Além da gastronomia: Pátio Batel celebra cultura asiática com música, dança e oficinas no Pátio Gastronômico Edição Ásia

Evento começa nesta quinta (19) com entrada gratuita; oficinas trazem ikebana, faixa hachimaki e móbile asiático

Entre os dias 19 e 22 de março, o terraço do Pátio Batel propõe um mergulho na cultura asiática contemporânea. O evento Pátio Gastronômico Edição Ásia começa com essa imersão pela gastronomia, e se estende para a arte, música e tradição. Espere pratos típicos, apresentações artísticas e oficinas para adultos e crianças.

Cultura viva e entretenimento
Ao longo dos quatro dias de evento, o público poderá vivenciar a força do Taiko (percussão japonesa), o dinamismo da Dança dos Leões e a elegância da dança indiana, entre outras atrações. As noites ganham trilha sonora com apresentações de DJs como Chaouiche e Disco Veneno, integrando lazer e sofisticação em um ambiente inspirado na estética asiática.

Para quem deseja aprender técnicas de culinária, especialistas conduzirão aulas-show focadas em clássicos como Lámens e Bibimbap. Também serão realizados workshops de coquetelaria com saquê e a técnica milenar do Ikebana, arte japonesa minimalista de arranjos florais.

"O Pátio Gastronômico nasceu como um espaço para experimentar o mundo pela gastronomia, e a edição Ásia expande esse convite”, avalia Camila Fleischfresser, head de marketing do Pátio Batel. “Queremos que as pessoas se inspirem a partir de novas referências culturais."

Oficinas enaltecem conceitos de sabedoria e coragem

A UniDanitê e o Lapinha SPA, parceiros do evento, oferecem atividades carregadas de significado para todas as idades:

Móbile Asiático (UniDanitê): os participantes criarão amuletos inspirados no elefante, símbolo de prosperidade e proteção. Segundo a cultura de origem, ao balançar com o vento, o elefante espalha sorte e boas energias pela casa.

Faixa Hachimaki (UniDanitê): representando foco e determinação, os participantes confeccionam sua própria faixa japonesa. Elas escolhem caracteres kanji, que simbolizam força e vitória, criando um talismã pessoal para seus próprios desafios e aventuras.

Origami (UniDanitê): participantes moldam o papel através de dobras precisas e rituais. Eles transformarão uma folha simples em figuras como a milenar garça tsuru, que simboliza longevidade e paz, um dos origamis mais emblemáticos.

Ikebana (Lapinha SPA): a arte japonesa de arranjos florais, flores, galhos, folhas e caules são fonte de criação artística na oficina realizada pela Lapinha SPA. Em contraste com o hábito ocidental de simplesmente colocar flores em um vaso, a ikebana busca revelar as qualidades intrínsecas das flores e de outros materiais vivos, expressando emoções.

Programação Completa

19/03 (Quinta) – 18h às 22h

18h: Aula-show: lámens, com Chō Lamens e Baos
19h30: Apresentação: Taiko (arte japonesa de tambores)
20h: DJ: Chaouiche

20/03 (Sexta) – 18h às 22h

16h30: Oficina de Ikebana, por Lapinha SPA
19h: Aula-show: Curry por Koré
19h30: DJ: Madu Forti
20h: Flash drink (aula rápida de preparo de drinks)
20h30: Apresentação: dança indiana
21h: DJ Madu Forti

21/03 (Sábado) – 12h às 22h

13h: Apresentação: Dança dos Leões (dança tradicional da cultura chinesa)
15h: Aula-show: Bibimbap por Yü Cozinha Oriental
16h55: Apresentação: Dança dos Leões
17h30: Aula-show: Saquês por Adega de Sake
18h25 Flash drink (aula rápida de preparo de drinks)
18h30: DJ Leonor

22/03 (Domingo) – 12h às 20h

13h: Apresentação: dança indiana
14h: Aula-show: Saquês por Adega de Sake
15h: Aula-show: técnicas de cortes por Itigo by Ichigo Ichie
16h30: Apresentação: Taiko (arte japonesa de tambores)
17h25: DJ Disco Veneno

Oficinas

Oficinas para todas as idades por UniDanitê (durante o evento, sem agendamento)

De quinta a sábado: móbile asiático e hachimaki (faixa oriental para usar na cabeça).
Domingo: móbile asiático, hachimaki e dobradura origami.
Duração: 30 minutos por oficina.
Valor: R$ 48 por oficina (PCDs e neurodivergentes pagam meia-entrada).

Oficina de Ikebana por Lapinha SPA para adultos – Arte japonesa de arranjos florais

Sexta, 20 de março, às 16h30.
Agendamento via WhatsApp: 41 3622 1044‬
Duração: 1h.
Valor: R$ 195 por pessoa.

Gastronomia é o enfoque principal

A curadoria gastronômica do evento, como divulgado anteriormente, oferece uma imersão de alta qualidade pelas tradições culinárias da Índia, China, Japão, Coreia, Taiwan e Tailândia. Com pratos custando no máximo R$ 45, o público poderá saborear criações de oito restaurantes e dois estabelecimentos, incluindo Emy by Kazuo, Wao Asian Cuisine, Swadisht, Itigo by Ichigo Ichie, Chō Lamens e Baos, Yü Cozinha Oriental, Fun’iki Sushi + Rooftop, Johoja, Torá Kombini, The Coffee e Koré.

Serviço

Pátio Gastronômico Edição Ásia
19 a 22 de março
Local: Terraço do Pátio Batel (Avenida do Batel, 1868 – Batel)
Mais informações: https://patiobatel.com.br/patiogastronomico/

Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, contando com aproximadamente 190 estabelecimentos, sendo 72 lojas exclusivas, como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 11 anos de história, a marca Pátio Batel se posiciona como “única em todos os sentidos”: um espaço para ser acolhido em uma experiência de bem-estar, moda e luxo.

Moquequinha de Truta é uma das estrelas do “Festival da Quaresma” do Donna Pinha

Festival da Quaresma tem Moquequinha de Truta do Donna Pinha, em Santo Antônio do Pinhal. Foto: Douglas Fagundes

Está aberta a temporada de trutas em Santo Antônio do Pinhal; confira as dicas irresistíveis do cardápio do Restaurante Donna Pinha, com a assinatura da chef Anouk Migotto

O Restaurante Donna Pinha, em Santo Antônio do Pinha (SP), anuncia o seu tradicional “Festival da Quaresma”. Uma boa pedida para o período: o cardápio reúne deliciosos pratos à base de peixes e produtos frescos da região, como a estrela da temporada - a truta. A dica fica por conta da “Moquequinha de truta”, uma das receitas autorais da chef Anouk Migotto. Uma experiência gastronômica única entre as montanhas!

Vale ressaltar que a truta, peixe encontrado em águas frias e límpidas, é uma espécie típica da Serra da Mantiqueira. E das mãos da chef, saem receitas incríveis que agregam sabores regionais aos pratos. “A truta é bastante procurada e nossa missão e deixá-la ainda mais saborosa, ressaltando os aromas da Serra”, diz.

A Moquequinha de truta, uma das ‘queridinhas’ da chef, combina azeite de dendê e leite de coco, servida com pirão, farofa e arroz branco. E não para por aí: tem ainda casquinha de truta defumada, casquinha de mix de cogumelos, bolinha de truta, isca de truta, linguiça de truta na chapa, truta com amêndoas e várias outras delícias.

PARA SUSPIRAR - Se tem uma coisa que deixa a chef feliz é receber elogios por uma de suas sobremesas. Não é à toa que essas doces receitas já ganharam fama por vários cantos do país, como o Arroz Doce Donna Pinha, Bolo de Lavanda, Peti Gateau de Doce de Leite e Brownie com Nozes, entre outras.

O restaurante dispõe de menu infantil e opções veganas. Confira o cardápio completo pelo site ou @donnapinha (insta).

Na carta de bebidas, destaque para os drinks não alcoólicos com frutas da época. Vale a pena experimentar! Já para quem não dispensa um bom vinho ou espumante, a adega do Donna Pinha é uma das mais completas da região com inúmeros rótulos nacionais e internacionais.

BOA LEMBRANÇA - Uma deliciosa opção também é a “Donna Truta Baroa”, receita criada pela chef Anouk Migotto especialmente para a Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança, que reúne um seleto grupo de estabelecimentos no país. No projeto, os associados criam anualmente receitas e lindas cerâmicas (pratos), pintadas à mão, que podem ser levadas para casa após a degustação.

Segundo a chef, o prato “Donna Truta Baroa” é uma composição de purê de mandioquinha, com pasta de truta defumada e queijo cremoso gratinado com parmesão curado. Acompanhamentos: farofa com dendê, vinagrete com brotos e arroz branco. Tudo feito com ingredientes frescos direto dos produtores da região.

São 25 anos reunindo receitas deliciosas assinadas pela chef Anouk Migotto, ressaltando os aromas e sabores da gastronomia da Mantiqueira

SERVIÇO – O Restaurante Donna Pinha está localizado à Avenida Antônio Joaquim de Oliveira, número 647, no Centro de Santo Antônio do Pinhal/SP. Abre todos os dias para almoço, das 11h às 17h. Para jantar, funciona de sexta e sábado até as 23h e domingo até as 18h.
Atendimento pelo telefone fixo (12) 36662669. Acompanhe também pelas redes sociais: @donnapinha (Insta) ou Donna Pinha (Face).

Moquequinha de Truta do Donna Pinha. Foto: Douglas Fagundes

O aconchegante Restaurante Donna Pinha. Foto: Douglas Fagundes

Festival Coolritiba revela encontro inédito entre Seu Jorge e Criolo como atração surpresa da edição 2026

João Gomes no projeto Dominguinho, Os Garotin convidando Fat Family, Marina Sena e mais também sobem ao palco do festival, que reúne arte, cultura urbana, experiências radicais e sustentabilidade na Pedreira Paulo Leminski, no dia 23 de maio, em Curitiba.

Créditos: Fábio Nunes e @brpsmachado/Divulgação

Fim do mistério! O festival mais cool do Brasil está de volta e, desta vez, com um dos encontros mais épicos da música. O Coolritiba 2026 confirmou que a atração surpresa da edição, marcada para o dia 23 de maio na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, será Seu Jorge convida Criolo, show inédito que reúne dois dos artistas mais relevantes da cena musical brasileira. A apresentação marca o retorno de Seu Jorge ao evento, após sua participação em 2024, e também traz de volta ao palco do festival o rapper Criolo, que já passou pelo Coolritiba em edições anteriores.

“Esse encontro com o Criolo no Coolritiba é uma celebração. Faz muito tempo que a gente não toca junto, então vai ser especial reviver essa parceria no palco. A gente tem uma história bonita, muitas ideias e músicas que nasceram desse encontro, algumas que o público conhece e outras que ainda ficaram guardadas. Voltar a dividir esse momento ao vivo vai ser emocionante”, afirma Seu Jorge.

Com realização da Seven Experience, patrocínio Vaio, Mili e Johnnie Walker, apoio da Sympla e a Budweiser como cerveja oficial, o Coolritiba chega à sua oitava edição, ocupando um lugar fixo no calendário dos melhores eventos do país, e mais uma vez, está repleto de surpresas que tornam a experiência cada vez mais inesquecível.

Além da atração surpresa agora revelada, o line-up deste ano reúne nomes como o projeto Dominguinho, que reúne João Gomes, Jotapê e Mestrinho em uma celebração contemporânea do forró. O festival também recebe Os Garotin convidando Fat Family, Gilsons, AnaVitória, Lagum, Marina Sena, Djonga e Céu, que comemora 20 anos de carreira. Completam a programação Ajuliacosta, Ana Frango Elétrico, Chico Chico, Mundo Livre S/A, Janine Mathias e Wes Ventura convidando Dimelo.

“O line-up ficou muito especial. O momento do mercado permitiu que a gente tivesse grandes junções: novos talentos e novas promessas, nomes que estão em um momento importante da carreira, além dos medalhões, 100% brasilidade. É um line-up democrático. Conseguir juntar tudo isso na mesma data, sem dúvida, é o que vai fazer a diferença no festival deste ano”, conta Gian Zambon, sócio da SEVENX e idealizador do festival.

Arte e adrenalina - Além da música, o Coolritiba prepara intervenções visuais inéditas e experiências que se tornaram parte da identidade do evento, como a tirolesa e a Skyfall, que voltam a atravessar a Pedreira e garantem aquele elemento de adrenalina que o público ama. A edição também reforça o olhar para a cena criativa de Curitiba, com espaço ampliado para moda autoral e produções culturais independentes.

O Coolritiba também mantém sua proposta de responsabilidade ambiental. Desde a primeira edição, o evento compensa 100% dos gases emitidos, realiza a reciclagem dos resíduos gerados, utiliza cenografia com materiais reutilizados, disponibiliza copos retornáveis e oferece água gratuita ao público, reforçando seu compromisso com práticas sustentáveis.

Saiba mais sobre a Seven Experience
Com mais de 15 anos de atuação no mercado cultural e artístico, a Seven Experience se consagra como uma das principais empresas de entretenimento do sul do país, tendo em sua agenda os melhores e maiores eventos do Brasil, sendo referência em inovação e organização. Instalada em Curitiba, a SEVENX já desenvolveu mais de 1.600 eventos entre exposições, turnês, feiras e eventos esportivos em diversas regiões do Brasil e assinando produções de shows como Metallica, Coldplay, Bruno Mars, Green Day, Iron Maiden, Katy Perry, Andrea Bocelli, Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Henrique & Juliano, bem como espetáculos como Cirque Du Soleil e Disney On Ice, entre outros.

Para mais informações sobre o Festival Coolritiba, acesse:
http://coolritiba.art.br
http://www.facebook.com/festivalcoolritiba
https://www.instagram.com/festivalcoolritiba/

Tutti Pães e Doces está participando do Festival de Martha Rocha!

🍰 Festival de Martha Rocha!
Prepare-se para uma explosão de sabor! Estamos celebrando um dos bolos mais clássicos e queridos da confeitaria: Martha Rocha 😍
Camadas irresistíveis, recheios cremosos e aquele sabor que conquista qualquer apaixonado por doces.
📅 De 04/03 a 15/03
💰 Fatia por apenas R$19,50
Uma oportunidade perfeita para passar aqui, tomar um café e se deliciar com essa maravilha.
⏳ Mas atenção: é por tempo limitado!
📍 Av. Anita Garibaldi, 4793 – Barreirinha, Curitiba-PR
Venha garantir a sua fatia e aproveitar o Festival de Martha Rocha com a gente!

Maior festival gastronômico do Brasil, Torresmofest, está de volta a Curitiba

O festival que acontece entre os dias 05 e 08 de março com entrada gratuita

O estacionamento do Carrefour Champagnat será palco mais uma vez do maior festival gastronômico do Brasil, Torresmofest, evento que celebra as iguarias à base de proteína suína, mas com diversas opções de outros sabores, tudo para agradar os paladares mais exigentes. O festival, que já marcou mais de 550 edições e mais de 9 milhões de visitantes ao redor do Brasil, acontecerá de 05 a 08 de março, das 12h às 22h, com entrada gratuita

O torresmo, protagonista absoluto do festival, ganha o palco com versões que celebram a tradição e a criatividade da gastronomia brasileira. Preparado com técnicas artesanais e ingredientes selecionados, o petisco mais querido do país aparece em releituras que conquistam todos os paladares: tem a clássica pururuca, crocante e salgada na medida certa; o torresmo de rolo, servido fatiado e suculento, com aquela camada dourada irresistível; e o tradicional de boteco, que remete às melhores memórias afetivas da culinária popular.

Mas a experiência vai muito além! Mais de 25 expositores participam do evento, oferecendo um cardápio variado que inclui costela fogo de chão, baião de dois, feijão tropeiro, hambúrgueres com torresmo ou shimeji, batatas recheadas, lanches de costela e opções de doces artesanais e sobremesas.

O evento é Pet Friendly, ou seja, você pode levar seu bichinho de estimação para curtir junto. Para os pequenos, a diversão também está garantida com uma área kids gratuita, garantindo tranquilidade para os pais e entretenimento seguro para a criançada.

E para completar a experiência gastronômica, o público encontrará chopp artesanal, cervejas geladas e uma seleção de drinks variados. E a trilha sonora está garantida com shows ao vivo todos os dias, apresentando bandas e artistas que trazem covers de sucessos nacionais e internacionais, criando o clima perfeito para prolongar o passeio, reunir amigos, celebrar e relaxar ao som de boa música.

Confira a programação completa:

Quinta-feira (05/03)
20h00 - Tiago Luziano - Sertanejo e Viola Caipira

Sexta-feira- (06/03)
20h - Cover CWB - Cover Guns N’ Roses

Sábado - (07/03)
14h - William Claro - Voz e Violão
17h - Os Zero11 - Samba e Pagode
20h - Banda Paralelo - Cover Charlie Brown Jr

Domingo- (08/03)
13h30 - Leila Duarte - Voz e Violão
16h30 - Legião Cover Londrina - Cover Legião Urbana
19h30 - Bohemian Rock - Tributo Queen

Serviço - Torresmofest

Local: Carrefour Champagnat
Data:05 a 08 de março
Horário: das 12h às 22h
Instagram: @torresmofest
Entrada gratuita para o evento

Bolo Martha Rocha ganha festival próprio em Curitiba

Evento celebra o doce tradicional em 22 confeitarias da cidade

O bolo Martha Rocha, declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná em fevereiro deste ano, ganhou um evento para chamar de seu. O 1º Festival de Bolo Martha Rocha acontece de 4 a 15 de março. São 22 confeitarias participantes e todas irão vender cada fatia ao preço único de R$ 19,50. A organização é da Curitiba Honesta, plataforma de gastronomia já conhecida pelos festivais do Pão com Bolinho, Carne de Onça, entre outros. A proposta é valorizar a história do doce, estimular a produção artesanal e convidar o público a revisitar sabores que fazem parte da memória afetiva da cidade.
O empresário Sérgio Medeiros, idealizador do projeto, comemora a ótima receptividade ao evento. “Ficamos muito felizes com a excelente adesão das confeitarias ao primeiro festival. Com certeza entrará no nosso calendário anual, prosseguindo assim com a valorização da gastronomia local, que sempre foi o foco da Curitiba Honesta”, diz ele.
Criado em 1954, em Curitiba, o bolo nasceu como uma homenagem a Maria Martha Hacker Rocha, eleita Miss Brasil naquele ano e segunda colocada no concurso de Miss Universo. A autoria da receita é atribuída à confeiteira Dair da Costa Terzado, então proprietária da tradicional Confeitaria das Famílias, localizada no centro de Curitiba. O sucesso foi imediato: a sobremesa conquistou a cidade, passou a marcar aniversários, casamentos e celebrações e, com o tempo, tornou-se presença quase obrigatória nas vitrines das confeitarias locais.
Confira os participantes do festival:
Brioche - Água Verde
Brioche - Juvevê
Chiffon Cake
Confeitaria Acapulco
Confeitaria Doce Pecado
Confeitaria Holandesa
Confeitaria Moinho Holandês
Confeitaria Rosângela
Confeitaria Sênior Koster
Damarate Confeitaria - Agua Verde
De Fátima Pães e Doces
Docelândia
Donana Doces
Kaffe Kantate
Ladé Chocolates e Doceria
Maison Lalisse
Padaria América Café
Panificadora Aquarius
Roberta Schwanke Gastronomie Patisserie
SóQuindins
Tutti Pães e Doces
Velvet Bolo

O 1º Festival de Bolo Martha Rocha tem apoio da Prefeitura de Curitiba, por meio do Instituto Municipal de Turismo. Receitas e endereços estão disponíveis em www.curitibahonesta.com.br.

Serviço
1º Festival de Bolo Martha Rocha
Data: de 4 a 15 de março de 2026
Preço único: R$ 19,50
Informações: www.curitibahonesta.com.br
Instagram @curitibahonesta
Facebook: https://www.facebook.com/curitibahonesta

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

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Rua 24 Horas recebe Festival do Strogonoff com preços a partir de R$ 18,90

O evento, que acontece entre os dias 26 e 28 de fevereiro, vai ocupar um dos endereços mais tradicionais da capital paranaense

Curitiba, fevereiro de 2026 - Poucos pratos despertam tanta unanimidade no Brasil quanto o strogonoff. Presente em almoços de família, comemorações e no dia a dia dos restaurantes, a receita de origem russa ganhou sotaque brasileiro, tornou-se mais cremosa, incorporou acompanhamentos clássicos como arroz e batata e conquistou diferentes gerações. Versátil e afetivo, o preparo é hoje um dos mais pedidos no país, um símbolo de conforto e praticidade à mesa.

Com essa proposta e aproveitando o clima ameno na cidade, a Rua 24 Horas, um dos pontos turísticos e de entretenimento mais tradicionais da capital paranaense, recebe nesta semana, entre os dias 26 e 28 de agosto, um delicioso Festival de Strogonoff. Durante os três dias, serão comercializadas, cinco opções por preços que variam de R$ 18,90 a R$ 44,90. As receitas serão desenvolvidas pelo tradicional bar Bávaro.

Entre as opções do preparo, estão releituras que terão como “estrelas” itens como legumes, frango, costela, alcatra, filé mignon e camarão. Como acompanhamento, arroz e batata palha. “O strogonoff é um prato que atravessa gerações e desperta memórias afetivas em quase todo mundo. É uma oportunidade de revisitar um prato querido e também experimentar os sabores das novas opções”, destaca Luiz Breda, fundador do Bávaro, idealizador do evento.

O Festival do Strogonoff acontece nesta semana, entre os dias 26 e 28 de agosto, na Rua 24 Horas (Rua Visconde de Nácar, s/n). Os preparos serão servidos das 11h às 22h30h, com preços entre R$ 18,90 e R$ 44,90. Para mais informações, siga o perfil oficial do Bávaro no Instagram: @bavaro_.

Gramarcal marca presença na Expo Revestir em parceria com a Infinity

A Gramarcal Granitos e Mármores confirma sua participação na Expo Revestir 2026, a maior feira de revestimentos da América Latina, que acontece entre os dias 11 e 13 de março, no Pavilhão São Paulo Expo, em São Paulo. Nesta edição, a empresa marca presença em parceria com a Infinity, referência internacional em lâminas ultracompactas de alta performance, que unem sofisticação, inovação e tecnologia.

Além de contar com estande próprio, a Gramarcal também estará presente no espaço da Infinity, reforçando a colaboração estratégica entre as marcas e ampliando a experiência dos visitantes com soluções de alto padrão para arquitetura e design.

Reconhecidas por sua durabilidade e resistência excepcionais, as lâminas ultracompactas da Infinity são ideais para diversas aplicações, como bancadas de cozinha, revestimentos de paredes e pisos, tanto em ambientes residenciais quanto comerciais. O material se destaca, ainda, por sua baixa absorção de água, resistência a manchas e arranhões, além de oferecer uma ampla variedade de designs, cores e acabamentos, atendendo aos mais exigentes projetos contemporâneos.

Entre os produtos apresentados durante a feira, a Gramarcal irá destacar alguns materiais selecionados da Infinity, entre eles:

· Hermitage - efeito mármore branco com veios acobreados, elegância atemporal
· Calacatta Brasile - fundo claro com veios dourados, luxo tropical e luminoso
· Santos - efeito ônix em tons dourados e verdes, impacto visual sofisticado
· Holos Vik Black - efeito mosaico em pedra negra, intensidade e rigor contemporâneo
· Crystal Clear - superfície cristalina, reflexos de luz atravessado por veios fluidos e irregulares
· Sandstone Gray - rocha cinza homogênea com fragmentos minerais sutis
· Ginza Midori - relevo cerâmico verde de inspiração orgânica e biofílica

A Infinity estará representada na Expo Revestir por meio da parceria entre três empresas de referência no setor: Gramarcal, Vitiello’s e Alpha Rochas, responsáveis por apresentar ao mercado soluções que elevam o padrão dos revestimentos ultracompactos no Brasil. Com um produto altamente tecnológico e inovador, a participação reforça o compromisso das marcas em oferecer materiais que aliam desempenho técnico, estética e sustentabilidade, acompanhando as principais tendências do mercado internacional.

A Gramarcal convida profissionais a descobrirem, no estande da Infinity na Expo Revestir, a união entre tecnologia, design e versatilidade em superfícies ultracompactas, ideal para elevar o nível de seus projetos.

Para mais informações entre em contato pelo whatsapp (41) 99219-9570 ou visite o estande L97 durante o evento.

Sobre a Gramarcal Granitos e Mármores

Com 40 anos de história, a Gramarcal construiu uma trajetória sólida no mercado de pedras naturais, unindo tradição, inovação e excelência. Empresa paranaense, atende desde grandes construtoras até o consumidor final e é hoje a maior distribuidora de mármores e granitos do Sul do Brasil. Presente em três estados brasileiros (Paraná, Espírito Santo e Santa Catarina) e com duas filiais nos Estados Unidos (Georgia e Carolina do Sul), a empresa oferece um portfólio completo de mármores nacionais e importados, granitos, quartzitos, quartzos, cristais, ônix e lâminas porcelânicas, sempre com alto padrão de qualidade e cuidado em cada detalhe.

Serviço

Gramarcal Granitos e Mármores

Endereço da sede: R. Fortunato Taverna, 40, Jardim Palmital - Colombo (PR)

Telefone: (41) 3605-6700

Site: gramarcal.com.br

Instagram: @gramarcal

Premiado drama “Dois Papas” ganha montagem brasileira no Festival de Curitiba

No palco do Guairão, dentro da programação da Mostra Lucia Camargo, espetáculo transforma imaginado encontro entre Bento XVI e Jorge Bergoglio em um diálogo sobre polarização, tradição e mudança

Em tempos de polarização, o palco reafirma sua posição de campo de confronto. É nesse contexto que a Mostra Lucia Camargo, do Festival de Curitiba, recebe “Dois Papas”, nos dias 6 e 7 de abril, no Guairão. A encenação brasileira do texto de Anthony McCarten reúne Celso Frateschi e Zécarlos Machado em um duelo cênico de ideias, fé e poder.

Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Com direção de Munir Kanaan, a peça leva aos palcos o encontro imaginado entre dois líderes da Igreja Católica com visões de mundo opostas: o conservador Papa Bento XVI, interpretado por Zécarlos Machado, e o progressista cardeal argentino Jorge Bergoglio, então futuro Papa Francisco, vivido por Celso Frateschi.

Primeira montagem internacional do texto teatral de Anthony McCarten, autor também do livro homônimo e do roteiro do filme da Netflix dirigido por Fernando Meirelles, a dramaturgia ganhou projeção mundial ao ser indicada a três Oscars, quatro Globos de Ouro e cinco BAFTAs. No palco, a encenação brasileira propõe uma imersão na intimidade e nos dilemas desses dois homens públicos, revelando a humanidade por trás das vestes papais.

A trama parte do momento em que Bergoglio viaja a Roma decidido a pedir aposentadoria. Para sua surpresa, é convocado para uma conversa pessoal com Bento XVI, que considera renunciar ao cargo diante das pressões enfrentadas pela Igreja. O que se desenha é um diálogo carregado de tensão, respeito e humor, no qual visões antagônicas encontram espaço para escuta, conflito e transformação.

“Apesar de ser um homem mais aberto, é Bergoglio quem chega hesitante ao encontro. Já Bento XVI, mais conservador, é quem propõe o diálogo. É nesse jogo de complexidades que a trama se desenrola. O que move essa história é justamente a possibilidade de escuta mútua diante das diferenças”, observa o diretor Munir Kanaan.

Além de Frateschi e Machado — que voltam a dividir o palco após “Santa Joana”, de Bernard Shaw, nos anos 1980 — o elenco conta com Carol Godoy e Eliana Guttman, intérpretes de personagens femininas próximas aos protagonistas: Irmã Sofia, jovem freira argentina transformada pelos ensinamentos de Bergoglio, e Irmã Brigitta, editora de livros religiosos e confidente de Bento XVI.

A encenação aposta em forte aparato visual. O cenário branco, concebido como instalação cênica, se transforma a partir de figurinos, objetos e projeções, construindo desde ambientes sacros até momentos de intimidade. O videomapping insere conteúdos documentais e amplia o impacto estético do espetáculo, enquanto a trilha sonora conduz as transições com sutileza.

O ator Zécarlos Machado destaca a atualidade da obra: “Vivemos um tempo em que cada um tem sua própria verdade, muitas vezes de forma agressiva. A peça propõe um caminho de reconciliação pela escuta, pelo reconhecimento do humano no outro — mesmo que ele pense diferente.”

Celso Frateschi, que traz no repertório montagens como “O Grande Inquisidor” e “Processo de Giordano Bruno”, ressalta que a discussão extrapola o universo religioso: “São duas visões de mundo antagônicas que nos fazem refletir sobre a polarização e os impasses do nosso tempo. A dramaturgia é potente, filosófica, mas profundamente acessível.”

Trajetória e reconhecimento
Estreada mundialmente em junho de 2019, no Royal & Derngate Theatre, na Inglaterra, a peça chega ao Brasil com produção da Gengibre Multimídia e da Zug Produções. Após temporada de estreia no Sesc-SP, com sessões esgotadas e ampla repercussão crítica, o espetáculo foi convidado para inaugurar a Sala Nobre do Teatro Cultura Artística, em São Paulo, marcando a retomada das apresentações teatrais no espaço histórico.

“Dois Papas” foi vencedor do Prêmio Arcanjo de Cultura como Melhor Drama do Ano 2025 e teve seus protagonistas indicados ao Prêmio APCA 2025 na categoria Melhor Ator, consolidando-se como uma das montagens mais relevantes da temporada.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. O espetáculo conta com acessibilidade de intérprete de Libras. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Munir Kanaan Dramaturgia: Anthony McCarten Elenco: Celso Frateschi, Zécarlos Machado, Carol Godoy e Eliana Guttman Equipe Criativa: Dramaturgia: Anthony McCarten Tradução: Rui Xavier Diretor Assistente: Gustavo Trestini Trilha Sonora: Dan Maia Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud Cenário: Eric Lenate Figurino: Carol Roz Iluminação: Beto Bruel Produção: Gengibre Multimídia e Zug Produções Instagram: @doispapasteatro @munir_kanaan @carolgodoyatriz @celsofrateschi @zecarlosmachadooficial @eguttman

Serviço:
Dois Papas – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Teatro Guaíra (Guairão)
Rua Conselheiro Laurindo, 175 - Centro
Data: 6 de 7 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Drama
Classificação: Livre
Duração: 135 min (+15 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

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WDF 2026 anuncia line-up com Charlotte de Witte e outros nome de peso da cena eletrônica mundial

WDF 2026 anuncia line-up com Charlotte de Witte e outros nome de peso da cena eletrônica mundial
Com 21 atrações nacionais e internacionais, o consagrado Warung Day Festival acontece no dia 2 de maio, na Pedreira Paulo Leminski e na Ópera de Arame, em Curitiba

Curitiba, fevereiro de 2026 — O Warung Day Festival está de volta e, como sempre, com uma programação imperdível. A organização do festival de música eletrônica mais conceituado do brasil acaba de anunciar oficialmente o line-up completo de sua edição 2026, reafirmando seu lugar como um dos eventos musicais mais respeitados do mundo.

No próximo dia 2 de maio, a Pedreira Paulo Leminski e a Ópera de Arame, símbolos culturais da cidade de Curitiba (PR), serão transformadas em palcos de uma jornada sonora que conecta música, natureza e experiência sensorial. Serão 21 atrações ao longo de 12 horas de festival, distribuídas em diversos palcos, em um dos cenários mais famosos da música mundial.

Entre os grandes destaques do WDF 2026 estão Charlotte de Witte, Deep Dish, Enrico Sangiuliano, Guy Gerber, Guy J, Monolink, Chambord e Desiree, artistas que representam diferentes vertentes da música eletrônica contemporânea e ajudam a construir um line-up diverso, consistente e alinhado à identidade do festival.

Para completar o line-up, artistas que têm ganhado espaço e muito destaque na cena mundial nos últimos anos, tocando em grandes clubs e marcando presença nos principais festivais do planeta: Antonio Oliva, Badaro, Enrico & Carmo, Fran Bortolossi, Malive, Bhaskar, Eli Iwasa, Ruback, Beltran, Blancah, Fran Bortolossi, Neoclassic, Rod Brito e Zac.

A edição 2026 mantém o conceito que consagrou o evento: “A natureza é o Templo. A música é o caminho.” A proposta é ir além do espetáculo musical, criando uma experiência imersiva que integra paisagem, cenografia, som e público em uma narrativa única, do início ao fim do dia.

Com o anúncio do line-up, o festival também avança para uma nova etapa de vendas. A pré-venda já está esgotada, e o segundo lote de ingressos encontra-se disponível, em quantidade limitada, exclusivamente pelo site oficial www.warungdayfestival.com.

Reconhecido internacionalmente e chamado de “o melhor dia do ano” por seu público fiel, o Warung Day Festival segue ampliando seu alcance global sem perder a essência que o tornou referência: curadoria musical apurada, conexão genuína com a natureza e entrega sensorial que transcende o formato tradicional de festival.

A 11ª edição do Warung Day Festival será realizada no dia 02 de maio, com programação a partir das 14h, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba (PR). Os ingressos estão disponíveis no site www.warungdayfestival.com e nas bilheteiras Blueticket e Ingresse. Mais informações nos perfis oficiais do evento nas redes sociais: @warung_dayfestival (Instagram) e @warungfestival (Facebook).

Torta Martha Rocha é declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná e ganha festival inédito em Curitiba

Um dos símbolos mais afetivos da confeitaria paranaense acaba de receber reconhecimento oficial. A torta Martha Rocha foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná, por meio do projeto de lei nº 924/2025, aprovado no dia 10 de fevereiro pela Assembleia Legislativa do Paraná. A iniciativa é de autoria do deputado estadual Hussein Bakri (PSD) e reconhece o valor histórico, cultural e gastronômico de um doce que atravessa gerações e faz parte da identidade curitibana.
O empresário Sérgio Medeiros, da Curitiba Honesta, foi quem sugeriu o projeto ao deputado. “Esse é o primeiro passo para que depois possamos solicitar o selo de Indicação Geográfica para a torta”, diz ele, que é coordenador do fórum Origens Paraná, plataforma colaborativa que visa valorizar e promover produtos com Indicação Geográfica do estado.
Criada em 1954, em Curitiba, a torta nasceu como uma homenagem à paranaense Maria Martha Hacker Rocha, eleita Miss Brasil naquele ano e segunda colocada no concurso de Miss Universo. A autoria da receita é atribuída à confeiteira Dair da Costa Terzado, então proprietária da tradicional Confeitaria das Famílias, localizada no calçadão da Rua XV de Novembro. O sucesso foi imediato: a sobremesa conquistou a cidade, passou a marcar aniversários, casamentos e celebrações e, com o tempo, tornou-se presença quase obrigatória nas vitrines das confeitarias locais.
Festival inédito
Para celebrar o reconhecimento como patrimônio imaterial, Curitiba recebe, pela primeira vez, o Festival do Bolo Martha Rocha, que acontece de 4 a 15 de março, com 15 confeitarias participantes. A proposta é valorizar a história do doce, estimular a produção artesanal e convidar o público a revisitar sabores que fazem parte da memória afetiva da cidade.
O festival é organizado pela Curitiba Honesta, projeto que há 13 anos atua na valorização da gastronomia local e é responsável por alguns dos eventos gastronômicos mais populares da capital, como os festivais de Pão com Bolinho e Carne de Onça. O trabalho do grupo também foi fundamental para a conquista da Indicação Geográfica da Carne de Onça de Curitiba, obtida em maio de 2025.
Durante o período do evento, as confeitarias participantes irão oferecer fatias de Martha Rocha pelo preço único de R$ 19,50, permitindo que o público experimente diferentes interpretações do clássico curitibano. Além da experiência gastronômica, o festival reforça a importância cultural do doce, agora oficialmente reconhecido como parte do patrimônio imaterial do Paraná.
Mais do que um bolo, a Martha Rocha representa uma história de criatividade, orgulho local e tradição. O festival surge como uma celebração desse legado, conectando passado e presente por meio da confeitaria e reafirmando o papel da gastronomia como expressão cultural da cidade.
Mais informações: www.curitibahonesta.com.br.

Bradesco aposta em experiências culturais e ativações especiais no Carnaval 2026

Banco marca presença em Salvador, Recife e Olinda

Fevereiro de 2026 – Tradicional apoiador do Carnaval brasileiro, em 2026, o Bradesco reforça sua presença em alguns dos principais polos da folia nacional, com ações exclusivas em Salvador, Recife e Olinda, conectando a marca a experiências culturais e a benefícios exclusivos para seus clientes.

“O Carnaval é uma das expressões mais potentes da cultura brasileira, e a relação do Bradesco com essa celebração é construída ao longo do tempo e vai além do patrocínio tradicional. Nosso compromisso é estar presente de forma relevante, criando experiências que valorizem a diversidade, respeitem as tradições locais e dialoguem com a vida real dos nossos clientes”, afirma Raquel Bonaparte, head de experiência de marca do Bradesco.

Confira abaixo as principais iniciativas do banco para este Carnaval:

Salvador
Em 2026, o Bradesco completa 13 anos na festa de Salvador com apoio aos blocos e trios. A marca estará presente nos mais tradicionais do circuito Barra-Ondina, entre eles Vumbora (Bell Marques), Me Abraça (Durval Lelys) e Nana (Léo Santana) com ações que devem impactar mais de três milhões de pessoas por dia. O banco distribuirá mais de 90 mil batekos, com estampas em vermelho Bradesco e bandeira LGBTQIA+.

No Camarote Club, que oferece uma experiência premium que combina música, gastronomia e serviços exclusivos, com atrações como Alok, Wesley Safadão, Menos é Mais e Léo Santana, o banco promove ativações na área VIP Mirante, incluindo bonés personalizados e a distribuição de copos Stanley, em parceria com a Elo, além de ações com influenciadores e celebridades. Para o público geral, o Bradesco realiza photo opportunity e a distribuição diária de leques dobráveis, por meio de ações volantes ao longo do circuito.

Já no Camarote Bradesco Píer, pelo quarto ano consecutivo com naming rights, o público conta com experiências como espaço beauty, customização de camisetas, massagem, photo opportunity, copos personalizados e atrações especiais para convidados.

Foto: divulgação/Bradesco

Galo da Madrugada
Em Recife, o banco celebra mais de 15 anos de parceria com o Galo da Madrugada, maior bloco de Carnaval do mundo.
Como patrocinador na cota Apresenta, o Bradesco terá aplicações de marca nos trios elétricos, blimps, batekos e no camarote oficial, que oferece open food, open bar e experiências exclusivas para convidados.
Reconhecido pelo Guinness World Records, o Galo da Madrugada reúne anualmente mais de 2,5 milhões de foliões e, em 2026, desfila com o tema “Frevo no Planeta Galo”, que destaca a valorização da cultura pernambucana e iniciativas socioambientais já consolidadas pelo bloco.

Foto: divulgação/Bradesco

Carvalheira na Ladeira
Pelo segundo ano consecutivo, o Bradesco participa no Carvalheira na Ladeira, um dos festivais mais icônicos do Carnaval brasileiro, realizado de 14 a 17 de fevereiro, no Parque Memorial Arcoverde, em Olinda.
Em sua 12ª edição, o evento contará com quatro dias de programação, três palcos simultâneos e atrações como Anitta, Vintage Culture, Jorge & Mateus, Gusttavo Lima, Wesley Safadão, Léo Santana, Alceu Valença e o convidado internacional Ne-Yo.
No festival, o banco ativa sua marca com estações de hidratação, pontos de recarga de celular, espaço de glitter, áreas de photo opportunity e uma varanda exclusiva para convidados, com open food, open bar, lounge e vista privilegiada para o palco principal. O público geral também recebe brindes como glitter em gel, leques dobráveis e bucket. Como patrocinador na cota Apresenta, oferece ainda benefícios aos clientes, como pré-venda exclusiva, 10% de desconto na compra de ingressos e parcelamento facilitado.

Foto: divulgação/Bradesco

Campanha Super Pix no Carnaval
Como desdobramento da campanha Super Pix, veiculada recentemente, o Bradesco lança a segunda fase da comunicação com filmes de 30’’ e 15’’ com materiais criados especialmente para o período do Carnaval, ampliando sua visibilidade em um dos momentos mais relevantes do calendário cultural brasileiro (link).

Nos novos vídeos, criados pela AlmapBBDO, a comunicação ganha foco em dicas de segurança para a data, com destaque para a importância do ajuste do limite do Pix diretamente no app, permitindo que os clientes curtam a folia com mais tranquilidade. A campanha também reforça os serviços de +Proteção Bradesco e Seguro Proteção Digital, ampliando a conscientização sobre segurança no ambiente digital.

Para potencializar o alcance, o banco reforça sua presença regional com mídias out-of-home (OOH) nas praças de Salvador, Olinda e Recife, além de pacote de comunicação durante jogos de futebol e mídia exterior em São Paulo, garantindo ampla cobertura ao longo do período.

Foto: divulgação/Bradesco

Ações com influenciadores
Reforçando sua conexão com a cultura brasileira também no ambiente digital, o Bradesco realiza, em parceria com a Elo, uma ação especial no Camarote Club, com a participação de Sasha Meneghel. Convidada pelas marcas para vivenciar o Carnaval de Salvador, Sasha reforçará a valorização das tradições nacionais e o papel do Bradesco e da Elo como apoiadores da cultura.

A ativação inclui a produção de conteúdo para redes sociais, com registros da experiência no camarote e da vivência de uma roda de samba promovida pelas marcas no espaço no intervalo das passagens dos trios, ampliando o alcance e a visibilidade da parceria durante a folia.

O Bradesco também conduz uma ampla estratégia com influenciadores e artistas, reunindo nomes de diferentes perfis, como Mariana Ximenes, Alexandre Nero, Sheron Menezes e Patrícia Ramos, para a cobertura do Carnaval em Salvador. Já em Recife e Olinda, a influenciadora Bia Vasconcelos será responsável por registrar toda a experiência por lá. A marca impulsiona a produção de reels, stories e conteúdos especiais que destacam as experiências nos camarotes e nos principais momentos da festa.

A estratégia se completa com parcerias com perfis especializados em música, comportamento e cultura, garantindo diversidade de olhares e linguagens em entregas coordenadas ao longo dos dias de Carnaval.

Redes Sociais
Além do desdobramento dos filmes da campanha de Super Pix no Carnaval, o Bradesco promoverá ações com mais de 50 influenciadores, criando conteúdos que geram buzz e ampliam a conversa em torno do filme. Entre os nomes confirmados estão Gabriel Garcia (@gabriel.digarcia), Theodoro Pit (@theodoro.pit) e Malcon e Sr. Ramos (@malcomsalsicha).

A comunicação conta ainda com a participação de Gabriel Louchard, parceiro de longa data do banco, que protagoniza quatro vídeos exclusivos com dicas de segurança e mensagens adaptadas ao contexto do Carnaval, ampliando o alcance e a relevância do tema no período.
Para saber mais sobre o Bradesco no Carnaval 2026, acesse cultura.bradesco e acompanhe @Bradesco no Instagram e TikTok.

Inédito: Curitiba terá megafesta de pré-Carnaval com Vintage Culture

DJ brasileiro com carreira internacional vai trazer um set exclusivo para o Pré-Carnaval Curitiba, que terá sua primeira edição no dia 07 de fevereiro, na Pedreira Paulo Leminski

Curitiba, dezembro de 2025 - O Carnaval curitibano se prepara para uma grande novidade, que promete atrair turistas de todos os cantos do mundo a partir de 2026. No próximo dia 7 de fevereiro, a cidade vai receber a primeira edição do Pré-Carnaval Curitiba, que terá o astro Vintage Culture como grande atração.

Com programação na icônica Pedreira Paulo Leminski, o Pré-Carnaval Curitiba vai transformar um dos endereços mais emblemáticos da capital paranaense em uma gigantesca pista de dança, em uma verdadeira celebração da música eletrônica. No comando da festa, o DJ e produtor Vintage Culture vai apresentar um set estendido e inédito, preparado especialmente para o evento curitibano.

Natural da pacata Mundo Novo (MS), Lukas Rafael Hespanhol Ruiz, conhecido mundialmente como Vintage Culture, ganhou o planeta e se transformou em um dos nomes mais influentes da música eletrônica mundial. Unindo nostalgia e inovação em sets intensos e autênticos, ganhou destaque na cena com versões únicas de clássicos como Blue Monday (New Order) e Another Brick in the Wall (Pink Floyd).

Com lançamentos em gravadoras internacionais e apresentações nos maiores festivais do planeta — como Tomorrowland, Lollapalooza, Rock in Rio e EDC —, Vintage consolidou um estilo próprio, que mistura referências dos anos 80 com a estética contemporânea do house.

A primeira edição do Pré-Carnaval Curitiba acontece no dia 07 de fevereiro de 2026, na Pedreira Paulo Leminski. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Ticketmaster. Para saber mais sobre o evento, com destaque para informações sobre ingressos, estrutura e atrações adicionais, siga os perfis das produtoras oficiais nas redes sociais: @planetabrasilentretenimento, @seven.exp e @entourage.br.

7 festivais de música eletrônica no Brasil para não perder em 2026

Conheça os principais eventos que serão realizados no país e prepare-se para explorar as melhores experiências sonoras e imersivas do cenário eletrônico nacional

Brasil, janeiro de 2026 - Não tem pra ninguém! O Brasil está consolidado como o destino mais vibrante para os amantes da música eletrônica, com festivais que são referências mundiais e que transcendem a pista de dança. Em 2026, eventos icônicos, espalhados por diversas regiões do país, prometem experiências imersivas que unem arte, tecnologia, cultura e natureza em cenários deslumbrantes.

Prepare-se para explorar vários festivais imperdíveis, começando pelo inédito Pré-Carnaval Eletrônico de Curitiba e passando por clássicos como Warung Day Festival, Universo Paralello e Só Track Boa, que vão reunir no Brasil os maiores nomes da música eletrônica global em eventos para todos os gostos e estilos.

Confira a lista imperdível para quem não quer perder essa programação histórica:

Pré-Carnaval Eletrônico, em Curitiba – dia 07 de fevereiro

O Carnaval curitibano se prepara para uma grande novidade, que promete atrair turistas de todos os cantos do mundo a partir de 2026. No próximo dia 7 de fevereiro, a cidade vai receber a primeira edição do Pré-Carnaval Curitiba, que terá o astro Vintage Culture como grande atração, transformando um dos endereços mais emblemáticos da capital paranaense em uma gigantesca pista de dança, em uma verdadeira celebração da música eletrônica.

Data: dia 07 de fevereiro

Local: Pedreira Paulo Leminski

Line-up: Vintage Culture e mais!

Ingressos: Plataforma Ticketmaster

Informações: @planetabrasilentretenimento, @seven.exp e @entourage.br (Instagram)

Ame Laroc Festival, em Valinhos (SP) - de 14 a 16 de fevereiro

O Ame Laroc Festival reúne a nata da música eletrônica em um dos complexos clubber mais icônicos do Brasil. Com dois clubes conectados, o evento proporciona uma jornada musical intensa e inesquecível.

Data: de 14 a 16 de fevereiro

Local: Laroc Club

Line-up: Above & Beyond, Anna, Dom Dolla, Jamie Jones, Massano, Miss Monique, Steve Angello, Vintage Culture, Whomadewho e muito mais!

Ingressos: Plataforma Ingresse

Informações: www.laroc.club e @amelarocfestival (Instagram)

Time Warp Brasil, em São Paulo - 01 e 02 de maio

A versão brasileira do icônico Time Warp da Alemanha — conhecido por techno/house de alta qualidade, com artistas de todos os cantos do mundo, e produção premium, com uma estética urbana incomparável.

Data: 01 e 02 de maio

Local: Vale do Anhangabaú

Line-up: 999999999, Alignment, Alírio, Axel Boman, Badsista, Charlotte de Whitte, Clara Cuvé, Vintage Culture, Clementaum e muito mais!

Ingressos: Plataforma Ingresse

Informações: www.time-warp.de e @time_warp_brasil (Instagram)

Warung Day Festival, em Curitiba (PR) - 2 de maio

A tradicionalíssima Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, será palco da 11ª edição do Warung Day Festival, chamado de “melhor dia do ano” pelos fãs do gênero. As atrações artísticas do WDF 2026 serão anunciadas no formato “surpresa” a partir das próximas semanas. Com um line-up sempre preciso, cenografia integrada à paisagem natural e uma pista pulsante do início ao fim, o festival se tornou referência global com uma proposta bem clara: aliar música de qualidade, conexão com o público e entrega visual e sensorial que ultrapassa o formato tradicional de evento.

Data: 02 de maio

Local: Pedreira Paulo Leminski

Line-up: Anunciado em breve!

Ingressos: Plataforma Blueticket

Informações: www.warungdayfestival.com.br e @warung_dayfestival (Instagram)

Só Track Boa, em São Paulo (SP) – 5 e 6 de junho

O Só Track Boa é um dos festivais do Brasil voltado ao house e techno, reunindo multidões em uma pista vibrante e cheia de energia. A edição de São Paulo se transformou em um espetáculo audiovisual marcante, com grandes artistas nacionais e internacionais.

Data: 5 e 6 de junho

Local: Autódromo de Interlagos

Line-up: Anunciado em breve!

Ingressos: Plataforma Ingresse

Informações: @sotrackboa (Instagram)

Universo Paralello, em Ituberá (BA) – de 27 de dezembro a 4 de janeiro

Festival icônico de trance e música eletrônica alternativa, com vibes de rave e comunidade global. Marcado pela autenticidade com a cara do Brasil, o Universo Paralello acontece durante uma semana, em uma área com amis de 20 mil m² e 7 palcos com diferentes estilos de música à beira-mar.

Data: de 27 de dezembro a 4 de janeiro

Local: Praia de Pratigi

Line-up: Anunciado em breve!

Ingressos: A partir do mês de março

Informações: www.universoparalello.org e @universoparalello (Instagram)

XXXPERIENCE, em Itu (SP) – 25 de abril

Um dos festivais de dance music mais antigos do país completa 30 anos de muitas histórias em 2026. De sua primeira edição, com foco original em psytrance, o evento evoluiu para múltiplos estilos eletrônicos, se transformando em uma das marcas mais emblemáticas da música eletrônica no Brasil.

Data: 25 de abril

Local: Anunciado em breve!

Line-up: 1200 Mics – DJ SET (by Riktam), Ace Ventura, Alpha Portal, Pandora, Alien Art, Cosmonet, Omiki, Paranormal Attack, Vermont, Skazi, V. Falabella e muito mais!

Ingressos: Plataforma Q2 Ingressos

Informações: www.xxxperience.com.br e @xxxperiencebr (Instagram)

Ponto de Cultura Cantarim celebra 10 anos de atuação e encerra 2025 com evento especial no Litoral do Paraná

Foram várias atividades realizadas ao longo do ano e neste final de semana (13/12) os grupos de fandango celebram, com suas comunidades, as conquistas e o reconhecimento alcançado
CURITIBA/PR – 2025 foi um ano muito especial para a comunidade caiçara do Litoral do Paraná. O Ponto de Cultura Cantarim – Educação e Interseções Artísticas e Culturais, de Curitiba, que tem sido parceiro incansável celebra uma década de trabalho e encerra o ano, junto a Mestres e Mestras da cultura popular paranaense, com a Inauguração da Trilha do Ararapira e Travessia do Superagui, em Guaraqueçaba, no Litoral do Paraná.

O evento, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), contará com a tradicional apresentação da Família Pereira, o grupo mais antigo de Fandango Caiçara do Paraná e São Paulo, conduzido pelo Mestre Zé Pereira. A celebração reforça o compromisso do Cantarim com a preservação do patrimônio imaterial brasileiro e o trabalho em rede com comunidades tradicionais. Será uma atividade direcionada para as comunidades e famílias que levam adiante esta história de resgate e reconhecimento da riqueza que habita os litorais do Paraná e também de São Paulo.

O Ponto de Cultura, que atende a demandas das comunidades de Superagui e Tekoa Mbya Guarani Takuaty, e atua em parceria com o Ponto de Cultura Coletivo Ubá de Fandango Caiçara, já tem programadas atividades para o primeiro semestre de 2026 com a Tekoa Takuaty, Família Santos, Mestre Zeca Martins, Renata Rosa (PE) e Filpo Ribeiro (SP).

“É o exercício de comunidade na cidade grande, e é isso que acreditamos que deva acontecer. Assim, enraizamos na nossa história, reavivamos memórias que vão sendo suprimidas, e resistimos. Nos festivais e com os produtos culturais que criamos de forma colaborativa com mestres e mestras, e com as comunidades, promovemos a circulação nas instituições sócio culturais e de ensino, e as com acessibilidade (Libras e audiodescrição) alcançam novos públicos”, afirma Jéssica Quadros.
🌟 Uma Década de Culturas Populares em Destaque - Reconhecido pelo Ministério da Cultura, o Ponto de Cultura Cantarim, fundado em 2015 pela produtora, pesquisadora e diretora Jéssica Quadros, consolidou-se como um núcleo essencial na articulação, pesquisa e produção cultural focada nas tradições regionais e populares.

O trabalho da Cantarim vem sendo construído por meio de inúmeras ações para promover a mediação cultural, o patrimônio imaterial brasileiro, a realização de festivais, a publicação de livros e a produção de documentários socioculturais. O núcleo envolve regularmente mais de 15 colaboradores, incluindo mestres, brincantes, arte-educadores e pesquisadores. A fundadora, Jéssica Quadros, Mestra em Ciência, Tecnologia e Sociedade, traz 20 anos de experiência profissional, com foco nas culturas populares desde 2015.

✨ Balanço de 2025 - O ano de celebração de 10 anos foi marcado por uma série de iniciativas que ampliaram a atuação da Cantarim e fortaleceram as redes de conexão com mestres e comunidades do Paraná, São Paulo e Maranhão. Entre as principais atividades realizadas em 2025, destacam-se:
· Circulação Nacional: Circulação do espetáculo musical “Fandango Mestre Zeca & Melina Mulazani”, com 31 apresentações em 18 estados brasileiros no projeto SESC Sonora Brasil, representando o estado do Paraná no projeto SESC Sonora Brasil tendo como artistas envolvidos Mestre Zeca Martins, Melina Mulazani (musicista e figurino), Itaercio Rocha (Direção), Leo Cardoso, Herbert dos Santos, Luiz Parna, Jessica Quadros (produção e figurino) e Tiago Bruel (Técnico de Som);
· Encontro "Guiança das Mestras": Reunião em Curitiba de quatro importantes lideranças: Mestra Isolina Mendonça (Cultura Caiçara), Juliana Kerexu (Cultura Indígena Mbya Guarani), Roxa Belfort (Cultura Afro Maranhense) e Mide Bahr (Cultura Popular Paranaense).

· Festival Popular Leva Caiçara (2ª Edição): Promovida em Curitiba, Paranaguá e Superagui, a edição incluiu oficinas, contação de histórias, baile e um mutirão que resultou na construção do tablado no Museu Vivo do Fandango AKDOV.

· Lançamentos Musicais: Lançamento do álbum “Ubá 1”, do Fandango Ubá, e do clipe “Amor pelo Fandango”; e do álbum “Fandango Caiçara do Paraná” do Mestre Zeca Martins (Zeca da Rabeca), ), com modas tradicionais do Fandango Caiçara, ao lado dos músicos Miguel Martins, Leo Cardoso, Gilvan Santo Amaro e Ary Giordani Disponível em todas as plataformas digitais;

· Reconhecimento à Mestra: Contribuição na articulação para o reconhecimento pioneiro da Mestra Cremildes Ferreira Bahr (Mide) como Doutora Honoris Causa pelo IFPR.

· Oficina e Participação: Oficina de tambor de crioula com Carla Coreira (MA) nas ruas de Curitiba e a participação da cacique Ju Kerexu & Tekoa Takuaty na Mostra Cariri de Culturas Populares e oficina de Fandango Caiçara no Instituto Paranaense de Cegos;

· A contribuição na articulação de reconhecimento pioneiro no Paraná, da Mestra das Culturas Paranaenses Cremildes Ferreira Bahr (Mide) como Doutora Honoris Causa pelo IFPR;
· A participação da cacique Ju Kerexu & Tekoa Takuaty na Mostra Cariri de Culturas Populares, em Crato/Ceará, representando a cultura tradicional do Paraná;
· A assistência de produção na Festa do Divino de Curitiba;
🏆 Destaques e Reconhecimentos - A seriedade e a qualidade do trabalho do Cantarim ao longo dos 10 anos renderam importantes reconhecimentos, como:
· Prêmio Culturas Populares 2018 – Edição Selma do Coco (Ministério da Cultura);

· Prêmio Sérgio Mamberti Cultura Viva! – Ministério da Cultura (2023);

· Menção Honrosa e Seleção Oficial no Festival Internacional Olhar de Cinema 2019 e 2021 com os documentários “Ko Yvy Ma Ndopa Mo’ãi – essa terra não vai terminar” e "Elas são o meu início".

SERVIÇO
Ponto de Cultura Cantarim – Educação e Interseções Artísticas e Culturais
· Instagram: @cantarim_cultural
· YouTube: Cantarim Cultural