Barbatuques na mostra de grupos vocais ‘Vozzes’

Grupo referência em música corporal faz única apresentação em Curitiba, com o espetáculo interativo Barbatuquices
Dia 22 de julho, o Barbatuques estará no Vozzes - Mostra de grupos vocais, que acontecerá no Teatro Guairinha. Única apresentação em Curitiba, o grupo leva para a programação do festival o show interativo Barbatuquices, recomendado para toda família. Os ingressos estão disponíveis pelo DiskIngressos.

Barbatuquices é o show mais interativo do grupo paulista, propondo uma divertida aula de música e percussão corporal, onde o público participa, descobrindo seu próprio corpo como instrumento. Desafios e brincadeiras propostos pelos músicos exploram diferentes sons e a diversidade de timbres, utilizando recursos como palmas, estalos, sons da boca, pés etc.

No repertório, hits do grupo como Você Chegou (trilha do filme Rio 2), Baianá, Barbapapa's Groove, Tum Pá e também músicas do acervo popular brasileiro em arranjos personalizados, como Peixinhos do Mar e Samba da Minha Terra (Dorival Caymmi).

"Vozzes" é uma mostra inédita em Curitiba, acontece pela primeira vez na cidade, com apresentações a preços populares de seis grupos vocais contemporâneos brasileiros: Vocal Brasileirão, Curitibôcas (ambos de Curitiba), o septeto Ordinarius, grupo BeBossa (do Rio de Janeiro) e o grupo Cobra Coral (de Belo Horizonte). Além do Barbatuques, que será o único grupo com apresentação voltada ao público infantil.

Barbatuquices cativa público de todas as idades, uma brincadeira musical para toda família.

Serviço
Barbatuques
Barbatuquices no Vozzes - Mostra de grupos vocais
Data: 22 de julho (sábado)
Horário: 15h (abertura 14h)
Local: Teatro Guairinha (Auditório Salvador de Ferrante)
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba
Telefone: (41) 3304-7900 / 3304-7999
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Capacidade: 472 lugares
Ingresso: R$15,00 (R$7,50 meia entrada) + taxa
Vendas online: www.diskingressos.com.br/evento/5054/22-07-2023/pr/curitiba/vozzes-barbatuques
Programação: www.diskingressos.com.br/grupo/1229/23-07-2023/pr/curitiba/vozzes-guairinha

Repertório
1 - Mãos à Obra e Pé na Tábua (Helô Ribeiro)
2 - Barbapapa's Groove (Fernando Barba)
3 - Tum Pá (Lu Horta)
4 - O Sapo Não Lava o Pé (domínio público)
5 - Peixinho do Mar (domínio público)
6 - Orquestra Maluca (improvisação)
7 - O Samba da Minha Terra (Dorival Caymmi)
8 - Que som? (João Simão)
9 - Baianá (releitura Barbatuques para Boa Noite de Maria do Carmo Barbosa)
10 - Você Chegou (André Hosoi e Renato Epstein)
11 - Hit Percussivo (Fernando Barba e Giba Alves)

Guairinha é palco para o lançamento do novo EP da Banda Mais Bonita da Cidade em Curitiba

Reuniões, encontros musicais e produções com artistas paranaenses, "Maré alta, enfim.” é o título do álbum de versões com 5 faixas, que será celebrado em grande show, em agosto, na cidade que lançou a Banda pro mundo.

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Foto de Heloisa Vecchio. Faça o download de mais fotos de divulgação clicando aqui:
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1JdsVboYtb3ZFWI3rJdlUDYbcs-BU9f7f

Formada em 2009, A Banda Mais Bonita da Cidade hoje já é mais que uma ideia que surgiu com a proposta de produzir e cantar músicas de compositores curitibanos. A banda ganhou o mundo quando viralizou na internet conquistando a rede, e concorreu ao VMA da MTV com o webclipe “Oração”, música de Léo Fressato, em 2011.

Após 12 anos do primeiro sucesso, A Banda Mais Bonita tem atualmente um trabalho de pesquisa de compositores nacionais, conferindo novos arranjos e releituras ao estilo do grupo. Reunindo a experiência de palcos em turnês no Brasil e no mundo a Banda e seus integrantes: Uyara Torrente no vocal, Vinícius Nisi no teclado, Vic Vilandez no baixo, Luís Bourscheidt na bateria e, Eduardo Rozeira na guitarra, colecionam uma série de vivências e musicalidades traduzidas para o novo EP: “Maré alta, enfim.”, com parcerias de peso. A vocalista, Uyara Torrente conta que durante o isolamento social "sentimos muita falta do contato com o público que gosta da Banda, então criamos novas linguagens ao reunir artistas, amizades e o público em um só lugar, mesmo que de maneira online, e a partir da experiência criativa resolvemos selecionar músicas produzidas para o trabalho que expressa a chegada de um novo momento, olhando para trás, mas também olhando para frente e para o que pode vir”, conta.
O trabalho é fruto de um período de praticamente 2 anos de dedicação, quando o isolamento social da pandemia reinventou o diálogo do grupo com o público.

Nesse período foi criado o que chamam de SuperLive: shows feitos do encontro de Uyara e Vinicius, com a participação de convidades especiais, com performances em projeções e dimensão cênica, transmitidos nos canais da Banda. Dessa maneira, o formato deu início ao lançamento de 2023. A SuperLive do dia 1 de março, marcou a transição do virtual para o presencial. O EP já está disponível nas plataformas digitais de música desde o dia 2 do mesmo mês, quando foram iniciados os shows de lançamento nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

O primeiro single “Paciência” foi lançado na internet, em 10 de fevereiro. O sucesso na voz do cantor e compositor Lenine, ganha na versão da Banda Mais Bonita o “sentimento de contemplação à vida e ao tempo, à sensibilidade, aos questionamentos propostos pela letra com um arranjo simbiótico entre batidas eletrônicas e execuções orgânicas da violonista convidada Ana Cardon”, revela Uyara. No EP uma música inédita com o poema “Já vai Passar” de Luiz Felipe Leprevost, também ganhou a sonoridade da violonista Cardon. Na sequência as músicas “Na Hora do Almoço” e “Sujeito de Sorte” do compositor Belchior contam com as participações da cantora e compositora Rúbia Divino e de Jesus Lumma, cantore e poeta, respectivamente. E por último uma versão atualizada de “Maré Alta”, composição parceira de Tibério Azul e Rodrigo Lemos, gravada pela Banda em 2013, que agora carrega novo arranjo de timbres e batidas eletrônicas.

A Banda Mais Bonita da Cidade está em turnê nacional, e para celebrar esse novo momento no palco com a plateia curitibana, oficializa a novidade com o show do EP “Maré alta, enfim.”, no Teatro Guairinha, no dia 5 de agosto de 2023, as 20 horas. "É uma alegria poder fazer um grande show em um dos teatros mais tradicionais da cidade. O Guairinha dialoga muito com esse clima de festa que queremos que aconteça na nossa cidade natal", diz Vinícius Nisi.

No show, artistas que participaram da gravação do EP: Rúbia Divino, Jesus Lumma e Luiz Felipe Leprevost são atrações já confirmadas. Além das 5 faixas de versões criadas para o novo álbum, clássicos e sucessos como: “Oração", "Se eu Corro", "Uma Atriz" e "A Balada da Contramão", também estão no repertório.

Serviço
Show Lançamento EP “Maré alta, enfim.”
dia: 5 de agosto de 2023
hora: 20:00
onde: Teatro Guairinha - Auditório Salvador de Ferrante
endereço: Rua XV de Novembro, 971 - Centro
ingresso: R$ 60,00 inteira / R$ 30,00
link compra: https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-show-a-banda-mais-bonita-da-cidade.aspx instagram: @bandamaisbonita

Informações Complementares:

O videoclipe de "Oração" foi lançado no YouTube em 17 de maio de 2011. Recebeu quase 5 milhões de visualizações em apenas três semanas.

Foi considerada a revelação musical e videoclíptica da semana (18 de maio de 2011) pelo website da MTV.

A Banda Mais Bonita da Cidade conquistou a impressionante marca de mais de meio milhão de seguidores nas redes sociais, mais de 79 milhões de visualizações nos vídeos do youtube, 7 turnês internacionais (França, Espanha, Portugal, Argentina, Uruguai, Colômbia e Venezuela) e quase 500 shows realizados, A Banda Mais Bonita Da Cidade se consolida cada vez mais como parte importante da nova música popular brasileira (MPB).

Formação

Uyara Torrente (vocalista)
Vinícius Nisi (tecladista)
Eduardo Rozeira (guitarrista)
Vic Vilandez (baixista)
Luís Bourscheidt (baterista)

Discografia

- 2011: A Banda Mais Bonita da Cidade;
- 2012: Canções Que Vão Morrer no Ar;
- 2013: O Mais Feliz Da Vida;
- 2016: DVD Ao Vivo no Cine Jóia (SP);
- 2017: De Cima do Muro Eu Vi o Tempo;
- 2020: single “Quiçá”;
- 2023: Maré Alta, enfim.

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Sucesso de público no Festival de Teatro de Curitiba, espetáculo ‘Diário de um Louco’ retorna no Mini-Guaíra

Em curtíssima temporada, encenação conta com apresentações de quinta a domingo (29 de junho a 2 de julho) a preços populares

Sucesso no Festival de Teatro de Curitiba, o espetáculo Diário de Um Louco volta em curtíssima temporada, de 29 de junho a 2 de julho, no simpático Teatro Mini-Guaíra, no Centro. A peça conta de forma descontraída, a história de um funcionário público de existência insignificante, explorando o limite entre a vida real e a vida desejável. A encenação conta com apresentações de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

O monólogo é uma adaptação de um conto escrito por um dos maiores dramaturgos do século XIX: Nikolai Gogól (1809-1852). A história se passa em São Petersburgo (Rússia) onde um funcionário público, com uma vida pobre e solitária se refugia em seus delírios psicóticos. A trama leva o público a acompanhar o processo de comprometimento da sanidade do personagem de forma gradativa e imersiva.

Para escapar da autoconclusão miserável que é a sua vida, inconscientemente, o personagem cria para si situações fantasiosas e adquire novas identidades, que evoluem até tornar-se um rei. A obra encenada pelo ator carioca Fábyo Rolywer traz inúmeros pontos de reflexão sob a ótica da dramaturgia de Gogól. Rolywer já atuou em mais de 30 espetáculos teatrais em sua carreira e há 4 anos montou ‘Diário de Um Louco’.

"Em 2019, estreamos no Rio de Janeiro e passamos por diversos espaços culturais. Após a pandemia, retomamos com novas temporadas na capital paranaense. Desde o nascimento da peça, eu tinha uma vontade grande de fazer temporada em um dos teatros do complexo Guaíra. Já tinha vindo inúmeras vezes ao Festival de Teatro com produções anteriores e sempre tive um carinho especial pelo espaço. Estou ansioso em mostrar esse trabalho em um teatro tão querido e estimado da cidade”, conta Fábyo.

O espetáculo vem despertando a curiosidade de psicólogos em sua trajetória e também foi objeto de estudo em universidades, além de ser encenado por grandes nomes do teatro brasileiro. A peça explora a psicologia humana, tema que está em alta e aguça o interesse das pessoas neste novo momento pós-pandemia.

“É muito gratificante encenar uma adaptação de um autor tão importante e respeitado na dramaturgia teatral. Muitos outros artistas maravilhosos já mergulharam neste personagem, o que aumenta a nossa responsabilidade em contar essa história incrível. Esperamos todo mundo lá”, conclui Fábyo.

Serviço:

Dias das apresentações: 29/06, 30/06, 1/07 e 2/07 (Quinta a Domingo)

Horário: De Quinta a Sábado, às 20h e Domingo, às 19h.

Local: Teatro Mini-Guaíra - Rua Amintas de Barros S/N°, Centro.

Telefone: (41) 3304-7900

Classificação: 12 anos

Ingressos: R$40 (inteira) / R$20 (meia)

Site compra de ingressos: https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-diario-de-um-louco.aspx

Página: https://www.instagram.com/diariodeumlouco.teatro/

Ficha Técnica:
Texto: Nikolai Gogol
Atuação: Fábyo Rolywer
Direção: Rodrigo Souza
Iluminação e Arte: Dans Souza
Edições gráficas e visuais: Luciano Maccio e Rafael Dantana
Trilha Sonora: Federico Puppi
Operação de som: Jheny Goll
Assessoria de Imprensa: Leandro Bertholini
Produção: Fábyo Rolywer

Musical “O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk” estreia temporada no Guairinha

Espetáculo é uma grande produção com 14 artistas e músicas originais de compositor vindo da Broadway. Produtora paranaense Bife Seco aposta alto e apresenta novo musical original, com estreia nacional nos palcos do Guairinha

Ranieri Gonzales, Laura Binder e Sávio Malheiros, atores do elenco de O Fantasma de Friedrich - Uma Pop Ópera Punk (Créd. Gutyerrez Erdmann)
Em uma opressora instituição para tratamento de saúde mental, uma jovem melancólica, junto de seu urso de pelúcia, procura pela irmã desaparecida. Mas em sua busca, ela encontra um misterioso livro que liberta um espírito perturbador, ou melhor, perturbado... O fantasma rabugento e existencialista do filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Esse é o plot de O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk, um musical tragicômico que poderá ser conferido, em Curitiba, de 18 a 21 de maio, no palco do Teatro Guairinha.

O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk é o novo projeto inédito da Bife Seco, uma das produtoras culturais multiplataformas mais inovadoras do Sul do Brasil, que comemora 13 anos de carreira em 2023, reunindo prêmios, parcerias com artistas renomados, podcasts ouvidos em mais de 30 países e passagem por diversos palcos e festivais brasileiros em sua trajetória. Mirando um dos formatos que mais crescem no país, o teatro musical, a produtora dá mais um passo para ganhar o público de todo o Brasil, com temporada nos palcos de São Paulo, após a estreia em Curitiba.

De acordo com o produtor, Sávio Malheiros, o desejo de criar musicais autenticamente brasileiros é um sonho antigo, mas que só se tornou possível nos últimos anos, resultado da profissionalização do setor fora do eixo Rio-São Paulo e de uma demanda crescente do público por histórias com a cara do Brasil. “Hoje nós temos comunidades gigantescas dedicadas a assistir e apoiar os artistas que produzem esse tipo de teatro. E, cada vez mais, esse público quer se ver também representado nas histórias. Por isso, nossa meta é transformar o nome da Bife Seco em sinônimo de teatro musical autoral de excelência no Brasil”, explica.

O ator multipremiado Ranieri Gonzalez, que completa 36 anos de carreira, é um dos destaques do elenco (Créd. Gutyerrez Erdmann)
Escrito e dirigido pelo premiado encenador Dimis, a obra é criada em parceria com o maestro e compositor Enzo Veiga, mestre em teatro musical pela New York University, que fez carreiras nos palcos americanos e agora estreia, além do “Fantasma de Friedrich”, o musical “Sparks”, no segmento Off-Broadway, em Nova York. Durante os 150 minutos de espetáculo, o público irá conhecer as 18 canções compostas e arranjadas por Veiga para uma banda punk-rock que irá executar toda a trilha ao vivo.

Aliás, punk-rock é a palavra que define este musical. Com influências que começam na banda punk britânica Sex Pistols e chegam até um dos maiores ícones da nova geração, a cantora Billie Eilish, o musical investe numa estética jovem e arrojada, com números musicais enérgicos para encantar o público e levar o espectador para dentro de um universo lúdico, de fábula e pesadelos. Como em outros trabalhos da Bife Seco, o cinema, a literatura e a cultura pop são elementos constantes de inspiração para criar histórias sempre originais – e com um humor peculiar, que é uma das marcas da produtora. É uma combinação ousada de Disney, Alice no País das Maravilhas e Um Estranho no Ninho para abordar temas urgentes e importantes para as novas gerações, como saúde mental, os efeitos nocivos da vida digital e amadurecimento.

Em uma opressora instituição para tratamento de saúde mental, uma jovem melancólica, junto de seu urso de pelúcia, procura pela irmã desaparecida (Créd. Gutyerrez Erdmann)
Escrito e dirigido pelo premiado encenador Dimis, a obra é criada em parceria com o maestro e compositor Enzo Veiga, mestre em teatro musical pela New York University, que fez carreiras nos palcos americanos e agora estreia, além do “Fantasma de Friedrich”, o musical “Sparks”, no segmento Off-Broadway, em Nova York. Durante os 150 minutos de espetáculo, o público irá conhecer as 18 canções compostas e arranjadas por Veiga para uma banda punk-rock que irá executar toda a trilha ao vivo.

Aliás, punk-rock é a palavra que define este musical. Com influências que começam na banda punk britânica Sex Pistols e chegam até um dos maiores ícones da nova geração, a cantora Billie Eilish, o musical investe numa estética jovem e arrojada, com números musicais enérgicos para encantar o público e levar o espectador para dentro de um universo lúdico, de fábula e pesadelos. Como em outros trabalhos da Bife Seco, o cinema, a literatura e a cultura pop são elementos constantes de inspiração para criar histórias sempre originais – e com um humor peculiar, que é uma das marcas da produtora. É uma combinação ousada de Disney, Alice no País das Maravilhas e Um Estranho no Ninho para abordar temas urgentes e importantes para as novas gerações, como saúde mental, os efeitos nocivos da vida digital e amadurecimento.

Cartaz "O Fantasma de Friedrich" - Cred Bife Seco / Divulgação
Na trama, uma jovem melancólica, chamada Alana, vive atormentada pelo desaparecimento de sua irmã, depois da garota ter sido internada no Hospital das Graças, uma clínica de saúde mental. Acompanhada por Adolfo, seu fiel urso de pelúcia, Alana força sua própria internação na instituição e lá encara o cotidiano difícil de tratamento e remédios, tendo que aprender a conviver com um grupo adolescentes insurgentes e encarar a intimidadora equipe de enfermagem. Mas, em sua busca pela irmã, ela encontra um misterioso livro que libera o fantasma de Friedrich Nietzsche, um filósofo rabugento com crises sobre a vida e a morte.

É uma história que fala sobre a dor da perda, mas também ensina a nunca desistir, pensada para agradar tanto adultos como adolescentes. Inclusive, o elenco mescla nomes consagrados, como o ator multipremiado ator Ranieri Gonzalez, que completa 36 anos de carreira, a novos talentos da geração Z, escolhidos durante um processo de audição que selecionou 10 atores e atrizes entre os mais de 300 candidatos do Paraná, São Paulo e Santa Catarina.

“Criar um musical desse tamanho, envolvendo 30 artistas e técnicos, com 18 canções originais, cenário, figurino, coreografias, efeitos especiais é um trabalho gigantesco, que leva anos pra se concretizar. Mas nós conseguimos montar uma equipe de excelência, com artistas que fazem parte da história do teatro brasileiro e também novos artistas extremamente talentosos, para incentivar o setor e mostrar como Curitiba pode se tornar polo de criação na área, gerando empregos e levando os nossos artistas para todo o país”, comenta Malheiros.

As apresentações de “O Fantasma de Friendrich” ocorrem às 20h, de quinta-feira a sábado, e às 19h, no domingo. Os ingressos estão disponíveis com valores de R$20 (meia-entrada) a R$40 e podem ser adquiridos pelo Ticket Fácil. Mais informações pelas redes sociais da produtora Bife Seco (Instagram @bife_seco).

SINOPSE – Alana é uma jovem melancólica que vive atormentada pelo desaparecimento de sua irmã, depois da garota ter sido levada ao Hospital das Graças, uma clínica para tratamento de saúde mental que acredita na felicidade a qualquer preço. Após forçar sua própria internação no hospital, Alana inicia uma busca por pistas que a levem ao paradeiro da irmã. Junto de Adolfo, seu fiel urso de pelúcia, ela encara o difícil dia a dia dentro da clínica, tendo que aprender a conviver com um grupo de adolescentes insurgentes e encarar a intimidadora equipe de enfermagem. Mas em sua investigação, ela encontra um misterioso livro que libera o fantasma de Friedrich Nietzsche, um filósofo rabugento com crises existenciais. Agora ela precisará seguir as ideias punks do fantasma para vencer os traumas de seu passado e finalmente encontrar o que procura.
O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk é um grande musical, criado por Dimis e Enzo Veiga, com 14 artistas em cena, incluindo o multipremiado ator Ranieri Gonzalez, que aborda de maneira sensível temas importantes como saúde mental, amadurecimento e a beleza da vida.

Serviço:
“O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk!”
Data: De 18 a 21 de maio (Quinta a sábado, às 20h. Domingo, às 19h)
Local: Guairinha - Centro Cultural Teatro Guaíra (Rua XV de Novembro, 971)
Gênero: Musical / Tragicomédia
Classificação etária: 14 anos
Duração: 150 minutos (com intervalo)
Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada)
Link de vendas: https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-o-fantasma-de-friedrich-uma-pop-opera-punk.aspx

Ficha Técnica:
Direção Geral & Dramaturgia: Dimis.
Direção Musical & Composições Originais: Enzo Veiga.
Letras: Dimis & Enzo Veiga.
Elenco: Ranieri Gonzalez, Sávio Malheiros, Laura Binder, Henrique Augusto, Mo Amaral, Laís Cristina, Emanuel Bill, Amanda Nicolau Schubert, Helen Tormina, Filipe Dassie.
Direção de Movimento: Val Salles.
Desenho & Programação de Luz: Lucas Amado.
Desenho & Operação de Luz: Anry Aider.
Sonorização: Chico Santarosa.
Microfonista: Helena Sofia.
Cenografia: Dimis & Leo Gegembauer.
Cenotecnia: Fabiano Hoffmann.
Figurino & Maquiagem: Leo Gegembauer
Costureira: Sandra Canônico.
Boneco Adolfo: Ateliê Miniart.
Fantoches: Tadica Veiga.
Identidade Visual: Amorim.
Fotos: Gutyerrez.
Assistência de Produção: Mariana S Pinheiro, Vini Heimann.
Produção Executiva: Jac Alber.
Direção de Produção: Sávio Malheiros
Realização: Bife Seco

Sobre a Bife Seco – A Bife Seco é uma produtora curitibana, fundada em 2010, que nasceu para contar histórias e encantar o público, pois acredita que só a cultura tem o poder de despertar emoções, ampliar a visão sobre o mundo e aproximar as pessoas. Comemorando 13 anos de sucesso, a Bife soma no currículo mais de 10 produções de destaque, 20 prêmios nacionais, indicação dos principais críticos e jornais, participação nos mais relevantes festivais nacionais e um público de mais de 500 mil espectadores em todas as regiões do Brasil. Em sua trajetória, busca sempre criar obras autorais, com narrativas inovadoras e que tenham uma cara autenticamente brasileira, com destaque para os trabalhos Peça Ruim (2012) e Terrível Incrível Aventura – Um Musical Fabulesco Marítimo! (2016). Em 2021, lançou sua primeira áudio série original, País do Futuro 2024, maior e mais complexo podcast de ficção lançado no Brasil que já alcançou a marca de 50 mil ouvintes em 33 países. No ano seguinte, lançou também a áudio série Selvageria, indicada pela plataforma Deezer como um dos melhores podcasts de 2022. Atualmente, além da estreia do Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk, a Bife se concentra na pré-produção do espetáculo Humanismo Selvagem – Uma Tragicomédia Karaíba, criado a partir do texto vencedor do Prêmio OUTRAS PALAVRAS 2020, e no desenvolvimento da segunda temporada de País do Futuro.

Remontagem de peça de Gianfrancesco Guarnieri discute questões raciais em apresentações no Guairinha

Um grito (preto) parado no ar leva aos palcos texto clássico de Gianfrancesco Guarnieri que furou a censura e é considerado um dos marcos do teatro brasileiro.

No final de abril, Curitiba terá em sua programação uma das obras mais importantes da dramaturgia brasileira: Um grito (preto) parado no ar, que remonta o texto clássico de Gianfranco Guarnieri, encenado na capital paranaense em 1973. Marco do teatro nacional, a peça de Guarnieri foi um importante instrumento de luta contra a ditadura militar, que governou o Brasil entre 1964 e 1985, e, apesar do seu tom contestatório, não foi vetada pela censura, em parte pela linguagem que o autor construiu.
A obra conta a história de uma trupe teatral às raias de estrear sua peça mas que se vê impedida por inúmeros entraves burocráticos, físicos e emocionais. Flutuando em uma névoa de incerteza, o grupo precisa se defrontar com a realidade e também os seus próprios fantasmas. O texto de Guarnieri esmiúça as muitas interpretações do que é ser artista e das relações entre arte e realidade.
Por isso, mesmo passados cinquenta anos, Um grito parado no ar é uma peça forte e atual, que expande ainda mais discussões que Guarnieri começou na década de 1970.

Espírito combativo
A montagem, que tem produção da Prosa Nova EduCultTech e direção de Loara Gonçalves, terá o mesmo espírito combativo que marcou o espetáculo desde a sua estreia, cinco décadas atrás, atualizando a temática paro as demandas sociais atuais, como a precarização do trabalho em certas categorias, e também para a discussão racial. E, por isso, da inclusão do adjetivo “preto” no título.
Portanto, ao colocar o adjetivo “preto” no título, evidencia-se preocupação e a necessidade de dar visibilidade e protagonismo a uma parcela da população que é marginalizada, destituída dos seus direitos. Segundo Loara Gonçalves, diretora do espetáculo, o teatro é um espaço de manifestação, de busca pelo grito, onde os silenciados podem contar as suas histórias.
“Vivemos em um sistema que massacra, que está tolhendo sonhos”, explica. “Quando a gente fala de ‘um grito preto’, está falando das mazelas e das denúncias que são fundamentais. A gente ainda vive em uma sociedade racista, que nos boicota a ponto de recebermos menos. A população carcerária é, em sua maioria, preta. A gente percebe que nossos lugares são sempre impostos, por isso, as nossas urgências são outras”.

Serviço
Um grito (preto) parado no ar
Quando
Quarta | 26/04/2023 | 21h
Quinta | 27/04/2023 | 21h
Sexta | 28/04/2023 | 21h
Sábado | 29/04/2023 | 18h
Sábado | 29/04/2023 | 21h
Domingo | 30/04/2023 | 18h
Domingo | 30/04/2023 | 21h

Onde
Guairinha – Auditório Salvador Ferrante
Endereço: Rua XV de Novembro, 971, 80020-310

Ingressos: https://bit.ly/IngressosUGPPNA

Ficha técnica
Direção: Loara Gonçalves
Elenco: Maicon José Gonçalves de Morais; Monica Margarido; Vanessa Marques; Murilo Ique; Cleo Cavalcantty; Taciane Vieira.

Equipe: Luiz Andrioli – Diretor de produção; Marina Rodrigues Pires Padilha – Maquiadora; Gui Almeida – Cenógrafo e figurinista; Katia Drumond – Coreógrafa; Jamille Reddin – Produtora; Luana Mello – Designer; Salve Samuca – Sonoplasta.

Realização: Prosa Nova EduCultTech | prosanova.com.br prosanova.com.br
Página do espetáculo com mais informações: prosanova.com.br/umgritoparadonoar

Apoio: Centro Cultural Teatro Guaíra

Incentivo: Ebanx e Serra Verde Express

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Um Molière levado ao extremo no Festival de Curitiba

Sem abrir a boca, Companhia Teatro Esplendor tempera clássico da
comédia francesa com expressionismo, tragédia e até capoeira

Por Sandoval Matheus – Agência de Notícias Festival de Curitiba

Como montar uma das maiores comédias de todos os tempos? Os cariocas da Companhia Teatro Esplendor escolheram ser extremamente originais e subverter quase tudo. O resultado é que depois de nove meses de trabalho intenso, a livre adaptação de “O Tartufo”, a peça clássica do francês Molière, se transformou em uma obra expressionista, sombriamente estilizada, de ações carregadas e que, como num filme de Charles Chaplin, diz tudo sem dizer uma única palavra. O espetáculo, que em 2018 foi indicado aos prêmios Shell de Inovação, Melhor Figurino e Melhor Iluminação, chega agora à Mostra Lucia Camargo do Festival de Curitiba, com sessões nos dias 4 e 5 de abril, no Guairinha.

“Foi muito natural. Chegou um momento em que percebemos que as ações dos personagens falavam por si, estavam interessantes, loucas, uma coisa inédita. Era algo diferente. A gente não precisava dizer mais nada”, conta a atriz Yasmin Gomlevsky, que interpreta o personagem principal, o tartufo do título, um trambiqueiro profissional que usa a religião para se infiltrar em uma família, instalar o caos e saquear qualquer coisa em que puder colocar as mãos.

“O Molière está ali, a gente partiu do texto dele”, garante o diretor Bruce Gomlevsky. “Mas esse texto virou um pretexto, digamos assim. Até por isso, o título da nossa peça é ‘Um Tartufo’. É um entre tantos. É o nosso Tartufo.”

Para os integrantes da Companhia Esplendor, hoje a TV, o cinema e os catálogos dos serviços de streaming já dão conta de reproduzir, em suas obras, o realismo do mundo. Até por isso, eles queriam ir além. “É uma questão mesmo de colocar uma lupa, uma lente de aumento sobre as emoções humanas”, define Gustavo Damasceno, que no palco faz o papel de Orgonte, o pai de família praticamente abduzido por Tartufo, incapaz de ouvir os reiterados avisos daqueles que o cercam sobre a catástrofe que se avizinha.

Retiradas as palavras, sobrou espaço para a invenção. Dessa forma, a cena que no enredo original era uma grande discussão entre Orgonte e seu cunhado, Cleanto, sobre moral, ideologia e religião, na nova versão foi resolvida com um duelo de capoeira.

Já outra passagem, em que o impostor tenta seduzir Elmira, esposa de Orgonte, agora é levada às raias da barbárie, com uma encenação de abuso sexual. Tudo fica ainda mais marcante por conta da trilha sonora do compositor esloveno Borut Krzisnik.

Quando escreveu “O Tartufo”, no século 17, Molière foi censurado pela Igreja e pelo então rei da França, Luís XIV. O dramaturgo precisou retrabalhar o texto e deixar o final mais ameno. O primeiro rascunho se perdeu no tempo, mas a Companhia Esplendor recupera essa ideia e conclui o espetáculo de uma maneira bem menos feliz do que aquela que se popularizou, dando vazão a toda a tragédia em potencial.

“É um tema universal, esse da hipocrisia, da falsa moralidade, da imposição autoritária. O mundo nunca deixou de ter isso”, considera Yasmin Gomlevsky. “Eles ainda estão por aí, os tartufos.” Quem avisa, amigo é.

“Um Tartufo” faz parte da programação da Mostra Lucia Camargo, que é apresentada por Banco CNH Industrial e New Holland, Bosch, Novozymes, Copel e Sanepar – Governo do Estado do Paraná, com patrocínio de EBANX, DaMagrinha 100% Integral, GRASP e ClearCorrect. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba. Ingressos disponíveis pelo site oficial e na bilheteria física no Shopping Mueller (Piso L3).

Cia. Teatro Esplendor. Direção: Bruce Gomlevsky. Elenco: Yasmin Gomlevsky, Gustavo Damasceno, Thiago Guerrante, Ricardo Lopes, Victoria Reis, Glauce Guima, Lucas Garbois, Gustavo Luz. Música Original: Borut Krzisnik. Cenário: Bel Lobo e Bruce Gomlevsky. Figurino: Maria Duarte e Márcia Pitanga. Luz: Elisa Tandeta. Caracterização: Mona Magalhães. Fotos: Dalton Valério e Manu Tasca. Programação Visual: Rita Ariani. Assistência de Direção: Luiza Espíndula. Assistência de Direção Remontagem: Lízia Bueno. Assistente de Cenário: Nathália Meyohas. Cabeleireiro: Netto Guarani. Direção de Produção: Gabriel Garcia.

Serviço:
Um Tartufo
Mostra Lucia Camargo - Festival de Curitiba
Data e Horário: 4 e 5 de abril às 20h30.
Local: Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 – Centro)
Classificação: 14
Duração: 96'
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e no Shopping Mueller (Piso L3).
Valores: R$ 80 e R$ 40 (meia)

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Circus Machine – Um novo mundo de descobertas

Guairinha recebe a estreia do espetáculo musical da Cia dos Palhaços com seis sessões

O espetáculo Circus Machine é a produção mais recente da Cia dos Palhaços, com seis sessões no Guairinha, nos dias 24, 25, 26 de fevereiro e 03, 04 e 05 de março. Mesclando a música e a comédia, o Circus Machine é um convite para que o público seja cúmplice de uma grande descoberta ao lado do cosmonauta W85 (Palhaço Wilson) em sua missão de busca e reconhecimento em uma ruína civilizatória que aos poucos se encanta pelo que encontra e se conecta com novas traquitanas.

O mistério da chegada do cosmonauta traz à tona a exploração de um novo mundo que carrega consigo a verdadeira essência que nos dias de hoje ainda desconhecemos. O público poderá conferir novas formas de interagir, em um trabalho desafiador que mistura elementos cômicos e tecnológicos, para criar efeitos especiais acessíveis e potencializar a linguagem do palhaço e da música.

Eliezer Vander Brock, diretor e ator do espetáculo, é apaixonado por música e tecnologia, além de todo universo clown. E, com a ajuda da tecnologia, desenvolveu traquitanas musicais interativas que possibilitaram a criação de novas criaturas e personagens excêntricos, anti-heróis, que ganharam vida a partir da interação com o palhaço e seus instrumentos inusitados.

O resultado é um espetáculo que foge do senso comum e que explora novos caminhos na palhaçaria. “Em 2005, a música tornou-se parte integrante do meu percurso artístico e até hoje continua a emocionar-me quando é trazida para o mesmo universo da palhaçaria. As possibilidades de desconstrução são infinitas - desde a pesquisa aprofundada sobre o timing cômico até as emocionantes traquitanas musicais”, revela.

Eliezer também conta sobre criar novas formas de interação que se tornam cada vez mais desafiadoras em um mundo digitalizado. “Felizmente, minha jornada também passa pela tecnologia, linguagem que venho estudando há muito tempo e que me abre todos os dias novos caminhos a explorar dentro da arte da palhaçaria, como a possibilidade de desenvolver mecanismos programados para efeitos especiais”, explica.

O diretor reflete que uma das grandes inspirações para realizar o Circus Machine foi fugir do senso comum, deixar um clima suspenso, sem que o público saiba qual será o próximo passo, e caminhar com a linguagem do improviso e do estado presente inerente ao palhaço. “Nessa história, busquei entender qual figura teria mais impacto: personagens estranhos que podem nos trazer diferentes sensações e como um ambiente construído com direção visual e fotográfica amplifica sua identidade. Nada mais inadequado do que trazer um estranho ‘ser’ do futuro, que navega em busca da vida”, diz.

Explorar novos caminhos na palhaçaria é sempre um risco. Tirar o palhaço de seu “habitat” natural que é o circo, mas desenvolver relações em novos ambientes, também pode mostrar que o palhaço não se limita a uma linguagem ou tipo de público.

Sobre o espetáculo

Circus Machine é a história de um cosmonauta eleito para desbravar, em looping, o planeta terra – ou o que restou dela. Essa é a prova viva de que a arte do palhaço desafia fronteiras. E, nesta jornada sensorial de cultura pop, seguem as tentativas fracassadas no caminho das descobertas. Em tempos de ameaça nuclear, rumores ditatoriais e tik tokers em busca da próxima trend, a maior de todas as tragédias é levar-se a sério demais.

Das ruínas civilizatórias de um futuro não muito distante, o espetáculo constrói a narrativa definitiva do caos estelar. “Trazer o futuro para a atual atmosfera apocalíptica para convergir para nossas essências e nossas relações é, em última análise, a única coisa que nos resta entre os escombros. A boa notícia é que você pode vivenciar esse novo mundo com tudo o que somos capazes de sentir e compartilhar”, comenta.

Não perca a oportunidade de experimentar esse novo mundo, onde tudo é possível e a única coisa que nos resta no meio dos escombros é a humanidade e o afeto que podemos compartilhar. E você é nosso convidado para ser cúmplice desta descoberta.

SERVIÇOS:
Espetáculo: Circus Machine
Datas: 24, 25 e 26 de fevereiro e 03, 04 e 05 de março de 2023
Horário: Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 19h.
Local: Guairinha (R. XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba - PR)
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-circus-machine.aspx
Duração: 40 minutos.
Classificação: 12 anos.
Venda antecipada de ingressos no Ticket Fácil ou na bilheteria do teatro.

FICHA TÉCNICA
Direção: Eliezer Vander Brock
Colaboração dramatúrgica: Felipe Sarrafo
Atuação: Eliezer Vander Brock
Direção de arte: Luciano Wieser
Desenho de luz: Anry Aider

Consultoria musical: Gilson Fukushima
Direção musical: Gui Miudo
Produção musical, mixagem e masterização: Gui Miudo
Sonoplastia: Filipe Castro
Preparação vocal: Andrea Cechin
Efeitos especiais: Paulo Carneiro (Palhaço Abel) e Hurakan
Figurinos: Fabiana Pescara e Renata Skrobot
Visagismo: Mozart Machado
Adereços: Luciano Wieser
Ensaio fotográfico: Stefanny Ogata
Foto still: Magnö van Erven
Projeto Visual: Priscylla Nunes
Ilustração: Thiago Limón
Produção: Cia dos Palhaços (Nathalia Luiz, Juliana Takenaka e Fabrício de Angelis)
Agradecimentos especiais: Flávia Ulbrich, Valdir Vander Brock, Zélia Vander Brock e Alan
Cesar (Palhaço Pituxo)

Cia dos Palhaços nas redes sociais:
Site: www.ciadospalhacos.com.br
Instagram: www.instagram.com/ciadospalhacos/
Facebook: www.facebook.com/a.ciadospalhacos/
YouTube: www.youtube.com/user/CiadosPalhacos
E-mail: contato@ciadospalhacos.com.br

Concerto em Ri Maior Maior volta aos palcos no Guairinha

Espetáculo da Cia dos Palhaços é uma comédia musical para todas as idades

A Cia dos Palhaços completou 18 anos e comemora sua trajetória de sucesso com grandes espetáculos. O Concerto em Ri Maior foi a primeira montagem da companhia e ganha um espaço especial no repertório dos artistas. Já passou por 90 cidades pelo Brasil e Portugal, e volta em temporada nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro em Curitiba, no Guairinha.

Diversão garantida para todas as idades, “Concerto em Ri Maior” é uma comédia musical que une dança, improvisação e palhaçaria. Na história, um maestro e palhaço que não fala o idioma português, Wilson Chevchenco, apresenta um concerto baseado em sua origem russa. Para isso, conta com a ajuda de seu fiel amigo, o palhaço Sarrafo, que atua como tradutor para a plateia. A partir daí, muita interação com o público e humor entram em cena, numa sequência de divertidas confusões. “Um dos segredos deste trabalho é o envolvimento da plateia e a forma como os palhaços apresentam a música misturada à comédia, resultando numa catarse musical cômica”, explica o palhaço e músico Eliezer Vander Brock, que interpreta Wilson Chevchenco na montagem. "Trazer uma figura excêntrica como um palhaço russo mal-humorado (Chevchenco), destoando de seu tradutor contente e cheio de energia (Sarrafo), enriquece a relação dos dois em cena e amarra as histórias de cada obra musical.

O resultado encanta o público e captura a atenção até o final", completa. O público, aliás, é parte fundamental da trama, pois é convocado pelo palhaço Sarrafo para fazer o papel de coral no concerto atrapalhado.

Sarrafo é vivido por Felipe Ternes, que também assina a direção artística da montagem. Cabe a ele ainda os números de malabarismo e dança. A direção musical é de Vander Brock, e ele também mostra seu talento múltiplo tocando vários instrumentos no espetáculo, como piano, violão, acordeom, gaita e harmônica.

A primeira encenação deste espetáculo foi em 2005. De lá para cá, percorreu o país de norte a sul, participando de festivais de teatro, circo e música. Passou também por Portugal, em 2012, com apresentações em Lisboa, Porto, Portalegre e Sintra.

Serviço:

Concerto em Ri Maior

Horário: Sextas, sábados e domingos, nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro de 2023.

Sextas e sábados, às 21h. Domingos às 19h.

Local: Guairinha (R. XV de Novembro, 971).

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Duração: 70 minutos.

Classificação: 10 anos.

Venda antecipada de ingressos no link:

https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-concerto-em-ri-maior.aspx

Ficha técnica

Direção Musical: Eliezer Vander Brock

Elenco: Eliezer Vander Brock e Felipe Ternes de Oliveira

Sonoplastia: Eliezer Vander Brock

Iluminação: Anry Aider

Técnico de Som: Henrique Rocha

Produção: Fabrício de Angelis, Nathalia Luiz e Juliana Takenaka

Direção Artística: Felipe Ternes

Comunicação: Com Leite Comunicação Integrada

Realização: Cia dos Palhaços

Músicas de cinema invadem o Guairinha. Pianista Thiago Lima conduz espetáculo em 14 de dezembro

Será um programa de aproximadamente uma hora, com trechos de mais de 50 temas emocionantes
No próximo dia 14 de dezembro, às 20h, o Teatro Guairinha apresenta o espetáculo “Trilhas inesquecíveis do cinema ao piano”, conduzido por Thiago Lima.

O pianista Thiago Lima completa 25 anos de carreira este ano, e traz em sua trajetória musical a experiência de criar trilhas sonoras para teatro, cinema, dança, ginástica rítmica, entre outras mídias. Além de ter uma intensa atuação como Coach de carreira no projeto “Talentos no Palco”.

Quem não lembra daquele tema de 007, ou aquele nostálgico tema de Perfume de Mulher, a envolvente música de A Bela e a Fera, os divertidos temas das séries de TV, a lendária trilha de Star Wars, e por aí vai?

Foi pensando na emoção que as trilhas sonoras proporcionam que Thiago Lima preparou um espetáculo com trechos de grandes trilhas marcantes ao piano. “Será um programa de aproximadamente uma hora, com trechos de mais de 50 temas emocionantes”, assegura o artista.

Serviço

“Trilhas inesquecíveis do cinema ao piano”, com Thiago Lima

Data: 14 de dezembro, às 20h

Local: Teatro Guairinha, em Curitiba

Ingressos: https://ticketfacil.showare.com.br/Performance/ShoWareFrontEndPerSectionReservation.aspx?PerformanceId=20988&trk_eventId=2349

Realização: Amarias Cultura

Nova companhia de ópera de Curitiba faz sua estreia com o espetáculo “La Sonnambula”

Estrelada pela soprano ítalo-brasileira Ornella de Lucca, Companhia Santa Cecília se apresenta no próximo dia 27 de novembro, no Guairinha

Curitiba acaba de ganhar uma nova companhia de ópera. Trata-se da Companhia Santa Cecília, que faz sua estreia com o espetáculo “La Sonnambula”, que será apresentado no próximo dia 27 de novembro (domingo), às 20 horas, no Guairinha (auditório Salvador de Ferrante).

Com direção musical de Thiago Plaça Teixeira, o concerto lírico será estrelado pela soprano ítalo-brasileira Ornella de Lucca, que acaba de voltar para a capital paranaense após uma temporada de trabalhos e estudos na Itália. Formada pela conceituada Universität Mozarteum de Salzburg, da Áustria, ela já participou de vários concertos, óperas e operetas tanto no Brasil quanto no exterior, cantando papéis principais.

Em “La Sonnambula”, Ornella será acompanhada pelo tenor Vitorio Scarpi, pelo barítono Cláudio de Biaggi, pela também soprano Melissa Bergonso e pela mezzo-soprano Diana Danieli. Com formações variadas e diversos trabalhos já realizados, todos eles integram a Companhia Santa Cecília, sendo naturais do Paraná e residentes de Curitiba.

O coro será formado pelos cantores líricos convidados Lívia Ribeiro, Maria Julia Mello e Paloma López (sopranos); Maico Sant’Anna, Mario Malinconi e Odair Sebaniski (tenores); e Divonei Scorzato, Johann Kamien e Roberto Guimarães (baixos). A narração será feita pelo ator Renet Lyon.

A orquestra que tocará na montagem de estreia é composta por músicos de Curitiba que também participam de outros grupos da cidade, como Orquestra Sinfônica do Paraná, Camerata Antiqua de Curitiba e Orquestra Filarmônica da UFPR. Eles contarão com a regência do maestro Felipe Biesek.

La Sonnambula

A ópera La Sonnambula, do compositor italiano Vicenzo Bellini, é dividida em dois atos, tendo sido apresentada pela primeira vez no Teatro Carcano, em Milão, em 1831. A ação acontece em uma vila suíça no início do século XIX. Amina (que será interpretada por Ornella de Lucca) - filha adotiva de Teresa (Diana Danieli), dona do moinho da vila - comemora seu noivado com Elvino (Vitorio Scarpi), um jovem e rico fazendeiro.

Durante os festejos, chega um misterioso estrangeiro, que é, na verdade, o Conde Rodolfo (Cláudio de Biaggi), que retorna à vila de sua infância depois de muitos anos. O Conde hospeda-se naquela noite na hospedaria da vila, cuja proprietária é Lisa (Melissa Bergonso), apaixonada por Elvino.

Ninguém sabe, mas Amina é sonâmbula e justamente naquela noite perambula pela vila chegando até o quarto do Conde. Vendo a moça em estado de sonambulismo, o Conde discretamente se retira, mas a presença dela no quarto é descoberta por Lisa e revelada, dando origem a um grande conflito.

FICHA TÉCNICA:

Direção musical e correpetição: Thiago Plaça Teixeira.

Solistas: Ornella de Lucca, Vitorio Scarpi, Cláudio de Biaggi, Melissa Bergonso e Diana Danieli.

Coro: Lívia Ribeiro, Maria Julia Mello, Paloma López, Maico Sant’Anna, Mario Malinconi, Odair Sebaniski, Divonei Scorzato, Johann Kamien e Roberto Guimarães.

Ator/narrador: Renet Lyon.

Regência: Felipe Biesek.

Violino I: Ângelo Martins da Silva (spalla), Pablo Malagutti, Paulo André Hübner,

Pedro Ferreira, Vinícius Henrique Batista e Vitor Andrade.

Violino II: Dan Tolomony (chefe de naipe), Cesar Augusto Vieira, Everton Escorissa Santos e Vinicius Marini Woicolesko.

Viola: Jader da Cruz (chefe de naipe) e Fabiane Nishimori Ferronato.

Violoncelo: Samuel Pessatti (chefe de naipe) e Bruno Vinicius Rosa.

Contrabaixo: Vitor Vieira da Costa.

Flauta: Denusa Castellain.

Oboé: Maicon Alves Nogueira.

Clarinete: Elvis Willian Ferreira Tosta e Karine Leticia Fragoso.

Fagote: Juliano Pontes.

Trompa: João Gustavo Schmidt Braz e Weber Alesandro Gomes.

Trompete: Otavio Rasera.

Tímpano: Ivan Souza Lemes.

Iluminação: Lucas Amado.

Projeções: Lumen Audiovisual.

SERVIÇO:

Ópera “La Sonnambula”

Quando: 27 de novembro (domingo)

Onde: Teatro Guaíra (Auditório Salvador de Ferrante - Guairinha). Rua XV de Novembro, 971, Centro, Curitiba.

Horário: 20 horas

Duração do espetáculo: uma hora e trinta minutos

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Classificação etária: 7 anos

Venda de ingressos: site Ticket Fácil (https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-concerto-lirico-la-sonnambula-de-bellini.aspx)

Protagonizado pela atriz Fernanda Thurann, peça será apresentadaem Curitiba nos dias 15, 16 e 17 de julho, no Guairinha.

O hábito ancestral das famílias de se sentar para ouvir histórias fantásticas é resgatado no espetáculo Os Encantados do Sossego, estrelado pela atriz Fernanda Thurann e dirigido por Monique Sobral de Boutteville, que também assina a dramaturgia ao lado de Edyr Augusto. A montagem poderá ser assistida em Curitiba, em três apresentações nos dias 15, 16 e 17 de julho, no Centro Cultural Teatro Guaíra (auditório Guairinha).

Segundo Monique de Boutteville, idealizadora do projeto, o espetáculo nasceu da pesquisa para o doutorado dela sobre a preservação de algumas práticas artísticas/culturais amazônicas. “A pesquisa foi iniciada com a atriz Fernanda Thurann em 2015, como um processo de coleta lúdica de dados. Rapidamente, percebemos a potência cênica das narrativas e dos dispositivos de contação que identifico como métodos próprios ao contador marajoara”, revela.

A trama explora lendas e mitos amazônicos ao acompanhar a história de Joana, uma mulher que vive na “Casa do Sossego”, na Ilha do Marajó, na foz do Rio Amazonas. Ela embarca em suas lembranças mais antigas para desvendar os mistérios que rondam a sua família. E se depara com eventos extraordinários – ora trágicos, ora fantásticos – que pairaram sobre aquele núcleo, depois que a família decidiu morar em terras Marajoaras.

A narrativa, de acordo com a diretora, é um emaranhado de memorias. “Ela tem uma forte base nas narrativas coletadas (os mitos do Boto e da Mulher Cheirosa), mas também cita e encarna outras histórias ancestrais, como A Cobra Grande do Sossego. A própria Joana foi construída a partir de referências da mitologia amazônica, como as figuras de Iara, Matinta e Damiana. Mas o texto também tem um caráter autobiográfico de experiências familiares vividas na região. Minhas memorias hoje se confundem com as de Joana, não consigo mais dissociar inteiramente o que é memoria inventada, vivida e coletada”, relata.

A construção da protagonista também evoca importantes temas do universo feminino, como a solidão, a perda e a maternidade. “Eu me identifico com a Joana em diversos aspectos. Talvez muito desse lugar de solidão me é bastante particular e essa ideia de crescer e se ver só no mundo. Essa rotatividade de pessoas e sentimentos que entram e saem de nossas vidas. Outro ponto de identificação é a força que ela tem de, mesmo nas adversidades, tirar algo bonito e valoroso”, conta a atriz Fernanda Thurann.

“Os ensaios para esse trabalho se tornaram um processo muito íntimo, muito delicado, além de tratar de histórias muito reais. Apesar de estarmos contando sobre lendas e mitos da Ilha de Marajó, são histórias que tratam de dores reais e tentamos, de forma lúdica, contar sobre as perdas da vida, que é comum a todos”, acrescenta a atriz. O espetáculo é um convite para conhecer um lugar mágico e exaltar a cultura brasileira. É uma história de amor, fraternidade e de respeito à natureza, aos ancestrais e às crenças de um território místico.

A encenação
Ambientada em uma casa em ruinas corroída pelo tempo, pelas encantarias e pela natureza, a cenografia assinada pelo paraense Nando Lima aposta em um conjunto de elementos naturais e objetos cênicos para transpor uma ambientação que se divide entre a floresta amazônica e a casa em ruinas de uma família que já teve muita abundância, mas que que foi corroída pelo tempo, pelas encantarias e pela natureza. Os acessórios são assinados pelo artista-artesão Ronaldo Guedes, ceramista marajoara que traz à cena elementos em barro e madeira. O trabalho do artista também fala sobre ancestralidade e é marcado pelo grafismo marajoara.

O figurino evoca elementos de uma família outrora abastada com traços de vestimentas típicas das danças tradicionais da região. A trilha sonora do músico e compositor Thiago Sobral possui paisagens sonoras gravadas com sons da floresta que costuram a narrativa. A presença de dois músicos em cena permite um diálogo sonoro direto com a atriz.

Sobre a diretora Monique Sobral de Boutteville
Monique Sobral de Boutteville é formada em Cinema pela Universidade Paris 8, em Teatro pela CAL-RJ e em Letras – Língua Francesa pela Universidade do Pará. Tem mestrado em Estudos Teatrais pela Universidade Paris 8 e é doutoranda pela Universidade Saint Denis-Paris 8.

Atuou, dirigiu e escreveu várias peças de teatro no Brasil e na França e é cofundadora da Cia. 4Pontas, no RJ, e da Cie Ibrida em Paris. No seu percurso interartístico, associando teatro e cinema, dirigiu e atuou em curtas-metragens e documentários. Suas áreas de pesquisa e criação envolvem adaptação em cinema e teatro, memória imaterial, interculturalidade e práticas tradicionais amazônicas.

Sobre a atriz Fernanda Thurann
Atriz e produtora executiva da Brisa Filmes, Fernanda Thurann é formada pelo The Lee Strarsberg Theatre and Film Institute, em Nova York, nos EUA. No cinema, produziu o premiado longa Medusa que teve seu lançamento na Seleção Oficial da Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes2021, participou como atriz e produtora do premiado longa de terror Cabrito, de Luciano de Azevedo, e do filme Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto, do também premiado Pedro Gui. Atuou ainda em Paula, de Joana Collie; “Pedro Sob a Cama, de Paulo Pons, e Cartografia das Ondas, de Heloísa Machado. Em julho, estreia a série Maldivas da Netflix.

No teatro, ela produziu e atuou na adaptação de Dogville, dirigida por Zé Henrique de Paula, a partir do filme de Lars Von Trier. Participou também de O Nó do Coração, de David Elridge; Perto do Coração Selvagem, com direção de Luis Arthur Nunes; Diários do Paraíso, de Caio Andrade; O Mambembe, de Arthur Azevedo; e Café Playa Moon (OFF Broadway – Nova York/EUA).

Ficha Técnica:
Atriz: Fernanda Thurann. Músicos: Thiago Sobral e Lucas Fixel. Dramaturgia: Monique Sobral de Boutteville e Edyr Augusto. Direção: Monique Sobral de Boutteville. Direção Musical: Thiago Sobral. Assistência de Direção: André Garcia Alvez. Preparação Corporal: Brisa Caleri e Paula Fernanda Andrade. Preparação Vocal: Gabriella Florenzano e Jaqueline Priston. Cenografia e Iluminação: Nando Lima. Esculturas em cerâmica: Ronaldo Guedes / Ateliê Arte Mangue Marajó. Figurino: Maison Revolta. Design Gráfico e Criação - Pedro Pedreira. Fotografia: Vinícius Mochizuki e Walda Marques. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli. Produção de Comunicação: Ana Lobo. Coordenação Administrativo-Financeira: Felipe Valle e Mariana Sobreira / Fomenta Consultoria. Assessoria Jurídica: Ana Carolina Capozzi e Natália Beukers. Produção Executiva: Ana Beatriz Figueras. Assistência de Produção: Juliana Espíndola. Direção de Produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi. Produção: Diálogo da Arte Produções Culturais. Idealização: 4Pontas Produções Artísticas. Realização: Brisa Filmes.

Serviço:
OS ENCANTADOS DO SOSSEGO
Dias 15, 16 e 17 de julho – Sexta e sábado, às 21h.Domingo às 19h.
Classificação etária: Recomendado a partir de 10 anos.
Duração: 60 minutos.

Centro Cultural Teatro Guaíra - Auditório Salvador Ferrante (Guairinha)
Rua XV de Novembro, 971 - Centro
Capacidade: 472 lugares.
Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30 (meia)
Na Bilheteria do Teatro Guaíra - de segunda a sexta, das 12 às 18 horas.
Nos dias de evento, a bilheteria abre com 02 horas de antecedência.
Compras via internet: www.ticketfacil.com.br
Informações: (41)3304-7900

Teatro Guairinha recebe “Quando eu for mãe quero amar deste jeito” com Vera Fischer

A peça ainda traz no elenco Larissa Maciel e Mouhamed Harfouch. O texto é de Eduardo Bakr e direção de Tadeu Aguiar
Nos dias 3, 4 e 5 de junho, o Teatro Guairinha recebe “Quando eu for mãe quero amar deste jeito”, pela escrita por Eduardo Bakr com direção de Tadeu Aguiar. O espetáculo marca o retorno de Vera Fischer ao palco depois de 4 anos. Ao mesmo tempo completa 55 anos de carreira. No elenco ainda estão Larissa Maciel e Mouhamed Harfouch.

“A peça coloca uma lente de aumento sobre sentimentos e sensações de cada um dos personagens. Destaco no texto o exagero sobre os pensamentos, desejos e motivações”, conta o autor Eduardo Bakr.

Vera Fischer é dona Dulce Carmona, uma septuagenária que recebe a notícia de que seu único filho, Lauro (Mouhamed Harfouch), vai se casar com uma mulher que ela não conhece (Larissa Maciel). A partir daí, a comédia mostra a luta de uma mãe obcecada para dar ao filho um futuro digno de sua “classe social”. A aristocrática Dona Dulce Carmona entra numa guerra com a noiva do filho para manter a imagem da família.

Conhecido pela direção de grandes musicais, Tadeu Aguiar completa 42 anos de carreira encenando uma comédia ácida. “Além do amor materno, há outros amores permeando a peça: o amor do filho pela mãe, do homem pela mulher, da mulher pelo homem, e, até, pelos filhos que poderão vir. “Quando eu for mãe quero amar desse jeito” mostra um pouco desse amor atávico, mais forte do que a gente”, detalha. Tadeu, também diretor do musical “A cor púrpura”, com mais de 70 prêmios.

“Quando eu for mãe quero amar desse jeito” reúne três atores com trajetórias bem diferentes. Recém-completados 70 anos, Vera Fischer diz que ama fazer teatro e trabalhar: “Minha vida não faz sentido sem trabalho. Eu preciso do trabalho. Sou independente. Quero trabalhar até meus 100 anos, quero fazer uma festa maior e melhor do que a dos meus 50! É isso! Eu sou daquele tipo de pessoa que todos os dias comemora a vida!". Larissa Maciel, lembrada até hoje pela interpretação da cantora Maysa na série da TV Globo, diz que sua personagem vai se revelando aos poucos. “O público terá que decifrá-la. Estou trabalhando com a Vera Fischer pela primeira vez, e pela segunda com o Mouhamed. Nosso trio teve sinergia desde a primeira leitura e temos nos divertido muito em cena”, revela Maciel. “Passa um filme na minha cabeça. A saudade do teatro era tanta antes dos ensaios, que quando o cenário chegou, parei e fui correndo brincar com os objetos de cena”, diz Mouhamed Harfouch.

O figurino de Dani Vidal e Ney Madeira busca acentuar a personalidade dos personagens, oferecendo apoio a suas transformações ao longo do espetáculo. Uma paleta que vai do tom nude ao bordô intenso, marca a trajetória de Carmona, sendo utilizada a mesma paleta em gradação inversa para Gardênia. “Desta forma, buscamos posicionar gradativamente a noiva e futura esposa de Lauro, no lugar em que encontra Carmona, inicialmente”, conta Dani Vidal. “Lauro se mantém em posição intermediária, mediando as duas intensas e queridas mulheres, marcado em tons de azul. Um contraste surpreendente será revelado na cena de casamento de Gardênia e Lauro, identificando os desejos reais das duas mulheres de sua vida”, especifica Ney Madeira.

O cenário de Natália Lana ambienta o espetáculo em uma casa aristocrática com certa decadência. “Apesar de à primeira vista termos um cenário realista, buscamos quebras e cortes que simbolizam a força da relação entre estas duas mulheres que não medem esforços para atingir seus objetivos. Optamos pela paleta de cores carregada no dourado e vermelho para enfatizar ainda mais esta força”, afirma Natália. A luz de Daniela Sanchez pretende manter a atmosfera de tensão constante. Com a luz é possível manipular quase que imperceptivelmente, através dos diferentes ângulos e recortes, as mudanças de cenas, num clima de mistério e suspense. Isso, sem perder a lado do humor ácido que a peça proporciona. A trilha sonora de Liliane Secco será toda original. ”Faço uso de instrumentos virtuais, recurso que dispensa a participação de músicos ao vivo”, finaliza Secco.

FICHA TÉCNICA
Texto: Eduardo Bakr
Direção: Tadeu Aguiar
Elenco: Vera Fischer, Larissa Maciel e Mouhamed Harfouch
Cenário: Natália Lana
Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal
Desenho de luz: Daniela Sanchez
Trilha sonora original: Liliane Secco
Assistência de direção: Flavia Rinaldi
Produção Executiva: Edgard Jordão
Coordenação de produção: Norma Thiré

Serviço
“Quando eu for mãe quero amar desse jeito”
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 80 minutos
Data: 03, 04 e 05 de Junho | Sexta e Sábado às 21h e Domingo às 18h
Local: Teatro Guairinha – Rua XV de Novembro, s/n - Centro | Curitiba - PR
Telefone: (51) 3227.510 | 3227.5300
Vendas Online: www.ticketfacil.com.br
Bilheteria: CCTG - Centro Cultural Teatro Guaíra
Rua Conselheiro Laurindo, s/n - Centro, Curitiba – PR
Horário: Segunda à Sexta das 12h às 18h
Valores Ingressos
Balcão: Inteira – R$ 90,00 | Meia-entrada: R$ 45,00
Plateia: Inteira – R$ 140,00 | Meia-entrada: R$ 70,00
Descontos: consulte os descontos legais no site da ticketeira

ESPETÁCULO CONTOS ENCERRA TEMPORADA EM CURITIBA NO MINIAUDITÓRIO DO TEATRO GUAÍRA NESTE FIM DE SEMANA

Cia Ilimitada faz as últimas apresentações neste sábado e domingo (28 e 29 de maio), às 19h. Ingresso gratuito

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Foto: Maringas Maciel

Contos, uma remontagem da Cia Ilimitada com direção e dramaturgia de Marcio Juliano e direção musical de Sérgio Albach, que integra música, teatro e contação de histórias encerra neste fim de semana a circulação por teatros de Curitiba. As últimas apresentações serão neste sábado e domingo, 28 e 29 de maio, às 19h, no Miniauditório do Teatro Guaíra. A entrada é gratuita.

O espetáculo reúne atores e músicos da Orquestra à Base de Sopro que se alternam entre narradores e personagens para narrar histórias construídas a partir de contos da tradição oral. A música é executada ao vivo. “Essas histórias não são contadas somente pelas palavras, pelo texto, por atores, mas também pela música, sons, silêncio e, principalmente, pelas imagens que se constroem no imaginário da plateia. Contos exige a participação ativa do público. Nós apenas preparamos o ambiente e oferecemos tempo e espaço, é um trabalho que carrega simplicidade, por isso exige uma entrega verdadeira e sincera dos artistas”, conta o diretor Marcio Juliano.

Fazem parte do elenco: Glaucia Domingos, Marcel Malê, Marcio Juliano e os músicos: Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori, integrantes da OABS. Nadja Naira (cia brasileira de teatro) assina a luz e divide a assistência de direção com Mônica Infante que também é responsável pela preparação corporal. As composições feitas especialmente para o trabalho são de Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima.

A classificação indicativa do trabalho é livre, pode ser visto por toda a família.

A Pele da Alma é um dos contos, se passa em uma terra gelada à beira mar e narra o encontro e desencontro de um solitário homem com a mulher foca, abrindo espaço para a discussão sobre a essência feminina e a busca pelo resgate da natureza instintiva.

O Comprador de Sonhos, o outro conto, nos apresenta Kanhru, indígena brasileiro, trabalhador braçal, sem-terra, que ao comprar um sonho, planta uma semente que transforma a realidade da sua comunidade.

Este projeto é uma realização da Cia Ilimitada e foi incentivado pelo EBANX por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Ficha Técnica

Direção e Dramaturgia: Marcio Juliano

Direção Musical: Sérgio Albach

Composições: Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima

Elenco: Glaucia Domingos, Marcel Malê, Marcio Juliano, Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori.

Assistência de Direção e Iluminação: Nadja Naira

Assistência de Direção e Preparação Corporal: Mônica Infante

Operação de Luz: Henrique Linhares

Operação de Som: Chico Santarosa

Produção Executiva: Marcos Trindade

Assistência de Produção: Vinícius Jardim

Assessoria de Imprensa e Comunicação: Glaucia Domingos

Mídias Sociais: Vanessa Brollo

Design Gráfico: Adriana Alegria

Fotografia: Maringas Maciel

Produção e Realização: Cia Ilimitada

SERVIÇO:

Espetáculo CONTOS

Onde: Miniauditório do Teatro Guaíra

Quando: 28 e 29 de maio (sábado e domingo)

Que horas: às 19h

Endereço: Amintas de Barros/Centro

Ingresso: gratuito

Capacidade: 104 lugares

Classificação: Livre

Duração:60 minutos

Realização: Cia Ilimitada

CONTATOS:

Produção

Marcio Juliano da Silva

marciojulianocontato@gmail.com

41 99902-5147

Ministério do Turismo APRESENTA

Dias 20, 21 e 22 de maio, no Teatro Guairinha, espetáculo vencedor na categoria de melhor comédia do Prêmio de Humor.

Link para fotos em alta: https://www.dropbox.com/sh/he0u5a8hbeqmcoc/AAALL89B6ii8OTkjxHXI1vnZa?dl=0
Crédito fotos: Cátia Coelho

Marcelo Médici e Ricardo Rathsam escreveram, dirigiram e protagonizam a comédia TEATRO PARA QUEM NÃO GOSTA. Partindo da questão “o teatro está morto?”, a dupla de atores desdobra-se em 32 personagens para traçar um panorama da arte, desde a Antiguidade até os dias atuais, passando pela adaptação de clássicos como Édipo Rei e Romeu e Julieta, teatro de revista, infantil, musicais e stand-up comedies.

“Brincamos que o teatro está acabando, porque a gente vive uma grande crise econômica e claro que a bilheteria está refletindo esse problema. Já passamos pelas inovações do rádio, cinema, TV e agora outras plataformas, como a internet. O público sempre fica. O teatro persiste, é eterno. E aí a gente conta a história do teatro. De uma forma cômica, claro”, descreve Médici, que define o espetáculo como “uma declaração de amor ao teatro”.

“Tem muita gente que não costuma frequentar o teatro, mas vem atraído pelo título (risos). Fiz um trabalho de pesquisa para escrever o texto, mas a ideia não é dar uma aula. Pretendemos contar a história do teatro, porém sem didatismo.”, conta Ricardo Rathsam, que dividiu o palco com o Médici em Eu Era Tudo Para Ela e Ela me deixou e é coautor de Cada Um Com Seus Pobrema e Cada Dois Com Seus Pobrema. ”Tem gente que vem apenas para rir e diz que esse objetivo é alcançado. E tem gente que agradece pela aula.”, brinca Ricardo, que foi indicado como melhor performance no Prêmio de Humor de 2019, por sua atuação em TEATRO PARA QUEM NÃO GOSTA.

“A ideia da peça surgiu quando assisti ao Jô Soares falando de um comediante italiano, o Vittorio Gassman, que fazia a história do teatro em uma hora. Era um solo. Fiquei com isso na cabeça, durante uns dez anos. E agora, eu e Ricardo, responsável por 90% do texto, estamos em cena”, revela Marcelo.

A peça estreou em agosto de 2018, em São Paulo, e recebeu, na categoria melhor comédia do ano, o Prêmio do Humor – do Fábio Porchat. Foi indicada, também como melhor comédia, ao Prêmio Risadaria.

Com produção de Rodrigo Velloni, figurinos de Fábio Namatame, trilha de Ricardo Severo, cenário e supervisão de direção de Kleber Montanheiro, Médici e Rathsam criaram um espetáculo dinâmico, com referências clássicas e contemporâneas, misturando estéticas e linguagens teatrais. O espetáculo conta com Lei de Incentivo à Cultura do Ministério do Turismo. Em seu percurso pelo teatro mundial e brasileiro, TEATRO PARA QUEM NÃO GOSTA encanta e faz rir. O teatro, afinal, passa bem.

SERVIÇO

CURITIBA
DATAS: 20, 21 E 22 DE MAIO
SEXTA ÀS 21H, SÁBADO ÀS 21H E DOMINGO ÀS 18H
INGRESSOS: INTEIRA R$ 100,00 | MEIA-ENTRADA (DESCONTOS LEGAIS): R$ 50,00
LOCAL: TEATRO GUAIRINHA
ENDEREÇO: R. XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba
CAPACIDADE: 472 LUGARES
Duração: 120 minutos.
Classificação: 14 anos
Gênero: Comédia
IMPORTANTE: SERÁ OBRIGATÓRIO O USO DE MÁSCARAS.

FICHA TÉCNICA

Texto e elenco: Marcelo Médici e Ricardo Rathsam
Supervisão e Cenário: Kleber Montanheiro
Produção: Rodrigo Velloni
Figurino: Fabio Namatame
Trilha original composta: Ricardo Severo
Iluminação: Adriano Tosta
Arte: Marcio Villar
Fotos: Jairo Goldflus
Produção Executiva: Luciana Rathsam
Assistente de Produção: Swan Prado e Adriana Souza
Gestão Financeira: Vanessa Velloni
Realização: Velloni Produções Artísticas
Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo

NESTE FIM DE SEMANA TEM CONTOS NO GUAIRINHA

Cia Ilimitada faz as últimas apresentações neste sábado e domingo (07 e 08), às 20h, do espetáculo que integra música, teatro e contação de histórias. Ingresso gratuito.

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Foto: Maringas Maciel

O espetáculo Contos, uma remontagem da Cia Ilimitada com direção e dramaturgia de Marcio Juliano e direção musical de Sérgio Albach faz as últimas apresentações neste fim de semana no Guairinha, sábado e domingo (07 e 08), às 20h. A entrada é gratuita, não é necessário fazer reserva, mas como a capacidade do espaço para este trabalho foi reduzida para 68 lugares, é bom chegar um pouco antes para garantir a entrada. A bilheteria do teatro abre uma hora antes do espetáculo para a retirada dos ingressos.

No palco, atores e músicos da Orquestra à Base de Sopro narram histórias construídas a partir de contos da tradição oral com música executada ao vivo. No elenco: Glaucia Domingos, Marcel Malê, Marcio Juliano e os músicos: Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori, integrantes da OABS. Nadja Naira (cia brasileira de teatro) assina a luz e divide a assistência de direção com Mônica Infante que também é responsável pela preparação corporal. As composições feitas especialmente para o trabalho são de Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima.

A indicação é livre, pode ser visto por toda a família. A plateia, disposta em semicírculo, ocupa o palco do teatro e se acomoda bem próxima dos atores para ouvir as histórias.

A Pele da Alma é um dos contos, se passa em uma terra gelada à beira mar e narra o encontro e desencontro de um solitário homem com a mulher foca, abrindo espaço para a discussão sobre a essência feminina e a busca pelo resgate da natureza instintiva.

O Comprador de Sonhos, o outro conto, nos apresenta Kanhru, indígena brasileiro, trabalhador braçal, sem-terra, que ao comprar um sonho, planta uma semente que transforma a realidade da sua comunidade.

Após a temporada no Guairinha, o espetáculo irá fazer uma breve circulação em Curitiba fazendo apresentações no Teatro Cleon Jacques (no Parque São Lourenço), dias 10 e 12 de maio e no Teatro da Vila, na CIC, dias 28 e 29 de maio.

Este projeto é uma realização da Cia Ilimitada e foi incentivado pelo EBANX por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Ficha Técnica

Direção e Dramaturgia: Marcio Juliano
Direção Musical: Sérgio Albach
Composições: Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima
Elenco: Marcel Malê, Glaucia Domingos, Marcio Juliano, Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori.
Assistência de Direção e Iluminação: Nadja Naira
Assistência de Direção e Preparação Corporal: Mônica Infante
Operação de Luz: Henrique Linhares
Operação de Som: Chico Santarosa
Produção Executiva: Marcos Trindade
Assistência de Produção: Vinícius Jardim
Assessoria de Imprensa e Comunicação: Glaucia Domingos
Mídias Sociais: Vanessa Brollo
Design Gráfico: Adriana Alegria
Fotografia: Maringas Maciel
Produção e Realização: Cia Ilimitada

SERVIÇO:

Espetáculo CONTOS

*Guairinha - 7 e 8 de maio, às 20h
*Teatro Cleon Jacques/São Lourenço - 10 e 12 de maio, às 20h
*Teatro da Vila/CIC - dias 28 e 29 de maio, às 17h
Ingresso: gratuito

Capacidade: 68 lugares
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Realização: Cia Ilimitada

CONTOS DA CIA ILIMITADA REESTREIANO GUAIRINHA

A primeira apresentação da nova temporada do espetáculo que integra música, teatro e contação de histórias será neste sábado (30/04), às 20h. Ingresso gratuito.
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Contos da Cia Ilimitada – Foto: Maringas Maciel

Atores e músicos da Orquestra à Base de Sopro levam ao palco neste fim de semana, em Curitiba, o espetáculo Contos, uma remontagem da Cia Ilimitada com direção e dramaturgia de Marcio Juliano e direção musical de Sérgio Albach. A nova estreia será dia 30 de abril (sábado), às 20h, no Guairinha. Nesta primeira temporada serão dois finais de semana de apresentação no mesmo teatro (dias 30 de abril, 01, 07 e 08 de maio), sempre aos sábados e domingos, às 20h. A entrada é gratuita.

A dramaturgia construída a partir de contos da tradição oral traz ao palco histórias ancestrais e, ao mesmo tempo, atuais, histórias que se inscrevem no tempo e nos conectam com nossas memórias. A primeira montagem estreou em 2019, com produção da Cia Ilimitada em parceria com a OABS – Orquestra à Base de Sopro de Curitiba. Esta remontagem conta com parte do elenco original, os atores: Marcel Szymanski e Marcio Juliano, a atriz Glaucia Domingos e os músicos: Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori, integrantes da OABS. A assistência de direção e a iluminação é de Nadja Naira (cia brasileira de teatro), parceira de incontáveis trabalhos com a Cia Ilimitada. Outra artista sempre presente é Mônica Infante que também assina a assistência de direção e a preparação corporal da peça. As composições são de Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima.

Como na proposta anterior, a música é executada ao vivo e, atores e músicos se alternam entre narradores e personagens. “É uma equipe diversa na sua formação. Busco sempre nos meus trabalhos este encontro das artes cênicas com a música, a mistura destas linguagens na criação de um trabalho me instiga. A música não acompanha e nem sublinha o texto, ela também narra”, conta o diretor Marcio Juliano.

“Essas histórias não são contadas somente pelas palavras, pelo texto, por atores, mas também pela música, sons, silêncio e, principalmente, pelas imagens que se constroem no imaginário da plateia. Contos exige a participação ativa do público. Nós apenas preparamos o ambiente e oferecemos tempo e espaço, é um trabalho que carrega simplicidade, por isso exige uma entrega verdadeira e sincera dos artistas”, complementa.

Não se trata de um espetáculo voltado exclusivamente para crianças, a indicação é livre, mas é um espetáculo para toda a família. Além das apresentações abertas o projeto prevê mais 12 apresentações fechadas para público dirigido das escolas públicas e outras instituições. Essas apresentações estão sendo agendadas pela produção durante a semana.

As histórias contadas foram escolhidas por trazerem reflexão e apontarem caminhos de transformação e de superação dos desafios. São histórias que sinalizam esperança ativa e o entendimento de que a mudança é coletiva e que depende de uma ação colaborativa.

O conto A Pele da Alma, que se passa em uma terra gelada à beira mar, narra o encontro e desencontro de um solitário homem com a mulher foca, abrindo espaço para a discussão sobre a essência feminina e a busca pelo resgate da natureza instintiva.

O conto O Comprador de Sonhos nos apresenta Kanhru, indígena brasileiro, trabalhador braçal, sem-terra, que ao comprar um sonho, planta uma semente que transforma a realidade da sua comunidade.

O espetáculo é um convite para nos reunirmos em volta do fogo para ouvirmos histórias, como faziam nossos ancestrais, provável local de origem dos contos que compõem a dramaturgia da peça. O calor se dá no encontro dos atores com o público e um tapete circular no meio da cena representa a fogueira, o jogo. A plateia, disposta em semicírculo, ocupa o palco do teatro e se acomoda bem próxima dos atores.

“É um momento feliz! Uma grande oportunidade de retornar ao teatro, contar uma história, reencontrar o público. Nossos corpos deixam de ser virtuais e se tornam presentes novamente, gerando afeto e celebrando a vida”, comemora Marcio. “Cada vez que contamos essas histórias elas ganham um novo sentido, sobretudo após estes intensos últimos três anos. Definitivamente, não somos mais os mesmos, temos um outro entendimento sobre a vida, sobre a arte, sobre estar em cena, sobre estarmos vivos. Contos nesta remontagem ganhou uma nova dimensão, sem dúvida, ainda mais profunda”, encerra.

Ficha Técnica

Direção e Dramaturgia: Marcio Juliano
Direção Musical: Sérgio Albach
Composições: Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima
Elenco: Marcel Szymanski, Glaucia Domingos, Marcio Juliano, Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori.
Assistência de Direção e Iluminação: Nadja Naira
Assistência de Direção e Preparação Corporal: Mônica Infante
Operação de Luz: Henrique Linhares
Operação de Som: Chico Santarosa
Produção Executiva: Marcos Trindade
Assistência de Produção: Vinícius Jardim
Assessoria de Imprensa e Comunicação: Glaucia Domingos
Mídias Sociais: Vanessa Brollo
Design Gráfico: Adriana Alegria
Fotografia: Maringas Maciel
Produção e Realização: Cia Ilimitada

Sobre a Cia Ilimitada
A Cia Ilimitada foi criada em 2005, em Curitiba, pelo cantor, produtor, ator e diretor teatral Marcio Juliano e pela atriz e jornalista Glaucia Domingos, companheiros em trabalhos realizados nos últimos vinte anos. Além de conceber e produzir seus próprios projetos, realiza produção local para diversas companhias. Alguns trabalhos próprios: Noël, No Samba, Tempo de Voo, Noite de Reis, Outro Samba.

Este projeto é uma realização da Cia Ilimitada e foi incentivado pelo EBANX por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

SERVIÇO:

Espetáculo CONTOS

*Guairinha - 30 de abril, 1, 7 e 8 de maio, às 20h
*Teatro Cleon Jacques/São Lourenço - 10 e 12 de maio, às 20h
*Teatro da Vila/CIC - dias 28 e 29 de maio, às 17h
Ingresso: gratuito

Capacidade: 68 lugares
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Realização: Cia Ilimitada