Rivalidade entre “Predador” e “Miau” no BRAVE CF segue quente apesar de adiamento

Distrito de Seef, Bahrein - 6 de Abril de 2020

Dois dos melhores leves do MMA brasileiro parecem estar novamente em rota de colisão. Cleito "Predador" Silva, campeão da categoria no BRAVE CF, tinha luta marcada no retorno da organização árabe ao Brasil, quando enfrentaria Guram Kutateladze. O sueco se machucou e Luan "Miau" Santiago entrou em sua vaga, buscando vingança, já que Cleiton foi o responsável por lhe tirar o cinturão.

Os dois se enfrentaram no BRAVE CF 25, que aconteceu em Agosto do ano passado em Belo Horizonte. Na ocasião, após semanas de provocações, Cleiton rapidamente finalizou o atleta da CM System, chocando o mundo e se tornando campeão peso leve do BRAVE CF.

Eles voltariam a lutar no BRAVE CF 35, porém a pandemia do novo Coronavirus obrigou a organização a adiar o evento. Os dois, porém, seguem se provocando através das redes sociais. Cleiton declarou que gostaria de "bater de novo" em "Miau", que rebateu dizendo que, no próximo encontro entre os dois, o cinturão retornará a seu poder e que ele, Luan, é o campeão de verdade.

Desde o duelo entre os dois, Santiago se aventurou no peso superleve, categoria intermediária entre os leves e os meio-médios (limite de 74,9 kg ou 165 lbs). No BRAVE CF 29, "Miau" dominou o duro russo Gadzhimusa Gaziev, conquistando vitória na decisão dos jurados.

Cleiton, por sua vez, não luta desde o duelo contra "Miau" e garantiu que irá se preparar para todas as opções (o title shot deve ficar para Kutateladze ou Luan) quando o BRAVE CF retomar suas atividades.

Legenda da foto em anexo - Luan "Miau" e Cleiton "Predador" se encaram antes do primeiro duelo entre os dois, no BRAVE CF 25

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LIDE Paraná Talks inspira discussão sobre oportunidades Pós Covid-19

Nesta terça-feira (7), às 17h, a websérie do LIDE Paraná entrevista Allan Costa e Jeferson Silva

Em períodos de incertezas é necessário que as pessoas procurem se reinventar, no mundo dos negócios, não é diferente. O momento atual exige que diversos empresários se perguntem como será o Pós Covid-19 e, dentre todas as soluções e iniciativas somadas neste momento, o LIDE Paraná Talks falará sobre as “Oportunidades que deverão surgir Pós Covid-19 e como estar atento a elas”.

Os entrevistados do próximo episódio da websérie do LIDE Paraná são especialistas no quesito se reinventar e inovação, são eles Allan Costa e Jeferson Silva. Allan é Diretor de Inovação e Alianças da ISH Tecnologia, co-fundador da plataforma AAA, investidor de 15 startups e membro do Harvard Business School Startup Angels. Jeferson, filiado ao LIDE Paraná, é co-fundador da HeroSpark, uma das maiores EdTechs da América Latina, nos últimos 10 anos contribui como conselheiro de startups, ajudando na formação e profissionalização das mesmas.

Juntamente com eles, o LIDE Paraná falará sobre, mudanças de hábitos, inovação, tendências e oportunidades para os negócios Pós Covid-19. O programa acontecerá nesta terça-feira (7), às 17h e será aberto para perguntas para nossos convidados. Quiz estão sendo realizados nos perfis oficiais do LIDE Paraná e durante a live, enquetes auxiliam os participantes e entrevistados a nortearem o conteúdo ao vivo. A partir das 20h a versão editada da live será disponibilizada ao público geral em nosso site e canal do Youtube.

"Nós estamos trabalhando para trazer conteúdos que deem suporte, orientação e sobretudo inspirem os empresários paranaenses - destaca a presidente do LIDE Paraná, Heloisa Garrett, que é a mediadora dos programas e tem encabeçado uma série de iniciativas para fortalecer as relações entre os empresários do estado e também fomentado parcerias com outros estados e países, graças a capilaridade do LIDE que está presente em todo o Brasil e em mais de 15 países.

LIDE Paraná Talks - A websérie criada pelo LIDE Paraná tem a finalidade de auxiliar os empresários neste momento de incertezas, trazendo uma rica agenda com participação de especialistas de diversos assuntos. A programação acontece ao vivo de maneira online em nossa plataforma de webnair onde convidados e filiados possuem acesso exclusivo e, após isso são disponibilizadas através do canal LIDE Paraná no Youtube para todos.

Mais informações: www.lideparana.com.br

Lives de artistas no final de semana agitam as redes sociais

Em tempos de quarentena e isolamento social devido ao coronavírus, diversos artistas resolveram fazer lives para entreter os fãs em casa. No último final de semana, o assunto agitou as redes sociais.

Levantamento feito pela STILINGUE - plataforma líder nacional de Inteligência Artificial (IA) para o idioma Português - entre os dias 1 e 6 de abril, apurou que para as palavras ‘live e artistas’, foram 3.294 menções.

No sábado, foi a vez da dupla Jorge&Mateus. A #livejorgeemateus teve mais de 11 mil postagens somente nesse dia. E, os nomes dos sertanejos, mais de 129 mil.

Também chama a atenção a repercussão do vídeo que o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, exibiu durante a live. Foram mais de 2.500 menções. Porém, em sua maioria, por veículos de imprensa.

Os artistas também aproveitaram a audiência para reforçar os pedidos de ‘fique em casa’ e pedir doações. Além da dupla, Xand Avião, Gusttavo Lima e Dennis DJ fizeram sua parte. Os termos ‘live e doação’ tiveram 1.798 menções.

Marcas aproveitam para aparecer

A cerveja Brahma está patrocinando diversas lives. Só no sábado, foram 1.009 das 1.832 menções à marca nos últimos 6 dias, relacionadas aos eventos.

Já o YouTube tem sido a plataforma oficial de transmissão e conta com mais de 14.000 menções.

VILLA MIX ESPERANÇA ARRECADA 500 toneladas de alimentos

Evento durou mais de dez horas e reuniu grandes nomes da música

Ontem, domingo, cerca de 20 artistas desfilaram solidariedade no canal do YouTube em nome do VillaMix Esperança. Idealizado pela Audio Mix, o espetáculo digital nasceu com o intuito de ajudar quem necessita nesse momento tão difícil. Com o slogan, "Música é vida", o evento mostrou momentos, shows e bastidores dos 10 anos do festival. Durante pouco mais de dez horas, sob comando da atriz e influencer Flávia Viana e apresentação musical de Jefferson Moraes e da dupla Os Parazim, artistas como Zezé Di Camargo e Luciano, Luan Santana, Jorge e Matheus, Matheus e Kaun, Gusttavo Lima, Chitãozinho e Xororó, Wesley Safadão e Leonardo tiveram seus shows reapresentados. O pico de emoção ficou por conta da exibição do show de Cristiano Araújo, realizado em Brasília em 2015.
"Tivemos momentos inesquecíveis e nada nos deixou mais felizes do que poder compartilhar esses mesmos momentos com vocês novamente. Mas quem deu um show hoje foi a solidariedade", afirma o empresário Marcos Araujo.

Solidariedade traduzida em números:

512.5 toneladas de alimentos
R$250.000 que serão doados para a Santa Casa de Misericórdia de Goiânia
1.737 cestas básicas
60.000 sabonetes
210.000 máscaras de EPI hospitalar
10.000 gazes hospitalares
1 caminhão de snacks

Ouro Fino Imunidade: beber água é importante para fortalecer o corpo contra doenças

Essa ação simples ajuda o organismo a enfrentar o coronavírus e outras infecções

Como se preparar e se proteger contra o coronavírus? No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, já são mais de 11.518 casos confirmados de infectados pelo Covid-19 e 507 mortos. Diante desse cenário, cresce também a preocupação da população com as formas de se proteger contra a doença. Assim como no caso de outras infecções por vias respiratórias, a prevenção ao vírus depende de medidas para evitar o contato, como higienizar bem as mãos e não compartilhar copos e talheres. Além disso, fortalecer a imunidade ajuda nosso organismo a estar mais preparado para enfrentar o vírus e, para isso, beber bastante água é fundamental.

O organismo humano é composto em sua maior parte por água. Ela é essencial para que todas as reações bioquímicas ocorram perfeitamente nas células, em especial quando ficamos doentes. Ingerir uma quantidade média de água, que varia de 1,5 litro a 2 litros por dia é recomendado por médicos e especialistas.

“A água é, em parte, responsável pelo transporte de nutrientes para as células, tornando possível sua dissolução, favorecendo a digestão e a absorção desses nutrientes. Mantém o organismo hidratado, assim como facilita a remoção de toxinas das células e a temperatura corporal adequada”, explica Carlos Alberto Lancia, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Águas (Abinam).

A nutricionista da Paraná Clínicas, Carolina Henequim Brouck acrescenta que a hidratação adequada é uma das principais aliadas nas infecções virais. “As imunoglobulinas tipo A (IgA), que são moléculas importante para a defesa imunológica contra infecções, estão presentes, principalmente, na saliva. Quando não bebemos água suficiente, desidratamos com redução da saliva, lágrimas e hidratação das mucosas e, consequentemente há redução da ação da IgA”, afirma.

Cuidado com os idosos

A ausência de água no corpo, pode trazer sérias consequências, principalmente em idosos. A desidratação pode acarretar problemas como infecções urinárias, doenças pulmonares, fadiga, dores de cabeça, diminuição da atenção visual, confusão mental, entre outros.

Considerado como grupo mais vulnerável à Covid-19, os idosos desidratam-se mais facilmente devido às mudanças fisiológicas que afetam o equilíbrio hídrico, no processo de envelhecimento. De acordo com a nutricionista da Paraná Clínicas, a ação dos vírus no organismo podem causar perda do apetite, diarreia, vômito e como consequência a desidratação.

Para auxiliar na hidratação e no fortalecimento da imunidade, é importante oferecer constantemente líquidos aos idosos e seguir as demais recomendações médicas. “Além de beber água, opte por comidas de verdade e ricas em nutrientes, durma bem, faça atividade física e fique atento para o funcionamento do intestino todos os dias”, completa Brouck.

Qualidade da água

Para garantir a saúde, também é necessário preocupar-se com a qualidade da água. Nesse sentido, a água mineral é um dos alimentos mais seguros e mais controlados do mercado. “O produto é extraído de fontes naturais protegidas e é potável na sua origem, por isso não requer nenhum tratamento químico ou microbiológico. Elas são envasadas na sua forma natural e próximo ao ponto de captação sob rigorosa condição de higiene”, garante Marcelo Marques, CEO da Águas Ouro Fino.

Outra vantagem da água mineral com relação à filtrada é que possui outros nutrientes benéficos para a saúde como o cálcio e o magnésio. “A ingestão de minerais certamente traz também benefícios quando o assunto é prevenção de doenças. Os minerais presentes naturalmente na água são capazes de melhorar a imunidade através do equilíbrio do sistema linfático e as glândulas linfáticas ajudam o sistema imunológico no combate as infecções”, complementa Marques.

CONTATOS DE IMPRENSA

EXCOM COMUNIÇÃO
Kamilla de Almeida / Karina Trzeciak
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SOBRE A OURO FINO

A Águas Ouro Fino, que envasa e comercializa água mineral natural há 120 anos, possui uma longa e expressiva trajetória. Uma empresa dedicada a hidratação saudável, bem estar e qualidade de vida, com uma área de preservação ambiental de mais de 6 milhões de m², que investe no crescimento de seus colaboradores e também em inovação, tecnologia e gestão. São nove linhas de envase e com uma fonte de água mineral natural de alta capacidade e qualidade assegurada. A sede está localizada no município de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba.

Middas lança primeira cachaça no Brasil produzida com madeira acácia

O novo lote da Middas Reserva dos Proprietários ainda irá presentear os clientes com um e-book “100 caipirinhas para fazer em casa”
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Conhecida como a única cachaça com flocos de ouro do mundo, a Middas acaba de lançar o quarto lote de sua Middas Reserva dos Proprietários. Ideal para quem aprecia bebidas únicas e com sabores que proporcionam uma verdadeira experiência sensorial, esse lote foi produzido com cinco tipos de barris, todos envelhecidos por cinco anos. Para essa edição, além do carvalho francês, carvalho americano, jequetibá rosa e amburana, a Middas decidiu utilizar acácia, uma madeira muito usada para envelhecer vinho branco na Europa e nos Estados Unidos. Essa é a primeira vez que uma cachaça brasileira utiliza-se dessa madeira em seu processo de fabricação.

O aroma da Middas Reserva dos Proprietários emana delicadas nuances florais, de especiarias e canela, que se intensificam no paladar, onde o coco, caramelo e baunilha desempenham um papel fundamental de apoio juntando-se a notas de chocolate com nozes e frutas cristalizadas. A bebida pode ser apreciada tanto pura, com gelo ou um pouco de água. A edição de 700ml é limitada, possuindo apenas 1.000 unidades numeradas, além de frasco com flocos de ouro 23k importado da Alemanha, o que torna essa bebida ainda mais especial.

Com a intenção de auxiliar às pessoas a enfrentarem o isolamento social e a restrição de mobilidade impostas pela quarentena de maneira mais prazerosa, a Middas preparou uma promoção exclusiva: na compra de uma garrafa, o cliente irá ganhar o e-book “100 caipirinhas para fazer em casa”. O preço sugerido da garrafa é de R$437.

Sobre a Middas

A formula Middas resulta em um sabor único e especial da bebida, de baixa acidez e de intensa sensação olfativa. Tal como a arte, a Middas possui um toque especial. A inovadora proposta traz uma cachaça acompanhada de um frasco com ouro comestível de 23 quilates, importado da Alemanha e que possui certificado de qualidade da União Européia. A mistura do ouro ao produto dá a ele o máximo da sofisticação e do requinte que uma bebida com padrões internacionais de excelência pode proporcionar aos mais exigentes paladares. Saiba mais em www.middascachaca.com.br

Salgadinho e Netinho de Paula se juntam em clássicos dos anos 90

"Brilho de Cristal", "Gente da Gente", "Cohab City" e "Beijo Geladinho", ganharam versões exclusiva durante show comemorativo em São Paulo.

Ouça: https://ditto.fm/salgadinhobrilhodecristal (Estreia sexta-feira)XJa2dp2.jpg

Salgadinho & Netinho de Paula (Leonardo Franco)

O cantor Salgadinho, uma das figuras mais lendárias e icônicas do samba e do pagode, acompanhado de Netinho de Paula, lança nesta sexta-feira (10), em todos os apps de música, um medley com clássicos dos anos 90. Desta vez, "Brilho de Cristal" e "Gente da Gente", ganharam versões exclusivas ao vivo.

Eternizadas originalmente pelos grupos Pixote e Negritude Jr, as canções que marcaram os anos 90, ganharam novas versões e foram registradas durante a "Salgadinho Experience Tour", show comemorativo de 50 anos do cantor, em São Paulo. Parceiros desde os tempos de Negritude e companheiros de palco no projeto "Amigos do Pagode 90", Salgadinho diz que a alegria do companheiro não poderia ficar de fora de um momento tão especial. "A alegria do Netinho de Paula não poderia ficar de fora. O conheci fazendo eventos, tivemos muitas histórias juntos, até chegamos a ter um programa de tv na rede Globo. Ele não poderia ficar de fora deste momento importante na minha vida".

Cheio de novidades:

Além dos relançamentos, o cantor também está com a Salgadinho Experience Tour, turnê comemorativa que celebra os 50 anos do cantor, adiada devido ao surto de COVID-19, e ainda está preparando pelo menos três lançamentos inéditos a partir de maio e um EP, ainda neste ano.

Vale lembrar que recentemente, Salgadinho lançou os singles "Sol e Sal" com Ferrugem, "Química do Amor" ao lado de Mumuzinho e Suel, e "Sorte de Aprendiz" com o cantor sertanejo Thiago Brava. As canções já somam mais de 1.5 milhão de streamings nos apps de música e mais de 3 milhões de visualizações no Youtube.

Amigos do Pagode 90:

Projeto Idealizado por Salgadinho no ano de 2013 , o projeto Amigos do Pagode 90 é sucesso de público e crítica por onde passa. Com um repertório recheado de sucessos dos anos 90, a formação atual com Salgadinho e Netinho de Paula completa 1 ano e levou cerca de 300 mil pessoas aos shows no ano passado.

Dono de hits como como Inaraí e Recado à Minha Amada, precursor e idealizador do movimento pagode 90 e do projeto "Amigos do Pagode 90", Salgadinho completa 50 anos de idade em 2020 e a sua nova turnê, "Salgadinho Experience Tour" já levou 100 mil pessoas aos shows.

Wesley Safadão Ajuda Profissionais do Entretenimento

Amigos do W Solidário é o nome da campanha encabeçada por Wesley Safadão

O cantor quer ajudar o pessoal que está por trás de toda a estrutura do entretenimento e que depende de cada apresentação para ganhar seu cachê.

Wesley Safadão lançou a campanha “Amigos do W Solidário”, através do W Solidário. O objetivo do artista é arrecadar alimentos, dinheiro e suprimentos para ajudar instituições e pessoas de todo Brasil que estão precisando devido a quarentena.

O músico também quer auxiliar o pessoal do entretenimento, muita gente que está por trás dos artistas e são fundamentais para que o show nunca pare: pessoal da montagem de som, iluminação, palco, da montagem e limpeza dos banheiros químicos, muita gente que não é vista mas que são indispensáveis para o setor.

“O nicho de entretenimento foi um dos primeiros a parar e será um dos últimos a voltar a funcionar. Tem uma galera que faz todo esse sistema rodar e que recebem por show, quero ajudar também esses profissionais, sem eles não poderíamos fazer nosso trabalho”, comenta Safadão.

Qualquer pessoa ou empresa pode participar da campanha através do site: www.wsolidario.com.br . A arrecadação vai até o dia 18 de abril, durante sua live que começará às 20h, e que será gravado direto da sua casa no Ceará o projeto “WS Em Casa 2”.

Roberta Miranda reúne time de estrelas no projeto #TeAbraçoComaMúsica

- Sabrina Sato, Zeca Pagodinho, Simaria, Péricles, Wanderléia, entre outros artistas, participam do clipe -

Neste período de quarentena, no qual as pessoas não podem se abraçar presencialmente, a cantora Roberta Miranda encontrou uma forma diferente para abraçar o público, lançando o projeto "TeAbraçoComaMúsica" nas redes sociais. Como já diz o nome, a ação tem como objetivo acariciar as pessoas através da música neste momento no qual o mundo clama por esperança e empatia.

Para coroar a iniciativa, Roberta Miranda convocou para o clipe do projeto um verdadeiro time de grandes artistas da TV e da música nacional e internacional que, literalmente, abraçaram a iniciativa. Uniram-se a eterna "Rainha da Música sertaneja" nomes como: a mexicana Ana Gabriel, a portuguesa Mariza, Péricles, Sabrina Sato, Salgadinho, Simaria, Tom Cavalcanti, Wanderléia e Zeca Pagodinho que cantam em uma só voz uma mensagem bem atual de fé, positividade e coletividade. A produção foi toda realizada em apenas quatro dias.

Roberta Miranda gravou as imagens com apenas um aparelho celular, de forma caseira, com o auxílio de sua sobrinha para captar diversos ângulos. Quando estava prestes a finalizar a montagem do clipe, ela foi surpreendida com uma letra de Daniel Del Sarto, um rap que ganhou destaque na produção.

"Essa produção foi realizada totalmente pela internet, com imagens de celular. #TeAbraçoComaMúsica é uma forma de amor e nada melhor que a força da música pra abraçar alguém. Já que não posso te abraçar pessoalmente, vamos nos abraçar dessa forma nesse momento de união. Quero agradecer a todos os fãs e aos artistas e profissionais que estão com a gente neste projeto, especialmente, ao Marcos Maynard, que foi uma pessoa fundamental nesse trabalho", comenta Roberta Miranda que assina a autoria da canção, a produção e direção geral do clipe.

Para conferir o clipe de #TeAbraçoComaMúsica, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=uc0hGhSCTVk
Link para download do clipe: https://we.tl/t-KJFtHFgGvy
Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse: www.robertamiranda.com.br.
Facebook: RobertaMirandaOficial
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YouTube: RobertaMirandaRM
Twitter: @RobertaMiranda1
Telefone para shows: (11) 3666-6115 - #blueworkeventos

Live de Luan Santana já tem data

Cantor faz sua transmissão ao vivo no dia 26 de abril

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Foto: Divulgação

Luan Santana irá realizar live no dia 26/04, às 18h, sendo a maioria das músicas escolhidas antigas, atendendo aos milhares pedidos dos fãs e de diversos famosos que subiram a hashtag “Luan só as antigas”. Marília Mendonça já tinha feito seu apelo no Twitter. "Oi, Luan. Faz uma live só com as antigas. Nós, seus fãs, te imploramos", escreveu ela. Maisa e Wesley Safadão foram outros famosos que pediram para o sertanejo fazer a transmissão ao vivo. O assunto, inclusive, virou um dos mais comentados do Twitter.

Falta de água em Curitiba: especialista explica como a natureza ajuda na garantia hídrica para a população

A falta de chuvas vem causando grandes problemas para os moradores da Grande Curitiba. Esse foi o mês de março mais seco na região, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia, tendo chovido 92% abaixo da média histórica para esse período na capital paranaense.

De acordo com Guilherme Karam, coordenador de Negócios e Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, é preciso desenvolver ações sustentáveis na recuperação de áreas degradadas nas bacias hídricas do Paraná para evitar que elas sejam impactadas por estiagens como a atual, garantindo assim que a população tenha pleno acesso à água.

“É preciso uma ação conjunta entre poder público, iniciativa privada e sociedade, como a que já existe no Movimento Viva Água, em São José dos Pinhais, na Bacia do Rio Miringuava. Lá são desenvolvidas iniciativas de conservação da natureza, recuperação de áreas degradadas e estímulo à agricultura sustentável, que buscam aumentar a resiliência do solo e evitar que o rio perca água tão rapidamente”, diz Karam. Em no máximo 10 anos, o Viva Água quer criar uma situação de garantia hídrica para 100% das pessoas e indústrias abastecidas pelo Miringuava.

Com a falta de chuvas, o aumento da temperatura e mais pessoas ficando em casa por conta do isolamento social decorrente do coronavírus, o consumo de água também cresceu entre as famílias. Por hora, cerca de 1,7 milhão de litros estão sendo consumidos acima da média da bacia.

Com isso, a Sanepar tem adotado um sistema de rodízio para os moradores abastecidos pelo rio Miringuava, cuja vazão média caiu de 1.300 litros por segundo para cerca de 680, segundo a própria companhia. Em alguns momentos do dia, inclusive, essa vazão é reduzida ainda mais para que o rio possa se recuperar.

Karam explica que o investimento em infraestrutura natural em mananciais aumenta a absorção de água, reduz a sedimentação e o assoreamento dos rios e melhora a qualidade da água, minimizando os custos com tratamento. “Essa é uma das frentes de atuação do Viva Água para reduzir a vulnerabilidade da bacia do Miringuava. Se a bacia em questão já contasse com uma cobertura natural bem estabelecida e conservada, o acúmulo de água no solo seria muito maior, fazendo com que os reflexos da estiagem não fossem sentidos de forma tão imediata”, conta Karam.

Lançado em 2019, o movimento Viva Água reúne mais de 60 atores da região do Miringuava, entre empresas, poder público, cooperativas, universidades e sociedade civil. Entre as metas do movimento para os próximos cinco anos estão a recuperação de 650 hectares de áreas estratégicas para a disponibilidade hídrica, a conservação de 1,5 mil hectares de áreas naturais por meio de mecanismos financeiros e o apoio a 30 negócios de impacto por meio do turismo rural e da agricultura sustentável.

Sugestão de fonte:

GUILHERME KARAM, coordenador de Negócios e Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, para trazer análises sobre a disponibilidade hídrica da bacia do Rio Miringuava, perspectivas para a região nos próximos anos e mais detalhes sobre o movimento Viva Água.

Rosé Piscine cria kits especiais para os #SelfMoments

Marca oferece bons momentos com itens exclusivos e a facilidade e comodidade de compra sem precisar sair de casa

Importada com exclusividade pela Wine To You, a marca Rosé Piscine criou kits especiais vendidos exclusivamente pelo site https://rosepiscine.com.br e que foram pensados para conduzir e intensificar os #SelfMoments, além de serem presentes ideais para enviar para amigos e amores com segurança, tranquilidade e sem precisar sair de casa.
São sugestões que tem como protagonista a famosa garrafa listrada de azul e branco de Rosé Piscine Stripes criada para ser apreciada com gelo e que traz um aroma sedutor, coloração rosa quase transparente, com reflexos azulados e sabor levemente frutado com notas de lichia e flores que vão te fazer se sentir em uma fuga à beira-mar.
Para quem quiser conhecer novos sabores da França, os kits com três unidades de Rosé Piscine Stripes por R$ 387 te dão a chance de escolher levar pra casa, de presente, um exclusivo Tarani Cahors Malbec, vinho tinto produzido na região francesa de Cahors, berço da uva Malbec; ou um Sang Melé, primeiro vinho da grande região da Occitânia e que levou seis anos para ser criado e que traz uma mistura única com sete variedades de uvas, o reflexo de cada terroir: Malbec, Braucol, Négrette, Grenache, Carignan, Mourvèdre, Syrah.
Para os fãs da marca, o Rosé Piscine Brasil chegou a hora de levar para casa um dos grandes objetos de desejo. Com valor especial de R$ 173 você pode comprar uma caixa com a famosa garrafa listrada e levar de presente duas exclusivas taças em acrílico no formato perfeito para apreciar seu Rosé Piscine com 2 cubos de gelo, garantindo o equilíbrio ideal entre o suave e o seco.
No site ainda é possível encontrar outras opções como o kit com três Rosé Piscine Freez, versão frisante da bebida, por R$ 489 em que você ganha uma garrafa do vinho tinto Tarani Cahors Malbec e uma garrafa do rosé Sea Sun, que tem na sua composição a uva emblemática Negrete e Gamay, que oferece vinhos frutados e bem adaptados ao clima tropical.
Com frete grátis para as regiões sul e sudeste nas compras acima de R$ 300, o portal também oferece acessórios exclusivos da marca que também estão em promoção como balde de gelo com pegador (R$ 53); Ice Bag (R$ 35), além do Bucket Sensations (R$ 106), um kit com balde de gelo e bandeja para servir frutas e especiarias.
Para aproveitar ainda mais a bebida, o site traz sugestões de drinks com Rosé Piscine. Acesse https://rosepiscine.com.br/ e siga o perfil @rosepiscineoficial no instagram para mais informações e mais sugestões de como aproveitar cada momento com a sua melhor companhia.
Serviço

www.rosepiscine.com.br

Instagram: @rosepiscineoficial

euquero@rosepiscine.com.br

Telefone: (11) 3122-9500 | (11) 94353-5739

Descubra esse novo universo onde as bolhas são as rainhas do momento.

Sobre o Rosé Piscine

O Rosé Piscine é uma bebida sofisticada e irreverente, já que possibilita ao consumidor degustar o vinho de forma diferenciada – com duas a três pedras de gelo. Feito sob medida para aqueles que gostam de drinques refrescantes, ele é composto por 100% de uva Negrette, traz graduação alcoólica de 11% e deve ser consumido em uma temperatura que varia entre 6 e 8 graus. Seu aroma é levemente frutado, com notas de pêssego, limão e morango e traz um sabor com toque de lichia, mistura que proporciona um final exótico para quem o aprecia. Reconhecido como o primeiro vinho rosé do mundo a ser bebido com cubos de gelo, Rosé Piscine tem se tornado cada vez mais uma das preferências dos brasileiros, sendo o vinho francês importado mais vendido no Brasil, em 2018 –, segundo dados da Ideal Consulting. Seu rótulo colorido, com listras azuis e brancas, a garrafa se destaca em qualquer lugar que é exibida. Este refrescante vinho foi criado em Saint-Tropez e produzido na região sudoeste da França, país onde a bebida vende mais de um milhão de garrafas por ano.

OAB-PR e Rede Quarentena Solidária fazem doação de 1,2 mil cestas básicas para catadores de recicláveis

A iniciativa pretende ajudar os trabalhadores cadastrados na Rede CataParaná e conta também com apoio da Seccional Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR)

Na sexta-feira (03), a OAB-PR, em parceria com a Rede Quarentena Solidária, irá realizar a entrega de 1,2 mil cestas básicas para os catadores de materiais recicláveis de Curitiba e região metropolitana registrados no programa CataParaná. A iniciativa tem como objetivo ajudar os trabalhadores que necessitam da renda da reciclagem, mas estão sem poder trabalhar neste momento de isolamento social.

As arrecadações foram feitas pela OAB-PR junto à classe dos advogados, que está se mobilizando para mais campanhas solidárias e disponibilizando uma conta corrente da instituição para essas ações. Segundo a advogada Caroline Cavet, é preciso unir esforços nesse período de incertezas. “Com a doação das cestas básicas podemos colaborar para que os catadores de recicláveis permaneçam em suas casas tendo ao menos a alimentação garantida. Essa é uma das formas que encontramos para ajudar quem mais precisa e diminuir o impacto já causado pelas medidas de contenção ao novo coronavírus no estado”, explica Cavet.

A Quarentena Solidária é uma rede composta por empresas, profissionais e outros voluntários de diversas áreas que reúne iniciativas de apoio e solidariedade com o objetivo de amenizar os efeitos da pandemia do Covid-19 no Paraná. Conta também com a participação da OAB Paraná, que coordenou a arrecadação destinada ao CataParaná.

Serviço

Doação de cestas básicas aos catadores de recicláveis

Dia: 03/04/2020

Horário: 14:30 horas

Local: CataParaná - Rua Salvador Ferrante, 310 - Boqueirão

“É verdade que todos vão pegar coronavírus?”: cientistas da UFPR respondem novas perguntas da sociedade

“É verdade que o vírus não vai acabar seu ciclo e que todos nós vamos pegar o corona?”. Essa foi a pergunta da Mônica Melo aos cientistas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que responderam novas dúvidas sobre contaminação e prevenção. Os questionamentos relacionados ao coronavírus envolvem vários aspectos, como vacina, animais de estimação, exercícios físicos, atividades para crianças, visitas, grupos de risco, uso de máscaras, limpeza de embalagens e frutas, ações de solidariedade, fatores de risco e ansiedade.
As perguntas da população integram a campanha “Pergunte aos Cientistas”, da Agência Escola de Comunicação Pública e Divulgação Científica e Cultural da UFPR, e foram respondidas por 12 pesquisadores da Universidade. Para participar, basta enviar a pergunta ao e-mail agenciacomunicacaoufpr@gmail.com ou no direct do perfil @agenciaescolaufpr no Instagram, com nome completo, idade, profissão e cidade onde reside.
As dúvidas foram respondidas pelos cientistas Alexandra Acco, Juliana Geremias Chichorro, Cristina Jark Stern, Maria Frazão Vital, Michel Otuki, professores do Departamento de Farmacologia, e Maria Carolina Stipp, doutoranda do mesmo departamento; Maíra Valle e Fernando Louzada, professores do Departamento de Fisiologia; Lucy Ono (integrante da comissão de especialistas), Edneia Cavalieri e Patricia Dalzoto, professoras Departamento de Patologia Básica. Também participou o presidente da Comissão de Enfrentamento e Prevenção à Covid-19 da UFPR, Emanuel Maltempi de Souza, professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular. Confira abaixo:
Contaminação
“É verdade que o vírus não vai acabar seu ciclo e que todos nós vamos pegar o corona?” (Mônica Melo)
Cientistas UFPR – Olá, Mônica! Esperamos que esteja bem. Essa pergunta é um pouco difícil de ser respondida, pois é como perguntar sobre o que acontecerá amanhã. Não há como dizer com 100% de certeza o que acontecerá. Sobre a Covid-19 várias previsões foram realizadas por grupos científicos muito competentes, que tentam prever usando modelos matemáticos como a pandemia irá progredir em diferentes cenários, com distanciamento social ou sem. Os modelos divergem, mas uma coisa têm em comum: sem nenhuma medida a fração da população afetada é enorme. Não temos como afirmar que todas as pessoas vão se infectar, pois como esse é um vírus novo ainda estamos descobrindo como ele se comporta e os modelos matemáticos, embora muito bons, dependem de características do vírus que ainda não conhecemos. Porém, já sabemos que ele é um vírus com alta taxa de transmissibilidade, ou seja, é fácil “pegar” o vírus de uma pessoa infectada. Assim, é bem provável que no futuro a maior parte da população seja exposta. Um estudo da Universidade de Harvard previu algo entre 40% e 70% da população, enquanto epidemiologistas do Imperial College of London, cuja previsão foi publicada em 26 de março de 2020, preveem que, caso nenhuma medida de distanciamento social seja tomada, mais de 80% da população brasileira será infectada pelo novo coronavírus. Embora o vírus não seja tão letal quanto alguns outros vírus que causam síndromes respiratórias graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), ainda assim o número de pessoas afetadas seria tão grande que a previsão é que um grande número de pessoas morreriam. Algumas pessoas têm quase nenhum ou poucos sintomas. Porém, outras pessoas são bastantes vulneráveis, os chamados grupos de risco, que envolvem idosos, hipertensos, diabéticos, asmáticos, entre outros. Porém, as pessoas assintomáticas também são capazes de transmitir a doença. Esta é a razão pela qual devemos nos manter distanciamento social agora. Em primeiro lugar, isso fará que o vírus se espalhe lentamente e assim tenhamos tempo de gerar medicamentos e vacinas e, deste modo, proteger os mais vulneráveis. Se a taxa de novos casos for bem baixa, também poderemos agir preventivamente, identificando o vírus nas pessoas antes que apareçam os sintomas e dessa forma controlar a doença. O distanciamento social e atuação ativa dos agentes de saúde garantirão que, se contrairmos a doença, haverá recursos para nosso tratamento. Quando grande parte da população já tiver se infectado com o vírus, é possível que tenhamos mais pessoas imunizadas e isso também talvez diminua a propagação do vírus. Vamos torcer para que antes que isso aconteça já tenhamos uma vacina que é forma mais eficiente para conter a doença. Ainda há muitas perguntas sem respostas e, por hora, devemos manter a calma e se possível ficar em casa, tomando os devidos cuidados de higiene e cuidando de nossa saúde física e mental. O distanciamento social é nossa melhor arma contra essa doença. Por isso as medidas de manter distância das pessoas, lavar as mãos com frequência, limpar as superfícies expostas e usar máscaras faciais caseiras. Essas medidas vão protegê-la e também os que estão ao seu redor.
“Tenho um gato que fica pouco dentro de casa e sai algumas vezes na rua. Como agir? Qual o risco de trazer contaminação para os moradores da casa?” (Débora Ávila de Carvalho, médica, 60 anos, Pouso Alegre-MG)
“Eu e meu marido ajudamos a cuidar de uma cachorrinha idosa que pertence a um batalhão de polícia. Durante o dia ela fica na secretaria onde trabalham alguns policiais e também transita pelo batalhão, mas à noite e aos fins de semana fica na nossa casa. A cachorrinha pode ser um risco de contágio pelo fato de viver nos dois ambientes?” (Maria Aparecida S. Vergueiro Oliveira, 63 anos, coordenadora editorial, Santo André-SP)
Cientistas UFPR – Débora e Maria Aparecida, a dúvida de vocês é compartilhada por muitos tutores de animais domésticos que têm acesso à rua ou outros ambientes. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cães, gatos ou qualquer animal de estimação, até o momento, não são considerados vetores de transmissão da Covid-19, embora tenha havido um caso de cachorro infectado em Hong Kong e outro de um gato infectado em condições laboratoriais, mas que não desenvolveram os sinais clínicos da doença. O vírus que causa a Covid-19 é transmitido principalmente através de gotículas geradas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Essas gotículas são muito pesadas para ficar no ar e caem rapidamente em pisos ou superfícies. Como ainda não se conhece vários aspectos desta doença, entre eles, se animais de estimação podem “carregar” o vírus, ao brincar ou tocar no seu cão ou gato, lave as mãos em abundância e mantenha seu pet limpo. O Conselho Federal de Medicina Veterinária e o Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo estão orientando que caso o animal saia, seja feita a higienização das patas com água e sabão neutro para evitar que o contato das patas com superfícies contaminadas na rua traga partículas virais para o ambiente domiciliar. A lavagem com água e sabão é suficiente para inativar o novo coronavírus. Se for possível, restrinja o acesso de seus animais às ruas neste período.
“Estou fazendo isolamento domiciliar, mas uma vez na semana tenho descido até a portaria para pegar compras do mercado que peço por delivery. Esse ar da portaria pode estar contaminado? Eu lido com problemas de ansiedade e tem sido difícil” (Cecília Guimarães, 30 anos, estudante, São Paulo-SP)
Cientistas UFPR – Olá, Cecília! Nessas situações é normal uma certa ansiedade e se você já sofre um pouco mais com isso, a situação pode ser mais incômoda ainda. O remédio para isso é conhecimento sobre o assunto. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que não há transmissão aérea do vírus, isso significa que o vírus não consegue permanecer no ar por período de tempo prolongado ou se deslocar por distâncias superiores a 1,5 metro. O vírus é transmitido por gotículas e aerossóis produzidos por tosses e espirros, ou mesmo quando falamos. Mas estas partículas minúsculas não ficam no ar por muito tempo porque são pesadas demais. Assim, elas caem rapidamente no chão ou outras superfícies, onde o vírus pode permanecer ativo por dias (dependendo do tipo de superfície, umidade e temperatura).
Portanto, os principais cuidados que você deve ter ao buscar suas compras na portaria são:
1) Lavar bem as mãos com água e sabão ao retornar da portaria e durante o percurso não levar as mão ao rosto.
2) Descartar as embalagens de papel e plástico, sempre que possível, já que o vírus pode estar nessas superfícies.
3) Higienizar com álcool 70% ou solução de hipoclorito (água sanitária diluída 20 vezes: 1 xícara de cafezinhho 50 ml em um litro de água) os produtos que foram adquiridos.
4) Remover os sapatos antes de entrar em casa. Deixá-los em uma área “suja” da casa, por exemplo lavanderia, e higienizá-los com desinfetante comum. Esse cuidado não é especificamente para a Covid-19, mas uma boa medida de higiene.
5) Lave bem as mãos com água e sabão antes e após guardar as compras.
Lembre-se que as formas de disseminação do novo coronavírus são sempre pelo contato com pessoas doentes ou assintomáticas, com gotículas contaminadas e com objetos, maçanetas e embalagens contaminadas. Como não há evidência de transmissão aérea da Covid-19, não há problema em respirar o ar da portaria de seu prédio se não há aglomerações no local. Mas para ajudar, adote a recomendação atual de uso de máscaras faciais por todos: é uma medida que poderá contribuir para diminuir a propagação do novo coronavírus e deve auxiliar você a controlar sua ansiedade. Veja as recomendações de como as máscaras devem ser utilizadas sempre em conjunto com as demais medidas de prevenção, que citamos acima. Esse é um momento de grande ansiedade para todos e a OMS indica algumas ações que podem ajudá-la nesse momento e podem ser acessadas neste link. A pesquisadora Lidia Weber, do Departamento de Psicologia e Setor de Educação da UFPR, também faz orientações nesse sentido neste link. Continue em casa, Cecília, e adote essas medidas que irão mantê-la protegida.
“Os atendentes dos supermercados estão expostos diariamente à Covid-19. Desta forma é possível que mesmo não tendo os sintomas já tenham sido contaminados e já estejam imunes? Há algum teste sendo realizado neste sentido?” (José Simão de Paula Pinto, 57 anos, professor, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – José, essa possibilidade pode existir. Sabemos que uma parte das pessoas infectadas pelo novo coronavírus não desenvolvem sintomas evidentes da Covid-19. Esses portadores são chamados de infectados assintomáticos. Mas atualmente há poucos estudos publicados sobre casos assintomáticos e não sabemos qual a sua frequência. Até o momento, a infecção pelo novo coronavírus parece levar, após a resolução da doença, a uma imunidade permanente contra o vírus, e isso pode acontecer após uma infecção assintomática também. Por isso, já há a perspectiva de se estabelecer um levantamento sorológico retrospectivo. Esse tipo de análise identificaria com um exame de sangue quais e quantas pessoas ficaram imunes à doença durante a pandemia, mas esse é um aspecto secundário em relação ao controle do atual surto da doença. Não há como saber se as pessoas mais expostas a outras, como é o caso dos atendentes de supermercados, já teriam sido infectados pelo coronavírus e estariam imunes. Para isso seria necessário realizar testes que ainda não estão sendo feitos para a população brasileira geral, que são testes de quantificação de anticorpos contra o novo coronavírus. A orientação é de que qualquer pessoa que apresente sintomas gripais fique em isolamento domiciliar por um período de 14 dias com uso de máscara, seguindo as orientações do Ministério da Saúde para o isolamento domiciliar, e observe se haverá necessidade de procurar atendimento médico caso os sintomas agravarem ou haja falta de ar.
“Se vírus foi descoberto por volta de dezembro, provavelmente ele já circulou pelo Brasil e vem fazendo vítimas ou criando imunidades no mínimo desde janeiro ou, mais provavelmente, fevereiro, concordam?” (Eduardo Pausini, 58 anos, produtor de conteúdo, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Eduardo! Como vai? Você pode ter tem razão. O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (2) que o primeiro caso confirmado no país ocorreu no final de janeiro, explicando que tinha realizado análises em amostras de casos de pacientes com síndrome respiratória retroativos a 26 de fevereiro, quando o primeiro caso foi diagnosticado no Brasil, e teria identificado um caso ocorrido em 23 de janeiro. Nesta sexta-feira (3), o Ministério da Saúde retificou a informação dizendo que se tratou de preenchimento incorreto e a data correta seria 25 de março. Mas, há sim a possibilidade do novo coronavírus ter chegado ao Brasil antes de 26 de fevereiro, mas se houver provavelmente seria um caso importado. Sabemos também que houve mais de um local no país em que houve a entrada do vírus e por isso vemos os principais focos em vários locais diferentes como São Paulo, seguido do Rio de Janeiro e Distrito Federal. Em todos dos casos foi determinada a origem da infecção. Portanto, não temos evidências para dizer que o vírus estava circulando. Ainda, a velocidade com que tem se propagado no Brasil desde o final de fevereiro até o começo de abril indica que ainda não há pessoas imunes em número suficiente para frear o aparecimento de um número grande de casos em um curto intervalo de tempo. Em resumo, o vírus possivelmente já estaria presente no Brasil em janeiro, mas a sua disseminação não pode ter sido muito alta e portanto não é de se esperar um grande número de pessoas imunizadas. Para sabermos qual é essa taxa de infectados é fundamental realizar testes que identificam anticorpos contra o SARS-CoV-2 no sangue. O Ministério da Saúde deve receber esses testes a partir da semana que vem e aí entenderemos um pouco melhor o comportamento dessa doença no Brasil. Enquanto tudo isso não ocorre devemos manter distanciamento social, redobrar cuidados de higiene pessoal e esperar que logo tudo isso irá passar.
“Sou do grupo de risco, pois tenho válvula metálica no coração, e precisei ir ao dentista. A dentista não usou luvas e não lembro de vê-la lavar as mãos antes e depois do meu atendimento. Esse procedimento pode prejudicar minha saúde, ou seja, trazer algum risco?” (HB, 60 anos)
Cientistas UFPR – Olá! O procedimento da dentista foi inadequado. Devido ao risco de contaminação, a recomendação do Ministério da Saúde para prevenção é que se faça frequentemente a higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel 70%. Quanto ao uso das luvas pelos profissionais, é recomendado sempre que houver risco de contato das mãos do profissional com sangue, fluídos corporais, secreções, excreções, mucosas, pele não íntegra e artigos ou equipamentos contaminados. Quando o procedimento exigir técnica asséptica, deve-se usar luvas estéreis (de procedimento cirúrgico). Além disso, para proteção de ambos, a profissional deveria ter usado máscara, proteção facial e gorro no cabelo, além de jaleco.
“Qual seria o risco de uma pessoa da minha idade que faz atividade física regularmente e tenta se alimentar bem?” (Margaret Rahn Sievert, 46 anos)
Cientistas UFPR – Olá, Margaret! Você não faz parte do grupo de risco para desenvolver a forma mais grave da doença, que pode inclusive levar a óbito. No entanto, de acordo com a pesquisadora Margareth Dalcomo, renomada pneumologista da Fiocruz, o novo coronavírus, até o momento, tem atacado adultos brasileiros com menos de 50 anos com a mesma ferocidade com que afeta os idosos na Itália. O comportamento do vírus ainda é pouco conhecido – portanto, qualquer pessoa infectada corre o risco de desenvolver a forma grave da doença. Estima-se que 80% dos infectados irão desenvolver sintomas leves, mas 20% dos infectados poderão precisar internação.
Os fatores de risco para a Covid-19 mais prováveis são:
1) Viagens recentes ou residência em uma área com disseminação comunitária contínua do vírus da Covid-19;
2) Contato próximo com alguém que tenha a Covid-19 – como um membro da família ou profissional de saúde que cuidou de uma pessoa infectada.
O novo coronavírus (chamado de SARS-CoV-2) infecta as pessoas independente da faixa etária (embora em diferentes frequências), condição social, sexo e condição nutricional. Estudo recente publicado na revista The Lancet aponta que pessoas idosas e com condições de saúde pré-existentes, como hipertensão, doenças cardíacas, doenças pulmonares, câncer ou diabetes, parecem desenvolver a doença de forma mais grave ou com mais frequência do que outros. Os últimos dados relacionados à letalidade de acordo com a faixa etária no Brasil são de 28 de março e, nesse relatório, cerca de 5% dos óbitos registrados até então eram de pessoas na faixa etária entre 40 e 59 anos. Como mencionamos acima, os riscos aumentam com a existência de outras doenças crônicas. Portanto, na ausência de comorbidades (duas ou mais doenças), ter um bom condicionamento físico e uma boa alimentação podem contribuir para diminuir o risco de complicações mais graves da Covid-19. Mas se você tem uma condição médica crônica e pode ter um risco maior de doenças graves, consulte seu médico sobre outras maneiras de se proteger. A prevenção é o principal método para evitar a infecção pelo coronavírus. Nesse momento, é importante que todos pratiquemos medidas de distanciamento social e de higiene das mãos e superfícies, entre outras para diminuir a velocidade de disseminação do vírus.
Prevenção
“Já há estudos para uma vacina para o coronavírus? Esse remédio que tanto se fala pode tratar o vírus?” (Izelda Marcelina Faria, 43 anos, Mangueirinha-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Izelda! Sim, já há no mundo inteiro laboratórios de pesquisa trabalhando no desenvolvimento de uma vacina contra o vírus da Covid-19. Por exemplo, um laboratório da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, publicou um artigo que reporta o sucesso de uma vacina quando testada em animais de laboratório. Mas ainda há muito chão pela frente até podermos usar em humanos: esse foi um teste inicial em camundongos e de um tipo de vacina não convencional. Muitos testes ainda precisam ser feitos, por exemplo, precisamos saber por quanto tempo esses anticorpos duram, é preciso determinar qual o melhor animal para o teste ser feito antes de chegar nos seres humanos, se esse tipo de vacina não causa nenhum efeito adverso no organismo e se é eficaz em seres humanos. Veja, mesmo com esse conhecimento, até hoje não há vacina para a MERS-CoV-1, que apareceu em 2014. Os pesquisadores dessa área falam que isso acontece em parte porque há uma dificuldade de se encontrar uma vacina que não piore os problemas respiratórios. Então muito trabalho ainda precisa ser feito para termos muita segurança antes de começar os testes em seres humanos.
Um outro exemplo, já um pouco mais adiantado: cientistas do NIH e empresa de Biotecnologia e apoio da Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias (CEPI), com sede em Oslo (Noruega), estão testando uma vacina em seres humanos há duas semanas. Essa é uma vacina não convencional também, pois é uma vacina de DNA. Nesse caso o sujeito é injetado com a informação genética de uma ou mais proteína do vírus que quando produzida em nosso corpo nos imuniza contra o vírus. Estes são dois exemplos, mas existem diversos outros, inclusive no Brasil no InCor, com o grupo do professor Jorge Kalil. Na melhor das hipóteses essas vacinas estarão disponíveis em 18 a 24 meses. Ou seja, nós temos que enfrentar a Covid-19 com o que temos agora.
Para o tratamento da Covid-19 também não existe um medicamento eficiente. Diferentes medicamentos estão sendo estudados em testes clínicos para determinar sua segurança e eficiência, mas até o momento ainda não há indicação de que possam ser utilizados em pessoas com quadros leves. É importante salientar que os medicamentos que estão sendo avaliados agora, como a hidroxicloroquina, não devem ser tomados sem prescrição médica devido ao risco de reações adversas como alterações graves na visão e comprometimento hepático. A hidroxicloroquina (HCQ) é um dos medicamentos mais promissores para tratamento de pacientes com quadro grave da doença, mas as evidências que temos até agora são bastante fracas. Devemos esperar que os pesquisadores fazendo testes bem controlados em pacientes usando a hidroxicloroquina e a cloroquina, associadas ou não a azitromicina, que é um antibiótico, reportem logo seus resultados.
Assim, Izelda, os resultados ainda são inconclusivos. Por isso, não devemos correr para as farmácias e acabar com o estoque de hidroxicloroquina ou outro medicamento que alguém disse que cura Covid-19. O que é certo é que a ciência vai dar uma resposta. Às vezes é um pouco lento, pois temos que fazer a prova e contraprova antes de dar um resultado. Somente quando temos certeza podemos divulgar, ainda mais quando vidas humanas estão em risco.
“Junto a um grupo estou procurando desenvolver ações de solidariedade com as pessoas mais afetadas com a crise da Covid-19. Estamos iniciando com a coleta e distribuição de alimentos. Entretanto essa atividade não pode ser realizada apenas remotamente. Como podemos realizar essas tarefas de forma segura para nós e demais pessoas?” (Giancarlo Tozo, 43 anos, dirigente sindical, Cascavel-PR)
Cientistas UFPR – Parabéns pela iniciativa, Giancarlo! Ações solidárias são muito importantes neste momento e podem ajudar a reduzir o impacto da fragilidade social neste grupo de pessoas. Entretanto, os estudos até o momento sugerem que o vírus que causa a Covid-19 é transmitido principalmente pelo contato com gotículas que são dispersas pela boca e nariz quando tossimos, espirramos ou mesmo falamos, e não pelo ar. Portanto, antes de sair de casa para realizar a ação solidária lembre-se de:
1) Lavar as mãos com água e sabão ou higienizador à base de álcool para matar vírus que pode estar nas suas mãos.
2) Manter pelo menos um metro de distância entre você e qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando.
3) Evitar tocar nos olhos, nariz e boca. As mãos tocam muitas superfícies e podem ser infectadas por vírus.
4) Certificar-se que você e as pessoas ao seu redor seguem uma boa higiene respiratória. Isso significa cobrir a boca e o nariz com a parte interna do cotovelo ou lenço quando tossir ou espirrar. Em seguida, descarte o lenço usado imediatamente.
5) Ficar em casa se não se sentir bem. Se você tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico.
Você precisa tomar esses cuidados para continuar saudável e contagiando as pessoas com solidariedade. É importante ainda tomar certos cuidados com as doações. Ao receber os pacotes de alimentos não perecíveis, a superfície (plástico e tenha certeza que a embalagem esteja intacta) pode ser limpa com um pano umedecido em solução de álcool 70% ou, na falta dele, utilize a mesma mistura usada para desinfecção de alimentos, que é uma solução de água sanitária diluída (mistura de duas colheres de sopa para cada litro de água). Após limpos, os kits montados com pacotes de alimentos não perecíveis podem ser acondicionados dentro de sacos (um para cada kit) para que não sejam mais manipulados depois de limpos até o momento da distribuição. Toda a manipulação dos kits deve ser precedida por higienização das mãos com água e sabão. Caso várias pessoas estejam envolvidas no processo de recebimento e montagem dos kits, manter distância de cerca de dois metros e usar máscara facial para evitar disseminar gotículas sobre as superfícies das embalagens – cuidar para colocar e remover a máscara adequadamente.
“Fiquei em dúvida quanto à recomendação de uso da máscara N95, pois havia compreendido que a máscara N95 tinha sua indicação apenas para profissionais de saúde prestando cuidados em procedimentos formadores de aerossóis” (Luciana Rodrigues da Cunha, 39 anos, psiquiatra, Belo Horizonte-MG)
Cientistas UFPR – Olá, Luciana! Você tem razão. A recomendação é de que máscaras cirúrgicas e as máscaras (respirador) N95 sejam de uso exclusivo por profissionais da área de saúde, especialmente neste momento em que há esgotamento desses suprimentos médicos no mundo todo. O Ministério da Saúde tem feito apelo à população para que caso esteja em posse de máscaras cirúrgicas ou mesmo N95 faça doações desses materiais para os hospitais. Até semana passada também não se recomendava uso de máscaras caseiras. Mas a pandemia é dinâmica e as recomendações têm sido atualizadas diariamente. A Comissão de Controle e Acompanhamento da Propagação do Novo Coronavírus na UFPR emitiu nota técnica sobre o uso de máscaras faciais caseiras de forma universal. Nessa nota fazemos uma análise crítica do que foi publicado a respeito de máscaras faciais e diferentes costumes. A nossa conclusão é que o uso de máscaras confere uma pequena proteção para o usuário. Mas se o usuário estiver contaminado – o número de portadores assintomáticos do novo coronavírus parece ser muito alto -, o uso da máscara é muito eficiente para que essa pessoa não contamine os outros. Então recomendamos o uso de máscaras não para se proteger, mas para proteger os outros – o Ministério da Saúde disponibilizou algumas dicas sobre confecção de máscaras caseiras.
“Sobre a prática de exercícios ao ar livre, como caminhada, andar de bicicleta ou correr, é permitido? Além disso, crianças podem brincar no parquinho do condomínio ou na areia da praia?” (Caroline Portela, 36 anos, professora, Matinhos-PR)
“Estou ficando ao máximo em casa, tem algum problema andar de bicicleta? Saio apenas para me exercitar, e durante o percurso não falo com ninguém” (Rodrigo Carvalho)
Cientistas UFPR – Olá, Caroline e Rodrigo! Vocês podem praticar exercícios ao ar livre desde que sozinhos, não tenham nenhum sintoma, como tosse ou espirros, e que não haja aglomeração de pessoas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a prática de 150 minutos de atividade física de intensidade moderada ou 75 minutos de intensidade vigorosa por semana, ou uma combinação de ambos no período de quarentena devido à Covid-19. Dê preferência aos exercícios que possam ser feitos em casa. O comportamento sedentário e os baixos níveis de atividade física podem ter efeitos negativos na saúde, bem-estar e qualidade de vida dos indivíduos. A autoquarentena também pode causar estresse adicional e desafiar a saúde mental dos cidadãos. As técnicas de atividade física e relaxamento podem ser ferramentas valiosas para ajudá-lo a manter a calma e continuar a proteger sua saúde durante esse período.
Quanto às atividades físicas para as crianças, a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é estimular atividades no quintal, na varanda ou próximo a locais mais arejados da casa ou apartamento. Se for brincar nos parquinhos do condomínio, fica difícil controlar se quem passou por lá anteriormente fez a higienização das mãos e também dos brinquedos. Leve junto o álcool gel para higienizar o brinquedo e faça a higienização das mãos da criança antes e depois do passeio. Além disso, é sugerido intercalar períodos de atividades físicas dentro do lar em mais de um horário do dia nos turnos da manhã e da tarde e, se possível, fazer as atividades em conjunto pais e filhos. Estimular a criança e o adolescente a ser criativo para realizar essas atividades em casa que podem ser de circuitos feitos com travesseiros e garrafas plásticas, pular corda, dançar, artes marciais, entre outras. Deixar claro para todos que o momento não é de férias e sim de uma situação emergencial e transitória de reorganização do formato em que as atividades cotidianas devem ser cumpridas. Então, sempre que possível, deve-se atentar para as medidas de distanciamento social. Se for necessário sair, procure utilizar máscara caseira (feita com os tecidos recomendados pelo Ministério da Saúde), mantendo todas as demais medidas de prevenção relacionadas à higiene das mãos e superfícies, etiqueta de tosse e distância de outras pessoas.
“Tenho 57 anos e estou em casa com meu marido de 66. Estando com ele não posso visitar minha neta de quatro meses? Não posso sair e voltar para a casa?” (Miriam Melo Silva, 57 anos, corretora de seguros, Curitiba-PR)
“Estou em isolamento em casa com o meu filho de sete anos, porém meu marido precisa sair para trabalhar. Minha sogra que tem mais de 60 anos mora em uma chácara. Nós estando sem sintomas e em isolamento desde 17 de março, podemos visitá-la? Se sim, quais cuidados devemos tomar?” (Cassia Costa, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Miriam! Seu marido faz parte do grupo de risco (acima de 60 anos de idade). Nesse caso recomenda-se que você não saia de casa, pois você pode ser contaminada e, ao voltar, levar o vírus para a sua residência contaminando o seu marido. A sua neta ou as pessoas que vivem com ela podem estar com o vírus e não apresentar sintomas, mas mesmo assim transmitir a doença para você. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recentemente declarou que “o vírus está passando das ruas para dentro das famílias” e reforçou a necessidade do isolamento social. Entendo que a saudade da neta deve ser grande, mas a melhor atitude agora é cada um ficar na sua casa, inclusive para proteger a netinha. Nos últimos dias temos acompanhado casos de crianças que desenvolveram a doença. É raro, mas pode acontecer. Portanto, essa atitude serve para proteger a sua neta também.
Cassia, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia recomenda que os idosos e pessoas com doenças crônicas dentro dos grupos de risco para a Covid-19 restrinjam o contato social, priorizando redução nas visitas e atividades em grupo e a adoção de medidas preventivas de higiene das mãos e superfícies. Novamente, é importante ressaltar o risco de transmissão do vírus por pessoas que tenham infecção assintomática, o que ocorre em parcela da população, quando mesmo não apresentando sintomas, algumas pessoas podem estar infectadas e transmitir o vírus para outras. Caso a visita seja necessária, todos devem fazer uso de máscara facial caseira, com tecidos recomendados pelo Ministério da Saúde, e ao realizar a visita, manter distância de cerca de dois metros entre pessoas, evitando cumprimentos usuais como beijos e abraços e realizando a lavagem frequente das mãos com água e sabão ou uso de álcool gel se não houver sujeira aparente nas mãos.
Se nos permitir, Miriam, sugerimos tentar usar a criatividade: faça uma sessão com o programa Skype pelo menos uma vez por dia para ver como está sua netinha, peça para vê-la com algum presente que você tenha dado. Mantenha o máximo contato virtual que puder com sua netinha, ajuda muito. Outro dia escutei um avô dizendo que seus netos, que moram na casa ao lado, vão ao jardim de sua casa e, de uma distância de uns 10 metros, conversam e contam como foi seu dia e falam da Covid-19 e por que é importante manter distância. Conversas longas, mas à distância. Lembrem-se: distanciamento social não é isolamento social, mesmo que algumas pessoas continuem confundindo os termos. A pandemia da Covid-19 está nos obrigando a redescobrir como interagir com as pessoas que amamos.
“Qual a forma adequada de diluir a água sanitária para limpar as embalagens das compras, maçanetas, pisos e outras superfícies de muito contato? Seria 25ml por litro? Já no caso das limpezas de frutas e verduras, posso colocar em uma bacia de 10 litros e 10 colheres de água sanitária? Deixo quanto tempo antes de tirar, secar e guardar?” (Eliane Américo, 38 anos, orientadora educacional, Valparaíso-GO)
Cientistas UFPR – Cara Eliane, muito importante a sua pergunta. Mesmo que estejamos em distanciamento social, o vírus pode vir da rua em sacolas e pacotes. A desinfecção dos ambientes é fundamental. A diluição recomendada de água sanitária para a limpeza de pisos pelo Ministério da Saúde é de uma medida de água sanitária comercial (que contém 2% a 2,5% do ingrediente ativo que é o hipoclorito de sódio) mais nove medidas de água. Para as demais superfícies que eventualmente sejam sensíveis à corrosão pela água sanitária diluída, recomenda-se a limpeza com água e sabão e, quando disponível, a desinfecção com álcool 70%. Para a desinfecção de frutas e verduras você está certa: a diluição recomendada é de uma colher de sopa (cada colher de sopa contém 15 ml) de água sanitária para cada um litro de água ou 10 colheres de sopa para 10 litros de água. As orientações do Ministério da Saúde para lavagem de frutas e verduras são:
1) Selecionar, retirando as folhas, partes e unidades deterioradas;
2) Lavar em água corrente os vegetais folhosos, folha a folha, e as frutas e legumes um a um.
3) Colocar de molho por 10 minutos em água clorada (uma colher das de sopa de hipoclorito de sódio a 2,5% ou água sanitária – 2,0 a 2,5% – para 1 litro de água).
4) Enxaguar em água corrente os vegetais folhosos, folha a folha, as frutas e legumes um a um.
5) Deixar secar naturalmente.
6) Se for utilizar água sanitária, esta deve conter apenas hipoclorito de sódio (NaClO) e água (H2O).
Não esqueça de usar luvas, pois o hipoclorito é agressivo para a pele, e proceda a desinfecção de superfícies e embalagens. Para o chão, você pode usar uma solução mais concentrada, de 0,5% de hipoclorito de sódio. A diluição nesse caso é bem menor e você pode usar um copo de requeijão (250 ml) ou americano (200 ml) de medida. Se a água sanitária for na concentração de 2% de hipoclorito de sódio, use uma medida de água sanitária para três de água, se for 2,5%, use uma medida para quatro de água da torneira. Importante comprar marcas de água sanitária que sejam regularizadas pela Anvisa.
“Minha dúvida é em relação às lentes de contato. Faço o procedimento corriqueiro: lavo bem as mãos antes de tirar as lentes e depois coloco em estojo com líquido multiuso, próprio para lentes. Existe alguma recomendação específica para a limpeza das lentes em relação ao coronavírus?” (Mara Cilese, 60 anos, servidora pública aposentada, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Até o momento não há evidência que aponte correlação entre maior risco de infecção por coronavírus em usuários de lentes de contato. No entanto, de acordo com Thomas Steinemann, da Academia Americana de Oftalmologia, em entrevista concedida à CNN Health, os usuários de lentes de contato tocam os olhos e face com mais frequência do que aqueles que fazem uso de óculos. Isso associado à necessidade de pelo menos duas vezes ao dia ter que tirar e colocar as lentes (tocando os olhos), se não forem realizadas medidas de higiene adequadas das mãos, pode se tornar um facilitador da entrada do vírus. Com relação à prevenção contra a Covid-19, não há uma recomendação específica sobre a limpeza das lentes em si, mas é importante que no uso das lentes os seguintes cuidados sejam tomados:
1) Sempre lave bem as mãos com água e sabão, seque-as totalmente antes de manipular a caixa e as lentes de contato, ou antes de colocar as lentes de contato (mesmo que novas) ou antes de retirar as lentes de contato dos olhos.
2) Após colocar ou retirar as lentes, lave também suas mãos com água e sabão e seque-as bem.
“No caso de pessoa pertencente à grupo de alto risco para infecção por coronavírus (cardíaco, alta histamina, diabético, enfisema pulmonar, mais de 60 anos de idade, baixa vitamina D, distúrbio de déficit de atenção), ir ao supermercado por absoluta necessidade não é excepcionalmente recomendado usar máscara ou lenço e luvas descartáveis por precaução?” (Cibele Christina de Carvalho, 45 anos, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – A ida de pessoas pertencentes ao grupo de risco ao supermercado deve ser evitada. Compras online ou feitas por parentes e amigos devem ser a primeira opção para que pessoas do grupo de risco permaneçam em isolamento domiciliar. O Ministério da Saúde passou a recomendar o uso de máscaras caseiras para toda a população em caso de necessidade de sair do isolamento para realizar tarefas rápidas fora de casa. O uso da máscara não deve diminuir o cuidado e lavar as mãos com água e sabão continua sendo a melhor maneira de se proteger contra o novo coronavírus. O uso de máscaras caseiras, feitas com tecidos recomendados pelo Ministério da Saúde, por todos universalmente pode ajudar a diminuir a disseminação de gotículas contaminadas no ambiente. Em relação ao uso de luvas descartáveis no supermercado, é preferível que se lave as mãos com água e sabão ou usando o álcool gel 70% se as mãos não estiverem com sujeira aparente – em geral, na seção de frutas e verduras, os mercados disponibilizam pia com torneira e sabão. É importante salientar que o mesmo cuidado para evitar tocar a face com as mãos precisaria ser tomado por quem está usando luvas. Caso exista absoluta necessidade, procure fazer em horários de menor movimento, para evitar as aglomerações, manter o distanciamento físico de outras pessoas (de cerca de dois metros) e fazer a higienização dos produtos, do corpo e das roupas assim que retornar à residência. Para idosos e gestantes, as lojas de redes associadas à Associação Paranaense de Supermercados estão abrindo às 7h, em horário diferente do de abertura para o público geral que continua sendo às 8h.
“Meu pai precisou ir para Campinas. Foi apenas visitar meus avós e por isso não saiu da casa deles enquanto esteve lá. Quais as medidas devem ser tomadas aqui na minha casa tanto para ele quanto para os demais que moram aqui?” (Gabriela Borges Velásquez, estudante, 21 anos, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Gabriela! Muitos casos da Covid-19 são assintomáticos. Por esse motivo, mesmo que ele não esteja apresentando sintomas, é recomendável que seja feito o isolamento por 14 dias. Para que todos fiquem protegidos, mesmo que não surjam os sintomas que têm sido descritos, como febre e tosse, ele deverá permanecer em um cômodo isolado, com o uso personalizado de objetos (talheres, roupa de cama e banho) e o mínimo de interação para garantir o máximo distanciamento físico possível. É importante frisar que deve-se ter cuidados extra com idosos ou pessoas grupos de risco (diabéticos, pessoas com doenças cardiovasculares e respiratória crônica, imunossuprimidos, entre outros). Caso haja desenvolvimento de qualquer sintoma gripal leve, iniciar o uso de máscara e isolamento dentro do domicílio, com cuidados específicos determinados pelo Ministério da Saúde, e observar a necessidade de procurar atendimento médico caso desenvolva falta de ar ou sintomas graves.
“Sei que parece loucura minha, mas sou temente a Deus e tive um sonho muito real de que a cura para o coronavírus se obteria através de um fungo que se desenvolve na palha do milho armazenado para alimentar animais – aquele tipo de milho guardado em paiol. Não possuo nenhuma evidência sobre o fato do sonho. Contudo, me fez lembrar da história de como a penicilina foi descoberta. Achei por bem compartilhar, visto que a UFPR teria os instrumentos adequados para pesquisa” (Andrei Muchinski, 36 anos, professor, Curitiba- PR)
Cientistas UFPR – Andrei, seu sonho de certa maneira é real. Os alcalóides do ergot (ou alcalóides do esporão do centeio) são produzidos pelo Claviceps purpurea (fungo que infecta cereais em condições úmidas de crescimento ou armazenamento) e deram origem a medicamentos que foram indicados para o tratamento de enxaqueca. Porém, a ingestão de alimentos contaminados com estes alcalóides provocou, em épocas passadas, intoxicações à população. Vários outros medicamentos usados hoje em dia, além da penicilina que você citou, tiveram sua origem em fungos ou bactérias. Um exemplo é a doxorrubicina, um composto derivado das antraciclinas, isoladas na década de 1960 a partir da bactéria Streptomyces peucetius. Talvez seu sonho contribua com a ideia de que um composto ativo contra a Covid-19 venha de um fungo ou outro produto natural. Vários medicamentos estão sendo avaliados e estudados em relação ao seu potencial para inibir a multiplicação do novo coronavírus em pessoas: cloroquina, hidroxicloroquina, remdesivir, lopinavir, ritonavir e interferon. Até o momento ainda não há dados que indiquem a real eficiência deles no tratamento da Covid-19. Uma outra nova terapia é o uso de plasma de pacientes recuperados da Covid-19, que contém anticorpos contra o vírus. Assim, pacientes que conseguiram combater o vírus podem ajudar quem não está conseguindo.
“Aquelas luvas de limpeza amarelas protegem contra o coronavírus ou somente as luvas cirúrgicas?” (Eliane Américo, 38 anos, orientadora educacional, Valparaíso-GO)
Cientistas UFPR – Olá, Eliane! Na verdade, o uso de luvas não faz parte das recomendações para evitar o novo coronavírus. A contaminação ocorre quando a gente toca uma superfície contaminada e em seguida o rosto. O vírus entra pelos olhos, nariz e boca. Assim, se você estiver de luvas ou sem luvas vai se contaminar da mesma forma quando tocar o rosto. O que precisa ser feito é lavar as mãos com frequência com sabão e água ou desinfetar com álcool 70% ou álcool em gel 70% e evitar tocar o rosto. Se você estiver usando luvas, pode ser mais difícil lavá-las. E mesmo com luvas a pessoas tendem a passar a mão no rosto.
“Quem teve embolia pulmonar faz parte do grupo de risco?” (Eduardo Pausini, 58 anos, produtor de conteúdo, Curitiba-PR)
“Quem teve H1N1 deve ter cuidados especiais? Está no grupo de risco?” (Margarida Mascarenhas)
“Tenho agenesia renal (CID 10Q60.0). Isso me torna incluso no grupo de risco?” (Sergio Gabriel da Silva Junior, 40 anos, motorista, Curitiba-PR)
“Meu esposo tem sopro desde o nascimento, ele é considerado grupo de risco? Quem teve tromboflebite mas já tratou e não usa mais anticoagulantes há muito tempo é do grupo de risco? E crianças que quando menores tinham asma mas estão há muito tempo sem nenhuma crise estão no grupo de risco?” (Eliane Américo, 38 anos, orientadora educacional, Valparaíso-GO)
Cientistas UFPR – Eduardo, Margarida, Sergio e Eliane, a dúvida de vocês é similar, e é relacionada aos grupos de risco para a Covid-19. Nesses grupos estão pessoas com 60 anos ou mais, com doenças pulmonares crônicas (asma, bronquite), doenças renais, doenças hepáticas, obesidade severa, imunidade comprometida ou com problemas cardíacos sérios. O mais importante é identificar a causa das doenças questionada por vocês. Por exemplo:
Eliane, o que causou a tromboflebite? É relacionada a um distúrbio de coagulação? Quanto ao sopro, é um sopro congênito, resultado de anormalidades nas válvulas cardíacas, ou outro problema estrutural do coração? Se sua resposta for sim para essas perguntas, seu esposo e o paciente com tromboflebite fazem parte do grupo de risco.
Sergio, você está realizando tratamento para a agenesia renal com diálise ou uso de algum medicamento específico que possa comprometer a sua imunidade? Se sim, você faz parte do grupo de risco. Caso você leve uma vida normal com a doença, você não faz parte do grupo de risco.
O mesmo é válido para quem teve condições como H1N1 e embolia pulmonar. Os pacientes só farão parte do grupo de risco se a causa que tenha levado a essas doenças esteja relacionada à imunidade comprometida, problemas circulatórios ou problemas pulmonares que persistem, como quadro asmático ativo.
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Pesquisa do Sebrae revela que 89% dos pequenos negócios já enfrentam queda no faturamento

De acordo com o levantamento, caso as medidas de isolamento da população permaneçam por mais tempo, 36% dos empreendimentos devem fechar as portas em um mês

Os primeiros dias de restrição à circulação de pessoas e isolamento social, em decorrência do Coronavírus, já atingem o equilíbrio financeiro das empresas e ameaça a sobrevivência de milhões de pequenos negócios no país. Segundo pesquisa feita pelo Sebrae, 89% das micro e pequenas empresas brasileiras já observam uma queda no seu faturamento. E 36% dos empreendedores afirmam que precisarão fechar o negócio permanentemente, em 1 mês, caso as restrições adotadas até agora permaneçam por mais tempo.

A pesquisa, feita entre os dias 20 e 23 de março, junto a um universo de 9.105 donos de pequenos negócios – sendo 794 (8,7%) deles com sede no Paraná, revelou que, na média, a redução no faturamento das empresas foi de 69%. Os empresários ouvidos pelo Sebrae ressaltam que, mesmo adotando uma estratégia de venda online, o faturamento anual do negócio sofreria uma queda de 74%, caso as políticas de isolamento social sejam mantidas por um período de dois meses.

Com a expressiva queda nas vendas, 54% dos empreendedores já preveem que precisarão solicitar empréstimos para manter o negócio em funcionamento sem gerar demissões. E, avaliando as perspectivas da economia brasileira, 33% dos empresários entrevistados acreditam que o país deve levar um ano ou mais para voltar ao normal.

As medidas de restrição ao deslocamento de pessoas já fizeram com que 42% dos empresários tomassem a decisão de fechar temporariamente o negócio e levou 26% a reduzir a jornada de trabalho da empresa.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa confirma a importância e a urgência de medidas de socorro aos pequenos negócios. “As pequenas empresas representam 99% de todos os empreendimentos do país e geram mais da metade dos empregos formais. A situação provocada pela pandemia exige de todos os agentes públicos o compromisso pela busca de soluções concretas e rápidas para os problemas que essas empresas estão enfrentando no dia a dia da crise”, destaca Melles. O presidente do Sebrae ressalta que a instituição está atuando junto às diferentes instâncias de governo, ao Congresso e ao Judiciário para o desenvolvimento dessas soluções. “O Sebrae está, nesse momento, ao lado dos empresários e disponibilizando todo o apoio por meio das diferentes plataformas de atendimento”, destaca.

PRINCIPAIS NÚMEROS DA PESQUISA NO PARANÁ

Como o seu faturamento mensal está sendo afetado?

2% aumentou
4% permaneceu igual
88% diminuiu
Quanto foi a perda em termos de faturamento mensal até este momento?

de mais de 50% - 62 % dos entrevistados
de 41% a 50% - 13 % dos entrevistados
de 31% a 40% - 9 % dos entrevistados
de 21% a 30% - 9 % dos entrevistados
de 11% a 20% - 3 % dos entrevistados
de 6% a 10% - 2 % dos entrevistados
até 5% - 2 % dos entrevistados
Por quanto tempo acredita que o negócio permaneça aberto, com as restrições adotadas até agora?

Mais de 6 meses - 3%
De 5 a 6 meses – 3 %
De 3 a 4 meses – 8 %
De 2 a 3 meses – 30 %
Até 1 mês – 36 %
MAIS NÚMEROS DA PESQUISA NO BRASIL

Ações que já estão sendo adotadas pela empresa

57% disponibilizou álcool-gel p-colaboradores
54% ampliou a limpeza
50% disponibilizou álcool-gel p-clientes
42% fechou temporariamente o negócio
26% reduziu jornada de trabalho
Ações que a empresa ainda vai adotar

40% fechar temporariamente o negócio
28% ampliar a limpeza
26% disponibilizar álcool-gel
26% aumentar vendas on-line
25% fechar permanentemente
Quanto tempo vai demorar para a situação da economia brasileira voltar ao normal?

Mais de 12 meses – 24 %
12 meses – 9 %
6 meses – 19 %
3 meses – 9 %

Ovo de Chocolate com recheio de Beijinho e Alfajor são sugestões de receitas zero açúcar para celebrar a Páscoa

Lowçucar apresenta duas receitas deliciosas e sem açúcar para quem deseja celebrar a Páscoa em casa nessa quarentena
No dia 12 de abril comemoramos a Páscoa e para deixar a data ainda mais especial, a equipe de nutrição da Lowçucar disponibilizou duas opções de receitas práticas e saborosas.

A primeira receita é um cremoso Ovo de Chocolate de Colher recheado com Beijinho e Creme de Avelã com Cacau Zero Açúcar. Uma receita prática que rende dois ovos de 640 gramas e fica pronto em uma hora e meia.

Os Alfajores de Chocolate Zero Açúcar recheados com Doce de Leite Lowçucar ficam prontos em uma hora e uma receita rende 32 unidades com 40 gramas cada. Vamos conferir?

Ovo de Chocolate de Colher é recheado com Beijinho e Creme de Avelã com Cacau Zero Açúcar
INGREDIENTES:

Recheio:
1 embalagem de Pó para Preparo de Sobremesa de Leite Condensado Lowçucar Zero Adição de Açúcares (220g)
2 embalagens de creme de leite light (400g)
1 colher (sopa) de farinha de trigo (10g)
½ colher (sopa) de margarina culinária (10g)
¾ xícara (chá) de coco ralado em flocos sem açúcar (50g)

Cobertura:
1 embalagem de Creme de Avelã com Cacau Lowçucar Zero Açúcares (150g)
½ embalagem de creme de leite light (100g)

Ovo:
250g de chocolate em barra diet

Forma:
2 formas de ovo de páscoa (350g)

MODO DE PREPARO:
Ovo: Derreta o chocolate no micro-ondas de 30 em 30 segundos, para não queimar o chocolate. Se preferir pode derreter em banho-maria. Coloque o chocolate derretido nas formas. Leve à geladeira até que o fundo da forma fique esbranquiçada e repita o procedimento. Reserve.

Recheio: Prepare o leite condensado conforme as instruções da embalagem. Em seguida coloque em uma panela com os restantes dos ingredientes. Leve ao fogo e mexa até desgrudar do fundo da panela. Coloque em um prato e cubra com filme plástico. Reserve.

Cobertura: Coloque em uma vasilha o creme de avelã, com o creme de leite, misture e leve ao micro-ondas por 30 segundos.

Montagem: Recheie os ovos, deixando aproximadamente 1 dedo até a borda. Finalize com a cobertura. Decore como preferir.

Rendimento: 2 ovos de 640g
Dificuldade: médio
Preparo: 1 hora e 30 minutos

ALFAJORES DE CHOCOLATE ZERO AÇÚCAR

INGREDIENTES:

Massa:
1¼ xícaras (chá) de margarina culinária (200g)
½ xícara (chá) de Adoçante Culinária Lowçucar (52g)
3 ovos (150g)
2 xícaras (chá) de farinha de trigo (240g)
2 xícaras (chá) de amido de milho (200g)
2 colheres (sopa) de cacau em pó (20g)
1 colher (sopa) de fermento químico em pó (12g)
1 colher (café) de essência de baunilha
Raspas da casca de um limão

Recheio:
1 embalagem de Doce de Leite Lowçucar Zero Adição de Açúcares (220g)

Cobertura:
300g de chocolate em barra diet derretido

MODO DE PREPARO:

Massa: Coloque na batedeira a margarina, o adoçante e bata até ficar cremoso. Acrescente os ovos um a um sem parar de bater. Transfira o creme para um recipiente e misture com os restantes dos ingredientes mexendo até obter uma massa homogênea. Abra a massa com auxílio de um rolo, sobre uma superfície enfarinhada e corte em círculos. Asse em forno médio preaquecido a 180°C por aproximadamente 20 minutos.

Montagem: Depois de assado, recheie uma parte do alfajor com o doce de leite e em seguida coloque o outro sobre o recheio.

Cobertura: Banhe-os no chocolate derretido com ajuda de um garfo e coloque sobre um papel alumínio para secarem.

Rendimento: 32 porções de 40g
Dificuldade: baixa
Preparo: 1 hora
SOBRE A LOWÇUCAR

A Lowçucar surgiu em um momento de necessidade de produtos sem açúcares, assim, cada detalhe da linha de produtos foi pensado para que os consumidores sintam o prazer em comer doce mesmo que retirando o açúcar.
Seu portfólio inclui achocolatados; wafers, biscoitos recheados; misturas para bolo; doce de leite; leite condensado; creme de avelã; gelatinas; mousses; pudins, entre outros itens, além de diversas opções de adoçantes.
A marca está presente nas principais redes varejistas e atacadistas de todo País, atendendo a demanda de consumidores finais e profissionais que atuam no segmento de Food Service.