HOJE DIA 3 DE NOVEMBRO COMEMORAMOS O ANIVERSÁRIO DE ALFREDO ANDERSEN, meu bisavô

ANIVERSÁRIO DE ALFREDO ANDERSEN, meu bisavô
NOVEMBRO 3, 2023 POR VANESSAMALUCELLIANDERSEN
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Hoje, 03 de novembro, celebramos a memória do mestre Alfredo Andersen, considerado o pai da pintura paranaense.
Nascido nesta data em 1860, há 163 anos, o norueguês caboclo fincou raízes e escolheu o Brasil e o Paraná para trazer movimento e identidade ao contexto artístico da época, algo que perdurou e perdura com seu legado até os dias atuais.
Também celebramos os 83 anos da Sociedade Amigos de Alfredo Andersen, criada na mesma data em 1940, em homenagem ao artista.
Durante a semana, juntamente com o Museu Casa Alfredo Andersen, divulgaremos a programação com as atividades da Semana Andersen 2023. Não perca! E viva Andersen!
Meu bisavô, acima meu saudoso pai, todo orgulhoso com o “velhinho” como o chamava carinhosamente…
foto exposição no MON
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311797270_547229100735628_4071663394480210904_n Centro Cultural Correios, do Rio de Janeiro, abre a mostra Andersen Volta ao Rio. Na foto, "Paisagem de Santa Teresa", que olhar sensível do artista. Pintado em 1925, é um dos registros de sua passagem pela cidade do Rio, assim como "Rio de Janeiro", de 1926. Foto: Divulgação IMG_8989 2 IMG_8993
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Parentes da Noruega, em visita Semana Andersen 150 anos, e recente no MON.
Super especiais.
*com divulgação fonte
Sociedade Amigos de Alfredo Andersen

 Praça em Curitiba vira “galeria ao ar livre” com obras de Alfredo Andersen & Reinaugura

Meu amado e falecido pai Dirceu Antônio Andersen, com muita honra neto de Alfredo Andersen na inauguração da praça reinaugurada ontem!
#pracaalfredoandersen
@museualfredoandersen
 O Museu Alfredo Andersen é de administração do Governo do Estado, Luiz Gustavo Vardânega Vidal Pinto, diretor do Museu Casa Alfredo Andersen
 Praça em Curitiba vira “galeria ao ar livre” com obras de Alfredo Andersen

Projeto busca aproximar a arte do cotidiano da cidade; obras do artista estão em frente ao Hospital Evangélico Mackenzie, em Curitiba
Fonte - Redação Bem Paraná | 01/10/2024 às 23h00

Galeria ao ar livre da Praça Alfredo Andersen já está aberta ao públicoGaleria ao ar livre: são 17 paineis em totens com as obras do artista (Kraw Penas/SEEC-PR)

Uma “Galeria ao ar livre” leva obras de Alfredo Andersen até a praça que leva o nome do pintor, considerado o pai da pintura paranaense. O Museu Casa Alfredo Andersen inaugurou na segunda-feira (3) a Galeria da Praça, um espaço a céu aberto que expõe reproduções de 17 obras do pintor em totens ao longo da praça..
O projeto, que busca aproximar a arte do cotidiano da cidade, está localizado na Praça Alfredo Andersen, entre as ruas Capitão Souza Franco e Augusto Stellfeld, em frente ao Hospital Evangélico Mackenzie, em Curitiba.

As obras selecionadas, incluindo Vista do Alto da Glória e Vila Velha, retratam o antigo cotidiano do Paraná sob o olhar de Andersen, cuja trajetória artística deixou um grande legado na representação da paisagem local e na formação de novos artistas no Estado.

O pintor norueguês, que chegou ao Brasil em 1892, encontrou no Paraná o cenário ideal para desenvolver sua arte, influenciando gerações e contribuindo para a consolidação da pintura paranaense.

“Projetos como este tornam a arte mais acessível, integrando o espaço urbano à nossa história da arte. Ao trazer essas imagens para a praça que leva seu nome, o Museu amplia a presença de Andersen na vida da cidade”, disse Luciana Casagrande Pereira, secretária de Estado da Cultura.
Para o diretor do Museu Casa, Luiz Gustavo Vardânega Vidal Pinto, o projeto é uma maneira de conectar a comunidade com a história da arte paranaense. “A Galeria transforma o espaço público em um museu a céu aberto, permitindo que as pessoas, no seu cotidiano, possam ter acesso a obras que normalmente veriam dentro do museu. Isso gera uma relação mais espontânea e significativa com a cultura”, disse.

ANIVERSÁRIO DE ALFREDO ANDERSEN, meu bisavô

Hoje, 03 de novembro, celebramos a memória do mestre Alfredo Andersen, considerado o pai da pintura paranaense. Nascido nesta data em 1860, há 163 anos, o norueguês caboclo fincou raízes e escolheu o Brasil e o Paraná para trazer movimento e identidade ao contexto artístico da época, algo que perdurou e perdura com seu legado até os dias atuais. Também celebramos os 83 anos da Sociedade Amigos de Alfredo Andersen, criada na mesma data em 1940, em homenagem ao artista. Durante a semana, juntamente com o Museu Casa Alfredo Andersen, divulgaremos a programação com as atividades da Semana Andersen 2023. Não perca! E viva Andersen!

Obra número um de Alfredo Andersen, Porto de Cabedelo, estará em exposição na Fazenda Purunã ao lado de De Bonna, Nisio e Mirtilo Trombrini

Porto de Cabedelo, pintado em um pedaço da vela do navio, é a primeira e principal obra de Alfredo Andersen, o Pai da Pi..
Pedro Ribeiro - 29 de abril de 2021, 12:25
Empresário Lenomir Trombini proprietário da obra prima de Alfredo Andersen. (Foto: Rodolfo Rodolfo Bührer)
Empresário Lenomir Trombini proprietário da obra prima de Alfredo Andersen. (Foto: Rodolfo Rodolfo Bührer)
Porto de Cabedelo, pintado em um pedaço da vela do navio, é a primeira e principal obra de Alfredo Andersen, o Pai da Pintura Paranaense.

A principal e mais importante obra do artista plástico nórdico, Alfredo Andersen, o “Porto de Cabelo, uma paisagem com personagens representativas da vida cotidiana dos brasileiros do litoral paraibano, fará parte de uma exposição que o proprietário da tela, industrial Lenomir Trombini, realizará na inauguração de empreendimento que está lançando em sua fazenda Purunã.

Pintado em 1892, em um pano de vela do navio em que viajava, vindo na Noruega e ancorado em Cabedelo, na Paraiba, Alfredo Andersen destacou a luminosidade das terras brasileiras iniciando, depois, em uma outra viagem quando desembarcou em Paranaguá, sua carreira como um dos mais representativos pintores da paisagem paranaense.

A partir dai surgia, no cenário artístico paranaense, o pintor, retratista e escultor, agraciado com o título de o “Pai da Pintura Paranaense”. No Paraná, Alfredo Andersen foi o autor de obras como as “Sete Quedas”, Construção da Ferrovia Curitiba-Paranaguá”, entre centenas de outras, algumas expostas no Museu Casa Alfredo Andersen, localizado em Curitiba.

Andersen foi, também, o criador do Brasão das Armas do Paraná onde se destacam o trabalhador no campo, a águia (harpia) e os ramos do pinheiro nativo e da erva mate.

Vidal Pinto também destaca Cabedelo como a primeira e principal obra de Alfredo Andersen que foi um pintor apaixonado pela paisagem paranaense e ganhou o título de “Pai da Pintura Paranaense” também por ter discípulos como De Bonna, Lang de Morretes e outros.

A artista Plástica Débora Russo, ex-diretora do Museu Casa Alfredo Andersen e Centro Juvenil de Artes Plásticas, disse que “Porto de Cabedelo” é considerada a primeira paisagem e retratação do povo brasileiro do norueguês Alfredo Andersen.

Nesta obra, ele registra a praia do litoral nordestino, suas construções e a população dentro do seu cotidiano simples. Ele retrata uma vegetação exuberante com a presença de pessoas que se protegem do sol, sob os galhos e folhas de uma frondosa árvore. Os barcos também estão presentes, demonstrando os hábitos cotidianos de pescadores do local. Seus reflexos ficam caracterizados nas águas do mar. A luminosidade presente nesta obra é registrada como uma característica inédita até este momento na carreira de Andersen.

CONHEÇA A HISTÓRIA DE ALFREDO ANDERSEN

Alfredo Andersen foi um artista norueguês considerado “O Pai da Pintura Paranaense” por suas inúmeras contribuições nas áreas da pintura, da formação de artistas e por seus registros pictóricos do Paraná do século XIX.

Nascido em 1860 em Kristiansand, na Noruega, desde muito jovem já demonstrava interesse e aptidão para a arte, recebendo uma sólida formação artística adquirida em importantes instituições educacionais do norte da Europa.

Em 1892, o artista que já era conhecido em sua terra natal, viaja com seu pai, capitão da marinha mercante, rumo à Argentina. Viagem que terminou antes de seu destino final quando por um extravio no barco eles aportaram no porto de Paranaguá.

A partir de então, Andersen passou a viver no estado, residindo dez anos em Paranaguá antes de se transferir para Curitiba, onde pôde ter contato com personalidades locais e criar um atelier para a formação de artistas.

Alfredo Andersen nasceu em Kristiansand, na Noruega, em 3 de novembro de 1860. Pintou sua primeira tela intitulada “Akt” aos treze anos. Foi aceito como discípulo de Wilhelm Krogh. Atuou com pintor, escultor, decorador, cenógrafo e desenhista.

Em 1879 ingressou, por concurso, na Academia Real de Belas Artes de Copenhagen. Foi professor de desenho livre na Escola de Rapazes, junto ao Asilo de Vesterbron, rompendo com a tradição de ensino através da cópia de gravuras impressas, adotando o modelo vivo.

PROFESSOR DE DESENHO E ANIMADOR DAS ARTES PLÁSTICAS

Como crítico de arte foi enviado a Paris para o Salão Oficial de Belas Artes. Em 1891 e 1892 viajou pela Europa, Ásia, Índia e América, e chegou ao Brasil na Paraíba do Norte em 1892, pintou “Porto de Cabedelo”, seu primeiro registro artístico no país. Após retornar à Noruega fez outra grande viagem partindo da Inglaterra em direção a Buenos Aires. Alguns concertos no navio em que viajava exigiram uma parada em Paranaguá, no Paraná, onde permaneceu por dez anos, cativado pelo Brasil. Casou-se com Anna de Oliveira, descendente de índios, constituindo uma família de quatro filhos.

Em 1902 transferiu-se para a capital, Curitiba. Fez projetos para escolas oficiais de arte e foi professor de Desenho na Escola Alemã, Colégio Paranaense, Escola de Belas Artes e Indústrias de Mariano de Lima e Escola Profissional Feminina República Argentina.

Alfredo Andersen foi, acima de tudo, um grande animador das Artes Plásticas do Paraná. Ensinou como um grande mestre, orientou tendências como um sábio, permitiu a liberdade de criação, desenvolvendo assim, um trabalho pioneiro na formação de algumas gerações de pintores entre os quais destacam-se Traple, Freysleben, Lange de Morretes, Theodoro de Bona, Maria Amélia D’Assunção, Isolde Höltte, seu filho Thorstein, entre outros.

Como pintor e desenhista, documentou sua época, dentro de três linhas temáticas: o retrato, a cena de gênero e a paisagem. Utilizou uma linguagem plástica própria, fruto da concepção artística presente na Noruega do século XIX.

Em 9 de agosto de 1935, Andersen faleceu na sua residência-atelier, onde se situa hoje o museu. Pelo seu trabalho pictórico, durante toda sua vida passou a ser considerado o “Pai da Pintura Paranaense”. (MCAA).https://paranaportal.uol.com.br/gente/obra-numero-um-de-alfredo-andersen-porto-de-cabedelo-estara-em-exposicao-na-fazenda-puruna-ao-lado-de-de-bonna-nisio-e-mirtilo-trombrini/
Obra número um de Alfredo Andersen, Porto de Cabedelo, estará em exposição na Fazenda Purunã ao lado de De Bonna, Nisio e Mirtilo Trombrini
Porto de Cabedelo, pintado em um pedaço da vela do navio, é a primeira e principal obra de Alfredo Andersen, o Pai da Pi..
Pedro Ribeiro - 29 de abril de 2021, 12:25

Artistas brasileiras selecionadas para a exposição “The Venice Glass Week” na Itália

As artistas brasileiras Désirée Sessegolo e Cristine Baena foram selecionadas para expor suas obras “Vuoti” e “Viva La Vida”, respectivamente no “The Venice Glass Week”, a maior exposição de arte em vidro na cidade de Veneza, na Itália.

Uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Veneza e concebida por Fundação dos Museus Cívicos de Veneza, Fundação Giorgio Cini-LE STANZE DEL VETRO, Instituto Vêneto de Ciências, Letras e Artes e pela mais importante associação do setor, a Consorzio Promovetro Murano, gerente da marca da Região Veneto Vetro Artistico® Murano - faz parte do programa de "Grandes Eventos" apoiado pela Região do Vêneto.

Centenas de pedidos de participação foram recebidos pelo secretariado do "The Venice Glass Week" e selecionados pelo Comitê Científico, presidido por Rosa Barovier Mentasti - historiadora do vidro veneziano e composto por Rainald Franz - diretor do MAK-Museu Austríaco de Artes Aplicadas / Arte Contemporânea de Viena, Susanne Jøker Johnsen - diretora da Royal Danish Academy - Architecture, Design e Conservação de Copenhague e Diretora do Centro Europeu de Vidro e Cerâmica em Bornholm, na Dinamarca, acompanhados pelo curador Jean Blanchaert e o artista Marcantonio Brandolini d'Adda.

Pedidos de fundações, galerias de arte, museus, instituições culturais, universidades, institutos de ensino superior, vidrarias, fornos, empresas, artistas e colecionadores privados italianos e estrangeiros confirmam a grande vivacidade do cenário artístico, cultural e produtivo na cidade e a força atrativa de um tema que também é sentido no exterior, como uma "linguagem universal".

O programa do festival, de acordo com a tradição, consistirá em iniciativas das mais variadas espalhadas pela região, em sua maioria com entrada gratuita e terão como tema principal o vidro artístico e terá apelo a públicos de todas as idades, envolvendo as cidades de Mestre, Veneza e Murano.

Forte pela valorização das edições anteriores, um dos centros nevrálgicos do evento na cidade será o HUB da Semana do Vidro de Veneza, no Campo Santo Stefano, no Instituto Vêneto de Ciências, Letras e Artes na sede do Palazzo Loredan, que nesta edição hospedará uma seleção de obras de cerca de vinte artistas locais e internacionais, onde duas artistas brasileiras exporão suas obras.

“The Venice Glass Week” é realizado desde 2017 e este ano, acontece de 04 a 12 de setembro, nas cidades de Veneza, Murano e Mestre na Itália. Serão expostas obras de mais de vários artistas do mundo todo e este ano, do Brasil, somente duas artistas foram selecionadas.

Em sua terceira participação, a artista brasileira Désirée Sessegolo apresenta sua obra intitulada de “Vuoti” (vazio, em português). A instalação é composta por 300 peças em vidro branco, suspensas por fios de nylon, medindo 2,5 metros de comprimento por 0, 50 metros de largura e profundidade, pesando 10 quilos. As peças foram produzidas por meio de uma técnica própria no atelier da artista em Curitiba, que com suas diferentes formas, compõem uma obra inspirada no abstracionismo orgânico de Henry Moore, Barbara Hepworth e no surrealismo de Joan Miró.

“Vuoti” expressa a linguagem da artista, caracterizada por criar espaços vazados em vidro, evidenciados por efeitos de luz e sombra, como forma poética de evidenciar o vazio onipresente no universo, instigando o observador a reflexões.

O material utilizado é de origem tcheca, fabricado seguindo legislações europeias de proteção do meio ambiente e todos os resíduos gerados na realização da obra, foram integralmente reciclados na produção de acessórios de moda, à venda no site da artista -www.desireesessegolo.com, comprovando o inesgotável potencial de transformação e reciclagem do material. Como técnica, Désirée Sessegolo desenvolveu a sua própria, denominada como “Vidro Celular”, definida pelo seu processo de fusão, onde as partículas de vidro se movimentam buscando um equilíbrio físico, originando texturas orgânicas compostos por espaços vazados que remetem a texturas celulares.

“Ao associar as formas vazias, estabelecemos uma relação que vai além do pensamento estético, propondo também uma reflexão sobre a frágil e delicada presença da vida no universo.”, explica Désirée Sessegolo sobre a concepção de suas obras.

Já a artista Cristine Baena, apesar de já ter participado de outras exposições, estreia no "The Venice Glass Week” com sua obra "Viva La Vida" (Viva a vida, em português).

Toda construída com descarte de copos de vidro adquiridos por quilo de uma cristaleira paulistana e fundidos, estes cacos são tecnicamente retrabalhados e esculpidos para surgir a obra numa sincronia entre o velho e o novo ao utilizar ainda garrafas de vidro recortadas e recicladas. "Viva La Vida" é uma obra que retrata as máscaras que todos nós usamos diariamente buscando aprovações e nos libertamos quando finalmente conseguimos transformá-las, mostrando realmente como somos, de corpo e alma.

"Este trabalho é sobre as máscaras que todos usamos e a coragem de nos libertarmos da aprovação dos outros", explica Cristine Baena sobre a ideia da concepção de sua obra. "A força dentro de nós rompendo paredes e energias acumuladas durante nossas vidas. Podemos amar a nós mesmos, aos outros. Podemos AMAR.", conclui a artista.

"Viva la Vida" leva o espectador a se colocar dentro da obra vivenciando a emoção de liberdade e autoconhecimento, convidando-o a olhar através, entre ou contra as imagens disformes, procurando por um ângulo, uma sombra, uma composição que faça sentido dentro de sua própria busca.

Cristine tem grande parte de seu trabalho em obras de arte suspensa, mas trabalha também com a criação de peças exclusivas de decoração e acessórios de moda, misturando outros materiais ao vidro, sempre sua principal matéria prima.

A composição da obra de Cristine Baena mede 40 x 40 x 40cm, pesa dois quilos, utilizando o método de fusão em vidro, que possibilita infinitas formas, texturas, densidade e VIDA ao vidro, diferente e contrapondo como conhecemos o material, rígido, geométrico e frágil. Sua inspiração vem da transparência e seus estados. As cores ou a ausência delas, as dimensões associadas a emoções que transcendem e sublimam sentimentos ocultos.

O festival The Venice Glass Week é promovido pela Câmara Municipal de Veneza e organizado pela Fundação dos Museus Cívicos de Veneza, LE STANZE DEL VETRO - Fundação Giorgio Cini, Instituto Vêneto de Ciências, Letras e Artes e Consórcio Promovetro Murano.

Para acompanhar tudo o que estará acontecendo sobre o The Venice Glass Week, os interessados devem assinar a newsletter no site oficial do evento, no https://www.theveniceglassweek.com/.

Sobre o festival:

Com um programa de eventos, no conceito híbrido, tanto on-line como presencial na cidade de Veneza, o festival “The Venice Glass Week” conta com exposições, demonstrações e visitas guiadas, tendo como base o sucesso alcançado em 2019 quando 103.000 visitantes reuniram-se em Veneza, Murano e Mestre para participar dos mais de 200 eventos propostos em mais de 100 locais diferentes. Mesmo em um ano complicado pela Covid-19, como foi 2020, obrigando a indústria do vidro a fechar por meses, a edição #TheHeartOfGlass teve mais de 62.000 visitantes.

A “fabricação” do vidro é um conhecimento repassado de tradições ancestrais por gerações, enraizadas no DNA de Veneza, uma cidade que respira arte e produção, sempre inovando, unindo tradição e modernidade, tornando-se um orgulho italiano, admirado no mundo todo.

Sobre Désirée Sessegolo:

Désirée Sessegolo, é uma artista multidisciplinar ítalo-brasileira nascida na cidade de Curitiba, Brasil. Formada em Design pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), seu trabalho é reconhecido pelo Museu Alfredo Andersen, Casa João Turin, Museo del Vidrio de Bogotá, International Biennale of Glass na Bulgária e The Venice Glass Week na Itália dentre outros. Já participou de mais de 50 mostras, sendo 8 individuais, 27 coletivas e 15 internacionais. Possui escultura no acervo da International Biennale of Glass na Bulgária e além do Brasil, um atelier também em Vicenza, na Itália.

Outras conquistas da artista em 2021:

- The Glass Prize - Reino Unido (artista selecionada) com a obra “Empty”
- International Biennale of Glass - Bulgária (artista selecionada) com a obra “Voids”

Contatos:
Site: www.desireesessegolo.com
Facebook: www.facebook.com/veniceglassweek/
Instagram: @desireesessegolo
WhatsApp: 055 41 99963-2784
E-mail: desiree_sessegolo@hotmail.com

Sobre Cristine Baena

Cristine Baena é paulistana de nascença, mas com alma inquieta, viveu em Miami, Curitiba e Cidade do México. Formou-se em Artes Visuais na Universidade Tuiuti em Curitiba, onde inicia sua carreira. Mudou-se para o México, onde trabalhou como artista residente no Studio Romero Gurman, de 2008 a 2011.

É membro da Glass Art Society (GAS), e participa de conferências anuais nos EUA. Também é membro da Scottish Glass Society e da Contemporary Glass Society (UK), além de ter participado da Masterclass com Richard Wentworth no North Lands Creative Glass em Lybster, na Escócia, em Setembro de 2016, um marco em sua vida.

Fez uma série de oficinas em Barcelona, EUA e São Paulo para aprender e desenvolver técnicas de manipulação de vidro.

Modernistas como Antoni Gaudí, Alexander Calder, Henry Moore e Wassily Kandinsky são alguns dos grandes mestres inspiradores de suas obras.

Executou obras nos Estados Unidos e teve duas exposições próprias entituladas "Alma de Vidro", uma em Ouro Preto, em 2017 e a outra em São Paulo no D&D, em 2019. Vivendo agora no Brasil está com projetos em andamento.

Teve seu recente trabalho "Hope" avaliado por um júri da Glass Art Society (GAS) que a levou a participar da exposição "Visions in Glass" em St. Petersburg, FL, em Abril de 2019 e em 2020, teve sua outra obra "Tribo" selecionada pelo júri da Glass Art Society, sendo convidada a expor na Suécia.

Participação de Cristine Baena no The Venice Glass Week

2021 – Viva la Vida

Outras conquistas de 2021

- The Glass Prize - Reino Unido (artista selecionada) com a obra "Hope"

- Exhibition Textures da Contemporary Glass Society – Reino Unido (exposição on-line)

Contatos:

Site: http://www.cristinebaena.com/

Facebook: www.facebook.com/cristinebaenaglass

Instagram: @cristinebaena_art / @baenaglassstudio

WhatsApp: +55 11 99858-1777

E-mail: cristinebaena.art@gmail.com

Serviço:
Exposição - The Venice Glass Week
Data: 04 a 12 de setembro de 2021
Local: Instituto Vêneto de Ciências, Letras e Artes
Endereço: Campo Santo Stefano, 2945, Veneza
Entrada: Gratuita
Informações: www.theveniceglassweek.com
Site do evento: www.theveniceglassweek.com

Programação especial celebra 160 anos de Alfredo Andersen, mestre da pintura paranaense

No próximo dia 3 de novembro, Alfredo Andersen completaria 160 anos. E para celebrar a data, o complexo Museu Casa Alfredo Andersen (MCAA), que abriga o museu e a academia de artes que leva o nome do artista, em conjunto com a Sociedade de Amigos de Alfredo Andersen organizaram uma série de eventos para lembrar a sua relevância histórica e celebrar o legado deste importante ícone da arte paranaense e brasileira.

A programação começa no dia 2, com a abertura oficial da Semana Andersen 2020 e o lançamento de um selo comemorativo ao emigrante norueguês. E segue com atividades diárias até o dia 6, quando será inaugurada a exposição dos alunos “Vista da Janela” em homenagem a uma de suas mais famosas pinturas, a qual retrata o bairro curitibano do Alto da Glória a partir da janela de seu ateliê. A programação completa segue abaixo.

“Se hoje o Paraná produz arte contemporânea com muita qualidade, isso se deve muito à obra de um pioneiro: Alfredo Andersen. Ele foi um dos responsáveis pelo lançamento das bases para que, dentro de um processo cultural, se desenvolvesse no Paraná uma infraestrutura para uma metodologia do ensino da arte e do fazer artístico, inclusive deixando diversos discípulos que também fizeram história na pintura”, explica Luiz Gustavo Vardanega Vidal Pinto, diretor do MCAA.

Biografia – Alfredo Andersen nasceu em Kristiansand na Noruega em 1860 e completou sua formação artística na Dinamarca. Apesar de conhecido na Europa, optou viver no Paraná. A partir de 1892, em Paranaguá; e mais tarde, em 1902, em Curitiba.

Foi professor em colégios particulares e deu aulas em seu próprio atelier, formando uma geração de artistas paranaenses, como Lange de Morretes, Freyesleben, Estanislau Traple, Ghelfi, Koop, e Theodoro De Bona, entre outros.

Considerado o pai da pintura paranaense, foi um dos mais talentosos e emotivos intérpretes da gente e da paisagem do Estado do início do século 20. E sua importância para a cultura local é tão significativa que, no ano de 1959 foi inaugurado, em Curitiba, um museu que leva seu nome, sendo o único museu dedicado a um norueguês fora de seu pais de origem.

Programação:

Dia 02/11 – Abertura da Semana Andersen 2020 com o lançamento do “Selo Comemorativo 160 anos de nascimento de Alfredo Andersen”.

Lançamento de proposta “#compartilhandersen” em redes sociais, chamada para participação do público com postagens de obras do artista e experiências com o espaço Museu e Academia Andersen.

Vídeo da atriz Sandra Gutierrez declamando a poesia “Melancolia”, sobre obra: Rocio

03/11 – Menção Honrosa da Câmara dos Vereadores por Julieta Reis, em homenagem ao pintor Alfredo Andersen. Pronunciamento da Sessão plenária assembleia Legislativa do Paraná, pelo Deputado Rubens Recalcatti. Vídeo do governador Ratinho Junior, no Palácio Iguaçu, sobre a relevância de Andersen para o Estado.

04/11 – Live: Bisnetos de Andersen – Bate papo com os bisnetos do pintor, Wilson Andersen Balão e Dirceu Andersen Júnior, juntamente com o diretor do MAA, Luiz Gustavo Vidal e a mediadora Maria Ângela Marques.

05/11 – Divulgação das cinco obras imperdíveis do Acervo de Alfredo Andersen (TOP 5).

06/11 – Abertura da Exposição “Vista da Janela”, no espaço expositivo da Academia Andersen, com transmissão pelas redes sociais.

Lançamento do catálogo digital da exposição.

Serviço:

Semana Alfredo Andersen

Quando: de 3 a 6 de novembro

Mais informações: www.comunicacao.pr.gov.br

http://www.mcaa.pr.gov.br/

facebook.com/museucasaalfredoandersen

@museucasaalfaredoandersen