Antunes Filho: $odoma \G/omorra

Em parceria com o Sesc-SP, a obra audiovisual estreia em uma transmissão ao vivo, concebida e dirigida por Luiz Päetow, no Festival Online

Inicialmente, em seu formato tradicional (pré-pandemia), o Festival de Curitiba apresentaria duas sessões de “Sodoma & Gomorra”, denominadas {tubos de ensaio I & II}, cujo objetivo era inaugurar os processos criativos do espetáculo inédito. Agora, em sua versão digital, o Festival realiza esta transmissão, que transcende as molduras convencionais do teatro. Com ela, o público terá acesso a uma fruição inesperada das artérias cênicas pesquisadas pelo visionário diretor Antunes Filho (1929-2019), a partir de sua peça inédita Sodoma & Gomorra. 

A estreia em transmissão ao vivo pelas redes sociais do Festival de Curitiba e do Sesc-SP será no dia 20 de setembro, as 21h30, gratuitamente.  O Festival online segue até dia 24, com bate-papo sobre teatro, live do Grupo Triii", sessão especial do projeto Teatro Vivo em Casa, com a peça "Maternagem" e a oficina “Compor a Cena”, com Paulo Moraes da Cia Armazém. Todas as são gratuitas.  Os shows, o bate papo e a oficina terão tradução em libras.

“Antunes Filho: $odoma \G/omorra” é um projeto secreto (de 1998) sonhado por Antunes em parceria com Päetow, mas que, devido à sua laboriosa gestação, nunca chegou a ser ensaiado. No último diálogo que tiveram, Antunes entregou-lhe um texto “inacabado” (já que, de acordo com seus notórios, longos processos criativos, somente chegaria à versão definitiva, quando fosse retrabalhado em cena) com a seguinte dedicatória: “Päetow, só você consegue encenar esta peça. Eu te amo! Antunes Filho”. 

Há um ano começaram os esforços para concretizar este sonho, após 22 anos! Diante das inúmeras transformações sócio-científico-políticas transcorridas, fez-se urgente “reiventarmos” a obra. De fato, uma reinvenção, no sentido mais profundo, e leal, do termo, pois a meta essencial adquiriu ainda mais potência: investigar o nosso tempo neste espanto apocalíptico: pandemia e confinamento, dignos de Sodoma & Gomorra. A dramaturgia de Päetow autopsia rastros contemporâneos de passagens bíblicas escritas por Moisés (“Gênesis”) e João de Patmos

Amlak Tafari & Simmer Down Festival Presents: SIMMER LOCK-DOWN LOUNGE

SIMMER LOCK-DOWN LOUNGE SIMMER LOCK-DOWN LOUNGE
Sun 20 Sept, 6pm – 10pm
Free Live Stream on Youtube & Facebook
Simmer Down Festival Youtube Link:
https://www.youtube.com/channel/UCHgykf0hcL0bDBnwzvxhlnQ
Known as 'The International Reggae Am-BASS-Ador', Amlak Tafari from Steel Pulse/Yellow Wall Productions will be your compare and host for this familly friendly musical extravaganza - Not To Be Missed!
Amlak will be interviewing Mukhtar Dar, Simmer Down brand innovator about his compelling story behind the 'Hidden Hands' music project. The music video highlights the disproportionate impact of Covid-19 on Black Minority Ethnic communities and will be premiered on the show! Other interviewees include Councillor Paulette Hamilton, the song's award winning producer Simon Duggal, alongside vocal contributors Selwyn Brown (Steel Pulse) and the amazing Janel Antoneshia. The track also features Dennis Seaton (Musical Youth), Errol Reid (China Black), Yaz Alexander...
The programme also includes a riveting

Fakhreddine vence Gaúcho e se sagra novo campeão do BRAVE CF; Felipe Silva perde para inglês

Riffa, Bahrein - 17 de Setembro de 2020

O Brasil tinha dois representantes importantes no card do BRAVE CF 41, realizado nesta quinta-feira (17), em Riffa, Bahrein. Mas os companheiros de equipe Daniel “Gaúcho” e Felipe Silva acabaram nocauteados e o país passou em branco no card, de quebra ainda perdendo o cinturão peso médio que possuía.

Na luta principal da noite, Daniel “Gaúcho” enfrentou o astro libanês Mohammad Fakhreddine em um combate muito disputado e repleto de ação. O brasileiro absorveu bons golpes e até ameaçou o adversário com alguns contragolpes, mas chegou ao quarto assalto bastante cansado e acabou nocauteado por Fakhreddine.

O título do libanês vem para redimir um ano marcado por tragédias pessoais e coletivas. Além da pandemia da Covid-19 e da explosão que matou centenas de pessoas em sua cidade-natal Beirute, Fakhreddine ainda teve sua casa queimada em um incêndio no início do ano, sofreu lesões e teve lutas canceladas devido a restrições de viagem. Com o triunfo, um dos maiores ídolos do MMA no Oriente Médio agora adiciona um título internacional ao seu histórico.

Também atleta da CM System, o ex-UFC Felipe Silva enfrentou o jovem britânico Sam Patterson e acabou surpreendido justamente em sua especialidade, a trocação. Com dificuldades para encurtar a distância, Felipe avançou ainda no primeiro round e entrou no raio de ação de Patterson, que se aproveitou bem e o nocauteou com um cruzado certeiro.

O card do BRAVE CF 41 ainda teve a derrota do irlandês Cian Cowley, parceiro de treinos de Conor McGregor na SBG Ireland, e que chegou a ser preso com o astro do UFC no incidente envolvendo o ônibus de Khabib Nurmagomedov em Nova York (EUA). Cowley perdeu em decisão unânime para o egípcio Ahmed Amir, que aproveitou o triunfo para pedir uma revanche contra outro brasileiro, Cleiton “Predador”, atual campeão dos leves do BRAVE CF.

Mudando by Murilo Silvestrim

Mudando é o primeiro single do novo disco Encontrar, do compositor curitibano Murilo Silvestrim. O single representa a fundação de um novo momento na carreira do artista. Com sonoridade mais contemporânea, ambiências lentas e instrumentação enxuta, a canção propõe uma reflexão sobre nossas memórias e nosso caminho e tempo interior. O lançamento do clipe ocorre nessa sexta-feira, dia 18/09, às 13h com estreia no canal do YouTube do compositor. O single também entra ao ar durante o dia nas principais plataformas digitais.

Sobre do autor

Murilo Silvestrim é natural de Maringá, mas criado em Curitiba desde criança. É compositor apaixonado da canção de todas as coisas, inclusive as de não se ver. Desenvolve um trabalho conjunto entre música, poesia e literatura. Busca, por meio desse trabalho, mergulhar na arte do dia-a-dia e abrandar suas inquietações Tem parcerias com diversos músicos da cena curitibana, e em 2016 lançou seu primeiro CD, chamado Prisma. Em 2018 lançou seu primeiro livro chamado Viagem ao início das coisas. Trabalha como instrumentista, cantor, compositor e arranjador se apresentando em diversos estados do país. No momento se dedica à pré-produção de seu segundo disco, chamado Encontrar, que trabalha os temas da memória, das buscas, das mudanças e da essência de cada um.

Cientistas selecionam leveduras para produzir vinhos exclusivos

Com o auxílio da ciência, vinicultores brasileiros já podem contar com leveduras selecionadas especialmente para elaboração de vinhos nas principais regiões produtoras brasileiras. São fungos retirados das superfícies das uvas, que transformam o mosto de uvas em vinho e conferem à bebida aromas, cores e sabores únicos. As leveduras são exclusivas de cada localidade e foram selecionadas pela equipe de pesquisa da Embrapa, visando aumentar a diferenciação entre as regiões e dar ao vinho local uma identidade única.

Confira a matéria completa, com imagens e vídeos, no Portal da Embrapa

Desde o início da década de 1980, a equipe da área de microbiologia da Embrapa Uva e Vinho (RS) desenvolve um programa de pesquisa que coleta, testa e seleciona leveduras nativas, também chamadas de autóctones – aquelas que existem naturalmente nas uvas produzidas na região, especialmente da espécie Saccharomyces cerevisiae, que assume a dianteira no processo fermentativo. Idealizado como uma alternativa às leveduras comerciais importadas, hoje, o programa se configura como um diferencial na produção de vinhos e compõe a Coleção Institucional de Leveduras da Embrapa.

Para o pesquisador da Embrapa Jorge Tonietto, que atua no desenvolvimento de indicações geográficas, o uso de leveduras nativas reforça a identidade desses produtos. “O uso das leveduras selecionadas na própria região valoriza a qualidade associada à origem e fortalece a tipicidade dos vinhos e espumantes das diferentes regiões, especialmente das que já possuem indicação geográfica, um benefício para os produtores e consumidores,” declara.

“A seleção de leveduras autóctones para as diferentes regiões vitivinícolas brasileiras tem o potencial de conferir um caráter regional a esses produtos”, complementa o pesquisador da Embrapa Gildo Almeida da Silva, curador da coleção de quatro mil e quinhentas linhagens de levedura coletadas nas principais regiões vitivinícolas no Brasil.

A ideia é valorizar os territórios do vinho. Para isso, as atividades envolvem coleta, isolamento, caracterização, identificação e estudo detalhado de cada uma das leveduras isoladas de cada região. “Selecionamos as melhores, que só serão repassadas aos produtores daquela região da qual foram coletadas. Isso também pode ter um apelo promocional, o que leva a uma valorização do produto final por ter sido elaborado com a uva e com a levedura provenientes da localidade, geralmente com indicação geográfica.”

No caso das Indicações Geográficas, Silva destaca que as linhagens da coleção possuem endereços específicos para atender às exigências do local. “As linhagens isoladas, por exemplo, para a Denominação de Origem do Vale dos Vinhedos, só serão distribuídas para os vinicultores da área delimitada do Vale dos Vinhedos. Essa exclusividade acontece com todas as outras regiões do Brasil”, pontua.

Há oito safras, o vitivinicultor e enólogo Antoninho Calza, proprietário da Vinícola Calza, uma agroindústria familiar de Monte Belo do Sul, na Serra Gaúcha, é um usuário fiel da levedura 2MBS12, selecionada da região de Monte Belo pela Embrapa, para a elaboração de espumantes e vinho branco Chardonnay, integrando a Indicação de Procedência Monte Belo. “Gosto dessa levedura nativa da Embrapa, pois ela confere um sabor único aos produtos, com aroma de mel, cera de abelha e tostado nos espumantes. Já nos brancos, um sabor de pera e cítricos. Ela traz características locais para os nossos produtos”, pontua.

Calza comenta que além do resultado, já no processo a levedura fornecida pela Embrapa é diferenciada, pois garante uma rápida fermentação sem aquecer tanto o mosto, em comparação às leveduras comerciais. Ele está tão satisfeito que na safra de 2020 inovou e utilizou a levedura selecionada também na elaboração de vinhos tintos Cabernet Franc e Merlot. “Estou aguardando para ver qual será o resultado, mas tenho certeza de que será mais um vinho diferenciado para a Vinícola Calza e para a Indicação de Procedência”, comenta. Ele destaca ainda que as leveduras nativas garantem um valor agregado aos produtos, atraindo a atenção dos consumidores.

O entusiasmo do pioneiro Calza chamou a atenção de outros seis vitivinicultores da região de Monte Belo do Sul, que também integram a Aprobelo e nesta safra começaram a utilizar a levedura para a elaboração dos seus vinhos. Além de Monte Belo, nos últimos três anos a Embrapa forneceu leveduras para vinícolas de Pinto Bandeira (IP Pinto Bandeira), São Joaquim (Vinhos de Altitude), Urussanga (IP Vales da Uva Goethe) e Vale dos Vinhedos (DO Vale dos Vinhedos).

Mas nem só de leveduras para os vinhos das Indicações Geográficas é composta a coleção mantida pela Embrapa. O Programa também abriga linhagens genéricas, que podem ser solicitadas e disponibilizadas para qualquer localidade por produtores.

É o caso de um produtor de Capão da Canoa (RS) que tem, de forma assídua, demandado leveduras para suas vinificações, embora em pequeníssima escala. Ele tem recebido as leveduras genéricas.

Microrganismos que dão aroma, cor e sabor

A levedura produz a essência do vinho, é o agente da fermentação que transforma o açúcar em álcool e em outras substâncias igualmente importantes. Elas também agregam à bebida uma série de compostos aromáticos produzidos durante a fermentação, também conhecido como aroma secundário. Normalmente, a fermentação deixa os sabores e aromas originais da uva mais intensos, em outros casos, ativam precursores inodoros no mosto, mas que aparecem no vinho.

Mauro Zanus, pesquisador da área de enologia da Embrapa Uva e Vinho, comenta que anteriormente buscava-se por meio da inoculação de leveduras selecionadas atribuir, principalmente, eficiência ao processo fermentativo, para garantir uma fermentação completa, isto é, que não gerasse sobras e açúcares e que, também, não aportasse odores estranhos aos vinhos. Já hoje, a contribuição das leveduras é bem maior. Por intermédio da seleção de linhagens é possível a elaboração de diferentes estilos de vinhos, adicionando-se novas dimensões de aromas e gostos, como o efeito dos territórios (biomas) que rodeiam os vinhedos. “Enólogos estão explorando esse conhecimento para acentuar o ‘efeito do terroir’ (sentido de lugar), a expressão do sabor e a originalidade dos seus vinhos, por meio de leveduras selecionadas nos vinhedos.”

Coleção de microrganismos

O banco de leveduras é uma Coleção Institucional (CI) com exemplares de todo território nacional. As linhagens foram coletadas, isoladas, identificadas, caracterizadas, sendo mantidas a 80 graus negativos. Todas estão devidamente cadastradas no SisGen sob número A603BA9. O critério para a seleção são as indicações geográficas. Se uma região mostrar potencial para ter uma indicação geográfica, a equipe faz a coleta e isolamento das leveduras para descobrir quais são as linhagens isoladas que possuem aptidão enológica adequada e assim serem escolhidas para elaborar vinhos com características próprias daquele do local”, enfatiza Silva. Se a uva de uma região já apresenta uma característica importante para o vinho elaborado, a levedura pode reforçar ainda mais essa característica. O pesquisador coopera com equipes multidisciplinares de cientistas da própria Embrapa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e da Universidade de Caxias do Sul (UCS), que estão envolvidas na Indicação Geográfica.

Silva explica que o trabalho de isolamento da espécie Saccharomyces cerevisiae pode envolver várias safras, pois depende de diversos fatores como a cultivar, os tratos culturais aplicados e a maturação da baga.

Ele destaca ainda que além desses fatores, as regiões do Brasil são ímpares, com características específicas. Muitas leveduras se adéquam a um determinado local e, de acordo com o ambiente, apresentam condições metabólicas diferenciadas. Uma levedura do Vale do São Francisco e uma mesma espécie da Campanha Gaúcha são diferentes, cada qual com suas características próprias.

A linhagem do Sul pode ser mais específica para a Campanha Gaúcha, e a encontrada no Nordeste, será mais adaptada às condições do Vale do São Francisco e isso vale para as demais regiões do Brasil. “Com isso você estabelece uma diferenciação mais forte, além daquelas que já são determinadas pelos diferentes climas, solos e variedades de uvas que temos no País,” detalha Silva.

A coleção de leveduras da Embrapa possui microrganismos selecionados para todas as indicações geográficas de vinhos e espumantes registradas e em desenvolvimento do Brasil, incluindo o Vale dos Vinhedos, Pinto Bandeira, Monte Belo, Altos Montes, Farroupilha, Vales da Uva Goethe, Campanha Gaúcha, Vale do São Francisco, Altos de Pinto Bandeira e Vinhos de Altitude de Santa Catarina.

De acordo com o enólogo Stevan Grutzmann Arcari, da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) em Urussanga (SC), os vinhos podem revelar diversas notas de sabor e de aroma que variam de acordo com o tipo de uva utilizada, com o processo de envelhecimento e com as diferentes formas de produção. As leveduras também participam desse processo intensificando ou modificando o aroma do vinho. A fermentação dos vinhos também pode ter influência no sabor e no aroma da bebida, criando notas que lembram outras frutas, ervas e aromas, como couro.

A levedura tem que ser considerada como um agente que vai responder fisiologicamente às condições do ambiente, complementa Arcari. “Se você souber trabalhar com ela e se a matéria-prima for de qualidade, você vai ter um bom vinho. A base está na parte agrícola e microbiológica. Se você errar em uma delas, não vai ter um produto de qualidade, seja o enólogo que for,” declara.

A Embrapa e a Epagri estão apoiando os vitivinicultores da Indicação de Procedência Vales da Uva Goethe que já estão utilizando a levedura lá isolada pela Embrapa para produção de seus vinhos, o que vai possibilitar fortalecer a bebida típica da região.

Viviane Zanella (MTb 14.400/RS)
Embrapa Uva e Vinho

João Carlos Martins lança série’Diálogos com o Maestro’

Nova iniciativa do Orquestrando o Brasil visa se aproximar dos regentes do projeto no período de isolamento social

Produzida para o portal “Orquestrando o Brasil”, a série “Diálogos com o Maestro” apresenta vídeos do maestro João Carlos Martins com dicas sobre regência.

Serão 16 vídeos que abordarão temas como articulação, virtuosismo, expressão e emoção. Uma conversa do maestro João Carlos Martins com regentes e músicos de todo o país.

Os vídeos serão disponibilizados semanalmente no portal do Orquestrando o Brasil e nas mídias sociais do projeto.

“A série é uma maneira de manter o contato e o incentivo aos regentes e músicos do projeto durante esse isolamento social exigido pela pandemia. Vou dar sugestões de como transmitir o conteúdo rítmico e expressivo de uma obra musical através de gestos convencionais”, explica o maestro João Carlos Martins.

Orquestrando o Brasil

O Orquestrando o Brasil é um projeto de mobilização através da música. Idealizado pelo maestro João Carlos Martins e pelo produtor cultural José Roberto Walker, e é realizado com apoio da Fundação Banco do Brasil e do SESI/SP e FIESP. A iniciativa reúne atualmente mais de 500 grupos espalhados pelo país, oferecendo capacitação para regentes e músicos, divulgação e apoio, através do portal Orquestrando Brasil. Criado em 2018, o projeto interage com mais de 20 mil músicos de todo o Brasil

Assista ao vídeo do maestro: https://youtu.be/XuNaQhIg-jQ

Mais informações:

Andréia Vital

Assessora de Imprensa Orquestrando o Brasil

avital@retratopublicidade.com.br

orquestrandobrasil@gmail.com

16 99279.4155 / 11 2539-6957

www.orquestrandobrasil.com.br

Evento de palestrantes reúne mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais e tem ingressos esgotados em duas semanas

A cada dia que passa, se torna mais visível como as redes sociais podem ter força de movimentação de pessoas engajadas em um objetivo comum. O evento “Arrasta pra cima” é a prova disso, onde 20 milhões de seguidores se mobilizaram e esgotaram rapidamente os ingressos para o grande encontro de palestrantes, empreendedores e influenciadores que será nesta quinta-feira, no estádio Allianz Parque, em São Paulo.

Amanhã, dia 17 de setembro, um dos maiores eventos agendados para 2020 reunirá marketing, empreendedorismo, espiritualidade e solidariedade. A organização é de alguns empresários e palestrantes, dentre eles, Diego Vergílio, Jonas Kaz, e Gustavo Gambit. É esperada a participação do ator Bruno Gagliasso, do empresário Geraldo Rufino e do terapeuta Tadashi Kadomoto neste encontro no Allianz Parque que transformará a vida de todo o público que poderá participar presencialmente.
Todos os 25 experts, empreendedores e influenciadores digitais de várias partes do Brasil, possuem muitos seguidores. A mobilização para o encontro foi tão instantânea que os ingressos para o evento se esgotaram em duas semanas. Para garantir a segurança e o distanciamento social por conta da pandemia da Covid-19, a apresentação será no sistema drive in.
Ou seja, são esperados 285 automóveis dentro do gramado do estádio para acompanhar o evento, mesmo com todas as recomendações anti-covid. Assim, aliando solidariedade e conhecimento reunidos em um único espaço, grandes nomes das mais das áreas de empreendedorismo, marketing digital, desenvolvimento profissional e pessoal, espiritualidade, cultura estarão em 6 horas de total imersão com o objetivo de impactar nações e levar os participantes para o próximo nível.
Neste momento onde a sociedade enfrenta uma profunda crise, a expectativa da organização é provar que o ditado “grandes crises revelam ótimas oportunidades” está certo, mas ressaltando como diferencial deste encontro as maneiras de como descobrir as melhores oportunidades e o caminho para sair na frente. Um dos palestrantes é Tadashi Kadamoto. Ele acredita que todas as situações, mesmo as mais terríveis têm coisas positivas. “Cabe a nós descobrir o lado positivo de cada situação. O evento mostrará como entender o cenário pós-pandemia e tirar o melhor proveito disso, sendo a maior oportunidade do século para quem quer se tornar um empreendedor de sucesso”.
Parte da renda do evento será repassada à ONG Fraternidade sem
Fronteiras, uma organização de ajuda humanitária, que nasceu no Brasil e atua
em mais 5 países, com milhares de acolhidos. “Será um grande momento
inesquecível e em prol de uma causa nobre, o movimento Arrasta para Cima está
só no começo e apoia o projeto dessa ONG, que neste momento de pandemia precisa
mais do que nunca do nosso apoio”, afirma um dos idealizadores do evento, Jonas Kaz.
O Arrasta para Cima Solidário será uma apresentação única no próximo dia 17 de setembro, amparada por uma estrutura diferenciada, com qualidade e segurança ao público. Exibição em 2 telões de 103 metros quadrados e som distribuído em mais de 400 caixas, posicionadas ao lado dos veículos, também há a opção por rádio para sintonizar o áudio. A venda de alimentos e bebidas será através de aplicativo, com a garantia de todos os cuidados nesse período de pandemia.
O time de palestrantes escalados estará assim: Gustavo Gambit, Bruno Gagliasso, Tadashi Kadomoto, Geraldo Rufino, Jonas Kaz, Davi Braga, Diego Vergílio, Carol Cantelli, Tathi Deândhela, Elainne Ourives, Jhanne Pires, Felipe Marx, Marcos Strider, Vinicius Areb, Ricardo Bellino, Dani Rigo, Ricardo Resstel, Larissa Mocelin, Rafael Martins, Rafael Albano, Aguinaldo Alberto, Sandra Regina, Rafael Magalhães, Loise Velasco e Rafa Trader.

Jequiti apresenta a nova e surpreendente linha Rebeca Abravanel

A personalidade, a cor e o elemento prediletos da apresentadora dão o tom dos produtos, tanto na estética quanto na essência

Depois do grande sucesso de vendas da sua primeira coleção Eu Rebeca Abravanel da Jequiti, a apresentadora chega com uma nova linha, que dessa vez veio para ficar! As preferências da apresentadora do Programa Roda a Roda Jequiti, foram intensamente absorvidas na concepção da nova linha de produtos Jequiti que leva o seu nome. Na coleção Rebeca Abravanel, a cor rosa e as flores estão impressas nas embalagens externas e no frasco da fragrância, retratando a essência delicada e espontânea da apresentadora.

A coleção personifica a mulher que vive intensamente sem medo de ser quem é e deixa sua marca registrada por onde passa. O design da linha foi criado especialmente para esse projeto e traz a delicadeza das flores combinadas a um layout moderno e delicado que transmite a personalidade autêntica da Rebeca.

Embora seja reservada, Rebeca é a verdadeira tradução de espontaneidade, charme, simpatia e alegria. Ela não tem medo de ser quem é, vive intensamente e sem script.

A linha Rebeca Abravanel é formada por colônia desodorante (25ml) com buquê floral, notas de frutas vermelhas e toque de baunilha, trio de sabonetes hidratantes em barra (50g cada), loção hidratante (200ml) com bisnaga laminada que retrata o brilho de Rebeca e esmalte (7ml) de tom nude exclusivo.

Desenvolvido pela casa de fragrâncias Symrise, o caminho olfativo da colônia, da loção hidratante e dos sabonetes é o floral vibrante, com notas de frutos vermelhos, maçã e orquídeas no topo, jasmin, ylang-ylang e caramelo no coração e baunilha, âmbar e musk na saída. Originária das Filipinas, Ylang-ylang (árvore tropical de flores amarelas) significa ‘flor das flores’ e adiciona à fragrância um aroma muito abstrato, dotado de efeito floral, mas sem determinar a flor exata.

Os produtos:

Colônia Desodorante Rebeca Abravanel

Preço: R$24,90

Sua fragrância traz a delicadeza de um buquê floral com a alegria das notas de frutas vermelhas e um sutil toque de baunilha.

Desodorante Hidratante Corporal Rebeca Abravanel

Preço: R$26,90

O Desodorante Hidratante Corporal Jequiti Rebeca Abravanel deixa a pele macia, hidratada e perfumada com a fragrância exclusiva da marca.

Sabonete Hidratante em Barra Rebeca Abravanel

Preço: R$15,90

O Sabonete Hidratante em Barra Jequiti Rebeca Abravanel deixa a pele limpa e suavemente perfumada com a fragrância exclusiva da marca.

São 3 sabonetes com o lindo formato exclusivo das flores que compõem todo o layout da marca.

Esmalte Rebeca Abravanel

Preço: R$9,90

O esmalte cremoso Rebeca Abravanel nude tem uma cor exclusiva na marca com a mesma qualidade dos nossos esmaltes de linha.

Os produtos podem ser adquiridos por meio de uma das 300 mil consultoras localizadas em todo o país ou pela loja online: jequiti.com.br

SAC 0800 776 7575

Conecte-se à Jequiti - www.jequiti.com.br

Siga e curta no Instagram: @Jequiti
Curta e compartilhe no Facebook: www.facebook.com/JequitiCosmeticos
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Sobre a Jequiti
​A Jequiti é uma das maiores empresas de cosméticos do Brasil. Fundada em 2006, a empresa está presente em todo o território brasileiro por meio das mais de 240 mil consultoras e consultores. Comercializa a perfumaria das estrelas e possui um amplo portfólio de produtos nas categorias Cuidado para o Corpo, Maquiagem e Teen. Composto por mais de 300 itens que são atualizados a cada 21 dias com novos lançamentos. A empresa trabalha com as principais casas de fragrâncias do país.
Atuando com o modelo comercial de venda direta e e-commerce, além de parcerias no varejo com as Pernambucanas e lojas Marisa.
​ A Jequiti possui sede em Osasco (São Paulo) e faz parte do Grupo Silvio Santos, um dos mais tradicionais e respeitados conglomerados empresariais do Brasil.

Anarco participa de mais uma edição da Restaurant Week

Tradicional evento gastronômico acontece até dia 04 de outubro

A segunda edição 2020 da Brasil Restaurant Week já começou e novamente em sintonia com a realidade do mundo frente à pandemia da covid-19. Em Curitiba, os clientes, além de poderem saborear os menus nos restaurantes participantes, também têm a opção de delivery e take away. Outro diferencial é que a cada menu consumido, o consumidor pode optar por doar R$ 1 para o projeto Vai Ficar Tudo Bem, que assiste pessoas em vulnerabilidade na cidade.

O Anarco Empório e Restaurante, tradicional em Curitiba elaborou um menu especial. São dois menus diferentes, para almoço e jantar, válidos para as duas unidades, Batel e Mercado Municipal. De entrada, tem Carpaccio de Salmão Defumado com broa de centeio e molho de alcaparras; como prato principal as opções são Papardelle a la Carbonara com mignon ou Risotto de Funghi com pinhão servido com cordeiro assado. De sobremesa, Petit Gateau com calda de chocolate e sorvete de creme ou Panna Cota com Frutas Vermelhas. Já para o jantar, válido somente para o Batel, as opções são Polenta com ragu de mignon ou Carpaccio de Salmão; prato principal Papardelle ao Funghi trufado servido com mignon ou Risotto de Limão Siciliano com Salmão e Molho Brie; de sobremesa Tiramissu ou Petit Gateau.

O valor do menu completo é de R$ 46,90 para almoço e R$ 58,90 o jantar. Ambas as unidades atendem presencialmente seguindo os protocolos de segurança e também nos sistemas delivery e take away. Os pedidos podem ser feitos por aplicativos como Vai de Vina e Ifood e pelo whats 41 3029-6154. O horário de atendimento das casas também é diferenciado. No Mercado Municipal de terça a sábado das 10h às 15h30 e domingo das 10h às 14h; no Batel abre de terça a domingo para almoço (11h às 15h) e jantar de terça a sábado (19h30 às 22h30). Lembrando que os horários podem sofrer alterações conforme decretos estabelecidos frente ao novo coronavírus. Mais detalhes no site www.anarco.com.br ou nas redes sociais @anarcorestaurante. A Restaurant Week acontece até dia 04 de outubro.

Unidade Batel
Almoço Diariamente das 11h às 15h
Jantar de terça à sexta-feira das 19h30 às 22h30
Rua Marechal José Bernardino Bormann, 600
Informações e reservas pelo 41 3013 5379

Unidade Mercado Municipal
Segunda-feira das 11h às 14h; terça à sábado das 11h às 16h e domingo das 11h às 15h
Av. Sete de Setembro, 1865 Mercado Municipal de Curitiba – Box 339 – Praça João Snege
Informações e reservas pelo 41 3264 1764

Crédito de fotos: Divulgação

Roupa Nova, Belo e Kell Smith agitam o “Boteco do Ratinho” nesta quarta-feira (16)

Nesta quarta-feira, 16 de setembro, logo após o jogo da Copa Libertadores, o “Boteco do Ratinho” traz muita música para divertir a noite. No palco, a banda Roupa Nova, o pagodeiro Belo e a cantora pop Kell Smith agitam o programa cantando seus sucessos e batendo um papo super descontraído com Ratinho.

E a atração continua com o apresentador Otávio Mesquita surpreendendo o Santos do Programa do Ratinho, fazendo a maior bagunça, acordando ele logo cedo e não deixando mais ninguém dormir em paz.

Tem também o resultado de DNA de Laerson x Jussiara.

O Programa do Ratinho vai ao ar de segunda a sexta-feira, a partir das 22h15. Site oficial: http://www.sbt.com.br/ratinho

Luan Santana, Luísa Sonza e Giulia Be se juntam para ensaio glamouroso

Luan Santana, Luísa Sonza e Giulia Be se juntam para ensaio glamouroso

Trio usou palácio paulistano como cenário para registro sobre projeto musical

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Créditos: Luciano Marques

Anote aí: no dia 26 de setembro, Luan Santana se une a Luísa Sonza e a Giulia BE no jardim de um tradicional palácio da cidade de São Paulo, um cenário glamouroso para um repertório clássico e absolutamente conceitual do universo romântico de um show que terá cerca de quatro horas de duração. Para mostrar a grandiosidade do que vem por aí, ontem (13/9), o trio se reuniu no Palácio dos Cedros, no Ipiranga, Zona Sul de São Paulo, para registrar o material de divulgação do projeto, que vai juntar as vozes e belezas dos artistas num espetáculo virtual de marcar a história. As fotos e vídeos trazem a assinatura de Luciano Marques, que captou o material durante seis horas de trabalho.

A apresentação será um constante revezamento de vozes em duetos e trietos, tudo isso junto e misturado, em torno de canções como “Corazón Partío”, de Alejandro Sanz (com Luan e Giulia), “Água com Açúcar”, de Luan (Luan e Luísa), “É o Amor”, de Zezé Di Camargo (Giulia e Luan), Kid Abelha (Luísa e Giulia), “Garçom”, de Reginaldo Rossi (Luan e Luísa), “Can’t Help Falling in Love”, de Elvis Presley e “What a Wonderful World”, de Louis Armstrong, entre outros hits de uma extensa lista que promete espichar a apresentação para quase quatro horas de show.

‘“Vai ser um show só de clássicos, bem classudo”, promete Luan, avisando que a escolha pelo repertório seguiu critérios conceituais para honrar a ideia da live com Luísa e Giulia, pensando na combinação entre as três vozes e nos devidos cuidados com os arranjos das canções tão cuidadosamente selecionadas.

Como já denuncia a prévia de playlist aqui divulgada, o trio vai gastar seus conhecimentos poliglotas para cantar também em espanhol e inglês, sagrando, acima de tudo, uma ocasião que será uma grande diversão para os três, sem deixar, é claro, o profissionalismo de lado.

“Queremos focar muito nas nossas crenças como artistas, sublinhar a emoção e aquilo em que acreditamos, apoiados por uma qualidade musical muito bem cuidada”, completa Luan, que promete ainda mais surpresas para o show.

Luísa Sonza se declara ansiosa pela chegada do dia 26. “Muito feliz e ansiosa, mesmo, para participar desta live com Luan e Giulia. São dois artistas muito talentosos que admiro demais e que será um grande prazer poder dividir o palco. Espero todos vocês para curtirmos juntos este show que vai ser inesquecível.”

Giulia, por sua vez, revela que este encontro marca também a sua estreia em show virtual. “Estou muito feliz, não fiz LIVE ainda. É a minha primeira LIVE, não podia estar em melhor companhia. Eu amei conhecer o Luan, ele é um artista incrível. A Luísa eu já sou amiga dela há um tempo, foi uma das pessoas desse meio que foi mais carinhosa, sincera e fofa comigo. Então, realmente, estou me sentindo muito em casa, muito à vontade. Eu admiro o trabalho deles há muito tempo e é muito bom você poder estar com pessoas que você admira. Hoje em dia, considerá-los amigos e poder ter uma oportunidade como essa de estar junto com eles é muito bom. E o Luan tem a personalidade de tirar o melhor de você e ‘botar’ isso à mostra. Eu sinto que este sentimento entre nós vai acontecer e ficar em evidência na LIVE, a gente vai se divertir bastante e cantar várias músicas muito boas. Porque, no fundo, o que nos une é o amor pelo que a gente faz”, declara.

Recentemente, a Revista Veja declarou Luan Santana como um artista “hors concours” (nomenclatura usada para alguém fora de competição, por possuir qualidade superior aos demais). Como o artista mais tocado na década e a nobreza de quem não se vangloria de títulos ou adjetivos, ele se sente honrado pelas declarações de Luísa e Giulia, até porque grande parte do repertório do show trará uma releitura dos clássicos do próprio Luan. “Além de clássicos de grandes artistas do Brasil e do mundo, teremos músicas da minha carreira, vai ser como ouvir as histórias de amor nas vozes de duas cantoras que usam essas histórias como inspirações para elas mesmas. Isso é mágico!’, finaliza Luan Santana.

(ARLEYDE CALDI - MTB 23.331)

Link de Fotos:

https://drive.google.com/drive/u/1/folders/1NC0zCWoTpaXZZ_ktyCivv3J7J2ScMIXA

Créditos: Luciano Marques

Rock in pandemia está no ar: série documental fala sobre os desafios da música durante a quarentena

No episódio X de ‘A tirania da minúscula coroa: Covid-19’, músicos contam como tiveram de se reinventar para buscar alternativas de renda com a impossibilidade de se apresentarem ao vivo
Tercio David Braga
São Paulo, 15 de setembro de 2020. A equipe de produção da Via d'Idea concluiu a montagem do episódio X da documental ‘A tirania da minúscula coroa: Covid-19’, que conta a história sobre como a pandemia e a quarenta atingiram em cheio o rock e, com turnês suspensas por tempo indeterminado, a rotina dos músicos mudou completamente. O capítulo traz depoimentos de nomes importantes do cenário brasileiro do rock n'roll. O novo episódio teve como orientador o jornalista Charley Gima, editor-chefe do Blog FuteRock, que trabalhou em conjunto na construção da narrativa. O vídeo completo está no link:
De acordo com Charley Gima, o mercado de entretenimento e o da música foram muito abalados pela pandemia do Covid-19. O setor de shows foi o primeiro a parar e, consequentemente, deve ser um dos últimos a voltar. Os músicos e bandas de Rock sentiram este efeito devastador em suas vidas e tiveram que se adaptar aos novos tempos, seja realizando lives, tocando covers em collabs ou criando novas músicas.
“A mídia especializada que cobre os lançamentos e os shows de rock também tiveram que ser muito criativos, pois os assuntos tornaram-se escassos. Por incrível que pareça, gravadoras especializadas encararam bem este momento, pois a venda online continuou e muitos fãs aproveitaram para garimpar os discos que faltavam em suas coleções”, conta Gima. “As produtoras, casas de shows e seus funcionários, terceirizados ou não, também sofrem com a escassez de shows, criando uma bola de neve econômico nunca antes visto no setor!
O ano de 2020 pode ser considerado um 'ano morto' para os artistas e produtoras, mas vamos pensar positivo e aprender com está situação, entender que fãs e artistas estão juntos na luta pela sobrevivência e ávidos pela vacina contra o coronavírus”, completa.
O documentário ouviu Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, Felipe Andreoli, baixista do Angra, Karma e Almah, Alírio Netto, vocalista do Shaman e Queen Extravaganz, Luis Mariutti, baixista do Shaman, Marcello Pompeu, vocalista do Korzus, Eduardo Parras, vocalista do Armored Dawn e dono da Prevent Senior, Aquiles Priester, baterista conhecido pelo seu trabalho no Angra, Freakeys, Hangar, Noturnall e W.A.S.P, Guilherme Rujão - guitarrista da banda inglesa Los Pepes (London-UK), Sílvio Golfetti, ex-guitarrista do Korzus e atual CEO da gravadora Voice Music e da loja virtual Black Rock, Guilherme 'Ziggy' Mendonça - guitarrista de Made in Brazil, Corazones Muertos, Screw’d, Zé Luís ‘Heavy’ Carrato - engenheiro de som e gravações, Felipe Machado, do Viper, Pedro Kaluf, técnico de som, Caio Bertti produtor musical do Korzus, empresário e integrante do movimento passeata com cases, daqueles que vivem dos shows.
Gustavo Girotto, diretor-geral da série, destaca que a passeata dos profissionais da área técnica de eventos, conhecidos nos bastidores como "graxa", levando os cases que usam para trabalhar em protesto em frente a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), acendeu ainda mais a discussão do episódio. “Como fã e frequentador de shows de rock, esse era um capítulo que estava sendo trabalhado há algum tempo. As aglomerações, parte indissociável dos espetáculos, agora passaram a ser sinônimo de risco à vida. Buscamos acompanhar os bastidores dos profissionais que vivem desta importante indústria nacional, que emprega e movimenta milhares de pessoas”, destacou Girotto, mencionado que o objetivo foi “tentar captar esse período também de introspecção dos músicos”.
Para Juliano Sartori, diretor de produção, e Ricardo Sartori, diretor de arte, o Brasil prometia muito aos fãs brasileiros do bom, do velho e do novo rock n'roll esse ano. “A agenda estava movimentada e, do dia para noite, o cenário mudou. Para não desamparar os admiradores, artistas decidiram levar sua arte para o mundo virtual, se aventurando em lives ou streaming de performances. Tentamos captar esse momento – até como proposta editorial do documentário – e esse que é um dos capítulos mais ricos em termos de imagem e edição”, destacam Sartoris.
Por fim, com edição de Via d’Ideia, trabalho jornalístico de Gustavo Girotto, com colaboração jornalística de Tercio David Braga e orientação de Adalberto Piotto – o episódio X, que conta com a mentoria de Charley Gima – “A tirania da minúscula coroa: Covid-19” já pode ser visto no
Ficha Técnica:
“A tirania da minúscula coroa: Covid-19”.
Título – série documental
Gustavo Girotto
Direção geral / Entrevistas
Ricardo Sartori
Diretor de arte
Juliano Sartori
Diretor de produção
Adalberto Piotto
Orientação/mentoria
Tercio David Braga
Estruturação de temas/Divulgação
Nana Santiago
Redes Sociais/Estratégia
Redes Sociais:
https://www.facebook.com/atiraniadaminusculacoroa
Instagram: @atiraniadaminusculacoroa
Twitter: @seriecovid19
Informações: Gustavo Girotto (11) 9.9602.1317

O consumo consciente da moda pode trazer mudanças positivas no hábito individual e ambiental

O LIDE Paraná participa da iniciativa internacional de consumo consciente de moda, o “setembro em segunda mão”. Através da plataforma TROC, o grupo angariou roupas de afiliadas e o valor arrecadados converteu em insumos para a famílias em situação de vulnerabilidade atendidas pelo Projeto Luz

Setembro é o mês do consumo consciente da moda. O impacto ambiental da indústria têxtil é uma das mais danosas para o meio ambiente, isso porque para a produção de tecidos é utilizado uma grande quantidade de recursos naturais não renováveis. Além de que é necessário cerca de 150 litros de água para a produção de um quilo de tecido, sendo que 88% acaba sendo descartado como efluentes líquidos e 12% são perdidos por evaporação.

Para conscientizar as pessoas dos impactos ambientais causados pela indústria da moda, a organização solidária britânica Oxfam lançou o desafio “setembro em Segunda Mão”, a ideia é encorajar consumidores a passar a consumir roupas de segunda mão, pelo menos no mês de setembro. A percepção dessa mudança de paradigma sensibilizou também marcar grandes que decidiram reduzir a quantidade de coleções a serem lançadas e focando em alternativas mais sustentáveis nas produções.

Essa mudança já pode ser sentida, mesmo que em pequenos passos. As gerações passadas vivenciaram um crescimento do mercado da moda e sentiram a necessidade de encher os armários com as mais diversas peças, com o intuito de ter quantidade a qualidade. Mas essa mentalidade vem se transformando com a conscientização dos impactos causados ao meio ambiente.

Com vasto conhecimento na área têxtil, a presidente do LIDE Paraná, Heloisa Garrett, produziu um livro “Arte e técnica do vestuário em Santa Catarina” sobre a indústria têxtil em conjunto com a jornalista Astrid Façanha e compreende a importância de dar visibilidade a esta causa.

A questão do meio ambiente vem ganhando força nos últimos anos para cá e as pautas que envolvem esta temática estão ganhando visibilidade. Para além de dar visibilidade para a causa do consumo consciente e sustentável, o LIDE Paraná atua com iniciativas que têm retorno social para além da criação de consciência individual.

Com uma loja na TROC, plataforma de brechó online, o grupo arrecadou roupas de suas filiadas e o valor recebido na venda das peças foi convertido em insumos para famílias em situação de vulnerabilidade atendidos pelo Projeto Luz.