Luiz Fernando Guimarães chega a Curitiba nesta semana com espetáculo Baixa Sociedade

Luiz Fernando Guimarães chega a Curitiba nesta semana com espetáculo Baixa Sociedade

Apresentações acontecem em setembro e outubro no Teatro Fernanda Montengro; ingressos à venda em Disk Ingressos

foto: Tom Peres (para mais fotos, clique aqui)

Até onde você seria capaz de ir para conquistar ascensão social? Essa é a pergunta que move “Baixa Sociedade”, peça de Juca de Oliveira que chega a Curitiba para uma curta temporada nos dias 25, 26 e 27 de setembro e 15, 16 e 17 de outubro, no Teatro Fernanda Montenegro. A nova montagem é protagonizada por Luiz Fernando Guimarães, que celebra 50 anos de carreira nos palcos, e tem direção de Pedro Neschling. Os ingressos estão à venda na Disk Ingressos, a partir de R$ 90.

Em “Baixa Sociedade”, o público acompanha Otávio, um homem disposto a tudo para mudar de vida: mentir, fingir, inventar, acreditando que o sucesso depende apenas da aparência certa. A partir dessa trama, Juca de Oliveira constrói um retrato divertido e incômodo do brasileiro contemporâneo: aquele que sonha em subir, mas não percebe que o chão ainda está por fazer. Com humor afiado, “Baixa Sociedade” marca o encontro de dois grandes nomes da cena brasileira e promete fazer o público rir, pensar e se reconhecer.

Autor de algumas das comédias mais emblemáticas do teatro brasileiro, Juca de Oliveira retorna aos palcos com “Baixa Sociedade”, um texto afiado que expõe, com humor e ironia, o desejo quase universal de ascensão social e os tropeços que vêm junto com ele. Quem conduz essa jornada é Luiz Fernando Guimarães, um dos nomes mais reconhecidos da comédia nacional, em um papel que combina o humor inteligente e a precisão cênica que o tornaram um ícone. Ao lado dele, Debora Ozório, Paulo Mathias Jr. e Bruna Trindade completam o elenco dirigido por Pedro Neschling, em uma montagem que une ritmo, leveza e crítica social.

BAIXA SOCIEDADE

Texto: Juca de Oliveira

Direção: Pedro Neschling

Elenco: Luiz Fernando Guimarães, Paulo Mathias Jr, Bruna Trindade e Debora Ozorio

SERVIÇO – Baixa Sociedade em Curitiba

Quando: 25, 26 e 27 de setembro e 15, 16 e 17 de outubro (sexta, sábado e domingo)

Onde: Teatro Fernanda Montenegro (Rua Coronel Dulcídio, 517)

Horário: 20h

Ingressos: os ingressos variam de R$ 90 a R$ 200, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos

FORMA DE PAGAMENTO

Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito.
Parcelamento em até 10x com juros
Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Classificação: 14 anos (Menores de 14 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial)

Com atuação de Danielle Winits, CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente chega a Curitiba neste fim de semana

Curta temporada acontece nos dias 11 e 12 de setembro no Teatro Fernanda Montenegro

Foto: Ariel Cavotti

Após temporadas de sucesso no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e no Teatro FAAP, em São Paulo, o espetáculo CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente, estrelado por Danielle Winits e dirigido por Gerald Thomas, chega a Curitiba pela primeira vez neste final de semana, dias 11 e 12 de setembro, às 20h, no Teatro Fernanda Montenegro. A montagem mistura humor ácido e drama para refletir sobre as contradições da sociedade contemporânea. Os ingressos para o espetáculo já estão à venda pelo Disk Ingressos, a partir de R$ 80.

Com humor afiado e olhar crítico, em atuação solo de Danielle Winits dirigida por Gerald Thomas, a obra se estabelece como uma reflexão sobre as irracionais contradições humanas, o papel da mulher na sociedade e os dilemas da vida contemporânea. O título sugere uma busca extraterrestre, mas é, na verdade, uma metáfora para a busca de empatia, conexão e sentido no meio da confusão cotidiana da humanidade.

Escrita pela norte-americana Jane Wagner, originalmente encenada em 1985, nos EUA, e imortalizada pela atuação solo de Lily Tomlin, Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo – convertida por Thomas em CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente –, consolidou-se na ocasião como um marco para o teatro, especialmente pelo modo como mescla humor, crítica social e múltiplas vozes em uma única interpretação.

Estruturada como um monólogo múltiplo, uma só atriz (Danielle Winits) interpreta algumas das personagens da obra original sintetizados em uma única personagem e por meio desta voz constrói uma narrativa bem humorada questionando padrões sociais, a lógica capitalista, a superficialidade da cultura de massa e os limites das relações humanas, tudo isso por meio de observações sagazes e por vezes absurdas que provocam tanto o riso quanto a reflexão. Mas não é só isso. Gerald Thomas adicionou ao texto original as lacunas que as décadas perdidas ou passadas teriam que preencher.

Foto: Ariel Cavotti

“Sim, o mundo mudou muito rápido nesses últimos quarenta anos. Em 1985 não haviam redes sociais ou IA, a teoria de Andy Warhol de que todos iriam ter seus 15 minutos de fama ainda era uma fantasia longínqua e não um pesadelo psicopático. Se, em 1985 ainda se tinha amigos, hoje tem-se “seguidores” e a palavra lixo significava somente sujeira e não crise ou calamidade. O mundo de Huxley e Orwell eram temidos, mas agora, talvez, através dessa epidemia de “influencers”, os jovens estarão, de fato, condenados a desaprender tudo aquilo que a história nos ensinou. Entraremos em uma era de deletação, de apagamento. E isso não está na peça de Wagner.” – Gerald Thomas

O texto equilibra ironia e compaixão, pontuado por referências pop e filosóficas, e não hesita em abordar temas complexos com leveza e profundidade. A crítica social nunca é panfletária, emerge da experiência dos personagens e do confronto direto com as contradições do mundo moderno. A peça é também um exercício de metateatro – um espetáculo sobre o próprio fazer teatral e seu potencial transformador. Ao alternar rapidamente entre pontos de vista, desafia tanto a intérprete quanto o público, convocando uma escuta ativa e sensível.

“A personagem fio condutor da montagem é uma ex-consultora criativa de grandes empresas que acabou por enlouquecer (ou não…) e se tornou uma catadora de lixo nas ruas. Ela acredita que extraterrestres entraram em contato e querem descobrir, por meio dela, se ainda existem sinais de vida inteligente no universo. Simultaneamente, a personagem busca compreender quem são essas pessoas e o que elas representam no mundo de hoje. A dúvida que ela levanta é quase um paralelo ao ‘ser ou não ser, eis a questão’. Será que ela perdeu a sanidade? Ou foi a realidade que, de tão absurda, se tornou incompreensível?” – Danielle Winits

Em resumo, CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente é uma obra vibrante, multifacetada e atual. Mais do que uma peça feminista ou de crítica social, é uma reflexão espirituosa e comovente sobre o que nos torna humanos, e sobre os sinais de inteligência (afeto e empatia) que ainda podem ser encontrados entre nós.

Drama ou comédia? A resposta vai depender da visão de mundo de cada espectador.

Foto: Ariel Cavotti

A respeito do ambiente da encenação

O cenário foi pensado como um ambiente que se transforma no decorrer do espetáculo. Há uma montanha de lixo em que a atriz inicia a peça, como se nascesse dela. Em seu entorno há uma série de cinco escadas que ligam o plano do espetáculo ao urdimento, sem fim aparente. Elementos da arte pop de Andy Warhol aparecem pelo palco na forma de latas de sopa Campbell's e reaparecem nos quadros de Rinaldo Escudeiro, seja como referência direta às latas, seja nas cores do Pop, na busca pelos elementos cotidianos como a geladeira, o post-it, o carrinho de supermercado, ou a imagem de uma atriz conhecida como é Danielle Winits, cujo rosto aparece em uma das pinturas. Esse mesmo rosto de Danielle irá retornar ao espaço de forma agigantada, como um casco ou uma mochila trazida por uma figura estranha contrarregrada. Portanto, o cenário visualmente trabalha entre o contraponto de cores, texturas e escalas. Ora o colorido do Pop aparece, ora o marrom, o antigo, o enferrujado, o estranho. O piso do palco é composto por uma textura de tecido e espumas tingidas que geram relevos. Tecidos aparecem no palco como seres que visitam Danielle. Ligados ao urdimento por cordas e ganchos, se penduram no ar como pedaços de couro em um curtume, ou pedaços de carne em um açougue. Esses elementos aéreos de tecido se mesclam a um conjunto de escadas finas e irregulares que se perdem na altura do urdimento. Elas estão presentes aqui e também nas obras e desenhos de Gerald Thomas.

Jane Wagner, dramaturga

Jane Wagner é uma premiada dramaturga, roteirista, diretora e produtora norte-americana, amplamente reconhecida por seu trabalho inovador nas artes cênicas e audiovisuais. Nascida em 1935, no Tennessee, construiu uma carreira marcada pela inteligência mordaz, pelo humor refinado e por uma profunda sensibilidade social. Seu nome está indissociavelmente ligado à atriz e comediante Lily Tomlin, com quem mantém uma parceria artística e pessoal há décadas. Juntas, criaram algumas das obras mais ousadas e sensíveis do teatro e da televisão americana, como o aclamado monólogo teatral Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo, um marco do teatro contemporâneo. Também escreveu para cinema e televisão, tendo vencido vários prêmios, incluindo o Emmy, e sido indicada ao Tony e ao Drama Desk Awards.

Seu estilo é caracterizado por diálogos ágeis, observações afiadas sobre a vida cotidiana e um olhar empático para as contradições humanas – especialmente no que diz respeito à identidade, à cultura e à condição feminina. Com uma obra que transita entre a crítica social e o lirismo, Jane Wagner se firmou como uma das vozes mais originais do teatro americano do século XX, e seu legado continua inspirando novas gerações de artistas e pensadores.

Danielle Winits, atriz

Danielle Winits é uma atriz, cantora e bailarina brasileira, reconhecida por sua versatilidade e trajetória marcante no teatro musical, na televisão e no cinema. Nascida no Rio de Janeiro, em 1973, iniciou sua formação artística ainda na infância, estudando balé clássico e jazz, antes de se dedicar à atuação. Sua carreira ganhou destaque na televisão a partir dos anos 1990, com participações em novelas e séries da TV Globo, como Sex Appeal, Uga Uga, Kubanacan e América, onde se consolidou como uma atriz popular, com forte presença cênica e carisma. Paralelamente, construiu uma sólida carreira nos palcos, especialmente no gênero do teatro musical.

No teatro, é considerada uma das pioneiras da chamada “era de ouro” dos musicais no Brasil. Protagonizou grandes produções como Chicago, Hairspray, Gypsy, Cabaret e Xanadu, demonstrando domínio em canto, dança e interpretação – um conjunto raro de habilidades que a colocou entre as principais atrizes de musicais do país. Além da performance artística, também atuou como diretora e produtora em projetos cênicos mais autorais, buscando ampliar sua atuação no campo cultural. Ao longo da carreira, transita com naturalidade entre a comédia, o drama e o musical, mostrando-se uma artista multifacetada e em constante reinvenção.

Com mais de três décadas de trajetória artística, Danielle Winits continua sendo um nome de referência nas artes cênicas brasileiras, unindo talento, disciplina e paixão pela cena.

Gerald Thomas, diretor

Gerald Thomas é um renomado diretor teatral, dramaturgo e encenador multimídia, reconhecido por sua linguagem cênica provocadora, experimental e intelectualmente desafiadora. Nascido em Nova York, em 1954, criado no Brasil, e atuando entre Estados Unidos, Brasil e Europa, Thomas construiu uma carreira internacional marcada pela ruptura de convenções estéticas e pela fusão entre teatro, filosofia, literatura, música e artes visuais. Sua obra é marcada pelo hibridismo e pela desconstrução de narrativas lineares. Em cena, explora o colapso da linguagem, o vazio da cultura de massas, a fragmentação da identidade e as tensões do mundo contemporâneo. Ele frequentemente mistura textos de autores clássicos com intervenções autorais, projeções, música ao vivo e elementos performáticos. Além do teatro, também atua como escritor e ilustrador, sempre com uma estética crítica, ácida e inquieta. Thomas tinha uma relação pessoal com Samuel Beckett, e parceria muito especial com o compositor Philip Glass e com o autor alemão Heiner Müller.

Nos anos 1980, fundou a Companhia de Ópera Seca, por meio da qual produziu espetáculos que se tornaram referência no teatro contemporâneo brasileiro e mundial, como: Eletra com Creta; CarmenComFiltro; a Trilogia Kafka, com Bete Coelho que, depois de um retumbante sucesso no Brasil, ganhou capa do New York Times, em outubro de 1988, uma longa temporada no La MaMa e foi a atração principal do Wiener Festwochen (Festival de Viena), em 1989, sendo televisionado na íntegra pela ORF, canal estatal Austríaco; também The Flash and Crash Days, com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, que viajou para 15 países e 12 premieres mundiais de Samuel Beckett no La MaMa e no Brasil. Em 2014 dirigiu Ney Latorraca em Entredentes. Seus espetáculos mais recentes no Brasil foram: Dilúvio, F.E.T.O. e Traidor, com Marco Nanini. Ao longo de sua carreira, Thomas dirigiu em grandes teatros da Europa e dos Estados Unidos, incluindo a Royal Opera House (Londres), a Brooklyn Academy of Music (Nova York), do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Gerald Thomas é uma figura central no teatro experimental de língua portuguesa e um artista que desafia os limites da cena, do texto e da representação, mantendo-se, ao longo das décadas, como um criador ousado e visceral.

Luciano Borges, produtor

Luciano Borges é um dos mais atuantes produtores do teatro brasileiro contemporâneo. Sua carreira é marcada por projetos que aliam relevância artística e força de comunicação com o público. Entre seus principais trabalhos estão produções como Você está aí?, Estranho Casal, Relações Aparentes, A Garota do Adeus, Vermelho, Vanya e Sônia e Masha e Spike, Ela é o cara, Job e Doce Pássaro da Juventude. Também está à frente da versão brasileira de Prima Facie, de Suzie Miller, espetáculo que coloca em debate questões urgentes sobre justiça, poder e a condição feminina, ampliando assim o diálogo entre teatro e sociedade. Sua atuação se destaca pela curadoria criteriosa de textos, a valorização de grandes intérpretes e o cuidado com a excelência artística e técnica das produções. O que reafirma seu compromisso em apresentar ao público obras que provocam pensamento crítico e ampliam o debate social, fortalecendo seu papel como articulador de projetos que ultrapassam os limites do entretenimento e se afirmam como experiências transformadoras no teatro brasileiro. Com uma trajetória que combina ousadia, qualidade e compromisso com o público, Luciano Borges consolidou-se como referência na produção teatral no Brasil.

Ficha técnica

CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente

Texto de Jane Wagner, com intervenções de Gerald Thomas

Atriz: Danielle Winits

Direção: Gerald Thomas

Tradução: Alexandre Tenório

Iluminação: Wagner Pinto

Figurinos: João Pimenta

Cenografia: Fernando Passetti

Pintura em tela: Rinaldo Escudeiro

Trilha sonora: Gerald Thomas

Sonoplastia: Marcelo Alonso Neves

Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Design gráfico: Bárbara Lana

Visagismo: Leila Turgante

Fotos de cena: Dalton Valério

Fotos de Danielle Winits em estúdio: Robert Schwenk

Marketing digital: Cultura Lab e Rica Conteúdo Audiovisual

Assistente de direção: Osni Silva

Elenco de apoio: Anita Mafra, Jovi Silva, Vinícius Duarte.

Coach de interpretação: Victor Winits

Operador de luz: Renato Lima

Operador de som: Kelson

Cenotécnicos: Denis Nascimento e André Sales

Diretor de palco: Leandro Brander

Contra-regras: Vinícius Duarte e Jovi Silva

Camareira: Lígia Soares da Silva

Diretor Geral de Produção: Luciano Borges

Direção de produção: Nilza Guimarães e Diogo Bastos

Coordenador financeiro: Edson Fieschi

Realização: Borges & Fieschi Produções e Winits Produções

Produção local: Polarize Entretenimento

SERVIÇO – CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente

Quando: 11 e 12 de setembro de 2026 (sexta-feira e sábado)

Onde: Teatro Fernanda Montenegro (Rua Coronel Dulcídio, 517)

Horário: abertura da casa às 19h40 e show às 20h

Ingressos: os ingressos variam de R$ 80 a R$ 180, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos

FORMA DE PAGAMENTO

Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito.
Parcelamento em até 10x com juros
Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Classificação: 12 anos (Menores de 12 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial)

Luiz Fernando Guimarães celebra 50 anos de carreira com a comédia “Baixa Sociedade” em Curitiba

Apresentações acontecem em setembro e outubro no Teatro Fernanda Montengro; ingressos à venda em Disk Ingressos

foto: Tom Peres (para mais fotos, clique aqui)

Até onde você seria capaz de ir para conquistar ascensão social? Essa é a pergunta que move “Baixa Sociedade”, peça de Juca de Oliveira que chega a Curitiba para uma curta temporada nos dias 25, 26 e 27 de setembro e 15, 16 e 17 de outubro, no Teatro Fernanda Montenegro. A nova montagem é protagonizada por Luiz Fernando Guimarães, que celebra 50 anos de carreira nos palcos, e tem direção de Pedro Neschling. Os ingressos estão à venda na Disk Ingressos, a partir de R$ 90.

Em “Baixa Sociedade”, o público acompanha Otávio, um homem disposto a tudo para mudar de vida: mentir, fingir, inventar, acreditando que o sucesso depende apenas da aparência certa. A partir dessa trama, Juca de Oliveira constrói um retrato divertido e incômodo do brasileiro contemporâneo: aquele que sonha em subir, mas não percebe que o chão ainda está por fazer. Com humor afiado, “Baixa Sociedade” marca o encontro de dois grandes nomes da cena brasileira e promete fazer o público rir, pensar e se reconhecer.

Autor de algumas das comédias mais emblemáticas do teatro brasileiro, Juca de Oliveira retorna aos palcos com “Baixa Sociedade”, um texto afiado que expõe, com humor e ironia, o desejo quase universal de ascensão social e os tropeços que vêm junto com ele. Quem conduz essa jornada é Luiz Fernando Guimarães, um dos nomes mais reconhecidos da comédia nacional, em um papel que combina o humor inteligente e a precisão cênica que o tornaram um ícone. Ao lado dele, Debora Ozório, Paulo Mathias Jr. e Bruna Trindade completam o elenco dirigido por Pedro Neschling, em uma montagem que une ritmo, leveza e crítica social.

BAIXA SOCIEDADE

Texto: Juca de Oliveira

Direção: Pedro Neschling

Elenco: Luiz Fernando Guimarães, Paulo Mathias Jr, Bruna Trindade e Debora Ozorio

SERVIÇO – Baixa Sociedade em Curitiba

Quando: 25, 26 e 27 de setembro e 15, 16 e 17 de outubro (sexta, sábado e domingo)

Onde: Teatro Fernanda Montenegro (Rua Coronel Dulcídio, 517)

Horário: 20h

Ingressos: os ingressos variam de R$ 90 a R$ 200, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos

FORMA DE PAGAMENTO

Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito.
Parcelamento em até 10x com juros
Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Classificação: 14 anos (Menores de 14 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial)

JMSN se apresenta pela primeira vez em Curitiba em novembro

Referência do R&B independente mundial traz a Curitiba a turnê do álbum Soft Spot para apresentação única no Teatro Fernanda Montenegro

Curitiba, 25 de agosto de 2026 - Um dos nomes de maior destaque da cena independente de soul e R&B contemporâneo, JMSN desembarca pela primeira vez em Curitiba no próximo dia 11 de novembro. O artista norte-americano se apresenta no Teatro Fernanda Montenegro, trazendo à capital paranaense o repertório que o consolidou internacionalmente e músicas do álbum Soft Spot.

O show integra a passagem do músico pelo Brasil após uma extensa turnê mundial que ultrapassou a marca de 100 apresentações. Lançado em 2023, Soft Spot combina R&B, neo-soul, funk e elementos de produção experimental e ganhou projeção com faixas como “Soft Spot”, “Love Me” e “Cherry Pop”, que alcançaram grande repercussão nas plataformas digitais e redes sociais.

JMSN é o nome artístico de Christian Berishaj, multi-instrumentista, cantor, compositor e produtor que cresceu em Detroit e começou a gravar suas próprias músicas ainda na adolescência. Ao longo da carreira, construiu uma trajetória marcada pela autonomia criativa, assumindo diferentes etapas de seus projetos e tornando-se uma das referências do movimento DIY (do it yourself) dentro da música independente.

A versatilidade de seu trabalho também aproximou JMSN de alguns dos principais artistas do hip-hop e da música contemporânea. Seu currículo reúne trabalhos e colaborações com nomes como Kendrick Lamar, Mac Miller, Ab-Soul, KAYTRANADA e Freddie Gibbs. Entre eles, está sua participação no universo de To Pimp a Butterfly, álbum de Kendrick Lamar lançado em 2015 e considerado um dos trabalhos mais importantes do hip-hop contemporâneo.

Com uma sonoridade que transita entre a tradição do soul e uma abordagem contemporânea do R&B, JMSN desenvolveu uma identidade própria ao longo de mais de uma década de carreira. Álbuns como JMSN (2014), It Is. (2016), Whatever Makes U Happy (2017), Velvet (2018), Heals Me (2021) e Soft Spot (2023) mostram diferentes momentos dessa evolução artística.

Nos palcos, essa proposta ganha uma dimensão ainda mais intensa. Conhecido pela presença de palco e pela força das performances ao vivo, o músico transforma arranjos, vocais e instrumentação em parte central da experiência de seus shows. Depois de percorrer diferentes países com Soft Spot, a apresentação de Curitiba será a primeira oportunidade para o público da cidade acompanhar o artista ao vivo.

A chegada de JMSN também reforça a presença de Curitiba na rota brasileira de artistas da cena internacional independente, aproximando o público local de um músico que construiu sua carreira fora dos modelos tradicionais da indústria e conquistou uma audiência global.

A apresentação de JMSN em Curitiba acontece no dia 11 de novembro, no Teatro Fernanda Montenegro (R. Cel. Dulcídio, 517 - Batel). Os ingressos estão disponíveis via plataforma Meaple: https://meaple.com.br/goat/jmsn-em-curitiba. Para mais informações, acesse os perfis oficiais das produtoras do evento no Instagram: @planetabrasilentretenimento e @goat_entertainment_.

Com atuação de Danielle Winits, CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente estreia em Curitiba

Curta temporada acontece nos dias 11 e 12 de setembro no Teatro Fernanda Montenegro

Foto: Ariel Cavotti

Após temporadas de sucesso no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e no Teatro FAAP, em São Paulo, o espetáculo CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente, estrelado por Danielle Winits e dirigido por Gerald Thomas, chega a Curitiba pela primeira vez nos dias 11 e 12 de setembro, às 20h, no Teatro Fernanda Montenegro. A montagem mistura humor ácido e drama para refletir sobre as contradições da sociedade contemporânea. Os ingressos para o espetáculo já estão à venda pelo Disk Ingressos, a partir de R$ 80.

Com humor afiado e olhar crítico, em atuação solo de Danielle Winits dirigida por Gerald Thomas, a obra se estabelece como uma reflexão sobre as irracionais contradições humanas, o papel da mulher na sociedade e os dilemas da vida contemporânea. O título sugere uma busca extraterrestre, mas é, na verdade, uma metáfora para a busca de empatia, conexão e sentido no meio da confusão cotidiana da humanidade.

Escrita pela norte-americana Jane Wagner, originalmente encenada em 1985, nos EUA, e imortalizada pela atuação solo de Lily Tomlin, Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo – convertida por Thomas em CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente –, consolidou-se na ocasião como um marco para o teatro, especialmente pelo modo como mescla humor, crítica social e múltiplas vozes em uma única interpretação.

Estruturada como um monólogo múltiplo, uma só atriz (Danielle Winits) interpreta algumas das personagens da obra original sintetizados em uma única personagem e por meio desta voz constrói uma narrativa bem humorada questionando padrões sociais, a lógica capitalista, a superficialidade da cultura de massa e os limites das relações humanas, tudo isso por meio de observações sagazes e por vezes absurdas que provocam tanto o riso quanto a reflexão. Mas não é só isso. Gerald Thomas adicionou ao texto original as lacunas que as décadas perdidas ou passadas teriam que preencher.

Foto: Ariel Cavotti

“Sim, o mundo mudou muito rápido nesses últimos quarenta anos. Em 1985 não haviam redes sociais ou IA, a teoria de Andy Warhol de que todos iriam ter seus 15 minutos de fama ainda era uma fantasia longínqua e não um pesadelo psicopático. Se, em 1985 ainda se tinha amigos, hoje tem-se “seguidores” e a palavra lixo significava somente sujeira e não crise ou calamidade. O mundo de Huxley e Orwell eram temidos, mas agora, talvez, através dessa epidemia de “influencers”, os jovens estarão, de fato, condenados a desaprender tudo aquilo que a história nos ensinou. Entraremos em uma era de deletação, de apagamento. E isso não está na peça de Wagner.” – Gerald Thomas

O texto equilibra ironia e compaixão, pontuado por referências pop e filosóficas, e não hesita em abordar temas complexos com leveza e profundidade. A crítica social nunca é panfletária, emerge da experiência dos personagens e do confronto direto com as contradições do mundo moderno. A peça é também um exercício de metateatro – um espetáculo sobre o próprio fazer teatral e seu potencial transformador. Ao alternar rapidamente entre pontos de vista, desafia tanto a intérprete quanto o público, convocando uma escuta ativa e sensível.

“A personagem fio condutor da montagem é uma ex-consultora criativa de grandes empresas que acabou por enlouquecer (ou não…) e se tornou uma catadora de lixo nas ruas. Ela acredita que extraterrestres entraram em contato e querem descobrir, por meio dela, se ainda existem sinais de vida inteligente no universo. Simultaneamente, a personagem busca compreender quem são essas pessoas e o que elas representam no mundo de hoje. A dúvida que ela levanta é quase um paralelo ao ‘ser ou não ser, eis a questão’. Será que ela perdeu a sanidade? Ou foi a realidade que, de tão absurda, se tornou incompreensível?” – Danielle Winits

Em resumo, CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente é uma obra vibrante, multifacetada e atual. Mais do que uma peça feminista ou de crítica social, é uma reflexão espirituosa e comovente sobre o que nos torna humanos, e sobre os sinais de inteligência (afeto e empatia) que ainda podem ser encontrados entre nós.

Drama ou comédia? A resposta vai depender da visão de mundo de cada espectador.

Foto: Ariel Cavotti

A respeito do ambiente da encenação

O cenário foi pensado como um ambiente que se transforma no decorrer do espetáculo. Há uma montanha de lixo em que a atriz inicia a peça, como se nascesse dela. Em seu entorno há uma série de cinco escadas que ligam o plano do espetáculo ao urdimento, sem fim aparente. Elementos da arte pop de Andy Warhol aparecem pelo palco na forma de latas de sopa Campbell's e reaparecem nos quadros de Rinaldo Escudeiro, seja como referência direta às latas, seja nas cores do Pop, na busca pelos elementos cotidianos como a geladeira, o post-it, o carrinho de supermercado, ou a imagem de uma atriz conhecida como é Danielle Winits, cujo rosto aparece em uma das pinturas. Esse mesmo rosto de Danielle irá retornar ao espaço de forma agigantada, como um casco ou uma mochila trazida por uma figura estranha contrarregrada. Portanto, o cenário visualmente trabalha entre o contraponto de cores, texturas e escalas. Ora o colorido do Pop aparece, ora o marrom, o antigo, o enferrujado, o estranho. O piso do palco é composto por uma textura de tecido e espumas tingidas que geram relevos. Tecidos aparecem no palco como seres que visitam Danielle. Ligados ao urdimento por cordas e ganchos, se penduram no ar como pedaços de couro em um curtume, ou pedaços de carne em um açougue. Esses elementos aéreos de tecido se mesclam a um conjunto de escadas finas e irregulares que se perdem na altura do urdimento. Elas estão presentes aqui e também nas obras e desenhos de Gerald Thomas.

Jane Wagner, dramaturga

Jane Wagner é uma premiada dramaturga, roteirista, diretora e produtora norte-americana, amplamente reconhecida por seu trabalho inovador nas artes cênicas e audiovisuais. Nascida em 1935, no Tennessee, construiu uma carreira marcada pela inteligência mordaz, pelo humor refinado e por uma profunda sensibilidade social. Seu nome está indissociavelmente ligado à atriz e comediante Lily Tomlin, com quem mantém uma parceria artística e pessoal há décadas. Juntas, criaram algumas das obras mais ousadas e sensíveis do teatro e da televisão americana, como o aclamado monólogo teatral Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo, um marco do teatro contemporâneo. Também escreveu para cinema e televisão, tendo vencido vários prêmios, incluindo o Emmy, e sido indicada ao Tony e ao Drama Desk Awards.

Seu estilo é caracterizado por diálogos ágeis, observações afiadas sobre a vida cotidiana e um olhar empático para as contradições humanas – especialmente no que diz respeito à identidade, à cultura e à condição feminina. Com uma obra que transita entre a crítica social e o lirismo, Jane Wagner se firmou como uma das vozes mais originais do teatro americano do século XX, e seu legado continua inspirando novas gerações de artistas e pensadores.

Danielle Winits, atriz

Danielle Winits é uma atriz, cantora e bailarina brasileira, reconhecida por sua versatilidade e trajetória marcante no teatro musical, na televisão e no cinema. Nascida no Rio de Janeiro, em 1973, iniciou sua formação artística ainda na infância, estudando balé clássico e jazz, antes de se dedicar à atuação. Sua carreira ganhou destaque na televisão a partir dos anos 1990, com participações em novelas e séries da TV Globo, como Sex Appeal, Uga Uga, Kubanacan e América, onde se consolidou como uma atriz popular, com forte presença cênica e carisma. Paralelamente, construiu uma sólida carreira nos palcos, especialmente no gênero do teatro musical.

No teatro, é considerada uma das pioneiras da chamada “era de ouro” dos musicais no Brasil. Protagonizou grandes produções como Chicago, Hairspray, Gypsy, Cabaret e Xanadu, demonstrando domínio em canto, dança e interpretação – um conjunto raro de habilidades que a colocou entre as principais atrizes de musicais do país. Além da performance artística, também atuou como diretora e produtora em projetos cênicos mais autorais, buscando ampliar sua atuação no campo cultural. Ao longo da carreira, transita com naturalidade entre a comédia, o drama e o musical, mostrando-se uma artista multifacetada e em constante reinvenção.

Com mais de três décadas de trajetória artística, Danielle Winits continua sendo um nome de referência nas artes cênicas brasileiras, unindo talento, disciplina e paixão pela cena.

Gerald Thomas, diretor

Gerald Thomas é um renomado diretor teatral, dramaturgo e encenador multimídia, reconhecido por sua linguagem cênica provocadora, experimental e intelectualmente desafiadora. Nascido em Nova York, em 1954, criado no Brasil, e atuando entre Estados Unidos, Brasil e Europa, Thomas construiu uma carreira internacional marcada pela ruptura de convenções estéticas e pela fusão entre teatro, filosofia, literatura, música e artes visuais. Sua obra é marcada pelo hibridismo e pela desconstrução de narrativas lineares. Em cena, explora o colapso da linguagem, o vazio da cultura de massas, a fragmentação da identidade e as tensões do mundo contemporâneo. Ele frequentemente mistura textos de autores clássicos com intervenções autorais, projeções, música ao vivo e elementos performáticos. Além do teatro, também atua como escritor e ilustrador, sempre com uma estética crítica, ácida e inquieta. Thomas tinha uma relação pessoal com Samuel Beckett, e parceria muito especial com o compositor Philip Glass e com o autor alemão Heiner Müller.

Nos anos 1980, fundou a Companhia de Ópera Seca, por meio da qual produziu espetáculos que se tornaram referência no teatro contemporâneo brasileiro e mundial, como: Eletra com Creta; CarmenComFiltro; a Trilogia Kafka, com Bete Coelho que, depois de um retumbante sucesso no Brasil, ganhou capa do New York Times, em outubro de 1988, uma longa temporada no La MaMa e foi a atração principal do Wiener Festwochen (Festival de Viena), em 1989, sendo televisionado na íntegra pela ORF, canal estatal Austríaco; também The Flash and Crash Days, com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, que viajou para 15 países e 12 premieres mundiais de Samuel Beckett no La MaMa e no Brasil. Em 2014 dirigiu Ney Latorraca em Entredentes. Seus espetáculos mais recentes no Brasil foram: Dilúvio, F.E.T.O. e Traidor, com Marco Nanini. Ao longo de sua carreira, Thomas dirigiu em grandes teatros da Europa e dos Estados Unidos, incluindo a Royal Opera House (Londres), a Brooklyn Academy of Music (Nova York), do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Gerald Thomas é uma figura central no teatro experimental de língua portuguesa e um artista que desafia os limites da cena, do texto e da representação, mantendo-se, ao longo das décadas, como um criador ousado e visceral.

Luciano Borges, produtor

Luciano Borges é um dos mais atuantes produtores do teatro brasileiro contemporâneo. Sua carreira é marcada por projetos que aliam relevância artística e força de comunicação com o público. Entre seus principais trabalhos estão produções como Você está aí?, Estranho Casal, Relações Aparentes, A Garota do Adeus, Vermelho, Vanya e Sônia e Masha e Spike, Ela é o cara, Job e Doce Pássaro da Juventude. Também está à frente da versão brasileira de Prima Facie, de Suzie Miller, espetáculo que coloca em debate questões urgentes sobre justiça, poder e a condição feminina, ampliando assim o diálogo entre teatro e sociedade. Sua atuação se destaca pela curadoria criteriosa de textos, a valorização de grandes intérpretes e o cuidado com a excelência artística e técnica das produções. O que reafirma seu compromisso em apresentar ao público obras que provocam pensamento crítico e ampliam o debate social, fortalecendo seu papel como articulador de projetos que ultrapassam os limites do entretenimento e se afirmam como experiências transformadoras no teatro brasileiro. Com uma trajetória que combina ousadia, qualidade e compromisso com o público, Luciano Borges consolidou-se como referência na produção teatral no Brasil.

Ficha técnica

CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente

Texto de Jane Wagner, com intervenções de Gerald Thomas

Atriz: Danielle Winits

Direção: Gerald Thomas

Tradução: Alexandre Tenório

Iluminação: Wagner Pinto

Figurinos: João Pimenta

Cenografia: Fernando Passetti

Pintura em tela: Rinaldo Escudeiro

Trilha sonora: Gerald Thomas

Sonoplastia: Marcelo Alonso Neves

Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Design gráfico: Bárbara Lana

Visagismo: Leila Turgante

Fotos de cena: Dalton Valério

Fotos de Danielle Winits em estúdio: Robert Schwenk

Marketing digital: Cultura Lab e Rica Conteúdo Audiovisual

Assistente de direção: Osni Silva

Elenco de apoio: Anita Mafra, Jovi Silva, Vinícius Duarte.

Coach de interpretação: Victor Winits

Operador de luz: Renato Lima

Operador de som: Kelson

Cenotécnicos: Denis Nascimento e André Sales

Diretor de palco: Leandro Brander

Contra-regras: Vinícius Duarte e Jovi Silva

Camareira: Lígia Soares da Silva

Diretor Geral de Produção: Luciano Borges

Direção de produção: Nilza Guimarães e Diogo Bastos

Coordenador financeiro: Edson Fieschi

Realização: Borges & Fieschi Produções e Winits Produções

Produção local: Polarize Entretenimento

SERVIÇO – CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente

Quando: 11 e 12 de setembro de 2026 (sexta-feira e sábado)

Onde: Teatro Fernanda Montenegro (Rua Coronel Dulcídio, 517)

Horário: abertura da casa às 19h40 e show às 20h

Ingressos: os ingressos variam de R$ 80 a R$ 180, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos

FORMA DE PAGAMENTO

Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito.
Parcelamento em até 10x com juros
Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Classificação: 12 anos (Menores de 12 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial)

THE OPERA LOCOS

O fenômeno internacional que revolucionou a ópera, melhor espetáculo de Comédia Musical, desembarca em Curitiba para única apresentação no dia 21 de agosto no Teatro Fernanda Montenegro
Os ingressos já podem ser adquiridos pelo site de vendas oficial www.diskingressos.com.br, nas bilheterias dos Teatros Fernanda Montenegro e Positivo e na Diskingressos do Shopping Mueller
THE OPERA LOCOS é um espetáculo musical de ópera cômica que conquistou o público dos cinco continentes. Com sessões esgotadas nas principais capitais culturais, múltiplos prêmios internacionais e mais de oito anos de sucesso ininterrupto, consolidou-se como um dos fenômenos teatrais mais destacados da cena contemporânea.

Atualmente, a obra é representada por um elenco residente em Buenos Aires, Argentina, no Teatro Politeama — do diretor vencedor do Oscar, Juan Campanella, uma das figuras mais reconhecidas do cinema e do teatro argentino — numa produção de Tomucha e PAC – Performing Arts Contents, de Carla Juliano.

No palco, cinco extraordinários cantores líricos transformam as árias mais célebres de Mozart, Verdi, Puccini e Rossini em uma experiência audaciosa, surpreendente e profundamente divertida. A ópera se encontra com o rock, o pop, a comédia física e o teatro gestual em uma montagem vibrante que combina excelência vocal, humor e uma energia avassaladora.

A história gira em torno de um singular grupo de artistas que competem para se tornar a grande estrela da ópera:
Alfredo: um tenor melancólico apegado à glória de outros tempos.
Enrique: um barítono perfeccionista e orgulhoso.
Franelli: um excêntrico contratenor fascinado pela cultura pop.
María: uma soprano romântica e sonhadora.
Carmen: uma mezzosoprano apaixonada e indomável.
Entre rivalidades, romances, egos desmedidos e situações absurdas, esses cinco personagens protagonizam uma história tão divertida quanto comovente.

Interpretado inteiramente sem diálogos, THE OPERA LOCOS se apoia na linguagem universal da música, do gesto e da emoção. Cada cena constrói uma combinação dinâmica de ópera clássica, influências contemporâneas e uma execução cômica precisa, criando uma experiência acessível tanto para os amantes do gênero quanto para quem está se aproximando da ópera pela primeira vez.

Sem barreiras idiomáticas e com uma conexão permanente com o público, o espetáculo tornou-se uma proposta ideal para teatros, festivais e programação familiar, obtendo uma recepção extraordinária em todos os países onde se apresenta.

Desde sua estreia em Madri em 2018, THE OPERA LOCOS já percorreu os cinco continentes e recebeu importantes reconhecimentos, entre eles o Prêmio MAX de Melhor Espetáculo Musical. Atualmente, mantém temporadas e turnês internacionais: retornou recentemente ao Théâtre de la Gaîté Rive Gauche, em Paris, para sua quinta temporada; realizou sua segunda temporada no Sadler's Wells, em Londres; continuou sua turnê pela Itália; voltará a Madri para sua oitava temporada e realizará uma nova turnê pelo Brasil, ampliando ainda mais sua presença na América Latina.

A direção cênica pertence à companhia espanhola Yllana e a direção musical está a cargo de Marc Álvarez e do Maestro Manuel Coves, responsáveis por uma proposta sonora que combina o rigor da tradição lírica com um olhar contemporâneo e acessível.

THE OPERA LOCOS é muito mais que um espetáculo de ópera: é uma celebração teatral cheia de humor, virtuosismo, emoção e talento. Uma experiência inesquecível. Ópera para todos.

O que diz a imprensa internacional

PARIS MATCH: "Um espetáculo virtuoso que te deixa de bom humor".
LE FIGARO: "Divertidíssimo".
THE SCOTTISH SUN: "Um turbilhão de comédia para rir às gargalhadas e vozes operísticas incríveis".
LE PARISIEN: "Uma adaptação peculiar e moderna".
FEMME ACTUELLE: "Uma produção verdadeiramente vibrante".
LA VIE: "Jovem, louca, dinâmica e, acima de tudo, talentosa".
LE JDD: "Um musical absurdo que renova a imagem da ópera".
FIGAROSCOPE: "O público mais jovem pode descobrir a ópera de uma maneira divertida".
TIME OUT: "Um espetáculo que te fará brilhar de alegria. Existe algo melhor?".

Ficha técnica
Criação e Direção: Yllana
Direção Artística: Joe O'Curneen e David Ottone
Direção Musical: Marc Álvarez e Manuel Coves

Elenco (por ordem alfabética):
Constanza Díaz Falú
Duilio Smiriglia
Julián Molinero
Laura Pirruccio
Lucas Alvan

THE OPERA LOCOS – CURITIBA
Classificação: Livre para todos os públicos.
Duração: 90 minutos

Local: Teatro Fernanda Montenegro
Endereço: Shopping Novo, R. Cel. Dulcídio, 517 - Batel, Curitiba
Data: 21/Agosto | Sexta-feira
Horário: 21h

Ingressos - Acesso e assentos disponíveis para pessoas com deficiência.

- Plateia VIP - R$ 500,00 Inteira / Meia-Entrada: R$ 250,00
- Plateia - R$ 400,00 Inteira / Meia-Entrada: R$ 200,00

Venda Online: https://www.diskingressos.com.br/evento/3429/2026-08-21/pr/curitiba/the-opera-locos

Pontos de Venda:

Quiosque Disk Ingressos Shopping Mueler - AV. CÂNDIDO DE ABREU, 127 - PISO L1 - ALAMEDA DE SERVIÇOS - LOJA 5, CENTRO CÍVICO - FUNCIONAMENTO DE SEG. À SAB. DE 10H ÀS 22H. DOMINGO DE 14H ÀS 20H.

Shopping Novo Batel - RUA CORONEL DULCIDIO, 517 - PISO A, BATEL - DE SEG. À SAB. DAS 12H ÀS 17H.

Teatro Positivo - PEDRO VIRIATO PARIGOT DE SOUZA, 5300 - FUN. DE SEG. À SEX. 11H ÀS 15H E 16:10 ÀS 20H. SÁB 17H ÀS 21H, C. COMPRIDO - DOMINGO SOMENTE EM DIAS DE ESPETÁCULO COM 2H DE ANTECEDÊNCIA AO INÍCIO DO EVENTO.

Sensação entre a geração Z, Bea Duarte traz seu show “Acústico” a Curitiba

A cantora e multi-instrumentalista, ‘autista, vegana e bruxa', aposta em letras complexas com profundidade lírica.

Pela primeira vez em Curitiba, Bea Duarte trará seu show em formato intimista para o Teatro Fernanda Montenegro, no dia 07 de março de 2026. A jovem cantora, revelação da internet, promete uma experiência única e inesquecível para o público curitibano.

Indo além do óbvio, Bea conquistou a geração Z com canções profundas e bem-pensadas. A artista, diagnosticada com autismo e altas habilidades, toca mais de 20 instrumentos, aprendeu diversas línguas sozinha e aproveita o hiperfoco para criar.

No palco, Bea apresentará seu novo disco numa atmosfera mágica onde sua voz potente e suas interpretações tocantes serão as grandes protagonistas. O repertório, cuidadosamente selecionado para esta estreia em Curitiba, passeia por canções autorais que revelam a profundidade de sua arte que emocionam, mostrando toda a versatilidade da artista.

Mais do que um show, será um convite a uma jornada pessoal, onde Bea compartilhará histórias e inspirações por trás de suas criações, construindo uma ponte direta e sincera com a plateia.

Os ingressos custam a partir de R$ 185 mais taxa administrativa e estão à venda pelo site Zig. A produção é da Todt Produções e Lado C Ativadora.

Informações:
Onde: Teatro Fernanda Montenegro
Shopping Novo Batel - Rua Coronel Dulcídio, 517, Batel - Curitiba/PR
Quando: Sábado, 07 de março, às 20 horas
Ingressos: https://zig.tickets/eventos/bea-duarte-acustico-em-curitiba
Abertura da casa: 19 horas
Classificação: Livre.
Realização: Todt Produções & Lado C Ativadora Cultural

“A Noviça Mais Rebelde” chega pela primeira vez a Curitiba

Sucesso de público e crítica, a divertida comédia terá única apresentação no dia 05 de novembro, no Teatro Fernanda Montenegro.
Crédito da foto: João Caldas

A Noviça Mais Rebelde está comemorando 16 anos de sucesso e chega a Curitiba pela primeira vez, no Teatro Fernanda Montenegro, dia 05 de novembro, às 20 horas. O espetáculo já circulou pelo Brasil fazendo mais de 700 apresentações e foi visto por mais de 600 mil pessoas, em mais de 40 cidades. Só na cidade de São Paulo foram mais de dez temporadas, nos teatros Renaissance, Raul Cortez e Santo Agostinho. No Rio de Janeiro foram quatro meses de temporada no Teatro Leblon

Na peça, o ator Wilson de Santos dá vida à Irmã Maria José, uma freira que canta, dança e conta histórias do seu passado picante para interagir com o público enquanto aguarda a chegada da Madre Superiora, que lhe prometeu um número de destaque num espetáculo beneficente.

A Irmã Maria José é uma das personagens originais do musical “Noviças Rebeldes”, sucesso Off-Broadway chamado “Nunsense”, de Dan Goggin, dirigido por Wolf Maia com a Cia Baiana de Patifaria. A Noviça Mais Rebelde é uma criação do próprio Wilson. Na peça, a hilária freira que era renegada ao papel de contrarregra por não possuir talento – e por ter uma personalidade irreverente demais – volta tentando provar mais uma vez que sua fé pode conviver com as luzes dos holofotes e com os aplausos do público.

A comédia musical tem início quando a irmã Maria José se vê obrigada a entreter a plateia enquanto a Madre Superiora não chega para o show beneficente preparado para a noite. Improvisando jogos interativos e números musicais – todos retirados de lembranças hilárias do seu passado nada católico, antes de se converter à Igreja. Em pouco mais de uma hora, todos participam de um “bingo santo”, de um jogo de roleta e até de um número de cabaré. Em meio às apresentações, Irmã Maria José ainda encontra espaço para falar sobre sua vida, alternando poesia e humor ao narrar a transformação de uma “garota da vida” em uma freira católica.

A Noviça Mais Rebelde estreou em 2009, em Campinas (SP). Wilson de Santos, que durante mais de dez anos fez grande sucesso em montagens da Cia. Baiana de Patifaria como “A Bofetada” e “Noviças Rebeldes”, já foi dirigido por nomes como Bibi Ferreira (Viva o Demiurgo), Jorge Takla (Vitor ou Vitória) e Charles Möeller (A Diabólica Moll Flanders). Na TV, viveu o camareiro do night club Copacabana em Kubanacan (novela de Carlos Lombardi com direção de Wolf Maya) e o personagem “Jojo”, em Duas Caras (novela de Aguinaldo Silva com direção de Wolf Maya).

A NOVIÇA MAIS REBELDE

Com Wilson de Santos
Fotos: João Caldas
Arte Gráfica: Vicente Queiroz
Direção de Produção: Leonardo Leal
Realização: Teatro do Riso
Trechos da peça no youtube: http://youtu.be/HOWurerkZcE

NOTA PARA ROTEIRO

A NOVIÇA MAIS REBELDE – Com Wilson de Santos. A comédia musical conta a história da Irmã Maria José, que convence a Madre Superiora a deixá-la fazer um show beneficente, seu único sonho não realizado desde que se tornou freira. Com o atraso da Madre, Maria José se vê obrigada a conversar com a plateia, improvisando jogos interativos e números musicais – todos retirados de lembranças hilárias do seu passado picante antes de se converter à Igreja.

A NOVIÇA MAIS REBELDE EM CURITIBA

Local: Teatro Fernanda Montenegro - R. Cel. Dulcídio, 517 – shopping Novo Batel - Curitiba
Data: 05/11/2025
Horário: Quarta - às 20 horas
Ingressos: a partir de R$ 105 a meia-entrada
Vendas: pelo site diskingressos.com.br
Realização: Dumas Produções, Branco Produções e Teatro do Riso
Classificação etária: 12 anos
Duração: 90 minutos

Ingressos à venda pelo site diskingressos.com.br

https://www.diskingressos.com.br/evento/1475/2025-11-05/pr/curitiba/a-novica-mais-rebelde

CantoraTeen, Marcela Jardim apresenta turnê Chicletinho neste sábado em Curitiba

Neste sábado, dia 6 de setembro, às 17 horas, o Teatro Fernanda Montenegro será palco para o show de Marcela Jardim, considerada uma das cantoras e influenciadoras mirins mais famosas do Brasil. Ela apresenta a turnê “Chicletinho”, que está percorrendo o país, em um show contagiante, alegre, com muita energia e música, colocando todo mundo para dançar.

Fenômeno entre crianças e adolescentes, reconhecida como uma das mais ouvidas da América Latina pelo público infanjuvenil, Marcela traz no repertório sucessos como “Stitch”, “Tubarão Te Amo Kids”, “Barbie”, Fico Assim Sem Você”, “Festa Junina” e, é claro, a canção Chicletinho, que intitula a turnê.

Aos 13 anos, ela já coleciona números impressionantes e um impacto real na vida de milhões de fãs. No YouTube, ela conta com 5 milhões de inscritos e mais de 600 mil seguidores no Instagram. Marcela combina talento musical, carisma, presença cênica e uma comunicação direta com seu público, que a acompanha em clipes, shows, redes sociais e campanhas publicitárias.

Desde os primeiros lançamentos autorais, Marcela se destacou por unir músicas alegres, coreografias contagiantes e mensagens positivas, transitando com leveza entre o universo infantil e o universo teen. Seus clipes têm qualidade cinematográfica, figurinos coloridos e ambientes futuristas, encantando crianças e adolescentes em todo o país.

Em 2025, Marcela Jardim foi indicada ao Prêmio iBest nas três principais categorias para sua faixa etária:
• Influenciadora da Música
• Influenciadora Infantil
• YouTuber do Ano

Além disso, realiza uma turnê nacional de sucesso, atraindo grande público nas principais capitais brasileiras, que canta junto cada refrão. Seu nome já figura nas listas de artistas com maior potencial internacional, e ela se prepara para novos lançamentos com foco em grandes premiações da música latina.

Marcela também tem forte presença no mercado publicitário, sendo procurada por marcas que desejam se conectar ao público jovem de forma ética, alegre e verdadeira. Seus vídeos vão além da música, com conteúdos educativos, emocionantes e divertidos, sempre com alto padrão de produção e sensibilidade artística.

Acompanhada de uma equipe profissional, Marcela Jardim representa uma nova geração de artistas brasileiros que usam a arte para transformar, emocionar e inspirar.

Redes Sociais: @marcelajardimoficial

Serviço: Marcela Jardim – Turnê “Chicletinho” em Curitiba
Data: 06 de setembro de 2025 - sábado
Horário: 17 horas
Local: Teatro Fernanda Montenegro
Classificação etária: Livre
Realização: Marcela Jardim Produções e Eventos
Produção Local: Dumas Produções

Ingressos à venda pela DiskIngressos a partir de R$ 50 a meia-entrada + taxa administrativa da tiqueteira.
***Crianças de 2 a 12 anos pagam

Link de Compra - https://www.diskingressos.com.br/evento/8981/2025-09-06/pr/curitiba/show-da-marcela-jardim-turne-chicletinho

CURITIBA RECEBE A PEÇA “INSIGNIFICÂNCIA” COM GRANDE ELENCO

Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo, após uma bem-sucedida temporada em São Paulo, dão início à uma turnê com a peça que analisa os impactos da fama, sob a direção de Victor Garcia Peralta e produção de Rodrigo Velloni.

O Teatro Fernanda Montenegro recebe nos dias 25 e 26 de janeiro, o espetáculo “Insignificância – Uma Comédia Relativa”, baseado na obra do renomado dramaturgo inglês Terry Johnson. A peça se desenvolve em um hotel de New York de 1953, onde acontece um encontro hipotético entre quatro famosas lendas norte-americanas – a estrela de cinema Marilyn Monroe, Albert Einstein, cientista criador da Teoria da Relatividade (que levou à criação da Bomba H e, consequentemente, à Bomba Atômica), Joe DiMaggio, renomado jogador de beisebol e marido de Marilyn, e o infame senador Joe McCarthy. Encontro que poderia acontecer hoje, trocando os personagens originais por seus pares na atualidade. Esse encontro poderia ocorrer atualmente, trocando os personagens originais por seus pares contemporâneos. Os ingressos estão sendo vendidos pela Disk Ingressos.

Baseado no texto do dramaturgo e diretor de teatro, cinema e televisão inglês Terry Johnson, lançado em livro em 1983, os atores Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo assumem os papéis do Professor, da atriz, do jogador de beisebol e do senador, sob a direção de Victor Garcia Peralta.

Este encontro singular destaca uma das questões mais discutidas na mídia contemporânea: as consequências da fama, tanto na vida pessoal de renomadas celebridades, em relação às concessões necessárias para alcançá-la ou preservá-la, quanto à sua exploração para objetivos políticos. Através das perspectivas de figuras que simbolizam alguns dos maiores fenômenos de popularidade do século XX, o autor reflete sobre as maneiras de lidar com a fama (ou com a perda dela): a rejeição por parte do cientista, a aceitação hesitante, personificada no mito sexual que Marilyn continua a representar, e a decepção quando a fama se dissipa, refletida no personagem do jogador.

Outro componente se une ao enredo: a política, representada pelo macartismo no contexto da Guerra Fria, quando o senador McCarthy capitaneou uma verdadeira “caça às bruxas” nos EUA, com o objetivo de criminalizar o comunismo e seus adeptos, cerceando as liberdades políticas.

A montagem brasileira tem tradução de Gregório Duvivier e reedita a parceria entre o produtor Rodrigo Velloni e o autor, após a montagem, em 2016, do espetáculo Histeria, com direção de Jô Soares, que recebeu o prêmio Arte Qualidade Brasil de Melhor Produção/2017. Os figurinos de Fábio Namatame, o visagismo de Claudinei Hidalgo e as perucas de Feliciano San Roman são ingredientes essências na montagem, captando e personificando as celebridades “emprestadas” ao texto.

Mais de 40 anos nos separam da escrita de Insignificância, e outros 70 da época em que se passa o enredo, mas as situações e os personagens continuam muito atuais. A estrela de cinema hoje seria musa das mídias sociais. O jogador de beisebol, para nós, brasileiros, seria o jogador de futebol, com milhões de seguidores e sem muita noção. O senador poderia estar sentado no plenário brasileiro, dizendo e fazendo o mesmo que o escroque do texto de Johnson. O único que, se estivesse ainda entre nós, estaria trazendo contribuições à sociedade seria o cientista.
O espetáculo é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução.

Patrocínio: Volkswagen Caminhões e Ônibus

Serviço
Insignificância – Uma Comédia Relativa @insignificancia.teatro
Data: 25 de junho, às 21h / 26 de junho, às 18h
Local: Teatro Fernanda Montenegro (R. Cel. Dulcídio, 517 – Batel – shopping Novo Batel)
Produção local: Orth Produções
Duração: 100 minutos
Classificação etária: 16 anos
Gênero: Comédia
Ingressos à venda pela DiskIngressos.com.br
Ingressos na modalidade popular a partir de R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia-entrada.
Acesse o link: https://www.diskingressos.com.br/grupo/2148/2025-01-26/pr/curitiba/insignificancia

Ficha Técnica
Elenco: Cassio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo
Autor: Terry Johnson
Tradução: Gregório Duvivier
Direção: Victor Garcia Peralta
Produção: Rodrigo Velloni

Diretor Assistente: André Acioli
Cenário: Chris Aizner
Direção de Imagem: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo)
Música Original: Marcelo Pellegrini
Iluminação: Beto Bruel
Figurinos: Fábio Namatame
Designer Gráfico: Peu Fulgencio
Consultoria de Movimento: Vivien Buckup
Fotos de Estúdio: Jairo Goldflus
Fotos de Cena: João Caldas
Visagista: Claudinei Hidalgo
Perucas: Atelier San Roman
Produção de Objetos: Jorge Luiz Alves
Pesquisa e Consultoria Histórica: João Victor Silva

Produção Musical: Surdina
Assistência e Programação de Luz: Pajeú Oliveira
Operação de Luz: Melissa Oliveira
Painel de Led e Gerenciamento de Vídeo: On Projeções
Diretor de Palco: Jones de Souza
Contrarregra: Eduardo Portella
Camareira: Luciana Galvão
Vestido Atriz: Juliano Queiroz
Alfaiate: Agenor Domingos
Assistente de Maquiagem: David Lenk

Cenotecnia: Casa Malagueta
Equipe de Cenotecnia: Alício Silva, Giorgia Massetani, Cleiton Willy, Demi Araújo, Igor B. Gomes, Mariana Maschietto, Shampzss e Danndhara Shoyama

Produção Executiva: Swan Prado
Assistente de Produção: Adriana Souza
Assistente de Designer Gráfico: Daniela Souza
Assessoria de Imprensa: Vicente Negrão Assessoria
Captação, Criação de Conteúdo e Mídias Sociais: GaTú Filmes
Anúncios Online: Lead Performance
Assessoria Jurídica: Martha Macruz
Gestão Financeira: Vanessa Velloni
Realização: Velloni Produções Artísticas e Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução

Concerto de Alvaro Siviero terá renda revertida para o RS

Colégio do Bosque Mananciais apoia iniciativa do pianista de renome internacional

A parceria de mais de 10 anos entre o talentoso e reconhecido internacionalmente pianista Alvaro Siviero e o Colégio do Bosque Mananciais já trouxe a Curitiba ao longo dos anos o melhor da música clássica através da série de eventos “Concerto do Bosque Mananciais”. Agora, Alvaro retorna à capital paranaense com o seu “Música Humanitária pelo Rio Grande do Sul - Um recital que percorre a linha do tempo”. A renda integral da bilheteria será destinada ao projeto De volta para Casa, que tem o objetivo de auxiliar 40 famílias do Rio Grande do Sul a reconstruírem seus lares após a devastação causada pelas enchentes.
O evento tem o apoio do colégio e promoverá um encontro mágico entre a História da Música e a vida dos grandes compositores, com colocações pontuais do pianista sobre as obras que serão interpretadas. “Vamos transformar o teatro em enormes salas de estar, conversando com a plateia, rompendo barreiras, compartilhando detalhes históricos sobre a vida e obra dos compositores, para que os presentes apreciem a música não somente de um ponto de vista estético, mas também intelectual. A música é uma linguagem universal”, explica Siviero. “Apoiar esse projeto é parte da missão nossa e das nossas famílias para auxiliar o próximo”, diz o diretor do Bosque Mananciais, Roberto Abia Fernández.
O Concerto acontecerá neste sábado, 22 de junho, no Teatro Fernanda Montenegro, em Curitiba.

Serviço:
Concerto Alvaro Siviero - “Música Humanitária pelo Rito Grande do Sul - Um recital que percorre a linha do tempo”

Data: sábado, 22 de junho de 2024

Horário: 20h

Local: Teatro Fernanda Montenegro - Shopping Novo Batel

Ingressos: bit.ly/alvarosiviero2206

Próximos Concertos promovidos ou apoiados pelo Colégio do Bosque Mananciais:

🎼 13 de agosto
Inácio Wildt do Paraná para o mundo

🎼 06 de outubro
Alvaro Siviero e a Sinfonia de Rotterdam

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ACÚSTICO NAVARANDA em CURITIBA

Com apresentações esgotadas por todo o Brasil, o Acústico NAVARANDA se apresenta no Paraná com o show da Turnê Tour Brasil 2024. Será no Teatro Fernanda Montenegro, em Curitiba, no dia 3 de maio, às 20h30.

Interpretando sucessos da música internacional, o duo formado pelos artistas Cello (voz) e Eder (violão e voz), faz o público se emocionar e reviver histórias com suas versões acústicas em uma apresentação ímpar reunindo no repertório as canções de seus álbuns NAVARANDA SESSIONS VOL I, II E III.

Um pouco sobre o Navaranda

Um som despretensioso de voz e violão em uma varanda de São Paulo. Foi assim que os amigos, o arquiteto Cello Sesso e o fotógrafo Eder Bruscagin, deram início, em 2017, a uma jornada que mudaria o rumo de suas vidas. Nascia, naquele momento, o Acústico Navaranda, com um som simples de voz e violão ecoando de uma varanda.

O que começou como um encontro informal entre amigos, interpretando suas músicas favoritas do pop internacional nas varandas de São Paulo, logo se transformou em um movimento que transcendeu fronteiras, levando-os das varandas das casas para as salas de espetáculos por todo o Brasil.

A cada apresentação, o público crescia e a magia se intensificava. Hoje, com sete anos de história, dois álbuns lançados e quase 700 mil seguidores, o duo formado por Eder (voz e violão) e Cello (voz) deixou para trás suas profissões originais e embarcou na Tour Brasil 2024. Interpretando sucessos da música internacional, o Acústico Navaranda emociona o público e faz reviver histórias com suas versões acústicas únicas, reunindo no repertório as canções dos álbuns NAVARANDA SESSIONS VOL I, II E III.

Mais do que um simples concerto, o show do Navaranda é uma experiência que transcende a música. São verdadeiros contadores de histórias sonoras, guiando o público por uma jornada musical que ecoa os sucessos que marcaram vidas.

Para conhecer, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=uhTa_OrPq1E

SERVIÇO: NAVARANDA EM CURITIBA (PR)

Local: Teatro Fernanda Montenegro - Rua Coronel Dulcídio, 517 Batel - Curitiba, PR

Data: 3 de maio de 2024

Abertura do espaço: 19h39

Show: 20h30

Classificação 18 anos

Preços: R$ 110 (meia) e R$ 220 (inteira)

Link de vendas

https://www.sympla.com.br/evento/acustico-navaranda-curitiba/2368782