Plantas pet friendly: conheça as espécies não fazem mal aos animais

Especialista dá dicas de plantas ideais pra manter a casa linda e segura para os animais
Uma tendência que tem crescido cada vez mais entre os moradores dos grandes centros urbanos é o de cultivar plantas e flores nos ambientes internos. As chamadas urban jungles ganharam muitos adeptos nos últimos anos, principalmente durante o período de isolamento social, trazendo uma valorização estética e aconchego para o lar. Mas aqueles que gostam de conviver com a natureza em casa e também são tutores de pets sabem que muitas vezes os bichinhos são curiosos e adoram farejar, explorar e comer as plantinhas. E como escolher as espécies certas para não prejudicar cães, gatos e outros animais domésticos?

Ivonete Canoba, consultora da Esalflores (www.esalfores.com.br), maior rede de floriculturas do país, preparou uma lista com plantas que não causam problemas se ingeridas ou inaladas por animais. Além disso, as espécies indicadas se adaptam bem a ambientes internos, garantindo harmonia ao lar sem colocar em risco a saúde dos animais.

Samambaia americana: a tradicional planta se encaixa bem como planta pendente dando um aspecto exótico à casa sem fazer mal aos animais. “Ela funciona bem em cuias e vasinhos pendurados e adora luz indireta, ou filtrada, nas horas mais amenas do dia. Não suporta muito frio, por isso é perfeita para interiores”, comenta Ivonete.

Peperômias: as plantas dessa espécie, entre elas a Peperômia Melancia, Caperata, Scandens e Raindrop, são perfeitas para quem busca um toque mais tropical no ambiente e não são tóxicas para os bichinhos. As folhas redondas, com tonalidades vivas, criam um elegante contraste em qualquer ambiente. “Uma das mais valorizadas no momento é a Peperômia Raindrop, nativa das beiras dos rios da Ásia. Ela consegue ficar saudável dentro de residências e surpreende pela beleza”, explica a especialista.

Maranta Zebrina: uma das queridinhas dos adeptos de plantas em casa, é uma espécie de fácil cultivo, aguentando temperaturas de até 16 ºC e bem adaptável a qualquer ambiente. Ela prefere um local bem iluminado, mas não tolera o sol direto. O solo deve ser mantido úmido durante o verão, sem nunca deixar completamente seco. “A nutrição pode ser dada a cada duas semanas durante a estação de crescimento da primavera ao outono, sem nenhum suplemento durante o inverno. Para dar às folhas uma umidade agradável, pode ser regada com água morna sempre que possível”, detalha XXX. “As Marantas Makoyama, Rufibarba e Burle Marxs também são seguras para ambientes com pets”, complementa.

Calathea Trialstar: garantia de beleza e personalidade, essa planta tem folhas com cores bem características que se destacam no ambiente e não fazem mal para os pets. Devem ser mantidas à meia sombra e preferem luz média, a luz solar intensa torna as folhas murchas e as margens secas e castanhas. “Podem ser regadas todos os dias, mas moderadamente. Durante o período de crescimento ativo a rega deve ser abundantemente para manter a terra completamente úmida. Durante o período de repouso invernal deve-se regar escassamente, deixando que a metade superior da mistura seque entre duas regas”, completa.

Espécies que devem ser mantidas fora do alcance dos pets: Costela de Adão, Lírio da Paz, Jibóias, Comigo-ninguém-pode, Espada de São Jorge, Copo de Leite e Kalanchoe.

6 a cada 10 casas de Curitiba têm animais de estimação.

Mercado pet tem demanda crescente mesmo durante a pandemia
O mercado PET registrou crescimento de 30% no Brasil, mesmo durante a pandemia, o país é o segundo com maior número de pets no mundo, com 141 milhões de animais, atrás apenas dos Estados Unidos.

Hotéis, creches, alimentação natural e até mesmo cervejas especiais para cães e gatos são itens que já fazem parte da rotina de quem tem um animal de estimação. O mercado PET é um dos que mais cresce no Brasil, com aumento de 30% mesmo durante a pandemia. O país é o segundo com maior número de pets no mundo, com 141 milhões de animais, atrás apenas dos Estados Unidos.

Acompanhando as necessidades do mercado, o Centro Europeu - maior escola de profissões da América Latina - está lançando o curso "Mercado PET".

O curso é destinado para pessoas que já atuam na área, como por exemplo, banhistas, lojistas, tosadores, cuidadores (pet sitters), passeadores (dog walkers), adestradores, alunos de medicina veterinária, médicos veterinários e outros e também para empreendedores ou futuros empreendedores do mercado pet.

"É um curso - com carga horária de 124 horas/aula - ideal para quem quer empreender de forma inovadora e para profissionais que já atuam na área e querem se aprofundar em outros segmentos do mercado PET", explica Maurício Penteado, coordenador do curso.

Entre as disciplinas estão bem estar animal, pesquisa de mercado, legislação e terceiro setor, gestão veterinária, eventos e gastronomia, criadores, pet shops e serviços pets, fábricas e distribuidores, tecnologias e startups "Os 26 professores que integram o curso são profissionais experientes e bem sucedidos em suas áreas de atuação, muitos são empresários e empreendedores do setor", reforça Maurício.

Perfil do consumidor - Na capital do Paraná, 6 a cada 10 casas têm pets. Em todo o país, 51% dos proprietários de cães são de classe A e B, casados, e 64% dos proprietários afirmam que o cão dorme dentro de casa. Do total de animais, 24% foram adotados, sendo que 59% não têm raça definida.

Já as importações de produtos para animais de estimação registraram alta de 16% em 2019.

"Hoje o mercado PET só tem a crescer. O Brasil é o quarto país em gastos neste setor de todo o mundo. Tivemos uma mudança no pensamento humano, que atualmente vê o pet como membro da família e o tutor busca sempre o melhor. Temos ampliação de mercado, com brinquedos específicos, alimentação natural, roupas e outros", afirma Maurício.

Já entre os gatos, 61% das proprietárias são mulheres e 48% acreditam que os felinos entendem o humor dos donos. Durante a pandemia cresceu em 50% o número de pessoas que adotaram um animal de estimação.

CURSO - O Centro Europeu lança em abril o curso "Mercado PET", com início das aulas marcado para o dia 08.

Podem se inscrever quem têm o ensino médio completo. Para saber mais sobre o curso ou realizar a sua matrícula, acesse: centroeuropeu.com.br

22:25

Nos últimos meses o home office imposto pela pandemia do coronavírus levou muitos profissionais a ficarem muito mais tempo com os seus pets. A mudança repentina na rotina familiar é um componente perigoso para o desenvolvimento de um transtorno de comportamento. Essa alteração na rotina pode deixá-los ansiosos e desencadear a “ansiedade por separação”, que pode ocorrer tanto pelo distanciamento como pela alteração de estar mais tempo presente. Os especialistas alertam que com a vacinação, muitas pessoas vão deixar o home office para voltarem ao ambiente de trabalho, essa mudança repentina deverá ser observada se não irá alterar o comportamento do seu pet.

De acordo com veterinária psiquiátrica da Jeito Animal, Fran Paese Cherobim, têm pets que não lidam bem com o fato de estarem sozinhos em casa e podem sofrer estresse e ter problemas sérios de saúde, além de comportamentos indesejados. “Cães que sofrem de ansiedade podem fazer lambeduras em excesso, perseguir a própria cauda, roer móveis, chorar e latir constantemente. Alguns cachorros se machucam de tanto arranhar portas. Também há relatos de casos de cães que pulam janelas de edifícios”, exemplifica a veterinária. Ela ressalta ainda que, embora os gatos tenham um temperamento mais independente, também podem sofrer com as alterações de rotina e ter comportamentos compulsivos e destrutivos. Os sinais mais comuns são: mudanças no apetite, arranhar móveis, miados em excesso, lambeduras e agressividade.

Para a especialista, o transtorno pode ser evitado com medidas simples. “As mudanças devem ser feitas de forma gradual, quando possível, e o tempo longe de casa ser aumentado gradativamente. Além disso, o tutor deve manter uma rotina de brincadeiras e brinquedos interativos para que os pets gastem energia. Para os cães, os passeios são muito importantes. Mas, quando o problema já está instaurado, a ajuda profissional é imprescindível”, ressalta.

O educador da Jeito Animal, Pedro Luiz Fontoura, conta que os tutores devem ter alguns cuidados para não piorar o transtorno e que o trabalho dele consiste em ensinar os clientes a se comunicarem com os pets e a conduzirem os treinamentos. “Algumas das coisas que ensinamos nestes casos é que o tutor não deve valorizar a saída de casa com grandes despedidas e não fazer festa no retorno ao lar”, exemplifica o educador. Mas, segundo ele, o transtorno de ansiedade por separação é bastante complexo e os casos devem ser avaliados individualmente.

Ele ressalta ainda como é feito o professor para identificar o transtorno. “Avaliamos o cão ou gato, a rotina da família e as condições do ambiente para desenvolver o protocolo. Nós trabalhamos também com florais e aromaterapia para auxiliar o processo. Em casos mais graves é necessário acompanhamento de um médico veterinário psiquiatra”, afirma Fontoura.

Casos onde o Home office evidencia a ansiedade dos pets

Antes da pandemia, a auditora Elize Dubliela trabalhava muitas horas fora de casa e viajava com frequência, por isso, a poodle Mel, de 9 anos, ficava muito mais na casa dos pais dela. Mel desenvolveu ansiedade por separação, mas foi durante o home office que Elize percebeu que o problema era grave. Os latidos excessivos fizeram com que ela procurasse ajuda dos educadores da Jeito Animal.

“Não basta fazer o treino semanal, mas sim ter uma dedicação diária para que ela possa incorporar os novos comportamentos aprendidos. Em um mês de treinos já percebi melhoras. O objetivo é que ela fique mais tranquila na minha ausência e, consequentemente, mais feliz”, comenta.

Sustos também alteram o comportamento

A golden retriever Bolacha, de seis anos, desenvolveu ansiedade por separação com comportamento destrutivo e agressividade. O problema começou após um evento traumático, um assalto na casa da empresária Cecília Bonaldi de Arruda. Esse caso também foi evidenciado durante o período de pandemia. Atualmente, Bolacha é acompanhada pela veterinária psiquiátrica Fran Paese Cherobim e está sendo medicada.

“O adestramento positivo ajuda nesse caso de ansiedade, pois brigar só piora a situação. Acaba virando um círculo vicioso entre a possível destruição que o cachorro fará e suas brigas”, ressalta Cecília. A tutora comenta, ainda, que o adestramento é muito importante pois ajuda a entender os limites e necessidades do cão.

Mais sobre Jeito Animal:
Site: ojeitoanimal.com.br
Instragram: jeitoanimalbr

7 DICAS PARA UM FINAL DE ANO SAUDÁVEL AO LADO DO PET

Minimizar o estresse e ficar longe de alimentos nocivos são medidas que podem garantir um final de ano seguro e saudável para o seu pet.

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A chegada do mês de dezembro é esperada por muita gente, mas pode representar perigo para os pets. Os animais costumam sofrer com fogos de artifício, podem ingerir alimentos inadequados, apresentar algum tipo de desconforto durante viagens, se machucar com itens da decoração de Natal, além de toda a movimentação típica desta época do ano deixá-los ainda mais estressados.

"Por exemplo, problemas gastrintestinais, como vômitos e diarreia, podem ocorrer em gatos e cães durante todo o ano, mas podem ser especialmente corriqueiros durante a temporada do Natal e Ano Novo", relata a Dra. Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® Brasil. "Quando há estresse adicional, como pessoas reunidas em casa, bem como mais comida ao redor - incluindo alimentos que os seres humanos podem comer, mas que são tóxicos para os animais de estimação - há um maior risco de distúrbios gastrintestinais em nossos pets", destaca ela.

Confira algumas dicas da Dra. Priscila Rizelo para preservar o bem-estar e a saúde do pet, deixando-o confortável durante o mês de dezembro.

• Cuidado com os enfeites de Natal, especialmente as luzes das árvores. Eles provocam a curiosidade dos animais, que costumam mastigar e ingerir os objetos. O ideal é evitar decorações que possam se partir e que ao serem ingeridas provoquem obstruções ou perfurações intestinais. A decoração, como lantejoulas, guirlandas ou pinhas, e até a água usada para regar a árvore de Natal, também podem ser um perigo para os pets curiosos.

• Não compartilhe a ceia de Natal e Ano Novo, por menor que seja a porção. Parece um carinho, mas nem tudo o que é bom para nós é bom para os pets. Além de uma pequena porção de comida poder ultrapassar as necessidades energéticas diárias dos pets (e contribuir com um quadro de obesidade), alguns alimentos causam alterações gastrintestinais, que podem ser discretas ou graves. Alguns alimentos são tóxicos para eles, incluindo cebola, uva, alho, álcool, chocolate, nozes, frutas secas, peru, doces, entre outros.

• Fuja dos rojões e fogos de artifícios. Muito comuns nesta época do ano, eles causam terrível sofrimento aos animais. Por terem a audição mais sensível, os cães e os gatos se sentem bastante incomodados e podem manifestar tremores, vocalização, tentativas de fuga, o que pode resultar em acidentes. O ideal é não deixar o animal sozinho. Se possível, isole o som e a iluminação para diminuir o estresse. A dica é acomodar o pet em um local familiar e seguro, com som ambiente como, por exemplo, TV ou rádio ligados em volumes apropriados. Isso reduz o stress e mascara o barulho.

• Mantenha o pet em um local seguro e acolhedor. Para evitar o desconforto e agitação do animal durante o momento de chegada e saída de pessoas, procure um espaço confortável e mais isolado para que ele se sinta seguro, evitando a ansiedade e fugas. Para que o pet não se sinta deslocado, importante que o espaço escolhido seja familiar e que sua caminha, tigela de água, alimento e local para suas necessidades estejam acessíveis.

• Mantenha seu pet longe da sujeira. É importante prestar atenção a objetos que o pet pode engolir. Copos plásticos, guardanapos e toda a sujeira devem ser sempre jogados no lixo para que não gerem um problema sério caso o animal de estimação venha a engolir algo.

• Se uma viagem estiver nos planos, a dúvida será: viajar com o pet ou deixá-lo?

• Se a decisão for deixá-lo em um hotel, certifique-se de que seja um estabelecimento recomendado, com boas indicações e que presta o atendimento necessário para a garantia do bem-estar do animal.

• No caso dos gatos, é melhor deixá-los em casa do que levá-los na viagem. Eles são territorialistas e se sentem mais tranquilos e seguros em seu espaço habitual. Para isso, você pode convidar alguém de sua confiança para cuidar deles ou contratar o serviço de um pet sitter para alimentá-los e manter a rotina de interações e brincadeiras. Importante que o profissional contratado seja especializado.

• Para viajar de avião ou ônibus, a dinâmica é mais complexa - mas possível. É preciso verificar todas as regras, documentação e outras burocracias previstas para transportar o animal de estimação e ter a certeza que o lugar que você escolheu para se hospedar seja pet friendly .

• Para uma viagem de carro, passeie com o animal antes dele entrar no veículo para que ele faça suas necessidades. Não alimente o pet antes das viagens e durante o trajeto porque eles podem ficar enjoados. Não permita que o animal coloque a cabeça para fora da janela, pois isso pode causar machucados em caso de impacto com insetos ou pedras. Uma última dica muito importante: nunca deixe o pet solto dentro do carro. O recomendado é utilizar caixa de transporte adequada ou, para cães, cinto de segurança próprio.

• Tenha sempre em mãos o contato do Médico-Veterinário do seu animal. Você deve recorrer a ele caso observe qualquer comportamento ou reação estranha em seu pet.

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Sobre a ROYAL CANIN®

A multinacional Royal Canin, uma das maiores fabricantes do mundo de alimentos de alta qualidade nutricional para gatos e cães, celebrou 50 anos em 2018. Com 16 fábricas no mundo e presente em 92 países, a marca considera sempre o gato e o cão em primeiro lugar e tem sua história focada no conhecimento e respeito por estes animais.

Em 2002, passou a fazer parte da Mars, Incorporated, líder mundial em alimentos para animais de estimação. A unidade brasileira da Royal Canin está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, desde 1990. No mercado brasileiro, a marca disponibiliza mais de 150 alimentos, incluindo produtos específicos para raças, portes, idades, estilos de vida, necessidades específicas, cuidados especiais e auxiliares no tratamento de algumas doenças. Os produtos estão disponíveis em canais especializados, entre os quais, clínicas veterinárias e pet shops, em mais de 15 mil pontos de vendas no Brasil.

Para mais informações visite o site: https://www.royalcanin.com/br

Viagem com pets: animais de estimação ganham vagão de luxo em trem turístico de São Paulo

Trem Republicano, inaugurado neste mês, possui vagão adaptado para receber cães e gatos para aproveitarem a atração ao lado dos tutores

Nesta quarta-feira (23), os cães @Malugolden_, @Googlethegolden e @olapet.friendly foram os primeiros pets a conhecer o vagão Anselmo Duarte, composição do Trem Republicano que possui adaptações pet friendly para que os bichinhos aproveitem o trajeto turístico junto de seus tutores. A atração, que foi oficialmente inaugurada no dia 19 de dezembro, percorre o roteiro entre as cidades de Itu e Salto, fazendo referência à Convenção de Itu, primeira convenção republicana do Brasil, datada de 1873. O trajeto é operado pela Serra Verde Express.

Para receber os animais de estimação, o vagão boutique alia traços sofisticados, 100% adaptado para que os pets fiquem confortáveis e seguros. Segundo a arquiteta Lucille Amaral, que assinou o projeto, a composição possui poltronas exclusivas para os bichinhos, com assentos feitos de tecido impermeável e cinto de segurança. Os animais de pequeno e médio porte podem ficar fora da caixa de transporte e circular pelo vagão, que possui piso de textura leve e impermeável, dando mais segurança na movimentação, além de tapetes higiênicos e potes com água. Na varanda, o piso foi feito com borracha reciclável, que também proporciona alta aderência para as patinhas.

De acordo com o diretor presidente da Serra Verde Express, Adonai Aires de Arruda, a atração permite que os turistas aproveitem o roteiro perto de seus companheiros diários. “Os pets estão cada vez mais presentes na nossa rotina. Criamos laços com os nossos bichinhos e a oportunidade de aproveitar um momento de lazer ao lado deles pode proporcionar uma experiência ainda mais incrível”, comenta.

Durante a viagem, os animais de estimação têm direito a um kit lanche especial. O ingresso para os pets custa R$ 30 e, para embarcar, os tutores devem apresentar a carteira de vacinação dos bichinhos em dia. Também é necessária autorização do veterinário. Para adultos, o passeio tem o valor de R$ 101 no vagão boutique. Mediante cadastramento, moradores das cidades de Itu e Salto ganham desconto de 50% no valor do ingresso.

Além do Trem Republicano, no estado de São Paulo, o Paraná também possui uma opção de passeio turístico ferroviário que comporta animais de estimação. O trecho entre as cidades de Curitiba e Morretes, que também é operado pela Serra Verde Express, possui o vagão pet friendly, enquadrado na categoria “trem de luxo”. Mais 100 bichinhos já embarcaram na atração junto com os tutores. Mais informações estão disponíveis no site da Serra Verde Express.

Sobre a Serra Verde Express

Em operação desde 1997, a Serra Verde Express é uma empresa referência em operações turísticas ferroviárias no Brasil. Com sede em Curitiba (PR), tem a concessão dos trens turísticos na ferrovia Paranaguá - Curitiba. Em 2008 lançou o primeiro trem de luxo nacional. De acordo com o jornal britânico The Guardian e o americano The Wall Street Journal, tem um dos 10 passeios de trem mais espetaculares do mundo. Operadora oficial da Grande Reserva da Mata Atlântica, proporciona ao público uma experiência imersiva cultural e voltada ao meio ambiente. Integrante do Núcleo de Turismo da Holding Higi Serv, transporta anualmente mais de 200 mil pessoas no trecho Curitiba - Morretes, além de ser a maior operadora de serviços de receptivo em Curitiba e no litoral paranaense. Em 2020, inaugura o Trem Republicano, que opera no trecho Salto - Itu, no estado de São Paulo.

Curitiba recebe primeiro plano de cuidado veterinário domiciliar do Brasil

My Pet Care começa a operar em novembro com plano único de R$64,90 mês e inclui vacinas anuais, vermífugos, consultas ilimitadas e atendimento a urgências e emergências em casa

Não é exagero afirmar que nos últimos anos os pets passaram a fazer parte da família do brasileiro. Para se ter uma ideia, em 2018 foram contabilizados no país 54,2 milhões de cães e 23,9 milhões de gatos, de acordo com números levantados pelo IBGE e atualizados pela inteligência comercial do Instituto Pet Brasil.

Este cenário colocou bichanos e peludinhos como foco de atenção de muitos tutores (antigamente chamados de donos), ainda mais entusiasmados para darem mais qualidade de vida aos bichinhos. Dessa maneira, os serviços do segmento pet passaram por um grande incremento, especialmente na atenção à saúde do animal, área em que se vê médicos veterinários e prestação de serviços cada vez mais especializados.

A partir de novembro, Curitiba recebe o primeiro plano de cuidado veterinário domiciliar do Brasil. O My Pet Care é uma inovação no setor, com plano único de R$64,90, que inclui urgências e emergências 24h, e também todo o tipo de atendimento que possa ser realizado na casa do tutor, como consultas, vacinas e exames, nos 365 dias do ano. A partir do segundo pet, o plano oferece desconto de 30%.

O aspecto econômico teve especial atenção no desenvolvimento do modelo de negócio, que visa trazer mais comodidade às pessoas. O cliente pode chamar quantas vezes precisar, sem limite para atendimentos. Tudo isso com valor mensal menor que uma consulta simples. “O My Pet Care nasceu de pessoas que possuem e amam animais de estimação. Somos a união de grandes especialistas em medicina veterinária com profissionais muito bons em gestão empresarial, com objetivo de oferecer um atendimento completo com foco na saúde geral do animal”, sentencia o diretor geral do My Pet Care, Bruno Mello Ferreira.

Para os cães, o plano inclui as vacinas polivalente, antirrábica, de prevenção contra traqueobronquite infecciosa canina e vacina para prevenção da giardíase. Para os gatos, são duas vacinas anuais: quádrupla felina e antirrábica. Para as duas espécies, acontece ainda a administração de anti parasitário oral, semestralmente. Além disso, a implantação do microchip também faz parte do plano – o que garante maior tranquilidade segurança para os pets e seus tutores.

O My Pet Care conta com veterinários especialistas em diversas áreas e capacitados para realizar procedimentos na própria casa do cliente. Ainda, uma UTI móvel com estrutura completa estará pronta para atender casos, do mais simples ao mais complexo.

Daniel Cooper, um dos médicos veterinários à frente do projeto, esclarece que quando necessário, o plano faz também o encaminhamento do animal para um hospital conveniado. “O atendimento em casa garante mais tranquilidade e conforto não somente para o tutor, mas para o pet em si. O ambiente de um consultório veterinário pode ser muito estressante para o animal, por isso, atender no domicílio pode resultar até em uma consulta mais efetiva em muitos casos”, esclarece ele. Em um primeiro momento, os encaminhamentos serão feitos para o Hospital Veterinário Batel, porém outros parceiros estão em fase de credenciamento, com expectativa de fechar o primeiro ano com 10 hospitais credenciados.

Serviço agrega conceitos de APH

O Atendimento Pré-Hospitalar (APH) corresponde a todo atendimento, seja de urgência, emergência ou simples consulta, que ocorre fora do ambiente hospitalar. Um tipo de atendimento muito difundido na saúde humana (exs.: empresas de socorro médico e Samu). “Agora, o princípio de estar presente com qualidade quando o paciente mais precisa será aplicado aos pets. Ou seja, oferecer toda a demanda de atendimento médico veterinário que o animal de estimação precisa e que pode ser feito no conforto e comodidade das residências, o que corresponde à grande maioria das demandas de saúde dos pets”, esclarece Bruno, que presta consultoria de planejamento e gestão para empresas de APH em todo o país.

Como funciona

O funcionamento do plano My Pet Care é simples. Equipes de atendentes e médicos veterinários estão de plantão 24h por dia. O cliente chama sempre que precisar, sem limite de chamados, pagando apenas a mensalidade.

Primeiro, o plano é contratado pelo site ou por telefone. Depois que o pagamento é processado, é agendada a primeira consulta, quando o pet recebe os primeiros cuidados e os tutores todas as orientações. A partir daí, o cliente pode solicitar atendimento sempre que precisar por meio do telefone 4007-1309. Se o caso for urgência ou emergência, uma equipe vai na hora até o local. Se for uma consulta, o cliente agenda a melhor data e horário, e o atendimento será feito na residência.

O plano oferece ainda desconto em internações e procedimentos hospitalares nos principais hospitais veterinários credenciados de Curitiba; desconto em serviços e produtos de petshop; desconto em clínicas e laboratórios especializados, conteúdos de saúde e cuidados exclusivos e remoções e transportes, com agendamento.

Sobre o My Pet Care

O My Pet Care é o primeiro plano de cuidado veterinário domiciliar do Brasil, sediado em Curitiba. Com mensalidade fixa, além de urgências e emergências 24h, 365 dias do ano, o plano cobre todo tipo de atendimento que possa ser realizado na casa do tutor, como consultas, vacinas anuais, colocação de microchip e exames. Com a atuação de veterinários especializados e capacitados para realizar procedimentos em domicílio, o My Pet Care conta com UTI móvel pronta para atender casos, do mais simples ao mais complexos.