Sinfonia das Águas: orquestra Ladies Ensemble apresenta concerto gratuito no MON

Primeira orquestra do Brasil formada exclusivamente por mulheres traz espetáculo que presta homenagem ao Paraná, imigração e poesia das águas, com patrocínio da Sanepar. Grupo acaba de confirmar para 2026 nova apresentação num dos principais palcos mundiais da música clássica, a Sala São Paulo.

Destaque da música clássica brasileira, a orquestra Ladies Ensemble faz um concerto especial em Curitiba no início de dezembro. Apresenta pela primeira vez na cidade uma de suas mais novas produções, “Sinfonia das Águas”, em única apresentação no dia 7 de dezembro (domingo), às 17h30, no Vão-livre do Museu Oscar Niemeyer (MON). A entrada é franca.

Sediada em Curitiba, a Ladies Ensemble é a primeira orquestra do país composta exclusivamente por mulheres e conta com grande prestígio na cena da música erudita. Entre outros reconhecimentos, acabou de receber a confirmação para sua segunda apresentação num dos principais palcos da música erudita mundial, a Sala São Paulo, no próximo ano.

Com patrocínio da Sanepar e Governo do Paraná, a montagem é apresentada pelo Ministério da Cultura, por intermédio da Lei Rouanet. Tem apoio do Solar do Rosário, Auditório Regina Casillo, Alcion Bubnak e Cia da Roupa.

Formada por 22 musicistas, a orquestra tem direção artística de Fabiola Bach Akel e regência do maestro Alexandre Brasolim. Neste espetáculo, contará também com a participação da bailarina Helena Honesko e dos músicos convidados: Fabrício Ribeiro (flauta transversal), Murillo da Rós (guitarra flamenca), Thiago Lira (trompete), além da cantora Orly Bach. A introdução será apresentada pela professora Clarice Miranda, especialista em música clássica.

Imigração, amor e Paraná

Todos esses elementos costuram um concerto que mescla inspirações do elemento água com uma história de amor. Essa, por sua vez, foi baseada em fatos reais e que retratam a saga dos imigrantes europeus que participaram da construção do Brasil e deixaram marcas profundas e histórias ligadas ao Paraná, como conta Fabiola.

“A linha condutora é a história de dois casais de imigrantes que chegam ao Brasil, sendo que um deles é formado por uma espanhola e um francês e o outro por alemães do Volga. Esse enredo será contado na introdução da professora Clarice”, explica Fabiola. “A partir daí, apresentamos um repertório de música clássica que traz composições de alguns dos países que formaram nossa identidade multicultural, passando por nações como Alemanha, França, Espanha, Portugal, Itália e Ucrânia, além de composições árabes e do Brasil. Como todos os imigrantes naquela época – século XIX - vieram pelo mar e se deslocavam muito por rios, costuramos o repertório com músicas que também relembram a poesia das águas”.

O concerto estreou em Ponta Grossa, em setembro, e depois também foi apresentado em Castro, no mês seguinte. “Criamos o espetáculo com suporte da Sanepar, que foi muito sensível em apoiar este trabalho que presta homenagem às raízes do Paraná e à natureza. Por esse motivo, o projeto também passou pelo interior e agora chega a Curitiba”, completa Fabiola. “E retornamos para nossa cidade sede com esta ótima notícia: o convite para nos apresentarmos pela segunda vez na Sala São Paulo, dentro da programação oficial do espaço, que está entre os mais cultuados da música erudita internacional”. A apresentação na capital paulista será no dia 15 de março, com uma montagem inédita que está sendo produzida com inspiração na cultura espanhola.

Repertório e história

O programa completo da “Sinfonia das Águas” traz as seguintes composições: “O Carnaval dos Animais – Aquário” (Camille Saint-Saëns), “Canção do Mar” (Dulce Pontes), “Os Barqueiros do Volga” (Mily Balakirev), “Ondas do Danúbio” (Ion Ivanovici), “O Carnaval dos Animais – O Cisne” (Camille Saint-Saëns), “España Cañi” (Pascual Marquina Narro), “Aqua Marine” (Paco Cepero), “Cavalleria Rusticana – Intermezzo” (Pietro Mascagni), “Ya Rayah” (Rachid Taha), “Salut d’Amour” (Edward Elgar), “Bukovyns’kyy Skrypal” (música folclórica ucraniana) e “Rio Paraná” (Telmo de Lima Freitas).

SOBRE A ORQUESTRA LADIES ENSEMBLE

Ladies Ensemble é a primeira orquestra profissional formada exclusivamente por mulheres no Brasil. Nasceu em 2009, em Curitiba, do sonho da violista Fabiola Bach de Andrade Akel: criar um espaço onde talento, excelência e protagonismo feminino caminhassem juntos. Reunindo musicistas experientes e jovens promessas, a Ladies Ensemble transforma a música clássica em algo vivo e próximo de todos. Seu repertório ousado resgata a world music e cria experiências culturais únicas e inesquecíveis. Já foram mais de 300 mil pessoas impactadas em apresentações por todo o Paraná e Santa Catarina, na programação anual do Solar do Rosário – que abriu o Auditório Regina Casillo para ser a “casa” oficial da Ladies Ensemble –, em escolas, praças públicas e na marcante apresentação na Sala São Paulo, a convite da Fundação OSESP, o principal palco da América Latina.

Mais do que concertos, a Ladies Ensemble forma novas plateias e inspira gerações. Leva música de qualidade a quem não tem acesso e abre caminhos para que meninas e mulheres ocupem, cada vez mais, seu lugar de destaque na música. Ladies Ensemble é uma celebração vibrante do talento feminino e da força transformadora da música.

“Sinfonia das Águas”, com a orquestra Ladies Ensemble.

Quando: dia 7 de dezembro (domingo), às 17h30.
Local: Vão-livre do Museu Oscar Niemeyer (MON)
Endereço: Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba - PR
Entrada: franca
Siga: www.instagram.com/ladiesensemble/

Banquete Tutano reúne seis chefs em noite única de cozinhas autorais em Curitiba

O encontro inédito faz parte da programação do Festival Tutano, um dos principais encontros gastronômicos do país

Curitiba, setembro de 2025 – Parte da programação do Festival Tutano 2025, o Banquete Tutano acontece no dia 28 de setembro, em Curitiba, como uma extensão exclusiva do evento que já se consolidou como um dos principais encontros gastronômicos do país. O jantar em seis tempos, realizado no Uma Ova, nova casa de frutos do mar do complexo Madá/Sbagliato, reunirá seis chefs de grande renome nacional em uma noite inédita com ingressos limitados.

Entre os destaques da noite, está a presença de Luana Sabino, do Metzi, restaurante que figura na lista dos Latin America’s 50 Best Restaurants 2024 e no Guia Michelin. Outros nomes de peso são Rubens Catarina, que acaba de encerrar um ciclo de dez anos no Grupo D.O.M. ao lado de Alex Atala, trazendo ao evento um repertório de alta técnica e pesquisa de produto, e Danilo Parah, que assina duas casas recomendadas pelo Guia Michelin, Rudä e Mäska.

Cláudia Krauspenhar (K.sa), três vezes eleita Chefs 5 Estrelas e participante do programa Mestre do Sabor, será a responsável por reforçar a identidade local com produtos do Paraná e hospitalidade como marca registrada. Os anfitriões da noite serão Wellington Almeida, à frente do Uma Ova, e Giovani Vivan, representante da nova geração curitibana, com passagens pelo Punk Cuisine e experiência em Portugal.

Mais do que uma experiência gastronômica, o Banquete se propõe a criar uma narrativa conjunta, onde cada prato é pensado como uma conversa à mesa. Cada chef será responsável por um preparo que dará continuidade ao trabalho do anterior, em um fluxo que conecta técnica, produto e visão autoral. Durante o evento serão servidos seis preparos surpresa, sendo três entradas, dois pratos principais e uma sobremesa.

“O Banquete Tutano é a face mais intimista do Festival, pensado para oferecer uma narrativa gastronômica que só pode ser vivida nessa noite. É uma oportunidade de reafirmar a força criativa da culinária brasileira e de valorizar o encontro entre diferentes estilos e gerações”, destaca o chef Beto Madalosso, idealizador do Festival Tutano.

Serviço:

· Data: 28 de setembro (domingo), a partir das 20h

· Local: Uma Ova (R. Saldanha Marinho, 1230 - Centro)

· Formato: 6 tempos (3 entradas, 2 principais, 1 sobremesa)

· Ingressos: R$ 490 (sem bebidas) | R$ 660 (com harmonização de vinhos, cervejas e coquetéis, taça a taça)

· Reservas: https://widget.getinapp.com.br/oPMlnGkG (Após a reserva, a equipe entrará em contato para realizar o pagamento. A confirmação da reserva só é feita após efetuado o pagamento)

Fórum Tutano reúne líderes e especialistas para debater o futuro da gastronomia brasileira

Em 2025, a programação conta com 5 painéis e 5 palestras, ações desenhadas para provocar reflexões e gerar conexões diretas entre palco e plateia

Curitiba, setembro de 2025 - Mais do que um dia de palestras, o Fórum Tutano é o ponto de encontro de quem constrói, transforma e inspira o setor gastronômico no Brasil. No dia 29 de setembro, o Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba (PR), recebe a 6ª edição do evento, que reúne chefs, empresários, investidores, consultores e fornecedores para um mergulho profundo em tendências, gestão, inovação, arquitetura, comunicação e tecnologia, além de muito espaço para networking qualificado e troca de experiências que podem mudar o rumo de um negócio.

Em 2025, a programação contará com 5 painéis e 5 palestras, todos desenhados para provocar reflexões e gerar conexões diretas entre palco e plateia. “O Fórum nasceu para fomentar conversas que geram impacto real na gastronomia brasileira. É um espaço onde ideias viram projetos, contatos viram parcerias e insights viram resultados concretos”, afirma Alessandra Vianna, sócia e organizadora.

Nomes que fazem a diferença

Entre os destaques desta edição estão Facundo Guerra (Grupo Vegas), Katherina Cordás (Tuju), Danilo Parah, Matheus Krauze (Grupo Rua) e Vanessa Huguinin (Food-se), profissionais que vão compartilhar histórias, aprendizados e bastidores. Apesar de estarem no palco, engana-se quem pensa que eles ficam distantes: o formato do evento aproxima o público, permitindo perguntas, conversas no café e networking espontâneo.

“No último ano, fui às palestras de forma bem despretensiosa e, em cada uma delas, levei um ‘chacoalhão’. Foi a virada de chave que eu precisava. Entendi que precisava ser uma líder diferente para ter uma equipe diferente. Fiz mudanças profundas e hoje acredito que estamos no melhor momento da marca, com uma equipe mais engajada e que realmente faz tudo acontecer”, conta a chef confeiteira Roberta Schwanke.

Conteúdo pensado a dedo

A curadoria do Fórum Tutano nasce de um trabalho contínuo de escuta ativa. A cada edição, os organizadores se reúnem com empresários e profissionais do setor para mapear os assuntos mais urgentes. Confira a programação completa da edição 2025:

08h30 – Credenciamento e Café de boas-vindas público Tutano

09h00 – Abertura do Evento com Beto Madalosso [Tutano | Carlo | Madá | Sambiquira | Magrela | Uma Ova] - “A importância dos eventos gastronômicos para o desenvolvimento do setor”

09h30 – Palestra de Abertura com Rê Cruz [Foodness] – “Tendências de consumo e estratégias para encantar o cliente”

10h30 – Painel “A Dor do Crescimento – Os desafios e recompensas de expandir um negócio de alimentos e bebidas”. Mediador: Estela Cotes [Mamoca]
Convidados:
• Beto Madalosso [Tutano]
• Matheus Krause [Grupo Rua]
• Elaine Moura [Popcorn Gourmet]

11h30 – Palestra com Luiz Carlos Kuns Passos [Compagás] – “Eficiência à mesa: como o gás natural canalizado pode impulsionar o seu negócio”

12h00 – Painel “Cadê o garçom que estava aqui? Está no Uber – Como cuidar de quem cuida dos clientes”. Mediador: Rubens Catarina
Convidados:
• Ariane Cereda [Nexa Soluções]
• Katherina Cordás [Tuju]
• Danilo Parah [Mäska | Rudä | Roxy]

14h00 – Palestra com Facundo Guerra [Grupo Vegas] – “A arte de tirar ideias do papel (e fazer dar certo)”

14h30 – Painel “Não é Só Decoração – Arquitetura como estratégia de negócios". Mediador: Thabata Martin [Verso]
Convidados:
• Guilherme Bez [Studio Guilherme Bez]
• Claudia Pereira [Claudia Pereira Arquitetura]
• Facundo Guerra [Grupo Vegas]

15h30 – Palestra com Elaine Moura [Popcorn Gourmet] – “Protagonismo feminino na gastronomia”

16h30 – Painel “Da comanda ao algoritmo – Como a tecnologia está mudando a gastronomia". Mediador: Patrícia Albanez [Sebrae]
Convidados:
• Carlos Drechmer [Acom Sistemas]
• Ricardo Dornelles [Ecoa]
• Re Cruz [Foodness]

17h30 – Palestra com Rubens Catarina [Antiácido] – “Ostra feliz não faz pérola”

18h00 – Painel “Entre o Like e a Conta – Estratégias de comunicação para transformar engajamento em vendas”. Mediador: Carolina Garofani [Caramelodrama]
• René Seifert e Fernando Vianna [UFPR]
• Vanessa Huguinin [Food-Se]
• Guilherme Lobão [Comida de Pensar]

Conexão que continua além do evento

Criado em 2018, o Fórum Tutano se consolidou como uma rede ativa de relacionamento a todos que buscam atualização e conexão com as últimas tendências e inovações do setor. Além das palestras, a comunidade no WhatsApp mantém palestrantes, participantes e parceiros em contato, trocando experiências e oportunidades durante todo o ano. Em 2025, essa troca será reforçada por um momento especial ao final do evento: uma confraternização descontraída, logo após o último painel, para brindar, ouvir música e celebrar as novas ideias e conexões formadas

O Fórum Tutano 2025 acontece no dia 29 de setembro, das 8h30 às 19h, no Salão de Eventos do Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba (PR). Os ingressos estão disponíveis no site: http://www.tutanogastronomia.com.br/. Para mais informações sobre o evento, acesse o perfil oficial no Instagram: @tutanogastronomia.

Restaurante Tuju, duas estrelas Michelin, apresenta sua expertise em hospitalidade no Fórum Tutano

Sócia do restaurante paulistano e diretora do Tuju Pesquisa, Katherina Cordás será um dos destaques do maior evento gastronômico do Sul do Brasil, que será realizado em Curitiba

Curitiba, setembro de 2025 – Reconhecido como uma referência em hospitalidade, o restaurante Tuju, em São Paulo, tem em Katherina Cordás um dos pilares de sua proposta. Sócia da casa e responsável pela experiência do cliente, ela foi a mente à frente do projeto que rendeu ao restaurante o prêmio Gin Mare Art of Hospitality no Latin America’s 50 Best Restaurants 2024.

No Fórum Tutano 2025, que acontece em Curitiba (PR), no dia 29 de setembro, Katherina vai compartilhar essa visão no painel “Cadê o garçom que estava aqui? Está no Uber”, abordando os desafios de atrair e manter talentos em um setor que sofre com escassez de mão de obra. A participação tem o objetivo de compartilhar sua experiência e mostrar como políticas de valorização, ambiente criativo e oportunidades de crescimento se tornam fundamentais para reter colaboradores.

“Hospitalidade é uma linguagem silenciosa, feita de gestos que muitas vezes escapam à percepção imediata, que permanecem gravados na memória. A verdadeira hospitalidade não está no prato que chega à mesa, mas no olhar que acompanha esse gesto”, destaca Katherina.

Além da hospitalidade, Katherina é uma das principais referências em pesquisa aplicada à gastronomia contemporânea. Ela lidera, ao lado do chef Ivan Ralston, o Centro de Pesquisa e Criatividade Tuju, onde ingredientes brasileiros são estudados em profundidade quanto à textura, aroma, forma e ciclo sazonal, num trabalho que não apenas inova nos cardápios, mas também desperta no time um senso de pertencimento e de aprendizado contínuo.

Sobre o Fórum Tutano

Criado em 2018, o Fórum Tutano se consolidou como um dos principais pontos de encontro do setor gastronômico no Brasil. O evento, que faz parte da programação oficial do Festival Tutano, que terá uma intensa programação entre os dias 27 e 29 de setembro, reúne chefs, empresários, investidores, consultores e fornecedores para debater tendências, inovação, arquitetura, comunicação e tecnologia, além de fomentar o networking e a troca de experiências.

A edição de 2025 do Fórum Tutano acontece no dia 29 de setembro, no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba (PR), dentro do Festival Tutano. A programação prevê cinco painéis e cinco palestras, além de uma confraternização para celebrar novas conexões e ideias. Os ingressos estão disponíveis em http://www.tutanogastronomia.com.br/ e mais informações podem ser encontradas no perfil oficial da Tutano Gastronomia no Instagram: @tutanogastronomia.

Festival celebra a inclusão com cultura, tecnologia e protagonismo PcD no Museu Oscar Niemeyer

Instituto Buko Kaesemodel

Entre os dias 20 e 22 de agosto, o 4º Festival Inclusão em Cena reúne apresentações culturais, debates, oficinas e ações de empregabilidade durante a Semana da Pessoa com Deficiência

Faltando duas semanas para a sua realização, o 4º Festival Inclusão em Cena já movimenta o ecossistema da inclusão em Curitiba e região De 20 a 22 de agosto, o Museu Oscar Niemeyer (MON) será tomado por uma programação gratuita e vibrante dedicada à diversidade, acessibilidade e transformação social. Inédito no Sul do país, o Festival se consolida em 2025 como uma das mais completas plataformas de cultura, empregabilidade, tecnologia e diálogo para pessoas com deficiência e suas famílias.

Realizado pelo Coletivo Inclusão, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Governo Federal, o Festival reúne pessoas com e sem deficiência em um espaço plural onde a arte, o encontro e as iniciativas inclusivas ocupam o protagonismo. O encerramento no dia 22/08 será feito com o grupo Tesão Piá, do humorista Fagner Zadra, cadeirante, ativista e um dos embaixadores do Festival.

Este ano, o tema "Metamorfose" conduz as atividades do evento, que conta com atrações artísticas, painéis, oficinas, mutirão de empregabilidade, serviços públicos acessíveis e soluções tecnológicas que promovem qualidade de vida e oportunidades reais para a população com deficiência. "Mais do que um evento, o Festival é uma ação coletiva, feita com e para pessoas com deficiência. Ele reúne práticas inovadoras, dá visibilidade ao talento e propõe mudanças concretas na sociedade. É uma celebração, mas também um chamado à transformação", destaca André Caminski, gestor do Coletivo Inclusão e um dos organizadores do evento.

Inclusão na prática

Além de ocupar um dos espaços culturais mais acessíveis do país, o MON, o Festival se propõe a ser inclusivo em todos os aspectos: pessoas com deficiência integram as equipes de produção, recepção, fotografia, apoio técnico e alimentação. A ação conta com o apoio de iniciativas como a Zouk Produções (primeira produtora de eventos do Brasil formada exclusivamente por pessoas com deficiência), o coletivo Somos Todos Brasucas e a Unilehu, referências em inclusão produtiva.

Mostra Cultural Coletivo Inclusão

Um dos momentos mais aguardados da programação, a Mostra Cultural do Coletivo Inclusão acontece nas tardes dos dias 20 e 21 de agosto, no auditório Poty Lazzarotto. Mais de 100 crianças, adolescentes e adultos com deficiência apresentam trabalhos de dança, teatro e capoeira, frutos dos projetos realizados com APAEs e outras instituições parceiras do Paraná e Santa Catarina.

A programação cultural inclui ainda grupos convidados como o Pequeno Cotolengo, o projeto Inclusive nas Artes, o grupo Mirrage e outras instituições que atuam com a arte como ferramenta de inclusão.

Balcão da Inovação e Tecnologias Assistivas

Instalado no Chão de Vidro do MON, o Balcão da Inovação funciona de 20 a 22 de agosto, das 9h às 17h, como uma feira interativa com a presença de startups, universidades, organizações sociais e instituições públicas. O espaço oferece serviços gratuitos como a emissão da Carteira CIPTEA (Pessoa com Transtorno do Espectro Autista); atualização de dados e emissão do título de eleitor acessível por parte do TRE-PR e orientações sobre direitos, benefícios e serviços públicos

Mutirão da Empregabilidade PcD

Com o desafio de combater a exclusão do mercado de trabalho, o Mutirão da Empregabilidade acontece no dia 22, das 10h às 16h, no Salão de Eventos do MON. Pelo segundo ano, o Mutirão é realizado em parceria com o Departamento da Pessoa com Deficiência da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano de Curitiba. Empresas contratantes oferecerão vagas exclusivas para PcD, com possibilidade de contratação imediata. Haverá ainda apoio para elaboração de currículos por parte do Senac PR. Tudo com acessibilidade em Libras. Na abertura do Mutirão, o Coletivo Inclusão fará o lançamento da Cartilha da Empregabilidade.

No mesmo espaço, será montado o Espaço Conviver Inclusivo com Sala Calma para pessoas neurodivergentes, um estande do Reencantando a Vida, do Coletivo Inclusão, com dinâmicas de ioga e comunicação não violenta promovidas pelo projeto para mães atípicas e itens da Panificadora Escola Nilza Tartuce, produzidos por pessoas com deficiência. No local também estarão a Unilehu, que ofertará cursos gratuitos para PcD, o Instituto IBGPEX da UNINTER com o Programa Despertar, a empresa captadora Valor com Propósito e o Professor Nilson Sampaio com o livro "Como Fazer a Verdadeira Inclusão e Engajar Pessoas". Ao lado, no vão livre, o público poderá fazer uma vivência com os alunos do projeto de Basquete em Cadeira de Rodas do Coletivo Inclusão.

Painéis, oficinas e rodas de conversa

O Festival também é um espaço de escuta e aprendizado. Estão programados painéis temáticos, rodas de conversa e oficinas ao longo dos três dias de evento, com participação de profissionais da saúde, educadores, artistas, mães atípicas, ativistas e pessoas com deficiência.

A abertura oficial, no dia 20/08 às 9h, terá uma apresentação musical do Coral do Instituto Paranaense de Cegos (IPC), seguida da palestra magna com a psicóloga Fátima Minetto, referência nacional em maternidade atípica e inclusão.

No dia 22, o auditório recebe uma sequência de debates. Pela manhã o Painel "Trabalhar é um Direito" – com Deborah Maia (Somos Todos Brasucas), Luciane Passos (especialista em Emprego Apoiado) e Tatielle Barbieri (APABB), Roda de Conversa com jovens com deficiência intelectual e Pitch de empresas e instituições: Droga Raia, Festval, Cavi, Clean Fast e o case do TRE-PR.

À tarde, os destaques são o Painel "Risos e Traços", com o humorista Fagner Zadra e o artista visual Nilson Sampaio e "Diagnosticar para Cuidar", com a Dra. Carolina Prando (Pequeno Príncipe) e Luz Maria Romero (Instituto Buko Kaesemodel).

Duas rodas de conversa no Salão de Eventos complementam a programação. Dia 21: "Doenças Neurodegenerativas: por que é importante conhecer" com a professora Katia Prus (UFPR). E dia 22: "Desafios para contratar educadores físicos no paradesporto" com Moisés Batista, Adriana Inês de Paula e Thiago Filipi

Oficinas e vivências artísticas

Na tarde do dia 21, o Espaço de Oficinas do MON recebe duas oficinas de arte com o artista Professor Sampaio. Das 14h às 15h, o público participa de uma vivência com pigmentos naturais acessível a pessoas com e sem deficiência. Das 15h30 às 17h, a atividade será voltada à formação de professores, com foco em arte inclusiva e sustentável.

Embaixadores da Inclusão

Em 2025, o Festival passa a contar com o apoio de Embaixadores da Inclusão, pessoas que atuam com visibilidade e comprometimento com a causa. Entre eles:

Brener Pereira – ativista e produtor cultural
Linda Franco – ativista e mãe atípica
Rafaela Hoebel – atriz e diretora surda
Henry Xavier –comentador esportivo cego
Diogo Almeida e Fagner Zadra – humoristas engajados na causa da inclusão
Entrada gratuita e acessibilidade garantida

Toda a programação do Festival é gratuita e conta com acessibilidade comunicacional, incluindo intérprete de Libras e ações voltadas à acessibilidade física, sensorial e atitudinal.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA
📍 Museu Oscar Niemeyer - 20, 21 e 22 de agosto

DIA 20 – QUARTA-FEIRA

Auditório Poty Lazzarotto
9h – Cerimônia de Abertura

Presença de autoridades
Apresentação dos Embaixadores da Inclusão
Coral do Instituto Paranaense de Cegos (IPC)
Palestra magna com a psicóloga Fátima Minetto: "Quando o diagnóstico chega: escuta, vínculo e possibilidades"

13h30 às 16h – Mostra Cultural Coletivo Inclusão – "Metamorfose"
17h – Espetáculo convidado: "Para Ler e Viajar, Basta Começar" (Pequeno Cotolengo)

Chão de Vidro – 9h às 17h
Balcão de Inovação e Tecnologias Assistivas

CAVI Acessibilidade
Centro de Desenvolvimento Abarquiano (CDAPP)
Agrárias em Ação (UFPR)
Coletivo Inclusão
Instituto Buko Kaesemodel
MP-PR – Atendimento à população
Mundo Adaptado
My Ploy
SEDEF – Emissão da CIPTEA
TRE-PR – Emissão e atualização do Título de Eleitor
UFPR – LABERG
UNILEHU – Caixa de Sensações
UNINTER – SIANEE

DIA 21 – QUINTA-FEIRA

Auditório Poty Lazzarotto
13h30 às 16h – Mostra Cultural Coletivo Inclusão – "Metamorfose"
17h – Apresentações convidadas:

Miss e Mister Síndrome de Down
Esquete de dança "Aquarela do Brasil" – APMI (Itaperuçu)
Clean Fast
Musical “A Bela e a Fera” – Grupo Mirrage
Chão de Vidro
9h30 e 11h – Esquete de dança Inclusive nas Artes
9h às 17h – Balcão de Inovação e Tecnologias Assistivas

Salão de Eventos
16h30 – Roda de conversa: "Doenças Neurodegenerativas: por que é importante conhecer"
Com Katia Prus (UFPR) e Telma Pelaes de Carvalho

Espaço Oficina MON
14h às 16h – Oficina de desenho com professor Sampaio (para público PcD)
16h às 17h30 – Oficina de desenho com professor Sampaio (para professores)
Ambas mediante inscrição

DIA 22 – SEXTA-FEIRA

Auditório Poty Lazzarotto
9h – Painel: "Trabalhar é um Direito: desafios e caminhos da empregabilidade PcD"

Deborah de Araújo Maia – Somos Todos Brasuca
Luciane Passos – pesquisadora em Emprego Apoiado
Tatielle Barbieri – APABB
Jovens com deficiência: Antônio R. Zamparo Jr., Bruno Schneider e Carolina Ruaro

10h30 – Pitch de cases institucionais:

Droga Raia
CAVI
TRE
Supermercados Festval

12h – Intervalo para almoço

13h30 – Painel "Risos e traços: quando a arte aproxima e inclui"

Humorista Fagner Zadra
Artista visual Nilson Sampaio
Mediação: Dani Brito
15h – Painel "Diagnosticar para cuidar: um olhar atento às doenças raras"

Dra. Carolina Prando (Hospital Pequeno Príncipe)
Luz Maria Romero (Instituto Buko Kaesemodel)
Mediação: Adriana Czelusniak
19h – Apresentação de encerramento: Tesão Piá

Chão de Vidro – 9h às 17h
Balcão da Inovação e Tecnologias Assistivas

Salão de Eventos
9h45 – Lançamento da Cartilha de Empregabilidade – Coletivo Inclusão

** fotos para divulgação - https://drive.google.com/drive/folders/1NonhZeZTZeD7Q4RFzy_goM5Mp2Rqu9rc

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Festival Inclusão em Cena
Festival Inclusão em Cena
Coletivo Inclusão

Festival Tutano 2025 reuniu grandes nomes da gastronomia nacional no MON

6ª edição do evento, que acontece entre os dias 27 e 29 de setembro, consolida Curitiba como polo de inovação gastronômica no Brasil

31/07/2025 – O maior encontro gastronômico do Sul do Brasil já tem data marcada: de 27 a 29 de setembro, o Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, será palco da 6ª edição do Festival Tutano. A expectativa é receber mais de 3 mil pessoas durante o fim de semana e 400 profissionais no Fórum com uma programação intensa que une gastronomia, cultura, educação e inovação.

Criado pelo chef Beto Madalosso, o evento nasceu em 2018 como Fórum Tutano, com a proposta de conectar profissionais e apaixonados pela gastronomia através da promoção de debates, troca de experiências e valorização da cadeia alimentar. Com a curadoria da equipe Tutano, formada por Dani Volcov, Ale Vianna, Pati Papp e Fernanda Ávila, o evento evoluiu e, em 2023, ganhou o formato de festival. Hoje, consolida-se como um dos principais encontros gastronômicos do país, atraindo chefs, produtores, empreendedores, pesquisadores e amantes da boa mesa.

“O Fórum Tutano nasceu para fomentar conversas relevantes entre profissionais e fortalecer toda a cadeia que faz a gastronomia acontecer, enquanto o festival veio para ampliar esse debate e aproximar a cultura e a culinária local do grande público. Essa união transformou a Tutano em uma plataforma única de conexão, conhecimento e experiências. Em 2025, queremos ir além e surpreender ainda mais, oferecendo uma imersão completa no futuro da gastronomia brasileira”, afirma Madalosso.

Ao longo de sua história, o evento já trouxe mais de 150 participações relevantes para o setor, entre eles Bela Gil, Rodrigo Bellora, João Diamante, Carolina Oda, Néli Pereira, Marcos Livi, Facundo Guerra, Marcelo Correa Bastos, João Doria, Alberto Landgraf, Rodrigo Oliveira e Manu Buffara. Para a edição de 2025, o Festival Tutano promete expandir sua programação com palestras, painéis de debate, aulas-show, experiências sensoriais e apresentações culturais, além de uma curadoria gastronômica especial com expositores locais, produtores independentes e marcas reconhecidas nacionalmente.

Festival Tutano: sabores, experiências e uma grande celebração gastronômica

O Festival Tutano é um grande encontro da gastronomia brasileira. Com dois dias (sábado e domingo) de programação, o evento reúne feira gastronômica, ingredientes regionais, aulas-show, degustações, atrações culturais e muito mais. “É um verdadeiro parque de diversões pra quem ama comer, beber e descobrir novos sabores”, pondera Madalosso.

Entre os estabelecimentos confirmados para a feira gastronômica estão Madá, Magrela Café, Kitsune, Ragú e Lucca Cafés Especiais, além dos já consagrados espaços colaborativos, entre eles Espaço Curitidoce, com confeitarias da cidade; Espaço Chocolates Bean to Bar; Espaço Tour de Boteco, com bares e botecos curitibanos; Stand do Litoral do Paraná, reunindo produtores de Morretes, Antonina e Pontal; Espaço Pães, com curadoria do mestre-padeiro René Seifert; Espaço Coquetelaria, com curadoria de Gabriel Bueno; e o tradicional Espaço Café, que neste ano amplia a participação de marcas e experiências.

Na aguardada programação de aulas-show, o público contará com 28 apresentações de grandes nomes da cena gastronômica. Entre os destaques estão Lênin Palhano, à frente dos restaurantes feer e Trama; Anna Cury, do Grupo Accuro; Danilo Parah, chef carioca com passagens pelo Maska, Rudä e Roxy Dinner Show — presente no Guia Michelin 2024 e 2025; Karla Manfredini, que apresentará uma receita com cambira, peixe defumado típico do litoral paranaense; André Pionteke, ex-MasterChef e idealizador do Kitsune; e muitos outros.

Fórum Tutano: inovação, tendências e o futuro da gastronomia no Brasil

O terceiro dia do evento (segunda-feira) será dedicado ao Fórum Tutano, voltado para profissionais da gastronomia. O espaço reunirá chefs, produtores, empreendedores, consultores e especialistas do setor de alimentos e bebidas para palestras, painéis, mentorias, rodas de conversa e networking, sempre com foco em inovação, tendências e boas práticas.

Entre os temas confirmados para 2025 estão “Arquitetura à Mesa”, que discutirá e o impacto de arquitetura, design e decoração na conceituação, posicionamento e operação de negócios gastronômicos”; “A Dor do Crescimento”, painel já tradicional do Fórum que discute os desafios e aprendizados de negócios em expansão; a “Uberização da mão de obra e os novos dilemas da gestão de pessoas”, uma conversa urgente sobre relações de trabalho no setor, motivação, precarização e cultura organizacional; “Tecnologia e Inteligência Artificial nos negócios de A&B”, apresentando como as novas ferramentas estão transformando a gestão, a operação e o atendimento nos estabelecimentos”, além de mentorias com o SEBRAE e espaços de relacionamento e networking.

O Festival Tutano vai acontecer nos dias 27 e 28 de setembro, das 11h às 19h, enquanto o Fórum Tutano será realizado no dia 29 de setembro, das 8h30 às 19h, ambos no Museu Oscar Niemeyer (MON). A programação oficial do evento será divulgada em breve. Os ingressos serão vendidos a partir do dia 05 de agosto, na plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/festival-tutano-gastronomia/3053629. Para mais informações, acesse o perfil oficial da Tutano Gastronomia no Instagram: @tutanogastronomia ou o site: http://www.tutanogastronomia.com.br/.

MON realiza nova exposição internacional no Olho

“Re-Selvagem”, da artista francesa Eva Jospin, é a próxima exposição internacional realizada pelo Museu Oscar Niemeyer (MON) e a primeira mostra da artista no Brasil. Com curadoria de Marcello Dantas, a inauguração será no dia 5 de junho, às 19h, no Olho e Espaços Araucária.

A exposição reunirá nove obras de grandes dimensões, entre elas instalações e desenhos, além de dois vídeos. A matéria-prima das instalações é o bordado de seda e o papelão, mas a artista também usa madeira, bronze, tecido e outros materiais.

“Eva Jospin no Museu Oscar Niemeyer reforça nossa missão de conectar o público paranaense com o que há de mais relevante na arte contemporânea mundial”, afirma a secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira. “Esta exposição ainda reafirma a diretriz de diplomacia cultural que o Paraná estabelece com a França, em um ano especialmente significativo, marcado pelas celebrações do Ano do Brasil na França e da França no Brasil”.

A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, afirma que a sensibilidade da artista francesa Eva Jospin fica evidente nesta exposição. “Ao abordar a natureza e o tempo em poéticas obras de arte, ela evoca nossa memória afetiva”, diz.

Juliana comenta que o encontro físico com a arte faz a pessoa se reconhecer e reconhecer sua história por meio das obras. “Num mundo acelerado, o espaço presencial dos museus se apresenta como equilíbrio perfeito para nossa saturação digital”, destaca. “Este é e deve ser sempre um dos papéis do museu: despertar sentimentos profundos de nosso inconsciente”.

O curador Marcello Dantas conta que Eva Jospin é conhecida por seu meticuloso trabalho de criar, com as próprias mãos, ilusões de um mundo imaginário — arquiteturas silenciosas e espaços naturais abundantes, que nascem do gesto paciente e obsessivo de devolver à matéria um sentido de origem.

“A floresta, para Jospin, é mais que uma representação da natureza. É um lugar simbólico, onde o mistério, o inesperado e a transformação acontecem”, diz Dantas. “Como nos contos antigos, suas florestas são territórios onde nos perdemos para nos reencontrar”. Em “Re-Selvagem”, o visitante atravessa trilhas de papel e sombra, entra em universos de folhagens esculpidas, experimentando uma espécie de rito íntimo. As formas evocam memórias esquecidas, despertam imagens do inconsciente coletivo e provocam silêncio.

A artista
Eva Jospin nasceu em Paris (1975), onde formou-se na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts. Nos últimos 15 anos, vem criando florestas meticulosas e paisagens arquitetônicas, que explora por meio de diversas mídias. Desenhadas a tinta ou bordadas, esculpidas em papelão ou em bronze, suas obras evocam jardins barrocos italianos, decorações rocaille do século XVIII e grutas artificiais. Foi residente na Villa Medici, em Roma, em 2017, e eleita para a seção de Escultura da Academia de Belas Artes em 2024.

Entre suas exposições internacionais, destacam-se: “Inside”, no Palais de Tokyo, em Paris (2014); “Sous-Bois”, no Palazzo dei Diamanti, em Ferrara (2018); “Eva Jospin - Wald(t)räume”, no Museum Pfalzgalerie, em Kaiserslautern (2019); “Among the Trees”, na Hayward Gallery, em Londres (2020); “Paper Tales”, no Het Noordbrabants Museum, em Den Bosch (2021); “Galleria”, no Musée de la Chasse and Nature, em Paris (2021); “Panorama”, na Fondation Thalie, em Bruxelas (2023); e “Palazzo”, no Palais des Papes, em Avignon (2023).

Em 2024, apresentou duas novas exposições individuais: “Selva”, no
Museo Fortuny, em Veneza, durante a 60ª Bienal de Veneza, e “Eva
Jospin - Versailles” na Orangerie do Castelo de Versalhes. Também desenvolveu diversas instalações de grande porte como parte de encomendas especiais, incluindo “Panorama” (2016), no centro do Cour Carrée do Louvre, e “Cénotaphe” (2020), na Abadia de Montmajour. Além disso, criou uma série de painéis bordados para o desfile Dior Haute Couture 2021-2022 (Chambre de Soie, 2021).

O curador
Marcello Dantas é um renomado curador, diretor artístico e produtor brasileiro, reconhecido por sua abordagem interdisciplinar que integra arte, tecnologia e experiências sensoriais imersivas. Nascido no Rio de Janeiro em 1968, Dantas possui uma formação acadêmica diversificada: estudou Relações Internacionais e Diplomacia em Brasília, História da Arte e Teoria do Cinema em Florença, e graduou-se em Cinema e Televisão pela New York University, onde também realizou pós-graduação em Telecomunicações Interativas.

Ao longo de sua carreira, Marcello Dantas foi responsável pela concepção e direção artística de diversos museus e pavilhões, tanto no Brasil quanto no exterior. Também é conhecido por curar exposições de grande impacto, que atraem vasto público e crítica especializada. Entre elas “Ai Weiwei: Raiz”, do artista chinês Ai WeiWei, e “Invisível e Indizível”, do artista espanhol Jaume Plensa, ambas no Museu Oscar Niemeyer.
SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “Re-Selvagem” – Eva Jospin
Abertura: 5 de junho, 19h
Espaços: Olho e Espaços Araucária 1 e 2

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Peças milenares, Andy Warhol, Tarsila do Amaral; conheça as raridades do acervo do MON

Maior museu de arte da América Latina abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de coleções asiática e africana. O acervo é de aproximadamente 14 mil obras de arte.
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Está no acervo do MON a serigrafia “The Shadow” (1981), de Andy Warhol, artista plástico americano e principal nome do movimento Pop Art
Foto: Gabriel Rosa/AEN

Qual é a menor e a maior obra do acervo do Museu Oscar Niemeyer (MON)? E a mais antiga? Você sabe, por exemplo, qual poderia ser considerada a mais rara ou artisticamente valiosa?

O MON é o maior museu de arte da América Latina e abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de coleções asiática e africana. São mais de 35 mil metros quadrados de área construída e um respeitável acervo com aproximadamente 14 mil obras de arte.

Embora projetado em 1967 para ser a sede do Instituto de Educação do Paraná, o edifício principal que hoje abriga o MON passou a ser utilizado para sediar algumas secretarias estaduais assim que inaugurado na década de 1970.

Em 2001, a área foi transformada em museu. O prédio antigo passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho (devido ao seu formato arquitetônico). Inicialmente batizado de NovoMuseu, o MON foi inaugurado em 22 de novembro de 2002.

Saiba algumas curiosidades sobre os edifícios, ambos projetados pelo Oscar Niemeyer, figura-chave da arquitetura moderna e um dos responsáveis pelo projeto da capital federal Brasília, bem como da coleção permanente da instituição:

OBRAS MAIS ANTIGAS
A obra mais antiga do acervo do MON faz parte da coleção asiática, doada ao Museu em 2018, e que conta com aproximadamente 3 mil peças, algumas datadas de 3 mil anos antes de Cristo. Mas se olharmos apenas para o setor pictórico do acervo, a obra mais antiga é o grafite sobre papel “Floresta do Litoral Paranaense” (1901), do artista Guilherme William Michaud.

OBRAS MAIS RARAS
Entre as obras mais raras ou artisticamente valiosas está o óleo sobre tela “Cena de Mar” (sem data), do artista paranaense Miguel Bakun - artista cuja obra será exposta na exposição “Miguel Bakun: O Olhar de uma Coleção”.

Também podem ser destacados o grafite sobre papel “Autorretrato Sentada” (1923), de Tarsila do Amaral, um dos principais nomes do modernismo no Brasil, e a serigrafia com pó mineral diamante sobre papel “The Shadow” (1981), de Andy Warhol, artista plástico americano e principal nome do movimento Pop Art iniciado nos anos 1960 nos Estados Unidos.
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Foto: Gabriel Rosa/AEN

OBRA DE MENOR E MAIOR TAMANHO
No quesito tamanho, dentro de setor pictórico do acervo, a menor obra é o nanquim sobre papel “Paisagem na Janela (apart hotel Paineira – Curitiba), da série diário gráfico” (1984), com 8 x 8,7cm, da artista Didonet Thomaz. A maior é a pintura encaustica sobre madeira “Paisagem Deslocada” (2006), de Marcus André, com 3,2 x 13,2m.

JARDINS DE INVERNO
Os jardins de inverno do prédio antigo do MON são uma solução encontrada por Oscar Niemeyer para que o interior do edifício - que contém fachadas cegas - ganhasse iluminação natural. Isso permitiria que as salas de aula, segundo o projeto original para o Instituto de Educação, se ligassem com o exterior, recebendo a iluminação e ventilação necessária, mas sem a ocorrência de ruídos, o que poderia perturbar os alunos.

VÃO LIVRE
O famoso vão livre do MON foi projetado para ter 100 metros, mas acabou sendo construído com 65 mestros, o que o colocava, quando inaugurado (1978), como o segundo maior do Brasil, atrás apenas do Museu de Arte de Sçao Paulo (Masp), que tem 74 metros. O vão livre foi possível graças a uma viga protendida criada com cabos de aço importados da Suíça.

Atualmente, a Biblioteca Latino Americana Victor Civita, no Memorial da America Latina, em São Paulo, também arquitetada por Oscar Niemeyer, possui um vão livre de 90 metros de extensão, sendo, provavelmente, o maior vão livre da América Latina. Outro recorde do arquiteto Oscar Niemeyer nesse assunto é o maior vão livre flutuante do mundo, o Palácio Tiradentes, sede do governo estadual de Minas Gerais, com 147,50 metros.
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Foto: Gabriel Rosa/AEN

ESTILO
Apesar de a aparência do edifício antigo remeter às características do Brutalismo, estilo desenvolvido a partir da década de 1950 e que defende a visão natural da estrutura, dispensando ornamentações, a produção de Niemeyer não se enquadra nesse estilo.

A Escola Paulista de Arquitetura, encabeçada pelo arquiteto curitibano Vilanova Artigas, outro nome referência da arquitetura modernista no país, foi a que mais trabalhou com o Brutalismo. Oscar Niemeyer, por sua vez, da Escola Carioca de Arquitetura e influenciado pelo francês Le Corbusier - um dos principais nomes da arquitetura do século XX - segue outras vertentes, sendo sua produção melhor inserida no International Style. Há, contudo, na produção de Niemeyer do final da década de 1960, características que se assemelham ao Brutalismo, como o concreto aparente e monobloco.

No edifício que abriga o MON, há ainda a iluminação zenital, vão livre e balanço amplo (extremidades suspensas), tais características forçam pesquisadores a encontrar um possível entrelaçamento de estilos, a buscar semelhanças que qualifiquem e aproximem a obra de Niemeyer com o Brutalismo.

MAIOR PÚBLICO
Em 2024, o Museu Oscar Niemeyer registrou o maior público de sua história: 712.196 pessoas. O número é 41% superior ao total de 2023, que havia sido de 503 mil visitantes. Nos últimos três anos, o MON vem numa curva ascendente, superando seus próprios recordes anteriores. Do total de 2024, 75% foram ingressos gratuitos.

Aproveite as férias para conhecer o “Olho da Noite”, a exposição internacional do MON

São 25 obras em grandes dimensões compostas por materiais como vidro e aço que estão dispostas no Olho, nos Espaços Araucária 1 e 2 e na área externa (espelho d’água) do museu.

O Museu Oscar Niemeyer (MON) está com uma exposição internacional em cartaz: o “O Olho da Noite”, do artista francês Jean-Michel Othoniel. São 25 obras em grandes dimensões compostas por materiais diversos como vidro espelhado e aço inoxidável, vidro espelhado e madeira, e aço e folhas douradas. As esculturas estão no Olho, nos Espaços Araucária 1 e 2 e na área externa (espelho d’água). A curadoria é de Marc Pottier e fica em cartaz no museu até o dia 25 de maio de 2025.

“Cada mostra realizada pelo MON em seu icônico Olho é singular. O que o público vê é sempre a soma do talento de um grande artista, neste caso, o contemporâneo francês Jean-Michel Othoniel, com um espaço expositivo único e deslumbrante, considerado por si só uma obra de arte, projetada pelo mestre Oscar Niemeyer”, explica a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

“A genialidade de Othoniel supera qualquer expectativa ao transformar a sala expositiva numa espécie de grande planetário, com os signos do zodíaco flutuando em forma de 12 esculturas em vidro soprado”, comenta.

No chão, está um mar de tijolos de vidros azuis que refletem, ao mesmo tempo, a constelação e o arco imaginado pelo arquiteto, numa combinação surpreendente.

“Como se não coubesse apenas dentro do espaço expositivo do Museu, a obra de Othoniel extravasa. Aos pés do prédio do Olho, o público verá grandes esculturas abstratas, inspiradas em flores, que flutuam no espelho d’água, causando um efeito surreal”, diz Juliana. Ela explica que essa vem sendo uma premissa do Museu: romper limites físicos e extrapolar os locais originalmente destinados às exposições, invadindo outros espaços.

O Olho da Noite

O curador explica que o título da exposição evoca o formato do prédio onde está a sala expositiva. “O edifício excepcional e este ‘olho’ elevado, construído por Niemeyer, é um lugar muito mais complexo do que parece, apesar da simplicidade do seu design”, comenta Pottier. “O teto é curvo e as paredes de ambos os lados são de vidro, como se estivessem suspensas acima do solo”.

Pottier explica a opção de instalar grandes esculturas abstratas, inspiradas em flores, no espelho d’água externo. “Assim como a construção de Niemeyer, que seria inspirada na Araucária, árvore simbólica da região paranaense, ele fez questão de que seus lótus subissem acima da água exibindo seus reflexos”, diz. Essas esculturas, que são monumentais, parecem relativamente pequenas em comparação com o gigantismo do edifício e são uma homenagem à paixão de Niemeyer pela botânica”.

Jean-Michel Othoniel conta que, quando era um jovem artista, teve a oportunidade de conhecer pessoalmente Oscar Niemeyer, na casa do arquiteto, no Rio de Janeiro. “A lembrança de contemplar as estrelas com ele através de uma grande janela, como se estivesse de frente para o universo curvo de Brasília, deixou uma profunda impressão em mim”, diz. “Foi nessa memória poética que minha primeira grande exposição individual no Brasil foi construída”, afirma o artista.

O artista

Jean-Michel Othoniel (França, 1964) é um artista contemporâneo que vive e trabalha em Paris. Multidisciplinar, desde o final da década de 1980, Othoniel trabalhou em diversas áreas: do desenho à escultura, da instalação à fotografia e da escrita à performance. Em 1993, começou a usar vidro, que se tornou sua marca registrada.

Desde a primeira encomenda pública em Paris, em 2000, “Le Kiosque des Noctambules”, o seu trabalho tem sido exibido tanto em museus como em espaços públicos. Entre eles, o projeto de esculturas de fontes em vidro dourado nos jardins do Château de Versailles, “Les Belles Danses”, e “Alfa”, uma instalação para o novo Museu Nacional do Qatar, com 114 esculturas de fontes. Em 2019, uma nova série de pinturas entrou na coleção permanente do Museu do Louvre.

Jean-Michel Othoniel realizou grandes exposições em todo o mundo desde a sua participação na Documenta de Kassel em 1992. Teve uma importante retrospectiva no Centre Georges Pompidou, em Paris: “My Way”. Esta foi exposta no Leeum Samsung Museum of Art/Plateau, em Seul; no Museu Hara de Arte Contemporânea, em Tóquio; no Museu de Arte de Macau, e no Museu do Brooklyn, em Nova Iorque.

Nos últimos anos, Othoniel expôs em museus e jardins no Petit Palais, em Paris; no Museu de Arte de Seul e no Jardim Botânico do Brooklyn. Atualmente, suas obras estão em alguns dos mais renomados museus de arte contemporânea, fundações e coleções particulares do mundo.

Jean-Michel Othoniel é representado pelas galerias Perrotin, Simões de Assis e Kukje.

Sobre o MON

O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço

“O Olho da Noite” – Jean-Michel Othoniel

Em cartaz até: 25/05/2025
Horário de funcionamento: terça a domingo, das 10h às 18h (acesso até as 17h30)

Ingressos: R$ 30 inteira | R$ 15 meia-entrada - Entrada gratuita toda quarta-feira

Olho, Espaços Araucária e área externa (espelho d’água)
Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999 - Centro Cívico

www.museuoscarniemeyer.org.br
https://www.instagram.com/museuoscarniemeyer/

Sr. Banana e Djambi se unem em show inédito no MON

Evento acontece no dia 11 de dezembro e conta com uma estrutura jamais vista

As bandas Sr. Banana e Djambi trazem para o Museu Oscar Niemeyer, um dos pontos turísticos de Curitiba, o show inédito “Classic Reggae Brasil”. O evento acontece, no dia 11 de dezembro, no Auditório Potty Lazzarotto. Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos no Sympla, de forma gratuita. A apresentação é uma homenagem ao Reggae Nacional e conta com a direção artística de Octávio Nassur.

O Sr. Banana, banda curitibana formada por Eduardo Pizzato e Gabriel Teixeira, mistura Rock, Reggae, Ska e Reggaeton. Primeira contratada da Virgin no Brasil, destacou-se com hits como “Encontrar” e “Ritmo da Chuva”. Já abriu shows para Bon Jovi e The Wailers, venceu o Rockgol da MTV e representou o Brasil no Festival Sunfest, na Jamaica. Após 20 anos, retornou em 2018 com novos lançamentos e parcerias com Raul Machado, Kondzilla e a gravadora Midas Music.

Já a Banda Djambi, formada por Denis Barbosa, Carlos Alberto Ribeiro, Mauricio Nassar, Marcelo Nassar e Rodolpho Grani Netto, é pioneira do reggae no sul do Brasil e tem mais de 25 anos de carreira e reconhecimento internacional. Com o hit “Barca”, ganhou projeção nacional e colaborou com Junior Marvin, ex-guitarrista de Bob Marley. A banda realizou 14 turnês internacionais, tocando em festivais como Montreux Jazz Festival e Rototom Sunsplash, além de dividir palco com grandes nomes do reggae mundial. No Brasil, destaca-se por apresentações marcantes e uma trajetória consolidada.

Para a apresentação no MON as bandas prometem emocionar o público com um repertório repleto de clássicos do reggae nacional.

Serviço:
Evento: Classic Reggae Brasil
Data: 11 de dezembro
Horário: a partir das 19h30
Local: MON - Auditório Potty Lazzarotto (Marechal Hermes, 999 - Centro Cívico)
Evento acontece no dia 11 de dezembro e conta com uma estrutura jamais vista

As bandas Sr. Banana e Djambi trazem para o Museu Oscar Niemeyer, um dos pontos turísticos de Curitiba, o show inédito “Classic Reggae Brasil”. O evento acontece, no dia 11 de dezembro, no Auditório Potty Lazzarotto. Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos no Sympla, de forma gratuita. A apresentação é uma homenagem ao Reggae Nacional e conta com a direção artística de Octávio Nassur.

O Sr. Banana, banda curitibana formada por Eduardo Pizzato e Gabriel Teixeira, mistura Rock, Reggae, Ska e Reggaeton. Primeira contratada da Virgin no Brasil, destacou-se com hits como “Encontrar” e “Ritmo da Chuva”. Já abriu shows para Bon Jovi e The Wailers, venceu o Rockgol da MTV e representou o Brasil no Festival Sunfest, na Jamaica. Após 20 anos, retornou em 2018 com novos lançamentos e parcerias com Raul Machado, Kondzilla e a gravadora Midas Music.

Já a Banda Djambi, formada por Denis Barbosa, Carlos Alberto Ribeiro, Mauricio Nassar, Marcelo Nassar e Rodolpho Grani Netto, é pioneira do reggae no sul do Brasil e tem mais de 25 anos de carreira e reconhecimento internacional. Com o hit “Barca”, ganhou projeção nacional e colaborou com Junior Marvin, ex-guitarrista de Bob Marley. A banda realizou 14 turnês internacionais, tocando em festivais como Montreux Jazz Festival e Rototom Sunsplash, além de dividir palco com grandes nomes do reggae mundial. No Brasil, destaca-se por apresentações marcantes e uma trajetória consolidada.

Para a apresentação no MON as bandas prometem emocionar o público com um repertório repleto de clássicos do reggae nacional.

Serviço:
Evento: Classic Reggae Brasil
Data: 11 de dezembro
Horário: a partir das 19h30
Local: MON - Auditório Potty Lazzarotto (Marechal Hermes, 999 - Centro Cívico)

A nova exposição internacional do MON: o “Olho da Noite” do artista francês Jean-Michel Othoniel

São 25 obras em grandes dimensões compostas por materiais como vidro e aço que estão dispostas no Olho, nos Espaços Araucária 1 e 2 e na área externa (espelho d’água) do museu.

O “O Olho da Noite” é a nova exposição internacional do Museu Oscar Niemeyer (MON). A mostra, do artista francês Jean-Michel Othoniel, conta com 25 obras em grandes dimensões compostas por materiais diversos, como vidro espelhado e aço inoxidável, vidro espelhado e madeira, e aço e folhas douradas. As esculturas estão no Olho, nos Espaços Araucária 1 e 2 e na área externa (espelho d’água). A curadoria é de Marc Pottier e fica em cartaz no museu até o dia 25 de maio de 2025.

“É uma alegria imensa recebermos no MON uma mostra exclusiva e de tamanha magnitude de Jean-Michel Othoniel, celebrando o aniversário do Museu e fortalecendo o grande diálogo cultural entre o Paraná e a França”, afirma a secretária de estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira.

“Cada mostra realizada pelo MON em seu icônico Olho é singular. O que o público vê é sempre a soma do talento de um grande artista, neste caso, o contemporâneo francês Jean-Michel Othoniel, com um espaço expositivo único e deslumbrante, considerado por si só uma obra de arte, projetada pelo mestre Oscar Niemeyer”, explica a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

“A genialidade de Othoniel supera qualquer expectativa ao transformar a sala expositiva numa espécie de grande planetário, com os signos do zodíaco flutuando em forma de 12 esculturas em vidro soprado”, comenta.

No chão, o público verá um mar de tijolos de vidros azuis que refletem, ao mesmo tempo, a constelação e o arco imaginado pelo arquiteto, numa combinação surpreendente.

“Como se não coubesse apenas dentro do espaço expositivo do Museu, a obra de Othoniel extravasa. Aos pés do prédio do Olho, o público verá grandes esculturas abstratas, inspiradas em flores, que flutuam no espelho d’água, causando um efeito surreal”, diz Juliana. Ela explica que essa vem sendo uma premissa do Museu: romper limites físicos e extrapolar os locais originalmente destinados às exposições, invadindo outros espaços.

O Olho da Noite

O curador explica que o título da exposição evoca o formato do prédio onde está a sala expositiva. “O edifício excepcional e este ‘olho’ elevado, construído por Niemeyer, é um lugar muito mais complexo do que parece, apesar da simplicidade do seu design”, comenta Pottier. “O teto é curvo e as paredes de ambos os lados são de vidro, como se estivessem suspensas acima do solo”.

Pottier explica a opção de instalar grandes esculturas abstratas, inspiradas em flores, no espelho d’água externo. “Assim como a construção de Niemeyer, que seria inspirada na Araucária, árvore simbólica da região paranaense, ele fez questão de que seus lótus subissem acima da água exibindo seus reflexos”, diz. Essas esculturas, que são monumentais, parecem relativamente pequenas em comparação com o gigantismo do edifício e são uma homenagem à paixão de Niemeyer pela botânica”.

Jean-Michel Othoniel conta que, quando era um jovem artista, teve a oportunidade de conhecer pessoalmente Oscar Niemeyer, na casa do arquiteto, no Rio de Janeiro. “A lembrança de contemplar as estrelas com ele através de uma grande janela, como se estivesse de frente para o universo curvo de Brasília, deixou uma profunda impressão em mim”, diz. “Foi nessa memória poética que minha primeira grande exposição individual no Brasil foi construída”, afirma o artista.

O artista

Jean-Michel Othoniel (França, 1964) é um artista contemporâneo que vive e trabalha em Paris. Multidisciplinar, desde o final da década de 1980, Othoniel trabalhou em diversas áreas: do desenho à escultura, da instalação à fotografia e da escrita à performance. Em 1993, começou a usar vidro, que se tornou sua marca registrada.

Desde a primeira encomenda pública em Paris, em 2000, “Le Kiosque des Noctambules”, o seu trabalho tem sido exibido tanto em museus como em espaços públicos. Entre eles, o projeto de esculturas de fontes em vidro dourado nos jardins do Château de Versailles, “Les Belles Danses”, e “Alfa”, uma instalação para o novo Museu Nacional do Qatar, com 114 esculturas de fontes. Em 2019, uma nova série de pinturas entrou na coleção permanente do Museu do Louvre.

Jean-Michel Othoniel realizou grandes exposições em todo o mundo desde a sua participação na Documenta de Kassel em 1992. Teve uma importante retrospectiva no Centre Georges Pompidou, em Paris: “My Way”. Esta foi exposta no Leeum Samsung Museum of Art/Plateau, em Seul; no Museu Hara de Arte Contemporânea, em Tóquio; no Museu de Arte de Macau, e no Museu do Brooklyn, em Nova Iorque.

Nos últimos anos, Othoniel expôs em museus e jardins no Petit Palais, em Paris; no Museu de Arte de Seul e no Jardim Botânico do Brooklyn. Atualmente, suas obras estão em alguns dos mais renomados museus de arte contemporânea, fundações e coleções particulares do mundo.

Jean-Michel Othoniel é representado pelas galerias Perrotin, Simões de Assis e Kukje.

Sobre o MON

O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço

“O Olho da Noite” – Jean-Michel Othoniel

Em cartaz até: 25/05/2025
Horário de funcionamento: terça a domingo, das 10h às 18h (acesso até as 17h30)

Ingressos: R$ 30 inteira | R$ 15 meia-entrada - Entrada gratuita toda quarta-feira

Olho, Espaços Araucária e área externa (espelho d’água)
Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999 - Centro Cívico

www.museuoscarniemeyer.org.br
https://www.instagram.com/museuoscarniemeyer/

Sr. Banana e Djambi se unem em show inédito no MON

Evento acontece no dia 11 de dezembro e conta com uma estrutura jamais vista

As bandas Sr. Banana e Djambi trazem para o Museu Oscar Niemeyer, um dos pontos turísticos de Curitiba, o show inédito “Classic Reggae Brasil”. O evento acontece, no dia 11 de dezembro, no Auditório Potty Lazzarotto. Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos no Sympla, de forma gratuita. A apresentação é uma homenagem ao Reggae Nacional e conta com a direção artística de Octávio Nassur.

O Sr. Banana, banda curitibana formada por Eduardo Pizzato e Gabriel Teixeira, mistura Rock, Reggae, Ska e Reggaeton. Primeira contratada da Virgin no Brasil, destacou-se com hits como “Encontrar” e “Ritmo da Chuva”. Já abriu shows para Bon Jovi e The Wailers, venceu o Rockgol da MTV e representou o Brasil no Festival Sunfest, na Jamaica. Após 20 anos, retornou em 2018 com novos lançamentos e parcerias com Raul Machado, Kondzilla e a gravadora Midas Music.

Já a Banda Djambi, formada por Denis Magrão, Beto Siri, Mauricio Nassar, Marcelo Nassar e Rodolpho Xaba, é pioneira do reggae no sul do Brasil e tem mais de 25 anos de carreira e reconhecimento internacional. Com o hit “Barca”, ganhou projeção nacional e colaborou com Junior Marvin, ex-guitarrista de Bob Marley. A banda realizou 14 turnês internacionais, tocando em festivais como Montreux Jazz Festival e Rototom Sunsplash, além de dividir palco com grandes nomes do reggae mundial. No Brasil, destaca-se por apresentações marcantes e uma trajetória consolidada.

Para a apresentação no MON as bandas prometem emocionar o público com um repertório repleto de clássicos do reggae nacional.

Serviço:
Evento: Classic Reggae Brasil
Data: 11 de dezembro
Horário: a partir das 19h30
Local: MON - Auditório Potty Lazzarotto (Marechal Hermes, 999 - Centro Cívico)

MON realiza exposição do artista francês Jean-Michel Othoniel

A exposição “O Olho da Noite”, do artista francês Jean-Michel Othoniel, é a próxima grande realização internacional do Museu Oscar Niemeyer. A mostra será inaugurada em 22 de novembro, dia do aniversário do MON, e contará com obras no Olho, nos Espaços Araucária 1 e 2 e na área externa (espelho d'água).

O artista
Jean-Michel Othoniel (França, 1964) é um artista contemporâneo que vive e trabalha em Paris. Multidisciplinar, desde o final da década de 1980, Othoniel trabalhou em diversas áreas: do desenho à escultura, da instalação à fotografia e da escrita à performance. Em 1993, começou a usar vidro, que se tornou sua marca registrada.

Desde a primeira encomenda pública em Paris, em 2000, “Le Kiosque des Noctambules”, o seu trabalho tem sido exibido tanto em museus como em espaços públicos. Entre eles, o projeto de esculturas de fontes em vidro dourado nos jardins do Château de Versailles, “Les Belles Danses”, e “Alfa”, uma instalação para o novo Museu Nacional do Qatar, com 114 esculturas de fontes. Em 2019, uma nova série de pinturas entrou na coleção permanente do Museu do Louvre.

Jean-Michel Othoniel realizou grandes exposições em todo o mundo desde a sua participação na Documenta de Kassel em 1992. Teve uma importante retrospectiva no Centre Georges Pompidou, em Paris: “My Way”. Esta foi exposta no Leeum Samsung Museum of Art/Plateau, em Seul; no Museu Hara de Arte Contemporânea, em Tóquio; no Museu de Arte de Macau, e no Museu do Brooklyn, em Nova Iorque.

Nos últimos anos, Othoniel expôs em museus e jardins no Petit Palais, em Paris; no Museu de Arte de Seul e no Jardim Botânico do Brooklyn. Atualmente, suas obras estão em alguns dos melhores museus de arte contemporânea, fundações e coleções particulares do mundo.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:
“O Olho da Noite” – Jean-Michel Othoniel
A partir de 22/11/2024
Olho, Espaços Araucária e área externa (espelho d´água)
Museu Oscar Niemeyer
https://www.museuoscarniemeyer.org.br/

Mais informações sobre a exposição em breve.

Maquiador oficial da Natura destaca a beleza como ferramenta de expressão no 1º Encontro com a Criatividade em Curitiba

Evento gratuito, realizado pelo Clube da Alice no Museu Oscar Niemeyer neste sábado (24), terá participação de Marcos Costa, maquiador oficial da marca de cosméticos

O 1º Encontro com a Criatividade do Clube da Alice, que ocorre neste sábado (24) no Museu Oscar Niemeyer, contará com a presença de Marcos Costa, maquiador oficial da Natura. Considerado uma referência no segmento de beleza, o especialista iniciou sua carreira como Consultor de Beleza da Natura e evoluiu para se tornar um renomado maquiador. Hoje, sua carreira brilhante inclui participações em semanas de moda internacionais e publicações de livros na área.

Em Curitiba, Marcos irá compartilhar sua expertise durante a apresentação "Beleza Criativa: Transforme-se com a Maquiagem", ensinando o uso de tendências no dia a dia. "A maquiagem mudou a minha vida e sei que pode mudar a vida de outras pessoas também. É uma forma de expressão, uma maneira de contar histórias e de empoderamento", afirma Marcos Costa. "Estou entusiasmado em participar deste evento inspirador e mostrar como a criatividade pode florescer, impulsionando o empreendedorismo e a autoestima”, conclui.

O “Encontro com a Criatividade”, que conta com o apoio da Natura, tem como objetivo fomentar o empreendedorismo feminino e a inovação. O bate papo com Marcos Costa, inserido no período da tarde, promete ser um dos pontos altos do evento, por oferecer uma perspectiva única sobre a relação entre beleza e criatividade.

"A Natura acredita no poder da beleza para transformar vidas e apoiar iniciativas que empoderam as mulheres", declara Erica Ribaldo, gerente de marketing da Natura. "A parceria com o Clube da Alice reforça também nosso compromisso com o empreendedorismo feminino e a criatividade", explica.

Além da participação de Marcos Costa, o evento contará com outras apresentações inspiradoras sobre cuidados pessoais, neurociência, tecnologia, redes sociais e adaptação a novos cenários, com nomes como a jornalista Andrea Sorgenfrei; e Cris Alessi, consultora de inovação e transformação e digital e Ex-Presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação e do Conselho Municipal de Inovação.

A Natura ainda contará com um espaço de beleza para experimentação de produtos da marca, como Natura UNA, Natura Faces, Natura Chronos e Natura Lumina. O local será dedicado ao autocuidado, beleza e bem-estar e cada participante poderá vivenciar uma experiência preparada com muito carinho.

A programação completa e informações sobre inscrições estão disponíveis nas redes sociais do Clube da Alice: www.instagram.com/clubedaalice

Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Conta com 1.8 milhões de consultoras na América Latina, sendo líder de beleza e cuidados pessoais na América Latina. Faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Avon e Natura. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação de empresa B no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Peru e Malásia, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras, por meio do e-commerce, app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

Denise Stoklos abre as comemorações do “Dia da Ucrânia” em Curitiba com o espetáculo “Abjeto – Sujeito” no Teatro da Reitoria

Descendente de ucranianos e um dos principais nomes do teatro nacional, a paranaense apresenta obra a partir de textos de Clarice Lispector, escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia. Ingressos já estão à venda

Denise Stoklos- Cred Leekyung Kim
Há muitos anos, Denise Stoklos, um dos maiores nomes do teatro nacional e descendente de ucranianos, foi convidada por Fauzi Arap para criar um espetáculo a partir de textos da escritora ucraniana Clarice Lispector, de quem ela já era uma dedicada leitora desde os 17 anos. Agora, depois de pronto, ela apresenta a peça “Abjeto – Sujeito: Clarice Lispector por Denise Stoklos”, que abre as comemorações da 5ª edição do Dia da Ucrânia, em Curitiba, no dia 26 de julho (sexta-feira), às 20 horas, no Teatro da Reitoria. Os ingressos já estão disponíveis por meio do Sympla, com valores a partir de R$40.

Assustada com o desafio lançado por Fauzi Arap, a jovem atriz capitulou, mas, agora, aos 71 anos, Denise Stoklos promove o encontro da criação do seu teatro essencial com a obra clariciana. Sem amarras e sem redes de segurança, como convém a uma artista que nunca fez do palco um lugar de teatralidades convencionais. O resultado é uma investigação radical a respeito de como o corpo, a voz e a emoção da intérprete expressam uma palavra literária empenhada em dizer o que a todo momento beira o indizível, como ocorre no conto “A quinta história”; nos romances “Água Viva” e “Paixão segundo G.H.” e na crônica “Vergonha de viver” por exemplo. Canções interpretadas por Elis Regina, como “Meio–termo”, “Os argonautas” e “Se eu quiser falar com Deus” pontuam de tempos em tempos o percurso que vai da negação à constituição do sujeito.

Abjeto – Sujeito: Clarice Lispector por Denise Stoklos é uma espécie de recital retesado pelas cordas da tragédia e da Comédia – como convém ao encontro de uma atriz de intensidade ímpar com uma escritora cuja linguagem é essencialmente dramática. Raras são as intérpretes que dão vazão à cena a um dramatismo sem amarras, despudorado, tragicômico, a meio caminho entre a gravidade e a momice. E poucos são os artistas que na idade de Denise ainda se sentem compelidos à improvisação e ao risco.

Grande admiradora da escritora, Denise foi ao Rio de Janeiro e descobriu o endereço de Clarice na lista telefônica. Com a audácia da idade, ligou para ela de um telefone público embaixo do prédio. A própria Clarice atendeu a jovem universitária que lhe pedia uma entrevista e mandou que ela subisse. Feitas as primeiras perguntas Clarice disparou: “Você não veio me entrevistar, você veio me conhecer, não é? Então, guarde a caneta e vamos conversar.”

Do encontro, Denise guardou para sempre a imagem daquela mulher fascinante – ucraniana assim como ela. Cerca de uma década depois, quando ouviu, na derradeira entrevista concedida à TV Cultura, a escritora dizer que jovens leitoras compreendiam melhor sua obra que os especialistas, Denise se sentiu naturalmente incluída na referência.

Denise Stoklos- Cred Leekyung Kim
Dia da Ucrânia em Curitiba

O Dia da Ucrânia é organizado desde 2015 em Curitiba pelo Folclore Ucraniano Barvinok, ligado à Sociedade Ucraniana. Na 5ª edição, além da abertura com a obra de Denise Stoklos que homenageia a ucraniana Clarice Lispector, no dia 26 de julho, no Teatro da Reitoria, as comemorações também ocorrerão no Museu Oscar Niemeyer, nos dias 27 e 28 de julho (sábado e domingo), das 10h até 18h, com dezenas de atrações, como artesanato, dança, música e gastronomia. Nas barracas típicas, alocadas no vão livre do MON, opções de bordados, porcelanas, pêssankas, bonecas de pano, artesanato em couro e madeira, o tradicional pastel varenyky, sopa de beterraba, bolachas decoradas, embutidos, entre outros. Haverá também apresentações de grupos folclóricos de vários lugares do Paraná, Argentina e Canadá, em um palco montado especialmente para o evento.

A 5ª edição do Dia da Ucrânia em Curitiba é uma realização da Sociedade Ucraniana do Brasil com o Folclore Ucraniano Barvinok, com o apoio institucional da AINTEPAR - Associação Interétnica do Paraná, da Embaixada da Ucrânia na República Federativa do Brasil, do Consulado Honorário da Ucrânia no Paraná e da RCUB - Representação Central Ucraniano-Brasileira, com incentivo da Razão Imobiliária, RANDON Rodoparaná e TIMBER, com produção da Unicultura Soluções Culturais e da Trento Edições Culturais. Mais informações pelo Instagram @barvinokoficial e @subras.oficial

Ficha Técnica:
Abjeto – Sujeito: Clarice Lispector por Denise Stoklos
Concepção e Interpretação: Denise Stoklos
Direção: Elias Andreato
Dramaturgista: Welington Andrade
Textos: Clarice Lispector
Canções: Elis Regina
Iluminação: Aline Santini
Espaço Cênico e Figurino: Thais Stoklos Kignel
Fotos: Leekyung Kim
Assistentes de Direção/Operação de som: Cristina Longo
Operação de luz: Maurício Shirakawa
Segundo Assistente: Wallace Dutra
Cabelo: Eron Araújo
Diretor de Produção: Ederson Miranda
Assistente de produção: Sofia Gonzalez
Produção Geral: Mira Produções Culturais

Sobre Denise Stoklos - Considerada uma das intelectuais e performers mais importantes do mundo, se apresentou em mais de 33 países, em 7 diferentes idiomas, recebeu 22 prêmios, publicou 7 livros e atuou em 27 solos teatrais de sua própria autoria. Foi professora de Performance Arts na New York University e é doutora honoris causa pela UNICENTRO. Com mais de 50 anos de carreira, é uma das únicas atrizes brasileiras de maior visibilidade exercendo continuamente a profissão exclusivamente no teatro.

Serviço:
Abjeto – Sujeito: Clarice Lispector por Denise Stoklos
Abertura da 5ª edição do Dia da Ucrânia em Curitiba
Data: 26 de julho (sexta-feira)
Horário: 20 horas
Local: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1299 - Centro)
Ingressos: A partir de R$ 40, pelo Sympla
Classificação: 14 anos
Duração: 75 minutos.

5º Dia da Ucrânia em Curitiba
Artesanato, dança, música e gastronomia
Data: 27 e 28 de julho (sábado e domingo)
Horário: Das 10h até 18h.
Local: Museu Oscar Niemeyer (Rua Mal. Hermes, 999 - Centro Cívico)
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre
Informações: Pelos perfis do Instagram @barvinokoficial e @subras.oficial
Realização: Sociedade Ucraniana do Brasil com o Folclore Ucraniano Barvinok

Exposição mais visitada do Museu Oscar Niemeyer,”João Turin: Vida, Obra, Arte”, completa 10 anos de sua inauguração

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Foto: Maringas Maciel

O mês de junho de 2024 marcou uma década desde que a exposição "João Turin: Vida, Obra, Arte" abriu suas portas no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, e se tornou uma referência na história da arte brasileira. Durante o período de oito meses em que esteve em cartaz (de 05/06/2014 a 22/02/2015), a mostra atraiu um extraordinário número de visitantes, alcançando a marca de 266 mil pessoas, tornando-se a mais visitada na história do MON.

Além de conquistar o público local, a exposição obteve reconhecimento internacional, assegurando seu lugar no ranking da revista britânica The Art Newspaper entre as mais visitadas do mundo em 2014. No Brasil, conquistou o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, concedido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) como a melhor exposição do ano. No mesmo evento de premiação promovido pela ABCA, arrebatou também o Prêmio Sérgio Milliet na categoria melhor livro de arte por “João Turin: Vida, Obra, Arte”, biografia escrita pelo jornalista, historiador, escritor e crítico de arte José Roberto Teixeira Leite.

Esta foi a maior mostra sobre João Turin já realizada, após um intenso trabalho de resgate de ponta a ponta de todo o trabalho deixado pelo artista, promovida pela Família Ferrari Lago, que adquiriu os direitos patrimoniais sobre a obra de Turin, sendo responsável pela gestão de seu legado, composto por 410 obras.

O trabalho de resgate foi acompanhado por José Roberto Teixeira Leite, que além de escrever a biografia de Turin, foi curador da exposição, montada no privilegiado espaço conhecido como “Olho” do Museu Oscar Niemeyer. Contou não apenas com esculturas (arte pela qual Turin é mais conhecido), mas também por pinturas, desenhos e até projetos de design, inclusive em arquitetura e moda deixados pelo artista, mostrando o quanto era versátil.

Cerca de 130 obras em bronze foram apresentadas, sendo que grande parte ainda estava inédita até aquele momento. “João Turin não pôde fundir em bronze boa parte de suas esculturas, que permaneceram em gesso, guardadas há décadas por sua família”, afirma Samuel Ferrari Lago, um dos gestores da obra de João Turin. “Durante o resgate de ponta a ponta, iniciado em 2013, montamos uma fundição para realizar a produção de mais de 100 obras de Turin em bronze. Muitas delas puderam ser vistas pela primeira vez na exposição no Museu Oscar Niemeyer”, completa.

Entre as peças expostas, uma parte considerável trazia onças e outros animais, mostrando porque Turin é consagrado como o maior escultor animalista brasileiro: “Marumbi”, “Luar do Sertão”, “Tigre esmagando a cobra”, entre outras. Os visitantes também puderam admirar “Frade Lendo”, escultura selecionada pelo governo brasileiro para presentear o Papa Francisco em sua visita ao Brasil em 2013. A mostra também contou com “Pietá” feita em 1917 na Igreja de Saint Martin, em Condé-sur-Noireau, na França, tendo sobrevivido a um bombardeio na Segunda Guerra Mundial que arrasou com a cidade.

O público que passou pelo local pôde contemplar também pinturas, desenhos, documentos, vestidos feitos a partir de projetos deixados pelo artista, projetos de arquitetura e design, e até apreciar a reprodução do ateliê em que João Turin trabalhava.

A celebração destes 10 anos é um momento para refletir sobre como esta exposição ajudou a propagar a obra e a importância de João Turin, bem como solidificar um ponto de referência na cena cultural de Curitiba e além. A mostra viajou para o Rio de Janeiro e São Paulo, onde foi apresentada de forma condensada no Museu Nacional de Belas Artes (em 2015) e na Pinacoteca de São Paulo (em 2016).

Redes sociais:
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Reprodução do ateliê de João Turin - Foto: Maringas Maciel