Sistema de Transmissão Gralha Azul beneficia mais de 230 famílias de comunidades tradicionais quilombolas no Paraná

Ao todo, cerca de 7 toneladas de alimentos e kits de prevenção à pandemia estão sendo distribuídos

Curitiba, julho de 2020 – Desde o início da implantação do Sistema de Transmissão Gralha Azul, no Paraná, a ENGIE vem buscando realizar ações sociais em diversas áreas. São atividades sociais, educacionais e filantrópicas em apoio às comunidades e aos municípios onde o projeto está inserido.
Um exemplo são as ações realizadas junto às cinco comunidades tradicionais quilombolas localizadas nas proximidades do Sistema, nos municípios de Guarapuava, Ivaí e Ponta Grossa. Nesta última semana de julho, a Companhia está realizando a doação de 235 cestas básicas com 30kg cada, totalizando mais de 7 toneladas de alimentos. Além dos itens de necessidade básica contidos nas cestas, estão sendo distribuídos para as famílias kits com máscaras reutilizáveis, álcool gel e materiais educacionais informativos, como forma de auxiliar na prevenção à pandemia pela Covid-19.
De acordo com César Murilo Souza, presidente da Associação de Moradores da Comunidade Quilombola Sutil, uma das comunidades beneficiadas pelo projeto, as doações representam muito para a população. “Só nesta comunidade contamos com o total de 70 famílias que receberão as cestas e temos certeza de que essa ação ajudará muito. Têm pessoas que devido à pandemia estão passando por mais necessidades e essa contribuição é fundamental neste momento”, afirma.
Segundo a moradora Marilda Gonçalves, essa é uma oportunidade de poder ajudar todos os membros da família. “Somos em 10 pessoas, fora meus netos. Com a cesta básica, todos serão ajudados também”, destaca.

Sobre o ST Gralha Azul
As obras do ST Gralha Azul passarão por 27 municípios do Centro-Sul e Centro-Oriental paranaense, movimentando cerca de cinco mil vagas de emprego ainda em 2020, para implementar mais de 1.000 quilômetros de linhas de transmissão no estado e 2.200 torres. As obras do Sistema de Transmissão Gralha Azul, da ENGIE, estão em execução no Paraná desde o mês de setembro de 2019. O projeto, que tem o investimento de R$ 2 bilhões, contempla a construção de cinco novas subestações de energia, cinco ampliações de subestações já existentes e quinze linhas de transmissão. O projeto deverá ser concluído em 2021, com a operação escalonada prevista para iniciar em julho.

Sistema de Transmissão Gralha Azul conclui a instalação da primeira torre no Paraná

O projeto contempla mais de duas mil torres que serão implementadas em 27 municípios do Estado

Curitiba, julho de 2020 – Foi concluída, na última semana, a montagem da primeira torre do Sistema de Transmissão Gralha Azul. A instalação, no trecho Ivaiporã-Ponta Grossa, marca o início de uma nova etapa das obras de implantação do projeto, que tem como objetivo melhorar a qualidade do fornecimento de energia na região Centro-Sul do Paraná.
Com aproximadamente mil quilômetros de extensão de linhas de transmissão e 2,2 mil torres, as obras do ST Gralha Azul passarão por 27 municípios paranaenses, movimentando cerca de cinco mil vagas de emprego ainda em 2020. Em execução pela ENGIE desde setembro de 2019, o projeto tem investimento de R$ 2 bilhões e contempla, além de 15 linhas de transmissão, a construção de cinco novas subestações de energia e cinco ampliações de subestações já existentes. A previsão é que o Sistema seja concluído em 2021, com a operação escalonada iniciando no mês de julho.
“Esse projeto contribui para o desenvolvimento local, com um reforço de suprimento de energia. As empresas da região precisam desse reforço para seus negócios. Isso gera empregos, renda, desenvolvimento, de forma sustentável. Para implementar um projeto desse porte, precisamos ter mais de 200 licenças, como as ambientais e de proteção cultural”, destaca Márcio Daian Neves, diretor de implementação do ST Gralha Azul. Ele ressalta que o projeto contempla a identificação, proteção e conservação do patrimônio arqueológico, além de incentivos à pesquisa científica nas regiões interceptadas pelas obras. “Esse projeto – considerado de utilidade pública – vem sendo desenvolvido em total conformidade com a legislação ambiental vigente, acompanhado do diálogo contínuo com as comunidades locais”, afirma.
Presente no Paraná e no Brasil desde 1998, a ENGIE tem no respeito ao meio ambiente um valor fundamental, que, junto à responsabilidade social, orienta todos os seus projetos, como o Sistema de Transmissão Gralha Azul. “A Companhia opera usinas hidrelétricas que integram a história do Paraná, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do Estado e também para a conservação dos recursos naturais nas regiões onde estão inseridas. O Sistema de Transmissão Gralha Azul se soma, agora, a essa contribuição”, completa.

Sistema de Transmissão Gralha Azul movimentará 5 mil vagas de emprego

Vagas de trabalho serão distribuídas entre municípios que receberão as obras

Curitiba, julho de 2020 - As obras do Sistema de Transmissão Gralha Azul, da Engie, estão em execução no Paraná desde o mês de setembro de 2019. Com investimento de R$ 2 bilhões, o projeto irá movimentar cinco mil vagas de emprego quando no pico de execução, ainda em 2020. Ao todo, são cinco novas subestações, cinco ampliações de subestações e quinze linhas de transmissão, o Sistema deverá estar concluído em 2021, com a operação escalonada prevista para iniciar em julho.
Com aproximadamente 1.000 km de extensão, o ST Gralha Azul passará por 27 municípios do Centro-Sul e Centro-Oriental paranaense, sendo sua maior parte na região dos Campos Gerais. Em Ponta Grossa, por exemplo, na região da Colônia Moema, entre o rio Tibagi e a estrada de terra que liga a Estrada José Kalinoski e a BR-373, está sendo construída a maior subestação do Gralha Azul, a Subestação Ponta Grossa, que receberá um investimento de aproximadamente R$ 200 milhões para sua construção. Em um terreno de quase 230 mil m², será implantado o pátio da subestação (SE), com aproximadamente 62 mil m². Essas dimensões são necessárias porque a SE Ponta Grossa será constituída por dois setores, um em 525 kV e outro em 230 kV. “Essa é uma subestação muito grande e por dar condição de escoamento a todas as demais linhas de transmissão foi a primeira a ser iniciada. As obras civis da subestação Ponta Grossa seguem em ritmo acelerado em 2020, sendo que no segundo semestre deve ser iniciada a montagem eletromecânica dos equipamentos”, informa Márcio Daian Neves, diretor de implementação do Sistema de Transmissão Gralha Azul.
Somente no município de Ponta Grossa, são mais de mil colaboradores trabalhando no momento – na implantação das linhas de transmissão e da subestação. As obras estão sendo realizadas pela construtora Tabocas, empresa especializada na construção de linhas de transmissão, e no caso das subestações, também contam com a atuação da Siemens, multinacional com grande expertise no setor elétrico. “O projeto prevê que no pico das obras teremos em torno de 5 mil trabalhadores, diretos e indiretos, distribuídos em diferentes frentes de serviços”, destaca Marcio Neves.

Vagas de trabalho serão ‘pulverizadas’ junto aos municípios que receberão as obras
As vagas estão sendo geradas de forma gradativa e ‘pulverizadas’ junto aos municípios que receberão as obras. Hoje temos mais de 2.800 trabalhadores atuando, e esse número deve crescer com o aumento do volume das obras ao longo do ano”, destaca o diretor.
As vagas de trabalho estão sendo ofertadas por agências e o processo de contratação vem sendo feito pela empresa construtora, a Tabocas. A empresa geralmente aproveita os bancos de currículos do SINE e Agências do Trabalhado locais. “A construtora está consolidando as parcerias com as agências de intermediação de mão-de-obra locais desde o início de janeiro, fazendo ampla divulgação pelos quais os candidatos podem acessar as vagas”, relata.
Quanto à qualificação dos profissionais demandados, no primeiro semestre as contratações focaram em trabalhadores da construção civil. “Já para o segundo semestre, quando se iniciam as atividades de montagem eletromecânica das linhas de transmissão e subestações elétricas, devem iniciar as contratações de eletrotécnicos e montadores, vagas que requerem um pouco mais de conhecimentos específicos”, afirma Neves.

Aumenta a necessidade de energia no Estado do Paraná

O Sistema de Transmissão Gralha Azul vem ao encontro da necessidade crescente de energia no Estado do Paraná. “O objetivo do projeto é melhorar a oferta e a qualidade de energia para o Centro-Sul do estado, principalmente. O projeto é oriundo de um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), liderado pela ANEEL, que estuda carências energéticas. Realizado em 2016, esse estudo mostra que aqui existe uma lacuna no sistema local de transmissão que dificulta o escoamento. Por exemplo: toda a geração da usina de Itaipu, atualmente, vai para São Paulo e depois volta para o Paraná. Por isso, o projeto interligará Ponta Grossa à Ivaiporã, trazendo essa energia para a subestação Ponta Grossa, de onde sairão diversas outras linhas de transmissão permitindo maior capilaridade”, explica o diretor.
O estudo da EPE mostrou que já em 2018 o Estado do Paraná enfrentaria uma grande dificuldade energética. Essa carência pode ser percebida, ao longo dos últimos anos, principalmente no setor de agronegócios e industrial, que têm sofrido grandes oscilações. “Com o sistema em operação, além do reforço energético, que trará mais qualidade e maior oferta de energia ao Estado, o ST Gralha azul também oportunizará que aquelas regiões nas quais a oferta de energia era baixa, passem a ter condições de atender às necessidades de indústrias e empreendimentos trazendo, com isso, novos negócios, geração de empregos e desenvolvimento para os municípios”, destaca Neves. “O ST Gralha Azul é sim um grande projeto, um projeto importante e necessário não só para os paranaenses, mas para os brasileiros. Com a demanda energética crescendo – e todos vemos esse impacto diariamente em nossas casas, empresas, escolas, hospitais – é preciso que o sistema de transmissão seja efetivo, seguro e confiável para garantir não só uma energia mais barata para a sociedade, mas, sim, que não falte energia e que as cidades do estado possam se desenvolver”, completa.

Preocupação Ambiental

O Sistema de Transmissão Gralha Azul foi projetado, assim como todos os projetos da Engie, com todo zelo e cuidado na preservação do meio ambiente, que além das matas nativas se preocupou também na salvaguarda das espécies de fauna e flora, bem como a proteção da cultura e história do Paraná.
A preocupação da empresa é causar o menor impacto possível. O respeito ao meio ambiente está entre os compromissos fundamentais da ENGIE, refletido em suas políticas e práticas – o que inclui o desenvolvimento de todos os seus projetos, como o ST Gralha Azul. Por isso, a Companhia conta com dezenas de profissionais, das mais diversas formações, dedicados exclusivamente à área socioambiental, de modo a garantir a conformidade legal das atividades e também a adoção de boas práticas, que ultrapassam o exigido pela legislação, em caráter voluntário.
No caso do Sistema de Transmissão Gralha Azul, por se tratar de um projeto de Utilidade Pública, a ENGIE obteve, junto aos órgãos responsáveis todas as autorizações e licenças ambientais necessárias, as quais permitem a supressão de vegetação que porventura seja necessária para a implantação do Sistema de Transmissão, onde não houver alternativa locacional. Quando necessária, essa atividade é realizada com a devida autorização do órgão ambiental, acompanhada de uma série de cuidados para minimizar o impacto ao meio ambiente, à comunidade e aos proprietários das áreas envolvidas.
Conforme preveem as licenças ambientais concedidas ao ST Gralha Azul, ao longo de toda a implantação do projeto, diversos programas ambientais estão sendo implantados nas regiões de implantação. “Como, por exemplo, o monitoramento de flora, fauna e resgate de germoplasma, resgate e monitoramento arqueológico, gestão ambiental, educação ambiental, programas ambientais que supervisionam a construção, programas de recuperação de áreas degradadas, entre outros, de forma a minimizar, mitigar ou compensar os impactos do projeto”, explica Marcio Neves. O acompanhamento dos trabalhos de recuperação é contínuo, tanto nas áreas a serem recuperadas, quanto nas áreas já em processo de recuperação.
O diretor de implementação do projeto destaca que, adicionalmente, será efetuada compensação ambiental, por meio de desenvolvimento de ação a ser definida pelo órgão licenciador em conformidade com as diretrizes previstas na Lei nº 9.985/2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Além desta, ressalta-se também a execução de compensação ambiental estabelecida pela Lei nº 11.428/2006, denominada Lei da Mata Atlântica, que trata das compensações decorrentes da supressão de vegetação primária ou secundária nos estágios médio ou avançado de regeneração do Bioma Mata Atlântica, bem como a reposição florestal, determinada pela Lei n° 12.651/2012, que institui o Código Florestal
Entre os impactos sociais positivos do Sistema de Transmissão Gralha Azul – para além da contribuição ao desenvolvimento econômico por meio do suprimento de energia – está a geração de oportunidades de emprego nas áreas de construção civil, saúde e segurança do trabalho, ambiental e do terceiro setor, com priorização para a contratação de mão de obra local. “Cabe ressaltar também que empreendimento está sendo realizado com total transparência, principalmente junto às comunidades adjacentes por onde as linhas passam, que desde a fase de estudos puderam esclarecer dúvidas e vêm sendo informadas sobre as etapas de construção, por meio do desenvolvimento dos programas de comunicação social e sensibilização ambiental. Para tanto, foram realizadas audiências e reuniões públicas e implantadas diversos mecanismos de comunicação social, incluindo ouvidorias”, complementa o diretor.

Sobre o empreendimento da Engie no Paraná
Trata-se de uma concessão federal. A Engie venceu o Leilão de Transmissão da Aneel em 2017 e conquistou a concessão. Após, iniciou diversas etapas para obter as licenças ambientais, declarações de utilidade pública e também começou as negociações com diversos proprietários e comunidades. Essa concessão é de 30 anos e começou com a assinatura do contrato em março de 2018. Até o término do projeto, previsto para setembro de 2021, as obras devem gerar aproximadamente 5 mil empregos diretos e indiretos por meio do investimento de aproximadamente R$ 2 bilhões.

Sistema de Transmissão Gralha Azul

Presente no Paraná desde 1998, quando iniciou suas atividades no Brasil, a ENGIE tem no respeito ao meio ambiente um valor fundamental, que, junto à responsabilidade social, orienta todos os seus projetos, como o Sistema de Transmissão Gralha Azul, em fase de implantação. Com o objetivo de melhorar a qualidade do fornecimento de energia no Centro-Sul do Estado, esse projeto – considerado de utilidade pública – vem sendo desenvolvido em total conformidade com a legislação ambiental vigente, acompanhado do diálogo contínuo com a comunidade local.
A Companhia opera usinas hidrelétricas que integram a história do Paraná, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do Estado e também para a conservação dos recursos naturais nas regiões onde estão inseridas. Como exemplos dessa contribuição, destaca-se a produção de cerca de 80 mil mudas de espécies nativas por ano, projetos de conservação da ictiofauna e a proteção de 1,2 mil nascentes de água. Essas iniciativas se somam ao desenvolvimento de projetos sociais, tais como a implantação do Centro de Cultura de Quedas do Iguaçu e ações comunitárias nas áreas de saúde, educação e proteção à infância e à adolescência – às quais foram destinados cerca de R$ 9,5 milhões em recursos nos últimos três anos.
Assim, a implantação do Sistema de Transmissão Gralha Azul segue os mesmos preceitos de sustentabilidade que a Companhia adota historicamente em suas operações no Paraná e em todo o mundo – a ENGIE está presente em 70 países. No caso do projeto, todas as atividades desenvolvidas são devidamente licenciadas pelos órgãos competentes – nas esferas municipal, estadual e federal. Ao mesmo tempo, são adotados métodos e técnicas que visam reduzir, controlar e compensar os impactos sobre recursos naturais, sempre em conformidade legal e com medidas de compensação e minimização dos efeitos do projeto.
O traçado do Sistema de Transmissão Gralha Azul foi projetado de forma a evitar ao máximo o impacto em áreas ambientalmente protegidas e preservadas. A localização das linhas de transmissão foi exaustivamente estudada, bem como a seleção de áreas para instalação das novas subestações. Cabe destacar que a definição locacional atende a uma série de requisitos técnicos, legais, ambientais, sociais e fundiários, que ao longo do processo de licenciamento foram submetidos a vistorias terrestres e aéreas pelos órgãos competentes. O traçado depende, ainda, do atendimento às exigências técnicas estabelecidas pelo Contrato de Concessão da ANEEL, como o distanciamento mínimo de cinco quilômetros entre os circuitos e a permanência das estruturas dentro do “corredor” pré-determinado pelas autoridades.
O projeto inclui uma série de esforços para minimizar a supressão vegetal, tais como o alteamento das torres (para evitar a retirada de árvores em vãos) e o uso apenas de torres autoportantes em áreas de vegetação nativa. Além disso, buscou-se desviar de áreas de preservação, como Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPN), Reservas Legais, Unidades de Conservação de Proteção Integral, núcleos comunitários, urbanos e turísticos consolidados, entre outros cuidados.
A supressão vegetal necessária é previamente planejada e devidamente autorizada pelos órgãos responsáveis, que também determinam as formas de compensação e reposição. Essa compensação inclui a reposição florestal prevista no Decreto Nº1940/1996 e o atendimento à Lei nº 11.428/2006, denominada Lei da Mata Atlântica, e à Lei nº 9.985/2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).
Conforme preveem as licenças ambientais concedidas, 17 Programas Ambientais são desenvolvidos ao longo de toda a implantação do projeto, a fim de monitorar, controlar, mitigar e compensar os impactos ambientais decorrentes. Esses programas contemplam monitoramento de flora, fauna e resgate de sementes, identificação e monitoramento arqueológico, educação ambiental, supervisão da construção, recuperação de áreas degradadas e gestão ambiental, entre outros aspectos. O Sistema conta com a presença de dezenas de profissionais, das mais diversas formações, dedicados exclusivamente à área socioambiental, de modo a garantir a conformidade legal das atividades e também a adoção de boas práticas, que ultrapassam o exigido pela legislação, em caráter voluntário.
Desde a fase de planejamento, o projeto Gralha Azul vem sendo realizado com total transparência junto aos públicos envolvidos, em especial as comunidades próximas aos locais por onde as linhas passam. Ainda na fase de estudos, essas comunidades foram informadas sobre a implantação, por meio de audiências e reuniões públicas, bem como visitas a todos às propriedades e proprietários atingidos. Em complemento, são oferecidos diferentes canais de comunicação, com destaque para a Ouvidoria – que conta com uma equipe dedicada a esclarecer dúvidas, registrar manifestações e dar encaminhamento às demandas recebidas.
Cabe destacar, ainda, que além da contribuição ao desenvolvimento econômico por meio do suprimento de energia, o projeto gera múltiplos benefícios nas comunidades locais, como oportunidades de emprego nas áreas de construção civil, ambiental, terceiro setor, saúde e segurança do trabalho. Em todas as áreas, há priorização de contratação de mão de obra local – atualmente, do total de trabalhadores envolvidos, cerca de 60% são da região.
Ancorada na experiência adquirida em 22 anos de implantação de projetos de infraestrutura no Brasil, bem como no compromisso com a sustentabilidade pela qual é reconhecida globalmente, a ENGIE reitera sua total abertura ao diálogo com a imprensa e todas as demais partes interessadas, a fim de manter a sociedade informada sobre a condução de suas atividades.

Sobre a ENGIE

A ENGIE Brasil é a maior produtora privada de energia elétrica do Brasil, com capacidade instalada própria de 10.211MW em 61 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. A empresa possui quase 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de GEE, como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa.

Com a aquisição da TAG, a ENGIE é agora também detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km.

Além disso, o Grupo atua no Brasil na comercialização de energia no mercado livre e está entre as maiores empresas em geração fotovoltaica distribuída. A empresa possui ainda um portfólio completo em soluções integradas responsáveis em reduzir custos e melhorar infraestruturas para empresas e cidades, como eficiência energética, monitoramento e gerenciamento de energia, gestão de contratos de fornecimento de eletricidade, iluminação pública, sistemas de HVAC, telecomunicação, segurança e mobilidade Urbana. Contando com 2.300 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2018 um faturamento de R$ 9.3 bilhões.

O Grupo é uma referência global em energia e serviços de baixo carbono. Para fazer frente às mudanças climáticas. Para fazer frente às mudanças climáticas, a ambição da ENGIE é se tornar líder global da transição para uma economia de baixo carbono para os clientes, em particular empresas e autoridades locais. A ENGIE se apoia nas suas atividades chave (energia renovável, gás, serviços) para oferecer soluções competitivas turnkey “as a service”. Com seus 160.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo é uma comunidade de Construtores Imaginativos, comprometidos a cada dia com um progresso harmonioso.

Receita em 2018: 60,6 bilhões de euros. O Grupo está cotado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI) e é representado nos principais índices financeiros (CAC 40, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e índices não-financeiros (DJSI World, DJSI Europe e Euronext Vigeo Eiris - World 120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).