Deputada Renata Bueno apresenta candidatos ítalo-brasileiros que concorrerão a uma vaga no Parlamento Italiano, by Vanessa Malucelli

Movimento Passione Italia & Civica Popolare! Unindo a América do Sul & Itália para uma representação agora mais forte! Andiamo insieme!

Na última terça-feira, 30, com jantar em um típico restaurante italiano de Santa Felicidade, em Curitiba, a deputada ítalo-brasileira Renata Bueno falou sobre sua candidatura à reeleição para o cargo de representante dos italianos residentes na América do Sul no Parlamento Italiano.

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Renata apresentou os candidatos de sua lista que fazem parte do Movimento Passione Italia: primeiro movimento italiano criado no Brasil, com o objetivo de unir as novas energias presentes nas coletividades italianas no exterior, reservando um espaço fundamental aos jovens, às mulheres e a todos aqueles que visam um novo estilo de representatividade.

Nestas eleições, o recém-criado movimento adere à lista CIVICA POPOLARE, uma coligação de centro com vocação europeísta, guiada pela ministra da Saúde italiana Lorenzin e por el trentino Dellai. Mesmo permanecendo uma força política autônoma, Passione Italia junta-se com este grupo com o objetivo de reforçar seu projeto político e o seu ingresso no panorama político italiano.

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Na Itália, as eleições serão dia 04 de março. Mas o voto no exterior acontece um pouco antes, pois é feita pelos correios. Por volta do dia 10 de fevereiro, os eleitores receberão um envelope em casa e deverão mandar de volta, com seu voto, para o Consulado em que está inscrito (postagem já paga pelo governo italiano).

rb_italia 29Renata Bueno — Primeira cidadã nascida no Brasil a tornar-se deputada no Parlamento italiano, Renata Bueno é defensora dos Direitos Humanos e das liberdades individuais. Neste sentido, atua politicamente na América do Sul, denunciando, criticando e opondo-se a qualquer forma de opressão. Na Itália, Renata representa os interesses dos ítalo-descendentes e prega o fortalecimento de soluções conjuntas entre os povos e suas diferentes culturas para os problemas da era globalizada que vivemos.

Foi a primeira da família a resgatar suas origens, reconhecendo sua cidadania italiana. Por isso, logo depois de ter se formado em Direito na cidade de Curitiba foi para Itália continuar seus estudos. Após a especialização em Direitos Humanos e Diálogo Intercultural, tornou-se Mestre em Direito da Integração e Unificação do Direito no Sistema Jurídico Romanístico- Direitos Europeus e Direito Latino-Americano e é doutoranda pela mesma universidade de Roma, Tor Vergata.

Pronta para seu primeiro desafio político, voltou a Curitiba onde, em 2008, foi eleita vereadora com um trabalho pautado na defesa dos Direitos Humanos e na propagação de cultura com o intuito de formar verdadeiros cidadãos.

A união destas duas paixões, a Itália e a política, lhe permitiram realizar um grande sonho. Foi convidada pelo ex-senador Edoardo Pollastri (in memoriam) para concorrer às eleições italianas. Em fevereiro de 2013 elegeu-se, com mais de 20 mil votos, Deputada do Parlamento Italiano, a primeira nascida no Brasil a ocupar este cargo.

(… obra e realizações da Dep. Renata Bueno – continução no final desta página) 

  • Dep. Renata Bueno
  • Escritório na América do SulPaola Andri

    Rua dos Funcionários, 26 – Cabral

    CEP: 80.035-050 – Curitiba – Paraná – Brasil

    +55 (41) 3076-4780

    renatabueno@renatabueno.com.br

    renatabueno.com.br

 

 

 

Candidatura Renata Bueno no Estadão, por Sonia Racy14 – Janeiro 2018 | 00h50

Renata Bueno definiu que será candidata à reeleição a deputada na Itália, representando a América do Sul, no dia 4 de março. Disputa pelo partido que ela mesma criou, o Passione Italia – único de centro no páreo, entre os oriundi latino-americanos. Conta com apoio de Andrea Matarazzo.

 

Conheça a Helena Montanarini, nossa candidata ao Senado italiano — Empresaria, jornalista e consultora no ramo de moda e têxtil.

 

Áudio de entrevista da Deputada Renata Bueno à Rádio Bandeirantes:

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(Obra e realizações da Dep. Renata Bueno – continução …)

  • Desde o início de seu mandato, Renata optou por entrar no Grupo Misto, na convicção que um trabalho independente e livre de dinâmicas partidárias lhe permitisse servir da melhor forma possível os interesses dos cidadãos italianos no exterior. Já em 2015 criou e tornou-se vice-presidente do Grupo Misto. Logo nos primeiros anos de mandato, assumiu duas comissões dentro do Legislativo: ”Affari Esteri e Comunitari” e “Infanzia e Adolescenza”. Também ocupou o cargo de Secretária do Comitê Permanente para os Italianos no Mundo e Promoção do Sistema no país, do Comitê Permanente de Direitos Humanos e de Presidente da Sessão Bilateral Itália-Brasil.

  • Renata representa legitimamente a voz de cada cidadão que tem na Itália suas raízes e é responsável por um diálogo aberto entre Itália e demais países da América do Sul. Pelo trabalho desenvolvido junto à comunidade italiana destes países, recebeu vários prêmios e honrarias.

 

Confira o que Renata Bueno fez em seu primeiro mandato

  • COMBATE AO BULLYNG VIRTUAL
    • Em maio de 2017 na Itália a Renata contribuiu para a aprovação de uma lei relacionada à tutela dos menores de idade para a prevenção e luta ao fenômeno do cyberbullying;

 

  • BOTÃO DO PÁNICO E FEMINICÍDIO
    • A deputada faz parte do Grupo Interparlamentar de Mulheres que, coordenado pela presidente da Câmara dos Deputados, reunia semanalmente cerca de 50 deputadas para tratar de questões de violência de gênero. Entre diversas ações a deputada, inspirada pela exitosa lei brasileira Maria da Penha, propôs a introdução do “Botão do Pânico” (dispositivo que, quando acionado, por estar conectado a uma central de polícia, localiza a vítima em um raio de 300 metros).

 

  • BATALHA PARA A DEMOCRÁCIA NA VENEZUELA
    • Atuou em defesa dos direitos humanos no âmbito da crise venezuelana, que afeta também a grande comunidade italiana residente no país. Após uma missão organizada junto a seus colegas parlamentares da circunscrição eleitoral América do Sul, acompanhou o caso venezuelano em busca do fortalecimento da democracia em diversos contextos parlamentares: italiano, europeu, brasileiro.

 

  • COMO DEFENSORA DOS DIREITOS HUMANOS
    • Realizou diversas missões: visitou o maior centro de acolhimento de imigrados na Itália (Lampedusa – Sicília), foi convidada a guiar o grupo parlamentar italiano no encontro internacional da resistência iraniana contra a violação dos direitos humanos naquele país, nos últimos meses do mandato, participou da missão no Qatar que, entre seus resultados viu, pela primeira vez na história do país, a nomeação de 4 mulheres no seu conselho consultivo (parlamento).

 

  • Foi também enviada a representar o parlamento italiano em importantes momentos da vida política:
    • No Paraguai, ao lado da então Embaixadora Antonella Cavallari, representou oficialmente a Itália na posse do presidente Horacio Cartes, em Assunção.
    • Na Venezuela, em 2015 foi a participar da posse do Presidente da Assembleia Legislativa, Julio Borges.
    • Na Argentina, Brasil e Uruguay acompanhou o Primeiro Ministro da Itália, Matteo Renzi, e o Presidente da República, Sergio Mattarella, durante suas visitas na América do Sul

 

  • Contribuiu para importantes processos políticos:
    • Em 2014, Renata teve um papel fundamental na decisão do governo italiano de extraditar o ex. presidente do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, tendo acompanhado passo a passo, desde o momento da investigação até a decisão final.
    • Desde o começo do seu mandato nunca deixou de se dedicar ao caso Battisti, tentando reverter a decisão do ex. presidente Lula. Conheça as ações feitas no site: : http://www.renatabueno.com.br/br
    • Em sinergia com o trabalho do pai, deputado federal no Brasil, contribuiu com a ratificação de acordos fundamentais entre a Itália e o Brasil, que estavam parados desde muito tempo, dentre os quais os mais importantes foram:

 

  • CONVENÇÃO DA APOSTILA DE HAIA
    • Foi decisiva na efetivação da Convenção da Apostila de Haia, que havia sido assinada pelo Brasil em 1961, mas ainda não estava em vigor. O acordo é fundamental na simplificação da legalização de documentos entre países e, portanto, essencial na agilização do processo de reconhecimento de cidadania italiana; Conheça melhor o que é a Convenção e o que fizemos no site:
    • http://www.renatabueno.com.br/pt/noticias/em-oito-meses-a-convencao-da-apostila-pacto-de-haia-entrara-em-vigor
      CONVERSÃO DE CARTEIRAS DE MOTORISTAS
    • Foi decisiva na finalização do Acordo de Conversão de Carteira de Motorista entre Brasil e Itália;

 

  • TRATADO BILATERAL PARA O CUMPRIMENTO DA PENALIDADE
    • O Tratado sobre a transferência de presos entre as Brasil e Itália para o comprimento da pena nos respetivos países, sem necessidade da prática da extradição.
    • Sempre valorizou o intercâmbio legislativo, cultural, econômico. Com este critério desenvolveu diversas ações, entre as quais lembramos:

 

  • IMPORTAÇÃO DA LEI ROUANET NA LEGISLAÇÃO ITALIANA
    • Em 2014 levou do Brasil à Itália a Lei Rouanet, hoje art. 1 do decreto sobre a Cultura Italiana. Esta lei que introduz incentivos fiscais para os privados na promoção da cultura possibilitou, por exemplo, a recente reforma do Coliseu.

 

  • ACORDOS DE INTERCÂMBIO
    • Articulou diversos acordos de intercâmbio entre universidades italianas e da América do Sul, trabalho a que se dedicava desde vereadora.
    • Na área acadêmica, à qual sempre deu muita atenção, começou um trabalho importante em sinergia com grupos interparlamentares, para o reconhecimento de títulos de estudo e duplo diploma. Conheça as ações no site: http://www.renatabueno.com.br/br

 

  • PROMOÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS E PARCERIAS COMERCIAIS
    • Criou, viabilizou e promoveu diversos projetos e parcerias comerciais entre diversos países da América do Sul e a Itália, atuando em parceria com os Institutos Italianos de Cultura e as Câmaras de Comércio nesses países. Entre outro, vale lembrar o apoio que ela deu para o projeto da construção Casa Itália Paraolímpica no Rio de Janeiro e, por exemplo, para a mostra fotográfica sobre o Sul da Itália no IIC de BA. No específico, Renata participou ativamente de diversas edições do festival italiano Mia Cara Curitiba, a maior manifestação cultural e gastronômica italiana no Brasil, projeto que criou quando era vereadora na capital paranaense.

 

  • SEMINÁRIOS INTERNACIONAIS
    • Promoveu e viabilizou seminários internacionais entre países da AL e Itália, como o Primeiro Fórum Parlamentar Itália-América Latina e Caribe, o “Diálogo de Direito Administrativo Itália- Brasil- Argentina” e o sobre “Autonomia Municipal”, todos realizados na Câmara dos Deputados da Itália. Realizou também o Seminário Parlamentar de amizade Brasil-Itália no Congresso Brasileiro, onde foram tratados temas de fundamental importância para os dois países: como o reconhecimento bilateral do diploma, incentivo e divulgação da cultura italiana, segurança nacional, entre outros.
    • (Só para o Brasil) Em Londres, participou, como palestrante, do Fórum Internacional dos Emigrantes, levando a proposta da criação de uma circunscrição eleitoral para os brasileiros residentes fora do País, no molde da representação existente na Itália (Lei Tremaglia).

 

  • CIDADE IRMÃS
    • Incentivou a constituição de diversas cidades irmãs: Campinas e Lecco, Verona e Palotina, Putignano e Salvador da Bahia.
    • No âmbito da Lei de Cidadania, Renata apresentou dois projetos que visam acabar com a restrição para a transmissão de cidadania italiana para filhos de mãe(s) italiana(s) nascidos antes de 1948 e para os descendentes de cidadãos nascidos no Trentino Alto-Adige (antigo território Austro-Húngaro). As duas propostas de lei estão em tramitação na Câmara dos Deputados.

 

  • SERVIÇOS CONSULARES
    • Em 2016 conseguiu a inédita aprovação da emenda de autoria própria e individual que destinava 2 milhões de euros (correspondente ao aumento de 20% dos recursos destinados aos consulados italianos na América do Sul) para a prestação de melhores serviços.
    • Em 2017, com objetivo dar assistência aos descendentes de emigrados italianos residentes no Brasil que desejam reconhecer própria cidadania, mas que encontram muitas dificuldades tanto a nível consular como nos escritórios de advogacia, apoiou a criação do Instituto Cidadania Italiana, uma ONG, sem fins lucrativos.
    • Reuniu-se pessoalmente com o Ministro das Relações Exteriores, Angelino Alfano, levando fundamentais solicitações da comunidade italiana relativas aos graves problemas consulares (reforma do sistema Prenota Online, o desbloqueio imediato dos 30% sobre a taxa de cidadania, a abertura dos consulados de Santa Catarina e Espirito Santo, abertura de vagas ministeriais para as sedes consulares da AL). Como resultado imediato a deputada conseguiu:
    • A abertura através de concursos de 100 vagas de contratistas (funcionários dos consulados por contrato local) e de outras 250 vagas para funcionários para carreira diplomata contratados por concurso pelo próprio Ministério.
    • A destinação, conforme aprovado na Lei do orçamento para 2018, de 4 milhões para os consulados no mundo, valor referente à arrecadação da taxa de 300 euros paga para o reconhecimento da cidadania.
    • Com o objetivo de amenizar os problemas disponibilizou, pessoalmente, um canal de comunicação para a comunidade italiana em seus escritórios no Brasil e na Itália por e-mail, telefone e também pelas redes sociais, fornecendo esclarecimentos, recebendo críticas e sugestões.

 

  • CURIOSIDADE
    • Como se elege um representante dos italianos que moram na América do Sul?
      Os cerca de um milhão de italianos que moram nos países que compõe a América do Sul, com dupla cidadania e inscritos sem suas representações consulares locais, recebem em casa uma cédula de votação, que depois e enviada aos consulados regionais, sem custo para o eleitor. Para a Câmara, podem votar eleitores com mais de 18 anos, em dois candidatos. Já para o Senado só é permitida a votação por maiores de 25 anos, com voto em apenas um nome. São aproximadamente 400 mil italianos residentes no Brasil, mas apenas 290 mil aptos a votar.
    • A eleição italiana foi realizada nos dias 24 e 25 de fevereiro de 2013. Mas o procedimento de votação de expatriados italianos e ou brasileiros com dupla cidadania na América Latina é feito com antecedência, por meio de correspondência. Descendentes de italianos residentes em outros países também podem ser candidatos, segundo lei promulgada em 2000, desde que tenham cidadania reconhecida naquele país.
    • Formado por 315 senadores e 630 deputados, o Parlamento Italiano foi dissolvido no final de 2012 pelo presidente Giorgio Napolitano, depois da renúncia do então primeiro-ministro Mário Monti.
    • O legislativo italiano dedica espaço à integração internacional: desde 2006, seis vagas no Senado e 12 na Câmara estão reservadas a italianos que moram no exterior – a América do Sul elege dois representantes em cada Casa. Há até pouco tempo, era apenas uma a vaga sulamericana.
    • Como já militava na política italiana junto ao Partido Democrático, Renata Bueno foi convidada pelo ex-senador Edoardo Pollastri (in memoria), a participar da lista USEI (Unione Sudamericana Emigrati Italiani) para concorrer às eleições ao Parlamento Italiano. Elegeu-se com mais de 20 mil votos, como a primeira brasileira nata com dupla cidadania a ter um mandato na Itália.

 

*com divulgação

Categorias:DIVIRTA-SE

VanessaMalucelliAndersen

Colunista do Site — Divirta-se Curitiba!

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