MON inaugura sua 16ª exposição virtual no Google Arts & Culture

O Museu Oscar Niemeyer (MON) inaugura a exposição “Gente no MON”, do fotógrafo Dico Kremer, no Google Arts & Culture. É a 16ª exposição virtual do MON na plataforma.

Realização do próprio Museu, a mostra foi inaugurada em outubro de 2020, com curadoria do professor Fernando Bini. Reuniu 84 fotos selecionadas entre mais de 5 mil imagens de visitantes anônimos do MON entre março de 2016 e novembro de 2019.

GOOGLE ARTS & CULTURE – O MON ingressou na plataforma Google Arts & Culture em fevereiro de 2018, ao lado dos grandes museus do Brasil e do mundo. Além de “Gente no MON”, outras exposições estão disponíveis na plataforma. Entre elas: “Fernando Velloso por ele mesmo”; “O que é Original?”, de Marcelo Conrado; “Declaração de Princípios”, de Geraldo Leão; “Luz ≅ Matéria”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”; “Nos Pormenores um Universo – Centenário de Vilanova Artigas”; “Irmãos Campana”; “Não Está Claro até que a Noite Caia”, da artista Juliana Stein; “Circonjecturas”, do artista Rafael Silveira; “O Último Império”, de Serguei Maksimishin; “Man Ray em Paris”; “Antanas Sutkus: Um Olhar Livre” e “União Soviética Através das Câmeras”.

Lançado em 2011, o Google Arts & Culture tem parcerias com mais de 2 mil museus e instituições culturais em todo o mundo. O MON está entre os mais de 60 museus brasileiros desde fevereiro de 2018.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço:
Museu Oscar Niemeyer
“Gente no MON”, do fotógrafo Dico Kremer
Plataforma Google Arts & Culture
Disponível em https://bit.ly/MONGoogleArtsAndCulture

Prestinaria anuncia que vai assumir café do MON

A novidade vai funcionar no modelo “petit”, ou seja, nos mesmos moldes da unidade localizada no bairro Juvevê, com o diferencial de que também servirá cafés

CURITIBA, 14/09/2021 – Quem não gosta de um croissant crocante de amêndoas, preparado com massa levemente doce, aerada e dourada? Agora, que tal se deparar com esse e outros preparos deliciosos em um dos pontos turísticos mais famosos de Curitiba, o Museu Oscar Niemeyer (MON), com toda facilidade do “take away”? A Prestinaria – A Casa de Pães, um dos empreendimentos gastronômicos mais tradicionais da capital paranaense, acaba de anunciar o lançamento de uma nova loja: a Prestinaria do MON.

“É com muita felicidade que vemos a nossa marca vinculada a um dos endereços mais incríveis de Curitiba: o Museu Oscar Niemeyer. Os curitibanos têm muito orgulho do museu, que além de todo simbolismo cultural e arquitetônico, se transformou em uma parada obrigatória para quem deseja ter momentos muito agradáveis. Ver a Prestinaria fazendo parte do espaço sempre foi um sonho, que agora vai se transformar em realidade, criando essa conexão cada vez mais intensa entre arte e gastronomia”, comenta o empresário Marcelo Almeida, que comanda a Prestinaria ao lado de Fábio Sarraff.

O empreendimento vai funcionar, a partir do dia 17 de setembro, no modelo “petit”, ou seja, nos mesmos moldes da unidade da Prestinaria localizada na Rua Moyses Marcondes, no Juvevê, que se transformou em um grande sucesso. O diferencial do modelo é a praticidade, com autoatendimento fácil e rápido, sem deixar de lado a tradição e a qualidade. Além disso, a novidade será inicialmente uma loja pop up, com duração de seis meses de contrato.

No cardápio, além dos famosos croissants, que serão assados no próprio local, nas versões tradicional e Amêndoas, o público poderá encontrar e levar para casa – ou para o gramado do MON, os deliciosos Pain Au Chocolat, Pastel de Belém, Le Croque e Le Veggie. Todos os itens oferecidos são preparos artesanais de fermentação natural desenvolvidos com produtos de alta qualidade e sem aditivos químicos, livres de pesticidas e agrotóxicos.

Para potencializar a experiência, a nova unidade da Prestinaria contará com diferentes opções de cafés especiais, que serão servidos em copos especiais para viagem. As bebidas são preparadas com blends exclusivos produzidos pela microtorrefação 4Beans Coffee Company. “Na Prestinaria do MON, vamos oferecer de maneira prática e rápida preparos que carregam toda a nossa excelência a fim de deixar os dias dos curitibanos e dos turistas ainda mais agradáveis e repletos de sabor”, completa Fábio Sarraff.

Sobre a Prestinaria

Com mais de 20 anos de história, a Prestinaria, comandada por Fábio Sarraff e Marcelo Almeida, se consolidou como uma das principais referências da gastronomia curitibana. Com muita tradição e qualidade, resultado do cuidado com cada detalhes do processo de produção, a primeira unidade da Prestinaria, que funciona desde 1999 no bairro Bigorrilho, é um grande sucesso de público e críticas.

Além disso, em 2020 a fórmula do sucesso da Prestinaria foi replicada em dois novos endereços na cidade: no bairro São Lourenço, onde funciona uma unidade no modelo tradicional, com toda linha de produtos e serviços da casa de pães, e no bairro Juvevê, que recebeu a primeira unidade da Prestinaria Petit, baseada no conceito “take away”.

A Prestinaria do MON vai funcionar ao lado da bilheteria do Museu Oscar Niemeyer, com o conceito “take away”, com pedido e retirada no local. A inauguração está prevista para sexta-feira, dia 17 de setembro, em tempo para a estreia da exposição de OSGEMEOS, marcada para o dia 18. Mais detalhes, entre eles os horários de funcionamento, serão divulgados nos próximos dias no perfil oficial da Prestinaria no Instagram (@prestinaria).

MON apresenta a exposição da artista Kika Costa

O Museu Oscar Niemeyer (MON) apresenta a exposição inédita “Formas & Anjos: Obras de Kika Costa (1984-2021)”, que reúne uma visão panorâmica da produção da artista desde a década de 1980 até hoje.
A artista, que é uma pessoa com deficiência, nasceu em 1961, em Porto Alegre (RS), onde vive. Trabalha exclusivamente com cerâmica, numa produção sistemática e contínua.
“A principal missão de uma instituição cultural é democratizar a arte, e ela deve ser exercida em sua plenitude”, diz a diretora-presidente do Museu, Juliana Vosnika. “Certamente, a exposição de Kika Costa contribuirá para ampliar o debate sobre as produções artísticas de pessoas com deficiência, que muitas vezes encontram limitadores.”
Ela explica que o MON se consolida, ano após ano, como uma instituição dinâmica, aberta ao diálogo artístico e à troca de experiências múltiplas. Com essa preocupação, o MON criou o Núcleo de Acesso e Participação (NAP), para ampliar o acesso de todos os públicos a obras do acervo e às atividades oferecidas pela instituição.
“O objetivo é inserir cada vez mais a comunidade no Museu, participando ativamente de suas ações e propostas”, comenta Juliana.
Kika Costa tem obras nos acervos do Museu Oscar Niemeyer (MON), do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS) e do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), entre outros.

A mostra
A exposição tem curadoria de Gaudêncio Fidelis e curadoria adjunta de Ana Zavadil. “A obra de Kika Costa é uma contribuição significativa para a história das formas artísticas dentro de uma perspectiva criativa, estética e cultural que tem muito a nos ensinar sobre a natureza do objeto de arte como gerador de conhecimento”, diz Gaudêncio.
Para a curadora Ana Zavadil, a produção da artista é uma “demonstração de superação dos mais diversos obstáculos que um artista precisa enfrentar para produzir e ter sua obra reconhecida. Especialmente se essa artista é também uma pessoa com deficiência em um mundo que é essencialmente normativo”, comenta Ana.
Durante a exposição, será lançado o livro homônimo de autoria do curador e historiador de arte Gaudêncio Fidelis. Com 320 páginas e ilustrado por cerca de 600 obras, o livro se propõe a investigar os deslocamentos da obra da artista no campo da arte e da cultura.

O curador
Gaudêncio Fidelis (Brasil, 1965) é curador e historiador de arte. É mestre em Arte pela New York University (NYU) e doutor em História da Arte pela State University of New York (SUNY), com a tese “A Recepção e a Legibilidade da Arte Brasileira Contemporânea nos Estados Unidos” (1995-2005). Foi fundador e primeiro diretor do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, em 1992. Publicou inúmeros livros, entre eles, “O Cheiro como Critério: em Direção a uma Política Olfatória em Curadoria” (Argos, 2015). Foi diretor do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) entre 2011-2014. Foi curador-chefe da 10a Bienal do Mercosul – Mensagens de uma Nova América, em 2015, e curador da exposição “Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, em 2017, exibida em Porto Alegre no Santander Cultural e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 2018. Desde 2019, é financiado pelo Institute of International Education (IIE) – Scholars Rescue Fund (SRF) e pelo programa The New School University in Exile Consortium (UIE), enquanto trabalha como pesquisador na Parsons School of Design, em Nova York.

A curadora-adjunta
Ana Zavadil (Brasil, 1957) é curadora e historiadora da arte brasileira moderna e contemporânea. É graduada em História, Teoria e Crítica de Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), 2004, e mestre em História, Teoria e Crítica de Arte pela Universidade de Santa Maria/RS (2011) com a dissertação “Reatando os Nós: Arte & Fato Galeria, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul e Torreão, espaços de legitimação em Porto Alegre” (1985-1997). Foi curadora-chefe do Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS (2013-2014), curadora assistente da 10ª Bienal do Mercosul: “Mensagens de uma Nova América”, em 2015, e curadora-chefe do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MACRS (2015-2018); pertenceu à equipe de acervo e curadoria do MACRS (2011, 2012). Publicou o livro “Entre Curadoria AZ” (2013), mapeamento da jovem produção de arte contemporânea no Rio Grande do Sul, do período 2000-2013. Publicou também o livro “Há Tempo Atento ao Tempo” (2011), monografia do artista Leandro Selister.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço:
Exposição “Formas & Anjos: Obras de Kika Costa” (1984-2021)
Sala 11
Museu Oscar Niemeyer (MON)
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON inaugura a exposição da artista Sonia Dias Souza

O Museu Oscar Niemeyer (MON) reabriu ao público com uma nova exposição: "Radical", primeira individual da artista Sonia Dias Souza, na Sala 1 do Museu. Com curadoria de Agnaldo Farias, a mostra tem caráter imersivo e reúne fotografias e instalações inéditas.

“O conjunto dos trabalhos propõe introspecção, mas, simultaneamente, diálogo com o imaginário universal, num dualismo instigante”, comenta a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

O objetivo é compartilhado pela instituição: o Museu Oscar Niemeyer tem o propósito de sensibilizar as pessoas pela arte. “Ao oferecer experiências múltiplas, como a apresentação do interessante trabalho dessa artista, facilita ao espectador uma leitura mais plural sobre si mesmo e sobre o mundo”, diz Juliana.

Um exemplo é a instalação “A semente que somos”, trabalho composto por cerca de três mil sementes de flores de lótus desidratadas, unidas por finos fios de arame e penduradas através de fios de pesca. As sementes foram escolhidas pela artista em razão do seu simbolismo, por estarem ligadas ao processo da vida e de sua superação.

“A beleza desta obra está em fazer refletir sobre a flor de lótus, que brota destas sementes apesar do ambiente adverso em que está enraizada, como a esperança que nasce do lodo”, comenta Juliana.

As muitas possibilidades de interpretação e a expansão de significados são marcas registradas da artista, que recusa a temporalidade e a possibilidade de perspectiva única em sua obra.

Os trabalhos apresentados se desenvolvem em conexão, sobre a relação do homem consigo e com seu entorno; sobre sua finitude, sua existência subjetiva como parte da complexa estrutura que sustenta a vida. Todos foram concebidos como janelas pelas quais encontramos possíveis acessos de novos sentidos e alternativas para a solução dos conflitos, inquietudes e medos que nos afligem nessa experiência da vida contemporânea

O título da exposição é inspirado pelo contraste entre a essência da natureza humana e as manifestações do Universo, ambas presentes na sutileza da produção de Sonia Dias Souza. “Radical” também traduz a noção de raiz como metáfora do engajamento de qualquer ser vivo com sua própria evolução, algo presente em sua busca.

A artista acredita que o universo, em suas diferentes dimensões, do macro ao micro subatômico, se organiza e se autorregula como uma composição de energias que estão em movimento e fluxo constantes, acontecendo através de processos interdependentes de interação e comunicação, do qual nós, humanos, somos parte.

“O mundo material que nos rodeia não é diferente. É uma rede de padrões inseparáveis de relações e a nossa evolução está na qualidade dessas relações”, diz Sonia.

O trabalho apresentado reúne expressões plásticas de uma visão subjetiva de nossa existência como fenômeno da complexa estrutura que sustenta o grande mistério da vida.

“Esta não é uma simples exposição de obras de arte. Para sua individual no Museu Oscar Niemeyer, Sonia Dias Souza preparou um ambiente único, um espaço projetado para tocar num ponto essencial: nós e o mundo somos uma coisa só”, explica o curador Agnaldo Farias.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço:
Exposição “Radical”, da artista Sonia Dias Souza
Sala 1
Museu Oscar Niemeyer (MON)
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON leva “O Mundo Mágico dos Ningyos” a São José dos Pinhais

O Museu Oscar Niemeyer (MON) leva a São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, a exposição “O Mundo Mágico dos Ningyos”, uma versão da que está em cartaz no Museu. A mostra poderá ser vista a partir de 11 de junho, no Museu Atílio Rocco.

“Uma das maiores coleções de arte asiática da América Latina, que pertence ao acervo do Museu Oscar Niemeyer (MON) graças a uma generosa doação feita pelo professor Fausto Godoy, apresenta-se aqui num novo recorte”, explica a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

“O Mundo Mágico dos Ningyos” traz para perto do público a singular coleção de bonecos japoneses que, naquele país, extrapola o lúdico infantil. Muito mais do que brinquedos, são objetos de forte simbologia, revelam os costumes e a cultura do Japão.

Fausto Godoy, que assina a curadoria da exposição, explica que os Ningyos ocupam um lugar diferente na sociedade japonesa, em relação aos bonecos no Ocidente. “Para nós, eles são brinquedos, enquanto no Japão são objetos cheios de significados milenares, que evocam uma atmosfera mágica e ritualística”, diz. “São muito valiosos, frágeis e guardados como tesouros de família.”

Tradicionalmente, os Ningyos são presentes utilizados para desejar longevidade, saúde e fertilidade aos recém-nascidos. Também são exibidos pelas famílias em datas especiais e a eles se atribui a missão de proteger e purificar as casas que os recebem.

O significado da palavra Ningyo é “forma humana”: nin (humano, gente) e gyo (forma). “Esses objetos aqui apresentados atravessaram os últimos 200 anos do Japão e mostram um viés pouco explorado, mas extremamente rico, da alma e da cultura japonesas”, comenta Godoy.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço:
“O Mundo Mágico dos Ningyos”
Período expositivo: 11 de junho a 18 de julho
Museu Atílio Rocco (Rua Quinze de Novembro, 1.660)
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON estará aberto também às segundas-feiras

O Museu Oscar Niemeyer (MON) tem uma novidade aos seus visitantes: a partir de 24 de maio, passará a abrir também às segundas-feiras. A iniciativa tem o objetivo de oferecer mais uma opção para que o público visite o local em segurança, dentro do rígido protocolo sanitário que, entre outras questões, determina a limitação de pessoas para garantir o distanciamento seguro durante a pandemia.

De acordo com a determinação da Superintendência de Cultura do Paraná, o MON estará fechado neste sábado e domingo (22 e 23/5).

“A ideia é oferecer um dia a mais da semana como opção para que o público visite o MON em segurança e tranquilidade”, explica a diretora-presidente da instituição, Juliana Vosnika.
Ela lembra que um dos itens do rigoroso protocolo sanitário aprovado pela Secretaria de Estado da Saúde prevê público reduzido e limites individuais em cada sala expositiva, de acordo com o tamanho de cada uma.

O amplo espaço físico de 35 mil metros quadrados faz com que o MON, maior museu de arte da América Latina, seja uma das opções mais seguras de lazer durante a pandemia.
“É importante que o Museu continue sendo um espaço vivo e atuante e que a arte levada até o público possa ter um papel inspirador”, comenta Juliana. “Além de conteúdo, o Museu oferece aos visitantes leveza, entretenimento e descontração de maneira muito segura”, diz.

Outra medida adotada foi a substituição de todo o material impresso, como guias e folders, por versões digitais, disponíveis por QR codes. O protocolo completo de segurança do MON está disponível aqui: bit.ly/protocolomon.

Conteúdo
Várias exposições estão em cartaz atualmente no MON. São elas: “A Travessia do Desastre”, de François Andes; “Schwanke, uma Poética Labiríntica”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Segunda Edição”; “Japonésia”, de Naoki Ishikawa; “O Mundo Mágico dos Ningyos”; “Luz ≅ Matéria”; “África, Mãe de Todos Nós”; “Museu em Construção”; “Espaço
Niemeyer”; “Cones” e obras do Pátio das Esculturas.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço:
Museu Oscar Niemeyer
Aberto ao público: de segunda a sexta, das 10h às 18h
www.museuoscarniemeyer.org.br