Curitiba recebe documentário “A Holandesinha” da cineasta com Síndrome de Down Luiza Godoi

Obra, que mostra toda a trajetória até a criação do primeiro curta-metragem dela, será exibida durante o Festival Olhar de Cinema e concorre como o melhor filme do Estado

Nos dias 06 e 08 de junho, Curitiba é palco do documentário “A Holandesinha”, filme que aborda toda a trajetória da cineasta Luiza Godoi, pessoa com Síndrome de Down, na construção do seu primeiro curta-metragem, “Lágrimas de um Pierrot”. O documentário é produzido por João Gabriel Kowalski e Pollyana Boffe, e tem como um dos recortes mostrar como Luiza enxerga de forma única o cinema, além de contar bastidores e desafios na criação do curta. As exibições acontecem no Cine Passeio durante o Festival Olhar de Cinema, e contarão com a presença da equipe e do elenco do filme.

Candidata na Mostra Mirada Paranaense, prêmio do festival voltado ao melhor filme do Paraná, ‘A Holandesinha’ foi inicialmente pensada para ser “uma cinebiografia sobre a vida” de Luiza, mas logo tomou outros rumos. Durante o trabalho, que começou há oito anos, João percebeu que mais “potente” do que a biografia era gravar todo o processo de criação do curta. A produção também é, na visão dele, uma forma de mostrar a capacidade de alguém que, muitas vezes, não possui oportunidades de demonstrá-la.

“A ideia do documentário surgiu em 2018, quando descobri que a Luiza sonhava em se tornar cineasta e que me via como uma referência dentro do cinema. Isso me emocionou profundamente, porque percebi ali não apenas um sonho, mas uma vontade genuína de contar histórias e ocupar um espaço que historicamente quase nunca foi oferecido para pessoas com Síndrome de Down”, explica João.

A construção do filme fez com que a cineasta se sentisse “honrada”, e ficou feliz pela equipe que esteve presente em todo o processo. Luiza fala que muito do trabalho que resultou na indicação pelo documentário é fruto do esforço do João e espera muita emoção das pessoas no festival.

“Ele me acompanhou em vários lugares e foi gravando tudo que acontecia. Foi vendo crescer em mim a vontade de ser diretora além de roteirista de cinema. E a partir dali me orientou a fazer aulas de direção e roteiro. Ele teve muita paciência e muito profissionalismo. Eu não sei o que vou ver na tela, estou bem ansiosa, mas com certeza o João captou toda a minha essência, ele não viu só uma pessoa com síndrome de down, mas alguém que tem capacidade de realizar um sonho. Acredito que será uma exibição muito emocionante e contagiante”, afirma.

A obra é tratada internamente como uma “Documédia”, dadas as diversas partes que compõem humor e descontração. “Apesar de abordar temas importantes, o filme possui uma leveza muito própria. A personalidade da Luiza, o universo do curta que ela está dirigindo e as situações que surgiram ao longo das filmagens criaram momentos extremamente espontâneos e divertidos. Muitas dessas situações acabaram revelando um humor muito natural. A própria maneira como a Luiza conduz o set, se relaciona com a equipe e encara os desafios gera momentos que transitam entre o sensível e o cômico”, conta o cineasta.

Mesmo com tantos momentos leves, o objetivo do documentário é outro. O intuito é abrir caminhos e ser um incentivo para que mais pessoas - com Síndrome de Down ou outras deficiências - possam contar as próprias histórias através do cinema. João Gabriel afirma que esse ainda é um espaço “pouco acessível para muitos artistas”, e acredita que a produção “pode contribuir para ampliar esse debate e gerar novas oportunidades dentro do setor audiovisual”. “Existe uma tendência de enxergar pessoas com deficiência apenas pelas suas limitações, e o documentário tenta justamente romper com esse olhar. A intenção é mostrar indivíduos extremamente criativos, sensíveis e capazes de construir obras artísticas com identidade própria”, ressalta.

Tal característica criativa, junto com o desempenho, apareceram também através de João Vitor de Paiva, ator com a Síndrome, que integra o curta “Lágrimas de um Pierrot”. “Durante as gravações, ele demonstrou uma entrega impressionante ao personagem criado pela Luiza, mergulhando de forma muito intensa no papel e se dedicando profundamente ao processo artístico. A relação entre os dois dentro do set mostra como existe talento, comprometimento e profissionalismo que muitas vezes acabam sendo invisibilizados pela sociedade”, comenta Kowalski.

Aprendizados e expectativa do público

Presente em boa parte do curta e, também, no documentário, Pollyana afirma que a convivência com Luiza foi um privilégio e aprendeu muito com ela.

“Foi muito interessante observar a forma como ela trabalhava com as pessoas, com os setores e como delegava as ideias dela, assim como foi também muito bonito observar a recíproca de trabalho de toda a equipe com ela. Foi uma troca muito bonita e genuína, que felizmente ficou registrada na obra cinematográfica. Desde a produção do documentário ‘A Holandesinha’ até agora, eu me peguei várias vezes comentando com o João sobre os métodos da Luiza no set e sobre como eles me trouxeram reflexão e aprendizado para o meu próprio processo e trabalho. Trabalhar com ela me ensinou muito sobre confiança, autenticidade e coragem criativa. A Luiza tem muito disso: uma confiança muito forte na própria visão”, conta.

Toda essa troca e esforço durante a produção faz com que os três entendam que o público terá uma recepção carinhosa com a obra.

“Acredito que o público vai viver uma experiência muito afetiva e humana. ‘A Holandesinha’ possui momentos extremamente divertidos e espontâneos, então acho que o primeiro sentimento será o riso. Ao mesmo tempo, espero que o documentário deixe algo mais profundo após a sessão. Que as pessoas saiam inspiradas pela força criativa da Luiza, pela maneira como ela enfrenta desafios e pela paixão genuína que ela tem pelo cinema. De forma geral, torço para que o público consiga enxergar, através do filme, pessoas com Síndrome de Down para além dos estigmas e limitações que muitas vezes são impostos pela sociedade”.

Próximos passos

João conta que estão com diversos planos para além dessas apresentações em junho. “Paralelamente ao circuito de festivais, também estamos buscando uma distribuidora e possíveis canais ou plataformas interessados em licenciar o documentário, para que ele alcance o maior número possível de pessoas. Além disso, existe outro elemento muito importante dentro desse processo: o curta-metragem “Lágrimas de Um Pierrot", dirigido pela própria Luiza. Nossa intenção é que o curta também tenha vida própria no circuito de festivais, principalmente em mostras voltadas ao curta-metragem e ao cinema independente”, finaliza.

Trailer ‘A Holandesinha” https://www.youtube.com/watch?v=35mIXMh3qlA

Instagrans

https://www.instagram.com/souluizagodoi/

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https://www.instagram.com/pollyboffe/

https://www.instagram.com/belezamaravilhafilmes/

A Holandesinha

Datas: 06 e 08 de junho

Horário: Dia 06 (15h40 no Cine Passeio Luz, com libras, e 15h50 no Cine Passeio Ritz) / dia 08 (14h00 no Cinemateca, com Acessibilidade na Tela e 20h00 no Cine Passeio Ritz)

Gênero: documentário

Local: Cine Passeio - R. Riachuelo, 410 - Centro, Curitiba - PR

Duração: 90 minutos

Classificação: livre

Valor: gratuito

Mais detalhes: https://olhardecinema.com.br/ingressos

Ficha Técnica

Direção: Luiza Godoi e João Gabriel Kowalski

Roteiro: Luiza Godoi e João Gabriel Kowalski

Produção executiva: Pollyanna Boffe e João Gabriel Kowalski

Elenco: João Vitor de Paiva – Albertinho; Heloisa Miranda – Melissa; Monique Aiko – Laura; Malu Reis - Ana Rosa; Amanda Malakovski – Claudia; Nicole Lopes – Fabiola; Mafê Trindade – Walquiria; João Reis – Comandante; Inês Demari - Senhora com o cachorro; Geovana - Aluna do banheiro; Hélio Henrique Corbacho Acosta – Diretor; Kowalski - Jack Serra e Faca; Olavo - Cachorrinho da Luiza; Laura Ibba - Cindy Laura

Assistente de Direção: Thiago Moura

Direção de Produção: Vagner Valério

Assistentes de produção: Álvaro Paes, Daniele Pasquini, Mariana Estrabelli

Direção de fotografia: Leandro Realista, Rafael Szalai, Sergey Komarov

Operação de Câmera: João Victor Pagnoncelli

Primeiro Assistente de Câmera: João Victor Pagnoncelli

Segundo Assistente de Câmera: João Pedro Jacomin

Gaffer: Ark

Luz e Maquinaria: Digu Hang e Danilo Cruz

Direção de arte: Josy Champion

Primeira Assistente de arte: Rebeca Marques

Segunda Assistente de arte: Giovana Tortolla

Terceiros Assistentes de arte: Guz e Aluísio Stuani

Contra Regra: Milton Júnior e Sidney

Figurino: Pollyanna Boffe

Primeira Assistente de Figurino: Amanda Albertoni

Segunda Assistente de Figurino: Cris Viana

Terceira Assistente de Figurino: Laura Ibba e Bárbara Peres

Maquiagem e caracterização: Eloise Gonçalves

Primeira Assistente de Maquiagem: Thamires Saboia

Segunda Assistente Maquiagem: Andreia Noma

Som direto: Ladislau Kardos e Bruno Bergamo

Trilha sonora, Mixagem e Desenho de som: João Alfredo Parisi Filho

Montagem: João Gabriel Kowalski

Coloração: Leandro Realista

Still: Marcelo Partala

Making of: Felipe IDX e Vinicius Brito

Cozinheira: Juliana Matias

Produção de Recursos de Acessibilidade: Raça Livre Produções

Legendas: Alessandra da Rosa Pinho

Tradutor e Intérprete de Libras: João Gabriel Duarte Ferreira

Roteiro e Narração da Audiodescrição: Serginho Melo

Consultoria em Audiodescrição: Felipe Mianes

Créditos Finais: Nat Okimoto

Assessoria: Ribamar Filho e Victor Santos (MercadoCom)

Músicas

Downs Just Wanna Have Fun - Bella Giopato e João Alfredo Parisi Filho

Ô Abre Alas - Fonograma: Bella Giopato e João Alfredo Parisi Filho

Composição: Chiquinha Gonzaga (Domínio Público)

Dedicado a todos os pais e pessoas com Síndrome de Down.

Todos os direitos reservados à Beleza Maravilha Filmes.

CineNomad Pátio Batel transforma sessões de cinema em experiências de viagem cultural no shopping

Clube de Cinema propõe encontros mensais com filmes, mediação especializada e troca de reflexões entre participantes, a partir de 15 de abril. As inscrições já estão abertas

Depois do sucesso do Clube de Leitura, o Pátio Batel soma ao seu calendário cultural uma proposta que une cinema, reflexão e viagens pelo mundo sem sair do lugar. O CineNomad Pátio Batel, idealizado pela NomadRoots, produtora de viagens com conhecimento, em parceria com o Pausa Cine, estreia no shopping no dia 15 de abril para levar os participantes a uma jornada por diferentes países e realidades por meio da sétima arte. As inscrições já estão abertas a partir desta segunda (06).

Com encontros mensais, sempre às quartas-feiras, das 15h às 18h, a iniciativa aposta em uma curadoria que vai além da exibição de filmes. Cada sessão é pensada como uma jornada temática, onde os participantes só descobrem o filme ao chegarem no encontro. A obra exibida serve de ponto de partida para explorar aspectos históricos, sociais e emocionais de diferentes culturas. A cada encontro, um novo destino.

O diferencial do CineNomad Pátio Batel está na combinação entre experiência coletiva e tempo de assimilação individual. O impacto imediato da sessão somado às reflexões do grupo é o que torna o Clube de Cinema uma atividade transformadora aos participantes, que têm a oportunidade de viajar pelo mundo sem sair da cadeira.

As sessões acontecem no teatro da Livraria da Vila, no Pátio Batel, e são conduzidas pela psicanalista Andrea Chyla, criadora do Pausa Cine. Com duas décadas de experiência clínica e uma relação próxima com o audiovisual, ela propõe uma mediação que estimula o olhar crítico e a escuta sensível. Após a exibição, o grupo é convidado a compartilhar impressões e interpretações, ampliando o entendimento sobre o filme e suas camadas.

“Com o Clube de Cinema no Pátio Batel, reforçamos nosso propósito em proporcionar ações que ampliem o repertório dos nossos frequentadores. Nos tornamos um espaço para trocas em que vivências pessoais se cruzam com narrativas globais. Além disso, ter a condução de uma psicanalista na análise dos filmes é a oportunidade perfeita para se deslocar da sua própria zona de conforto, mergulhando em diferentes perspectivas”, afirma Camila Fleischfresser, head de marketing do Pátio Batel.

Parceira tem expertise em curadoria de viagens personalizadas

A NomadRoots, parceira do Pátio Batel e idealizadora da ação, é uma produtora de viagens com conhecimento especializada na criação de experiências imersivas e personalizadas, com foco em promover conexões autênticas entre pessoas, culturas e destinos. A empresa atua no desenvolvimento de roteiros e iniciativas que vão além do turismo tradicional, valorizando o conhecimento, a troca cultural e a vivência profunda dos lugares visitados, expandindo a maneira como as pessoas leem o mundo.

É com esse olhar que a NomadRoots expande sua atuação para projetos como o CineNomad Pátio Batel e o ClubeNomad Pátio Batel, em que a ideia de viagem é traduzida para outros formatos, como o cinema e a literatura, mantendo o propósito de ampliar repertórios e estimular novas formas de ver o mundo.

Serviço
CineNomad Pátio Batel – Clube de Cinema
Quando: encontros mensais, quartas-feiras, das 15h às 18h. Primeira turma a partir de 15 de abril.
Onde: Teatro da Livraria da Vila no Pátio Batel — Av. do Batel, 1868 - Batel, Curitiba - PR, 80420-090
Formato: presencial
Investimento: R$ 250 por mês
Informações e inscrições: nomadroots.com.br/produto/cinepatiobatel

Sobre o Pátio Batel

Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, com aproximadamente 190 estabelecimentos — entre eles 72 lojas exclusivas como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 11 anos de história, o Pátio Batel se consolida como "único em todos os sentidos": um espaço pensado para acolher em uma experiência completa de bem-estar, moda e luxo.

“Conexões dos Extremos” promove intercâmbio de filmes entre Manaus e Curitiba

Trazer o cinema da Amazônia para Curitiba, assim como mostrar aos manauaras o cinema paranaense é a proposta do “Cine Conexões dos Extremos”. A mostra independente, contemplada no edital emergencial da Fundação Manauscult por meio da Lei Aldir Blanc, propõe um intercâmbio de filmes entre Manaus (AM) e Curitiba (PR) em sua primeira edição.

Em cartaz de 10 a 16 de dezembro, o “Cine Conexões dos Extremos” terá, em cada cidade, uma sessão com um longa e outra formada por curtas-metragens da capital intercambista, com uma live de encerramento com os diretores dos longas-metragens. O objetivo da mostra é aproximar cidades brasileiras distantes territorialmente através do cinema, bem como valorizar produções de realizadores regionais e promover uma troca entre público e cineastas.

“Somos um país continental e multicultural, onde cada região tem suas peculiaridades que, muitas vezes, não estão representadas no cinema brasileiro. A ideia é mostrar um ‘olhar de dentro’, a partir dos cineastas regionais, para uma plateia distante, mas que é do mesmo país”, destaca a coordenadora do projeto Lídia Ferreira.

Em Curitiba (PR), os filmes amazonenses ficarão em cartaz de 10 a 16 de dezembro, na plataforma virtual do Cine Passeio (http://www.cinepasseio.org/). O longa-metragem a ser exibido é o documentário “Tudo por amor ao cinema” de Aurélio Michiles. O filme conta a história de Cosme Alves Netto, mais conhecido como “Cosme da Cinemateca”, um amazonense que lutou pela divulgação e preservação do cinema brasileiro e latino-americano entre as décadas de 1950 e 1980.

Entre os curtas-metragens da mostra, estão “O Barco e o Rio", de Bernardo Ale Abinader, ganhador de 5 Kikitos no 48º Festival de Cinema de Gramado e a animação “A Última Balada de El Manchez", de Leonardo Mancini, selecionado para o Anima Mundi 2017. A curadoria dos filmes amazonenses foi realizada pelo jornalista e crítico de cinema Caio Pimenta, do Cine Set.

Para encerrar a mostra em Curitiba, o diretor Aurélio Michiles, junto com a coordenadora do “Cine Conexões dos Extremos”, Lídia Ferreira, participarão de uma live para comentar sobre o longa-metragem exibido e tirar dúvidas do público.

Já em Manaus (AM), os filmes curitibanos serão exibidos no Casarão de Ideias, nos dias 14 e 15 de dezembro. A programação conta com o longa-metragem “A Grande Nuvem Cinza”, de Marcelo Munhoz, e os curtas-metragens “A mulher que sou”, de Nathália Tereza, “O estacionamento”, de Willian Biagioli, e “Ainda ontem”, de Jessica Candal. A curadoria é assinada por Kariny Martins e Eduardo Baggio, membros do Cineclube Cerejeira, ligado à Universidade do Estado do Paraná (Unespar).

As atividades da mostra são gratuitas. O “Cine Conexões dos Extremos” foi contemplado com o Prêmio Manaus de Conexões Culturais 2020, da Fundação Manauscult. O edital de cultura emergencial é referente a Lei Aldir Blanc ( Lei nº 14.017/2020), regulamentada na esfera federal, por meio do Decreto nº 10.464/2020, e municipal, por meio do Decreto nº 4.923/2020.

Serviço:
“Cine Conexões dos Extremos – Curitiba (PR)”
Quando:10 a 16/12
Onde: Cine Passeio – Plataforma virtual - http://www.cinepasseio.org/
Informações: http://tambormultiartes.com/
Contato: contato@tambormultiartes.com (41)99526-0791 (Bruna)

“Cine Conexões dos Extremos – Manaus (AM)”
Quando: 14 e 15/12
Onde: Casarão de Ideias – Rua Barroso, 279, Centro de Manaus

Sobre os filmes em exibição

Tudo Por Amor Ao Cinema
Documentário com direção de Aurélio Michiles
Cosme Alves Netto (1937-1996), conhecido como o "Cosme" da Cinemateca do MAM-RJ, esteve presente entre as décadas 50 a 80 na luta por sua divulgação e preservação do cinema brasileiro. Além de revelar a intimidade da vida deste amazonense-de-todo-mundo, Tudo por Amor ao Cinema é o único documentário brasileiro sobre a "cinefilia" e a arte de programar filmes.

A Última Balada de El Manchez
Animação com direção de Leonardo Mancini
A história do maior mariachi, que vendeu a alma para conseguir talento e fama, e sua inevitável queda e busca por redenção.

O Barco e o Rio
Drama com direção de Bernardo Ale Abinader
Vera é uma mulher religiosa que cuida de uma embarcação no porto de Manaus. Ela precisa lidar com a irmã Josi com quem diverge em relação a como lidar com o barco e sobre como viver a vida.

Saiba mais:

Cineclube Cerejeira (Curitiba/PR) – O Cineclube Cerejeira é um cineclube ligado ao Mestrado em Cinema e Artes do Video da Unespar (PPG-CINEAV), da Universidade do Estado do Paraná (Unespar). A ideia do cineclube é ser um espaço de interlocução sobre os filmes e materiais audiovisuais pesquisados / criados por alunos do mestrado, possibilitando a difusão tanto dos filmes quanto das pesquisas / processos de criação dos alunos. O cineclube também está aberto a exibir filmes que são objeto de pesquisas desenvolvidas em outros PPGs, buscando ampliar o diálogo do PPG-CINEAV com outros programas de pós-graduação, bem como com toda a comunidade. Suas sessões constituem-se assim um espaço de difusão da pesquisa em cinema e nas artes do vídeo, ampliando as possibilidades dos espectadores receberem as obras e compreenderem o cinema e as artes do vídeo também como um campo de pesquisa.

CineSet (Manaus/AM) – Formado por jornalistas, críticos de cinema e arte, o Cine Set é uma referência amazonense na produção de conteúdo e crítica especializada em cinema, especialmente na difusão de informações das produções regionais. Com mais de mais de 500 mil acessos nos dois primeiros anos, a trajetória do projeto iniciou como o programa de televisão “Set Ufam” na TV Universitária do Amazonas, em 2007, depois migrou para o portal de notícias D24AM, em 2012, até se tornar um site independente.

Cine Passeio (Curitiba/PR) – Inaugurado em março de 2019, localizado na esquina das ruas Riachuelo e Carlos Cavalcanti, Centro de Curitiba (PR), o Cine Passeio funciona como um cinema de rua e complexo cultural. Além de trazer de volta à cidade a proposta dos cinemas de rua como uma alternativa à grande quantidade de salas voltadas à exibição de conteúdos cinematográficos em shopping centers, o Cine Passeio foi projetado para ser também um espaço de formação audiovisual e de inovação na área da economia criativa.

Casarão de Ideias (Manaus/AM) – Localizada no Centro histórico de Manaus, a associação cultural sem fins lucrativos tem como finalidade é a promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico. Em 2020, o Casarão de Ideais completou 10 anos de atividades e se consagrou como um ponto cultural, social e afetivo da cidade de Manaus. Seu espaço físico também é amplamente utilizado para ações transitórias. Ensaios de outros grupos, exibições de fotografia, exibição de filmes, concertos, debates, reuniões, oficinas e espetáculos de teatro e dança são algumas dessas ocupações. Além de atividades realizadas em nosso próprio espaço, o Casarão de Idéias possuem diversos projetos que atuam e agrega ações sociais, culturais, empreendedoras e de inovação.

Lídia Ferreira (Idealizadora e coordenadora do projeto) - jornalista, especialista em Cinema com ênfase em Produção (Unespar) e Mestranda em Cinema e Artes do Vídeo (PPGCINEAV- Unespar). Após 12 anos dedicados ao jornalismo cultural em veículos impressos de Manaus (AM), está em fase de transição de carreira para área de audiovisual. Integrou a equipe do curta universitário “AURORA” como continuista, é assessora de imprensa do Festival Breves Cenas há oito edições e é a criadora e roteirista da série “Calendário de Letícia”, selecionado para o Visões Lab e roda de negócios do Festival Visões Periféricas 2019 (RJ).