Halloween no Jokers

Fim de outubro chegando e o Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro-Histórico) está preparando duas festas especiais para o Dia das Bruxas: na sexta-feira (31) acontece o Hallowindie com as bandas Vincere (tocando os hits da Muse), Brianstorm (tocando os sucessos do Artic Monkeys) e Gran Verano (The Killers, The Strokes e muito mais). Haverá um concurso de fantasias com premiações. No sábado (1º) tem a festa do Templo do Rock com as bandas Mr. Gomes, Hillbilly Rawhide e Ovos Presley numa mistura de Halloween e Dia de los Muertos. Antes, na quarta-feira (29) tem o Jazz à Pururuca, com o quarteto tocando standards do gênero, e na quinta-feira (30), o músico Décio Caetano traz o melhor do blues no Salão Queirolo.
Conhecida por abrigar vários gêneros musicais – a tradicional casa noturna de Curitiba comemora este ano 24 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351.
A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.
Confira a programação até o dia 1º de novembro:

QUARTA 29 OUT, 20 horas– Jazz à Pururuca – show de jazz com o quarteto. No repertório standards do jazz. Entrada franca.

QUINTA 30 OUT, 20 horas– Décio Caetano – no repertório grandes sucessos do blues. Entrada franca.

SEXTA 31 OUT, 21 horas – Hallowindie. Festa de Halloween com as bandas Vincere (Muse Cover) e Brian Storm (sucessos do Artic Monkeys) e Gran Verano (Hits do The Killers, The Strokes e muito mais). Na ocasião haverá um concurso de fantasias com premiações. Ingressos R$40 (2º lote) antecipado pelo link: www.goingressos.com.br/evento/hallowindie.

SÁBADO 20 SET, 19 horas – Festa do Templo do Rock com as bandas Mr. Gomes, Hillbily Rawhide e Ovos Presley numa mistura de Halloween e Dia de los Muertos. Na ocasião haverá um concurso de fantasias e pintura artística. Ingressos R$40 (1º lote) antecipado pelo link: goingressos.com.br/evento/dia-del-los-muertos-halloween-templo-do-rock

Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico
Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br
Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul - ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa.

Cena de Cenas:Projeto sobre música curitibana lança série de entrevistas

Lançamento da obra de Asaph Eleutério sobre a produção musical independente de Curitiba dos anos 2000, contará com shows e distribuição de livros
· O site do projeto disponibiliza também uma série documental de entrevistas recentes com músicos, produtores e jornalistas;
O projeto “Cena de Cenas: do rock de inverno aos índios eletrônicos”, do músico e pesquisador Asaph Eleutório, aprovado pelo edital FUNARTE Retomada 2023, chega ao final da temporada de lançamento, com um evento especial no dia 09/02, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta. A entrada é gratuita, com distribuição de exemplares do livro autografados pelo autor.
A programação contará com apresentações musicais de Alimentadores da Região (banda em que Asaph Eleutério é integrante) e Érico, jovem compositor curitibano, buscando fomentar debates sobre cultura e territorialidades.
Outro destaque é o lançamento de um documentário sobre as cenas culturais dos anos 2000, com entrevistas de nomes como Adriane Perin, Ivan Santos, Marielle Loyola, Xanda Lemos, Rapha Morais, Dary Jr., Allan Yokohama, André Ramiro, entre outros. O projeto disponibiliza o conteúdo em formato de audiolivro, e-book gratuito e mais informações no site: www.cenadecenas.com.
O autor explora as cenas musicais dos anos 2000, investigando agentes, redes e territorialidades. Ele comenta: “A produção de conhecimento sobre nossas territorializações se torna base para novas pesquisas e diálogos vindos de outros lugares de fala. Este evento quer ser um ator de fomento ao debate sobre nossas cenas, não só musicais. O livro é a prova concreta de que podemos valorizar nossas histórias.” Fomento: Programa FUNARTE Retomada 2023 - Música.
Ficha Técnica do Projeto:
Coordenação de projeto - Guilherme Machado
Edição - João Vitor Schmidt
Capa e projeto gráfico do livro -Kevin Diniz
Revisão, textos de contracapa e orelha, gravação e edição do audiolivro - Murilo Pepler
Gravação e edição do documentário - Igor Nazário
Assistência de produção - Enzo Merolli
Assessoria de imprensa: De Inverno Comunicação

Serviço
Data: 09/02/2025, 19h
Local: Espaço Excêntrico Mauro Zanatta (Lamenha Lins, 1429)
Ingressos: Entrada Gratuita
Distribuição gratuita do livro com dedicatória
Site: www.cenadecenas.com.

Curitiba Country Festival anuncia 16ª edição com grandes nomes da música sertaneja e popular

Opus Entretenimento

O maior festival da música do Paraná acontece nos dias 24 e 25 de maio de 2025, no Expotrade Convention Center

Luan Santana, Maiara & Maraisa, Murilo Huff, Clayton & Romário, Traia Véia e Brenno & Matheus são as primeiras atrações confirmadas

Venda de ingressos começa nesta sexta-feira (20/12), às 18h, pelo site curitibacountryfestival.uhuu.com e pontos autorizados

O Curitiba Country Festival, um dos maiores e mais tradicionais eventos de música sertaneja e popular do Brasil, acaba de revelar as datas e primeiros nomes do line-up oficial da sua tão aguardada 16ª edição.

Marcado para os dias 24 e 25 de maio de 2025, o evento acontecerá no Expotrade Convention Center e traz alguns dos maiores nomes da música sertaneja e popular da atualidade como Luan Santana, Maiara & Maraisa, Murilo Huff, Clayton & Romário, Traia Véia e Brenno & Matheus. Mais atrações serão anunciadas nos próximos dias.

O CCF25 promete proporcionar novamente uma experiência musical de altíssima qualidade, com uma programação repleta de diversão e entretenimento para todos os públicos.

A venda de ingressos começa nesta sexta-feira (20/12), às 18h, pelo site curitibacountryfestival.uhuu.com e pontos autorizados. Este festival conta com a modalidade Ingresso Solidário*, que dá direito a 45% de desconto na compra do ingresso mediante doação de 1kg de alimento não-perecível (exceto sal, açúcar e farinha) e/ou 1kg de ração para pet no dia do evento (consulte o regulamento no site do festival). As doações serão destinadas à instituições que atendem abrigos, ONGs e Bancos de Alimentos. Vale ressaltar que, as opções de meia-entrada e solidária são válidas apenas para o setor Arena Vip (setor que não oferece open bar). Confira o regulamento completo no site do festival.

O Curitiba Country Festival é uma realização da Opus Entretenimento, em parceria com a Like Entretenimento.

Além da diversidade musical, o evento se destaca pela estrutura de alto padrão, com opções de conforto para todos os gostos. O Expotrade Convention Center contará com três diferentes espaços para curtir o festival:
BACKSTAGE: Open bar (água, refrigerante, cerveja, vodka, whisky, gin, energético, drinks especiais), restaurante e finger foods, entrada exclusiva para o setor, visão privilegiada do palco, lounge de descanso, banheiros exclusivos, massagem e salão de beleza* (*alguns serviços do salão poderão ser cobrados à parte);
CAMAROTE: Open bar (água, refrigerante, cerveja), entrada exclusiva, visão privilegiada do palco, banheiros exclusivos, lounge de descanso e praça de alimentação (com produtos à venda);
ARENA VIP: Espaço amplo em formato pista, com banheiros exclusivos e bares (alimentos e bebidas à venda).

Com uma infraestrutura de ponta, o local é totalmente adaptado para receber grandes eventos, oferecendo banheiros, guarda-volumes, lojas diversas (incluindo merchandising), bares e uma ampla área de alimentação, com opções variadas para o público.

Além disso, o Expotrade Convention Center está estrategicamente localizado na região metropolitana de Curitiba, com fácil acesso para o público local e excursões de cidades vizinhas e outros estados. O evento deve atrair pessoas de todo o Estado do Paraná e Santa Catarina, além de capitais como São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro e até Belo Horizonte.

Realizado desde 2007, o Curitiba Country Festival tem o importante papel de fomentar e enaltecer a cultura sertaneja na região, movimentando diversos setores da economia local, gerando empregos diretos e indiretos, e proporcionando uma opção de entretenimento de qualidade para um público fiel e eclético.

BENEFÍCIOS EXCLUSIVOS:
Por meio do Clube Opus, um clube de vantagens exclusivas válido para eventos produzidos pela Opus Entretenimento em diferentes Estados do Brasil, você obtém benefícios que irão expandir sua experiência. Recheado de vantagens, o sócio pode obter desconto em ingressos, entrada preferencial, ações promocionais e muito mais! Seja sócio e aproveite os benefícios para o Curitiba Country Festival com descontos de 30% até 70%. Confira a disponibilidade de descontos, setores e limitação de ingressos. Saiba mais em clubeopus.com.

Links relacionados:
https://www.instagram.com/countryfestival
https://www.youtube.com/@curitibacountryfestival
https://twitter.com/curitibacountry

Assessoria de Imprensa Opus Entretenimento:
Costábile Salzano Jr. | costabile.salzano@opusentretenimento.com
Kamila Freitas | kamila.freitas@opusentretenimento.com
Luiz Henrique Lino | luiz.lino@opusentretenimento.com
Maria Maurente | maria.maurente@opusentretenimento.com

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Magia do Natal ocupa o Ilha Pura e encanta o público com Espetáculo das Águas sincronizado com luzes e músicas

Bairro planejado na Barra Olímpica oferece programação gratuita com presença do Papai Noel, árvore, oficinas, espaços instagramáveis e muito mais

Créditos: Divulgação

O Ilha Pura, bairro planejado na Barra Olímpica, entra no clima do Natal e encanta o público com uma programação caprichada para toda a família trazendo toda a magia da época. O grande momento da noite, “colado” com a casa do bom velhinho, claro, promete ser o Espetáculo das Águas. A atração fixa do Parque Ilha Pura acaba de ser repaginada e entra no clima da data sincronizada com luzes e músicas natalinas. “Esperamos esse momento para lançar a nova estrutura com shows diários, de hora em hora, iniciando às 18h30 e encerrando às 22h”, conta o sócio do BTG Pactual, Ricardo Cardoso.

O Papai Noel recebe os moradores e visitantes com muita alegria e interação para entrega das cartinhas e registros. O atendimento é realizado por ordem de chegada. Numa estrutura montada ao redor do Espetáculo das Águas, o bom velhinho está a postos, aos sábados e domingos, das 15h às 22h.

No parque e nas mídias sociais do Ilha Pura, é disponibilizado um QR Code exclusivo para participação nas oficinas de cupcake, biscoito e artesanato, que acontecerão a cada 30 minutos, das 15h até 22h, aos sábados e domingos. As vagas são limitadas.

Uma árvore de 15 metros de altura ilumina a entrada principal do Ilha Pura até o fim da temporada de Natal.
A fome bateu? Uma estrutura com mesões compartilhados no estilo piquenique é convidativa para aproveitar o clima a céu aberto, com opções de bebidas e delícias nos food trucks.

A decoração de Natal do Ilha Pura promete registros memoráveis e instagramáveis, que podem concorrer a um presente especial! O autor da foto mais curtida no Instagram será presenteado com uma bicicleta elétrica. Para participar, basta postar a foto no feed, usando a hashtag #NatalnoIlhaPura, seguir o perfil @ilhapura_oficial e da marca da bicicleta. Além disso, é necessário, completar o cadastro com nome, e-mail, telefone e Instagram através do QR Code, disponível nos totens ao lado das cenografias. A promoção é válida até 22 de dezembro.
O resultado será publicado no Instagram do Ilha Pura no dia 10 de janeiro.

O Natal do Ilha Pura é gratuito e acontece até o dia 22 de dezembro.

Natal, Ilha Pura

Data: Até o dia 22/12;
Local: Avenida Salvador Allende, 3.200
Entrada gratuita

“Ó, abre alas, que eu quero passar”: de onde vêm e o que dizemas marchas de Carnaval mais pesquisadas pelos brasileiros

Ranking de músicas com mais buscas online nessa época é liderado pelo clássico
“Mamãe, eu quero” e as famosas “Cabeleira do Zezé” e “Me dá um dinheiro aí”

Ao lado das fantasias criativas e blocos de rua, quem já está contando os minutos para celebrar durante a próxima semana sabe que, para um bom e velho Carnaval, um ingrediente-chave jamais pode ficar de fora da festa: as famosas marchas temáticas, cujos ritmos contagiantes e letras fáceis de decorar fazem com que, a cada novo ano, canções clássicas tomem conta dos trios elétricos e se transformem em verdadeiros hits nas plataformas musicais.

Ou vai dizer que você não conhece ao menos um dos versos de “Mamãe, eu quero”, “Cabeleira do Zezé” ou “Allah-la-ô”?

Pois saiba que a lista de hinos atemporais, de toda forma, não se resume somente aos três, abrangendo uma variedade de outros sucessos não apenas entre os foliões, mas os internautas — como destaca a plataforma Preply.

Isso porque, em um levantamento especial para a data, a especialista no ensino de idiomas acaba de divulgar quais marchinhas estiveram por trás dos maiores picos de buscas online ao longo do último Carnaval, bem como a origem e o significado dessas letras que tanto embalam a folia nas cidades de Norte a Sul… mas cujos sentidos originais, muitas vezes, seguem desconhecidos pela nossa população. Confira abaixo:

“Mamãe, eu quero” (Vicente Paiva e Jararaca)

Em meio a tantas músicas inesquecíveis, não surpreende que a marcha de Carnaval mais buscada pelos brasileiros na internet também tenha sido aquela que, com frequência, vem sendo considerada a mais tocada nos cortejos e festivais ao redor do Brasil.

Afinal, estamos falando daquela que, de acordo com um levantamento da revista Veja, recebeu o título de 2ª melhor marchinha temática de todos os tempos, chegando até mesmo a ser executada durante a festa de encerramento dos Jogos Olímpicos de 2016 — tamanha a sua popularidade de Norte a Sul.

O que muitas pessoas não sabem, na verdade, é que “Mamãe, eu quero” foi composta há quase um século pelos músicos Vicente Paiva e Jararaca, mesma época em que foi interpretada por Carmen Miranda no filme estadunidense “Down Argentine Way” (“Serenata Tropical”, em português), obra indicada ao Oscar e responsável por popularizar seus versos internacionalmente sob o nome de “I want my mama”.

Embora, originalmente, o seu sentido fizesse alusão direta às memórias de infância de um de seus compositores — Jararaca fora uma dessas crianças que permanecem pedindo a chupeta mesmo depois de bem crescidas —, de lá para cá, é possível pensar que aqueles que a cantarolam a cada novo Carnaval o fazem para evocar a busca por alegria e prazer (assim como um bebê que quer mamar), quando não para trazer à tona essa sensação de brincadeira e malícia sugerida pela letra.

“Cabeleira do Zezé” (João Roberto Kelly)

Afinal, que brasileiro nunca se perguntou quem seria o tal do Zezé, que inspirou a famosa marcha “Cabeleira do Zezé”, assim como também se pegou pensando no que de fato ele seria, tal qual sugerido pela canção?

Se você é mais um dos tantos curiosos em relação à música, aqui vai: em suas diversas entrevistas, o produtor musical João Roberto Kelly, o nome por trás da composição, explica que o personagem sobre o qual canta foi inspirado em um garçom “cabeludo” com quem se esbarrou em um bar, cujo corte de cabelo em muito o lembrava os Beatles em início de carreira. Daí seu questionamento: qual seria a desse rapaz de visual meio James Dean, meio artista de vanguarda?

“Me dá um dinheiro aí” (Homero, Glauco e Ivan Ferreira)

Inspirada pelo bordão de mesmo nome, a marcha que tem como refrão “ei, você aí, me dá um dinheiro aí” ganhou sua própria melodia pela mão dos irmãos Homero, Glauco e Ivan Ferreira, que viram potencial na frase comumente repetida (sempre com ares de malandragem e malícia) no programa de TV humorístico “Praça da Alegria” sob a forma de música.

Daí em diante, um processo gerou o outro: primeiro, a faixa foi oficialmente gravada pelo cantor Moacyr Franco, que a lançou em um disco no ano de 1959. Logo em seguida, a canção se transformou em um verdadeiro hit graças aos personagens do próprio “Praça da Alegria”, que a popularizaram a ponto de torná-la o maior sucesso do Carnaval em 1960… o que se mantém até os dias atuais.

“Daqui não saio” (Paquito e Romeu Gentil)

Quando o assunto são as marchas de Carnaval, não é incomum que, dada a popularidade de suas letras, certos títulos acabem se convertendo até mesmo em expressões idiomáticas — e esse é o caso da frase “daqui não saio, daqui ninguém me tira”.

No entanto, o que hoje é usado para se referir à resistência ou relutância em deixar algum lugar já foi, em 1949, uma composição produzida com o intuito de iluminar um problema social ainda persistente: a escassez de moradias em um país marcado pela desigualdade, conforme sugerem as palavras de Paquito e Romeu Gentil.

Submetida a um concurso de músicas carnavalescas da prefeitura do Rio, em 1950, a canção de cunho social logo levou o prêmio… e acabou conquistando, de brinde, os corações de brasileiros e brasileiras nas décadas que se seguiram.

“Acorda, Maria Bonita” (Volta Seca)

Se, de um lado, a grande inspiração por trás de “Cabeleira do Zezé” é um personagem ordinário, cuja identidade permanece um mistério para muita gente, em “Acorda, Maria Bonita”, quem ganha vida é uma figura histórica: a brasileira Maria Bonita, primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiro que se tem registro e também companheira de Lampião.

Isso porque, embora tenha se transformado em marchinha carnavalesca com o passar do tempo, essa é uma música escrita e gravada pelo cangaceiro sergipano Antônio dos Santos (mais conhecido como Volta Seca) em 1958, parte de um LP chamado “Cantigas de Lampião” — com músicas que abordavam a rotina e os desafios da vida nos cangaços.

Agora ficou mais claro o sentido dos seguintes versos, hoje ecoados em cortejos e festivais, que dizem “Acorda, Maria Bonita/levanta, vai fazer o café/que o dia já vem raiando/e a polícia já está em pé”?

“Allah-la-ô” (Haroldo Lobo e Antônio Nássara)

Outro fruto do trabalho coletivo entre grandes artistas, é possível dizer que a história do hit “Allah-la-oh” se divide em dois momentos diferentes: o primeiro sendo aquele em que, no Carnaval de 1940, o músico Haroldo Lobo levou para um bloco de rua carioca os versos de uma de suas composições (que viria a se tornar a base da marcha que conhecemos) e, em seguida, a etapa em que Lobo, apostando no sucesso da letra, pediu que o também compositor Antônio Nássara a completasse com uma segunda parte.

Desse trabalho conjunto, portanto, é que surgiriam os famosos versos “Viemos do Egito/e muitas vezes nós tivemos que rezar/Alá, Alá, Alá, meu bom Alá/mande água pra Ioiô/mande água pra Iaiá /Alá, meu bom Alá", que evocava alegoricamente a imagem do deserto do Saara e a do deus islâmico Allah para falar do calor intenso que marca o verão brasileiro.

Trata-se, nesse sentido, de mais um exemplo que mostra como elementos de outras culturas, religiões e costumes são assimilados pelas produções carnavalescas, que nem por isso deixam de perder aquele “temperinho brasileiro” que tanto as caracteriza.

“A Jardineira” (Humberto Porto e Benedito Lacerda)

Parte essencial do repertório carnavalesco de 1939, “A Jardineira” é, antes de tudo, uma adaptação de refrões provenientes da Bahia, transformados em marchinha de Carnaval por dois compositores fluminenses: Humberto Porto e Benedito Lacerda, que a colocaram na boca da população nos festivais temáticos daquele ano.

Nas décadas posteriores, a canção, que conta a história de uma jardineira enlutada pela morte de uma camélia que “caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu” se expandiu pelo Brasil, ganhou versões e mais versões e chegou a virar motivo de duras brigas, protagonizadas pelas tantas pessoas que afirmavam ser as donas legítimas dos versos.

Ainda hoje, aliás, há quem continue questionando a autoria da música, que, a despeito das controvérsias, está sempre nas listas de mais ouvidas na data nos últimos anos.

“Ó abre alas” (Chiquinha Gonzaga)

Para que as principais marchinhas de Carnaval fossem produzidas no futuro, ou melhor, para que a própria ideia de marcha carnavalesca se difundisse por entre os brasileiros, antes foi preciso que, em 1899, uma canção fosse composta pelos dedos de Chiquinha Gonzaga: “Ó Abre Alas”, tida, hoje, como a primeira marchinha de Carnaval da história e a única da lista escrita por uma mulher.

Na época, sua intenção era simples: atender aos pedidos de uma música inédita para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro, um dos grupos precursores das escolas de samba e blocos temáticos atuais. O que Gonzaga não imaginava é que a canção logo se tornaria não só uma marca do Carnaval carioca, mas um sucesso absoluto durante toda a primeira década do século XX — e, como demonstram as buscas no Google, muitos e muitos anos depois.

Vale lembrar que o título "Ó abre alas" se refere à expressão usada para pedir passagem, abrindo caminho para que algo ou alguém passe. No contexto do Carnaval, a marcha vem sendo usada como um chamado para abrir espaço e dar início à folia. A letra da música evoca a alegria, a animação e a celebração típicas da data, incentivando as pessoas a se unirem na festa e a deixarem suas preocupações de lado.

Metodologia

Para desvendar quais as marchas carnavalescas mais pesquisadas no país, a pesquisa da Preply teve como ponto de partida todas as buscas relacionados ao tema “marcha de Carnaval” na ferramenta Keyword Tool, cujo período de análise abarcou pesquisas realizadas no primeiro trimestre do último ano — considerado o período de Carnaval — nos mecanismos de busca. Compreendidas as músicas com os maiores volumes de pesquisa, uma segunda análise girou em torno da origem e significado das canções mais populares do país.

Sobre a Preply

A Preply é uma plataforma online de aprendizagem de idiomas que conecta professores a centenas de milhares de alunos em 180 países em todo o mundo. Atualmente, mais de 40.000 tutores ensinam mais de 50 idiomas, impulsionados por um algoritmo de aprendizado de máquina que recomenda os melhores professores para cada aluno. Fundada nos Estados Unidos, em 2012, por três fundadores ucranianos, Kirill Bigai, Serge Lukyanov e Dmytro Voloshyn, a Preply cresceu de uma equipe de três pessoas para uma empresa com mais de 600 funcionários de 62 nacionalidades diferentes, com escritórios em Barcelona, Nova York e Kiev.
IMPORTANTE: Uso do conteúdo e suas imagens
Utilizou este conteúdo na íntegra? Mostre que valoriza o nosso trabalho: como forma de creditação, inclua um link para a homepage da Preply ou à nossa central de estudos e pesquisas (Site da Preply > aba "blog") ao longo do texto. Feliz Carnaval!

Música para todas as tribos no Jokers

O janeiro musical no Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro Histórico) apresenta uma programação variada para todas as tribos musicais. Mantendo sua tradição eclética, com vários gêneros musicais, a programação desta semana apresenta na sexta-feira (12) o músico Red Francis com repertório dos anos 80 & 90. Sábado (134) é dia de festa “Férias Anos 80” com a Cia. Vintage que terá como atração a Candyman Club, a melhor Banda Post Punk 80's de Curitiba. Na semana que vem está de volta a Terça Celta (16) com o duo Awallonia e o melhor da música celta. Na quarta (17) os músicos Gui Tosin (guitarra) e Nei Rangel (baixo) fazem um Tributo à John Mayer. Na quinta (18) duo Sonora acústico traz releituras de canções dos anos 80, 90, 00 e atualidades no formato violão e percussão. Na sexta (19) o músico Fábio Elias (Relespública) faz um show solo trazendo suas músicas e clássicos do rock. E no sábado (20) uma noite para relembrar duas bandas que fizeram história no rock brasileiro: RPM Cover + Engenheiros do Hawaii cover.
Conhecida por abrigar vários gêneros musicais – a tradicional casa noturna de Curitiba comemora este ano 23 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351.
A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.
Confira a programação até o dia 20 de janeiro:

SEXTA 12 JAN, 20 horas – Red Francis - anos 80 & 90, época de ouro do pop tocadas no violão de forma exclusiva. Ingressos R$10- a partir das 20 horas.

SÁBADO 13 JAN, 22 horas – Férias Anos 80 - com a Cia. Vintage que terá como atração a Candyman Club, a melhor Banda Post Punk 80's de Curitiba. Participação dos DJ Rogério, ex Residente da icônica Angel's Flight, uma das mais importantes casas noturnas da história da noite curitibana. Ingressos R$30 (antecipadas pelo site https://goingressos.com.br/evento/ferias-nos-anos-80-1) e R$40 na hora.

TERÇA 16 JAN, 20 horas– Terça Celta. Duo Awallonia com Carlos Simas e Iris Knopfholz. Músicas típicas do folclore celta e seus agregados. Ingressos R$10 - a partir das 20 horas.

QUARTA 17 JAN, 20 horas– John Mayer Tribute - Uma noite especial com Gui Tosin(guitarra) e Nei Rangel (baixo) trazendo um set especial de John Mayer. Ingressos R$10 – a partir das 20 horas.

QUINTA 18 JAN, 20 horas–Sonora acústico - Violão e percussão refinada, o Sonora Acústico traz releituras de canções dos anos 80, 90, 00 e atualidades. Clássicos do Rock e Pop/Rock com pegada feminina e muita emoção a cada canção. Ingressos R$10 – a partir das 20 horas.

SEXTA 19 JAN, 20 horas – Fábio Elias – O músico (Relespública) faz show solo trazendo suas músicas e junto com outros clássicos do rock. R$20 – a partir das 20 horas.

SÁBADO 20 JAN 22 horas – RPM Cover + Engenheiros do Hawaii cover – Uma noite para dançar e matar a saudade de todos os sucessos de duas grandes bandas do rock nacional. De Rádio Pirata à Infinita Highway. E antes e depois dos shows, tem o Dj Julio Mayo, trazendo mais outros grandes sucessos do rock nacional. Ingressos R$10 (antecipados pelo site https://goingressos.com.br/evento/rpm-engenheiro-do-hawaii-covers) e R$20 na hora.

Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico
Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br
Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul - ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa.

Canções de Natal: qual a origem e a história dasmúsicas natalinas mais populares do mundo?

De “Jingle Bells” a “Noite Feliz”, conheça a fascinante trajetória das
cantigas que amamos por diferentes países, culturas e idiomas

Quando você pensa nas comemorações de Natal, que canções mais costumam vir à sua mente? Quais vozes e melodias são ouvidas novamente num piscar de olhos, trazendo consigo memórias de infância ao lado da família e dos amigos?

Se você pensou em “Bate o Sino”, “Então é Natal” ou, ainda, “Noite Feliz”, talvez isso tenha uma razão: são cantigas como essas que, ao longo do tempo, foram repassadas de geração em geração em várias partes do mundo, se tornando clássicos natalinos entre pessoas das mais diversas idades (e idiomas!). Verdadeiras partes da tradição de Natal, a maioria, inclusive, foi composta séculos atrás — como é o caso da universal “Jingle Bells”, escrita em 1948, mas trilha sonora de muitas ceias nos dias atuais.

Para compreender melhor a origem e história das músicas mais tocadas na data, nesta véspera de Natal, a plataforma de idiomas Preply mostra como as canções que todos conhecemos viajaram no tempo e espaço, ganharam versões em várias línguas e se ajustaram aos contextos dos diferentes países, incluindo adaptações com a cara dos brasileiros. Confira abaixo!

"Jingle Bells" ("Sino de Belém")

Apesar de uma carreira longa e repleta de gravações históricas, o cantor norte-americano Frank Sinatra é muito lembrado pela sua versão da música natalina mais conhecida no Ocidente: “Jingle Bells", que teve suas primeiras frases gravadas no verão de 1948. Tanto é que, até hoje, é comum se aproximar de uma árvore de Natal em muitas partes do mundo e ouvi-lo cantar: "Jingle bells/ Jingle bells/ Jingle all the way..."

Mas o que muitas pessoas não sabem é que a canção é pelo menos um século mais antiga do que a versão de Sinatra, já que, na verdade, foi composta em meados de 1857, em estilo festivo, pelo pianista e compositor norte-americano James Lord Pierpont.

Para se ter uma ideia, seu primeiro nome foi "One Horse Open Sleigh" ("Trenó Aberto Com um Cavalo", em tradução livre), com uma composição que contava sobre um acidente envolvendo um cavalo na neve. Não à toa, quando Pierpont patenteou a música, dois anos depois, já com o nome de "Jingle Bells", os sinos aos quais ele se referia na letra não eram de Natal, mas aqueles que ficavam pendurados nos arreios dos cavalos, durante o século 19, para impedir colisões no chão fofo.

Curiosamente, não havia nenhuma menção sequer ao Natal na letra original. Muito pelo contrário, aliás: alguns trechos chegaram a ser proibidos nas igrejas da época, visto que mencionavam "garotas bonitas dentro do trenó". Segundo o site DiscoverMusic, a ideia original continha até mesmo certa passagem retirada das versões seguintes, que dizia algo mais ou menos assim: "Go at it while you're young/ Take the girls tonight" (ou "Faça isso enquanto você é jovem/ Pegue as garotas hoje à noite").

Já a versão natalina de “Jingle Bells” foi gravada por vários outros grandes nomes da música norte-americana nas décadas seguintes, sobretudo os jazzistas, como Duke Ellington, Ella Fitzgerald e Louis Armstrong, além de Bing Crosby. No Brasil, por sua vez, o radialista carioca Evaldo Rui Barbosa optou por traduzir a letra inserindo referências cristãs próprias da festa de Natal, com o "jingle all the way" substituído pelo “sino de Belém".

"Stille Nacht" ("Noite Feliz")

Mesmo quando ainda era um mero poema escrito pelo padre austríaco Joseph Mohr, a canção “Silent Night” (em alemão “Stille Nacht”), de 1816, já narrava uma história conhecida por todos nós: a descrição de uma noite calma e brilhante em um lugar recôndito, interrompida pelo nascimento repentino de uma criança especial — o “pobrezinho nascido em Belém” que viria ao mundo como sinal de redenção e paz.

Naquela época, mais precisamente em 1818, bastou que Mohr tocasse e cantasse sua composição ao lado de um amigo, o diretor do coro da igreja local, Franz Gruber, para que a história da canção começasse a ganhar os contornos épicos que marcariam seu caminho pelo planeta.

A versão mais conhecida que se conta é que um homem contratado para reparar o órgão da igreja fez cópias da partitura e levou para a sua cidade, onde, por sua vez, caiu nas mãos de duas famílias que viajavam pela Europa cantando em reinos e vilas europeias. Em 1834, "Silent Night" foi performada ao rei prussiano e, anos depois, já havia chegado nos teatros de Nova York.

Uma reportagem deste mês do jornal norte-americano Washington Post diz que “Silent Night” é a música mais gravada da história, com cerca de 3,7 mil versões diferentes. Entre os nomes mais famosos que já a cantaram estão desde o quarteto de Haydn, nos anos 1910, passando por Johnny Cash, Mariah Carey e a atração do momento: a cantora Taylor Swift.

A versão em português, enfim, é do frei alemão Pedro Sinzig, naturalizado brasileiro, que traduziu a letra na década de 1930, quando já era amigo de outro compositor famoso: Villa-Lobos.

"We Wish You a Merry Christmas" (“A Todos um Bom Natal”)

O compositor britânico Arthur Warrell entrou para a história como o autor de outra canção famosíssima de Natal: "We Wish You a Merry Christmas", que foi traduzida para o português, em algumas versões, como "A Todos um Bom Natal", mas que significa, originalmente, "Nós Desejamos a Você um Feliz Natal".

Na verdade, não foi Warrell quem escreveu a música, mas, sim, quem fez o seu arranjo mais famoso, na década de 1930, para uma apresentação do seu grupo – o Bristol University Madrigal Singers, na Inglaterra. Logo depois, a partitura de Warrell foi publicada pela Universidade de Oxford, e então a confusão começou, entregando a ele o gênio da obra.

Mas quem compôs "We Wish You a Merry Christmas" – essa música que faz parte de propagandas de TV, coros de igrejas e trilhas sonoras da ceia de Natal de toda família? A resposta é: não se sabe.

A suposição é que a canção é parte do cancioneiro folclórico britânico desde o século 16, quando era cantada para entreter famílias ricas e poderosas da ilha. Outros sugerem que ela era entoada por músicos itinerantes que passavam pelas casas, durante o Natal, pedindo doces – e não à toa uma parte da letra diz algo como "We all like our figgy pudding" (“Nós gostamos do nosso pudim de figo").

Tempos depois, quando canções tradicionais de Natal foram banidas dos templos por ordem de Oliver Cromwell, que assumiu o trono britânico no século 17, essa melodia permaneceu proibida até que os fiéis tentaram recuperá-la cantando-a... de porta em porta.

Em inglês, há versões da cantora Enya e de Jonnhy Nash, além de uma gravação famosa do violinista holandês André Rieu.

"Deck the Halls" (“Pinheirinhos Que Alegria”)

Outra música clássica do Natal é "Deck the Halls", que, em tradução livre, se chamaria "Enfeite os Corredores". De fato, a letra começa assim: "Deck the halls with boughs of holly/This is the season to be jolly", ou "Enfeite os corredores com ramos de azevinho/Esse é o tempo de ser feliz".

Da mesma forma que "We Wish You a Merry Christmas", a canção-base data do século 16, mas naquela época não dizia respeito originalmente ao Natal e, sim, ao Ano Novo. O nome original é "Nos Galan", que, em galês – língua da qual foi criada – significa "Véspera de Ano Novo".

Enquanto adaptação natalina, "Deck the Halls" tem um primeiro registro em 1862, em uma apresentação britânica reunindo canções populares galesas famosas da época. Mas a fama veio mesmo anos depois, quando o compositor escocês Thomas Oliphant tomou a melodia pelas mãos e compôs uma letra nova, em inglês, para tocá-la nos grandes encontros da corte vitoriana.

Foi quando a letra original celebrando o Ano Novo em galês finalmente deu lugar aos enfeites de Natal entoados por pessoas de todo o mundo – que começaram a associar de forma mais direta a data cristã à canção.

"Happy Xmas (War is Over)" ("Então É Natal")

Para fechar essa lista, talvez a única canção natalina que, apesar de ter sido escrita em inglês e gravada por um dos grandes astros da música mundial, tem uma versão em português tão ou até mais famosa no Brasil. Afinal, quem não é levado imediatamente para o primeiro verso da canção da cantora Simone, já começando com uma pergunta: "Então é Natal/ E o que você fez?".

O mais interessante é que essa é uma tradução literal do começo da música original, composta por John Lennon e sua namorada, Yoko Ono, para o Natal de 1969. Naquela época, eles estavam em pleno "ativismo pela paz", famoso pelos protestos em que se deitavam em camas de hotéis (“bed-ins) e passavam horas conversando com jornalistas sobre a Guerra do Vietnã.

"Happy Xmas (War is Over)" foi, na verdade, parte de uma campanha global de Lennon e Yoko lançada naquele ano para embalar o movimento civil que protestava pelo fim do conflito dos EUA na Ásia. Além da música, eles alugaram centenas de outdoors em várias cidades do mundo estampando parte do nome da música: "War is over, if You Want It – Happy Christmas from John & Yoko" ("A guerra acabou, se você quiser – Feliz Natal, de John & Yoko").

Segundo o portal Smooth Radio, Lennon tinha um interesse particular na canção: evitar o sentimentalismo comum do período de Natal, que costumava atingi-lo com peculiar tristeza. Ao contrário, a canção tinha sido feita para trazer otimismo. A gravação oficial, porém, viria apenas em 1971, com o cantor tocando guitarra e Yoko cantando a letra em um quarto de hotel, em Nova York. No vídeo clássico, crianças aparecem no coro a partir do primeiro minuto da música.

Tá, mas e a versão de Simone?

Foi gravada duas décadas depois, em um álbum de canções natalinas chamado “25 de Dezembro”, que começa com "Então É Natal" e termina com "Natal das Crianças". A letra traduzida é muito semelhante à versão de Lennon, com apenas algumas mudanças – ao invés de dizer "I hope you had fun/ The near and the dear ones/ The old and the young" (do literal “Espero que você tenha se divertido/ Os próximos e os queridos/ Os velhos e os jovens”), Simone canta "Então é Natal/ pro enfermo e pro são/ Pro rico e pro pobre, num só coração".

Sobre a Preply

A Preply é uma plataforma online de aprendizagem de idiomas que conecta professores a centenas de milhares de alunos em 180 países em todo o mundo. Atualmente, mais de 40.000 tutores ensinam mais de 50 idiomas, impulsionados por um algoritmo de aprendizado de máquina que recomenda os melhores professores para cada aluno. Fundada nos Estados Unidos, em 2012, por três fundadores ucranianos, Kirill Bigai, Serge Lukyanov e Dmytro Voloshyn, a Preply cresceu de uma equipe de três pessoas para uma empresa com mais de 600 funcionários de 62 nacionalidades diferentes, com escritórios em Barcelona, ​​Nova York e Kiev.
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OFICIAL: 2º Morretes Blues Festival será realizado em novembro, levando música e gastronomia para o litoral do Paraná

O evento vai agitar novamente a histórica cidade de Morretes (PR) após estrear em 2022 atraindo milhares de pessoas para o litoral paranaense

CURITIBA, 11/09/2023 – Agora é oficial! Nos dias 04 e 05 de novembro, a cidade de Morretes, no litoral paranaense, será mais uma vez transformada na capital nacional do blues. Durante o final de semana, o município vai sediar a segunda edição do Morretes Blues Festival, festival multicultural que reuniu milhares de pessoas em 2022 e, agora, volta a agitar o calendário de eventos da região em 2023. Promovido pela Planeta Brasil Entretenimento em parceria com a rede Porks – Porco & Chope e com o Bar Crossroads, o evento, que une música e gastronomia em espaços ao ar livre, promete ser a principal atração cultural do mês de outubro no litoral paranaense, ocupando diversos pontos do centro histórico da tradicional e encantadora cidade.

A segunda edição do Morretes Blues Festival, que tem apoio institucional da Prefeitura de Morretes, contará com apresentações de grandes nomes do gênero no Paraná, além de trazer, pela primeira vez, atrações musicais nacionais. O evento vai oferecer, também, gastronomia diversa e atividades para toda a família, movimentando a economia local e levando uma nova opção de entretenimento para os moradores da região e turistas. Durante os dois dias do evento, o público poderá acompanhar diversos shows que prometem conectar o cenário paradisíaco com o blues em um fim de semana repleto de experiências únicas e inesquecíveis, com atrações para toda a família.

“Morretes nos recebeu tão bem e o sucesso da primeira edição foi o aval que precisávamos para transformar o Morretes Blues Festival em uma tradição da cidade. Em sua primeira edição, o evento já chegou como o maior festival multicultural do litoral paranaense. Agora, queremos aumentar os nossos números e alcance. Temos certeza que a edição de 2023 será ainda maior e melhor”, comenta Patrik Cornelsen, diretor da Planeta Brasil Entretenimento e um dos idealizadores do Morretes Blues Festival.

Além de muita música de qualidade, o evento contará com dezenas de opções de chopes artesanais, drinks especiais e muita gastronomia. Serão diversas operações gastronômicas temporárias, que irão se unir aos bares e restaurantes tradicionais da cidade para oferecer diversos preparos saborosos. “Estamos montando uma programação incrível para o público aproveitar muito. Além da curadoria musical, estamos selecionando com muito carinho as opções gastronômicas que irão potencializar a experiência do Morretes Blues Festival”, completa Patrik Cornelsen.

A segunda edição do Morretes Blues Festival vai acontecer nos dias 04 e 05 de novembro, sábado e domingo, em palcos e espaços espalhados pelo centro histórico da cidade de Morretes (PR). A programação completa, 100% gratuita, será divulgada oficialmente nas próximas semanas. Mais informações no perfil oficial do evento no Instagram (@morretesbluesfestival).

MÚSICAS PARA CLARONE: SÉRGIO ALBACH LANÇA TRABALHO COM COMPOSIÇÕES INÉDITAS

Clarone no Choro 2 – Novas Mídias terá show de lançamento no Conservatório de MPB de Curitiba, no domingo (06/08).

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O clarinetista Sérgio Albach lança novo trabalho: Clarone no Choro 2 – Novas Mídias
Foto: Marcia Kohatsu

Após nos brindar com o álbum Clarone no Choro (2018), um CD com clássicos do choro executados no Clarone, o primeiro da história da música brasileira de chorinho tendo tal instrumento como solista, o músico, maestro e diretor musical, Sérgio Albach está lançando o Clarone no Choro 2 – Novas Mídias.
Desta vez, o trabalho que será gravado ao vivo em estúdio (no Gramofone), será disponibilizado apenas digitalmente, não irá resultar em qualquer tipo de material físico. Clarone no Choro 2 - Novas Mídias compreende vídeos e gravações para streamings, além de um e-book com todas as composições.
A gravação das músicas e dos vídeos será realizada no fim de agosto, entre os dias 22 e 25, mas o show de lançamento do projeto será dia 06 (domingo), às 11h30, no Conservatório de MPB, em Curitiba. A programação inclui também uma apresentação no Doce de Cidra, dia 16 de agosto, às 20h.
Com direção musical e arranjos de Daniel Migliavacca, o novo trabalho reúne 10 composições inéditas feitas sob encomenda por músicos convidados, especialmente para o projeto. Entre eles: Pedro Paes, Léa Freire, Edu Neves, Claudio Menandro, Alessandro Penezzi, Gilson Peranzzetta, Lucas Melo, além do próprio clarinetista Sérgio Albach e do bandolinista Daniel Migliavacca. “Fomos bem específicos ao convidarmos os compositores, estipulamos um gênero musical de acordo com o estilo de cada um, pedimos conforme a linguagem que cada um domina”, conta Albach. Segundo o instrumentista, a escolha dos compositores não foi fácil e o desafio do convite era justamente compor considerando que as músicas seriam executadas por um regional de choro, tendo o clarone como instrumento solista. Além de Albach no clarone, o trabalho conta com Migliavacca no bandolim e cavaquinho, Gustavo Moro no violão, Lucas Melo no violão de 7 Cordas e Ricardo Salmazo no pandeiro. O mesmo quinteto do disco anterior.
Ampliar, renovar e diversificar o repertório de músicas tendo o clarone como solista é o principal objetivo do projeto, de acordo com o clarinetista. “A ideia era instigar os músicos a comporem para o clarone, é uma necessidade, coisas novas tem que ser feitas visando este instrumento que ainda vem sendo descoberto como solista”, declara Sérgio.
O primeiro concerto solo para clarone foi realizado em 1955, tendo como pioneiro o claronista tcheco Josef Horák (1931-2005). Se comparado com outros instrumentos clássicos como a flauta, o clarinete, o violino ou o piano, é tardio. “Não tem nenhum concerto, nenhuma obra dos grandes compositores eruditos do século XIX com este foco, demorou muito tempo para os compositores escreverem para ele”, lamenta.
O próprio clarinetista é responsável por um feito inédito ao lançar um CD tendo o clarone como solista, Clarone no Choro, de 2018, é o primeiro do mundo. Diferente do atual projeto, o primeiro reunia choros tradicionais, que não foram compostos especificamente para o instrumento. O repertório incluía clássicos de Pixinguinha, Luiz Americano, Abel Ferreira, Ernesto Nazareth, Jacob do Bandolim, Waltel Branco, Claudio Menandro entre outros.
Clarone no Choro 2 – Novas Mídias por tratar-se de um trabalho pensado particularmente nos recursos do instrumento reforça sua linguagem. “O ganho para a música é imenso, a execução se torna mais orgânica, o movimento dos dedos é mais natural. Estou muito feliz com a dedicação desses grandes compositores e do diretor musical que trouxe para o trabalho um pensamento musical de alta qualidade. Receber essas músicas me trouxe muita alegria”, comemora Sérgio.
Maxixe, valsa, choro, polca, xote e frevo estão no sofisticado repertório. A flautista, arranjadora Léa Freire se destaca com ‘Desviando’, choro lento que flutua entre tonalidades. ‘Cigana do Guatambu’, maxixe que usa escala cigana na estrutura da composição, feita pelo carioca Pedro Paes, é uma homenagem a Albach. A clássica ‘Valsa Viva’ de Alessandro Penezzi também é dedicada a ele. Já a valsa com pegada mais contemporânea ‘Vila Real’ de Migliavacca, que brinca com o tempo através das flutuações de andamento, foi inspirada na cidade portuguesa onde o clarinetista vive atualmente. A arisca gata de rua que mora por lá virou choro ‘GS’, por Albach que também compôs ‘Frevo Furado’. O renomado Gilson Peranzzetta traz um choro lento, ‘Sempre Juntos’. Cláudio Menandro fez um xote, ‘Chora, Clarone!’, com características bem nordestinas. Edu Neves contagia com um choro sambado, bem dançante, ‘Bailando ao Luar’. E Lucas Melo com Porfiosa, uma polca clássica.
Na opinião de Migliavacca o repertório está muito especial. “São obras inéditas e bem variadas ritmicamente. Fazer a direção do Clarone no Choro pela segunda vez é um grande prazer e uma grande responsabilidade. O resultado tem nos deixado muito satisfeitos. É um trabalho único e sabemos que, certamente, já é uma referência dentro do universo do clarone, da música instrumental brasileira e do Choro”, afirma.
Como são músicas inéditas, os ensaios estão a todo vapor.
“Não vemos a hora de tocar ao vivo, além disso o público será nosso termômetro, a partir dessas apresentações vamos amadurecer o trabalho para a gravação”, comemora Albach que vai oferecer ainda como contrapartida do projeto uma Oficina da História do Choro.
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivo: IOP (Instituto de Oncologia do Paraná).

Sérgio Albach
Clarinetista, arranjador, compositor e curador. Graduou-se na EMBAP-PR em Licenciatura em Música. Desde 1988, quando inicia sua carreira profissional, tem uma atividade musical intensa, principalmente como instrumentista. Depois de 4 anos como músico da OSINPA, começa uma dedicação para a música brasileira, em especial o Choro. Assume a Direção da OABS (Orquestra à Base de Sopro) em 2002, que já está em seu 11° lançamento fonográfico; e a Direção da Oficina de Música de Curitiba até 2014. Excursionou por vários países da Europa e América Latina com o Mano a Mano Trio e também com um concerto solo de clarone. Conta com parcerias no palco com músicos do calibre de Amilton Godoy, Léa Freire, Altamiro Carrilho, Arrigo Barnabé, Egberto Gismonti, João Bosco entre outros. Em 2018 lançou em CD e Vinil o ‘Clarone no Choro’.

Daniel Migliavacca
O bandolinista e compositor Daniel Migliavacca é natural da cidade de São Paulo/SP, iniciou seus estudos musicais tocando cavaquinho e em 2003 passou a se dedicar ao bandolim. Atua em diversos projetos como solista, arranjador, compositor, acompanhador, diretor e produtor musical passando pela música brasileira, jazz, música erudita e contemporânea. Já esteve em shows ao lado de Renato Borghetti, Hamilton de Holanda, Dominguinhos, Raul de Souza, Altamiro Carrilho, Marcel Powell, Nelson Sargento, entre outros. Em 2006 conquistou o primeiro lugar como melhor instrumentista no “Prêmio Nabor Pires Camargo” em Indaiatuba/SP. É Bacharel em Música Popular pela UNESPAR (2011) e Mestre em Música pela UFRJ (2019). Possui 9 CDs lançados com diferentes formações: “Bandolim” (2009); “Divertimento” (2011); “Tocando à vontade” (2013), “Daniel Migliavacca interpreta Walter Scheibel” (2016), “Alma Lúdica” (2018), “Dez Estudos para Bandolim Solo (2021)”, “Pra ser Feliz” (2022), “Ludicamente” (2023) e “Duos” (2023).

Para ouvir
https://tratore.ffm.to/claronenochoro

Redes Sociais:
https://www.instagram.com/sergioalbach/
www.facebook.com/sergioalbach.mus

Canal YouTube:
https://youtube.com/@sergioalbach

Vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=ku_i3Ugq1P8

Composições do Clarone no Choro 2 – Novas Mídias:
- Cigana do Guatambu (Pedro Paes)
- Desviando (Léa Freire)
- Bailando ao Luar (Edu Neves)
- Chora, Clarone! (Cláudio Menandro)
- Vila Real (Daniel Migliavacca)
- Valsa Viva (Alessandro Penezzi)
- Frevo Furado (Sérgio Albach)
- GS (Sérgio Albach)
- Sempre Juntos (Gilson Peranzzetta)
- Porfiosa (Lucas Melo)

Serviço:
Show de Lançamento do Projeto Clarone no Choro 2 – Novas Mídias
Quando: Dia 06 de agosto (domingo)
Que horas:11h30
Onde: Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 – São Francisco)
Quanto: Entrada gratuita

Quando: 16 de agosto (quarta-feira)
Que horas: 20h
Onde: Doce de Cidra (Rua Cândido Xavier, 521 – Água Verde)
Quanto: R$25,00
Ingressos: Reservas pelo Sympla - https://bit.ly/claronenochoro2

Contato: (41) 99762-9650

Ficha Técnica
Clarone no Choro 2 – Novas Mídias
Músicos:
Sérgio Albach – Clarone
Daniel Migliavacca – Bandolim e Cavaquinho
Gustavo Moro – Violão
Lucas Melo – Violão de 7 Cordas
Ricardo Salmazo – Pandeiro

Direção Musical e Arranjos: Daniel Migliavacca
Direção e Captação de Imagens: Alan Raffo
Técnico de som: Chico Santarosa

Ilustração e Arte Gráfica: Pryscila Vieira
Assessoria de Imprensa: Glaucia Domingos
Fotógrafo: Gilson Camargo
Coordenação do projeto: Ju Cortes

VIAGGIATORI ARMONICI NO BRASIL: ORQUESTRA ITALIANA FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO NOVO ÁLBUM NA CAIXA CULTURAL DE CURITIBA.

O show ‘Love Parade’ será apresentado de quinta a domingo (03 a 06 de agosto). Os ingressos já estão à venda.

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Ensemble Viaggiatori Armonici faz shows na Caixa Cultural Curitiba esta semana – Brasil Tour 2023 (Foto: Sonia de Boni)

A capital paranaense será a única do país a receber o Ensemble Viaggiatori Armonici, orquestra composta por 11 músicos ecléticos com base em Treviso (Itália), durante turnê pelo Brasil. As apresentações serão de quinta a domingo desta semana (03 a 06 de agosto), na Caixa Cultural Curitiba. Será a segunda vez que o grupo vem ao Brasil e escolhe a cidade para se apresentar.

Curitiba é especial para os músicos porque o seu fundador, o violonista, compositor e arranjador Carlos da Costa Coelho nasceu aqui. O curitibano vive na Itália há 34 anos e fundou o grupo em parceria com a flautista Sabrina Agosto, em 2012. A Orquestra não é nada convencional, atualmente é formada por 11 músicos que tocam cerca de 40 instrumentos variados: à base de cordas, sopro e percussão.

‘Love Parade’, título do terceiro álbum da Orquestra dá nome ao show da atual turnê. O lançamento mundial do trabalho foi em Treviso, em dezembro de 2022. “A faixa que nomeia o trabalho foi composta na pandemia, enquanto estávamos fechados em casa, é uma marcha, ela revela a necessidade que tínhamos de caminhar em alguma direção, de nos movermos coletivamente, de nos unirmos. Estávamos todos sofrendo e tínhamos em comum a busca pelo movimento, por uma saída”, conta Carlos. A Itália foi o primeiro país da Europa a ser fortemente impactado pela Covid-19 e a adotar confinamento rígido para conter a doença.

De acordo com o músico ‘Love Parade’ se diferencia das demais músicas do álbum, é mais simples do ponto de vista técnico, da harmonia, foi composta de uma maneira nova e acabou abrindo para ele novas possibilidades de fazer música. “Nas outras composições os instrumentos conversam, dialogam, nesta eles se encontram de maneira coral”, explica.

O repertório do novo disco que reúne músicas totalmente instrumentais retrata a trajetória do grupo, a sua liberdade de estilo e sonoridade única. “Cada arranjo tem uma cor, uma ideia, uma paisagem, essas composições carregam nossas vivências, nosso trabalho, nossas ideias. É um grande arcabouço musical”, descreve.

O novo single do álbum já pode ser ouvido nas principais plataformas de streamings de música, quem preferir pode também ter o CD físico, a edição limitada será comercializada nos shows.

Ao todo são nove faixas, duas delas foram compostas e dedicadas ao grupo: ‘Quando a Lua Canta no Mar’, de Fabiano Silveira, o Tiziu e ‘Viaggiatori Armonici’ de Daniel Migliavacca, ambos de Curitiba.

O show na Caixa conta, inclusive, com a participação deles no palco na execução dessas músicas e ainda com o percussionista Vina Lacerda. Outro brasileiro que também vai tocar como convidado especial é o baixista curitibano Glauco Solter. Além das composições próprias (novas e antigas), Lenine e César Guerra-Peixe também estão no repertório do show.

“Curitiba é uma cidade especial para mim, é o lugar onde nasci e onde a paixão pela música começou. Trazer o meu trabalho para cá é como fechar um ciclo e abrir um novo ainda maior. A oportunidade de trocar com os músicos daqui é empolgante e poder me apresentar com os músicos com os quais trabalho no dia a dia na Itália é muito inspirador. O público daqui também é sensacional”, conta Carlos.

CARLOS DA COSTA COELHO, fundador e arranjador do Ensemble Viaggiatori Armonici, deixou Curitiba há mais de 30 anos e percorreu vários continentes para conhecer a música e os músicos do mundo. Morou na Índia, Suécia, Espanha, Turquia, entre outros, até radicar-se na Itália onde fundou o grupo.

SOBRE O ENSEMBLE VIAGGIATTORI ARMONICI:
Com repertório amplo, além da própria música e de obras dedicadas ao grupo, executa desde a música renascentista até a música contemporânea, abraçando com originalidade épocas distintas e interpretando com arranjos próprios músicas de autores como John Dowland, Guerra-Peixe, Henrique de Curitiba, Peter Gabriel, David Byrne, Dominguinhos, entre outros.
Lançou seu primeiro CD ´Storie D’Inverno´, em 2017. E o segundo ´A Semente Que Virou Pássaro´, em 2019. Love Parade é o terceiro álbum (2022). Este ano está lançando o documentário ‘Iperreale – Viaggiatori Armonici no Brasil’, dirigido por Fernando Coelho, um registro da turnê realizada no Brasil, em 2019.

Atuais integrantes:

Sabrina Agosto
flautas transversal em do, contralto e baixo - piccolo
Kishalaya Zordan
flautas transversal em do, contralto - melodica
Teresa Storer
violino
Lucia Torresan
bandolim - cuatro venezuelano - violão de aço
Elisa dal Bianco
banjo - violão - cavaquinho - teclados - melodica
Carlos da Costa Coelho
violão - violão de aço - viola caipira
Giacomo Benvenuto
guitarra - lap steel - guitarra havaiana resofônica - cavaquinho - sintetizador
Tommaso Valdesolo
viola caipira - violão - guitarra - teclados - melodica
Arianna Bastanzetti
piano - teclados
Rita Brancato
percussões

SAIBA MAIS:
Site: www.viaggiatoriarmonici.com
Canal YouTube:http://youtube.com/viaggiatoriarmonici
Vídeo de Introdução: https://youtu.be/6hgMga8kpRg
Vídeo Capela Santa Maria Curitiba: https://youtu.be/LJ8v5oKrXvc

Redes Sociais:
https://www.instagram.com/viaggiatori_armonici/
https://www.facebook.com/ViaggiatoriArmonici

Canais de Streaming:
SPOTIFY - YOU TUBE MUSIC - APPLE MUSIC

SERVIÇO:

Show Love Parade – Brasil Tour 2023 com Ensemble Viaggiatori Armonici

Participação especial: Glauco Solter (baixista)

Músicos convidados: Fabiano Silveira, o Tiziu; Daniel Migliavacca e Vina Lacerda

Local: Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro)

Data e horário: de 03/08 a 06/08 (quinta a sábado, às 20h) e (domingo, às 19h)

Ingresso: R$30/R$15 (meia)

Bilheteria: (41) 4501 8722 (funcionamento de terça a sábado, das 10h às 20h e domingo, das 10h às 19h).

Classificação: Livre
Duração: 90 minutos

CONTATOS:

Produção
Carlos da Costa Coelho
41 99568 0105
carlos.c.coelho@gmail.com

Danyelle Cesaro
41 99818-1970

Balta Bar é inaugurado em Curitiba unindo música ao vivo, parrilla, drinks e vinho

O espaço, que funciona no tradicional bairro Rebouças, é o primeiro empreendimento fruto da parceria entre a produtora CWB Brasil e o 41 Brooklyn

CURITIBA, 24/07/2023 – Do happy hour prolongado até o agito da madrugada, o Balta é a grande novidade da vida noturna e entretenimento curitibano neste segundo semestre de 2023. O bar combina diferentes ambientes com uma programação completa com muita música e gastronomia. A casa foi implantada no bairro Rebouças, no antigo endereço do Dobrucki, bar que marcou época no entretenimento curitibano. O Balta funciona de quinta a domingo, com programações intensas, completas e para os mais variados gostos.

A novidade leva duas assinaturas de peso do mercado curitibano. Entre os sócios, estão João Gilberto, João Guilherme Leprevost, Anderson Colaço e Eder Colaço, da CWB Brasil, e Felipe Floriani e Douglas Ferreira, do 41 Brooklyn. “Trouxemos para o bar as experiências que estão sendo feitas pela CWB Brasil em eventos de sucesso”, comenta João Gilberto. A empresa, uma das maiores produtoras de eventos do Brasil, é responsável por grandes festas, entre elas Tardezinha e Curitiba Folia. Do 41 Brooklyn, que se consagrou como um dos fenômenos da noite curitibana, vem a inspiração para os variados ambientes, internos e externos, que comportam desde pista de balada até mesas no estilo bistrô e balcões, além de um wine bar. “A luz ambiente é adaptável para acompanhar o avanço da noite, do happy hour até a balada”, confirma Gilberto.

A programação do Balta conta com festas diferentes a cada dia, mas sem atrações fixas. Estilos variados fazem parte da trilha sonora da casa, do pop ao indie rock, com discotecagens e pitadas de hip hop, entre outros ritmos. “Queremos que o cliente se deixe surpreender pela noite”, afirma o empresário. “A pessoa chega aproveitando o quintal, as bebidas, segue para a parte interna, onde depois do esquenta terá shows, em um novo ambiente”, complementa.

Nas quintas-feiras, acontece a festa “Ensaios do Balta”, com show ao vivo e, na pausa da banda, o público poderá cantar acompanhado pelos músicos. Sexta é dia de “TGIF”, com banda e DJs para abrir o fim de semana em alto estilo. O “Saturday Day & Night” tem uma programação para os sábados que começa durante a tarde e segue noite adentro, com música no quintal, ao ar livre. O destaque do domingo é o “Vinho no Quintal”, que além da música ao vivo, traz sommeliers convidados apresentando os vinhos da casa.

O cardápio de bebidas do Balta tem como inspiração a carta do 41 Brooklyn, com uma coquetelaria versátil e prática para agradar diferentes gostos, além de chopes. Com toda uma área dedicada aos vinhos, o Wine Bar é “parada obrigatória” para apreciadores da bebida, com uma carta completa, com rótulos para todos os gostos. Para comer, as estrelas do menu serão os preparos em parrilla, com diversos aperitivos grelhados.

O Balta Bar funciona na R. Baltazar Carrasco dos Reis (no 1090), no bairro Rebouças, nas quintas e sextas, a partir das 18h, e aos sábados e domingos, a partir das 15h. Mais informações no perfil oficial da casa no Instagram (@balta.bar).

Troy e os Calvos no Teatro do Paiol

Os músicos Troy Rossilho, Leo Barros, Mauro Castilhos e Thiago Menegassi se apresentam nos dias 28 e 29 de julho de 2023.

O Teatro do Paiol será o palco, nos dias 28 e 29 de julho de 2023, do show inédito da banda Troy e os Calvos. As duas apresentações acontecem às 20h, com ingressos a R$ 15,00 e R$ 7,50.

Formada por Troy Rossilho, voz e violão, Leo Barros, guitarra, Mauro Castilhos, bateria, e Thiago Menegassi, baixo, a banda realiza esse projeto, aprovado ainda em 2019 no edital Paiol Musical, com objetivo de apresentar ao público músicas autorais de Troy Rossilho, solo ou em parceria com artistas como Luiz Felipe Leprevost, Cesar Rossilho, Alexandre França, entre outros. A direção musical de Troy e os Calvos é de Thiago Menegassi, com produção de Mariane Antunes.

Troy Rossilho, cantor e compositor paranaense, é autor e parceiro de canções gravadas por vários artistas. Também é criador de trilhas para peças de teatro e cinema. Tem no seu currículo dez álbuns autorais. O músico é idealizador do canal no YouTube “No Estúdio do Troy”, que prestigia bandas e artistas locais em sua maioria; e também do canal “Troy Rossilho”, onde apresenta seu trabalho autoral em vários formatos e em parceria com diversos convidados. Atualmente tem um projeto em parceria com o “Kilânio Orquestra de Violões”, com direção de Fabiano Silveira, o Tiziu e participação especial da atriz e cantora Letícia Sabatella.

O trabalho com a banda os Calvos iniciou em 2015, com a realização de shows em diversos espaços da cidade, além da gravação de videoclipes, em 2021, disponíveis no youtube.

Para esse show, 15 músicas do repertório autoral, entre músicas inéditas e novos arranjos para o repertório já conhecido da banda, cheio de poesia, e influências nas raízes na música brasileira.

Serviço:
Paiol Musical – Troy e os Calvos
28/07/23 - sexta - 20h
29/07/23 - sábado - 20h
Ingressos: R$ 15,00 / R$ 7,50 (meia) – www.deubalada.com ou na bilheteria do teatro.
Duração: 60 minutos

Ficha técnica:
Troy e os Calvos
Troy Rossilho (voz e violão)
Leo Barros (voz e guitarra)
Mauro Castilhos (bateria)
Thiago Menegassi (voz, baixo)

Direção geral: Troy Rossilho
Direção musical: Thiago Menegassi
Direção de produção: Mari Antunes

Iluminação: Lucas Tatarin
Som e vídeo: Luigi Castel – Effex Tecnologia
Fotografia: Faena Rossilho
Design Gráfico: Erlon Antunes
Assessoria de Imprensa: Mari Antunes

Incentivo
Edital Paiol Musical 111/2019
PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

Realização
Estúdio do Troy
Rockout Magic Áudio
MAIS Produções

Apoio:
Jacobina
Farofa Bar
Placol Baterias

Para ouvir:
http://www.youtube.com/troyrossilho
http://www.youtube.com/user/NoEstudiodoTroy
@troyeoscalvos
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Espetáculo com músicas de Gonzaguinha em cartaz no Teatro Cena Hum

No próximo final de semana, será apresentado no Teatro Cena Hum, em Curitiba, o espetáculo musical “Quando eu soltar a minha voz”, inspirado na obra do cantor e compositor brasileiro Gonzaguinha, filho de Luiz Gonzaga e um dos principais nomes da MPB.
A peça mostra um grupo de pessoas que vive em uma comunidade humilde e passa por situações que refletem diversas realidades, abordando temas relacionados a preconceito, questões políticas e convivência humana. No total, em meio às cenas, são apresentadas dez canções de Gonzaguinha.
“Quando eu soltar a minha voz” é o resultado do workshop Maratona Musical, promovido anualmente, nas férias de verão, pela Cena Hum Academia Multiartes. Durante quinze dias, no decorrer do mês de janeiro, os participantes fizeram uma verdadeira imersão no mundo das artes cênicas, com aulas de teatro, música e dança.
A Cena Hum oferece cursos de teatro e dança para adultos, adolescentes e crianças, com ou sem nenhuma experiência na área de artes cênicas. As matrículas para o primeiro semestre de 2023 já estão abertas. Para quem quer se tornar um ator profissional, existe o Curso Técnico em Teatro, que tem duração de dois anos e ao final concede DRT aos participantes.
Para mais informações: whatsapp (41) 99943-9396.
Serviço:
“Quando eu soltar a minha voz
Quando: 04 e 05 de fevereiro.
Horário: 19 horas.
Onde: Cena Hum Academia Multiartes (Rua. Senados Xavier da Silva, 166, São Francisco, Curitiba-PR).
Ingressos: R$ 10,00.

ACADEMIA LATINA DA GRAVAÇÃOTM ANUNCIA OS INDICADOS DA 23.A ENTREGA ANUAL DO LATIN GRAMMY®

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ACADEMIA LATINA DA GRAVAÇÃOTM ANUNCIA OS INDICADOS DA 23.A ENTREGA ANUAL DO LATIN GRAMMY®

Entre os brasileiros indicados estão Luísa Sonza, Anitta, Jão, Bala Desejo, Gilsons, Marina Sena, Baco Exu do Blues, Criolo, Erasmo Carlos, Chico Chico, Marisa Monte, Liniker, Caetano Veloso, Ney Matogrosso e Ludmilla

MIAMI (20 DE SETEMBRO DE 2022) — A Academia Latina da GravaçãoTM anunciou os indicados para a 23.a Entrega Anual do Latin GRAMMY®, a proeminente distinção internacional que celebra a excelência da música latina e o único prêmio concedido por profissionais da indústria da música. A votação durante o processo de premiação é realizada por criadores de música que são membros da Academia Latina da Gravação, representando os vários gêneros e campos criativos, incluindo artistas, compositores, produtores e engenheiros de gravação e mixagem.

A categoria Gravação do Ano deste ano apresenta um grupo excepcional de gêneros, criadores e artistas que refletem a diversidade atual da música latina e sua grande influência cultural em todo o mundo. Entre os indicados desta categoria, o destaque brasileiro vai para a cantora Anitta com “Envolver”. Na categoria Melhor Álbum Instrumental, destaque para Hamilton de Holanda com “Maxixe Samba Groove”. Na categoria Melhor Álbum de Jazz Latino/Jazz, destaque para Chano Domínguez, Rubem Dantas & Hamilton De Holanda com “Chabem”.

Além disso, a categoria Melhor Artista Revelação apresenta um conjunto único de indicados: Angela Álvarez, Sofía Campos, Cande y Paulo, Clarissa, Silvana Estrada, Pol Granch, Nabález, Tiare, Vale, Yahritza y Su Esencia, e Nicole Zignago A grande diversidade deste grupo reafirma o compromisso de A Academia Latina em oferecer oportunidades a todos os artistas.

“Na Academia Latina da Gravação, nos esforçamos continuamente para apoiar e incentivar os criadores de música latina, e estes indicados incorporam a excelência musical e representam o grande momento que atravessa a nossa música”, disse Manuel Abud, CEO de A Academia Latina da Gravação. “Estamos orgulhosos de apresentar as indicações deste diversificado grupo de artistas talentosos, que refletem a evolução de nossa Academia como instituição moderna e relevante, dando oficialmente início à 23.ª temporada do Latin GRAMMY®”.

Nas demais categorias, entre os brasileiros indicados para a premiação deste ano estão:

Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa
1. “SIM SIM SIM” - Bala Desejo [Coala Records]
2. “PRA GENTE ACORDAR” - Gilsons [Xirê Produções e Eventos Ltda.]
3. “PIRATA” - Jão [Universal Music],
4. “DE PRIMEIRA” - Marina Sena [Marina Sena]
5. “DOCE 22” - Luísa Sonza [Universal Music]

Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa
1. QVVJFA? Baco Exu Do Blues [999]
2. O FUTURO PERTENCE À ... JOVEM GUARDA Erasmo Carlos [Som Livre]
3. SOBRE VIVER Criolo [Oloko Records / Altafonte]
4. MEMÓRIAS (DE ONDE EU NUNCA FUI) Lagum [Sony Music]
5. DELTA ESTÁCIO BLUES Juçara Marçal [QTV]

Melhor Álbum de Samba/Pagode
1. BONS VENTOS Nego Alvaro [Sony Music Brasil]
2. MISTURA HOMOGÊNEA Martinho Da Vila [Sony Music Brasil]
3. DESENGAIOLA Alfredo Del-Penho, João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Miranda [Som Livre/MPB]
4. NUMANICE #2 LUDMILLA [Warner Music Brasil Ltda.]
5. CÉU LILÁS Péricles [ONErpm]

Melhor Álbum de Música Popular Brasileira
1. POMARES Chico Chico [Selim De Música]
2. SÍNTESE DO LANCE João Donato e Jards Macalé [Rocinante]
3. INDIGO BORBOLETA ANIL Liniker [Altafonte]
4. NU COM A MINHA MÚSICA Ney Matogrosso [Sony Music Entertainment Brasil Ltda.]
5. PORTAS Marisa Monte [Sony Music Brasil]
6. MEU COCO Caetano Veloso [Sony Music Brasil]

Melhor Álbum de Música Sertaneja
1. CHITÃOZINHO & XORORÓ LEGADO Chitãozinho & Xororó [Onerpm]
2. AGROPOC Gabeu [Independente]
3. EXPECTATIVA X REALIDADE Matheus & Kauan [Universal Music]
4. PATROAS 35% Marília Mendonça, Maiara & Maraísa [Som Livre]
5. NATURAL Lauana Prado [Universal Music]

Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa
1. AFROCANTO DAS NAÇÕES Mateus Aleluia [Sanzala Cultural / Altafonte]
2. NA ESTRADA - AO VIVO Banda Pau E Corda Featuring Quinteto Violado [Biscoito Fino]
3. REMELEXO BOM Luiz Caldas [ONErpm]
4. BELO CHICO Targino Gondim, Nilton Freittas, Roberto Malvezzi [ONErpm]
5. SENHORA DAS FOLHAS Áurea Martins [Sarapuí Produções]
6. ORÍKI Iara Rennó [Dobra Discos / Altafonte]
7. SENHORA ESTRADA Alceu Valença [Deck]

Melhor Canção em Língua Portuguesa
1. BABY 95 Liniker, Mahmundi, Tássia Reis & Tulipa Ruiz, songwriters (Liniker) [Altafonte]
2. IDIOTA Jão, Pedro Tófani & Zebu, songwriters (Jão) Track from: Pirata [Universal Music]
3. ME CORTE NA BOCA DO CÉU A MORTE NÃO PEDE PERDÃO Criolo & Tropkillaz, songwriters (Criolo Featuring Milton Nascimento) Track from: Sobre Viver [Oloko Records/Altafonte]
4. MEU COCO Caetano Veloso, songwriter (Caetano Veloso) Track from: Meu Coco [Sony Music Brasil]
5. POR SUPUESTO Iuri Rio Branco & Marina Sena, songwriters (Marina Sena) [Marina Sena]
6. VENTO SARDO Jorge Drexler & Marisa Monte, songwriters (Marisa Monte Featuring Jorge Drexler) Track from: Portas [Sony Music Brasil]

Os indicados para a 23.a Entrega Anual do Latin GRAMMY foram selecionados entre mais de 18.000 inscrições, em 53 categorias, e refletem uma grande variedade de artistas que lançaram gravações durante o período de elegibilidade (1 de junho de 2021 a 31 de maio de 2022). Todas as músicas consideradas para indicações devem ser novas e ter um percentual mínimo de letra (51%) em espanhol ou português, ou qualquer um dos dialetos indígenas de nossa região.

A rodada final de votação para selecionar os ganhadores do Latin GRAMMY® terá início em 30 de setembro. A Academia Latina realizará a 23.a Entrega Anual do Latin GRAMMY na quinta-feira, 17 de novembro de 2022, a partir da Michelob ULTRA Arena, no Mandalay Bay Resort and Casino, em Las Vegas. O programa será transmitido ao vivo pela Univision a partir das 20h (costa Leste/Pacífico e 19h Centro, nos EUA). A transmissão será precedida pela cerimônia La Premiere do Latin GRAMMY® — a noite comemorativa que vem de longa data e que conta com apresentações memoráveis e discursos de aceitação emocionantes — onde os vencedores da maioria das categorias serão anunciados.

Para ajudar a manter um ambiente saudável e reduzir o risco da COVID-19, todos os eventos de A Academia Latina da Gravação terão protocolos de segurança apropriados em vigor. Neste momento, de acordo com as recomendações dos governos federal, estadual e municipal, a Academia Latina da Gravação prevê que não haverá requisitos de vacinação ou máscara facial para os participantes. Continuaremos a avaliar estas exigências, que estão sujeitas a mudanças. É claro que qualquer pessoa que não se sinta bem ou que tenha qualquer sintoma de COVID-19 e/ou outras doenças infecciosas, não deve participar de nenhum evento da Academia Latina. A Academia Latina se esforçará para notificar prontamente todos os participantes sobre qualquer mudança de política, protocolos adicionais ou novos requisitos.

A seguir está a lista de indicados em algumas das Categorias Gerais. Para a lista completa dos indicados em todas as 53 categorias, por favor, visite o site do LatinGRAMMY
Gravação do Ano
"Pa mis muchachas" -- Christina Aguilera, Becky G, Nicki Nicole com Nathy Peluso
"Castillos de arena" -- Pablo Alborán
"Envolver" -- Anitta
"Pa’lla voy" -- Marc Anthony
"Ojitos lindos" -- Bad Bunny & Bomba Estéreo
"Pegao" -- Camilo
"Tocarte" -- Jorge Drexler & C. Tangana
"Provenza" -- Karol G
"Vale la pena" -- Juan Luis Guerra
"La Fama" -- Rosalía com The Weeknd
"Te felicito" -- Shakira & Rauw Alejandro
"Baloncito viejo" -- Carlos Vives & Camilo
Álbum do Ano
Aguilera -- Christina Aguilera
Pa’lla voy -- Marc Anthony
Un verano sin ti -- Bad Bunny
Deja -- Bomba Estéreo
Tinta y tiempo -- Jorge Drexler
Ya no somos los mismos -- Elsa y Elmar
Viajante -- Fonseca
Motomami (Digital Album) -- Rosalía
Sanz -- Alejandro Sanz
Dharma -- Sebastián Yatra
Canção do Ano
"A veces bien y a veces mal" -- Pedro Capo, Ignacio Cibrián, Ricky Martín, Pablo Preciado, Julio Ramírez, Mauricio Rengifo & Andrés Torres, compositores (Ricky Martin com Reik)
"Agua" -- Rauw Alejandro, Emmanuel Anene, David Alberto Macias, Nile Rodgers, Juan Salinas, Oscar Salinas & Daddy Yankee, compositores (Daddy Yankee, Rauw Alejandro & Nile Rodgers)
"Algo es mejor" -- Mon Laferte, compositora (Mon Laferte)
"Baloncito viejo" -- Camilo, Jorge Luis Chacín, Andrés Leal, Martín Velilla & Carlos Vives, compositores (Carlos Vives & Camilo)
"Besos en la frente" -- Fonseca & Julio Reyes Copello, compositores (Fonseca)
"Encontrarme" -- Carla Morrison, Juan Alejandro Jiménez Pérez & Mario Demian Jiménez Pérez, compositores (Carla Morrison)
"Hentai" -- Larry Gold, Noah Goldstein, Chad Hugo, David Rodríguez, Rosalía, Jacob Sherman, Michael Uzowuru, Pilar Vila Tobella, Dylan Wiggins & Pharrell Williams, compositores (Rosalía)
"Índigo" -- Édgar Barrera & Camilo, compositores (Camilo & Evaluna Montaner)
"Pa mis muchachas" -- Christina Aguilera, Jorge Luis Chacín, Kat Dahlia, Becky G, Yoel Henríquez, Yasmil Marrufo, Nicki Nicole & Nathy Peluso, compositores (Christina Aguilera, Nicki Nicole, Becky G com Nathy Peluso)
"Provenza" -- Kevyn Mauricio Cruz Moreno, Carolina Giraldo Navarro & Ovy On The Drums, compositores (Karol G)
"Tacones rojos" -- Juan Jo, Manuel Lara, Manuel Lorente, Pablo & Sebastián Yatra, compositores (Sebastián Yatra)
"Tocarte" -- Jorge Drexler, Pablo Drexler, Víctor Martínez & C. Tangana, compositores (Jorge Drexler & C. Tangana)
Mejor Nuevo Artista
Angela Álvarez
Sofía Campos
Cande y Paulo
Clarissa
Silvana Estrada
Pol Granch
Nabález
Tiare
Vale
Yahritza y Su Esencia
Nicole Zignago
Este comunicado foi preparado com texto das capas e gravações fornecidas por gravadoras e membros da Academia Latina. Modificações na lista oficial de indicações podem ser feitas após uma revisão posterior das informações fornecidas.
Para mais informação e as últimas notícias, por favor, visite o website oficial de A Academia Latina da Gravação. (#LatinGRAMMY).
Facebook: LatinGRAMMYs | Twitter: LatinGRAMMYs | Instagram: LatinGRAMMYs
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SOBRE A ACADEMIA LATINA DA GRAVAÇÃO:
A Academia Latina da Gravação™ é uma organização internacional sem fins lucrativos dedicada a promover, celebrar, homenagear e engrandecer a música latina e seus criadores. Estabelecida como uma referência global em música latina, a organização, composta por profissionais da música afiliados, produz a Entrega Anual do Latin GRAMMY®, A Noite Mais Importante da Música Latina™, que homenageia a excelência nas artes e ciências da gravação, além de fornecer programas de educação e divulgação para a comunidade da música por meio de sua Fundação Cultural Latin GRAMMY®. Para obter mais informações, visite o site oficial.

Primavera musical no Jokers

Na semana da Primavera o jardim musical do Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro-Histórico) tem uma programação bem variada. Nesta terça-feira (20) tem a Noite Pirata com Marco Borgonhoni e seu violino corneta acompanhado por Daniel Doria. Na quarta (21) é a vez do blues com a dupla Tony Caster & Marcos Traad. Quinta-feira (22) a banda A Fonte volta ao palco para um Tributo a santíssima trindade do rock 70s (Black Sabbath, Led Zepellin e Deep Purple). Na sexta-feira (16) tem muito folk rock songs com Rick Baggio Duo.
Conhecida por abrigar vários gêneros musicais – a tradicional casa noturna de Curitiba comemora este ano 21 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351.
A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.

Confira a programação até o dia 23 de setembro:

TERÇA 20 SET, 21 horas – Noite Pirata - Terça Celta com Marco Borgonhoni e seu violino corneta acompanhado por Daniel Doria. No repertório, temas da cultura pop e músicas pirata e celta. Ingressos R$10 – a partir das 20 horas.

QUARTA 21 SET, 20 horas – Tony Caster & Marcos Traad – A dupla apresenta um repertório de clássicos do Blues. Ingressos R$10 – a partir das 20 horas.

QUINTA 22 SET, 21 horas – A Fonte – A banda faz um Tributo a santíssima trindade do rock 70s (Black Sabbath, Led Zepellin e Deep Purple) explorando principalmente o “lado B” destas grandes bandas da década de 70. R$20 – a partir das 20 horas.

SEXTA 23 SET, 20 horas– Rick Baggio Duo. Show de Folk Rock Songs. Ingressos R$10 – a partir das 21 horas.

Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico
Reservas e informações: (41) 3324-2351.
Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul - ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa – R$20 o período.

Primeiro dia do Rock in Rio, 02 de setembro, é anunciado oficialmente como o “Dia do Reencontro” e decretado ponto facultativo na cidade pelo prefeito Eduardo Paes

Portões da Cidade do Rock abrem em 25 dias para o público celebrar a vida

Primeiro dia de Rock in Rio será de festa e muito reencontro. É que nesta segunda-feira, 08 de agosto de 2022, o dia 02 de setembro foi oficialmente declarado como ponto facultativo em repartições públicas municipais e intitulado de “Dia do Reencontro” pelo Prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes, ao sair a publicação no Diário Oficial do Munícipio do Rio de Janeiro, com decreto que garante esta celebração.

“Será um dia não apenas de reencontro como de paz. Há pouco mais de 37 anos, em 1985, o Rock in Rio nascia para dar voz a uma população que saía de um longo período de ditadura. Hoje, em 2022, o festival traz mais uma vez o sentimento de esperança, alegria para dentro da atmosfera da mágica Cidade do Rock. A vida, mais uma vez, está recomeçando e o Rock in Rio chega como um verdadeiro parque de experiências que trará a música como símbolo maior para o reencontro dessas pessoas.”, conta Roberto Medina, presidente e criador do Rock in Rio, que complementa “Ter o apoio da Prefeitura e do Prefeito da nossa cidade é fundamental. Estamos celebrando o fato de o “Dia do Reencontro” ter sido escolhido para a mesma data de início do Rock in Rio, afinal, qual melhor lugar para celebrar e se reunir com os amigos e a família do que o Rock in Rio?

Ainda este ano, o Rock in Rio foi declarado patrimônio cultural imaterial pela cidade e estado do Rio de Janeiro, reforçando sua relevância. A edição de 2022 está marcada para os dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro, com artistas no Palco Mundo como IRON MAIDEN, Sepultura, Post Malone, Justin Bieber, Demi Lovato, Guns N' Roses, Måneskin, Coldplay, Camila Cabello e Dua Lipa.

Sobre o Rock in Rio
O Rock in Rio foi criado para dar voz a uma geração e promover experiências únicas e inovadoras. Em 1985, o evento foi responsável por colocar o Brasil na rota de shows internacionais. Batendo recordes de público a cada edição e gerando impactos positivos nos países onde é realizado, se consagrou como o maior festival de música e entretenimento do mundo. Consciente do poder disseminador da marca, hoje o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável.

A internacionalização da marca começou por Portugal, Lisboa, em 2004, onde o evento acontece até hoje, seguido por Espanha (Madri) e pelos Estados Unidos (Las Vegas). No Rock in Rio, os números não param de crescer. Pelas Cidades do Rock já passaram mais de 10 milhões de visitantes nestas 21 edições. Em 37 anos, o festival ganhou o mundo e tornou-se um verdadeiro parque de experiências, mas muito além disso, cresceu e ampliou a sua atuação, sempre com o olhar no futuro.

Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, o Rock in Rio preza pela construção de um mundo melhor e se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. Em 2013, foi reconhecido por seu poder realizador ao receber a certificação da norma ISO 20121 - Eventos Sustentáveis. Desde a primeira edição, já gerou 237 mil empregos diretos e indiretos e investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 110 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros.