Faça Parte da Comunidade CineMaterna!

COMPANHIA DE DANÇA DEBORAH COLKER REALIZA TURNÊ NACIONAL DO ESPETÁCULO MAIS OUSADO DE SUA TRAJETÓRIA

”Remix” reúne cenas icônicas criadas pela companhia carioca ao longo de três décadas
A Companhia de Dança Deborah Colker realiza em 2026 a circulação pelo Brasil do seu mais recente trabalho intitulado “Remix”, que reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4x4” (2002) e “Belle” (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. Nos dias 25 e 26 de abril, a cidade de Curitiba recebe as apresentações no Teatro Guaíra.
A Companhia de Dança Deborah Colker é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras e tem patrocínio da Vale, por meio da Lei Rouanet.
A ideia desse “Remix” surgiu em 2025 quando a coreógrafa Deborah Colker foi agraciada com o título de Cidadã Honorária de Mesquita, cidade situada na Baixada Fluminense. No dia da cerimônia, havia uma exposição fotográfica com uma retrospectiva da atuação de Deborah e crianças que se dedicam à dança fizeram uma apresentação inspirada em espetáculos da Companhia. “Ficamos muito emocionados com a homenagem das crianças. Percebemos que nossas três décadas de trabalho já estão deixando um legado”, relembra o diretor executivo e cofundador João Elias.

O desafio de Deborah e Elias passou então a ser a escolha por cenas dentre quinze trabalhos. Essas cenas precisariam ainda atender a dois critérios: ser ao mesmo tempo impactantes para o reencontro com o público e demonstrar a potência criativa da Companhia. A decisão foi finalizada com a seleção da coreografia “Paixão” do espetáculo “Vulcão” (1994), a cena “Delírios” de “Belle” (2014), “As Meninas” e “Vasos” de “4x4” (2002) e as coreografias “Gravidade” e “Roda” do espetáculo “Rota” (1997).

O resultado dessa remixagem tornou-se a produção mais ousada da Companhia. “São toneladas de equipamentos, muitas pessoas envolvidas e uma grande estrutura de montagem”, conta o diretor executivo. O elenco conta com 16 bailarinos que dançam com uma cortina gigantesca de 12 metros, 90 vasos e uma roda com 5 metros de diâmetro, em dois atos que reservam muitas surpresas. “São atos com emoções diferentes. No primeiro, há o encontro com os sentimentos mais densos e explosivos. No segundo, tem a alegria e a leveza”, explica Elias, que também assina a dramaturgia.

“Remontar não é só repetir os movimentos. O mais difícil é lembrar o contexto da criação. O pensamento que deu origem ao movimento”, pontua Deborah, contabilizando que a viagem mais longa, no tempo e na memória, é de 32 anos, no princípio da Companhia quando coreografou “Paixão” para o espetáculo “Vulcão”.

Para Deborah, “Remix” também direciona o olhar para além do próprio repertório. “Desde 2024, venho enfrentando duras batalhas na vida pessoal que me forçaram a olhar ainda mais para dentro de casa. Minha família e a Companhia são a minha vida”, destaca a coreógrafa, que avisa que o novo trabalho é um convite para o reencontro com diferentes fases de criação. “Como toda obra de arte, um livro que você relê, uma música que você ouve outra vez, um filme que você revê, o público vai sentir novas emoções com ‘Remix’".

A equipe criativa se completa com a direção de arte de Gringo Cardia, que assina todos os cenários originais. Os figurinos ficam sob a responsabilidade de Claudia Kopke, que atualiza os originais de Yamê Reis e Samuel Cirnansck. Berna Ceppas conduz a fusão da trilha sonora. A adaptação dos projetos de iluminação a partir dos originais de Jorginho de Carvalho foi feita por Eduardo Rangel.

“Remix” é o terceiro projeto especial que remasteriza o próprio repertório da Companhia. Mas, diferencia-se de “Mix” (1995) e “Vero” (2016) justamente pela dramaturgia que, desta vez, ao invés de dois, cria um fio condutor para quatro espetáculos emblemáticos, que igualmente mostram ao público a inventividade e a ousadia, características marcantes dos espetáculos da Companhia de Dança Deborah Colker.

SOBRE AS CENAS E OS ESPETÁCULOS
por ordem de aparição em “Remix”

“Paixão”, do espetáculo “Vulcão” (1994), foi extraída do primeiríssimo trabalho da Companhia de Dança Deborah Colker. A coreografia não é sobre o amor. É sobre situações que revelam o ímpeto, o fascínio e o descontrole, oscilando entre o sublime e o patético.

A temperatura se mantém elevada com a cena “Delírios” de “Belle” (2014), espetáculo livremente inspirado no romance “Belle de Jour” (1928), de Joseph Kessel, e no filme “A Bela da Tarde” (1967), de Luís Buñuel. Em seus sonhos, a recatada personagem Séverine trava um duelo entre a razão e o instinto, encontrando seu alter ego, a libidinosa Belle.

A atmosfera onde pairam o sublime e a tensão tem sequência nas cenas originadas no espetáculo “4x4” (2002). “As Meninas” dançam ao som de uma sonata de Mozart, tocada ao vivo em piano no palco, anunciando o começo de uma das coreografias mais icônicas da Companhia. Em “Vasos”, bailarinos dançam alternando velocidade e delicadeza, fechando o primeiro ato de ‘’Remix”.

Após o intervalo, o segundo ato de “Remix” é composto por duas cenas do espetáculo “Rota” (1997). “Gravidade” instaura um outro estado de espírito e uma outra condição física, onde o desequilíbrio se torna uma busca pelo equilíbrio.

O encerramento de “Remix” fica por conta da “Roda”, uma coreografia sobre a ocupação e exploração do espaço. A roda gigante também é uma referência lúdica ao brinquedo do parque de diversões e ao fluxo do nosso planeta, que gira constantemente para garantir a continuidade da vida.

COMPANHIA DE DANÇA DEBORAH COLKER

Criada em 1994, a Companhia de Dança Deborah Colker celebrou 30 anos de atividades em 2024 e recebeu da ALERJ a Medalha Tiradentes, tornando-se Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Com dezesseis espetáculos em seu repertório, a Companhia se mantém como uma das mais premiadas e prestigiadas no Brasil e no mundo, recebendo em 2018 o Prix Benois de la Danse de Moscou, o mais importante prêmio da categoria. Recebeu ainda um Laurence Olivier em 2001, célebre prêmio britânico, concedido pela The Society of London Theatre. Em 2009, Deborah Colker foi convidada pelo Cirque du Soleil para a criação de “OVO”, sendo a primeira mulher a dirigir um espetáculo para a trupe canadense. Em 2016, foi a diretora de movimento da cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro, evento transmitido para mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Em 2024, se tornou a primeira brasileira a dirigir uma ópera no Metropolitan de Nova York (Met), com “Ainadamar". A experiência resultou no convite para criar uma obra inédita: “El Último Sueño de Frida y Diego”, que vai estrear no Met em maio de 2026. Em três décadas, a Companhia já realizou mais de 2 mil apresentações, em cerca de 168 cidades, de 32 países, atingindo um público de mais de 3,5 milhões de pessoas.

https://www.ciadeborahcolker.com.br/
https://www.instagram.com/ciadeborahcolker/
PRINCIPAIS PRÊMIOS
PRIX BENOIS DE LA DANSE
2018 (Moscou, Rússia), espetáculo CÃO SEM PLUMAS
LAURENCE OLIVIER AWARDS
2001 (Grã-Bretanha), coreografia do espetáculo MIX

SINOPSE
REMIX. O espetáculo reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4x4” (2002) e “Belle” (2014). A dramaturgia convida o público a viver e reviver emoções em uma experiência inédita, que demarca a produção mais ousada já realizada pela Companhia para os palcos de teatro.
FICHA TÉCNICA
Criação e Direção
DEBORAH COLKER
Direção Executiva e Dramaturgia
JOÃO ELIAS
Direção Musical
BERNA CEPPAS
Direção de Arte
GRINGO CARDIA
Figurinos
CLAUDIA KOPKE (supervisão de figurino)
YAMÊ REIS (criação original)
SAMUEL CIRNANSCK (criação original)

Desenho de Luz
JORGINHO DE CARVALHO

Serviço:
REMIX - COMPANHIA DEBORAH COLKER
Data e horário: 25 de 26 de abril -Sábado, 20h e Domingo 18h
Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) - Conselheiro Laurindo, 175 – Centro
Classificação etária: 10 anos.
Tempo: 100 minutos (com intervalo)

Ingressos: a partir de R$ 25,00 a meia-entrada + taxa administrativa no 2º balcão.

Vendas:
DIA 25/04 - https://www.diskingressos.com.br/evento/2967/25-04-2026/pr/curitiba/remix-cia-deborah-colker
DIA 26/04 - https://www.diskingressos.com.br/evento/2968/26-04-2026/pr/curitiba/remix-cia-deborah-colker

ALCEU VALENÇA 80 GIRASSÓIS EM CURITIBA

Alceu Valença comemora oito décadas de vida em 2026, ligado em infinitos volts de energia limpa, renovada e solar. Para comemorar a data, o cantor e compositor pernambucano está na estrada com a turnê 80 GIRASSÓIS que vai passar por dez capitais brasileiras em shows especialmente concebido para arenas e grandes casas de espetáculo Com realização da Prime, o encontro em Curitiba está marcado para sábado, dia 25 de abril, em única apresentação no Igloo Super Hall (R: Dino Bertoldi, 740), novo espaço para shows e eventos que integra o complexo da Arena Jockey Eventos, às 21horas.

A turnê ALCEU 80 GIRASSÓIS conta com patrocínio master do Banco do Brasil e é produzida pela Peck e MV Produções, já passou por Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Florianópolis. Também vai passar ainda por Brasília (09/05), Fortaleza (23/05), Belém (30/05) e Belo Horizonte (13/06). Além dos shows, o projeto ALCEU 80 GIRASSÓIS levará a algumas capitais atividades como exposição de artes plásticas e mostra de filmes.

Montado no futuro indicativo, o cantor sobrevoa sua própria trajetória artística, desde a década de 1970 até os dias atuais. Com notável capacidade de renovar seu público, clássicos da música brasileira como “Anunciação”, “Tropicana”, “Belle de Jour”, “Como Dois Animais”, “Coração Bobo”, atravessam o tempo, recicladas a cada geração, e serão entonadas no repertório. Com 200 milhões de acessos no Spotify, “Anunciação” é cantada em estádios dentro e fora do Brasil, enquanto “Belle de Jour” possui mais de 300 milhões de visualizações no YouTube. “Tropicana” ultrapassa a marca de 100 milhões de ouvintes no Spotify. Canções como “Pagode Russo”, “Papagaio do Futuro”, “Espelho Cristalino” e “Sabiá”, também fazer parte do set list.

Ao longo de toda a carreira, Alceu se notabiliza por cultivar as sonoridades do Brasil e do Nordeste em linguagem contemporânea, urbana, e com irresistível apelo para as massas. As projeções, com direção de Rafael Todeschini, vislumbram os diversos grafismos oníricos da obra do artista.

Na poética, no espaço rítmico, na inventividade sem limites da canção, no tempo que mesmo virado ao avesso não se pode mensurar: “Sou um eterno menino, me sinto com oitenta ao contrário, oito anos talvez. Ou o oito traçado na horizontal, que é o símbolo do infinito. Minha mãe dizia: ‘meu filho, você veio ao mundo para levar alegria às pessoas’. É uma espécie de missão”, celebra o mais jovem oitentão da música brasileira.

ALCEU VALENÇA apresenta a turnê 80 GIRASSÓIS acompanhado por Tovinho (teclados e direção musical), Cássio Cunha (bateria), Zi Ferreira (guitarra), Nando Barreto (baixo), André Julião (sanfona), Costinha (flautas). Participação: Lui Coimbra (violas e violoncelo) e Natalia Mitre (percussão).

Os ingressos estão à venda pela plataforma www.blueticket.com.br com valores a partir de R$75,00 (meia-entrada) + taxa adm., de acordo com o setor. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. PISTA – R$150,00 (inteira)/R$75,00 (meia-entrada) + taxa adm | ÁREA VIP BANCO DO BRASIL (área em frente ao palco com banheiro e bares exclusivos) - R$280,00 (inteira)/R$140,00 (meia-entrada) + taxa adm | BISTRÔS (área reservada dentro na área vip em frente ao palco com banheiros e bares exclusivos. Total por bistrô 6 lugares sem banquetas) - R$2.000,00 + taxa adm. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. INGRESSO SOLIDÁRIO – doadores de 1kg de alimento não-perecível, possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento e as doações serão recebidas por entidades específicas a serem cadastradas e definidas. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.

Identidade visual: Oblíquo
Projeto videográfico e direção de arte: Oblíquo & Radiográfico
Figurinos: Isabela Capeto
Realização turnê 80 Girassóis: Peck Produções e MV Produções
SERVIÇO:
ALCEU VALENÇA - Turnê “80 Girassóis”
Realização Local: Prime
QUANDO: 25 de abril de 2026 (sábado)
LOCAL: Igloo Super Hall/Jockey Club do Paraná (R: Dino Bertoldi,740, Tarumã)
HORÁRIO: Abertura da casa: 19h / Início do show: 21h
VALORES: a partir de R$75,00 (meia-entrada) + taxa adm., de acordo com o setor. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.
PISTA – R$150,00 (inteira)/R$75,00 (meia-entrada) + taxa adm;
ÁREA VIP BANCO DO BRASIL (área em frente ao palco com banheiro e bares exclusivos) - R$280,00 (inteira)/R$140,00 (meia-entrada) + taxa adm;
BISTRÔS (área reservada dentro na área vip em frente ao palco com banheiros e bares exclusivos. Total por bistrô 6 lugares sem banquetas) - R$2.000,00 + taxa adm.
A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer.
INGRESSO SOLIDÁRIO – doadores de 1kg de alimento não-perecível, possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento e as doações serão recebidas por entidades específicas a serem cadastradas e definidas. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.
VENDAS ONLINE: www.blueticket.com.br . Para compras online é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no acesso ao evento.
FORMA DE PAGAMENTO: Dinheiro, Pix e cartões de crédito/débito
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: Jovens com idade entre 14 e 16 anos terão acesso ao evento acompanhado de maior responsável. Jovens com idade inferior a 14 anos só terão acesso ao evento acompanhados dos pais.

Últimos ingressos para ‘Minha Vida em Marte’ com Mônica Martelli no Guairão

CRÉDITO: CAMILA CARA

O espetáculo, que já levou cerca de 500 mil pessoas ao teatro e originou uma versão cinematográfica com milhões de espectadores, terá a última exibição na capital paranaense.

Curitiba recebe no dia 18 de abril o espetáculo "Minha Vida em Marte", protagonizado pela multipremiada Mônica Martelli, sendo a última apresentação da peça, que está em cartaz desde 2017 e já foi vista por mais de meio milhão de espectadores. Com direção de Susana Garcia, o monólogo hilário e profundo, está com os últimos ingressos à venda. A apresentação na capital paranaense, que será às 21h, no Teatro Guaíra, conta com realização da Martelli Produções e produção local da Orth Produções. Os ingressos são vendidos pela DiskIngressos.com.br.

A divertida comédia protagonizada pela atriz Mônica Martelli, que vive no palco a personagem Fernanda, uma mulher de 45 anos, casada há oito e que se encontra imersa em uma crise conjugal, abordando temas universais como a rotina que esfria a paixão, a falta de libido, o acúmulo de mágoas, o machismo estrutural e o medo da solidão e de como recomeçar.

O espetáculo se passa durante as sessões de terapia de grupo de Fernanda, onde ela desabafa e revive, de forma catártica e engraçada, as alegrias e frustrações de sua relação, questionando: é possível reacender a chama ou a solução é seguir em frente? “A personagem luta contra o medo da separação, o medo da solidão, o medo de ressignificar sua vida e, claro, o medo de se separar com 45 anos numa sociedade machista onde a mulher não tem permissão para envelhecer”, explica Mônica.

Tendo como inspiração suas próprias experiências, Mônica leva ao teatro um monólogo bem-humorado que aproxima através do riso e leva homens e mulheres à reflexão. E assim a atriz se confirma como uma das autoras brasileiras que melhor traduzem o comportamento feminino moderno. Será que é possível voltar a se apaixonar pelo marido? Ou a solução é se separar? A comédia toca ainda em temas como traição, machismo, trabalho duplo da mulher e educação dos filhos. Minha Vida em Marte é um texto libertador que foi escrito sob a premissa de que ser feliz é fundamental.

Desde que estreou, em 2017, Minha Vida em Marte passou por dezenas de cidades brasileiras, sempre com sessões esgotadas, sendo vista por cerca de 500 mil espectadores e recebendo cinco indicações a prêmios. Além disso, a peça inspirou o filme homônimo que levou mais de cinco milhões de espectadores aos cinemas e que marca a sua última atuação com o amigo Paulo Gustavo (1978-2021). Assim como no teatro e na televisão, Mônica foi dirigida por sua irmã, Susana Garcia, celebrando mais uma vez o sucesso da parceria.

O enredo de Minha Vida em Marte
A comédia conta a história de Fernanda, casada há oito anos e enfrentando uma crise no seu casamento. A personagem luta contra as intolerâncias diárias que a rotina traz, como a falta de libido e o acúmulo de mágoas de um relacionamento. Difícil separar, mas será que a gente tem que suportar tudo em nome da família? Ou por medo de ficar sozinha?

Esse é o pano de fundo para Fernanda se questionar na terapia de grupo. São nas sessões de análise que ela narra e vivencia deliciosamente as alegrias e os muitos problemas do seu casamento. Ali ela expõe assuntos íntimos como a intolerância no casamento, a falta de tesão, as tentativas de “trabalhar a relação” e percebe que nas relações estagnadas adia-se o afeto e acumulam-se as mágoas. “É muito comum no casamento a gente deixar para amanhã a ternura, o sexo: a gente adia o afeto.” revela Mônica sobre Fernanda.

Sobre Mônica Martelli
Nascida em Macaé, no Estado do Rio de Janeiro, Mônica Martelli é atriz, jornalista, criadora, roteirista e apresentadora. Uma voz potente de seu tempo que com seus trabalhos autorais lota salas de teatro e cinemas pelo Brasil afora. Criou e atuou no monólogo Os Homens São de Marte... E é pra Lá que eu Vou!, que conquistou um público superior a 2,5 milhões de espectadores. A montagem ficou em cartaz durante 12 anos, passando por 40 cidades em 20 estados brasileiros, além de Portugal. O sucesso de Mônica em seu primeiro monólogo foi tamanho que a história migrou para o cinema em 2014 com mais de dois milhões de espectadores. Em seguida, protagonizou a série de quatro temporadas no GNT, um dos maiores sucessos do canal até hoje.

Em 2017, estreou a peça Minha Vida em Marte, também de sua autoria, que segue em cartaz – após um hiato por conta da pandemia – e já conquistou cerca de 500 mil espectadores pelo Brasil. Ao lado de Paulo Gustavo, lançou a versão cinematográfica da peça como roteirista e protagonista, resultando em outro grande sucesso: mais de cinco milhões de espectadores e uma das maiores bilheterias do cinema nacional dos últimos anos. Por nove anos, Mônica atuou como uma das apresentadoras do programa Saia Justa, no GNT – participou ainda de novelas globais como Beleza Pura e TITITI, integrou o elenco do seriado Mandrake, da HBO, e de filmes como Trair e Coçar e Só Começar, entre outros. Nas redes sociais, criou o quadro Mônica Total com vídeos autorais sobre diversos assuntos que são publicados em seu Instagram.

Sobre Susana Garcia, a diretora
Susana Garcia é a diretora do espetáculo e do filme Minha Vida em Marte. Essa parceria profissional entre as irmãs começou quando Susana codirigiu o filme Os Homens São de Marte..., e continuou com as quatro temporadas da série do GNT, com o mesmo título e com Susana à frente da direção. Agora, essa parceria completou um ciclo artístico no teatro e no cinema. Diretora da maior bilheteria do cinema nacional, Minha Mãe É Uma Peça, com Paulo Gustavo, Susana também dirigiu 220 Voltz, especial de fim de ano na Globo, estrelado por Paulo Gustavo. Susana foi responsável ainda pela direção do filme Minha Irmã e Eu, que conquistou mais de dois milhões de espectadores nos cinemas.

SERVIÇO: MINHA VIDA EM MARTE COM MÔNICA MARTELLI
Data: 18 de abril de 2026
Horário: Abertura do teatro às 20 horas e início do espetáculo às 21 horas
Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) - Conselheiro Laurindo, 175 – Centro
Classificação etária: 14 anos. Proibida a entrada de crianças menores de 5 anos.
Realização: Martelli Produções e Orth Produções

Ingressos: a partir de 110 a meia-entrada + taxa administrativa no 2º balcão.
Vendas: https://www.diskingressos.com.br/evento/2563/2026-04-18/pr/curitiba/monica-martelli-em-minha-vida-em-marte

Meryl Streep leva Alexandre Birman ao tapete vermelho em Xangai

A noite de pré-estreia do filme O Diabo Veste Prada 2 em Xangai, realizada em 10 de abril de 2026, marcou mais um momento de destaque para Alexandre Birman no cenário internacional. Para a ocasião, Meryl Streep aparece usando o modelo Pamela Satin 85, na versão em cetim preto, reforçando a presença da marca em eventos globais de grande visibilidade.

Meryl Streep (Getty Images)
Assinada pela stylist Micaela Erlanger, a escolha traduz uma elegância precisa e atemporal, alinhada ao estilo sofisticado da atriz. O modelo, exclusivo para o mercado US, é confeccionado em cetim e apresenta salto de 85 mm, combinando silhueta clássica com acabamento refinado.

No Brasil, a marca disponibiliza o mesmo design na versão Pamela 85 em couro nappa preto, mantendo a essência do modelo com uma interpretação em material distinto, adaptada ao portfólio local.

A première na Ásia integra a turnê global de divulgação do longa, que contou também com a presença de Anne Hathaway. O filme estreia oficialmente nos cinemas brasileiros em 30 de abril de 2026.

Meryl Streep (Getty Images)

Whindersson Nunes se apresenta em Curitiba neste fim de semana

Espetáculo acontece no dia 12 de abril, às 19h, no Teatro Positivo
Curitiba recebe um dos maiores nomes do humor brasileiro no próximo domingo, 12 de abril. Whindersson Nunes sobe ao palco do Teatro Positivo, às 19h, com o espetáculo “Isso Definitivamente Não É Um Culto”, em uma apresentação que promete risos, emoção e identificação com o público.

Conhecido por sua autenticidade e presença marcante, o artista leva à capital paranaense um show que ultrapassa os limites do stand-up tradicional. No palco, Whindersson propõe uma imersão em seus pensamentos e vivências, transformando dilemas contemporâneos em risadas e reflexões sobre saúde mental.

Ingressos disponíveis em: https://www.diskingressos.com.br/event/2585

Festival de Curitiba recebe o espetáculo “O Sexo do Vento”, estrelado por Dude São Thiago

Monólogo que entrelaça a canção e a poética em releituras de músicas consagradas da MPB e textos autorais fará apenas duas apresentações no Teatro Enio Carvalho

Após o sucesso das temporadas em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, o cantor e ator Dude São Thiago leva o seu monólogo musical “O Sexo do Vento” ao Festival de Curitiba em apenas duas apresentações nos dias 01 e 02 de abril, quarta e quinta-feira, às 20h, no Teatro Enio Carvalho, no Centro Cívico.

O espetáculo apresenta uma mescla de releituras de canções consagradas da música brasileira e textos inéditos escritos por Dude. Concebido como um livro de canções, convida o público a uma experiência diferenciada dos tempos atuais, onde música e poética se entrelaçam de forma orgânica. O título foi inspirado pela música Invento, do gaúcho Vitor Ramil, que fala da potência de movimento trazida pelos ventos e está presente no repertório. Dude conta que “é uma provocação para a ambiguidade do mundo – afinal, qual seria o sexo do vento?”.

Para compor a narrativa do espetáculo, Dude costura canções como O que será (à flor da pele), de Chico Buarque; Cais e Conversando no Bar, de Milton Nascimento; O Charme do Mundo e Grávida, de Marina Lima; Magrelinha, de Luiz Melodia, dentre muitas outras. Destaque também para Cabaré, de João Bosco e Aldir Blanc, que ganhou um videoclipe com direção de Emerson de Lucca Brandt, vencedor dos prêmios de Melhor Music Video em Toronto (EDMVA), e Melhor Music Video da América Latina em Budapeste (IMVA).

Com uma encenação concebida a partir de quatro cenas - Denúncia, Fe(me)nino, Milagre e Invenção, a proposta do espetáculo é contar “a história de como contamos nossas histórias”, afirma o artista que estará no palco acompanhado por uma banda de três músicos.

- Não é um show, pois tem um tanto de teatro; não é uma peça, pois tem algo de récita. É nessa brecha identitária que se dá o acontecimento cênico, um rito ao encontro com uma chance de futuro. A inspiração foi, de fato, uma necessidade de olhar o mundo de forma diferente e fazer um resgate da poesia – elabora Dude.

O Sexo do Vento tem direção musical e arranjos do pianista Iuri Salvagnini, direção de movimento de Tutu Morasi, supervisão cênica do ator e diretor João Paulo Lorenzon e mentoria artística da cantora, compositora e poeta Ana Luiza. O projeto estreou em novembro de 2023, em São Paulo, e, em 2025, ele ganhou um álbum – de estreia de Dude – disponível em todas as plataformas digitais.

- Quando músicas que conhecemos tão bem são colocadas lado-a-lado numa narrativa, é como se elas voltassem a ser inéditas. Meu desejo é trazer o foco de volta para a canção, que é filha de duas mães: a música e a poesia – compartilha o cantor.

Dude aposta na poesia como uma potente forma de subversão e com ela expõe questões como a masculinidade, as violências do patriarcado, preconceitos e exclusões que ele produz, o materialismo, mas também como forma de comemorar a resiliência transformadora do amor, o feminino e a liberdade. Para o artista, o trabalho busca uma proposta de utopia, uma singela contribuição para os nossos sonhos.

- “O Sexo do Vento” celebra a inventividade da vida e sua transformação poética em amor. E convida o público à reflexão, com toda a calma que falta nos dias de hoje – conclui.

SINOPSE

Através de célebres canções da MPB e textos poéticos inéditos, o ator e cantor Dude São Thiago propõe uma verdadeira travessia neste monólogo musical. O espetáculo parte de uma denúncia dos sistemas viciosos que oprimem nossos laços, liberdade e criatividade, e aponta para um futuro utópico em que a humanidade possa se reinventar com suavidade, sensibilidade e amor. No repertório, composições de Marina Lima, Chico Buarque, Vinicius Calderoni, João Bosco, Vitor Ramil e outros grandes nomes da música brasileira.

Serviço:
“O Sexo do Vento”, de Dude São Thiago
Sessões: 01 e 02 de abril, quarta e quinta-feira, às 20h
Local: Teatro Enio Carvalho - Rua Mateus Leme, 990, Centro Cívico, Curitiba – PR
Entrada: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada), compras antecipadas no site do Festival: https://ingresso.festivaldecuritiba.com.br/evento/1348/
Gênero: musical
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 80 minutos
Mais informações: https://festivaldecuritiba.com.br/programacao/o-sexo-do-vento/

Ficha técnica:
Companhia: EST Produções Artísticas Ltda
Concepção, dramaturgia e direção geral: Dude São Thiago
Direção musical e arranjos: Iuri Salvagnini
Direção de produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi
Produção: Diálogo da Arte Produções Culturais
Realização: EST Produções Artísticas
Assessoria de comunicação e gerência de produção (EST Produções): Candice Vitale
Supervisão cênica e preparação de ator: João Paulo Lorenzon
Direção de movimento: Tutu Morasi
Mentoria artística: Ana Luiza
Projetos gráficos: Emerson Brandt
Fotografias: Juliana Hilal, Rinaldo Martinucci e Pablo Grotto
Supervisão cenográfica: Flávio Castro
Obra de arte cenográfica: Mariana Palma (série “Transparências")
Figurino: Andrea Levy e J. Boggo
Desenho de Luz: Wagner Antonio
Desenho de Som: Ricardo Jubram
Faixa sonora original (A Caverna): Paulo Assis
Voz (A Mulher na Duna): Patricia Kurah
Elenco: Dude São Thiago (voz e cena), Iuri Salvagnini (piano), Mathilde Fillat (violino), Adriano Busko (percussão)
Assessoria de imprensa: Carlos Pinho

Conheça mais de Dude São Thiago:
https://www.dudesaothiago.com.br
Redes Sociais e Youtube @dudesaothiago
Para conferir o álbum, acesse https://tratore.ffm.to/osexodovento

Após mais de 30 apresentações, “Na Toada do Coração – O Pequeno Príncipe” volta a ocupar praças e escolas em Curitiba

Com um espetáculo que encanta e emociona adultos e crianças, o Gufo Coletivo Teatral retorna em sua 4a temporada

Personagens Pequeno Príncipe (Felipe Renã), Rosa (Kauanny Buccini) e Aviador (Daniel Keller) - Fotos Igor Bleggi
Com quatro apresentações agendadas de 9 a 12 de abril, Na Toada do Coração – o Pequeno Príncipe retorna à Mostra Fringe, este ano estreando na Praça 19 de Dezembro. O espetáculo premiado (que já acumula mais de 30 sessões desde sua primeira montagem) se mantém em cartaz pelo quarto ano consecutivo, encantando adultos, jovens e crianças por toda Curitiba (PR).
Com figurinos e caracterizações inspiradas na estética steampunk, a montagem apresenta a clássica história de O Pequeno Príncipe por meio de música autoral, poesia, humor e delicadeza, tudo em formato de teatro de rua.
O espetáculo de rua convida o público para viajar pelo universo criado por Antoine de Saint-Exupéry, em 1943, conhecendo novos planetas, personagens e lições ultrapassam gerações.
"O Pequeno Príncipe é uma das histórias mais conhecidas, lidas e traduzidas do mundo. Por isso, nos debruçamos com tanto carinho e dedicação para contar essa história de forma intensa, mas sem perder a delicadeza e a poesia tão características da obra”, conta Adriana Sottomaior, diretora e atriz.

Locais e datas da Toada do Coração na Mostra Fringe
Durante o Fringe 2026, o Na Toada do Coração - o Pequeno Príncipe acontecerá:
09/04 | 11h00 | Praça 19 de Dezembro
10/04 | 14h30 | Teatro da Vila - CIC
11/04 | 18h00 | Bebedouro do Largo da Ordem
12/04 | 16h00 | Praça João Cândido
Para João Mauro Cruz, ator, músico e assistente de direção do espetáculo, um dos maiores focos do grupo é a democratização da arte.
"É isso que a rua sempre nos proporcionou e por isso permanecemos há mais de 10 anos nesse ‘formato’. Queremos continuar contando histórias que levantam reflexões profundas e desejamos levar isso a todas as pessoas, independentemente de condição econômica ou social”, compartilha.

Temporada 2025 (Passeio Público) - fotos Maringas Maciel

Vale ressaltar que a entrada é gratuita em todas as apresentações. A Mostra Fringe 2026 acontece entre os dias 01 e 12 de abril, abrangendo diferentes mostras, espetáculos de rua e circuito independente de teatro.

Espetáculo viabilizado pelo Edital Arte Local
Este ano, Na Toada do Coração – o Pequeno Príncipe também chega a comunidades das Regionais da capital. Com 7 apresentações previstas, viabilizadas pelo Edital Arte Local, o espetáculo chega a comunidades, praças e escolas de Curitiba.
Para a diretora do espetáculo, a oportunidade possibilita que pessoas que nunca tiveram contato com o teatro, finalmente possam viver essa experiência.
“Esse edital foi criado para descentralizar o acesso ao fomento, reconhecendo os artistas dos bairros e fortalecendo a economia criativa. Ficamos muito felizes por termos sido contemplados e pelo retorno que já tivemos em nossas 3 primeiras apresentações”, conta Adriana.

Elenco de Na Toada do Coração - o Pequeno Príncipe na temporada (foto Gabi Sotto - 2026)
Com sessões gratuitas já realizadas em uma escola no Sítio Cercado e em um centro médico no Bairro Novo, a próxima apresentação pelo Edital Arte Local acontecerá dia 19 de abril no Parque Lago Azul, no bairro Umbará (aberta ao público).
Vale ressaltar que, somadas, as ações contempladas no Edital Arte Local (iniciativa inédita da Fundação Cultural de Curitiba que destinou 1 milhão de reais para apoiar 40 projetos culturais) devem resultar em 280 apresentações culturais por toda a Curitiba.

Sinopse e Ficha Técnica

O pequeno Príncipe é a inocência, é o estar entregue as novas descobertas, sem preconceitos ou discriminações. Uma lição de vida contada através de alegorias que atravessou os séculos encantando e cativando corações. “Na Toada do Coração” quer encantar e fazer sorrir com música, ardor e paixão!

Companhia: Gufo Coletivo Teatral
Duração: 50 min
Classificação: Livre
Direção: Adriana Sottomaior
Assistente de Direção: João Mauro Cruz
Elenco: Daniel de Mattos Keller, Duílio de Pol, Felipe Renã, Igor Bleggi, João Mauro Cruz, Kauanny Buccini e participação especial de Erick Herculano
Design Gráfico: Igor Bleggi
Social Media: Kauanny Buccini
Assessoria de imprensa: ACCIO Comunicação Cultura e Impacto
Apoio: Creative Hut Inteligência Digital