SAMBA DE BAMBA RECEBE O MINEIRO GUSTAVO MONTEIRO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

Show reúne repertório autoral e clássicos do gênero, destacando a força do novo samba mineiro

Gustavo Monteiro | Crédito fotográfico: Alexandre Rezende

Com um olhar atento para a diversidade e a renovação do samba brasileiro, a CAIXA Cultural Curitiba recebe o sambista mineiro Gustavo Monteiro, terceira atração do ano do projeto Samba de Bamba, em apresentação única no dia 23 de junho, terça-feira, às 20h, no teatro do espaço cultural. O show marca o retorno do artista à capital paranaense após 22 anos — sua última passagem foi como finalista do Festival Curitiba no Choro, em 2004.

No repertório, Gustavo Monteiro apresenta sambas autorais presentes nos álbuns “Gênesis” (2021) e “Retribuição” (2025), além do EP “Parcerias” (2024), costurando sua produção com obras de compositores que são referências fundamentais em sua trajetória, como Chico Buarque, João Nogueira, João Bosco, Paulinho da Viola e Dona Ivone Lara. O resultado é um show que valoriza o samba de raiz, sem abrir mão de uma escuta contemporânea e autoral.

No palco, o sambista é acompanhado por músicos da cena atual do samba mineiro: Fernando Bento (cavaquinho e voz), Artur Pádua (violão e voz), Aloizio Horta (contrabaixo elétrico) e Robson Batata (percussão geral). Fernando Bento e Artur Pádua também participam como convidados especiais, interpretando sambas gravados em parceria com Gustavo e clássicos consagrados do gênero.

Além do show, o público poderá participar de um bate-papo musical no mesmo dia, às 18h, logo após a passagem de som. Intitulado “O Novo Samba Mineiro”, o encontro é aberto ao público e propõe uma conversa sobre a trajetória do artista, suas influências e o atual cenário do samba em Minas Gerais, ampliando a experiência cultural do projeto.

A próxima atração do Samba de Bamba na CAIXA Cultural Curitiba será o sambista gaúcho Humberto Schumacher, no dia 21 de julho.

SOBRE A ARTISTA
Natural de Monte Sião (MG), Gustavo Monteiro atua há mais de 20 anos no samba e no choro, tanto como instrumentista quanto como cantor e compositor. Violonista de sete cordas, já acompanhou nomes fundamentais da música brasileira, como Dona Ivone Lara, Wilson das Neves, Wilson Moreira, Nei Lopes e Monarco. Nos últimos anos, tem se dedicado especialmente à difusão de sua obra autoral, consolidando-se como um dos representantes do chamado novo samba mineiro, que dialoga com a tradição sem perder a identidade contemporânea.

Serviço:
[Música] Samba de Bamba – Gustavo Monteiro
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: 23 de junho de 2026 (terça-feira)
Horário: 20h
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Vendas: a partir de 13 de junho
– Bilheteria da CAIXA Cultural: a partir das 10h
– On-line (Bilheteria Digital): a partir das 15h
Funcionamento da bilheteria:
Terça a sábado, das 10h às 20h | Domingos, das 10h às 19h
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Informações: (41) 3041-2155
Programação completa: Instagram @caixaculturalcuritiba

Bate-papo musical – “O Novo Samba Mineiro”, com Gustavo Monteiro:

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 23 de junho (terça-feira)
Horário: 18h
Entrada: Franca
Classificação: Livre para todos os públicos

Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| caixaculturalcuritiba

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A MOSTRA INTERNACIONAL DE DANÇA ENCUENTROS

Projeto conecta artistas da América Latina em nove dias de espetáculos, oficinas e ações de convivência

¿Cómo as coisas chegaram aquí - Iván Haidar. Foto Antonela Moltini

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 5 a 13 de junho, a segunda edição de ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina, mostra que transforma a cidade em um espaço de intercâmbio artístico entre criadores latino-americanos e a cena curitibana. Ao longo de nove dias de programação, o projeto reúne espetáculos de dança, residências artísticas, oficinas, pocket shows e espaços de diálogo, propondo encontros entre diferentes corpos, territórios e modos de criação.

Com artistas do Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia e México, a programação apresenta obras que transitam entre dança, performance e investigação corporal. Entre os destaques internacionais estão KRUMPFORMismo, da uruguaia Eugenia S. Chirimini; ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, do argentino Iván Haidar; Tropismo y Nastía, da dupla argentina Constanza Copello e Delfina Serra; Des-emboca-dura con-mover lo atascado, da colombiana Sara Idárraga Hamid; e Códice del placer, do mexicano Azhareel Sierra.

Em diálogo com essa produção, artistas de Curitiba apresentam trabalhos como Marimbondo, de André Oliveira; Ultravioleta, de Adriana Omoto; Suíte Deserto, da Korpa Enkantada; Regenerações, de Majo Farias e Vitória Gabarda; e Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski.

Além das apresentações, ENCUENTROS amplia a experiência do público com oficinas gratuitas voltadas à sensibilização e investigação do movimento, ministradas por Cinthia Kunifas, Laremi Paixão, Raphael Fernandes e Juliana Adur. A programação inclui ainda pocket shows musicais, bate-papos entre artistas, curadoria e público, além do lançamento de uma publicação com registros criativos da mostra.

A abertura, em 5 de junho, contará com o pocket show Voa Noite Duo, de Lu Faccini e Leo Gumiero, e a apresentação de Monstruosas Alianças, de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo. O encerramento, em 13 de junho, terá pocket show do duo Las Pájaras e distribuição gratuita da publicação do projeto.

Com curadoria da argentina Jimena Garcia Blaya, da mexicana Olga Gutiérrez e do artista curitibano Leonardo Kunta, com interlocução da idealizadora Mariana Mello, a mostra propõe refletir sobre o corpo, território e pertencimento, fortalecendo redes de colaboração entre artistas latino-americanos. Ao aproximar diferentes realidades culturais, ENCUENTROS reafirma Curitiba como espaço de circulação e diálogo das artes vivas contemporâneas.

Programação:
📅 05 de junho | Sexta-feira |⏰ 19h30
• Abertura ENCUENTROS
• Pocket show Voa Noite Duo, com Lu Faccini e Leo Gumiero (Livre)
• Monstruosas Alianças, de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo (Livre)

📅 06 de junho | Sábado
⏰ 14h às 17h - Oficina Corpo-Corpo Corpo-Mundo, com Cinthia Kunifas (16 anos)
⏰ 19h30
• Marimbondo, de André Oliveira (Curitiba) (Livre)
• Tropismo y Nastía, de Constanza Copello e Delfina Serra (Argentina) (18 anos)

📅 07 de junho | Domingo
⏰ 14h às 17h - Oficina Dançar é Pertencer, com Laremi Paixão (16 anos)
⏰ 18h
• KRUMPFORMismo, de Eugenia S. Chirimini (Uruguai) (Livre)
• Suíte Deserto, da Korpa Enkantada (Curitiba) (16 anos)

📅 09 de junho | Terça-feira |⏰ 19h30
• Pocket show Melindre, com Julia Klüber
• Diálogo Curitiba # América Latina – bate-papo entre artistas, curadoria e público
Mediação: Gabriel Machado

📅 10 de junho | Quarta-feira |⏰ 19h30
• ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, de Iván Haidar (Argentina) (Livre)
• Ultravioleta, de Adriana Omoto (Curitiba) (16 anos)

📅 11 de junho | Quinta-feira |⏰ 19h30
• Regenerações, de Majo Farias e Vitória Gabarda (Curitiba) (18 anos)
• Códice del placer, de Azhareel Sierra (México) (18 anos)

📅 12 de junho | Sexta-feira |⏰ 19h30
• Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski (Curitiba) (Livre)
• Des-emboca-dura con-mover lo atascado, de Sara Idárraga Hamid (Colômbia) (10 anos)

📅 13 de junho | Sábado | Encerramento
⏰ 10h às 13h - Oficina Arquiteturas Orgânicas do Movimento, com Raphael Fernandes (16 anos)
⏰ 14h às 17h - Oficina Jogo de Interesses - o interesse como força de aproximação e criação, com Juliana Adur (16 anos)
⏰ 17h
• Encerramento ENCUENTROS
• Pocket show Las Pájaras (Livre)
• Lançamento e distribuição gratuita da publicação Registro Criativo (Livre)

SERVIÇO:
ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina – 2ª edição
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 05 a 13 de junho
Ingressos: R$ 30,00 a inteira e R$ 15,00 a meia entrada (1 ingresso vale para os dois espetáculos da noite)
Vendas: presenciais e online a partir de 30 de maio, às 10h
Oficinas gratuitas, mediante inscrição
Classificação indicativa: conforme a programação
Informações e inscrições:
Link | Link
+ Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba​

CAIXA CULTURAL CURITIBA PROMOVE PROGRAMAÇÃO ESPECIAL EM TORNO DA EXPOSIÇÃO A IMAGEM NÃO SERVE, DE EDER SANTOS

Atividades incluem oficina, visitas guiadas, exibição inédita de filme e lançamento de catálogo com a presença do artista

Cartaz do filme “Girassol Vermelho”, de Eder Santos

Videoinstalação Janaúba. Foto: Isabel Moreira & Leandro Aragão

A CAIXA Cultural Curitiba realiza, nos dias 24 e 25 de março, uma programação especial em torno da exposição A Imagem Não Serve, do artista multimídia Eder Santos e com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho. Ao longo dos dois dias, o público poderá participar de uma oficina criativa, visitas guiadas, exibição inédita do filme “Girassol Vermelho” e do lançamento do catálogo oficial da exposição.

Reunindo experiência prática, reflexão crítica, cinema e encontro com o artista, a agenda propõe um mergulho na trajetória de Eder Santos. Com produção iniciada nos anos 1980, sua obra tensiona a imagem enquanto representação estável, transformando-a em presença instável, marcada por ruídos, distorções e deslocamentos que desafiam o olhar contemporâneo.

No dia 24 de março, às 15h, ocorre a oficina “Que Imagens Nos Servem?”, conduzida pela fotojornalista Isa Lanave. A atividade propõe uma vivência prática a partir de fotografias pessoais dos participantes, assim como imagens da obra de Eder Santos, explorando processos de colagem, sobreposição e transparência. A ideia é desmontar e recompor imagens afetivas, criando narrativas visuais em diálogo com memória, autopercepção e experiências subjetivas, um exercício que ecoa as investigações sobre os limites e as possibilidades da imagem. As inscrições podem ser feitas pelo link.

Na sequência, às 17h, o público poderá participar de uma visita guiada pela exposição, conduzida pelo artista e pelo curador Luiz Gustavo Carvalho, que comentam processos de criação, referências e histórias por trás das videoinstalações e das videoesculturas apresentadas.

Encerrando o dia 24, às 18h30, ocorre a exibição do longa-metragem “Girassol Vermelho”, dirigido por Eder Santos. O filme, que estreou na abertura da Mostra de Cinema Tiradentes em 2025, será exibido pela primeira vez na capital paranaense e gira em torno de Romeo (Chico Díaz), um homem que, ao tentar fugir do passado em busca da liberdade, acaba sendo preso e torturado em uma estranha cidade onde fazer perguntas é proibido. A sessão contará com a presença do diretor, assim como a do curador da exposição. Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes da exibição. Após a sessão, ocorre o lançamento do catálogo da exposição, seguido de sessão de autógrafos.

Por fim, no dia 25 de março, a programação continua com uma nova visita guiada, às 11h, novamente conduzida pelo artista e pelo curador, oferecendo ao público mais uma oportunidade de aprofundar o contato com a obra e seus processos de criação.

Exposição “A Imagem Não Serve”
Em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba com entrada gratuita até o dia 10 de maio, a exposição reúne 14 trabalhos do artista mineiro e traça um panorama de sua múltipla produção, combinando diferentes linguagens e técnicas, borrando as fronteiras entre artes visuais, cinema, teatro, vídeo e novas mídias.

Por meio de videoinstalações e vídeo-esculturas, sua obra reverencia o cinema brasileiro, evoca paisagens de Guimarães Rosa, dialoga com a produção de René Magritte, reinterpreta aspectos da mineiridade e questiona uma sociedade cujo lema principal é “trabalhar, consumir e morrer”.

Sobre o artista
Nascido em Belo Horizonte (MG), Eder Santos é uma das principais referências da videoarte brasileira. Sua obra integra importantes coleções institucionais, como o Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York, o Centre Pompidou, em Paris, o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de ter participado de bienais e festivais no Brasil e no exterior.

Ao longo de sua trajetória, o artista também construiu uma produção cinematográfica premiada, com curtas-metragens, longas e séries para televisão, ampliando o diálogo entre as artes visuais, o cinema e as novas mídias.

SERVIÇO:

Oficina “Que imagens nos servem?”
Data: terça-feira 24 de março
Horário: 15h
Classificação indicativa: 16 anos
Local: Sala de Oficinas – CAIXA Cultural Curitiba
Inscrições pelo link.

Exibição do filme “Girassol Vermelho” e lançamento do catálogo
Data: terça-feira, 24 de março
Horário: 18h30
Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes da exibição
Classificação indicativa: 18 anos
Duração: 110min
Entrada gratuita
Local: CAIXA Cultural Curitiba (Teatro) (R. Conselheiro Laurindo, 280 - Centro)
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| caixaculturalcuritiba​

Visita guiada pela exposição “A Imagem Não Serve”
Datas: terça-feira 24 de março, às 17h, e quarta-feira 25 de março, às11h
Local: Galeria Mezanino – CAIXA Cultural Curitiba
Inscrição: Link

Exposição “A Imagem Não Serve”
Data: até 10 de maio
Horário de visitação: de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: 12 anos
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: @caixaculturalcuritiba
Informações: CAIXA Notícias | Instagram CAIXA | imprensa.sul@caixa.gov.br

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NA CAIXA CULTURAL CURITIBA TRAZ MONÓLOGO TEATRAL SOBRE MATERNIDADE REAL

“Não Me Chame de Mãe”, com Carolina Damião, propõe acolhimento e partilha
a partir da vivência de uma mãe solo

Créditos: Max Miranda | Design: Fernando Souza
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 6 e 8 de março, o espetáculo teatral “Não Me Chame de Mãe”, uma programação especial do Dia Internacional das Mulheres. Com entrada gratuita, o monólogo apresenta a atriz Carolina Damião como Elisa, uma mãe solo que, pela primeira vez, vê o pai de sua filha cumprir o horário de convivência e se depara com a difícil escolha entre resolver pendências acumuladas ou simplesmente descansar.

Dirigida por Luciana Navarro, a montagem transforma experiências individuais em reconhecimento coletivo. Ao evitar romantizações, o espetáculo constrói proximidade com o público e marca a cena com a pergunta: “Você já viu sua mãe descansando?”.

A criação resulta de dois anos de pesquisa e da escuta de mulheres que compartilham histórias de exaustão, trabalho e desejo de autonomia. Elisa surge como síntese dessas vozes e como afirmação de que o cuidado não deve ser vivido em solidão.

Desde a estreia em Maringá, em 2024, a peça percorre o Paraná por meio da Política Nacional Aldir Blanc, ampliando conversas sobre saúde mental materna e redes de apoio.

Após cada apresentação, o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa com a atriz, ampliando o espaço de escuta e troca sobre os temas abordados em cena.

A agenda inclui ainda ensaio aberto em 5 de março e bate-papo com Letícia Costa, do Kilombo das Mães Pretas, em 4 de março, com acessibilidade em Libras.

Serviço:
[Teatro] “Não Me Chame de Mãe”
Formato: Monólogo teatral + roda de conversa
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: de 6 a 8 de março de 2026
Horários: 06 e 07 de março (sexta e sábado), às 20h; 08 de março (domingo), às 19h - sessão com Libras no dia 08
Duração: espetáculo (60 minutos) | roda de conversa (30 minutos)
Entrada gratuita – retirada de ingressos no local
Classificação: 18 anos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Atividades paralelas gratuitas e abertas ao público:
• 4 de março, às 20h - Bate-papo sobre arte, maternidade e mercado de trabalho, com Letícia Costa (jornalista, mãe da Aurora e idealizadora do Kilombo das Mães Pretas), com captação em formato de podcast e acessibilidade em Libras)
• 5 de março, das 14h30 às 17h - Ensaio aberto

[AGENDA CULTURAL] Roberta Sá comemora 20 anos de carreira na Caixa Cultural Curitiba

Espetáculo reúne canções marcantes da carreira da artista e destaca a produção musical feminina

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A cantora Roberta Sá. Crédito Foto: Flora Negri

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, nos dias 13, 14 e 15 de março, o show Tudo Que Cantei Sou, da cantora e compositora Roberta Sá. O espetáculo celebra os 20 anos de carreira da artista e revisita canções marcantes de sua trajetória em formato intimista.

Após lançar o projeto em álbum e audiovisual, gravado na Casa de Francisca, em São Paulo, Roberta leva ao palco um repertório que percorre diferentes fases de sua discografia. Ao lado de Alaan Monteiro (bandolim) e Gabriel de Aquino (violão), a cantora revisita músicas como “Eu Sambo Mesmo” (Janet de Almeida), “Cocada” (Roque Ferreira), “Casa Pré-Fabricada” (Marcelo Camelo), “Fogo de Palha” (Roberta Sá e Gilberto Gil), “O Lenço e o Lençol” (Gilberto Gil), e “Olho de Boi” (Rodrigo Maranhão).

A artista explica que sempre procurou marcar suas fases com registros audiovisuais, como forma de documentar e encerrar ciclos criativos, que funcionam como retratos de cada momento artístico. “Sempre que faço um audiovisual, sinto que ele marca bem a fase que estou vivendo e me arrependo quando não faço”, afirma.

Um dos destaques do show é o bloco dedicado à produção musical feminina, que reúne compositoras de diferentes gerações e estilos. O segmento inclui “Lavoura” (Pedro Amorim e Teresa Cristina), “Juras” (Fernando de Oliveira e Rosa Passos), “Virada” (Manu da Cuíca e Marina Irís) e “Essa Confusão” (Dora Morelenbaum e Zé Ibarra). Para Roberta, a escolha dialoga diretamente com sua própria trajetória. “Se estou contando minha história, faz sentido perguntar: quais são as mulheres que me ajudam a contá-la hoje?”, questiona.

Ao revisitar o repertório feminino, a cantora reflete sobre como sua percepção do papel da mulher na música mudou ao longo dos anos. “Eu sou outra pessoa, completamente diferente de vinte anos atrás e o mundo também é outro. A minha consciência sobre o feminino mudou junto.”

Mais do que uma retrospectiva, Tudo Que Cantei Sou reafirma o olhar artístico de Roberta Sá sobre sua caminhada na música brasileira. Em clima próximo e delicado, o show celebra a força das canções que moldaram sua identidade e convida o público a revisitar memórias, afetos e encontros construídos ao longo de duas décadas de carreira.

SERVIÇO:

[Música] - Roberta Sá – Show “Tudo Que Cantei Sou”

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Datas: 13, 14 e 15 de março de 2026 (sexta a domingo)
Horários: sexta-feira e sábado, às 20h; domingo, às 19
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei)
Vendas: se iniciam no dia 7 de março, presencialmente na bilheteria a partir das 10h e online a partir das 15h em www.bilheteriadigital.com
Horário da bilheteria: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Duração: 90 minutos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DE CARNAVAL EM FEVEREIRO

Programação educativa do mês traz eventos temáticos de Carnaval para todas as idades

A menina e a árvore. Foto: Renato Mangolin

A CAIXA Cultural Curitiba preparou uma programação especial para fevereiro, com foco no Carnaval e nas ações educativas que integram as exposições “Dalton Trevisan - Espião de Almas” e “A luz, a cor, a palavra – Arte para livros de Gustavo Ramos”. A agenda reúne oficinas, contações de histórias, vivências para bebês e atividades voltadas a crianças, jovens e adultos.

A programação começa no dia 1º de fevereiro, das 11h às 12h, com Contação de Histórias inspirada na exposição de Gustavo Ramos, para crianças a partir de 4 anos. As sessões retornam no dia 22, sempre na Galeria Mezanino.

No dia 3, das 15h às 18h, o artista Gustavo Ramos conduz a oficina O Desenho e a Cidade, que inclui visita guiada à exposição e prática de desenho no Passeio Público.

Já no dia 5, das 18h30 às 21h, a CAIXA Cultural Curitiba promove a oficina Brincos de Alfinete, que propõe a criação de acessórios com materiais simples como alfinetes, miçangas, linhas e pequenos adornos.

Integrada à mostra Espião de Almas, em cartaz na Galeria Térreo da CAIXA Cultural, nos dias 7 e 8 ocorre a oficina Mínimo Múltiplo Incomum, com Katherine Funke e Fabiana Faversani, abordando as miniestórias de Dalton Trevisan e sua influência na literatura brasileira contemporânea.

No dia 11, às 18h, o público participa de uma visita mediada pela linha do tempo da exposição, incluindo o Cineclube Dalton. Às 19h30, será exibido o filme Guerra Conjugal (1975), seguido de bate-papo sobre as adaptações cinematográficas da obra do escritor.

Aquecimento para o Carnaval 2026
A CAIXA Cultural Curitiba realiza oficinas temáticas conduzidas por Pedro Solak, artista e instrumentista do bloco Garibaldis & Sacis. As atividades incluem confecção de adereços e vivências de ritmos carnavalescos.

No dia 7, das 10h às 12h, a oficina Adereços Carnavalescos em Família é dedicada a crianças e seus familiares, oferecendo um espaço de criação coletiva para a produção de acessórios como máscaras, colares e arranjos de cabeça, estimulando a criatividade, o trabalho em grupo e a expressão artística por meio da cultura popular.

Na noite do dia 11, das 19h às 21h, a CAIXA Cultural Curitiba realiza a oficina Adereços Carnavalescos, voltada a jovens e adultos interessados em criar seus próprios acessórios para o Carnaval. A atividade propõe a experimentação com diferentes materiais, tais como fitas de cetim, tecidos, elásticos, barbantes e papéis para a produção de máscaras, arranjos de cabeça, colares e adereços de mão.

Já no dia 12, das 19h às 21h, haverá a oficina musical Batucada Carnavalesca, voltada a jovens e adultos interessados em vivenciar a energia de uma bateria de Carnaval, estimulando o contato direto com instrumentos de percussão como surdo, caixa, repique, tamborim e chocalho, explorando técnicas básicas de composição e ritmo a partir do samba e do afoxé.

No dia 21, serão realizadas duas turmas da vivência Ateliê Sensorial para Bebês, às 10h e às 15h, conduzidas pela educadora Bru Rodrigues. A atividade é destinada a famílias com crianças de 6 a 20 meses e oferece experiências com texturas, materiais naturais e estímulos sensoriais diversos.

Encerrando o mês, no dia 28, das 15h às 18h, a oficina Diários de Vampiros propõe uma imersão criativa no universo vampiresco, inspirada na obra de Dalton Trevisan. A atividade reúne escrita, colagem, desenho e experiências sensoriais.

Fevereiro traz também muita diversão para as crianças com os espetáculos “Agora é minha vez”, nos dias 6 a 8 e 11 a 13, e “A menina e a árvore”, de 27 de fevereiro a 01 de março.

Aproveite o último mês das exposições Dalton Trevisan, Espião de Almas e A Luz, a Cor e a Palavra, em cartaz até dia 01 de março. No dia 10 de fevereiro, às 19h, será aberta a exposição Éder Santos – A imagem não serve, que será precedida de uma palestra com o artista, a partir das 18h no teatro. No dia seguinte, haverá uma visita guiada à exposição, na Galeria Segundo andar.

Serviço:
[Artes Visuais/ Teatro/ Música/ Cinema/ Vivências]
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DE CARNAVAL EM FEVEREIRO

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos das 10h às 19h
Classificação: livre para todos os públicos
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba​

CAIXA cultural Curitiba recebe show da cantora baiana Melly

Artista encerra a turnê nacional com cinco apresentações pulsantes que revisitam seu álbum de estreia

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Melly - Foto: Edgar Azevedo

A CAIXA Cultural Curitiba será palco do show Amaríssima V.2, da cantora e compositora baiana Melly, de 27 a 30 de novembro. Indicada ao Grammy Latino e vencedora do WME Awards 2024 como Melhor Compositora, Melly vem se destacando como uma das vozes mais marcantes da nova geração da música pop brasileira. Nas apresentações, o público vai experimentar uma releitura vibrante do álbum que consagrou a sua estreia.

O repertório mistura pop, R&B e referências afro-baianas em um show intenso e sensorial. Faixas como “Derreter & Suar” (com Duda Beat), “Paraíso” (com Carlos do Complexo) e “Falar de Amor” (com Luccas Carlos), ganham nova batida e roupagem para embalar o público. A música “Bandida”, gravada com Karol Conká, expressa nos versos a conexão e o apreço da cantora por Curitiba.

“Esse show é um reencontro com a minha própria música. Revisitei as faixas do meu primeiro disco de uma forma ainda mais pulsante, com mais emoção. É intensidade regada de afrobaianidade e ancestralidade, é música em movimento. Quero que o público sinta a energia viva dessas canções”, destaca Melly.

Trajetória musical
Melly iniciou sua trajetória como cantora nos bares de Salvador (BA), explorando um repertório que mesclava influências do pop e do R&B. Em 2021, durante a pandemia, se aprofundou no contexto de produção musical e lançou o EP Azul, que contou com a participação de Chibatinha (Áttoxxá) e Sullivan (Afrocidade). Aos 23 anos, a cantora alcançou projeção nacional e internacional ao ser reconhecida como Artista Revelação no Prêmio Multishow 2023.

Em 2025 realizou turnê europeia, passando por Portugal, Espanha e Irlanda, e vem se consolidando como uma das artistas mais promissoras da música brasileira atual, celebrando identidade, originalidade e diversidade em cada apresentação.

Serviço:
Show Melly – Amaríssima V.2
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: 27 a 30 de novembro de 2025
Horário: quinta e sexta-feira às 20h; sábado às 17h e 20h; domingo às 19h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei)
Vendas a partir das 10h do dia 22 de novembro presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba e a partir das 15h pela plataforma Bilheteria Digital
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos das 10h às 19h
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: livre
Capacidade: 125 lugares – 2 lugares para cadeirantes
Acessibilidade: PcD e Libras
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

Espetáculo infantojuvenil “Mundo Suassuna” inspirado na obra de Ariano Suassuna chega a Curitiba

Montagem aprovada pela família Suassuna ocupa o Teatro da CAIXA Cultural Curitiba de 10 a 19 de outubro, com narrativa poética, música ao vivo, estética armorial e elementos do circo, do sertão e da literatura de cordel em sessões gratuitas.

Os atores Fabio Espósito, Gúryva e Henrique Stroeter em cena de Mundo Suassuna. (Para mais imagens acesse: ANDRESSA COSTA)

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 10 a 19 de outubro de 2025, o espetáculo “Mundo Suassuna”, montagem inédita inspirada no universo literário de Ariano Suassuna (1927 - 2014) e especialmente criada para o público infantojuvenil. Com dramaturgia e direção de Marcelo Romagnoli, a peça tem classificação livre e propõe uma jornada encantada pelos sertões imaginários do Brasil profundo, com ingressos gratuitos e sessões com acessibilidade em Libras.

Reconhecido oficialmente pela família Suassuna, o espetáculo é a primeira adaptação cênica voltada às novas gerações a partir da vasta e singular obra do autor paraibano. Com estética acessível a todas as idades, a montagem entrelaça teatro, música ao vivo, literatura de cordel e a linguagem circense para contar a história de um cavaleiro errante em busca de um reino perdido e de sua própria coroa.

Durante sua travessia por estradas pedregosas do Sertão, esse jovem príncipe, interpretado por Guryva Portela, enfrenta reviravoltas, enigmas, caveiras e até uma onça malhada, sempre acompanhado de seu cavalo Pantero e de figuras que remetem ao teatro popular, como pícaros, trovadores e mamulengos. A aventura é guiada pela Santa Compadecida e culmina em uma celebração chamada “Festa do Meio-Dia”, um rito poético que homenageia o ciclo de criação do autor e o poder transformador da cultura popular.

Uma ode visual e musical ao Movimento Armorial

Com influências diretas do Movimento Armorial, criado por Suassuna em 1970, a montagem evoca temas centrais da obra do autor, como o Romance da Pedra do Reino, o impacto do circo, a guiança divina, as influências ibéricas e os elementos do seu romance final, Dom Pantero.

O espetáculo tem trilha sonora original da multi-instrumentista Renata Rosa, executada com rabeca, viola e percussões, criando pontes entre o Nordeste ibérico-indígena e o Brasil contemporâneo. Os figurinos de Silvana Marcondes e a cenografia de Zé Valdir mesclam tecidos pintados manualmente, bonecos, estandartes e grafismos. Os cenários contam com a colaboração especial de Manuel Dantas Suassuna, filho do escritor, que assina os painéis e estandartes cênicos.

Além de Gúryva, o elenco conta ainda com os atores Fabio Espósito e Henrique Stroeter, que se desdobram em múltiplos personagens ao longo da trama, utilizando linguagem física, humor e poesia para tornar o imaginário de Ariano acessível a todas as idades. “Mundo Suassuna” é uma peça para sonhar junto com o Brasil profundo, aquele que Ariano Suassuna tanto defendeu com arte, afeto e inteligência. A infância, aqui, não é só o público-alvo: é também uma linguagem, uma lente de reinvenção do mundo”, comenta o diretor Marcelo Romagnoli.

Uma ponte entre gerações e territórios culturais

A montagem oferece um caminho de encantamento entre tradição e contemporaneidade, entre o épico e o popular. Ao apresentar Ariano Suassuna às crianças e adolescentes, “Mundo Suassuna” contribui para preservar e renovar a herança cultural nordestina e armorial, num espetáculo que valoriza as rimas, a oralidade, a musicalidade e o encantamento cênico como formas de aproximação com o público jovem.

Ariano Suassuna: Paraibano, nascido na capital que, na época, tinha o nome de Paraíba, autor de obras como Romance d'a Pedra do Reino e Auto da Compadecida, criou e dirigiu o Movimento Armorial, uma iniciativa com o objetivo de valorizar os aspectos da cultura do Nordeste brasileiro, como a literatura de cordel, a música, a dança e o teatro, entre outros. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1990. Sua obra recebeu várias adaptações para cinema, televisão e teatro, como A Pedra do Reino, de Antunes Filho, O Auto da Compadecida, de Guel Arraes e Uma Mulher Vestida de Sol, de Luiz Fernando Carvalho, entre outras.

Ficha Técnica

Direção e dramaturgia: Marcelo Romagnoli | Elenco: Fabio Espósito, Gúryva e Henrique Stroeter | Pinturas tecidos: Manuel Dantas Suassuna | Música original e voz em off: Renata Rosa | Músicos convidados para trilha sonora: Vitória do Pife, Hugo Linns e Mestre Nico | Figurinos: Silvana Marcondes | Costureiras: Celma Souza Aguiar, Dany Day e Roxana Jimenez | Adereços do figurino: Vinícios Debs e Silvana Marcondes | Bonecos: Neide Lopes | Produção cenográfica e objetos de cena: Zé Valdir Albuquerque | Desenho de luz e operação: Rodrigo Bella Dona | Direção de arte: Equipe do projeto | Ilustrações do kamishibai: André Kitagawa | Design gráfico: Andrea Pedro | Fotos: Andressa Costa | Produção local: Elisângela Schmidt | Assessoria de imprensa local: Bruna Bazzo | Coordenação de comunicação: Verbena Comunicação | Produção executiva: Madu Arakaki e Gabriela de Sá | Assistência de Produção: Gabriela Marinho | Coordenação produção: XEPA Produções Artísticas | Idealização, administração e produção: BEIJO Produções Artísticas.

SERVIÇO Espetáculo: Mundo Suassuna

Local: Teatro CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro)
Datas: 09, 10, 11, 12, 16, 17, 18 e 19 de outubro de 2025
Horários: quintas e sextas, às 19h | sábados, às 16h e 19h | domingos, às 16h
Acessibilidade: Sessões com tradução em Libras - 11 de outubro
Ingressos: Gratuitos, com distribuição 30 minutos antes de cada sessão
Classificação indicativa: Livre (recomendado para crianças a partir de 5 anos)
Duração: 55 minutos
Instagram: @mundosuassuna
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Informações e programação completa: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

Luana Bayô: sambista revelação de São Paulo no Samba de Bamba

A CAIXA apresenta o show "Damas do Samba" com a sambista paulistana Luana Bayô no projeto Samba de Bamba que acontece dia 09 de setembro, terça-feira, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). Cantora revelação na cena do samba de São Paulo, Luana Bayô recebeu o Prêmio Profissionais da Música, como Melhor Cantora de Samba, em 2023. No show, além de cantar músicas autorais, ela homenageia sambistas que fizeram história na música popular brasileira, apresentando canções que ficaram eternizadas nas vozes de Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra, Clara Nunes, Beth Carvalho, Alcione e Leci Brandão.
Dona de uma voz grave, potente e marcante, o trabalho de Luana Bayô é fortemente marcado pela presença da música negra em diáspora. Realiza um importante trabalho na cultura popular brasileira apresentando ritmos como vissungos, sambas, jongos. Na sua trajetória já gravou dois discos: o primeiro “Tambú - uma homenagem aos batuques de São Paulo” (2022) e o mais recente “Abebé”, álbum que fala das águas sagradas em uma conexão profunda com as musicalidades africanas em diáspora.
Pela primeira vez em Curitiba, Luana Bayô vem de São Paulo acompanhada por sua banda formada por grandes nomes da cena paulistana: Helô Ferreira (violão), Matheus Marinho (bateria), Simone Gonçalves (percussões), e Leonardo Matheus (cavaquinho). A cantora promete levar para o palco da CAIXA Cultural alguns dos principais nomes femininos do samba que influenciaram sua carreira. Após o show, Luana vai realizar um bate-papo, aberto ao público, com o tema “Damas do Samba”, para contar um pouco sobre sua trajetória, ancestralidade, as influências e a importância de criar mecanismos de visibilidade para as cantoras e compositoras do samba de São Paulo.
Luana Bayô
Luana Bayô é uma cantora, educadora e compositora paulistana de Campo Limpo, São Paulo.Tem um trabalho primoroso fortemente marcado pela presença da música negra em diáspora.Foi a vencedora do Prêmio da música 2023 na categoria “Melhor Cantora de Samba” da região Sudeste. Sua carreira artística é múltipla o que lhe permitiu atuar em espetáculos como “Peles Negras, Máscaras Brancas” da Cia. Treme Terra, além de participar de blocos afros de São Paulo e integrar o coletivo de Mulheres Negras no Samba “Massembas de Ialodês".
Em 2022, foi apresentadora e mediadora do projeto “Primorosa Roda”, projeto do Sesc Campo Limpo, recebendo artistas como BNegão, Verônica Ferriani, entre outros, para conversas mediadas com muito samba e participação do público. Recentemente, participou do show em comemoração dos 65 anos de lançamento do disco “Elizete Sobe o Morro” da divina cantora Elizeth Cardoso, no Instituto Moreira Salles de São Paulo, homenagem que teve como direção principal e apresentação da sambista Adriana Moreira.
Luana Bayô também é mestranda em Mudança Social e Participação Política pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisa a trajetória e desafios de sambistas negras paulistanas nas grandes mídias. Seu sobrenome, Bayô, em Iorubá significa “Encontro feliz” e é isso que ela promete durante sua apresentação com o público curitibano.
A próxima atração do projeto é a sambista brasiliense Juh Rodrigues, no dia 14 de outubro.

Serviço:
Samba de Bamba – Luana Bayô
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 09 de setembro
Horário: terça-feira, às 20h.
Após o show, haverá um bate-papo aberto ao público, com o tema “As Damas do Samba”.
Ingressos: esgotados
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Site Curitiba | CAIXA Cultural Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

Mais informações e entrevistas
RB Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne (41) 9 9145-7027
Crédito fotográfico: Dani Souza/divulgação

Na CAIXA com Madonna

Mostra apresenta filmes e promove debate e oficinas sobre a estrela pop

A CAIXA Cultural apresenta, de 17 a 29 de junho, a mostra de filmes Madonna - Ícone Pop. Durante duas semanas, de terça-feira a domingo, serão exibidas 21 obras estreladas ou dirigidas por Madonna, com sessões diárias e gratuitas no teatro da CAIXA (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). Além disso, estão programadas três oficinas performativas de perucaria convidando o público a mergulhar nos visuais icônicos da diva do pop e ainda um debate para analisar a trajetória da artista e sua influência em diversas esferas da cultura global.
O curador da mostra, Pedro Modesto, acredita que as incursões fílmicas de Madonna sempre foram carregadas de polêmicas. “Frequentemente atacada pela crítica e ridicularizada pela imprensa, ela só conseguiu ser respeitada como atriz pontualmente, como em Procura-se Susan Desesperadamente (1985), e em Evita (1996). Apesar disso, seu trabalho no cinema também é extenso e plural, como na sua carreira musical”, considera. A mostra Madonna -Ícone Pop exibirá todos os longas-metragens que Madonna participou como atriz ou diretora, celebrando a sua importância no imaginário pop nos últimos 40 anos, e jogando luz nesses trabalhos menos conhecidos que foram ofuscados pelo seu sucesso na música.
Durante a Mostra serão apresentados 21 filmes. O curador lembra que Madonna trabalhou como atriz com cineastas consagrados como Abel Ferrara (Olhos de Serpente), Warren Beatty (Dick Tracy), Woody Allen (Neblina e Sombras), Spike Lee (Girl 6), John Schlesinger (Sobrou pra Você) e Alan Parker (Evita). "Ela também foi estrela de Na Cama com Madonna (1991), que retrata os bastidores da sua turnê Blond Ambition e se tornou na época o documentário musical com a maior bilheteria de todos os tempos. E, recentemente, investiu na carreira de diretora, tendo realizado os filmes Sujos e Sábios e W.E.:O Romance do Século”. Todos esses títulos estão na programação.
Atividades paralelas
Durante a segunda semana da Mostra, de quarta (25) a sexta (27), vão acontecer na CAIXA Cultural três oficinas de perucaria inspiradas em Madonna, ministradas por Malonna — artista multidisciplinar referência nacional em perucaria para teatro e performance. Cada encontro irá desenvolver uma técnica distinta: texturização e volume (estética anos 80), limpeza e reconstrução (reset técnico) e escultura pin-up (glamour retrô). As oficinas são gratuitas e aberta ao público em geral, com vagas limitadas. O link para as inscrições será disponibilizado a partir do dia 20.
Outra ação vai discutir o impacto duradouro de Madonna nas artes audiovisuais, na música e na performance. Esse debate vai reunir o jornalista e crítico musical Abonico Smith e a transformista, produtora cultural e diretora teatral Lady Lazzarus. A conversa, com acessibilidade em libras e entrada gratuita (com retiradas de senhas no dia), acontece no dia 28, sábado, às 17 horas entre as exibições dos filmes Dick Tracy e Na Cama com Madonna, obras importantes do início dos anos 90, período em que ela se consolidou como um farol de tendências na cena artística.

Serviço:
Mostra Madonna - Ícone Pop – Exibição de 21 filmes estrelados, dirigidos ou produzidos por Madonna
Período: de 17 a 29 de junho de 2025 – de terça-feira a domingo, com sessões diária e gratuitas.
Local: Teatro da CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Horário: 20h
Duração: 80 minutos
Ingressos: gratuitos que devem ser retirados na bilheteria uma hora antes de cada sessão.
Horários da bilheteria: terça a sábado das 10h às 20h; Domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação indicativa: verificar a classificação de cada filme
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Informações e programação completa: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram
@caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

SUGESTÃO DE BOX

Programação diária:

1ª SEMANA

Terça-feira – 17 de junho
17 horas – Em Busca da Vitória (107 min) 14 anos
19h30 – Sessão de abertura: Procura-se Susan Desesperadamente (104 min) 12 anos

Quarta-feira – 18 de junho
17 horas – Dick Tracy (105 min) 12 anos
19h30 – Na Cama com Madonna (122 min) 16 anos

Quinta-feira – 19 de junho
17 horas – Surpresa de Shanghai (97 min) 14 anos
19h30 – Quem é essa Garota? (94 min) 10 anos

Sexta-feira – 20 de junho
15 horas – Sem Fôlego (89 min) 14 anos
17 horas – Doce Inocência (93 min) 12 anos
19h30 – Uma Equipe Muito Especial (128 min) 12 anos

Sábado – 21 de junho
15 horas – Um Certo Sacrifício (60 min)16 anos
17 horas – Olhos de Serpente (109 min)16 anos
19h30 – Corpo em Evidência (99 min)18 anos

Domingo – 22 de junho
14h30 – 007 - Um Novo Dia para Morrer (134 min) 12 anos
17h30 – Evita (135 min) Livre

2ª SEMANA

Terça-feira – 24 de junho
14 horas – Destino Insólito (89 min) 12 anos
17 horas – Sobrou pra Você (108 min)12 anos

Quarta-feira – 25 de junho
14 horas – OFICINA 14 anos
17 horas – Corpo em Evidência (99 min)18 anos
19h30 – Olhos de Serpente (109 min) 16 anos

Quinta-feira – 26 de junho
14 horas – OFICINA 14 anos
17 horas – Grande Hotel (98 min)16 anos
19h30 – Quem é essa Garota? (94 min) 10 anos

Sexta-feira – 27 de junho
14 horas – OFICINA 14 anos
17 horas – Neblina e Sombras (85 min) 14 anos
19h30 – Procura-se Susan Desesperadamente (104 min) 12 anos

Sábado – 28 de junho
15 horas – Dick Tracy (105 min) 12 anos
17 horas – DEBATE
19h30 – Na Cama com Madonna (122 min) 16 anos

Domingo – 29 de junho
14 horas – Girl 6 (108 min) - 14 anos
16 horas – – Sujos e Sábios (81 min) 14 anos
18 horas – W. E. - O Romance do Século (119 min) 14 anos

CAIXA CULTURAL CURITIBA CELEBRA CENTENÁRIO DE DALTON TREVISAN COM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

Semana Dalton 100 oferece atividades gratuitas com oficinas, palestras, bate-papos e exibição de acervo inédito do escritor

Dalton Trevisan em sua juventude. Foto: acervo pessoal
A CAIXA Cultural Curitiba realiza, entre os dias 11 e 15 de junho, a Semana Dalton 100, com uma programação especial em homenagem ao centenário de nascimento do escritor curitibano Dalton Trevisan. Conhecido como o “vampiro de Curitiba”, o autor é considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira contemporânea e completaria 100 anos no dia 14 de junho.

Durante cinco dias, o público poderá participar de leituras dramáticas, palestras, bate-papos, oficinas e exibições exclusivas de documentos raros. Todas as atividades são gratuitas e buscam aproximar leitores novos e antigos da trajetória e da produção literária do notório recluso Trevisan, marcada pelo estilo conciso e personagens urbanos.

A programação começa na quarta-feira (11), com a leitura comentada Trevisan em contos: textos escolhidos, que propõe uma imersão sensível em suas narrativas curtas, com o apoio de recursos cênicos e visuais.

Na quinta-feira (12), o biógrafo Christian Schwartz apresenta a palestra Uma biografia, compartilhando os bastidores da primeira biografia autorizada de Trevisan, fruto de uma extensa investigação iniciada em 2023 com acesso a cartas, diários e arquivos inéditos do autor.

No mesmo dia, uma amostra da mostra Dalton Trevisan — Espião de Almas, prevista para o segundo semestre na CAIXA Cultural Curitiba, será exposta no foyer do espaço. A exposição citada trará itens do acervo pessoal do autor, como diários, prêmios, correspondências, manuscritos, entre outros.

Na sexta-feira (13), acontece o bate-papo Na sala de edição e montagem do contista, que discute o processo criativo do autor com exibição de trechos de seus filmes favoritos e mesa redonda com o cineasta Estevan Silveira, o editor Thiago Tizzot, e a diretora teatral Nena Inoue, sob mediação de Fabiana Faversani.

No fim de semana (14 e 15), será oferecida a oficina Cadernos Artesanais, conduzida por Fernando Ribeiro. A atividade propõe a criação de pequenas edições artesanais inspiradas nos famosos “caderninhos” distribuídos por Dalton entre amigos próximos.

Ainda no sábado (14), o evento Dentro e fora da cena exibe um documentário inédito do Instituto Moreira Salles (IMS), seguido de uma performance de Pedro Inoue. O bate-papo posterior reúne a pesquisadora Sandra Stroparo, o tradutor e professor Caetano Galindo e o editor André Conti, com mediação de Fabiana Faversani.

Encerrando a semana, no domingo (15) acontece a mesa Os desdobramentos da obra, com foco na personalidade silenciosa e observadora do autor. A conversa será mediada por Fabiana Faversani e contará com os jornalistas Irinêo Baptista Netto, Luiz Claudio Soares de Oliveira e Rogério Galindo.

Programação:
Centenário Dalton Trevisan em conto
📅 11 de junho (quarta-feira) |⏰18h30 às 20h | Público: livre
Palestra com Christian Schwartz – Uma biografia
📅 12 de junho (quinta-feira) | ⏰19h às 21h | Público: acima de 16 anos
Exibição e bate-papo – Cinemateca Dalton: Na sala de edição e montagem do contista
📅 13 de junho (sexta-feira) | ⏰19h30 às 21h30 | Público: acima de 16 anos
Oficina de Cadernos Artesanais – com Fernando Ribeiro
📅 14 e 15 de junho (sábado e domingo) | ⏰15h às 17h30 | Público: acima de 16 anos
Exibição de documentário + performance + mesa-redonda: Dentro e fora da cena
📅 14 de junho (sábado) | ⏰18h às 20h30 | Público: acima de 16 anos
Mesa-redonda – Dalton 100: Os desdobramentos da obra
📅 15 de junho (domingo) | ⏰18h às 20h | Público: acima de 16 anos

SERVIÇO
Semana Dalton 100 — Homenagem aos 100 anos de Dalton Trevisan
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: De 11 a 15 de junho de 2025
Ingressos: Gratuitos – Distribuição de senhas a partir de 30 minutos antes de cada evento
Classificação indicativa: 16 anos
Capacidade: 125 lugares (2 reservados para cadeirantes)
Mais informações e programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural | caixaculturalcuritiba |
(41) 3041-2155

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA CLÁUDIA ABREU EM VIRGINIA

A atriz mergulha no universo de Virginia Woolf para a criação de seu primeiro solo, com direção de Amir Haddad

Cláudia Abreu encena Virginia. Foto: Flavia Canavarro

A CAIXA Cultural Curitiba recebe o monólogo Virginia, baseado na vida e obra da autora inglesa Virginia Woolf, espetáculo marca a estreia da atriz Cláudia Abreu como autora teatral, poderá ser visto nos dias 25, 26 e 27 de abril, sexta e sábado às 20h e domingo às 17h. Os ingressos estão disponíveis para venda na bilheteria do teatro da CAIXA.

Cláudia Abreu apresenta seu primeiro monólogo, que foi idealizado e escrito por ela a partir da vida e da obra de Virginia Woolf (1882-1941). Em cena, a atriz interpreta a genial escritora inglesa, cuja trajetória foi marcada por tragédias pessoais e uma linha tênue entre a lucidez e a loucura. A estrutura do texto se apoia no recurso mais característico da literatura da escritora: a alternância de fluxos de consciência, capaz de ‘dar corpo’ às vozes reais ou fictícias, sempre presentes em sua mente.

Virginia é o resultado dos vários atravessamentos que Virginia Woolf provocou em Cláudia Abreu ao longo de sua trajetória. A vida e a obra da autora inglesa são os motores de criação deste espetáculo, fruto de um longo processo de pesquisa e experimentação que durou mais de cinco anos. Primeiro monólogo da carreira da atriz, o solo marca ainda a sua estreia na dramaturgia e o retorno da parceria com Amir Haddad, que a dirigiu em ‘Noite de Reis’ (1997).

O monólogo, que estreou em julho de 2022 em São Paulo, já percorreu mais de 25 cidades, entre elas Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), além de Guanajuato no México, o espetáculo fez parte da programação do Festival Internacional Cervantino, e Lisboa em Portugal. A montagem foi vista por mais de 45.000 pessoas, e agora em 2025 segue sua itinerância com as apresentações programadas na Caixa Cultural.

Inspiração
A relação de Cláudia com Virginia Woolf começa em Orlando, encenação assinada por Bia Lessa, em 1989. Aos 18 anos, ela travou contato inicial com a escritora de clássicos como ‘Mrs Dalloway’, ‘Ao Farol’ e ‘As Ondas’. No entanto, somente em 2016, com a indicação de uma professora de literatura, que a atriz reencontrou e mergulhou de cabeça no universo da autora. Após ler e reler alguns livros, incluindo as memórias, biografias e diários, a vontade de escrever sobre Virginia falou mais alto.

‘Eu me apaixonei por ela novamente. Fiquei fascinada ao perceber como uma pessoa conseguiu construir esta obra brilhante com tanto desequilíbrio, tragédias pessoais e problemas que teve na vida. Como ela conseguiu reunir os cacos?’, questiona a atriz, que enxerga ‘Virginia’ também como um marco de maturidade em sua trajetória: ‘o texto também vem deste desejo de fazer algo que me toca, do que me interessa falar hoje. De falar do ser humano, sobre o que fazemos com as dores da existência, sobre as incertezas na criação artística, também falar da condição da mulher ontem e hoje. Não poderia fazer uma personagem tão profunda sem a vivência pessoal e teatral que tenho hoje’, avalia.

A dramaturgia de Virginia foi concebida como inventário íntimo da vida da autora. Em seus últimos momentos, ela rememora acontecimentos marcantes em sua vida, a paixão pelo conhecimento, os momentos felizes com os queridos amigos do grupo intelectual de Bloomsbury, além de revelar afetos, dores e seu processo criativo.

A chegada de Amir ao projeto veio ao encontro do desejo de Cláudia em encenar o seu próprio texto. Malu Valle, que assina a codireção da montagem, chegou no processo quando Amir se recuperava de covid e contribuiu em toda a etapa final de Virginia.

45 anos da CAIXA Cultural
Os espaços da CAIXA Cultural se abrem para os diferentes modos de produzir, sentir, exibir e criar a partir das práticas artísticas em celebração às culturas brasileiras.

Com sedes em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a CAIXA Cultural articula uma rede de conexões e possibilidades para promover a arte pensada e produzida por e para o povo brasileiro.

Em 2025, a CAIXA Cultural celebra 45 anos de atuação como um espaço de fomento à cultura, promovendo a diversidade artística e o acesso à arte em todo o Brasil.

Em 1980, foi criada a primeira CAIXA Cultural em Brasília, iniciativa pioneira na valorização e no apoio à cultura de forma inclusiva, diversa, democrática e sustentável.

A CAIXA Cultural atua também na divulgação e preservação de um grande acervo artístico e na realização do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, promovendo o estímulo à reflexão e criatividade.
Culturar é viver grandes histórias com você.

SERVIÇO:

[Monólogo] Virginia
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 25, 26 e 27 de abril de 2025
Horário: sexta-feira e sábado às 20h e domingo às 17h
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia)
Vendas: a partir do dia 19 de abril às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: terça a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h.
Lotação: 125 lugares
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE EXPOSIÇÃO QUE EXPLORA A RELAÇÃO ENTRE PINTURA, NATUREZA E O IMPACTO AMBIENTAL DA PRODUÇÃO ARTÍSTICA

Mostra da artista Ciça Tucunduva tem visitação gratuita até 8 de junho

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 13 de abril a 8 de junho de 2025, a exposição Matéria ao Redor, de Ciça Tucunduva. A mostra reúne 11 obras produzidas a partir de 2023, refletindo as experimentações da artista com textura, cor, forma e espaço e explorando a relação entre pintura, natureza e o impacto da produção artística.

Para Ciça, sua pintura é voltada à sensação em vez da mera representação e suas obras encontram no diálogo entre cor e forma um gesto "familiar e cotidiano, situado entre o onírico e o incendiário". A série de monocromáticos apresentada na exposição marca uma nova fase em sua produção, caracterizada por uma abordagem mais complexa, diversificada e experimental.

As imagens criadas por Ciça, tanto figurativas quanto abstratas, nascem da observação da natureza a partir das janelas de seu ateliê e das paisagens do cotidiano. Sua transposição para a tela ocorre por meio da técnica do esgrafito, em que a forma se revela pela raspagem da camada superior de tinta com pincel ou espátula — o mesmo recurso explorado por artistas como Rodrigo Andrade e Miguel Bakun.

Além do impacto visual, o trabalho de Ciça estabelece um diálogo com a economia circular, refletindo sobre a geração de resíduos na produção artística. Esse conceito se manifesta em obras como o tríptico Relíquias (2024), em que restos de paletas de tinta em resina se transformam em objetos ovalados, evocando desde mapas mundi até porta-joias de veludo vermelho. “Essas peças guardam em si tudo aquilo que normalmente seria descartado na produção artística”, explica a artista. Segundo ela, “as resinas não polidas e o acúmulo de tinta gerado no processo são reaproveitados para dar origem a novas obras”.

Relíquias (2024)

Sobre a artista:
Ciça iniciou sua formação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro (RJ), em 2013. Desde então, participou de exposições coletivas e ocupações ao lado de nomes da cena carioca, como Marcela Cantuária. Agora, pela primeira vez, apresenta uma mostra inteiramente dedicada à sua obra.

Ciça Tucunduva em seu ateliê. Foto: Francisco Camolezi

45 anos da CAIXA Cultural
Os espaços da CAIXA Cultural se abrem para os diferentes modos de produzir, sentir, exibir e criar a partir das práticas artísticas em celebração às culturas brasileiras.

Com sedes em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a CAIXA Cultural articula uma rede de conexões e possibilidades para promover a arte pensada e produzida por e para o povo brasileiro.

Em 2025, a CAIXA Cultural celebra 45 anos de atuação como um espaço de fomento à cultura, promovendo a diversidade artística e o acesso à arte em todo o Brasil.

Em 1980, foi criada a primeira CAIXA Cultural em Brasília, iniciativa pioneira na valorização e no apoio à cultura de forma inclusiva, diversa, democrática e sustentável.

A CAIXA Cultural atua também na divulgação e preservação de um grande acervo artístico e na realização do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, promovendo o estímulo à reflexão e criatividade.

Culturar é viver grandes histórias com você.

SERVIÇO:

[Exposição] Matéria ao Redor
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Abertura: 15 de abril às 19h
Visitação: 16 de abril a 8 de junho de 2025
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação: Livre
Entrada gratuita
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

Anibale se apresenta no Samba de Bamba

A CAIXA apresenta a cantora e compositora mato-grossense Anibale, segunda atração do projeto Samba de Bamba, no dia 08 de abril, terça-feira, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). A artista, que faz sua estreia nos palcos em Curitiba, vem acompanhada por sua banda com quatro músicos e preparou um repertório especialmente para o projeto. Os ingressos, com preços populares de R$20 e R$10 (meia-entrada), começam a ser vendidos no sábado, dia 29, a partir das 10 horas, presencialmente na bilheteria, e on-line, a partir das 15 horas, pela plataforma digital Sympla.
A cantora, compositora e instrumentista Anibale nasceu em Tangará da Serra (MT) e, por influência da bossa nova e em busca da profissionalização musical, se mudou para o Rio de Janeiro, onde estudou violão na escola de música Villa Lobos e cavaco na Casa do Choro. Ela conta que sua aproximação definitiva com o samba aconteceu no Rio mas, curiosamente, traz boas recordações de Curitiba. “A família do meu pai, que mora em Curitiba, ouvia e tocava muito samba quando eu ia viajar com eles nas férias para o litoral do Paraná. Então existe essa ligação afetiva musical que eu relaciono o samba e Curitiba. São ótimas lembranças”, recorda.
Há 10 anos morando no Rio de Janeiro, Anibale firmou sua carreira musical no samba, apesar da influência de outras vertentes da música brasileira. A artista lançou seu primeiro single em 2024 e atualmente comanda sua roda de samba, além de acompanhar outros artistas com cavaco e/ou violão. Empolgada para o show no Samba de Bamba, ela revela que fez uma seleção de sambas especialmente para o projeto. “Essa será minha primeira apresentação em Curitiba, é um sentimento de muita satisfação. Então vou mostrar para o público um pouco dessa alegria, com sambas que foram marcantes para mim ao longo desses anos”. Entre os compositores que ela escolheu estão Paulinho da Viola, Martinho da Vila, João Nogueira, Dona Ivone Lara entre outros bambas.
Samba de Bamba
O curador e coordenador geral do projeto, Rodrigo Browne, conta que nesta temporada do projeto, das nove atrações que foram convidadas, sete são mulheres. “Isso mostra que a presença feminina está cada vez mais forte no samba. No projeto, além da mato-grossense Anibale, teremos representantes do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e, é claro, daqui do Paraná”, adianta.
Browne explica que, na sua grande maioria, os artistas selecionados para o projeto chegam a Curitiba para se apresentarem pela primeira vez na cidade. “A CAIXA Cultural possibilita, através do Samba de Bamba, um encontro inédito entre o artista e público, promovendo uma importante e fundamental democratização da nossa cultura”, finaliza.
A próxima atração do projeto é a sambista gaúcha Alana Moraes, no dia 13 de maio.

Serviço:
Samba de Bamba – Anibale
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 08 de abril
Horário: terça-feira, às 20h.
Abertura da venda de ingressos no dia 29 de março, sábado.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados on-line pela plataforma digital Sympla: www.sympla.com.br – três horas após a abertura de venda presencial na bilheteria.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural| Instagram @caixaculturalcuritiba

Crédito fotográfico: Thiago Simplício/divulgação

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA VIOLA E BATUQUE COM GRANDES NOMES DA MÚSICA BRASILEIRA

Marco Lobo e Marcos Assunção apresentam espetáculo instrumental com convidados especiais

Viola e Batuque. Foto: Julio Andrade

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta os ritmos vibrantes da música brasileira no projeto Viola e Batuque, que traz ao palco os renomados instrumentistas Marco Lobo e Marcos Assunção. As apresentações, que ocorrem de 19 a 23 de março, prometem encantar o público com uma fusão de estilos regionais e sofisticados, influenciados pela música erudita e jazz.

Em Viola e Batuque, Marco Lobo e Marcos Assunção apresentam uma combinação de sons da viola caipira, violão de 7 cordas, berimbau, pandeiro e outros instrumentos tradicionais da percussão brasileira. A colaboração entre Lobo e Assunção resultou no álbum homônimo, lançado em agosto de 2023. "A fusão de nossos backgrounds musicais proporcionou um projeto único que soma a música popular e clássica. Nosso objetivo é preservar a beleza da música brasileira”, acrescenta Marcos Assunção.

Marco Lobo, percussionista baiano, e Marcos Assunção, mestre da viola caipira sul-mato-grossense, destacam-se pela forte conexão com a cultura brasileira e sua musicalidade única. Juntos, criam uma harmonia instrumental que reflete a rica diversidade do patrimônio musical do Brasil. "Nossa música é uma jornada pelos sons do Brasil, do regional ao sofisticado. Então nada melhor que compartilhar a magia dos instrumentos, como o berimbau, pandeiro e a viola caipira, com o público curitibano”, revela Marco Lobo.

As apresentações contam também com a participação especial do Quarteto de Cordas Brasil Opus Música, sob a regência do maestro Eduardo Martinelli, e da cantora brasileira Virgínia Rodrigues, que transita entre o popular e o erudito. Virgínia, parceira de longa data de Marco Lobo, já se apresentou em importantes festivais e casas de show ao redor do mundo, como o festival Wassermusik Black Atlantic Revisited (Berlim, Alemanha), o Museu Quai Branly (Paris, França) e o Barbican (Londres, Inglaterra).

O repertório do show inclui composições originais e releituras de clássicos de Johann Sebastian Bach, Almir Sater e Egberto Gismonti. Os arranjos criativos da dupla capturam a inspiração das diversas influências culturais do Brasil, que vão da polca paraguaia ao choro, do baião ao jazz.

No dia 22 de março, além do show, haverá uma sessão de bate-papo interativa com o público, proporcionando insights sobre o universo da viola caipira e da percussão. Tanto o espetáculo quanto a interação pós-show serão acessíveis em Libras, enriquecendo a compreensão do público sobre a música instrumental brasileira e suas diversas facetas.

Sobre Marco Lobo e Marcos Assunção
Marco Lobo é um percussionista experiente, com mais de 40 anos de carreira, conhecido por suas performances dinâmicas e contribuições para a música brasileira. Marcos Assunção é um mestre da viola caipira, com uma carreira que se estende por mais de 20 anos. Juntos, eles trazem um enorme talento e paixão para o projeto Viola e Batuque, preservando e celebrando as ricas tradições da música brasileira.

SERVIÇO:
[Música] Viola e Batuque, com Marco Lobo e Marcos Assunção
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 – Centro
Datas: de 19 a 23 de março (quarta a domingo)
Horários: Quarta a sábado às 20h, domingo às 19h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA).
Venda dos ingressos a partir do dia 15 de março, a partir das 10h na bilheteria da CAIXA e após as 15h online pelo site www.caixacultural.gov.br
Horário da bilheteria: de terça a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Duração: 90 minutos
Acesso para pessoas com deficiência e tradução para Libras na sessão de sábado, dia 22
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA RELEITURA DE “DOM QUIXOTE” COM LEONARDO BRÍCIO E KADU GARCIA

Em temporada de dez apresentações, Leonardo Brício e Kadu Garcia dão vida aos personagens mundialmente conhecidos da obra de Miguel de Cervantes, em uma adaptação para os dias atuais

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Kadu Garcia (esq.) e Leonardo Brício no espetáculo "Dom Quixote" - Foto: Carlos Grun

Com passagens por diversas capitais brasileiras, sempre com sessões lotadas, chega à Caixa Cultural Curitiba a peça “Dom Quixote” com os atores Leonardo Brício e Kadu Garcia nos papeis do cavaleiro andante que dá nome à obra e de seu escudeiro Sancho Pança. Será uma temporada de duas semanas, com dez apresentações de 28 de novembro a 08 de dezembro, às 20h (quinta-feira a sábado), 19h (domingos) e 17h (sessões extras aos sábados). Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

A peça faz uma leitura contemporânea dos desafios e perigos enfrentados por Dom Quixote: cavalos, lanças e moinhos de vento que o personagem imagina serem dragões se apresentam hoje na forma de grandes metrópoles e a luta para sobreviver em meio a uma profusão de crises, smartphones e superpopulação. “Mas nós, novos Quixotes das grandes cidades, seguimos movidos pela capacidade de sonhar, pelo amor, pela empatia e a busca pela felicidade”, destaca Leo Brício, que celebra seus 47 anos de carreira com este trabalho.

Em Curitiba, a temporada contará com a oficina “Princípios da Palhaçaria”, ministrada por Kadu Garcia. A apresentação do primeiro sábado (30/11) contará com intérprete de LIBRAS, garantindo maior acessibilidade. O teatro também oferece estrutura plena para pessoas com deficiência (PCD).

Um clássico da literatura universal
Criado por Miguel de Cervantes (1547-1616) como uma sátira aos romances de cavalaria da época, a obra narra as aventuras e desventuras de Dom Quixote, homem de meia idade que, de tanto ler romances de cavalaria, decide se tornar um cavaleiro andante. Munido de uma armadura enferrujada e um cavalo, recruta Sancho Pança como seu fiel escudeiro.

Quase tudo em sua jornada é fruto de sua imaginação. Ele luta contra moinhos de vento que pensa serem dragões e vive em busca da amada Dulcineia, mais uma invenção de sua mente sonhadora. “Dom Quixote” tornou-se a maior obra da literatura espanhola, o segundo livro mais lido da História, e o terceiro mais traduzido do mundo, além de ser considerado por muitos como o primeiro romance moderno.

Abordagem contemporânea
A montagem tem adaptação especial do imortal da Academia Brasileira de Letras Geraldo Carneiro, direção de Fernando Philbert e produção de Carlos Grun (Bem Legal Produções), com produção local da Banalíssima Arte. No palco, elementos tradicionais da história original são substituídos por outros adereços que se aproximam dos tempos atuais em uma abordagem contemporânea e esteticamente moderna.

O cenário de Natalia Lana ocupa o palco com tecidos gigantes que remetem a grandes velas de um navio. Espalhados pela cena, cordas e elementos metálicos remetem a equipamentos de navegação. Há projeções que retratam os variados desafios enfrentados pela dupla, e também elementos circenses trazidos pelo ator e palhaço Kadu Garcia, que vive o fiel escudeiro Sancho Pança.

Oficina sobre atuação do palhaço
Durante a temporada em Curitiba, será ministrada a oficina “Princípios da Palhaçaria” com o ator Kadu Garcia. A atividade será realizada em 06/12 (sexta-feira) a partir das 13h na Caixa Cultural Curitiba e parte dos princípios que regem a atuação do palhaço. Entre estes princípios estão a escuta, o olhar, o jogo, a potência criativa e a disponibilidade, utilizando-se de jogos e de brincadeiras para experimentação do território mais potente do palhaço: o encontro. A oficina é direcionada para estudantes de artes cênicas, artistas e interessados na linguagem do palhaço, maiores de 16 anos. Mais informações pelo instagram @caixaculturalcuritiba

Mais sobre Leonardo Brício:
Formado n’O Tablado, ator com papéis de destaque em novelas, séries e teatro. Em 47 anos de carreira, foi destaque na TV em novelas como “Renascer”, “Rei do Gado”, “Anjo Mau”, “A Muralha”, “Da cor do pecado” e “Rei David”, além da série “Arcanjo Renegado”, em que viveu um dos protagonistas. No teatro, atuou em grandes produções como “Romeu e Julieta”, com direção de Moacyr Goes; “Péricles”, com direção de Ulisses Cruz; “Últimas Luas”, com Antônio Fagundes, entre outras.

Mais sobre Kadu Garcia:
Atuou em mais de 25 espetáculos, foi dirigido por Aderbal Freire-Filho, Amir Haddad, Dani Barros, Juliana Jardim, entre tantos outros. Pesquisa a palhaçaria desde 2005 e atuou como palhaço besteirologista na ONG Doutores da Alegria/RJ. É Artista fundador do grupo de palhaços Roda Gigante, projeto que pesquisa a interface arte, saúde e educação, realizando intervenções artísticas em hospitais do Rio de Janeiro desde 2009. Na TV, participou das séries “Sob Pressão”, “D.P.A.”, “Nós” e das novelas “A dona do pedaço” e “Deus salve o rei”.

FICHA TÉCNICA

Texto: Miguel de Cervantes
Adaptação: Geraldo Carneiro
Direção: Fernando Philbert
Interpretação: Leonardo Brício e Kadu Garcia
Cenário: Natália Lana
Figurinos: Karen Brusttolin
Direção Musical e Trilha Original: Marcelo Alonso Neves
Iluminação: Vilmar Olos
Direção Musical: Maíra Freitas
Visagismo: Vini Kilesse
Videografismo e arte gráfica: ORLATOONS
Diretora Assistente: Glauce Guima
Direção de produção: Carlos Grun
Realização: Bem Legal Produções

SERVIÇO:
[Teatro] Espetáculo “Dom Quixote”, com Leonardo Brício e Kadu Garcia
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 28, 29 e 30 de novembro e 1º, 5, 6, 7 e 8 de dezembro de 2024 (quinta-feira a domingo)
Horário: quinta-feira a sábado, às 20h / domingo, às 19h / sábados com sessões extras às 17h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei);
Vendas: a partir do dia 23/11/2024 às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: de terça a sábado das 10h às 20h, domingo das 10h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Duração: 80 minutos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência e audiodescrição. Sessão de 30/11 (sábado) com intérprete de Libras

Oficina: “Princípios da Palhaçaria” com Kadu Garcia no dia 06/12 (sexta-feira). Informações pelo instagram @caixaculturalcuritiba
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722