Veríssimo é homenageado no Samba de Bamba

O programa de rádio Samba de Bamba, produzido e apresentado pelo jornalista Rodrigo Browne, vai homenagear no próximo domingo (7) o escritor, humorista e cartunista gaúcho Luís Fernando Veríssimo, que faleceu aos 88 anos no último dia 30 de agosto. Na ocasião será reapresentada a participação dele no quadro “O Bamba Escolhe” quando Veríssimo selecionou e comentou sete sambas de sua memória afetiva. Na primeira parte do programa serão apresentadas algumas músicas que ele interpretou como saxofonista junto ao seu conjunto Jazz 6.
Browne lembra que gravou com Veríssimo numa de suas vindas a Curitiba. “Eu combinei de encontrá-lo no hotel e nós tomamos um café da manhã juntos. A conversa foi ótima. Quando o convidei para participar do programa ele aceitou na hora e disse que adorou o desafio de fazer uma lista de sambas de sua preferência”. A relação musical do escritor escalou compositores como Ataulfo Alves, Noel Rosa, Elton Medeiros, Baden Powell, Paulo César Pinheiro, Tom Jobim e Chico Buarque. O programa Samba de Bamba será transmitido no domingo (07), a partir do meio-dia, na Paraná Educativa FM e pode ser sintonizada no rádio na frequência 97.1 MHz ou em tempo real pelo link: https://www.comunicacao.pr.gov.br/radio-ao-vivo

O sete sambas escolhidos por Veríssimo foram:

"Pois É" - Ataulfo Alves

"Pressentimento" (Elton Medeiros) - Paulinho da Viola

"Última Forma" (Baden Powell e Paulo César Pinheiro) - Márcia

"Wave" - Tom Jobim

"Inútil Paisagem" (Tom Jobim) - Ivan Lins

"Feitiço da Vila" (Noel Rosa e Vadico) - Aracy de Almeida

"Samba do Grande Amor" - Chico Buarque

Brasil Mestiço no Samba de Bamba

A CAIXA apresenta o show Brasil Mestiço com a sambista carioca Roberta Nistra e o grupo Sambanosso no projeto Samba de Bamba que acontece na próxima terça-feira, dia 1º de julho, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). No palco a artista convidada vai promover uma roda de samba acompanhada por uma banda formada por mulheres LGBTQIA+, negras, brancas e com toda a diversidade tipicamente brasileira. No repertório, além de canções autorais de seus dois discos, Roberta Nistra vai interpretar clássicos do samba de autores como Elton Medeiros, Moacyr Luz, Dona Ivone Lara, Dorival Caymmi, Roque Ferreira, Toninho Geraes e muitos outros. Os ingressos, com preços populares de R$20 e R$10 (meia-entrada), já estão à venda na bilheteria, e on-line pela plataforma digital Sympla.
A cantora, compositora e cavaquinista Roberta Nistra conta que vai trazer para Curitiba o mesmo formato de uma roda de samba que ela comanda desde 2017 no Rio de Janeiro. “Nossa roda é focada em contemplar a diversidade do cenário do samba. A cada edição nós convidamos um artista do cenário tradicional, LGBTQIA+ e alternativo do samba”, esclarece.
Ela conta que o grupo Sambanosso – formado por Mari Araújo (pandeiro, caixa e voz), Márcia Viegas (surdo e congas), Marcia Guedes (violão e voz) e (Viviane Araújo (banjo e voz) - tem o objetivo de agregar todas as brasilidades possíveis, com repertório profundamente enraizado no Samba de Raiz. “O tema do nosso show ‘Brasil Mestiço’ mostra a quão multifacetada é a mão feminina que segura com orgulho seu instrumento, para tocar um bom samba. Traz, acima de tudo, um sentimento que quero compartilhar com o público de Curitiba”, considera.
Roberta Nistra
Carioca de Vila Isabel, Roberta Nistra está envolvida com a música desde criança. Há 30 anos, abraçou a carreira profissional, começando a se apresentar em casas noturnas do bairro da Lapa, onde acompanhou de perto o movimento de revitalização da Lapa tocando na roda antológica no Bar do Seu Claudio. Como cavaquinista, Roberta acompanhou nomes do quilate de Monarco, Moreira da Silva, Wilson Moreira e Wilson das Neves.
Seu primeiro álbum, Roberta Nistra, saiu pela Biscoito Fino em 2011 e teve excelente repercussão de público e crítica. Recentemente lançou seu segundo álbum, Eu não ando só, gravado no fim de 2024 entre estúdios de Madrid (Espanha), Lisboa (Portugal) e Rio de Janeiro (Brasil). Nistra foi indicada ao Prêmio da Música Brasileira como melhor cantora na categoria Regional, ganhadora do prêmio "Mulheres que Inspiram 2025, ganhadora da Moção do Prêmio Profissionais da Música 2025. A próxima atração do projeto é o músico e compositor carioca Pedro Luís, nos dias 12, 13 e 14 de agosto no Samba de Bamba Especial que celebra o aniversário de 45 anos da CAIXA Cultural.

Serviço:
Samba de Bamba – Roberta Nistra
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 01 de julho
Horário: terça-feira, às 20h.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Teatro ou na plataforma digital Sympla.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

Crédito fotográfico: AF Rodrigues/divulgação

O samba mineiro de Giselle Couto na CAIXA Cultural

A CAIXA apresenta a cantora e compositora mineira Giselle Couto, quarta atração do projeto Samba de Bamba, que vai se apresentar na próxima terça-feira, dia 3, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). No roteiro musical do show, as canções autorias de Giselle se mesclam aos sambas clássicos e grandes sucessos de nomes como Dona Ivone Lara, Toninho Geraes, Hermínio Bello de Carvalho, Martinho da Vila entre outros. Os ingressos, com preços populares de R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada), já estão à venda presencialmente na bilheteria, e on-line, pela plataforma digital Sympla.
Pela primeira vez em Curitiba, Giselle Couto vem de Belo Horizonte acompanhada por sua banda formada por grandes nomes da cena mineira: Anderson Augusto (cavaquinho), Henrique 7 cordas (violão 7), Clayton Souza e Lipe Cordeiro (percussões). A cantora promete levar ao público o clima da roda de samba que realiza na capital mineira para o palco da CAIXA Cultural.
No projeto Samba de Bamba Giselle vai mostrar seu canto potente e verdadeiro, com a segurança que mais de duas décadas de carreira lhe conferem. Além de seus sambas autorais e de composições contemporâneas, ela vai celebrar a força da natureza de sua conterrânea, Clara Nunes, através de uma belíssima homenagem. Após o show, Giselle vai realizar um bate-papo, aberto ao público, com o tema Samba Mineiro, para contar um pouco sobre sua trajetória e trazer o tema da representatividade mineira no samba atual e quais as dificuldades que os artistas encontram para se projetar nacionalmente.
Intérprete dona de uma bela e inconfundível voz, Giselle Couto é cantora, compositora, educadora e diretora musical. O início de carreira no samba começou em 2002 e nessa trajetória já gravou dois discos (Giselle Couto 2016 e Natureza 2019) e um projeto audiovisual ao vivo (disponível no Youtube) lançado em 2024. Formada em Música pela Universidade Federal de Ouro Preto, Giselle Couto também é professora de música da escola de música do Inhotin e produtora musical, atuando em diversos projetos culturais em Minas Gerais.
A próxima atração do projeto é a sambista Roberta Nistra, no dia 1º de julho.

Serviço:
Samba de Bamba – Giselle Couto
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 03 de junho
Horário: terça-feira, às 20h.
Após o show, haverá um bate-papo aberto ao público, com o tema “Samba Mineiro”.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Teatro ou na plataforma digital Sympla.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural| Instagram @caixaculturalcuritiba

CRÉDITO FOTOGRÁFICO: Alexandre Rezende/Divulgação

Tem mais samba com o Grupo Brasileiro

Um passeio pela história do samba com músicas do passado e do presente. Essa é, em resumo, a proposta do novo espetáculo cênico-musical do Grupo Brasileiro, Tem Mais Samba que acontece neste fim de semana, sábado (23) às 20 horas, e domingo (24), às 18 horas, no Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – Centro). Na ocasião o coral formado por 12 jovens cantores, com direção cênica e musical de Helena Bel, vai apresentar um repertório que inclui Noel Rosa, Cartola, Paulinho da Viola, Chico Buarque entre outros compositores da música popular brasileira, num formato diferente, como se fosse um programa de rádio ao vivo.
O espetáculo será apresentado pelo jornalista Rodrigo Browne – do programa Samba de Bamba, eleito recentemente o melhor programa de rádio do Brasil. Ele estará no palco e vai anunciar a “programação musical” num formato radiofônico. O grupo Brasileiro, que será acompanhado pelos músicos Sérgio Justen (piano), Bruno Karam (baixo elétrico e violão) e João Charmak (bateria), vai interpretar 20 sambas que serão divididos em quatro tempos do “programa” da rádio GBR, uma emissora do grupo Brasileiro, que foi criada especialmente para esta apresentação.
Para a diretora do grupo, Helena Bel, essa apresentação tem a leveza e a informalidade do samba. “O Grupo Brasileiro não tem um formato tradicional de grupos vocais pois trabalha, além dos elementos musicais, com a interpretação cênica das canções, que dialogam perfeitamente com nosso gênero musical mais autêntico que é o samba”, considera. O convidado da apresentação, o jornalista Rodrigo Browne, conta que adorou o convite. “Quando a Bel me convidou eu aceitei na hora. Ela preparou um repertório impecável. Pensei então em criar um programa que faz uma mistura musical saudável de gerações, como eu gosto de fazer no Samba de Bamba. O público certamente vai se surpreender”, garante.
O grupo
O Grupo Brasileiro fez soar seus primeiros cantos em agosto de 2016 no auditório Nhô Belarmino do Conservatório de MPB de Curitiba (CMPB). A paixão pela canção brasileira e pelo teatro fez convergir o desejo da Fundação Cultural de Curitiba (FCC) com os anseios dos Diretores Artísticos Helena Bel e Milton Karam para reunir um grupo de jovens cantores em um novo Grupo Vocal/Cênico. Desde então, o Brasileiro passou a integrar os corpos artísticos do CMPB, da FCC e do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC), trabalhando a canção brasileira de todas as épocas em espetáculos temáticos, aliando arranjos exclusivos a vozes com interpretações cênicas inusitadas e deslumbrantes. Em 2017 o Brasileiro estreou seu primeiro grande show denominado “Pixains e Cabeludos”, seguido de “Palavras” (2018), “Mais Palavras” (2019) e “Histórias de Francisco” (2022/2023), este último somente com canções de Chico Buarque. Com 36 apresentações nestes 8 anos de trajetória, o Grupo Brasileiro estreia em 2024 o espetáculo Tem Mais Samba, promovendo um panorama bastante abrangente deste gênero, traduzido no repertório formado a partir do anseio de seus jovens cantores e cantoras.

Serviço:
Espetáculo cênico-musical Tem Mais Samba
Data: - Sábado (dia 23), às 20h e domingo (dia 24), às 18h
Local Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – Centro)
Ingressos: R$ 35 (inteira) e R$ 17,50 (meia), à venda no site diskingressos.com.br e na bilheteria do Teatro nos dias de apresentação.
Mais informações e entrevistas:
RB Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne – 9 9145-7027

Sugestão de BOX:
Repertório
01 - Tem Mais Samba (1964) - Chico Buarque
02 - Medley: Corra e Olhe o Céu (1974) - Cartola e Dalmo Castello; Pra Gente Fazer Mais Um Samba (2010) - Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro; Coração Leviano (1978) - Paulinho da Viola; Só Danço Samba (1962) - Tom Jobim e Vinícius de Moraes.
03 - Desde Que O Samba É Samba (1993) - Caetano Veloso
04 - Retalhos De Cetim (1973) - Benito di Paula e Tristeza Pé No Chão (1973) - Armando Aguiar
05 - O Show Tem Que Continuar (1988) - Arlindo Cruz, Sombrinha e Luiz Carlos da Vila e Verdade Chinesa (1990) - Carlos Colla e Gílson da Silva
06 - Cabide (2007) - Ana Carolina e Camisa Amarela (1939) - Ary Barroso
07 - Preciso Me Encontrar (1976) – Candeia e Para Ver As Meninas (1971) - Paulinho da Viola
08 - O Mundo É Um Moinho (1943) - Cartola
09 - Idioma Esquisito (1976) - Nelson Sargento
10 - Que Pena (1969) - Jorge Benjor e Fita Amarela (1933) Noel Rosa
11 - Injuriado (1981) - Eduardo Dusek
12 - Canta Brasil (1941) - Alcyr Pires Vermelho, Clotilde Arias e David Nasser

Ficha técnica:
Direção Cênica e Musical - Helena Bel
Assistente de Direção - Milton Karam
Participação Especial - Rodrigo Browne
Cantoras e Cantores
Sopranos - Ana Mikos, Camila Soto, Ceci Andrade, Cecília Carollo e Nina Negreiros
Contraltos - Aldine Copetti (cantora convidada), Gabriela Mafuzo, Julia Picoli, Malu Zanette e Valentina Bleninger
Tenor - Igor Joseph
Barítono - Luis Acioli
Músicos
Piano - Sérgio Justen
Baixo elétrico e violão - Bruno Karam
Bateria - João Charmak
Técnico de som - Chico Santarosa
Criação e operação de luz - Nadia Luciani
Adereços - Kátia Horn
Produção de figurino - Tadica e Helena Veiga (Cia. Dos Ventos)
Costura - Aparecida Gomes da Silva
Produção - Bete Carlos
Contrarregragem e montagem - Mário Marcelo Oliveira e Alison Gabriel Guerreiro

Didu Nogueira e o DNA do samba na CAIXA Cultural

A CAIXA Cultural apresenta Didu Nogueira, reconhecido como intérprete de samba, é de uma linhagem das mais tradicionais desse que é o principal gênero musical brasileiro. Filho da cantora e compositora Gisa Nogueira, é sobrinho do sambista João Nogueira e primo de Diogo Nogueira. Sua apresentação acontece na terça dia 1º de outubro, no Teatro da CAIXA Cultural (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). O repertório do show vai mesclar faixas de seus dois discos: Identidade (2018) com sambas autorais e Nascidos no Subúrbio (2021) feito em homenagem aos 80 anos de seu tio ilustre.
Didu conta que essa é a primeira vez que o músico vem à Curitiba para mostrar seu trabalho solo e, além de seus sambas autorais, promete um passeio musical pelas obras dos compositores que influenciaram sua carreira. “A ideia é levar ao palco um repertório com sambas dos dois discos que eu já lancei e, é claro, algumas surpresas musicais que estou preparando especialmente para o público de Curitiba”. No palco ele será acompanhado por sua banda -Wanderson Martins (cavaquinho, arranjos e direção musical), Gabriel de Aquino (violão) e na percussão Thiaguinho Castro e Felippe Donguinha (bisneto do Mestre Donga).
Didu Nogueira
Nome reconhecido no meio da MPB como intérprete de samba e grande incentivador do samba de raiz, Didu é um participante ativo de diversos projetos e eventos voltados à cultura musical. Respeitado produtor musical e apresentador, gravou seu primeiro cd Identidade em 2018, onde interpreta além de uma canção sua em parceria com Jorge Simas, diversos nomes consagrados como: Paulo César Pinheiro, Fátima Guedes, Nelson Angelo, Moyseis Marques, Mauro Duarte e Leci Brandão entre outros. Em comemoração aos 80 anos de seu tio João Nogueira, em novembro de 2021, grava e lança com Jorge Simas o cd Nascidos no Subúrbio com 15 faixas do lado menos conhecido de João, além de 5 músicas até então inéditas.
A volta do projeto Samba de Bamba a Curitiba está sendo um sucesso. O curador e coordenador geral do projeto, Rodrigo Browne, conta que até dezembro, vai promover uma série de oito shows com artistas de várias cidades que chegam na CAIXA Cultural de Curitiba acompanhados por seus músicos, com a proposta de apresentar o que se convencionou chamar de "Samba de Raiz", mas que, na verdade, trata-se do samba tradicional sem imposições comerciais do mercado. As próximas atrações são o cantor carioca Alfredo Del-Penho, dia 12 de novembro e a sambista brasiliense Janine Mathias dia 10 de dezembro.

SERVIÇO:
Samba de Bamba – Didu Nogueira
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Data: terça-feira, 1º de outubro
Horário: 20h
Ingressos: Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA).
Bilheteria física: De terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h. Ou pelo link: bileto.sympla.com.br/event/98579/d/279650/s/1912646
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência

Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

Evento relembra as noites de samba do tradicional bar Matriz & Filial

We Are Bastards Pub promove remember do boteco velha guarda com uma sequência de shows de samba no domingo (15), a partir das 16h

Evento relembra as noites de samba do tradicional bar Matriz & Filial - Cred William Kruger
Neste domingo (15), a partir das 16h, o We Are Bastards Pub promove um evento especial para relembrar os tempos do Matriz & Filial, tradicional bar da capital paranaense sucesso na década de 2000. O boteco estilo velha guarda era marcado pelo melhor do samba raiz e ficava localizado onde hoje o pub tem sua operação.

O We Are Matriz & Filial celebra esse fragmento da noite carioca em Curitiba com os shows do sambista Ciro Morais, com um repertório repleto de sucessos do estilo musical; do grupo Os Milagrosos Decompositores, com canções de Jorge Benjor, Seu Jorge, Zeca Baleiro, entre outros; e do Hora Brasil, com um set que navega pelo melhor do choro, gafieira e MPB.

Grupo Os Milagrosos Decompositores - Cred William Kruger
“Será uma noite para relembrar um dos mais populares bares de Curitiba, o Matriz & Filial, que, por anos, foi o ponto de encontro dos boêmios da cidade e apreciadores do samba raiz”, comenta Alessandro Reis, um dos sócios do We Are Bastards Pub.

Os ingressos para o We Are Matriz & Filial estão disponíveis pelo Meaple por R$15 (+ taxa adm.)

Evento especial relembra os tempos do Matriz & Filial - Cred Willian Kruger
O We Are Bastards Pub fica localizado na Av. Iguaçu, 2300, no bairro Água Verde. Mais informações pelas redes sociais oficiais: Instagram (@wearebastardspub) e Facebook (WeAreBastardsPub).

Serviço:
We Are Matriz e Filial
Data: 16 de setembro (domingo)
Horário: a partir das 16h
Local: We Are Bastards Pub (Av. Iguaçu, 2300 - Água Verde)
Ingressos: R$15 (+ taxa adm) pelo Meaple
Classificação 18 anos
Redes Sociais: Instagram (@wearebastardspub) e Facebook (WeAreBastardsPub).

Sugestões de Tag’s: cerveja artesanal, We Are Bastards Pub, Curitiba, Bastards Brewery, cultura cervejeira, We Are Bastards, Matriz e Filial, samba, samba rock, samba ao vivo, Ciro Morais, Hora Brasil, Os Milagrosos Decompositores

Xande de pilares volta à Curitiba com o melhor do samba e pagode

Plateia Oficial

Cantando o melhor do samba e pagode, Xande de Pilares chega a Curitiba, e vai sacudir o palco do RJOTA no dia 25 de agosto. Os ingressos estão disponíveis no site www.goingressos.com.br .

Ele leva Pilares no nome, mas nasceu e foi criado no Morro da Chacrinha, Zona Norte do Rio. Filho de Dona Maura e Seu Custódio, Xande de Pilares, hoje com 53 anos, aprendeu a tocar violão com o tio Mauro Roberto e com as revistas vendidas nas bancas. As influências musicais chegavam através dos LPs que ganhava de Natal.

Entre os discos mais marcantes, álbuns do Roberto Carlos, Martinho da Vila, Elza Soares, Jorginho do Império, Benito de Paula, Agepê, Bezerra da Silva, Dicró, Clara Nunes, Cartola, Nelson Cavaquinho e sucessos da música internacional como Jackson Five, James Brown, Ray Charles e AC/DC.

Após frequentar vários pagodes pela cidade, como o Cacique de Ramos e o Pagode da tia Gessy, Xande ajuda a fundar o Revelação em 1992, mas o grupo só lançou seu primeiro disco em 1999. Foram ao todo nove álbuns, quatro DVDs e mais de dois milhões de discos, sem contar as coletâneas e participações.

Entre os muitos sucessos, estão “Velocidade da Luz”, “Tá Escrito”, “Coração Radiante”, “Grades do Coração” e “Deixa Acontecer”, sambas que não podem faltar no repertório do artista até hoje. Em 2014, Xande deixa o grupo e dá início a carreira solo, entrando logo em seguida para o elenco do programa “Esquenta” (Rede Globo), apresentado por Regina Casé, e estreia no cinema no mesmo ano, contracenando com Regina em “Made in China”, filme de Estevão Ciavatta.

Também em 2014, Xande gravou “Perseverança”, seu primeiro álbum solo, e três anos depois o CD “Esse Menino Sou Eu”. O cantor e compositor tem canções gravados por Caetano Veloso, Zeca Pagodinho, Maria Rita, Diogo Nogueira, Leci Brandão, Zélia Duncan e a eterna madrinha Beth Carvalho, que deu voz ao sucesso “Samba de Arerê”, composição de Xande e Arlindo Cruz, que está em todos os shows.

Salgueirense, o sambista tem orgulho de dizer que ganhou três disputas de samba-enredo na sua escola do coração, conquistando os prêmios Estandarte de Ouro e Tamborim de Ouro. No início de 2019, o artista fez duas Turnês Europeias, as primeiras da carreira solo, passando pela Suíça, Itália, Alemanha, Inglaterra, Holanda, Portugal, França e Espanha.

Ainda em 2019, Xande, noveleiro declarado, comemorou a escolha da música “Tá Escrito” para abertura de “A Dona do Pedaço” da Rede Globo. No final de novembro, gravou “Xande de Pilares - Nos Braços do Povo”, primeiro DVD solo, que contou com as participações dos amigos Diogo Nogueira, Tieê, Jorge Aragão, Mumuzinho, Pretinho da Serrinha, Marcelinho Moreira, Sombrinha e André Renato.

Durante a pandemia, o sambista compôs mais de 500 músicas, entre elas “Cria da Comunidade” (Xande de Pilares / Serginho Meriti), que está em “Noturno”, novo CD de Maria Bethânia. Aliás, ele foi o único convidado no álbum.

Em abril de 2022, o artista lança o álbum audiovisual “Pagode da Tia Gessy - Que Samba Bom”, que homenageia a responsável por um dos principais redutos do samba da cidade. A Casa, localizada no Cachambi, Zona Norte do Rio, já recebeu nomes como Agepê, Almir Guineto, Ubirany do Fundo de Quintal, Nelson Rufino e o próprio Xande no início da carreira.

Recentemente, o artista interpretou o personagem Darci em “Todas as Flores”, novela de João Emanuel Carneiro que está no GloboPlay, e pode ser ouvido na trilha sonora de “Encantado’s” da Globo. Além de regravar “Tô Fazendo A Minha Parte” (Gilson Bernini / Flavinho Silva), música de abertura da série, o samba-exaltação “Encantado Suburbano” foi escrito por ele, Gilson Bernini e Helinho Salgueiro. Inclusive, terá composição nova do sambista com Bernini na segunda temporada.

Xande também comemora o sucesso da regravação do samba “Só Depois”. Lançado pela primeira vez em 2009 pelo Grupo Revelação, a nova versão, apenas com Xande de Pilares, tem mais de 16 milhões de streams nas plataformas digitais.

Atualmente, o sambista trabalha a divulgação dos blocos “Alô Bateria” e “Amor e Samba”, que fazem parte do novo DVD “Esse Menino Sou Eu”, segundo da carreira solo do artista, gravado no Morro da Urca (RJ). Entre as faixas, destaque para “Dona dos Meus Sonhos / É Diferente”, que conta com a participação do grupo Menos É Mais, “Me Abraça”, uma parceria com o cantor Ferrugem, “Enquanto Deus Me Proteja”, regravação que traz a participação de Zeca Pagodinho, autor da música junto com Moacyr Luz, e as canções “Talvez” e “Meu Amor É Um Vício”, gravadas com Alexandre Pires.

O terceiro e último bloco será divulgado no final de julho. Aliás, a turnê “Esse Menino Sou Eu” terá início dia 19 de agosto, no Tokio Marini, em São Paulo. Já no dia 6 de setembro, o cantor e compositor volta ao Morro da Urca, local onde gravou o DVD, para estrear, no Rio de Janeiro, a Turnê que leva o nome do novo trabalho.

Serviço:

Data: 25/08 – domingo

Horário: Abertura dos portões às 14h00. O evento contará também com atrações locais.

Local: RJOTA

Rua: Desembargador Westphalen, 3140

Ingressos a partir de R$ 60,00

Vendas: www.goingressos.com.br

Realização: Fire Entretenimento e Plateia Oficial

Instagram: @grupofireentretenimento, @plateiaoficial

Série de shows do Samba de Bamba está de volta

Serão oito apresentações até dezembro na CAIXA Cultural

Após um intervalo de quatro anos, o projeto Samba de Bamba está de volta à Curitiba. A estreia acontece na próxima terça-feira, dia 11, com o sambista carioca Agrião, em única apresentação, às 20 horas, no teatro da CAIXA Cultural (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). Agrião, virá acompanhado por sua banda formada por Marcos Basílio (percussão), Marcelo Pizzot (percussão), Wellington Monteiro (violão) e Wanderson Martins (cavaquinho e direção musical), e, além de seus sambas autorais, promete um passeio musical pelas obras dos compositores que influenciaram sua carreira. Os ingressos estão esgotados.
Agrião promete fazer uma ode ao samba e relembrar sucessos que marcaram os seus 40 anos de carreira. "Será uma noite de muita alegria e paz. Vamos cantar o samba em todas as suas vertentes. Na estreia do projeto Samba de Bamba, eu quero cumprir a minha missão que é levar paz, alegria, música e muita emoção para o público de Curitiba. Prometo uma noite de magia junto com parceiros e amigos", comemora Agrião. No show ele preparou um pot-pourri com sambas inesquecíveis do parceiro e mestre Martinho da Vila e, também, uma homenagem à primeira-dama do Samba, Dona Ivone Lara.
Além dos clássicos do samba, o público terá a oportunidade de ouvir composições autorais de Agrião que destaca “Quintal da Ciata”, inspirado na casa da Tia Celina, onde tudo começou: “Foi essa mulher que me colocou no samba. Ela morava na subida da Pedra do Sal e foi ali, na casa dela, que eu bebi naquela fonte”, relembra ele. Segundo Agrião, essa música é uma homenagem para as duas tias: Celina e Ciata. “Se estou aqui até hoje, foi graças a essas pessoas”. Outro samba da nova safra, “Pra Mart´nalia”, é uma homenagem que ele fez para a amiga/cantora que dá nome à música, Martinho da Vila e Vila Isabel. “Esse é um samba que me toca muito, tem um arranjo emocionante do Wanderson (Martins). Além disso, quem deu o título para a música foi a Maria Bethânia. Não precisa dizer mais nada, né?”.
Samba de Bamba
O curador e coordenador geral do projeto, Rodrigo Browne, comemora a nova edição do evento e adianta que até dezembro, vai promover uma série de oito shows com artistas de várias cidades que chegam na CAIXA Cultural de Curitiba acompanhados por seus músicos, com a proposta de apresentar o que se convencionou chamar de "Samba de Raiz", mas que, na verdade, trata-se do samba tradicional sem imposições comerciais do mercado. Ele lembra que o projeto se chama Samba de Bamba por conta do programa que produz e apresenta há 28 anos na emissora Paraná Educativa FM - que foi eleito, em 2023, pelo Prêmio Profissionais da Música, o Melhor Programa de Rádio do Brasil.
No programa, durante a transmissão, o apresentador convida uma personalidade do samba que faz uma seleção de músicas de memória afetiva, explicando o porquê da sua escolha com os ouvintes. No Teatro da CAIXA a intenção é parecida. Isto é: cada atração do mês pode pontuar sua apresentação contando ao público o porquê escolheu alguns sambas para cantar. Revelando no palco, sua ligação afetiva com aquela composição.
Browne enfatiza que, mensalmente, os artistas têm o compromisso de apresentar no repertório, composições que respeitam o nosso passado cultural e que, ao mesmo tempo, renovam o samba com qualidade. “Com esse projeto a CAIXA Cultural possibilita, muitas vezes, um encontro inédito entre o artista e público, promovendo uma importante e fundamental democratização da nossa cultura”, finaliza.
A próxima atração do projeto é a sambista curitibana Branka, no dia 09 de julho.

Serviço:
Samba de Bamba – Agrião
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 11 de junho
Horário: terça-feira, às 20h.
Ingressos: ESGOTADOS.
Bilheteria: De terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).

Samba de Bamba 2024 - Atrações:

11/06 - Agrião
Jorge Fernando Ribeiro Trindade, conhecido como Agrião, passou a maior parte de sua carreira dedicada ao samba. Na Vila Isabel, foi da bateria, do carro de som e, atualmente, é integrante da Ala dos Compositores. Foi percussionista da Banda do Martinho da Vila e bebia da fonte em Vila Isabel, no bar dos compositores no início dos anos 80, com grandes amigos Paulinho da Viola, Almir Guineto, Roberto Ribeiro, João Nogueira, Nelson Cavaquinho, Agepê, Mestre Marçal e muitos outros.

09/07 Branka (PR)
Branka começou na carreira como Karyme Hass, seu nome de batismo, mas, quando foi de Curitiba, sua cidade natal, para o Rio de Janeiro, caiu nas rodas de samba, onde era chamada de "branquinha" e acabou virando Branka. Seu álbum "Barra da saia", lançado em 2013, que estreou no samba, com participação especial de Zeca Pagodinho. Esse trabalho foi indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Samba, e a faixa-título "Barra da saia" foi indicada ao Prêmio Multishow na categoria de Melhor Samba.

13/08 João Cavalcanti (RJ)
João Cavalcanti, cantor e compositor carioca. Ele integra a geração que revitalizou culturalmente o bairro-símbolo da boemia carioca, promovendo shows de samba "sem preconceito". João tinha 20 anos quando fundou o grupo Casuarina, com o qual se apresentou por muitos anos em rodas de samba. Desde que saiu do Casuarina, em 2017, João lançou 4 álbuns, teve uma indicação ao Grammy Latino, fez turnês pelo Brasil e pelo exterior.

03/09 Marcelo Menezes (SP)
O violonista, compositor, cantor e arranjador Marcelo Menezes reside atualmente em Guarulhos (SP), mas é carioca e frequentou os bares da zona boêmia do Rio de Janeiro.O músico celebra os 30 anos de atividade profissional como artista, em cena desde a década de 90, quando surgiu como integrante do grupo Dobrando a Esquina no circuito de samba e choro do bairro carioca da Lapa.

17/09 Pamela Amaro (RS)
Pâmela Amaro é atriz, cantora e compositora porto-alegrense. Nos últimos anos, tem se destacado como uma das vozes do samba no Rio Grande do Sul. Inspirada pela família de músicos, se tornou uma grande ativista cultural, toca cavaquinho, percussão e tem longo caminho na cena teatral. Em 2022, recebeu o Prêmio Açorianos de Música, como intérprete de MPB, entre outros, nas áreas de música, educação e cinema.

01/10 Didu Nogueira (RJ)
Didu Nogueira tem o gene do samba, ele, que é filho de Gisa Nogueira, sobrinho do saudoso bamba João Nogueira e, por consequência, primo de Diogo Nogueira, é um camarada respeitado no mundo do samba carioca. Com voz de sambista da velha guarda, dizendo os versos com entusiasmo e cantando a melodia numa levada que "seduz" os versos, resultando num suingue de responsa, eis Didu Nogueira. Produtor e organizador de eventos que dizem respeito ao samba - o que faz com esmero.

12/11 Alfredo Del Penho (RJ)
Com 18 anos de carreira, o cantor, violonista, compositor, ator e pesquisador Alfredo Del-Penho assinou seu primeiro trabalho solo há apenas dois anos, com o lançamento simultâneo dos CDs Samba Sujo – apenas com faixas cantadas – e o instrumental Pra essa gente boa. Os álbuns receberam elogios da crítica especializada e o primeiro rendeu a Alfredo o prêmio de melhor cantor de samba do 27º Prêmio da Música Brasileira de 2016, no qual concorreu com artistas do porte de Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz.

10/12 Janine Mathias (DF)

Nasceu em Brasília e mudou para Curitiba em 2008, onde começou a investir na carreira de cantora e iniciou sua trajetória profissional em 2009 com a sonoridade e as influências musicais aprendidas com o pai na infância. Em 2013, Janine abriu o show de uma de suas inspirações, a eterna Elza Soares. Janine já dividiu o palco com outros grandes nomes da efervescente cena da MPB contemporânea. A cantora é idealizadora do projeto itinerante Samba da Nega, onde celebra suas raízes e mantém a tradição do samba viva no sul do Brasil.

Pub de Curitiba promove domingo de samba para relembrar os tempos do nostálgico Matriz & Filial

We Are Bastards Pub promove no domingo (7), a partir das 16h, shows ao vivo com o melhor do estilo musical em um remember do popular bar que dominou as noites curitibanas na década de 2000

Matriz & Filial foi um bar de sucesso na década de 2000, promovendo noites repletas de samba - Cred Kruger
Para os apreciadores do samba, a cidade de Curitiba terá uma programação especial neste domingo (7), a partir das 16h, para relembrar os bons tempos do popular bar Matriz & Filial.

O line-up, que toma conta do We Are Bastards Pub, localizado no bairro Água Verde, reunirá shows dos grupos Hora Brasil, com um repertório que navega pelo melhor do choro, MPB e da gafieira, e Tentativa, reunindo sucessos do samba e pagode. As apresentações têm início a partir das 18h.

O Matriz & Filial foi um bar de sucesso na década de 2000, promovendo noites repletas de samba. Atualmente, a casa é ocupada pelo We Are Bastards Pub e mantém a mesma atmosfera receptiva, com musicalidade, ampla carta de drinks e dezenas de torneiras de chope artesanal. O pub é referência em Curitiba e considerado o melhor lugar para beber cerveja artesanal na cidade, de acordo com os principais prêmios gastronômicos da região.

Programação reúne shows ao vivo com o melhor do samba em um remember do popular bar que dominou as noites curitibanas na década de 2000 - Cred Kruger
O We Are Bastards Pub fica localizado na Av. Água Verde, 2300, no bairro Água Verde. A entrada é gratuita e o couvert (R$10) é opcional.

Mais informações pelas redes sociais oficiais: Instagram (@wearebastardspub) e Facebook (WeAreBastardsPub).

Serviço:
We Are Matriz e Filial
Data: Domingo (7)
Horário: a partir das 16h
Local: We Are Bastards Pub (Av. Iguaçu, 2300 - Água Verde)
Entrada Gratuita
Classificação 18 anos
Entrada gratuita e couvert opcional
Redes Sociais: : Instagram (@wearebastardspub) e Facebook (WeAreBastardsPub).

Sugestões de Tag’s: cerveja artesanal, We Are Bastards Pub, Curitiba, Bastards Brewery, cultura cervejeira, We Are Bastards, Matriz e Filial, samba, samba rock, samba ao vivo

Seleção especial de Samba e Gastronomia

O Samba de Bamba, produzido e apresentado pelo jornalista Rodrigo Browne, vai homenagear o evento Gastronomix, que acontece este final de semana durante o Festival de Curitiba, com uma seleção especial que relaciona “Samba e Gastronomia”. Eleito pelo Prêmio Profissionais da Música o “Melhor Programa de Rádio do Brasil”, o ouvinte pode acompanhar a transmissão no domingo, dia 7, a partir das oito horas da manhã pela Paraná Educativa (97.1 FM) ou acessar as músicas pelo Spotify.
Browne conta que o programa especial com samba e gastronomia vai apresentar clássicos da música brasileira compostos e interpretados por grandes artistas. “Muito se fala da ‘cozinha do samba’, do samba tocado em frigideira ou com prato e garfo, mas a ideia do programa é trazer o tema para dentro do samba, nas suas letras”. Entre as lembranças musicais não faltarão a receita de “Vatapá”, de CaymmI; a “Feijoda Completa”, de Chico Buarque; ou a “Moqueca de Idalina”, de Nei Lopes.
“O samba é rico em histórias de cozinha”, comenta o produtor do programa que pontua composições desde seu começo com “Batuque na Cozinha” de Donga, Pixinguinha e João da Baiana – a “Santíssima Trindade do Samba” – composta no início do século passado, até os atuais Toninho Geraes com “Fogão de Lenha” e Claudio Jorge com “Panela na Pia”, crônicas da culinária cantadas em versos de samba.
A pesquisa para o programa relacionou pérolas musicais como “Pagode do Vavá”, de Paulinho da Viola; “O Quitandeiro”, de Paulo da Portela”; Peixe com Coco”, de Monarco; “Siri Recheado e o Cacete” de João Bosco; “Torresmo à Milanesa”, de Adoniran Barbosa; e até o requintado “Caviar”, com Zeca Pagodinho”. O cardápio musical inclui até sobremesas saborosas como “Doce de Coco”, de Jacob do Bandolim, “Os quindins de Yaya”, de Ary Barroso e “Goiabada Cascão”, imortalizado pela madrinha do samba, Beth Carvalho.
“Mas tem muito mais”, anuncia Rodrigo Browne que, por conta da duração do programa, preparou uma playlist com o tema “Samba e Comida” em sua página do Spotify. “Como o programa tem uma hora de duração, eu vou apresentar no programa Samba de Bamba um ‘menu degustação’. O ‘cardápio completo’, à la carte, pode ser apreciado na seleção musical que fiz para a plataforma Spotify”, esclarece.
Ao longo de sua trajetória de 28 anos na rádio Paraná Educativa FM, o Samba de Bamba já contabiliza quase 1500 programas ininterruptos. Rodrigo Browne lembra que a proposta inicial foi levar ao público sambas tradicionais de seu gosto pessoal. “Quando comecei em 1996, minha ideia foi produzir um programa com sambas que eu gostava de ouvir e não encontrava em nenhuma emissora de Curitiba. Então comecei a apresentar essas músicas com a informalidade que o samba exige e depois fui trazendo convidados especiais para contar histórias sobre suas escolhas. Acho que por isso o Samba de Bamba é tão longevo e conquistou tantos ouvintes“, considera.

O programa Samba de Bamba pode ser sintonizado todos os domingos, a partir das 8 horas da manhã, em Curitiba na Paraná Educativa FM (97.1 MHz) ou pelo site: https://www.paranaeducativafm.pr.gov.br/

O link para encontrar as playlists do Samba de Bamba no Spotify é:

https://open.spotify.com/user/bx7dn2iz86xjeqq6jodteaze4?si=6812dba6f7ff444a

Carnaval no Bar Brahma conta com programação com feijoada e muito samba

O estabelecimento recebe os cantores Ivo Meirelles, Naninha e escolas de sambas convidadas para agitar os foliões em uma das maiores festas do país

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Símbolo da boemia paulistana e localizado no coração de São Paulo, na esquina da Av Ipiranga com a São João, Bar Brahma celebra o espírito carnavalesco com uma programação especial que promete animar os foliões.

No dia 02 o embaixador Ivo Meirelles, reconhecido pelas fusões rítmicas do samba com a música pop, funk e soul, invade o salão com um baile à fantasia.

Já nos dias 03 e 10 de fevereiro a casa recebe o cantor de samba Naninha, conhecido por seu samba cheio de carisma e que conquista a quem ouve, e, que promete animar a tarde acompanhada de uma boa feijoada. Não para por aí! No período, o bar ainda terá escolas de samba paulistanas que vão deixar a folia ainda mais especial.

Ingressos e mais informações: Link.

A CAIXA Cultural Curitiba convida o público para apreciar o show de uma das mais premiadas artistas do samba da atualidade

Mart’nália

A sambista apresenta - no Teatro da CAIXA Cultural Curitiba - repertório de seu álbum mais recente e clássicos da carreira

Vencedora de dois Grammys Latinos na categoria Melhor Disco de Samba com “Mart’nália Canta Vinicius de Moraes”, de 2019, e “+Misturado”, 2017, a cantora e compositora se apresenta no Teatro da CAIXA Cultural Curitiba dia 11 de novembro 20h, e dia 12 de novembro em dupla sessão às 18h e às 20h.

Nos 60 minutos de apresentação, o público poderá conferir a versatilidade da artista que passeia com naturalidade por todas as vertentes do samba em versões para grandes clássicos, pot pourris de sambas diversos e sucessos da carreira.

Ganham destaque no show, músicas de seu mais recente álbum “Sou Assim Até Mudar”, de 2021, como Tocando a Vida. Entre as mais conhecidas pelo público, estão no repertório Namora Comigo, Tonga da Mironga, Onde anda Você, Tava por aí e Estácio, holly Estácio.

Criada no samba desde criança, por influência de seu pai Martinho da Vila, Mart’nália brinda bambas do ritmo em pot pourris a exemplo de Mas quem disse que te esqueço (D. Ivonne Lara), Acreditar (Délcio Carvalho e D. Ivone Lara), mais Sorriso Negro (Jorge Portela, Adilson de Barros e Jair de Carvalho), e Ex-amor (Martinho da Vila), mais Disritmia (Martinho da Vila e Zé Katimba).

Cantora, compositora, percussionista e violonista, ela se apaixonou pelo ritmo acompanhando seu pai nas rodas de Samba na Vila Isabel. Onde construiu a base que a fez se tornar uma das grandes do samba na atualidade. Iniciou sua carreira profissional como vocalista de Martinho e na metade dos anos 90 lançou seu primeiro álbum “Minha Cara”.

Mart’nália teve o reconhecimento de grandes da MPB já no começo da carreira. Caetano Veloso foi o diretor artístico do álbum “Pé do meu Samba”, de 2002, e Maria Bethânia dirigiu “Menino do Rio”, de 2005. A partir desses, Mart’nália passou a atrair grande atenção, apresentando-se por todo o Brasil e internacionalmente, com turnês na Europa e África.

Sinopse
A CAIXA Cultural Curitiba recebe Mart’nália e Banda para show em seu teatro, onde a artista vai apresentar repertório de seu álbum mais recente “Sou Assim Até Mudar”, de 2021, e clássicos da carreira. Nos 60 minutos de apresentação, o público poderá conferir a versatilidade da artista que passeia com naturalidade por todas as vertentes do samba.

Fotos de divulgação: https://bit.ly/MartnaliaeBanda

Ficha técnica:
Mart’nália – Cantora
Luiz Otávio – Teclados e vocal
Humberto Mirabelli – Violão e vocal
Felipe Martins – Bateria
Alexandre Katatau – Baixo e vocal
Macaco Branco – Percussão
Alexandre - Percussão e vocal
Daniela Sanchez – Técnica de luz
Andreas Mario Sepúlveda – Técnico de monitor
Rodrigo Delacroix – Técnico de som P.A.
Ana Luiza Gonzalez – Camarim e produção pessoal
Marcia Alvarez – Roteiro e produção artística
Vander Lopes, Letícia Trindade e Glauker Bernardes – Produção
Antonio Carlos Domingues – Produção local e Assessoria de Impressa

Serviço:
[Música] Mart’nália e Banda
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 – Centro
Datas: de 11 a 12 de Novembro
Horários: sábado: 21h | Domingo: 18h e 20h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) à venda na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba
Bilheteria: 4501-8722.
Horários da bilheteria: Terça-feira a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Duração: 60 minutos
Capacidade: 125 lugares
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Samba, gastronomia e alegria no Jardim das Américas

Neste sábado, dia 19, acontece mais uma edição da “Farofa Musical” com a apresentação do Curitiba Samba Club que promove uma grande roda, a partir das 19 horas no Farofa Bar e Restaurante (Av. Francisco Heráclito dos Santos, 1195). No repertório os músicos vão desfilar grandes sucessos do samba tradicional. Na cozinha, o chef e proprietário da casa, João Soto, vai harmonizar a gastronomia do Farofa com a música. No menu será servida a tradicional comida de botequim com bolinhos diversos, espetinhos e sanduíche de pernil. João explica que uma das propostas da sua casa é oferecer ao público noites temáticas onde a gastronomia e música serão complementares.

Farofa Musical:

SÁBADO – 20 DE AGOSTO –Curitiba Samba Club – será realizada uma grande roda de samba. A apresentação começa a partir das 19h. Couvert artístico: R$15.

Farofa Bar e Restaurante (Av. Francisco Heráclito dos Santos, 1195 – Jardim das Américas).

Reservas e informações pelo telefone: (41) 9 9682-9879.

Instagram: @farofabar_chefjoaosoto

Show em Curitiba leva a viagem pela história do Brasil com clássicos do samba

“Desde que o samba é samba é assim” apresenta ao público curitibano novas versões para clássicos do samba e conduz a uma caminhada pelo contexto histórico das épocas de cada composição

Depois de ter publicado 21 vídeos com regravações inéditas de alguns dos maiores clássicos do samba, a cantora e especialista na história do ritmo-símbolo da cultura brasileira, Luciana Worms, brinda o público curitibano com um show, no dia 16 de abril, no Teatro Regina Vogue. A apresentação conduz os espectadores a uma viagem pela história do Brasil, com novas versões em vídeo para clássicos do samba e uma verdadeira aula sobre o contexto de cada época. O espetáculo é uma das ações do projeto “Desde que o samba é samba - 100 anos de samba”, que brinda o público com um fino repertório que vai de “Pelo telefone” (1917), de Donga e Almeida, até composições mais recentes, como Talismã (2007), de Paulinho da Viola, Marisa Monte e Arnaldo Antunes.

VÍDEOS: acesse a playlist no Youtube aqui.

A idealizadora do projeto, Luciana Worms, lembra que o show é um desdobramento do livro que escreveu com Wellington Borges Costa, em 2002, e que ganhou Prêmio Jabuti: Brasil século XX, ao pé da letra da canção popular. “O livro derivou das palestras que dávamos, nas quais contávamos a história do Brasil através da música, cantando canções que marcaram determinada época e que explicam, na maior parte do tempo, o contexto social, político e histórico. O livro é uma síntese disso”, explica a autora, que na época do lançamento deu inúmeras entrevistas, inclusive ao icônico entrevistador Jô Soares, no Programa do Jô.

Embora a inspiração do projeto tenha tudo a ver com o livro de 2002, Luciana conta que sua relação com o samba começou há muito mais tempo. “A questão do samba é o seguinte: eu canto samba porque só assim eu fico contente. Faço isso desde muito cedo. Desde criança, com meu pai, em São Paulo, com meus quatro anos, já cantava e ouvia muito samba antigo. Na época eu já ouvia João Bosco, Gonzaguinha, Chico Buarque. Geraldo Pereira, Wilson Batista, Ismael Silva. Com 10 anos, essas coisas eram completamente familiares”, lembra a artista.

Com seus 13 anos, começou a cantar na noite, mas sua carreira musical teve de ser dividida com os bancos universitários da Universidade de São Paulo (USP), onde cursou direito. Ainda durante a faculdade, se tornou uma professora famosa de curso pré-vestibular e descobriu sua vocação. “Nunca me achei cantora, sou uma professora que quer contar, transformar e mostrar que aquilo tem função na sociedade. Essa é a minha grande inspiração, não deixar que esses sambas sejam esquecidos e mostrar que eles contam muito além do que trata a letra”, sintetiza.

Samba antigo nos novos tempos

Embora a maioria das regravações seja de sambas antigos, o projeto traz uma preocupação sobre como falar a linguagem do público atual e atrair novos olhares. Além do show, o projeto colocou no ar 21 vídeos no Youtube. Assim, a abrange os novos tempos da disseminação de conteúdo, na internet. “Na minha época, só de ouvirmos já era algo emocionante. Agora, há um apelo para o vídeo. E para tornar o material mais completo, incluímos também uma parte de contextualização, que vai além da canção”.

Palestras show e apresentação

“Desde que o samba é samba” é um projeto realizado com recursos obtidos via Lei Municipal de Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), com incentivo do EBANX. Além dos vídeos, o projeto prevê ações de contrapartida social com a realização de palestras-show em escolas públicas.

“Acredito que essas músicas que escolhemos são algumas das que precisam ser um repertório para todo mundo. Precisamos levar para a escola pública esse tipo de coisa. O aluno da escola particular tem dinheiro para ir no show do Chico Buarque. Ele não vai porque não se interessa. O pessoal de escola pública não tem acesso. Tem que levar isso pra eles, para ser um diferencial. Para fazer a diferença”, reflete Luciana.

Serviço
O quê: Show “Desde que o samba é samba - 100 anos de samba”
Quando: 14 de abril
Onde: Teatro Regina Vogue, Curitiba-PR
Endereço: Av. Sete de Setembro, 2775 - PISO 2

Projeto viaja pela história do Brasil com regravações de clássicos do samba

“Desde que o samba é samba é assim” lança série de 20 vídeos com novas versões para clássicos do gênero e contexto histórico de cada composição

Uma viagem pela história do Brasil com novas versões em vídeo para clássicos do samba e uma verdadeira aula sobre o contexto de cada época acabam de ser disponibilizadas para os amantes do gênero espalhados pelo mundo. O projeto “Desde que o samba é samba - 100 anos de samba”, idealizado pela cantora e especialista na história do ritmo-símbolo da cultura brasileira, Luciana Worms, publica uma série de 21 vídeos com regravações de alguns dos maiores clássicos da música brasileira. O projeto brinda o público com um fino repertório que vai de “Pelo telefone” (1917), de Donga e Almeida, até composições mais recentes, como Talismã (2007), de Paulinho da Viola, Marisa Monte e Arnaldo Antunes.

VÍDEOS: acesse a playlist no Youtube aqui.

A idealizadora do projeto, Luciana Worms, lembra que a ação é um desdobramento do livro que escreveu com Wellington Borges Costa, em 2002, e que ganhou Prêmio Jabuti: Brasil século XX, ao pé da letra da canção popular. “O livro derivou das palestras que dávamos, nas quais contávamos a história do Brasil através da música, cantando canções que marcaram determinada época e que explicam, na maior parte do tempo, o contexto social, político e histórico. O livro é uma síntese disso”, explica a autora, que na época do lançamento deu inúmeras entrevistas, inclusive ao icônico entrevistador Jô Soares, no Programa do Jô.

Embora a inspiração do projeto tenha tudo a ver com o livro de 2002, Luciana conta que sua relação com o samba começou há muito mais tempo. “A questão do samba é o seguinte: eu canto samba porque só assim eu fico contente. Faço isso desde muito cedo. Desde criança, com meu pai, em São Paulo, com meus quatro anos, já cantava e ouvia muito samba antigo. Na época eu já ouvia João Bosco, Gonzaguinha, Chico Buarque. Geraldo Pereira, Wilson Batista, Ismael Silva. Com 10 anos, essas coisas eram completamente familiares”, lembra a artista.

Com seus 13 anos, começou a cantar na noite, mas sua carreira musical teve de ser dividida com os bancos universitários da Universidade de São Paulo (USP), onde cursou direito. Ainda durante a faculdade, se tornou uma professora famosa de curso pré-vestibular e descobriu sua vocação. “Nunca me achei cantora, sou uma professora que quer contar, transformar e mostrar que aquilo tem função na sociedade. Essa é a minha grande inspiração, não deixar que esses sambas sejam esquecidos e mostrar que eles contam muito além do que trata a letra”, sintetiza.

Samba antigo nos novos tempos

Embora a maioria das regravações seja de sambas antigos, o projeto traz uma preocupação sobre como falar a linguagem do público atual e atrair novos olhares. Como o audiovisual domina boa parte da disseminação de conteúdo atualmente, na internet, houve a decisão de apostar em gravações que incluíssem a imagem. “Na minha época, só de ouvirmos já era algo emocionante. Agora, há um apelo para o vídeo. E para tornar o material mais completo, incluímos também uma parte de contextualização, que vai além da canção”.

Palestras show e apresentação

“Desde que o samba é samba” é um projeto realizado com recursos obtidos via Lei Municipal de Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), com incentivo do EBANX. Além dos vídeos, o projeto prevê ações de contrapartida social com a realização de palestras-show em escolas públicas e um show de lançamento do álbum homônimo no Teatro EBANX Regina Vogue em março

“Acredito que essas músicas que escolhemos são algumas das que precisam ser um repertório para todo mundo. Precisamos levar para a escola pública esse tipo de coisa. O aluno da escola particular tem dinheiro para ir no show do Chico Buarque. Ele não vai porque não se interessa. O pessoal de escola pública não tem acesso. Tem que levar isso pra eles, para ser um diferencial. Para fazer a diferença”, reflete Luciana.

Contato para entrevistas:
Antonio Carlos Senkovski
41 98865-2020

Ficha técnica

Direção Musical: João Egashira
Produção Musical: Alvaro Ramos
Direção de imagem: Antonio Spina Filho
Luciana Worms: Voz e pesquisa
Banda:
João Egashira: violão 6 cordas
Vinicius Chamorro: violão 7 cordas
Julião Boêmio: cavaquinho
Gabriel Castro: saxofone, flauta e clarineta
Luiz Rolim: percuteria
Sandro Guaraná: contrabaixo
Fábio Cardoso: piano
Ricardo Salmazo: percussão e voz
Captação e Finalização de imagens: Spin Filmes
Captação e finalização de áudio: Gramofone+
Mixagem e masterização: Vitor Pinheiro e Alvaro Ramos
Coordenação do projeto: Sarah Roeder Drechsel
Direção Geral: Alvaro Ramos
Marketing Cultural: Gramofone Produtora Cultural

Jorge 23: clássicos de Jorge Ben no Jokers

O Samba-Rock Sport Club volta ao Jokers (R. São Francisco, 164 - Centro Histórico) na próxima sexta-feira, dia 27, às 22 horas, para apresentar as canções de uma das fases mais inspiradas da carreira de Jorge Ben: a chamada Trilogia Mística, da qual fazem parte os álbuns Tábua de Esmeralda (1974), Solta o Pavão (1975) e África Brasil (1976). Trata-se do projeto Jorge 23, que volta a Curitiba para celebrar São Jorge - padroeiro dos músicos do Samba-Rock Sport Club.
No projeto Jorge 23 as músicas vão ser interpretadas nos arranjos originais, usando inclusive os arranjos de cordas e as famosas afinações alternativas de violão usadas por Jorge Ben. Assim, o público vai poder desfrutar ao vivo a sonoridade única de canções como “5 Minutos”, “O Homem da Gravata Florida” e “Jorge de Capadócia”.
As Trilogia Mística
A década de 70 rendeu grandes álbuns para a música brasileira. Enquanto Tim Maia mergulhava nas páginas do livro Universo em Desencanto, Cultura Racional, Jorge Ben se encantava com os mistérios da Alquimia. Tratada como uma Ciência Iniciática com origens nas filosofias egípcia e grega, a Alquimia teve seu auge na Idade Média, com seguidores entre cristãos e muçulmanos, chegando até os dias atuais cercada de uma aura de mistério.
No disco Tábua de Esmeralda Jorge Ben consegue transformar essa filosofia hermética e cercada de misticismo em canções memoráveis, como em “Os Alquimistas Estão Chegando”, “O Homem da Gravata Florida” (feita em homenagem ao alquimista Paracelso). No disco Jorge também fala sobre a negritude, como em “Zumbi” e “Menina Mulher da Pele Preta”, e sobre as coisas simples da vida e personagens únicos, como em “Eu vou Torcer” e “Namorado da Viúva”.
O disco que deu sequência à trilogia, Solta o Pavão, segue as mesmas raízes da Tábua – com referências à alquimia, religiosidade e às personagens do universo de Jorge Ben – em clássicos como “Jorge da Capadócia”, “Jesualda”, “Zagueiro”, “Se Segura Malandro”, “Dumingaz” e “Velhos, Flores, Criancinhas e Cachorros”. Fechando a trilogia está África Brasil, onde Jorge Ben pela primeira vez abandona o violão e pega a guitarra para liderar a banda Admiral Jorge V. As músicas recebem forte influência africana na sonoridade e nas letras, com o uso de muita percussão. Deste disco fazem parte “Xica da Silva”, “Taj Mahal” e “Umbabaraúma”. A revista Rolling Stone elegeu África Brasil um dos 50 discos mais cool da música pop mundial. E a Tábua de Esmeralda é presença constante entre as listas dos maiores discos da MPB.
A banda Samba-Rock Sport Club é formada por Fabrizio Rosa (voz, violão, guitarra e percussão), Denis Nunes (contrabaixo e programações de cordas), Jeff Otto (bateria), Marcel Cruz (percussão), Rafael Martins (guitarra e violão) e Sassá (voz e percussão).
Atrações da semana
A programação musical da semana também traz na terça-feira (24) a tradicional noite de música celta com Mandala Folk Trio. Na quarta (25) é a vez do Jazz Flamenco com trio Daniel Argolo, Murillo da Rós e Neil Rangel; e na quinta feira (26) quem se apresenta é o trio Double Shot que faz versões de grandes clássicos do rockabilly.
Conhecida por abrigar vários gêneros musicais – a tradicional casa noturna de Curitiba comemora este ano 22 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351.
A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.

Confira a programação até o dia 27 de janeiro:

TERÇA 24 JAN, 20 horas – Terça Celta. Mandala Folk Trio - Músicas típicas do folclore celta e seus agregados. Ingressos R$10 – a partir das 20 horas.

QUARTA 25 JAN, 20 horas –Jazz Flamenco – mistura de ritmos, conduzido pelo trio Daniel Argolo, Murillo da Rós e Neil Rangel. Ingressos R$10 – a partir das 20 horas.

QUINTA 26 JAN, 20 horas – Double Shot - trio liderado por Ademir (ovos Presley) trazendo todo seu estilo cru de interpretar clássicos do rock. O Double Shot surgiu com a ânsia de fazer um tributo aos grandes mestres da gloriosa decada de 50, fazendo versões de grandes clássicos do rockabilly. Ingressos R$10 – a partir das 20 horas.

SEXTA 27 JAN, 22 horas - Projeto Jorge 23 – Apresentação da banda Samba Rock Sport Club. No repertório a trilogia mística de Jorge Ben com as músicas dos discos: Tábua de Esmeralda (1974), Solta o Pavão (1975) e África Brasil (1976). Entrada: R$20.

Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico
Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br
Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul - ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa – R$20 o período.