Masotti estreia vitrines “Sob um Novo Olhar”, na quarta, 22

Formas orgânicas e referência ao mar estão presente na sala de estar assinada por Gusso e Rinaldin; enquanto Fabi Remza Interiores montou um quarto de casal aconchegante com cores claras e neutras

Novos ares sopram na Masotti Curitiba. Na quarta, 22, as duas vitrines da loja de móveis estarão completamente renovadas. As ambientações de um quarto de casal e de uma sala de estar seguem o tema "Sob um Novo Olhar" e foram feitas pelo escritório Gusso e Rinaldin e pela Fabi Remza Interiores. "É um prazer poder renovar nossas vitrines com profissionais tão competentes, que trazem novidades e muita inspiração em seus projetos", diz José Reis, gerente comercial da Masotti Curitiba. A inauguração dos ambientes será a partir das 18h para convidados e imprensa.

A brisa marítima pode ser sentida na sala de estar projetada pela dupla Ana Paula Gusso e Marina Rinaldin, em que predominam os tons azuis. Como ponto de partida, elas escolheram um quadro da artista catarinense Susane Raiter que se inspirou nas Maldivas – a cor azul é o destaque da obra. As referências ao litoral aparecem em materiais com fibras naturais, como no pendente em palha e nas formas naturais do mobiliário. O sofá é curvo, margeado por poltronas redondas e o tapete em forma orgânica, remetendo às ondas do mar. "Nossa sala terá esse conceito de praia por causa da obra da Susane, que ambas admiramos muito", revelou Marina.

O quarto montado por Fabi Remza Interiores inspira aconchego e relaxamento. Com uma paleta de cores neutras e claras, a aposta do escritório foi por usar o rosé como ponto de cor no tapete e trazer a natureza para perto com musgos e flores desidratadas. "A ideia é trazer calma, desacelerar, por isso as cores que remetem à natureza e um toque macio nos tecidos", explica a designer Fabi Remza. O conforto aparece na textura do bouclé da poltrona, no linho e bordados para a roupa de cama e no tapete de trama trançada em tear. Já a sofisticação é pontuada pelas mesas de cabeceira, primeiros móveis a serem escolhidos para dar o tom do projeto. O móvel tem pés em aço escovado rosé e a superfície brilhante da laca. A cama, peça principal do ambiente, foi projetada para ter armazenamento e transporte práticos, sendo fácil de deslocar por elevadores, por exemplo.

Serviço
Estreia das vitrines "Sob um Novo Olhar" da Masotti Curitiba, por Gusso e Rinaldin e Fabi Remza Interiores.
Dia 22 de março, quarta-feira, às 18h. Alameda Doutor Carlos de Carvalho, 1.706, Batel.

Galeria Zilda Fraletti faz prévia da SP-Arte neste sábado

18 de março, sábado, das 11 às 14h.
18 de março
Galeria Zilda Fraletti faz prévia da SP-Arte neste sábado

Uma amostra do que será exibido no maior evento de arte do Brasil, que acontece em São Paulo entre março e abril, poderá ser visto na Galeria neste fim de semana

Acontece neste sábado, dia 18 de março, em Curitiba, a exposição “Interconexões: Cores, Formas e Texturas” com obras dos artistas selecionados pela Galeria Zilda Fraletti para estar em seu estande na SP-Arte 2023, maior evento de arte do Brasil, que será realizado entre 29 de março a 2 de abril no Pavilhão da Bienal, em São Paulo.

Para a mostra na capital paulista, a Galeria fez uma afinada seleção de artistas contemporâneos, cujos trabalhos trazem uma energia leve, alegre e positiva. Algumas destas produções, que seguem a mesma linha do que será exibido no evento paulistano, poderão ser vistas na exposição em Curitiba.

“É preciso relembrar a força do sensível, a capacidade que possui um gesto criativo - mesmo que mínimo - de encontrar a surpresa no comum. Afinal, o mais arrebatador na arte são aqueles primeiros instantes, em que a lógica é suspensa e os sentidos nos acordam para o novo. Já passamos por turbulências demais nos últimos tempos. É preciso não esquecer que a beleza ainda existe e é necessária”, destaca Zilda.

Entre os artistas selecionados, Dee Lazzerini, Emerson Persona, Juliane Fuganti e Verônica Filipak convidam o espectador a um universo onírico de formas orgânicas e intuitivas, testando a inventividade de múltiplos meios e materiais para criar os seus trabalhos.

A produção do mineiro Dee concentra-se na criação de “corpos artificiais” e “novos seres” que partem de experiências microscópicas dentro da área biológica. O curitibano Emerson busca a representação do corpo em grandes formatos, usando técnicas como a pintura, o desenho e a colagem, e fazendo uso de figuras de animais e plantas no tamanho A3.

A catarinense Juliane tem como base a natureza e, por meio do uso de diversas técnicas, como pintura, gravura, fotografia e cerâmica, faz surgir imagens quase bucólicas e cheias de significado. Verônica tem seu trabalho baseado em tecidos costurados para construir paisagens oníricas cheias de formas e tramas.

Na exposição terão trabalhos do curitibano André Mendes e do mineiro Iuri Sarmento em que as curvas e as cores marcam presença. André cria elementos orgânicos com aspecto de sonho, que marcam a passagem do físico para o metafísico. Já os coloridos trabalhos de Iuri trazem um “barroco reinventado”, com uma roupagem mais contemporânea e que tende para o alegórico.

O jogo cromático de formas de Bruno Marcelino e do baiano Jean Araújo, dois outros selecionados, instigam os olhos mais atentos. Com produções que primam pela união entre cor, luz e superfície, Bruno mostra que não há limites para o que o olho pode perceber entre uma linha e outra de suas obras lineares. Já Jean utiliza a arte óptica para provocar a percepção do espectador, combinando tons claros e escuros, opacos e brilhantes, formas e linhas, que vibram ao olhar.

O paulistano Alexandre Frangioni foi escolhido pela forma como conversa com o público, com um humor leve e cheio de acidez nas entrelinhas, buscando traduzir na pintura uma percepção em relação ao tempo, espaço e valores na sociedade contemporânea. Suas obras bebem na engenharia, área na qual é formado, e que o guia pela exploração de materiais e tecnologias variados.

Os paranaenses Rogério Ghomes, Marcelo Conrado e Cleverson Oliveira trarão seus trabalhos que transportam o espectador para paisagens urbanas e naturais que parecem “esconder segredos”. Rogério parte de fotografias enigmáticas que vão além de meros registros, sugerindo um universo espiritual e existencial.

A produção de Marcelo, com foco principal na pintura e na fotografia, tem como base a pesquisa e a investigação criteriosa. Professor de Direito, explora temáticas como legitimidade e justiça social em suas obras. Cleverson atua em campos multidisciplinares para explorar os limites da imagem. Da produção mais recente, destacam-se os trabalhos de desenho em papel e tela usando materiais simples, como pó de grafite, lápis e marcador permanente.

“Os artistas que a Galeria Zilda Fraletti apresenta na SP-Arte 2023 nos lembram que nem a arte, nem nós mesmos, perdemos a vontade de encontrar fascínio no mundo”, destaca Zilda.

Serviço
Onde: Galeria Zilda Fraletti
Avenida Batel, 1750 – Lojas 07, 08, 10 e 12
Quando: 18 de março (sábado)
Horário: das 11h às 14h
A exposição permanecerá até 04 de abril

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Artefacto inaugura Mostra 2023

Flagship da marca reúne relevantes nomes da arquitetura em ambientes que abordam a Felicidade

Para você, o que é felicidade? Felicidade é tempo: aquele que já passou, o aqui e agora, mas também o futuro. A felicidade existe nos momentos já vividos, mas também acontece hoje e habita os sonhos que construímos para o amanhã. Ela está contida nas memórias compartilhadas, nas notas musicais que embalam o cotidiano, nos aromas dos perfumes de quem a gente ama. E, naturalmente, nos ambientes em que vivemos.

Com 47 anos de história, completos este ano, nossa coleção 2023 contempla um mundo em transformação. Mais especificamente, o microcosmo de uma casa que busca se harmonizar com seus moradores, mas também com o planeta. Que anseia pelo longo prazo, mas que mantém em vista a dimensão do aqui e agora. Do conforto ao alcance da mão. Da elegância do artesanal.

Daí o conceito de Alcheme: nossa atual coleção, elaborada com maestria pela arquiteta Patricia Anastassiadis, diretora criativa da Artefacto, inspiarada pela Alquimia. A mítica ciência medieval da trasmutação, transposta para nossos dias para caracterizar uma coleção de móveis mais ágeis e flexíveis, capazes de atender a múltiplas funções e prontos para transitar pelos mais variados espaços. Mais "transmutáveis", por assim dizer, mas sem nunca abrir mão da excelência construtiva e da sofisticação inerentes à nossa marca, em seu quase meio século de vida.

Um tempo necessário de compreensão, de amadurecimento, que nos coloca hoje em condições de marcar presença em projetos internacionais assinados por alguns dos arquitetos mais renomados do planeta, tais como Norman Foster, Bjarke Ingels, Antonio Citterio, Herzog & de Meuron, Renzo Piano e Zaha Hadid. Assim como em estrelados endereços da hospitaliadde inernacional, como o novíssimo Rosewood, o novo point paulistano, o Cipriani Club, em Nova York, além de hotéis de luxo que vão de Jumby Bay Island ao Hotel du Cap-EdenRoc, no sul da França.

Mas não somente. Um trajetória que nos leva hoje a ultrapassar os limites dos interiores, residenciais ou corporativos, para atingir o espaço urbano, por meio de exclusivas parcerias com grandes construtoras e incorporadoras, em empreendimentos do porte do "Artefacto Towers by CK", do "Helbor Jardins por Artefacto" e, em parceria com a Opportunity Imobiliário e a SIG Engenharia, do "Glória Residencial Rio de Janeiro", retrofit do icônico hotel da zona sul carioca.

Portanto, como se vê, motivos não faltam para comemorar. E, por tudo isso, Paulo Bacchi, convida você a conhecer, e celebrar, nossa mais nova coleção de móveis. Além de treze elaborados espaços, inéditos e atuais, assinados por grandes nomes da arquitetura de interiores nacional, que, cada qual à sua maneira, interpretam o lifestyle Artefacto, sob a ótica da Felicidade.

Esperamos por você!

MOSTRA ARTEFACTO 2023

Aline C., Bruno Carvalho, Chris Hamoui, Debora Aguiar, Erika Queiroz, Fabio Morozini, Genese Ramos Arq+Int, Gláucia Britto Arquitetura, Lídia Maciel Arquitetura, Mariana Maran | OKA Arquitetura, Nathália Scheidt, Patricia Penna Arquitetura, Tiago Martins e Caio Bandeira - Architects + Co, participam desta edição da Mostra Artefacto 2023.

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Aline C. (@alinecarquitetura)

Carioca, atualmente residindo em São Paulo, a arquiteta Aline Celles é pós-graduada em design de interiores, com MBA em Arquitetura de Luxo. Atributos que a credenciam a navegar com desenvoltura pelos mais variados projetos: de interiores residências aos corporativos. Da hotelaria ao visual merchandising. Sem esquecer, claro, das mostras de decoração - apenas na unidade Artefacto do CasaShopping, no Rio de Janeiro, desde que se formou, ela já contabiliza quase dez participações.

Dona de um olhar apurado e meticuloso - daqueles capazes de garimpar preciosidades à distância -, Aline assina, nesta edição, a loja, de 20 m², destinada a apresentar a Artefacto Home. Um trabalho de forte conteúdo conceitual, no qual ela lança mão de uma abordagem black & white, com o objetivo de evidenciar os detalhes dos objetos que habitam o universo da marca. Todos eles, claro, devidamente realçados por uma iluminação pontual e concentrada.

Pedras naturais, vidro, acrílico. Um inspirado mix de materiais dá cor e forma a um espaço que dispensa rótulos. "Estou convencida que a felicidade só pode ser encontrada e percebida na simplicidade das coisas e em momentos vividos dentro de nós. Acredito, verdadeiramente, que, quando estamos felizes tudo à nossa volta, se torna mais feliz também. Por isso, penso que podemos, sim, imprimir felicidade a um ambiente. Espero que eu tenha chegado lá", brinca a profissional.

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Bruno Carvalho (@bruno_carvalho)

Natural de Vitória, o design de interiores Bruno Carvalho vive entre São Paulo e Miami. Em seus elaborados trabalhos, procura contrapor elementos dos universos masculino e feminino. "Na arquitetura, me agradam as linhas retas, claras, bem definidas. Já no design, me deixo levar pela sinuosidade, pelas curvas", declara ele, que em sua oitava mostra Artefacto, apresenta, em 115 m², um living, uma suíte com escritório e uma sala de jantar, definidos por ele como "de encher os olhos".

Para o profissional, a felicidade está na simplicidade, nas cores leves, no alto astral, na sensação de amanhecer. No seu ambiente, em particular, ela vem embalada por um dado a mais: um sentido de elegância que salta aos olhos, manifesto, por exemplo, em dois móveis chave: os sofás Eos, com sua sinuosidade pronunciada, e as poltronas Nyx."Quero que todos sejam muito bem-vindos a esse meu pequeno mundo, cheio de felicidade e celebração à vida!".

Adepto de uma noção de conforto radical, na qual nenhum detalhe pode ser deixado de lado, Bruno encontra na Artefacto um porto seguro para suas criações. "Sem dúvida que especificar a marca acrescenta um nítido diferencial a meus projetos. Não só pelo design, conforto e qualidade dos produtos, mas também pelo serviço impecável de venda e pós-venda. Uma tranquilidade para nós, profissionais, e para nossos clientes! No final, todos acabam felizes", declara ele.

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Chris Hamoui (@chris_hamoui)

Um ambiente contemporâneo, de 130 m², realçado por uma atmosfera declaradamente dramática. Assim, a arquiteta Cris Hamoui define sua proposta para a Mostra Artefacto 2023. Sua décima sexta participação consecutiva na flagship da marca. "A marcenaria, em todos os meus trabalhos, é sempre tratada com especial atenção e, este ano, não foi diferente. Por meio dela, consigo obter uma nova configuração para cada espaço", conta ela.

Quanto à escolha dos móveis, outro item considerado pela arquiteta como essencial para um projeto bem-sucedido, Cris é taxativa. "Escolho cada peça pessoalmente e minuciosamente. É necessário muito cuidado para fazer convergir o nível de conforto desejado com a função a ser desempenhada por cada peça", afirma a arquiteta, que em seu ambiente lançou mão de uma paleta de cores neutras, com base em tons off white, além do branco e do preto.

"Quando falamos em decoração de uma casa, não podemos perder de vista o conceito de refúgio. De um lugar onde você consiga se encontrar e, principalmente, se reconhecer", considera Cris, que vê a Artefacto como uma empresa ímpar no cenário nacional. "Qualidade do produto, design, suporte pós-vendas. A Artefacto excede em todos estes itens e, para nós, profissionais, isso é essencial. É um gradiente de confiança raro de se encontrar", conclui ela.

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Debora Aguiar (@deboraaguiararquiteta)

Presença constante em Mostras Artefacto - desde 2014 a arquiteta já assinou ambientes em São Paulo, Rio de Janeiro e Miami -, Debora Aguiar acompanha de perto a evolução da marca, há, pelo menos, uma década. Tendo, inclusive, assinado o projeto da unidade Beach & Country, na capital paulista ."Sou só elogios a essa marca que tive a oportunidade de ver crescer, cruzar fronteiras e ultrapassar barreiras, que só os sonhadores e realizadores são capazes de conquistar".

Sempre aguardada, sua participação este ano busca responder, dentro de uma linguagem atemporal, à necessidade de bem receber, indissociável, de uma casa contemporânea. Basicamente, a partir da integração de um living e de uma sala de jantar, com cerca de 90 m². "É interessante notar como o simples posicionamento estratégico do módulo Discovery, das poltronas Pol e Nyx e da chaise long Phili colaborou ativamente para a flexibilização do uso do espaço como um todo", observa.

"A felicidade é feita em casa, onde nossas emoções e nossos sentimentos são construídos. A casa como refúgio, como porto seguro. Não me surpreende que a casa tenha se tornado o foco, o centro de tudo", acredita a arquiteta. Para ela, uma vez ressignificada, a casa acabou por se tornar um centro de união e convivência. "Cabe a nós, profissionais, criar condições para que essa nova realidade se manifeste", considera Debora.

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Erika Queiroz (@erikaqueirozarquitetos)

Um ambiente só é pouco para conter toda a felicidade que emana das criações da arquiteta mineira, hoje radicada em Cuiabá, Erika Queiroz. "Estar conectada com o Divino, com a minha família, com meus amigos e, principalmente, com o meu trabalho, faz de mim uma mulher feliz",conta. "Penso natural que esse estado de espírito acabe por se refletir nos interiores que realizo", afirma a profissional, que completa este ano sete participações ininterruptas em mostras da Artefacto.

Ainda assim, Erika admite ter suas estratégias para compor espaços, digamos assim, de bem com a vida. "Projetos que proponham momentos memoráveis são sempre bem recebidos", afirma a arquiteta que para esta edição elaborou um ambiente de uso múltiplo, de 115 m², com living, sala de jantar e suíte. "Com toda a sua organicidade e texturas ressaltadas, a linha Lena, mesa de jantar e bar, foi meu ponto de partida na composição. "São móveis que estimulam sensações".

Mas, se por um lado, não existam maiores dúvidas sobre a capacidade de encantar inerente aos projetos assinados pela arquiteta; por outro, o que a faz feliz, enquanto cliente Artefacto? "Quando especifico a marca, descanso no quesito "pós venda", o que acredito ser um dos aspectos que mais diferenciam a marca. Além disso, me agrada, sobretudo, o aspecto feito à mão presente em muitos dos móveis. Eles agregam características únicas a meus projetos", conclui ela.

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Fabio Morozini (@fabiomorozini)

Em sua definição clássica, a felicidade é um estado de espírito, de alegria e bem-estar inerente a todo ser humano. Para o arquiteto paulistano Fabio Morozini, ela é, de fato, tudo isso. Mas, também, poder estar com as pessoas que lhe transmitem paz e tranquilidade. E ainda na escolha minuciosa dos tecidos, na mistura acertada de cores, na iluminação cênica afinada. Na certeza, enfim, de um trabalho bem acabado, capaz de despertar o reconhecimento de todos.

"Este ano, a ideia foi inovar e investir em um ambiente aberto, atual. Trata-se de algo inédito na minha carreira: um espaço neutro, com linguagem orgânica. Foi pensado como uma grande área social - com home theater, sala de jantar, lounge, bar -, mas, ao mesmo tempo, como uma grande galeria de arte", conta Morozini. "Hoje a maioria de nossos clientes deseja integração e devemos estar atentos a essa realidade", reconhece ele.

"Acredito que o destaque do espaço ficará por conta de um imenso espelho, com 2m de diâmetro, que veio diretamente da Artefacto Miami, para promover uma visão multifacetada do meu ambiente", antecipa o arquiteto, que cita ainda a lareira, com frisos que remetem aos anos 1920, como outro ponto de vivo interesse para os visitantes. "Sem dúvida que estes elementos, em conjunto com as obras de arte, irão impactar quem passar por lá".

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Genese Ramos Arq+Int (@geneseramos)

Poucas coisas são capazes de fazer a arquiteta mineira, baseada em Uberlândia, Genese Ramos, mais feliz do que concluir um novo projeto. "O presente mais lindo que posso deixar a alguém é um pouco da minha sensibilidade. Saber que aquilo pode proporcionar às pessoas momentos memoráveis", relata ela, que este ano estreia na Mostra Artefacto com uma proposta de sala integrada, com estar e jantar, que ela prefere conceituar como um palco para novas experiências.

"Trata-se de um projeto inovador, rico em detalhes e capaz de proporcionar diferentes sensações, como alegria, paz, acolhimento e energia renovada. Sob o aspecto arquitetônico, procurei contrapor tons sóbrios a outros mais quentes, para que a junção trouxesse, além de equilíbrio visual, um toque extra de sofisticação", explica Genese, que destaca ainda a iluminação cênica, que partindo do piso, valoriza as superfícies de madeira, acentuando a sensação de relaxamento.

Como acontece em muitos de seus trabalhos, cada detalhe do espaço foi minimamente pensado para despertar os sentidos. Seja o olfato, despertado pelo perfume marcante que identifica o ambiente; a audição, favorecida pelo equipamento de som de última geração, a visão, estimulada pelo projetor de alta tecnologia, e, finalmente, o desejo do toque, bem expresso por móveis como a mesa de jantar Minos, com sua textura contrastante.

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Gláucia Britto Arquitetura (@glauciabrittoarquitetura)

Em poucas palavras, para a arquiteta mineira, natural de Itaúna, a felicidade pode ser definida como se viver - e fazer -, o que se gosta, com quem se gosta, e, de preferência, em um ambiente agradável que proporcione acolhimento, e traga boas lembranças. Mas para que a mágica se estabeleça, é fundamental, segundo ela, respeitar o tempo e o espaço de cada um. "Até porque, nada pode ser mais pessoal e intransferível do que o ser feliz".

Fiel a suas convicções, nesta edição da mostra, Gláucia comparece com nada menos do que três espaços: dois lavabos, com 20 m², cada, além de um espaço que ela conceituou como Refúgio, de 80 m². "Os lavabos trazem um visual mais impactante, atrativo, visando produzir uma sensação de encantamento. Condição favorecida, aliás, pela escolha certeira de móveis e acessórios. Em particular, do conjunto formado pelo pufe Illi, a cômoda Ray e a Moldura Lumio. Já no refúgio, a ideia foi radicalmente outra: propor um recanto, um respir o para quem busca conforto e bem estar. Nele, tudo se harmoniza e se apresenta recheado de significados. O
toque, os materiais naturais despertando sensações, tornando o ambiente vivo. "Minha intenção foi conceber um espaço onde cada um pudesse ser feliz à sua maneira. Onde as pessoas se sentissem acolhidas, longe da realidade caótica que vivemos. Ainda que por breves momentos", brinca Gláucia.

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Lídia Maciel Arquitetura (@lidiamaciel__)

Se a felicidade fosse um ambiente, para a arquiteta gaúcha, natural de São Gabriel. Lídia Maciel, ela seria, definitivamente, um local íntimo. Daqueles compartilhados apenas com quem se quer muito bem. Um espaço de repouso, confortável, aberto à troca de afetos, à meditação, aos estudos. Tal como acontece com o projeto que ela e sua equipe criaram para esta edição da Mostra Artefacto. A sexta participação de seu escritório em terras paulistanas.

"Nosso espaço compreende um living e uma suíte, circundada por uma generosa área íntima. São 98 m² de uma planta praticamente quadrada, onde optamos por uma iluminação cénica difusa, simulando o amanhecer", conta ela, que desenhou ainda um grande biombo, especialmente para envolver o módulo Kubrick, móvel protagonista do ambiente. "Em síntese, trata-se de um espaço banhado de luz. Uma metáfora da renovação da felicidade a cada novo dia", resume.

Por fim, ela admite que, para uma profissional que tem a funcionalidade, a limpeza formal e a elegância como premissas fundamentais, motivos não faltam para prolongadas visitas à Artefacto. "Admiramos a estrutura da empresa e sua qualidade em todos os níveis: a contemporaneidade, o design, o atendimento ao cliente, a possibilidade permanente de customização, o dinamismo do pós-venda. Enfim, um conjunto de fatores que particularizam a marca dentro do seu segmento".

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Mariana Maran | OKA Arquitetura (@marianammaran / @oka.arquitetura)

Detentora do título de "cidade mais feliz do mundo", Copenhagen ostenta um dos padrões de vida mais altos do planeta. Tal percepção de bem estar, porém, nada tem a ver com o que se convencionou chamar de luxo. "A capital da Dinamarca me encantou por sua tecnologia, inovação e comprometimento com a sustentabilidade", conta a arquiteta catarinense Mariana Maran, que trouxe de lá a inspiração para compor seu espaço na Mostra Artefacto.

Nos últimos anos, observa ela, Copenhagen também tem sido apontada como a nova capital da moda. E foi na moda que Mariana foi buscar a cor central do seu ambiente: o pink. "Os tons de rosa representam as emoções e a felicidade, pra mim, é um sentimento composto por um conjunto de emoções, que vão da alegria à euforia", explica ela, que este ocupa o mesmo espaço, no qual estreou na mostra do ano passado. Porém, a partir de uma perspectiva totalmente nova.

Repleto de flores - uma das paixões da arquiteta -, e com cerca de 113 m², o projeto se propõe a integrar duas esferas da vida contemporânea: o trabalho, representado pelo escritório, e a esfera pessoal e íntima, representada pelo dormitório. Como ponto de equilíbrio, surge o living. "O módulo Orfei é o protagonista do ambiente. Posicionado logo abaixo da claraboia, ele tem suas linhas orgânicas realçadas ainda mais pela luz natural. O efeito é mágico", sinaliza.

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Nathália Scheidt (@nathalia.scheidt)

São cinco os espaços imaginados pela arquiteta paulistana Nathália Scheidt para compor seu ambiente na Mostra Artefacto: adega, charutaria com lareira, living, bar e jantar. "Desenvolvi o projeto supondo o percurso de alguém que chegue em casa, e inicie seu processo de relaxamento, ou de interação com os amigos, começando por um belo vinho, ou charuto, à beira da lareira, e, em seguida, precedendo o jantar, desfrute de uma bela conversa no living, se servindo no bar".

Para Nathália, conectar-se a casa é, portanto, fazer convergir hobbies e hábitos novos a outros já existentes. "Optei por móveis mais sinuosos, como as poltronas Wiggins e Carrie, e o sofá Argand, com a intenção de "quebrar" a linearidade do ambiente. Acredito que essa mescla de formas e acabamentos confere ao espaço um aspecto mais fluido e acolhedor", explica a arquiteta, para quem a felicidade está, em essência, ligada a momentos passados ao lado da família e dos amigos.

Mas, também, à realização dos desejos. Como, por exemplo, sua estreia na Mostra Artefacto. "Me orgulho imensamente em fazer parte dessa família. Estar entre colegas que tanto admiro, e considero os melhores, isso, com apenas dois anos e meio de escritório, me faz muito feliz. Fazer parte do time Artefacto é ir de encontro a princípios fundamentais que orientam meu trabalho. É poder transmitir requinte e sofisticação por meio de móveis funcionais e atemporais", resume a profissional.

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Patricia Penna Arquitetura (@patricia_penna_arquitetura)

Para a arquiteta Patricia Penna, a felicidade, definitivamente, está nas coisas mais elementares. "Numa refeição que nos remete a uma época gostosa, no convívio com as pessoas que amamos. Se ela fosse representada por um ambiente, este seria, com toda certeza, confortável, acolhedor. Um espaço que fosse sinônimo de encontro, mas que contemplasse também a possibilidade de quietude", afirma Patricia, uma veterana em mostras Artefacto, com mais de treze participações.

"Nosso ambiente pretende propor esse nível de experiência, mas de maneira intimista. Seja nas mesas, pensando nas refeições com os amigos, durante o preparo dos pratos, ou ainda nos momentos vividos na área do jardim, aos pés da lareira ou do fogo de chão", resume ela, que para esta edição resolveu investir em um espaço híbrido: um rooftop, com área total de 180 m², composto por trechos interno e externo, e tendo como entorno um exuberante jardim tropical.

Escolhidos a dedo, móveis com linhas orgânicas acentuadas, como o sofá Oscar e a poltrona Nuvola reforçam a conexão do espaço com a natureza. "Por meio do mobiliário, procurei ampliar ao máximo as possibilidades de convívio no meu espaço. Mas também criei situações capazes de proporcionar aqueles momentos únicos de felicidade, vividos na companhia de um bom livro ou da simples, mas existencial, contemplação do tempo e do céu", pondera a arquiteta.

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Tiago Martins e Caio Bandeira | Architects + Co (@architects_mais_co)

Tiago Martins e Caio Bandeira são arquitetos e soteropolitanos. À frente do estúdio Architects + Co, atuam hoje em duas sedes: a de Salvador, dirigida por Tiago, e a de São Paulo, a cargo de Caio. Formados na Bahia, com especialização na Espanha, trazem no currículo um portfólio que privilegia a sustentabilidade, o conforto e o contato com a natureza. E chegam agora, pela primeira vez, à Mostra Artefacto, após uma bem-sucedida passagem por uma edição da Artefacto Beach & Country.

"Nosso projeto foi pensado como um espaço multifuncional voltado para o bem-estar. Nele, procuramos manter a permeabilidade entre as áreas social e íntima, sem, no entanto, deixar de atender às particularidades de cada espaço", conta Bandeira. "O destaque do nosso ambiente é o módulo Lounge, que ocupa o centro do ambiente. Já a estante Tournai ganha protagonismo por sugerir uma atmosfera mais open space, receptiva e fluida", complementa o sócio, Martins.

Segundo os arquitetos, a leveza foi o critério base para a seleção dos revestimentos, como a pedra que evoca a cor da areia e a madeira, que acolhe e equilibra o espaço. Assim como o azul, presente nos móveis e acessórios, remetendo à imensidão do oceano. "Acreditamos que a felicidade é um estado que pode ser alcançado por diferentes estímulos. Para nós, a natureza é a maior propulsora desta sensação, porque somos parte dela", lembra Bandeira.

Serviço

Artefacto
Rua Haddock Lobo, 1405
São Paulo/SP

Entrada gratuida.

Últimos dias da exposição “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea”

A exposição “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea” poderá ser vista até o dia 12 de março, na Sala 11 do Museu Oscar Niemeyer (MON). A mostra reúne a produção recente de 40 artistas mulheres do Rio Grande do Sul, com curadoria de Ana Zavadil.

Por meio de um conjunto de obras, muitas inéditas, as artistas questionam a situação da mulher numa história da arte dominada pelos homens. A resistência é expressada pelo processo criativo de cada uma delas, formando um conjunto inquietante e questionador.

São 140 obras de diversas técnicas. O modelo curatorial de exibição das obras é o labiríntico, sem seguir cronologia, deixando o visitante livre para escolher o seu caminho dentro da sala expositiva. Faz parte da proposta provocar questões que possam ampliar as pesquisas individuais produzidas pelas artistas.

Os trabalhos apresentados constituem fonte de resistência e poder dentro do cenário vigente da produção das artistas, muitas com um caráter feminista. A arte deve potencializar a militância artística coletiva pela busca de respeito, igualdade e diversidade, buscando romper valores do sistema patriarcal, bem como reconhecer a qualidade da obra de artistas mulheres e o seu lugar na sociedade.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea”
Sala 11
Até 12/3/2023
www.museuoscarniemeyer.org.br

Obras do escultor João Turin fazem parte de acervos de 15 museus e instituições

João Turin - Onça à espreita - foto Maringas Maciel 1958.jpg

Considerado o mais importante escultor animalista do Brasil, João Turin (1878-1949) é também um dos maiores mestres da arte escultórica do Paraná. Sua obra repleta de simbolismos está presente não só em espaços públicos, como parques e praças, mas também fazem parte dos acervos de museus e instituições em três estados do Brasil: Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Ao todo, são 15 instituições que possuem obras de Turin em seus acervos. No Rio Grande do Sul, estão na Pinacoteca Barão de Santo Ângelo (que é gerenciada pelo Instituto de Artes da UFRGS) e na Pinacoteca Aldo Locattelli (da Secretaria da Cultura da capital gaúcha). Esta última disponibilizou de seu acervo um baixo-relevo de Turin em exposição permanente no Paço Municipal de Porto Alegre.

Na cidade do Rio de Janeiro, também há obras em dois espaços: no Museu de Arte do Rio e no Museu Nacional de Belas Artes – mesmo local que recebeu a exposição, “João Turin – Vida, Obra, Arte”, em 2015, que atraiu cerca de 25 mil pessoas.

O Paraná, onde o artista passou maior parte de sua vida e realizou a etapa mais representativa de sua trajetória artística, é o estado com mais instituições que possuem obras em seus acervos. Ao todo, são 11 locais, na capital Curitiba: Museu Oscar Niemeyer, Memorial Paranista, Museu Ferroviário, Museu Paranaense, Museu Alfredo Andersen, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Palácio Iguaçu, Museu Municipal de Arte de Curitiba – MUMA, Memorial de Curitiba, Clube Curitibano e Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.

“Ter obras de João Turin em acervos de diversos museus e outras instituições é um fator bastante positivo para seu legado artístico”, afirma Samuel Ferrari Lago, um dos gestores da obra do artista. “Uma vez presente em acervos, os trabalhos de João Turin podem vir a integrar exposições e outras atividades artísticas realizadas por essas instituições, tornando-se acessíveis a um público ainda maior”, completa.

Exposição permanente
O Memorial Paranista, inaugurado em 2021, apresenta uma seleção representativa de obras de João Turin em exposição permanente, acessível de forma gratuita ao público. Ao todo, o acervo permanente é composto por 100 obras, sendo que 78 delas foram doadas pela Família Ferrari Lago (gestora do patrimônio artístico de Turin, que realizou um resgate de ponta a ponta de seu legado artístico) ao Governo do Paraná, que cedeu as obras à prefeitura de Curitiba para exposição no local.

João Turin - Onça à espreita - foto Maringas Maciel 5000.jpg

No exterior
Fora do Brasil, uma escultura de João Turin integra o acervo do Vaticano. Trata-se de “Frade Lendo”, obra doada pela Família Ferrari Lago e entregue ao Papa Francisco pelo governo brasileiro durante sua visita ao país, em 2013.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do Paraná, mudou-se ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura em Bruxelas e em seguida morou por 10 anos em Paris.

Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa, e deu início à etapa mais produtiva de sua trajetória. Foi premiado no Salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949 e é considerado o maior escultor animalista do Brasil. Possui obras em espaços públicos no Paraná, Rio de janeiro e França. Em sua homenagem, foi inaugurado o Memorial Paranista, em Curitiba, que reúne 100 obras.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses e foi citada em um ranking da revista britânica The Art Newspaper. Esta exposição também recebeu o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, de melhor exposição do ano, e teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e em 2016 na Pinacoteca de São Paulo.

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ARTEFACTO CURITIBA APRESENTA VITRINES ASSINADAS POR CRIS DAROS E ELIZA SCHUCHOVSKI

A Artefacto Curitiba apresenta duas novas vitrines assinadas pelas profissionais Cris Daros e Eliza Schuchovski, dentro do tema “Natureza Modernista” - Nossa natureza é Modernista. Os projetos complementam a Mostra 2022.

@artefactooficialbrasil
@bcartefacto
@crisdaros_arquitetura
@eliza_schuchovski
#artefacto
#artefactocuritiba

Serviço
Artefacto
Rua Comendador Araújo, 672 – Batel
Telefone (41) 311-2300

Priscila Morrone
(11) 99693-1409
anexos
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Viva a experiência de almoçar no Mustang Sally Cabral

Com opções para todos os gostos e generosas porções, o Mustang Sally Cabral agora está aberto também para almoço.

A partir de 23 de fevereiro, o Mustang Sally Cabral ampliará o horário de atendimento para atender também no almoço. A unidade abrirá as portas a partir das 11h30 com os pratos do Lunch Menu. Com ambiente interno confortável e aconchegante – no melhor estilo diner americano – e um superdeck externo, a mais nova casa do Mustang Sally traz deliciosos pratos para o almoço (servidos de segunda a sábado) para quem circula pela região.

Um dos destaques do Lunch Menu da casa é o Sally's Strogonoff. Preparado com carne bovina ou frango, o prato leva o tempero especial do chef e acompanha arroz e fritas. Outra saborosa opção do cardápio de almoço do Mustang Sally Cabral é o Parmegiana, um steak grelhado preparado no ponto ideal, empanado e coberto em molho de tomate caseiro e queijo derretido. O prato é servido em chapa quente e acompanha arroz branco e fritas.

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Para quem prefere um prato mais leve no almoço, o Mediterranean Fish é uma boa opção. Preparado com filé de peixe empanado ao molho de limão siciliano, o prato acompanha legumes na manteiga e arroz.

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E claro, para quem não abre mão dos clássicos da cozinha do Mustang Sally, a Rob's Famous Ribs, a famosa costelinha suína ao molho barbecue da casa, também está no Lunch Menu (acompanha fritas e molho Cinnamon Apple).

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Um cardápio completo com massas, risotos, saladas e sobremesas

Para tornar a experiência do Lunch Menu ainda mais única, o Mustang Sally Cabral serve duas receitas especiais de risoto: de Funghi e de Brócolis com Palmito. Ambos os pratos são repletos de aromas e sabor, sendo preparados com arroz arbóreo ao molho de vinho branco, cream cheese e parmesão.

Para os quem procura um almoço com uma pegada mais familiar, o cardápio de almoço do Mustang Sally Cabral destaca a Lasanha Bolonhesa. Feita com quatro lâminas de massa artesanal, com tradicional molho de tomate e carne moída.

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Para matar a sede após um almoço bem servido, fica a dica para experimentar as refrescantes Sodas Italianas e as Lemonades da casa, preparadas com água gaseificada e em diversos sabores como: maçã verde, tangerina, frutas vermelhas, limão siciliano, entre outros.

É importante ressaltar que não há taxa de serviço e todos os pratos do Lunch Menu acompanham salada de folhas e sobremesa. Clientes Mustang Sally Cabral também recebem abono na primeira hora no estacionamento compartilhado no local.

No ano em que Mustang Sally completa 20 anos de história, a marca celebra com quatro casas em plena atividade em Curitiba: Mustang Sally Batel, Mustang Sally Cabral, Mustang Sally Palladium e Mustang Sally Mueller.

Serviço

Almoço Mustang Sally Cabral

O Lunch Menu do Mustang Sally Cabral é servido de segunda a sábado, das 11h30 às 15h. A casa também funciona de segunda a sábado, das 17h às 23h, com Happy Hour das 17h às 20h. O endereço fica na Av. Munhoz da Rocha, 1049. O estacionamento no local é compartilhado, sendo a primeira hora por conta da casa.

Informações pelo telefone: (41) 3501-2855

Site: www.mustangsally.com.br

Facebook e Instagram: @mustangsallybar
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Jayme Bernardo Arquitetos assina a nova vitrine da Botteh

A simbologia do branco foi a inspiração do arquiteto, que traz a nobreza da tapeçaria nepalense numa composição que promete provocar os sentidos
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Além dos tapetes Botteh, destaque para os TOY’s de mármore, assinados por Jayme Bernardo para sua marca de mobiliário (DIEEDRO). l Foto: Bia Nauiack.
A Botteh Handmade Rugs apresenta sua nova vitrine, assinada pelo prestigiado escritório Jayme Bernardo Arquitetos. A cor branca e sua expressiva simbologia ditam o conceito do projeto, que promete provocar os sentidos. A composição, de estilo contemporâneo casual, é marcada pela variação de texturas entre todos os elementos - dos tapetes às obras de arte.
O princípio de tudo é o branco, associado aos inícios e à pureza. Também é considerada como a cor da perfeição, sem registros de conotações negativas sobre o seu significado. A estimativa é de que existam, pelo menos, 67 variações de branco possíveis de serem catalogadas. A suavidade dessas tantas nuances é explorada na vitrine - lançada no verão, estação das cores claras e tons leves.
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Foto: Bia Nauiack.
Os elementos da ambientação foram selecionados com cuidadosa atenção. Para a escolha das peças Botteh o critério foi a nobreza dos detalhes, “são os tapetes mais exclusivos do mundo, verdadeiras joias”, completa o arquiteto. Entre pisos e paredes, cerca de 70 m² são revestidos pela arte da tapeçaria.
Nos pisos, as sofisticadas peças da Coleção Bossa, vinda da Índia. O design delicado e moderno harmoniza perfeitamente com os demais itens da decoração. Feitos à mão, os tapetes combinam viscose e algodão, resultando num toque macio que garante o conforto necessário ao espaço.
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Foto: Bia Nauiack.
Já as paredes recebem o modelo Zogali. Produzido no Nepal, o tapete 60K é feito em seda de bananeira, as fibras são colhidas diretamente no campo em pequenas plantações. Completamente artesanais, as peças são feitas a partir de técnicas muito apuradas e extremamente minuciosas.
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Foto: Bia Nauiack.
As telas do artista plástico Erwin Zaidowicz, concebidas exclusivamente para a vitrine, foram inspiradas no processo de fabricação dos tapetes. Utilizando camadas de entretelas, ele recriou a superfície que dá estruturação aos pontos das fibras usadas na confecção das peças Botteh. O verso das telas chama a atenção por ser uma face que costuma ser esquecida, e que o artista tem especial apreço. Nele, a riqueza singular de cores e texturas faz referência aos desenhos têxteis.
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Foto: Bia Nauiack.
Também foram produzidos especialmente para a vitrine dois aparadores de madeira, que remetem ao estilo provençal. As peças da Terra Brazil Móveis são feitas em Timburí com acabamento off-white. O mobiliário solto da Artefacto Beach & Country também é estofado com tecidos off-white, as mesas de centro da marca possuem tampos em granito Itaúnas com acabamento levigado.
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Foto: Bia Nauiack.
Para arrematar, cada lateral da vitrine é preenchida com três vasos grandes da Organne Premium que recebem palmeiras Arecas-bambu - plantas oriundas de Madagáscar e fornecidas por Paisagismo Primavera. Os “Pequenos Sedutores” colocados sobre os móveis, também da Organne Premium, completam a exuberante composição de vasos.
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Fotos: Bia Nauiack.
O toque final do projeto é a iluminação especial, composta pelo trio de pendentes CLOUD by Studioluce, fornecidas pela Alma Light. Como resultado, uma produção inédita, que materializa a essência do branco e a contemporaneidade da assinatura de Jayme Bernardo Arquitetos.
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Foto: Bia Nauiack.

Museu Oscar Niemeyer leva arte para a área externa, num projeto inédito

O inédito projeto “MON sem Paredes – Artistas Conquistam os Jardins do MON” é a mais nova realização do Museu Oscar Niemeyer e faz parte das comemorações de 20 anos da instituição. A abertura será no dia 8 de fevereiro.

Obras dos artistas Gustavo Utrabo e Mariana Palma ocupam pela primeira vez o icônico espaço de área verde ao lado do MON, chamado de Parcão. A proposta e a curadoria do projeto são de Marc Pottier.

Na área interna do Museu, no hall do Pátio das Esculturas, o público pode conferir, simultaneamente, maquetes e desenhos feitos pelo paranaense Gustavo Utrabo durante o processo de concepção de suas obras que estão do lado de fora.

“Cada vez mais democrático e inclusivo, com esta iniciativa, o Museu Oscar Niemeyer rompe definitivamente o limite físico de suas paredes e abraça a população, chegando ao espaço externo da instituição e tornando-se acessível a todos”, explica a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

“MON sem Paredes” também é um convite para que o público externo e que, eventualmente, não tenha o hábito de frequentar o Museu perceba e se inspire com a arte e sinta-se instigado a visitar as outras exposições. Segundo Juliana, o projeto deverá ser de longa duração, com novas versões previstas.

Para a secretária de Cultura Luciana Casagrande Pereira, “MON sem Paredes” coroa a vocação do MON de ser “o lugar” imperdível a ser visitado e desfrutado.

“O Museu Oscar Niemeyer hoje transcende esse prédio magnífico feito de concreto e vidros. Ele é um local de encontros, trocas e contemplação que se estende pelos gramados e arredores. Poder oferecer ao público amplo a oportunidade de contato com a arte de forma tão simples e ainda gratuita é um privilégio”, avalia Luciana.

O curador Marc Pottier explica que esta é a primeira versão de um projeto em que o MON passará a, regularmente, convidar artistas para ocuparem os espaços públicos do Museu.

Ele comenta ainda que “a arte no espaço público também permite uma variedade de atividades interativas que nem sempre uma exposição museológica permite”. Segundo o curador, ao criar ligações entre os exteriores e as salas expositivas do Museu, este novo projeto permite mostrar muitas outras formas de expressão da criatividade artística.

“Semeador” e “Ao Redor de uma Árvore”, do artista-arquiteto paranaense Gustavo Utrabo

Com este trabalho, o artista cria paredes virtuais para este novo projeto do MON, uma nova sala sem paredes onde muitos outros artistas serão convidados no futuro.

O “Semeador” passa por uma declaração sobre a vida a partir da passagem do tempo e surge de um percurso elevado do solo que conecta o Museu ao jardim adjacente a ele. Esse trajeto é construído pela repetição de uma modulação de piso projetada por Niemeyer para o MON. Porém, em vez de uma simples repetição do existente, a proposta se põe a borrar os limites entre o construído e o natural, produzindo o piso a partir de uma mistura de sementes típicas da flora paranaense ao convencional cimento, areia, brita e água. Partindo-se do entendimento de que nascemos por onde caminhamos, é olhando para o chão que aprendemos a caminhar.

O caminho leva o visitante à obra “Ao Redor de uma Árvore”, uma criação de tamanho excepcional e que poderia ser considerada uma nova sala – sem paredes – do MON. É a partir de uma árvore que cresce levemente inclinada, buscando a luz do sol, que a instalação se encontra. Materializa-se como um gesto de cuidado, no qual uma amarração de peças metálicas, que sustentam a obra, envolve o caule e nos aproxima da copa. Buscam, em uma relação intrinsecamente ambígua, cuidar e ser protegido. A intervenção quer ser leve como a copa das árvores e, em um aceno de respeito, olha para cima e a circunda – um movimento que balança entre o zelo e a reverência. Um percurso ascendente em espiral materializa a proposta, estruturando-se num fino jogo de forças entre balanço e contrapeso. O toque no chão é feito por meio de quatro finos pilares e, assim como proferido por Ailton Krenak, pisar suavemente sobre a terra é o que se busca.

“Transparências”, da artista Mariana Palma

Com forte referência a Vanitas, um estilo de pintura produzido entre os séculos XVI e XVII no qual as composições procuravam provar a transitoriedade da vida, misturando símbolos de efemeridade e morte, as fotografias de Mariana Palma exploram esse espaço de memória presente e póstuma. Ao imprimir fotos em voil, a série “Transparências”, de Mariana Palma, comunica a sensação que a artista cria em suas telas. Nesta instalação apresentada num grupo de árvores em frente à entrada do MON, o espectador é convidado a participar e se ver em meio às cenas produzidas. Para além das justaposições conseguidas através da composição e da distância entre os tecidos, o público torna-se mais um elemento da obra. O caminho criado por e entre os tecidos abre caminhos e convites para acessar novas percepções e visões de uma mesma obra que se mistura com quem a observa e com o espaço.

Mariana Palma cria espaços pictóricos únicos, construídos pela justaposição de elementos de famílias distantes. Nas grandes telas de cores saturadas, azulejos convivem com folhagens, ralos com anêmonas, cortinas de teatro com flores, tecidos estampados, drapeados e desfiados. Nas aquarelas e fotografias, elementos naturais e artificiais geram híbridos improváveis.

O resultado são composições inesperadamente harmônicas e enigmáticas que, ao causar certo estranhamento, convidam o espectador a tomar tempo para observação. A contemplação revela indícios genéticos. O “grandeur”, a dramaticidade, a exuberância emocional, a vitalidade, a construção do movimento e o uso de texturas contrastantes e materiais luxuosos revelam o diálogo com a pintura barroca dos séculos XVI e XVII, evocando reflexões sobre a sensualidade, a efemeridade da beleza, o bombardeio de imagens da atualidade. O uso de cores puras remete aos pintores flamengos, enquanto os sutis efeitos perspectivos sugerem o domínio da lição renascentista (e sua subversão).

A artista parte dos pressupostos da tradição pictórica para abordar suas inquietações. As referências filtram o repertório emocional e geram um trabalho em que o aparente transbordamento de elementos segue, no fundo, uma organização precisa.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
“MON sem Paredes – Artistas Conquistam os Jardins do MON”
No gramado do MON, a partir de 8 de fevereiro
Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Manoel Felipe Doria abre exposição em Curitiba celebrando a lineart

O coquetel de abertura terá bate-papo com o artista nesta quinta-feira (26); exposição fica em cartaz até 26 de abril

CURITIBA, 25/01/2023 - A força da simplicidade nas linhas desenhadas sobre o canvas cria espetáculos visuais na nova exposição artística de Manoel Felipe Doria. A mostra “infinito a infinito” reúne obras do artista, arquiteto e ilustrador, focadas na técnica lineart, e ganharão as paredes do Nex – Casa de Pedra a partir desta quinta-feira, dia 26 de janeiro. O coquetel de lançamento acontece a partir das 19h30, com bate-papo com o artista. A exposição ficará em cartaz até 26 de abril.

Graduado em Arquitetura e Urbanismo e sócio do escritório Doria+Arquitetos, Manoel Felipe Doria carrega sua expressão artística tanto na vida profissional como na pessoal, que permitem o uso de seus desenhos em interesses diversos. Com a lineart, técnica focada no uso de linhas, encontrou uma forma de trabalhar as camadas simbólicas da sua percepção sobre a linearidade da vida por meio do traçado ágil e intuitivo, uma expressão que define sua particularidade. Como artista já desenvolveu outros trabalhos variados, que vão do EP musical, “Olhos Nus” (2015) e o material ilustrativo da Bienal Internacional do Cairo (2018) até produções encomendadas para galerias particulares, como o caso da obra “O Mural” (2022).

Em “infinito a infinito”, Doria explora a ideia do movimento que direciona uma narrativa através do espaço ocupado por linhas. “É surpreendente a possibilidade de representar tudo o que é complexo através de uma simples linha”, conta. A técnica aplicada pelo artista pretende revelar sua expressão mais íntima concentrada no essencial.

O título da exposição reflete a característica dessa tipologia de traçado: “linhas paralelas possuem muito em comum, mesmo que jamais se cruzem. Por outro lado, qualquer outro par de linhas retas se encontram somente uma vez e depois se afastam no infinito.” reflete o artista sobre a visão de seus trabalhos. As obras carregam a magnitude da linha, seus movimentos e suas infinitas possibilidades de uso. A curadoria é de Monica Hirano e a produção de Altieres Fim Biela.

A exposição “infinito a infinito”, de Manoel Felipe Doria, será aberta oficialmente nesta quinta-feira, dia 26 de janeiro, a partir das 19h30, com coquetel e bate-papo com o artista. O Nex – Casa de Pedra fica na Alameda Presidente Taunay (nº 130), no bairro Batel. A exposição pode ser visitada até 26 de abril, de segunda a sexta, das 08h às 19h. Mais informações no perfil oficial do Nex no Instagram (@nexcoworking).

MON realiza workshop para crianças sobre o tema sustentabilidade

No dia 27 de janeiro, às 10h, o Museu Oscar Niemeyer vai oferecer ao público infantil o workshop gratuito “Terzo Paradiso”, que irá promover um diálogo sobre sustentabilidade, reciclagem de materiais e paz no planeta. Também será criado um manifesto sobre tais princípios.

O projeto foi desenvolvido e produzido a partir do movimento “Terzo Paradiso”, idealizado pelo artista italiano Michelangelo Pistoletto, um dos principais representantes da “Arte Povera” italiana.

“Terzo Paradiso” é um movimento mundial, já desenvolvido em diversos países do mundo, realizado pela primeira vez na América do Sul, em 2022, pelo Museu Oscar Niemeyer. Atualmente, uma instalação coletiva que reúne dezenas de artistas locais pode ser vista no Vão-Livre do MON. A exposição, produzida por Consuelo Cornelsen e com curadoria de Marc Pottier, fez parte das comemorações de 20 anos do Museu.

O Terceiro Paraíso é um símbolo concebido para difundir uma mensagem de renascimento e de partilha no mundo, por meio da promoção de atividades artísticas orientadas para alcançar efeitos tangíveis com impacto social nos lugares onde é realizado.

O workshop é recomendado para maiores de 5 anos, mas a participação de um adulto que acompanhe a criança é obrigatória durante as atividades. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila. Atividade sujeita a lotação.
Mais informações: (41) 3350-4448 ou educativo@mon.org.br.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Workshop gratuito “Terzo Paradiso”
Dia 27 de janeiro, das 10h ao meio-dia.
As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila. Atividade sujeita a lotação.
Mais informações: (41) 3350-4448 ou educativo@mon.org.br.

Museu Oscar Niemeyer realiza “Uma Noite no MON”

Estão abertas as inscrições para a nova edição do tradicional programa do Museu Oscar Niemeyer, “Uma Noite no MON”. Será no dia 26 de novembro, das 18h30 às 22h, com 30 vagas disponíveis ao público infantil de 8 a 11 anos.

As crianças devem, obrigatoriamente, estar acompanhadas de um adulto responsável. O tema desta edição será o aniversário de 20 anos do Museu Oscar Niemeyer, completados no mês de novembro.

“Uma Noite no MON” proporciona experiências no contato com a arte e a cultura, pela imersão lúdica e participativa. A atividade incluirá oficinas, desafios, brincadeiras e visitas mediadas nas exposições, além de um lanche.

A programação abordará os bastidores do Museu e foi elaborada especialmente para que a criança e o adulto responsável participem juntos, criando um ambiente de interação e conexão. Será permitida a participação de um adulto com até duas crianças.

Edição extra
No dia 19 de novembro, a mesma edição será realizada para crianças de instituições de acolhimento, numa parceria entre o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR) e o Museu Oscar Niemeyer.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço
Uma noite no MON
Dia 26/11, sábado
Horário: das 18h30 às 22h
Inscrições: pelo link bit.ly/UmaNoiteNoMON2022
Valor: R$ 130 por criança (o valor inclui a participação de um adulto responsável).
Informações: pelo fone (41) 3350-4448 ou pelo e-mail educativo@mon.org.br

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h
www.museuoscarniemeyer.org.br

Natal Iluminado Masotti: solidariedade e magia compõem o clima da data na loja de Curitiba (PR)

Solidariedade e magia compõem o clima da data na loja de Curitiba (PR)
Serão realizados diversos eventos para celebrar o momento especial, como entrega de presentes em instituições e contação de histórias na loja

A Masotti Curitiba está preparando várias ações para celebrar o Natal deste ano. Em uma delas, cerca de 60 kits de presentes serão entregues no dia 17 de dezembro para crianças por meio do Projeto Obra Nossa, uma associação composta por arquitetos que têm o intuito de auxiliar na criação de uma sociedade mais justa e igualitária, resgatando o papel da arquitetura como transformadora social. A Obra Nossa também tem como objetivo ajudar crianças e jovens a trilharem um percurso de impacto positivo em suas vidas e comunidades. Os kits serão arrecadados na própria Masotti, onde haverá uma árvore de Natal com a campanha “Adote uma Criança”.

A adoção das crianças poderá ser feita por arquitetos e também pelo público em geral que passar pela loja entre os dias 17 de novembro e 13 de dezembro. Cada bolinha da árvore mostrará o nome de uma criança abrigada no Lar Antônia ou no Lar Moysés, ambas instituições localizadas em Curitiba (PR). Até lá, os kits serão guardados em uma casinha de bonecas, que também compõe a decoração de Natal da loja.

Além da ação solidária, a Masotti Curitiba está preparando noites de contação de histórias, para não deixar de lado o clima mágico do Natal. Serão quatro sessões: 18 e 25 de novembro, além de 05 e 09 de dezembro, sempre às 20h. “Neste Natal, procuramos aliar a solidariedade que a data nos inspira, contribuindo para a alegria das crianças em um período tão festivo, à magia que envolve crianças e adultos com a contação de histórias”, diz o gerente da Masotti, José Reis. As noites de contação de histórias serão abertas ao público, e também haverá convites direcionados a crianças de colégios do entorno da loja. “Estamos certos de que será uma grande celebração de Natal”, afirma.

Para completar a comemoração, a árvore de Natal da Masotti ainda vai receber cartinhas das crianças endereçadas ao Papai Noel. “Tudo está sendo preparado para envolver o público na grande magia do Natal, um dos primeiros em que poderemos realizar ações presenciais e com menos restrições”, ressalta José Reis.

NATAL ILUMINADO MASOTTI

Arrecadação de kits de presentes/adoção de crianças

Quando: entre os dias 17 de novembro e 13 de dezembro

Onde: Masotti Curitiba

(Endereço: Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1706 – Batel – Curitiba | PR)

Contação de Histórias

Quando: 18/11, 25/11, 05/12 e 09/12

Horário: 20h

Onde: Masotti Curitiba (Endereço: Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1706 – Batel – Curitiba | PR)

Entrega dos presentes

Quando: 17/12

Onde: Lar Antônia

Endereço: R. Abraão Lerner, 85 - Campina do Siqueira – Curitiba | PR

Quando: 17/12

Onde: Lar Moisés

Endereço: R. da Trindade, 1686 – Cajuru – Curitiba | PR

MON abre ao público nesta segunda, dia 14/11

O Museu Oscar Niemeyer (MON) abrirá, excepcionalmente, na próxima segunda-feira, dia 14, véspera de feriado. Na terça, dia 15, o Museu também funcionará em horário normal, das 10h às 18h, com acesso às exposições até 17h30. Os ingressos estão disponíveis no site ou na bilheteria física do MON.

O público poderá visitar todas as exposições atualmente em cartaz: “Afinidades II – Elas!”; “Poty, Entre Dois Mundos”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses (Colonialismo)”; “Sou Patrono”; “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea”; “Recortes de um Lugar”; “Luz e Espaço”; “Grid”; “Bancos Indígenas do Brasil”; “África, Expressões Artísticas de um Continente” e “O Mundo Mágico dos Ningyos”, além do “Espaço Niemeyer”, “Pátio das Esculturas” e “Cones”.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Horários especiais no feriado:
Segunda e terça (dias 14 e 15/11)
Aberto das 10h às 18h, com acesso às exposições até 17h30.
Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Mostra de animação com entrada gratuita e filmes com recursos de acessibilidade, neste final de semana, em Curitiba (PR)

A 1ª Semana Animadonas encerra a programação com duas mostras, uma exibida nesta sexta (4) e outra neste sábado (5) na Cinemateca

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Curta "Apneia" será exibido em Libras, legenda para surdos e ensurdecidos e audiodescrição neste sábado

Com a proposta de refletir sobre a experiência feminina no cinema de animação, a 1ª Semana Animadonas encerra a sua programação com duas mostras temáticas, neste final de semana. Nesta sexta-feira (04), animações dirigidas e/ou co-dirigidas por mulheres e que colocam em evidência a produção atual serão destacadas na Mostra Animadonas. No sábado (05), a Mostra Acessibilidade exibe filmes da programação com recursos de acessibilidade. A entrada é gratuita e as sessões começam às 19h, na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco). Para conferir a programação completa, clique aqui.

Cinco curtas-metragens serão exibidos nesta sexta-feira (04) na Mostra Animadonas, que enfatiza a produção da atualidade. Todos os filmes foram realizados entre os anos de 2019 e 2021. No sábado (05), a Mostra Acessibilidade exibe filmes da programação com recursos de acessibilidade, entre eles: Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), legenda para surdos e ensurdecidos e audiodescrição.

“As Donas da Animação” marca o conceito da edição de estreia da Semana Animadonas, uma mostra temática de filmes de animação formada por uma programação que exibe um conjunto diverso de filmes deste gênero dirigidos ou co-dirigidos por mulheres, a partir de diferentes técnicas e visualidades, selecionados de diversos estados do País. Nesta primeira edição, iniciada em 31 de outubro, um total de 25 curtas-metragens entraram em cartaz na programação, que contou também com oficinas e debates, ao longo de cinco dias de evento.

A 1ª Semana Animadonas é realizada pela produtora Julieta Audiovisual e conta com Recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

1ª Semana Animadonas
Programação oficial
DATA: 04/11 (sexta-feira) – ÀS 19H

MOSTRA ANIMADONAS
Filmes dirigidos e/ou co-dirigidos por mulheres que destaca a produção recente

Aurora - A Rua que Queria ser um Rio
2021 | 10’
Direção: Radhi Meron.
Classificação Indicativa: Livre.

Mitos Indígenas em Travessia
2019 | 21’
Direção: Julia Vellutini &
Wesley Rodrigues em colaboração com as comunidades da Aldeia Afukuri (Kuikuro), Aldeia São João (Javaé) e Aldeia São João (Kadiwéu).
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos.

Nonna
2021 | 10’
Direção: Maria Augusta V.Nunes.
Classificação Indicativa: Livre.

Solitude
2021 | 13’
Direção: Tami Martins e Aron Miranda.
Classificação Indicativa: Livre.

Subsolo
2020 | 08’
Direção: Erica Maradona e Otto Guerra.
Classificação Indicativa: Livre.

DATA: 05/11 (sábado) – ÀS 19H
MOSTRA ACESSIBILIDADE
Filmes com recursos de acessibilidade

Aurora - A Rua que Queria
ser um Rio
Libras + legenda para surdos e
ensurdecidos + audiodescrição

Apneia
Libras + legenda para surdos e
ensurdecidos + audiodescrição

Batchan
Legenda para surdos
e ensurdecidos

Meu Nome é Maalum
Libras + audiodescrição

Vivi Lobo e o Quarto Mágico
Libras + legenda para surdos e
ensurdecidos + audiodescrição

Serviço:
1ª Semana Animadonas - As Donas da Animação
Local: Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.174 – bairro São Francisco)
De 31 de Outubro a 05 de novembro de 2022.

Informações para imprensa:
Lídia Ferreira (41) 98869-2440
PARA FOTOS E IMAGENS DE FILMES, ACESSE AQUI: https://drive.google.com/drive/folders/1k4fO3n7DLDYmarUTklLPFAlz593UVZCI?usp=sharing *

FOTOS:
1- FOTO DO FILME NONNA_ Crédito_ Nonna (divulgação)
2-Crédito_ Aurora - A rua que queria ser um rio (divulgação)
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EXPOSIÇÃO VIDA – HISTÓRIAS DA PANDEMIA TRANSFORMA SUPERAÇÃO EM ARTE

“Inédita no país, exposição de artes visuais VIDA – Histórias da Pandemia une instalações artísticas, vídeos e fotografia para contar como a nossa sociedade vem ressignificando a pandemia de Covid-19 com criatividade e esperança. Mostra fica em cartaz de 1.º a 30 de novembro no Estádio Athletico Paranaense e integra projeto cultural com desdobramentos sociais”.

A pandemia ainda não terminou, mas as máscaras foram dispensadas, o medo do vírus se foi e os beijos e abraços voltaram. O que mudou desde quando tudo começou, em março de 2020? O quanto as pessoas se transformaram desde então? Com o intuito de gerar reflexão sobre a capacidade criativa do ser humano em produzir esperança diante das adversidades, a Montenegro Produções, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, lança VIDA – Histórias da Pandemia, primeira exposição de artes visuais multimídia a apresentar recortes sobre a reinvenção e a ressignificação da existência humana diante da pandemia de Covid-19. Com direção artística do arquiteto e urbanista Felipe Guerra, VIDA traz ambientes que representam áreas da sociedade fortemente impactadas pela pandemia. Os visitantes serão conduzidos por um percurso afetivo composto por instalações artísticas criadas pelo artista visual, designer e figurinista Gustavo Krelling; projeções de minidocumentários com roteiro e direção do artista Eduardo Ramos; e retratos do fotojornalista Brunno Covello. Com entrada gratuita, a mostra fica em cartaz de 1.º a 30 de novembro, ocupando totalmente o Piso P3 do prédio do Estádio Athletico Paranaense, a famosa Arena da Baixada, que pela primeira vez sedia uma exposição de artes visuais em suas instalações.

A rotina em sala de aula, em ambientes de trabalho, os impactos nas relações humanas, as modificações estéticas na arquitetura urbana, as descobertas da ciência, a solidão na velhice. Recortes comuns com objetivo de conectar as cenas à vida das pessoas. Perspectivas e percepções que além da relevância histórica, também assumem a função artística de inspirar o olhar dos visitantes da exposição para o futuro.

"Em épocas de grandes rupturas, os produtos culturais e artísticos contribuem para a transformação da sociedade como respostas criativas às tragédias. VIDA – Histórias da Pandemia, enquanto produto cultural gerado a partir de uma lei de incentivo federal com apoio da iniciativa privada, cumpre com o propósito de democratizar as vozes dessa história e traça um mapa singular dos espaços que operam nossas escolhas do que lembrar e do que esquecer diante de tudo o que vivemos", explica Carolina Montenegro, gestora da Montenegro Produções.

Como parte integrante de um projeto cultural de ARTES VISUAIS que traz em seu resultado uma exposição gratuita, a iniciativa apresenta trabalhos de artistas curitibanos em um formato original, que irá proporcionar uma experiência imersiva aos visitantes. "As paredes que compõem o espaço expositivo, onde essas histórias serão contadas, são paredes de ar, pneumáticas, que funcionam como se fossem grandes pulmões e isso é totalmente inédito", destaca Felipe Guerra, diretor artístico da mostra. Nessas paredes infláveis serão projetados minidocumentários com roteiro e direção do artista Eduardo Ramos, que captou em vídeo as histórias vividas durante a pandemia por 25 pessoas dos mais variados perfis sociais. "Entender que a razão pela qual nós sobrevivemos e estamos diante do outro talvez seja algum tipo de propósito que possamos lembrar diariamente: somos uma única vida. Somos um só", ressalta o videomaker.

Completa a exposição VIDA – Histórias da Pandemia um conjunto de três instalações do artista visual, designer e figurinista Gustavo Krelling totalmente confeccionadas com materiais inusitados e descartáveis, tratando de questões como: vida e morte, aceitação e negação, lixo e ressignificação. A primeira delas é uma releitura da obra de arte “A Lição de Anatomia do Dr. Tulp”, do pintor barroco holandês Rembrandt, representando a união entre arte e ciência médica. "A releitura é feita com materiais hospitalares inusitados, as golas rufo do período são feitas com gaze tingida, máscaras descartáveis, luvas, seringas, radiografias e outros materiais do universo médico que estiveram presentes em nosso cotidiano recente. Trazemos a obra barroca para a contemporaneidade e levantamos reflexões sobre o período pandêmico que estamos atravessando de uma maneira artística", explica Krelling, que somente nos trajes da cena utilizou 2 mil pedaços de gaze tingida costurados em patchwork. "As instalações do Gustavo trazem a textura humana do artesanato para dentro da exposição. Então, temos uma coisa mais hi-tech, das projeções em vídeo, mas também temos o elemento feito à mão, trabalhado por ele", comenta Guerra.

A experiência dos visitantes será ainda mais imersiva nos dias 5 e 11 de novembro, quando a exposição VIDA recebe o gupo LAMUSA – Laboratório de Música Antiga da UFPR, para apresentações gratuitas do recital "As Representações do Humano na Música Barroca". Com duração de 30 minutos, o programa reúne obras de três compositores barrocos europeus – Marin Marais (1656-1728), Giovanni Rovetta (1595/7-1668) e Giovanni Felice Sances (1600-1679) –, que dialogam com o conjunto de instalações artísticas criadas por Gustavo Krelling a partir dos conceitos de vida, morte e fé. Há mais de dez anos se dedicando à recuperação de obras raras do período barroco, o grupo LAMUSA é formado pelos músicos Matheus Prust (violino), Silvana Scarinci (alaúde), Thomas Gunther Jucksch (violoncelo) e a soprano Ana Luisa Vargas, que recriam as técnicas de interpretação da época ao resgatar óperas inéditas e concertos com repertórios esquecidos no tempo.

Livro e ações sociais

Além da exposição de artes visuais, o projeto cultural VIDA – Histórias da Pandemia também inclui a publicação de um livro de mesmo nome, que reúne mais de 100 relatos de médicos, historiadores, pesquisadores, professores, psicólogos, filósofos entre outros profissionais sobre a vida na pandemia, em textos dos jornalistas Daniélle Carazzai, Guilherme Krauss, Katia Brembatti e Rafaela Mascarenhas Rocha.

Uma primeira edição do livro foi lançada em 2021, com tiragem de 2 mil exemplares e distribuição gratuita e dirigida para escolas e bibliotecas. Uma reedição online, com novos textos atualizando o contexto da pandemia nos dias de hoje, será lançada junto com a exposição e disponibilizada para download gratuito no site da Montenegro (https://montenegroproducoes.com/projeto/vida/ ).
Como desdobramento social do projeto, a primeira ação do projeto cultural VIDA – Histórias da Pandemia foi apresentada pela Montenegro, a Unimed Curitiba e a Associação dos Amigos do HC em maio de 2021: uma projeção de vídeos na fachada do Hospital de Clínicas, em que profissionais de saúde diretamente envolvidos no enfrentamento da pandemia contavam suas experiências dentro de um dos maiores centros de combate à Covid-19 no país. Este ano, as ações sociais do projeto tiveram sequência nas sedes da Associação Amigos do HC, instituição apoiadora do projeto, e da Associação Beneficente São Roque, localizada em Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba, que puderam oferecer oficinas de grafitti para seus colaboradores e frequentadores com o artista visual curitibano Michael Devis, um dos produtores do renomado encontro internacional de grafiteiros Street of Styles. Juntos, eles criaram murais que inspiram a superação após a pandemia. “A proposta é refletir sobre o que passamos e externar de forma mais leve tudo o que aconteceu”, conta Devis, para quem a arte tem um papel muito importante, pois expressa sentimentos, convida à superação e inspira as pessoas a seguirem em frente.

O projeto VIDA tem patrocínios das empresas Unimed Curitiba, Grupo Barigüi, Greca Asfaltos, Sanepar, Sideral Linhas Aéreas, GDM Genética do Brasil, Peróxidos do Brasil, Jaguá Frangos, Vanleather Indústria e Comércio de Couros, Tecnolimp, BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, BRFértil, Eletrofrio, Schattdecor, Engepeças, Ravato Combustíveis, Nórdica Veículos, Magnetron, Tratornew, MA Máquinas Agrícolas, Magparaná e Agromaster Máquinas Agrícolas, com apoios de Casa da Fazenda, F2 Iluminação, JSA Consultoria e Treinamentos em Segurança do Trabalho, Nordecor e Guanabara Produção Cultural.

SERVIÇO:
VIDA – HISTÓRIAS DA PANDEMIA – EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS
CURITIBA
De 1.º a 30 de novembro de 2022
Local: Estádio Athletico Paranaense (R. Buenos Aires, 1.260, Piso P3)
Horários: Todos os dias, das 10h às 22h (dias 8 e 13, das 10h às 17h; dias 14 e 21, excepcionalmente fechada para visitação).
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre

RECITAIS – LAMUSA – LABORATÓRIO DE MÚSICA ANTIGA DA UFPR
Dias 5 e 11 de novembro de 2022
Local: Estádio Athletico Paranaense (R. Buenos Aires, 1.260, Piso P3)
Horários: Dia 5/11 (sábado), às 11h, 12h e 17h30; dia 11/11 (sexta-feira), às 17h, 17h30 e 18h
Duração: 30 minutos
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre