Pacientes com sequelas da Covid-19 recebem tratamento especializado pelo SUS em hospital de Curitiba

Ambulatório do Hospital Universitário Cajuru reúne profissionais de várias especialidades; fadiga e abalo psicológico estão entre os principais sintomas persistentes da doença

Muitos pacientes que recebem alta hospitalar da Covid-19 têm um novo desafio: superar as marcas deixadas pelo novo coronavírus. Para alguns, a dificuldade de andar e o cansaço extremo; para outros, a falta de ar. Falar e voltar a se alimentar da mesma maneira de meses atrás também pode ser um martírio para aqueles que precisaram de traqueostomia ou que seguem sem olfato e paladar; enquanto a dor de cabeça forte e os sinais de estresse pós traumático rondam a mente de muitas pessoas e até mesmo de seus familiares.

Para garantir uma melhora na qualidade de vida e para que os pacientes que venceram a Covid-19 superem as sequelas, o Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba (PR), em parceria com a PUCPR, montou um ambulatório especializado nesse tratamento para atender a população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Mais de 60 pessoas já receberam acompanhamento no local. São cerca de 6 a 8 pacientes por semana. O atendimento no ambulatório começou em novembro de 2020 como projeto piloto e, ao longo dos meses, novas especialidades entraram para a equipe.

Dependendo da sequela, os pacientes recebem atendimento especializado em pneumologia, fisioterapia respiratória e funcional, psicologia, neuropsicologia e cardiologia. Junto ao corpo clínico também atuam alunos de Medicina, Fisioterapia e Psicologia da PUCPR. São profissionais que, desde o começo da pandemia, formam uma força-tarefa de pesquisadores para entender o coronavírus e contribuir com formas de combater a Covid-19 e melhorar a assistência e a qualidade de vida dos pacientes infectados.

O serviço é oferecido às quintas-feiras no ambulatório do Cajuru, no período da tarde. Com o encaminhamento e agendamento de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou alta em hospital do SUS, o paciente passa por uma consulta e uma série de exames após avaliação médica.

Sintomas e tratamentos

O gerente médico do Hospital Cajuru, José Augusto Ribas Fortes, um dos responsáveis pela coordenação do ambulatório, conta que há um maior índice de pacientes com fadiga crônica, dificuldade cognitiva, persistência de dores no corpo e, principalmente, sequelas psicológicas como transtorno do estresse pós-traumático. “Essa doença tão nova tem nos mostrado desafios diários. No primeiro momento, passamos pela complexidade de entender as formas de contágio, depois veio a luta para encontrar os melhores tratamentos (situação que ainda segue) e agora precisamos avaliar as sequelas e as melhores formas de tratá-las”, analisa.

A manicure Ruthe Plefka, de 59 anos, recebeu a confirmação do contágio no dia 24 de fevereiro e, cerca de duas semanas depois, foi internada e ficou intubada por 8 dias. “Para mim, no começo, foi como uma crise de rinite alérgica. Fui até uma farmácia e fiz o exame que deu positivo. Depois disso, eu procurei o postinho e, por estar com falta de ar, fui internada e intubada. Duas semanas depois eu melhorei e fui para o quarto, mas com muita dificuldade devido ao tempo de internação”, diz.

No caso de pessoas que ficaram internadas para tratamento contra o coronavírus, as consequências também apresentam agravantes, como é o caso de Ruthe que, após receber alta da UTI, teve o novo desafio de recuperar o equilíbrio e voltar a andar. “Quando eu saí do hospital, eu não conseguia nem ficar em pé. Perdi muita massa muscular no tempo que fiquei internada e, com isso, só ia de um lugar para outro com ajuda de um andador ou cadeira de rodas. Nos primeiros dias em casa, até para tomar banho eu precisava de ajuda e o auxílio de uma cadeira apropriada”, conta.

Além do impacto físico, o abalo psicológico tem se mostrado uma das grandes sequelas para aqueles que passam pelos sintomas mais graves da Covid-19 e o acompanhamento especializado é essencial nessa nova fase. “Eu fui para o ambulatório do Hospital Cajuru algumas semanas após receber alta e me surpreendi com o atendimento. Foram cerca de oito médicos especializados em áreas diferentes que me atenderam da melhor forma possível. Para mim, foi extremamente importante ter esse acompanhamento porque eu estava muito preocupada com as sequelas que poderiam ficar e pude fazer todos os exames de forma gratuita. Para aqueles que não têm condições de pagar pelo serviço, é essencial. Além disso, pude conversar com a psicóloga. Hoje meu maior medo é pegar Covid-19 de novo e voltar para a UTI”, revela.

O gerente médico do hospital reforça a importância dos ambulatórios nesse momento, principalmente aqueles prestados pelo SUS. “Nós queremos permitir que essas pessoas superem os traumas, a dor, tanto as sequelas físicas quanto psicológicas. Com um serviço 100% SUS, alcançamos os pacientes que apresentam alguma sequela após o contágio, mas que não tem condições financeiras para fazer o tratamento e acompanhamento necessário”, revela o médico.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Covid-19 ou Dengue? Na dúvida sobre os sintomas, saiba o que fazer e onde buscar ajuda

Causadas por vírus e com quadro clínico que vai de assintomático a grave, podendo evoluir para óbito, as duas doenças têm semelhanças que podem confundir os pacientes

A pandemia do novo coronavírus ofuscou outro problema de saúde pública no Brasil: a dengue. Endêmica no país, a doença é uma ameaça e merece atenção pelo crescimento no número de casos, por seus sintomas iniciais serem semelhantes à Covid-19 – o que acaba confundindo os pacientes – e requer cuidados por sua gravidade, já que é uma infecção viral que pode levar à morte.

No Paraná, segundo o boletim epidemiológico nº 27/2020-2021 da Secretaria de Saúde, o número de casos de dengue confirmados ultrapassa 8,6 mil desde agosto do ano passado, com 18 óbitos registrados até o dia 13 de abril. O Estado soma 51.599 notificações em 353 municípios e 10.471 casos estão em investigação.

Professor do UniCuritiba - instituição de ensino superior que faz parte da Ânima, uma das principais organizações educacionais do país - o biólogo Carlos de Almeida Barbosa diz que o combate à dengue exige um esforço coletivo, uma cooperação comunitária para a prevenção, feita basicamente por meio da eliminação dos criadouros do mosquito transmissor.

Além do crescimento no número de casos, outro aspecto preocupa. “Por sua sintomatologia semelhante à da infecção pelo agente viral SARS-CoV-2, responsável pela Covid-19, os pacientes ficam em dúvida na hora de procurar atendimento médico”, comenta.

Mestre em Ciências e doutorando em Tecnologia em Saúde, Carlos explica que a infecção provocada pelo vírus da dengue pode apresentar um espectro clínico variado, desde quadros assintomáticos até eventos graves como hemorragia, choque e risco de morte.

“Não existe tratamento específico para a dengue e os cuidados terapêuticos consistem em tratar os sintomas, combater a febre e, se necessário, fazer a hidratação por via intravenosa. O atendimento rápido para a identificação dos sinais e a intervenção médica ajudam a reduzir o número de óbitos”, alerta.

Alguns países já utilizam uma vacina contra a dengue, aplicada em indivíduos entre 9 e 45 anos previamente infectados e que habitam áreas endêmicas ou de risco. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a vacinação seja feita somente em regiões nas quais as condições epidemiológicas indiquem alto índice da doença. No Brasil, o imunizante está em uso desde 2015.

Sintomas e assistência médica

Os primeiros sintomas da dengue podem ser quadros febris variando entre 39ºC e 40ºC de início repentino, com persistência de dois a sete dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas, podendo ocorrer náuseas e vômitos.

No caso da Covid-19, os pacientes costumam apresentar febre, cansaço, dores no corpo, congestão nasal, dor de cabeça, de garganta, diarreia, perda de paladar e olfato, conjuntivite e erupção cutânea.

Em função da pandemia, a orientação é que as pessoas com febre persistente ou qualquer sintoma com características semelhantes à dengue ou Covid-19 entrem em contato com o serviço de saúde de Curitiba para uma triagem prévia, antes do deslocamento para atendimento presencial. O telefone é 3350-9000.

Depois da avaliação inicial, a central fará o direcionamento do paciente para o local adequado: uma unidade de atendimento Covid ou uma “unidade limpa”, para onde são encaminhados pacientes com outras doenças. No caso das consultas presenciais, os atendimentos são feitos nas Unidades Básicas de Saúde (UBs) (casos com sintomas leves e moderados) ou Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), em situações graves.

O professor Carlos Barbosa explica que ao apresentar febre alta é importante buscar o serviço de saúde o quanto antes. “É difícil diferenciar inicialmente os sintomas, mas os profissionais de saúde estão habilitados a fazer a triagem. Um teste preliminar para o diagnóstico da dengue é a ‘prova do laço’, que serve como um indicativo.”

Dependendo do caso, continua o docente do UniCuritiba e especialista em Biologia Celular, são realizados outros exames como detecção de anticorpos, IgG e IgM, hemograma, coagulograma e testes com técnicas moleculares, como a Reação em Cadeia da Polimerase (PCR).

Reinfecção e prevenção

A pessoa que já teve dengue não está livre de sofrer uma nova infecção. Isso porque existem quatro sorotipos do vírus em circulação no Brasil e, para estar totalmente imune, seria necessário entrar em contato com todos eles. “O problema é que a cada contágio com um novo sorotipo, os sintomas podem ser mais intensos e os riscos de desenvolver uma forma mais grave de dengue são altos”, adverte o biólogo.

Uma das diferenças entre a dengue e a Covid-19 está na forma de transmissão. Enquanto o coronavírus é transmitido de pessoa para pessoa, a dengue depende de um vetor, o mosquito da espécie Aedes aegypti. “Neste caso, dizemos que é um arbovírus, um vírus transmitido por artrópodes”, explica o professor.

Para conter o avanço da dengue é necessário eliminar os criadouros do mosquito transmissor, que se prolifera em locais com água parada. A orientação é inspecionar vasos de plantas, manter o quintal limpo, evitando o acúmulo de entulhos que possam reter água e vedar reservatórios e caixas d’água.

Medicina preventiva: qualidade de vida com a saúde em dia

Médica dá dicas para manter o corpo e mente em equilíbrio

A medicina preventiva é focada em reduzir o impacto das enfermidades na saúde dos indivíduos e melhorar a qualidade de vida de pacientes em tratamento, além de evitar o desenvolvimento de doenças. Segundo dados do Ministério da Saúde, um em cada três brasileiros não tem o hábito de ir ao médico com regularidade.

A diretora da Higia Clinic, a médica Márcia Simões, explica que a medicina preventiva é essencial para evitar possíveis doenças e preparar o corpo para envelhecer com saúde. “Precisamos ter um corpo em equilíbrio e uma imunidade forte para manter a saúde em dia. Com a pandemia, essa necessidade se tornou ainda maior”, afirma. Ela lembra que visitar o médico com frequência e manter os exames em dia é um ato de amor para consigo.

De acordo com o Google, uma em cada 20 pesquisas realizadas no mecanismo de buscas está relacionada à saúde. ”Muitas doenças poderiam ser evitadas por meio de um check-up completo e preventivo, como o infarto, AVC, câncer de pulmão, entre outras”, alerta.

A médica lembra que homens e mulheres devem fazer anualmente uma bateria de exames, solicitados por médicos especializados, especialmente a partir dos 35 anos. Confira as dicas da especialista

1- Visite seu médico regularmente!

Importante confiar em um profissional que já conheça suas características pessoais e esteja disponível para consultar caso haja qualquer problema ou dúvida sobre saúde;

2 – Faça exames de sangue!

Os exames laboratoriais são essenciais para avaliar o funcionamento do organismo. O médico irá solicitar e avaliar os exames levando em consideração o histórico de saúde do paciente;

3 – Visite o cardiologista.

Uma vez por ano também é necessário realizar uma avaliação cardiológica e os exames que verificam a saúde do coração. Procure médicos que já fazem a consulta presencial e exames tudo no mesmo dia, assim já aproveita uma só saída para manter a saúde do coração em dia;

4 – Atenção à saúde bucal.

A indicação é ir ao dentista de seis em seis meses. Como boa parte das bactérias do corpo humano estão presentes na boca, os problemas bucais podem deixar o organismo vulnerável a uma série de doenças, como problemas no coração, pneumonia, artrite reumática e até impotência.

Na consulta anual, é importante realizar uma análise minuciosa dos níveis vitamínicos, minerais e hormonais do organismo, que identifica excessos ou falta de componentes que podem levar para o desenvolvimento dessas doenças. “A reposição desses componentes pode ser suficiente para manter a saúde em dia, com qualidade de vida. O ajuste corporal fornece uma melhora no funcionamento da parte cognitiva, disposição, foco, concentração, composição corporal e recuperação neural”, completa.

Um corpo em equilíbrio, junto a uma dieta balanceada, contribui para o controle de doenças crônicas e melhora a saúde mental e o funcionamento do corpo, em geral. “Muitas vezes o paciente tem insônia, cansaço, exaustão, compulsão, dificuldade para perder peso, diminuição da libido (apetite sexual), dificuldade de memória, concentração e foco ou fica estressado constantemente dentre outros sintomas e não procura ajuda médica. Essas doenças, se não tratadas, podem evoluir e se tornarem crônicas, como diabetes, hipertensão, hipotireoidismo, ansiedade, compulsão alimentar, anorexia, bulimia, depressão, transtorno bipolar, Alzheimer, entre outras”, alerta, lembrando que mesmo em tempos de isolamento social, a prática frequente de exercícios físicos é crucial para o bem-estar físico e mental.

Estresse e ansiedade provocados pela pandemia aumentam fatores de risco para infarto do coração

Hipertensão arterial, aumento dos níveis de gordura no sangue e da glicemia são alguns dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares que podem ser descontrolados com alterações emocionais

A pandemia da Covid-19 causou muitas mudanças repentinas na rotina das pessoas, principalmente, em relação ao trabalho e ao estilo de vida, trazendo também como consequência impactos para a saúde mental. Sintomas como estresse, alteração no sono, medo, ansiedade e preocupação excessiva passaram a aparecer em pessoas que nunca antes tinham relatado esses problemas. Um estudo realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em meados de 2020, mostrou que 80% da população brasileira tornou-se mais ansiosa depois da pandemia.

Segundo o cardiologista do Hospital Santa Cruz, Dr. Rafael Luis Marchetti (CRM-PR 27.361, RQE 26.361/26.367), o estresse e outras alterações emocionais provocadas pelas situações vividas durante a pandemia contribuem para o descontrole dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, principalmente o infarto do coração.

“O confinamento, o isolamento social e a falta de atividade física geralmente estão associados à mudança para pior no padrão alimentar e no hábito do sono. O estresse também provoca aumento dos níveis de adrenalina circulando, o que por sua vez aumenta os níveis da pressão arterial. Como consequência disso tudo, surge a hipertensão arterial, o aumento dos níveis de gordura no sangue, obesidade e aumento da glicemia, que são fatores de risco para infarto e AVC”, explica o cardiologista.

Outros estudos também mostram que, durante a pandemia, o número de mortes por doenças cardiovasculares aumentou significativamente, assim como o número de paradas cardíacas fora do ambiente hospitalar. O cardiologista explica que a demanda por consultas eletivas ou exames de acompanhamentos cardíacos nos últimos meses diminuiu.

“No início da pandemia houve uma forte recomendação para ficar em casa e evitar o hospital a qualquer custo. Boa parte da população evitou fazer consultas eletivas neste período, o que implicou em um descontrole das doenças de base como hipertensão, diabete e hiperlipidemia. Muitos pacientes também evitaram o hospital, mesmo sentindo sintomas de alerta como a dor no peito”, relata.

Diante das recomendações dos órgãos competentes para evitar o contágio da Covid-19, o cardiologista ainda reforça que os portadores de doenças cardiovasculares precisam ter cautela, mas lembra que as doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de mortalidade no mundo.

Atenção aos sinais

Além das complicações dos fatores de risco em pacientes cardiopatas, o estresse e a ansiedade, considerados fatores psicossociais, também desencadeiam outros efeitos negativos no corpo que podem aumentar a incidência de infartos. De acordo com coordenador da Cardiologia do Hospital Santa Cruz, Dr. Guilherme Barreto (CRM-PR 28.621, RQE 22.974/22.995), o reconhecimento precoce de um infarto pode salvar vidas e até mesmo prevenir incapacidades no futuro.

“É possível sim que um paciente tenha um infarto de forma assintomática. Contudo, os principais sintomas de alerta são dor no peito e falta de ar. Eles também podem surgir como sensação de peso no peito, irradiado para a ombros e braços, dores inespecíficas no estômago e associados a sudorese e náuseas. Nestes casos, a probabilidade de ser infarto do coração é alta”, detalha o coordenador.

O especialista ainda explica que pacientes com muitos fatores de risco como hipertensão, obesidade, tabagismo e, até mesmo, histórico de infartos na família, precisam ficar ainda mais atentos. “Em caso de algum sintoma de alerta, a primeira atitude é chamar ajuda médica o mais rápido possível ou procurar a emergência de um hospital”, ressalta.

Mudança de hábitos

Para preservar o corpo e a mente, a recomendação dos especialistas é manter hábitos saudáveis como alimentação, exercício físico e a prática de hobbies. Segundo a psicóloga do Hospital Santa Cruz, Jenima Prestes, o isolamento social privou severamente a socialização entre as pessoas e a prática de atividades, mas que existem outros métodos de tratamento para as disfunções psicológicas.

“Mesmo estando em casa, podemos fazer coisas das quais gostamos e, até mesmo, dar oportunidade para novas experiências como, por exemplo, fazer um curso de violão online, visitar um museu pela internet. Ou até mesmo exercícios físicos simples de alongamentos e fortalecimento muscular. Isso também é sair da zona de conforto”, exemplifica a psicóloga.

No caso dos pacientes cardiopatas, a orientação é manter uma alimentação balanceada com frutas, legumes e verduras, evitando o excesso de gordura e alimentos que contenham muito açúcar. Assim também como evitar sentimentos e situações que tragam mais ansiedade.

Sobre o Hospital Santa Cruz

Fundado em 1966, o Hospital Santa Cruz está localizado no bairro Batel, em Curitiba (PR), e, desde junho de 2020, é unidade integrante da Rede D'Or São Luiz - maior rede de hospitais privados do país com atuação no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Pernambuco, Maranhão, Bahia, Sergipe e Paraná. O Hospital Santa Cruz é considerado um centro de alta complexidade no atendimento das áreas de Oncologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Neurologia, Ortopedia, Pronto-Atendimento e Maternidade. Com estrutura e equipe multidisciplinares, equipamentos de última geração e um moderno centro cirúrgico, oferece cuidado de alta qualidade centrado no paciente, segurança assistencial e humanização do atendimento. É reconhecido com o selo de Acreditação com Excelência Nível III, entregue pela ONA, sendo a instituição acreditada nesta categoria por mais tempo no Estado. Mais informações em www.hospitalsantacruz.com.

Sobre a Rede D'Or São Luiz

Fundada em 1977, a Rede D'Or São Luiz é a maior rede de hospitais privados do Brasil, com presença em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Distrito Federal, Pernambuco, Maranhão, Sergipe, Bahia e Ceará. O Grupo opera com 52 hospitais, sendo 51 próprios e um hospital sob gestão. Atualmente a Rede D'Or contabiliza 7 mil leitos operacionais, e tem planos de chegar a 11 mil até 2022. São, ao todo, 51,1 mil colaboradores e 87 mil médicos credenciados, que realizaram 1,2 milhão de atendimentos de emergência, 254 mil cirurgias, 32 mil partos e 383 mil internações nos últimos 12 meses, além de 9,6 mil cirurgias robóticas desde o início do serviço, há cinco anos. A Rede D'Or São Luiz também conta com a Oncologia D'Or, rede de clínicas especializadas em tratamento oncológico em que está presente oito estados brasileiros.

Voluntários em hospitais se reinventam durante pandemia

Visitas virtuais por meio de robôs e confecção de máscaras a distância estão entre as iniciativas adotadas no isolamento social

Com a pandemia do coronavírus, a busca por ações sociais aumentou no ano de 2020. Uma pesquisa divulgada pelo Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC), ainda antes do encerramento do ano, já indicava que o volume de doações dobraria no ano passado, em comparação com 2019. O estudo também apontou que houve uma mobilização maior para ajudar com recursos ações na área da saúde, principalmente no combate à Covid-19. Especialistas em ação social apontam essa mobilização como um legado da pandemia que deve se expandir nos próximos anos.

Mas e para quem tinha no contato e nas visitas in loco as principais ferramentas de ajuda? O ano de 2020 foi certamente de reinvenção para esses apaixonados pelo voluntariado. O aposentado Márcio Zeni é voluntário do Hospital Universitário Cajuru há 15 anos e conta que a presença de um voluntário, com toda a sua energia e atenção, é uma forma de diminuir o estresse e os traumas que muitos pacientes têm durante o período de internação. “A presença de voluntários comprometidos com a humanização do atendimento, com tempo, olhos e ouvidos à disposição, serve para diminuir o estresse do paciente. Esse olhar para o ser humano, com carinho e respeito transmite ao paciente maior segurança e conforto. É para isso que dedicamos nosso tempo e nossas energias”, diz.

Mas, durante o período de isolamento social, o trabalho dos voluntários em ambiente hospitalar foi suspenso para preservar a saúde dos envolvidos e, com isso, a conversa, a animação e as risadas passaram a fazer falta nos quartos e corredores dos hospitais. A coordenadora do voluntariado do Hospital Universitário Cajuru, Nilza Maria Brenny, conta que nesse momento foi preciso que o trabalho se reinventasse. “Com a pandemia, a presença dos voluntários foi evitada. Mas, a nossa vontade de ajudar os pacientes que estavam lá dentro foi maior do que toda essa situação. Então nós mudamos e adaptamos as atividades para que cada voluntário pudesse contribuir de forma remota, na segurança do seu lar”, revela.

E, se nesse momento está proibido o contato físico entre as pessoas, os robôs entraram em cena para aproximar voluntários e pacientes virtualmente. Desde maio de 2020, o Róbios é o novo integrante do Cajuru. Com um tablet na altura da cabeça, o robô sai pelos corredores levando os voluntários de forma remota até os pacientes. São mais de 320 voluntários que atuam no hospital, desde grupos de palhaços, músicos e até cachorros que agora, por causa da pandemia, fazem suas apresentações à distância com o auxílio do robô Róbios.

Em cinco meses de trabalho fazendo as visitas com o robô três vezes por semana, foram em média 2100 atendimentos em quartos com os grupos de palhaços e cerca de 60 com os músicos, além das visitas diárias para os pacientes nas UTIs. Para Nilza, essa é uma forma de levar alegria para os pacientes e ainda diminuir a saudade dos voluntários. “As pessoas que estão internadas sentem falta desse cuidado, dessa atenção e carinho. Quando os voluntários chegavam, a alegria era contagiante. E agora, com o Róbios, nós podemos levar esse conforto para os pacientes de forma segura. Sem falar que os próprios voluntários sentem falta desse contato no dia a dia”, revela.

A falta para os voluntários

Márcio é voluntário no Hospital Universitário Cajuru desde a fundação do grupo, em 2006. Em 15 anos de trabalho, pelo menos duas vezes por semana ele acompanhava os pacientes pelos corredores do hospital, empurrando a cadeira de rodas entre o quarto, a sala de exames e os passeios no jardim. No caminho, conversas, histórias e risadas. Rotina que ainda segue suspensa. “O serviço de voluntariado foi interrompido para preservar pacientes, colaboradores e voluntários. Está sendo uma experiência única, o contato físico do dia a dia faz muita falta, todos nós fomos impactados. Nosso desejo é um retorno seguro e o mais breve possível ”, afirma.

Outra forma de manter os voluntários ativos mesmo com as restrições, foi a produção de máscaras de proteção. Cerca de 76 mil máscaras foram confeccionadas e distribuídas para pacientes internados, familiares, acompanhantes, visitantes e funcionários dos setores administrativos. “Como tínhamos essa necessidade de ter mais máscara, e tudo era muito caro, o hospital resolveu comprar o tecido para que a gente ajudasse a confeccionar. E, com isso, nós criamos o grupo de costureiras Mãos Que Transformam. Um grupo ficava encarregado de pegar os tecidos no hospital e levar até a casa dos voluntários. Quando prontas, traziam as máscaras para o hospital e, então, a gente distribuía entre as equipes”, diz Nilza.

Como ajudar

O processo é simples para quem deseja doar parte do seu tempo e se tornar um voluntário no Hospital Universitário Cajuru. Basta agendar uma entrevista por meio do telefone (41) 3271-2990 para que a equipe possa avaliar o candidato e ver qual atividade se encaixa de acordo com o perfil e disponibilidade de horários. Os voluntários também participam do projeto “Acolha Novos Voluntários” que ajuda os candidatos a conhecerem as missões e valores do hospital.

Já quem não tem disponibilidade e mesmo assim quer contribuir, existem diversas formas de colaborar com o hospital: boleto bancário, depósito em conta corrente ou por meio da conta de energia elétrica (Copel).

Empresas também podem fazer suas doações e deduzi-las até o limite de 2% do seu Lucro Operacional Bruto, confira mais informações no site http://www.hospitalcajuru.org.br/doacao/ ou pelo telefone (41) 4042-8374.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

NOTA DE PESAR – KLEBER LOPES

É com pesar que o SBT lamenta o falecimento do ator e bailarino Kleber Lopes, neste domingo, 07 de março, em decorrência de uma parada cardíaca causada devido à complicações da Covid-19. Kleber tinha 39 anos e estava internado desde ontem, 06, no Hospital Municipal de Urgência, em Guarulhos (SP).

Kleber integrou o corpo de balé do SBT no início da década de 2000, atuando em diversas atrações da casa durante musicais e eventos especiais. Na mesma época, junto com o balé, ingressou em A Praça é Nossa, numa modernização do programa, que deixava de ter abertura gráfica para iniciar a atração com um número de dança. Ao longo dos anos, Kleber passa a fazer figuração e elenco de apoio nas esquetes, destacando-se pela irreverência e o talento.

Em 2016, ganha de Carlos Alberto e Marcelo de Nóbrega a oportunidade de interpretar seu primeiro personagem fixo – Ricky Marcos – um divertido cantor inspirado no astro Ricky Martin. Nos anos seguintes forma parceria com Andréa de Nóbrega, como Gigi do quadro A Nova Rica.

O SBT presta solidariedade à família e aos amigos do ator, e deseja que Deus conforte sua família.

Mulheres de Titânio: projetos incentivam representatividade feminina em áreas da Odontologia

De acordo com o Conselho Federal de Odontologia, no ramo de Implantodontia, dos mais de 17 mil profissionais, somente 5.145 são mulheres

Antes desconhecido pelo mercado da saúde, o titânio trouxe inovação para a Medicina e a Odontologia. Usado em larga escala para a produção de implantes dentários, por exemplo, o material se destaca por características como força, resistência e resiliência. A chegada dos implantes de titânio ao Brasil coincide de certa forma com a entrada da cirurgiã-dentista Ivete Sartori, de 63 anos, na área. “Entrei na Implantodontia bem no começo do avanço da especialidade”, conta. Nascida em Fernandópolis (SP), ela viu na especialização uma chance de entrar na pesquisa e no ensino, áreas com as quais se identificava. Mas se hoje o setor ainda é predominantemente masculino, naquela época era mais ainda.

Segundo o Conselho Federal de Odontologia, o Brasil conta com 68.872 profissionais mulheres no ramo. Porém, em especialidades como a Implantodontia, que conta com mais de 17 mil profissionais, o público feminino ainda é minoria, com apenas 5.145 mulheres. E foi a partir dessa percepção que surgiu o Women Implantology Network (WIN), uma rede global de cirurgiãs-dentistas comprometidas a inspirar, engajar e desenvolver mais mulheres na Implantodontia.

Criado pelo Grupo Straumann em 2016, o projeto tem como objetivo fomentar a participação de mulheres na especialidade e também encontrar novos talentos no setor. “Nos últimos anos, houve um movimento das mulheres formadas em Odontologia que começaram a optar por especialidades cirúrgicas, mas em congressos ou aulas, os porta-vozes continuavam sendo sempre homens. Então o objetivo também é encontrar mulheres que se sintam confortáveis em replicar seus conhecimentos e incentivar novas dentistas a entrarem na especialidade. Queremos observar esse crescimento da representatividade das mulheres como referências para outros profissionais”, explica a dentista e responsável pelo projeto no Grupo Straumann Brasil, Carolina Castro.

Ivete é hoje palestrante do projeto e vê em casa a mudança que a especialidade vem passando. Uma de suas três filhas também é implantodontista. Ela diz que a iniciativa tem papel fundamental em mostrar para as mulheres sua força e independência. “Nosso objetivo é contar histórias e mostrar que cada uma tem a sua realidade, mas que, se todas tivermos amor pela profissão e pelo trabalho, é possível realizar o que quisermos sem precisar provar nada para ninguém”, ressalta.

Atualmente, o projeto acontece na América Latina, Europa, Emirados Árabes, Estados Unidos e Ásia. No Brasil, quase 700 mulheres foram atingidas pelos encontros em 2020, que tiveram a participação de 29 palestrantes. “O objetivo principal do projeto é engajar. Fazer com que as mulheres possam ser incentivadas por outras mulheres. São mulheres que se inspiram”, conta Carolina.

Referência na ortodontia

Com mais mulheres atuando, o setor da Ortodontia também conta com um projeto de incentivo, mas com novos objetivos. O Women Orthodontics Network (WON) busca que as mulheres se tornem referência numa área em que já são maioria. De acordo com a dentista da ClearCorrect e coordenadora do projeto, Caroline Aranalde, o projeto busca ajudar cada profissional de forma prática e relevante. “Atualmente, segundo a lista do Board Brasileiro de Ortodontia, somente 25% das referências no setor da ortodontia são mulheres. Se nós somos maioria na Orto, por que não estamos entre as referências?”, levanta. “Por isso, nós temos palestras com especialistas mulheres dentro das áreas de pesquisa, empreendedorismo e clínica para auxiliar outras profissionais a ganharem destaque na área e ocuparem posições de referência para ortodontistas”, explica.

Com um calendário pré-definido de encontros, o WON abre espaço para discussões e também dicas práticas para atuar no mercado. “As mulheres possuem um poder incrível de transformação e é isso que queremos estimular e apoiar com esse novo projeto”, finaliza.

Sobre o Grupo Straumann

O Group Straumann (SIX: STMN) é líder global em soluções odontológicas e de substituição de dentes que restauram sorrisos e confiança de pacientes ao redor do mundo. O Grupo une marcas internacionais que representam excelência, inovação e qualidade em odontologia substitutiva, corretiva e digital, incluindo Straumann®, Neodent®, Medentika, ClearCorrect™, Dental Wings, Yller® e outras empresas e parceiros de forma integral e parcial. Em colaboração com as principais clínicas, institutos e universidades, o Grupo pesquisa, desenvolve, fabrica e fornece implantes dentários, instrumentos, próteses CADCAM, biomateriais e soluções digitais para uso na substituição e restauração de dentes ou para prevenir a perda de dentes. Com sede em Basel, na Suíça, o Grupo tem atualmente mais de 6 mil colaboradores em todo o mundo e seus produtos, soluções e serviços estão disponíveis em mais de 100 países por meio de uma ampla rede de subsidiárias e parceiros de distribuição.

Laboratório registra aumento de 700% em exames positivos para COVID-19

O LANAC – Laboratório de Análises Clínicas registra um aumento significativo nos resultados positivos nos exames para coronavírus. Em janeiro, a cada 100 exames realizados, 5% eram positivos. Em março, esse número saltou para 35%, aumento de 700% nos resultados positivos. O resultado é a soma de positivo dos exames RT-PCR e antígeno realizados nas unidades de coleta da empresa, em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa e Rio Branco do Sul.

Em novembro e dezembro do ano passado, o LANAC chegou a realizar em média 300 exames por dia. Esse número ficou em queda nos primeiros meses do ano, e inicia o mês de março com 150 exames/dia.

Neste mês, o LANAC passa a oferecer o resultado do RT-PCR em até 24 horas. “Sabemos que a testagem é muito importante para o controle da pandemia, e conseguimos trazer maior agilidade no resultado desse exame, que é considerado padrão ouro na detecção do vírus ativo no organismo”, afirma o responsável técnico do LANAC, Marcos Kozlowski.

Os testes sorológicos podem ser realizados em qualquer unidade de coleta da empresa, sem a necessidade de agendamento. O RT-PCR e o antígeno são realizados na unidade central, na Rua Itupava, 998 e Anita Garibaldi 2075 e nas unidades hospitalares do LANAC: Hospital das Nações, Hospital Pilar, Instituto de Neurologia de Curitiba – Hospital INC, Hospital do Rocio, Hospital Vita Curitiba e Hospital Vita Batel e na Unidade Paranaguá.

Sobre o LANAC:

Há 30 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 62 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 400 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantém a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS DEPOIS DO COVID-19

A Síndrome Pós-Covid, também conhecida como Covid Persistente ou até mesmo Long Covid, é um dos assuntos mais frequentes na atualidade, tanto nas mídias quanto nos consultórios médicos.

“Ela consiste em uma inflamação multissistêmica e difusa do organismo em pacientes que foram infectados pelo novo coronavírus, mesmo após meses o contágio, de modo a apresentar sintomas como fadiga, cansaço para a realização de atividades físicas, tontura, zumbido, perda de olfato, perda de paladar, queda de cabelo, depressão, ansiedade, arritmia cardíaca e emagrecimento. Ou seja, esses problemas são sequelas causadas pela infecção do coronavírus que levam a inflamação de diversos órgãos”, explica o otorrino Dr. Alexandre Colombini.

Segundo o médico, os sintomas devem ser tratados separadamente, pois é muito importante que os pacientes que estão apresentando esse tipo de sintoma, procurem os profissionais adequados. Portanto, se você está apresentando muito cansaço e com sinais de uma fibrose pulmonar, a indicação é procurar um pneumologista. Caso tenha perdido o olfato, o paladar, sente o ouvido zumbir ou tontura, o indicado seria um otorrinolaringologista. Se está com sinais de perda de peso, alguma inflamação na tireoide, é importante procurar um médico clínico ou endocrinologista. Caso esteja com sintomas de pressão alta ou arritmia cardíaca, é necessário procurar um cardiologista. Caso tenha queda de cabelo, o indicado é procurar um dermatologista.
No caso das doenças respiratórias, Dr. Alexandre alerta que há casos que precisam ser tratados a médio e longo prazo, por exemplo.

”Saímos de um quadro de crítico para doenças crônicas como leve cansaço, dificuldade de respirar ( dispneia) durante as atividades físicas. Lançamos mão da fisioterapia prolongada também para a volta do olfato e paladar, que podem persistir até três meses após o contato com o Covid-19. A principal meta é a melhorar a qualidade de vida do paciente”, ressalta o especialista.

Sobre o médico:
Dr. Alexandre Colombini é Otorrinolaringologista, formado pelo renomado Instituto Felippu e Membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial – ABORL-CCF. Suas áreas de atuação: Otorrinolaringologia clínica e cirúrgica com enfoque nas patologias nasais, cirurgia endoscópica, ronco e apneia.

Assessoria de Imprensa: Dicas, releases, LIVEs, entrevistas e áudios em geral. Andrea Feliconio-
andrea@andreafeliconio.com.br
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22:25

Nos últimos meses o home office imposto pela pandemia do coronavírus levou muitos profissionais a ficarem muito mais tempo com os seus pets. A mudança repentina na rotina familiar é um componente perigoso para o desenvolvimento de um transtorno de comportamento. Essa alteração na rotina pode deixá-los ansiosos e desencadear a “ansiedade por separação”, que pode ocorrer tanto pelo distanciamento como pela alteração de estar mais tempo presente. Os especialistas alertam que com a vacinação, muitas pessoas vão deixar o home office para voltarem ao ambiente de trabalho, essa mudança repentina deverá ser observada se não irá alterar o comportamento do seu pet.

De acordo com veterinária psiquiátrica da Jeito Animal, Fran Paese Cherobim, têm pets que não lidam bem com o fato de estarem sozinhos em casa e podem sofrer estresse e ter problemas sérios de saúde, além de comportamentos indesejados. “Cães que sofrem de ansiedade podem fazer lambeduras em excesso, perseguir a própria cauda, roer móveis, chorar e latir constantemente. Alguns cachorros se machucam de tanto arranhar portas. Também há relatos de casos de cães que pulam janelas de edifícios”, exemplifica a veterinária. Ela ressalta ainda que, embora os gatos tenham um temperamento mais independente, também podem sofrer com as alterações de rotina e ter comportamentos compulsivos e destrutivos. Os sinais mais comuns são: mudanças no apetite, arranhar móveis, miados em excesso, lambeduras e agressividade.

Para a especialista, o transtorno pode ser evitado com medidas simples. “As mudanças devem ser feitas de forma gradual, quando possível, e o tempo longe de casa ser aumentado gradativamente. Além disso, o tutor deve manter uma rotina de brincadeiras e brinquedos interativos para que os pets gastem energia. Para os cães, os passeios são muito importantes. Mas, quando o problema já está instaurado, a ajuda profissional é imprescindível”, ressalta.

O educador da Jeito Animal, Pedro Luiz Fontoura, conta que os tutores devem ter alguns cuidados para não piorar o transtorno e que o trabalho dele consiste em ensinar os clientes a se comunicarem com os pets e a conduzirem os treinamentos. “Algumas das coisas que ensinamos nestes casos é que o tutor não deve valorizar a saída de casa com grandes despedidas e não fazer festa no retorno ao lar”, exemplifica o educador. Mas, segundo ele, o transtorno de ansiedade por separação é bastante complexo e os casos devem ser avaliados individualmente.

Ele ressalta ainda como é feito o professor para identificar o transtorno. “Avaliamos o cão ou gato, a rotina da família e as condições do ambiente para desenvolver o protocolo. Nós trabalhamos também com florais e aromaterapia para auxiliar o processo. Em casos mais graves é necessário acompanhamento de um médico veterinário psiquiatra”, afirma Fontoura.

Casos onde o Home office evidencia a ansiedade dos pets

Antes da pandemia, a auditora Elize Dubliela trabalhava muitas horas fora de casa e viajava com frequência, por isso, a poodle Mel, de 9 anos, ficava muito mais na casa dos pais dela. Mel desenvolveu ansiedade por separação, mas foi durante o home office que Elize percebeu que o problema era grave. Os latidos excessivos fizeram com que ela procurasse ajuda dos educadores da Jeito Animal.

“Não basta fazer o treino semanal, mas sim ter uma dedicação diária para que ela possa incorporar os novos comportamentos aprendidos. Em um mês de treinos já percebi melhoras. O objetivo é que ela fique mais tranquila na minha ausência e, consequentemente, mais feliz”, comenta.

Sustos também alteram o comportamento

A golden retriever Bolacha, de seis anos, desenvolveu ansiedade por separação com comportamento destrutivo e agressividade. O problema começou após um evento traumático, um assalto na casa da empresária Cecília Bonaldi de Arruda. Esse caso também foi evidenciado durante o período de pandemia. Atualmente, Bolacha é acompanhada pela veterinária psiquiátrica Fran Paese Cherobim e está sendo medicada.

“O adestramento positivo ajuda nesse caso de ansiedade, pois brigar só piora a situação. Acaba virando um círculo vicioso entre a possível destruição que o cachorro fará e suas brigas”, ressalta Cecília. A tutora comenta, ainda, que o adestramento é muito importante pois ajuda a entender os limites e necessidades do cão.

Mais sobre Jeito Animal:
Site: ojeitoanimal.com.br
Instragram: jeitoanimalbr

Hospital Cardiológico Costantini realiza evento gratuito e on-line sobre Ciência do Esporte

No dia 25 de fevereiro, quinta-feira, o Hospital Cardiológico Costantini e a Academia do Coração realizam um seminário científico gratuito e on-line sobre Ciência do Esporte. O tema foi escolhido em homenagem ao Dia do Esportista, comemorado no último dia 19, e pela relevância para o momento, pois neste período atletas profissionais e amadores realizam suas avaliações pré-participação desportiva.

As palestras terão início às 19h de forma on-line e presencial (vagas limitadas conforme medidas de distanciamento) e contarão com a presença de médicos do corpo clínico do hospital, além de profissionais de equipes multidisciplinares envolvidos com futebol e esportes olímpicos. O evento é voltado para profissionais da área da saúde, educadores físicos, esportistas, jogadores e comunidade, em geral.

Sua transmissão ocorrerá pela plataforma ICostantini. Para acompanhar, acesse: www.icostantini.com.br e realize a sua inscrição. Para assistir presencialmente, ligue para (41) 3013-9074. O seminário é gratuito e será emitido certificado aos participantes.

SERVIÇO:
Seminário Científico sobre Ciência do Esporte - gratuito e on-line

Tema: Ciência do Esporte;
Data: 25/02/2021 (quinta-feira);
Horário: 19h
Local:
Presencial: (41) 3013-9074
Online - https://icostantini.com.br/
Gratuito
PROGRAMAÇÃO:

19h-19h05 – Abertura – Dr. Costantino Costantini;
19h05-19h35 – A importância da ciência esportiva na estrutura metodológica do trabalho no esporte profissional – Prof. Dr. José Carlos Brunoro (Diretor Executivo CEO do Coritiba Foot Ball Club);
19h35- 20h – Como levar a Ciência do Esporte até o atleta amador? – Prof PhD. Rafael Michel de Macedo (Diretor de Prevenção do Hospital Cardiológico Costantini);
20h- 21h – Mesa redonda: A importância da equipe multidisciplinar dentro do conceito da Ciência do Esporte – Coordenador: Prof PhD. Rafael Michel de Macedo | Prof. Dr. José Carlos Brunoro (Diretor Executivo CEO do Coritiba Foot Ball Club), Dr. Fernando Willington (Médico do Esporte do Hospital Cardiológico Costantini), Dra. Cristiane M. de Carvalho (Nutricionista do Esporte do Hospital Cardiológico Costantini), Dr. Paul André Alain Milcent (Ortopedista do Esporte do Hospital Cardiológico Costantini), Fst. Lucas Rafael Heleno (Clube Athletico Paranaense), Professor Marcos Walczak (Preparador Físico do Paraná Clube), Professor Andrey Paixão Silva (Preparador Físico de Natação do Clube Curitibano).

Móveis anticovid 19:  testes comprovam tecnologia em painéis de MDF

Eficácia é comprovada pela Quasar Bio, no laboratório de biossegurança de nível3 (NB3) do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP)

Antes da pandemia da Covid-19, design e qualidade eram algumas das principais preocupações ao planejar o mobiliário residencial, corporativo ou comercial. Agora, além disso, o cuidado com a saúde passou a ser um grande diferencial no design de interiores. A Guararapes, referência nacional na produção de painéis de MDF, é pioneira no uso de tecnologias que combatem o coronavírus. Desde 2015, a marca utiliza a tecnologia exclusiva NanoxClean® que elimina bactérias, vírus e outros microrganismos e tem ação vitalícia.

No ano passado, os painéis de MDF da Guararapes foram submetidos a testes que também comprovaram a eficácia da tecnologia ao inativar em poucos minutos 99,9% do vírus SARS-CoV-2, causador da Covid-19.  Os testes foram conduzidos pela empresa especializada Quasar Bio, referência em ensaios com SARS-CoV-2, e que possui seus laudos protocolados pelo Dr. Lucio Freitas Jr, especialista no assunto. Os ensaios foram realizados em laboratório de biossegurança de nível 3 (NB3) do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e obedecendo às Boas Práticas de Laboratório (BPL).

Esse resultado se deve ao uso de NanoxClean®, patenteada no setor há mais de cinco anos pela Guararapes junto à Nanox®, startup brasileira referência no desenvolvimento de materiais inteligentes. Pensada inicialmente para evitar a proliferação de fungos e bactérias no MDF, a proteção já está presente em todo o portfólio decorativo da marca há cinco anos. Ou seja, móveis fabricados com MDF decorativo Guararapes a partir de 2015 já têm essa proteção. Outro diferencial: a tecnologia não é afetada pela limpeza diária, por isso tem ação vitalícia.

“Investir em tecnologia para desenvolver produtos de alta qualidade e inovadores, alinhados às necessidades de mercado, é uma de nossas propostas de valor. Quando desenvolvemos a proteção antimicrobiana para nossos painéis de MDF, em conjunto com a Nanox®, o objetivo era contribuir para ambientes mais saudáveis para os lares das pessoas. Com o surgimento da Covid-19, realizamos diversos estudos em conjunto com pesquisadores da Quasar Bio e da Nanox®, e conseguimos comprovar a eficácia de nossa tecnologia exclusiva e pioneira no setor”, explica Humberto Oliveira, gerente de Marketing da marca.

Como funciona

A tecnologia NanoxClean® cria uma barreira de proteção à base de nanotecnologia que quando está em contato com os agentes patógenos, inativa os vírus, fungos e bactérias. Isso se deve à propriedade natural de seu ativo, a prata, que já é conhecida por sua ação antibacteriana. No caso do SARS-CoV-2, a prata oxida a camada externa do vírus, eliminando-o da superfície.

A linha decorativa da Guararapes recebe a proteção NanoxClean® por meio de uma lâmina de melamina com as micropartículas de prata, que é prensada na superfície dos painéis de MDF.

 “Nós já conhecíamos a ação antiviral da nossa tecnologia, existem estudos inclusive que comprovam sua eficácia contra outros vírus como H1N1. Mesmo assim, como o novo coronavírus tem uma durabilidade maior que todos os outros em especial nas superfícies, foi muito importante comprovar essa efetividade com o próprio SARS-CoV-2. Dessa forma, com o uso da tecnologia podemos minimizar a contaminação cruzada – quando alguém assintomático toca uma superfície e, posteriormente, outra pessoa se infecta no mesmo local”, detalha Gustavo Simões, Co-fundador e CEO da Nanox®.

Passo a passo do teste

Os testes foram realizados através de amostras do MDF Guararapes com e sem a proteção NanoxClean®. Os produtos foram expostos ao SARS-CoV-2 por meio de uma imersão em tubos que continham grandes quantidades do vírus. Dessa forma, foi avaliada a capacidade do produto tratado de inativar as partículas virais em um intervalo de contato de 10 minutos e 30 minutos.

No período mínimo, a proteção já tinha eficácia de 68,4%. O ensaio ocorreu no ICB-USP, instituto responsável por isolar o SARS-Cov-2 no Brasil, e foi liderado pelo Dr. Lúcio Freitas Júnior, pesquisador da Universidade.

Gustavo Simões,

Align Technology lança nova versão do software para o planejamento de sistema Invisalign®

Ferramentas oferecem mais flexibilidade ao doutor e melhor experiência ao paciente

A Align Technology, empresa baseada no Vale do Silício, detentora da marca Invisalign® - líder mundial no mercado de alinhadores ortodônticos invisíveis - e do scanner intraoral iTero® Element, acaba de anunciar a nova versão de seu software de planejamento de casos, o ClinCheck® Pro 6.0.

O ClinCheck® Pro 6.0 é um software baseado em nuvem - aumentando a flexibilidade de acesso - que inclui controle 3D, em qualquer lugar e a qualquer hora, por meio de PC, Mac ou iPad.

O software também inclui uma interface mais intuitiva e a ferramenta In-Face Visualization, que permite a simulação do sorriso ao fim do tratamento na face do paciente.

"A ferramenta In-Face Visualization cria uma visão poderosa da simulação do sorriso dos pacientes que ajuda os doutores a engajá-los, aumentando o número de casos", diz o diretor clínico da Align Technology LATAM, Dr. Renato Mussa.

Para utilizar o In-Face Visualization, o Invisalign® Doctor precisa tirar uma foto do sorriso do paciente utilizando o Invisalign® Photo Uploader 4.6.0 ou versão superior ou utilizar o scanner iTero®. Após o planejamento ser finalizado no ClinCheck®, basta entrar em uma aba do software para ter acesso à simulação.

Todos os doutores credenciados no sistema Invisalign® terão acesso às novas ferramentas até o fim de 2020.

Sobre a Align Technology, Inc.

A Align Technology projeta e fabrica o sistema Invisalign®, o mais avançado sistema de alinhadores transparentes do mundo, o iTero® scanner e serviços intraoral e o software CAD/CAM. A Align tem ajudado a tratar mais de 8 milhões de pacientes com o sistema Invisalign e está impulsionando a evolução da odontologia digital com o scanner intraoral iTero e o software exocad CAD/CAM- modernizando as práticas atuais, permitindo melhorias na odontologia digital e nos fluxos de restauração para melhorar a experiência do paciente e as práticas eficientes.Visite https://www.aligntech.com para mais informações.

Para mais informações sobre o sistema Invisalign ou para achar um doutor Invisalign na sua região, visite https://www.invisalign.com. Para mais informações sobre iTero scanner digital, visite https://www.itero.com. Para mais informações sobre as ofertas de CAD/CAM dental exocad e lista de parceiros revendedores exocad, visite https://www.exocad.com.

Mais informações:

Agência A+

Atendimento: Laura Martins - laura@agenciaamais.com.br / (21) 98143-1113

Coordenação: Ana Carolina Hildebrandt - anacarolina@agenciaamais.com.br / (21) 98143-1113

Direção: Tatiana Marzullo - tatiana@agenciaamais.com.br / (21) 3150-3053

®2020 Align Technology, Inc. O dentista deve ser consultado. Os resultados podem variar de acordo com o paciente. Dr. Renato Mussa CRO-SP 79.328 - Align Technology do Brasil Ltda. CRO-SP 502. Casos raros de reação alérgica podem ocorrer. Visite invisalign.com.br
Cód. 106320

Roberto Kalil é o novo contratado da CNN

Cardiologista, um dos mais respeitados médicos brasileiros, irá apresentar o programa “CNN Sinais Vitais”, que faz parte dos investimentos do canal no projeto “CNN Saúde”

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Doutor Roberto Kalil é o novo contratado da CNN Brasil. Crédito: Kelly Queiroz

São Paulo, 11 de fevereiro de 2021 — O cardiologista Roberto Kalil é o novo contratado da CNN Brasil. A partir de março ele estará à frente do “CNN Sinais Vitais”, programa que será apresentado semanalmente no horário nobre, com estreia no mês de março. A atração é inspirada no “CNN Vital Signs”, exibido pela CNN americana.

Kalil é um dos mais respeitados e conhecidos médicos do Brasil. Nas últimas duas décadas construiu uma sólida carreira como professor titular de Cardiologia na Faculdade de Medicina da USP e presidente do Conselho Diretor do Instituto do Coração (InCor). Também dirige o Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde atua diariamente.

No “CNN Sinais Vitais”, Kalil irá mostrar ao público, por meio de casos reais, os avanços da medicina moderna, as novas tecnologias, pesquisas e todas as ferramentas que a ciência tem à disposição para salvar vidas.

A atração vai resgatar histórias de personagens reais, com reconstituições detalhadas e depoimentos exclusivos, além de entrevistas com especialistas. A medida que os casos são mostrados, Kalil irá explicar ao público todos os detalhes médicos dos pacientes e os caminhos encontrados pela medicina para enfrentar cada uma das situações apresentadas.

“O programa se desenrola em ritmo muito ágil, com muito suspense, equilibrado com conteúdo científico. Esse é o segredo do nosso programa. Quem gosta de medicina, vai encontrar no CNN Sinais Vitais’ - uma opção que não existe hoje na TV brasileira”, diz Roberto Kalil.

Para garantir a fidelidade dos casos retratados e a precisão de todas as informações veiculadas, o cardiologista montou um time de especialistas médicos que atuam em conjunto com a equipe de pesquisa, produção e direção da CNN Brasil para formular cada um dos episódios.

CNN Saúde

Médico renomado no Brasil e no exterior, Kalil também é um veterano de TV. Por mais de dez anos atuou na TV Globo, participando do programa ‘Bem Estar’, onde dava dicas de como alcançar uma vida saudável por meio de hábitos e alimentação adequados.

“O ‘CNN Sinais Vitais’, com o doutor Kalil, é mais uma iniciativa do canal para reforçar o conteúdo sobre saúde em nossas plataformas. Com a pandemia desde o ano passado, os brasileiros nunca estiveram tão preocupados com esse tema. Por isso, decidimos criar um amplo projeto editorial para prestar serviços, promover o debate e ampliar o acesso do público às informações sobre medicina e saúde nos próximos anos”, afirma o CEO da CNN Brasil, Douglas Tavolaro.

A iniciativa contará com o apoio da empresa Qsaúde, nova operadora de planos de saúde do Brasil, que fechou acordo para se tornar a mais nova patrocinadora especial da CNN Brasil. O contrato terá duração de três anos e irá viabilizar uma série de iniciativas editoriais na programação multiplataforma do canal.

Além do “CNN Sinais Vitais”, o projeto englobará uma plataforma digital com produção diária de conteúdo: o “CNN Saúde”. Sob criação de uma equipe especializada, o projeto inclui reportagens em texto, podcasts e, claro, vídeos sobre medicina e bem-estar que serão distribuídos no site da CNN Brasil, nas redes sociais da emissora e no YouTube. Também estão previstos fóruns de saúde e medicina em 2021, produzidos pela CNN Eventos, nova empresa da CNN Brasil.

Sobre a CNN Brasil

A CNN Brasil é conduzida pelo grupo brasileiro de mídia NovusMídia, conforme acordo de licenciamento de marca estabelecido com a CNN International Commercial (CNNIC), que abrange o acesso a certas propriedades, incluindo conteúdo da CNN International. O canal de notícias 24 horas está disponível desde o dia 15 de março de 2020 para assinantes da TV paga, no canal 577, e também nas plataformas digitais.

Em setembro de 2020 lançou a CNN Rádio, em parceria com a Rede Transamérica, para levar conteúdo jornalístico para 196 cidades brasileiras, com alcance potencial de 55 milhões de ouvintes.

Em outubro do mesmo ano criou uma nova unidade de negócios dentro de sua estrutura: a CNN Eventos. Seguindo o modelo consolidado realizado pela CNN americana, o projeto vai realizar fóruns, summits e debates para diversos segmentos do mercado.

Em seu primeiro ano no Brasil, a CNN conquistou 11 dos mais importantes prêmios do setor de comunicação e o reconhecimento do público e do mercado - sendo a empresa de mídia mais premiada do país.

www.cnnbrasil.com.br

Arritmia cardíaca pode aumentar durante o verão

O Pilar Hospital conta com o procedimento de ablação e equipamento para mapeamento de arritmias mais complexas, com grande taxa de sucesso no tratamento

Curitiba, fevereiro de 2021 – A arritmia cardíaca pode ser definida como qualquer ritmo cardíaco fora da normalidade. A manifestação clínica é o aceleramento ou mesmo um descompasso no ritmo dos batimentos cardíacos, que resulta em uma sensação de palpitação. Quando ocorre, a pessoas podem ter tontura, dor no peito, náuseas, desmaio ou até mesmo morte súbita. Pode ter origem nos átrios ou nos ventrículos, sendo esta última a arritmia que pode ser mais perigosa.

O verão é a época do ano em que podem ocorrer fatores que favorecem o desencadeamento das arritmias. O clima mais quente pode gerar estresse corporal para o controle da temperatura do corpo. Quem mais sofre com isso são as pessoas com doenças cardiovasculares e os idosos, conforme alerta o Dr. Márcio Ortiz, cardiologista do Pilar Hospital.

“O forte calor agrava a situação dos pacientes cardiopatas, pois a desidratação e o suor excessivo ocasionam a perda de eletrólitos importantes para o funcionamento adequado do coração”, comenta o médico. “Os idosos são mais acometidos com elevações da pressão arterial. Já a ocorrência de quedas súbitas de pressão arterial ocorre mais frequentemente em mulheres jovens e magras”. Outro fator muito relacionado ao verão é o excesso da ingestão de álcool, que pode resultar em desencadeamento de arritmias cardíacas, incluindo uma específica, chamada fibrilação atrial.

O diagnóstico das arritmias cardíacas pode ser realizado com um simples eletrocardiograma quando feito durante o evento da arritmia. Existem uma gama de exames cardíacos que podem ser necessários. O Pilar Hospital apresenta uma grande infraestrutura em seu departamento de cardiologia, dispondo de todos os exames cardiológicos para investigação de doenças cardíacas, entre eles ecocardiograma, teste ergométrico, cateterismo cardíaco, ressonância e cintilografia cardíaca.

O hospital dispõe também de procedimentos de exames mais complexos, envolvendo tanto o diagnóstico das arritmias, como a possibilidade de realização de tratamento curativo. “Este procedimento chama-se Estudo Eletrofisiológico e Ablação. É um exame que estuda o sistema elétrico normal do coração e faz o diagnóstico de causas de arritmias cardíacas. O exame é realizado através de cateteres (cabos) que são introduzidos através dos vasos sanguíneos até o interior do coração”, explica Dr. Márcio.

O procedimento de Ablação tem uma alta taxa de sucesso na eliminação do mecanismo que causa a arritmia, segundo relata o médico. “Primeiramente se faz o diagnóstico do mecanismo da arritmia, que pode ser simples ou mais complexa. Após o diagnóstico pode-se fazer a Ablação por radiofrequência. É um tipo de cauterização da causa da arritmia, ou seja, a eliminação do mecanismo que causa a arritmia”, comenta.

O Pilar Hospital possui também um equipamento para mapeamento e Ablação de arritmias complexas, chamado de Sistema Carto ou de Ablação Complexa. É um aparelho que permite fazer uma reconstrução tridimensional dos mecanismos complexos. Assim, permite uma taxa maior de sucesso em eliminar a arritmia. “De uma forma geral, a taxa de sucesso depende do mecanismo da arritmia, variando de 70% a 80% nos casos complexos e chegando a 97% nos casos mais simples”, explica.

O médico recomenda que as pessoas tomem os devidos cuidados durante o verão e em outras épocas do ano para controlar os fatores de risco para doenças cardiovasculares, como controle rigoroso da pressão arterial, da obesidade, sedentarismo e do diabetes. “É preciso fazer uma avaliação médica de rotina e realização dos exames, se forem indicados. E falando mais especificamente, durante o verão, devemos procurar fazer uma ingestão de líquidos mais frequente, uma alimentação balanceada e ter uma vida mais saudável sem ingesta excessiva de álcool”, conclui.

Projeto social Stars Save Lives lança campanha de arrecadação para combate à COVID-19

O jogador de futebol Daniel Alves juntamente com o Stars Save Lives lança uma campanha de arrecadação de fundos focada na distribuição de máscaras de alta proteção, testes de COVID-19 e vacinas gratuitamente para pessoas de países de baixa renda.

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Lide Multimídia - O projeto social Stars Save Lives lança uma campanha de arrecadação de fundos na plataforma GoFundMe e ao lado do jogador de futebol Daniel Alves e de outras estrelas de todo o mundo convida pessoas a contribuir.

A companhia de caridade Stars Save Lives, sediada no Reino Unido, visa distribuir máscaras de proteção, testes rápidos de COVID-19 e vacinas gratuitamente para pessoas de países de baixa renda.

Stars Save Lives é um projeto global, apoiado por estrelas lendárias que abraçam a causa para espalhar a mensagem e mudar o mundo para melhor. Isso inclui o lendário jogador de futebol brasileiro Roberto Carlos (embaixador do Stars Save Lives), o capitão do pentacampeonato mundial Cafu, o embaixador do Barcelona Ronaldinho Gaúcho e o excelente goleiro colombiano René Higuita.

“O vírus não tem fronteiras, e pode afetar todos nós”, alerta Daniel Alves, que é hoje o jogador com mais títulos oficiais na história do futebol, com mais de 40 troféus, incluindo a aclamada Champions League, Copa América e muitos outros. “Visamos manter as pessoas seguras. Mesmo a menor doação nos ajudará a alcançar nossa meta de arrecadação de fundos”, afirma o atleta que joga atualmente no São Paulo Futebol Clube, com passagens pelo Barcelona, Paris SaintGermain, Juventus e pela Seleção Brasileira. Daniel Alves abraçou outros projetos filantrópicos em sua carreira, entre eles uma campanha ambiental com o príncipe William, em 2020.

Pessoas interessadas em contribuir devem acessar a página da campanha na plataforma Gofundme (www.gofundme.com/f/starssavelives). A doação pode ser feita em qualquer moeda. O objetivo é alcançar a quantia de 100 milhões de libras. Além de doar, também é possível ajudar compartilhando o link GoFundMe e seguindo as páginas do Stars Save Lives nas redes sociais, que ajudarão a expandir o projeto. Para contribuir e obter mais informações, acesse os canais de comunicação:

Campanha de arrecadação:
www.gofundme.com/f/starssavelives

Site:
www.starssavelives.com

Redes Sociais:
Instagram: www.instagram.com/starssavelives
Facebook: www.facebook.com/starssavelives
Weibo: www.weibo.com/starssavelives