O MON abrirá normalmente no feriado de outubro

O Museu Oscar Niemeyer (MON) terá funcionamento normal no feriado de 12 de outubro (quinta-feira). Nessa data é comemorado o dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

O horário de visitação ao MON é das 10h às 18h, com acesso permitido até as 17h30. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria física ou de maneira remota, aqui.

As exposições atualmente em cartaz são: “O Feminino na Obra de Victor Brecheret”; “Buraco no Céu”, de Túlio Pinto; “Sou Patrono”; “Perpétuo Movimento”, de Norma Grinberg; “África: Diálogos com o Contemporâneo”; “Serguei Eisenstein e o Mundo”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Colonialismo”; “Sonoridades de Bispo do Rosário”; “O Mundo Mágico dos Ningyos” e “Poty, Entre Dois Mundos”, além do “Pátio das Esculturas”, “Espaço Niemeyer” e “MON Sem Paredes”.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Mais informações
nas redes sociais:
@museuoscarniemeyer
e no site:
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Confira a programação completa do Festival Tutano, maior evento gastronômico do Sul do Brasil

O evento, idealizado pelo empresário Beto Madalosso, vai acontecer nos dias 21 e 22 de outubro, no Museu Oscar Niemeyer (MON), e contará com grandes nomes da gastronomia nacional

05/10/2023 – Realizado pela primeira vez em 2018, o Fórum Tutano surgiu para inspirar, movimentar e promover conexões que agitam o mercado da gastronomia. Ao longo de sua história, o evento contou com a participação de 135 nomes relevantes para o setor, entre eles Alberto Landgraf, Rodrigo Bellora, Manu Buffara, Rodrigo Oliveira e Carolina Ôda, e recebeu um público de mais de 2.500 profissionais e estudantes da área.

Agora, em sua 4ª edição, o Fórum se transforma em Festival Tutano, prometendo ser um evento ainda mais especial e imperdível para os amantes da gastronomia. Além das tradicionais palestras e debates, a programação contará pela primeira vez com muita música ao vivo, espaço para expositores locais, aulas-show gratuitas e, claro, muita gastronomia, com opções para todos os gostos e bolsos. Tudo isso no Museu Oscar Niemeyer (MON), um dos endereços mais famosos da capital paranaense.

O evento vai contar com 16 palestras e painéis de debates, com mais de 30 convidados. Entre os destaques nacionais presentes estarão a chef baiana Ieda de Matos, que irá abordar a gastronomia afetiva, e a culinarista e apresentadora de televisão Bela Gil, que vai destacar a importância de uma alimentação saudável, sustentável e acessível para todos.

Confira abaixo a programação completa do Festival Tutano:

Sábado - Dia 21 de Outubro

• 11h00 - Negócios Verdes - Moderador: Rogério Galindo (@rogeriowg) - Convidados: Vaneska Berçani (@mezmiz_br), Gus Guadagnini - Good Food Institute (@grguada) e Cesar Costa - Corrutela (@cesarcosta__).

• 14h00 - Para Além do Restaurante - Mediador: Felipe Petri (@felipe.petri) - Convidados: Thiago de Azevedo (@cogumelado), Virgínia Cândida (@viveg_queijaria) e José Rodolpho Bernardoni (@outcastcapital).

• 15h00 – Resultados da Pesquisa: Mercado Consumidor do Paraná [Sebrae + Tutano]: Sebrae e Tutano Gastronomia divulgam em primeira mão os resultados da pesquisa de mercado realizada com consumidores de bares e restaurantes do Paraná. Palestrante: Patrícia Albanez - Sebrae (@patriciaalbanez).

• 15h30 - Da Botica ao Boteco: Histórias e ingredientes brasileiros na coquetelaria brasileira. Palestrante: Néli Pereira (@neli_pereira).

• 16h00 - A Rua é Nossa! A ocupação do espaço urbano - Mediadora: Iara Maggionni (@iaramaggioni) - Convidados: Edu Aguiar (@ocentrodecuritiba), Fredy Ferreira (@acaicara e @curitibajazzfestival) e Jaqueline da Silva - IPPUC Curitiba.

• 17h00 - Caminhos Ancestrais: As Cozinhas Da Diáspora Africana - Palestrante: Aline Chermoula (@alinechermoula).

• 17h30 - Desenvolvimento de Cartas de Drinks e Coquetéis - Palestrante: Adriana Pino (@dripino).

• 18h00 - Histórias Inspiradoras na Cozinha, o afetivo e local em espaços globalizados: narrativas autênticas - Palestrante: Ieda de Matos (@iedacasadeieda).

Domingo - Dia 22 de outubro

• 11h00 - Comida é uma Viagem! O turismo gastronômico - Mediadora: Carolina Haro - Mapie, Phocuswright e Disque9 (@carolinasass) - Convidados: Thiago Paes (@paespelomundo), Maite Lang (@nugalichocolates) e Cristina Beltrão – Veja Rio e Instituto Bazzar.

• 14h00 - Fale Mal, mas Fale de Nós - um debate sobre a crítica gastronômica - Mediadora: Flávia Schiochet (@flavia.schiochet) - Convidados: Carlos Dória (@cadoria), Ian Oliver (@ocritico.antigourmet) e Yasmin Taketani (@pastabasta).

• 15h00 - Desigualdade e Inclusão no Mercado de Trabalho - Palestrante: Josiane Silva de Oliveira.

• 15h30 - História de Um Cozinheiro Empreendedor - Palestrante: Ravi Leite (@ravileite).

• 16h00 - Como Nasce um Restaurante - Mediadora: Bárbara Browne (@mesadividida) - Convidados: Beto Madalosso (@betomadalosso), Nando D'aquino (@nandodaquino) e Danni Camilo (@dannicamilo)

• 17h00 - Histórias de Cozinha: Entrevista com Chef Celso Freire - Entrevistador: Sérgio Medeiros (@curitibahonesta) - Convidado: Chef Celso Freire (@celsofreiref).

• 17h30 - Produtos locais - cultura ou marketing? Por que não os dois? - Palestrante: Rui Morschel (@ruimorschel).

• 18h00 - Reaproveitamento Integral de Alimentos e os Caminhos para Democratizar a Alimentação Saudável - Palestrante: Bela Gil (@belagil).

O Festival Tutano acontece nos dias 21 e 22 de outubro, das 11h às 19h, no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba (PR). Ingressos e mais informações no site (http://www.tutanogastronomia.com.br/) ou no perfil oficial do Tutano Gastronomia no Instagram: @tutanogastronomia.

O MON abrirá normalmente nos feriados de setembro

O MON abrirá normalmente nos feriados de setembro
O Museu Oscar Niemeyer (MON) terá funcionamento normal nos feriados de 7 e 8 de setembro (quinta e sexta-feira). Nessas datas são comemorados, respectivamente, a Independência do Brasil e o Dia de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira de Curitiba.

O horário de visitação ao MON é das 10h às 18h, com acesso permitido até as 17h30. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria física ou de maneira remota, aqui.

As exposições atualmente em cartaz são: “Buraco no Céu”, de Túlio Pinto; “Sou Patrono”, “Perpétuo Movimento”, de Norma Grinberg; “África: Diálogos com o Contemporâneo”, “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Colonialismo”, “Sonoridades de Bispo do Rosário”, “Tela”, de Leila Pugnaloni, “O Mundo Mágico dos Ningyos”, “Serguei Eisenstein e o Mundo” e “Poty, Entre Dois Mundos”, além do “Pátio das Esculturas”, “Espaço Niemeyer” e “MON Sem Paredes”.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
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Museu Oscar Niemeyer realiza exposição do artista Bispo do Rosário

A exposição “Sonoridades de Bispo do Rosário”, com mais de 100 obras, estará disponível ao público a partir do dia 5 de julho, na Sala 6 do Museu Oscar Niemeyer (MON). A mostra coloca o legado de Arthur Bispo do Rosário em diálogo com outros artistas cujos processos criativos foram influenciados por ele e pela convivência com a Colônia Juliano Moreira, onde Bispo do Rosário passou a maior parte da vida como interno. A curadoria é de Luiz Gustavo Carvalho.

“Ao realizar esta exposição, o MON propõe ao espectador uma profunda reflexão sobre o que é arte e o seu papel transformador”, comenta a diretora-presidente do Museu, Juliana Vosnika.

“Celebrado e reconhecido postumamente no Brasil e no exterior, num processo incomum, ausente de formação acadêmica, Bispo do Rosário produziu a partir de materiais inusitados, transformando sua genialidade em instalações surpreendentes, comparáveis à obra de Marcel Duchamp ao mostrar que a arte é possível também a partir da simplicidade de objetos do cotidiano”, afirma.

Evocando os aspectos sonoros e poéticos presentes na obra do artista, os diversos objetos, instalações, colagens, assemblages e estandartes presentes na exposição dialogam com a obra visual, performática e poética de outros artistas que integram a exposição, deixando evidente o impacto de seu legado no cenário da arte contemporânea.

São eles: Antônio Bragança, Stella do Patrocínio, Leonardo Lobão, Paulo Nazareth, Marlon de Paula, Rick Rodrigues, Eduardo Hargreaves, Fernanda Magalhães e Guilherme Gontijo Flores.

Arthur Bispo do Rosário (1909-1989) foi interno da Colônia Juliano Moreira (RJ), um dos maiores hospitais psiquiátricos do país no século passado, durante boa parte de sua vida. Carregou vários estigmas de marginalização social ainda vigentes em nossa sociedade – negro, pobre, louco, asilado em um manicômio – e conseguiu, na sua genialidade, subverter a lógica excludente proposta, a partir da sua obra.

A sua cela no Núcleo Ulisses Vianna, em vez de ser um lugar de confinamento, passou a ser ateliê e espaço de investigação. “Ele defendia os seus trabalhos com obstinação (...). Em um mundo ensurdecido pelo caos da normalidade e no qual as vozes são abafadas, Arthur Bispo do Rosário vê a necessidade de gritar”, explica Carvalho.

Durante anos, o artista desfiou os uniformes azuis do hospício, em um ato de subversão e lucidez contra a prisão manicomial, para em seguida transformá-los, bordando, rebordando, juntando, consertando, escrevendo, ocultando e criando catálogos e cartografias que ultrapassam as fronteiras entre o real e o imaginário, o visível e o invisível, o consciente e o inconsciente.

“Não podemos deixar de perguntar: como foi possível a uma pessoa que passou décadas enclausurada em um sistema manicomial que via como regra a exclusão do indivíduo ter nos legado uma obra de importância singular, em âmbito mundial, em pleno século 20?”, indaga o curador da exposição.

Centenas de exposições nacionais e internacionais feitas ao longo das últimas décadas em torno do seu trabalho mostram o incrível alcance de sua obra. Bispo do Rosário foi tema de livros, filmes e peças de teatro, entre outras vertentes artísticas.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “Sonoridades de Bispo do Rosário”
A partir do dia 5/7
Sala 6

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MON realiza oficina artística para crianças de 1 a 2 anos

A edição de julho do programa MON Primeiros Passos, realizada pelo Museu Oscar Niemeyer, convida crianças de 1 a 2 anos (12 a 24 meses) para explorar sensorialmente a cor amarela. As vagas são limitadas.

A oficina artística acontecerá em 13/7, das 10h30 às 11h30. Para participar, é necessário adquirir os ingressos previamente pelo site.

As crianças, acompanhadas obrigatoriamente por um adulto, farão uma viagem pela cor amarela, especialmente pela obra “Sem Título”, 2004, da artista Tomie Ohtake, que faz parte do acervo do MON.

Após esta dinâmica de percepção, haverá uma oficina de pintura monocromática coletiva. Por meio de investigações e ações multissensoriais, o MON Primeiros Passos proporciona às crianças um contato sensível com a arte e o espaço do Museu.

MON Primeiros Passos
Por meio de investigações e ações multissensoriais, o projeto MON Primeiros Passos proporciona para as crianças de 1 a 2 anos um contato sensível com a arte e com o espaço do Museu. Os encontros envolvem dinâmicas, oficinas e atividades nas exposições em cartaz e no Espaço de Oficinas do MON.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
MON Primeiros Passos
13 de julho
Das 10h30 às 11h30
Espaço de Oficinas
Público-alvo: crianças de 1 ano (completo) até 2 anos. A participação de um adulto é obrigatória.
Ingressos em: https://museuoscarniemeyer.byinti.com/#/event/voando-para-dentro-do-amarelo

Museu Oscar Niemeyer
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Em nova edição da exposição de arte africana, MON promove diálogo com artistas contemporâneos

A exposição “África, Expressões Artísticas de um Continente”, realizada pelo Museu Oscar Niemeyer (MON) com obras de seu acervo, ganha uma segunda edição: “África: Diálogos com o Contemporâneo”, que será inaugurada em 24 de junho, na Sala 4. A curadoria é de Paula Braga e Renato Araújo da Silva.

A mostra é um recorte da grandiosa doação feita pela Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY) ao MON, em 2021, com aproximadamente 1.700 obras de uma das mais importantes e significativas coleções de objetos de arte africana do século 20.

“Agora a exposição se renova com a proposta de estabelecer um instigante diálogo com obras de artistas contemporâneos”, explica a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika. Comprovando a força dessa interlocução, Fernando Velázquez, Paulo Nenflídio, Rosana Paulino, Arjan Martins, Julio Vilani e Paulo Nimer Pjota têm alguns de seus trabalhos ao lado do conjunto de obras que pertencem ao acervo do MON.

Se, ao longo da história, artistas como Picasso, Matisse e Braque se inspiraram esteticamente naquele continente para recriar conceitos artísticos ocidentais, tal influência se mantém e se renova.

“Hoje falamos de artistas que investigam a inteligência artificial, por exemplo, e nos trazem aqui obras produzidas por um algoritmo, a partir da análise de múltiplas imagens de arte africana”, afirma Juliana. “Ou da tecnologia eletrônica que nos permite participar dos sons da floresta emitidos pela interessante comunicação entre os circuitos digitais de esculturas.”

Um museu existe a partir do seu acervo, mas é da interação entre o público e suas obras que são disseminados cultura e conhecimento. “Temos certeza de que a grandiosa coleção de arte africana será sempre fonte de experiências instigantes e engrandecedoras”, diz a diretora-presidente.

“A exposição, que é um marco para o MON e para todo o Estado do Paraná, ganha novas nuances. Um museu vivo e pulsante precisa promover esse diálogo entre o passado e o presente para instigar e oferecer sempre algo novo ao público”, afirma a secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira.

Diálogos com o contemporâneo
Segundo o curador da exposição “África, Expressões Artísticas de um Continente”, Renato Araújo da Silva, as obras doadas ao MON em 2021 foram adquiridas ao longo de mais de 50 anos pelo casal Ivani e Jorge Yunes, detentores de uma das maiores coleções de arte do Brasil.

“Considerando que a cultura brasileira tem ancestrais africanos tanto do lado que veio da Europa quanto do lado que veio diretamente da África, a exposição ‘África: Diálogos com o Contemporâneo’ coloca em contato as peças da coleção de arte africana do MON – doação da Coleção Ivani e Jorge Yunes – com obras produzidas por seis artistas brasileiros que evidenciam o cerne miscigenado da cultura ocidental”, explicam os curadores.

Por negação ou clara aderência, a cultura africana embasa a produção artística europeia. “Na mescla proposta de peças africanas e obras brasileiras contemporâneas, evidencia-se o cerne miscigenado da cultura ocidental e a indiscutível presença da África na arte, na espiritualidade e nos esforços contemporâneos de estabelecimento de uma relação mais saudável entre os povos e com a Terra”, dizem Paula Braga e Renato Araújo.

Curadoria
Paula Braga é professora de Estética e Filosofia da Arte na UFABC. Pesquisando sobre arte, filosofia e psicanálise, publicou “Arte Contemporânea: Modos de Usar” (Ed. Elefante, 2021) e “Hélio Oiticica: Singularidade, Multiplicidade” (Ed. Perspectiva, 2013). Organizou a coletânea “Fios Soltos: A Arte de Hélio Oiticica” (Ed. Perspectiva, 2008) e publica em catálogos e revistas de arte.

Renato Araújo da Silva é historiador em Filosofia pela Universidade de São Paulo, professor colaborador da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP) e autor, entre outros trabalhos publicados, do livro “Outra África: Trabalho e Religiosidade (2020)”; “Arte Afro-Brasileira: Altos e Baixos de um Conceito” (Ed. Ferreavox, 2016). Curador e pesquisador, atuou no Museu Afro e realizou outras exposições em museus, como o de Arte Sacra de São Paulo e o Museu de Diversidade Religiosa de Olímpia (SP).

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço
“África, Expressões Artísticas de um Continente: Diálogos com o Contemporâneo”
Sala 4
A partir de 24/6

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON divulga oficinas e mediações educativas do mês de junho

O mês de junho será repleto de atividades educativas gratuitas no Museu Oscar Niemeyer (MON), como oficinas artísticas e mediações.

O calendário terá início no dia 7/6, com uma oficina em que o público poderá experimentar as diversas possibilidades de criação com um único material: o carvão. A atividade acontecerá em duas sessões: 13h30 e 15h30.

Em 14/6, às 14h, os visitantes serão convidados para uma mediação na mostra “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”. Em cartaz na Sala 5 do MON, a exposição está em sua terceira edição, que tem como tema “Colonialismo”.

Uma oficina artística de guache e nanquim acontecerá em 21/6. A atividade será inspirada nas gravuras água-tinta de Poty Lazzarotto. Nela, os participantes vão simular o processo do artista com uma técnica experimental. A atividade ocorrerá em dois períodos: 13h30 e 14h.

Por fim, em 28/6, às 15h, será a vez de uma visita mediada pela exposição “África, Expressões Artísticas de um Continente”. Assim como a mostra asiática, essa exibição reúne peças de valor histórico e artístico imensurável, que compõem a coleção permanente do MON.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Programação MON Educativo de junho

Oficinas
“Laboratório de Experiências: Carvão”
7 de junho
Sessão 1: 13h30 às 15h / Sessão 2: 15h30 às 17h
Espaço de Oficinas

“Guache Lavado”
21 de junho
Sessão 1: 13h30 às 15h / Sessão 2: 15h30 às 17h
Espaço de Oficinas

Mediações
“Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”
14 de junho
15h
Sala 5

“África, Expressões Artísticas de um Continente”
28 de junho
15h
Sala 4

*As oficinas são recomendadas para maiores de 5 anos, mas a participação de um adulto é obrigatória durante as atividades. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila, sujeitas a lotação. Todas as atividades são gratuitas.

Museu Oscar Niemeyer
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Público com mais de 60 anos terá encontro especial no MON com a artista Leila Pugnaloni

A edição de junho do tradicional programa Arte para Maiores, realizado pelo Museu Oscar Niemeyer, terá como tema a exposição “Tela”, da artista Leila Pugnaloni.

Além de visita mediada e oficina artística, conduzidas pela própria artista, haverá uma videoconferência com o curador, Marco Antonio Teobaldo, que falará sobre o processo curatorial da mostra. Todas as atividades são gratuitas.

Os encontros presenciais, com visitas e oficinas, serão nos dias 6 e 13/6, das 14h às 17h. A videoconferência acontecerá no dia 20/6, das 14h às 15h30.

Para se inscrever, é necessário preencher o formulário online. As vagas são limitadas e não é necessário possuir conhecimento prévio em artes visuais. A participação é gratuita para pessoas com mais de 60 anos e outros grupos isentos de pagamento de ingresso no MON (confira aqui). Para os outros públicos, o ingresso do Museu deve ser pago para ter acesso à atividade.

O Arte para Maiores tem a missão de aproximar o público com mais de 60 anos do Museu Oscar Niemeyer. Em 2019, o programa conquistou um importante reconhecimento nacional na área de educação em museus – o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Em cartaz
A partir do dia 1º de junho, a exposição “Tela” poderá ser vista na Sala 7. No total são 131 obras, com curadoria de Marco Antonio Teobaldo. Uma profusão de cores e pinturas em grande escala divide espaço com delicados desenhos em nanquim, frutos de suas observações cotidianas, além de desenhos realizados in situ, o que personaliza a sala expositiva.

Sobre a artista
Leila Pugnaloni é pintora, escultora e desenhista. Iniciou seus estudos em arte em 1976, com o curso de História da Arte e Desenho no Atelier do Museu Alfredo Andersen, em Curitiba. Na mesma década, estudou na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage), no Rio de Janeiro. Foi aluna do curso de gravura em metal no The Art Students League of New York, em 1982. No ano seguinte, cursou Litografia e Gravura em Metal na Casa da Gravura do Solar do Barão, na Fundação Cultural de Curitiba. Ao longo de sua extensa carreira, a artista realizou mais de 20 exposições individuais e participou de mais de 40 mostras coletivas. Seu trabalho ilustra livros, jornais e revistas.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Encontro Arte para Maiores na exposição “Tela”, com a artista Leila Pugnaloni, e videoconferência com o curador da mostra.

Encontros:
Terça-feira, 6 de junho – das 14h às 17h.
Terça-feira, 13 de junho – das 14h às 17h.

Videoconferência:
Terça-feira, 20 de junho – das 14h às 15h30.

Link para inscrição: bit.ly/APMjunho2023

MON realiza restauro em obras de arte da área externa

Importantes obras do acervo do Museu Oscar Niemeyer (MON), expostas na área externa, irão passar por um processo de restauro, para garantir sua conservação. São elas: “Cadeira do Mestre”, de Sergius Erdelyi, e “Cones” (7 unidades), de Eduardo Frota.

“Os cuidados com as obras do Museu são um trabalho contínuo e de grande responsabilidade, que, embora não seja visto pelo público, é fundamental para a garantia de manutenção e longevidade da coleção”, explica a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

Maior museu de arte da América Latina, com 35 mil metros quadrados de área construída, o MON conta com aproximadamente 14 mil peças em sua coleção permanente. “O acervo é o coração de um museu, sua parte mais importante e vital, daí a imensa importância do trabalho de conservação”, comenta.

A escultura “Cadeira do Mestre”, com mais de 5 metros de altura, fica localizada no gramado, ao lado do acesso ao estacionamento dos fundos. A obra, feita de madeira Araucaria angustifolia, será submetida à restauração e proteção.

Os “Cones”, localizados no Vão-livre, ao lado do MON Café, receberão limpeza, tratamento de conservação e proteção. As esculturas são de madeira compensada recortada e têm aproximadamente 3 metros de circunferência.

O artista e restaurador Elvo Benito Damo será responsável pelo trabalho. Recentemente, ele concluiu obras semelhantes de manutenção realizadas pelo MON em quatro grandes obras do Pátio das Esculturas do Museu. São elas: “Mulher Reclinada”, de Erbo Stenzel; “Magrinhas”, de Francisco Stockinger; “Flor Mineral”, de Franz Weissmann, e “Forma no Espaço V”, de Oscar Niemeyer.

“Serpente” no espelho d’água
Outra novidade na área externa da instituição é a exposição da obra “Serpente”, do artista Francisco Brennand, no espelho d’água, embaixo do Olho do MON. De cerâmica vitrificada, a obra tem mais de 2 metros de altura e já passou por outros locais do Museu, como o jardim de inverno ao lado da Sala 6.

Além destas, outras obras de grande porte que podem ser vistas atualmente na área externa são: “Palmeira”, de Elizabeth Titton; “Manifesto Ecológico”, de Elvo Benito Damo; “Pássaro Rocca”, de Francisco Brennand, e “Não Pare de Olhar”, de Eliane Prolik.

Manutenção contínua
Com a finalidade de salvaguardar o acervo, além de trabalhos pontuais de restauração, há uma ação contínua de manutenção das obras do Museu, com rondas semanais. Uma análise minuciosa do estado físico das peças faz parte do monitoramento, que também confere itens diversos como temperatura, umidade e iluminação, entre outros.

Também é realizada a higienização frequente das obras, bem como de seus suportes e cúpulas. A checagem do funcionamento do ar-condicionado, que permanece ativo ininterruptamente, acontece diversas vezes ao dia, pelas equipes de segurança do Museu, que informam imediatamente o setor responsável por Acervo e Conservação caso constatem qualquer alteração.

Além do trabalho de conservação e restauro, o setor realiza atividades de catalogação, o que inclui acrescentar biografias, histórico e descritivo das obras do acervo.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Museu Oscar Niemeyer realiza nova edição do “Uma Noite no MON”

As cores e suas diversas possibilidades de misturas serão exploradas na primeira edição de 2023 do programa “Uma Noite no MON”. A atividade ocorrerá no sábado, 27 de maio, das 18h30 às 22h, com vagas limitadas e destinadas ao público infantil de 7 a 10 anos.

As crianças devem, obrigatoriamente, estar acompanhadas de um adulto responsável, que participará junto de todas as atividades, em um ambiente de interação e conexão.

O roteiro temático “A Incrível Fábrica de Cores” convidará os inscritos para uma série de atividades lúdicas após o fechamento do Museu, que incluem brincadeiras, oficinas, visitas mediadas e um lanche. Os ingressos devem ser adquiridos pelo site.

No dia 20 de maio, a mesma edição será realizada gratuitamente para crianças de instituições de acolhimento. A atividade é uma parceria entre o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR) e o Museu Oscar Niemeyer (MON).

Uma Noite no MON
Em duas edições por ano, o projeto desenvolve ações no Museu no período noturno para crianças de 7 a 10 anos. Com um roteiro temático especial, a ação convida os inscritos a descobrirem o MON de uma forma diferente e participativa. Tem como objetivo criar experiências em arte e cultura aliando a ludicidade aos conceitos das mostras em cartaz. São planejadas ações ligadas às artes visuais, arquitetura e design, buscando a análise das obras e/ou artistas.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Uma Noite no MON – A Incrível Fábrica de Cores
27 de maio
Das 18h30 às 22h
Ingressos em: bit.ly/UmaNoiteNoMON2023

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON promove atividades para profissionais da educação

Em abril, o MON na Escola volta com mais uma edição, na quarta-feira, 26/4, em duas sessões: às 9h30 e 14h. Tradicional, o programa criado pelo Museu Oscar Niemeyer (MON) promove atividades gratuitas voltadas a professores, alunos de licenciatura e profissionais da mediação cultural.

Desta vez, as ações serão focadas na obra do artista catalão Jaume Plensa, expostas no Olho. Os participantes farão uma visita mediada pela mostra “Invisível e Indizível”, seguida de uma oficina artística, ambas conduzidas pelo Setor Educativo do Museu.

As atividades acontecerão em dois períodos: pela manhã, das 9h30 às 11h30, e à tarde, das 14h às 16h. As inscrições, sujeitas a lotação, devem ser feitas com antecedência pelo link: bit.ly/MONnaEscolaProfessoresAbril.

MON na Escola
O programa MON na Escola é direcionado a professores do ensino público e privado, alunos de licenciatura e outros profissionais da área de mediação cultural. Os encontros são mensais e gratuitos, com emissão de declaração de participação.

Em cartaz
A exposição “Invisível e Indizível” apresenta a obra do artista espanhol Jaume Plensa, um dos principais nomes de sua geração. A mostra, que poderá ser vista até o dia 14/5 no espaço expositivo do Olho do MON, provoca com imagens uma profunda reflexão ao visitante. São obras que gritam, mesmo sem falar; que extrapolam a função de objeto e desenvolvem sensações e relações entre espectadores e obras.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
MON na Escola – Para Professores
“Invisível e Indizível”
Quarta-feira, dia 26 de abril de 2023
Das 9h30 às 11h30
Das 14h às 16h
Inscrições pelo link: bit.ly/MONnaEscolaProfessoresAbril

Exposição Olhares Cruzados Brasil-Canadá

O projeto Olhares Cruzados: Imagens de duas Culturas é uma iniciativa da CCBC para promover o intercâmbio cultural entre Canadá e Brasil através das lentes das câmeras de dois fotógrafos, um de cada país.

Além de reunir fotos das Cidades de Quebec e de Curitiba, esta exposição, que seguirá aberta ao público até 14 de maio, apresenta o trabalho dos profissionais Brian Noppè (Canadá) e Renato Negrão (Brasil), que valoriza as pequenas comunidades tanto na neve de Quebec quanto nas dunas de areia do Ceará, Piauí e Maranhão (Rota das Emoções), mostrando ao público as riquezas de seu modo de vida, somadas ao respeito ao meio ambiente. Um resultado incrível e que reforça o objetivo do projeto de despertar a reflexão sobre os caminhos possíveis para o desenvolvimento sustentável regional de cada localidade.

Exposição Olhares Cruzados Brasil-Canadá

estará em exibição no MON de Curitiba

MON abrirá normalmente nos feriados de abril

O Museu Oscar Niemeyer (MON) terá funcionamento normal nos feriados do mês de abril: Sexta-feira Santa, Páscoa e Tiradentes (respectivamente dias 7, 9 e 21). O Museu abre ao público de terça a domingo, das 10h às 18h, com acesso até às 17h30. Os ingressos estão disponíveis no site ou na bilheteria física do MON.

Atualmente estão em cartaz as seguintes mostras: “África, Expressões Artísticas de um Continente”, “Ásia: a Terra, os Deuses, os Homens (Colonialismo), “Poty, Entre Dois Mundos”, “Invisível e Indizível – Jaume Plensa”, “Afinidades II – Elas!”, “MON sem Paredes”, “Bancos Indígenas do Brasil”, “Carne Viva”, “O Mundo Mágico dos Ningyos”, “Sou Patrono”, “Luz e Espaço”, Pátio das Esculturas, Espaço Niemeyer e Cones.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Horário normal de funcionamento MON nos feriados de abril:
Dias 7, 9 e 21/4, das 10h às 18h, com acesso até às 17h30.

www.museuoscarniemeyer.org.br

MON comemora 29 de março com palestra e visita à exposição do Poty

No dia do aniversário de Curitiba, 29 de março – e coincidentemente data de nascimento do artista Poty Lazzarotto –, o Museu Oscar Niemeyer incorporou, há um ano, a maior coleção já doada à instituição: aproximadamente 4,5 mil obras assinadas por Poty (1924-1998).

Para a comemoração tripla, o MON irá promover, na próxima quarta-feira (29), uma palestra com a professora Maria José Justino, curadora da mostra “Poty, Entre Dois Mundos”. Em seguida, os participantes serão convidados para uma visita à exposição. O evento gratuito acontecerá às 17h, no miniauditório do Museu. Para participar não é necessário inscrição prévia.

A coleção doada ao MON um ano atrás foi a maior já recebida pelo Museu e reúne mais de 3 mil desenhos e 366 gravuras, além de tapeçarias, entalhes, serigrafias e esculturas, entre outros. Feita pelo irmão do artista, João Lazzarotto, a doação foi recebida pelo governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, e passou a pertencer ao Estado do Paraná.

No último 25 de outubro, o MON inaugurou, na Torre do Olho, a exposição “Poty, Entre Dois Mundos”, com obras inéditas do artista. A curadoria é de Maria José Justino e a assistência de curadoria é de Juliane Fuganti.

A exposição, que continua em cartaz, inaugurou no Museu um espaço permanente, destinado a apresentar ao público o trabalho de Poty Lazzarotto.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Palestra – “Poty, Entre Dois Mundos”
29 de março
17h
Miniauditório do MON
* Para participar não é necessário inscrição prévia.

www.museuoscarniemeyer.org.br