Sistema de Transmissão Gralha Azul movimentará 5 mil vagas de emprego

Vagas de trabalho serão distribuídas entre municípios que receberão as obras

Curitiba, julho de 2020 - As obras do Sistema de Transmissão Gralha Azul, da Engie, estão em execução no Paraná desde o mês de setembro de 2019. Com investimento de R$ 2 bilhões, o projeto irá movimentar cinco mil vagas de emprego quando no pico de execução, ainda em 2020. Ao todo, são cinco novas subestações, cinco ampliações de subestações e quinze linhas de transmissão, o Sistema deverá estar concluído em 2021, com a operação escalonada prevista para iniciar em julho.
Com aproximadamente 1.000 km de extensão, o ST Gralha Azul passará por 27 municípios do Centro-Sul e Centro-Oriental paranaense, sendo sua maior parte na região dos Campos Gerais. Em Ponta Grossa, por exemplo, na região da Colônia Moema, entre o rio Tibagi e a estrada de terra que liga a Estrada José Kalinoski e a BR-373, está sendo construída a maior subestação do Gralha Azul, a Subestação Ponta Grossa, que receberá um investimento de aproximadamente R$ 200 milhões para sua construção. Em um terreno de quase 230 mil m², será implantado o pátio da subestação (SE), com aproximadamente 62 mil m². Essas dimensões são necessárias porque a SE Ponta Grossa será constituída por dois setores, um em 525 kV e outro em 230 kV. “Essa é uma subestação muito grande e por dar condição de escoamento a todas as demais linhas de transmissão foi a primeira a ser iniciada. As obras civis da subestação Ponta Grossa seguem em ritmo acelerado em 2020, sendo que no segundo semestre deve ser iniciada a montagem eletromecânica dos equipamentos”, informa Márcio Daian Neves, diretor de implementação do Sistema de Transmissão Gralha Azul.
Somente no município de Ponta Grossa, são mais de mil colaboradores trabalhando no momento – na implantação das linhas de transmissão e da subestação. As obras estão sendo realizadas pela construtora Tabocas, empresa especializada na construção de linhas de transmissão, e no caso das subestações, também contam com a atuação da Siemens, multinacional com grande expertise no setor elétrico. “O projeto prevê que no pico das obras teremos em torno de 5 mil trabalhadores, diretos e indiretos, distribuídos em diferentes frentes de serviços”, destaca Marcio Neves.

Vagas de trabalho serão ‘pulverizadas’ junto aos municípios que receberão as obras
As vagas estão sendo geradas de forma gradativa e ‘pulverizadas’ junto aos municípios que receberão as obras. Hoje temos mais de 2.800 trabalhadores atuando, e esse número deve crescer com o aumento do volume das obras ao longo do ano”, destaca o diretor.
As vagas de trabalho estão sendo ofertadas por agências e o processo de contratação vem sendo feito pela empresa construtora, a Tabocas. A empresa geralmente aproveita os bancos de currículos do SINE e Agências do Trabalhado locais. “A construtora está consolidando as parcerias com as agências de intermediação de mão-de-obra locais desde o início de janeiro, fazendo ampla divulgação pelos quais os candidatos podem acessar as vagas”, relata.
Quanto à qualificação dos profissionais demandados, no primeiro semestre as contratações focaram em trabalhadores da construção civil. “Já para o segundo semestre, quando se iniciam as atividades de montagem eletromecânica das linhas de transmissão e subestações elétricas, devem iniciar as contratações de eletrotécnicos e montadores, vagas que requerem um pouco mais de conhecimentos específicos”, afirma Neves.

Aumenta a necessidade de energia no Estado do Paraná

O Sistema de Transmissão Gralha Azul vem ao encontro da necessidade crescente de energia no Estado do Paraná. “O objetivo do projeto é melhorar a oferta e a qualidade de energia para o Centro-Sul do estado, principalmente. O projeto é oriundo de um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), liderado pela ANEEL, que estuda carências energéticas. Realizado em 2016, esse estudo mostra que aqui existe uma lacuna no sistema local de transmissão que dificulta o escoamento. Por exemplo: toda a geração da usina de Itaipu, atualmente, vai para São Paulo e depois volta para o Paraná. Por isso, o projeto interligará Ponta Grossa à Ivaiporã, trazendo essa energia para a subestação Ponta Grossa, de onde sairão diversas outras linhas de transmissão permitindo maior capilaridade”, explica o diretor.
O estudo da EPE mostrou que já em 2018 o Estado do Paraná enfrentaria uma grande dificuldade energética. Essa carência pode ser percebida, ao longo dos últimos anos, principalmente no setor de agronegócios e industrial, que têm sofrido grandes oscilações. “Com o sistema em operação, além do reforço energético, que trará mais qualidade e maior oferta de energia ao Estado, o ST Gralha azul também oportunizará que aquelas regiões nas quais a oferta de energia era baixa, passem a ter condições de atender às necessidades de indústrias e empreendimentos trazendo, com isso, novos negócios, geração de empregos e desenvolvimento para os municípios”, destaca Neves. “O ST Gralha Azul é sim um grande projeto, um projeto importante e necessário não só para os paranaenses, mas para os brasileiros. Com a demanda energética crescendo – e todos vemos esse impacto diariamente em nossas casas, empresas, escolas, hospitais – é preciso que o sistema de transmissão seja efetivo, seguro e confiável para garantir não só uma energia mais barata para a sociedade, mas, sim, que não falte energia e que as cidades do estado possam se desenvolver”, completa.

Preocupação Ambiental

O Sistema de Transmissão Gralha Azul foi projetado, assim como todos os projetos da Engie, com todo zelo e cuidado na preservação do meio ambiente, que além das matas nativas se preocupou também na salvaguarda das espécies de fauna e flora, bem como a proteção da cultura e história do Paraná.
A preocupação da empresa é causar o menor impacto possível. O respeito ao meio ambiente está entre os compromissos fundamentais da ENGIE, refletido em suas políticas e práticas – o que inclui o desenvolvimento de todos os seus projetos, como o ST Gralha Azul. Por isso, a Companhia conta com dezenas de profissionais, das mais diversas formações, dedicados exclusivamente à área socioambiental, de modo a garantir a conformidade legal das atividades e também a adoção de boas práticas, que ultrapassam o exigido pela legislação, em caráter voluntário.
No caso do Sistema de Transmissão Gralha Azul, por se tratar de um projeto de Utilidade Pública, a ENGIE obteve, junto aos órgãos responsáveis todas as autorizações e licenças ambientais necessárias, as quais permitem a supressão de vegetação que porventura seja necessária para a implantação do Sistema de Transmissão, onde não houver alternativa locacional. Quando necessária, essa atividade é realizada com a devida autorização do órgão ambiental, acompanhada de uma série de cuidados para minimizar o impacto ao meio ambiente, à comunidade e aos proprietários das áreas envolvidas.
Conforme preveem as licenças ambientais concedidas ao ST Gralha Azul, ao longo de toda a implantação do projeto, diversos programas ambientais estão sendo implantados nas regiões de implantação. “Como, por exemplo, o monitoramento de flora, fauna e resgate de germoplasma, resgate e monitoramento arqueológico, gestão ambiental, educação ambiental, programas ambientais que supervisionam a construção, programas de recuperação de áreas degradadas, entre outros, de forma a minimizar, mitigar ou compensar os impactos do projeto”, explica Marcio Neves. O acompanhamento dos trabalhos de recuperação é contínuo, tanto nas áreas a serem recuperadas, quanto nas áreas já em processo de recuperação.
O diretor de implementação do projeto destaca que, adicionalmente, será efetuada compensação ambiental, por meio de desenvolvimento de ação a ser definida pelo órgão licenciador em conformidade com as diretrizes previstas na Lei nº 9.985/2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Além desta, ressalta-se também a execução de compensação ambiental estabelecida pela Lei nº 11.428/2006, denominada Lei da Mata Atlântica, que trata das compensações decorrentes da supressão de vegetação primária ou secundária nos estágios médio ou avançado de regeneração do Bioma Mata Atlântica, bem como a reposição florestal, determinada pela Lei n° 12.651/2012, que institui o Código Florestal
Entre os impactos sociais positivos do Sistema de Transmissão Gralha Azul – para além da contribuição ao desenvolvimento econômico por meio do suprimento de energia – está a geração de oportunidades de emprego nas áreas de construção civil, saúde e segurança do trabalho, ambiental e do terceiro setor, com priorização para a contratação de mão de obra local. “Cabe ressaltar também que empreendimento está sendo realizado com total transparência, principalmente junto às comunidades adjacentes por onde as linhas passam, que desde a fase de estudos puderam esclarecer dúvidas e vêm sendo informadas sobre as etapas de construção, por meio do desenvolvimento dos programas de comunicação social e sensibilização ambiental. Para tanto, foram realizadas audiências e reuniões públicas e implantadas diversos mecanismos de comunicação social, incluindo ouvidorias”, complementa o diretor.

Sobre o empreendimento da Engie no Paraná
Trata-se de uma concessão federal. A Engie venceu o Leilão de Transmissão da Aneel em 2017 e conquistou a concessão. Após, iniciou diversas etapas para obter as licenças ambientais, declarações de utilidade pública e também começou as negociações com diversos proprietários e comunidades. Essa concessão é de 30 anos e começou com a assinatura do contrato em março de 2018. Até o término do projeto, previsto para setembro de 2021, as obras devem gerar aproximadamente 5 mil empregos diretos e indiretos por meio do investimento de aproximadamente R$ 2 bilhões.

Sesc PR lança terceira edição de concurso de cartões postais

Lendas, mitos, personagens históricos e elementos culturais do Paraná são o tema da 3ª edição do Concurso Entre Lendas – uma seleção de ilustrações para compor uma coletânea de cartões postais inéditos – promovido pelo Sesc PR em parceria com a Academia Paranaense de Letras.
Em 2020, a seleção de ilustrações se propõe a incentivar a valorização dos aspectos culturais do Paraná, a despertar nas crianças o senso de pertencimento ao Paraná, por meio de suas lendas, personagens e histórias, e amplia as categorias do concurso. Agora, podem participar estudantes do Sesc, matriculados em algum projeto de educação da instituição no Paraná; trabalhadores do comércio e dependentes com cartão cliente válido, e o público em geral. Outra novidade é a categoria Ilustração Digital, em que o participante pode inscrever uma ilustração feita digitalmente, por meio de softwares.
Para o gerente de Educação do Sesc PR, Adriano Trentin, a proposta do concurso é “resgatar a cultura do Paraná, trabalhar elementos que são históricos, mas também contemporâneos e fortalecer a identidade regional. São várias as histórias que compõem o Paraná e pretendemos contá-las e levá-las ao maior número possível de pessoas, criando um relação de simpatia e de identidade.”
Serão selecionadas 105 ilustrações que serão impressas em cartões postais a serem produzidos pelo Sesc PR. As inscrições estão abertas até o dia 30 de setembro e o edital completo do concurso está disponível no site
https://www.sescpr.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Edital-Entre-Lendas-3%C2%BA-Edi%C3%A7ao.pdf

Associação de Assistência ao Excepcional do Paraná lança vaquinha virtual para pedir ajuda em meio à pandemia

Ela irá angariar recursos para a Escola Especial Mercedes Stresser que atende 330 alunos com deficiências. Antes a arrecadação era através de eventos beneficentes que ficaram inviáveis pelo isolamento social.

Ajudar o próximo faz bem. A Associação de Assistência ao Excepcional do Paraná (AAEPR) lança vaquinha virtual para angariar recursos para ajudar neste período difícil de isolamento social a Escola Especial Mercedes Stresser, que atende 330 alunos com deficiências. Antes a arrecadação era realizada através de eventos beneficentes que ficaram praticamente inviáveis pela Covid-19. Além de estar prestando serviços pedagógicos e psicológicos, de forma virtual, a instituição continua desenvolvendo ações para captação e distribuição de cestas básicas às famílias dos alunos mais necessitados que estão precisando de ajuda em meio à pandemia.

O presidente da AAEPR, Antonio Luiz Bom, comenta que a motivação da vaquinha virtual foi em decorrência do isolamento social. “A complementação dos recursos necessários, sempre foi suprida através de eventos beneficentes como almoços, bingos, brechó, rifas, bazar, e outros, que são inviáveis neste momento. Por isso toda contribuição será bem-vinda e já agradeço o apoio de todos.”

Ele reforça ainda a importância da vaquinha para o prosseguimento do trabalho e faz ainda um convite pós-pandemia. “Estamos em busca de parcerias que viabilizem suprir estes recursos, quer seja através da divulgação da “vaquinha virtual” ou através de doações na conta da entidade. Aproveito ainda para fazer o convite para que, em época oportuna, conheçam a nossa entidade e constate a importância do serviço que ela realiza”.

Escola Especial Mercedes Stresser
A Escola Especial Mercedes Stresser foi fundada em 1961, e tem como missão: desenvolver o potencial da pessoa com deficiência intelectual e múltiplas deficiências para a igualdade de oportunidades, inclusão social e o exercício da cidadania. Ela atende atualmente 330 alunos com idades de 15 a 68 anos, dos quais 70% são carentes e recebem, além da educação, alimentação e vestuário. A escola tem o compromisso com a educação especial, em quase 60 anos de história, valorizando a eficiência, atendendo a diversidade e formando cidadãos, tendo conseguido o respeito e a credibilidade da sociedade pela responsabilidade e qualidade do atendimento.

SERVIÇO:
Vaquinha Virtual
Associação de Assistência ao Excepcional do Paraná - AAEPR
Banco do Brasil
Agência 1518-0, Conta 26645-0 – CNPJ: 76.675.552/0001-61.

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-a-escola-mercedes-stresser

GRUPO MADERO CUMPRE A MISSÃO DE OFERECER HORTIFRÚTIS ORGÂNICOS EM 100% DOS SEUS RESTAURANTES

Produção na Fazenda Madero comemora dois anos e abastece hoje toda a rede

Toda a produção de hortifrútis orgânicos da Fazenda Madero, iniciada em Janeiro de 2018, é hoje 100% absorvida pelos restaurantes do Grupo, que também continua apoiando outros produtores de orgânicos, para complementar o fornecimento de alface, tomate, brócolis, couve-flor, morango, cenoura, limão, salsinha, cebolinha e alho, para as receitas dos pratos na Cozinha Central.

Localizada em Palmeira, no Paraná, a Fazenda Madero contou com investimentos que ultrapassam R$ 6.5 milhões em infraestrutura, estufas, câmaras refrigeradas, captação de água e irrigação de alta tecnologia, lhe rendendo a certificação do selo ORGÂNICO BRASIL, conferido pelo Instituto de Tecnologia do Paraná - TECPAR, que garante ao consumidor que os alimentos estão dentro dos preceitos e normas nacionais de produção orgânica.

“Cumprimos a promessa de oferecer aos nossos clientes, em todos os nossos restaurantes no Brasil, hortifrútis e temperos orgânicos, que não prejudicam a saúde e não causam danos ao ambiente em seu processo de produção”, comenta o chef e empresário Junior Durski.

De acordo com Durski, entre os processos para a produção orgânica é necessária a descontaminação da terra, bem como fazer barreiras vegetais e com árvores, para impedir a contaminação de plantações vizinhas. E apesar do cultivo orgânico ser em torno de 40% mais caro, o empresário não repassou os novos custos para os clientes; com a missão de atender a demanda crescente do público interessado em ingredientes orgânicos nos restaurantes.

McDonald’s doa mais de mil refeições em seis cidades do Paraná na Campanha McObrigado

Com a meta de chegar a 100 mil doações, empresa aderiu à ação global Thank You Meal e preparou refeições especiais para os profissionais de saúde

Desde o início da pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Mcdonald’s, operado pela Arcos Dorados no Brasil, está doando refeições aos profissionais que estão atuando na linha de frente do combate à covid-19, como forma de agradecer ao trabalho que eles têm realizado.

Em junho, no Paraná, em um período de uma semana, os profissionais de saúde de seis cidades foram reconhecidos pela marca e, juntos, receberam mais de mil refeições. Em Curitiba, o Hospital Pequeno Príncipe e o SAMU foram as instituições que receberam combos de Quarterão e acompanhamento. Já na região metropolitana, as entidades foram o Hospital São Lucas, em Campo Largo, e UPA Alto Maracanã, em Colombo. A Santa Casa de Misericórdia de Ponta Grossa também foi agraciada, assim como o Hospital Germano Lauck, em Foz do Iguaçu. Para fechar, as doações foram entregues à equipe que está sediada na Secretaria de Saúde de Cascavel e fazendo a maior parte de atendimento da covid-19 no município.

A ação faz parte da campanha global Thank you Meal, lançada nos Estados Unidos. No Brasil, o nome da campanha foi ajustado para McObrigado. “Trata-se de uma forma de levar, além de comida, solidariedade e mensagens de encorajamento para esses profissionais que têm tido uma atuação incansável e excepcional”, explica Paulo Camargo, presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados. Por aqui, a meta é chegar a 100 mil combos doados, o que equivale a um investimento de cerca de R$ 2,5 milhões de reais.

Até o momento, já foram realizadas mais de 65 mil doações para profissionais de saúde, instituições que atuam no combate à fome, cooperativas e caminhoneiros. Todas têm sido preparadas pelos funcionários da rede, que também estão se mobilizando para colocar recados de agradecimento juntos das refeições. No Paraná, cerca de duas mil refeições já foram doadas nas cidades de Curitiba, São José dos Pinhais, Maringá e Londrina.

Outras medidas da Arcos Dorados

Acreditando na união de forças para que o país possa superar esse momento de crise, o McDonald’s decidiu apoiar micro e pequenas empresas do setor de alimentação no Brasil, abrindo turmas de formação gratuita e online voltadas a profissionais que atuam nesse segmento.

A companhia criou um curso para microempreendedores, que conta com uma grade dividida em três pilares principais: Segurança Alimentar, Higiene e Desenvolvimento Sustentável, áreas em que a companhia é reconhecida internacionalmente por sua excelência. Essas são esferas fundamentais para garantir medidas de prevenção de contaminação por microrganismos, incluindo o novo coronavírus.

Os módulos estão sendo disponibilizados por meio do site https://trilhas.info/ para que os novos interessados possam acompanhar o conteúdo.

Além disso, O McDonald’s abriu vagas gratuitas para o curso de Desenvolvimento Sustentável em Foco, que nos últimos dois anos contou com cerca de dois mil inscritos e aborda uma grade que contempla 12 temas como Compromisso Social, Energia Renovável, Diversidade & Inclusão, Economia Circular, Mudanças Climáticas e Gestão de Resíduos, entre outros. O curso é o maior programa corporativo de educação para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

Medidas para segurança de seus colaboradores

Tendo como prioridade proteger a saúde e bem-estar de seus funcionários e clientes, a companhia implementou um comitê focado especialmente em monitorar e agir em torno de diversos assuntos relacionados ao tema. Abaixo as principais ações da marca para garantir a segurança nos restaurantes:

Todos os funcionários passaram a atender com luvas e máscaras nas interações de entrega no balcão, Drive, Quiosques e McCafé. Além disso, todos os pedidos estão sendo entregues já em embalagens para viagem.
No interior dos restaurantes, o chão recebeu a aplicação de adesivos de segurança, formando linhas que delimitam o distanciamento social exigido na aproximação dos entregadores ou de clientes.
Nos caixas do Balcão, Quiosque e McCafé, nas áreas de retirada e nas cabines do Drive-Thru foram implantadas barreiras de acrílico para reduzir o contato.
Aumento na frequência da limpeza dos balcões, equipamentos e portas e no número de dispensers de álcool em gel no salão.
As máquinas de cartão passaram a ser higienizadas após cada uso e os restaurantes estão sugerindo que os clientes do Drive-Thru façam uso de formas de pagamento à distância, como o Sem Parar.
As unidades também oferecem materiais para higienização das bolsas dos profissionais que entregam os pedidos feitos pelo McDelivery. A marca tem estimulado que esses profissionais higienizem as bolsas, lavem as mãos ou façam uso do álcool gel todas as vezes que chegam para retirar um pedido.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui quase 2.300 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/12/2019). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com.

Hospitais e instituições sociais recebem doações no Paraná

União entre os setores público e privado viabiliza doações para fundos da saúde e de assistência social

A curva de número de casos do novo coronavírus teve crescimento no Paraná nas últimas semanas, afetando direta e indiretamente toda a população, principalmente a mais vulnerável. Como forma de ajudar, um grupo de organizações públicas e privadas se uniu para arrecadar fundos para o combate à covid-19 no Estado. As doações já somam cerca de R$ 4 milhões, em dinheiro e em materiais, e estão sendo entregues para hospitais e outras entidades de todo o Paraná.

As primeiras arrecadações de equipamentos hospitalares já foram destinadas para o Hospital de Clínicas, Hospital do Trabalhador e Casa de Misericórdia de Jacarezinho. Comunidades de Guaraqueçaba, no litoral paranaense, e diversos asilos do município, também foram beneficiados com doações de cestas básicas, máscaras, itens de higiene e álcool em gel.

As doações somam mais de R$ 4 milhões, entre dinheiro e materiais para apoio às demandas emergenciais na área da saúde e para prestar apoio às ações e entidades sociais, como lares e asilos. Cerca de 20 instituições já foram beneficiadas. Apesar do resultado, o grupo que conduz a iniciativa reforça que as demandas continuam crescendo. “Ainda há muito o que ser feito. As instituições e o setor da saúde necessitam de muito auxílio neste momento. Quanto mais pessoas e empresas se juntarem a causa, maior será o benefício para toda a sociedade”, afirma a promotora de justiça do Ministério Público do Paraná, Karina Anastácio Faria de Moura Cordeiro.

Capacidade de atendimento

A Santa Casa de Misericórdia de Jacarezinho foi uma das instituições beneficiadas com a doação de materiais. “As arrecadações ajudaram a adquirir equipamentos e insumos muito necessários para o tratamento, aumentando assim a capacidade do hospital de atender os pacientes da região”, diz Caio Gome Tinti, analista Contábil do Hospital.

Rejane Costa de Oliveira Paredes, responsável do Instituto Lixo e Cidadania, uma organização criada para apoiar as associações de catadores de recicláveis na Região Metropolitana de Curitiba, afirma que as doações foram importantes para as famílias. “As arrecadações de máscaras e cestas básicas impactaram 72 associações e mais de 1,3 mil catadores de materiais recicláveis. Em sua maioria eles não podem parar de trabalhar. Cerca de 70% do nosso público é composto por mulheres, mães de família, que necessitam de muita proteção para continuar o seu trabalho de maneira segura”, reforça.

Como doar

Empresas, pessoas físicas e organizações podem fazer suas contribuições via depósito bancário tanto para o fundo de apoio à área da saúde, quanto para o de iniciativas sociais. As doações são feitas de forma direta e não podem ser abatidas do cálculo do Imposto de Renda. Aqueles que quiserem contribuir de forma anônima podem fazer depósito ou transferência.

Os recursos dos fundos serão administrados por um comitê gestor que fiscaliza a destinação das doações. A prestação de contas para a sociedade é feita em tempo real e com fácil acesso pelo site da Funpar.

Para doar ou saber mais detalhes sobre a campanha acesse http://www.funpar.ufpr.br/oamorcontagia/

O amor contagia

A maior campanha de arrecadação vigente no Estado do Paraná nasceu da união das promotorias de Justiça do Ministério Público do Paraná e Ministério Público do Trabalho que firmaram uma parceria com a UFPR (Universidade Federal do Paraná) e a Funpar (Fundação de Apoio da Universidade Federal do Paraná). Logo em seguida se uniram ao grupo Instituto GRPCOM, Grupo Marista, PUCPR, Instituto Positivo, a comissão do Terceiro Setor da OAB-PR e associações da sociedade civil organizadas com sede no Estado. A expectativa é que mais organizações integrem o grupo e ajudem a fortalecer ainda mais a iniciativa, intitulada como “O amor contagia” para reforçar a mensagem

A campanha conta com o apoio do Instituto Oportunidade Social, Instituto Renault, Facop. JCS Group, Instituto Purunã, Instituto Massa, Instituto Robert Bosch e das agências de comunicação 433, Vivas, Páprica, Página 1 Comunicação e Central Press

LEILÃO BENEFICENTE FATUROU MAIS DE 1 MILHÃO EM PROL DO HOSPITAL ERASTINHO

A noite de ontem 24/06 foi de felicidade para o Erastinho, o primeiro Hospital oncopediátrico do Paraná. O leilão realizado com 100% da arrecadação, em prol da finalização das obras do complexo hospitalar, faturou exatos R$ 1.272.000,00 .

“Ontem tivemos o maior evento na história do Erasto Gaertner com o Leilão Juntos pelo Erastinho! Realmente foi emocionante e superou todas as expectativas e possíveis metas. Aprendi que o impossível existe, graças ao chef Junior Durski e a todo Grupo Madero. Com o valor arrecado, praticamente finalizamos o projeto completo da entrega do primeiro hospital oncopediátrico do Sul do país. Com isso poderemos atender 600 casos novos por ano, com muito humanismo, ciência e afeto”, comemorou Adriano Lago, superintendente do Hospital Erasto Gaertner.

A iniciativa do leilão “Juntos pelo Erastinho” partiu do chef e empresário de Junior Durski, que apoia o hospital, há mais de 2 anos e decidiu leiloar os melhores vinhos de sua adega para ajudar na finalização das obras. O leilão virtual apresentou 180 vinhos de coleções raras e clássicas e em um dos lotes chegou a receber o valor de R$ 64 mil, feito por um único empresário, que arrematou 9 lotes no total.

Segundo o Junior Durski, o leilão superou todas as expectativas, alcançando um recorde de arrecadação, entre as inúmeras iniciativas beneficentes, promovidas até hoje pelo Grupo Madero. “ Através de uma grande união solidária, conseguimos reunir 231 pessoas do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espirito Santo, Maranhão, Mato Grosso e dos EUA, que hoje são também responsáveis pela finalização do hospital, que atenderá milhares de crianças. Que maravilha e que emoção ter a oportunidade de ajudar dessa forma, agradeço com muita alegria a todos que participaram, acreditaram e nos ajudam diariamente a fazer um mundo melhor”, comenta o empresário.

O valor arrecadado irá para a finalização do hospital e para a quitação de parte dos investimentos da obra. No mês de julho o hospital recebe os equipamentos e mobiliários e a entrega está prevista para Agosto.

Sistema de Transmissão Gralha Azul

Presente no Paraná desde 1998, quando iniciou suas atividades no Brasil, a ENGIE tem no respeito ao meio ambiente um valor fundamental, que, junto à responsabilidade social, orienta todos os seus projetos, como o Sistema de Transmissão Gralha Azul, em fase de implantação. Com o objetivo de melhorar a qualidade do fornecimento de energia no Centro-Sul do Estado, esse projeto – considerado de utilidade pública – vem sendo desenvolvido em total conformidade com a legislação ambiental vigente, acompanhado do diálogo contínuo com a comunidade local.
A Companhia opera usinas hidrelétricas que integram a história do Paraná, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do Estado e também para a conservação dos recursos naturais nas regiões onde estão inseridas. Como exemplos dessa contribuição, destaca-se a produção de cerca de 80 mil mudas de espécies nativas por ano, projetos de conservação da ictiofauna e a proteção de 1,2 mil nascentes de água. Essas iniciativas se somam ao desenvolvimento de projetos sociais, tais como a implantação do Centro de Cultura de Quedas do Iguaçu e ações comunitárias nas áreas de saúde, educação e proteção à infância e à adolescência – às quais foram destinados cerca de R$ 9,5 milhões em recursos nos últimos três anos.
Assim, a implantação do Sistema de Transmissão Gralha Azul segue os mesmos preceitos de sustentabilidade que a Companhia adota historicamente em suas operações no Paraná e em todo o mundo – a ENGIE está presente em 70 países. No caso do projeto, todas as atividades desenvolvidas são devidamente licenciadas pelos órgãos competentes – nas esferas municipal, estadual e federal. Ao mesmo tempo, são adotados métodos e técnicas que visam reduzir, controlar e compensar os impactos sobre recursos naturais, sempre em conformidade legal e com medidas de compensação e minimização dos efeitos do projeto.
O traçado do Sistema de Transmissão Gralha Azul foi projetado de forma a evitar ao máximo o impacto em áreas ambientalmente protegidas e preservadas. A localização das linhas de transmissão foi exaustivamente estudada, bem como a seleção de áreas para instalação das novas subestações. Cabe destacar que a definição locacional atende a uma série de requisitos técnicos, legais, ambientais, sociais e fundiários, que ao longo do processo de licenciamento foram submetidos a vistorias terrestres e aéreas pelos órgãos competentes. O traçado depende, ainda, do atendimento às exigências técnicas estabelecidas pelo Contrato de Concessão da ANEEL, como o distanciamento mínimo de cinco quilômetros entre os circuitos e a permanência das estruturas dentro do “corredor” pré-determinado pelas autoridades.
O projeto inclui uma série de esforços para minimizar a supressão vegetal, tais como o alteamento das torres (para evitar a retirada de árvores em vãos) e o uso apenas de torres autoportantes em áreas de vegetação nativa. Além disso, buscou-se desviar de áreas de preservação, como Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPN), Reservas Legais, Unidades de Conservação de Proteção Integral, núcleos comunitários, urbanos e turísticos consolidados, entre outros cuidados.
A supressão vegetal necessária é previamente planejada e devidamente autorizada pelos órgãos responsáveis, que também determinam as formas de compensação e reposição. Essa compensação inclui a reposição florestal prevista no Decreto Nº1940/1996 e o atendimento à Lei nº 11.428/2006, denominada Lei da Mata Atlântica, e à Lei nº 9.985/2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).
Conforme preveem as licenças ambientais concedidas, 17 Programas Ambientais são desenvolvidos ao longo de toda a implantação do projeto, a fim de monitorar, controlar, mitigar e compensar os impactos ambientais decorrentes. Esses programas contemplam monitoramento de flora, fauna e resgate de sementes, identificação e monitoramento arqueológico, educação ambiental, supervisão da construção, recuperação de áreas degradadas e gestão ambiental, entre outros aspectos. O Sistema conta com a presença de dezenas de profissionais, das mais diversas formações, dedicados exclusivamente à área socioambiental, de modo a garantir a conformidade legal das atividades e também a adoção de boas práticas, que ultrapassam o exigido pela legislação, em caráter voluntário.
Desde a fase de planejamento, o projeto Gralha Azul vem sendo realizado com total transparência junto aos públicos envolvidos, em especial as comunidades próximas aos locais por onde as linhas passam. Ainda na fase de estudos, essas comunidades foram informadas sobre a implantação, por meio de audiências e reuniões públicas, bem como visitas a todos às propriedades e proprietários atingidos. Em complemento, são oferecidos diferentes canais de comunicação, com destaque para a Ouvidoria – que conta com uma equipe dedicada a esclarecer dúvidas, registrar manifestações e dar encaminhamento às demandas recebidas.
Cabe destacar, ainda, que além da contribuição ao desenvolvimento econômico por meio do suprimento de energia, o projeto gera múltiplos benefícios nas comunidades locais, como oportunidades de emprego nas áreas de construção civil, ambiental, terceiro setor, saúde e segurança do trabalho. Em todas as áreas, há priorização de contratação de mão de obra local – atualmente, do total de trabalhadores envolvidos, cerca de 60% são da região.
Ancorada na experiência adquirida em 22 anos de implantação de projetos de infraestrutura no Brasil, bem como no compromisso com a sustentabilidade pela qual é reconhecida globalmente, a ENGIE reitera sua total abertura ao diálogo com a imprensa e todas as demais partes interessadas, a fim de manter a sociedade informada sobre a condução de suas atividades.

Sobre a ENGIE

A ENGIE Brasil é a maior produtora privada de energia elétrica do Brasil, com capacidade instalada própria de 10.211MW em 61 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. A empresa possui quase 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de GEE, como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa.

Com a aquisição da TAG, a ENGIE é agora também detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km.

Além disso, o Grupo atua no Brasil na comercialização de energia no mercado livre e está entre as maiores empresas em geração fotovoltaica distribuída. A empresa possui ainda um portfólio completo em soluções integradas responsáveis em reduzir custos e melhorar infraestruturas para empresas e cidades, como eficiência energética, monitoramento e gerenciamento de energia, gestão de contratos de fornecimento de eletricidade, iluminação pública, sistemas de HVAC, telecomunicação, segurança e mobilidade Urbana. Contando com 2.300 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2018 um faturamento de R$ 9.3 bilhões.

O Grupo é uma referência global em energia e serviços de baixo carbono. Para fazer frente às mudanças climáticas. Para fazer frente às mudanças climáticas, a ambição da ENGIE é se tornar líder global da transição para uma economia de baixo carbono para os clientes, em particular empresas e autoridades locais. A ENGIE se apoia nas suas atividades chave (energia renovável, gás, serviços) para oferecer soluções competitivas turnkey “as a service”. Com seus 160.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo é uma comunidade de Construtores Imaginativos, comprometidos a cada dia com um progresso harmonioso.

Receita em 2018: 60,6 bilhões de euros. O Grupo está cotado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI) e é representado nos principais índices financeiros (CAC 40, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e índices não-financeiros (DJSI World, DJSI Europe e Euronext Vigeo Eiris - World 120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).

Cultura publica resolução que permite apresentações virtuais do Profice

Projetos em fase de execução do edital 001/2017 podem propor alteração no formato das apresentações
Os proponentes com projetos culturais aprovados no edital 001/2017 do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE) podem solicitar a alteração de suas apresentações para o formato digital, quando for possível, conforme define a Resolução nº 032/2020 da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura (SECC), publicada no Diário Oficial Executivo do Estado nº 10.711 desta segunda-feira, dia 22 de junho de 2020.
“Desde o início da pandemia temos trabalhado intensamente em propostas para fortalecer e valorizar o setor cultural, e também tentar amenizar a crise causada pela Covid-19 aos trabalhadores e trabalhadoras da Cultura no Estado. São resoluções, editais, linhas de crédito, entre outras frentes de atuação. A alteração no formato das apresentações dos projetos em execução do Profice foi estudada e sugerida pela equipe, resultando na publicação imediata dessa resolução. Toda sugestão que possa auxiliar a enfrentar esse momento único pelo qual estamos passando será bem-vinda. O diálogo é e continuará sendo nossa forma de gestão”, explica a superintendente-geral da Cultura, Luciana Casagrande Pereira.
CRITÉRIOS – A resolução estabelece alguns critérios para a elaboração das propostas. O proponente não poderá alterar o objeto do projeto aprovado e deverá justificar as mudanças na execução do orçamento detalhado, previsto no projeto aprovado pelo edital, considerando os impactos causados pela pandemia da Covid-19. Na proposta a ser enviada, o proponente também deve apresentar como serão adotadas as medidas de prevenção e segurança para a execução da atividade cultural, tomando como base as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos decretos estaduais e municipais que se referem às medidas sanitárias de enfrentamento à emergência de saúde pública.
As propostas devem ser enviadas de forma digital por meio do SisProfice e serão avaliadas pela Comissão do Profice (CProfice), a quem caberá deferir ou indeferir o pedido. O envio pode ser realizado enquanto permanecer o Estado de Emergência do coronavírus.
Dúvidas sobre o processo podem ser encaminhadas para o e-mail profice@secc.pr.gov.br.
A Resolução nº 032/2020-SECC integra o Pacote de Medidas de Apoio e Fortalecimento do Setor Cultural, conjunto de iniciativas voltadas a artistas, gestores e produtores culturais com o objetivo de valorizar a cultura feita no Paraná e auxiliar a classe artística a enfrentar este momento de crise.
SERVIÇO
Alteração no formato de apresentação dos projetos do edital 001/2017 do Profice
Resolução completa: www.cultura.pr.gov.br
Mais informações: profice@secc.pr.gov.br

Covid-19: JBS já alocou mais de R$ 17 milhões em doações no Paraná

Valor empenhado é quase a totalidade dos recursos que a empresa irá destinar ao estado para apoiar no enfrentamento à pandemia

Paraná, 23 de junho de 2020 – O “Fazer o Bem Faz Bem – Alimentando o mundo com solidariedade” da JBS, um dos maiores programas de solidariedade para o enfrentamento à Covid-19 no Brasil, já destinou R$ 17 milhões dos R$ 20,2 milhões que estão sendo doados para o combate ao novo coronavírus no estado – os recursos irão beneficiar 12 cidades paranaenses.

As doações no Paraná incluem a compra de 543 equipamentos hospitalares como bombas de infusão, respiradores, oxímetros, monitores de sinais vitais, camas clínicas e de UTI, ultrassom portátil, raio-x, entre outros. Além disso, foram destinados recursos para a aquisição de mais de 857 mil Equipamentos de Proteção Individual (EPI) hospitalares, como aventais, máscaras cirúrgica e N95, protetores faciais e toucas; cerca de 13 mil itens de higiene e limpeza; mais de 61 mil cestas básicas e 20 toneladas de proteínas da JBS para a população vulnerável. Os recursos também foram empenhados para aquisição de uma ambulância.

O programa irá beneficiar as cidades paranaenses de Campo Mourão, Carambeí, Colorado, Curitiba, Jacarezinho, Jaguapitã, Lapa, Londrina, Ponta Grossa, Rolândia, Santa Fé e Santo Inácio. Somadas, as doações realizadas pela JBS nestes municipios têm capacidade de beneficiar mais de 3 milhões de pessoas direta e indiretamente.

Projetos sociais, capazes de beneficiar diretamente 500 mil pessoas, também foram selecionados. Entre eles, a JBS destinará recursos para o programa Ação Social para a Igualdade das Diferenças (ASID), que trabalha em prol da inclusão social da pessoa com deficiência intelectual e física no Paraná. O projeto atua em todo o território nacional, empoderando as famílias para inclusão no mercado de trabalho e, ao todo, atende mais de 10 mil pessoas. Também serão contemplados o programa Aldeias Infantis SOS, que realiza projetos de fortalecimento com 1.300 famílias, com formação profissional e inserção ao mercado de trabalho, além de atividades educativas para milhares de crianças e adolescentes; e o Instituto Elos, que promove assistência social a 200 famílias de baixa renda em situação de pobreza e extrema pobreza.

Entre as ações que vão receber apoio do programa da JBS, também vale destacar a oferta, via EAD (ensino a distância), de treinamentos aos profissionais da saúde para operação de equipamentos hospitalares, incluindo respiradores, administração de EPIs e precauções relacionadas à Covid, entre outros assuntos. O programa é gratuito e utiliza as ferramentas e a metodologia do Hospital Albert Einstein, Faculdade de Medicina da USP e Instituto Moinhos de Vento (RS). Com o foco nas cidades atendidas pelo programa, a estimativa é que mais de 30 mil profissionais sejam treinados.

Os recursos do programa são convertidos em bens e serviços de acordo com as necessidades definidas pelas autoridades públicas locais (estados e municípios) e validadas pelos comitês de especialistas nas três esferas atendidas pelo programa – saúde, social ou ciência – de acordo com a área de destino da doação. Os comitês são formados por médicos e representantes de instituições referência no país, tanto na área da saúde, como social e científica.

O “Fazer o Bem Faz Bem” da JBS é coordenado por Joanita Maestri Karoleski, ex-CEO da Seara, com um time de 30 colaboradores da empresa totalmente dedicado ao projeto. A contribuição da Companhia também se estende pela utilização de sua estrutura pelo país. As consultorias Tyno, na área administrativa, e a Grant Thornton, na auditoria das doações, apoiam o projeto de forma pro bono.

Para mais informações acesse jbs.com.br/fazerobemfazbem.

CONTRATEMPO FESTIVAL REÚNE MAIS DE 100 ARTISTAS DE TODO PARANÁ

Evento online, na próxima terça-feira (23), é também um manifesto da classe, que aguarda o pacote de medidas de apoio ao setor cultural prometido pelo Governo do Estado do Paraná para maio

Nasce um novo espaço para exaltar o poder transformador da cultura e levar sanidade às pessoas isoladas devido a pandemia. Artistas do Paraná se unem para a primeira edição do Contratempo Festival, um evento online, com mais de 100 ações ao vivo durante 12 horas consecutivas. As transmissões serão entre 9h e 21h de terça-feira, dia 23 de junho, no canal do Instagram das/dos artistas.

Contratempo Festival traz a multiplicidade e versatilidade do setor cultural: música, teatro, cinema, circo, literatura, performances, dança, artes plásticas, fotografia, juntas em um só evento. A cada hora, apresentações exclusivas que prometem surpreender as espectadoras e espectadores. Serão oito artistas solo, companhias e/ou bandas por hora. Karol Conka, Alexandre Nero, Fabíula Nascimento (única que será no twitter porque seus perfis foram ocupados por pessoas negras em junho), A Banda Mais Bonita da Cidade, Ave Lola, Baque Mulher, Mandicuera, Mulamba, Cia dos Palhaços, Letícia Sabatella, Janine Mathias, Dow Raiz, Fotofolia, Rimon Guimarães, Slam das Gurias CWB, Caburé Canela, De um filho, de um cego, Abacate Contemporâneo, Luís Melo, Katiuscia Canoro e cia brasileira de teatro, entre outros, outras e outres movimentam a terça-feira do Paraná.

Mais que apresentações, o evento é um manifesto, um pedido de socorro da classe artística, uma das primeiras a parar e que não tem previsão de retorno presencial. Ao contrário de outros estados do Brasil, que logo no início da pandemia publicaram editais de auxílio emergencial ao setor, o Governo do Paraná segue sem ações efetivas. O tímido pacote de medidas de “apoio e fortalecimento do setor cultural”, anunciado para maio, ainda não aconteceu, e quando questionada sobre recursos para o Fundo Estadual de Cultura, a Superintendente de Cultura, Luciana Casagrande Pereira, comenta sobre a esperança na aprovação da Lei Aldir Blanc como único plano do Estado. A lei aguarda a sanção presidente até dia 1º de julho.

GRUPO MADERO PROMOVE LEILÃO EM PROL DO PRIMEIRO HOSPITAL ONCOPEDIÁTRICO PARA TRATAMENTO DE CÂNCER INFANTIL DO PARANÁ

Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três! O empresário e chef Junior Durski, através do Grupo Madero, promoverá leilão beneficente, em prol da finalização da construção do Erastinho – o primeiro hospital oncopediátrico do Paraná.

Entre os itens selecionados que vão a leilão, estão 180 garrafas de vinhos da adega pessoal de Durski, já considerada a Melhor do Brasil pelo Guia Brasil 4 Rodas, Best of Award of Excellence por três anos, pela revista internacional Wine Spectator, além de ter conquistado o título de Hors- Concours de Curitiba, pelos mais de 2500 rótulos com 100 safras de 26 países.

Batizado de “Juntos pelo Erastinho”, o leilão virtual acontecerá no dia 24 de junho e além dos selecionadíssimos vinhos, em 30 lotes de 6 garrafas cada, os participantes também poderão arrematar um lote inteiro de itens de coleção do Madero Sports Bar, 3 jantares no premiado Restaurante Durski com menu especial para 25 pessoas (vinhos diversos e Champagne – de segunda à quinta, de junho à 31 de novembro) . Todo o valor arrecadado será revertido, para a construção do Hospital Erastinho. O Grupo Madero também está doando 10 mil cupons de R$ 15,00 do Jeronimo Burger, para o hospital vender e poder arrecadar mais R$ 150 mil reais.

A obra com previsão de término já em julho de 2020 está a todo vapor! Serão 4.800m2, com 39 leitos de internação privativos e semi-privativos, consultórios e espaço recreativo com brinquedoteca e infraestrutura tecnológica de referência oncológica para crianças e adolescentes, no Sul do Brasil.

O interesse e envolvimento com o hospital começou em 2018, quando o empresário Junior Durski, através do Grupo Madero, tornou-se benfeitor das obras e melhorias do Complexo Hospitalar Erasto Gaertner e há 2 anos vem participando ativamente com aportes de mais de R$ 1 milhão, através de eventos e ações. A paixão e o envolvimento pelo hospital é tanta, que em dezembro de 2018 a cozinha ganhou o nome de Espaço Maria Durski, em homenagem a mãe de Junior.

“É com grande satisfação e alegria no coração, que eu e o Grupo Madero abraçamos este projeto de angariar fundos, para a finalização da construção do Erastinho – o primeiro hospital oncopediátrico do Paraná. Acredito que a união e a solidariedade juntas, são capazes de transformar sonhos em realidade”, explica Junior Durski.

O hospital estará também recebendo investimentos de aproximadamente R$ 24 milhões na estrutura, por meio de recursos advindos do convênio com o Governo do Paraná e também de doações da sociedade organizada.

“A família Erastiana está em festa! Com muita alegria e carinho, queremos registrar o nosso agradecimento ao chef Junior Durski e ao Grupo Madero pela organização desse leilão. Nesta reta final do Erastinho, ainda nos faltam 2,5 milhões para a entrega da obra e esse evento será estratégico, para a conclusão desse importante projeto para Curitiba, para o Paraná e, porque não, para todo o Brasil. Agradecemos imensamente a todos que apoiaram, patrocinaram e ajudaram na organização, assim como os que irão participar e de uma maneira muito direta, farão parte da construção do primeiro hospital oncopediátrico do Sul do país”, comemora Adriano Lago, superintendente do Hospital Erasto Gaertner.

A dinâmica do leilão, que pretende arrecadar R$ 700 mil, funcionará pelo WhatsApp através do Grupo “Leilão Beneficente Hospital Erastinho”. Os itens terão lance mínimo determinado pelo leiloeiro com valores múltiplos de R$ 500,00. O participante com o maior lance deverá fazer o depósito ou transferência bancária, direto na conta do hospital(que emitirá um recibo) e enviar o comprovante no grupo, até às 12h de sexta-feira, 26/06.

Em parceria com os shoppings da cidade, “Somos + Arq. PR” promove Bazar de Moda Beneficente em prol da compra de cestas básicas

O bazar irá contar com a participação das lojas do Shopping Mueller, ParkShoppingBarigui e Pátio Batel, que doarão peças para serem leiloadas. Todo o valor arrecadado será destinado para a compra de cestas básicas.

Mais uma ação solidária da rede “Somos + Arq. PR” está para acontecer! Em parceria com o Shopping Mueller, ParkShoppingBarigui e Pátio Batel, o grupo irá promover um Bazar de Moda Beneficente online, de 26 de junho a 05 de julho.

O bazar irá contar com a participação das lojas dos shoppings parceiros que irão doar roupas e itens para venda. As peças estarão disponíveis no site da rede “Somos + Arq. PR” (http://somosmaisparana.guimuller.com.br/) e serão leiloadas. Todo o valor arrecadado com o bazar será destinado a compra de cestas básicas que serão distribuídas nas comunidades de Curitiba e Região Metropolitana.

De acordo com o arquiteto Jayme Bernardo, à frente do projeto no Paraná, a ideia de unir os shoppings em prol da causa é para expandir ainda mais a atuação da ação solidária na cidade. “Esse é um momento que estamos nos unindo para fazer o bem. Nada melhor do que envolver shoppings e marcas também em prol dessa causa. Todos estão com um só objetivo de levar solidariedade a quem precisa”.

O projeto social “Somos + Arq. PR”, que reúne arquitetos e designers do Paraná em prol da contribuição e doação de alimentos e itens de kits de higiene, desde o início da ação já ajudou mais de 37 mil pessoas. Foram doados 142,155 toneladas de alimentos e 9.477 kits de higiene/limpeza.

Para o mês de junho, a meta é ajudar mais 4 mil famílias. Os interessados em colaborar com a ação, também podem realizar depósitos de qualquer valor na conta conjunta: Bradesco (237), agência 5753 e conta corrente nº 20.861-2. O CPF para a transação é 462.689.369-49, do arquiteto Jayme Bernardo. As cestas básicas têm um custo médio de R$65, mas qualquer valor está sendo arrecadado.

Sobre Somos + Arq. PR

O “Somos + Arq. PR” é uma rede de arquitetos e designers, liderados no Paraná por Jorge Elmor, Jayme Bernardo e Elaine Zanon, em uma ação nacional, buscando ajudar famílias carentes no período de pandemia. No Paraná, o grupo é formado por mais de 200 arquitetos e designers de todo o estado.

Somos + Arq. PR
Site: http://somosmaisparana.guimuller.com.br/
Instagram: https://www.instagram.com/pr.somosmais.arq/
Arrecadações:
Bradesco (237) | ag. 5753 | conta corrente 20.861-2 | CPF: 462.689.369-49

DOAÇÃO DA JBS CHEGA A COLORADO (PR)

Mais de 19 mil itens de proteção individual e mil cestas básicas foram entregues ao Fundo Municipal de Saúde para o enfrentamento ao novo coronavírus

Ação integra o programa de responsabilidade social “Fazer o Bem Faz Bem - Alimentando o Mundo com Solidariedade – JBS”

15 de junho de 2020 – No último domingo (14), a JBS entregou mais de 19 mil itens de proteção individual – máscaras cirúrgicas, macacões impermeáveis, aventais e propés –, ao Fundo Municipal de Saúde de Colorado (PR). Completam a doação mais mil cestas básicas. As entregas fazem parte do programa “Fazer o Bem Faz Bem - Alimentando o Mundo com Solidariedade – JBS”.

Colorado é um dos 197 municípios que serão beneficiados pelo programa no Brasil. No Paraná, a JBS fará a doação de R$ 20,2 milhões, sendo R$ 10 milhões para o governo do Estado e R$ 10,2 milhões para 12 municípios paranaenses, beneficiando quase 3 milhões de pessoas.

Para Silvana Regina Pieri, coordenadora de Recursos Humanos da unidade da JBS em Santo Inácio, município vizinho a Colorado, “Como empresa cidadã é muito significante poder contribuir com a comunidade onde vivemos e participamos. As doações chegam em um momento importante para o atendimento da população e para ajudarmos a salvar vidas na região”.

“Fazer o Bem Faz Bem - Alimentando o Mundo com Solidariedade – JBS”

A JBS irá destinar R$ 400 milhões de ajuda ao enfrentamento à Covid-19 no Brasil. Desse total, R$ 320 milhões estão com destino certo e serão aplicados nas três frentes de atuação do programa – saúde, assistência social e ciência. A estimativa é que mais de 63 milhões de pessoas sejam beneficiadas com as ações no país.

A destinação das doações da JBS tem como base um diagnóstico detalhado feito com os sistemas de saúde municipais e estaduais e incluiu entrevistas e análise de dados. Essas informações foram avaliadas por especialistas dos três comitês independentes e que, com larga experiência em seus respectivos setores de atuação – saúde, social e ciência – têm apoiado na definição das ações e projetos atendidos.

Saiba mais sobre o programa de doações da JBS, clicando no link: https://jbs.com.br/fazerobemfazbem/.

Sobre a JBS
A JBS é uma das líderes globais da indústria de alimentos e conta com uma plataforma global de produção diversificada por geografia e por tipos de proteína. A Companhia conta com mais de 240 mil colaboradores, em unidades de produção ou escritórios em todos os continentes, em países como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, China, entre outros – no Brasil são mais de 130 mil colaboradores, sendo a empresa uma das maiores empregadoras privadas do país.

No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Friboi, Moy Park, Pilgrim’s Pride, Primo, Seara, Swift, Gold’n Plump, entre outras. São mais de 275 mil clientes atendidos em todo o mundo, de 190 nacionalidades. Com foco em inovação, essa diretriz se reflete também na gestão de negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem, embalagens metálicas e transportes.

A Companhia conduz suas operações com foco na alta qualidade e na segurança dos alimentos e adota as melhores práticas de sustentabilidade em toda sua cadeia de valor. Por meio do uso de imagens de satélite, mapas georreferenciados e dados públicos oficiais, a JBS monitora seus fornecedores de forma permanente. As melhores práticas de Bem-Estar Animal guardam estreita relação com o sucesso das operações da JBS, que trata o tema com extremo rigor e tem investido cada vez mais no aprimoramento de ações que sigam as melhores práticas de mercado.

“Somos + Arq. PR” promove campanha do agasalho e arrecada roupas de frio para as comunidades

As doações podem ser depositadas nas urnas de coleta distribuídas nas lojas participantes da ação até o dia 27 de junho.

O projeto social “Somos + Arq. PR”, que reúne arquitetos e designers do Paraná em prol da contribuição e doação de alimentos e itens de kits de higiene para comunidades, está com mais uma iniciativa para ajudar a quem precisa: a campanha do agasalho “Aquecendo Vidas”. Junto com a rede, diversas lojas associadas ao Núcleo Paranaense de Decoração e Ponto de Apoio abraçaram a causa e participam da ação com o intuito de aquecer os dias frios de quem mais precisa.

Para participar, os interessados podem ajudar doando roupas masculinas, femininas e infantis que podem ser depositadas nas urnas de coleta distribuídas nas lojas participantes da ação. Entre as lojas estão a Florense Carlos de Carvalho, a Cosy Home, a Osklen e a VR. Para conferir todos os endereços participantes, basta acessar o link: goo.gl/maps/Mmaqy4UDRLQsosCRA.

A campanha vai até o dia 27 de junho e as roupas serão distribuídas nas comunidades de Curitiba e Região Metropolitana.

Desde o início do projeto social, a rede “Somos + Arq PR” já ajudou mais de 30 mil pessoas com a doação de 123,6 toneladas de alimentos e 9.337 kits de higiene/limpeza. Para o mês de junho, a meta é ajudar mais 4 mil famílias. Os interessados em colaborar com a ação, também podem realizar depósitos de qualquer valor na conta conjunta: Bradesco (237), agência 5753 e conta corrente nº 20.861-2. O CPF para a transação é 462.689.369-49, do arquiteto Jayme Bernardo. As cestas básicas têm um custo médio de R$65, mas qualquer valor está sendo arrecadado.

Sobre Somos + Arq. PR

O “Somos + Arq. PR” é uma rede de arquitetos e designers, liderados no Paraná por Jorge Elmor, Jayme Bernardo e Elaine Zanon, em uma ação nacional, buscando ajudar famílias carentes no período de pandemia. No Paraná, o grupo é formado por mais de 200 arquitetos e designers de todo o estado.

Somos + Arq. PR
Site: http://somosmaisparana.guimuller.com.br/
Instagram: https://www.instagram.com/pr.somosmais.arq/
Arrecadações:
Bradesco (237) | ag. 5753 | conta corrente 20.861-2 | CPF: 462.689.369-49

Inscrições abertas para a 2ª edição do Paraná Cultural

Interessados em receber recursos de empresas públicas ou de economia mista estaduais têm até 25 de junho de 2020 para cadastrar projetos

A Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura (SECC), por meio da Superintendência-Geral da Cultura, publicou no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (02/06) a Resolução N° 025/2020, que define os critérios da 2ª edição do Programa de Incentivo Paraná Cultural. O programa vai destinar recursos via incentivo fiscal de empresas públicas e de economia mista estaduais a projetos culturais aprovados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura. As inscrições estão abertas a partir das 17h de 3 de junho até as 17h59 do dia 25 de junho de forma totalmente online por meio do SIC.Cultura. Confira a resolução completa em www.cultura.pr.gov.br.

Podem se inscrever pessoas físicas ou jurídicas sediadas e/ou domiciliadas no Paraná há mais de doze meses, contados a partir da publicação da resolução do programa. Esses projetos podem ser das áreas de Artes Cênicas, Artes Integradas, Artes Visuais, Audiovisual, Humanidades, Música e Patrimônio Cultural, com previsão de execução até 2021.

O proponente terá que escolher entre duas modalidades para se inscrever, relacionadas ao seu município sede: Capital do Estado ou Municípios do Estado do Paraná (exceto capital).

Cada proponente poderá inscrever até dois projetos. É importante informar que nesta edição do programa, o mesmo proponente que inscreveu o projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura deve ser o proponente a inscrever o projeto no Paraná Cultural.

CRITÉRIOS – Os projetos serão classificados e selecionados de acordo com alguns critérios, como alcance da ação em municípios com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baixo; criatividade, singularidade da proposta e de experimentação estética do conteúdo; adequação orçamentária e viabilidade de execução; custo-benefício do projeto; pontuação; e currículo do proponente.

VEDAÇÕES – É vedada a inscrição de projetos que já foram aprovados na edição de 2019 do Programa de Incentivo Paraná Cultural e nas edições de 2014 e 2017 do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE). Também é vedada a sobreposição de recursos de outras fontes de financiamento em itens custeados com recursos do Paraná Cultural.

No caso de pessoa jurídica, é vedada a inscrição de projetos se a empresa possuir entre os seus sócios, gerentes ou administradores, servidores ou ocupantes de cargo em comissão do Governo do Paraná, das incentivadoras e/ou membro do Conselho Estadual de Cultura (CONSEC), Amigos do Balé Teatro Guaíra, Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra, Associação de Amigos do Museu da Imagem e do Som do Paraná, Associação de Amigos do Museu Oscar Niemeyer, Associação de Pais e Amigos do Centro Juvenil de Artes Plásticas, Associação dos Amigos da Biblioteca Pública do Paraná, Comissão do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura, Conselho Consultivo do Sistema Estadual de Museus, Conselho Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná, Departamento de Imprensa Oficial do Estado, E-Paraná Comunicação, Palco Paraná, Rede Paraná Educativa, Sociedade Amigos de Alfredo Andersen, Sociedade de Amigos do Museu Paranaense, Sociedade dos Amigos do Museu de Arte Contemporânea do Paraná.

INSCRIÇÕES – Todo o processo de inscrição, mérito e acompanhamento dos projetos será realizado de forma online por meio do SIC.Cultura. A resolução completa com todas as informações está disponível em www.cultura.pr.gov.br.

PARANÁ CULTURAL – O Programa de Incentivo Paraná Cultural foi instituído pela Resolução N° 028/2019 para viabilizar projetos culturais com a chancela da Lei Federal de Incentivo à Cultura realizados dentro do Estado, proporcionando acesso aos bens culturais e promovendo formação de público e plateia, preferencialmente em municípios de até 100 mil habitantes.

Esta 2ª edição do Paraná Cultural integra o Pacote de Medidas de Apoio e Fortalecimento do Setor Cultural, uma série de ações voltadas a artistas, gestores e produtores com o objetivo de valorizar a cultura feita no Paraná e auxiliar a classe artística a enfrentar este momento de crise.

SERVIÇO
Inscrições abertas para a 2ª Edição do Programa de Incentivo Paraná Cultural
De 3 de junho (a partir das 17h) até 17h59 de 25 de junho de 2020
Resolução completa: www.cultura.pr.gov.br
Inscrições: www.sic.cultura.pr.gov.br
Mais informações: Coordenação de Ação Cultural | cac@seec.pr.gov.br