COM ENTRADA GRATUITA, MOSTRA ‘SIMPLESMENTE NELSON’ TEM ABERTURA NESTA TERÇA-FEIRA (11) EM CURITIBA (PR)

Dedicada ao cineasta Nelson Pereira Dos Santos, a programação
será de 11 a 23 de fevereiro, na Caixa Cultural Curitiba

Nelson-Pereira_dos_Santos.jpeg
O cineasta Nelson Pereira dos Santos, homenageado da mostra. Foto: Divulgação

Para mais fotos: Sala de Imprensa - acesse aqui

Dois filmes marcam a abertura da Mostra Simplesmente Nelson, que acontecerá nesta terça-feira (11), às 17h, na CAIXA Cultural Curitiba. Com toda a programação gratuita, a mostra é dedicada ao cineasta Nelson Pereira dos Santos, um dos principais nomes do cinema brasileiro. Realizado de 11 a 23 de fevereiro, o eventoconta com exibições de filmes, masterclass, debates e sessões com legenda descritiva. Os ingressos são gratuitos, devendo ser retirados na bilheteria do teatro 30 minutos antes de cada sessão

Nesta terça-feira (11), a mostra inicia às 17h com as exibições de “Nelson Filma” (1971, 10 min), seguida de “Nelson Filma o Rio” (2021, 53 min), com classificação de 12 anos. Às 19h terá sessão com a obra “Nelson Pereira dos Santos – Vida de cinema” (2023, 97min), com LEGENDA DESCRITIVA. A classificação é livre.

Logo após as exibições, haverá o lançamento do catálogo da mostra com presença dos curadores Silvia Oroz e Breno Lira Gomes. A mostra Simplesmente Nelson exibirá 23 obras dirigidas por ele e quatro produções extras que celebram sua vida e obra. A retrospectiva comemora os 70 anos do lançamento do filme “Rio 40 graus”, um marco do cinema brasileiro. A programação conta também com clássicos como “Vidas Secas”, “Como era gostoso o meu francês”, “Rio, Zona Norte”, além de filmes em que Nelson é retratado: “Nelson filma”, de Luiz Carlos Lacerda; “Como se morre no cinema”, de Luelane Loiola Corrêa.

Perfil: Nelson Pereira dos Santos

Destaque entre os precursores do movimento Cinema Novo, a trajetória de Nelson Pereira dos Santos inclui uma filmografia diversificada, com adaptações literárias, documentários, filmes de encomenda e minisséries. Seu legado vai além das salas de cinema: foi o primeiro cineasta brasileiro a se tornar membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), eleito em 2006 para ocupar a cadeira 7, cujo patrono é Castro Alves; além de ser lembrado pela dedicação ao ensino das artes, sendo o fundador do curso de graduação em Cinema da Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor do Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF. Nelson nasceu em São Paulo, no dia 22 de outubro de 1928, e faleceu em 21 de abril de 2018, aos 89 anos, no Rio de Janeiro.

Programação completa mostra Simplesmente Nelson
Semana 1
11 de fevereiro – terça-feira
17h – Nelson Filma (1971, 10 min) + Nelson Filma o Rio (2021, 53 min) - 12 anos
19h – Nelson Pereira dos Santos – Vida de cinema (2023, 97min) LEGENDA DESCRITIVA. Livre. Seguido de lançamento do catálogo da mostra.

12 de fevereiro – quarta-feira
17h30 – Mandacaru Vermelho (1961, 78 min) 14 anos
19h30 – Como se morre no cinema (2002, 20 min) + Vidas secas (1963, 100 min) Livre

13 de fevereiro – quinta-feira
16h – Brasília 18% (2006, 102 min) 16 anos
18h10 – Insônia (1980, 103 min) 18 anos
20h20 – A terceira margem do rio (1994, 98 min) 16 anos

14 de fevereiro – sexta-feira
15h – A luz do Tom (2012, 120 min) Livre
17h20 – A música segundo Antônio Carlos Jobim (2012, 88 min) - Livre
19h20 - Nelson Pereira dos Santos – Vida de cinema (2023, 97min) LEGENDA DESCRITIVA - Livre. Seguido do debate: O Cinema de Nelson Pereira dos Santos com a diretora Ivelise Ferreira, a curadora Silvia Oroz e mediação do crítico de cinema Marcelo Miranda (50 min)

15 de fevereiro – sábado
14h30 – Sessão Comentada: Cinema de Lágrimas (1995, 92 min) com a curadora Silvia Oroz 16 anos
18h – Memórias do cárcere (1984, 197 min) 14 anos

16 de fevereiro – domingo
16h – Rio 40 Graus (1955, 93 min) 12 anos
18h – Meu compadre Zé Keti (2001, 12 min) + Rio, Zona Norte (1957, 90 min) 12 anos

Semana 2
18 de fevereiro – terça-feira
18h – Fome de amor (1968, 73 min) 18 anos
20h – Azyllo muito louco (1970, 100 min) Livre

19 de fevereiro – quarta-feira
18h – Como era gostoso o meu francês (1971, 83 min) 12 anos
20h – Quem é Beta? (1972, 85 min) 12 anos

20 de fevereiro – quinta-feira
17h30 - El Justiceiro (1967, 90 min) 12 anos
19h30 – A missa do galo (1982, 24 min) + Boca de Ouro (1962, 103 min) 14 anos

21 de fevereiro – sexta-feira
15h – Jubiabá (1987, 107 min) 14 anos
17h20 – Tenda dos milagres (1977, 132 min) 14 anos
20h – O amuleto de Ogum (1974, 112 min) 18 anos

22 de fevereiro – sábado
14h – Masterclass Três faces de Nelson, com o crítico de cinema Marcelo Miranda (120 min) 14 anos
16h30 – Fome de amor (1968, 73 min) 18 anos
18h10 - Vidas secas (1963, 100 min) Livre
20h20 - Rio 40 Graus (1955, 93 min) 12 anos

23 de fevereiro – domingo
15h – Rio, Zona Norte (1957, 90 min) 12 anos
17h – Estrada da vida (1980, 100 min) 14 anos
19h10 – A música segundo Antonio Carlos Jobim (2012, 88 min) Livre

SERVIÇO:
[Cinema] Mostra Simplesmente Nelson

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 - Centro
Data: 11 a 26 de fevereiro de 2025
Horários: conferir no site Curitiba | CAIXA Cultural

Ingressos: gratuitos e devem ser retirados na bilheteria do teatro 30 minutos antes de cada sessão

Classificação indicativa: consultar na programação

Acesso para pessoas com deficiência

Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

Grupo Obragem apresenta o monólogo“Breves palavras línguas e outras vozes”

Com dramaturgia de Olga Nenevê, a peça terá entrada franca,
no Teatro Novelas Curitibanas

De 13 a 23 de fevereiro de 2025, o Grupo Obragem apresenta a peça “Breves palavras línguas e outras vozes”, da dramaturga e diretora Olga Nenevê, no Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, em Curitiba.

O monólogo, interpretado pelo ator Eduardo Giacomini, leva à cena o personagem “Infelicíssimo”, um homem de meia idade, com uma história marcada pelo abandono e que, durante uma crise existencial e com medo da morte, marca um encontro com figuras que estiveram sempre ao seu lado, para uma despedida e um acerto de contas. Dessa forma, sentimentos como a Dor; a Fúria; a Tristeza; e ainda, a Morte e a Memória aparecem como testemunhas de uma vida de solidão, pobreza e incomunicabilidade.

Com uma poética clownesca, que está no limiar do riso e da melancolia, o monólogo desperta uma potente reflexão sobre questões familiares, sociais, comportamentais e políticas contemporâneas. No auge das dinâmicas capitalistas e com as pessoas vivendo uma desintegração de suas qualidades humanas essenciais, a peça é uma voz de contestação contra a miséria e a violência.

Desde a sua fundação, em 2002, o Grupo Obragem cultiva e fortalece o pensamento artístico, como potente instrumento para o crescimento humano. Com várias produções, para público adulto e infantil, a Obragem já circulou por inúmeras cidades do Brasil e participou de importantes eventos culturais como: Festival Internacional de São José do Rio Preto; Festival Internacional de Londrina - Filo; circulou pela Caixa Cultural SP e BA; SESI/SP e SESI/PR.

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

Ficha técnica:
Texto e direção: Olga Nenevê / Atuação, figurino e cenário: Eduardo Giacomini / Iluminação: Beto Bruel / Música: Ariel Rodrigues / Fotos: Elenize Dezgeniski / Designer gráfico: Alessandra Nenevê / Assessoria de imprensa: Adriane Perin / Produção: Grupo Obragem de Teatro

Serviço:
Espetáculo Breves palavras línguas e outras vozes / Grupo Obragem
Quando: de 13 até 23 de fevereiro de 2025, de quinta a domingo às 20h.
Onde: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge (R.Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 - 41 3321-3358)
Entrada franca. Ingressos distribuídos uma hora antes das apresentações. Sujeito à lotação.
Classificação etária: 14 anos
Duração do espetáculo: 60 minutos

Pitty faz um dos últimos shows da turnê 2025 em Curitiba, dia 20/03

Com a agenda até o final de março, a cantora também se apresentará em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis

Clique Para Download

Pitty - Foto: Stephanie Hahne

Uma das principais vozes do rock nacional, Pitty se apresentará no palco do Teatro Positivo, em Curitiba, no próximo dia 20 de março (quinta-feira). O show faz parte da turnê que teve início em meados de 2024 e que já passou por 11 estados e mais de 30 cidades do país.

Com conceito geral e direção artística assinados pela própria cantora, Pitty sobe ao palco acompanhada pelo poderoso trio de músicos, formado por Martin Mendonça (guitarra), Paulo Kishimoto (baixo) e Nico (bateria).

O repertório incorpora músicas de todos os álbuns e de toda sua trajetória, sempre com algumas surpresas e “presentes” para seus fãs mais fiéis. Fazem parte do setlist músicas como “Anacrônico”, “Serpente”, “Te Conecta”, “Máscara”, “Equalize”, “Me Adora” e outros tantos sucessos.

Em janeiro, Pitty se apresentou no palco do Festival de Verão de Salvador, em show empolgante com participação de Melly. No mesmo mês, a cantora gravou para o novo disco do grupo BaianaSystem uma nova versão de “Bicho Solto” (faixa do álbum “Matriz”, de 2019), música que foi incorporada à “Cobra Criada”, canção de Russo Passapusso, Marcelo SekoBass e o rapper Vandal. Outra parceria que chega às plataformas no dia 07/02 é "Ensacado", single do novo álbum da cantora Josyara.

SERVIÇO:

Local: Teatro Positivo (Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300. Curitiba - PR)
Data: 20 de março (quinta-feira)
Abertura dos portões: 19h
Show: 21h
Classificação: 14 anos
Ingressos: Disk Ingressos

A mítica da pombagira e a força da mulher são temas de espetáculo no Teatro Bom Jesus

A mítica da pombagira e a força da mulher são temas de espetáculo no Teatro Bom Jesus
Trupe carioca volta a Curitiba e se apresenta no dia 22

Histórias inéditas, um novo elenco e figurinos reformulados marcam a segunda temporada do espetáculo Encruzilhadas, dirigido e estrelado por Bia Laere. Após uma primeira temporada de sucesso, que inclui passagem por Curitiba, além de São Paulo e Belo Horizonte, a trupe carioca retorna à capital paranaense e se apresenta no dia 22 de fevereiro, às 19h, no Teatro Bom Jesus. Os ingressos custam R$90 e podem ser comprados pela plataforma Ingresso Digital.

No palco, ao lado de Bia, estão Rhaissa Xavier, Alexandre Gonçalves e a musicista Vanessa Xavier, que faz participação ao vivo. A nova temporada traz também novidades na equipe de produção e na estética do espetáculo. “Temos novas histórias para contar, além das que o público já conhece e ama. Nosso cenário e figurino foram totalmente reformulados, dando espaço para criações espetaculares”, celebra a diretora.

Mesclando presente, passado e futuro, a peça narra a jornada de sete mulheres que se tornaram ‘entidades pombagiras’ – figuras míticas das religiões de matrizes africanas. Com um texto poético, vigoroso e performances envolventes, Encruzilhadas aborda temas urgentes, como o feminicídio e outras formas de violência contra a mulher. O contexto das religiões de matrizes afro-brasileiras, frequentemente alvo de preconceito, oferece um pano de fundo significativo para a narrativa.

Idealizado e escrito por Bia Laere, o espetáculo uma produção independente. “Esse processo de reformulação está sendo maravilhoso, mas envolve um investimento alto. O que me move é a fé na importância desse trabalho que fala sobre as pombagiras, figuras tão demonizadas na nossa sociedade, mas que no fundo são apenas mulheres. Suas histórias são lindas, fortes, inspiradoras e merecem ser contadas”, diz.

Trajetória na cultura
Com formação em História e pós-graduação em Psicanálise, Bia Laere construiu uma trajetória singular, que combinou sua paixão pela arte aos seus estudos acadêmicos. Sua incursão no mundo artístico teve início aos 19 anos, quando ingressou no Teatro Miguel Falabella, um ambiente que viria se tornar palco de suas futuras performances profissionais. Mais tarde, aprimorou suas habilidades, estudando Teatro e Performance na renomada Universidade de Edimburgo, na Escócia, explorando também o teatro físico e o de máscaras, sob a orientação do Grupo Teatral Moitara. Também possui uma pós-graduação em Artes Performáticas.

Apesar do currículo fortemente artístico, inicialmente Bia não imaginava seguir o caminho das artes. “Sempre fui quieta, tímida e esquisita, mas profundamente artística. Cresci dizendo que a única coisa que jamais faria era ser atriz!”, relembra. Tudo mudou quando assistiu a um espetáculo onde sua irmã atuava. “Naquele momento, me apaixonei profundamente pelo teatro. Foi o início da descoberta da minha paixão e propósito de vida. O teatro é o sangue que corre nas minhas veias e o que me mantém viva.”

SERVIÇO:
Data: 22 de fevereiro
Horário: sábado, às 19h
Local: Rua 24 de maio, 135 – Centro
Preço: R$90, 00 (inteira) R$45,00 (meia)
Ingressos: Ingresso Digital

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA MOSTRA INÉDITA DO CINEASTA NELSON PEREIRA DOS SANTOS

Evento terá duas semanas de programação gratuita com sessões de filmes, masterclass, debates e acessibilidade

O cineasta Nelson Pereira dos Santos, homenageado da mostra. Foto: Divulgação
Para mais fotos: Sala de Imprensa - acesse aqui

Em contagem regressiva para o centenário de Nelson Pereira dos Santos, um dos principais nomes do cinema brasileiro, a CAIXA Cultural Curitiba apresenta a mostra Simplesmente Nelson, evento com duas semanas de programação gratuita, que contará com exibições de filmes, masterclass, debates e sessões com legenda descritiva. A mostra vai de 11 a 23 de fevereiro e os ingressos são gratuitos, devendo ser retirados na bilheteria do teatro 30 minutos antes de cada sessão.

Destaque entre os precursores do movimento Cinema Novo, a trajetória de Nelson Pereira dos Santos inclui uma filmografia diversificada, com adaptações literárias, documentários, filmes de encomenda e minisséries. Seu legado vai além das salas de cinema: foi o primeiro cineasta brasileiro a se tornar membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), eleito em 2006 para ocupar a cadeira 7, cujo patrono é Castro Alves; além de ser lembrado pela dedicação ao ensino das artes, sendo o fundador do curso de graduação em Cinema da Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor do Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF. Nelson nasceu em São Paulo, no dia 22 de outubro de 1928, e faleceu em 21 de abril de 2018, aos 89 anos, no Rio de Janeiro.

Destaques da programação
Com curadoria de Silvia Oroz e Breno Lira Gomes, a mostra Simplesmente Nelson exibirá 23 obras dirigidas por ele e quatro produções extras que celebram sua vida e obra. A retrospectiva comemora os 70 anos do lançamento do filme “Rio 40 graus”, um marco do cinema brasileiro. A programação conta também com clássicos como “Vidas Secas”, “Como era gostoso o meu francês”, “Rio, Zona Norte”, além de filmes em que Nelson é retratado: “Nelson filma”, de Luiz Carlos Lacerda; “Como se morre no cinema”, de Luelane Loiola Corrêa.

Outro destaque da programação é o documentário “Nelson Pereira dos Santos - Vida de Cinema” que tem como diretora Ivelise Ferreira, viúva do cineasta, e Aída Marques. No dia 14 de fevereiro, após a exibição da obra, haverá um debate com a participação de Ivelise e a curadora Silvia Oroz, com mediação do crítico Marcelo Miranda. A obra “Nelson Pereira dos Santos - Vida de Cinema” será exibida com legenda descritiva.

No dia seguinte, 15 de fevereiro, às 14h30, a curadora Silvia Oroz conduz uma sessão comentada do filme “Cinema de lágrimas”, que é uma adaptação do livro de sua autoria “Melodrama: o Cinema de lágrimas da América Latina”. Todos os filmes serão exibidos no formato digital.

Outro destaque da programação será no dia 22 de fevereiro, às 14h: a masterclass “Três faces de Nelson”, com o crítico de cinema Marcelo Miranda. A duração é de duas horas e podem se inscrever pessoas a partir dos 14 anos. Toda a programação, incluindo as sessões de filmes e as atividades paralelas, é gratuita. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do local 30 minutos antes de cada sessão. Acesso sujeito a lotação.

O cineasta dirige Grande Otelo em “Rio, Zona Norte”. Fotos: Divulgação

Programação completa mostra Simplesmente Nelson

Semana 1
11 de fevereiro – terça-feira
17h – Nelson Filma (1971, 10 min) + Nelson Filma o Rio (2021, 53 min) - 12 anos
19h – Nelson Pereira dos Santos – Vida de cinema (2023, 97min) LEGENDA DESCRITIVA. Livre
Seguido de lançamento do catálogo da mostra.
12 de fevereiro – quarta-feira
17h30 – Mandacaru Vermelho (1961, 78 min) 14 anos
19h30 – Como se morre no cinema (2002, 20 min) + Vidas secas (1963, 100 min) Livre
13 de fevereiro – quinta-feira
16h – Brasília 18% (2006, 102 min) 16 anos
18h10 – Insônia (1980, 103 min) 18 anos
20h20 – A terceira margem do rio (1994, 98 min) 16 anos
14 de fevereiro – sexta-feira
15h – A luz do Tom (2012, 120 min) Livre
17h20 – A música segundo Antônio Carlos Jobim (2012, 88 min) - Livre
19h20 - Nelson Pereira dos Santos – Vida de cinema (2023, 97min) LEGENDA DESCRITIVA - Livre. Seguido do debate: O Cinema de Nelson Pereira dos Santoscom a diretora Ivelise Ferreira, a curadora Silvia Oroz e mediação do crítico de cinema Marcelo Miranda (50 min)
15 de fevereiro – sábado
14h30 – Sessão Comentada: Cinema de Lágrimas (1995, 92 min) com a curadora Silvia Oroz 16 anos
18h – Memórias do cárcere (1984, 197 min) 14 anos
16 de fevereiro – domingo
16h – Rio 40 Graus (1955, 93 min) 12 anos
18h – Meu compadre Zé Keti (2001, 12 min) + Rio, Zona Norte (1957, 90 min) 12 anos

Semana 2
18 de fevereiro – terça-feira
18h – Fome de amor (1968, 73 min) 18 anos
20h – Azyllo muito louco (1970, 100 min) Livre
19 de fevereiro – quarta-feira
18h – Como era gostoso o meu francês (1971, 83 min) 12 anos
20h – Quem é Beta? (1972, 85 min) 12 anos
20 de fevereiro – quinta-feira
17h30 - El Justiceiro (1967, 90 min) 12 anos
19h30 – A missa do galo (1982, 24 min) + Boca de Ouro (1962, 103 min) 14 anos
21 de fevereiro – sexta-feira
15h – Jubiabá (1987, 107 min) 14 anos
17h20 – Tenda dos milagres (1977, 132 min) 14 anos
20h – O amuleto de Ogum (1974, 112 min) 18 anos
22 de fevereiro – sábado
14h – Masterclass Três faces de Nelson, com o crítico de cinema Marcelo Miranda (120 min) 14 anos
16h30 – Fome de amor (1968, 73 min) 18 anos
18h10 - Vidas secas (1963, 100 min) Livre
20h20 - Rio 40 Graus (1955, 93 min) 12 anos
23 de fevereiro – domingo
15h – Rio, Zona Norte (1957, 90 min) 12 anos
17h – Estrada da vida (1980, 100 min) 14 anos
19h10 – A música segundo Antonio Carlos Jobim (2012, 88 min) Livre

SERVIÇO:
[Cinema] Mostra Simplesmente Nelson
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 - Centro
Data: 11 a 26 de fevereiro de 2025
Horários: conferir no site Curitiba | CAIXA Cultural
Ingressos: gratuitos e devem ser retirados na bilheteria do teatro 30 minutos antes de cada sessão
Classificação indicativa: consultar na programação
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

Espetáculo com Tony Ramos e Denise Fraga amplia venda de ingressos para balcões

Com a grande procura de público, a produção do espetáculo “O Que Só Sabemos Juntos”, estrelado por Tony Ramos e Denise Fraga, ampliou a venda de ingressos. Foram liberados os bilhetes para o primeiro e segundo balcões do Teatro Guairão, tanto no dia 14/2, sexta-feira, como no dia 15/2, sábado. Os últimos tickets para a plateia também seguem disponíveis no site do Disk Ingressos.

Com preços a partir de R$ 50, estão à venda no site: www.diskingressos.com.br/event/8727

Tony Ramos e Denise Fraga consideram a montagem como um chamado urgente. Uma convocação para que cada pessoa saia de sua bolha de isolamento e seja capaz de, genuinamente, se colocar no lugar do outro, sentir suas dores e compreender suas angústias, mas também suas alegrias, transformações e conquistas.

A peça estreou no dia 26 de abril de 2024 no Teatro Tuca, em São Paulo, e já foi apresentado também em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

ARTE E CIDADANIA

Denise e Tony são mais do que dois dos mais célebres e reconhecidos atores do Brasil: ambos são conhecidos por sua consciência cidadã e sua necessidade de estarem sempre em diálogo artístico com temas urgentes da vida do país e do mundo.

“O Que Só Sabemos Juntos” é apresentado pelos atores como um espetáculo-festa-despertador, uma mola propulsora que tira o espectador da apatia, de sua tela e o convoca a experimentar no aqui e agora, emoções, ações e, principalmente, entender que todos dependemos uns dos outros nessa peça, como na vida. Traz a proposta de imaginar mundos possíveis juntos, e construir com o público, daquele dia, o espetáculo.

Uma coisa é ler a notícia de que dezenas de milhares de pessoas abandonaram suas casas às pressas, que milhares foram massacradas em um único dia, que centenas buscam refúgio ou foram violentadas naquela tarde. Tudo isso são só números, abstratos, distantes. São? Mas, se ao contrário, ouvimos histórias das pessoas envolvidas, sabemos de suas circunstâncias íntimas, seus desejos e emoções, talvez possamos nos identificar com elas e saber que poderíamos ser nós que estaríamos em seu lugar. Ou ainda, que precisamos agir coletivamente, agora. Sair da frieza dos números e alcançar o calor das histórias. Sensibilizar, sem sentimentalismo, com uma linguagem refinada, muito humor e senso crítico.

TRAJETÓRIAS SOMAM UM SÉCULO

“O Que Só Sabemos Juntos” também tem um inevitável caráter de celebração: celebração do primeiro encontro de dois atores lendários nos palcos (Tony com 60 anos de carreira, Denise com 40, trajetórias que juntas somam um século). E, também, celebração da continuidade da trajetória excepcional que Denise vem construindo no Teatro e também da volta de Tony aos palcos, depois de 20 anos se dedicando ao audiovisual. Celebração da força do teatro para, permanentemente, iluminar e socorrer à vida e aos viventes, para seguir embalando a vida com arte.

Neste contexto, em meio a cenas que dramatizam questões pungentes do mundo contemporâneo como o aquecimento global e a crise climática, a dominação dos seres humanos por telas e pelo capital, a condição feminina e o patriarcado nesse 2024, a possibilidade, a dificuldade e a reinvenção para criar filhos, amigos e vínculos diversos.

Com essas cenas, juntam-se a memória desses dois atores e textos de peças clássicas da dramaturgia, como Tio Vânia, de Anton Tchekhov e Galileu Galilei, do alemão Bertolt Brecht, como que para demonstrar, sem explicações didáticas ou professorais, que o teatro atemporal é um instrumento poderoso para pensar qualquer tempo, através de sua força arquetípica e capacidade de condensar dramas humanos.

Completam ainda o texto da peça o pensamento da autora, ativista e feminista bell hooks, os ensaios e crônicas da escritora polonesa Olga Tokarczuk, textos da jornalista e documentarista brasileira Dorrit Harazim, a prosa da francesa Annie Ernaux, e a poesia de Fernando Pessoa, Arnaldo Antunes, João Cabral de Melo Neto, entre outros.

O espetáculo é uma grande pergunta da função da arte e da função do artista no nosso tempo, idealizada e criada pela NIA Teatro e seu trio de sócios-artistas – o diretor Luiz Villaça, a atriz Denise Fraga e o produtor José Maria. Juntam-se a essa nova criação uma serie de artistas convidados de diversas linguagens, entre eles: o escritor, dramaturgo, roteirista e músico Vinícius Calderoni, a professora, pesquisadora e multiartista Kenia Dias, a cenógrafa e arquiteta Duda Arruk, o diretor, artista visual e iluminador Wagner Antônio, a figurinista Verônica Julian, e uma banda de 5 mulheres, entre elas: a baterista e percussionista Priscila Brigante, a baixista Clara Bastos e a pianista Ana Rodrigues, sob direção musical e arranjos da compositora, escritora e criadora premiada, Fernanda Maia. Em cena o encontro de dois mestres – Denise e Tony - que preferem a dúvida e escolhem o ato de se questionar em detrimento da certeza fácil e esvaziada.

Sinopse:

Um encontro de dois atores, um homem e uma mulher, com uma multidão de pessoas na plateia. Suas memórias. Suas próprias histórias e outras tantas que ouviram por aí. E o que só saberão, juntos? Esses dois atores e esse público? Uma sala cheia de gente que escolheu estar ali na companhia umas das outras. Há algo a celebrar, juntos? “Eu gosto de contar as pessoas quando tem muita gente porque eu gosto sempre de imaginar que, sei lá, quando se trata de gente, cem não é cem, são cem unidades, cem uns, cem cada um, cem pessoas com vidas, histórias e experiências muito diferentes umas das outras”, diz a atriz numa cena inicial da peça.

Todos nós temos casas de infância, todos nós temos cheiros que lembramos, todos nós temos lugares da nossa casa que a gente prefere estar. A boca do fogão que a gente prefere acender. Sentar naquela cadeira daquele lado da mesa. Todos nós temos um alfabeto coletivo, em comum, e que a gente deixa de acessar e de perceber diante da falta de escuta e de percepção do outro. Num mundo onde a falta de escuta, ou da qualidade dela, virou o grande problema das relações.

É a busca por esse alfabeto comum, esse alfabeto de memórias, de gestos, de experiências, mais do que de opiniões, que estamos falando. Essa é a pergunta por onde começamos. “Do que me lembro e o que eu imaginava que fosse acontecer na minha vida quando eu ainda era uma criança?” O que só sabemos juntos? E o que vai acontecer, agora? Com muito humor e leveza, esses dois atores conduzem uma experiência de empatia e escuta com a plateia, a cada noite.

SERVIÇO: “O Que Só Sabemos Juntos”

Teatro Guairão - Rua XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba - PR
Dias 14 e 15 de fevereiro de 2025 (sexta e sábado)
Ingressos: site Disk Ingressos
ou no dia do espetáculo na bilheteria do Teatro.
Link para compra: www.diskingressos.com.br/event/8727
Duração: 90 min
Classificação indicativa: 12 anos.

Ficha Técnica

O QUE SÓ SABEMOS JUNTOS

Idealização e Criação: Denise Fraga, José Maria e Luiz Villaça
Com Denise Fraga e Tony Ramos
Direção Geral: Luiz Villaça
Direção de Produção: José Maria
Texto: Denise Fraga, Luiz Villaça e Vinicius Calderoni
Dramaturgia: Kenia Dias, Denise Fraga, Luiz Villaça, Vinicius Calderoni, Tony Ramos e José Maria
Direção de Movimento: Kenia Dias
Assistência de Dramaturgia e do Diretor: Fluiz e Luiza Aron
Contrarregra e camareira: Cristiane Ferreira
Direção Musical, arranjos e preparação vocal: Fernanda Maia
Musicistas: Ana Rodrigues, Clara Bastos, Priscila Brigante / Roberta Kelly, Vanessa Larissa e Taís Cavalcanti
Sound designer: João Baracho
Sound designer associado e operador de som: Carlos Henrique
Luz: Wagner Antônio
Assistência de iluminação e Programação de Luz:
Dimitri Luppi e Ricardo Barbosa
Operador de luz: Ricardo Barbosa e Michelle Bezerra
Cenografia: Duda Arruk
Assistência de cenografia: Olívia Chimenti
Cenotécnicos: Alexander Peixoto, Douglas André Caldas, Diego Tadeu Caldas, Victor Santos Silva, Eduardo da Cruz Ferreira, Gonçalo Severino Neres
Técnico de Palco e Maquinaria: Alexander Peixoto
Transporte: Edmilson Ferreira da Silva
Figurinos: Verônica Julian
Desenvolvimento e Modelagem: Edson Honda
Assistência de figurino: Alice Leão
Costureiras: Salete André e Judite Lima
Programação visual: Guime Davidson e Phillipe Marks
Fotos de cena: Cacá Bernardes | Bruta Flor
Redes sociais: @DeniseFragaOficial
Roteiro e Audiodescrição: Márcia Caspary e Bell Machado
Consultoria Audiodescrição: Aline Borges
Registro e teaser do espetáculo:
Produção executiva: Adriana Tavares e Juliana Borges
Diretora de fotografia: Elisa Mendes
Operadora de câmera: Giovanna Gil
Assistente de câmera: Gabriel Henrique
Técnico de som: Vicente Lacerda
Montador: Guili Minkovicius
Administração financeira: Evandro Fernandes
Apoio Institucional: Teatro Tuca – PUC SP
Coprodução: Café Royal
Realização: NIA Teatro
Produção Local: Meire Abe (Pro Art Cultural)
Assessoria de Imprensa: FC Comunicação

Este espetáculo foi criado e realizado em 2024 por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Bilheteria exclusiva do Festival de Curitiba abre no dia 6 de fevereiro no Shopping Mueller

33ª edição do evento acontece de 24 de março a 6 de abril e terá mais de 300 atrações

Imagem do projeto da bilheteria oficial do Festival de Curitiba no Shopping Mueller. Divulgação/Festival de Curitiba.
A bilheteria oficial do maior festival de artes cênicas da América Latina retorna ao Shopping Mueller e já tem data de inauguração. A partir da próxima quinta-feira, dia 6 de fevereiro, o ponto de venda físico exclusivo tem atendimento ao público nos horários de funcionamento do shopping: de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. A 33ª edição do Festival de Curitiba terá mais de 300 atrações, entre os dias 24 de março e 6 de abril.

O fenômeno "Prima Facie", monólogo de Débora Falabella, com direção de Yara de Novaes, que lotou todas as suas apresentações no Rio de Janeiro e em São Paulo, já está confirmado. Outro monólogo confirmado é "O Céu da Língua", que Gregório Duvivier estreou em Portugal com sucesso em novembro e que faz temporada em fevereiro no Rio, para depois embarcar para Curitiba.

A Mostra Lucia Camargo terá cerca de 30 espetáculos, entre os maiores destaques nacionais, estreias e peças internacionais. Já o Fringe segue o seu papel de vitrine das artes cênicas no Brasil com mais de 280 atrações. Além disso, o Festival de Curitiba também é composto pelo Risorama, o MishMash, o Programa Guritiba, a Mostra Surda de Teatro, o Gastronomix e o Interlocuções.

O Festival de Curitiba é um dos três maiores eventos de artes cênicas do mundo. Dirigido por Fabíula Passini e Leandro Knopfholz, atrai mais de 40 mil turistas para a cidade durante todo o período.

O Festival de Curitiba é apresentado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Os ingressos podem ser adquiridos na loja física localizada no Shopping Mueller (piso L2).

Serviço:
O que: 33º Festival de Curitiba
Quando: De 24/03 a 06/04 de 2025.
Ingressos: Bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo

Sobre o Shopping Mueller
Desde sua inauguração, em 1983, o Mueller se preocupou em permanecer como uma referência em estilo, conforto e sofisticação. São mais de 200 lojas de marcas de renome nacional e internacional, além do moderno complexo de cinemas Cinemark, que conta com salas de exibição em 3D, restaurantes, atividades culturais e as melhores experiências.

Shopping Mueller

Mueller Curitiba

CAIXA CULTURAL CURITIBA TRAZ PROGRAMAÇÃO MULTICULTURAL PARA COMEMORAR O PRÉ-CARNAVAL

Em ritmo de aquecimento, atividades diversas levam diversão ao público

Oficina Máscaras de Papelão (CAIXA Cultural Curitiba, 2024) Foto: Vitor José Dias

A CAIXA Cultural Curitiba traz em fevereiro muitas atividades que valorizam a criatividade aplicada a itens do cotidiano. A pintura é o tema central das exposições e ganha destaque, permanecendo em cartaz durante todo o mês. Para aquecer os tambores, também haverá programações com foco no pré-carnaval curitibano, seja conhecendo locais onde o carnaval acontece, seja se preparando para cair na folia.

No dia 1º de fevereiro terá a “Oficina de Pintura Criativa de Banquetas”, que inclui o desenvolvimento do esboço, estudo da paleta de cores e a aplicação prática da arte na banqueta, promovendo desenvolvimento criativo e valorização do trabalho manual, com a condução da artista visual Ju Amora. Ao final, cada pessoa levará sua produção como recordação. A atividade será dividida em dois horários: das 10h às 13h para adultos e jovens a partir de16 anos e das 15h às 17h para crianças de 4 a 12 anos. A proposta da oficina é criar a oportunidade de explorar a pintura artística em bancos de madeira, criando projetos personalizados que refletem o estilo de cada participante.

Dando sequência, no dia 2 haverá a “Atividade Colaborativa com Pintura Criativa de Mobiliário”, conduzida pela mesma artista e com horário das 10h às 12h. Dessa vez voltada somente para adultos e jovens a partir de 16 anos, a atividade traz a experiência de aplicação artística em mobiliários escolhidos na sala de oficinas. No encontro os participantes poderão explorar a pintura artística e desenvolver projetos personalizados, unindo criatividade e colaboração em grupo. A proposta busca estimular a experimentação artística, promover reflexões sobre os modos de aconchego da humanidade e ampliar o repertório cultural dos envolvidos.

Ao longo do mês haverá programação especial com oficinas dedicadas à técnica da pintura, em diálogo com as exposições “A Dedo & Adendos”, de Tony Camargo, e “Fusão”, de Gustavo Magalhães, ambas em cartaz no espaço.

No dia 8 de fevereiro, das 14h30 às 17h30, será realizada a oficina teórico-prática “Pintura com acrílica: Paisagem”. A atividade abordará a evolução da pintura, desde os registros pré-históricos em cavernas até as transformações estéticas do Renascimento e as reflexões contemporâneas sobre paisagem, natureza morta e retrato. Os participantes irão exercitar a imaginação, a experimentação e a produção de pintura com tinta acrílica, além de promover uma discussão conceitual sobre pintura como ferramenta artística, estética e política, no contexto da história da arte. Classificação indicativa: 14 anos.

Já no dia 12 será a vez da oficina “Produzindo zines literários: escrita criativa sobre memórias” que vem com a proposta de explorar a escrita criativa no contexto dos zines, publicações autônomas de caráter artesanal e pessoal, que se destacam como veículos de expressão artística e comunicação independente. Durante a oficina que acontecerá das 18h30 às 21h30 será abordado o processo de criação de zines como suporte literário e estético, no qual os participantes serão convidados a experimentar a construção narrativa de memórias pessoais, explorando a relação entre palavras, desenhos e formas. Classificação indicativa: 14 anos.

No dia 15 de fevereiro, das 14h30 às 17h30, será realizada a oficina teórico-prática “Pintura com acrílica: Natureza Morta”. Assim como na atividade de pintura com acrílica de paisagens, aqui haverá uma reflexão e produção de sua versão própria de uma pintura do gênero natureza morta, destacando seu papel na contemporaneidade da arte. Classificação indicativa: 14 anos.

Em 18 de fevereiro, acontecerá das 18h30 às 20h30, a oficina “Processos Litográficos: Uma Arqueologia da Impressão”. A atividade busca apresentar aos participantes os fundamentos da litografia, técnica de gravação e impressão planográfica desenvolvida sobre matrizes de pedra, abordando os procedimentos básicos da litografia e sua base conceitual, explorando o potencial desse método como forma de criação e multiplicação de imagens. O processo, que combina princípios químicos de interação entre água e gordura, será apresentado de forma prática e reflexiva, destacando como a pedra litográfica guarda rastros e memórias dos trabalhos realizados. Classificação indicativa: 16 anos.

Dia 22 de fevereiro, das 14h30 às 17h30, será realizada a oficina teórico-prática “Pintura com acrílica: Retrato”. Com o objetivo de estimular a imaginação e a experimentação artística, além de refletir sobre a história e a estética do retrato na pintura, a oficina abordará a evolução do gênero, desde seu surgimento no século XIII até suas transformações contemporâneas, destacando sua relevância no Renascimento, quando os retratos ganharam status como forma de perpetuar memórias. Mesmo com o advento da fotografia, a pintura de retrato permanece como linguagem artística, sendo reimaginada em diferentes contextos. Um exemplo disso é a exposição “Fusão”, de Gustavo Magalhães, que explora rostos de pessoas anônimas, capturando histórias do cotidiano e das redes sociais. Classificação indicativa: 14 anos.

Fazendo o percurso “Carnaval em Curitiba”, em 23 de fevereiro, das 15h às 17h, a CAIXA Cultural traz um mergulho na história e nas manifestações culturais que compõem o Carnaval da cidade, explorando sua diversidade e relevância como expressão cultural e social. Apesar das percepções sobre a suposta ausência de Carnaval em Curitiba, a oficina evidencia suas múltiplas manifestações e a trajetória histórica do Carnaval curitibano, desde festas de clubes até a fundação da primeira escola de samba da cidade, a Colorado, em 1946, por Mestre Maé da Cuíca, símbolo do samba e da cultura negra local. A atividade tem início no espaço CAIXA Cultural Curitiba e segue por marcos históricos da cidade, culminando na participação em uma saída de bloco.

Para encerrar o mês de fevereiro em pleno clima de Carnaval, no dia 25, das 18h30 às 20h30 acontecerá a oficina “Produção de Máscaras de Carnaval”, conduzida pelo artista visual Bruno Romã. A atividade explora o universo das máscaras carnavalescas, destacando suas funções simbólicas e significados culturais no contexto brasileiro, como elementos centrais das celebrações populares e religiosas no Brasil. Na oficina, os participantes aprenderão técnicas acessíveis para confeccionar máscaras utilizando materiais recicláveis, promovendo a sustentabilidade e a valorização das tradições culturais. Classificação indicativa: 14 anos.

Fevereiro está cheio de atrações na CAIXA Cultural Curitiba! Corra para conferir o último mês das exposições A Dedo & Adendos, de Tony Camargo, e Fusão, de Gustavo Magalhães, pois ambas permanecem em cartaz somente até dia 9 de março. Já a exposição Amados, sobre a vida e a obra de Jorge Amado e Zélia Gattai, encerra no dia 2 de fevereiro. Quem comanda o teatro é a mostra Simplesmente Nelson, em cartaz de 11 a 23 de fevereiro, de Nelson Pereira dos Santos, um dos maiores cineastas brasileiros de todos os tempos.

SERVIÇO:
[Programação Multicultural de Carnaval]
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 - Centro
Data: 01 a 23 de fevereiro de 2025
Todas as oficinas são gratuitas
Classificação indicativa conforme descrição de cada atividade
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

Superprodução independente de cinema gravado em Curitiba começa a ser finalizado; 127 atores estão envolvidos em longa de suspense

Filme curitibano vai se passar em diferentes épocas e é uma produção do Barracão Encena

Imagine uma superprodução envolvendo quase 130 atores. Pois esse será Maledicere, longa-metragem que recentemente finalizou suas gravações e está em processo de finalização neste começo de 2025. O filme, que envolveu cerca de 20 pessoas da equipe técnica, foi todo gravado no Colégio Estadual Julia Wanderley e é um suspense que envolve uma trama escolar misteriosa que se passa em diferentes épocas: 1946, 1964, 1984, 2004 e 2024. A produção, conduzida pelo pessoal do Barracão Encena, conta com um investimento de R$50 mil e é dirigido por Juscelino Zilio.

“Cada vez mais temos que estimular a produção de cinema local, e um dos nossos principais objetivos é esse. Este será o nosso segundo longa-metragem rodado com alunos do módulo de Cinema, e envolvê-los nessa produção é uma forma de fazer com que eles entendam a prática dessa arte e ampliem seus olhares sobre a produção cinematográfica”, conta Juscelino.

Na trama, mortes misteriosas e uma maldição perpassam os anos de uma escola, e alunos e contextos de épocas diferentes são assombrados por elas. O roteiro, assinado pela atriz Carla Rodrigues e também por Juscelino, quer, além de tudo, relembrar a história, mostrando realidades e momentos importantes do Brasil. “Temos um contexto de guerra mundial, de ditadura, de redemocratização, aids, enfim, a ideia foi trazer um fio condutor da história que ultrapassasse os anos sem perder o mistério. Foi um processo de pesquisa também bem interessante”, conta Carla.

As gravações foram feitas quase exclusivamente no Colégio Estadual Julia Wanderley, um dos mais tradicionais da cidade, e que completou 77 anos em 2024. “Foi muito legal ver as diferentes ambientações. Para as cenas de época, produzimos os uniformes dos alunos, e é muito bacana ver a história tomando corpo. O Júlia Wanderley foi a locação perfeita, porque assim como o roteiro, ele também acompanhou diferentes épocas da história do nosso país e de Curitiba”, diz o diretor.

Agora, o filme está em fase de pós-produção e a previsão de estreia é em março de 2025. “Teremos também muitos efeitos especiais, afinal, é um filme de suspense. Nossa previsão de para estreia é em março e a ideia é que o filme seja exibido em um cinema da cidade”, explica Zilio.

Para os alunos que participaram das gravações foi uma possibilidade de descobrirem na prática como se faz cinema, o dia a dia de um set de filmagem e as peculiaridades da atuação para cinema. Toda a preparação de elenco está sendo realizada pelos próprios professores do Barracão. “É muito legal poder orientar os alunos sobre técnicas próprias do cinema, como o uso de subtexto na interpretação, expressividade dos personagens, que no cinema é mais minimalista, entre outras coisas. Foi muito enriquecedor”, finalizou Adriana Sottomaior, preparadora de elenco e professora do Barracão.

Sobre o Barracão Encena

O Teatro Barracão EnCena é um espaço cultural planejado para atender à grande demanda por espaços de porte médio, principalmente de produtores locais. Proporciona opções de cultura e lazer, sempre com muito conforto e segurança. Além do auditório com capacidade para 180 espectadores, dois camarins, oito estúdios climatizados com uma estrutura completa para cursos livres, fazem parte do espaço, um belo jardim, área para exposições, o aconchegante EnCena Café e estacionamentos próximos. Localizado na Rua Treze de Maio, 160, a cem metros do Teatro Guaíra, o Teatro Barracão EnCena faz parte do centro cultural de Curitiba.

Foto: João Vitor Maeyama
Fonte: Ana Luísa Pereira

O Fabuloso Circo de Marcelita Flores

Um espetáculo inédito que reúne música, teatro e circo. Essa é a proposta do projeto O Fabuloso Circo de Marcelita Flores que vai circular por sete cidades paranaenses - Rio Negro, Pontal do Paraná, Matinhos, Palmeira, União da Vitória, Santo Antônio da Platina e Jacarezinho entre 31 de janeiro e 08 de fevereiro, respectivamente. Neste espetáculo, Marcelita Flores (a artista Marcela Zanette) e sua trupe unem-se para fazer o que mais amam: música e circo, em um show que mistura as memórias da infância de Marcelita com personagens da comédia dell'arte. No repertório, músicas de Chiquinha Gonzaga, Nino Rota e Antônio Madureira, mescladas a composições autorais da artista, reverenciando os palhaços tradicionais e a rica tradição da música circense.
A trama se passa em meio ao encanto e mistério do circo e conta a história de duas irmãs siamesas, Marcelita e HermanaZaza, que compartilham não apenas o corpo, mas também sonhos e medos. Após uma grande turnê mundial, o circo comemora o êxito da carreira internacional das irmãs ZaZá, recém-chegadas de ZaZaragoza. Elas estão de volta ao Brasil para assumir os negócios da família. Novos ventos e a esperança de um futuro próspero pairam sobre o circo.
Tudo parece estar indo muito bem, até a inesperada visita de um grande mágico na cidade. Será Roudrini capaz de separar as gêmeas siamesas e dividir os seus destinos? Sim! Marcelita Flores é separada de sua “hermana” e precisa lidar com o desafio de manter o circo funcionando. Ela sonha em ser maestrina, tocar flauta, viver livremente ao lado de Alberto, e de seus novos companheiros de jornada. Mas nem tudo são flores para quem faz da arte o seu sustento. Marcelita tem acumulado inúmeras funções dentro do circo e decide procurar uma nova maestrina para a banda. A confusão está armada!
A trupe d’O Fabuloso Circo de Marcelita Flores é formada por Audryn Souza (trompete), Denis Mariano (bateria), Gabriela Bruel (percussão), Gustavo Moro (violão), Pierre Cerjat (tuba), Renan Bragatto (sanfona). Além dos artistas circenses: Fábio Salgueiro, John Salgueiro e Marina Prado. As apresentações contam ainda com as participações especiais de Carla Zago (violino), Ana Decker (voz) e Rodrigo Milek (clarinete). A direção musical é assinada por Luis Otávio Almeida, enquanto a direção artística fica a cargo de Mariana Zanette.
Durante a turnê, serão oferecidas, em cada cidade, duas oficinas: “Contando com Sons”, com Denis Mariano, que é destinada a crianças – de 5 a 12 anos, e tem como proposta ensinar que a música e a percussão também são ferramentas para contar uma história. E a oficina de Circo, que será ministrada por Marina Prado, John Salgueiro e Fábio Salgueiro. A inscrição para as oficinas é 1kg de alimento não-perecível.
O projeto O Fabuloso Circo de Marcelita Flores foi viabilizado pelo PROFICE - Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura – da Secretaria de Cultura. Governo do Estado do Paraná. Apoio Copel e Havan.

Serviço: O Fabuloso Circo de Marcelita Flores. Apresentação musical e circense. Classificação etária: Livre. Duração 75 min.

· Dia 31/01, sexta-feira, às 20 horas - Rio Negro - Cine Teatro Antônio Cândido (Rua Juvenal Ferreira Pinto, 2070 – Anexo ao Parque Ecoturístico) Municipal São Luís de Tolosa). Entrada 1kg de alimento não perecível

· Dia 01/02, sábado, às 20 horas – Pontal do Paraná – Mini Auditório Primavera (Av. Tom Jobim, 902 - Primavera). Entrada 1kg de alimento não perecível

· Dia 02/02, domingo, às 19 horas, Matinhos – Teatro da UFPR (Rua Jaguariaíva, 512 – Matinhos).
Entrada 1kg de alimento não perecível

· Dia 05/02, quarta-feira, às 20 horas, Palmeira - Cine Teatro Municipal de Palmeira (Praça Mal. Floriano Peixoto, 11 – Centro)
Entrada 1kg de alimento não perecível

· Dia 06/02, quinta-feira, às 20 horas - União da Vitória- Cine Teatro Luz Uniuv (R. Carlos Cavalcante, 124) Entrada 1kg de alimento não perecível

· Dia 07/02, sexta-feira, às 20 horas- Santo Antônio da Platina- Teatro do Sesi (R. José Vieira Gusmão, 850)
Entrada 1kg de alimento não perecível

· Dia 08/02, sábado, às 20 horas- Jacarezinho- CAT – Conjunto de Amadores de Teatro (Av. Getúlio Vargas, 968 - Centro).
Entrada 1kg de alimento não perecível

ATENÇÃO: No mesmo dia das apresentações, serão oferecidas duas oficinas com a entrada de 1kg de alimento não perecível.
Oficina de Circo - com Marina Prado, Fábio Salgueiro e John Salgueiro para o público em geral
Oficina Contando com Sons – com Denis Mariano (aberto ao público a partir dos 16 anos).

Mais informações e entrevistas:
RB – Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne
Cel/WhatsApp - 9 9145-7027

Crédito fotográfico: Marcia Kohatsu
SUGESTÃO DE BOX

Repertório do show:

1. Atraente - Chiquinha Gonzaga
2. ⁠Dobrado - Antônio Madureira
3. ⁠MisterioZaZá - Marcela Zanette
4. ⁠Forró pro Dene - Marcela Zanette
5. ⁠Marcelita vai pra Cuba - Marcela Zanette
6. ⁠Vaidoso - Moacir Santos
7. ⁠Além da Saudade - Marcela Zanette e Mariá Sallum
8. ⁠I Clowns - Nino Rota
9. ⁠Na corda Bamba - Marcela Zanette
10. ⁠Spok no Frevo - Marcela Zanette e Audryn Souza

JORGE VERCILLO CELEBRA 30 ANOS DE HISTÓRIA EM CURITIBA

“Devido ao enorme sucesso no ano passado, o cantor e compositor carioca retorna no próximo dia 11 de abril à capital paranaense com a turnê ´Jv30´que traz os sucessos de três décadas de carreira. A apresentação única acontece no palco do Guairão”.

Devido ao enorme sucesso no ano passado, o ícone da música brasileira e dono de uma das vozes mais marcantes da MPB, o cantor e compositor carioca Jorge Vercillo retorna a Curitiba em abril e traz na bagagem a turnê “JV30’’, em que o artista celebra mais de três décadas de história. Com realização da Prime, a apresentação acontece no dia 11 de abril, no Teatro Guaíra (R: Conselheiro Laurindo,175) às 21h15.

Um show emocionante que viaja por toda a história do artista e seus grandes hits como “Homem Aranha”, “Final Feliz”, “Monalisa,” Ela Une Todas as Coisas”, “Que Nem Maré” e muitas outras. "Esta turnê é uma oportunidade única para relembrar momentos especiais musicais com o público paranaense. A ideia é oferecer algo a mais, que possa ir além de um show tradicional", explica.

O cenário é o projeto de luz conta com projeções de conteúdos em vídeos elaborados para ilustrar os significados e as estórias por trás das músicas. Esta experiência audiovisual não é apenas um show, mas uma festa e celebração da música, das emoções e das estórias que unem Jorge Vercillo com tantas famílias, tantos sonhos, e amores durante todos esses 30 anos.

A venda de ingressos tem início hoje (segunda) a partir das 18horas, através do www.diskingressos.com.br e custam a partir de R$90,00 (meia-entrada) + taxa adm, o valor varia de acordo com o setor. A meia-entrada é para estudantes, maiores de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. Clientes Clube Disk Ingressos possuem 40% de desconto na compra de até dois ingressos por associado. INGRESSO SOCIAL - doadores de 1kg de alimento não-perecível possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. Os ingressos podem ser adquiridos através do Disk Ingressos - Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 e Online – www.diskingressos.com.br . É obrigatória a apresentação de documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário na compra do ingresso e na entrada do teatro.

Trajetória de sucesso

Ao longo desses 30 anos, o cantor lançou quinze álbuns inéditos e quatro DVDs, conquistou um Disco de Diamante, dois de Platina, três Discos de Ouro, ganhou duas vezes o Grammy Latino (2009 e 2010) e foi nomeado ao Grammy Latino (2012 e 2013).

Vercillo é recordista de temas de novela na TV Globo, com 23 canções e mais de 21 no top Brasil no segmento adulto/popular. Nas plataformas de streaming, conta com mais de 1 bilhão de plays.

A turnê JV30, ao todo, está percorrendo diversas cidades, incluindo paradas internacionais. Os fãs e admiradores podem esperar surpresas, uma apresentação cheia de sucessos e toda elegância musical do artista.

SERVIÇO:

JORGE VERCILLO – Turnê “JV30”
Quando: 11 de abril de 2025 (Sexta)
Local: Teatro Guaíra (R: Conselheiro Laurindo, s/n)
Horários: Abertura do teatro: 20h/ Início do espetáculo: 21h15
Duração do show: cerca de 90min
Ingressos: a partir de R$90,00 (meia-entrada) + taxa adm, o valor varia de acordo com o setor.
A meia-entrada é para estudantes, maiores de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. Clientes Clube Disk Ingressos possuem 50% de desconto na compra de até dois ingressos por associado. INGRESSO SOCIAL - doadores de 1kg de alimento não-perecível possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento.
Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.
É obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário, na compra do ingresso e na entrada do teatro.
Forma de Pagamento: Dinheiro, PIX e cartões de crédito/débito Visa e Mastercard.
Pontos de Venda: Disk Ingressos - Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 e Online – www.diskingressos.com.br . **Entrega em domicílio com taxa de entrega.
Classificação etária: livre
Informações p/ o público: (41) 33150808 / @maisumadaprime
Realização: Prime

António Zambujo & Yamandu Costa no Guairão

Um encontro de gigantes. Assim pode ser definido o show que reúne no mesmo palco o cantor António Zambujo – expressão máxima da música contemporânea portuguesa -, ao lado do violonista gaúcho Yamandu Costa – um virtuose que vem encantando as plateias do mundo inteiro com seu violão de 7 cordas. Os dois farão única apresentação em Curitiba, no dia 14 de março, sexta-feira, às 21 horas, no Grande Auditório do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade, s/nº). No repertório, além das músicas autorias de Zambujo, serão interpretados clássicos da música brasileira com canções de Tom Jobim, Lupicínio Rodrigues e muitos outros. Os ingressos já estão à venda e custam a partir de R$90 – pelo site do Disk-Ingressos.
Após o concerto que juntou António Zambujo e Yamandu Costa, em Lisboa, Portugal, na comemoração dos 200 anos de Independência do Brasil, celebrando a harmonia entre dois povos numa simbiose de ritmos lusófonos, os dois artistas reúnem-se agora para novos espetáculos, continuando a trilhar o caminho comum que os une.
António Zambujo é um dos maiores artistas, autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesas, e um dos seus mais notáveis embaixadores no mundo. Ao incorporar influências do cancioneiro brasileiro, em particular a Bossa Nova, derrubou fronteiras, reais e imaginárias, aproximando os 2 lados do Atlântico. Com isso, a sua música, primeiro forjada na tradição do Canto Alentejano e do Fado, criou uma personalidade única e inspirou um novo ciclo na música portuguesa.
Aclamado pela crítica, Yamandu Costa tem encantado as plateias de todos os lugares onde leva a sua incomum habilidade e sonoridade. Com performances inesquecíveis – a solo, acompanhado por outros músicos ou com orquestras – carrega a marca da música do Sul do continente americano, mas transita admiravelmente por diferentes gêneros musicais, formando juntamente com o seu violão de sete cordas uma rara simbiose.

Serviço: António Zambujo & Yamandu Costa. Sexta-feira, dia 14 de março de 2025, às 21h, no Guairão.
Classificação Livre.
Valores dos ingressos:
Plateia Amarela - R$150 (meia) R$300 (inteira)
Plateia Azul - R$120 (meia) R$240 (inteira)
Plateia Verde - R$90 (meia) R$180 (inteira)
Duração aproximada: 90 minutos.
Classificação indicativa: Livre
Compras:
Site do Disk Ingressos: Disk Ingressos
Loja do Disk Ingressos no Shopping Mueller - de segunda a sábado das 10 às 22h e domingos das 14 às 20 h;
Bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro (Shopping Novo Batel) - de segunda a sexta das 10 às 14h e das 15h10 às 18h. Sábados das 10 às 16h e das 17h10 às 20h;
Bilheteria do Teatro Positivo de segunda a sexta das 11 às 15h e 16h10 às 20h. Sábados das 17h às 21h;
50% de desconto para todas as categorias beneficiadas por Lei.
30% de desconto para Clube DiskIngressos sobre o valor de inteira, para até dois ingressos.
Descontos não cumulativos.
Não serão aceitos cheques.

CRÉDITO FOTOGRÁFICO: Kenton Thatcher

Studium Musicae volta a se apresentar na Oficina de Música

As canções tradicionais de países por onde passaram as rotas da Seda vão ser apresentadas pelo grupo Studium Musicae.

O STUDIUM MUSICAE – Ateliê de Música Histórica faz o concerto Rotas da Seda: A Música do Mundo na 42ª Oficina de Música de Curitiba. A apresentação será no dia 25 de janeiro, às 19h, na Capela Santa Maria Espaço Cultural e integra projeto da primeira turnê do grupo pelo Paraná, que prevê concertos em oito cidades. O grupo segue assim seu papel de referência em música histórica no Estado. A turnê tem o incentivo da Secretaria da Cultura do Estado do Paraná, por meio do Sisprofice, e da Copel, e foi idealizada e produzida por Alvaro Collaço. Já a Oficina de Música é realização da Fundação Cultural de Curitiba e ICAC.
A proposta do concerto vai além da música. Mostra, com temas musicais, a relevância da fé, do comércio, do intercâmbio entre povos, não só considerando condições geográficas. As rotas iniciam séculos antes do nascimento de Cristo e permanecem ativas no século XXI. Atualmente, inclusive, governos pretendem reinventá-las até de forma virtual.
O programa de concerto revela uma expansão do Studium Musicae em relação ao seu repertório. Se no passado, antes da sua retomada em 2022, o grupo se dedicava à música histórica europeia, agora incluiu nas suas apresentações música oriental- chinesa e japonesa, inclusive-, valorizando a compreensão do quanto já era sonora a terra em tempos antigos. O concerto é um mosaico de estilos, considerando as línguas e a cultura de cada região e uso de diferentes instrumentos.
“Estamos levando ao público um repertório extremamente inusitado e curioso. São temas oriundos de tradições musicais diversas que primam pelos contrastes geográficos e culturais. Uma viagem sonora singular”, afirma Plínio Silva, que participa do Studium desde quando o grupo se chamava Conjunto Renascentista de Curitiba, nos anos 80. Flávio Stein, outro remanescente da primeira formação, não esconde sua empolgação com o momento atual do grupo. “Esse estopim com a Oficina anunciando a turnê está deixando a gente superanimado. Temos curiosidade de voltar em grupo às cidades do interior, um interior que visitamos quarenta anos atrás. Queremos saber como essa música vai soar para o público jovem de hoje. Lá atrás éramos nós os jovens e tínhamos um público imenso, também de jovens. Eles lotavam o Guairão, sem contar o Paiol que sempre tinha casa sempre cheia”, lembra. Os dois músicos dividem a direção geral do grupo.
O Studium Musicae é formado atualmente por Flávio Stein, Norberto Pavelec e Plínio Silva, músicos que participaram da primeira formação nos anos 80, Júlio Cesar Coelho que integrou o grupo nos anos 90, Daniele Oliveira, Márcia Kaiser e o percussionista Fábio Mazzon, que participam desde 2022 e, mais recentemente, Mateus Sokolowski.

História documentada
Essa não será a primeira vez que o Studium Musicae se apresenta na Oficina de Música. Alguns dos seus músicos estavam na primeira edição, em janeiro de 1983, quando o grupo era Conjunto Renascentista de Curitiba, e até ajudaram a limpar salas de um Solar do Barão recém-reformado, para que o local pudesse receber alunos. O Renascentista foi criado em 1981 pela gambista Eunice Brandão (1960-2001), com apoio da Fundação Cultural de Curitiba, do maestro e cravista Roberto de Regina e da cravista Ingrid Serafim. Em 1983, o Renascentista passa a se chamar Studium Musicae e no ano seguinte grava o LP “As Cruzadas”: o primeiro dedicado integralmente a música medieval em todo país. Nos anos 80 e 90 integrantes do grupo criaram importantes festivais de música organizados em Curitiba.
Em 1987, o Studium fez sua primeira parada, retornando em 1990 com nova formação, que perdura até 1994, quando realizam uma turnê pelos Países Baixos e que gerou o CD “Holland Tour”, gravado ao vivo em uma igreja em Thesinge. Em 2022 o grupo ressurgiu após o lançamento do CD triplo “Tríptico”,produzido por Alvaro Collaço e que trouxe gravações das primeiras formações. Essa história está sendo contada no documentário “Música Inesperada”, dirigido por Neni Glock, a ser lançado em abril na Cinemateca.

SERVIÇO
STUDIUM MUSICAE em Concerto Rotas da Seda: A Música do Mundo na 42ª Oficina de Música de Curitiba

Data: 25 de janeiro
Horário: 19h
Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural. Rua Conselheiro Laurindo, 273
Entrada franca

Com direção de Elias Andreato e com Bianca Bin no elenco,a comédia O Nome do Bebê desembarca em Curitiba em fevereiro

Indicada a prêmios e após mais vista por mais de 25 mil espectadores, a comédia francesa fará duas apresentações no Teatro Fernanda Montenegro no Shopping Novo Batel nos dias 12 e 13 de fevereiro

Link de fotos: https://bit.ly/3QQWMym

Permeando uma história que discute a dificuldade de escuta em nossas relações mais íntimas, a comédia O Nome do Bebê, da dupla francesa Matthieu Delaporte e Alexandre de la Patellière, faz duas apresentações em Curitiba , em 12 e 13 de fevereiro - Teatro Fernanda Montenegro.

A direção é de Elias Andreato e o texto foi traduzido pela atriz Clara Carvalho, que buscou aproximá-lo ainda mais da realidade brasileira, valorizando ironias e sarcasmos. Montada em vários países e adaptada para o cinema em 2012, a versão brasileira tem o elenco formado por Bianca Bin, Cesar Baccan, Eduardo Pelizzari, Lilian Regina e Marcelo Ullmann.

Na peça, Vincente e Anna vão jantar na casa da irmã dele para comunicar a ela, ao cunhado e a um amigo de infância o nome escolhido para seu primeiro filho. O pai de primeira viagem faz uma brincadeira infeliz e diz que o bebê se chamará Adolfo; nome cuja sonoridade se assemelha ao maior ditador da História. A partir dessa situação absurda, as personagens dão início a uma discussão crescente, que evoca uma série de memórias e ressentimentos profundamente escondidos, revelando seus preconceitos e contradições.

“Nosso olhar, percorre a crueldade e o fascínio que essas relações, tão conhecidas do nosso cotidiano, nos remetem às lembranças pueris e medonhas que guardamos para sempre. É impossível não nos identificarmos com os personagens, e com a situação criada pelos autores de forma tão realista e explosiva”, comenta o diretor Elias Andreato.

A peça revela que, para chegarmos às relações verdadeiras em nossas vidas, precisamos estar desarmados para aceitar e ouvir. A falta de escuta, tão comum nos dias de hoje, é o primeiro passo para a não-aceitação dos outros. E, sem aceitação, não há solução de conflitos. Os personagens descobrem que a única maneira de se entenderem, inclusive nas relações de amizade, é se abrirem para o diferente e deixarem de lado suas aparentes incompatibilidades.

“Quando o teatro provoca e nos inquieta, propondo um jogo teatral absolutamente verdadeiro, é porque ele está vivo, podendo ser violento e muito divertido. O homem é o único animal que ri diante do inferno que são os outros. Humor não se explica, mas a crueldade sempre nos incomoda. A nossa comédia certamente deixará o espectador feliz, mas ele terá que rir de si mesmo”, acrescenta o diretor sobre a encenação.

Sinopse
Vicente e sua esposa, que esperam seu primeiro filho, são convidados pela irmã dele e o seu cunhado para um jantar. Quando o pai de primeira viagem revela o nome de seu filho, conflitos são levantados, levando a revelações que mudarão as relações entre todos. Uma comédia contundente.

Ficha Técnica:
Texto: Matthieu Delaporte e Alexandre de la Patellière. Tradução: Clara Carvalho. Direção: Elias Andreato. Assistente de Direção e Stand In: Mariana Loureiro. Elenco: Bianca Bin – Elizabete - Babú /Cesar Baccan – Pierre / Eduardo Pelizzari – Vicente / Lilian Regina – Anna / Marcelo Ullmann – Claude / Desenho de luz: Wagner Pinto. Figurino: Anne Cerutti. Assistente de Figurino: Luiza Spolti. Cenografia: Rebeca Oliveira. Cenotécnico: Evas Carreteiro. Equipe Cenotécnica: Alexandre Zimbarde, Roberio Araujo Barbosa, Sergio Sasso e Sergio Murilo. Assistente de Objetos: Mikaella Rodrigues. Trilha Sonora: Elias Andreato. Operador de luz: Guilherme Orro. Operador de Som: Eder Sousa. Fotos: Ronaldo Gutierrez e Karina Martins. Programador Visual: Rafael Oliveira. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Assistente de Produção: Rebeca Oliveira. Relações Públicas: Cynthia Rabinovitz. Coordenação de Comercialização para Grupos: Selene Marinho. Produtor Executivo: Marcelo Ullmann. Diretor de Produção: Cesar Baccan. Técnica de Palco: Lúcia Rosa. Produção: Baccan Produções e Kavaná Produções

Serviço:
O Nome do Bebê, de Matthieu Delaporte e Alexandre de la Patellière
Local:
Temporada: Curitiba: 12 e 13 de fevereiro, às 20:30 (Teatro Fernanda Montenegro)
Ingressos: https://www.diskingressos.com.br/grupo/2137/2025-02-13/pr/curitiba/o-nome-do-bebe
Valor: R$ 50 (meia); R$ 100 (inteira)
Classificação: 12 anos. Duração: 90 minutos

Mais informações: https://www.produtorakavana.com/o-nome-do-bebe/

CURITIBA RECEBE NESTE SÁBADO E DOMINGO A PEÇA “INSIGNIFICÂNCIA” COM GRANDE ELENCO

Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo, após uma bem-sucedida temporada em São Paulo, dão início à uma turnê com a peça que analisa os impactos da fama, sob a direção de Victor Garcia Peralta e produção de Rodrigo Velloni.

Neste sábado (25) e domingo (26), o Teatro Fernanda Montenegro recebe o espetáculo “Insignificância – Uma Comédia Relativa”, baseado na obra do renomado dramaturgo inglês Terry Johnson. A peça se desenvolve em um hotel de New York de 1953, onde acontece um encontro hipotético entre quatro famosas lendas norte-americanas – a estrela de cinema Marilyn Monroe, Albert Einstein, cientista criador da Teoria da Relatividade (que levou à criação da Bomba H e, consequentemente, à Bomba Atômica), Joe DiMaggio, renomado jogador de beisebol e marido de Marilyn, e o infame senador Joe McCarthy. Encontro que poderia acontecer hoje, trocando os personagens originais por seus pares na atualidade. Esse encontro poderia ocorrer atualmente, trocando os personagens originais por seus pares contemporâneos. Os ingressos estão sendo vendidos pela Disk Ingressos.

Baseado no texto do dramaturgo e diretor de teatro, cinema e televisão inglês Terry Johnson, lançado em livro em 1983, os atores Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo assumem os papéis do Professor, da atriz, do jogador de beisebol e do senador, sob a direção de Victor Garcia Peralta.

Este encontro singular destaca uma das questões mais discutidas na mídia contemporânea: as consequências da fama, tanto na vida pessoal de renomadas celebridades, em relação às concessões necessárias para alcançá-la ou preservá-la, quanto à sua exploração para objetivos políticos. Através das perspectivas de figuras que simbolizam alguns dos maiores fenômenos de popularidade do século XX, o autor reflete sobre as maneiras de lidar com a fama (ou com a perda dela): a rejeição por parte do cientista, a aceitação hesitante, personificada no mito sexual que Marilyn continua a representar, e a decepção quando a fama se dissipa, refletida no personagem do jogador.

Outro componente se une ao enredo: a política, representada pelo macartismo no contexto da Guerra Fria, quando o senador McCarthy capitaneou uma verdadeira “caça às bruxas” nos EUA, com o objetivo de criminalizar o comunismo e seus adeptos, cerceando as liberdades políticas.

A montagem brasileira tem tradução de Gregório Duvivier e reedita a parceria entre o produtor Rodrigo Velloni e o autor, após a montagem, em 2016, do espetáculo Histeria, com direção de Jô Soares, que recebeu o prêmio Arte Qualidade Brasil de Melhor Produção/2017. Os figurinos de Fábio Namatame, o visagismo de Claudinei Hidalgo e as perucas de Feliciano San Roman são ingredientes essências na montagem, captando e personificando as celebridades “emprestadas” ao texto.

Mais de 40 anos nos separam da escrita de Insignificância, e outros 70 da época em que se passa o enredo, mas as situações e os personagens continuam muito atuais. A estrela de cinema hoje seria musa das mídias sociais. O jogador de beisebol, para nós, brasileiros, seria o jogador de futebol, com milhões de seguidores e sem muita noção. O senador poderia estar sentado no plenário brasileiro, dizendo e fazendo o mesmo que o escroque do texto de Johnson. O único que, se estivesse ainda entre nós, estaria trazendo contribuições à sociedade seria o cientista.
O espetáculo é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução.

Patrocínio: Volkswagen Caminhões e Ônibus

Serviço
Insignificância – Uma Comédia Relativa @insignificancia.teatro
Data: 25 de janeiro, às 21h / 26 de janeiro, às 18h
Local: Teatro Fernanda Montenegro (R. Cel. Dulcídio, 517 – Batel – shopping Novo Batel)
Produção local: Orth Produções
Duração: 100 minutos
Classificação etária: 16 anos
Gênero: Comédia
Ingressos à venda pela DiskIngressos.com.br
Ingressos na modalidade popular a partir de R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia-entrada.
Acesse o link: https://www.diskingressos.com.br/grupo/2148/2025-01-26/pr/curitiba/insignificancia

Ficha Técnica
Elenco: Cassio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo
Autor: Terry Johnson
Tradução: Gregório Duvivier
Direção: Victor Garcia Peralta
Produção: Rodrigo Velloni

Diretor Assistente: André Acioli
Cenário: Chris Aizner
Direção de Imagem: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo)
Música Original: Marcelo Pellegrini
Iluminação: Beto Bruel
Figurinos: Fábio Namatame
Designer Gráfico: Peu Fulgencio
Consultoria de Movimento: Vivien Buckup
Fotos de Estúdio: Jairo Goldflus
Fotos de Cena: João Caldas
Visagista: Claudinei Hidalgo
Perucas: Atelier San Roman
Produção de Objetos: Jorge Luiz Alves
Pesquisa e Consultoria Histórica: João Victor Silva

Produção Musical: Surdina
Assistência e Programação de Luz: Pajeú Oliveira
Operação de Luz: Melissa Oliveira
Painel de Led e Gerenciamento de Vídeo: On Projeções
Diretor de Palco: Jones de Souza
Contrarregra: Eduardo Portella
Camareira: Luciana Galvão
Vestido Atriz: Juliano Queiroz
Alfaiate: Agenor Domingos
Assistente de Maquiagem: David Lenk

Cenotecnia: Casa Malagueta
Equipe de Cenotecnia: Alício Silva, Giorgia Massetani, Cleiton Willy, Demi Araújo, Igor B. Gomes, Mariana Maschietto, Shampzss e Danndhara Shoyama

Produção Executiva: Swan Prado
Assistente de Produção: Adriana Souza
Assistente de Designer Gráfico: Daniela Souza
Assessoria de Imprensa: Vicente Negrão Assessoria
Captação, Criação de Conteúdo e Mídias Sociais: GaTú Filmes
Anúncios Online: Lead Performance
Assessoria Jurídica: Martha Macruz
Gestão Financeira: Vanessa Velloni
Realização: Velloni Produções Artísticas e Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA O ESPETÁCULO INFANTIL ZUM ZUM ZUM

Peça teatral celebra as estações do ano com contos, canções e poesias

Zum Zum Zum. Foto: Divulgação

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 23 a 26 de janeiro, o espetáculo infantil Zum Zum Zum do grupo Tupi Pererê, montagem que tem como fio condutor as estações do ano. O musical volta aos palcos para despertar em crianças e adultos a beleza do cotidiano com uma mistura encantadora de canções, contos e poesias inspiradas nas estações do ano.

Com o objetivo de resgatar a essência da infância, a peça promove uma pausa na correria do dia a dia para promover a capacidade de se sensibilizar, habilidade por vezes perdida pelos adultos e crianças, essas últimas sobrecarregadas de atividades que as distanciam da contemplação. De acordo com Guga Cidral, artista educador do grupo, a ideia é que os adultos voltem a abrir suas memórias e que as crianças despertem para a poesia ao seu redor.

Sob a direção musical de Beto Collaço e com canções originais, o espetáculo se inspira nas mudanças das estações do ano. A atriz e cantora Ithyara Tainá revela que cada estação é retratada de forma mágica, com roteiros envolventes e narrativas encantadoras. A criação do espetáculo foi conduzida por Lu Paes, diretora especializada em técnica de teatro que traz jogos de improvisação como base para a construção das cenas.

Sobre o grupo Tupi Pererê
Com 20 anos de trajetória, o Tupi Pererê encanta crianças e adultos com o que há de mais lúdico na cultura brasileira. A trupe combina música, contação de histórias, teatro, artes visuais e literatura, em um trabalho que valoriza a infância e a imaginação. Com mais de mil apresentações, o grupo reúne o repertório diversificado e já conquistou cerca de 50 mil espectadores ao longo dos anos.

Formado por Guga Cidral, Ithyara Tainá, Daniel Arenhar, Ramon Campos e Fabinho de Souza, o grupo transita por escolas, espaços culturais e grandes projetos artísticos, promovendo o encantamento por meio da arte.

Serviço:
[Teatro infantil] Zum Zum Zum
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data e horários: 23 a 26 de janeiro. Quinta e sexta às 17h, sábado às 11h e 17h, domingo às 17h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada para clientes CAIXA e todos os casos previstos em lei)
Vendas: a partir do dia 18 de janeiro às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: de terça a sábado das 10h às 20h, domingo das 10h às 19h
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Duração: 60 minutos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722