Quais os caminhos para o combate ao comércio ilegal?

Representantes do setor de destilados e especialistas no combate ao Mercado Ilegal debatem efeitos e desdobramentos da crise em todo o ecossistema

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São Paulo, julho de 2020 - Os efeitos e desdobramentos da crise no setor de destilados, além dos riscos do mercado ilegal e as restrições ao consumo e comercialização. Esses foram os temas debatidos no webinar "Pandemia, crise econômica e mercado ilegal de bebidas alcoólicas", que aconteceu nesta terça-feira, 28/07. Promovido pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) e pelo Núcleo pela Responsabilidade no Comércio e Consumo de Bebidas Alcoólicas no Brasil, o encontro virtual contou com a participação de representantes do Ministério da Economia, Ministério da Agricultura e da Aliança Internacional de Combate ao Comércio Ilegal (TRACIT).

De acordo com um Estudo da Euromonitor, apresentado pelo IBRAC durante o debate, 14,6% do volume do mercado geral de bebidas é ilegal. No setor de destilados, com volume de 398 milhões de litros de álcool puro, e um valor de mercado de R$ 34 bilhões, os ilegais chegam a 28,8% do volume total. "Fiscalização, parceria com o Governo, conscientização do consumidor, redução da tributação para os destilados e um modelo isonômico de tributação para bebidas alcoólicas. Esse é o caminho para combatermos o mercado ilegal, que acarreta uma perda de arrecação de R$ 10,2 bilhões no setor de bebidas alcóolicas em geral e de R$ 5,5 bilhões no segmento de bebidas destiladas", reforça Carlos Lima, diretor executivo do IBRAC.

Segundo José Silvino Filho, presidente executivo do Núcleo, o mercado ilegal traz o fortalecimento do crime organizado e perda de arrecadação, já que não há pagamento de impostos. "Além disso, traz riscos potenciais à saúde dos consumidores, que ingerem bebidas sem qualquer controle sanitário. Álcool é álcool!, por isso, defendemos isonomia tributária como um pleito importante em relação ao seu combate", completa.

Crise e reflexos internacionais
Outro convidado para o evento, Esteban Giudici, consultor sênior de políticas da Aliança Internacional de Combate ao Comércio Ilegal (TRACIT), explicou que o mercado ilegal é um problema que acontece pela alta carga fiscal, corrupção e ação do crime organizado. "É um fenômeno internacional e a pandemia acelerou as tendências que já existiam", afirmou. Para ele, é necessário maior conscientização, políticas coordenadas e estratégias ficais para controlar o problema. "Precisamos da cooperação entre o setor público e privado. Quando falamos do comércio ilegal de bebidas, estamos falando também de financiamento ao crime organizado", ressaltou.

De acordo com Carlos Vitor Müller, coordenador-geral de Vinhos e Bebidas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para que o Ministério da Agricultura tenha melhores condições de ampliar o controle do comércio ilegal, se faz necessário que os recursos sejam crescentes. "Sabemos do extenso problema que o mercado ilegal causa ao setor de bebidas alcoólicas. Estamos em busca de iniciativas para ampliar nossas ações, como o Plano Nacional de Combate a Fraudes e a promoção da integração com outros órgãos de controle, que vem sendo construído pelo MAPA", antecipou.

Já Jorge Luiz de Lima, CEO do Projeto Custo Brasil do Ministério da Economia, destacou que: "Com a redução da participação do Estado, temos que pensar em outro tipo de fiscalização física. Precisamos investir na conscientização da sociedade em geral e muitas ações que podem ser adotadas para que, haja o aumento da conscientização e da penalidade. É necessária a massificação da conscientização da população em relação ao consumo de mercadoria ilegal. Além disso, uma análise da eficiência das leis e uma aproximação com a Polícia Federal", defende.

Ainda de acordo com Andreia de Oliveira Gerk, Diretora Substituta do Departamento de Inspeção do produtos de Origem Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o aumento da informalidade se deve à penalidades brandas, informações incorretas em relação à formalização, facilidade de comercialização e à alta tributação. "Nossa legislação para quem pratica ilícitos é branda, ainda mais se considerarmos que a ilegalidade é crime contra a saúde pública. Muitas vezes a pessoa retorna ao comércio ilegal, mesmo já tendo sido autuada e tendo os produtos destruídos. Só a ação do MAPA não é suficiente", explica.

Sobre o IBRAC
O Instituto Brasileiro da Cachaça - IBRAC é a entidade representativa do segmento produtivo da Cachaça. Com abrangência nacional possui entre os seus associados as principais empresas (micro, pequenas, médias e grandes) do segmento produtivo da Cachaça, sejam elas produtoras, estandardizadoras ou engarrafadoras, que correspondem a mais de 80% do volume de Cachaça comercializado formalmente no Brasil. No Instituto também estão presentes 17 entidades de classe (estaduias/regionais/nacionais) do segmento produtivo.
Com essa composição o IBRAC é a mais ampla representação de uma categoria de bebidas no Brasil.

Sobre o Núcleo
O Núcleo pela Responsabilidade no Comércio e Consumo de Bebidas Alcoólicas no Brasil é a união de um grupo de empresas do setor, com o objetivo de unificar as vozes e fortalecer as iniciativas individuais que contribuem para que a relação da sociedade com bebidas alcoólicas seja transparente e responsável.
Este grupo considera imprescindível o enfrentamento do comércio e produção ilegal de bebidas alcoólicas em território nacional, assim como promover um ambiente concorrencial equilibrado e coerente, no qual as bebidas alcoólicas sejam tratadas de maneira simétrica tanto do ponto de vista regulatório como tributário.
Outro compromisso do Núcleo é a manutenção, em nível local, das diretrizes globais da International Alliance for Responsable Drinking (IARD), que em tradução livre seria a Aliança Internacional para o Consumo Responsável de Bebidas. O objetivo do IARD, fundado em 2012, é estabelecer um compromisso de trabalho conjunto para combate ao uso prejudicial de álcool e estabelecer novos padrões de responsabilidade para o setor como um todo, de acordo com a iniciativa das Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para Dia dos Pais, Família Fardo aposta no ‘wine delivery’

CELEBRAÇÃO

Vinícola promove a entrega direta na casa do papai agraciado, e não cobra nada pelo frete

O Dia dos Pais está se aproximando e, neste ano, nem todo mundo conseguirá estar perto de quem ama devido a pandemia, que ainda exige o distanciamento e o isolamento social. Mas, enquanto não é possível ficar pertinho, dar abraços e beijos, vale presenteá-los com um mimo como lembrança.

Para os papais apaixonados por vinho, a Família Fardo Vinícola, de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, reuniu alguns rótulos, aqueles mais apreciados por seus clientes, e criou quatro kits, que estão com 20% de desconto.

Há vinhos para os mais seletos gostos e você nem precisa sair de casa para fazer a escolha. A compra pode ser feita de forma online ou pelo WhatsApp e a Família Fardo faz a entrega direto ao presenteado, de forma gratuita para Curitiba e região metropolitana.

Escolha o que mais combina com ele:

Kit vinhos mais encorpados, para o papai sério, ideal com assados ou massas mais pesadas

1 Casa Tannat 2012 750ml

1 Casa Merlot 2012 750ml

1 Grappa com Carvalho 40% 500ml

(Estágio em carvalho americano por 2 anos - Medalha de Ouro no 17° Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil)

De: R$ 191,00 Por: R$ 152,80

Kit para o papai maduro. Vinhos maduros, evoluídos, de aromas complexos e de estrutura macia

1 Casa Cabernet Sauvignon 2011 750ml

1 Casa Tannat 2011 750ml (Eleito em 2016 entre os 50 melhores vinhos tintos nacionais pelo Bom Gourmet)

1 Grappa Branca 41% 375ml (Medalha de Ouro no Concurso Mundial de Bruxellas 2018)

De R$ 165,00 Por: R$ 132,00

Kit para o Papai descomplicado. Traz dois rótulos de Merlot elaborados em anos distintos. Vinhos macios e fáceis de harmonizar

1 Casa Merlot 2012 750ml

1 Casa Merlot 2011 750ml

1 Licor seco de Grappa com Funcho 40% 375ml

De: R$ 167,00 Por: R$ 133,60

Kit para surpreender. A garrafa Magnum proporciona um envelhecimento diferenciado ao vinho. Corte de 50% Tannat 2012, 30% Merlot 2011 e 20% de Cabernet Sauvignon 2010 traz complexidade e elegância

1 Encontro Harmonia Magnum 1,5l (Medalha de Prata no 17° Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil)

1 Vermute Branco 750ml

1 Saca Rolhas em Inox Modelo Sommelier 2 estágios

De R$ 239,00 Por: 191,20

Em tempo:

Também há a opção de você montar o seu próprio kit, conforme a preferência, dentro do portfólio disponível no site, com escolha de embalagem e cartões com textos personalizados escritos à mão para enviar junto ao presente. A vinícola ainda disponibiliza atendimento pelo WhatsApp com sua equipe técnica, enólogos e atendentes treinados, que podem auxiliar os clientes em harmonizações, dar sugestões, informar as promoções e os descontos especiais neste período de quarentena.

Fique atento

Frete grátis para Curitiba e região metropolitana
WhatsApp (41) 9 9157-6374
Loja virtual - familiafardo.com.br/produtos
E-mail: loja@familiafardo.com.br
Loja: (41) 3672-1693

Projeto de Lei quer proibir penas alternativas para motorista embriagado

Em 2019 o consumo de álcool foi responsável por 8% dos acidentes nas rodovias federais no Brasil

Curitiba, julho de 2020 – Um projeto de Lei iniciado no Senado Federal e que agora aguarda votação na Câmara Federal quer intensificar as penalidades aos motoristas que conduzem sob efeito de álcool e causam acidentes, provocando prejuízos à vida e à saúde de pedestres e outros condutores e também à segurança pública. Mesmo que com o passar dos anos o país tenha investido na criação de leis mais rígidas nesse tema, como no caso da Lei Seca (Lei 11.705/2008), a combinação álcool e direção ainda representa um número bastante expressivo de acidentes. Apenas em 2019, conforme levantamento da PRF, o consumo de álcool foi responsável por mais de 8% dos acidentes nas rodovias. .
Segundo a Agência Senado, o Projeto de Lei 600/2019 quer proibir a aplicação de penas alternativas para o motorista que cometer crime de trânsito de homicídio culposo e lesão corporal culposa praticados sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que cause dependência. “O poder público e o processo legislativo falham quando não aprimoram os mecanismos de incentivo à educação no trânsito e quando não mantêm na prisão alguém que viola o principal bem jurídico: a vida humana. Tenho muita convicção de que isso será um divisor de águas. Acabar com a impunidade no trânsito é absolutamente necessário”, diz o senador Fabiano Contarato, autor da proposta.
Atualmente, na maioria dos casos, quem é flagrado embriagado ou com sinais de embriaguez ao volante não vai para a prisão. O motorista paga multa de R$ 2.934,70 e tem o direito de dirigir suspenso por 12 meses (art. 165, CTB). Também poderá ser responsabilizado criminalmente, a depender da quantidade de álcool no organismo ou do conjunto de sinais de alteração da capacidade psicomotora, mas a pena de detenção de 6 meses a 3 anos admite que seja arbitrada fiança no momento do flagrante e, ao final do processo, a substituição por prestação de serviços (art. 306, CTB).
Já para quem dirigir alcoolizado e provocar morte ou lesão grave ou gravíssima, não há mais a possibilidade de pagar fiança de imediato. O ato deixa de ser um crime autônomo para ser forma qualificada do homicídio culposo ou lesão corporal culposa; entretanto, ainda que tenha uma pena maior do que para aquele que não está sob influência de álcool, o fato de ser culposo continua admitindo a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, conforme artigo 44 do Código Penal. E é justamente por este motivo que o PL pretende alterar a legislação, a fim de garantir maior punição para tais casos.
Julyver Modesto de Araujo, mestre em Direito, consultor e professor de legislação de trânsito e comentarista do CTB Digital, destaca que este PL tem como objetivo corrigir um problema atual: “ao estabelecer que a influência de álcool constitui elemento da forma qualificada de homicídio ou lesão corporal culposos, sempre será obrigatória a substituição de pena privativa de liberdade por restritiva de direitos”, diz.
O especialista explica que a combinação das condutas de “dirigir sob influência de álcool” e “matar alguém, na direção de veículo”, que constituem crimes autônomos (respectivamente, artigos 306 e 302 do CTB) tem sido tratada, nos últimos anos, de várias formas, merecendo destaque as seguintes alterações já feitas no Código de Trânsito Brasileiro:
· de 2006 a 2008, o fato de o condutor estar sob influência de álcool constituía causa de aumento de pena (de um terço à metade) nos crimes de homicídio culposo e lesão corporal culposa. Tal inciso foi incluído pela Lei n. 11.275/06 e revogado pela Lei n. 11.705/08; e
· de 2014 a 2016, a ocorrência de morte causada por condutor com alteração da capacidade psicomotora passou a ser tratada como uma forma qualificada do homicídio culposo (sem a mesma menção no crime de lesão corporal culposa) pela Lei n. 12.971/14, o qual, entretanto, foi revogado pela Lei n. 13.281/16 (estranhamente, porém, esta forma qualificada apenas ‘mudava’ a pena privativa de liberdade: em vez de Detenção de 2 a 4 anos, para Reclusão de 2 a 4 anos, mas sem aumento na dosimetria);
· a partir de 19 de abril de 2018, quando entrou em vigor a Lei n. 13.546/17, a influência de álcool voltou a constituir qualificadora dos crimes de homicídio e lesão corporal culposos (para lesões graves ou gravíssimas).

Agora, em 2020, o Projeto de Lei 600/2019 foi aprovado no início do ano em votação final pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal e aguarda a análise da Câmara dos Deputados.
Para Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons, segurança nas ruas e vias depende de ações e atitudes plurais. “Assim como acontece em outros campos e necessidades de uma sociedade, no trânsito também carecemos de mais informação, educação, conscientização, tecnologia e leis que efetivamente funcionem. Aliando esses pilares não há dúvidas de que o número de mortes no trânsito reduzirá drasticamente”, argumenta. “Falando especificamente do pilar legislação, temos bons exemplos vindos de países como Japão, Austrália, Holanda e Alemanha, que mantêm legislações bastante rigorosas em relação ao consumo de álcool e acidentes no trânsito o que, aliado aos demais pilares, tem contribuído para salvar vidas e diminuir a impunidade”, comenta.

ØL Beer lança kits para presentear o seu guerreiro no Dia dos Pais

Com combinações criadas para agradar pais com os mais diversos paladares, cervejaria artesanal paranaense cria três kits para a data

Inspirador, amigo, protetor, herói. Seja dando dicas para uma entrevista de emprego ou ajudando a andar pela primeira vez em uma bicicleta, os pais nos apoiam e inspiram nas mais diferentes fases da vida. Para presentear esses heróis do dia a dia, a cervejaria artesanal ØL Beer lança Kits para o Dia dos Pais. São três conjuntos criados especialmente para a data. Cada kit contém itens e combinações únicas para surpreender desde o pai mais tradicional até o mais exigente:

• Kit garrafas (R$35): com 2 garrafas de cerveja artesanal ØL Beer 500ml (com 5 opções de estilo para escolha).

• Kit garrafa + copo (R$35): com 1 garrafa de cerveja artesanal ØL Beer 500 ml (estilos a escolher) e 1 copo personalizado com deuses nórdicos.

• Kit Premium (R$169): com 12 garrafas de cerveja artesanal ØL Beer (estilos a escolher) e 1 copo personalizado.

Se seu pai tem um paladar mais amargo, Eduardo Vosgerau, mestre cervejeiro e sócio-proprietário da ØL Beer, indica as cervejas Loki APA, Thor Belgian IPA ou até mesmo a escura Bragi Oatmeal Stout. “Já para pais que gostem de um sabor mais refrescante, sugerimos a Odin Witbier”, complementa. O mestre cervejeiro esclarece que todas essas cervejas, assim como a Baldr Pilsen, de paladar equilibrado e mais suave, podem ser escolhidas para montar os kits para o Dia dos Pais.

“Quisemos fazer uma homenagem à mitologia que nos inspira desde o início, trazendo 5 estilos para agradar os mais diferentes perfis de pais. Odin é o mais velho e sábio dos deuses nórdicos e Thor, seu filho, um dos maiores guerreiros, representante da força. Baldr é o deus nórdico da luz, comumente relacionado à justiça e a sabedoria; e Bragi, o deus da música e da poesia. E por fim, Loki, o mais imprevisível dos deuses, vem para os pais mais descolados e brincalhões”, explica Isadora Neier, mestre cervejeira e sócio-proprietária da Øl Beer.

Os kits já estão disponíveis no delivery da ØL Beer e podem ser adquiridos até sábado (8 de agosto) que antecede o Dia dos Pais. Vale lembrar que até o dia 5 de agosto todos os pedidos pelo WhatsApp próprio da marca tem frete grátis, com entrega para Curitiba (PR) e São José dos Pinhais (PR). Também é possível adquirir diretamente pelo site olbeer.com.br.

Serviço

Kits Dia dos Pais ØL Beer

Pedidos pelo WhatsApp (41) 9.98821077, sendo que valores a partir de R$100 podem ser parcelados em até 4X no cartão de crédito. Também é possível adquirir diretamente pelo site olbeer.com.br.

São 5 estilos de cerveja: Pilsen, Belgian IPA, APA, witbier e Oatmeal Stout. Já os copos possuem ilustrações dos deuses nórdicos Odin, Thor, Loki, Bragi e Baldr, que ilustram as cervejas da marca.

Mais informações: olbeer.com.br
facebook: /cervejariaolbeer
instagram: @cervejariaolbeer

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Anuário da Cachaça 2020

Julho de 2020 - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, divulgou nesta terça-feira, dia 21, o Anuário da Cachaça 2020, que traz os mais recentes dados estatísticos, em termos de número de produtores e produtos, do setor de Cachaça e Aguardente no Brasil. A apresentação do estudo "Anuário da Cachaça 2020", que está disponível no link https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/inspecao/produtos-vegetal/publicacoes/anuario-cachaca2020-web.pdf, ocorreu durante uma transmissão ao vivo para todo o país, pelo canal do MAPA no YouTube: https://youtu.be/xyA57OosiIE.

O levantamento revelou que o número de estabelecimentos produtores de Cachaça e Aguardente registrados no MAPA durante o ano de 2019 totaliza 1.086. Esse número é 22,26% menor, em comparação com o ano de 2018, que registrou 1.397 estabelecimentos de aguardente de cana e de cachaça.

O número de estabelecimentos produtores de Aguardente sofreu queda de 41,57% (passando de 611 em 2018 para 357 em 2019) enquanto o número de estabelecimentos produtores de Cachaça registrou queda de 5,99% (passando de 951 em 2018 para 894 em 2019).

De acordo com Carlos Lima, Diretor Executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça - IBRAC - entidade representativa do setor, o Anuário 2020 é mais uma importante entrega do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ao setor da Cachaça e traz um importante raio-X do segmento. No entanto, segundo Lima, a queda demonstrada pelo Anuário confirma o que o Instituto vem defendendo ao longo dos últimos anos: que o aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) imposto ao segmento em 2015, trouxe sérios impactos para a cadeia produtiva. "Mesmo com a possibilidade de os produtores optarem pelo enquadramento no SIMPLES NACIONAL, a partir de janeiro de 2018, essa redução de 5,99% do número de produtores de Cachaça, em apenas um ano, demonstra que o setor ainda enfrenta diversos entraves para se recuperar. A adesão ao regime tributário simplificado parece ter chegado tarde para o setor da Cachaça. Estamos percebendo que a medida não foi suficiente para trazer melhores condições para o setor", diz.

Ainda segundo o executivo do Instituto, a redução do número de estabelecimentos produtores registrados, pode indicar um aumento da informalidade e da ilegalidade, agravando ainda mais as condições de desenvolvimento do setor. Um estudo divulgado pelo IBRAC no fim de 2019, indica que a Cachaça é a categoria mais impactada pela produção ilegal de bebidas no Brasil. Por isso, a necessidade de reavaliação dos altos impostos, em especial nesse momento de discussão da reforma tributária, pois a Cachaça já é o produto mais tributado do Brasil.

"Considerando que as duas propostas de emenda à Constituição de reforma tributária em tramitação no Congresso trazem a criação de um novo imposto para bebidas alcóolicas, é importante ressaltar que qualquer medida do governo que possa onerar ainda mais o setor da Cachaça e acentuar assimetrias já existentes, contribuirá, de forma direta, para acentuar a queda do número de produtores legalizados no Brasil e incentivará a clandestinidade e o crescimento do mercado ilegal. Perdendo com isso, a população em geral, ao consumir produtos sem procedência comprovada, a arrecadação dos cofres públicos e a luta pela valorização de um produto que é símbolo nacional, e contribui significativamente para gerar emprego e renda para o país", reforça o executivo.

A íntegra do anuário pode ser conferida aqui: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/inspecao/produtos-vegetal/publicacoes/anuario-cachaca2020-web.pdf

Dia da tequila: conheça a história por trás da bebida mexicana

Quetzalli, único coquetel engarrafado com tequila do Brasil, apresenta curiosidades sobre o destilado

São Paulo, 20 de julho de 2020 - Antes do mundo ser mundo, Quetzalcóatl, um deus generoso com corpo de serpente revestido de plumas, habitava o panteão asteca. Certo dia, ele e outros deuses criadores matutavam sobre o que poderiam fazer para alegrar a vida dos humanos na terra, para que estes não se sentissem tão sós; para que dançassem, rissem e logicamente reverenciassem eles, os deuses.
No meio do brainstorm do grupo, Quetzalcóatl lembrou-se da jovem e bela Mayahuel, que habitava outro céu, o céu das águas, salpicado de estrelas e que só surgia durante a noite. Falou para os colegas que ela, por sua conhecida beleza, poderia alegrar a existência dos homens. Nenhum desses deuses nunca a havia visto, mas se animaram e concordaram com a ideia. Quetzalcóatl partiu, então, para realizar a tal missão de resgatá-la. Mas resgatar? Sim, resgatar, porque a bela vivia sob a guarda e proteção feroz de sua terrível avó, Tzintzimitl, uma deidade maligna que fazia de tudo para impedir que o sol chegasse à terra.
Durante o sono da avó Tzintzimitl, o deus voou como o vento para conversar com Mayahuel e convencê-la do plano. Quando Quetzalcóatl a encontrou, ficou um tanto abestalhado por sua beleza e não soube muito o que dizer.

Por sorte, ele não precisou se articular muito nos argumentos, pois toda a luz que o jovem deus emanava fez com que Mayahuel logo se apaixonasse também. Desceram os dois juntos à terra.
Durante a jornada, ambos os deuses, completamente apaixonados, prometeram amor eterno e, ao chegar na terra, entrelaçaram seus corpos formando uma linda árvore. Contudo, ao acordar, Tzintzimitl logo percebeu a ausência da neta e partiu em busca dela junto com suas cupinchas, os espíritos da escuridão, Tzitzimime. Ninguém sabe muito bem como, mas as Tzitzimime encontraram Mayahuel e, a mando da Avó, destruíram a planta formada, alimentando-se de todas as partes destroçadas da bela deusa.
A parte da árvore pertencente a Quetzalcóatl permaneceu intacta. Devastado por dentro, Quetzalcóatl esperou que os espíritos malignos voltassem e, então, retornando à sua forma de deus, recolheu e enterrou todos os restos e ossos espalhados de sua amada. No local do sepultamento dos restos de Mayahuel, nasceu o Metl, planta mãe, considerada divina pelos povos mesoamericanos antigos.

O mito descrito acima é apenas um dos vários que se têm conhecimento sobre o agave, a “árbol de las maravillas”. Esta planta foi um vegetal tão central para algumas culturas pré-hispânicas da Mesoamérica que é possível encontrar várias histórias, mitos e lendas envolvendo-o. No século XVI, o Frei Francisco Jiménez escreveu sobre ela: “Parece-me que apenas esta planta bastaria para prover todas as coisas necessárias à vida humana, pois os proveitos e vitalidades derivados de seu uso são quase inumeráveis”.

O conquistador Hernán Cortés em sua segunda carta enviada ao rei da Espanha, Carlos V, em 1520, menciona pela primeira vez o uso difundido do maguey para produzir açúcar e vinho, que os indígenas chegavam até a vender. Em 1524, o conquistador registra que a bebida fermentada era chamada de “pulque”. Dificilmente o método de fabricação do pulque que conhecemos hoje se manteve o mesmo dos tempos pré-hispânicos. O fato é que o maguey e todo o conhecimento e uso que os nativos faziam da planta impressionaram os europeus.

/ Conheça Quetzalli

Produzida em parceria com o bartender Leandro Martins, a receita exclusiva de Quetzalli une maracujá, limão, calda de agave, tequila da província de Jalisco (México) e chega como uma alternativa para quem quer uma nova experiência de coquetelaria rápida e prática, pronta para consumo.

A calda de agave desempenha um papel fundamental no sabor agradável, já que é um adoçante natural e com menor índice glicêmico do que outras opções muito utilizadas na fabricação de coquetéis prontos para beber, como o açúcar refinado. Além disso, nada na produção desta receita leva estabilizantes, corantes ou conservantes. Tudo é natural, sem glúten e vegano. "Nosso objetivo é mudar a forma como o brasileiro consome tequila. Queremos acabar com esse estigma que é ruim e só pode ser consumida em shots", explica Mariana Migliano, idealizadora da marca.

// Modo de consumir

Sem conservantes, corantes ou aditivos químicos, a Quetzalli é um produto da categoria high-end premixed cocktail e pode ser consumido em qualquer lugar, do jeito que quiser, puro e com gelo. O sabor é tão incrível e natural que é possível ser usado, ainda, como ingrediente para criar drinks únicos que surpreendem até os paladares mais críticos.

Onde encontrar: www.quetzalli.com.br
Adega Brunholi, Mercado de Pinheiros, Empório Sabor e Cia
Bares: Molotov Bar, Bar vermelho, Emporio sabor e cia, Boa praça faria lima, Boa praça rio de janeiro, Boa praça morumbi, Vicoboim, Vista bar obelisco

Instagram: @quetzallidrink

Sobre Dankah Brasil
Fundada em novembro de 2014, a Dankah Brasil é uma empresa do setor de produção de bebidas alcoólicas, criada com o intuito de levar o padrão de qualidade dos produtos a um novo patamar. Para isso, investe em projetos inovadores que melhoram a maneira com que as pessoas se relacionam com as bebidas alcoólicas, seja por meio de experiências sensoriais ou a partir de uma nova ótica de consumo e estilo de vida harmônico. O primeiro projeto desenvolvido pela empresa é a Quetzalli®, criada com base nesses princípios ao compartilhar sua missão, visão e valores.

Projeto irá ajudar bartenders desempregados por conta da pandemia

O projeto Adote um Bartender foi idealizado pela bartender Carina Slazar e o objetivo inicial é vender 500 coquetéis pelo preço de R$29

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A ideia surgiu após vários estabelecimentos fecharem ou reduzirem o número de funcionários devido à pandemia. De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), cerca de 40% dos estabelecimentos em São Paulo serão fechados e espera-se uma retomada econômica lenta do setor.

O projeto irá contar com o apoio de diversas marcas, como a Vodka Svarov, que é conhecida por ser feita com ingredientes selecionados, técnicas especiais de destilação e por evitar o mal-estar da ressaca.
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“Sabemos que a retomada não será de uma hora para outra, e muitas pessoas irão enfrentar dificuldades durante esse período, então nosso objetivo é ajudar e acolher os profissionais que fazem parte da nossa história e sempre contribuíram para o fortalecimento da nossa marca”, afirma Albert Lifschitz, sócio proprietário da Vodka Svarov.

O objetivo é vender 500 coquetéis pelo preço de R$29. Incialmente serão cinco opções de receitas disponíveis: Negroni, Manhattan, Vesper Martini, Rabo de Galo e Ramazzotti Tonic. Todos foram preparados no Soroko´s Bar, graças aos insumos e doações feitas por marcas e pessoas.

É possível comprar os coquetéis em São Paulo através do iFood do Graxa Pizzas (Sumaré), pelo delivery do Brechó Bar, pelo delivery da hamburgueria Black Trunk e pelo Whatsapp do restaurante Wafu Number 1.

Para mais informações, basta acessar o instagram @adoteumbartender.

Sobre a Vodka Svarov

Fundada em 2016, a Vodka Svarov é feita com ingredientes selecionados e filtrada dez vezes em carvão ativado específico para esse processo importado da Europa. A bebida é produzida no Brasil com álcool etílico tri destilado e água desmineralizada potável. Sua fórmula suave esteve guardada por gerações e hoje pode ser apreciada por todos através de um portfólio amplo e completo. A empresa conseguiu se consolidar em pouco tempo de mercado por conta de seus produtos de alta qualidade, puros, ingredientes importados e técnicas especiais de destilação. Site: http://www.svarov.com.br/

Combos de inverno ØL Beer: 8 diferentes stouts para gerar uma deliciosa experiência de degustação

Cervejaria artesanal paranaense lança combos de chopp com 8 diferentes Stouts para surpreender o olfato e o paladar, numa experiência de degustação horizontal

Criadas na Inglaterra durante o séc. XIX, as cervejas Stouts são ideais para esta época do ano, de temperaturas mais frias. Mais encorpadas e com teor alcoólico mais elevado, as Stouts trazem uma sensação de aquecimento e conforto. Para tornar a experiência de degustação ainda mais impactante e desafiar o olfato e paladar do público de Curitiba e região metropolitana, a microcervejaria ØL Beer está lançando um combo com 8 stouts. São seis novas variações, criadas a partir da Oatmeal Stout, uma cerveja cremosa e aveludada, feita com maltes torrados e aveia. Completam a degustação a Oatmeal em sua versão original e a White Chocolate Stout, uma versão de stout na cor clara.

“A cerveja Stout é uma escolha clássica para períodos com temperaturas mais baixas. Em sua versão mais tradicional, apresenta um aroma de caramelo e sabor de malte torrado. Combinando essas características com o extrato de coco queimado ou de café, por exemplo, você expande a experiência gustativa, provando bebidas totalmente distintas”, explica Isadora Neier, mestre cervejeira e sócia-proprietária ØL Beer.

Disponíveis pelo serviço de delivery da ØL Beer, os combos são compostos por growlers de 1L e quantidade varia de acordo com a opção escolhida. O público pode escolher entre oito variações:

Oatmeal Stout Tradicional
White Chocolat Stout
Café
Cacau
Cacau e Baunilha
Coco Queimado
Frutas Vermelhas
Canela
Experiência de degustação horizontal

Eduardo Vosgerau, mestre cervejeiro e sócio-proprietário da ØL beer, revela que a soma dessas essências ajudou a criar uma experiência totalmente nova, o que motivou o lançamento dos combos. “Foi quando tivemos a ideia de desenvolver fichas de avaliação. Queremos que qualquer pessoa possa proporcionar a si uma experiência de degustação horizontal”.

Eduardo explica que ao fazer uma degustação horizontal, experimentando várias cervejas do mesmo estilo para comparações, o público pode se desafiar a identificar características distintas da bebida. “São quesitos relacionados à aparência do chopp, aroma, sabor, corpo, amargor e retrogosto (aquele sabor que insiste na boca depois do gole)”, complementa.

Para fazer o pedido, basta enviar uma mensagem para WhatsApp da ØL Beer (41) 9.98821077, escolher os sabores e optar entre:

Combo Stout Iniciante (R$60): contém dois growlers de 1L
Combo Intermediário (R$90): contém três growlers de 1L
Combo Avançado (R$115): contém quatro growlers de 1L
Combo Sommelier (R$135): contém cinco growlers de 1L, além de um livreto com fichas de degustação e também um copo Pint personalizado
O objetivo da nova criação é proporcionar uma experiência divertida e prazerosa tanto para o público mais experiente quanto para pessoas iniciantes no consumo de cervejas artesanais.

É importante ressaltar que os growlers da ØL Beer são envasados em equipamentos que garantem a qualidade e segurança dos produtos. A validade dos growlers é de 45 dias a partir da entrega, desde que mantidos sempre em refrigeração. Os combos permanecem disponíveis até o fim da estação.

E mais: este mês a cervejaria está com uma campanha para incentivar a doação de alimentos não perecíveis para instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social. Por meio do Delivery Søulidário, quem doar ao menos 3 quilos de alimento não perecível no ato do recebimento do pedido, ganha 20% na compra de qualquer growler da marca. Todos os alimentos arrecadados serão doados para instituições sociais de Curitiba e São José dos Pinhais e as doações podem ser acompanhadas nas redes sociais da Cervejaria ØL Beer (@cervejariaolbeer).

Serviço

Combo de InvernØ

Pedidos pelo WhatsApp (41) 9.9882-1077, sendo que valores a partir de R$100 podem ser parcelados em até 4X no cartão de crédito.

São oito sabores de chopp Stout (tradicional, cacau, cacau e baunilha, coco queimado, café, frutas vermelhas, canela e a White Chocolate Stout) e as opções de combo são: Iniciante (dois growlers), Intermediário (três growlers), Avançado (quatro growlers) ou Sommelier (cinco growlers + livreto com fichas de degustação + copo Pint personalizado).

Mais informações: olbeer.com.br

facebook.com/cervejariaolbeer

instagram.com/cervejariaolbeer

Licor 43 anuncia a participação do Brasil no Campeonato Bartenders & Baristas Challenge 2020

Pela primeira vez, o país fará parte da disputa global do desafio, que este ano acontecerá numa versão "virtual" em todas as etapas da competição

O Licor 43, uma das bebidas com receita mais antiga e exclusiva do mundo, chama mais uma vez bartenders e baristas profissionais ao redor do mundo para mostrar sua experiência e criatividade na arte em mesclar Licor 43 e café. O Bartenders e Baristas Challenge 2020 chega a sua quarta edição e neste ano, além de ter a participação de participantes brasileiros pela primeira vez, será um formato absolutamente inédito: todas as etapas do campeonato serão online através do site e das redes sociais do licor espanhol.

A primeira etapa acontece entre os dias 20 de julho e 09 de agosto para as inscrições dos concorrentes no Brasil. Para participar, é necessário que o profissional seja ou bartender ou barista, e o desafio é criar uma receita exclusiva com Licor 43 e café. Após a inscrição, é obrigatória a postagem de um vídeo da receita em suas redes sociais marcando a hashtag #LICOR43BB2020. A inscrição será através do site oficial de Licor 43.

“Nós queremos mostrar nosso apoio e solidariedade aos bartenders e baristas durante a pandemia de Covid-19. Realizar a edição 2020 totalmente online significa que nós podemos continuar levando a paixão pelo Licor 43 como uma referência na escolha para drinks com café”, explica Julian Fernandez, Diretor Global de Marketing e Inovação de destilados da Zamora Company. “A única diferença é que devido ao distanciamento social nós não estamos pedindo que os competidores façam a inscrição em dupla, como nos anos anteriores, ou seja, bartenders e baristas devem inscrever-se por si só”.

“Os concorrentes serão convidados a filmar suas próprias criações para a fase local, que serão avaliadas por jurados selecionados em cada país. Dentre eles, um será escolhido para a próxima fase, a global”, explica Leandra Cappelli, gerente da marca no Brasil. Na etapa final, os escolhidos como melhores de cada país poderão revisar suas receitas e serão avaliados pelos jurados globais compostos pelos gurus dos cocktails, Simon Difford e Merijn Gijsbers, e o consultor e educador de café Timon Kaufmann. Os vídeos dos finalistas globais serão transmitidos através do Facebook Premier com um vencedor adicional votado pelo público. A competição no Brasil começará em 20 de Julho até dia 09 de Agosto. O vencedor nacional será anunciado dia 17 de Agosto e vai direto para a Final Global que será dia 23 de Outubro.

“Café sempre fez parte das raízes de Licor 43 quando você lembra do Café Asiático em Catagena e o Café Barraquito em Tenerife nos anos 50. Nos últimos 20 anos, observando o sucesso de Carajillo 43 no México, temos visto um aumento da popularidade dos drinks com Licor 43 e café ao redor do mundo”, explica Fernandez. “Há um casamento natural dos aromas e sabores entre os dois, e nos últimos três anos que realizamos esta competição, ficou bem claro o tamanho da inspiração dos competidores. Assim como ficamos maravilhados com a criatividade, nós estamos usando nossos conhecimentos técnicos para ajudá-los a trazer suas habilidades e especialidades para o palco durante a pandemia”, finaliza o executivo.

A edição do Campeonato em 2019 teve a Final Global nas Ilhas Canárias – onde o café de Licor 43 Baristo é cultivado – com a dupla vencedora de australianas Millie Tang, do The Gresham, e a barista Jessie Williamson, do Blackout Paddington, ambos em Brisbane.

Profissionais interessados em se inscrever no Licor 43 Bartenders and Baristas ‘Virtual’ Challenge 2020, devem acessar o site www.licor43.com ou podem entrar em contato com a Gerente da Marca no Brasil, Leandra Cappelli, pelo e-mail: licor43@estrelacomunicacao.com.br

Sobre o Licor 43

O Licor 43 é uma bebida que nasceu na Espanha, e que leva em sua receita 43 ingredientes secretos. Tem cor dourada e sabor único, com notas de infusões de frutas citricas mediterrâneas, ingredientes botânicos e baunilha, que adicionam mistério e sabor aos mais variados drinques.

É ótimo para consumo como digestivo após refeições, e também para as mais variadas e criativas combinações desde puro com gelo, adicionado a destilados ou em uma dose de café com bastante gelo, o famoso Carajillo 43.

Dia Mundial do Rock: por que cerveja é tão rock n´roll?

*por Carolina Scheibe beer sommelière e cofundadora da Whatever Cervejaria
O Dia Mundial do Rock, comemorado no dia 13 de julho desde 1985, foi escolhida em homenagem ao Live Aid. A celebração é uma referência a um desejo do Phil Collins, que expressou que aquele deveria ser considerado o “dia mundial do rock”. Que assim seja!

Avançando 35 anos na linha do tempo, chegamos a 2020. Um ano surpreendente que confinou a humanidade em casa por tempo indeterminado. Sem poder aglomerar em um bom e velho show de rock n´ roll, devido a pandemia do novo coronavírus, a saída para saudar as lendas rebeldes que fizeram desse gênero musical um estilo de vida é #ficaremcasa.

Em casa sim, sozinha nunca
Embalada por quase 100 dias de confinamento, comecei a refletir sobre o dia do rock n’roll e senti uma nostalgia absurda dessa dupla inseparável. Liguei o som e abri uma cerveja para pensar e me conectar com a música. Foi inevitável sentir falta da sensação de estar em outros ambientes, uma casa de show, na praia com amigos, em um bar. Enfim, a combinação de rock e cerveja remete a rua, liberdade, amizades e curtição. Todas essas coisas que a COVID-19 tirou temporariamente da nossa vida.

Por isso, peguei minha Whatever Vitii Capim limão, meu computador e sentei para escrever sobre experiências. São tantas as referências que o rock me proporcionou ao longo vida, mas a minha primeira memória é da Rita Lee. A rainha do rock nacional ainda é uma das cantoras preferidas da minha mãe e cresci escutando Ovelha Negra, Lança Perfume, Mania de Você e tantos outros sucessos.

Além da Rita, lembro que minha mãe ouvia Tropicália, Cazuza, Jovem Guarda, Beatles, Tim Maia, Os Mutantes, Secos e Molhados, em todos os lugares. Por isso, essa fase do rock nacional tem cheiro e gosto de mãe.

Só quem viveu sabe
Quando cresci um pouco, comecei a ouvir o que minha irmã mais velha escutava. Comecei minha jornada no rock dos anos 90 ajudando minha irmã a apertar o play na fita cassete na hora certa que a rádio iria tocar nossa música favorita ou rebobinando com caneta esferográfica aqueles pedaços enormes de fita embolados para fora. Nessa época descobri Biquini Cavadão, Legião Urbana, Paralamas, Titãs, RPM, The Cure, The Police, Pixies, Echo & the Bunnymen, Blur, Blondie, Pearl Jam e tantas outras bandas.

Aí veio a adolescência e com ela as descobertas dos prazeres da vida exterior. Ir à shows de rock e tomar cerveja começou a fazer parte da minha lista de programas favoritos. Como uma adolescente latino americana sem dinheiro no banco que era, bebia a cerveja que cabia no meu bolso. Nessa fase, meu critério era óbvio: quantidade e não qualidade. Foi mais ou menos nessa mesma época que a minha irmã caçula me apresentou sons novos como Raimundos, Charlie Brown Jr, Chico Science e Nação Zumbi, Lulu Santos, O Rappa, Virgulóides, Offispring, Blink 182, No Doubt, Green Day, Rage Against the Machine e outras tantas bandas do final dos anos 1990.

Enfim, um certo dia fomos a um show do Raimundos em Praia de Leste e nesse dia percebi como era bom ouvir rock n’ roll tomando uma cerveja bem gelada. Naquela hora outra dimensão se abriu para mim e percebi que essa união era perfeita e que iria me acompanhar ao longo da vida.

Muito tempo passou, minha lista de bandas preferidas aumentou demais e meus estudos sobre cervejas também. Passei por vários momentos ouvindo rock n’ roll com uma cerveja na mão. Não vou listar aqui quantos foram, pois faltaria espaço!

Toca Raul
Porém, para encurtar a história, vou dar um salto no tempo para o ano de 2019 para contar a mais recente experiência que reforçou minha convicção de que rock n’ roll e cerveja nasceram um para o outro. O mês era novembro e a banda Newholly tocava durante a festa do “Inesperado Acontece” do The12Beers, evento de cerveja que acontece duas vezes por ano em Curitiba, e eu peguei um copo de cada cerveja artesanal que estava sendo servida na festa.

A cerveja da mão direita era a “Black IPA” (IBU: 50-ABV: 5.7%), da Alright Beer que, segundo o mestre cervejeiro e criador da receita Marcos Marcelino, o Marcão, “é uma variação da American IPA de coloração escura, porém sem sabores fortes torrados dos maltes utilizados. Com perfil aromático de frutas tropicais, provenientes dos lúpulos americanos utilizados, é uma cerveja leve, refrescante e com alta drinkability“. Dei um gole e a banda começou a tocar Raul Seixas. Foi impressionante como percebi a sincronia entre cerveja e música passando por minha corrente sanguínea, trazendo uma sensação de maluquice beleza para minha boca. Esperava torra, amargor, terroso da IPA e fui surpreendida por uma cerveja tropical, fresca e deliciosa. Uma loucura!

Olhei para minha mão esquerda tinha um copo da sugestiva “Me Engana que eu Gosto” (IBU: 28-ABV: 9,1%), criada por Marcio Pádua, mestre cervejeiro e proprietário da Cervejaria 365. “A Me Engana que Eu Gosto apresenta sabores e aromas complexos provenientes da levedura belga utilizada, que associada ao seu alto teor alcoólico, proporcionará uma degustação única e equilibrada. A cerveja é convite para se deixar ser enganado”, explica Marcio. Nem preciso dizer que fui encantadoramente enganada por essa cerveja super saborosa e complexa, que não entrega tudo no primeiro gole. Cada prova traz mais profundidade e novas descobertas, viajei em frutas amarelas, especiarias como cravo, aroma licoroso, suave picância e paro por aqui, afinal, cada um que sinta o que quiser. Mas não posso deixar de dizer que não será enganado quanto à qualidade da cerveja.

Com a palavra os especialistas
Como gosto é algo super pessoal, conversei com pessoas que admiro muito na cena cervejeira de Curitiba e pedi depoimentos de suas experiências com cerveja e rock n´roll. Confira o que feras como Suelen Presser, da Klein, Fábia Malburg, da Mestre-Cervejeiro.com, Rodolfo Andrade, da Whatever Cervejaria e Haroldo Rocha do The12Beers têm a contar:

Suelen Presser, beer sommelière e proprietária da Klein
“O rock sempre será a melhor inspiração para criar cervejas com atitude. Foi nas suas batidas que nasceu Banda Rock Ipa da Klein, que tem o objetivo de fazer a sua cabeça chacoalhar. Com muito lúpulo, identidade marcante e atitude vamos ouvir um bom som. No Baixo, com notas moderadas apresento a Klein Session Rock IPA (IBU: 32-ABV: 4.7%) fazendo uma base de som sutil e imprescindível para a evolução do show. Na guitarra, com presença marcante, à Rock IPA (IBU: 45-ABV: 6.8%). Na Batera, com força total, está à Klein Imperial IPA (IBU: 86-ABV: 9.2%) com suas batidas firmes e intensas fazendo você pular o show inteiro. E no vocal, nada mais, nada menos que o lendário Dave Evans, vocalista do AC/DC que nos concedeu a honra de produzir a Klein Rock Ipa Dave Evans com adição de maracujá (IBU: 45-ABV 7.2%0 para sua turnê no Brasil. Uma edição limitada, autografada e inesquecível, um marco para a história da cervejaria Klein”, conta Suelen Presser, beer sommelière e proprietária da Klein Cervejaria.

Jamais poderia escrever um texto sobre cerveja e rock n´roll sem falar com a Suelen. Se hoje nós mulheres recuperamos nosso espaço no mundo cervejeiro temos muito a agradecer à Suelen. Ela é uma das pioneiras nesse mercado e, com muita dedicação e persistência, abriu o caminho que passamos atuar nessa área. A Klein Cervejaria é o exemplo de como a união entre cerveja boa e rock pode ser fantástica.

Fábia Malburg, beer sommelière e gestora de comunicação da Mestre-Cervejeiro.com
“Quando o Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden (uma das minhas bandas favoritas), revelou que era mestre cervejeiro e fez a primeira Trooper, fiquei louca atrás da cerveja e do copo. Naquela época conhecia muito pouco sobre estilos, ela é uma Special Bitter, eu experimentei e não entendi muito bem a proposta. Anos depois tive que degustar de novo. Quando a Bodebrown, cervejaria de Curitiba, divulgou que estava produzindo a Trooper brasileira, uma Session IPA com adição de nibs de cacau, foi uma nova emoção. Lá fui eu atrás da cerveja e me apaixonei. Obrigada, Bruce!!! Rock’n’roll e cerveja são minhas paixões. Por mais que as duas coisas casem perfeitamente, grandes shows raramente oferecem cervejas artesanais, e nós, beer lovers, temos que nos contentar com cervejas comerciais a preços absurdos. Lembro uma vez que fui a São Paulo para um show do Richie Sambora, ex guitarrista do Bon Jovi. Era um lugar pequeno, excelente pois ficamos perto do palco muito confortáveis, sem aperto. Quando fui ao bar, custei a acreditar, 4 torneiras de chope artesanal! Tive que degustar todos eles, foi uma bela experiência, curti muito mais o show!”

Rodolfo Andrade, sócio e fundador da Cervejaria Whatever
Para o meu sócio, o Rodolfo Andrade, que também é o criador das nossas cervejas. “Geralmente é assim quando vou bolar uma nova béra: lápis e papel na mão direita, pint gelado da mão esquerda, chinelo de dedo nos pés e rock’n’roll nos fones! É o tipo de coisa que não se faz por encomenda. A inspiração vem e BUM! Lembro do dia em que nasceu a Ceis, session IPA da Whatever Cervejaria. Eu queria brassar uma IPA de presença nas minhas panelas em casa e estava com algumas ideias de lúpulos para usar. Conversando comigo mesmo eu dizia: vou usar Columbus e Citra. Não, não, usarei Chinook e Cascade. Putz, mas Centennial e Comet ficaria massa. Enfim, dei outro gole na minha béra, a faixa virou nos fones e o estalo rolou! Cara, vou botar todos eles, todos os seis, e caprichar nas técnicas de lupulagem para extrair o melhor de cada um deles só pra ver no que vai dar. Fiquei surpreso com a coincidência de usar seis variedades de lúpulo na mesma cerveja e todos começarem com a letra C. O nome nasceu na sequência, Ceis que nada mais é seis lúpulos com a letra C. O resultado nas panelas ficou tão irado que mandamos brassar na cervejaria. Essa foi a cerveja mais rock’n’roll que já criei até hoje. Os seis lúpulos formaram uma espécie de banda, cada um fazendo a sua parte pra melodia soar perfeita”, relembra Rodolfo.

Por que cerveja e rock n´roll combinam tanto?
“Se você ainda não está convencido que rock n´roll e cerveja combinam saiba que os dois harmonizam tanto porque são democráticos, possuem vários estilos e vertentes. São apreciados por pessoas de todas as classes, cores e estilos ao redor do mundo. Cada pessoa curte rock e cerveja do seu jeito, no seu tempo e sem preconceitos. É por isso que eu gosto tanto dos dois e da combinação deles”, conta Haroldo Rocha, organizador do The12Beers.

Quem tem amigos tem tudo
Depois de tantas experiências, cheias de significados, só posso agradecer ao depoimento de cada uma dessas pessoas queridas e, finalmente, convidar você que chegou até aqui a colocarem seu rock preferido no som, pegar sua bera e deixar rolar. Permita-se viajar nas notas musicais e nos sabores e aromas da cerveja. Sinta tudo aquilo que sentimos quando unimos essa dupla.

Para quem ficou curioso, escrevi este texto ao som de “Wish You Were Here” do Pink Floyd em homenagem a todos que perderam seus entes queridos nesse ano tão estranho. Depois vieram “Dreaming”, do Blondie na versão do Green Day, “Back On The Chain Gang”, The Pretenders, “Pretend We’re Dead” do L7 e muito mais. E a cerveja? Nem posso contar, mas é uma que me ajuda a sonhar. Mas tudo sem muita “goumertização”, pois o mais importante é curtir e ser feliz.

Três receitas de coquetéis para curtir no Dia do Chocolate

Seja como ingrediente ou decoração, doce pode harmonizar muito bem nos drinks

São Paulo, 6 de julho de 2020 - O Cacau pode ser traduzido como Elixir dos Deuses. Reza a lenda Maia que foram os deuses quem deram o chocolate à humanidade e, no dia 7 de julho, é comemorado o dia mundial do chocolate. A iguaria, muito apreciada por Astecas e Maias nos primórdios, passou a integrar a alimentação contemporânea não só pelo sabor, mas também pelas propriedades nutricionais. De acordo com pesquisadores da Austrália, pessoas que comeram chocolate pelo menos uma vez por semana, em estudo, tiveram melhor desempenho em tarefas cognitivas. Chocolates meio amargos e amargos são ricos em cálcio, magnésio, ferro, fósforo, manganês e cobre. São também fonte de potássio, selênio e zinco, além de carboidratos, proteínas e fibras. Se consumido com parcimônia, pode ajudar a combater o estresse, ansiedade e melhorar o humor, já que ajuda o organismo a secretar serotonina [hormônio do bem-estar].

Pensando nisso, trouxemos aqui três receitas de coquetéis que levam chocolate, seja como harmonização, seja como ingrediente. O primeiro faz parte da nova carta de drinks da marca Quetzalli, o primeiro coquetel de alta qualidade pronto para servir e beber à base de tequila do Brasil. O drink foi criado por Milton Lopes, embaixador da marca e bartender do Estúdio Becca.

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50ml de Quetzalli
30ml de café
10ml de cointreau
Gelo

Modo de preparo: adicione todos os ingredientes na coqueteleira. Bata tudo e sirva em taça.

Guarnição de sonho de valsa
100ml de Quetzalli
2 bombons sonho de valsa
30ml de leite condensado

Modo de preparo: No liquidificador, coloque todos os ingredientes. Bata tudo, coloque na forma de gelo e sirva como sorvete ou sobremesa ao lado do drink.

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Negroni com borda de cacau, por Bianca Petrillo
30 ml de BEG Gin
30 ml de campari
30 ml de cinzano
Gelo grande
Cacau em pó
Casca de laranja

Como fazer: Pegue um copo baixo e "suje" uma parte da borda com o cacau em pó. Coloque a pedra grande de gelo dentro. Agora, adicione gin, campari e cinzano. Mexa o líquido com uma bailarina. Pegue a casca de laranja e aperte sobre o copo para liberar os óleos essenciais da fruta e perfumar o drink. Finalize com a casca dentro da bebida.

14b48b60-1ba9-4a60-94d7-2670339e4c9e.jpgChocolate Negroni
30 ml de BEG Gin
30 ml de vermute
30 ml de Brasilberg
15 ml de licor de chocolate
1 quadrado de chocolate meio amargo
Gelo grande

Como fazer: Em um copo baixo, coloque o gelo grande. Adicione todos os ingredientes e mexa com uma bailarina. Finalize com um quadrado de chocolate meio amargo sobre o gelo.

Entre telas e taças

Confira 5 bons filmes com vinhos no roteiro, para assistir no streaming ou na sua TV, em companhia de seu rótulo preferido ou de alguns da Concha Y Toro

Quem aí não ama um bom filme que gire em torno do universo dos vinhos? Principalmente agora, que estamos limitados a viajar para visitar vinícolas espetaculares mundo afora, vale se contentar com uma história fascinante e uma bela taça de vinho para acompanhar. A VCT – Vinícola Concha Y Toro , que recentemente disponibilizou conteúdo gratuito de um curso EAD para amantes do vinho através do link https://www.youtube.com/channel/UCH_ZwYUmBgnMhDzX7e444aA?guided_help_flow=3 e lançou em abril a campanha #continue , estimulando as pessoas a fazer o que mais gostam em companhia de seus rótulos preferidos, sugere 5 vinhos e 5 filmes para as semanas que ainda nos restam na quarentena.

Confere aqui!

1)Um bom ano –Russel Crowe interpreta um investidor da bolsa e herda de seu avô, o notável ator Albert Finney, uma bela vinícola na Provence. O filme ainda tem Marion Cotillard, para alegria dos fãs da bela atriz francesa. As paisagens são de tirar o fôlego, e a cada vez que uma taça de vinho aparece em cena, dá vontade de sair correndo abrir uma garrafa.

Vinho para acompanhar – Don Melchor, porque é um corte de grandes cepas francesas, é requintado e único, como a própria história deste filme adorável.

Nada menos que o célebre enólogo Enrique Tirado está por trás deste grande rótulo! Foi produzido com 93% Cabernet Sauvignon, 3% Cabernet Franc, 3% Petit Verdot, 1% Merlot e descansou 14 meses em barris de carvalho francês (55% novos e 45% de segundo uso). Temperaturas inferiores às da anterior, marcaram esta safra, também influenciada pelo fenômeno El Niño. Os solos pedregosos de Puente Alto contribuíram para a drenagem das chuvas no período de colheita, permitindo um amadurecimento equilibrado. De vermelho escuro profundo, este vinho esbanja elegância e fineza, e apresenta importante expressão aromática, na qual se destacam notas de frutas vermelhas pequenas. Em boca, um ataque suave que se perpetua com um perfeito equilíbrio de sabores e um final de boa duração, com destaque para taninos delicados e equilibrados. Teor alcóolico de 14%

2) Sideways- Amelia Chardonnay – Não bastasse a carismática atuação de Paul Giamatti, o filme conta ainda com Thomas Haden, protagonista da série HBO Divorce, em interpretação hilária. O enredo se baseia na história de Miles Raymond, aspirante a escritor que presenteia seu amigo em sua despedida de solteiro com uma viagem enoturística pela California. Ambos se envolvem com duas mulheres, sendo uma delas tão apaixonada por vinho quanto Miles Raymond. O filme ganhou Oscar de melhor roteiro, inclusive. Vale a pena rever!

Vinho para acompanhar: Amelia Chardonnay, porque traz uma emblemática cepa tão popular na California e evoca o fascínio de vinhos feitos com ela.

Com o enólogo Marcelo Papa à frente deste premiado rótulo, Amelia tem um novo visual e uma nova origem para a produção de seu Chardonnay. A nova origem de Amelia é o resultado da busca da vinícola chilena Concha Y Toro por vinhos com caráter, que expressam as características únicas que o Vale de Limarí contribui para a Chardonnay, proporcionando grande frescura, mineralidade e acidez equilibrada aos vinhos. O vale de Limarí está localizado na região de Coquimbo, a cerca de 300 km ao norte de Santiago. De cor amarelo cristalino e brilhante, este vinho é complexo e possui várias camadas de aromas de flores branca e pêra, além de notas minerais predominantes. É refrescante e apresenta uma excelente combinação de estrutura e mineralidade, com um atraente nível de salinidade, em seu final fresco e longo.

3) O Julgamento de Paris – Don Melchor – O filme relata a impressionante performance dos vinhos californianos que desbancaram a supremacia francesa e colocaram produtores do Novo Mundo no Olimpo dos críticos e experts de vinhos. O famoso “Julgamento de Paris” aconteceu em 1976. No enredo, uma família de vinhateiros californianos à beira da falência, consegue colocar seu vinho nesta prova às cegas, arrematando a maior nota. E ainda tem os ótimos Bill Pullman e Chris Pine no elenco. Imperdível!

Vinho para acompanhar: Marques de Casa Concha Etiqueta Negra, porque traz na garrafa a elegância e a surpresa de um vinho complexo e notável, perfeito para acompanhar este filme intrigante

Elegante e complexo, com belos tons de vermelho escuro, o vinho tem corpo untuoso, com notas de cereja, salsaparrilha preta, cedro, amora e breu, além de um toque de grafite. Apresenta uma profunda concentração de sabores emoldurados por taninos intensos. Uma textura quase sedosa envolve sua estrutura tânica, que se destaca realmente no começo do longo final.

4) Sob o Sol da Toscana – Baseado em livro homônimo, o filme conta a história de Frances Maye, que foge para a Toscana ao descobrir que seu marido a trai. Além de belas paisagens desta região - uma das grandes produtoras de vinhos no mundo – as cenas sempre ganham a companhia de uma bela taça de vinho, elemento que compõe o pano de fundo e nos faz viajar pelo belo vilarejo toscano, em Cortona, onde as cenas são rodadas.

Vinho para acompanhar: Casillero Carménère, pela suavidade e o pomar de frutas e especiarias que traz, é uma boa companhia para rever este filme e suas belas paisagens.

Guardado em barricas de carvalho americano, cor vermelho intenso, escuro e profundo sugere aroma de ameixas negras, especiarias e groselhas maduras, junto com chocolate, notas de café e tostado. Boa estrutura e suave na boca. A carmenere é uma variedade de cepa que desapareceu de seu lugar de origem, o Médoc, ao norte de Bordeaux, depois da peste filoxera, reaparecendo depois no Chile no final do século XX. Taninos suaves e redondos, o fazem ideal para acompanhar queijos maduros.

5) Caminhando nas Nuvens - Passados 4 anos da II Guerra Mundial, Keanu Reeves, que faz o papel de um vendedor de chocolates, se envolve com Vitoria Aragon, interpretada por Aitana Sanches Guijon. No cenário, o vinhedo Las Nubes se destaca, e o casal se apaixona durante a colheita de uvas. Ambos enfrentarão grandes desafios a partir daí para viver este grande amor.

Vinho para acompanhar: Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon, um vinho cheio de personalidade, com forte senso de origem, e que também passou por desafios de elaboração para chegar ao seu notável caráter.

Outra obra prima de Marcelo Papa, este Cabernet Sauvignon descansa em 16 barris de carvalho francês e em fudre piemontês de 5 mil litros, por 16 meses. Tem potencial de guarda para ser consumido até 2024 ou pode ser bebido agora. De cor vermelho profundo, sugere nas notas de prova cereja untuosa, salsaparrilha, cedro, amora, alcatrão e presença de fumaça. Possui grande concentração de sabores moldurados por seus taninos firmes. Uma textura suave, quase sedosa, que cobre a firme estrutura tânica subjacente, que realmente aparece no início do seu longo final.

Cervejaria ØL Beer lança projeto solidário SØUL

Para ajudar a atender as necessidades de pessoas em vulnerabilidade social, a cervejaria artesanal lança um calendário de ações sociais em Curitiba e região para todos os meses de 2020

Em tempos de pandemia e crise econômica, governo, empresas e a sociedade civil precisam se unir para mitigar os efeitos da pandemia. A fome não espera e gera uma sequência de sofrimento e riscos sociais. Ciente desta necessidade, a microcervejaria artesanal ØL Beer dá vida ao Projeto SØUL, uma iniciativa para ajudar a atender as necessidades de pessoas em situação de vulnerabilidade social em Curitiba e São José dos Pinhais.

O Projeto SØUL (palavra que em inglês significa “alma”) foi inspirado no “Chopp do Bem”, uma campanha solidária promovida em abril pela Associação das Microcervejarias do Paraná (PROCERVA). Os sócios e mestres cervejeiros da ØL Beer, Isadora Neier e Eduardo Vosgerau, contam que participar daquela ação foi o empurrão que faltava para dar vida a um projeto com maior duração, cujo objetivo é gerar um calendário de ações para todos os demais meses de 2020.

Além de ser uma ótima alusão fonética à marca, o SØul também reflete o propósito da ØL no mercado da cervejaria. “Ainda que estejamos em tempos de crise, sempre há espaço para a solidariedade. Para nós, empreender não é apenas produzir e vender cerveja. Entendemos que podemos fazer mais e por isso queremos ajudar o máximo de pessoas que conseguirmos e também criar ações para estimular a microeconomia de nossa região”, explica Eduardo Vosgerau.

Calendário SØUL

Com as duas primeiras ações a serem realizadas já em junho, o projeto SØUL dará vida a partir dessa semana ao "Delivery Søulidário". A ação consiste em desconto de 20% em qualquer growler da marca para quem doar ao menos 2 quilos de alimentos não perecíveis. Basta pedir direto pelo Whatsapp da cervejaria: (41) 9882-1077. Um dos entregadores próprios da marca coletará as doações no endereço do cliente e aplicará na hora o desconto. Além de um benefício ao cliente, a ideia é aumentar as arrecadações que serão destinadas a instituições sociais de Curitiba e São José dos Pinhais. E mais: a cada pedido acima de R$ 100,00 em compras, a cervejaria vai doar mais 1 KG de alimento.

“A gente determinou uma pequena quantidade mínima para incentivar as doações, mas quanto mais as pessoas puderem doar, melhor. O grande intuito aqui é ajudar a quem precisa e a cerveja é só um motivo para celebrar uma boa ação. Sabemos que juntos, cada um fazendo um pouquinho, podemos impactar muitas pessoas. Queremos que a ØL seja um veículo para selecionar instituições sociais que realmente precisam e receber as doações de todos que podem ajudar”, completa Isadora.

Além disso, neste sábado (dia 27/06), a ØL Beer abre os portões da fábrica, localizada em São José dos Pinhais, para a realização da ação “Entregando SØlidariedade”. Nesse dia, a partir das 14h, a ØL disponibilizará 150 growlers pet de 1L com o chopp Baldr Pilsen Puro Malte envasado direto do tanque, fresquinho. Para participar, basta levar a partir de 2 kg de alimentos, 5 itens para higiene pessoal ou 2 unidades de produtos para higienização de superfícies. A troca dos growlers por produtos será realizada por drive thru, para que o motorista não precise sair do carro para fazer o bem.

“Nessa ação também queremos fomentar a arrecadação de itens de higiene, porque sabemos a importância que isso faz no cenário atual. Há pessoas que sequer tem sabonete para higienizar as mãos, um dos itens fundamentais para o combate ao coronavírus”, reforça Eduardo.

Em julho, será a vez de trocar alimentos por máscaras exclusivas e personalizadas com a temática viking, principal inspiração da identidade visual da cervejaria artesanal. Para isso, a ØL Beer deu vida a máscaras personalizadas, nesta ação intitulada "Guerreirøs Mascarados". Para participar, bastará ir até a fábrica da ØL Beer, a partir das 14 horas, e levar pelo menos 3kg de alimentos. A data de lançamento e os demais pontos de troca serão divulgados em breve, nas redes sociais da cervejaria artesanal. Por lá também será possível acompanhar todas as entregas das doações.

Ações solidárias ao longo de 2020

Isadora enfatiza que as pessoas precisam de ajuda constantemente. “Por isso, também recebemos doações na nossa fábrica de quem mais quiser contribuir livremente com o projeto. Basta levar as doações até nosso endereço de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h. Para os residentes de Curitiba (PR) que quiserem colaborar, temos um posto de coleta em um de nossos parceiros, o Mad Jack Beer Lab (@madjackbeer), localizado no bairro Alto da Glória”.

“Esperamos conseguir uma boa adesão do público em geral e, quem sabe, até captar algum parceiro ou patrocinador. Isso daria ainda mais força ao projeto”, considera Eduardo. A intenção da equipe ØL Beer é preencher o calendário anual do projeto SØUL com diversas ações.

A cervejaria também está aberta a receber indicações de organizações sociais de Curitiba e região metropolitana que queiram se candidatar para receber as doações arrecadas. Instituições interessadas em saber mais sobre o projeto podem entrar em contato pelo e-mail: contato@olbeer.com.br.

A mestre cervejeira faz por fim um convite: “Para quem quiser se voluntariar, também basta entrar em contato via e-mail com a gente. Será um prazer aumentar nossa equipe de voluntários para entregas nesse projeto”. Todas as doações podem ser conferidas nas redes sociais da marca (Facebook e Instagram: @cervejariaolbeer).

Serviço

Projeto SØUL: calendário de ações sociais da microcervejaria artesanal ØL

Junho:

• Delivery Søulidário: 20% de desconto para quem doar ao menos 2 quilos de alimento não perecíveis. Ação exclusiva para delivery, pelo Whatsapp da cervejaria: (41) 9882-1077.

• 27/06: Entregando SØlidariedade, com entrega de growlers da Baldr Pilsen Puro Malte para quem doar a partir de 2 kg de alimentos, 5 itens para higiene pessoal ou 2 unidades de produtos para higienização de superfícies.

Fábrica ØL Beer: Alameda Arpo, 1569, São José dos Pinhais – PR.

• Doações livres: basta levar alimentos e produtos de higiene até a fábrica da ØL Beer.

Julho:

• Guerreirøs Mascarados, troca a partir de 3kg alimentos por máscaras exclusivas e personalizadas com a temática viking.

Mais informações: olbeer.com.br

facebook.com/cervejariaolbeer

instagram.com/cervejariaolbeer

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Inverno cor de rosa Vinhos Rosés podem ser uma excelente opção para variar os sabores do inverno

Garrafa de bebida Descrição gerada automaticamenteUma imagem contendo garrafa, no interior, comida, mesa Descrição gerada automaticamente
Com o inverno chegando com tudo no Brasil, os vinhos tintos acabam ganhando um maior espaço nas adegas e mesas dos brasileiros por terem características mais fortes. Porém, ao redor do mundo as pessoas estão descobrindo, na versatilidade dos vinhos rosés, uma grande oportunidade de ampliar os sabores de pratos típicos da temporada como Fondues e strogonoffs.

“Só beber vinho rosé no verão é como dizer que só se pode beber vinho tinto depois do anoitecer. O Rosé é como todos os outros tipos de vinhos, você deve beber quando quiser”, explica Hildebrando Lacerda, diretor comercial da marca do Brasil.

A empresa é a distribuidora de cerca de 100 rótulos de vinhos, entre brancos, tintos, espumantes e rosés, originários da Espanha, Itália, França e Chile. Outra proposta da empresa é apresentar novidades e tendências como foi o caso da marca Rosé Piscine, que hoje conta com três produtos Rosé Piscine Stripes, para ser apreciado com duas pedras de gelo; SeaSun, para ser degustado apenas refrigerado e a espumante Freez, também para ser servido com gelo.

A linha Rosé Piscine é o nosso carro-chefe, justamente pela versatilidade que a bebida oferece. Tanto que o Rosé Piscine Stripes, que é o principal produto da marca, foi o vinho Rosé Francês mais vendido no Brasil por dois anos seguidos, em 2018 e 2019”, completa Lacerda.

Produzido na região sudoeste da França, em uma das vinhas mais famosas da região, a bebida tem em sua composição a uva 100% negrete e o paladar é de um vinho rosé de mesa suave, de aroma levemente frutado que traz notas de pêssego, limão e morango, com um toque especial de lichia que dá um toque exótico. “O Rosé Piscine Stripes traz uma concentração de açúcar que exige que ele seja degustado com 2 ou 3 pedras de gelo deixando-o mais equilibrado, mas sem perder o sabor”, explica o executivo.

“A idéia de que o rosé só é apreciado em clima quente está felizmente ficando defasada. As pessoas estão entendendo que é possível trazer a energia e o calor de uma bebida até então tida como típica do calor, para o inverno... acredito até que esse conceito faça um bem para a nossa cabeça, hehehe” finaliza.

Serviço
www.rosepiscine.com.br
Instagram: @rosepiscineoficial
euquero@rosepiscine.com.br
Telefone: (11) 3122-9500 | (11) 94353-5739
Descubra esse novo universo onde as bolhas são as rainhas do momento.

Sobre o Rosé Piscine
O Rosé Piscine é uma bebida sofisticada e irreverente, já que possibilita ao consumidor degustar o vinho de forma diferenciada – com duas a três pedras de gelo. Feito sob medida para aqueles que gostam de drinques refrescantes, ele é composto por 100% de uva Negrette, traz graduação alcoólica de 11% e deve ser consumido em uma temperatura que varia entre 6 e 8 graus. Seu aroma é levemente frutado, com notas de pêssego, limão e morango e traz um sabor com toque de lichia, mistura que proporciona um final exótico para quem o aprecia. Reconhecido como o primeiro vinho rosé do mundo a ser bebido com cubos de gelo, Rosé Piscine tem se tornado cada vez mais uma das preferências dos brasileiros, sendo o vinho francês importado mais vendido no Brasil, em 2018 –, segundo dados da Ideal Consulting. Seu rótulo colorido, com listras azuis e brancas, a garrafa se destaca em qualquer lugar que é exibida. Este refrescante vinho foi criado em Saint-Tropez e produzido na região sudoeste da França, país onde a bebida vende mais de um milhão de garrafas por ano.

Entenda porquê os vinhos combinam tanto com o inverno

Vamos contar uma história: a chegada do inverno pode mudar alguns hábitos das pessoas, principalmente na região mais frias. Optamos por alimentos mais quentes nessas épocas. Nessa busca em aquecer o nosso corpo o vinho acaba aparecendo na mesa das famílias, dos encontros, na harmonização com preparos especiais. É um hábito tão automático que a gente é capaz de esquecer a origem dele. Que o vinho nos aquece, que harmoniza bem é sempre falado. E, quando consumido moderadamente, faz bem à saúde. Mas, como começou esse hábito de beber vinho no inverno? A resposta não é simples, pois enólogos têm várias versões para a origem da bebida. Pode ter sido na antiguidade. Há registros no Egito, Grécia e Roma, por exemplo.

Depois com as grandes navegações os vinhos de várias partes da Europa começaram a circular, chegando inclusive para até nós, na América. Ao longo dos séculos, o vinho seguiu em alta durante várias revoluções e transformações da humanidade. Porém, quais os melhores vinhos para tomar no inverno? Aproveitamos à dúvida e pedimos para que o Ricardo Gura, da VinVino, e-commerce de vinhos e espumantes, que atende Curitiba e região com frete grátis, fizesse uma seleção de cinco vinhos que combinam com inverno. Ele apresenta cinco opções de vinhos para o inverno.

Confira algumas sugestões:
Marques de Borba Tinto ( Portugal) 750 ml – R$ 45,68
Fran Nieto Senetiner Malbec (Argentina) 750 ml – R$ 47,69
Luccarelli Rosso Puglia IGP (Itália) 750 ml – R$ 62,07
Alfredo Roca Fincas Chardonnay (Argentina) 750 ml – R$ 62,17
hâteau Reynon Sauvignon ( França) 750 ml – R$ 126,76
E sobre a origem do hábito de beber vinhos no inverno, qual a resposta?

Já entendemos que a criação do vinho tem várias versões, que ele passou por transformações, inclusive tecnológicas. Hoje, uma das bebidas mais consumidas no mundo, pode estar na sua mesa, com pequenos comandos no celular, mas agora só falta responder a pergunta: de onde vem esse hábito de beber vinho nas estações mais frias? Ficamos sem a resposta exata e olha que procuramos. Se não sabemos ao certo, acreditamos que você tenha algumas informações de onde e quem começou, como muitos hábitos que passam de geração para geração, temos informações interessantes sobre os vinhos para compartilhar.

O frio permite avançarmos um pouco na gradação alcoólica dos vinhos. Isso porque, em primeiro lugar, o álcool nos transmite uma sensação de aquecimento. Ao dilatar os vasos sanguíneos, o fluxo de sangue nas extremidades aumenta e produz a impressão de que estamos mais quentes, até ruborizados. Na verdade, a dilatação dos vasos produz maior exposição do sangue às baixas temperaturas, que retorna ao interior do corpo volta mais frio. Ou seja, o álcool diminui nossa temperatura. Um segundo motivo que colabora com o consumo de vinhos mais alcoólicos é o tipo de alimentação de inverno.

Com o aumento do consumo de calorias para manter a temperatura do corpo, temos mais fome e, consequentemente, elevarmos a quantidade de calorias ingeridas. Essas calorias adicionais muito comumente vêm de pratos mais elaborados, mais condimentados e mais complexos. A gordura e complexidade dos pratos de inverno pedem vinhos mais encorpados, o que sugere, assim, vinhos mais alcoólicos. Gostou? Então agora escolha seu vinho e prepare a sua harmonização.

Sobre a VinVino

A VinVino é uma loja virtual de vinhos e espumantes, que seleciona, indica e entrega os melhores rótulos do novo e velho mundo para ajudar você a viver o vinho e a vida com mais intensidade.

https://www.instagram.com/vinvinobr/
https://www.facebook.com/vinvino.com.br/
WhatsApp – 41 98725-6329

Miolo mais perto dos brasileiros

Vinícola tem rótulos do Vale dos Vinhedos, Campanha Gaúcha e Vale do São Francisco que atendem aos mais diversos estilos partindo de R$ 28 a garrafa, ideais para curtir o inverno em casa

Ficar em casa na estação mais fria do ano pode ser muito mais prazeroso. Com o distanciamento social, novos hábitos passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas. Degustar um bom vinho no aconchego do lar é um deles. Em tempos de pandemia, a bebida em sua diversidade brasileira, tem sido facilmente encontrada em supermercados ou pelo e-commerce. Com o maior portfólio de vinhos finos brasileiros, hoje 120 rótulos, a Miolo oferece um mix amplo e diversificado para todos os estilos com preços que partem de R$ 28 e entrega em todo território nacional.

Com produção 100% vegana e livre de alergênicos, a Miolo é única no Brasil a produzir em quatro diferentes terroirs – Vale dos Vinhedos / Serra Gaúcha, Fortaleza do Seival / Candiota na Campanha Meridional, Almadén / Santana do Livramento na Campanha Central e Terranova / Vale do São Francisco -, o que coloca na mesa do apreciador de vinhos um amplo leque de variedades, desde castas tradicionais como as tintas Cabernet Sauvignon e Merlot e a branca Chardonnay, além de apostas com o Syrah, Tempranillo, Touriga Nacional, Cabernet Franc e Tannat, por exemplo.

A criatividade também tem sido adotada por muitos para ressignificar o momento. Afinal, o ritual de abrir uma garrafa de vinho, mesmo que de maneira descomplicada, traz consigo uma experiência sensorial única. Muita gente tem apostado em degustações virtuais que reaproximam as pessoas de um jeito diferente. O acesso aos vinhos da Miolo é facilitado em todo o país com marcas disponíveis em supermercados e a linha completa no e-commerce (loja.miolo.com.br). Com preços atraentes, uma logística facilitada e promoções com frete grátis em todo o país, a Miolo está mais perto dos brasileiros.

Dicas do enólogo
Impossível falar da trajetória da Vinícola Miolo sem falar da linha Miolo Seleção, lançada em 1994. A marca se tornou conhecida e apreciada em todo o Brasil e hoje é o vinho mais distribuído tanto no mercado interno quanto externo com presença na Alemanha, Austrália, China, França, Guatemala, Hong Kong, Japão, Nova Zelândia e Paraguai e, em breve, na Nigéria. A linha traz cinco rótulos bi varietais, todos elaborados com uvas cultivadas nos vinhedos próprios do Seival, na Campanha Meridional, em Candiota. A dica para este inverno é o Miolo Seleção Tempranillo/Touriga e o Miolo Seleção Cabernet Sauvignon/Merlot, com valor de R$ 34,43 no e-commerce. O primeiro foi indicado este mês por Manoel Beato, sommelier do Fasano, numa seleção que o especialista fez de rótulos brasileiros de qualidade com preço inferior a R$ 60.

Outra boa opção custo-benefício são os vinhos da linha Almadén, elaborados com uvas cultivadas no vinhedo de vinífera em espaldeira mais antigo do Brasil, em Santana do Livramento. O Cabernet Franc, o Merlot e o Cabernet Sauvignon são indicados para a estação mais fria do ano. O preço de R$ 28,68 a garrafa é super atrativo. Para quem busca um varietal mais elaborado com passagem por barrica, a linha Reserva, a mais tradicional da Miolo, que iniciou com o Merlot Safra 1990, oferece o Cabernet Sauvignon, Tannat, Tempranillo, Merlot e agora o Shyraz, este com uvas do Vale do São Francisco. Estes rótulos são oferecidos a R$ 56,95 a garrafa.

Agora, se o interesse é para vinhos mais estruturados, de guarda, a Miolo coleciona rótulos. E uma boa dica são os vinhos da Safra 2018, chamada pelo enólogo Adriano Miolo de ‘Safra Lendária’. Dois exemplares desta seleta série The 2018´s Seven Legendaries of Miolo – os Sete Lendários” são o Quinta do Seival Castas Portuguesas, o sabor de Portugal no Brasil, e o intenso Quinta do Seival Cabernet Sauvignon, ambos da Campanha Meridional – Candiota e que custam R$ 112,53.