Das séries “Os Outros” e “Sob Pressão”, Pedro Riguetti apresenta masterclass gratuita no Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba

Roteirista colaborador das produções de sucesso participa da segunda edição do evento com a masterclass “Estrutura para Narrativas Seriadas”, que ocorre no dia 13, às 19h30

Pedro Riguetti é roteirista colaborador das premiadas séries 'Sob Pressão' e 'Os Outros' -
Cred Reprodução
A segunda edição do FRIACA - Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba começou nesta quinta-feira (12).

O evento reúne uma programação inteiramente gratuita, com palestras, seminários, oficinas e consultorias com renomados profissionais do universo da sétima arte, além do laboratório de roteiros, ocupando o Cine Passeio, localizado na R. Riachuelo, 410.

O roteirista Pedro Riguetti, conhecido por sua colaboração em séries premiadas como “Os Outros” e “Sob Pressão”, comanda a masterclass gratuita “Estrutura para Narrativas Seriadas”, que ocorre nesta sexta-feira (13), às 19h30, no Espaço Valêncio Xavier.

Pedro Riguetti apresenta a masterclass "Estrutura para Narrativas Seriadas" - Cred Divulgação
Com ampla experiência em séries de ação, drama familiar e suspense, Riguetti, que é formado em Cinema, Escrita Criativa e Filosofia, irá explorar técnicas para criar tramas seriadas envolventes e personagens que evoluem de maneira consistente, além de como estruturar histórias que duram de seis a 12 episódios, compartilhando estratégias de planejamento de temporadas inteiras mantendo as tramas dinâmicas e os personagens em transformação.

O FRIACA - Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba segue até o dia 14 de setembro. A programação completa pode ser encontrada no perfil oficial do evento: Instagram|@friaca.festival .

Serviço:
FRIACA – Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba
Datas: 12, 13 e 14 de setembro
Local: Cine Passeio (Rua Riachuelo, 410 – Centro)
Programação gratuita e aberta ao público.
Informações: friaca.festival@gmail.com
www.friacafestival.com.br
Instagram: @friaca.festival

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FRIACA – Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba anuncia os projetos selecionados para o FRIACA LAB 2024

Laboratório e concurso de roteiros do festival, o FRIACA LAB 2024, é marcado por diversidade de temas, origens e perfis

FRIACA - Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba, bate recorde de inscrições em 2024 -
Cred TIPMIDIA
O FRIACA - Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba, que ocorrerá de 12 a 14 de setembro no Cine Passeio, divulgou os projetos selecionados para participar do FRIACA LAB 2024, laboratório e concurso de roteiros do Festival que, além de oferecer consultorias e atividades exclusivas para os roteiristas selecionados, premiará os melhores projetos. Foram selecionados cinco roteiros de curtas-metragens e cinco roteiros de longas-metragens entre as produções habilitadas para avaliação, por meio da equipe de curadoria do evento.

Foram inscritos 114 projetos de longas-metragens e 300 projetos de curtas-metragens, e, para chegar aos 10 projetos selecionados, foram considerados critérios técnicos, geográficos e identitários, atendendo também às regras de cotas previstas no regulamento, preservando vagas para projetos do Paraná e de Curitiba, trazendo ainda, dentro do possível, diversidade de temas, perfis de roteiristas e origens. Entre os selecionados estão projetos de Curitiba - PR, Umuarama - PR, Salvador - BA e São Paulo - SP.

"A presença de projetos de outros municípios e estados nos dá a dimensão do alcance do FRIACA. Recebemos projetos de diversos lugares do país e é muito bom ver a diversidade de temas e histórias que esses roteiristas querem contar. A nossa maior dificuldade foi selecionar apenas 10 roteiros, entre tantos bons projetos. Essa seleção só foi possível graças ao trabalho cuidadoso e primoroso da equipe de curadoria do festival”, comenta Eduardo Calegari, Idealizador e Diretor Geral do FRIACA.

A equipe de direção do festival está elaborando uma programação diversa, que será divulgada em breve, com o objetivo de atender as expectativas de roteiristas, profissionais e amantes do audiovisual em geral. Toda a programação do FRIACA é gratuita e aberta ao público.

FRIACA divulgou os selecionados para o FRIACA Lab - Cred FreePik, divulgação
Projetos selecionados FRIACA LAB 2024

Curtas-metragens:

BARRO SANTO - Erik Gasparetto
EU NÃO QUERO RECOMENDAÇÕES - Plínio Lopes
MEUS PÊSAMES, MEU BEM - Nataly Pereira
ROSA D' ÁGUA - Gabriel Lima/ Julia Souza
TERROR NOTURNO - Mirai Naisen

Longas-metragens:

BOATE PARADISE - Peter Klug
CARNE - Natália Martins
CINEMA DIRETO - Larissa Nepomuceno
IDEAL - Letícia Fudissaku
O FILHO MAU - Carol Sakura

Projetos selecionados concorrem a prêmios em dinheiro

Os projetos selecionados para o FRIACA LAB 2024 vão receber consultorias com profissionais da área do audiovisual, além de concorrer a prêmios em dinheiro e ao aguardado Troféu FRIACA 2024. O primeiro lugar de longa-metragem receberá R$5.000, o segundo R$3.000, e o terceiro R$2.000. Na categoria curta-metragem, o primeiro lugar ganhará R$3.000, o segundo R$2.000, e o terceiro R$1.000. O vencedor de melhor projeto de longa-metragem vai receber uma mentoria online pela Rede Paradiso de Talentos, graças à parceria e apoio do Projeto Paradiso, por meio do Paradiso Multiplica. O Projeto Paradiso é conhecido por seu investimento em formação e geração de conhecimento no setor audiovisual, oferecendo bolsas, mentorias, cursos, seminários e estudos.

Consultores do FRIACA Lab - Pedro Riguetti, Yana Chang, Gabriel Borges e Luiz Bertazzo -
Cred Divulgação
Conheça os consultores do FRIACA LAB 2024

Pedro Riguetti (longas-metragens) - Há 10 anos no mercado, sua experiência envolve séries de ação/aventura (Sob Pressão / Globo); drama familiar e suspense (Os Outros / Globoplay); tramas adolescentes e true crime. Assina como roteirista colaborador o longa de suspense “Macabro”, escrito por Lucas Paraizo. Assina também roteiros de videoclipes para bandas como Paralamas do Sucesso (“Não Posso Mais”) e Rubel (“Quanto Bate Aquela Saudade”, “Partilhar”, “Ben”, “Colégio” e “Chiste”).

Yana Chang (longas-metragens) - Produtora executiva e criativa, Yana possui formação em Direito e Antropologia pela USP, e desde 2023 atua como executiva responsável pela área de desenvolvimento da SOUTH GLOBAL, produtora de Alice Braga e Bianca Comparato. Na SOUTH GLOBAL, Yana se dedica a projetos inovadores que estabelecem uma forte comunicação com o público. Anteriormente, na O2 Filmes, supervisionou o desenvolvimento de 11 projetos para diversas plataformas de streaming. Entre seus trabalhos recentes, destacam-se as séries “Cidade de Deus” (2024, MAX) e “Cangaço Novo” (2023, Amazon), o longa “A Queda do Céu” (2024, Quinzena, Cannes), além de ter sido executiva do premiado documentário “Edna” (2021), de Eryk Rocha.

Gabriel Borges (curtas-metragens) - Pontagrossense, curador, montador e diretor de cinema, Gabriel é Mestre em Cinema e Artes do Vídeo pela Universidade Estadual do Paraná. Sua atuação no audiovisual é marcada pela realização e edição de filmes, além da organização e programação de cineclubes e festivais de cinema. Atualmente, Gabriel é co-diretor artístico do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba e diretor artístico do Metrô - Festival do Cinema Universitário Brasileiro. Como curador, ele já colaborou com diversos festivais, como o Griô - Festival de Cinema Negro Contemporâneo e o Queima - Festival de Videoclipes de Curitiba. Além disso, é conselheiro da região Sul da APAN - Associação de Profissionais do Audiovisual Negro, membro do Coletivo Inajá em Ponta Grossa e um dos curadores do Cineclube São Bernardo, cineclube de cinema brasileiro baseado em Curitiba.

Luiz Bertazzo (curtas-metragens) - Ator e roteirista, escreveu o longa-metragem “Alice Júnior” (2019), que teve estreia internacional no Festival de Berlim e foi premiado no Festival de Brasília. Em 2021, pelo filme, recebeu o Prêmio Paulo Gustavo de Melhor Roteiro de Comédia pela ABRA – Associação Brasileira de Autores Roteiristas. Seu segundo longa-metragem “Casa Izabel” (2022) estreou no Cine PE e recebeu cinco prêmios, entre eles o de melhor filme. Em 2021, entrou para a rede de Talentos Paradiso pela incubadora de desenvolvimento de roteiros com o projeto de longa-metragem “Loba”. Em 2024, foi indicado pela ABRA ao prêmio Abraço de Excelência em Roteiro.

Serviço:
FRIACA – Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba
Datas: 12, 13 e 14 de setembro
Local: Cine Passeio (Rua Riachuelo, 410 – Centro)
Programação gratuita e aberta ao público em breve
Informações: friaca.festival@gmail.com
www.friacafestival.com.br
Instagram: @friaca.festival

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Filme “Casa Izabel” tem sessões especiais em Curitiba com presença do diretor Gil Baroni, elenco e equipe

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O ator Jorge Neto em "Casa Izabel" - Foto: Olhar Filmes / Moro Filmes

Nesta semana, em que o filme paranaense “Casa Izabel” estreou nacionalmente nas salas de cinema de cinco cidades brasileiras, Curitiba contará com duas sessões especiais no Cine Passeio (Rua Riachuelo, 410, Centro) na Sala Cine Luz. Na sexta-feira (28/06), às 20h20, a exibição terá presença do diretor Gil Baroni, elenco e equipe. Já no sábado (29/06), às 18h, será feita uma sessão comentada, também com presença de diretor, elenco e equipe, seguida de debate (que contará com acessibilidade por meio de LIBRAS e audiodescrição). “Casa Izabel” também está em cartaz em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte.

A história é ambientada durante os anos 70, em meio à ditadura militar no Brasil. Uma isolada Casa Grande fundada por uma elite escravocrata torna-se um retiro de homens crossdressers, que se vestem como mulheres, trajando também uma realidade glamorosa e delirante, distante dos anos de chumbo. Mas as mentiras contadas nessa liberdade forjada começam a ruir quando o sistema vigente na época se infiltra na casa, rompendo a fronteira das maquiagens e de todos os artifícios de distração da fatalidade. O filme traz ao público um suspense dramático, com mistério e até terror, em uma história dirigida por Gil Baroni, com roteiro de Luiz Bertazzo, os mesmo de “Alice Júnior” (2020).

O longa-metragem foi viabilizado através do Fundo Setorial do Audiovisual (Ancine/BRDE), e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba / Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio da Ebanx. É uma produção da Beija Flor Filmes, com coprodução da Duplo Produções, distribuição da Moro Filmes e Olhar Filmes, e apoio do Projeto Paradiso.

Serviço:
Sessões especiais do filme “Casa Izabel” no Cine Passeio
28/06 (sexta-feira), às 20h20: sessão com presença do diretor, elenco e equipe.
29/06 (sábado), às 18h: sessão comentada seguida de debate com diretor, elenco e equipe.
Local: Cine Passeio (Rua Riachuelo, 410, Centro) - Sala Cine Luz.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) nas bilheterias ou pelo site www.ingresso.com
Duração do filme: 84 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Instagram do filme: @casaizabeloficial
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=BhbtsKi2CSY

O ESTRANHO ganha sessão com debate em Curitiba com presença de protagonista

A exibição acontece no sábado (22) no Cine Passeio

Confira o trailer clicando aqui
Para conferir materiais do filme, clique aqui

O ESTRANHO, dirigido por Flora Dias e Juruna Mallon, ganha sessão com debate em Curitiba, no sábado (22), às 18h. A exibição acontece no Cine Passeio, localizado na rua Riachuelo, 410. A sessão conta com a presença especial da protagonista, Patrícia Saravy, e a jornalista Luciana Melo, que conduzirão o debate após a sessão. Distribuído pela Embaúba Filmes, o longa tem estreia nacional marcada para o dia 20 de junho.

O filme fez uma bela trajetória em festivais, tendo ganhado os prêmios de Melhor Filme no Queer Lisboa (Portugal) e no Festival Internacional de Direitos Humanos de Nuremberg (Alemanha), além de Melhor Som no Festival de Havana (Cuba) e de Melhor Fotografia e Melhor Som em sua estreia nacional no Olhar de Cinema, em Curitiba.
Confira o trailer:

O principal cenário de O ESTRANHO é o Aeroporto de Guarulhos (SP), um símbolo de progresso e um monumento do mundo globalizado, mas também um marco do agressivo processo de colonização e ocupação do território. Embora seja um lugar onde as pessoas transitam o tempo todo, o filme joga seu olhar para aqueles que ficam, cujas vidas se cruzam naquele solo onde trabalham.

Filmando no próprio aeroporto e seus arredores, Dias e Mallon definem o processo do filme como uma total imersão no território de Guarulhos. “Pesquisa, preparação e filmagem nos levaram a perceber sua realidade como algo essencialmente heterogêneo e múltiplo. Quanto mais orientamos nosso olhar (e câmera) para os espaços e para as rotinas diárias dos trabalhadores do aeroporto, mais essa realidade se tornou rica e surpreendente. Ao lado do aeroporto encontramos bairros urbanos populosos, mas também comunidades rurais, sítios arqueológicos escondidos, e povos indígenas em processo de retomada”.

Diretores de “O Sol nos meus olhos”, de 2012, Dias e Mallon encontram na nova parceria a oportunidade de conjugar interesses em comum, que definem como “uma pesquisa cinematográfica sobre como o processo de autoconhecimento individual e de ativação da memória ancestral se conjuga com a busca por território e a construção de paisagem. Concebemos a paisagem não como um lugar de simples contemplação, mas como um espaço de luta de forças sociais, de confronto de diversas temporalidades e cheio de camadas de significação. Assim como o universo interior de uma pessoa, a paisagem é um processo pulsante e em constante construção”.

Segundo Flora Dias, “O Estranho é um trabalho de muitos anos e de muitas pessoas. Uma estreia é uma janela importante para todas essas energias colocadas no filme que teve e continua tendo uma guiança espiritual muito forte, e eu sinto que os caminhos dele estão sendo abertos pelos ancestrais que o filme reverencia”.

Juruna Mallon complementa: “Eu vejo O Estranho como um filme de encontros. Foram esses múltiplos encontros que, ao mesmo tempo, se tornaram a própria matéria prima do filme e que definiram a trajetória que o filme iria percorrer. Eles foram os pés e a terra dessa longa caminhada que o filme se propôs a fazer. Num primeiro momento, o encontro se deu com o território de Guarulhos, os trabalhadores do aeroporto, os estudantes e habitantes dos seus bairros. Em seguida, ele se traduziu nas parcerias com equipe e personagens que foram brotando e nos ajudando a lidar cinematograficamente com aquela rica e complexa realidade. A estreia em Berlim foi especial para uma série de encontros no caminho do projeto, entre o próprio filme e o público. E, agora, finalmente vamos estrear nos cinemas”

O ESTRANHO estreia em 20 de junho nos cinemas pela Embaúba Filmes. O longa foi realizado com recursos do FSA e da Lei Aldir Blanc, em coprodução com a Spcine e Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, teve o apoio financeiro do fundo holandês Hubert Bals Fund e do fundo suíço Visions Sud Est, além do apoio do Projeto Paradiso. Participou também dos laboratórios LoboLab, Novas Histórias e BrLab, do encontro Proyecta do Ventana Sur e dos eventos de work in progress do Brasil CineMundi e do Festival de Rotterdam.

Sinopse
O Aeroporto Internacional de Guarulhos foi construído sob um antigo território indígena. Nesse espaço onde 35 mil trabalhadores garantem o funcionamento diário, Alê (Larissa Siqueira) tem sua vida atravessada pelas origens do aeroporto e por rastros de um passado em constante transformação. Seguindo personagens cujas vidas se cruzam no dia a dia, o olhar se fixa não sobre aqueles que passam, mas sobre o que permanece num local impregnado pelas feridas originárias de um país.

Ficha Técnica
Uma produção Lira Cinematográfica e Enquadramento Produções
Em coprodução com Pomme Hurlante Films, Filmes de Abril e Ipê Branco Filmes
Distribuição Embaúba Filmes
Roteiro e Direção – Flora Dias e Juruna Mallon
Produção – Lara Lima e Leonardo Mecchi
Coprodução – Eva Chillón e Paula Pripas
Direção de fotografia – Camila Freitas
Direção de arte e Figurino – Dayse Barreto
Som direto – Gustavo Zysman Nascimento
Direção de produção – Luiz Fernando Orofino
Assistência de câmera e luz – Ana Galizia
Preparação de elenco – Helena Albergaria
Montagem – João Marcos de Almeida
Supervisão e desenho de som - Léo Bortolin
Mixagem - Vitor Moraes
Elenco:
Larissa Siqueira como Alê
Antonia Franco como Antônia
Rômulo Braga como Jorge
Patricia Saravy como Silvia
Thiago Calixto como Hélder
Laysa Costa como Laysa
Sobre os diretores

Flora Dias é diretora e diretora de fotografia, radicada em São Paulo e formada em Cinema pela UFF (Brasil) e pela École Nationale Louis Lumière (França).

Como diretora, realizou o longa-metragem O sol nos meus olhos, desenvolvido no Bafici Talent Campus em 2012 e lançado no Festival Internacional de Cinema de Mar Del Plata em 2013. Seu curta-metragem Ocidente foi exibido no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo em 2016, e Miragem na Mostra de Cinema de Tiradentes em 2019. Em 2020, em contexto de pandemia, Flora lança em plataformas virtuais o curta Pytang.

Com O Estranho, seu segundo longa-metragem, participou do 2º Encontro de Coprodução Internacional do LoboLab durante o 31º Festival Internacional de Cinema de Mar Del Plata; do 8º Laboratório Sesc Novas Histórias; do 9º BrLab - Laboratório de Desenvolvimento de Projetos e do 2º Proyect Lab do Ventana Sur. O projeto teve financiamento do Hubert Bals Fund, do Visions Sud Est e da Spcine, e fará sua estreia mundial na Berlinale Forum em 2023.

Em junho de 2022, Flora participou do workshop Filming in the Amazon, conduzido por Apichatpong Weerasethakul, do qual retornou com um novo curta-metragem, Wind Roads, ainda inédito.

Como diretora de fotografia, tem desenvolvido seu trabalho em curtas e longas-metragens desde 2009. Entre eles, estão Sinfonia da Necrópole (2014, Festival Internacional de Cinema de Mar Del Plata) e O Duplo (2012, Semana da Crítica de Cannes), ambos dirigidos por Juliana Rojas; Califórnia (2015, IFFRotterdam), de Marina Person; Seus ossos e seus olhos, de Caetano Gotardo (2019, IFFRotterdam); A noite amarela, de Ramon Porto Mota (2019, IFFRotterdam); e Primeiro Ato, de Matheus Parizi (2019, IFFRotterdam).

Juruna Mallon nasceu no estado do Rio de Janeiro em 1979. Estudou História da Arte em Gothenburg, na Suécia, e formou-se em Cinema no Rio de Janeiro. Há mais de dez anos mora na França, onde fez mestrado em Estudos Cinematográficos (Universidade de Lille) e Antropologia Visual (Universidade de Nanterre).

Dirigiu os documentários Satan Satie (2015) e Les Îles résonnantes (2017); o longa-metragem de ficção O Sol nos Meus Olhos (2013); e o curta de ficção Ararat (2014). Seus filmes foram exibidos em diversos festivais e centros de arte e cultura, como o Cinéma du Réel, Visions du Réel, Forum des Images, La Gaîté Lyrique, ForumDoc, Tiradentes e Semana dos Realizadores. Por Les Îles résonnantes, recebeu o Prêmio Aquisição da biblioteca pública do Centre Pompidou em 2017 e o Prêmio de Qualidade da agência francesa de cinema CNC em 2019. Seu segundo longa-metragem de ficção, O Estranho, estreou na Berlinale Forum em 2023.

Juruna é também sound designer e compositor, tendo assim trabalhado em projetos como Ontem havia coisas estranhas no céu, de Bruno Risas, e Perles, de Alex Hellot. Em 2021, integrou o júri do festival internacional de cinema documental Cinéma du Réel, em Paris.

Sobre a Lira Cinematográfica

Fundada em 2008 e capitaneada pela produtora Lara Lima, a Lira Cinematográfica se dedica ao desenvolvimento e realização de projetos de cinema, com foco em produções autorais. Desde sua fundação, lançou dezesseis curtas-metragens e os longas Seus ossos e seus olhos (2019), de Caetano Gotardo, exibido em festivais como Rotterdam, IndieLisboa, Viennale e Tiradentes; e A Felicidade das Coisas (2021), de Thais Fujinaga, que estreou em Rotterdam em 2021 e recebeu prêmios como o de Melhor Longa-Metragem de Estréia na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O terceiro longa-metragem da produtora, O Estranho, de Flora Dias e Juruna Mallon, fará sua estreia mundial na Berlinale Forum 2023.

Sobre a Enquadramento Produções

Enquadramento Produções é uma produtora independente, sediada em São Paulo e fundada pelo produtor Leonardo Mecchi, focada no desenvolvimento e produção de projetos cinematográficos, em especial primeiros e segundos longas de jovens e promissores realizadores. Entre suas produções encontram-se filmes como A Febre, Los Silencios, O Estranho, A Morte Habita à Noite, Mormaço, A Transformação de Canuto e Rejeito, selecionados para alguns dos mais importantes festivais nacionais e internacionais, como Cannes, Berlim, Locarno, Rotterdam, Toronto, IDFA, San Sebastian, Brasília e Gramado, entre outros.

Sobre a Embaúba Filmes

A Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de obras autorais brasileiras. Ela busca se diferenciar pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 40 títulos, em menos de 5 anos de atuação, apostando em filmes de grande relevância cultural e política. A empresa atua também com a exibição de filmes pela internet, por meio da plataforma Embaúba Play, que exibe não apenas seus próprios lançamentos, como também obras de outras distribuidoras e contratadas diretamente com produtores, contando hoje com mais de 500 títulos em seu acervo, dentre curtas, médias e longas-metragens do cinema brasileiro contemporâneo. A plataforma conta hoje com aproximadamente 550 títulos, sendo 70% deles disponibilizado gratuitamente.

Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba anuncia nova edição e abre inscrições para concurso com premiação de até R$5 mil

Segunda edição do FRIACA ocorre de 12 a 14 de setembro. Inscrições para o FRIACA Lab também estão abertas com premiações em dinheiro

Cine Passeio será o local do Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba
(Créd. Daniel Castellano - SMCS)
Sucesso em sua primeira edição, o FRIACA - Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba - anuncia a edição de 2024, que ocorrerá de 12 a 14 de setembro, no Cine Passeio (R. Riachuelo, 410 - Centro). O evento tem o objetivo de aprimorar conhecimentos e competências no desenvolvimento de roteiros, com palestras, painéis, oficinas, debates e masterclasses com profissionais da área da cidade e convidados de outras partes do Brasil, de forma a atender tanto profissionais experientes, quanto aqueles que pretendem iniciar no universo da escrita.

As inscrições também estão abertas para o FRIACA LAB, um laboratório de desenvolvimento e concurso de roteiros de curtas e longas-metragens de ficção, com premiação de R$5 mil para o primeiro colocado, R$3 mil para o segundo e R$ 2 mil para o terceiro projeto de longa-metragem, e R$ 3 mil para o primeiro colocado, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro projeto de curta-metragem.

“A primeira edição, que ocorreu no ano passado, foi um sucesso. Reunimos centenas de pessoas celebrando a arte do roteiro em uma grande troca de experiências, entre profissionais iniciantes e não-iniciantes. Contamos com projetos super interessantes, que acabaram entrando em editais de incentivo do audiovisual, além de discutirmos novas narrativas, inovação e o próprio mercado no Paraná e no Brasil”, comenta Eduardo Calegari, diretor geral do Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba – FRIACA.

O FRIACA – Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba é um evento que reúne roteiristas, produtoras, distribuidoras, alunos e professores de cinema, especialistas em audiovisual e público em geral, com o objetivo de aprimorar conhecimentos e competências no desenvolvimento de roteiros de filmes, séries, novelas e todas as demais formas de produtos audiovisuais voltados para cinema, TV, streaming e canais fechados.

Primeiro lugar de longa-metragem no FRIACA LAB receberá o Troféu FRIACA 2024 e
o valor de 5 mil reais (Créd. Tipmídia)
Inscrições abertas: FRIACA LAB abre inscrições do concurso de roteiros de curtas e longas-metragens com premiação em dinheiro

Uma das mais aguardadas programações do 2º FRIACA é o FRIACA LAB, um laboratório de desenvolvimento e concurso de roteiros de curtas e longas-metragens de ficção, cujas inscrições estão abertas até o dia 30 de junho. Os interessados poderão inscrever seus projetos e, uma equipe de curadoria, selecionará 10 deles, que participarão do laboratório com reuniões de análise exclusivas, acompanhamento e feedbacks por consultores profissionais da área do audiovisual, de forma presencial.

Os consultores escolherão os roteiros que serão premiados, sendo três na categoria de longas-metragens e três de curtas-metragens, sem distinção entre iniciantes e não-iniciantes. O primeiro lugar de longa-metragem, receberá o Troféu FRIACA 2024 e o valor de R$5.000. Já o segundo lugar, recebe R$3.000, e a terceira colocação, R$2.000. O primeiro lugar de curta-metragem, receberá o Troféu FRIACA 2024 e o valor de R$3.000. Já o segundo lugar, recebe R$2.000, e a terceira colocação, R$1.000. Ainda dentro da programação do FRIACA LAB, haverá um evento de pitching (apresentação verbal concisa), também aberto ao público, em que os projetos que participam do laboratório serão apresentados e defendidos por seus autores, diante de uma banca formada por empresas e profissionais do setor. As inscrições poderão ser feitas por meio do site https://friacafestival.com.br/

Logo, todas as informações de programação do 2º FRIACA e as formas de participação estarão disponíveis no site oficial do evento www.friacafestival.com.br, ou ainda, por meio das redes sociais pelo @friaca.festival

Serviço:
FRIACA – Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba
Data: 12, 13 e 14 de setembro
Local: Cine Passeio (Rua Riachuelo, 410 – Centro)
Programação Gratuita em Breve
Inscrições FRIACA LAB em www.friacafestival.com.br
Informações: friaca.festival@gmail.com
Siga o FRIACA no Instagram: @friaca.festival

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Ingressos à venda! Mais de 80 produções fazem parte da 13ª edição do Olhar de Cinema

Festival Internacional de Curitiba é marcado por estreias nacionais, obras restauradas, filmes para a criançada e sessão exclusiva na Ópera de Arame. Confira a programação completa

"A Mensageira" - Mostra Competitiva Brasileira - Cred Reprodução
De 12 a 20 de junho, a 13ª edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba ocupará as salas de cinema da capital paranaense com mais de 80 longas e curtas-metragens de todo o mundo.
Produções para as crianças, estreias nacionais e internacionais, obras de cineastas paranaenses, clássicos restaurados e reapresentados na telona em alta definição, são algumas das opções que compõem a ampla programação do evento, que se concretiza como um dos mais importantes dedicados à sétima arte do Brasil.

São 10 mostras cinematográficas, cada uma propondo um novo olhar sobre determinado segmento, pauta, idade, diretor ou estilo de produção. São elas, a Competitiva Brasileira, a Competitiva Internacional, a Novos Olhares, a Mirada Paranaense, a Exibições Especiais, a Olhar Retrospectivo, a Olhares Clássicos, a Foco, a Pequenos Olhares e o Filme de abertura e Encerramento.

As exibições ocorrem no Cine Passeio, no Cinemark Mueller, na Ópera de Arame e também no Teatro da Vila, no CIC - Cidade Industrial de Curitiba. Os ingressos já estão disponíveis pelo site oficial com valores que vão de R$8 (meia-entrada) a R$16. Todas as sessões no Teatro da Vila são gratuitas. Além disso, de 18 de junho a 7 de julho, os curtas-metragens brasileiros que compõem o festival estarão disponíveis gratuitamente na plataforma de streaming Itaú Cultural Play para todo o Brasil.

Jurados e premiações

As produções das mostras competitivas, que buscam o equilíbrio entre inventividade, abordagem de temas contemporâneos e potencial de comunicação com o público, concorrem a diferentes prêmios cinematográficos, em que um júri especial, formado por profissionais do cinema, entre cineastas, roteiristas, atores e produtores, é responsável por avaliar os diferentes aspectos dos filmes selecionados. Para este ano, os jurados convidados para avaliar os longas e curtas da Competitiva Brasileira e os Curtas da Competitiva Internacional são o roteirista Bruno Ribeiro, um dos responsáveis pela série “Os Outros”, da Globoplay; o ator, diretor e produtor carioca Johnny Massaro; o programador de festivais e pesquisador Edvinas Puksta, que é membro da Academia de Cinema Europeu; a mestre em cinema Maria Campaña Ramia, que atua como programadora no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã; e Paola Buontempo, programadora do Festival de Cinema de Mar del Plata e graduada em Artes Visuais pela Universidade Nacional de La Plata, História da Arte (FDA - UNLP). Os jurados encarregados de avaliar os longas da Competitiva Internacional e da Mostra Novos Olhares são o pesquisador, artista e mestre em roteiro de cinema Fábio Andrade; a historiadora, crítica de cinema e programadora de mostras e festivais, Lorenna Rocha; e a diretora, roteirista e bacharel em cinema e vídeo Nathália Tereza.

Na Mostra Competitiva Brasileira, os longas-metragens concorrem pelos prêmios de Roteiro, Direção de Arte, Som, Atuação, Fotografia, Direção, Montagem e o Prêmio Olhar de Melhor Filme; e os curtas, pelo Prêmio Especial do Júri e Prêmio Olhar de Melhor Filme.

Na Mostra Competitiva Internacional, os curtas concorrem ao Prêmio Olhar de Melhor Filme e ao Prêmio Especial do Júri, também para os longas.

Além da votação por parte dos jurados, o público também tem papel essencial para garantir um prêmio para suas produções favoritas das mostras competitivas. Há ainda a premiação por parte dos críticos da Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema para as produções das mostras competitivas e a premiação da AVEC - PR (Associação de Vídeo e Cinema do Paraná) para os filmes paranaenses da Mostra Mirada Paranaense.

As produções da Mostra Novos Olhares, que é dedicada a longas que têm maior radicalidade em suas propostas estéticas, trilhando caminhos desconhecidos, também concorrem ao Prêmio Olhar de Melhor Filme. Nesta mostra, há filmes que convidam o público a um mergulho lírico, outras que propõem a frieza do distanciamento épico, e também as que investigam as criações alegóricas e as que apostam no encontro com o real.

Confira a programação completa da 13ª edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba (*pode sofrer alterações):

"Retrato de um Certo Oriente" - Cred Matizar Filmes, Divulgação
Filme de Abertura - Estreia Nacional

A estreia nacional do filme “Retrato de um Certo Oriente” ocupará a Ópera de Arame, um dos pontos turísticos mais populares do Paraná, em uma sessão exclusiva.

Com direção de Marcelo Gomes (“Paloma”, “Estou me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar”), o longa traz personagens que foram expulsos de suas terras por conflitos sociopolíticos e é baseado no romance do escritor amazonense Milton Hatoum, ganhador do Prêmio Jabuti de Melhor Romance (1990). Os irmãos libaneses, Emilie e Emir, católicos, embarcam do Líbano em uma viagem rumo ao Brasil. No trajeto, Emilie, se apaixona por um comerciante muçulmano, Omar, causando ciúme incontrolável por parte do seu irmão, que usará as diferenças religiosas para separá-los. Porém, antes de chegar ao destino final, em uma briga com Omar, Emir é gravemente ferido em um acidente e a única opção de Emilie é descer em uma aldeia indígena no meio da selva para encontrar um curandeiro que o salve. Após a recuperação do irmão, Emilie toma uma decisão que levará a consequências trágicas.

O elenco de “Retrato de um Certo Oriente”, conta com Wafa’a Celine Halawi, Charbel Kamel, Zakaria Kaakour, Rosa Peixoto e Eros Galbiati. O roteiro é de Marcelo Gomes, Maria Camargo e Gustavo Campos.
Os ingressos para o Filme de Abertura podem ser adquiridos pelo site oficial com valores a partir de R$8.

Mostra Competitiva Brasileira

A Mostra Competitiva Brasileira é composta por 16 produções inéditas. Os oito longas-metragens selecionados para Mostra Competitiva Brasileira são:

- “A Mensageira” (Cláudio Marques |Brasil | 2024| 140’)
Sinopse: Em cumprimento ao seu trabalho como oficial de justiça em Salvador, Íris entrega mandados e, muitas vezes, se vê forçada a executar ordens que vão diretamente contra aquilo em que acredita. O ofício a atormenta. Um dia, com o desaparecimento de um militante depois da execução de um mandado entregue por ela, a oficial passa a investigar o crime e se vê envolvida na descoberta de um grande esquema de grilagem de terras. Claudio Marques dirige este thriller instigante acompanhando de perto sua protagonista, uma mulher negra que envereda numa jornada pelas engrenagens do sistema, mas também por suas origens.
Sessões: 14 de junho, às 20h45, Cinemark Mueller;
15 de junho, às 17h20, Cine Passeio Ritz;

- “Greice” (Dir. Leonardo Mouramateus | Brasil | 2024 | 110’)
Sinopse: Greice é uma jovem mulher brasileira estudando e trabalhando em Lisboa. Num dia de trabalho, ela conhece Alfonso, e essa relação vai ser o estopim para uma série de acontecimentos que a levam de volta a seu Ceará natal. Neste seu terceiro longa, Leonardo Mouramateus encontra uma forma extremamente precisa de conectar seus jogos de fabulações e espelhos, sempre passados nesta fronteira imaginária que une (e separa) Brasil e Portugal. Com seus diálogos mordazes, interpretados por um elenco cativante, o filme trata com notável leveza de temas complexos ao redor das identidades, e em especial das relações sociais e de gênero.
Sessões: 15 de junho, às 21h10, no Cinemark Mueller;
16 de junho, às 14h, no Cine Passeio Ritz;

- “O Rancho da Goiabada, ou pois é meu camarada, a vida não é fácil” (Dir. Guilherme Martins | Brasil | 2024 | 72’)
Sinopse: Em trânsito entre a área urbana e a rural, entre os “subempregos” e a informalidade na capital paulista, e os “boias-frias” nas plantações de cana do interior do estado, o filme se encontra com diferentes camadas de subalternização do proletariado contemporâneo. Construindo como dispositivo a interação de um personagem fictício com contextos e figuras da realidade, Guilherme Martins expande a proposta desenvolvida em seu curta-metragem quase homônimo para abordar de maneira mordaz, ainda que bem humorada, perenes questões sociais brasileiras.
Sessões: 16 de junho, às 21h25, no Cinemark Mueller;
17 de junho, às 15h45, no Cine Passeio Ritz;

- “O Sol das Mariposas” (Dir. Fábio Allon | Brasil | 2024 | 105’)
Sinopse: Após a partida do seu marido, Marta luta para manter funcionando o seu sítio de café, resistindo aos avanços de um emergente agronegócio pelo interior do Paraná da década de 1970. Na medida em que sua relação com a colega Juliana se torna mais forte, vai ficando mais claro que o ambiente adverso e conservador ao seu redor é um risco tão grande quanto a promessa das geadas de um inverno inclemente. Neste que é seu primeiro longa ficcional em direção solo, Fábio Allon ousa ao propor uma narrativa histórica com fortes tintas dramáticas, explorando paisagens pouco filmadas das áreas rurais do Paraná.
Sessões: 16 de junho, às 16h15, no Cinemark Mueller;
17 de junho, às 14h15, no Cine Passeio Luz;
- “Praia Formosa” (Dir. Julia De Simone | Brasil | 2024 | 90’)
Sinopse: Dando prosseguimento a uma extensa pesquisa audiovisual a partir da região portuária do Rio de Janeiro, Julia De Simone realiza um primeiro longa ficcional que mistura tempos ao redor da região do Cais do Valongo. Tomando como protagonista Muanza, mulher nascida no Congo e trazida ao Brasil pela escravização, o filme vagueia por encontros entre personagens e paisagens que reforçam tanto a permanência cruel das raízes coloniais brasileiras quanto a resiliência e os laços formados pela população afro-brasileira, com atenção especial às mulheres.
Sessões: 17 de junho, às 21h35, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 14h15, no Cine Passeio Luz;

- “Quem É Essa Mulher? (Dir. Mariana Jaspe | Brasil | 2024 | 70’)
Sinopse: Desde o começo do filme, somos convidados a literalmente pegar a estrada junto com a historiadora Mayara, que nos levará às origens da sua pesquisa sobre Maria Odília Teixeira, a primeira médica negra do Brasil. Nesse caminho, entenderemos aos poucos o quanto as trajetórias dessas duas mulheres, com os cem anos de história brasileira que as separam, têm em comum. Mariana Jaspe não se apega a um formato estático de aproximação documental, permitindo que o filme ganhe novos ares na medida em que essas histórias se iluminam mutuamente.
Sessões: 15 de junho, às 16h30, no Cinemark Mueller;
16 de junho, às 16h20, no Cine Passeio Ritz;

- “Tijolo por Tijolo” (Dir. Victoria Alvares, Quentin Delaroche | Brasil | 2024 | 102’)
Sinopse: Acompanhamos Cris e sua família, moradores do Ibura, na periferia do Recife, que no início da pandemia de Covid-19 tiveram que abandonar sua casa devido ao risco de desabamento. Grávida do quarto filho e lutando por uma laqueadura, Cris trabalha como influenciadora digital enquanto a família reconstrói sua moradia. Abordando temas relevantes ao Brasil de hoje, como maternidade, empreendedorismo e direitos reprodutivos e à moradia, entremeados com momentos de leveza cotidiana, o filme ressalta o protagonismo coletivo que torna possível erguer as paredes de um lar, dia após dia.
Sessões: 13 de junho, às 21h, no Cinemark Mueller;
14 de junho, às 13h30, no Cine Passeio Luz;

- “Um Dia Antes de Todos os Outros” (Dir. Valentina Homem, Fernanda Bond | Brasil | 2024 | 73’)
Sinopse: Enquanto a jovem Sofia improvisa rimas com suas amizades na comunidade em que vive, sua mãe, Marli, organiza a desocupação do apartamento de classe média alta em que trabalhou por boa parte da vida como cuidadora. Velhos sonhos e novos planos surgem no horizonte desse último dia de trabalho. Nesta ficção de muitas camadas, Fernanda Bond e Valentina Homem nos envolvem com sensibilidade no universo íntimo de suas personagens, revelando o afeto e também as dinâmicas de poder que atravessam as relações de três gerações de mulheres com importantes diferenças entre si.
Sessões: 18 de junho, às 21h30, no Cinemark Mueller
19 de junho, às 14h15, no Cine Passeio Luz

Os oito curtas-metragens selecionados para Mostra Competitiva Brasileira são:

- “Povo do Coração da Terra” (Dir. Coletivo Guahu’i Guyra | Brasil | 2024 | 39’)
Sinopse: Do céu, Nhanderu envia raios que brevemente iluminam a terra numa dessas várias noites em que é preciso estar alerta. Uma noite na qual pessoas correm pelo meio do mato para tomar aquilo que é seu. Em território Guarani, esses raios riscam o espaço desfazendo fronteiras demarcadas por arames farpados, permitindo que o filme elabore a dança da guerra, do sonho e, sobretudo, da reconquista coletiva do tekoha daquelas pessoas. Combinando cenas de enfrentamento com a própria luta pelo direito ao cotidiano, à reza, ao plantio e à meditação, o filme do Coletivo Guahu’i Guyra monta suas imagens como um ritual de reverência aos seus.
Sessões: 18 de junho, às 18h, no Cine Passeio Luz
19 de junho, às 16h45, no Cine Passeio Ritz
*Este curta será exibido junto com “Cavaram uma cova no meu coração”, “O lado de fora fica aqui dentro” e “Desde então, estou voando”.

- “Capturar o Fantasma” (Dir. Davi Mello | Brasil | 2024 | 12’)
Sinopse: Um fantasma que ronda uma família, mas que só é possível ser visto pelas mulheres. As ausências que uma morte predestinada deixa, converte-se em um buraco. Quando o silêncio é de uma filha para com seus pais, o buraco se torna mais profundo. O vazio se torna tão presente que agora é capaz de ser visto também pelos homens.
Sessões: 16 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 16h, no Cine Passeio Ritz
*Este curta será exibido junto com “Contrações”, “Sonhos como barcos de papel”, “Rinha” e “Caindo”.

- “Caravana da Coragem” (Dir. Pedro B. Garcia | Brasil | 2024 | 24’)
Sinopse: Três amigos, de diferentes regiões do Distrito Federal, se encontram em um parque à noite e contam seus medos, detalhando-os. O filme dirigido por Pedro B. Garcia percorre a cidade rabiscando as imagens enquanto o áudio ecoa, misturando-se ao anseio de vida e movimentação.
Sessões: 15 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Mawtini”, “Mamántula” and “Se Eu Tô Aqui é Por Mistério”

- “Cavaram uma Cova no meu Coração” (Dir. Ulisses Arthur | Brasil | 2024 | 24’)
Sinopse: O afundamento do solo causado por uma mineradora para a extração de sal-gema, resulta em buracos e rachaduras nas residências de moradores do bairro de Bebedouro, em Maceió. O risco iminente de desabamento, faz com que o bairro fique desabitado, deixando espaço para a exploração do território, até que uma gangue de adolescentes planeja destruir a máquina responsável pelo afundamento, fazendo da imaginação uma possibilidade de habitar um território inabitável.
Sessões: 18 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
19 de junho, às 16h45, no Cine Passeio Ritz;
*Este curta será exibido junto com “Povo do coração da terra”, “O lado de fora fica aqui dentro” e “Desde então, estou voando”.

- “O Lado de Fora Fica Aqui Dentro” (Dir. Larissa Barbosa | Brasil | 2023 | 25’)
Sinopse: Uma cidade industrial nos arredores de Belo Horizonte é vivenciada por duas irmãs, Marina e Núbia. Refletindo sobre seus corpos e seus trabalhos, as duas identificam as lacunas entre os trabalhadores negros, construção e a perda de acesso da cidade. Quando Marina encontra Maria, uma mulher que habita um dos prédios mais antigos da capital, a memória de que “a montanha, um dia, já foi mar” revela um aspecto mais sombrio que as duas, juntas, terão de enfrentar.
Sessões: 18 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz
19 de junho, às 16h45, no Cine Passeio Ritz;
*Este curta será exibido junto com “Povo do coração da terra”, “Cavaram uma cova no meu coração” e “Desde então, estou voando”

- “Rinha” (Dir. Rita M. Pestana | Brasil | 2023 | 22’)
Sinopse: Assumindo os cuidados do pai alcoólatra, Cássia se vê presa em uma espiral. Herdando a função de taxista e apostador de galo de rinha, a filha se torna, aos poucos, o pai, com suas angústias e responsabilidades. Entre cuidar do outro e cuidar de si, quanto espaço sobra para entendermos o que é nosso? Mergulhada em silêncios, Cássia precisará descobrir seus desejos ou vai acabar afogada em uma rotina imposta.
Sessões: 16 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 16h, no Cine Passeio Ritz;
*Este curta será exibido junto com “Contrações”, “Capturar o Fantasma”, “Sonhos como barcos de papel” e “Caindo”

- “Se Eu Tô Aqui é Por Mistério”(Dir. Clari Ribeiro | Brasil | 2024 | 21’)
Sinopse: Trabalhando novamente com uma imaginação transfuturista, o cinema de Clari Ribeiro produz um Rio de Janeiro que, em 2054, precisa combater uma “Ordem da Verdade” a partir da formação de um clã liderado pela travesti Dahlia, a cobra Salacione e várias bruxas e bruxos que, juntes, farão essa “liga da justiça” neon tropical contra os caçadores de seres místicos. Usando os códigos do cinema de gênero (a ficção científica, o horror), o filme se propõe a exceder o gênero como identidade (o futuro será trans, ou não será). Participação especial de Helena Ignez e Zezé Motta.
Sessões: 15 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido junto com “Minha Pátria”, “Caravana da Coragem” e “Mamántula”

- “Viventes” (Dir. Fabrício Basílio | Brasil | 2024 | 20’)
Sinopse: Paulinho, um jovem desempregado, tem uma entrevista de emprego para fazer. Ele acerta os detalhes: como chegar, com que roupa ir, como se portar. Tudo parece certo, mas antes, ele precisa imprimir o currículo. O único lugar possível é a casa de sua vó, que está à venda. Entre as memórias das imagens do computador e as impressas nas paredes da casa, Paulinho vivencia uma jornada em que o trabalho orienta um modo de existir.
Sessões: 13 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz
14 de junho, às 18h, no Cine Passeio Luz
*Este curta será exibido junto com “Uma Pedra Atirada” e “Nossas Ilhas”.

"Caminhos Cruzados" - Mostra Competitiva Internacional - Cred Reprodução
Mostra Competitiva Internacional

A Mostra Competitiva Internacional é composta por 14 produções de diferentes nacionalidades, como Suíça, Alemanha, Haiti, Palestina, Hungria, França, entre outros. Os seis longas selecionados são:

- “Caminhos Cruzados” (“Crossing”| Dir Levan Akin | Suécia, Dinamarca, França | 2024 | 105’)
Sinopse: Lia precisa cumprir uma promessa: encontrar Tekla, sua sobrinha há muito perdida. Com a ajuda de seu jovem vizinho Achi, a professora aposentada parte de sua terra na Geórgia rumo à Istambul. Lá, os dois descobrirão que precisarão da ajuda de Evrim, advogada dedicada à luta por direitos de pessoas trans, para encontrar Tekla em meio às ruas da cidade. Guiado pelas conexões e tocantes relações entre seus personagens na agitada cidade turca, o sueco Levan Akin dirige este tenro drama dedicado à poderosa interpretação de seu elenco.
Sessões: 15 de junho, às 18h40, no Cinemark Mueller;
16 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;

- “Eu Não Sou Tudo Aquilo Que Quero Ser” (“Ještě Nejsem, Kým Chci Být”| Dir Klára Tasovská | República Tcheca, Eslováquia, Áustria | 2024 | 90 ‘)
Sinopse: A partir de relatos de seu diário, do encadeamento e sonorização de suas fotografias, o filme nos apresenta a vida e o trabalho da tcheca Libuše Jarcovjákové. Transitando entre Praga, Berlim e Tóquio, no período da ocupação soviética na então Tchecoslováquia, a contínua e bem documentada busca da fotógrafa por um modo autêntico de ser e de criar nos conduz por universos pouco conhecidos.
Sessões: 14 de junho, às 18h30, no Cinemark Mueller;
15 de junho, às 14h15, no Cinemark Mueller;

- “Ivo” (“Ivo” | Dir Eva Trobisch | Alemanha | 2024 | 104’)
Sinopse: Acompanhamos de perto os dias de Ivo, uma profissional voltada para cuidados paliativos domiciliares, entre suas visitas regulares a pacientes e o tempo escasso dedicado à vida pessoal. Uma das pacientes é também sua amiga, Solveigh, portadora de uma doença incurável, e a relação próxima entre elas vai demandar decisões difíceis por parte de Ivo. O segundo longa da alemã Eva Trobisch é uma ficção intimista que explora com sensibilidade a relação entre cuidado, trabalho e a autonomia sobre os próprios corpos, fazendo coexistir sentimentos tão intensos quanto contraditórios face ao cotidiano da morte.
Sessões: 18 de junho, às 18h45, no Cinemark Mueller
19 de junho, às 14h15, no Cinemark Mueller;

- “Os Paraísos de Diane” (“Les Paradis de Diane” | Dir. Carmen Jaquier, Jan Grassmann | Suíça | 2024 | 97’)
Sinopse: Diane está prestes a dar à luz a seu primeiro filho. Aparentemente banal como fato social, esse acontecimento vai mexer profundamente com a jovem, que parte numa jornada sem direção segura, buscando encontrar algo que, possivelmente, não sabe o que é.
Sessões: 13 de junho, às 18h30, no Cinemark Mueller;
14 de junho, às 14h05, no Cinemark Mueller;

- “As Noites Ainda Cheiram a Pólvora” (“The Nights Still Smell Of Gunpowder” | Dir. Inadelso Cossa | Moçambique, França, Alemanha,Portugal |2024 | 92’
Sinopse: É noite em Moçambique. As marcas e cicatrizes da guerra civil ainda estão vivas. Borrando as linhas entre ficção e realidade, entre arquivos, relatos e encenação, Inadelso Cossa visita sua avó. Neste austero retrato de sua região natal, o cineasta confronta as memórias desbotadas de sua família e de seu país, investigando as fotografias, escutando as memórias e revirando o passado em busca de ouvir os fantasmas de outros tempos.
Sessões: dia 16 de junho, às 19h, no Cinemark Mueller;
dia 17 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;

- “Pepe” (“Pepe” | Dir. Nelson Carlos De Los Santos Arias | República Dominicana, Namíbia, Alemanha, França| 2024 | 122’)
Sinopse: O narrador diz ser um hipopótamo. Ele não sente o passar do tempo, mas conta de seu passado. Pepe, o primeiro e único hipopótamo morto nas Américas, interpretado por diferentes vozes e idiomas ao longo do filme, transmite pela oralidade histórias dos lugares por onde passou. Nelson Carlo de Los Santos Arias apresenta com senso de humor e inventividade apurados um filme que se reinventa a todo instante entre dispositivos, abordagens, relatos e memórias de África às Américas.
Sessões: 17 de junho, às 18h45, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;

Os oito curtas-metragens da Mostra Competitiva Internacional são:

- “Caindo” (“Falling” | Dir. Anna Gyimesi | Hungria, Bélgica, Portugal | 2023 | 16’)
Sinopse: Usando imagens de arquivo pessoal, o filme vai montando um quebra-cabeças bastante emotivo, construído a partir do depoimento de uma mulher, na faixa dos seus 40 anos, cuja maternidade a coloca diante das nebulosas fronteiras entre o senso de autopreservação, o amor pela filha e a compreensão de que essa mesma filha pode, em breve, ter autonomia legal para realizar o mais radical dos procedimentos com a própria vida. Um filme que abre – sem nunca ter a pretensão de resolver – as brechas do medo e da culpa, mas também do afeto e da esperança, desafiando uma série de tabus não só sobre a maternidade, mas sobretudo sobre doenças mentais.
Sessões: 16 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 16h, no Cine Passeio Ritz;
*Este curta será exibido junto com “Contrações”, “Capturar o Fantasma”, “Sonhos como barcos de papel” e “Rinha”

-“Contrações” (“Contractions” | Dir. Lynne Sachs | Estados Unidos | 2024 | 12’)
Sinopse: Em junho de 2022, a Suprema Corte dos Estados Unidos permitiu que vários estados do páis acabassem com o direito das mulheres de terem autonomia sobre seus corpos e, desde então, 21 estados da federação passaram a criminalizar o aborto, entre eles o Tennessee. Em Memphis, cidade do Tennessee, Lynne Sachs usa suas décadas de experiência de produção de contraimagens feministas para conduzir uma performance com 14 mulheres e alguns de seus companheiros, criando invisíveis visibilidades e emudecidos discursos diante de uma clínica de aborto cujo trabalho precisou ser interrompido depois dessa decisão.
Sessões: 16 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 16h, no Cine Passeio Ritz;

- “Desde então, Estou Voando” (“O Gün Bu Gündür, Uçuyorum” |Dir.Aylin Gökmen | Suíça | 2023 | 19’)
Sinopse: Existe a memória das montanhas, do primeiro amor num campo de algodão, das mulheres que, naquela tribo nômade curda, controlavam a organização social. Existe a memória da mãe. Um homem mais velho lembra de tudo isso, mas lembra também de quando ele foi preso e torturado, como se houvesse sempre uma guerra por trás de paisagens idílicas e silenciosas. Mas a tortura não consistia em machucar seu corpo. Os inimigos sabiam que aquilo que mais doeria na sua pele seria ferir a identidade de seu povo a partir da quebra de um interdito cultural.
Sessões: 18 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
19 de junho, às 16h45, no Cine Passeio Ritz;
*Este curta será exibido junto com “Povo do coração da terra”, “Cavaram uma cova no meu coração” e “O lado de fora fica aqui dentro”.

- “Mamántula” (“Mamántula” | Dir. Ion de Sosa | Espanha, Alemanha | 2023 | 45’)
Sinopse:Uma criatura sedenta por sangue e sexo está a solta. Ela seduz, se satisfaz e depois mata brutalmente seus amantes, mas ninguém sabe ao certo quem ou o que está causando essa série de assassinatos. A cidade está em alerta e a comunidade queer atenta, todos aterrorizados com o apetite insaciável do monstro. Cabe a duas detetives a missão de desvendar o mistério e colocar um fim na jornada sangrenta de Mamántula.
Sessões: 15 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este será exibido junto com “Minha Pátria”, “Caravana da Coragem” e “Se Eu To Por Aqui é Por Mistério”.

- “Minha Pátria” (“Mawtini” | Dir. Tabarak Abbas | Suíça | 2023 | 13’)
Sinopse: Nesta animação, Tabarak Allah Abbas se inspira na história de seus pais para criar um universo distópico durante a guerra de Bagdá. Nesse contexto, Siham e Rakan precisam lutar contra robôs invasores para escapar da cidade e proteger o futuro de seu filho recém nascido.
Sessões: 15 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido junto com “Caravana da Coragem”, “Mamántula” and “Se Eu Tô Aqui é Por Mistério”

- “Nossa Ilhas” (“Nos Îles” | Dir. Aiha Thalien | França, Martinica | 2023 | 23’)
Sinopse: As primeiras imagens aparentam estarmos diante de um cartão-postal. Diante destas imagens é preciso encarar bem o que é dado como realidade para logo em seguida, traduzir o que não pode ser visto. O mar azul-piscina de uma ilha caribenha colonizada pela França é contrastada com as construções de uma Martinica inventada. Perante uma maldição que resultará no desaparecimento da ilha, um grupo de jovens reflete e dialoga, a partir de relatos íntimos, sobre a condição de pertencer a um território que está prestes a acabar.
Sessões: 13 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
14 de junho, às 18h, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido junto com o “Uma Pedra Atirada” e “Viventes”.

- “Sonhos como Barcos de Papel” (“Des Rêves en Bateaux Papiers” | Dir. Samuel Suffren| Haiti | 2023 | 19’)
Sinopse: Edouard vive com sua filha Zara em Porto Príncipe, Haiti, há 5 anos e, desde que sua esposa foi embora, tudo que eles possuem de recordação é uma fita cassete enviada por ela. Pai e filha sentem a expansão da ausência que esse áudio não consegue suprir, mas Edouard ainda enxerga a mulher como memória viva.
Sessões: 16 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 16h, no Cine Passeio Ritz;

- “Uma Pedra Atirada” (“رجح ىمرم ىلع” | Dir. Razan AlSalah | Palestina, Líbano, Canadá | 2024 | 40 min)
Sinopse: Em 1936, o registro de uma das primeiras demonstrações de resistência: em Haifa, cidade portuária palestina, um grupo explode um oleoduto da British Petroleum, empresa que já anunciava, antes da 2ª Guerra Mundial, que a ocupação colonial começaria com força total na região. A partir de uma foto de arquivo, do relato de um senhor palestino exilado e de imagens do Google Earth de uma ‘secreta’ ilha no meio do Golfo Pérsico, a reconstituição, pelas beiras das imagens, de toda uma história sobre o projeto de massacre de um povo.
Sessões: 13 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
14 de junho, às 18h, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido junto com “Viventes” e “Nossas Ilhas”

"Idade da Pedra" - Mostra Novos Olhares - Cred Reprodução
Mostra Novos Olhares

A Mostra Novos Olhares é dedicada a longas que têm maior radicalidade em suas propostas estéticas, trilhando caminhos desconhecidos. Neste ano, a mostra conta com seis longas:

- “Caixa de Areia” (“Bac a Sable” | Dir. Lucas Azémar e Charlotte Cherici | França | 2023 | 59’)
Sinopse: A dupla de cineastas mergulha no cotidiano da comunidade francesa de um servidor online do jogo GTA V. Transitando entre culturas e paisagens virtuais, o filme investiga os sujeitos imersos nesse mundo, cuja regra central é nunca sair do personagem, abordando temas como identidade, trabalho, religião e amor. No circuito fechado dessa autoficção coletiva que se transmuta em documentário de viés etnográfico, o filme explora a tênue fronteira entre realidade e simulacro, criando um mosaico visual atravessado por diversas questões sociais e políticas contemporâneas.
Sessões: 13 de junho, às 16h30, no Cinemark Mueller;
14 de junho, às 20h50, no Cine Passeio Ritz;

- “Entre Vênus e Marte” (Dir. Cris Ventura | Brasil | 2022 | 61’)
Sinopse: Após séculos de hibernação em sua cápsula, Ed Marte ressurge na cidade de Belo Horizonte com a missão de resgatar a princesa Nickary. Contando com a ajuda de uma miríade de aliades, elu vai desafiar frontalmente todo tipo de normatividade binária em busca de completar sua missão. Misturando registros e dispositivos com a mesma anarquia furiosa e festiva de suas personagens, Cris Ventura cria um filme-OVNI totalmente auto-consciente de que a liberdade completa sempre será sua principal bandeira e mote.
Sessões: 15 de junho, às 18h45, no Cinemark Mueller;
16 de junho, às 14h, no Cine Passeio Luz;

- “Geração Ciborgue” (“Cyborg Generation” | Dir. Miguel Morillo Vega | Espanha | 2024 | 63’)
Sinopse: Kai Landre tem 18 anos, e um desejo enorme de se sentir mais conectado ao espaço sideral que nos circunda. No entanto, Kai não vai se conformar com a abstração dessa necessidade que sente, e a partir do contato com uma série de artistas ciborgues, idealiza uma forma de alterar seu corpo que permita o estabelecimento dessa conexão. A partir dessa premissa aparentemente futurista, o filme nos ancora no cotidiano de personagens absolutamente reais e algumas novas maneiras de lidar com os eternos dilemas da juventude, sempre em busca de formas mais plenas de estar nesse mundo.
Sessões: 18 de junho, às 16h50, no Cinemark Mueller;
19 de junho, às 16h15, no Cine Passeio Luz;

- “Idade da Pedra” (Dir. Renan Rovida | Brasil | 2024 | 70’)
Sinopse: Escrito, dirigido e protagonizado por Renan Rovida, “Idade da Pedra” acompanha as andanças de Terceiro Mundo, um homem sem-teto que mergulha numa deriva onírica pelas ruas da capital paulista. Fragmentos de tempos passados e presentes se enlaçam nessa dança entre memória, sonho e desejos de insurreição, em que a subjetividade de uma pessoa à margem favorece a reflexão crítica sobre um Brasil profundamente contraditório. Nesse limiar entre real e imaginado, a dureza da vida e a beleza dos afetos caminham lado a lado numa experiência radical pela metrópole de concreto, lixo e gente.
Sessões: 16 de junho, às 19h, no CInemark Mueller;
17 de junho, às 2h30, no Cine Passeio Luz;

- “Jean Genet Agora” (“Jean Genet Ahora”| Dir. Miguel Zeballos | Argentina | 2023 | 75’)
Sinopse: Durante os anos 60, o cineasta François Thierry começou a realização de um filme sobre seu amigo, o escritor e ativista Jean Genet. Nos anos 70, a produção registra uma série de encontros na América do Sul entre o Chile e a Argentina. O filme, porém, não foi concluído. A linha do tempo é retomada hoje: Miguel Zeballos conduz uma nova obra, partindo do projeto e das filmagens descartadas por Thierry. Entre muitas materialidades, Jean Genet Agora navega pelo tempo em operações inventivas e instigantes para compor o enérgico retrato do momento, de seus realizadores e do poeta.
Sessões: 14 de junho, às 16h30, no Cinemark Mueller;
15 de junho, às 16h15, no Cine Passeio Luz;

- “Perdendo a Fé” ( “Die Ängstliche Verkehrsteilnehmerin”| Dir. Martha Mechow | Áustria, Alemanha |2023 | 100’)
Sinopse: A jovem e inquieta Flippa parte em busca de sua irmã, Furia. O reencontro a conduz a uma inusual comunidade na Sardenha, onde os modos de se relacionar e a experiência de constituir família são bastante distintos daqueles que ela conheceu na infância. Sem tentar ordenar ou conter a transitoriedade, Martha Mechow acompanha, em seu primeiro longa-metragem, a personagem e seus questionamentos, compondo uma ficção que se alia à sua protagonista na obstinada procura por formas de encarar e desfazer os nós que a condicionam.
Sessões: 17 de junho, às 16h20, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;

"Tempo de Viver e Tempo de Morrer" - Mostra Olhar Retrospectivo - Cred Reprodução
Mostra Olhar Retrospectivo

Na Mostra Olhar Retrospectivo, um grande nome do cinema mundial é destacado, por meio de uma retrospectiva de suas obras e uma reflexão profunda sobre sua trajetória. Na edição 2024, o espaço será dedicado ao diretor Hou Hsiao-hsien, um dos mais influentes cineastas dos últimos 40 anos e que, devido ao Alzheimer, anunciou em 2023 a interrupção, em vida, de sua impressionante trajetória cinematográfica.
Oito dos 18 longas do cineasta foram selecionados, apresentando três fases de sua carreira: o estabelecimento de sua visão de mundo e do cinema nos anos de 1980; a consolidação de seu estilo e o reconhecimento mundial nos anos 1990; e suas obras de “maturidade”, do século XXI.

As produções que compõem a Mostra Olhar Retrospectivo são:

- “A Assassina” (“Cike Nie Yin Niang” / Dir Hou Hsiao-hsien | Taiwan / 2015 / 105’)
Sinopse: Nie Yinniang é uma assassina na China do século VII que é enviada para matar o governador militar de uma província chinesa, Tian Ji’na. No entanto, ele é seu primo, por quem ela era apaixonada desde a infância, o que vai gerar inseguranças na sua capacidade de cumprir o único trabalho que conhece. Nesse que, infelizmente, viria a ser seu último longa, Hou Hsiao-hsien dialoga com a tradição dos wu xia, as tradicionais narrativas de artes marciais chineses, impondo seu estilo visual e sonoro altamente reconhecível a este gênero eminentemente popular. Pelo trabalho, ele ganhou o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes.
Sessões: 14 de junho, às 19h50, no Cine Passeio Luz;
15 de junho, às 16h15, no Cinemark Mueller;

- “Café Lumiere” (“Kôhî jikô”| Dir. Hou Hsiao-hsien | Japão | 2003 | 108’)
Sinopse:Em uma Tóquio contemporânea, Yoko pesquisa a vida e obra de um músico taiwanês. Ela está grávida de um homem com quem não quer casar e perambula pela cidade em busca de um café que o músico frequentava. No ano do centenário de nascimento do cineasta japonês Yasujiro Ozu, Hou Hsiao-hsien o homenageou com a realização deste filme, produzido pela produtora japonesa Shochiku. Cheio de referências ao clássico de Ozu, “Era uma Vez em Tóquio”, o filme nos transporta para uma cidade filmada de tal maneira que parece nos lembrar de outros tempos.
Sessões: 16 de junho, às 17h30, no Cine Passeio Luz;
18 de junho, às 15h45, no CInemark Mueller;

- “Millennium Mambo” (“Qian xi man bo” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 2001| 119’) - Sinopse: Vicky relembra, dez anos depois, momentos da sua juventude passados exatamente na virada do milênio, especialmente relacionamentos amorosos frustrados e muitas vezes abusivos. Aqui, Hou Hsiao-hsien realiza a proeza de filmar o presente como se fosse uma reminiscência, apoiado na presença ao mesmo tempo melancólica e luminosa de sua atriz principal, Shu Qi. O filme é considerado um marco do cinema do começo do século XXI, e embora seja o décimo-quarto longa do diretor, foi um dos que mais diretamente influenciou muitos cineastas pelo mundo todo, inclusive no Brasil.
Sessões: 16 de junho, às 19h45, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 17h30, no Cine Passeio Ritz;

- “Adeus, Ao Sul” (“Nan guo zai jian, nan guo” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1996 | 116’)
Sinopse: Hou Hsiao-hsien volta-se novamente para o presente de Taiwan. O cenário é um submundo de crimes, jogos e arriscadas apostas, no qual seguimos Gao, líder que guiará um pequeno grupo de marginais em esquemas sem muito futuro. Em meio às luzes noturnas e a sujeira do meio, encontramos um filme denso e agitado, em profundo contato com a falta de perspectiva de seus protagonistas. Exibido no Festival de Cannes de 1996, é considerado um dos melhores filmes dos anos 90 pela revista Cahiers du Cinema.
Sessões: 14 de junho, às 18h20, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 18h20, no Cinemark Mueller;

- “O mestre das marionetes” (“Xi meng ren sheng” |Dir. Hou Hsiao-hsien |Taiwan / 1993 / 142’)
Sinopse: O rosto de Li Tian-lu já era conhecido dos filmes anteriores de Hou Hsiao-hsien. Neste filme, o ator e também titereiro conta a história de sua juventude e, com ela, parte da história de Taiwan no início do século XX. O diretor dramatiza as memórias de seu personagem e seu país entre apresentações de marionete e encenações, com as elipses e apreço à longa duração e movimento dos planos que se tornaram marcas de seu estilo. “O Mestre das Marionetes” se tornou o primeiro longa taiwanês a entrar na competição de Cannes, onde recebeu o prêmio do Júri.
Sessões: 13 de junho, às 14h15, no Cine Passeio Ritz;
19 de junho, às 19h15, no Cinemark Mueller;

- “Cidade das tristezas” (“Bei qing cheng shi” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1989 | 157’) - Sinopse: Começando com a rendição do Japão ao término da II Guerra, em 1945, acompanhamos a vida de uma família de irmãos que se confronta com um dos períodos mais conturbados da história taiwanesa, com o final do período colonial japonês. Considerado o primeiro filme a lidar de frente com os anos ao redor do massacre de 1947, e toda a sua traumática herança histórica, o filme estabeleceu de maneira incontornável o nome de Hou Hsiao-hsien como um dos principais cineastas asiáticos e mundiais do seu período, tendo recebido o Leão de Ouro no Festival de Veneza – algo até então inédito para um longa taiwanês.
Sessões: 13 de junho, às 20h45, no Cinemark Mueller
19 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller

- “Poeira ao Vento” (“Liàn liàn fengchén” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1986 | 109’) - Sinopse: O trem chega na estação. O último capítulo da trilogia “coming of age” de Hou Hsiao-hsien, acompanha a transformação nas vidas de Ah Yuan e Ah Yun, jovens recém saídos da escola que deixam sua cidade natal para tentar ganhar a vida em Taipei. Este impressionante retrato da urbanização de Taiwan nos anos 70 inaugura parcerias importantes na trajetória do diretor, como com o roteirista Wu Nien-jen e o ator Li Tian-lu, protagonista de “O Mestre das Marionetes” (1993). Exibido no festival de Berlim de 1987, o filme foi reconhecido posteriormente como uma das obras-primas de sua filmografia.
Sessões: 14 de junho, às 15h40, no Cine Passeio Luz;
15 de junho, às 14h, no Cine Passeio Luz;

- “Tempo de viver e tempo de morrer“ (“Tóngnián wangshì” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1985 | 138’)
Sinopse: Segunda parte da chamada trilogia “coming of age” do diretor, o filme acompanha o protagonista, apelidado Ah-ha, ao longo da sua infância e adolescência em Taiwan, entre o final da década de 1940 e começo dos anos 1960. Filmado na cidade em que ele cresceu, o longa não só é baseado nas memórias de Hou Hsiao-hsien como, inclusive, tem sua narração em off feita pelo próprio diretor. Embora seja seu sexto longa-metragem, ele foi o primeiro a ser exibido num dos maiores festivais de cinema do mundo (Berlim) e inaugura o período que o próprio Hou considera ser aquele em que encontra um estilo próprio de cinema.
Sessões: 15 de junho, às 20h45, no Cinemark Mueller;
17 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;

"O Sonho de Clarice" - Mostra Pequenos Olhares- Cred Reprodução
Mostra Pequenos Olhares

A Mostra Pequenos Olhares de 2024 será composta por oito curtas-metragens e um longa. Dedicada à promover a experiência cinematográfica a partir da infância, a mostra traz diferentes tipos de animações e filmes que abordam temáticas pertinentes, que vão desde a importância de brincar e da família, até assuntos mais profundos como a inclusão e o luto. As exibições no Teatro da Vila são inteiramente gratuitas. Já as sessões dos dias 15 e 16 de junho, no Cine Passeio, tem valor único de R$6. Confira as produções:

- “O Sonho de Clarice” (Dir. Fernando Gutierrez e Guto Bicalho | Brasil | 2023 | 83’)
Sinopse: Em marcantes e convidativos traços de animação em 2D, acompanhamos Clarice, uma menina muito esperta e criativa, que precisa lidar com a perda de sua mãe. Ela passa os dias com seu pai carroceiro, tentando se distrair e brincar mesmo em meio aos dias cheios de trabalho dele. Dessa maneira, Clarice imagina, em sua rotina, um mundo mágico onde contará com a ajuda de inusitados amigos para viver grandes aventuras e aprender a conviver com a ausência e a lembrança de sua mãe.
Sessões: 15 de junho, às 10h30, no Cine Passeio Ritz;
16 de junho, às 10h30, no Cine Passeio Ritz;

- “Almadia” (Dir. Mariana Medina | Brasil | 2024 | 8’)
Sinopse: Nesta animação dirigida por Mariana Medina acompanhamos a história de um jangadeiro e sua família, suas jornadas que por um momento se distanciam no mar e em terra firme, e que voltam a se entrelaçar em uma nova perspectiva de amor e memória.
Sessões: 18 de junho, às 9h e às 14h, no Teatro da Vila;
15 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz;
16 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Ana e as Montanhas”, “Camille” e “Pororoca”. Atenção: Nos dias 15 e 16 de junho às 13h este filme será exibido no Cine Passeio dentro do PGM Matinê que conta com os filmes: Casa na árvore, Almadia e Lagrimar

- “Ana e as Montanhas” (Dir. Julia Araújo e Carla Villa-Lobos | Brasil | 2024 | 13’)
Sinopse: Após perder uma de suas mães, Ana começa a enfrentar uma batalha: de um lado, o amor e o afeto de quem se ama deixa de existir e do outro, a briga de adultos supostamente interessados em seu bem-estar. Entre entender o que de fato está acontecendo e deixar ser inundada pelas memórias de sua mãe, Ana escolhe o mundo além das montanhas e dos arco-íris.
Sessões: 18 de junho, às 9h e às 14h, no Teatro da Vila
*Este curta será exibido com “Almadia”, “Camille” e “Pororoca”

- “Ária” (Dir. Arthur P. Motta | Brasil | 2023 | 13’)
Sinopse: Ária acaba de ingressar em uma escola de música, mas a empolgação da realização desse sonho diminui à medida em que ela encontra dificuldades para se enturmar. Um de seus colegas de classe começa a importuná-la quando descobre que ela usa aparelho auditivo. Contudo, esse atrito se transforma em amizade durante uma situação em que eles precisam ajudar um ao outro.
Sessões: 18 de junho, às 10h e às 15h, no Teatro da Vila
*Este curta será exibido com “Casa na árvore”, “Lagrimar” and “Os Defensores de Típota”

- “Camille” (Dir. Denise Roldán | México| 2023 | 12’)
Sinopse: Camille quer fazer amizades no colégio onde estuda, mas as crianças parecem não notá-la de primeira. Esse cenário muda quando ela divide com uma colega o bolinho caseiro que sua mãe preparou. Percebendo que seus colegas gostam do bolinho, Camille faz vários deles e distribui no intervalo. Sua receita fica cada vez mais conhecida, até que a demanda perde o controle.
Sessões: 18 de junho, às 9h e às 14h, no Teatro da Vila
*Este curta será exibido com “Ana e As Montanhas”, “Almadia” e “Pororoca”.

- “Casa na Árvore” (Dir. Guilherme Lepca | Brasil | 2024 | 8’)
Sinopse: Ao chegar na escola Ariel percebe que o amigo Dudu não está. Motivo da falta? Ficou resfriado. Na imaginação de uma criança que tem como afazer principal, ir pra escola, a ausência pode significar uma permissão total para a brincadeira. E quem não quer brincar o dia todo? Ficar resfriado pode fazer parte do cotidiano de uma criança, mas não quando essa criança é Ariel.
Sessões: 15 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz;
16 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz
18 de junho, às 10h e às 15h, no Teatro da Vila;

- “Lagrimar” (Dir. Paula Vanina | Brasil | 2023 | 14’)
Sinopse: Uma menina anda sozinha por uma mata seca, árida. Mas há algo na cabeça dela que produz vida. Porque em algum momento, sua caminhada é surpreendida por uma outra vida que brota dessa cabeça fértil. Nesse encontro, a possibilidade de uma amizade inusitada, mas também do florescimento de libertar essa amizade para que ela tome seus próprios rumos. A menina, quando chora, chora de despedida e igualmente de alegria. A terra, finalmente, umedece. Interessante trabalho de técnica de animação sobre fotos, bem como criativa brincadeira com a ideia de “ter minhoca na cabeça.”
Sessões: 15 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz;
16 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz;
18 de junho, às 10h e às 15h, no Teatro da Vila;
*Este curta será exibido “Casa na árvore”, “Ária” e “Os Defensores de Típota”. Atenção: Nos dias 15 e 16 de junho às 13h este filme será exibido no Cine Passeio dentro do PGM Matinê que conta com os filmes: Casa na árvore, Almadia e Lagrimar

- “Os Defensores de Típota” (Dir. Caio Guerra | Brasil | 2024 | 14’)
Sinopse: Um grupo de três amigos não consegue entrar em consenso sobre um trabalho escolar e acabam brigando. Para evitar a detenção, o professor propõe um jogo em que eles devem trabalhar juntos durante a partida para salvar o reino de Típota das garras do grande mago malvado.
Sessões: 18 de junho, às 10h e às 15h, no Teatro da Vila;
*Este curta será exibido com “Casa na árvore”, “Lagrimar” e “Ária”

- “Pororoca” (Dir. Fernanda Roque e Francis Frank | Brasil | 2024 | 6’)
Sinopse: “Pororoca é o choque das águas de um rio caudaloso com as ondas do mar”. Assim, pelo menos, é como se costuma explicar esse fenômeno da natureza. Mas, por debaixo das águas, há uma outra história, que é uma história de amor. Entre um peixe-boi filho do senhor das águas doces, o Caboclo D’água, e uma baleia, a “xodó” do senhor das águas salgadas, Netuno. Desse encontro, surge uma inevitável porém proibida atração, delimitada por uma fronteira entre essas águas. Mas o amor produz desaguamentos…e pororocas.
Sessões: 18 de junho, às 9h e às 14h, no Teatro da Vila;
*Este curta será exibido com “Ana e as Montanhas”, “Camille” e “Almadia”

"As Mulheres Palestinas" - Mostra Olhares Clássicos - Cred Reprodução
Mostra Olhares Clássicos

Um recorte dos mais variados filmes que marcam a história do cinema faz parte da Olhares Clássicos, que são apresentados ao público em versões remasterizadas e em alta definição. As produções que integram a mostra são:

- “A Guerra do Pente” (Dir. Nivaldo Lopes | Brasil | 1986 | 45’)
Sinopse: Em 1959, a compra de um pente resultou em três dias de conflito generalizado no centro de Curitiba. Quase três décadas depois, Nivaldo Lopes, mais conhecido como “Palito”, acompanhado de outras importantes figuras da chamada “geração Cinemateca”, decide recontar esse episódio pitoresco. Em uma produção tão enérgica e insubmissa quanto os fatos que retrata, o filme é, ao mesmo tempo, a reconstituição de um acontecimento histórico e um retrato da realidade social e cinematográfica da cidade nos anos 1980. No ano em que as filmagens completam 40 anos, o festival exibe uma nova cópia digitalizada deste importante marco do cinema curitibano.
Sessões: 18 de junho, às 20h30, no Cine Passeio Ritz;
19 de junho, 17h30, no Cinemark Mueller;

- “As Mulheres Palestinas” (“Les Femmes Palestiniennes” | Dir. Jocelyne Saab | Líbano | 1974 | 16’)
Sinopse: “Entre o céu e os aviões, não sabemos onde estão as pessoas”. A mulher que fala isso parece estar em meio a uma montanha. Ao seu lado, uma metralhadora. Os aviões de que ela fala são as máquinas bélicas do estado de Israel. No território colonizado da Palestina, a luta armada das mulheres se torna central a uma formação política. O filme de Saab, parte de uma série de outros de seus curtas, documentando as ofensivas de Israel tanto na Palestina quanto no Líbano, conversa com várias dessas mulheres para entender os pontos de encontro entre a resistência, a educação formal e a luta armada pela defesa do território.
Sessões: 13 de junho, às 17h15, no Cine Passeio Ritz;
15 de junho, às 15h30, no Cine Passeio Ritz;

- “Era Uma Vez Beirute” (“Kanya Ya Ma Kan, Beyrouth” | Dir. Jocelyne Saab | Líbano | 1994 | 104’)
Sinopse: Yasmine e Leila são duas jovens de uma geração que nasceu dentro da guerra. Aos 20 anos, elas decidem fazer uma visita a um famoso colecionador de cinema e arquivista, e nesse encontro descobrem um Líbano que elas nunca tinham conhecido. Com um roteiro escrito pela própria Jocelyne Saab, ao lado de Philippe Paringaux e Roland Paringaux, o longa faz parte de uma categoria muito especial de filmes que falam sobre cinema e, ao falar do cinema, falam da vida. No resgate de um universo cinematográfico prolífico, a projeção de filmes para Yasmine e Leila se torna uma forma de refazer uma relação com a cidade-ruína que elas aprenderam a habitar.
Sessões: 13 de junho, às 17h15, no Cine Passeio Ritz;
15 de junho, às 15h30, no Cine Passeio Ritz;

- “O Comboio do Medo” (“Sorcerer” | Dir. William Friedkin | EUA | 1977 | 121’)
Sinopse: Quatro homens exilados de seus países natais por distintos motivos se veem envolvidos numa arriscada operação de transporte de nitroglicerina em caminhões que atravessam precárias estradas do interior da América do Sul. Em seu primeiro trabalho depois dos sucessos enormes de “Operação França” e “O Exorcista”, Friedkin realiza um filme seco, direto e impactante. Baseado no romance que também originou o clássico francês “O Salário do Medo”, o filme teve a má sorte de ser lançado semanas depois de “Guerra Nas Estrelas”, tornando-se um grande fracasso de bilheteria. No entanto, Friedkin sempre o considerou um de seus favoritos, e com o tempo “O Comboio do Medo” passou a ser reconhecido pela força que o caracteriza.
Sessões: 14 de junho, às 21h30, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 21h15, no Cinemark Mueller;

- “Sem Chão” (“Losing Ground” | Dir. Kathleen Collins | EUA | 1982| 86’)
Sinopse: Um dos primeiros longas de ficção realizados por uma diretora afro-estadunidense, “Sem Chão” acompanha Sara Rogers (Seret Scott), uma professora de filosofia negra que se encontra em uma encruzilhada existencial em sua vida, ao reavaliar seu casamento com o pintor Victor (Bill Gunn). Durante um verão passado no interior do estado de Nova York, os dois vão experimentar um profundo despertar emocional. Aliando drama com toques cômicos, Collins cria uma história encantadora que investiga questões complexas sobre amor, arte, raça e gênero em uma jornada de descoberta pessoal.
Sessões: 13 de junho, às 16h, no Cine Passeio Luz;
16 de junho, às 15h30, no CIne Passeio Luz;

- “Sherlock Jr.”(Dir; Buster Keaton | EUA | 1924 | 45’)
Sinopse: O Projecionista sonha em ser detetive. Seu sonho, contudo, se tornará realidade a partir de um infortúnio: é preciso solucionar um caso de roubo pelo qual foi falsamente acusado. Neste clássico do cinema que completa cem anos, Buster Keaton apresenta as impressionantes peripécias de seu protagonista, literalmente entrando pela tela do cinema. Perseguições. Trens. Explosões. Piruetas. Com sua particular atenção às movimentações e interações dos personagens com o espaço, o cineasta e também ator dá sequência às engenhosas façanhas e invenções que o tornaram tão amado no mundo todo, em sua época e até hoje.
Sessões: 15 de junho, às 13h30, no Cine Passeio Ritz;
19 de junho, às 16h45, no Cinemark Mueller

- “Um é Pouco, Dois é Bom” (Dir. Odilon Lopez | Brasil | 1970 | 94’)
Sinopse: Dois contos compõem este filme, dirigido e roteirizado por Odilon Lopez com diálogos de Luiz Fernando Veríssimo. Em “Com Um Pouquinho… de Sorte” e “Vida Nova…Por Acaso”, Lopez segue seus protagonistas pela vida urbana em Porto Alegre. Na história do casal Jorge e Maria ou na jornada pelas desventuras dos cativantes Magrão e Crioulo, o cineasta adentra, pelo particular, o debate de questões sociais, como o racismo e a marginalização cíclica de seus personagens.
O filme, que é o primeiro longa dirigido por uma pessoa negra no Sul do Brasil, tem a estreia de sua restauração digital em 4K no 13º Olhar de Cinema. O processo foi realizado em uma parceria entre a Cinemateca Capitólio, Plataforma INDETERMINAÇÕES e Mnemosine Serviços Audiovisuais, a partir dos negativos originais de imagem e som em 34mm, depositados na Cinemateca Brasileira.
Sessões: 13 de junho, às 19h45, no Cine Passeio Ritz;
16 de junho, às 16h30, no Cinemark Mueller;

"A Cápsula" - Mostra Mirada Paranaense- Cred Reprodução
Mostra Mirada Paranaense

A mostra é dedicada a apresentar um panorama da produção audiovisual do Paraná, em que o público é convidado a conhecer as primeiras produções de jovens realizadores, assim como acompanhar novos trabalhos de realizadores experientes. As nove produções (um longa-metragem) que compõem o Mirada Paranaense são:

- “A Cápsula” (Dir. Ribamar Nascimento | Brasil | 2024 | 92’)
Sinopse: Numa realidade assolada por um desastre ocorrido muitos anos atrás, a água tornou-se um bem precioso. Mariana e seu irmão mais novo, Dinho, encontram uma cápsula do tempo com objetos dos antigos habitantes da região, a família Raymond, o que atrai a atenção de Breu, o chefe das gangues do lugar. Os irmãos se lançam, então, numa busca por desvendar os mistérios do passado a fim de remediar os traumas do presente. Navegando com desenvoltura pelo terreno da ficção especulativa, esta produção do norte do estado mobiliza elementos consagrados do gênero enquanto afirma uma identidade própria.
Sessões: 13 de junho, às 18h15, no Cinemark Mueller
14 de junho, às 16h20, no Cine Passeio Ritz;

- “Adam” (Dir. Ana Catarina | Brasil | 2023 | 14’)
Sinopse: Adam brinca com seus amigos, juntos eles criam memórias e uma amizade cativante. Em determinado momento, Adam se encontra solitário, seus amigos já não estão mais por perto, e apenas o campo da imaginação poderá responder algumas dúvidas.
Sessões: 15 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller
18 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz
* Este curta será exibido com “Jacu Herói”, “Quarto Vazio” e “Esse navio vai afundar”.

- “BAOBAB (Dir. Bea Gerolin | Brasil | 2024 | 10’)
Sinopse: Zola não consegue completar sua árvore genealógica para uma tarefa escolar. Ao ouvir seus sentimentos e dúvidas, sua avó, Cícera, lhe conta histórias de seus ancestrais e durante essa troca Zola aprende que suas raízes são mais profundas do que imagina.
Sessões: 16 de junho, às 14h15, no CInemark Mueller
19 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz
*Este curta será exibido com “terra incognita”, “Prontuário nº 415361” and “Nada Ficou no Lugar”

- “Esse Navio Vai Afundar” (Dir. Luc da Silveira | Brasil | 2024 | 6’)
Sinopse: Este é um filme de casamento. Com várias imagens de um casamento em específico. Cenas que nos são familiares porque quase todo mundo faz vídeos de casamento, desde que a tecnologia se tornou disponível. Mas as imagens desse casamento se quebram, se rasuram, se distorcem e nos levam para outras imagens, agora de um pós casamento, quando os enquadramentos de praia e lazer se misturam a uma trilha fantasmática, estranha, fora de lugar. A marcha nupcial pode, de repente, se tornar uma marcha de guerra. Talvez este não seja um filme de casamento.
Sessões: 15 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;
168 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Jacu herói”, “Quarto vazio” e “Adam”.

- “Jacu Herói” (Dir. Pedro Carregã | BRasil | 2024 | 7’)
Sinopse: No curta-metragem universitário de Pedro Carregã, um jovem curitibano que trabalha em uma cabine de fotografias sente-se motivado a roubar o caixa, mas a entrada súbita de uma cliente muda seus planos.
Sessões: 15 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Quarto vazio”, “Adam” e “Esse navio vai afundar”

- “Nada Ficou no Lugar” (Dir. Stefano Lopes | Brasil | 2023 | 21’)
Sinopse: O filme, que tem o diretor como protagonista, seus irmãos como personagens e a sua própria vida como um enredo, se torna um lembrete de que a materialidade dos sonhos é uma pedra bruta quando é transportada para a realidade. A ficção de Stéfano Lopes expõe a condição de um jovem cineasta que vê sua possibilidade de futuro se esvair frente a um cenário em suspensão.
Sessões: 16 de junho, às 14h15, no Cinemark Mueller;
19 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Baobab”, “terra incognita” e “Prontuário nº 415361″

- “Prontuário nº415361” (Dir.Vino Carvalho | Brasil | 2023 | 19’)
Sinopse: Dez anos depois da experiência de ter habitado, ainda que brevemente, aquele lugar, o realizador volta ao local, agora em ruínas, para entender as produções de significado que ele ainda produz para a cidade. Em conversa com sua própria memória, com uma fotógrafa que registrou pacientes do local e com seu filho, Vino Carvalho tenta reconstruir o imaginário que cercou e ainda cerca o Hospital Psiquiátrico do Bom Retiro. O que a história desse espaço tem a contar sobre como a sociedade percebe e lida com doenças mentais?
Sessões: 16 de junho, às 14h15, no Cinemark Mueller;
19 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Baobab”, “terra incognita” e “Nada Ficou no Lugar”

- “Quarto Vazio” (Dir. Julia Vidal | Brasil | 2024 | 19’)
Sinopse: Um trauma, quando instaurado, é estabelecido no silêncio, no que não é dito. É o que acontece com Paula, que mesmo sendo amparada por pessoas a sua volta, inclusive seu marido com quem compartilha o luto, não consegue enfrentar o que a paralisa. A decisão de encarar o que restou, acaba sendo, neste caso, lidar com uma possibilidade que deixou de existir.
Sessões: 15 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Jacu herói”, “Adam” and “Esse navio vai afundar”

- “Terra Incógnita” (Dir. Waleska Antunes | BRasil | 2023 | 9 ‘)
Sinopse: Orangotangos soprando sangue pelos ares, ninfas robôs mergulhando suas pernas de metal esguias em um logo amonioso… estas são imagens criadas por Waleska Antunes, mesmo que apenas na imaginação. A atmosfera do espaço sideral orienta a procura de um lugar onde seja possível ser familiarizado.
Sessões: 16 de junho, às 14h15, no Cinemark Mueller;
19 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Baobab”, “Prontuário nº 415361” e “Nada Ficou no Lugar”

"Ouvidor" - Mostra Foco - Cred Reprodução
Mostra Foco

Pela primeira vez, a Mostra Foco será dedicada a um conceito norteador, o “Cinema de Luta”. Serão exibidas quatro produções brasileiras recentes que, através de uma relação imediata e frontal com a atuação de pessoas envolvidas em movimentos sociais, fazem de suas práticas audiovisuais partes integrantes de uma luta para produzir mudanças efetivas em seu entorno. Com essa mostra, o Olhar de Cinema deseja chamar a atenção não só para os essenciais temas que surgem retratados na tela, mas também para uma forma de pensar o poder do cinema entendido como uma parte intrínseca de lutas maiores. Confira as produções:

- “Lagoa do Nado - A Festa de Um Parque” (Dir. Arthur B. Senra | Brasil | 2024 | 77’)
Sinopse: Documentário que recupera a história da emergência de um movimento plural enraizado em Belo Horizonte ao final dos anos 1980, em torno da defesa da região da Lagoa do Nado. Um rico material de arquivo oral e visual dá a ver a força dessa organização política orgânica em prol da preservação ambiental e da memória de um lugar, entendido enquanto um bem comum. Uma luta permeada pelo sentido de celebração, em que música, capoeira, skate, dança e as artes engajaram distintos grupos sociais, alimentando a vontade de partilha ao forjar uma ideia de comunidade.
Sessões:15 de junho, às 18h, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 14h, no Cine Passeio Ritz;

- “Não Existe Almoço Grátis” (Dir. Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel | BRasil | 2023 | 74’)
Sinopse: Documentário que acompanha Socorro, Jurailde e Bizza, três moradoras do Sol Nascente (DF), a maior favela do Brasil, no comando de uma das cozinhas solidárias do MTST, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, às vésperas da posse presidencial de Lula, em 2023. Nos preparativos para a distribuição de refeições gratuitas para as centenas de pessoas que viajaram para o evento, o filme retrata a vida e a luta das protagonistas através de entrevistas íntimas, num vislumbre de outras realidades possíveis em meio ao labor diário dos movimentos sociais. Premiado no Festival de Brasília.
Sessões: 16 de junho, às 20h, no CIne Passeio Ritz;
18 de junho, às 14h, no Cine Passeio Ritz;

- “O Canto das Margaridas” (Dir. Mulheres no Audiovisual PE | Brasil | 2024 | 80’)
Sinopse: A Marcha das Margaridas, que acontece de quatro em quatro anos na capital do país, é um movimento de luta protagonizado pelas mulheres do campo e da floresta. De ônibus, partimos de Pernambuco com algumas delas em direção ao ato de 2019, realizado durante o primeiro ano de um governo ultraconservador. Nos ecos de importantes máximas feministas, este documentário coletivo e participativo, filmado enquanto ação direta, evidencia que a organização política se constroi também a partir dos encontros, amizades, conversas íntimas e manifestações artísticas.
Sessões: 13 de junho, às 18h15, no Cine Pas

Olhar de Cinema destaca obras de um dos cineastas mais influentes dos últimos 40 anos

Festival Internacional de Curitiba reapresenta na tela grande oito produções do premiado diretor Hou Hsiao-hsien, que teve sua carreira interrompida pelo Alzheimer, na Mostra Olhar Retrospectivo

Produções do cineasta Hou Hsiao-hsien fazem parte da mostra Olhar Retrospectivo -
Cred Variety, Van Sarki
De 12 a 20 de junho, o 13º Olhar de CInema - Festival Internacional de Curitiba reunirá curtas e longas-metragens de todo o mundo nas salas de cinema de Curitiba, com sessões no Cine Passeio, no Cinemark Mueller e na Ópera de Arame.

O evento, que é um dos principais festivais dedicados à sétima arte no Brasil, é composto por 10 mostras, cada uma propondo um olhar diferente sobre as produções selecionadas e a forma de consumir o cinema.

Na Mostra Olhar Retrospectivo, um grande nome do cinema mundial é destacado, por meio de uma retrospectiva de suas obras e uma reflexão profunda sobre sua trajetória. Na edição 2024, o espaço será dedicado ao diretor Hou Hsiao-hsien, um dos mais influentes cineastas dos últimos 40 anos e que, devido ao Alzheimer, anunciou em 2023 a interrupção, em vida, de sua impressionante trajetória cinematográfica.

“Queremos celebrar em vida a trajetória artística de um dos grandes mestres do cinema contemporâneo, promovendo a descoberta ou reencontro pelo público de suas obras na tela grande, com toda a opulência visual e sonora que o cinema de Hou Hsiao-hsien merece”, comenta Antônio Gonçalves Jr, diretor do Olhar de Cinema.

Oito dos 18 longas do cineasta foram selecionados, apresentando três fases de sua carreira: o estabelecimento de sua visão de mundo e do cinema nos anos de 1980; a consolidação de seu estilo e o reconhecimento mundial nos anos 1990; e suas obras de “maturidade”, do século XXI.

As produções que compõem a Mostra Olhar Retrospectivo são:

A Assassina - Cred Reprodução
- “A Assassina” (“Cike Nie Yin Niang” / Dir Hou Hsiao-hsien | Taiwan / 2015 / 105’) - Sinopse: Durante a dinastia Tian, no século VIII, uma assassina profissional, Yinniang, treinada com os melhores mestres, é encarregada de matar um homem do governo, mas não consegue cumprir sua missão quando o vê segurando um bebê recém-nascido. Pela sua covardia, ela é punida com o castigo de matar o próprio primo, por quem é apaixonada e estava destinada para se casar desde a adolescência.

Café Lumiere - Cred Reprodução
- “Café Lumiere” (“Kôhî jikô”| Dir. Hou Hsiao-hsien | Japão | 2003 | 108’) - Sinopse: Uma jovem pesquisadora japonesa está realizando uma ampla análise sobre a vida e a obra de um compositor taiwanês. Porém, para terminar sua tese, ela terá que encontrar o café onde o músico costumava ficar, mas essa missão pode ser complicada.

Millenium Mambo -Cred Reprodução
- “Millennium Mambo” (“Qian xi man bo” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 2001| 119’) - Sinopse: No começo de um novo milênio, em 2011, a jovem Vicky conta sua história a partir de 10 anos atrás, descrevendo sua juventude e as mudanças pelas quais estava passando. Na época, ela trabalhava com atendente em um bar e estava dividida entre dois homens, um era o seu chefe e protetor, enquanto outro era um cafajeste que a enganava.

Adeus, Ao Sul - Cred Reprodução
- “Adeus, Ao Sul” (“Nan guo zai jian, nan guo” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1996 | 116’) - Sinopse: A cidade de Taipei vê o surgimento de todo tipo de criminosos por causa da grande transição política que Taiwan enfrenta. Esta é a história de dois pequenos criminosos da cidade.

O Mestre das Marionetes - Cred Reprodução
- “O mestre das marionetes” (“Xi meng ren sheng” |Dir. Hou Hsiao-hsien |Taiwan / 1993 / 142’) - Sinopse: O mestre de marionetes Li Tian-lu conta a história de sua vida e como era Taiwan na primeira metade do século XX.

Cidade das Tristezas - Cred Reprodução
- “Cidade das tristezas” (“Bei qing cheng shi” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1989 | 157’) - Sinopse: O filme acompanha, nos primeiros anos de República da China, na Taiwan de 1945, a queda da família do patriarca Lin Ah-lu. O primogênito da família, Wen-heung lida com o nascimento de seu primeiro filho, enquanto lidera o restaurante da família, que é a fonte de renda. O irmão do meio, que tem problemas psicológicos causados pela guerra, logo começa a fazer negócios com a máfia de Xangai. Enquanto o caçula surdo, Wen-ching, é atuante da resistência. Em fevereiro de 1947, mais de 20 mil habitantes são mortos numa rebelião e a família de Lin é tragicamente modificada.

Poeira ao Vento - Cred Reprodução
- “Poeira ao Vento” (“Liàn liàn fengchén” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1986 | 109’) - Sinopse: Um homem e uma mulher parecem ser o par ideal do outro entre todos os habitantes da cidade. O único problema é que eles não estão juntos e parece que nem o tempo e o destino darão sinais que eles conseguirão se encontrar.

Tempo de Viver e Tempo de Morrer - Cred Reprodução
- “Tempo de viver e tempo de morrer“ (“Tóngnián wangshì” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1985 | 138’) - Sinopse: O filme semi-autobiográfico de Hou Hsiao-hsien traz sua infância e adolescência em Taiwan, lidando também com as mortes de seu pai, sua mãe e sua avó.

Identidade Visual Olhar de Cinema 2024 - Cred Olhar de Cinema, Divulgação
Acompanhe a programação e as novidades pelo site www.olhardecinema.com.br, pelas redes sociais oficiais:
Instagram @olhardecinema e Facebook.com.br/Olhardecinema.

A 13ª edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba é realizada por meio do programa de apoio e incentivo à cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, sendo também o projeto aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura - Governo do Paraná, com recursos da Lei Paulo Gustavo, e pelo Ministério da Cultura - Governo Federal, com patrocínio do Itaú e Peróxidos Brasil, apoio do Instituto de Oncologia do Paraná, Sanepar, Cimento Itambé, Favretto Mídia Exterior, e apoio cultural de Projeto Paradiso, Cine Passeio, Instituto Curitiba de Arte e Cultura. Verifique a classificação indicativa de cada filme e sessões com acessibilidade de audiodescrição.

Serviço:
13º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba
Data: 12 a 20 de junho de 2024
Locais: Cine Passeio, Cinemark Mueller e Ópera de Arame
Site oficial: www.olhardecinema.com.br.
Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema
Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema
Youtube: https://www.youtube.com/@olhardecinema
Patrocínio: Itaú e Peróxidos Brasil
Apoio: Instituto de Oncologia do Paraná, Sanepar, Cimento Itambé e Favretto Mídia Exterior
Produção: Grafo Audiovisual
Apoio Cultural: Projeto Paradiso, Cine Passeio, Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Taiwan Film & Audiovisual Institute, Cinemark
Realização: Programa de apoio e incentivo à cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Projeto aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura - Governo do Paraná, com recursos da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura - Governo Federal. Lei de incentivo à cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal.

Sugestões de palavras-chave: Olhar de CInema, cima independente, Festival Internacional de Curitiba, Olhar Retrospectivo, CIne Passeio, Cinemark Mueller, Ópera de Arame, Hou Hsiao-hsien, homenagem em vida, cineasta influente

Premiado filme “Casa Izabel” é exibido em mostra comemorativa do aniversário de Curitiba, no Cine Passeio

O público de Curitiba tem a oportunidade de assistir gratuitamente ao filme “Casa Izabel” antes de sua estreia nacional em junho, mês do orgulho LGBTQIA+. O longa-metragem foi convidado a integrar a Mostra Curitiba, que celebra o aniversário da capital do Paraná. Serão duas sessões nos dias 27 e 31/03 (quarta-feira e domingo), às 19h30, na sala Luz. Em 27/03 (quarta-feira) haverá um encontro do elenco com o público presente, em uma momento de celebração especial, a ser preparada pela produção. No dia 31/03 (domingo), um bate-papo com a equipe abrirá a sessão.

Produzido no Paraná, “Casa Izabel” retrata um episódio ambientado nos anos 70, em meio à ditadura militar no Brasil, em que uma isolada Casa Grande fundada por uma elite escravocrata torna-se um retiro de homens crossdressers, que se vestem como mulheres, trajando também uma realidade glamorosa e delirante, distante dos anos de chumbo. Mas as mentiras contadas nessa liberdade forjada começam a ruir quando o establishment se infiltra na casa, rompendo a fronteira das maquiagens e de todos os artifícios de distração da fatalidade.

A produção ficou por conta de Andréa Tomeleri (de “Alice Junior”) e de Laura Haddad, que também integra o elenco do filme, ao lado de Jorge Neto, Luís Melo, Andrei Moscheto, Sidy Correa, Zeca Cenovicz, Luiz Carlos Pazello, Otavio Linhares, Jeferson Ulbrich e Fábio Silvestre. “O filme é um grande agregador de pautas importantes e tem em seus personagens seu maior trunfo. A força dele reside justamente nisso. Na potência do que é revelado no subtexto, daquilo que não é dito, da quebra sigilosa de convenções sociais”, afirma a produtora Laura Haddad.

Cinema com sensibilidade
Este suspense dramático é dirigido por Gil Baroni, com roteiro de Luiz Bertazzo, os mesmos criadores do longa-metragem “Alice Junior”, que conquistou 25 prêmios e participou de mais de 55 seleções em festivais nacionais e internacionais, entre eles o Festival de Brasília (2019) e Berlinale (2020).

“Casa Izabel”, por sua vez, estreou no CINE PE 2022, onde conquistou 5 prêmios: Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora. O filme também recebeu no Brasil o Prêmio de Melhor Longa-metragem (Filme de Abertura) no 8º DIGO Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás e o Prêmio de Melhor Longa-metragem Brasileiro no 12º Rio LGBTQIA+ Festival Internacional de Cinema, ambos em 2023, mesmo ano em que esteve nas seleções oficiais do 47º Frameline: The San Francisco International LGBTQ+ Film Festival (EUA) e do 12º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Cinema de Curitiba, em que foi o filme de abertura

Além de diretor, Gil Baroni também atua em audiovisual como produtor, roteirista e sócio da produtora Beija Flor Filmes, criada com o objetivo de fazer florescer um cinema que humanize o que é culturalmente oprimido, que conte histórias e crie encantamento por temas perseguidos por preconceitos, criando filmes com a sensibilidade e precisão que os tempos atuais exigem." 'Casa Izabel' faz uma conexão com o tempo presente e põe o dedo em feridas mal cicatrizadas da nossa história”, afirma Gil Baroni. “O mistério, presente da primeira à última sequência da obra, é permeado por abusos e crimes, externos e internos à casa, de modo que adentramos em um ambiente que se apresenta ao mesmo tempo aprazível e perigoso", completa o diretor.

O roteirista Luiz Bertazzo possui uma trajetória como ator no audiovisual, com destaques para as séries “Irmandade” (Netflix), “Sob Pressão” (TV Globo), “As Five” e “Betinho – No Fio da Navalha” (GloboPlay) e “Notícias Populares” (Canal Brasil). Estreou em roteiros de longa-metragem com “Alice Junior”, que lhe rendeu o Prêmio Paulo Gustavo de Melhor Roteiro de Comédia, da ABRA - Associação Brasileira de Autores Roteiristas (2021).

“Casa Izabel” foi viabilizado através do Fundo Setorial do Audiovisual (Ancine/BRDE), e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba / Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio da Ebanx. É uma produção da Beija Flor Filmes, com coprodução da Duplo Produções, distribuição da Moro Filmes e Olhar Filmes, e apoio do Projeto Paradiso.

Serviço:
Filme “Casa Izabel” na Mostra Curitiba
Local: Cine Passeio (Rua Riachuelo, , Centro, Curitiba – PR), Sala Luz
Datas: 27/03 (quarta-feira) e 31/03 (domingo)
Horários: 19h30
Entrada gratuita
Duração: 84 minutos
Classificação indicativa: 16 anos

Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba está com inscrições abertas para longas e curtas-metragens

13ª edição de um dos mais importantes eventos voltados à sétima arte do Brasil ocorre de 12 a 20 de junho de 2024. Inscrições vão até o dia 1º de março

Nova edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba com inscrições abertas
até dia1º de março - Cred Olhar de Cinema, Divulgação
As inscrições para a 13ª edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba, que ocorre de 12 a 20 de junho, seguem abertas até o dia 1º de março de 2024.

Os interessados em participar de um dos mais importantes festivais voltados à sétima arte do Brasil devem submeter seus filmes para o processo de seleção pelo site oficial www.olhardecinema.com.br. São aceitos filmes de todas as tipologias, gêneros e nacionalidades.

“O Olhar de Cinema segue firme rumo a sua 13ª edição. Em nossa trajetória, foram mais de 1.000 produções independentes exibidas, sendo em sua maioria, filmes inéditos no Brasil, resultando em um público de mais de 200 mil pessoas que puderam conhecer um pouco mais do cinema independente de todo o mundo”, comenta Antônio Gonçalves Jr, diretor do Olhar de Cinema.

O evento é composto por diferentes mostras, sendo a Mostra Competitiva, dividida entre produções brasileiras e internacionais; a Mostra Exibições Especiais, que destaca o cinema mundial e também filmes brasileiros não inéditos; a Mostra Novos Olhares, dedicada a filmes com diferentes propostas estéticas; a Mirada Paranaense, voltada a cineastas paranaenses e filmes feitos no Paraná; Olhar Retrospectivo, que destaca um grande nome do cinema mundial e algumas de suas produções; a Olhares Clássicos, com um panorama de obras que marcam a história do cinema; a Mostra Pequenos Olhares, com longas e curtas-metragens direcionadas ao público infantil; e a Foco, jogando luz em cinematografias, regiões ou cineastas; além dos filmes de Abertura e Encerramento.

13ª edição do Olhar de Cinema ocorre de 12 a 20 de junho de 2024 -
Cred Olhar de Cinema, Divulgação
Em 2023

No último ano, o Olhar de Cinema recebeu mais de 2500 inscrições, vindas não só do Brasil, mas também de países como França, República Tcheca, EUA, Japão e Senegal, em que 87 filmes foram selecionados pela equipe de programação do festival. Em 2023, houve a exibição do longa-metragem, “Casa Izabel”, na Ópera de Arame, em que um dos principais pontos turísticos de Curitiba, conhecido por sua estrutura imponente em meio à natureza, se tornou, pela primeira vez em sua história, uma grande sala de cinema com 1.500 espectadores. Entre alguns dos premiados, destaque para “Neirud”, documentário dirigido por Fernanda Faya, que, com traços performáticos, busca a personagem título, tia da diretora que trabalhava no circo, presença marcante nas festas da família, mas de quem pouco se sabia; e “Ramal”, de Higor Gomes, um retrato da juventude da periferia da cidade de Sabará, Minas Gerais, onde jovens e suas motos passam o tempo; nas categorias Competitiva Brasileira Longa-Metragem e Curta-Metragem, respectivamente.

Confira a lista completa dos premiados na edição de 2023 aqui.

Fique por dentro das novidades da 13ª edição do Olhar de Cinema por meio das redes sociais (@olhardecinema) e pelo site oficial www.olhardecinema.com.br. O Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba tem produção da Grafo Audiovisual, com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal – Brasil União e Reconstrução, e com o apoio do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Consulte sempre a classificação indicativa.

Serviço:
13º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba
Data: 12 a 20 de junho de 2024
Inscrições: até 1º de março pelo site oficial: www.olhardecinema.com.br.
Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema
Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema

Sugestões de palavras-chave: Olhar de Cinema, cinema independente, sétima arte, Curitiba, inscrições, Paraná, cinema mundial, Antônio Gonçalves Jr, Cine Passeio,

Criadores da série “Cangaço Novo” participam do Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba. Confira a programação completa

FRIACA está em sua primeira edição e ocorre de 15 a 17 de setembro no Cine Passeio, reunindo programação gratuita com palestras, painéis, debates e masterclasses com profissionais da área de Curitiba e do Brasil

Eduardo Melo e Mariana Bardan, criadores e roteiristas da série Cangaço novo - Cred Divulgação
De 15 a 17 de setembro, ocorre a primeira edição do FRIACA – Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba.

O evento, que reúne palestras, painéis, oficinas, debates e masterclasses com profissionais de Curitiba e de outras partes do Brasil, tem o objetivo de aprimorar conhecimentos e competências no desenvolvimento de roteiros.

A programação, que é inteiramente gratuita, busca atender tanto a profissionais experientes, quanto aqueles que pretendem iniciar no universo da escrita e ocupará o Cine Passeio. As atividades são abertas ao público e contam com emissão de certificado, promovendo o acesso a informações de qualidade, trocas e conexões entre participantes e convidados.

Cine Passeio será o local do Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba
(Créd. Daniel Castellano - SMCS)
“O FRIACA será realizado anualmente, ocupando um espaço ainda não explorado nesta cadeia produtiva, tanto em Curitiba, como no Paraná, democratizando a criação de roteiros, etapa imprescindível para fomentar a produção audiovisual de forma efetiva e com qualidade”, diz o diretor do FRIACA, Eduardo Calegari.

Entre alguns dos destaques na programação, estão os criadores e roteiristas da aclamada série “Cangaço Novo”, Eduardo Melo e Mariana Bardan, com um estudo de caso sobre a produção, falando desde a concepção do roteiro da obra até seu desenvolvimento no audiovisual; a produtora da nova série da HBO, “Cidade de Deus” (2024), Yana Chang, que falará sobre a criação de roteiros para podcast, seus desafios e oportunidades; o showrunner da série “A Benção”, Leo Garcia, contando sobre a criação, desenvolvimento, sala de roteiro, produção, pós e lançamento da obra audiovisual; entre outros.

FRIACA - Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba (Créd. Laca Studio)
Dentro do FRIACA, há ainda o FRIACA LAB, um laboratório de desenvolvimento e concurso de roteiros de curtas e longas-metragens de ficção. Foram cerca de 300 inscrições recebidas, que passaram por uma seleção de uma equipe de curadoria, que selecionou 10 roteiros. Os selecionados participarão do laboratório com reuniões de análise exclusivas, acompanhamento e feedbacks por consultores profissionais da área do audiovisual, de forma online e presencial.

Os consultores, curadores e a banca do Pitching escolherão os roteiros que serão premiados, sendo três na categoria iniciantes e três na categoria não-iniciantes. O primeiro lugar de cada categoria receberá o Troféu FRIACA 2023 e o valor de R$5.000. Já o segundo lugar, recebe R$3.000, e a terceira colocação, R$2.000.
Confira a programação completa do FRIACA – Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba, que ocorre no Cine Passeio.
Sexta-feira (15/9)
Abertura do Festival
Processos de Curadoria do FriacaLab
Horário: 11h às 12h
Espaço Valêncio Xavier

Palestra: A Arte do Pitching
com Fernanda De Capua
Horário: das 14h às 15h30
Espaço Valêncio Xavier
Sobre: O pitching é a técnica de se vender uma ideia. Nesta palestra, Fernanda de Capua, roteirista e diretora, abordará os fundamentos de como comunicar sua história, os pontos essenciais, o que destacar ou omitir, como preparar sua apresentação e modulá-la de acordo com o seu interlocutor.

Cinema de Animação
com Miralumo, Cabong, Spirit e Dogzilla
Horário: 15h30 às 16h30
Espaço Valêncio Xavier

Laboratórios de Roteiros
Horário: 16h30 às 17h30
Espaço Valêncio Xavier
Masterclass
Gestão de Carreira Para Roteiristas
com Mari Brasil
Horário: 17h30 às 19h
Espaço Valêncio Xavier
Sobre: Mariana Brasil irá apresentar um lado menos conhecido, porém fundamental para a carreira de qualquer pessoa que pretende atuar ou já atua de forma profissional como roteirista no setor audiovisual, explicando como funciona hoje este mercado e trazendo orientações que irão te ajudar a entender “quem é você” como autor(a)/roteirista e como se apresentar de forma adequada e eficiente para futuras produções. Começaremos de forma mais introdutória e ampla, falaremos do conceito do ofício do roteirista e de quem é você como autor (a) roteirista neste mercado. Apresentaremos as dinâmicas atuais de equipe envolvida no processo de escrita, seja de uma série ou um filme, para que você possa entender quais as funções e cargos competem ao seu perfil. Essa compreensão influencia na contratação, valores de cachês e até
créditos.

Palestra: Juventudes lesbitransviadas em cena
com Camila Macedo
Sala de Cursos Horário: 14h às 15h
Sobre: Apesar das persistentes políticas de apagamento e invisibilidade, nas últimas décadas, muitas histórias protagonizadas por personagens queer jovens surgiram no cinema. Com especial atenção às figurações lésbicas em filmes, conversaremos sobre algumas das principais convenções utilizadas em narrativas cinematográficas de amadurecimento e formação, procurando refletir sobre os deslocamentos que as experiências dissidentes podem (ou não) provocar no modo como o cinema tem olhado para as juventudes, para os gêneros e para as sexualidades. Camila Macedo atua nas áreas de pesquisa, curadoria e realização em cinema, com principal enfoque nas interfaces entre arte, educação e os estudos de gênero e sexualidade.

Oficina - Logline: peça de construção narrativa
com Henrique dos Santos
Horário: 15h às 17h30
Sobre: A logline é um dos primeiros e mais lidos textos de um projeto de roteiro. Henrique dos Santos, Bacharel e Mestre em Cinema e Vídeo pela UNESPAR, promove um estudo teórico e prático da logline enquanto peça fundamental para a construção de uma narrativa clássica de ficção. Partindo do conceito de logline traçado por Blake Snyder (Save the Cat, 2005), serão avaliadas e discutidas em sala as loglines dos projetos dos participantes da oficina, por isso, é recomendado que os interessados tenham algum projeto (curta, longa ou série) em qualquer fase de desenvolvimento. Almeja-se que esta oficina contribua com os roteiristas, iniciantes ou não, de modo a terem uma visão mais pormenorizada das estruturas que movem suas narrativas e de como aprimorá-las, assim como de uma melhor forma de escrita e apresentação das logline de seus projetos.

Sábado (16/9)
Criação de roteiros de podcast – Desafios e Oportunidades
com Yana Chang
Horário: 10h às 12h
Espaço Valêncio Xavier
Sobre: Com o título "Áudio-drama: storytelling de ficção", Yana Chang traz o que envolve, ou pode envolver, um roteiro de podcast. Se no cinema e na TV o roteiro divide espaço com a dimensão visual e outros elementos de impacto na construção e apreciação da obra, no universo do podcast o protagonismo se inverte e a palavra se sobressai de forma única. O encontro foca em áudio-séries e áudio-drama, formatos narrativos em que o storytelling imersivo, criado unicamente para a experiência de áudio, alcança sua excelência com performances convincentes e uma edição de som criativa. Aos roteiristas, criadores e interessados, discutiremos pontos de atenção, oportunidades e desafios para: formatação e financiamento de projetos de áudio; escrita de roteiro (universo, diálogos, desenvolvimento de personagem, comunicação com a audiência); trabalho de som, e panorama do mercado brasileiro em termos de tendências, demanda e consumo.

Palestra: Mercado Audiovisual para Roteiristas
com Antonio Gonçalves Jr
Horário: 14h às 15h
Espaço Valêncio Xavier
Sobre: O fundador e diretor artístico do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba irá explorar os meandros e funcionamento do mercado audiovisual, em que todo o projeto passa em vista para ser financiado e viabilizado, e que todo roteirista precisa entender para otimizar seu trabalho, além de aumentar suas chances de ter projetos realizados.

Palestra: Estrutura dramática de longa-metragem ficcional
com Pedro Faissol
Horário: 15h às 16h
Espaço Valêncio Xavier
Sobre: A palestra com Pedro Faissol visa apresentar um modelo de estrutura dramática, intitulado "Abordagem por Sequência", para a escrita de roteiro ficcional de longa-metragem. Ele vai também exemplificar o modelo apresentado, através de um estudo de caso.

Estudo de Caso: A Benção – Série
com Leo Garcia (FRAPA)
Horário: 16h às 18h
Espaço Valêncio Xavier
Sobre: Leo Garcia abre o jogo e conta sobre todo o processo de criação, desenvolvimento, sala de roteiro, produção, pós e lançamento de “A Benção”. Vamos poder vislumbrar como nasce uma série, desde as primeiras ideias rascunhadas lá em 2012 até a exibição no Canal Brasil e Globoplay em 2020. Garcia vai apresentar materiais como one page, bíblia de vendas, argumento, escaleta, roteiro e exibir trechos de episódios.

Estudo de Caso: Cangaço Novo
com Eduardo Melo e Mariana Bardan
Horário: das 18h às 19h30
Espaço Valêncio Xavier
Sobre: Nessa palestra os criadores e roteiristas de “Cangaço Novo” vão relatar o passo a passo do projeto a partir das primeiras ideias colocadas no papel até chegar às telas do Prime Vídeo.

Painel: Cinema Autoral
Horário: 10h às 11h
Sala de Cursos
Painel: Roteiristas no Rolê – Carreira e Desafios
Horário: 14h às 15h30
Sala de Cursos
Dinâmica: Leitura de Roteiro com Atores
com Jaciara Rocha
Horário: 15h30 às 17h30
Sala de Cursos

Domingo (17 /9)
Painel: A importância na Distribuição no Desenvolvimento de Projetos
Horário: 10h30 às 12h
Espaço Valêncio Xavier

Painel: Produtoras no Divã – Dificuldades e Caminhos
Horário: 14h às 15h
Espaço Valêncio Xavier
Pitching dos Projetos | FRIACA LAB
Horário: 15h às 18h
Espaço Valêncio Xavier

Cerimônia de Premiação | FRIACA LAB 2023
Horário: 18h30
Terraço

Todas as atividades são abertas ao público e com emissão de certificado. Saiba mais no www.friacafestival.com.br ou por meio das redes sociais pelo @friaca.festival.

O FRIACA - Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba - Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do Hospital IPO, Jeep Florença e da Phil Young`s English School, com apoio da The Youth & Co, BackBros Image Rig, SIAPAR - Sindicato da Indústria do Audiovisual do Paraná, Cine Passeio - ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Ficha Técnica:
Direção Geral - Eduardo Calegari
Produção Executiva - Yasmin Franco
Coordenação de Produção - Amanda Soprani
Design e Identidade - Lasca Studio
Mídias Sociais - Pomo Agência
Assessoria de Imprensa - TIP Performance de Mídia

Serviço:
FRIACA - Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba
Data: 15, 16 e 17 de setembro
Local: Cine Passeio (Rua Riachuelo, 410 - Centro)
Site oficial:https://friacafestival.com.br/
Informações: friaca.festival@gmail.com
Siga o FRIACA no Instagram: @friaca.festival

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Sobre os convidados e palestrantes:

Mariana Brasil: Há 30 anos começou a carreira em audiovisual na produção em grandes produtoras como: O2 Filmes, Movi & Arte, Maria Bonita, TV Cultura entre outras. Deu aulas em laboratórios, cursos livres e prestou consultorias junto a produtores independentes pelo Brasil, sobretudo em cidades fora do eixo Rio-SP. Trabalhou com o Brlab, Icuman Lab, Porto Mídia, Barco, Frapa, Ancine, Sebrae etc. Participou da seleção de projetos em editais e rodadas de negócios dos maiores festivais de cinema do país, selecionando projetos para diversos players, nacionais e internacionais. Ao longo desses anos, foi ponto de intersecção nas negociações entre players, produtores e autores-roteiristas. Essa expertise possibilitou dominar ferramentas de negociação de direitos e contratos e trouxe um estreitamento na relação com os mais diversos players do mercado. Trabalhou como executiva na ABRA - Associação Brasileira de Autores Roteiristas e em 2021 abriu a Mari Brasil Agenciamento. O intuito é representar os autores-roteiristas, conectá-los às principais empresas da indústria do entretenimento e proporcionar melhores negócios, trazer mais segurança e tranquilidade tanto para os autores roteiristas como para os players do mercado.

Yana Chang: Produtora executiva e criativa com experiência em conteúdo, negócios e estratégia de comunicação, possui formação em Direito, Cinema e Antropologia pela Universidade de São Paulo (USP), e atualmente é Head de Desenvolvimento da South Global, produtora do eixo SP/LA fundada por Alice Braga e Bianca Comparato. Na South, lidera o departamento de criação, onda cria, seleciona, apoia ou negocia novos projetos, busca roteiristas e diretores e colabora com o time de produção até a entrega final. Entre os projetos em andamento, há longas, séries e podcasts. Créditos recentes: "Cidade de Deus" (HBO, 2024), “Cangaço Novo” (Amazon), “As Aventuras de José e Durval” (Globoplay), "Manhãs de Setembro 2" (Amazon), "Irmandade 2" (Netflix). Executiva do premiado documentário "Edna" (2021) dirigido por Eryk Rocha, e colaboradora da adaptação de roteiro de “A Queda do Céu”, obra de Davi Kopenawa e Bruce Albert.

Pedro Faissol: Professor de roteiro audiovisual, pesquisador e curta-metragista. Doutor e Mestre em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA/USP. Bacharel em Comunicação Social (Cinema) pela UFF. Docente do curso de Cinema e Audiovisual da Unespar e do PPG-CINEAV/Unespar.

Antonio Gonçalves Jr: Produtor dos filmes “Deserto Particular” (Prêmio do Público na Giornate degli Autori Veneza, Representante brasileiro no Oscar), “Ferrugem” (Sundance, Melhor Filme Festival de Gramado), “Para minha amada morta” (7 prêmios Festival de Brasília, Zenith de Prata em Montreal, San Sebastian), “Jesus Kid” (3 prêmios em Gramado), Circular (Festival do Rio), “A gente” (Prêmio da ONU no Dok Leipzig), “Zona Árida” (Menção Especial no Dok Leizpig), “A mesma parte de um homem” (Prêmio Helena Ignez na Mostra de Tiradentes), Pátio (Cannes), “O Estacionamento” (Melhor Curta Festival do Rio), “A Fábrica” (Oscar shortlist, Menção Especial Clermont Ferrand), “Ainda Ontem” (Clermont Ferrand), “Tarântula” (Veneza). Formado em Relações Públicas (UEL), Cinema e Vídeo (FAP) e com especialização em Comunicação e Cultura (UTFPR), elabora, desenvolve e administra todos os projetos da Grafo Audiovisual.

Henrique dos Santos: Bacharel e Mestre em Cinema e Vídeo pela UNESPAR, atua como roteirista, tendo como destaque o longa “Deserto Particular” (2021), corroteirizado e dirigido por Aly Muritba, representante do Brasil ao Oscar 2022. Foi consultor nos laboratórios Griôt e MetrôLab. Trabalhou no desenvolvimento de longas com nomes como Karin Aïnouz, Sérgio Machado e Renata Martins; atualmente trabalha em sala de roteiro para série da Amazon Prime.

Eduardo Melo: Eduardo Melo fez Matemática Aplicada e Computacional na Universidade de São Paulo, Cinema na Fundação Armando Alvares Penteado e estudou roteiro na New York Film Academy em Los Angeles. É criador e roteirista da série "Cangaço Novo", um drama de ação produzido pela O2 filmes para Amazon Prime Video que teve estreia mundial no dia 18 de agosto de 2023. Roteirizou o documentário sobre a vida do primeiro surfista medalhista de ouro, o nordestino Ítalo Ferreira. Trabalhou no desenvolvimento da série de ação "DNA do Crime" para a Paranoid com o diretor Heitor Dhalia, e em um longa-metragem para Conspiração com o diretor Marcus Baldini. Em animação, é roteirista e criador de “Tata” série pré-escolar em desenvolvimento pela TV Pinguim; roteirista em “O Show da Luna!”, série pré-escolar exibida em mais de 90 países e trabalhou no desenvolvimento de “Roqueiros do Espaço”, série juvenil também desenvolvida pela TV Pinguim. Pela 44 Toons foi roteirista na série “Cordélicos”, projeto finalista do 22º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro concorrendo como melhor série de animação.

Mariana Bardan: Formada em cinema na FAAP e Letras na USP, Mariana é criadora e roteirista de “Cangaço Novo”, drama de ação seriado da Amazon Prime Video produzida pela O2 filmes. Na mesma produtora foi roteirista de série distópica para o Globoplay (sem data de lançamento) e do documentário “Contos Curiosos de Ítalo Ferreira”. Em animação, é criadora e roteirista de “Tata”; roteirista e tradutora de “O Show da Luna!” e “Ping & Pong”, todos projetos da TV Pinguim. Na 44Toons, foi roteirista da série de animação “Cordélicos”. Já desenvolveu roteiros para projeto com IA do banco Itaú e foi colaboradora em novela do SBT. Atualmente desenvolve para um player um longa-metragem musical dramédia que tem como pano de fundo o universo sertanejo.

Leo Garcia: roteirista e diretor geral do FRAPA, o maior festival de roteiro da América Latina. Mestre em Roteiro (UPSA – Espanha), escreveu os longas “Em 97 Era Assim”, “Legalidade”, “Depois de Ser Cinza” e o doc “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (também assina a direção). Roteirizou diversas séries como “Werner e os Mortos” (Amazon e Canal Brasil), “Paralelo 30” (Prime Box Brazil) e “Vamos Brincar com a Turma da Mônica” (Globoplay e Gloob), recentemente vencedora do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. É criador, produtor e roteirista da série “A Bênção” (Canal Brasil e Globoplay).

Camila Macedo: Camila Macedo atua nas áreas de pesquisa, curadoria e realização em cinema, com principal enfoque nas interfaces entre arte, educação e os estudos de gênero e sexualidade. É doutora e mestra em Educação pela UFPR e bacharela em Cinema e Vídeo pela Unespar. Tem passagem pelas equipes de curadoria e programação de mostras e festivais como Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2022), Cinefantasy (2021), FIDÉ Brasil (2022) e Olhar de Cinema, no qual trabalha desde 2018.

André Pellenz propõe reflexões sobre crises conjugais, pandemia e política em ‘Fluxo’, que estreia dia 31 de agosto nos cinemas

O longa, em preto e branco e totalmente realizado à distância na quarentena, mostra os conflitos de um casal em crise durante o lockdown em um cenário político ameaçador; elenco conta com Bruna Guerin, Gabriel Godoy, Silvero Pereira e Cassio Gabus Mendes

TRAILER DE ‘FLUXO’: https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=PYYnocJuKg4

Definido pelo seu diretor e roteirista André Pellenz como "um filme que parece um documentário sobre o futuro”, o drama “Fluxo” - gravado em preto e branco numa fase em que as filmagens presenciais estavam proibidas por conta da covid-19 - chegará aos cinemas no dia 31 de agosto de 2023. Na trama, uma distopia política-conjugal, um casal em crise, interpretado por Gabriel Godoy e Bruna Guerin, acaba tendo que lidar com uma situação inesperada, um lockdown. Obrigados a conviver, eles reavaliam seus conceitos, enquanto uma ameaça maior vai se formando do lado de fora: um governo de ultradireita prepara um golpe de estado.

"Quando escrevi o roteiro, não imaginava o contexto político que viria depois. Foi assustador ver a ficção quase virando um golpe de Estado real", relembra André.

Produzido pela Media Bridge e pela Paramount Pictures, com distribuição da Pipa Pictures e Paramount, “Fluxo” conta ainda com Cássio Gabus Mendes, Silvero Pereira, Guida Vianna, Ronaldo Reis, Alana Ferri e Monika Saviano no elenco, todos filmados em suas casas por meio de aplicativos, em Rio, São Paulo e Fortaleza.

Lançamento cancelado motivou o projeto

A frustração de ver o lançamento de seu filme "Os Espetaculares", que estava cercado de grande expectativa mas que, com os cinemas fechados, teve o lançamento cancelado, motivou André. Como ele mesmo explica:

"Na verdade, 'Os Espetaculares' chegou a estrear em Manaus, quando as coisas pareciam estar mais calmas e apenas os cinemas de lá estavam reabrindo. Porém, uma semana depois a cidade iniciou aquele trágico ciclo de falta de oxigênio e tudo se fechou ainda mais. Isso me marcou muito, e minha raiva com o governo da época era cada vez maior. Eu precisava colocar tudo isso para fora". (O lançamento de "Os Espetaculares" estava previsto para junho de 2020, e o filme acabou sendo adquirido pela Amazon).

Escrito em apenas 20 dias, o diretor não quis esperar a flexibilização de protocolos e decidiu gravar “Fluxo” de maneira totalmente remota, com um mínimo de recursos e ousando na linguagem cinematográfica. Os atores receberam o equipamento em casa e seguiram as instruções da equipe (que nem mesmo se encontrou) a distância, sendo responsáveis por todos os movimentos de câmera, sem a presença de qualquer pessoa no set, algo visto poucas vezes na história do cinema.

Fim da pandemia, mudança na montagem

Com o filme pronto, já no fim da pandemia, André decidiu que era preciso mudar alguma coisa. O insight acabou implicando numa revisão da montagem do filme, alterando alguns conceitos da obra, como ele mesmo explica:

"Acabei remontando o filme como se tivesse terminado uma guerra. Não queria lembrar logo de cara como tudo começou, e sim ir revendo as coisas em sentido inverso, de forma a ‘zerar’ meus sentimentos em relação a tudo que aconteceu", diz.

Responsável por capitanear grandes sucessos comerciais, como “Minha Mãe é Uma Peça” (2013), “Detetives do Prédio Azul” (2017), e mais recentemente “Os Aventureiros”, até então a maior bilheteria brasileira do ano de 2023, Pellenz gostou da experiência de fazer algo mais simples e artesanal. "Para mim é um retorno aos meus projetos de curta-metragem e à série dramática "Natália", do Universal Channel/TV Brasil, onde a simplicidade fazia parte da linguagem", empolga-se.

Caixas na porta de casa: os desafios de filmar à distância num período de incertezas

Os desafios de se fazer um filme sem a presença do diretor foram muitos. Pellenz define como uma espécie de "Dogma 95" particular: "Na época, fiquei intrigado com a limitação que Lars Von Trier e sua turma se auto-impuseram, gerando filmes únicos e muito interessantes. No nosso caso, as limitações foram impostas pela pandemia, e é fascinante ver como elas afetaram a linguagem e o resultado. Hoje entendo melhor as motivações deles", completa.

Sem contato pessoal, os equipamentos foram deixados lacrados e higienizados nas casas dos atores, e eles precisaram aprender a montar e operar tudo.

"Chegaram equipamentos e mais equipamentos na minha casa na época. Duas câmeras, iluminação, cabos e mais cabos, tripés, material para arte e som. Uma loucura. A casa ficou de ponta cabeça e tivemos que ter muita calma para entender que a nossa casa viraria um set de filmagem por 15 dias", conta Gabriel Godoy.

O ator relembra o grande desafio que era concluir cada plano: "Sair do personagem não era uma questão, mas não sair do cenário do filme, isso era. (risos). O desafio era antes de gravar. Era mais tempo sendo da técnica do que do elenco. Geralmente, buscamos estar 100% concentrados em um set de filmagem, porém no caso do Fluxo precisávamos estar 500% para dar conta de tudo. Às vezes passávamos 40 minutos montando um plano e quando estava tudo pronto eu lembrava: "Ah, agora preciso também atuar. Sou ator do filme. (risos). Foi uma experiência única realmente", diz.

Bruna Guerin também se recorda com prazer do desafio, que trouxe muitos aprendizados: “Como tínhamos que exercer todas as funções do set, além de atuar, foi muito desafiador. Mas a equipe toda nos conduziu com tanta paciência e generosidade que acabou sendo um prazer estar vivenciando tudo aquilo. Foi um dos maiores aprendizados que tive na vida. Hoje enxergo e trabalho no audiovisual muito diferente por conta dessa experiência”.

Outro destaque é a participação especial de Cássio Gabus Mendes, que não saiu de sua casa e fez tudo sozinho. "Jamais imaginei que um dia faria uma cena sem mais ninguém por perto", disse o ator durante as gravações.

Silvero Pereira, que gravou suas cenas em Fortaleza, compõe o elenco num papel-chave para a distopia final. O ator também gravou a música-tema do filme, "Jaqueta Amarela", de Assucena (da extinta banda "As Baías e a Cozinha Mineira").

"Fluxo" é um um dos poucos filmes realizados naquele momento de tensão. No entanto, não é “o filme da pandemia”, como diz Cosimo Valerio, sócio da Media Bridge, produtora de filmes como "Chacrinha" e "Intervenção": “Não estamos retratando a covid-19. A quarentena do enredo é um ponto de partida para discutir a crise de um casal que acaba refletindo uma situação maior e mais grave", afirma

Filme manteve a produção cinematográfica ativa na pandemia

Outro grande trunfo de “Fluxo” foi manter a produção cinematográfica brasileira em funcionamento mínimo num período inóspito, em que o setor cultural, e especialmente o cinema, foi diretamente afetado.

"Conseguimos manter a produção ativa na época, permitindo que equipe e elenco, mesmo em número reduzido, tivessem trabalho remunerado. A parceria com a Paramount foi fundamental para finalizarmos o filme da melhor maneira possível", completa Angelo Salvetti, também sócio da Media Bridge.

Segundo Alex Levy-Heller, da Pipa Pictures, "Fluxo" é um filme para salas de cinema: "Estamos renovando nossa aposta na tela grande, na sala escura, no cinema como arte. Este é um filme feito com as menores câmeras, para telas maiores. De certa forma, essa amplificação reflete o alívio que vivemos recentemente", conclui.

Sinopse:
Primeiro volume de uma trilogia sobre a angústia, inspirado na obra do diretor italiano Michelangelo Antonioni, em especial "O Eclipse", e nas provocações temporais do soviético Andrei Tarkovski, "Fluxo" é uma distopia política-conjugal que acompanha um casal em crise. Carla expulsa Rodrigo de casa, mas ele não pode deixar o apartamento por conta de um lockdown imposto pelas autoridades. Assim, os dois são obrigados a conviver e acabam revendo seus conceitos, até que as coisas ao redor tomam um rumo jamais imaginado e uma ameaça maior que a própria razão do lockdown vai se formando lá fora.

Ficha técnica:
Distribuição: Pipa Pictures e Paramount Pictures
Produção: Media Bridge e Paramount Pictures
Elenco: Bruna Guerin, Gabriel Godoy, Silvero Pereira, Guida Vianna e Cassio Gabus Mendes
Roteiro e direção: André Pellenz
Produção: Angelo Salvetti, Cosimo Valerio, André Pellenz e Altino Pavan
Fotografia: Ênio Berwanger
Direção de arte: Raíza Antunes
Figurino: Isa Ribas
Montagem: André Pellenz
Trilha Sonora: João Jabace e Luís Rodrigues, com músicas de Johnny Hooker, Letrux, Mariana Volker, Bemti, DiMelo e Assucena
Música: "Jaqueta Amarela", de Assucena, interpretada por Silvero Pereira

Documentário sobre herança cultural ucraniana estreia nesta quinta-feira nos cinemas

Brasil arcaico, Ucrânia e relações familiares se encontram em novo longa-metragem do diretor Guto Pasko, que tem estreia confirmada em Curitiba, São Paulo e outras capitais

Estreia nesta quinta-feira em circuito nacional o mais novo longa-metragem do diretor paranaense Guto Pasko, o documentário “Aldeia Natal”. Em Curitiba, poderá ser visto no Cine Passeio a partir da quinta-feira (17), além de chegar às telas de outras cidades como São Paulo (no Cine Marquise).

A obra relata uma jornada pessoal iniciada no interior do Paraná e concluída na Ucrânia. Guto Pasko parte de uma situação autobiográfica – a relação distante com os pais e a condição de descendente de imigrantes ucranianos – para montar um panorama sobre questões brasileiras e universais. Relacionamentos familiares, religiosidade, imigração, tradição cultural e a busca pelas raízes dos antepassados são alguns dos temas abordados pelo filme.

No começo do mês, o filme já teve duas sessões especiais no interior do Paraná, em regiões de forte presença da imigração ucraniana. Dia 3 de agosto foi apresentado em Irati e, no dia 6, em Prudentópolis. Ambas as cidades contam com cinemas de rua.

O documentário foi filmado entre 2018 e 2019, com locações em Queimadas, área rural de Prudentópolis, e na Ucrânia. No país europeu, a equipe esteve na região oeste em novembro de 2019, distante dos territórios invadidos pelos russos, mas algumas das províncias visitadas também foram alvo de bombardeios recentes, como Lviv. A produção é de Andréia Kaláboa e Guto Pasko, sócios da GP7 Cinema.

HISTÓRIA CINEMATOGRÁFICA

Com 98 minutos de duração, o novo filme retrata o retorno do cineasta Guto Pasko a sua “aldeia natal”, a bucólica Queimadas, e a busca por se reconectar com os pais, os irmãos e o legado histórico e cultural dos antepassados - imigrantes que fizeram parte das levas de ucranianos que vieram para o Brasil no final do século XIX. Este processo lento e gradual de reaproximação termina com uma viagem à Ucrânia, onde ele, o pai (João Pasko) e a mãe (Cecília Ternosky Pasko) percorrem aldeias isoladas procurando rastros dos antepassados que emigraram e parentes ainda vivos. Mais do que nomes em antigas lápides ou primos distantes, pelo caminho vão encontrando a união familiar desfeita por conta de discordâncias sobre religião, tradição e costumes.

Uma destas tradições, comum no interior do país até tempos recentes, é a de pagar promessas fazendo com que um dos filhos dedicasse a vida à igreja. No caso da família de Guto Pasko, profundamente religiosa, uma graça foi concedida e o escolhido para retribuir o favor divino foi ele, o mais velho de 11 irmãos. O jovem não aceitou a imposição e aos 11 anos saiu de casa, se mudando para Curitiba. Uma irmã mais nova, de apenas nove anos, foi então enviada para um convento, substituindo-o na promessa.

IDENTIDADE CULTURAL

“Depois de 30 anos de distanciamento de meus pais e irmãos, e já tendo feito outros cinco filmes com temática ligadas à cultura ucraniana, vi que deveria encerrar este ciclo olhando para minha própria família”, conta Pasko. “É também uma busca pela minha própria identidade, ao mesmo tempo que revela um Brasil diferente, construído por aqueles imigrantes que vieram de lugares tão longínquos”.

Prudentópolis tem a maior colônia de descendentes de ucranianos no Brasil – cerca de 80% de sua população de 52 mil habitantes tem antepassados que imigraram daquele país. Por conta do isolamento e da forte religiosidade, a região manteve intactos muitos costumes, como a língua, música, dança e o ritual bizantino utilizado nas missas.

Pasko já dirigiu sete longas-metragens documentais e a série televisiva “Contracapa”, além de dezenas de outros trabalhos. Seu primeiro longa de ficção, “Entrelinhas”, filmado no ano passado, foi selecionado recentemente para a mostra competitiva nacional do festival CINE PE 2023, que acontecerá de 4 a 9 de setembro em Recife.

A estratégia de distribuição da obra conta com a consultoria da Fistaile e adotará ações para expandir a circulação do filme. O planejamento reuniu técnicas de formação de equipe, ativações de marketing locais e ações de impacto. Junto ao lançamento comercial, conciliando objetivos de acesso aos públicos do filme, serão prospectadas e organizadas exibições em escolas e centros culturais, principalmente no interior do Paraná, onde o longa foi filmado.

Serviço: Documentário “Aldeia Natal”

Em circuito nacional a partir desta quinta-feira (17), com apresentações em cidades como Curitiba (no Cine Passeio) e São Paulo (Cine Marquise).

Cine Passeio
Endereço: Rua Riachuelo, 410 - Centro, Curitiba – PR)
Siga: www.cinepasseio.org/

Cine Marquise Paulista
Endereço: Av. Paulista, 2073 - Cerqueira César, São Paulo – SP
Siga: www.cinemarquise.com.br/

Trailer: www.vimeo.com/516808038/8b7cafe00d
Siga: www.instagram.com/aldeianatal_filme/

Filme “Destino das Sombras” tem sessão seguida de bate-papo com o diretor neste sábado (12/08) no Cine Passeio, em Curitiba

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Neste sábado, 12/08, será realizada no Cine Passeio, em Curitiba, uma sessão do filme “Destino das Sombras” seguida de um bate-papo com o diretor e roteirista Klaus’Berg Bragança. Vindo do estado do Espírito Santo, ele falará ao público presente sobre como este longa-metragem foi realizado desde as ideias iniciais até a chegada às salas de cinema, além de questões do cinema do gênero terror, curiosidades sobre a produção, entre outros assuntos relacionados, como o tema que move o filme: o desaparecimento de crianças, um medo social real, maior do que qualquer obra de horror. O filme será exibido às 17h40 e o bate-papo com o diretor será às 19h30. Os ingressos podem ser adquiridos no local ou pelo site www.cinepasseio.org .

“Destino das Sombras” chegou aos cinemas de quatro capitais brasileiras nesta semana: Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Este longa-metragem do Espírito Santo tem produção da Finordia e distribuição da Moro Filmes, trazendo para as telas a história de dois amigos vão a um sítio curtir o final de semana e um deles leva sua pequena filha. Aos poucos eles descobrem mistérios antigos que se escondem nas sombras e colocam em risco suas vidas.

Klaus’Berg é doutor em Comunicação Social, que estuda o gênero de terror há 10 anos. Escreveu, dirigiu e atuou em produções independentes de curtas-metragens, séries e foi cofundador do canal virtual de humor "TV Quase". Trabalhou no mercado editorial com artigos, capítulos de livros e revista de humor e quadrinhos. É professor Direção e Produção em Audiovisual na UFES - Universidade Federal do Espírito Santo.

Serviço:
Filme “Destino das Sombras” – sessão seguida de bate-papo com o diretor Klaus’Berg Bragança
Data: 12/08 (sábado)
Horário: exibição do filme às 17h40 e bate-papo com o diretor às 19h30.
Local: Cine Passeio (Rua Riachuelo, 440, Centro, Curitiba-PR)
Ingressos: www.cinepasseio.org ou no local.

Instagram:
@destinodassombras
@morofilmes
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3 dicas de passeios em Curitiba pra alegrar o Dia dos Pais

Cidade possui roteiros culturais, gastronômicos e de muita diversão para fazer em família

Se na sua família, todo ano o dia dos pais é em frente a uma churrasqueira, que tal mudar de ares e viver a cidade em família? Passar datas comemorativas dentro de casa é bom, mas criar experiências é um dos melhores prazeres da vida. Pois aqui a gente quer que você explore possibilidades diferenciadas, e, para isso, listamos 3 experiências que podem ser inesquecíveis para você e sua família neste Dia dos Pais, que neste ano cai no dia 13 de agosto.
Música boa, comida e muita beleza natural
Para os pais que apreciam a natureza e uma boa música, o Vale da Música é o lugar perfeito. Localizado na Ópera de Arame, o Festival de Música Instrumental de Curitiba, apresentado pelo Bradesco, já é um dos pontos mais tradicionais da cidade e vem oferecendo de forma contínua atrações culturais. Com um Palco Flutuante no meio do lago da Ópera e que oferece música instrumental diariamente, o Vale da Música tem uma das vistas mais bonitas da cidade, com toda a natureza que envolve o complexo da Ópera de Arame e da Pedreira Paulo Leminski. Não à toa é um dos locais mais visitados por turistas na cidade.
Clique Para Download
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Foto: Vinicius Grosbelli
O passeio é uma experiência completa, com possibilidade não só de apreciar a música instrumental, mas também de entrar na Ópera de Arame e renovar as fotos em família, assim como apreciar a exposição Afetos Urbanos e Cidades Possíveis, que ocupa o segundo andar do teatro Ópera de Arame no qual artistas locais trazem a arte urbana como tema central para ambientar a cidade de Curitiba sob o olhar da produção jovem e contemporânea.

Confira a programação para o domingo:

Horário
Grupo
Ritmo
10h Deu Jazz Jazz
12h40 MUV Instrumental Nujazz e Samba Soul
15h20 Jazz Cigano - Jazz Manouche Jazz Manouche

Serviço:
Valor para entrada no Vale da Música: R$ 15,00 inteira e R$ 7,50 meia-entrada. O benefício é válido para pessoas que estejam dentro da lei da meia-entrada, crianças de até 12 anos e para moradores de Curitiba e região metropolitana, que precisam levar um comprovante de residência para obter o desconto. Às quartas-feiras, moradores de Curitiba que comprovarem residência têm entrada gratuita (exceto feriados).
Endereço: Rua João Gava, 970 – Abranches.
Mais informações: @festivalvaledamusica

2. Filme, café e troca

Cinema sempre agrada. Se for um cinema com um café depois e muita conversa, melhor ainda. E pra não fazer isso trancado dentro de um shopping, que tal ir até o Centro da cidade e aproveitar o Cine Passeio? O local tem uma programação bem diversificada em diferentes horários, além de resgatar a memória de Curitiba e o charme da cidade. Depois do filme escolhido, tire um tempo para aproveitar o café do espaço e depois, quem sabe, dar uma volta na rua XV?
Clique Para Download
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Café do Cine Passeio. Foto: Cine Passeio
Serviço:
Endereço: R. Riachuelo, 410. Centro. Curitiba-PR
Valores:
Terça e Quarta - R$16 (inteira) e R$8 (meia)
Quinta a Domingo - R$20 (inteira) e R$10 (meia)
Ingressos disponíveis na bilheteria e nos totens de autoatendimento do local ou pelo site. Link

3. Um clássico curitibano
Esse é um dos passeios mais tradicionais da cidade, mas também um dos mais gostosos de serem feitos: ir até a Feira do Largo da Ordem no domingo. São imensas as possibilidades por lá, desde gastronômicas, como comer o tradicional pastel com caldo de cana, passando por culinária alemã, comida de boteco, acarajé, comida árabe e muitas outras, até possibilidades culturais, com espetáculos, arte, artesanato, exposição de carros antigos e muito mais.
A dica especial é esticar com o pai, marido, avô e família toda até o Museu de Arte Paranaense, um dos mais antigos e com muitas atrações que contam a história do nosso país. A entrada é gratuita.

Serviço:
Endereço: R. Kellers, 289 - São Francisco, Curitiba - PR, 80410-100
Terça a domingo, das 10h às 17h30

BRICHOS 3 – MEGAVIRUS terá sessão especial e ação para crianças no Cine Passeio neste sábado

Evento contará com distribuição de kits para colorir e a presença dos personagens da animação; filme está em cartaz nos cinemas com distribuição da O2 Play

Pôster da animação Brichos 3 - Megavirus | Divulgação/O2 Play

HOJE NOS CINEMAS

INGRESSOS AQUI

ASSISTA AO TRAILER AQUI

PÔSTER E IMAGENS AQUI

São Paulo, julho de 2023 – A animação brasileira Brichos 3 - Megavirus, em cartaz nos cinemas com distribuição da O2 Play, da O2 Filmes, terá uma sessão especial no Cine Passeio, em Curitiba, neste sábado, 22 de julho.

O filme, dirigido e roteirizado pelo paranaense Paulo Munhoz, será exibido às 16 horas com a presença dos personagens da franquia. O evento também contará com distribuição de kits de pintura para as crianças presentes. Os ingressos para a sessão estão disponíveis para venda na bilheteria do Cine Passeio e no site do cinema. O valor das entradas é de R$ 20 (meia) e R$ 10 (inteira).

Após a sessão especial, ainda haverá um bate-papo com Paulo Munhoz – com entrada gratuita para o público.

Em Brichos 3 - Megavirus, a Vila dos Brichos é atacada por um vírus terrível que atinge a mente das pessoas e coloca quase toda a população em estado de coma. Nessa situação, a parte ainda saudável da comunidade se une e se organiza para salvar os doentes. O jaguar adolescente Tales e sua turma terão de usar muita tecnologia e um tanto de magia, além de sua tradicional coragem, para entrar nos sonhos das pessoas e combater o Megavirus cara a cara.

Serviço

Sessão especial de Brichos 3 - Megavirus em Curitiba
22 de julho, às 16 horas
Cine Passeio – R. Riachuelo, 410 - Centro
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10(meia) – Vendas na bilheteria do cinema e no site

Sobre a distribuidora O2 Play

A O2 Play é dirigida por Igor Kupstas sob a tutela de Paulo Morelli, sócio da O2 Filmes. A distribuidora faz parte do grupo O2, que também tem como sócios o cineasta Fernando Meirelles e a produtora Andrea Barata Ribeiro.

Em atividade desde 2013, a O2 Play se diferencia das demais distribuidoras por trabalhar, além do cinema, TV e vendas internacionais, o VOD (Video on Demand) – licenciando conteúdo para além de 30 plataformas digitais.

Já foram mais de 80 filmes lançados em cinemas, entre títulos brasileiros premiados, como Sócrates e Chorão - Marginal Alado, e internacionais, em parceria com a Netflix, como O Irlandês, Dois Papas, Não Olhe Para Cima, Bardo e Pinóquio por Guillermo Del Toro – estes dois últimos indicados ao Oscar® 2023.

A lista de longas ainda inclui parcerias com a MUBI: Annette, que abriu o Festival de Cannes 2021 e conquistou o Prêmio de Melhor Direção, Crimes of the Future, que estreou no Festival de Cannes 2022, o vencedor do Oscar® 2022 de Melhor Filme Internacional Drive My Car, o vencedor do Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes 2022 Holy Spider, o indicado ao Oscar® 2023 de Melhor Ator Aftersun e o indicado ao Oscar® 2023 de Melhor Filme Internacional Close.

Mais informações no site da O2 Play.

ESTREIA AMANHÃ, 18 DE MAIO, “O MESTRE DA FUMAÇA”, O FILME BRASILEIRO MAIS DIFERENTE DESTE ANO. VEJA SALAS E HORÁRIOS DA PRIMEIRA SEMANA

O longa-metragem da Lança Filmes estreia em São Paulo - SP, Rio de Janeiro - RJ, Salvador - BA, Belo Horizonte - MG, Porto Alegre - RS, Curitiba - PR, Manaus - AM, Maceió - AL, Brasília - DF, Palmas - TO e Batatais - SP

Estreia amanhã em circuito nacional, pela Lança Filmes, O MESTRE DA FUMAÇA (The Smoke Master), longa-metragem vencedor do Prêmio do Público da 46ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Dirigido por André Sigwalt e Augusto Soares, o filme tem em seu elenco principal Daniel Rocha (Avenida Brasil, Império, Quem Vai Ficar com Mário?), Tony Lee (Boca Fechada, Made in China), Tristan Aronovich (Alguém Qualquer, Sem Fio), Thiago Stechinni (Skull - A Máscara de Anhangá), Luana Frez (Acumuladora, Vera) e Cleber Colombo (Boleiros - Era Uma Vez o Futebol…, De Onde Eu Te Vejo).

Veja abaixo as salas e horários de estreia:

CINEMA
CIDADE
UF
SALA
HORÁRIOS
Cine Batatais
Batatais
SP
1
19h - A CONFIRMAR
Una Belas Artes
Belo Horizonte
MG
2
16h10 / 20h10
Espaço Itaú
Brasília
DF
5
15h20 / 19h10
Cine Passeio
Curitiba
PR
2
17h15
Cine Premium
Maceió
AL
A CONFIRMAR
A CONFIRMAR
Casarão das Ideias
Manaus
AM
1
18/05 - 19h30
21/05 - 17h30
Cine Palmas
Palmas
TO
A CONFIRMAR
A CONFIRMAR
Espaço de Cinema Shopping Bourbon
Porto Alegre
RS
1
14h30 / 18h30
Espaço Itaú
Rio de Janeiro
RJ
1 e 3
19h30 / 21h30
Cine Sala
São Paulo
SP
1
16h10
Cine Metha - Glauber Rocha
Salvador
BA
3
19h
Espaço Itaú Augusta
São Paulo
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1
15h30 / 17h30 / 19h30
Espaço Itaú Frei Caneca
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4
14h / 19h40
Espaço Itaú Pompeia
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10
19h30
Petra Belas Artes
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6
16h40 / 18h45
Cine Bijou
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1
19/05 - 16h
Morumbi Town
São Paulo
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2
14h15

O Mestre da Fumaça (The Smoke Master) - 煙霧拳 - 2022
Escrito, dirigido e produzido por André Sigwalt e Augusto Soares
Elenco Principal: Daniel Rocha, Tony Lee, Luana Frez, Thiago Stechinni, Tristan Aronovich e Cleber Colombo.
Trilha Sonora: André Abujamra e Eron Guarnieri
Gêneros: Ação (Kung-fu), Comédia (Stoner movie), Fantasia
Tech Info: 104 min./ Color/ 4K/ 5.1 Digital
Idiomas: Chinês, português e inglês (30%/ 60%, 10%)

Sinopse: Em 1949, quando um famoso Mestre da Fumaça se recusa a treinar os exércitos da Tríade, a máfia chinesa lança sobre ele a temida “Vingança das Três Gerações”. Ao morrer, o mestre passa este terrível legado aos seus descendentes. Apesar de lutar com maestria, seu primogênito não resiste e a maldição passa à terceira geração, atingindo os irmãos Daniel (Thiago Stechinni) e Gabriel (Daniel Rocha), que sobreviveram e foram criados por Mestre Abel (Cleber Colombo), antigo amigo da família.

Mas essa nova geração de vilões encontra dificuldades em respeitar antigas tradições, e os planos da Tríade se frustram quando brigas entre seus brutamontes e o grupo de alunos do Mestre Abel deixam Daniel hospitalizado, um ano antes da luta final. Neste momento, Gabriel, o irmão mais novo, finalmente descobre a verdade sobre sua rixa familiar e decide procurar o atual Mestre da Fumaça (Tony Lee) por conta própria, sem nenhum treinamento prévio.

Com pouco tempo para salvar o irmão, Gabriel precisa conquistar a confiança de seu novo mestre e aprender as técnicas desse estilo de arte marcial polêmico e chapado para conseguir sobreviver a Caine (Tristan Aronovich), o líder invicto da Tríade, e acabar com a maldita “Vingança das 3 Gerações”.

Be smoke, my friends.

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