Alegra participará da Mercosuper 2022 e apresentará nova linha de lasanhas congeladas

A Alegra também oferecerá outras 11 categorias de embutidos e produtos de carne suína para degustação, no evento que acontece entre 5 e 7 de abril

A Alegra estará presente na Mercosuper 2022, a maior feira do setor supermercadista do Paraná, que será realizada entre os dias 5 e 7 de abril no Expotrade, em Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba. A empresa apresentará suas linhas de produtos, inclusive com o oferecimento de alimentos para degustação no estande da Unium, grupo à qual a Alegra pertence ao lado das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal. A Mercosuper é a feira anual da Associação Paranaense de Supermercados (Apras) que volta a ser realizada após dois anos de ausência por conta da pandemia do coronavírus. A última edição aconteceu em 2019.

Além das lasanhas, a Alegra oferecerá ao público produtos resfriados, como linguiças, picanha suína, sobrepaleta temperada, salame italiano, salame hamburguês, bacon, presunto defumado, lombo defumado, pepperoni e calabresa. Também serão exibidos os pacotes de ingredientes para feijoada, pacotes de bacon tablete, bacon pernil e de costelinha defumada, completando o portfólio da Alegra. O local também terá uma sala de reuniões para a realização de encontros com futuros parceiros, clientes e fornecedores.

“Participar da Mercosuper é uma oportunidade excelente para a Alegra mostrar seus produtos e falar das novidades que temos para o público. A feira oferece a possibilidade de realização de novos contatos com representantes de supermercados de todo o estado, o que nos permite realizar negócios e abrir novos mercados que vão colaborar para a expansão da nossa indústria. A Alegra tem participado da Mercosuper desde a sua fundação e o evento tem um papel estratégico de grande importância”, afirma o diretor-superintendente da Alegra, Matthias Rainer Tigges.

Sobre a Alegra

Criada em 2015, a indústria de alimentos Alegra, localizada em Castro (PR), é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Hoje, a empresa emprega mais de 1.600 colaboradores diretos e beneficia mais de 5 mil famílias dos Campos Gerais. Possui 11 linhas de produtos e exporta as proteínas suínas para 32 países.

Alegra fatura mais de R$1 bilhão em 2021 e cresce mais de 17% em comparação com o ano anterior

Indústria paranaense de alimentos vem expandindo sua produção e quer ampliar a sua atuação no mercado nacional

A Alegra, indústria alimentícia paranaense, faturou, no ano de 2021, mais de R$1 bilhão na venda de onze linhas de produtos suínos in natura e processados, o que representa um crescimento de 17,2% em relação ao ano anterior. O aumento do faturamento acompanha o aumento da produção de carnes suínas processadas.

Foto: Divulgação/Alegra

Tal crescimento se dá em um momento de avanço das comercializações no mercado interno (atualmente cerca de ¼ da produção é exportada), apesar da crise econômica e da pandemia do coronavírus. Segundo o superintendente da empresa, Matthias Rainer Tigges, a carne suína vem ganhando espaço no país. “Existe muito espaço para o crescimento do consumo de carne suína no Brasil. Ela é a carne mais consumida no mundo e no Brasil ainda não passa de 15kg per capita/ano. Com os altos preços das carnes bovinas, a proteína suína passou a ter mais representatividade na mesa dos brasileiros. É uma opção de carne muito saudável e acessível e versátil”, ressalta ele.

De acordo com o superintendente, os produtos industrializados são os mais procurados. “Quando oferecemos um produto já temperado, fatiado, processado ou defumado agregamos valor a ele, levando mais praticidade e comodidade ao consumidor. Conseguimos, dessa maneira, oferecer um produto diferenciado, o que permite expandir a nossa base de clientes. Além disso, os produtos industrializados também oferecem mais postos de trabalho na cadeia produtiva”, destaca. Ele cita ainda a redução da volatilidade do mercado, especialmente envolvendo as altas nos preços de matérias-primas como o milho, em todo o mundo.

Matthias ressalta ainda que a Alegra não parou nem por um dia desde o início da pandemia do coronavírus. Ao todo, foram investidos R$7 milhões em cuidados, que envolvem equipamentos de segurança, máscaras, higienização, transporte, entre outros itens. Segundo o executivo, a pandemia apresentou dificuldades para a produção, mas a empresa conseguiu se adaptar. “No início, houve queda da produção interna, as pessoas passaram a se encontrar menos e isso foi um fator de dificuldades mas conseguimos nos adaptar e retomar o ritmo de produção. Hoje nos habituamos a esse cenário e estamos com boas expectativas para o ano de 2022”, ressalta.

Com os investimentos e aumento da industrialização, a empresa estima um faturamento R$1,2 bilhão para 2022, crescimento de 20%, “Apesar de sermos uma empresa nova, temos o respaldo da experiência e do pioneirismo de três grandes cooperativas que fazem parte da intercooperação Unium. Sabemos de onde vem o suíno, como é tratado e alimentado e temos o controle de toda a rastreabilidade. Isso torna a nossa carne um produto confiável e de grande qualidade”, finaliza.

Sobre a Alegra

Criada em 2015, a indústria de alimentos Alegra, localizada em Castro (PR), é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Hoje, a empresa emprega mais de 1.600 colaboradores diretos e beneficia mais de 5 mil famílias dos Campos Gerais. Possui 11 linhas de produtos e exporta as proteínas suínas para 32 países.