Torta Martha Rocha é declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná e ganha festival inédito em Curitiba

Um dos símbolos mais afetivos da confeitaria paranaense acaba de receber reconhecimento oficial. A torta Martha Rocha foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná, por meio do projeto de lei nº 924/2025, aprovado no dia 10 de fevereiro pela Assembleia Legislativa do Paraná. A iniciativa é de autoria do deputado estadual Hussein Bakri (PSD) e reconhece o valor histórico, cultural e gastronômico de um doce que atravessa gerações e faz parte da identidade curitibana.
O empresário Sérgio Medeiros, da Curitiba Honesta, foi quem sugeriu o projeto ao deputado. “Esse é o primeiro passo para que depois possamos solicitar o selo de Indicação Geográfica para a torta”, diz ele, que é coordenador do fórum Origens Paraná, plataforma colaborativa que visa valorizar e promover produtos com Indicação Geográfica do estado.
Criada em 1954, em Curitiba, a torta nasceu como uma homenagem à paranaense Maria Martha Hacker Rocha, eleita Miss Brasil naquele ano e segunda colocada no concurso de Miss Universo. A autoria da receita é atribuída à confeiteira Dair da Costa Terzado, então proprietária da tradicional Confeitaria das Famílias, localizada no calçadão da Rua XV de Novembro. O sucesso foi imediato: a sobremesa conquistou a cidade, passou a marcar aniversários, casamentos e celebrações e, com o tempo, tornou-se presença quase obrigatória nas vitrines das confeitarias locais.
Festival inédito
Para celebrar o reconhecimento como patrimônio imaterial, Curitiba recebe, pela primeira vez, o Festival do Bolo Martha Rocha, que acontece de 4 a 15 de março, com 15 confeitarias participantes. A proposta é valorizar a história do doce, estimular a produção artesanal e convidar o público a revisitar sabores que fazem parte da memória afetiva da cidade.
O festival é organizado pela Curitiba Honesta, projeto que há 13 anos atua na valorização da gastronomia local e é responsável por alguns dos eventos gastronômicos mais populares da capital, como os festivais de Pão com Bolinho e Carne de Onça. O trabalho do grupo também foi fundamental para a conquista da Indicação Geográfica da Carne de Onça de Curitiba, obtida em maio de 2025.
Durante o período do evento, as confeitarias participantes irão oferecer fatias de Martha Rocha pelo preço único de R$ 19,50, permitindo que o público experimente diferentes interpretações do clássico curitibano. Além da experiência gastronômica, o festival reforça a importância cultural do doce, agora oficialmente reconhecido como parte do patrimônio imaterial do Paraná.
Mais do que um bolo, a Martha Rocha representa uma história de criatividade, orgulho local e tradição. O festival surge como uma celebração desse legado, conectando passado e presente por meio da confeitaria e reafirmando o papel da gastronomia como expressão cultural da cidade.
Mais informações: www.curitibahonesta.com.br.

9º Festival de Carne de Onça de Curitiba valoriza receita original do prato Lançamento do Festival Carne de Onça, na Casa Curitiba Honesta

Sergio Medeiros e Nilcea Almeida receberam convidados e promoveram o festival que segue até 8 de outubro, começando nesta quarta 17 de setembro em muitos bares da cidade. Preço único de R$27,00 reais. Sergio Medeiros, editor da Plataforma de Gastronomia Curitiba Honesta e presidente da Associação dos Amigos da Onça em matéria sobre o prato que representa Curitiba em rede nacional no @sbtprogramadoratinho com a @milenepavoro.
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Carne de onça: aprenda a fazer a receita típica curitibana que acaba de ganhar de Indicação Geográfica

Preparo, que é um grande sucesso nos bares da capital paranaense, agora conta com reconhecimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)

Curitiba, 23/05/2025 - Pode até assustar no nome, mas basta uma mordida para entender por que a Carne de Onça conquistou gerações de curitibanos — e, agora, também o selo de Indicação Geográfica (IG), concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A iguaria típica da capital paranaense entra para o seleto cardápio dos sabores brasileiros com origem protegida, ao lado de pratos como o Queijo Canastra e o Vinho do Vale dos Vinhedos.

Criada nos anos 1940, a Carne de Onça não tem nada a ver com o felino, mas com o “bafo forte” deixado pelo tempero marcante. Feita com carne bovina crua, moída na hora, ela é servida sobre uma fatia generosa de broa de centeio e finalizada com uma chuva de cebola picada, cebolinha verde, sal, pimenta e um fio de azeite. Uma explosão de sabores que conquista tanto os paladares mais tradicionais quanto os curiosos de primeira viagem.

“É um símbolo de quem somos. Essa conquista garante a preservação de uma receita que atravessa décadas e conta a história de Curitiba em cada garfada”, comemora Sérgio Medeiros, presidente da Associação dos Amigos da Onça, entidade que liderou o processo de reconhecimento com o apoio dos bares Canabenta, Quitutto, Silzeus, Burguer Bar, Barbaran, Ushuiaia, Cartolas, Jabuti e Bar do Alemão.

Desde 2016, a Carne de Onça já era reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Curitiba. Agora, com o novo selo, passa a ter proteção legal quanto à sua origem e modo de preparo, valorizando os bares e restaurantes que mantêm viva essa tradição. Além disso, o título deve impulsionar o turismo gastronômico e movimentar a economia local.

Algumas dicas são importantes para quem vai preparar a “Carne de Onça”. De acordo com Luíz Breda, do bar curitibano Bávaro, existe um ingrediente chave. “O conhaque misturado a carne dá um toque especial, valoriza muito o prato”, conta o especialista. Para o chef Rogério Teixeira, do Coxa Sports Bar, a dica é usar uma carne de boa qualidade. “Cortes de carnes nobres sempre fazem a diferença. Finamente picados a ponta de faca e com azeite extra virgem de qualidade”, complementa.

Confira a receita da “Carne de Onça”, patrimônio imaterial de Curitiba (PR):

Ingredientes:

1 broa escura (pão preto fatiado)
500 g de alcatra (3 vezes moída)
1 cebola branca picadinha
1 maço de cebolinha verde picada
2 dentes de alho picado
50 ml de conhaque (1 dose)
50 ml de azeite
1 colher de chá de páprica doce
Mostarda preta (a gosto)
Sal

Modo de preparo:

Misture bem a carne moída com o sal (a gosto), cebola branca picada, alho, cachaça, páprica doce e o azeite. Coloque a carne nas fatias de broa, em uma grande camada cobrindo toda a fatia. Polvilhe com cebolinha verde picada. Sirva acompanhada com mostarda escura e azeite.

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