Auditório Regina Casilo se destaca na cena musical de Curitiba

Aberto em 2019, o espaço já é referência para música de qualidade e boa sonoridade

Os imensos lustres de cristal refletindo o veludo vermelho da cortina do palco antecipam aos espectadores a beleza da experiência que estão prestes a vivenciar. As 310 cadeiras do auditório costumam ser disputadas para atrações de renome internacional, situação cada vez mais usual nos últimos cinco anos, no andar térreo do edifício moderno que sedia o Auditório Regina Casillo, no Centro de Curitiba.

Inaugurado em 2019, o auditório já recebeu alguns dos mais importantes nomes da música mundial e é a casa de duas orquestras, a Ladies Ensemble e a Orquestra Sinfonia Brasil, e do Coro Masculino Ottava Bassa. Com isso, o espaço se transformou numa referência local para música de alto nível. Por onde passaram virtuosos como os jovens pianistas Estefan Iatcekim e Pablo Rossi, talentos paranaenses que sempre tiveram no espaço o estímulo necessário para que sua arte pudesse alcançar o público.

"O Auditório Regina Casillo é a nossa Sala Cecília Meireles do Paraná, porque traz espetáculos de qualidade e de alto nível, além de abrir espaço para novos talentos, abriga orquestras locais que ganharam um local para poder ensaiar", afirmou a diretora artística da Ladies Ensemble, Fabíola Bach Akel. A Sala Cecília Meireles fica na cidade do Rio de Janeiro e foi inaugurada em 1965, sendo uma das mais importantes salas de música de câmara do Brasil.

A qualidade da programação tem a curadoria de Regina Casillo e Lucia Casillo Malucelli, que escolhem atrações de alta qualidade musical e ineditismo, como o caso do pianista Estefan Iatcekim, que hoje estuda no Conservatório de Tchaikovsky de Moscou. Estefan Iatcekiw é um prodígio da música internacional. Iniciou seus estudos de piano aos cinco anos de idade, aos nove fez seu primeiro recital solo e, desde então, conquistou primeiros prêmios em vários concursos nacionais e internacionais.

O cuidado na escolha dos espetáculos coloca o Auditório Regina Casillo ao lado de importantes salas como a do Teatro Guaíra e também da Capela Santa Maria, que abriga a Camerata Antiqua de Curitiba. Apenas no segundo semestre deste ano, no calendário de eventos musicais de Curitiba, 12% do total de apresentações da cidade ganharão o palco do auditório.

Na programação há importantes atrações como a Orquestra Feminina Ladies, o Coro Masculino Ottava Bassa, ENSAX Orquestra e a Orquestra Paranaense de Tango. "Há na história de Curitiba uma forte demanda por música clássica, erudita e música popular de qualidade. O Auditório Regina Casillo se soma para atender esse público, que tem lotado nossa sala", comenta Lúcia Casillo Malucelli.

O produtor da Orquestra Paranaense de Tango, Josnel Garcia de Carvalho, afirma que a apresentação programada para novembro no Auditório Regina Casillo trará um repertório inédito para agradar o público de Curitiba. "O espaço merece uma apresentação diferenciada, porque Curitiba tem uma tradição de gostar de bons espetáculos e ser crítica na qualidade do produto que está sendo oferecido. No Auditório Regina Casillo, o espaço permite uma sofisticação estética, que acresce ao espetáculo", disse.

ESPETÁCULOS
Em agosto, dias 16 e 17, a Ladies Ensemble tem programado o espetáculo Rota da Seda. Esta montagem traz um novo repertório, que liga inspirações do oriente com a tradição clássica europeia. Como músicos convidados, estão Abed Tokmaji (alaúde), Agatha Pradnik (acordeom), Lucia Loxca (canto) e Murillo da Rós (violão). O repertório traz composições tradicionais de países como China, Azerbaijão, Irã, Egito, Síria, Argélia e Grécia, num percurso inspirado nesta jornada épica desde o Oriente até a Europa.

Ainda em agosto, dia 24, acontece a apresentação do Coro Masculino Ottava Bassa. em setembro será a vez da orquestra de saxofones ENSAX Orquestra e, em novembro, a Orquestra Paranaense de Tango.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO ATÉ O FIM DO ANO
16 e 17 de agosto* - Projeto Música no Auditório Regina Casillo com a Orquestra Ladies Ensemble - Rota da Seda
24 de agosto* - Projeto Plano Anual Associação Cultural Solar do Rosário - Coro Masculino Ottava Bassa
27 de setembro* - Projeto Plano Anual Associação Cultural Solar do Rosário - ENSAX Orquestra
21 de novembro* - Projeto Plano Anual Associação Cultural Solar do Rosário - Orquestra Paranaense de Tango
*programação sujeita à alterações

Balé Teatro Guaíra abre o mês de agosto com Contraponto no Guairão

Apresentações serão realizadas nos dias 1, 2 e 3 de agosto. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do teatro e na plataforma Deu Balada
O Teatro Guaíra abre as cortinas do seu maior auditório para o espetáculo Contraponto. Sucesso do Balé Teatro Guaíra em 2023, a temporada deste ano estreou no Rio de Janeiro, volta para casa e, na sequência, tem paradas por diferentes regiões do Paraná. A companhia viaja ainda para a Dinamarca. No auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, o Guairão, serão três oportunidades para o público prestigiar a companhia: dias 1, 2 e 3 de agosto, às 20h30. Os ingressos custam R$10 e R$20 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro e na plataforma Deu Balada (https://deubalada.com/lista.php?busca=S&txt_busca=Contraponto).
O espetáculo é composto por dois trabalhos com grande potência estética e de reflexão: “Anima - imensidão adentro”, de Alan Keller, e “Castelo”, de Alessandro Sousa Pereira, dois talentos da dança. “O título ‘Contraponto’ é porque temos realmente dois trabalhos muito distintos que, de alguma forma, dialogam e mergulham em questões a respeito do sujeito. Será que eu atuo na vida a partir de mim mesmo ou existem outras forças que me conformam? O que será que me dá vida? De onde vem meus desejos?”, comenta o diretor do Balé Teatro Guaíra, Luiz Fernando Bongiovanni.
Resistência, força, potência, cansaço, coragem e medo são os ingredientes vitais para esta peça e para pensar a vida. A primeira coreografia, “Anima”, chama a atenção para as considerações sobre o "eu" e sobre esse elemento, muitas vezes irreconhecível, que o anima. Um mergulho com o elenco em um vertiginoso mundo fantástico de imagens e sensações. Depois de um breve intervalo temos “Castelo”, um trabalho que compartilha sensações e possíveis estratégias de como elaborar defesas para se viver nos tempos atuais.
No ano passado, o público foi impactado com o trabalho intimista apresentado no Guairinha. Para o Guairão, Bongiovanni convida tanto o público fiel como incentiva novas plateias. “Para quem não está muito habituado, a dança contemporânea às vezes pode parecer um cenário árido. Mas, ao contrário, esse é um programa amigo do público. O trabalho é muito encantador visualmente e do ponto de vista das sensações. É para todo mundo, seja você um conhecedor da dança, seja alguém que ama a dança ou um interessado”, destaca.
Logo após a temporada no palco do Guairão, a coreografia “Castelo” segue para apresentações na Dinamarca de 9 a 16 de agosto. “Vamos representar o Paraná em um festival na Dinamarca, com sete apresentações por lá. Então, a gente percebe que é um trabalho muito potente, muito forte, e eu tenho certeza que quem vier vai gostar muito”, comemora Bongiovanni.
As apresentações de Contraponto em Curitiba são viabilizadas pela Lei de Incentivo à Cultura, com o patrocínio da Sanepar e Compagas, com realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra, PalcoParaná, Centro Cultural Teatro Guaíra, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal: Brasil, união e reconstrução.
As apresentações de Contraponto vão circular ainda pelo Estado, entre o fim de agosto e o mês de setembro. Serão quatro cidades: Cascavel, Assis Chateaubriand, Apucarana e Maringá. As datas, horários e locais serão anunciados em breve, em parceria com as secretarias municipais.

Balé Teatro Guaíra – O Balé Teatro Guaíra é a terceira companhia de dança mais antiga do Brasil, foi criado em 1969 pelo Governo do Paraná. Ao longo de 55 anos de sua trajetória, apresentou mais de 150 coreografias, incluindo grandes sucessos de público e crítica como “O Grande Circo Místico”, “Lendas do Iguaçu”, “O Segundo Sopro” e “O Lago dos Cisnes”. Entre seus diretores constam renomados nomes: Ceme Jambay, Yurek Shabelewski, Hugo Delavalle, Eric Valdo, Carlos Trincheiras, Isabel Santa Rosa, Jair Moraes, Marta Nejm, Cristina Purri. Suzana Braga, Carla Reinecke, Andreia Sério, Cintia Napoli, Pedro Pires e, atualmente, Luiz Fernando Bongiovanni. O Balé Teatro Guaíra tem realizado ao longo desses anos de existência uma contribuição expressiva para o desenvolvimento da dança no Paraná e no país. É um organismo vivo que, em constante transformação, constrói sua história a partir de produções que retratam diferentes modos de pensar a arte e a própria vida. Um breve olhar para a produção da companhia ao longo de todos esses anos nos permite dizer que a companhia tem realizado – com excelência – sua função principal: produzir e levar a arte da dança para o estado do Paraná e para o Brasil.

Serviço:
O que: Espetáculo de dança “Contraponto”
Onde: Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto - Guairão
Data: 1,2 e 3 de agosto às 20h30
Ingressos: https://deubalada.com/lista.php?busca=S&txt_busca=Contraponto
Classificação indicativa: livre

Apresentação da OSP traz ao palco do Guaírão o maestro convidado Raphael Haeger e o solo do violonista Ricardo Molter

A Orquestra Sinfônica do Paraná abre o mês de agosto com as obras dos compositores João Guilherme Ripper, Ernest Chausson e Robert Schumann. No dia 04, a regência será executada pelo maestro convidado Raphael Haeger e o solo do violonista Ricardo Molter, dois jovens talentos da música erudita. Os ingressos para o espetáculo já estão disponíveis e podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro e no site Deubalada.com.

Raphael Haeger, um renomado percussionista e maestro, iniciou sua carreira musical aos quatro anos de idade. Embora fascinado pela percussão, ele também mostrou interesse por outros instrumentos, especialmente o piano. Após aprofundar os estudos de percussão na Staatliche Hochschule für Musik em Trossingen, Haeger se tornou membro da orquestra do Teatro Nacional de Mannheim em 1994, uma posição que ocupou por onze anos. Durante o período, também liderou a popular série de concertos "Jazz na Ópera", trazendo artistas como Dave Brubeck para se apresentarem no palco da ópera.

Em 2004, Haeger gravou com a Filarmônica de Berlim, consolidando sua reputação no cenário musical. Em 2012, ele completou um mestrado em direção orquestral na Hochschule für Musik "Hanns Eisler" em Berlim. Entre 2011 e 2014, Haeger foi maestro da Orquestra da Universidade de Leipzig, contribuindo significativamente para seu desenvolvimento artístico. Além de suas realizações como músico e maestro, Haeger também desempenhou um papel importante nos programas educacionais da Filarmônica de Berlim, conduzindo ensaios de ópera anuais para Sir Simon Rattle de 2011 a 2017.

Desde 2014, Haeger vem conduzindo óperas infantis ou programas de música de câmara em grande escala com membros da Filarmônica de Berlim no Festival de Baden-Baden. Em 2022, participou da estreia mundial do filme mudo "Brüder" durante o Festival international de Cinema Berlinale, onde executou a música ao vivo que foi composta por Martin Grütter com membros da Filarmonica de Berlim.

Também regeu a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre com a Sinfonie nr. 1 de Gustav Mahler, dirigiu em Tóquio junto ao maestro Kyrill Petrenko, chefe dirigente da Orquestra Filarmônica de Berlin, obras de Brahms e Prokoffjev e também dirigiu a Elbphilharmonie em Hamburg .

O solo do concerto será executado por Ricardo Molter, violonista spalla da Orquestra Sinfônica do Paraná. A a figura do spalla é uma espécie de ponte entre o maestro e os músicos no concerto.Nesta apresentação Molter executa a obra do compositor francês Ernest Chausson, que deixou uma marca na história da música pela renomada obra para violino e orquestra, conhecida como Poème, op. 25. Escrita em 1896, esta composição se destaca como uma das mais célebres do compositor.

O spalla da Orquestra que ira fazer o solo, Ricardo Molter é natural do município paranaense de Toledo onde iniciou seus estudos musicais aos dez anos. Bacharel em violino pela EMBAP/UNESPAR (2014) e mestre em música pela UEM (2023), foi também spalla da Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa entre 2010 a 2013 e participou da Camerata Antiqua de Curitiba, onde atuou por cinco anos como concertino, spalla, solista e camerista.

Histórico - Desde o dia 28 de maio de 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná vem construindo uma história de talento e dedicação à música.O primeiro maestro-titular foi Alceo Bocchino, um dos grandes nomes da música erudita no Brasil e, hoje, Maestro Emérito. Ao longo dos anos, a orquestra construiu um belíssimo histórico com mais de 50 maestros convidados e de 200 solistas, que vieram de diversos lugares do Brasil e do mundo. O repertório conta com cerca de 900 obras catalogadas de mais de 250 compositores, destacando os autores brasileiros Villa-Lobos e Camargo Guarnieri, e os paranaenses Henrique Morozowicz e Augusto Stresser. Com uma notável capacidade de se adaptar a diferentes estilos, desde os clássicos até os românticos e contemporâneos, o currículo já ultrapassa 500 apresentações dentro e fora do Paraná, com montagens de importantes óperas, balés, primeiras audições mundiais, sul-americanas e brasileiras.

Serviço:

Data: 4 de agosto (domingo), às 10h30

Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto – Guairão

Tempo de duração do espetáculo: 1h30

Classificação: 7 anos

Especificações do espetáculo: concerto

Maestro: Raphael Haeger

Solista: Ricardo Molter (violino)

Programa:

João Guilherme Ripper: “Rio São Francisco” – Imagem Sinfônica

Ernest Chausson: Poème - Solista: Ricardo Molter (violino)

Schumann: Sinfonia 4 em ré menor, op. 120

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada).

Vendas pela bilheteria do Teatro Guaíra ou pelo site DeuBalada.com

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA SHOW EM HOMENAGEM A PIXINGUINHA

O grupo vocal carioca Ordinarius fará apresentações de 01 a 04 de agosto, além de oficina de canto coral gratuita

Grupo Ordinarius apresenta show Pizindim, em homenagem a Pixinguinha,
na CAIXA Cultural Curitiba. Foto: divulgação

A CAIXA Cultural Curitiba vai receber o grupo vocal carioca Ordinarius com o show Pizindim, que homenageia o maior nome brasileiro do gênero: Pixinguinha. As apresentações serão realizadas de 01 a 04 de agosto e as vendas dos ingressos iniciam dia 27 de julho.

O nome do show se refere ao apelido do músico dado pela avó materna e significa ‘menino bom’ de acordo com um dialeto africano. Em 2023, ano que se comemorou o cinquentenário de morte do compositor, arranjador, maestro e instrumentista brasileiro, o grupo realizou turnê na CAIXA Cultural Recife com grande sucesso de público nas apresentações.

O repertório reúne clássicos como ‘Carinhoso’, ‘Um a Zero’, ‘Rosa’ e ‘Lamentos’ (parceria com Vinícius de Moraes) em versões que utilizam as vozes como instrumentos principais e a percussão como sua perfeita combinação.

Os arranjos originais e exclusivos são do maestro Augusto Ordine, diretor musical e fundador do grupo. Além da qualidade musical, o show é enriquecido por performance teatral, fruto de pesquisas cênicas realizadas pelo grupo ao longo de 15 anos de existência.

“A ideia ao escolher obras de tamanha relevância é prestar merecida homenagem, de forma contemporânea e original, ao choro e aos chorões, às lindas melodias e às complexas harmonias deste grande mestre”, declara Augusto Ordine, diretor musical.
Além do show, o grupo vai promover na sexta (2), um bate-papo após a apresentação e no sábado (3) uma oficina de canto coral gratuita, no período da manhã, das 10h às 12h. As inscrições devem ser feitas no site da CAIXA Cultural.

Sobre o choro
O choro é tido como a primeira música popular urbana típica do Brasil, surgiu no Rio de Janeiro em meados do século XIX , é reverenciado e executado até hoje tanto por rodas de choro e regionais quanto por músicos de outras origens, sendo uma grande influência em muitos ritmos brasileiros como o maxixe, samba, baião, polca e valsa.

Trata-se de um gênero musical bastante rico e complexo e vai além, é também um fenômeno artístico, histórico e social, sendo comemorado nacionalmente no dia 23 de abril, em homenagem a data de nascimento de Pixinguinha.

Pixinguinha
Alfredo da Rocha Vianna Filho, o Pixinguinha, nasceu no Rio de Janeiro em 23 de abril de 1897. O instrumentista revolucionou a música popular brasileira e foi um dos responsáveis por sintetizar o choro. Sendo um homem negro, rompeu barreiras em sua época ao se firmar como um dos mais importantes músicos do país. Levou a música brasileira para plateias estrangeiras em um momento em que isso não era comum.

Grupo Ordinarius
Com 15 anos de carreira e 8 discos lançados de maneira independente, o grupo Ordinarius tem como propósito difundir a música brasileira em todas as regiões do Brasil e do mundo. Com foco em pesquisa, resgate e difusão da memória da arte e cultura nacionais, prima pelo uso da voz como instrumento. O grupo conta com arranjos inéditos e exclusivos do diretor musical Augusto Ordine.

SERVIÇO:
[Música] Pizindim – Homenagem a Pixinguinha com grupo vocal Ordinarius
Data: de 01 a 04 de agosto (quinta a domingo)
Horários: Quinta a sábado, às 20h. Domingo, às 19h
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 - Centro
Capacidade máxima: 123 lugares + 02 espaços para cadeirantes
Ingresso: vendas a partir de 27 de julho / R$30 e R$15 (meia entrada)
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

[Vivências] Oficina de canto coral com o grupo vocal Ordinarius
Data: 03 de agosto (sábado)
Horário: 10h
Duração: 120 minutos
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 - Centro
Quantidade de vagas: 40 vagas
Inscrições: site da CAIXA Cultural Curitiba

Xande de pilares volta à Curitiba com o melhor do samba e pagode

Plateia Oficial

Cantando o melhor do samba e pagode, Xande de Pilares chega a Curitiba, e vai sacudir o palco do RJOTA no dia 25 de agosto. Os ingressos estão disponíveis no site www.goingressos.com.br .

Ele leva Pilares no nome, mas nasceu e foi criado no Morro da Chacrinha, Zona Norte do Rio. Filho de Dona Maura e Seu Custódio, Xande de Pilares, hoje com 53 anos, aprendeu a tocar violão com o tio Mauro Roberto e com as revistas vendidas nas bancas. As influências musicais chegavam através dos LPs que ganhava de Natal.

Entre os discos mais marcantes, álbuns do Roberto Carlos, Martinho da Vila, Elza Soares, Jorginho do Império, Benito de Paula, Agepê, Bezerra da Silva, Dicró, Clara Nunes, Cartola, Nelson Cavaquinho e sucessos da música internacional como Jackson Five, James Brown, Ray Charles e AC/DC.

Após frequentar vários pagodes pela cidade, como o Cacique de Ramos e o Pagode da tia Gessy, Xande ajuda a fundar o Revelação em 1992, mas o grupo só lançou seu primeiro disco em 1999. Foram ao todo nove álbuns, quatro DVDs e mais de dois milhões de discos, sem contar as coletâneas e participações.

Entre os muitos sucessos, estão “Velocidade da Luz”, “Tá Escrito”, “Coração Radiante”, “Grades do Coração” e “Deixa Acontecer”, sambas que não podem faltar no repertório do artista até hoje. Em 2014, Xande deixa o grupo e dá início a carreira solo, entrando logo em seguida para o elenco do programa “Esquenta” (Rede Globo), apresentado por Regina Casé, e estreia no cinema no mesmo ano, contracenando com Regina em “Made in China”, filme de Estevão Ciavatta.

Também em 2014, Xande gravou “Perseverança”, seu primeiro álbum solo, e três anos depois o CD “Esse Menino Sou Eu”. O cantor e compositor tem canções gravados por Caetano Veloso, Zeca Pagodinho, Maria Rita, Diogo Nogueira, Leci Brandão, Zélia Duncan e a eterna madrinha Beth Carvalho, que deu voz ao sucesso “Samba de Arerê”, composição de Xande e Arlindo Cruz, que está em todos os shows.

Salgueirense, o sambista tem orgulho de dizer que ganhou três disputas de samba-enredo na sua escola do coração, conquistando os prêmios Estandarte de Ouro e Tamborim de Ouro. No início de 2019, o artista fez duas Turnês Europeias, as primeiras da carreira solo, passando pela Suíça, Itália, Alemanha, Inglaterra, Holanda, Portugal, França e Espanha.

Ainda em 2019, Xande, noveleiro declarado, comemorou a escolha da música “Tá Escrito” para abertura de “A Dona do Pedaço” da Rede Globo. No final de novembro, gravou “Xande de Pilares - Nos Braços do Povo”, primeiro DVD solo, que contou com as participações dos amigos Diogo Nogueira, Tieê, Jorge Aragão, Mumuzinho, Pretinho da Serrinha, Marcelinho Moreira, Sombrinha e André Renato.

Durante a pandemia, o sambista compôs mais de 500 músicas, entre elas “Cria da Comunidade” (Xande de Pilares / Serginho Meriti), que está em “Noturno”, novo CD de Maria Bethânia. Aliás, ele foi o único convidado no álbum.

Em abril de 2022, o artista lança o álbum audiovisual “Pagode da Tia Gessy - Que Samba Bom”, que homenageia a responsável por um dos principais redutos do samba da cidade. A Casa, localizada no Cachambi, Zona Norte do Rio, já recebeu nomes como Agepê, Almir Guineto, Ubirany do Fundo de Quintal, Nelson Rufino e o próprio Xande no início da carreira.

Recentemente, o artista interpretou o personagem Darci em “Todas as Flores”, novela de João Emanuel Carneiro que está no GloboPlay, e pode ser ouvido na trilha sonora de “Encantado’s” da Globo. Além de regravar “Tô Fazendo A Minha Parte” (Gilson Bernini / Flavinho Silva), música de abertura da série, o samba-exaltação “Encantado Suburbano” foi escrito por ele, Gilson Bernini e Helinho Salgueiro. Inclusive, terá composição nova do sambista com Bernini na segunda temporada.

Xande também comemora o sucesso da regravação do samba “Só Depois”. Lançado pela primeira vez em 2009 pelo Grupo Revelação, a nova versão, apenas com Xande de Pilares, tem mais de 16 milhões de streams nas plataformas digitais.

Atualmente, o sambista trabalha a divulgação dos blocos “Alô Bateria” e “Amor e Samba”, que fazem parte do novo DVD “Esse Menino Sou Eu”, segundo da carreira solo do artista, gravado no Morro da Urca (RJ). Entre as faixas, destaque para “Dona dos Meus Sonhos / É Diferente”, que conta com a participação do grupo Menos É Mais, “Me Abraça”, uma parceria com o cantor Ferrugem, “Enquanto Deus Me Proteja”, regravação que traz a participação de Zeca Pagodinho, autor da música junto com Moacyr Luz, e as canções “Talvez” e “Meu Amor É Um Vício”, gravadas com Alexandre Pires.

O terceiro e último bloco será divulgado no final de julho. Aliás, a turnê “Esse Menino Sou Eu” terá início dia 19 de agosto, no Tokio Marini, em São Paulo. Já no dia 6 de setembro, o cantor e compositor volta ao Morro da Urca, local onde gravou o DVD, para estrear, no Rio de Janeiro, a Turnê que leva o nome do novo trabalho.

Serviço:

Data: 25/08 – domingo

Horário: Abertura dos portões às 14h00. O evento contará também com atrações locais.

Local: RJOTA

Rua: Desembargador Westphalen, 3140

Ingressos a partir de R$ 60,00

Vendas: www.goingressos.com.br

Realização: Fire Entretenimento e Plateia Oficial

Instagram: @grupofireentretenimento, @plateiaoficial

Arte na Villa recebe Sergio Albach

Músico faz show neste sábado no espaço Villa Sonora no Juvevê

Um evento plural que reúne música, fotografia, culinária e moda. Essa é a proposta do Arte na Villa que acontece neste sábado, dia 27, a partir das 18 horas, no espaço Villa Sonora (Rua Conselheiro Carrão 357 – Juvevê – em frente ao Bar Jacobina). Nesta edição, a atração musical será o show Clarone no Choro 2 - Novas Mídias, do músico Sérgio Albach. A apresentação contará com a presença dos músicos Daniel Migliavacca (bandolim), Lucas Mello (Violão de 7 cordas), Gustavo Moro (violão de 6 cordas) e Ricardo Salmazo (pandeiro). Além da música, incluído no valor do ingresso, será servido chopp para os convidados e uma degustação com canapés. O espaço também terá o bazar Arthéia Produtos Terapêuticos (com sais de banho, velas aromáticas, entre outros produtos) e o bazar da Nessa (com roupas, sapatos e acessórios femininos). A entrada custa R$50 (+ taxa) e pode ser comprada no link: www.sympla.com.br/evento/arte-na-villa.
Clarone no Choro 2 - Novas Mídias busca ampliar, renovar e diversificar o repertório de músicas tendo o clarone como solista principal. Com direção musical e arranjos de Daniel Migliavacca, o trabalho reúne 10 composições inéditas feitas sob encomenda por músicos convidados, especialmente para o projeto. Entre eles: Pedro Paes, Léa Freire, Edu Neves, Claudio Menandro, Alessandro Penezzi, Gilson Peranzzetta, Lucas Melo, além do próprio clarinetista Sérgio Albach e do bandolinista Daniel Migliavacca.

Serviço: Arte na Villa - evento que reúne música, fotografia, culinária e moda.
Sábado, dia 27, a partir das 18 horas, no espaço Villa Sonora (Rua Conselheiro Carrão 357 – Juvevê – em frente ao Bar Jacobina).
Show Clarone no Choro 2 - Novas Mídias, do músico Sérgio Albach – às 20 horas.
Entrada R$50 (+ taxa) no link: www.sympla.com.br/evento/arte-na-villa. – Inclui chopp e degustação de canapés.
Classificação: livre

Natura Faces apresenta produtos exclusivos para o Rock in Rio Brasil 2024

Seis cores do batom multimix cremoso chegam para dar ainda mais cor e atitude para o maior festival de música e entretenimento do mundo

Com o convite “E se nosso corpo pudesse sentir mais no Rock in Rio?”, Natura se une ao Rock in Rio Brasil pelo terceiro ano consecutivo. Nesta edição, a maquiagem Natura assina como maquiagem oficial do festival por meio de suas marcas Faces, que convida a todos para expressar a sua beleza de forma livre e criativa com orgulho de ser quem se é, com uma coleção exclusiva e licenciada do Rock in Rio Brasil 2024, que traz seis cores de batons, com o Batom Multimix Cremoso. O portfólio se complementa também com cinco cores de novos delineadores, com o Delineador Retrátil Metalizado, e a marca premium UNA, com produtos de alta performance.

Batom Multimix Cremoso (R$20,90)

O Batom multimix cremoso promete dar adeus aos lábios ressecados, proporcionando cor intensa e textura cremosa com cobertura cover up. Além de ser aplicado nos lábios, o produto pode ser usado nas bochechas, além de possuir espelho em sua tampa para facilitar a (re)aplicação, oferecendo versatilidade e praticidade para aproveitar o festival ao máximo. A coleção, vegana e dermatologicamente testada, apresenta as cores Vinho Rocks, Bege Fresh, Rock’n’Red, Cobre Sunset, Violet Fairy e Pink Paradise.

Delineador Retrátil Metalizado (R$34,90)
O delineador retrátil metalizado de longa duração traz mais estilo e personalidade, com alta pigmentação e fácil aplicação para um traçado perfeito. O produto também pode ser esfumado e usado como sombra, sem necessidade de apontador, permitindo a criação de novos looks. Com fórmula vegana, cruelty free e testada dermatologicamente e oftalmologicamente, o produto possui alta pigmentação soft metalic nas cores roxo, branco, verde, cinza e wine.

Com performance e qualidade que cabem no bolso de todos, os produtos estarão disponíveis em agosto para abrir a temporada de celebração do Rock in Rio Brasil 2024 com muita personalidade. Os itens estarão à venda com as Consultoras de Beleza Natura, também em ambiente digital, nas lojas físicas da Natura na cidade do Rio de Janeiro, no e-commerce da Natura ou nas franquias Aqui Tem Natura. Além disso, a maquiagem Natura, com as marcas UNA e Faces, também estará presente na Cidade do Rock para as pessoas que quiserem conhecer os produtos e retocar a maquiagem entre um show e outro com as ativações da marca.

Novas fragrâncias Festival de Humor (R$143,90 — 75ml) e Conexão de Humor (R$143,90 - 75ml)
A presença da marca Natura em festivais de música e entretenimento como o Rock in Rio Brasil inspirou a marca para o desenvolvimento de outros produtos como, por exemplo, as novas fragrâncias Festival de Humor e Conexão de Humor, da marca Natura Humor.

Utilizando uma tecnologia proprietária e inovadora, Natura capturou mais de 40 moléculas que pulsavam no ar durante diversos festivais de música que a marca patrocinou, produzindo um verdadeiro mosaico olfativo que reflete a diversidade e intensidade das experiências vividas.

Os acordes presentes nas novas fragrâncias são mais do que uma simples combinação de notas. As verdes, por exemplo, se originaram a partir de pessoas dançando na grama molhada. Além da inovação tecnológica, o produto foi desenvolvido com a participação de 160 jovens que trouxeram suas experiências em festivais de música. Esse processo criativo gerou insights que garantiram que as fragrâncias capturassem a essência desses eventos.

O Rock in Rio Brasil 2024 acontece nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, com 700 mil pessoas na Cidade do Rock. Será a celebração de 40 anos do festival que colocou o Brasil na rota da cena musical do mundo, e que, em 2022, recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial pela Cidade e Estado do Rio de Janeiro. Já são 23 edições realizadas, mais de 3.800 artistas escalados, mais de 11.2 milhões na plateia e mais de 130 dias de magia desde 1985. E, para 2024, os fãs podem aguardar uma festa especial, com novas experiências e vivências dentro da Cidade do Rock.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Conta com 2 milhões de consultoras na América Latina, sendo líder no setor de venda direta no Brasil. Faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Avon e Natura. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação de empresa B no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo "The Leaping Bunny", concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Peru e Malásia, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras, por meio do e-commerce, app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias "Aqui tem Natura". Para mais informações, visite o site ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

Natura no Rock in Rio Brasil 2024
Natura e Rock in Rio se unem pela terceira vez em mais uma parceria de sucesso. Em 2024, a Natura, marca líder em beleza e cuidados pessoais no Brasil e na América Latina, se junta ao maior festival de música e entretenimento do mundo com o convite "E se nosso corpo pudesse sentir mais o Rock in Rio?", que traduz a combinação da potência sensorial de seus produtos com a potência da música para despertar emoções, gerando o festival mais memorável de todos os tempos. Com a parceria, a Natura co-patrocina o Palco Sunset, o palco dos grandes encontros e queridinho do público e da crítica, e que chega na edição que celebra os 40 anos do Rock in Rio com a mesma boca de cena que o gigante Palco Mundo, reforçando seu propósito de despertar sensações que tiram as pessoas da apatia, promovendo a união coletiva por um mundo melhor e de melhores relações entre as pessoas, proporcionando bem-estar por meio de seus produtos e experiências.

Denise Stoklos abre as comemorações do “Dia da Ucrânia” em Curitiba com o espetáculo “Abjeto – Sujeito” no Teatro da Reitoria

Descendente de ucranianos e um dos principais nomes do teatro nacional, a paranaense apresenta obra a partir de textos de Clarice Lispector, escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia. Ingressos já estão à venda

Denise Stoklos- Cred Leekyung Kim
Há muitos anos, Denise Stoklos, um dos maiores nomes do teatro nacional e descendente de ucranianos, foi convidada por Fauzi Arap para criar um espetáculo a partir de textos da escritora ucraniana Clarice Lispector, de quem ela já era uma dedicada leitora desde os 17 anos. Agora, depois de pronto, ela apresenta a peça “Abjeto – Sujeito: Clarice Lispector por Denise Stoklos”, que abre as comemorações da 5ª edição do Dia da Ucrânia, em Curitiba, no dia 26 de julho (sexta-feira), às 20 horas, no Teatro da Reitoria. Os ingressos já estão disponíveis por meio do Sympla, com valores a partir de R$40.

Assustada com o desafio lançado por Fauzi Arap, a jovem atriz capitulou, mas, agora, aos 71 anos, Denise Stoklos promove o encontro da criação do seu teatro essencial com a obra clariciana. Sem amarras e sem redes de segurança, como convém a uma artista que nunca fez do palco um lugar de teatralidades convencionais. O resultado é uma investigação radical a respeito de como o corpo, a voz e a emoção da intérprete expressam uma palavra literária empenhada em dizer o que a todo momento beira o indizível, como ocorre no conto “A quinta história”; nos romances “Água Viva” e “Paixão segundo G.H.” e na crônica “Vergonha de viver” por exemplo. Canções interpretadas por Elis Regina, como “Meio–termo”, “Os argonautas” e “Se eu quiser falar com Deus” pontuam de tempos em tempos o percurso que vai da negação à constituição do sujeito.

Abjeto – Sujeito: Clarice Lispector por Denise Stoklos é uma espécie de recital retesado pelas cordas da tragédia e da Comédia – como convém ao encontro de uma atriz de intensidade ímpar com uma escritora cuja linguagem é essencialmente dramática. Raras são as intérpretes que dão vazão à cena a um dramatismo sem amarras, despudorado, tragicômico, a meio caminho entre a gravidade e a momice. E poucos são os artistas que na idade de Denise ainda se sentem compelidos à improvisação e ao risco.

Grande admiradora da escritora, Denise foi ao Rio de Janeiro e descobriu o endereço de Clarice na lista telefônica. Com a audácia da idade, ligou para ela de um telefone público embaixo do prédio. A própria Clarice atendeu a jovem universitária que lhe pedia uma entrevista e mandou que ela subisse. Feitas as primeiras perguntas Clarice disparou: “Você não veio me entrevistar, você veio me conhecer, não é? Então, guarde a caneta e vamos conversar.”

Do encontro, Denise guardou para sempre a imagem daquela mulher fascinante – ucraniana assim como ela. Cerca de uma década depois, quando ouviu, na derradeira entrevista concedida à TV Cultura, a escritora dizer que jovens leitoras compreendiam melhor sua obra que os especialistas, Denise se sentiu naturalmente incluída na referência.

Denise Stoklos- Cred Leekyung Kim
Dia da Ucrânia em Curitiba

O Dia da Ucrânia é organizado desde 2015 em Curitiba pelo Folclore Ucraniano Barvinok, ligado à Sociedade Ucraniana. Na 5ª edição, além da abertura com a obra de Denise Stoklos que homenageia a ucraniana Clarice Lispector, no dia 26 de julho, no Teatro da Reitoria, as comemorações também ocorrerão no Museu Oscar Niemeyer, nos dias 27 e 28 de julho (sábado e domingo), das 10h até 18h, com dezenas de atrações, como artesanato, dança, música e gastronomia. Nas barracas típicas, alocadas no vão livre do MON, opções de bordados, porcelanas, pêssankas, bonecas de pano, artesanato em couro e madeira, o tradicional pastel varenyky, sopa de beterraba, bolachas decoradas, embutidos, entre outros. Haverá também apresentações de grupos folclóricos de vários lugares do Paraná, Argentina e Canadá, em um palco montado especialmente para o evento.

A 5ª edição do Dia da Ucrânia em Curitiba é uma realização da Sociedade Ucraniana do Brasil com o Folclore Ucraniano Barvinok, com o apoio institucional da AINTEPAR - Associação Interétnica do Paraná, da Embaixada da Ucrânia na República Federativa do Brasil, do Consulado Honorário da Ucrânia no Paraná e da RCUB - Representação Central Ucraniano-Brasileira, com incentivo da Razão Imobiliária, RANDON Rodoparaná e TIMBER, com produção da Unicultura Soluções Culturais e da Trento Edições Culturais. Mais informações pelo Instagram @barvinokoficial e @subras.oficial

Ficha Técnica:
Abjeto – Sujeito: Clarice Lispector por Denise Stoklos
Concepção e Interpretação: Denise Stoklos
Direção: Elias Andreato
Dramaturgista: Welington Andrade
Textos: Clarice Lispector
Canções: Elis Regina
Iluminação: Aline Santini
Espaço Cênico e Figurino: Thais Stoklos Kignel
Fotos: Leekyung Kim
Assistentes de Direção/Operação de som: Cristina Longo
Operação de luz: Maurício Shirakawa
Segundo Assistente: Wallace Dutra
Cabelo: Eron Araújo
Diretor de Produção: Ederson Miranda
Assistente de produção: Sofia Gonzalez
Produção Geral: Mira Produções Culturais

Sobre Denise Stoklos - Considerada uma das intelectuais e performers mais importantes do mundo, se apresentou em mais de 33 países, em 7 diferentes idiomas, recebeu 22 prêmios, publicou 7 livros e atuou em 27 solos teatrais de sua própria autoria. Foi professora de Performance Arts na New York University e é doutora honoris causa pela UNICENTRO. Com mais de 50 anos de carreira, é uma das únicas atrizes brasileiras de maior visibilidade exercendo continuamente a profissão exclusivamente no teatro.

Serviço:
Abjeto – Sujeito: Clarice Lispector por Denise Stoklos
Abertura da 5ª edição do Dia da Ucrânia em Curitiba
Data: 26 de julho (sexta-feira)
Horário: 20 horas
Local: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1299 - Centro)
Ingressos: A partir de R$ 40, pelo Sympla
Classificação: 14 anos
Duração: 75 minutos.

5º Dia da Ucrânia em Curitiba
Artesanato, dança, música e gastronomia
Data: 27 e 28 de julho (sábado e domingo)
Horário: Das 10h até 18h.
Local: Museu Oscar Niemeyer (Rua Mal. Hermes, 999 - Centro Cívico)
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre
Informações: Pelos perfis do Instagram @barvinokoficial e @subras.oficial
Realização: Sociedade Ucraniana do Brasil com o Folclore Ucraniano Barvinok

O COVEIRO Projeto une teatro, artes visuais e cinema, em uma peça teatral e instalação visual na CAIXA Cultural Curitiba

A Galeria Mezanino da CAIXA Cultural Curitiba recebe, a partir do dia 31 de julho, a peça O COVEIRO. Além da apresentação teatral, o espaço vai receber a instalação visual homônima, que estará aberta à visitação a partir de 1º de agosto. Ambas atividades são gratuitas.

O COVEIRO, nova peça da Rumo de Cultura, é um trabalho que age na intersecção entre teatro, artes visuais e cinema. Durante o percurso da peça, o ator Diego Marchioro monta, diante do público, uma instalação a partir de uma coleção sobre vida e morte. O trabalho convida os espectadores a viver uma experiência multidirecional - fruir um trabalho de teatro que, durante seu percurso, se transforma em uma instalação de artes visuais.

A peça é articulada por fragmentos de textos que falam sobre arte, natureza, relação entre espécies, nascimento, morte, misturas e ovo - o símbolo da vida. A mistura de estilos textuais - poesia, crônica, conto e textos teóricos - dá o tom do trabalho, que tem uma relação profunda com as imagens em vídeo. Na peça, Diego Marchioro se relaciona com imagens de artistas que participam ativamente do Projeto Te(a)tralogia: Isabel Teixeira, Beto Bruel, Cida Moreira, Ná Ozzetti, Nadja Naira, Edith de Camargo e Fernando de Proença - diretor da montagem, atuam em vídeo, ancorando a relação da cena e convidando o público a refletir sobre modos de vida e sobre a morte. A captação de imagens é de Alan Raffo e a montagem é de Pedro Giongo.

Na peça, Diego também interage com objetos visuais criados especialmente para a montagem como uma Máquina de Cavar, criada pelo artista Guto Lacaz, a obra Segunda Natureza, de Milla Jung e um mobiliário de cena, criado por Erica Storer - que assina o cenário de O Coveiro. Também faz parte da montagem, um adereço de cabeça criado pelo estilista Walério Araújo. A trilha sonora é de Edith de Camargo e a iluminação de Beto Bruel.

Os artistas articulam a peça e a instalação a partir do hibridismo de linguagens - para encontrar o público, fazem encontrar teatro, artes visuais e cinema que, misturados, criam uma peça instalação sinestésica a fim de mexer com a percepção dos espectadores e refletir sobre vida e morte.

O Coveiro também apresenta uma canção inédita composta por Ná Ozzetti que grava, pela primeira vez, com a cantora Cida Moreira.

Este projeto encerra as ações de TE(A)TRALOGIA - projeto de construção de 4 peças de teatro autônomas que investigam modos e meios de construir a cena a partir de dispositivos como a criação de matérias textuais em sala de ensaio e a pesquisa de materialidades como agentes dos trabalhos. O encontro entre os idealizadores deste projeto – Diego Marchioro, Fernando de Proença e Isabel Teixeira – aconteceu em 2016, com a criação da primeira peça da tetralogia: LOVLOVLOV – peça única dividida em cinco choques - trabalho criado a partir das cartas de amor de Carmen Miranda. Em 2019, estreia a segunda peça deste projeto – PEOPLE vs. PEOPLE – O trabalho explicita a manipulação de discursos que, retirados de seus contextos, podem incriminar e condenar. Em 2022, entra em cena O UNIVERSO ESTÁ VIVO COMO UM ANIMAL, terceira peça da TE(A)TRALOGIA criada a partir da vida e obra do cientista Nikola Tesla. Em 2024, O COVEIRO encerra este projeto amplo, apresentando uma peça instalação sobre vida e morte . Além das peças de teatro, o projeto se alarga a fim de pensar a expansão de ações em teatro: em 2020 cria a áudio série PEOPLE vs. TESLA e, em 2021, o longa documental TE(A)TRALOGIA.

O COVEIRO é um trabalho multimídia que oferece, além da peça, uma instalação de mesmo nome que fica aberta à visitação durante a temporada do trabalho.

Ao longo da criação da peça-instalação, o projeto ofereceu 32 oficinas gratuitas com os criadores da Rumo de Cultura, sobre as especificidades da criação da cena, oferecidas para alunos de teatro e pessoas interessadas em processos híbridos de criação de cena contemporânea.
Este projeto foi realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivadores: UNINTER, IPO, Divesa e Phil Young 's.
Ficha Técnica

idealização e dramaturgia > Diego Marchioro e Fernando de Proença
direção > Fernando de Proença
com > Diego Marchioro
participação em vídeo > Beto Bruel, Cida Moreira, Edith de Camargo, Fernando de Proença, Isabel Teixeira, Ná Ozzetti e Nadja Naira
máquina de cavar, cartelas e identidade visual > Guto Lacaz
obra > Segunda Natureza - Milla Jung
canção original > composição de Ná Ozzetti a partir do poema de Giuseppe Tomasi di Lampedusa
piano e voz > Cida Moreira
voz > Ná Ozzetti
produção musical, gravação e mixagem > Ivan Gomes - Estúdio Lebuá
cenário > Érica Storer
cenotécnico > WL Cenografia - Will Batista
iluminação > Beto Bruel
assistência de iluminação > Wagner Corrêa
trilha sonora > Edith de Camargo
direção de fotografia > Alan Raffo
edição e montagem > Pedro Giongo
técnico de projeção >Pablo Colbert
técnico de som > Derico Santos
figurino -> Diego Marchioro
adereço de cabeça > Walério Araújo
fotografias > Elenize Dezgeniski e Lidia Ueta
design > Julia Brasil
assessoria de imprensa > Fernando de Proença e Paula Melech
estratégia de mídias digitais > Gabi Berbert
libras > Talita Grünhagen - Taé Libras e Cultura
mediação > Roberta Ninin
pesquisa antropológica > Maria Eduarda Rodrigues
direção de produção > Cindy Napoli
produção > Elisa Cordeiro
captação de incentivo > Carol Roehrig
coordenação de produção > Diego Marchioro| Rumo de Cultura

Serviço:
[Teatro] O Coveiro
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 - Centro
Datas: de 31 de julho e 18 de agosto de 2024
Horários: Quarta a sábado às 20h | Domingo às 19h
Ingressos: Entrada franca. Retirada de ingressos na bilheteria a partir de 1h antes.
Classificação: 16 anos
Duração: 60 minutos

[Instalação] O Coveiro
Local: Galeria Mezanino da CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 - Centro
Datas: de 1º a 18 de agosto de 2024
Horários: Terça a sábado das 10h às 18h | Domingo das 10h às 17h
Ingressos: Entrada franca. Retirada de ingressos na bilheteria a partir de 1h antes.
Classificação: Livre
Acesso a pessoas com deficiência 
Apoio: CAIXA e Governo Federal
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello se apresentam em Curitiba com a comédia ‘Conserto para Dois, O Musical’

Espetáculo é apresentado no Teatro Guaíra em data única, no dia 24 de agosto, às 21h

Comédia musical 100% brasileira retorna aos palcos com nova turnê e temporada

Ingressos podem ser adquirido nas bilheterias oficiais ou através do site https://www.diskingressos.com.br/

Crédito: Gabriela Schmidt
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Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello já têm data marcada para voltar ao teatro: dia 24 de agosto, às 21h, com a reestreia de “Conserto para Dois, O Musical”, no Teatro Guaíra, em Curitiba-PR. Depois do sucesso que foi a temporada e turnê em 2022, eles voltam em turnê e temporada com apresentações em cidades inéditas. Além de Curitiba, a agenda da circulação contempla as cidades de Pirassununga e Lençóis Paulista, no interior de São Paulo, as capitais do Rio de Janeiro-RJ e Vitória-ES, e uma temporada na cidade de São Paulo, no Teatro Frei Caneca. O espetáculo é apresentado por Ministério da Cultura e Bradesco Seguros.

“Sentimos que ficou um gostinho de quero mais no público. Encerramos uma temporada com casa cheia e ingressos esgotados. Percebemos que ainda tinha mais gente que gostaria de ver essa comédia que é ‘Conserto para Dois, O Musical’ e decidimos fazer mais um temporada”, explica Claudia, que além de dividir o palco com Jarbas e se revezar com ele para interpretar os 12 personagens da história, ainda produz o espetáculo: “Quando voltamos no ano passado, ficamos na dúvida de como seria para o público voltar ao teatro, se eles iriam novamente, como seria essa retomada… Mas o abraço tão carinhoso deles superou e muito nossa expectativa. Então, estamos de volta!”.

Jarbas, por sua vez, também tem função dupla na montagem: além de estrelar “Conserto para Dois, O Musical” ao lado de Claudia, ele é o diretor do espetáculo. “Foi a primeira vez que dirigi Claudia e deu tudo muito certo. Ela é uma atriz que gosta de ser dirigida, que gosta da troca que essa dinâmica entre ator e diretor propõe. Então, o trabalho sempre fluiu de uma maneira muito boa. Acho que isso se traduz no palco, no encantamento que o público sente ao assistir ao espetáculo”, conta Jarbas: “O teatro já é mágico por si só. E acho que nosso musical traz uma magia ainda maior porque o público mesmo não entende como só nós dois podemos interpretar todos os personagens da história. Isso, aliás, rende histórias hilárias. Minha mãe, por exemplo, não me reconheceu quando eu estava no palco caracterizado como Dona Socorro (risos)”.

“Conserto para Dois, O Musical” conta a história de amor, encontros e desencontros entre o famoso escritor Ângelo Rinaldo (Jarbas) e a atriz internacional Luna de Palma (Claudia). Separados, os dois embarcam em um cruzeiro para esquecerem a desilusão amorosa. Eles só não contavam embarcar no mesmo navio, Sinfonia dos Mares, rumo à Antártida. É nesse cenário que se desenrola toda a história, criada por Anna Toledo a convite de Claudia e Jarbas.

“Eu cresci assistindo à Claudia Raia fazendo ‘TV Pirata’. Eu queria explorar aquele humor absurdo. Claudia e Jarbas são minhas grandes referências no teatro musical. Acho que assisti a tudo que eles fizeram no teatro nos últimos 20 anos. Os dois têm um sólido arcabouço de recursos cênicos, corporais, vocais. Sabendo para quem eu escreveria, muito dos personagens e situações já se desenharam”, afirma a roteirista.

Anna trabalhou lado a lado com o diretor musical, Tonny Lucchesi, e Thiago Gimenes para criar as músicas de “Conserto para Dois, O Musical”. Afinal, no teatro musical elas também contam a história que está se desenvolvendo, elas estão inseridas dentro da dramaturgia.

“Os temas foram pensados para dar todo esse clima de comédia. Como são muitos personagens, cada um tem uma característica musical bem marcante, que pretende dialogar muito com o público. Temos o luxo de ter Kátia Barros coreografando. É muito legal ver a conversa entre música e movimento que desenvolvemos. Além disso, Claudia e Jarbas são muito criativos e trazem humor para as canções”, pontua Tony.

O cenário, criado por Natália Lana, é praticamente um personagem da história. Ele vai se desdobrando para virar cenário para todos os momentos da divertida história que se desenvolve. Os figurinos são fundamentais porque eles ajudam a dar o tom da diferença entre as personas, que têm partituras corporais, timbres e trejeitos diferentes. O figurinista Bruno Oliveira ainda tinha um desafio muito importante: criar roupas que pudessem ser tiradas e colocadas entre 5 e 10 segundos. Sim, é mais ou menos esse o tempo que Claudia e Jarbas têm para sair de um personagem e entrar em outro.

“Trabalhamos muito com a Kátia Barros, nossa codiretora e coreógrafa, para criar os trejeitos e as partituras corporais de cada personagem. O figurino embala tudo isso. Já a preparação vocal ficou por conta do maestro Marconi Araújo, que é também quem assina a direção musical e vocal do disco do espetáculo, que lançamos com 10 faixas”, aponta Jarbas.

Navegando por outras águas

Com “Conserto para Dois, O Musical”, Claudia e Jarbas apostaram em criar novas formas de o público se entreter com o teatro musical. A dupla lançou o disco de espetáculo, com 10 faixas. Algo ainda pouco explorado no Brasil. As gravações aconteceram em um estúdio em São Paulo. O maestro Marconi Araújo é quem assina a direção musical e vocal do álbum.

“Eles já sabiam o texto e as músicas, já tinham feito o espetáculo, as concepções todas já estavam na cabeça. Eu realmente só precisei adaptar para o universo do disco. Acho que foi um processo muito tranquilo para eles. Tanto é verdade que gravamos o disco muito rápido, foi um processo que levou três dias. Eles realmente estavam muito preparados para fazer”, diz o maestro Marconi Araújo, que acredita que o lançamento do disco vai abrir mais um espaço para o teatro musical brasileiro: “Poucos espetáculos puderam fazer isso no Brasil. Alguns fizeram, mas, especificamente no nosso caso, tem um diferencial: no nosso caso, não é um álbum só das músicas, também há a parte de texto que une a história. Então, não é um álbum de músicas, é um álbum de dramaturgia. Isso é uma coisa diferente, acho que inédita, e pode sim abrir porta para outros espetáculos que queiram registrar o seu trabalho. Afinal de contas dá tanto trabalho e a gente acaba não ficando com registro nenhum nas plataformas digitais. Com certeza abre uma nova fronteira para o mercado de teatro musical brasileiro”.

As novidades não pararam por aí. Uma das faixas, “Tô bem melhor sem você”, ganhou um clipe, lançado em dezembro do ano passado. “Essa foi uma grande homenagem à comunidade LGBTQIA+, que sempre me acompanhou nesses quase 40 anos de carreira. Convidei para estarem comigo Marcia Pantera, Gysella Popovick, Catherrine Leclery, Salete Campari, Laysa Bombom, Alexia Twister, Silvetty Montilla, Allyssa Drummond, Lilian Ravani, Thália Bombinha e Rafaelly Poul. A Catherrine, por exemplo, veio da Alemanha especialmente para gravação”, relembra Claudia.

Marcella Rica é quem assina a direção do clipe, que foi gravado na boate Blue Space: “É sempre uma delícia e um privilégio trabalhar com a Claudia e com o Jarbas. Quando ela me ligou pedindo ajuda pra realizar essa ideia, eu não pensei duas vezes, ainda mais com a oportunidade de exaltar a arte drag e trabalhar com esse squad maravilhoso! Foi uma correria louca (risos). Realizamos tudo - da visita de locação, gravação, pré e pós produção - em uns quatro dias, se não me engano. E para isso contamos com a ajuda de uma equipe muito maravilhosa, que merece todos os aplausos! A ideia era também fazer esse paralelo com a linguagem do espetáculo, onde eles trocam de roupa com uma rapidez incrível diversas vezes durante a peça. Por isso, a ideia dos planos sequência com transições rápidas, que trazem um certo ilusionismo”.

Com texto de Anna Toledo, músicas dela, Thiago Gimenes e Tony Lucchesi, que também assina a direção musical do espetáculo, “Conserto para Dois, O Musical” volta em turnê nacional, com apresentações de 24 de agosto a 15 de dezembro. O espetáculo é apresentado por Ministério da Cultura e Bradesco Seguros.

FICHA TÉCNICA

Texto: Anna Toledo
Músicas: Thiago Gimenes, Tony Lucchesi e Anna Toledo
Direção: Jarbas Homem de Mello
Codireção e Coreografias: Kátia Barros
Diretor Musical: Tony Lucchesi
Design de Som: Tocko Michelazzo
Design de Luz: Jarbas Homem de Mello e Jackis Roberto
Cenário: Natália Lana
Figurinos: Bruno Oliveira
Visagismo: Dicko Lorenzo
Elenco: Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello
Participação Especial: Guilherme Terra
Diretor Musical Assistente, Arranjos e Piano: Guilherme Terra
Diretora Residente: Sabrina Mirabelli
Produção: Amanda Leones – Versa Cultural
Produção Geral: Raia Produções
Realização: Magali Elena Produções, Bradesco Seguros e Ministério da Cultura - Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução
Assessoria de imprensa: Motisuki PR

Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros
Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.
Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderella”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Conserto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”.

SERVIÇO - “CONSERTO PARA DOIS, O MUSICAL”

Duração: 100 minutos
Classificação indicativa: 10 anos

CURITIBA-PR
Local: Teatro Guaíra
Endereço: R. XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba - PR, 80060-000
Data: 24 de agosto
Dias de exibição: sábado
Horários de exibição: 21h, sábado

PLATEIA: R$110,00 meia entrada e R$220,00 inteira
PRIMEIRO BALCÃO: R$75,00 meia entrada e R$150,00 inteira
SEGUNDO BALCÃO: R$21,18 meia entrada e R$42,36 inteira

INGRESSOS
Atendimento presencial:
Bilheteria do Teatro Guaíra: nos dias de apresentação, a partir das 14h;
Loja Shopping Muller: Seg. à Sex.: 10h às 14h / 15h10 às 18h; Sáb.: 12h às 16h / 17h10 às 20h
Teatro Positivo: Seg. à Sex: 11h às 15h / 16:10h às 20h; Sáb.: 17h às 21h
Teatro Fernanda Montenegro: Seg. à Sex.: 10h às 14h / 15h10 às 18h; Sáb.: 12h às 16h / 17h10 às 20h
Atendimento online:
https://www.diskingressos.com.br/

“Dóceis” volta em cartaz no fim de julho

Peça inspirada em conto de Dostoievski foi destaque no Fringe 2024

A peça teatral “Dóceis”, inspirada em um conto de Fiódor Dostoievski retorna em cartaz na quinta, 25 de julho, depois de sessões lotadas no Fringe do Festival de Curitiba. A montagem assinada por Licurgo Spínola ragora cumpre temporada no Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, através do edital de Fomento e Difusão em Teatro, do Fundo Municipal de Cultura de Curitiba

Com Natalie Fronczak e Emerson Rechenberg no elenco, a estória, inspirada em um fato real, retrata a relação improvável entre um dono de uma loja de penhores e uma jovem órfã, marcada pela dificuldade na comunicação e pela diversidade de interesses de ambos, culminando em um casamento tóxico, abusivo e trágico.

Montada originalmente em 2022, a peça foi apresentada em outras cidades do estado e passou por algumas reformulações ao longo do tempo, resultado de pesquisas e de novas abordagens, tanto textuais quanto na encenação. A versão atual, em cartaz em Curitiba, é mais simbólica e dinâmica, potencializando a interpretação dos atores.
Nessa nova fase, a atriz Natalie Fronczak, que tem se destacados por suas atuações no audiovisual, se junta ao já veterano Emerson Rechenberg, que completa 30 anos de teatro em 2024 e que é responsável por outra montagem relevante adaptada do mesmo autor: Memórias do Subterrâneo, que conta em sua trajetória com centenas de apresentações, também produzida pela Casa de Artes Helena Kolody.

As apresentações contarão com tradução em Libras em todas as sessões, e a entrada é gratuita, por ordem de chegada, respeitando a lotação do espaço. Após as apresentações, serão realizadas rodas de conversa com o elenco e diretor, sobre o processo de montagem, como contrapartida do projeto.

Ficha técnica: Dóceis, adaptada da obra de Fiódor Dostoievski / Direção: Licurgo Spínola / Elenco: Natalie Fronczak e Emerson Rechenberg / Figurinos: Gilca Rigotti / Iluminação: Vini Sant / Cenografia: Licurgo Spínola e Emerson Rechenberg / Sonoplastia: Chico Paes / Fotos: Lucas Szabo / Produção: Casa de Artes Helena Kolody

Serviço:
Dóceis - Casa de Artes Helena Kolody
de 25 de julho até 04 de agosto
quinta a domingo, 20h.
Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222. 41 3321-3358
Entrada franca.
Ingressos distribuídos uma hora antes das apresentações.
Sujeito à lotação.
Intérprete em Libras em todas as apresentações
Tempo de duração do espetáculo: 70 minutos
Classificação etária: 18 anos
Contato do Produtor: 99613-3410
Instagram: @teatrodebolsocuritiba @casahelenakolody

Chico Mello e Hélio Brandão – O Reencontro Músicos curitibanos se apresentam em duas sessões, em julho, no Guairinha

O cenário musical de Curitiba será palco de um evento que reúne dois grandes nomes da música paranaense. O projeto "Chico Mello e Hélio Brandão - O Reencontro" acontece em duas apresentações, 27 e 28 de julho, no Guairinha, e promete reviver a colaboração que marcou a carreira dos músicos a partir da década de 80 e que continua a influenciar a música local e internacional até hoje.

Chico Mello e Hélio Brandão desenvolveram, cada um a seu modo, uma voz musical que se destaca pela inovação e pela capacidade de dialogar com diferentes estilos musicais. Este reencontro busca dar continuidade a mais de 40 anos de um produtivo debate sobre os novos caminhos da música paranaense e sua relação com o Brasil e o mundo, sempre valorizando a individualidade musical.

O reencontro dos músicos será documentado para celebrar uma parceria que, no início de suas carreiras, resultou na gravação do aclamado LP "Chico Mello - Helinho Brandão" em 1984. O trabalho, inclusive, foi reconhecido como um dos dez melhores LPs independentes do Brasil e recebeu o Troféu Chiquinha Gonzaga, no Rio de Janeiro.

Chico Mello é compositor, violonista, cantor e pianista de destaque no cenário internacional, conhecido por suas composições inovadoras que transitam entre a Europa e o Brasil. Em 1987, Chico Mello foi para a Alemanha, onde faz carreira até hoje, em Berlim.

Hélio Brandão, por sua vez, seguiu outros caminhos no Brasil, focando na música instrumental e no jazz. Hélio possui uma carreira reconhecida, recebendo o prêmio Trajetórias da Lei Aldir Blanc em 2020, por sua carreira de mais de 20 anos.

Participação Especial de Leonardo Gorosito
Para enriquecer ainda mais o espetáculo musical, o duo convidou Leonardo Gorosito, um dos mais importantes músicos da nova geração paranaense. Sua participação promete renovar e expandir as discussões estéticas iniciadas por Chico e Hélio, contribuindo para reflexões que podem influenciar gerações futuras de músicos.
Este reencontro, viabilizado pelo edital da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), busca intensificar esses diálogos musicais e trazer ao público a riqueza dessas experiências.

Serviço
Evento: "Chico Mello e Hélio Brandão - O Reencontro"
Datas: 27 e 28 de julho
Horário: 20h00.
Local: Teatro Guairinha, Curitiba
Ingressos:
Link dia 27 de julho:
https://deubalada.com/evento/395/Chico_Mello_e_Hlio_Brando-_O_Reencontro
Link dia 28 de julho:
https://deubalada.com/evento/396/Chico_Mello_e_Hlio_Brando-_O_Reencontro

Ficha Técnica
Proponente, Direção Artística, e Solista Sax: Hélio Brandão
Produção Executiva/ Arranjos/Solista Piano Voz e Violão: Chico Mello
Solista Percussionista: Leonardo Gorosito

Coordenação Geral de Projetos: Marcelo Lemos da Silva
Assistente de Produção: Ana Paula Machado

Contrapartida Social/Ministrante da Oficina de Musicalização Coral Inclusivo: Luiz Alberto Amorim de Freitas
Contrapartida Social/Pianista: Fábio Rodrigo Cardoso

Produção de Vídeo: Luciano Coelho
Gravação de Áudio e Sonorização do Show: Vinícius Araujo
Iluminação: RODRIGO ZIOLKOWSKI

Assessoria de Imprensa e Redes Sociais: Com Leite Comunicação
Design: Alexis Graf
Locação de Piano: Donizete Bonifácio

Recital Música Inesperada traz a música do mundo

As canções tradicionais de países por onde passaram as rotas da Seda vão ser
apresentadas pelo grupo Studium Musicae.

O STUDIUM MUSICAE – Ateliê de Música Histórica volta ao Teatro do Paiol, após três décadas, desta vez para o recital-gravação do documentário MÚSICA INESPERADA. O grupo - que já foi composto por várias formações – teve no Paiol seu mais frequente palco nos anos 80 e início dos 90. Os concertos agora acontecerão nos dias 31 de julho e 1º de agosto. O documentário que está em fase final de gravações é dirigido por Neni Glock, que no passado fotografou o grupo desde quando ele se chamava Conjunto Renascentista de Curitiba.
O Conjunto Renascentista de Curitiba nasceu em 1981 por iniciativa da gambista Eunice Brandão (1960-2001) com apoio da Fundação Cultural de Curitiba, do maestro Roberto de Regina e da cravista Ingrid Serafim. No segundo semestre de 1983 passa a se chamar STUDIUM MUSICAE e no ano seguinte grava o LP “As Cruzadas”, o primeiro dedicado integralmente a música medieval em todo país. O grupo coordena festivais de música organizados em Curitiba. Em 1987 o grupo faz sua primeira parada, retornando em 1990 com nova formação, que perdura até 1994, quando realizam uma turnê pelos Países Baixos, que gerou o CD “HollandTour”, gravado ao vivo em uma igreja em Thesinge.
O grupo ressurge em 2022 com o CD triplo “Tríptico”, produzido por Alvaro Collaço, que traz a música dos dois grupos, recupera os dois discos lançados e gravações inéditas, a maioria exatamente no Teatro do Paiol. Em abril de 22 o grupo decidiu retornar às atividades com novos músicos. Atualmente, três músicos são da primeira formação: Flávio Stein, Norberto Pavelec e Plínio Silva. O violista Júlio Cesar Coelho é, com Plínio, da formação dos anos 90. Ao grupo se uniram em 2022 as cantoras Daniele Oliveira e Márcia Kaiser e o percussionista Fábio Mazzon. Mais recentemente, o vielista Mateus Sokolowski.

O Concerto
O programa do concerto tem uma proposta baseada no encontro. O encontro com um repertório instigante, que reúne instrumentos das mais diversas origens, colocados em diálogo de uma maneira criativa e inovadora; o encontro de vozes e línguas diversas. No sentido figurado porque cada integrante com sua longa experiência desenvolveu uma voz própria como intérprete. No sentido concreto porque o programa prevê música polifônica – portanto, com várias vozes – e também com várias línguas.
MÚSICA INESPERADA traz canções e também música instrumental pertencentes ao repertório dos inúmeros países por onde as Rotas da Seda cruzaram, no meridiano que passa por Portugal e Japão, percorrendo planícies, desertos, montanhas, mares, cruzando cidades, acampamentos, esconderijos de povos nômades até grandes impérios fundadores tanto no Ocidente, quanto no Oriente.
“Essa é uma proposta que vai muito além da música. Trata da cultura, da fé, do comércio, do intercâmbio entre povos, não só considerando as condições geográficas, mas também através do tempo, já que as Rotas iniciam séculos antes de Cristo, e permanecem cada vez mais ativas até o século XXI. Atualmente, inclusive, governos pretendem reinventá-las até de forma virtual”, afirma Flávio Stein, que ocupa a direção geral do concerto ao lado de Plínio Silva.
“O nosso encontro mais incisivamente é com o outro. Esse é um projeto que quer dar destaque a alteridade, porém, mais do que destacar as diferenças e confrontos, quer mostrar as semelhanças e a capacidade humana de dialogar e traduzir o mundo para o diferente, o estrangeiro”, finaliza Flávio que considera o concerto uma aventura-desafio com o objetivo de trazer para a contemporaneidade – e claro, para um público amplo - uma reflexão profunda sobre o momento em que vivemos.
Studium Musicae em Música Inesperada é projeto aprovado pela lei de incentivo à cultura da Prefeitura Municipal de Curitiba, categoria Mecenato, e com apoio do Instituto Joanir Zonta-Supermercados Condor. A realização é de Alvaro Collaço Produções. Os concertos têm entrada franca.

SERVIÇO
Rotas da Seda: a música do mundo
Data: 31 de julho e 1º de agosto
Horário: 20h
Local: Teatro do Paiol - R. Cel. Zacarias, 51 - Prado Velho, Curitiba
Gratuito

PROGRAMA
Mevlana Macedônia
Lament Grécia
Epitaph Grécia
AvinuMalkeinu Israel

Chevalier mult estes guariz França
Gurun Armênia
Una pastora yo ami Sefaradid
Qosh Uzbequistão

Ondas do mar de vigo Portugal
Mongolia Mongólia
Psaume Rússia

Respiração da Primavera China/Taiwan
La Benedetta Itália
SnakeCharmer Índia
Cantiga de Santa Maria nº 18 Espanha

INTEGRANTES
Studium Musicae
Ateliê de Música Histórica

Daniele Oliveira voz
Marcia Kaiser voz
Norberto Pavelec voz, vièle
Fábio Mazzon percussão
Flávio Stein flautas, xiao
Júlio Coelho vièle, rabeca
Mateus Sokolowski viela de roda, bouzouki, bandolim
Plínio Silva harmonium, flautas

Direção Geral: Flávio Stein & Plínio Silva
Arranjos: o grupo
Transcrições: Plínio Silva
Transcrições fonéticas: Norberto Pavelec e Marcia Kaiser

Leticia Sabatella reúne a arte paranaense e pernambucana neste final de semana

Com ingressos esgotados, o Teatro do Paiol recebe nesta sexta (19) e sábado (20) Leticia Sabatella, Juliano Holanda, Eugênio Fim e Luiz Felipe Leprevost

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(Foto: Divulgação)

Entre o sul e o nordeste brasileiro, existe uma distância longínqua. Mas, pela arte do encontro, os sotaques e as relações culturais abrangem diversas possibilidades. Da poética entre a palavra escrita e a falada, é nesta tenuidade que surge o show ´´Leticia Sabatella convida Juliano Holanda``, onde os artistas compartilham em cena, as canções do álbum ´´Poéticas da Terra em Crise``, lançado durante a pandemia.

O show no Teatro do Paiol, nesta sexta (19) e sábado (20), a partir das 20h, traz também, a participação especial do escritor, dramaturgo, ator e compositor, Luiz Felipe Leprevost, com direção musical de Eugênio Fim. Os ingressos para sexta-feira estão esgotados.

Mineira criada em Curitiba, Leticia Sabatella é de casa, conhece bem os palcos da cidade. Por outro lado, Juliano Holanda, desembarca na capital, diretamente de Pernambuco, e traz consigo, o seu repertório de vida e arte que engrandece o encontro entre os artistas.

Embora não seja a primeira vez que o compositor e instrumentista natural de Goiana (PE), esteja em Curitiba, esta junção entre eles, consolida nesta apresentação inédita, as canções que integram o álbum ´´Poéticas da Terra em Crise``, com produção musical assinada pelo músico Eugênio Fim. Desenvolvido durante a pandemia, segundo Leticia Sabatella, o projeto não é datado. Porém, expressa a realidade de um processo que extrapola os laços artísticos.

“Eu sou extremamente grata ao Emerson Rechenberg e ao Eugênio Fim, por terem me convidado durante a pandemia para fazer parte desse projeto, ter fomentado a minha criatividade neste encontro de ideias. Em um momento tão triste, foi um abraço à distância. Esse sentimento ainda existe, pois temos coisas boas daquele período para rememorar também. Isso é a arte, ela acontece em seus momentos e nos salva das crises, em sua emergência. É muito legal encontrar essa cena com diversos profissionais de diversas áreas entre o Paraná e o Nordeste”, ressalta a multiartista.

Com produção executiva assinada por Emerson Rechenberg, há três anos, quando Letícia convidou Juliano para integrar o projeto, foi um desafio abismal. Além da pandemia, toda a equipe estava em uma localidade distinta. Ainda assim, a sensibilidade entre eles possibilitou a reunião de um repertório atemporal.

“O tema proposto por Letícia é o centro gravitacional, e o repertório foi se desenhando a partir dele. Acaba que ficou um misto de canções pandêmicas e pós-pandêmicas. Durante a pandemia, cada um criou seu próprio formato de produção”, pondera Juliano Holanda.

Sobre o álbum

Com seis canções, além de confrontar o tempo, em ´´Poética da Terra em Crise``, o álbum reúne as composições de Zélia Duncan e Juliano Holanda – em ´´Apesar do Mundo``; Tio Tonho Champoski e Eugênio Fim – em ´´Sobre Hoje``; Chico Paes e Octávio Camargo – em ´´Laika``; e Luiz Felipe Leprevost e Thiago Catarino em ´´Senhores do Ódio``.

´´As crises são cíclicas e permanentes. Estar em crise é uma condição de crescimento e transformação. A gente ainda está vivendo diversas crises e recomeços. Existe um caráter universal. Para nós enquanto humanidade, lidar com tudo isso, com a poética e tantos artistas, é uma proximidade de construções diárias. A gente entende que sempre terá crises pessoais para também ser espelhada nesta poética``, ensina Leticia.

Com produção musical e arranjos assinados por Eugênio Fim, à distância, o processo criativo e a colaboração entre os três, foi norteada por uma sonoridade onde a preocupação estética reflete a poética da palavra escrita. Para o produtor, a realização do projeto durante a pandemia foi um desafio quase distópico, mas o alinhamento artístico foi imprescindível para o conceito do álbum.

“Batendo um papo com a Leticia ela chegou nesse nome que era justamente o estopim do isolamento social. Nós gravamos tudo de forma online e à distância. Foi um projeto árduo e bem intimista. É uma estética eletrônica, o processo é orgânico para o eletrônico nascer. Existem diversos contrapontos nas nuances sonoras”, reflete Eugênio Fim.

Sobre o show

Em ´´Letícia Sabatella convida Juliano Hollanda``, em ambas apresentações, o show conta ainda com a participação especial do escritor, dramaturgo, ator e compositor, Luiz Felipe Leprevost, com a direção musical de Eugênio Fim. Neste encontro de sotaques, a apresentação estreita os laços entre o nordeste e o sul. Para Juliano, realizar este show é um ciclo natural para fortalecer a proposta do projeto.

´´Quando a Letícia me falou do projeto e perguntou se eu tinha canções que coubessem. Acabei escrevendo uma com Zélia e ela escolheu “Porque você”, de minha autoria e que já havia sido gravada por Almério. Nós trabalhamos numa série chamada ´Amorteamo`, anos atrás. E desde lá, já rolou muita empatia e identificação. Aqui e ali estivemos por outros palcos, como no projeto Alfarrábio Sonoro, junto com Lirinha, Anelis Assumpção e Ava Rocha. Também estive com ela na Marcha das Margaridas, em Brasília. Acho natural que haja esse desdobramento”.

Após três anos, o palco do Teatro do Paiol, será marcado por um dos principais shows deste ano. Desde o conceito do projeto, até a realização desta performance, condensar a apresentação entre eles, é o início de um novo ciclo.

“A sensação em realizar este show é de preencher uma lacuna, embora a gente tenha ficado extremamente grato por realizar nas condições que fizemos e termos sobrevivido enquanto perdíamos muitas pessoas próximas, havia sempre a sensação de frieza da distância que o show vai complementar agora com o público”, explica Emerson Rechenberg, responsável por assinar a produção do show que integra a programação cultural dos 20 anos da Casa Helena Kolody.

Para Eugênio Fim, o show é complementar ao álbum. Porém, a construção para os dois dias de apresentação, é um processo em constante desenvolvimento. ´´Poder guiar todo esse processo e estarmos ao vivo pela primeira vez, é criar um espaço dramatúrgico de imersão. A estética final com as projeções e o som é um processo de maturação. É uma instalação audiovisual performática. Nós tivemos poucos ensaios, a emoção é de pura adrenalina e satisfação``.

Da terra em crise às possibilidades poéticas, a reunião cultural de repertórios e vivências distintas, afloram as perspectivas geográficas que serão celebradas com nomes essenciais da cena artística brasileira.

“Eu sou apaixonada pelos nossos poetas de Curitiba. Temos algo peculiar, muito próprio. Apesar da mesma língua de alma, e também da portuguesa, são outros sotaques neste encontro”, festeja Leticia.

Com ingressos esgotados para o show de abertura na sexta-feira (19), ainda é possível adquirir para o sábado (20), pela plataforma Deu Balada, neste link. Ambas as apresentações têm início às 20h, no Teatro do Paiol.

No sábado, além do show, Leticia Sabatella, Juliano Holanda e Eugênio Fim participam de um bate-papo aberto ao público no Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme 66), a partir das 10h, com entrada gratuita.

Em ´´Leticia Sabatella convida Juliano Holanda``, o show é um projeto realizado com recursos de apoio à cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Com a realização da Casa de Artes Helena Kolody.

Serviço

Leticia Sabatella convida Juliano Holanda
Quando: 19 (sexta-feira) e 20 (sábado) de julho
Onde: Teatro do Paiol
Endereço: Cel Zacarias, nº 51 - Prado Velho
Abertura do Teatro: 19h
Início do show: 20h
Valores: Entre R$10 e R$20
Ingressos disponíveis em Deu Balada

Ficha Técnica

Realização: Casa de Artes Helena Kolody
Produção Executiva: Emerson Rechenberg
Direção Artistica: Letícia Sabatella
Direção Musical: Eugênio Fim
Musicos: Alonso Figueroa e Vina Lacerda
Cenografia: Guenia Lemos
Iluminação: Nádia Luciane
Libras: Jonatas Medeiros
Assistência de Produção: Mariane Antunes
Assessoria de Imprensa: Lucas Cabaña (Cabana Assessoria)
Artes: Andye Di
Videomaker: Roni Nascimento
Apoio: Soy Loco por Ti, Nina e Jacobina

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DE APOIO À
CULTURA - FUNDACAO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA
--

Espetáculo teatral traz Édipo: uma Ópera Rap no Guairinha

Aliando o clássico ao contemporâneo, a peça traz uma perspectiva feminina do mito de Sófocles, adaptação de Marcelo Bourscheid, produzido pela Entre 2 Produções para desmistificar e ampliar o olhar sobre as mulheres na história que sempre padeceram sob a tragédia grega, estreia dia 8 de agosto, gratuitamente, no Guairinha, em Curitiba.

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Equipe de “Édipo: Uma Ópera Rap”, reunida para a montagem com estreia marcada para dia 8 de agosto no Teatro Guairinha, em Curitiba. Foto de Rapha Fernandes (acesse aqui para mais imagens: Fotos e arte - Édipo: uma ópera rap )

Já imaginou misturar música clássica, com o rap, um mito trágico sob a perspectiva das mulheres praticamente esquecidas na história? Essa é a resposta cênica proposta pelo espetáculo Édipo: uma ópera Rap, montagem da Entre 2 Produções, que estreia dia 08 de agosto às 20 horas no teatro Salvador de Ferrante, o Guairinha. A obra é conduzida pela diretora Jossane Ferraz, dramaturgia de Marcelo Bourscheid, direção e composição musical de André Ricardo Souza e direção de movimento com Raphael Fernandes. Todo o processo foi feito de forma colaborativa e conduz o público para um olhar crítico feminino. Ismene e Antígona, representadas pelas atrizes e cantoras Taciane Vieira e Jaquelivre dão voz e corpo às filhas do rei Édipo, o mais infeliz de Tebas, soma-se a elas para narrar a história a cantora lírica Vanessa Rafaelly.

Um dos mais emblemáticos mitos da antiguidade greco-romana, Édipo ainda intriga estudiosos e artistas, e ainda é fonte inesgotável nas artes cênicas para análise das relações entre a cena contemporânea e o imaginário grego. De acordo com a diretora, o espetáculo se fundamenta na transposição dos elementos presentes no mito de Édipo para o contexto contemporâneo, “a base é uma dramaturgia própria resultante em um universo cênico com inúmeras pulsões e imagens poéticas oriundas do mito”, revela Joss. As protagonistas femininas cantoras juntam-se com uma orquestra majoritariamente formada por mulheres, ao corpo de baile - um grupo diverso de bailarinos de diferentes estéticas da dança hip-hop com influências de danças clássicas, jazz e dança contemporânea - agregar força e movimento a esta obra, assumindo, formações diferenciadas em cena e executando coreografias que vem completar o fio dramatúrgico do espetáculo.

“Nosso trabalho tem um caráter híbrido e dialoga com elementos da ópera, da tragédia, do hip hop e seu processo de criação promove a fricção criativa de artistas do hip-hop, músicos e compositores de formação erudita, cantoras líricas, atrizes cantoras, como agentes criativos nesta investigação pela tragédia de Sófocles”, conclui a diretora Jossane Ferraz.

Serviço
ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP
Estreia: 08 de agosto 2024 - 20 horas
Dia 9, 16h e 20h.
Dia 10, 16h e 20h.
Dia 11, 19h.
Local: Guairinha - Auditório Salvador de Ferrante
Rua XV de Novembro, 971 - Centro
Ingressos: Gratuitos

Sinopse
Édipo: Uma Ópera RAP

A clássica narrativa de Édipo, o rei tebano que mata o pai e se casa com a própria mãe, é um dos mitos mais conhecidos da antiguidade clássica. No espetáculo “Édipo: Uma Ópera RAP”, essa história é recontada a partir da perspectiva das filhas de Édipo, Antígona e Ismene, últimas remanescentes do legado imemorial de mortes e infortúnios que permeia a família de um dos personagens mais conhecidos da mitologia grega. Apostando na potencialidade do diálogo entre a tragédia grega, a ópera e o rap, esse espetáculo traz um elenco com artistas oriundos de diversas linguagens artísticas (hip hop, canto lírico, rap, dança, música, teatro) para dar voz ao que foi silenciado nesta moderna-antiga história: a voz das mulheres. Édipo, Laio, Etéocles, Polinices e todos os homens dessa história estão mortos. Restam a mulher e sua dor. Restam a mulher e sua voz. Vamos ouvi-las.

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Ficha Técnica ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP

Direção: Jossane Ferraz
Composição e direção musical: André Ricardo Souza.
Direção de movimento: Rapha Fernandes.
Dramaturgia e orientação cênica: Marcelo Bourscheid.
Produção: Jossane Ferraz e Iara Elliz.
Iluminação: Lucri Reggiani
Cenografia: Jossane Ferraz
Cenotécnico: Reinaldo Silva
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Design Gráfico: Rapha Fernandes
Estagiando: Giovanna Beatriz e Luiz Toniato.

Atrizes/cantoras: Taciane Vieira e Jaquelivre.
Cantora lírica: Vanessa Rafaelly.
MC: Junior Zehut
Bailarines: Gui Negão, FlaPê, Maikinho FlyingBoys, Silvester Neto e Flávia Martins.
Instrumentistas: Denusa Castellain, Dalila Lopes, Violinista Chavosa e Luís Fernando

Judy O Arco Íris é aqui com Luciana Braga

Depois do sucesso de público e crítica nas temporadas do Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Brasília, Flavio Marinho traz a Curitiba, em Curtíssima temporada, o musical

Texto e direção de Flávio Marinho Direção musical Liliane Secco

Com Luciana Braga interpretando Judy Garland

Curtíssima Temporada de 26 a 28 de julho no Teatro Regina Vogue no Histórico Shopping Estação

Luciana Braga dá vida a Judy Garland

Através de uma dramaturgia de auto ficção e direção de Flavio Marinho, em que sua própria história da atriz brasileira se funde a da atriz norte-americana, jogando luz sobre as lutas internas e externas que o artista até hoje enfrenta. A Luciana é acompanhada em cena pelos músicos André Amaral e Liliane Secco, que assina também a direção musical.
Indicado aos Prêmios CESGRANRIO 2022 de melhor atriz em musical e melhor direção musical, o espetáculo foi criado em comemoração aos 35 anos de carreira de Marinho e ao centenário da lendária atriz e cantora Judy Garland (1922-1969), estrela da era de ouro de Hollywood.

Judy Garland, considerada um dos maiores nomes da era de ouro de Hollywood, e mãe da também atriz e cantora Liza Minnelli, se eternizou pela carreira brilhante iniciada ainda na tenra infância, crescendo acompanhada pelos olhos de um mundo inteiro, até o final. Sua atuação aos 16 anos como Dorothy no filme “O Mágico de Oz” (1939), e sua interpretação para a canção “Over The Rainbow” tornaram-se um clássico, e marco definitivo na indústria cinematográfica. Por este trabalho a atriz ganhou um Oscar Juvenil, prêmio honorário concedido poucas vezes pela ‘Academia’ a artistas menores de 18 anos em reconhecimento à sua "excepcional contribuição ao entretenimento na tela”.

Em seus 47 anos de vida, Judy Garland atuou em 38 filmes. Este mesmo público que acompanhou suas glórias, foi também testemunha das suas tragédias familiares e da luta contra as drogas e o álcool, mas pouco sabe sobre o humor e inteligência agudos de Judy, uma mulher que sabia rir de si mesma.

O musical “Judy - o arco-íris é aqui” fala de uma faceta pouco conhecida da estrela, e da capacidade do ser humano se reinventar e se redescobrir, assim como fez Judy, muitas vezes longe do olhar do seu público.
“Um texto sob medida, que nem nos meus delírios mais selvagens ousei fantasiar. Eu, Judy e Flávio, juntos e deliciosamente misturados. Que sonho! ”, nos diz Luciana.

A peça entrelaça, de forma não linear, a biografia de Judy Garland com a história pessoal de Luciana Braga, numa metalinguagem que navega entre passado e presente, ficção e realidade.

São executados ao vivo, em trechos ou íntegra, 14 sucessos de Judy, entre eles as emblemáticas “Over The Rainbow”, “The Man That Got Away”, “Get Happy”, “That's Entertainment”.

“Quando ‘Judy’ estreou em junho passado, no dia do centenário dela, tudo era uma incógnita. O público teria coragem de ir ao teatro por causa da pandemia? Como eles reagiriam diante de um musical biográfico não tradicional, onde são contadas as vidas da personagem e da atriz? A aceitação do público - de várias gerações - e da crítica foi enorme e imediata. Ganhamos segurança e coragem para trazer para São Paulo um espetáculo que
deu tanto prazer a nós e aos outros. Sem falar no êxtase provocado por Luciana Braga. Arrebatadora.”, conta Flavio Marinho.

Sobre a montagem, o diretor explica: “o espetáculo se sustenta no tripé da trajetória artística de Judy: o cinema, a TV e o music hall. Três veículos de representação artística com encontro marcado em um: o teatro.

A opção pela “auto ficção” veio naturalmente, para enfatizar o paralelo entre as vidas do artista brasileiro e estrangeiro. Longe de tentar mimetizar os jeitos e trejeitos da Judy atriz e cantora, o espetáculo assume um tom de ambiguidade em que a própria trajetória de Luciana – desde criança perseguida por ser ‘parecida com Judy Garland’ – estará em cena a ponto de levar o espectador a se interrogar quem está no palco: Luciana, falando de Judy, Luciana ‘Incorporando’ Judy ou Luciana falando de Luciana – que também se reinventa como Judy. ”

SERVIÇO
Judy O Arco Íris é aqui com Luciana Braga
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos

Curtíssima Temporada em Curitiba
De 26 a 28 de julho | Sexta e sábado às 20h e Domingo às 18h

TEATRO REGINA VOGUE
Shopping Estação - Av. Sete de Setembro, 2775 - 2004 - Rebouças, Curitiba - PR, 80230-010
Telefone: (41) 3014-7826

Venda de ingressos
Online: www.diskingressos.com.br

Presencial – PDVS Diskingressos
Shopping Muller – Piso L1 – Segunda à Sexta - 10h às 22h | Sábado e Domingo – 14h às 20h
Teatro Positivo – Segunda à sexta - 11h às 15h e 16h30 às 20h | Sábado 17h às 21h
Teatro Fernanda Montenegro - Segunda à sexta - 10h às 14h e 15h30 às 18h | Sábado – 12h às 16h e 17h30 às 20h

Valores Ingressos

Setor único - Plateia: R$ 60,00 Meia-Entrada e R$ 120,00 Inteira

- ICATU – 50% de desconto para Clientes, funcionários, parceiros e corretores da ICATU.

- PROMOCIONAL – MEDIANTE DOAÇÃO DE 1 LIVRO EM BOM ESTADO SOMENTE PARA A SESSÃO DO DIA 26/JULHO –R$ 60,00 -

Atendimento à imprensa  
Marcelo Filgueiras 
48 991235055
producao.littlejohn@gmail.com

Link para fotos em alta
https://drive.google.com/drive/folders/1PDgq0ETIGi7S36aT5BZtsnydAysPkv3z?usp=sharing

Trilha do Espetáculo

- Introdução instrumental de “Se Eu Quero, Vou Cantar”
- Introdução instrumental de “YOU MADE ME LOVE YOU” (Songwriters: J. Mccarthy / J. Monaco / J. Bescos) 3- Introdução instrumental de “I Got Rhythm” (Songwriters: George Gershwin / Ira Gershwin)
- Trecho de “We’re Off To See The Wizard” (Arlen Harold / Harburg E Y)
- Introdução instrumental de “ZING! WENT THE STRINGS OF MY HEART” (Songwriters: James F. Hanley) 6 - “Rock-A-Bye Your Baby With a Dixie Melody” (Songwriters: Jean Schwartz / Joe Young / Sam M. Lewis) 7 - Introdução instrumental de “Trolley song” (Hugh Martin e Ralph Blane)
- Introdução instrumental de “HAVE YOURSELF A MERRY LITTLE CHRISTMAS” (Songwriters: Blane Ralph / Martin Hugh)
- Introdução instrumental de “GET HAPPY” (Songwriters: Harold Arlen / Ted Koehler)
- Introdução instrumental de “THE MAN THAT GOT AWAY” ((Harold Arlen / Ira Gershwin) 11 - Overture Instrumental de “JUDY AT CARNEGIE HALL”
- “THAT’S ENTERTAINMENT”
(Songwriters: Howard Dietz / Arthur Schwartz)
- Introdução instrumental de “FOR ONCE IN MY LIFE” (Songwriters: Ronald N. Miller / Orlando Murden) 14 - Introdução instrumental de “OVER THE RAINBOW” (Judy Collins, 1955)

FICHA TÉCNICA

Autor e Diretor: Flavio Marinho Elenco: Luciana Braga
Diretora Assistente: Juliana Medella Diretora Musical e Arranjadora: Liliane Secco
Músicos (teclados): Liliane Secco e André Amaral Preparador Vocal: Felipe Abreu
Fonoaudióloga: Angela de Castro Cenógrafo e Figurinista: Ronald Teixeira
Assistente de Cenário e Figurino: Ricardo Junior e Jovanna Souza Alfaiate: Macedo Leal
Coreógrafa: Tânia Nardini Iluminador: Paulo César Medeiros Caracterizador: Beto Carramanhos Operador de Luz: Marco Cardi Operador de Som: Vitor Granette Cenotécnico: Sr. Humberto Designer Gráfico: Gamba Jr.
Fotógrafa: Beti Niemeyer
Social Media: Marcus Vinicius de Moraes
Produtor Executivo e Diretor de Cena: Marcus Vinicius de Moraes Assistente de Produção: Márcia Serra
Assistente Administrativo: Mádia Barata Contabilidade: Guararapes Contabilidade Assessoria Jurídica: Roberto Silva
Diretor de Produção e Administração: Fábio Oliveira Coordenador de Projeto: Flavio Marinho
Produção Local: Little John Entretenimento

O QUE DIZ A CRÍTICA

“Luciana Braga nasce como cantora na cena íntima do musical 'Judy – O arco-íris é aqui’”
Mauro Ferreira, G1, blog Pop e Arte

“É sim, uma conversação com um mito do audiovisual. Conversação essa que desnuda imperativos e deixa exposta uma humanidade em seu estado mais cru.”
Rodrigo Fonseca, Estadão, blog P de Pop

“Encenação sintonizada pela reconhecida autoridade cênica de Flávio Marinho, sob a força arrasadora de um texto de envolvência sensorial.”
Wagner Correa, blog Escrituras Cênicas

Irretocável e comovente atuação de Luciana Braga.”
Gilberto Bartholo, blog O Teatro Me Representa

“Nesses 90 minutos recebemos coragem, amor e inteligência.”
Claudia Chaves, jornais Diário do Rio e Correio da Manhã

JUDY GARLAND

Judy Garland (1922-1969), atriz e cantora norte-americana, foi estrela da ‘Era de Ouro’ dos filmes musicais de Hollywood. Lembrada até hoje pela personagem Dorothy, do filme "O Mágico de Oz", em seus 47 anos de vida, atuou em 38 filmes.

Judy Garland nasceu em Minnesota, Estados Unidos, no dia 10 de junho de 1922. Filha dos atores Francis Avent Gumm e Ethel Marion Milne, fez sua primeira apresentação com dois anos e meio de idade, junto às duas irmãs mais velhas, no palco do teatro do pai, durante um show de Natal, cantando “Jingle Bells”, acompanhada por sua mãe ao piano.

Em 1928 "The Gumm Sisters”, formado por Mary Jane, Frances Ethel (Judy Garland) e Dorothy Virgínia, iniciam um curso de dança com Ethel Meglin, proprietária do grupo de dança Meglin Kiddies. Com a ajuda de Meglin, em 1929, Judy e suas irmãs fizeram suas estreias no cinema, em "Revue Big”, participando de várias gravações na sequência. Em 1934, o trio muda seu nome para "Garland Sisters" e Frances muda seu nome para Judy. Em 1938, aos 16 anos, interpreta Dorothy no filme "O Mágico de Oz", cantando "Over The Rainbow". Em 1940, interpreta seu primeiro filme adulto, "The Little Mellie Kelly". Em 1944, roda um dos mais bem sucedidos filmes pela MGM, "Meet me in St. Louise".

Em 1947, Judy sofre um colapso nervoso, sendo levada para um sanatório privado. Em julho desse mesmo ano, faz sua primeira tentativa de suicídio. Entre vários relacionamentos, Judy Garland teve três filhos: Liza Minnelli, filha de Vincent Minnelli (famosa pelos filmes Cabaret e New York, New York), Lorna Luft (atriz e cantora) e Joe Luft, filhos de Sydney Luft.

Em 1951, Judy inicia uma temporada com dois espetáculos no Palace Theatre com grande sucesso. A vida da estrela inspirou o filme "Nasce Uma Estrela", que teve Barbra Streisand como protagonista. Judy Garland faleceu em Londres, no dia 22 de junho de 1969.

FLAVIO MARINHO - autor e diretor

Flavio Marinho, dirigiu mais de 90 espetáculos entre teatro e shows, escreveu 26 peças, adaptou 22, traduziu 23 textos, foi redator e/ou colaborador em mais de 30 programas de TV, escreveu o roteiro de 13 shows, tem 19 livros publicados, 7 prêmios e 12 indicações. Durante 14 anos, atuou como crítico teatral e repórter especializado nos jornais “Tribuna da Imprensa”, “Última Hora” e “O Globo”, e colaborador fixo de revistas como “Vogue”, “Visão”, “Elle” e “Manchete”. Atualmente integra a equipe de autores da novela das 18h da TV Globo, “Além da Ilusão”.

Entre seus textos originais, estão sucessos como “A Vingança do Espelho: A História de Zezé Macedo”, “Abalou Bangu 2: A Festa”, “Além do Arco-íris”, “Cauby! Cauby!”, “Coração Brasileiro”, “Salve Amizade”, “Splish, Splash”, entre outras.

Assinou as versões brasileiras de “Noviças Rebeldes” de Dan Goggin, “Um Caso de Vida ou Morte” de David Mamet, “Aluga-se um Namorado” de James Sherman, “Boeing Boeing” de Marc Camoletti, a versão masculina
de “Na Sauna” de Nell Dunn, “Baby – O Musical”; “I Do! I Do!”/“Sim, Eu Aceito!”, de Tom Jones. Traduziu peças como “O Manifesto” de Brian Clark, “A Pequena Loja dos Horrores”, “Descalços no Parque” de Neil Simon, “O Fiel Camareiro” de Ronald Harwood, “Charity, Meu Amor” de Neil Simon, “A Rosa Tatuada” de Tennessee Williams, “O Homem Inesperado” de Yasmina Reza, para citar algumas.

Entre suas direções teatrais estão “Abalou Bangu 1 e 2”, “Além do Arco- Íris”, “Cauby! Cauby!”, “Um Caminho Para Dois”, “Nosso Amor a Gente Inventa”, “Coração Brasileiro”, “Salve Amizade”, “Os 7 Brotinhos” e muitas outras.

Dirigiu e/ou roteirizou shows de Selma Reis, Olívia & Francis Hime, Cláudia Netto, Sylvia Massari & Tadeu Aguiar, grupo Boca Livre, Stella Miranda, Edson Cordeiro, Ângela Maria e Cauby Peixoto, Rafael Rabello, Tânia Alves, Zé Renato, Mário Adnet, Nonato Luiz, Danilo Caymmi.

Na TV, foi redator da pioneira série “Malu Mulher”; escreveu textos para o “Criança Esperança”; colaborou no roteiro de shows de final de ano de Roberto Carlos; colaborador ou redator dos programas “Escolinha do Professor Raimundo”, “Sai de Baixo”, “Zorra Total”, “Vídeo Show Ao Vivo”, “Gente Inocente”, “Jovens Tardes”. Criou o especial musical “Som Brasil”, do qual foi um dos roteiristas. Autor colaborador das novelas “Bambolê”, “Negócio da China”, “Aquele Beijo”, e atualmente “Além da Ilusão”, no ar na TV Globo; redator dos seriados “A Vida Alheia, “Pé Na Cova”, “Sexo e as Nêga”, “Brasil a Bordo”.