Campanha Dias das Mães do Ventura Shopping entrega Kit de O Boticário para consumidores

Ação será lançada nesta sexta-feira (28/04)
O Ventura Shopping lança nesta sexta-feira (28/04) a campanha para o Dia das Mães 2023, uma das datas mais queridas das famílias brasileiras. Além das inúmeras variedades de itens oferecidos pelas lojas, o shopping está com uma promoção que oferece um ‘Kit Mini Lily Lumiére: Eau De Parfum 10ml que acompanha um Creme Hidratante’ da marca O Boticário.
Para garantir o brinde, é só o cliente apresentar notas fiscais no valor global de R$ 300, em compras realizadas em lojas participantes da promoção no período de 28 de abril a 14 de maio. A ação é válida até quando durar o estoque e será entregue um kit por CPF.
Os kits estarão disponíveis no Posto de Trocas Setor Azul - ao lado da Praça de Alimentação do shopping. Clientes também podem adiantar o cadastro das notas fiscais pelo app Podi, porém é necessário fazer a retirada do mesmo diretamente no posto.
Mais opções de presentes
E, entre os dias 6 e 14 de maio, o shopping recebe mais uma edição da ‘Feira de Artesanato’ com exposição de pequenos empreendedores da comunidade local. Muitos dos expositores trarão para o público opções de produtos voltados às comemorações do Dia das Mães, além de variedades de decoração em madeira (MDF), crochê, tricô, doces, produtos geeks, plantas, pedras e cristais.
Feriado do Dia do Trabalho
Neste dia primeiro de maio, feriado do Trabalhador, o Ventura estará com sua praça de alimentação aberta das 10h às 22h. As demais operações estarão fechadas.
Serviço:
Dia das Mães 2023 Ventura Shopping
De 28 de abril a 14 de maio
Compras no valor de R$ 300 em lojas participantes da promoção vale um Kit Mini Lily Lumiére: Eau De Parfum 10ml que acompanha um Creme Hidratante da marca O Boticário. Um por CPF e enquanto durar o estoque.
Feira de artesanato – de 6 de abril a 14 de maio.

Em comemoração ao Dia Mundial do Livro, SOUQ Curitiba faz campanha social para biblioteca do Instituto Amigos da Caximba

No dia 23 de abril o mundo todo comemora o Dia do Livro. Para incentivar a cultura, o espaço gastronômico SOUQ Curitiba criou uma campanha de arrecadação de livros para serem doados ao Instituto Amigos da Caximba, que trabalha fortemente em prol da educação desde 2011.

As doações estão acontecendo durante todo o mês de abril, em uma urna que está no palco principal do SOUQ. A entrega dos livros arrecadados deve acontecer no início de maio.

Conheça o AMIGOS DA CAXIMBA e ajude esta instituição
“Edi” deu início ao projeto Biblioteca Amigos do Caximba em outubro de 2011, com o intuito de reintegrar crianças e jovens carentes da comunidade do Caximba, utilizando literatura infantil, atividades lúdicas, trabalhos recreativos e musicalização. Inspirada na personagem Emília, de Monteiro Lobato, buscou proporcionar o aprendizado e desenvolvimento dessas crianças de forma criativa e divertida.

O espaço para receber as crianças foi criado em sua casa, adaptando da melhor forma para acolher e desenvolver as atividades. Visto a vulnerabilidade da comunidade, Edi buscou proporcionar refeições diárias para as crianças que frequentam a biblioteca. Os participantes do projeto são recebidos gratuitamente, apenas preenchendo uma ficha de matrícula com o responsável, para que a biblioteca possa ter um controle. As crianças do projeto têm entre 2 e 16 anos.

O trabalho é totalmente voluntário e sem fins lucrativos, portanto os materiais e utensílios necessários são através de donativos. Além dos livros, a comunidade também recebe doações de roupas, alimentos, fraldas, materiais de higiene, remédios, materiais escolares, brinquedos, etc.

AJUDE: https://www.amigosdocaximba.org/

Monja Coen vem a Curitiba para masterclass no Pátio Batelmasterclass

No dia 25 de abril, a escritora e filósofa falará no Conexão Bem-Estar sobre como lidar com a ansiedade no mundo moderno; inscrições são gratuitas e segundo lote será aberto nesta quarta (19)

Uma das principais vozes brasileiras em filosofia e autoconhecimento, a Monja Coen, vem a Curitiba no dia 25 de abril para uma masterclass gratuita no Conexão Bem-Estar, série de eventos realizada pelo Pátio Batel focada na promoção de uma vida mais leve e saudável. Por esse motivo, o tema está diretamente ligado à essência do evento: “Aprendendo a viver com a ansiedade”.
Graduada no Mosteiro Feminino de Nagoya, a palestrante é fundadora da Comunidade Zen Budista no Brasil e autora de livros best- sellers sobre auto conhecimento e filosofia. Em sua palestra no shopping, Monja Coen irá dialogar sobre a ansiedade: devemos extinguir ou podemos percebê-la, acolhê-la e transformá-la?
O evento conduzido pela Monja irá refletir, sentir, perceber a natureza da ansiedade, angústia, depressão, estresse, bem como da leveza, alegria, contentamento, prazer na existência. Por fim, ela buscará responder à questão: é possível manter-se em presença pura, indivisível, capaz de compreender quem somos e perceber a transitoriedade de sentimentos, emoções, pensamentos adentrando o grande silêncio, o vazio pleno de todas as possibilidades?
O objetivo do evento é que as pessoas reflitam sobre como é possível ter uma vida de qualidade, mesmo em uma rotina que nos exige muito física e mentalmente. Por isso, a convidada desta edição é a Monja Coen: uma autoridade no tema que trará insights valiosos para todos os presentes no evento.

Conexão Bem-Estar
O Conexão Bem-Estar é um evento realizado pelo Pátio Batel que promove um momento de pausa para refletir, estimulando o autocuidado e autoconhecimento. Na edição anterior, o evento trouxe nomes como a escritora Ana Claudia Quintana Arantes, a atriz Mayana Neiva, a professora de filosofia Lúcia Helena Galvão e o psicólogo Rossandro Klinjey, entre outros.

Inscrições
O evento é gratuito, mas as inscrições são limitadas e a ocupação, no dia, é feita por ordem de chegada. Os interessados podem se inscrever pelo Sympla nesta quarta (19), quando o segundo lote será aberto neste link:
https://www.sympla.com.br/evento/masterclass-com-monja-coen/1954532?_gl=1*lf9dsw*_ga*MTQ3MjU0NDcwMi4xNjc5NDkwODc3*_ga_KXH10SQTZF*MTY4MTc2MzcxOS4xNy4xLjE2ODE3NjQwMjcuMC4wLjA&share_id=copiarlink

Serviço
Conexão Bem-Estar no Pátio Batel: Monja Coen, “Aprendendo a Viver com a Ansiedade”
Quando: 25 de abril (terça), às 19h30
Onde: Átrio do Piso L1 – Pátio Batel, Av. do Batel, 1868
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/masterclass-com-monja-coen/1954532?_gl=1*lf9dsw*_ga*MTQ3MjU0NDcwMi4xNjc5NDkwODc3*_ga_KXH10SQTZF*MTY4MTc2MzcxOS4xNy4xLjE2ODE3NjQwMjcuMC4wLjA&share_id=copiarlink

Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um lugar único inspirado no charme da inovação curitibana. O Pátio Batel é o único shopping de luxo do Sul do Brasil, contando com aproximadamente 190 estabelecimentos, sendo 71 lojas exclusivas, como Prada, Burberry, Dolce & Gabbana, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co, além de ser o primeiro do segmento a criar seu próprio laboratório de produção de conteúdo in-house, o Content Lab. Em seus nove anos de história, a marca Pátio Batel se posiciona como luxo na experiência, onde a sofisticação reside no conhecimento, cuidado e vivência.

UM MARCO NA MODERNIZAÇÃO DE CURITIBA: PESQUISADORA LANÇA LIVRO SOBRE UM DOS BAIRROS MAIS TRADICIONAIS DA CAPITAL PARANAENSE, O ALTO DA GLÓRIA.

O lançamento será dia 19 de abril, no Palacete Leão Jr. e propõe reflexão sobre identidade, memória e história.

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Fachada do Palacete Leão Jr. – Foto: Guilherme Pupo

O estilo eclético da arquitetura do início do século XX do Palacete Leão Jr., que alia elementos neoclássicos e influências barrocas, localizado no bairro Alto da Glória, em Curitiba, hoje sede do Espaço Cultural BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul no Paraná atraiu a pesquisadora Amélia Siegel Corrêa, despertando nela o interesse em conhecer a história daquela icônica casa e, por consequência, também a formação do bairro e das famílias que ali viviam.

Desta curiosidade nasceu o projeto Alto da Glória: fragmentos de uma história desenvolvido em parceria com a historiadora Solange Rocha, que resultou na mais recente edição do Boletim da Casa Romário Martins, publicado pela Fundação Cultural de Curitiba, com prefácio do prefeito Rafael Greca de Macedo e, também em um documentário homônimo.

O lançamento será no dia 19 de abril, às 18h30, justamente no espaço que inspirou o projeto, o Palacete Leão Jr. A programação conta com a exibição do documentário, um bate-papo da autora com o jornalista e professor da UFPR, Zeca Fernandes e com o arquiteto Key Imaguire, seguida de uma sessão de autógrafos. A entrada é gratuita, as reservas podem ser feitas pela plataforma: https://www.sympla.com.br/livro-alto-da-gloria---fragmentos-de-uma-historia-lancamento__1949603

“Fiquei maravilhada com a beleza e o requinte da casa, o nível de detalhes das portas de madeira, os vitrais, o teto ornamentado, o chão ladrilhado, a varanda! Quis saber mais sobre como era a vida ali e sobre o contexto em que uma casa como aquela foi construída. Percebi que existiam lacunas na história e uma boa oportunidade para uma pesquisa mais aprofundada”, conta Amélia.

Fontes documentais inéditas, arquivos históricos, jornais, documentos, mapas, livros, imagens, fotografias e entrevistas com descendentes dos moradores e antigos funcionários da casa foram materiais usados na reconstrução dessa memória que conta também parte da história de Curitiba. Tanto o livro quanto o documentário apresentam os principais fatos que envolvem a formação deste tradicional bairro curitibano no qual famílias vinculadas à erva-mate se estabeleceram, e revelam a importância da região como patrimônio histórico e cultural do estado. “A história do Alto da Glória se confunde com a história da modernização de Curitiba, viabilizada em grande parte pela expansão da produção e exportação de erva-mate, que, por sua vez, se configurou a partir de algumas famílias tradicionais do Paraná, responsáveis por investir na cultura e no desenvolvimento da cidade”, diz a pesquisadora.

Os anos iniciais da formação do bairro são repletos de histórias fascinantes, envolveram personagens importantes da cidade, muitos deles, inclusive, nomeiam nossas ruas como: o Desembargador Agostinho Ermelino de Leão, o Comendador Fontana e o arquiteto Cândido de Abreu, que foi prefeito de Curitiba (nos anos 1892/1893 e de 1913 a 1916), entre outros. A pesquisa se preocupou em fazer novas leituras da história propondo um olhar contemporâneo, crítico e abrangente sobre a formação do bairro, incluindo e recuperando a participação de mulheres relevantes como Maria Clara de Abreu Leão, Dolores Leão, Maria Bárbara Correia Leão, bem como de imigrantes, como o italiano Antônio Dallegrave, figura central na construção da Capela da Glória, que ficou pronta em 1896.

O livro e o documentário trazem registros de quando a área ainda era uma zona de chácaras na qual estava sediada o Engenho Munhoz, que utilizava mãe de obra escrava; passando pela construção do Passeio Público; a criação do Boulevard Dois de Julho, que mais tarde passou a se chamar Avenida João Gualberto. Levanta também a história do Teatro da Glória; da bela Capela de Nossa Senhora da Glória; da Chácara da Nhá Laura, onde atualmente fica o Colégio Estadual do Paraná; bem como da já demolida Mansão das Rosas; da Casa da Chácara, moradia do casal Desembargador Agostinho Ermelino de Leão e Maria Bárbara e, claro, do Palacete dos Leões, que em 1903 virou cartão postal da cidade e, em 1906, residência oficial do então presidente do Brasil, Afonso Pena, durante passagem por Curitiba. Considerando que era a primeira vez que um presidente visitava a capital paranaense, o fato foi um marco histórico.

“Este projeto além de contribuir para a historiografia dos bairros de Curitiba, contribui para a ampliação e divulgação de novas fontes e abordagens historiográficas. Nosso intuito é ampliar o conhecimento sobre o patrimônio histórico de Curitiba, bem como valorizar e fortalecer a identidade local”, ressalta Amélia.

A pesquisa foi além da paisagem, revelou características e descobertas peculiares, como por exemplo a centralidade da prática religiosa diária das famílias da burguesia que ali viviam e que chegavam a dispor de oratórios domésticos e capelas particulares em suas próprias casas, o que permitia a realização de missas e até de casamentos. O conservadorismo e a endogamia como forma de manter o poder entre as famílias também foram traços que apareceram, assim como se evidencia que o protagonismo daquelas mulheres de elite se dava principalmente no ambiente da igreja e nas atividades de filantropia.

Outro apontamento que o livro de mais de 100 páginas traz é sobre a importância da construção de um teatro particular, em meados da década de 1890, em uma das residências do bairro. O Teatro da Glória durou poucos anos, mas contribui para a modernização dos hábitos provincianos dos curitibanos e o avanço da cultura local.

Foi a partir do Boletim Casa Romário Martins que o roteiro do documentário, com duração de 13 minutos, foi elaborado. Em setembro de 2022, o material foi exibido aos alunos do Colégio Estadual do Paraná como contrapartida social do projeto. A ideia foi despertar o interesse pela história local também nas gerações que estão conectadas com a linguagem do audiovisual. O filme com narrativa poética pode ser visto gratuitamente pelo Youtube, no Canal da Fundação Cultural de Curitiba, ampliando assim as referências visuais dos leitores do Boletim.

“Este documentário preencheu uma lacuna que existia porque há muita informação e pesquisa sobre o Alto da Glória no final do XIX e começo do XX, mas nenhum material audiovisual que as compactassem. Ficamos muito orgulhosas com o resultado. E mais ainda de poder realizá-lo com uma equipe majoritariamente feminina”, comemora a pesquisadora.

O Boletim “Alto da Glória – fragmentos de uma história” é um projeto realizado com recursos do Fundo Municipal de Cultura da Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura Municipal de Curitiba. A publicação impressa será distribuída gratuitamente no lançamento. Em breve a versão online estará disponível para download gratuito. O documentário pode ser visto no Canal Youtube da Fundação Cultural de Curitiba: https://youtu.be/6SFHAaIyUoQ.

Sobre a pesquisadora

Amélia Siegel Corrêa é doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Autora de diversos artigos e capítulos de livro, publicou ‘Alfredo Andersen: retratos e paisagens de um norueguês caboclo’ (Alameda Editorial, 2014). Atua como curadora e pesquisadora nas áreas de patrimônio histórico, história das exposições, museus, mulheres artistas e História do Paraná. Professora da Pós-Graduação em História da Arte e Curadoria da PUC-PR, é diretora artística da Alhures Galeria.

Serviço:
Lançamento do Boletim Casa Romário Martins e Documentário de Amélia Siegel Corrêa – Alto da Glória: fragmentos de uma história
Data: 19 de abril (quarta-feira)
Horário: 18h30
Onde: Palacete Leão Jr. (Av. João Gualberto, 530 / Alto da Glória)
Quanto: Gratuito
Ingressos: https://www.sympla.com.br/livro-alto-da-gloria---fragmentos-de-uma-historia-lancamento__1949603

Equipe Técnica do Boletim Casa Romário Martins:

Pesquisa e texto:
Amélia Siegel Corrêa
Pesquisa:
Solange Oliveira Rocha
Consultoria historiográfica:
Newton Carneiro Neto
Acompanhamento técnico:
Maria Luiza Barracho
Revisão de Texto:
Benedito Costa Neto
Editoração:
Léia Rachel Castelar
Projeto Gráfico e diagramação:
Dayana Salles
Tratamento das imagens:
Adriano Vital
Ilustração da árvore genealógica:
Mónica Defreitas e Nelson Smythe

Créditos Documentário:

Roteiro: Marcela Mussi; Direção: Jaciara Rocha; Assistência de Direção: Eduardo Simões; Direção de Arte: Gabriele Windmuller; Produção Executiva: Amélia Siegel Corrêa; Pesquisa: Solange Oliveira Rocha; Narração Poética: Thaís Aguiar Zeller; Narração Histórica: Amélia Siegel Corrêa; Fotografia: Mariana Boaventura; Captação de Áudio: Nanashara Scaravelli; Montagem/Sound Design/Finalização: Ana Vedovato

Shopping São José lança ponto de recarga para carros elétricos

O empreendimento é o único que oferece a opção gratuitamente na cidade de São José dos Pinhais (PR), na Região Metropolitana de Curitiba

CURITIBA, 12/04/2023 – Completando 15 anos em 2023, o Shopping São José, uma das principais referências do mercado do varejo no estado do Paraná, tem focado cada vez mais em promover práticas sustentáveis. Uma das últimas inciativas adotadas pelo empreendimento foi disponibilizar vagas para carros elétricos, se transformando no primeiro ponto de recarga gratuita na Cidade de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

De acordo com a Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), o mercado de carros elétricos cresceu 41% no Brasil em 2022 em comparação ao ano anterior. “A tendência é que os carros elétricos passem a ser mais e mais comuns nos próximos anos, e ficamos muito felizes em desde já estimular essa tecnologia e prática sustentável”, afirma Giovana Camargo Neves, coordenadora de marketing do Shopping São José.

As vagas para recarga de carros elétricos estão localizadas no piso G2 do Shopping São José e comportam 2 veículos ao mesmo tempo. O serviço é gratuito e possui carregamento rápido. É sempre importante lembrar que a recarga pode ser feita em qualquer veículo, independentemente da marca.

Foco na sustentabilidade

Além das vagas elétricas gratuitas, o Shopping São José aposta em ações e investe em recursos para viabilizar um projeto exclusivo voltado a sustentabilidade: o SSJ Mais. Entre as iniciativas estão o direcionamento correto de lixo e materiais recicláveis. Por meio de parcerias com a prefeitura de São José dos Pinhas e ONGs da região, o espaço recolhe e encaminha itens como tampinhas de garrafa pet, metais e alumínios, pilhas, baterias e outros lixos eletrônicos, além de óleo de cozinha. Só em 2022 o SSJ Mais destinou 205 kg de lixo eletrônico e, 48 kg de óleo para o descarte adequado.

O projeto SSJ engloba também procedimentos adotados no dia a dia das operações. “Desde o início do SSJ Mais, nós já incluimos o uso de energia renovável, instalamos 22 cisternas para a coleta de água da chuva, adotamos a assinatura eletrônica para contratos,retomamos o uso de secadores de mãos nos banheiros evitando o desperdício de pape cerca de 700kg de papel e reciclamos 4 toneladas de plástico.”, conta a coordenadora de marketing. Além disso, o Shopping aposta no ecodesign reutilizando uniformes antigos para a produção de novos itens.

Salve o Brunch!

Chef Fabio Vieira introduz novidades, como o Egg Hopper, do Sri Lanka no brunch de sábados e domingos do Santo Grão

Salve o britânico Guy Beringer, segundo registros históricos, o criador da palavra “brunch”, usada pela primeira vez na publicação 'Hunter's Weekly' em 1895. Ele se sentia cansado após longas e grandes refeições tradicionais pós-igreja e sugeriu possivelmente algo mais leve. E nós agradecemos, porque se tem algo que pegou de vez aqui nos hábitos das pessoas aos sábados e domingos, são estas composições deliciosas que misturam um pouco dos itens do café da manhã com o almoço.

No Santo Grão, que este ano completa 20 anos, e uma das primeiras casas em São Paulo a oferecer o brunch, a tradição é muito cogitada pelos frequentadores, a ponto de o chef Fabio Vieira, constantemente trazer novas e apetitosas versões de pratos para manter o menu sempre em evolução. As varandas e interiores da casa ficam repletas de pessoas, muitas delas trazendo seus pets (que ganham pote de água) para apreciar as guloseimas, muitas vezes acompanhados de uma boa taça de espumante.

Na atual refação do chef, foram repaginados o Salmão Defumado, Ovo e Batata Rosti (Salmão Defumado, ovos mexidos com espinafre, finalizado com creme azedo numa fina camada de Batata), as Pancakes (Confit de blueberries, cream cheese e maple e leve toque de hortelã), um dos ítens mais pedidos, o Confit de blueberries (cream cheese e maple e leve toque de hortelã) e a novidade Egg Hopper, inspirado nos Egg Hoppers do Sri Lanka, uma versão com leite de castanha do Pará, farinha de arroz formando uma massa levemente adocicada e crocante com ovo mole. Prato sem glúten, vem acompanhado de shimeji salteado e salada de mini folhas nativas, resultando em uma refeição leve e delicada. Não poderiam faltar os Waffles, em versão com morangos, frutas vermelhas, maple e chantilly, para coroar a refeição. Tudo isso escoltado pelos cafés especiais da linha Santo Grão.

Sobre o Santo Grão

A história do Santo Grão começa em 2003 quando o empresário Marco Kerkmeester inaugurou sua primeira loja na Oscar Freire. O nome vem da crença de que cada pessoa tem um “Santo” dentro de si, um “grão”. O papel do Santo Grão é ser uma incubadora para que estas sementes floresçam.

Hoje o Santo Grão conta com sete lojas que oferecem, além do ambiente de café, restaurante e lounge. São seis unidades em São Paulo - Oscar Freire, Itaim, Morumbi, Cidade Jardim, Vila Madalena, Edifício Une – e uma em Curitiba – Pátio Batel. Na unidade Oscar Freire, há também cursos para apaixonados por café e profissionais da área.

Já a marca de café Santo Grão, composta por inúmeros blends e edições inéditas (microlotes), está presente em mais de 300 estabelecimentos do Brasil e disponível na loja virtual.

Serviço Santo Grão

Horário: Consulte unidades para saber os horários em que é servido o brunch. Algumas servem também durante a semana, além dos sábados e domingos

São Paulo

Oscar Freire: Rua Oscar Freire, 413, Jardins. Telefone: (11) 3062-9294. Presencial, to go: domingo a quarta-feira das 8h às 23h; quinta a sábado, das 08h à 00h. Delivery: das 8h às 23h.
Itaim - Rua Jerônimo da Veiga, 179, Itaim Bibi. Telefone: (11) 3071-1769. Presencial, to go e delivery: de segunda-feira das 9h às 23h; terça, quarta e domingo das 8h às 23h; quinta, sexta e sábado, das 8h até 00h.
Morumbi - Av. Dr. Chucri Zaidan, 1240, (Condomínio Morumbi Corporate Towers), Santo Amaro. Telefone: (11) 3957-9592. Presencial: segunda a sexta-feira das 8h às 20h; sábado e domingo, das 9h às 18h. Delivery: segunda a domingo das 8h às 20h
Cidade Jardim - Av. Magalhães de Castro, 12.000 – Shopping Cidade Jardim 2º piso. Telefone: (11) 3198-9373. Presencial: segunda a sábado das 10h às 22h; domingos e feriados das 12h às 20h.

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Autor curitibano cria um inferno na terra em livro de contos

Qual imagem vem à sua mente quando você pensa no inferno? Pecadores sofrendo penas eternas? O Diabo, com um tridente em mãos, espetando os traseiros de seus inquilinos? Pois bem, no livro de contos “Inverno, Inferno”, do autor curitibano Daniel Felipe, as coisas são um pouco diferentes – ainda que não menos mágicas, é importante
frisar.

“Inverno, Inferno” é um espaço-tempo onde tudo está prestes a explodir, já que a porta de entrada para o submundo está aberta. A todo momento, o leitor cruza a fronteira do ordinário rumo ao fantástico e ao fabular. O inferno em questão é um estado de espírito, compartilhado por cidadãos tão terríveis quanto moralistas, componentes da ecologia mesquinha e banal de uma cidade nublada e provinciana. Daniel Felipe criou uma cultura, onde o individual e o coletivo se apresentam sempre em tensão.

No livro, o leitor conhecerá um rol de personagens sombrios, e tramas que emergem do sinistro cotidiano. Pessoas que se chocam no trânsito – seja a pé, num carro, num ônibus ou numa bicicleta – em meio a um estado marcial. Humanos ínfimos, que se comportam como células cancerígenas prontas para pôr o planeta abaixo. Enfim, gente absurdamente falível – algumas das quais, em busca de redenção.

Sinopse
Do outro lado do muro, um inimigo animalesco se prepara para dar o bote. Nas ruas, máquinas metálicas separam humanos do mundo exterior, o que as obriga a travarem contato com seus pensamentos pouco ou nada belos. Trajetórias
individuais se delineiam em meio a um estado marcial. Os moralistas do subúrbio tentam pôr o planeta abaixo. Tudo pode explodir a qualquer momento, já que a porta de entrada para o submundo é logo ao lado. Inverno, Inferno é um cronotopo — ora fantástico, ora fabular, quase sempre em ebulição — onde convivem personagens terrivelmente falíveis, em contato com suas sombras e, às vezes, em busca de redenção.

O livro será lançado numa sessão de autógrafos na tarde do próximo sábado (8), a partir das 17h, no espaço Atuar Psicanálise, que fica na rua Manoel Ribas, 5884, sala 03, Santa Felicidade.

Sobre o autor
Daniel Felipe nasceu em 1988. É formado em jornalismo pela PUCPR e realizou pesquisa de doutorado no PPGMPA-ECA da Universidade de São Paulo, onde estudou a obra multimídia de Valêncio Xavier. Reside em Curitiba, sua cidade natal. Inverno, Inferno é sua estreia na ficção.

Serviço
Lançamento: Sábado, dia 8, a partir das 17h, no espaço Atuar Psicanálise, localizado na Rua Manoel Ribas, 5884, sala 03, SAnta Felicidade.

Inverno, Inferno
Autor: Daniel Felipe
Editora: Patuá
Formato: contos
Como adquirir: Inverno, Inferno, de Daniel Felipe (editorapatua.com.br)

Exposição e lançamento de livro celebram os 100 anos do Movimento Paranista

Evento realizado na semana do aniversário de Curitiba homenageia o Paranismo, que exerceu influência em áreas como artes e arquitetura por meio de símbolos paranaenses
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O Movimento Paranista, que exalta a identidade do Paraná por meio da valorização de seus símbolos, está completando 100 anos. Para celebrar, um evento realizado no Memorial de Curitiba marca a abertura de uma exposição artística e o lançamento de um livro sobre o tema, nesta quinta-feira (30/03) às 19h, com entrada gratuita. Na ocasião, também é celebrado o aniversário de 330 anos de Curitiba.

O livro “Paranismo” foi escrito pelo pesquisador e crítico de arte José Roberto Teixeira Leite, o mesmo que lançou em 2014 a biografia do artista João Turin (1878-1949), um dos criadores e grande expoente do movimento. Teixeira Leite analisa a proposta que enaltece a identidade paranaense por meio do pinheiro, do pinhão, da erva-mate e de outros elementos típicos na arquitetura, esculturas, pinturas, móveis e até na moda.

Além de uma rica pesquisa sobre o tema, a publicação também traz um texto da Família Ferrari Lago, gestora do patrimônio artístico de João Turin, que relata a trajetória póstuma para preservação das obras (iniciado por familiares como Jiomar José Turin e Elisabete Turin) até o processo de resgate do legado deixado pelo artista. Turin também é citado diversas vezes em outras passagens do livro por sua relevância dentro da temática Paranista.

“O fortalecimento do legado do escultor paranista aconteceu graças à junção de esforços entre gerações de pessoas interessadas em manter sua arte viva ao longo dos anos”, comenta Samuel Ferrari Lago, um dos gestores das obras de Turin. O resgate realizado por sua família, a partir de 2011, possibilitou ações como a construção de uma fundição para produzir originais inéditos, montagem de três grandes exposições, localização e recuperação da obra “Pietá” na França, inauguração do Memorial Paranista (administrado pela Prefeitura de Curitiba), entre outras relatadas no livro.

Exposição artística
O livro “Paranismo” é um lançamento da Fundação Cultural de Curitiba, que também concebeu a exposição “Curitiba, Capital do Paranismo”. A mostra vai ocupar dois andares do Memorial de Curitiba com originais e reproduções de obras de diversos artistas, com linguagens artísticas que assimilaram as propostas do movimento, acompanhadas de textos explicativos.

Entre os trabalhos de João Turin presentes na mostra, o maior destaque é a releitura da obra perdida “No Exílio”, escultura com 2,70m de altura feita pela artista Luna do Rio Apa. No local, os visitantes poderão acessar um QR Code para acessar um vídeo que mostra a história desta obra e o trabalho para seu resgate e releitura. “No Exílio" foi a primeira escultura de grandes proporções feita por Turin, concebida em Bruxelas e premiada com Menção Honrosa em Paris.

A mostra também conta com duas esculturas em gesso de felinos (“Luar do Sertão” e “Tigre Esmagando a Cobra”), três vestidos produzidos a partir de croquis deixados pelo artista, especialmente criados pelo Centro Europeu para a premiada exposição “João Turin: Vida, Obra, Arte” no Museu Oscar Niemayer, entre 2014 e 2015; desenhos e reproduções arquitetônicas de Turin com a temática paranista. A exposição permanecerá em cartaz, podendo ser visitada de terça a domingo.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do Paraná, mudou-se ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura em Bruxelas e em seguida morou por 10 anos em Paris.

Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa, e deu início à etapa mais produtiva de sua trajetória. Foi premiado no Salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949 e é considerado o maior escultor animalista do Brasil. Possui obras em espaços públicos no Paraná, Rio de Janeiro e França. Em sua homenagem, foi inaugurado o Memorial Paranista, em Curitiba, que reúne 100 obras.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses e foi citada em um ranking da revista britânica The Art Newspaper. Esta exposição também recebeu o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, de melhor exposição do ano, e teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e em 2016 na Pinacoteca de São Paulo.

Serviço:
Exposição “Curitiba, Capital Paranista”
Lançamento do livro “Paranismo”, de José Roberto Teixeira Leite
Local: Memorial de Curitiba – R. Claudino dos Santos, 79 (Centro, Curitiba-PR)
Data e horário: 30 de março, quinta-feira, às 19h
Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Sábados e domingos, das 9h às 15h.
Entrada gratuita

Ventura celebra os 330 anos da Capital do Paraná com a Exposição ‘Curitiba Olhar Amigo’

O Ventura Shopping em parceria com o fotógrafo curitibano, Ricardo Marajó, estreiam nesta quarta-feira (29) de março, a exposição ‘Curitiba Olhar Amigo’, em comemoração aos 330 anos da Capital do Paraná.

Ao todo 40 imagens compõe a exposição as quais retratam paisagens e cenas do cotidiano da capital. As fotografias foram captadas pelo profissional nos últimos dez anos, tempo suficiente para registrar as transformações rápidas que a cidade vem passando. “Sou um apaixonado por Curitiba. Embora ela tenha um clima um tanto temperamental, amo esse lugar”, brinca o profissional. “Convido todos para visitarem e perceber a cidade com um olhar amigo”, frisa Marajó.

De acordo com a Gerente de Marketing do Ventura, Daniela Leal, além de homenagear a cidade, a ideia é presentear o público com uma ação cultural que aproxima a pessoa do local onde vive. “A nossa cidade é muito rica em belezas naturais e, muitas vezes, na correria do dia a dia acabamos não percebendo tamanho privilégio. Estamos felizes por trazer essa exposição junto com o fotografo Marajó, convidando as pessoas a despertarem seu próprio olhar para seu arredor”, destaca Daniela.

Em paralelo a exposição, os visitantes também poderão apreciar e conferir a trajetória de celebridades artísticas curitibanas e conhecer um pouco mais sobre tradicionais locais da Capital. Entre elas estão Paulo Leminski, Alexandre Nero, Jovem Dionísio e Confeitaria das Famílias.

Serviço:

Exposição ‘Curitiba Olhar Amigo’

A partir de 29 de março de 2023.

Local – Ventura Shopping, Rua Itacolomi, 292, Portão.

Diariamente das 10h às 22h

Entrada gratuita

Paulo Vitola 100 anos da criatividade paranaense Hotel Radisson Curitiba

Amanhã, celebraremos juntos os 100 anos da criatividade paranaense!
Esperamos você para uma noite de autógrafos da obra que marca o centenário da propaganda do nosso estado.
O autor do livro, Paulo Vitola, e outras figuras importantes do segmento estarão presentes para celebrar esse momento.
Esperamos você às 19h no Salão Ametista I do Hotel Radisson Curitiba.
Até lá!

Santo Grão & Páscoa

Os preparativos de Páscoa já chegaram à rede Santo Grão, e o chef Fabio Vieira destacou um prato e uma sobremesa para servir na Semana Santa, de Segunda a Domingo. Um vistoso lombo de bacalhau Gadus Morhua, em pétalas, com Picada Catalã, à base de salsinha e nozes torrada, musseline de batata com manteiga de bacalhau e grãos de bico crocantes (R$ 127) , e de sobremesa, um Mil Folhas com crocantes camadas de massa folheada intercaladas por creme de confeitero com brunoise de manga, acompanhado de um leve confit de manga flambada ao rum, com um toque de água de laranjeira (R$ 31)

Disponível nas unidades da Oscar Freire, Itaim, Cidade Jardim e sob consulta em outras.

Sobre o Santo Grão

A história do Santo Grão começa em 2003 quando o empresário Marco Kerkmeester inaugurou sua primeira loja na Oscar Freire. O nome vem da crença de que cada pessoa tem um “Santo” dentro de si, um “grão”. O papel do Santo Grão é ser uma incubadora para que estas sementes floresçam.

Hoje o Santo Grão conta com sete lojas que oferecem, além do ambiente de café, restaurante e lounge. São seis unidades em São Paulo – Oscar Freire, Itaim, Morumbi, Cidade Jardim, Vila Madalena, Edifício Une – e uma em Curitiba – Pátio Batel. Na unidade Oscar Freire, há também cursos para apaixonados por café e profissionais da área.

Já a marca de café Santo Grão, composta por inúmeros blends e edições inéditas (microlotes), está presente em mais de 300 estabelecimentos do Brasil e disponível na loja virtual.

Serviço Santo Grão

São Paulo

Oscar Freire: Rua Oscar Freire, 413, Jardins. Telefone: (11) 3062-9294. Presencial, to go: domingo a quarta-feira das 8h às 23h; quinta a sábado, das 08h à 00h. Delivery: das 8h às 23h.
Itaim – Rua Jerônimo da Veiga, 179, Itaim Bibi. Telefone: (11) 3071-1769. Presencial, to go e delivery: de segunda-feira das 9h às 23h; terça, quarta e domingo das 8h às 23h; quinta, sexta e sábado, das 8h até 00h.
Morumbi – Av. Dr. Chucri Zaidan, 1240, (Condomínio Morumbi Corporate Towers), Santo Amaro. Telefone: (11) 3957-9592. Presencial: segunda a sexta-feira das 8h às 20h; sábado e domingo, das 9h às 18h. Delivery: segunda a domingo das 8h às 20h
Cidade Jardim – Av. Magalhães de Castro, 12.000 – Shopping Cidade Jardim 2º piso. Telefone: (11) 3198-9373. Presencial: segunda a sábado das 10h às 22h; domingos e feriados das 12h às 20h.

Muito prestigiado o lançamento da coletânea de poesias de Bebel Ritzmann

A jornalista, fotógrafa e empresária estreia na literatura e apresenta poemas que contam amores e angústias, encontros e desencontros
Bebel Ritzmann estreia na literatura com coletânea de poesias
O espaço Elefante Voador, que fica no Hostel Bebel, foi palco para a noite de autógrafos da coletânea de poesias “Entrega - da alegria aos medos, paixões e prisões”, pelo Selo Editorial Livros Legais, da jornalista, fotógrafa e empresária Bebel Ritzmann. O lançamento aconteceu no dia 22 de março, quarta-feira.

Com prefácio assinado por Ernani Buchmann e apresentação da psicóloga Gisele Souza, o livro traz poemas que contam amores e angústias, encontros e desencontros. Amigos, familiares, advogados, professores, escritores e colegas prestigiaram o lançamento.

Aos presentes no lançamento, a autora disse que foi uma satisfação pessoal registrar escritos que a acompanham pela caminhada da vida. “Desde que lancei o selo Livros Legais de minha editora, não conhecia ao certo o sentimento do autor, sua necessidade e ansiedade quanto ao resultado de sua obra. O melhor é sentir na pele para poder atender cada vez mais nossos grandes escritores”, acentua Bebel.

Lançamento do livro sobre acervo do MON reúne artistas, curadores e patronos da instituição

O livro histórico de 400 páginas com um recorte da coleção permanente do Museu Oscar Niemeyer (MON) foi lançado na noite desta quarta-feira (22), na Livraria da Vila (Pátio Batel), em Curitiba. O evento reuniu artistas, curadores, patronos e conselheiros da instituição. Para marcar a ocasião foi realizado um bate-papo com a secretária estadual da Cultura, Luciana Casagrande Pereira; a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika; o curador Marc Pottier, integrante do Núcleo Curatorial do MON, e o sócio-fundador da Editora Bei, Tomás Alvim.

Juliana Vosnika destacou que o livro é uma forma de ampliar o acesso ao acervo do MON, um museu que foi um passo importante nas artes visuais do Brasil, da América Latina e do mundo. “Além de um salto quantitativo no seu acervo, o MON alterou e expandiu o marco referencial, demonstrando amadurecimento como instituição museológica. Entendemos então que era hora de registrar esta conquista e compartilhar com o público diferentes momentos da construção de sua coleção permanente. Assim nasceu a ideia desta publicação”, disse.

“O MON desperta em cada um de nós a sensação de pertencimento, de que ele é nosso. E o livro reafirma isso. Artistas, curadores, colecionadores, o público. Todos ajudaram a construir o museu”, afirmou a secretária da Cultura.

Também estavam presentes no lançamento alguns dos autores de textos que fazem parte do livro, como o artista Fernando Velloso, o historiador Ricardo Freire e Fábio Domingos Batista, que integra o Núcleo Curatorial do MON.

O decano Fernando Velloso disse que a arte e cultura paranaense passaram por uma “evolução respeitável” nas últimas décadas. “Esse texto é o depoimento de alguém que viveu todos esses fatos e que na sua juventude conseguiu colher uma série de depoimentos de pessoas que hoje se tornaram importantes para construir esse edifício que é a arte paranaense”, afirmou.

O livro
A publicação, editada pela Bei em capa dura, conta com textos autorais e centenas de imagens que retratam os destaques deste acervo que, nos últimos anos, quintuplicou de tamanho, chegando atualmente a 14 mil obras.

Além do aumento quantitativo do acervo, o museu alterou e expandiu o marco referencial. As áreas de artes visuais, arquitetura e design, com ênfase em arte paranaense e brasileira, passaram a conviver também com arte africana contemporânea, latino-americana e asiática.

O livro enfoca todas essas áreas, destacando cerca de 500 obras. Também há textos assinados pelos curadores, que selecionaram obras que representam a amplitude do acervo. São eles: o artista paranaense Fernando Velloso, que traz uma abordagem histórica da formação do acervo do MON; o curador Marc Pottier, que discorre sobre arte contemporânea e o acervo de design; os curadores das coleções asiática e africana, Fausto Godoy e Renato Araújo, respectivamente; e o arquiteto Fabio Domingos Batista, representantes do Núcleo Curatorial do Museu.

O valor do livro, que será vendido no MON Loja e em livrarias de todo o Brasil, com distribuição da Editora Bei, é de R$ 200.

Trajetória
O acervo do MON teve início com a junção de três coleções: NovoMuseu (que foi o primeiro nome do MON), Museu de Arte do Paraná (MAP) e coleção Banestado. No legado da união dessas três coleções, destacam-se nomes de importantes artistas como Miguel Bakun, Helena Wong, Alfredo Andersen, Maria Amélia D'Assumpção, Arthur Nisio, Leonor Botteri, João Turin, Poty Lazzarotto, Bruno Giorgio, Sérvulo Esmeraldo e Emanoel Araújo.

O acervo foi se diversificando com a produção de artistas representativos no âmbito nacional e internacional. “Após o processo de pesquisa e reflexão para discutir a orientação e a identidade que o acervo do MON deveria objetivar, além da prioridade de colecionar arte paranaense e brasileira, também passou a expandir seu olhar não eurocêntrico para a arte latino-americana, asiática e africana”, explica Juliana.

A coleção de obras de arte asiática foi doada pelo diplomata Fausto Godoy e colocou o MON em posição de destaque nacional. Disputada por outras instituições do Brasil e por colecionadores do Exterior, a coleção é composta por aproximadamente 3 mil obras de arte.

Dando continuidade ao processo de consolidação de seu marco referencial, o MON iniciou uma negociação para viabilizar a vinda para o Museu de uma grande coleção de arte africana existente no País. Assim como aconteceu com a primeira grande doação, em 2021 as negociações foram concluídas e o MON foi mais uma vez escolhido por suas condições técnicas, capacidade de gestão e credibilidade, recebendo cerca de 1.700 obras de uma das mais importantes coleções de objetos de arte africana do século XX, doação da Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY).

Em março de 2022, o MON concluiu, também, mais um complexo processo de negociações para receber sua maior doação até então: aproximadamente 4,5 mil obras assinadas pelo artista paranaense Poty Lazzarotto (1924–1998). A doação foi feita pelo irmão do artista, João Lazzarotto. São mais de 3 mil desenhos e 366 gravuras, além de tapeçarias, entalhes, serigrafias e esculturas, entre outros.

Outra maneira de incrementar o acervo foi a criação do projeto Sou Patrono, um movimento pioneiro no apoio e valorização da cultura e da arte no Paraná. Por meio dele, pessoas engajadas e comprometidas com a arte contribuem com a aquisição de obras, a partir de uma seleção realizada pela diretoria executiva e pelos Conselhos do Museu. Como contrapartida, o doador tem benefícios, além de deixar seu nome gravado na história da instituição.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Livro sobre Raul de Souza será lançado no Youtube

 

Evento acontece neste domingo (26), às 20h, com bate-papo e um pocket-show

O lançamento do Livro de Partituras de Raul de Souza – um dos maiores trombonistas de todos os tempos – acontece neste domingo, dia 26, às 20 horas, na plataforma do Youtube (www.youtube.com/@produtoragramofone). Para o organizador do livro, o músico e produtor de Curitiba Álvaro Ramos, a plataforma de vídeo é o local mais adequado para um lançamento nacional e amplia a oportunidade para o público conhecer e ouvir um pouco sobre a obra desse grande músico carioca que, curiosamente nasceu João José e depois de se destacar nos programas de calouros foi “batizado” artisticamente por Ary Barroso como “Raulzito” (em homenagem ao “Raulzão de Barros”). Durante o lançamento, além de um pocket show com algumas das músicas de Raul que estão nas partituras do livro, haverá um bate-papo musical com Fábio Torres (piano), Glauco Sölter (baixo), Mário Conde (guitarra), Sérgio Machado (bateria) e Sérgio Coelho (trombone) sobre a vida e a obra de Raul de Souza.

Ramos comenta que o Livro de Partituras não é voltado somente para músicos. “Na verdade, é um livro para quem gosta de música e nós vamos lembrar a trajetória artística de Raul de Souza com textos de Glauco Sölter, que o acompanhou no palco nos últimos anos de sua vida, e uma mini biografia escrita pelo jornalista Wagner Merije”, pontua. Para os músicos, o trombonista Sérgio Coelho – discípulo de Raul no instrumento –, preparou um texto sobre o estilo do trombone brasileiro de Raul. “É importante ressaltar que além de relembrar as histórias, o livro também disponibiliza 20 partituras de Raul para que os músicos estudem sua obra. Infelizmente pouca gente sabe que Raul de Souza teve um grande reconhecimento internacional e tocou nos quatro cantos do mundo com grandes artistas”.

O livro ainda disponibiliza dez obras de Raul de Souza em versão "Play Along" de áudio e vídeo para estudos, análises, improvisos e ensaios. Traduzindo: se o músico quiser, após aprender a música, ele pode compartilhar sua versão do tema estudado numa edição ao lado do quiteto musical que vai participar do bate papo. Para cada tema, os músicos deixaram uma base musical pronta para o improviso. Para isso, basta acessar o QR Code que está no livro e o músico é direcionado para uma página do Play Along – em vídeo ou áudio. O livro está disponível nesse site: https://gramofone.com.br/rauldesouzalivrodepartituras/.

O projeto do livro foi viabilizado através do PAIC, com apoio da FCC e incentivo das empresas EBANX e Instituto Joanir Zonta.

SERVIÇO:

Lançamento do Livro de Partituras Raul de Souza (https://gramofone.com.br/rauldesouzalivrodepartituras/)

Domingo dia 26 de março, às 20 h, no Youtube: www.youtube.com/@produtoragramofone

*com divulgação

O Pinhão Bar recebe bazar vintage no próximo domingo

No próximo domingo, 19, acontece o Crazy Diamond Bazar no O Pinhão Bar, em Curitiba. Com início a partir das 15 horas e entrada gratuita, o bazar terá, além da venda de roupas, livros, acessórios e discos de vinis, duas apresentações musicais.

Após as 18 horas o público poderá assistir as apresentações de Gustavo X & Felix Dee, Gusto Blues & Willie Dinamite, além de convidados.

A iniciativa de realização do bazar é de Kathleen Rickert, artista e produtora cultural curitibana. No bazar, serão vendidos itens da sua própria curadoria vintage.

O Pinhão Bar fica na Praça do Redentor, 322, São Francisco. O Crazy Diamond Bazar conta com apoio de divulgação da agência Ciano Flow.

Mais informações no Instagram no bazar: https://www.instagram.com/crazydiamondbazar/
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Shopping São José promove 2ª edição do Festival das Colônias

Shopping São José promove 2ª edição do Festival das Colônias
Entre os dias 16 e 19 de março, a praça de eventos do shopping vai se transformar em uma rota das colônias com turismo, produtos locais, artesanato e comidas típicas

CURITIBA, 10/03/2023 -- Celebrando as rotas coloniais, um dos grandes atrativos do turismo rural da cidade de São José dos Pinhais, o Shopping São José vai promover uma ação bem especial em comemoração ao aniversário da cidade, que completa 333 anos no próximo dia 19 de março. Após o sucesso do primeiro evento, realizado em 2022, o empreendimento abre as portas novamente para os empreendedores e produtores locais com a segunda edição do Festival das Colônias.

Quem visitar o shopping entre os dias 16 e 19 de março, terá a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre as delícias gastronômicas e atrativos do Caminho do Vinho, Colônia Murici e Rota das Colônias em uma incrível feira de exposição montada na praça de eventos. “Estamos muito contentes em mais uma vez disponibilizar nosso espaço para a divulgação e valorização do comércio local e dar ao público de São José e de toda a grande Curitiba, a chance de ter contato de perto com essa cultura tão rica e importante para nossa região” destaca Talita Dallmann, gerente de marketing do Shopping São José.

As rotas de turismo da cidade contam com cerca de 500 negócios entre restaurantes, cafés, lojas, adegas, cervejarias e parques comandados por micro e pequenos empreendedores. “O Festival é uma importante ferramenta de divulgação do nosso trabalho. Muitos moradores da cidade ainda não conhecem os roteiros coloniais e este é um grande desafio para nós. Ter essa possibilidade de mostrar um pouco mais das nossas riquezas e maravilhas para um grande público é muito valioso culturalmente e economicamente para todos envolvidos no turismo rural de São José dos Pinhais”, afirma Adilson Roberto Rocha, empreendedor e representante do Caminho do Vinho.

Com o apoio da prefeitura de São José dos Pinhais, por meio da Secretaria da Indústria, Comércio e Turismo, e da Viacredi Cooperativa, o evento vai reunir 5 expositores, que terão a oportunidade de contar um pouco da história da colonização do município apresentando seus produtos e estabelecimentos. Durante os quatro dias de festival, os visitantes poderão adquirir itens produzidos artesanalmente pelas famílias moradoras da área rural entre eles vinhos, sucos, frutas, geleias, bolachas, conservas e compotas, além de receber informações sobre as opções turísticas e aprender sobre o folclore, costumes e pratos típicos da região. O evento também contará com a participação da Di Helena, empresa especializada em produtos coloniais orgânicos e saudáveis e da Bolachas Vovó Elza.

“As rotas coloniais têm uma infinidade de atrativos e serviços para toda a família, incluindo, além da gastronomia, áreas de lazer, espaços para eventos, passeios a cavalo, ‘colhe e pague’ e muito mais. O Festival das Colônias, realizado pelo Shopping São José, será uma oportunidade para as pessoas prestigiarem e descobrirem mais detalhes sobre todas as atrações”, completa Adilson.

O Shopping São José fica na Rua Dona Izabel A Redentora (n° 1434), no Centro de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. As lojas funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. Já a praça de alimentação e as opções de lazer funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 11h às 22h. Mais informaçõesno perfil oficial do empreendimento no Instagram (@shopsaojose).