Ana Camargo abre exposição Olhar através do Vórtex no Piola, em Curitiba

A artista visual Ana Camargo expõe suas obras em tela e acrílico na Pizzaria Piola, em Curitiba, em sua nova fase expressionista abstrata, com a exposição “Olhar através do Vórtex”. A mostra abre no dia 10 de março, às 19 horas, e permanece em cartaz até o dia 7 de abril. As obras podem ser vistas de segunda a segunda-feira, a partir das 18 horas até a meia-noite, horário de funcionamento do restaurante.

A mostra é imersiva e convida o apreciador da obra a olhar através dos quadros pintados em vórtices e a participar também, respondendo às perguntas no “caderno-livro”, que será lançado no mesmo dia do evento de abertura, resgatando lembranças e sentimentos passados e presentes. “Todos estão convidados para entrar em cena. Na dança do expressionismo abstrato, o movimento circular veio pleno de vórtices. Diferentes olhares podem atravessá-los, e podemos refletir: Para onde estamos olhando? O que estamos fazendo com isso?”, explica Ana Camargo, curitibana plural, que se divide entre ser designer, artista e escritora.

Serviço:
Exposição “Olhar através do Vórtex”
Coquetel de abertura: 10 de março de 2020 (terça-feira), das 19h às 22h
Visitação: Segunda a segunda-feira, das 18 horas a meia-noite, até 7 de abril
Local: Pizzaria Piola, na Alameda Dom Pedro II, 105, Batel, Curitiba

Ana Camargo

Emicida apresenta seu novo show, AmarElo, no Festival de Curitiba

Rapper ocupa o palco do Guairão para uma única apresentação.
Ingressos estão à venda no site e pelo aplicativo do evento

Para um mundo em decomposição, Emicida optou por escrever como quem manda cartas de amor. O resultado desse exercício é o novo projeto de estúdio do rapper paulista, AmarElo, em que ele propõe um olhar sobre a grandeza da humanidade. O público da 29.ª edição do Festival de Curitiba terá o privilégio de ver o artista e sua obra no palco Guairão, dentro da Mostra 2020, nos dia 02 de abril. No repertório estarão as novas canções, como a faixa-título e "Eminência Parda", além de músicas que marcaram a sua carreira.

Desde que começou a dar os primeiros passos no rap, nas batalhas de freestyle, lá pelo ano de 2006, Leandro Roque de Oliveira, o Emicida, sabia que queria ter uma carreira sólida. Talvez ele não soubesse que construiria alicerces consistentes o suficiente para ir além da sua própria trajetória. Assim, se tornou a principal referência da sua geração no rap, criou, ao lado do irmão, Evandro Fióti, uma empresa – a Laboratório Fantasma -, que é responsável por outros artistas, mas também cuida de merch, tem estúdio, selo, etc. Um negócio tido como case de sucesso e inspiração no mercado da música. Mas mais do que sucesso, Emicida tem a vontade de tocar a vida das pessoas. E a sua trilha sonora de artista nascido na Zona Norte foi perfeita para contar essa história. Com o lançamento da primeira mixtape, Pra Quem Já Mordeu um Cachorro por Comida Até que Eu Cheguei Longe (2009), Emicida chamou a atenção do público, da imprensa e dos contratantes. O trabalho produzido de forma artesanal e vendido (por ele) a dois reais nas ruas o levou aos principais festivais do Brasil e do mundo, incluindo Rock in Rio, Roskilde (Dinamarca) e Coachella (EUA). Após duas mixtapes e dois EPs, o rapper paulista ganhou notoriedade para além do nicho do rap com o seu primeiro disco de estúdio, O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui (2013), que teve participação de Pitty, Wilson das Neves, Tulipa Ruiz, entre outros.

“Não se trata de um disco simplesmente dedo-na-cara, de cenas cuspidas na cara do ouvinte. Há lucidez, música, e, principalmente, poesia”, afirmou o jornal O Globo na época do lançamento. O mesmo se deu com o sucessor Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa (2015). Inspirado em uma viagem por Angola e Cabo Verde, trouxe participações de nomes do calibre de Caetano Veloso e Vanessa da Mata. Este foi indicado ao Grammy Latino – a outra indicação de Emicida à premiação foi com a música “A Chapa É Quente”, do projeto Língua Franca (2017), parceria em que ele, Rael e os rappers portugueses Capicua e Valete celebram a língua comum entre os dois países.

Em paralelo, a Laboratório Fantasma deu um passo crucial para a consolidação da marca LAB. Em 2016, estreou na São Paulo Fashion Week, maior evento de moda da América Latina, com um desfile histórico. “Felizmente, o desfile da LAB em nada se parece com o que se vê na SPFW. Só pela seleção de modelões, 90% formada por negros e alguns do mercado plus size, a marca já se destaca”, afirmou o jornal O Estado de S. Paulo sobre a estreia. "Entende-se a beleza de uma maneira pobre, a gente quis enriquecer isso, colocar pessoas que encontro nas calçadas todos os dias. A gente perde quando não reconhece essa beleza", disse Emicida àquela altura.
A discografia do rapper ganhou um novo episódio em 2018, quando lançou o seu primeiro DVD ao vivo. O registro foi feito no ano anterior, no dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, e teve como mote os 10 anos do single “Triunfo”. Outros frutos de 2018 foram: o single “Hacia El Amor”, com o duo franco-cubano Ibeyi; e o seu primeiro livro infantil, intitulado Amoras. Em 2019, ano em que a LAB completou 10 anos, Emicida conseguiu olhar pra trás com êxito, mas ainda mira o futuro. Hoje, tem o entendimento do todo que foi feito até aqui: um experimento social que ainda está em construção.

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Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
Direção Geral: Emicida e Evandro Fióti
Direção Musical: Julio Fejuca
Cenografia: Zé Carratu
Conteúdo: Studio Curva
Coordenação de Produção: Raissa Fumagalli
Produção Executiva: Lohana Schalken
Produção Técnica: BillSaramiolo
Técnico de PA: Nivaldo Costa
Técnico de Monitor: Flávio Brandão
Iluminador: Dalmir Vianna
Roadie: Gabriel Izidoro
VJ: Leonardo Patrevita.
Banda: Baixo, cavaco e violão - Julio Fejuca. Guitarra, violão baixo e backvocal - Michelle Lemos. Bateria, bateria eletrônica e percussões - Silvanny Sivuca. Toca-discos e backing vocal - Dj Nyack.

Serviço:
O que: Emicida no Festival de Curitiba 2020
Quando: 02/04 às 21h
Onde: Guairão (Praça Santos Andrade)
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: LIVRE
Duração: 90´

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, show, música, emicida, guaíra, amarelo, rap, artes cênicas, artes, música, cultura, atrações

Luis Miranda e Mateus Solano voltam ao Festival de Curitiba com nova montagem de O Mistério de Irma Vap

Espetáculo é considerado um dos maiores sucessos do teatro mundial 
e terá duas apresentações no Guairão

Um dos maiores sucessos do teatro mundial, “O Mistério de Irmã Vap” ganhou nova versão com um time de peso e faz parte do Festival de Curitiba 2020. Sucesso nas décadas de 80 e 90, a comédia voltou aos palcos brasileiros sob direção de Jorge Farjalla, com Luis Miranda, Mateus Solano, Biagio Pecorelli, Fagundes Emanuel, Gus Casabona e Thomas Marcondes no elenco. “O Mistério de Irmã Vap” terá duas apresentações no Guairão, dia 4 de abril, às 21h, e 5 de abril, às 19h.

É uma peça teatral em dois atos, escrita pelo americano Charles Ludlam. Diferente da versão original, que acontece em uma mansão mal-assombrada, a criação de Farjalla é situada no trem fantasma de um parque de diversões macabro. “Usamos como referência os filmes de terror, como “Pague para Entrar, Reze para Sair”, de Tobe Hooper; “Rebecca”, de Alfred Hitchcock e a estética dos anos 80. Mergulhamos também no universo do videoclipe de “Thriller”, de Michael Jackson, que foi dirigido pelo cineasta John Landis, uma referência do que é um filme de horror. Além disso, a obra também tem várias citações de Shakespeare, principalmente de Hamlet. Desfragmentamos todas as camadas do texto para ver o que estava por trás dele e ressignificar a obra”, conta o diretor e encenador.

A primeira e icônica montagem brasileira do texto, com direção da saudosa atriz Marília Pêra e atuação de Ney Latorraca e Marco Nanini, estreou em 1986 e ficou em cartaz durante 11 anos consecutivos, o que garantiu ao texto o registro no livro Guiness World Records. A peça ficou marcada na história do teatro por uma espécie de gincana de troca de figurinos por Nanini e Latorraca.

O espetáculo atual tem a proposta de expor aos olhos do público essa troca de roupas e enfatizar ainda mais o texto e o trabalho do ator. “Nós teatralizamos a troca de roupas. Eu quero mostrar para o espectador o teatro como uma grande ilusão e o ator como um grande mago, que pode criar tudo na frente do público e fazê-lo acreditar naquela situação. Quero que a plateia sinta o trabalho do ator e como eles vão dividir esses personagens em um jogo de espelhos. O próprio texto de Ludlam sugere o jogo teatral e tentamos enfatizar ao máximo a questão dos atores como um duplo”, comenta o diretor. A encenação ousada, segue ele, só é possível graças ao talento de Luis Miranda e Mateus Solano. “Os dois são de uma genialidade, uma elegância artística! Eles têm juntos uma energia maravilhosa. Estou muito grato por tê-los comigo e por partilhar algo tão sagrado para mim, que é o fazer teatral”, finaliza.

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FICHA TÉCNICA:
Texto: Charles Ludlam.
Idealização: Andrea Francez. 
Direção, Encenação e Dramaturgia: Jorge Farjalla.
Elenco: Luis Miranda, Mateus Solano, Biagio Pecorelli, Fagundes Emanuel, Gus Casabona, Thomas Marcondes.
Traducão: Simone Zucato.
Assistente de Direção: Raphaela Tafuri.
Direção de Produção: Priscila Prade e Marco Griesi.
Coordenação de Produção: Daniella Griesi.
Produção Executiva: Maristela Marino.
Assistente de Produção: Carolina Teixeira.
Direção Musical: Gilson Fukushima.
Cenografia: Marco Lima.
Iluminação: Cesar Pivetti.
Figurinos: Karen Brustolin.
Fotografia: Priscila Prade.
Mídia Digital: Gigi Prade.
Comunicação Visual: Kelson Spalato e Murilo Lima.
Assessoria de Imprensa: Diogo Locci.
Produção de Elenco: Marcela Altberg.
Realização: Bricabraque Produções e Palco7.

Serviço:
O que:  O Mistério de Irma Vap no 29.º Festival de Curitiba
Quando: dia 4 de abril, às 19h, e 5 de abril, às 21h.
Onde: Teatro Guaíra | Guairão (Praça Santos Andrade, S/N – Centro)
Valores:  R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos.
Duração: 100’

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, mistério, irma vap, luis miranda, mateus solano, guaíra, jorge farjalla, artes, cultura, show, atrações

Estão abertas as bilheterias da
29ª edição do Festival de Curitiba



As vendas nos espaços físicos, nos shoppings Mueller e ParkShoppingBarigüi, no site e no aplicativo oficial estão abertas
Reunindo mais de 400 atrações em aproximadamente 70 espaços de Curitiba e da Região Metropolitana, o Festival de Curitiba chega a sua 29ª edição, com uma programação que contempla grandes nomes da classe artística nacional e internacional. Este ano, o Festival ocorre de 24 de março até 5 de abril, com estreias nacionais, espetáculos premiados e mostras que levarão teatro, dança, circo, música, oficinas, shows e performances para os diferentes públicos, de todas as idades. “Nesta edição mantemos nosso mote de ‘Festival para Todos’, com uma programação que possibilita arte e entretenimento para todos os tipos de públicos, de forma acessível e diversificada, em diferentes pontos da cidade”, explica Fabíula Passini, codiretora do Festival de Curitiba. 

Os ingressos estão à venda nas bilheterias oficiais, localizadas no ParkShoppingBarigüi (Piso térreo próximo à praça de eventos) e no Shopping Mueller (Piso L3) e nas plataformas online, pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e aplicativo oficial “Festival de Curitiba 2020” (disponíveis para os sistemas Android e IOS).
 
Ao manter sua tradição em destacar os novos, bem como os experientes artistas, a programação do Festival de Curitiba este ano conta com montagens de sucesso, com nomes reconhecidos no cenário nacional, como Denise Fraga, Emicida, Luis Miranda, Mateus Solano, Laila Garin, Denise Stoklos, Otávio Mueller, Lúcio Mauro Filho, Marcos Breda, Cacá Carvalho, Grupo Corpo, Rodrigo Portella, Ranieri Gonzales, Grupo Armazém, Gabriel Villela, Renata Carvalho, Grupo Galpão, entre outros.

Na Mostra, a curadoria sequencial de Guilherme Weber e Marcio Abreu investiga “O que é um Corpo?”, pergunta que inspira e faz pensar a nova resistência do mundo, redefinindo a vida e seus sentidos de liberdade. As Interlocuções, espaço dedicado aos debates, encontros, pensamento crítico, performances e ações de diversas naturezas, com o intuito de ampliar a experiência e os sentidos de convivência e troca, ganham mais uma edição em 2020. Seguem com a palavra aberta, palestras documentadas, oficinas gratuitas, temporada de performance, lançamentos de livros, encontros e outras atividades reunindo artistas e o público. “O sentido maior de um festival”, observam Weber e Abreu.
 
No Fringe serão mais de 370 espetáculos, espalhados por 60 espaços de Curitiba e da Região Metropolitana, que atuarão nos mais diferentes gêneros artísticos (comédia, drama, infantil, lambe-lambe, de rua, entre outros), possibilitando ainda mais o enriquecimento e a democratização da programação do Festival de Curitiba. Entre as atrações, peças vindas de 17 estados brasileiros e de 9 países, como Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, Paraguai, Peru e Portugal. Serão em média 1500 apresentações, sendo que mais de 390 são gratuitas e 340 no “Pague Quanto Puder”. Além disso, o Fringe este ano contará com 19 mostras especiais, propostas por grupos artísticos de Curitiba e de várias partes do Brasil. “O Fringe é um grande centro de encontro das artes cênicas do país e apresenta as principais tendências da área. Ele possibilita a troca de informações, a divulgação de trabalhos, a colocação de ideias em cena. O Fringe é uma mostra que promove a arte no geral”, comenta a coordenadora do Fringe, Carol Scabora.
 
No Guritiba, uma programação voltada para as crianças de todas as idades, com companhias premiadas e reconhecidas nacionalmente, além de atividades recreativas, educacionais e sociais. São 3 grandes espetáculos, com destaque para o Grupo Triii, um fenômeno da música infantil na internet. O MishMash, que ocorrerá nos dias 4 e 5 de abril, continuará trazendo a sua magia e fantasia, em uma atração para toda a família. Com sua variedade artística, que reúne circo, música, dança, mágica, performance e teatro, o show este ano promete, mais uma vez, ser inesquecível, para ser apreciado entre pais e filhos. Já o Risorama, um dos maiores festivais de humor do País, manterá sua tradição de reunir os maiores nomes da comédia nacional, da televisão, da internet e dos palcos, em uma verdadeira festa do riso. A convite de Diogo Portugal, nomes como Fábio Rabin, Murilo Couto, Rodrigo Marques, Marlei Cevada, Victor Sarro, Igor Guimarães, entre outros, já estão confirmados. Encerrando as atividades do Festival de Curitiba, o Gastronomix promoverá o encontro da arte e da gastronomia, reunindo nomes de destaque da culinária nacional.
  
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Apresentadores, patrocinadores e apoiadores
O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.
  
Valores:
Mostra 2020 – De R$ 0 a R$ 80,00 (entrada inteira)*
Fringe – De R$ 0 a R$ 60,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Risorama – R$ 70,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
MishMash – R$ 40,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Guritiba – De R$ 0 a R$ 40,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
*Os espetáculos dos espaços José Maria Santos e Mini Guaíra, são acrescidos de taxa de R$ 1.44.

Serviço:
O que: 29.º Festival de Curitiba
Quando: De 24/03 a 05/04 de 2020.
Valores: Os ingressos vão de R$ 0,00 até R$ 80,00.
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda

a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo
  
Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival
Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, fringe, teatro, gastronomix, mishmash, guritiba, risorama, stand-up, artes cênicas, artes, circo, dança, música, cultura, show, atrações

Após três temporadas de sucesso em São Paulo peça de teatro Benjamin de emigrante armênio, sobre direitos dos animais que promove adoção de cachorro ao final de cada sessão se apresentará no Festival de Curitiba

Peça de teatro sobre direitos dos animais idealizada pelo artista e emigrante armênio Arthur Haroyan arrecadou, nas primeiras três temporadas, mais de uma tonelada de ração doadas para ONGs parceiras e viabilizou adoção de doze cachorros – o rapper Projota foi responsável por uma delas.

A relação do artista armênio Arthur Haroyan com seu cachorro, Raffí, morto em agosto de 2018, inspirou o espetáculo Benjamin, que faz nova temporada a partir do dia 1º de fevereiro, sábado, às 21h, no teatro Giostri Livraria Teatro. Alguns dos temas discutidos na peça são a falta de leis que defendam os animais, precariedades dos abrigos e questões como eutanásia, sacrifício e qualidade de vida. Ao final de cada sessão, um cachorro assistido por uma ONG de proteção aos animais estará disponível para adoção, respeitando todas práticas previstas neste tipo de processo.

A peça é a terceira do Grupo ARCA, criado por Arthur, e conta a história de Benjamin (Mário Goes), vira-lata que promove mudanças profundas na vida de Berta (Júlia Marques), mulher que o adota após ser traída pelo marido, Nöah (Lisandro Di Prospero), durante sua lua de mel em Istambul.

Com a chegada de Benjamin, o público passa a assistir a visão que Berta projeta sobre o animal. Nele, Berta vê um ser humano ideal, que é cuidadoso, otimista, poético, respeitoso e companheiro, tornando-se assim uma metáfora que ilustra sentimentos verdadeiros e o amor genuíno, muito presentes no comportamento dos cachorros.

Quando Nöah reaparece, Benjamin logo passa a ser assistido pelo público sob a ótica do homem, tomando então uma forma não apenas animalizada, mas triste e solitária, já que o cachorro é menosprezado por ele. “Berta enxergava em Benjamin algo que devia existir nos seres humanos, mas normalmente não existe. Já Nöah traz uma outra camada, e logo o assunto central da peça se torna a confiança traída, o abandono e os maus tratos aos animais”, conta Arthur, que também assina a direção da trama.

Benjamin, que até então interagia, conversava e até dançava valsa com Berta, é deixado de lado, perdendo sua voz e todas características que a relação com a mulher o conferiam. “Benjamin sofre questões ligadas à indiferença do ser humano, tornando-se assim um representante de vários outros animais que passam por situações semelhantes”, completa o artista.

A encenação da peça é realista, exceto pela própria composição do personagem canino, que ganha um figurino futurístico alterado de acordo com a mudança de olhares dos humanos sobre ele. Apesar de não haver nenhum indicativo exato sobre o tempo em que a peça se passa, Benjamin tem ambientação inspirada nos anos 40, com referência ao cinema mudo, à filmografia de Charlie Chaplin e a estrutura do jogo de xadrez, com peças brancas e pretas que se colidem e se misturam durante a partida.

“O cenário é composto por muitos elementos geométricos e brancos, que vão tomando outras cores após a entrada de Benjamin e mudam novamente depois do retorno de Nöah”, conta Arthur. O dramaturgo e diretor explica que a chegada de Nöah ‘suja’ o ambiente, como se ele trouxesse uma atmosfera venenosa e pesada a um espaço que havia sido colorido por Benjamin.

Sinopse Curta

Durante um ataque terrorista em sua lua de mel em Istambul, Berta foi traída pelo seu marido e está à beira do suicídio. A chegada inesperada de Benjamin, um vira-lata, tira Berta do fundo do poço. Mas esta ligação se rompe com a volta de Nöah, seu ex-marido.

Sobre o Grupo ARCA

Benjamin é o terceiro espetáculo do grupo ARCA, coletivo de pesquisas artísticas criado em 2011 por Arthur Haroyan que tem como foco discussões e criações artísticas sobre a República da Armênia. O nome do grupo é inspirado na história bíblica da Arca de Noé, que de acordo com o livro de Gênesis, repousou no monte Ararat após o dilúvio, região localizada na Armênia Histórica.

O primeiro espetáculo do grupo, 1915, foi baseado na história dos bisavós de Arthur e se ambientava no período do genocídio armênio. O trabalho circulou por diversas cidades, como Santos, Jundiaí e São Paulo, além de ter integrado a programação oficial do centenário do genocídio armênio.

Fora Desse Mundo, segunda peça do grupo, foi escrita a partir de uma viagem de Arthur às montanhas de Cáucaso, também na Armênia, onde o artista teve contato com diversas comunidades isoladas do restante do mundo. De linguagem mais híbrida entre a dança e o teatro, com fortes inspirações da Wuppertal Tanztheater, companhia da coreógrafa alemã Pina Bausch, e na cia francesa Maguy Marin, a peça explora o olhar de uma comunidade para fora de si, onde o que é normal para alguns deixa de ser normal para os outros.

Nas duas primeiras peças do Grupo ARCA, Arthur assinou dramaturgia e também esteve em cena. Já Benjamin marca sua estreia como diretor.

Sobre Arthur Haroyan
Nascido na República da Armênia, Arthur Haroyan, fundador do grupo ARCA, é ator, dramaturgo e professor formado em Artes Dramáticas pela escola Incenna (São Paulo/SP) e bacharel em língua e literatura russa pela Universidade Estadual de Pedagogia da República da Armênia.

Na Armênia, trabalhou como jornalista, tendo cursado no IWPR (Institut for War & Peace Reporting), na sede do Cáucaso, e no teatro Estadual de Drama na República da Armênia. Em Porto Velho (RO), realizou a exposição fotográfica Armênia - 3.000 anos de história e participou do Seminário do Plano Nacional de Cultura. Haroyan teve poesias publicadas na compilação lançada pela Universidade Federal da sua cidade.

É autor e ator da peça 1915, dirigida por Rogério Rizzardi, que entrou em cartaz no teatro Espaço Viga Cênico em 2013/2015, autor e ator da tragicomédia Fora Desse Mundo, dirigida por Kléber Góes, que estreou em 2017 na mostra Fringe, que integrou o Festival Internacional de Teatro de Curitiba. Em São Paulo, a peça entrou em cartaz no Espaço Parlapatões e em seguida no Teatro Municipal Arthur Azevedo.

Arthur atuou em mais de 25 peças teatrais na Armênia, no Teatro EstadualHovhannes Abelyan, na sua terra natal, e em diversos espetáculos no Brasil, entre eles: A escolha, Agreste, Malandragem S.A. (baseado na peça Ópera do malandro), Orgulho e reconceito, 1915 e Fora Desse Mundo, entre outras. Atuou no curta-metragem Um gole de conhaque ou um perfume qualquer, O que vem depois de adeus e Uma chamada perdida. Possui diversos trabalhos na publicidade nacional e internacional e participações em novelas brasileiras. Sua história de vida foi destaque no Programa do Jô em 2013 e 2015.

Ficha Técnica

Dramaturgia, direção e cenário: Arthur Haroyan. Elenco: Mário Goes, Júlia Marques e Lisandro Di Prospero. Preparação Corporal: Sidnei Araújo. Figurinos e adereços: Willian Gama e Grupo ARCA. Caracterização: Carol Rossi. Preparação Vocal e Fonoaudióloga: Marília Marques Ramos. Criação de Luz: Georgia Ramos. Composições e Interferências Sonoras: Arthur Haroyan. Hidden Track: Linda Geyman (Rússia). Cenotécnicos: Alfredo Wagner Filho e Rodrigo Briones. Fotografia: Leonardo Santos (Estúdio Meu Ensaio Fotográfico). Arte Gráfica: Rodrigo Briones. Arte das Camisetas e Canecas: Vicente Pavone. Vídeo: Rodrigo Briones, Wellington Oliveira (Videoimagem). 80 minutos. Classificação Indicativa: 12 anos.

Serviço

Benjamin

APRESENTAÇÕES: 25/03 (QUA) às 20:30

26/03 (QUI) às 11:30

27/03 (SEX) às 17:30

28/03 (SAB) às 14:30

Local: UNINTER – Polo Divina, Rua do Rosário, 147, São Francisco. Curitiba (PR)
Ingressos*: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Vendas: https://festivaldecuritiba.com.br/atracao/benjamin/
Capacidade: 170 lugares.
*Quem doar 1 Kg de ração, tem direito a pagar meia-entrada

BENJAMIN - Festival de Curitiba

BENJAMIN - Festival de Curitiba
BENJAMIN #CausaAnimal Durante um ataque terrorista em sua lua de mel em Istambul, Berta foi traída pelo seu m...

Espetáculo "Benjamin"/Grupo ARCA

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Espetáculo "Benjamin"/Grupo ARCA
#Teatro #CausaAnimal #DogLovers O Brasil NÃO TEM leis efetivas direcionadas para defender os animais o que já ex...
Espetáculo "Benjamin" Tema - CAUSA ANIMAL

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Espetáculo "Benjamin" Tema - CAUSA ANIMAL
AO FINAL DE CADA ESPETÁCULO UM CÃO ACOLHIDO POR UMA ONG PARCEIRA - E QUE ESTEVE EM CENA NO DIA - SERÁ COLOCADO P...
Adoção de cães durante espetáculo "Benjamin"/CAUSA ANIMAL/

youtube.png
Adoção de cães durante espetáculo "Benjamin"/CAUSA ANIMAL/
#Teatro #CausaAnimal #DogLovers O Brasil NÃO TEM leis efetivas direcionadas para defender os animais o que já ex...
BENJAMIN FRINGE - Google Drive

Oficina ensina noções de desenho com base nos movimentos do corpo

São quatro encontros de 11 de março a 1º de abril de 2020. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site do Museu Paranaense

De 11 de março a 1º de abril, todas as quartas-feiras, o Museu Paranaense (MUPA) recebe a oficina “Desenho e Movimento”, que vai trabalhar noções de desenho a partir do olhar para os gestos e movimentos do corpo. O curso, coordenado pela artista visual e pesquisadora Fernanda Pavão, será dividido em quatro encontros, das 14h às 17h, na sala de exposições temporárias do museu. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.museuparanaense.pr.gov.br.

A oficina apresenta fundamentos que norteiam o desenvolvimento e expansão das noções de desenho a partir do olhar para os gestos e movimentos do corpo e da criação de um campo aberto de experimentação coletiva. Mais que um curso de desenho sobre movimento, é uma introdução ao estudo do corpo.

Três módulos principais conduzem os encontros: a Linha, que trabalha propriamente o desenho com lápis e papel. Conforme a linha se move pelo papel, novas possibilidades de conexão aparecem, sempre buscando a exploração dos espaços propostos; o Gesto, buscando a compreensão dos gestos cotidianos e artísticos; e o Movimento, a espiral como energia do movimento e ponto de contato do corpo e suas reverberações.

Fernanda Pavão vive e trabalha em Curitiba, Paraná. Formada em Arte e Tecnologia pela Parsons the New School of Design (Nova Iorque), em Artes Visuais pela Faculdade de Artes do Paraná (Curitiba) e pela Escola Panamericana de Arte e Design (São Paulo). Participou da residência artística Location One em Nova Iorque e trabalhou no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA) como assistente curatorial de Performance e Arte Moderna entre 2009-2011. Entre 2012 e 2015 realizou uma série de ritos artísticos (performances) intitulado Amagoa aonde desenvolve um trabalho sobre a cor, o movimento, o corpo, a dança. Em 2018 integra o grupo de dança contemporânea A Milionésima, composto só por mulheres e cria sua oficina de Desenho e Movimento.

SERVIÇO
“Desenho e Movimento - Oficina de desenho, pesquisa e introdução ao estudo do corpo” por Fernanda Pavão
Dias 11, 18 e 25 de março e 1º de abril de 2020 (quartas-feiras)
Horário: 14h às 17h
Sala de exposições temporárias
Inscrições gratuitas: https://www.sympla.com.br/museuparanaense

Museu Paranaense
Rua Kellers, 289, São Francisco – Curitiba/PR
Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 17h30.
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 16h.
www.museuparanaense.pr.gov.br | (41) 3304-3300
Entrada gratuita

Crédito da foto: Felipe Fontoura

Acupuntura como solução urbana

Com primoroso projeto gráfico e prefácio de Jan Gehl, chega ao
mercado nova edição de obra marcante de Jaime Lerner

O arquiteto e urbanista Jaime Lerner costuma dizer que uma cidade precisa ser uma estrutura integrada de vida, trabalho e mobilidade. Seu tecido deve ser permeável, flexível, leve e dinâmico, priorizando o bem viver no espaço urbano. Para alcançar isso, quem pensa a cidade deve ter visão de futuro e um agir coerente, aliando sensibilidade, dimensão humana e inovação, e sempre respeitando a vocação de cada lugar.

Como compreender esse tecido urbano e seus problemas, e propor soluções adequadas? Talvez a única resposta possível seja deixar de lado a tendência a olhar a cidade como um ente indistinto, massificado, uniforme. E entender que para cada problema há uma solução particular. Uma intervenção acurada, que conjugue funcionalidade e arte, e valorize a identidade cultural e o bem-estar da população – como uma agulha de acupuntura, colocada com precisão para curar uma dor específica.

Jaime Lerner acredita nisso – na Acupuntura Urbana, título de uma de suas mais renomadas obras, escrita em 2003, e que ganha agora uma nova e luxuosa edição ampliada, em primorosa escolha da Travessa dos Editores, pequena editora curitibana com foco em obras especiais de assinatura única.

Além de incluir fotos e ilustrações, a nova edição tem prefácio de Jan Gehl, premiado urbanista dinamarquês cujo trabalho “conversa” com os valores de Lerner, pois ambos acreditam em uma “cidade para pessoas”, em que o planejamento urbano privilegie pedestres e ciclistas.

É impossível separar a figura de Jaime Lerner de soluções criativas e revolucionárias, que espalhou não só por Curitiba – onde foi prefeito por três vezes -- como por várias cidades brasileiras e outras tantas pelo mundo, entre elas Caracas, Shangai, Seoul e Havana. Sua experiência nacional e internacional permitiu-lhe colecionar vivências, histórias e projetos que se apresentam como inspiração para melhorar as cidades. E tudo isso está nos textos e imagens distribuídos pelas 136 páginas de Acupuntura Urbana.

Considerado um dos 25 pensadores mais influentes do mundo em 2010, pela Time Magazine, Lerner mostra em Acupuntura Urbana que os movimentos para curar as feridas da cidade têm rostos variados. Pode ser a decisão de reviver um rio soterrado por uma via expressa, e revitalizar suas margens com áreas de pedestres e jardins, como aconteceu em Seoul (Coreia do Sul). Pode ser modificar o traçado das ruas ou o mobiliário urbano, ou adotar soluções práticas e criativas para problemas ordinários de lixo e trânsito, como em Curitiba. Engana-se, porém, quem pensa que tudo depende de obras grandiosas e caras. Na maior parte das vezes, diz Lerner, a diferença maior para a qualidade de vida de um lugar é a mudança de hábito de seus habitantes, é retomar a identidade cultural, é dar valor às pessoas que mobilizam o bairro. “A cidade não é o problema, a cidade é a solução”, define.

As histórias inspiradoras de Acupuntura Urbana serão compartilhadas por Jaime Lerner no lançamento do livro, no dia 17 de março, na Livraria da Vila, em Curitiba.

SERVIÇO:
Lançamento do livro Acupuntura Urbana, de Jaime Lerner, com a presença do autor.
Editora Travessa dos Editores, 136 páginas.
Data: 17 de março de 2020, das 19 às 21 horas
Local: Livraria da Vila, Shopping Pátio Batel (Av. Batel, 1868)

Livro Acupuntura Urbana

Coro Cênico de Curitiba retorna ao palco do Guairinha

Com enredo que fala sobre a busca do amor e revolução, ‘Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais’ retorna com curta temporada em março. Ingressos estão à venda

Após o sucesso de bilheteria da estreia em 2019, o Coro Cênico de Curitiba retorna à cena para uma curta temporada do espetáculo “Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais”, no Teatro Guairinha. Com direção cênica de Léo Moita e direção musical de Cainã Alves e Igor Ribeiro, o espetáculo criado pelo Coro Cênico de Curitiba, grupo artístico composto por mais de 20 profissionais, será apresentado nos dias 06, 07 e 08 de março. Os ingressos antecipados podem ser adquiridos a partir de R$10 (meia entrada) pelo Ticket Fácil e na bilheteria do Centro Cultural Teatro Guaíra

“Vamos continuar o eco do espetáculo de estreia. A gente quer amar e mudar coisas, tanto no sentido de amar o próximo como no sentido de amor ao nosso país. Amar e revolucionar nossos sentimentos pelos Brasil e por toda a América Latina”, propõe o coordenador geral e diretor cênico do Coro, Léo Moita. “A música sempre foi um dos grandes meios de amar e também de revolucionar e nesse espetáculo isso não poderia ser diferente. O público vai escutar desde clássicos da música popular nacional e latino-americana até novas sonoridades e novos artistas que formam um grande caldeirão revolucionário com muito amor”, completa Cainã Alves.

O encontro da diversidade e a visibilidade do cenário social, tanto no país, quanto na América Latina, é o eixo condutor encenado pelos artistas, a partir das 18 canções que integram o repertório. “Todo o Coro Cênico, entre homens e mulheres, canta Pérola Negra (Luiz Melodia), Provável Canção de Amor Para Estimada Natália (Amanda Pacífico e Cacau de Sá) e Flutua (Johnny Hooker). Então, o arranjo é uma provocação para o próprio grupo e público. A criação é toda em conjunto”, relata Moita, sobre o processo de montagem ao longo dos meses.

Nascido em 2018, o grupo realiza ações frequentes de arrecadação de verba e apoios para viabilizar seus projetos. Desde financiamentos coletivos no seu ano de estreia, até festas de arrecadação, como o “Festival Primavera entre os Dentes”, criado e realizado em 2019. “ ‘Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais’ propõe uma ressignificação sobre a contemporaneidade, trazendo um novo sentido para o amor e a revolução em diferentes formas de canto, ancestralidade, nacionalidade e cultura”, diz o diretor cênico. “É um gesto de afago, de carinho. É um beijo, bem no meio do Brasil. É um amor que a gente não pode perder”, completa Moita.

O espetáculo conta com o apoio cultural da Secretaria da Comunicação e da Cultura do Estado do Paraná, Academia Ph.D Sports, Casa Quatro Ventos, Centro Cultural da Espanha, Centro Cultural Teatro Guaíra, De Inverno Comunicação, Effex - Tecnologia e Criação, Foto e Gráfico Digital, LACOMUS Unespar, MarqImpactaPDV - Comunicação Gráfica, Missê Mariá Comida e Arte, Oz Espaço Criativo, Padaria América, e da Psicóloga Carolina Krauss.

SERVIÇO | Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais
Quando: 06, 07 e 08 de março
Onde: Teatro Guairinha
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 - Centro
Horário: 20h
Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada)
Compre Online: http://bit.ly/AmarEMudar2020
Informações: (41) 3304-7900

Mulhere-se: Arte e Cidade

O projeto MULHERE-SE: Arte e Cidade selecionou, via edital, 5 mulheres artistas da cidade de Curitiba e Região Metropolitana para participarem com propostas inéditas de criação de intervenções artísticas urbanas, formando um repertório de ações.
As intervenções serão apresentadas, simultaneamente, em diferentes pontos da cidade: Parque São Lourenço, Largo da Ordem (Cavalo Babão), Praça Santos Andrade, Rua da Cidadania do Pinheirinho (lado da Winston Churchill) e Praça Don Geraldo Fernandes (Terminal Hauer), de 04 a 08 de março de 2020, sempre ao meio dia.
As ações foram criadas a partir de cinco eixos temáticos feministas e fazem parte das atividades de celebração e luta do Dia Internacional das Mulheres.
Entrada franca. Classificação indicativa livre.

Ficha técnica:
Artistas
Alessandra Lange - COMO SE EU ESTIVESSE PRONTA
Brinsan Ferreira N´Tchalá - MULHERES DE AXÉ
Rana Moscheta - EMBARAÇO
Maria Cecília - MARCADA
Patrícia Cipriano - TÁTICAS PARA PERMANECER VIVA

Coordenação Artística: Stela Fischer
Curadoria: Laura Haddad, Maíra Lour, Pagu Leal e Stela Fischer
Direção de Produção: Laura Haddad
Produtora Executiva: Suzana Souto
Produtores Assistentes: Flávia Vogue, Giovana de Liz, Guilherme Mariano, Gustavo Seraphim e Suzana Souto
Designer Gráfico: Pablito Kucarz
Mídias Sociais: Lima Marketing
Registro Fotográfico: Maringas Maciel
Registro Videográfico: A Labirinto
Coordenação de Projeto: Duplo
Captação de recurso: Adriano Vogue
Incentivo: Ebanx
Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba

Sherlock Homes sem Sherlock Homes

Willian e Jô são um casal de detetives com uma carreira brilhante. O sucesso nos casos é tanto, que ambos são considerados os Sherlock Homes e Watson, respectivamente, da sua geração. Já aposentados, o casal recebe uma proposta de escrever um livro sobre suas carreiras. A partir daí, lembranças dos principais casos e velhos segredos acabam vindo à tona, trazendo dúvidas sobre a relação profissional e pessoal dos dois detetives.

A peça será estreada no Festival de Curitiba 2020 e tem um processo de direção coletiva com todos os integrantes do grupo. Neste processo, em que não tem apenas um responsável, tudo parte da dramaturgia (roteirizada por Taylon Nizer). É um trabalho um pouco mais lento do que a direção exclusiva, porque por mais que cada membro da Cia. tenha uma visão diferente sobre determinada cena ou situação, é uma tarefa em equipe e tudo é discutido e combinado para agradar a todos e, principalmente, o público.

Além disso, conta com a atuação de Julia Beghetto e Taylon Nizer, produção de Isabela Karpen e Juliana Perález e trabalhos técnicos de Alexandre Leonardo Luft e Juliana Perález.

Serviço:
Datas: 29/03 às 14:00 e 17:00 e dia 30/03 às 20:30
Local: UNINTER-Garcez (Boca Maldita) - Rua Luiz Xavier n°103, Centro
Ingressos: R$20,00 (inteira) / R$10,00 (meia)
Classificação: Livre

Sinopse
Willian e Jô são um casal de detetives aposentados com uma carreira tão brilhante que ambos são considerados os Sherlock Holmes e Watson da sua geração. Quando a oportunidade de recordar os casos de sucesso do passado surge, velhos segredos são inevitavelmente relembrados também.

Sobre a Companhia
A Companhia Teatral independente “AhPronto!” começou em 2019 por Alexandre Leonardo Luft, Isabela Karpen, Julia Beghetto, Juliana Perález e Taylon Nizer, estudantes de Artes Cênicas da Faculdade de Artes do Paraná. A companhia surgiu para aprimorar as experiências profissionais e promover os projetos desenvolvidos pelo grupo, além de disseminar a arte e a cultura.

Banda Eva prepara grande comemoração de 40 anos, durante o Carnaval de Salvador 2020

Neste Carnaval, a Banda Eva celebra 40 anos de história. Referência desde os anos 80, o grupo - responsável por inúmeros hits que fazem sucesso no país - se prepara para um dos momentos mais especiais de sua trajetória, repleto de homenagens e surpresas ao público.

A comemoração épica e oficial acontece no Carnaval de Salvador, quando a Pipoca do Eva (20 de fevereiro) e o Bloco Eva (21 e 22 de fevereiro) desfilam pelo Circuito Barra Ondina, comemorando seus 40 Carnavais.

“Será histórico e até quem não estiver presente fisicamente poderá curtir o momento, já que haverá transmissão ao vivo pelo Instagram da Banda (@bandaeva)”, comenta Felipe Pezzoni, vocalista há 7 anos. Outra grande novidade é o acesso ao Wi-Fi, que estará disponível exclusivamente aos sócios do Bloco Eva para postagens da grande festa em tempo real.

Durante essas quatro décadas, marcas de diversos segmentos acompanharam a banda – representadas em centenas de ações, ativações e parcerias durante o Carnaval. Para esse importante momento de 2020, estão confirmadas grandes marcas como Devassa, Smart Fit, Nacional Gás, Shopping da Bahia e Ellus – com a criação de camisetas com estampa exclusiva dos 40 anos e tecido diferenciado.

Vale reforçar também que o Grupo Eva apoia a Associação Beneficente Recreativa e Creche Escola Comunitária Criança Feliz Grande Sussuarana (ABCEGS) – entidade sem fins lucrativos, que desenvolve trabalhos sociais na área da saúde, educação e cultura, visando a melhoria da qualidade de vida das crianças e adolescentes do bairro – e a Cipó Comunicação Interativa – instituição que, por meio da democratização da comunicação e da educação, oferece desenvolvimento e participação social, cultural e política de crianças, adolescentes e jovens. E, durante o Carnaval, os valores arrecadados através das cortesias solidárias são 100% revertidos para as duas instituições.

A comemoração dos 40 Carnavais promete ser inesquecível, com uma energia incrível, clássicos que marcaram épocas e novos hits, que imprimem a essência da Banda Eva. Afinal, 40 anos conectando gerações não é para qualquer banda.

Sobre Banda Eva

Prestes a completar 40 anos de história, a Banda EVA é conhecida pelos seus hits e sua capacidade de se reinventar, além de fazer releitura de grandes músicas. Apesar de ser considerada um dos principais grupos de axé do País, a banda tem um DNA pop e mescla diversos ritmos em seu repertório, que ajudou a preparar grandes nomes da música baiana, como Daniela Mercury, Durval Lelys, Ivete Sangalo e Saulo Fernandes. Desde 2013, o grupo é comandado pelo cantor Felipe Pezzoni, que realiza em torno de 130 shows por ano em todo território nacional. Em 2019, a Banda Eva é composta por Felipe Pezzoni (voz), Marcelinho Oliveira (teclado e violão), Peterson Figueiredo (guitarra), Cuca (percussão), Hugo Alves (percussão), Max Fragoso (metais), Betinho Iris (baixo) e Esso Brumom (bateria).

Sebrae/PR aproxima empreendedores da cadeia de panificação e cafeterias

Comunidades Sebrae promove debate sobre o mercado e aproxima empresários da cadeia

Empreendedores e entusiastas do setor de panificação e cafeterias se reuniram nesta quinta-feira (20), no Sebrae/PR, para dialogar sobre as mudanças, desafios e projeções para o futuro nesses mercados. O evento contou com a presença de Divanildo Carvalho Junior, da Trilhas do Trigo, Oscar Pablo Luzardo, da La Panoteca, Rodrigo Santiago, do Chicago Bakery, Georgia Franco de Souza, do Lucca Cafés Especiais, Lara Saya, da Supernova Coffee Roasters e Guilherme Lucavei, do Moka Club, para os debates. Os painéis do evento “O que está mudando na panificação e nas cafeterias” tiveram moderação da jornalista Jussara Voss.
O Paraná tem uma longa tradição de ser o maior produtor de trigo no país, apesar de ter registrado uma perda de 34% na produção em 2019, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento. Por outro lado, Divanildo Carvalho Junior, do Trilhas do Trigo, afirma que já é possível produzir no Paraná grãos de excelente qualidade e que suprem a demanda de mercado devido aos avanços em pesquisas científicas. Essa foi apenas uma das várias modificações que ocorreram nesse setor.
"São muitas transformações em diferentes vertentes. Tivemos mudanças também nos equipamentos com a volta dos fornos de lastro e masseiras que trabalham melhor a massa. Porém, o fundamental é a formação de padeiros no Brasil. Precisamos ter grades curriculares formais e de longo tempo, com aulas de segurança alimentar, domínios de panificação e fermentação, além de outras para entender a padaria como negócio. Precisamos ter essa formação porque o mercado vai demandar”, analisa.
O Paraná também teve grande relevância para a história do mercado do café, uma vez que foi o maior produtor desse grão no país até 1975. A tradição do consumo da bebida é refletida hoje em consumidores mais exigentes e paladares mais apurados. Nessa perspectiva, existe uma abertura do mercado para os cafés especiais. Guilherme Lucavei, do Moka Club, comenta que, ao mesmo tempo em que existe a demanda do consumidor, também há a oferta do mercado em produtos diferenciados.
“A mudança vem nas duas pontas: da demanda de consumidores com referências diversas que procuram cafés diferenciados e, ao mesmo tempo, também vem do movimento da indústria que está buscando formas de agregar valor aos seus produtos. Os comerciantes de cafeterias querem trazer produtos melhores para vender mais”, pontua.

O evento
Assim como a união perfeita do feijão com arroz, a dupla café e pão também é símbolo de parceria na mesa do brasileiro. Entender os dois como complementares e conseguir explorar da melhor forma este dueto é a indicação da coordenadora estadual de agronegócios do Sebrae/PR, Maria Isabel Guimarães.
“São dois segmentos que estão em uma vertical. Estamos falando de produtores de grãos que fazem o trigo para panificadoras e o café para cafeterias. Hoje, o Sebrae trabalha o negócio como um todo. Não é só abrir uma cafeteria ou panificadora, é entender que existe um cliente que procura por produtos especiais. Para fazer um bom produto, precisa de conhecimento, que foi ofertado aqui. O ‘Comunidades Sebrae’ vem para trazer informações não só de gestão, mas também técnicas para microempresários que tem um bom produto e conseguem oferecê-lo com valor diferenciado para um cliente que está cada vez mais exigente”, analisa.
O evento contou com, aproximadamente, 100 participantes, entre eles, Leilane Locatelli, que fez a inscrição para o evento logo que soube da data.
“Tenho uma cafeteria que vende doces e cafés especiais, além de pão de fermentação natural. Este evento foi bem alinhado ao que meu negócio oferece. Tive vários insights do que foi falando aqui, como tendências para o mercado. Às vezes a gente não se atenta e, no fim, isso faz toda a diferença”, considera.
O Comunidades Sebrae é uma estratégia de relacionamento presencial do Sebrae/PR direcionada para um conjunto de empresas que possuem perfil de crescimento e que estão nos setores de Comércio e Serviços, Agronegócios, Indústria, Turismo, TI e Economia Criativa. No evento desta quinta-feira, depois dos painéis e debates, os empreendedores participaram de rodadas de networking, apresentação e degustação de produtos.

Tshotsholoza (siga em frente), é um hino entre os africanos. Significa todos juntos em frente.

No dia 06 de março o Grupo Vozes de Angola trará essa cultura para o Brasil em um vibrante evento na Capela Santa Maria.

|⫸ Ingressos ⫷|

• Inteiro R$70
• Meio R$35

(com 1k de alimento direito a compra de meio ingresso)

↡ Link do ingresso ↡
https://www.sympla.com.br/tshotsholoza-siga-em-frente__736641

O Vozes de Angola é composto por jovens angolanos deficientes oculares e teve origem em 2001, em Curitiba, no Instituto Paranaense de Cegos, instituição que os acolheu até 2010. Na época o grupo era denominado Pequenos Cantores de Angola.

Refugiados da guerra civil que assolou seu país por mais de três décadas, vieram ao Brasil em busca de melhores condições de vida e, em 2015, depois de uma forte campanha junto à mídia, conseguiram visto permanente. Hoje, jovens adultos, alguns já concluíram curso superior (dois em Direito e um em Educação Física) e os demais estão concluindo em diversas áreas, como: Comunicação, Jornalismo e Pedagogia. Durante as apresentações musicais, sempre compartilham com o público sua história de vida e motivam aos presentes com seu talento e exemplo de superação.

No repertório eclético, costumam apresentar cantigas folclóricas em dialeto africano, música popular brasileira, gospel e composições autorais, cantadas à capela ou com o acompanhamento de teclado, violão e percussão.

O grupo já se apresentou em programas como Caldeirão do Huck, Programa do Ratinho e também em diversas organizações.

Venha ter esta experiência, e conhecer estes músicos, que são símbolos de perseverança, garra e força.

Parte do valor será doado ao Instituto Atitude na Cabeça.

Evento do Vozes de Angola produzido por Zoli (Eventos Exclusivos) by Cris Lissoni!

꧁ Tshotsholoza ꧂