Quem Disse, Berenice? apresenta a nova Máscara Big Bang Push com efeito triplo lifting para cílios superalongados e bem cuidados!

Pronta para se tornar um dos itens mais desejados de maquiagem, Big Bang Push conta com efeito de superalongamento e fórmula traz ativos de tratamento que auxiliam no cuidado dos cílios

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Big Bang Push de Quem Disse, Berenice? Créditos: Divulgação

São Paulo, setembro de 2021 - A família de Máscaras Big Bang, queridinhas entre as consumidoras de Quem Disse, Berenice?, dá as boas-vindas à sua mais nova integrante: Big Bang Push. Com tecnologia que amplia os cílios de ponta a ponta e efeito push, a nova máscara apresenta o triplo lifting que amplia, levanta e realça o olhar, além de contar com fórmula inovadora que traz um dos principais pilares da marca, o Beauty Care, pois conta com ativos de tratamentos que tornam o produto ainda mais eficiente.

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Big Bang Push de Quem Disse, Berenice? Créditos: Divulgação

Big Bang Push (R$69,90) é uma máscara que promete surpreender os fãs de cílios expressivos, pois seu pincel conta com um formato cônico que permite a aplicação uniforme do produto até mesmo nas extremidades dos cílios. Ele é feito com fibras de nylon que "agarram" os cílios da raiz às pontas para trazer o efeito superalongamento. A nova máscara também traz inovação em sua fórmula, que conta com agentes formadores de filme e microesferas que revestem os fios dos cílios, e juntos proporcionam o alongamento e o efeito lifting prolongado. Além disso, a fórmula conta com pigmentos ultrafinos e super pretos que dão intensidade e muita definição ao olhar. Entre as novidades está também o blend de ativos de tratamento em sua fórmula: Pantenol, Vitamina E e Óleo de coco, que auxiliam na manutenção dos cuidados e na nutrição dos cílios de forma completa, garantindo beleza e tratamento no mesmo produto.

A nova Big Bang Push e toda a linha Máscaras Big Bang de Quem Disse, Berenice? já estão disponíveis nas lojas físicas, e-commerce, no catálogo Eu Amo Make ou no whatsapp oficial da marca através do número 0800 744 2000.

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Link para download de imagens em alta resolução (Créditos: Quem Disse, Berenice Divulgação)

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Sobre Quem Disse, Berenice?

Quem Disse, Berenice? nasceu em 2012 para questionar e ampliar os conceitos sobre maquiagem. Com a essência de liberdade, a marca inspira e provoca as mulheres a expressarem suas individualidades por meio de um portfólio completo com mais de 500 produtos para pele, olhos, boca, fragrâncias e acessórios. São mais de 100 cores de batom, 40 cores de sombra e uma régua de 27 cores de base, pós e corretivos com tonalidades desenvolvidas especialmente para a pele das brasileiras. Hoje, Quem Disse, Berenice? possui mais de 170 lojas no Brasil, 6 em Portugal, além de e-commerce em cada país.

Informações para a imprensa
SOKO, Crafting Connections.

Voluntários em hospitais se reinventam durante pandemia

Visitas virtuais por meio de robôs e confecção de máscaras a distância estão entre as iniciativas adotadas no isolamento social

Com a pandemia do coronavírus, a busca por ações sociais aumentou no ano de 2020. Uma pesquisa divulgada pelo Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC), ainda antes do encerramento do ano, já indicava que o volume de doações dobraria no ano passado, em comparação com 2019. O estudo também apontou que houve uma mobilização maior para ajudar com recursos ações na área da saúde, principalmente no combate à Covid-19. Especialistas em ação social apontam essa mobilização como um legado da pandemia que deve se expandir nos próximos anos.

Mas e para quem tinha no contato e nas visitas in loco as principais ferramentas de ajuda? O ano de 2020 foi certamente de reinvenção para esses apaixonados pelo voluntariado. O aposentado Márcio Zeni é voluntário do Hospital Universitário Cajuru há 15 anos e conta que a presença de um voluntário, com toda a sua energia e atenção, é uma forma de diminuir o estresse e os traumas que muitos pacientes têm durante o período de internação. “A presença de voluntários comprometidos com a humanização do atendimento, com tempo, olhos e ouvidos à disposição, serve para diminuir o estresse do paciente. Esse olhar para o ser humano, com carinho e respeito transmite ao paciente maior segurança e conforto. É para isso que dedicamos nosso tempo e nossas energias”, diz.

Mas, durante o período de isolamento social, o trabalho dos voluntários em ambiente hospitalar foi suspenso para preservar a saúde dos envolvidos e, com isso, a conversa, a animação e as risadas passaram a fazer falta nos quartos e corredores dos hospitais. A coordenadora do voluntariado do Hospital Universitário Cajuru, Nilza Maria Brenny, conta que nesse momento foi preciso que o trabalho se reinventasse. “Com a pandemia, a presença dos voluntários foi evitada. Mas, a nossa vontade de ajudar os pacientes que estavam lá dentro foi maior do que toda essa situação. Então nós mudamos e adaptamos as atividades para que cada voluntário pudesse contribuir de forma remota, na segurança do seu lar”, revela.

E, se nesse momento está proibido o contato físico entre as pessoas, os robôs entraram em cena para aproximar voluntários e pacientes virtualmente. Desde maio de 2020, o Róbios é o novo integrante do Cajuru. Com um tablet na altura da cabeça, o robô sai pelos corredores levando os voluntários de forma remota até os pacientes. São mais de 320 voluntários que atuam no hospital, desde grupos de palhaços, músicos e até cachorros que agora, por causa da pandemia, fazem suas apresentações à distância com o auxílio do robô Róbios.

Em cinco meses de trabalho fazendo as visitas com o robô três vezes por semana, foram em média 2100 atendimentos em quartos com os grupos de palhaços e cerca de 60 com os músicos, além das visitas diárias para os pacientes nas UTIs. Para Nilza, essa é uma forma de levar alegria para os pacientes e ainda diminuir a saudade dos voluntários. “As pessoas que estão internadas sentem falta desse cuidado, dessa atenção e carinho. Quando os voluntários chegavam, a alegria era contagiante. E agora, com o Róbios, nós podemos levar esse conforto para os pacientes de forma segura. Sem falar que os próprios voluntários sentem falta desse contato no dia a dia”, revela.

A falta para os voluntários

Márcio é voluntário no Hospital Universitário Cajuru desde a fundação do grupo, em 2006. Em 15 anos de trabalho, pelo menos duas vezes por semana ele acompanhava os pacientes pelos corredores do hospital, empurrando a cadeira de rodas entre o quarto, a sala de exames e os passeios no jardim. No caminho, conversas, histórias e risadas. Rotina que ainda segue suspensa. “O serviço de voluntariado foi interrompido para preservar pacientes, colaboradores e voluntários. Está sendo uma experiência única, o contato físico do dia a dia faz muita falta, todos nós fomos impactados. Nosso desejo é um retorno seguro e o mais breve possível ”, afirma.

Outra forma de manter os voluntários ativos mesmo com as restrições, foi a produção de máscaras de proteção. Cerca de 76 mil máscaras foram confeccionadas e distribuídas para pacientes internados, familiares, acompanhantes, visitantes e funcionários dos setores administrativos. “Como tínhamos essa necessidade de ter mais máscara, e tudo era muito caro, o hospital resolveu comprar o tecido para que a gente ajudasse a confeccionar. E, com isso, nós criamos o grupo de costureiras Mãos Que Transformam. Um grupo ficava encarregado de pegar os tecidos no hospital e levar até a casa dos voluntários. Quando prontas, traziam as máscaras para o hospital e, então, a gente distribuía entre as equipes”, diz Nilza.

Como ajudar

O processo é simples para quem deseja doar parte do seu tempo e se tornar um voluntário no Hospital Universitário Cajuru. Basta agendar uma entrevista por meio do telefone (41) 3271-2990 para que a equipe possa avaliar o candidato e ver qual atividade se encaixa de acordo com o perfil e disponibilidade de horários. Os voluntários também participam do projeto “Acolha Novos Voluntários” que ajuda os candidatos a conhecerem as missões e valores do hospital.

Já quem não tem disponibilidade e mesmo assim quer contribuir, existem diversas formas de colaborar com o hospital: boleto bancário, depósito em conta corrente ou por meio da conta de energia elétrica (Copel).

Empresas também podem fazer suas doações e deduzi-las até o limite de 2% do seu Lucro Operacional Bruto, confira mais informações no site http://www.hospitalcajuru.org.br/doacao/ ou pelo telefone (41) 4042-8374.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

BH Shopping realiza Festival Gourmet de Primavera

BH Shopping realiza Festival Gourmet de Primavera

Clientes poderão vivenciar excelentes experiências gastronômicas com pratos de até R$ 39,90

O BH Shopping, primeiro e mais completo shopping de Belo Horizonte, está promovendo, até o dia 23/10, o Festival Gourmet de Primavera. Até lá, restaurantes, cafés e sorveterias disponibilizarão, no cardápio, uma opção especial e muito saborosa com preço promocional. “É uma oportunidade excelente de os clientes vivenciarem uma maravilhosa experiência gastronômica, seja no almoço ou jantar, por um preço bastante atrativo”, explica o gerente de marketing dos shoppings da Multiplan em Belo Horizonte, Marcelo Portela. Estão participando do Festival 23 restaurantes, com variedades de frutos do mar, carnes, gastronomia francesa, italiana e brasileira.

O preço máximo é de R$ 39,90 nos restaurantes, que estão disponibilizando, por este valor, uma entrada e/ou sobremesa além do prato principal, e o mínimo é de R$ 10,90 nas sorveterias. Todas as medidas necessárias de segurança foram implementadas para garantir o conforto, bem-estar e saúde dos colaboradores e clientes. Entre elas, maior distância entre as mesas e reforço na higienização após o uso por cada cliente.

A promoção é válida de segunda a sexta-feira, tanto para consumo no local quanto retirada. Para conferir os pratos participantes, basta acessar o site do BH Shopping: www.bhshopping.com.br.

Protocolo de segurança

Desde a reabertura, o BH Shopping reforçou sua já rígida rotina de higienização e adotou medidas rigorosas de segurança, previstas tanto no protocolo elaborado por infectologistas contratados pela Multiplan quanto no protocolo elaborado pela prefeitura de Belo Horizonte. Entre as medidas adotadas estão a aferição da temperatura de todos os visitantes e colaboradores nas entradas dos shoppings, limitação da capacidade máxima dentro das lojas e uso obrigatório de máscara.

Serviço:

Festival Gourmet de Primavera

Local: BH Shopping (BH Shopping – BR 356, nº 3049, Belvedere / Belo Horizonte-MG)

Horário: de segunda a sexta-feira, das 12 às 22h.

Mais informações no site: www.bhshopping.com.br

A Cloth é uma empresa familiar que surgiu no contexto mais difícil do país, o período da pandemia.

A Cloth é uma empresa familiar que surgiu no contexto mais difícil do país, o período da pandemia. A marca é responsável pela fabricação de máscaras de proteção feitas de neopreme, processo automatizado que evita o máximo de contato direto com o produto, evidenciando ainda mais a sua qualidade com a entrega de um produto de qualidade. Visto que a responsabilidade se estende em diversas demandas a empresa detém de ações sociais de doações para diversos locais a fim de certificar a segurança de grande parcela social. Levar segurança nesse período não é uma tarefa fácil, mas a Cloth exerce seu papel se tornando assim a máscara da família brasileira.