MON realiza programação especial na mostra de Bispo do Rosário

O Museu Oscar Niemeyer realizará em fevereiro duas oficinas artísticas ministradas por artistas participantes da exposição “Sonoridades de Bispo do Rosário”, em cartaz na Sala 6. As vagas são limitadas e as inscrições serão pelo site e pelas redes sociais do MON.

São elas: “Oficina de Bordado Criativo e Experimental”, com Rick Rodrigues, dias 8 e 9, e “Desvelando Imagens com Pinhole: Uma Jornada entre a Vigília e o Sonho”, com Marlon de Paula, dias 15 e 16. Os horários são sempre das 14h às 17h, totalizando 6 horas de cada oficina. As atividades são para o público acima de 15 anos.

Na “Oficina de Bordado Criativo e Experimental”, o artista irá propor a construção de obras com suportes alternativos, utilizando técnicas do bordado tradicional e expandido.

Em “Desvelando Imagens com Pinhole: Uma Jornada entre a Vigília e o Sonho”, os participantes terão uma vivência com a técnica pinhole, um método rudimentar para criar imagens sem o auxílio de equipamento fotográfico convencional.

Os artistas
Rick Rodrigues é natural de João Neiva (ES). Artista visual e mestre em Artes pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), trabalha com séries de desenhos, gravuras, bordados, objetos e instalações. Também integra o Coletivo Almofadinhas, formado por três artistas que utilizam o bordado para elaborar suas obras, enfatizando memória, gênero, afetividade e sexualidade. O artista apresentou 11 exposições individuais, participou de mais de 50 exposições coletivas, ministra oficinas de desenho e bordado experimental e vivencia residências artísticas com frequência.

Marlon de Paula é natural da região do Vale do Rio Doce (MG). Sua produção é permeada pela dimensão ambiental e mitológica dos territórios que habita. Mestrando em Artes Visuais pela EBA/UFMG, foi contemplado com o XVI Prêmio Funarte Marc Ferrez (2021) e 4º Prêmio Décio Noviello de Fotografia. Também foi selecionado pelo 9º Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger (2023) e participou do Programa de Residência do Museu Bispo do Rosário/RJ (2019) e da residência de criação no Labanque – Centre de Production et de Diffusion en Art Contemporain, em Béthune/França (2022).T

A exposição
Com mais de 100 obras expostas, a exposição “Sonoridades de Bispo do Rosário” coloca o legado de Arthur Bispo do Rosário em diálogo com outros artistas cujos processos criativos foram influenciados por ele e pela convivência com a Colônia Juliano Moreira, onde Bispo do Rosário passou a maior parte da vida como interno. A curadoria é de Luiz Gustavo Carvalho.

Além de Rick Rodrigues e Marlon de Paula, participam da mostra os artistas Antônio Bragança, Stella do Patrocínio, Leonardo Lobão, Paulo Nazareth, Eduardo Hargreaves, Fernanda Magalhães e Guilherme Gontijo Flores.

Evocando os aspectos sonoros e poéticos presentes na obra do artista, os diversos objetos, instalações, colagens, assemblages e estandartes presentes na exposição dialogam com a obra visual, performática e poética de outros artistas que integram a exposição, deixando evidente o impacto de seu legado no cenário da arte contemporânea.

Arthur Bispo do Rosário (1909-1989) foi interno da Colônia Juliano Moreira (RJ), um dos maiores hospitais psiquiátricos do país no século passado, durante boa parte de sua vida. Carregou vários estigmas de marginalização social ainda vigentes em nossa sociedade – negro, pobre, louco, asilado em um manicômio – e conseguiu, na sua genialidade, subverter a lógica excludente proposta, a partir da sua obra.

Centenas de exposições nacionais e internacionais feitas ao longo das últimas décadas em torno do seu trabalho mostram o incrível alcance de sua obra. Bispo do Rosário foi tema de livros, filmes e peças de teatro, entre outras vertentes artísticas.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:
Oficina “Bordado Criativo e Experimental”,
com o artista Rick Rodrigues,
dias 8 e 9,
das 14h às 17h (6 horas de oficina)
Inscrições: https://bit.ly/OficinaRickRodrigues2024

Oficina “Desvelando Imagens com Pinhole: Uma Jornada entre a Vigília e o Sonho”,
com o artista Marlon de Paula,
dias 15 e 16,
das 14h às 17h (6 horas de oficina)
Inscrições: https://bit.ly/OficinaMarlondePaula2024

As atividades são para o público acima de 15 anos.

As vagas são limitadas e as inscrições para cada atividade serão pelo site e pelas redes sociais do MON. Para participar da oficina, será necessário adquirir ingressos de acesso ao Museu.

www.museuoscarniemeyer.org.br

MON oferece oficinas e mediações gratuitas em fevereiro

O Museu Oscar Niemeyer (MON) terá, durante todo o mês de fevereiro, oficinas artísticas e mediações gratuitas para o público. A primeira atividade acontecerá dia 7/2, em duas sessões: 10h30 e 14h30. O laboratório de experiências vai explorar o carvão como ferramenta artística.

Na semana seguinte, em 14/2, os visitantes poderão conhecer detalhes da exposição “Extravagâncias”, de Joana Vasconcelos – em cartaz no Olho, no Espaço Araucária, torre e rampa. A mediação começará às 15h.

Na oficina de 21/2, também em duas sessões (10h30 e 14h30), os participantes criarão colagens através de formas e objetos cotidianos. A inspiração da atividade são os padrões visuais presentes nas obras da exposição “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”, em cartaz na Sala 5.

Por fim, a mostra asiática também terá uma visita mediada pelos educadores do Museu. A ação ocorrerá em 28/2, às 15h.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço

Oficinas

Laboratório de Experiências: Carvão
7 de fevereiro
Sessão 1: 10h30 às 12h / Sessão 2: 14h30 às 16h
Espaço de Oficinas
* Recomendada para maiores de 3 anos. A participação de um adulto responsável é obrigatória para menores de 14 anos de idade. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila, sujeitas a lotação.

Oficina de Colagem: Padrões Visuais
21 de fevereiro
Sessão 1: 10h30 às 12h / Sessão 2: 14h30 às 16h
Espaço de Oficinas
* Recomendada para maiores de 5 anos. A participação de um adulto responsável é obrigatória para menores de 14 anos de idade. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila, sujeitas a lotação.

Mediações
“Extravagâncias”, de Joana Vasconcelos
14 de fevereiro
15h
Olho
* A participação de um adulto responsável é obrigatória para menores de 14 anos. As mediações emitem declaração de horas. Basta assinar a lista de presença no dia e solicitar o documento pelo e-mail educativo@mon.org.br.

“Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”
28 de fevereiro
15h
Sala 5
* A participação de um adulto responsável é obrigatória para menores de 14 anos. As mediações emitem declaração de horas. Basta assinar a lista de presença no dia e solicitar o documento pelo e-mail educativo@mon.org.br.

Últimos dias para visitar “África: Diálogos com o Contemporâneo” no MON

O recorte “África: Diálogos com o Contemporâneo” ficará em cartaz no Museu Oscar Niemeyer (MON) até 28 de janeiro, na Sala 4.

A mostra é a segunda edição da exposição que apresenta parte da grandiosa doação feita pela Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY) ao MON, em 2021. No total, são aproximadamente 1.700 obras de uma das mais importantes e significativas coleções de objetos de arte africana do século 20.

A curadoria de Paula Braga e Renato Araújo da Silva propõe um diálogo entre a coleção africana e o repertório de seis artistas contemporâneos: Fernando Velázquez, Paulo Nenflídio, Rosana Paulino, Arjan Martins, Julio Vilani e Paulo Nimer Pjota. Lado a lado, esse conjunto de obras evidencia o cerne miscigenado da cultura ocidental e a indiscutível presença da África na arte e na espiritualidade.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
“África: Diálogos com o Contemporâneo”
Sala 4
Até 28 de janeiro

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON divulga programação de férias

MON divulga programação de férias
O Museu Oscar Niemeyer terá uma intensa programação neste mês de janeiro. A partir do dia 10, haverá diversas oficinas e ações para o público infanto-juvenil e famílias. As atividades acontecem até o dia 27/1.

As propostas irão ocupar o Espaço de Oficinas, as salas expositivas e a área externa (gramado do Museu), oportunizando novas experiências individuais, sensoriais e coletivas.

O objetivo é explorar algumas das diversas técnicas, linguagens, materiais e possibilidades que a arte proporciona. Durante as atividades, os participantes poderão experimentar pintura, gravura, fotografia, cinema conhecer melhor as exposições em cartaz do MON e ainda participar de uma contação de histórias, entre outras ações.

Nas atividades direcionadas ao público infantil, na intenção de criar um ambiente de interação entre as crianças e as suas famílias, os participantes deverão obrigatoriamente ser acompanhados de um adulto responsável durante as atividades.

Para participar, é necessário adquirir ingressos no site do MON (específicos para cada atividade), no valor de R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia-entrada) ou isentos para crianças até 12 anos e maiores de 60. As atividades possuem vagas limitadas.

Os ateliês abertos que acontecem na quarta-feira (dia em que a entrada é sempre gratuita) são isentos para todos e obedecem à ordem de chegada para a atividade. Nas quartas-feiras, os ingressos devem ser retirados diretamente na bilheteria e estão sujeitos a lotação de espaço.

Veja a programação:
10/1 – 10h30 às 15h30
Ateliê aberto de gravura
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 3 a 12 anos
Neste ateliê aberto você poderá experimentar as diversas formas de pensar a gravura. As propostas criadas pelo Educativo tornarão o Espaço de Oficinas palco para descobertas e desafios
Gratuito. Retirada de ingresso de acesso comum ao MON. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. A participação na atividade segue ordem de chegada na fila do Espaço de Oficinas e está sujeita a lotação de espaço. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimento
Odores

12/1 – 10h30 e 14h30
MON Primeiros Passos
Ponto de Encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 12 a 24 meses
Duração: 1h
Neste encontro, vamos explorar as obras de Joana Vasconcelos em uma jornada no universo das esculturas monumentais da artista na exposição Extravagâncias.
Reserva de ingressos pelo site do museu. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Luz natural
Luz reduzida
Restrição de movimento

17/1 – 10h30 às 15h30
Ateliê aberto de fotografia
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 5 a 12 anos
Neste ateliê aberto você poderá experimentar as diversas formas de pensar a fotografia. As propostas criadas pelo Educativo tornarão o Espaço de Oficinas palco para descobertas e desafios. É necessário trazer um celular com câmera.
Gratuito. Retirada de ingresso de acesso comum ao MON. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. Sujeito a lotação de espaço. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimento

18/1 - Sessões às 10h e 14h
Oficina de fotoperformance | Arquitetura do corpo
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: a partir de 14 anos
Duração: 2h

Ao caminhar, observar e nos movimentar dentro e fora do Museu, nosso corpo se relaciona o tempo todo com este espaço. Mas como podemos registrar as formas de vivenciar o Museu? Traga seu celular com câmera e venha descobrir.
Reserva de ingressos pelo site do museu. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimento

20/1 – 10h30 às 15h30
Ateliê sem paredes – pintura ao ar livre
Ponto de encontro: Parcão
Público-alvo: todas as idades
A área externa do MON se tornará um grande ateliê a céu aberto onde vamos explorar as cores que fazem parte da paisagem.
Gratuito. Não é necessário retirar ingressos, basta chegar ao local e participar. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. Aberto para todas as idades. Sujeito a lotação de espaço.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Luz natural
Liberdade de movimento

24/1 - 10h30 às 15h30
Ateliê aberto de esculturas
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 3 a 12 anos
Neste ateliê aberto você poderá experimentar as diversas formas de pensar uma escultura. As propostas criadas pelo Educativo tornarão o Espaço de Oficinas palco para diversas descobertas e desafios
Gratuito. Retirada de ingresso de acesso comum ao MON. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. Sujeito a lotação de espaço. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimentos
Odores

26/1 - Sessões às 10h e 14h
Oficina: Cinema contra realidade
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 14 a 21
Duração: 2h
Nessa oficina exploraremos o tempo cinematográfico em contraste com a realidade, compreendendo o audiovisual como a linguagem do tempo e da arte.
Reserva de ingressos pelo site do museu. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruídos
Luz natural

27/1 – Sessão às 15h
Contação de Histórias Brincante – com Eric Sponholz
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: Todas as Idades
Duração: 1h
Neste encontro, o contador de histórias Eric Sponholz irá realizar uma proposta artística de contação de histórias onde a brincadeira e as palavras, criarão um mundo de interação entre adultos e crianças.
Reserva de ingressos pelo site do museu. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruídos
Luz natural

Orientações:
Confira a idade indicada para cada atividade;
As atividades de “Ateliê aberto” que acontecem nas quartas-feiras de entrada gratuita são isentos para todos e obedecem fila por ordem de chegada no Espaço de Oficinas. Os ingressos devem ser retirados diretamente na bilheteria e estão sujeitos a lotação;
Para participar das atividades que ocorrem nas quintas, sextas-feiras e no dia 27/01 é obrigatório adquirir ingressos específicos para cada atividade no site do museu: isentos para crianças até 12 anos e maiores de 60 ou no valor de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) para demais públicos e adultos acompanhantes. As atividades possuem vagas limitadas;
Participantes menores de 14 anos deverão obrigatoriamente ser acompanhados de um adulto responsável durante todas as atividades.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:
Mais informações no site www.museuoscarniemeyer.org.br

Últimos dias da exposição do artista Túlio Pinto, com catálogo já disponível

A exposição “Buraco no Céu”, do artista visual Túlio Pinto, realizada pelo MON no espaço do Olho, poderá ser vista até o dia 22 de outubro. Para quem quiser levar um pouco da mostra para casa, o catálogo já está disponível na MON Loja.

A mostra reúne 33 esculturas e instalações, algumas com grandes dimensões, que exploram a potência do tridimensional. A curadoria é de Roberta Stubs. É um inusitado diálogo entre materiais de diferentes valências. Mármore e aço estão lado a lado, vigas de ferro parecem flutuar e convivem com lâminas de vidro, numa construção quase poética.

Elementos díspares constroem, entre si, certa cumplicidade que surpreende pela tensa aliança firmada entre naturezas dissonantes como a pedra, o ferro, o vidro, o ar, o mármore e o corpo. Hábil em criar estruturas quase arquitetônicas, o artista instaura campos de tensão que colocam as categorias de ordem e funcionalidade em questão.

Sobre o artista
Túlio Pinto (Brasília, 1974) é graduado em Artes Visuais com ênfase em escultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2009). Vive e trabalha entre Porto Alegre e São Paulo. Entre suas exposições, destacam-se: “13ª Bienal do Mercosul: Trauma, Sonho, Fuga” (Porto Alegre, 2022); “Encontros Divergentes” (Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, Sorocaba, 2021); “Glass and Concrete” (Marta Herford Museum, Herford, Alemanha, 2020); “Momentum” (MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2019); “Onloaded: Túlio Pinto” (Phoenix Institute of Contemporary Art – phICA, Phoenix, Arizona/EUA, 2015); “Bienal de Vancouver” (Vancouver, Canadá, 2014); “De Territórios, Abismos e Intenções” (Projeto RS Contemporâneo – Santander Cultural Porto Alegre, Porto Alegre, 2013); “CEP: Corpo, Espaço e Percurso” (9ª Rede Nacional Funarte, 2013); “Salvaje – Digesting Europe Piece by Piece” (Traneudstillingen Exhibition Space, Copenhagen, Dinamarca, 2012); “Transposição” (Galeria Augusto Meyer – Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre, 2012); “Nova Escultura Brasileira” (Caixa Cultural Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2011); entre outras. Seu trabalho faz parte de coleções nacionais e internacionais, entre elas: Usina de Arte, Pernambuco; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto; Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba; Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; Museu Nacional de Brasília; Museu de Arte de Ribeirão Preto; Fundação Pablo Atchugarry, Uruguai; Fundação Maria Cristina Masaveu Peterson, Madrid, Espanha; Marta Herford Museum, Herford, Alemanha; Piramidón, Centre d'Art Contemporani, Barcelona, Spain. Nos últimos anos realizou residências artísticas em países como Ucrânia, Canadá, Portugal, EUA, Reino Unido e Holanda.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
“Buraco no Céu”, do artista Túlio Pinto
Espaço expositivo do Olho
Até o dia 22/10
Catálogo já disponível na MON Loja, preço: R$ 70,00

www.museuoscarniemeyer.org.br

LABmoda 2023 abre inscrições para apresentações de música,dança, artes cênicas e visuais

Além de 41 expositores de vestuário, acessórios e design, LABmoda 2023 terá 18 performances artísticas. Foto: Amanda Vicentini
Em sua 12º edição, o LABmoda terá programação diversa e multicultural. Artistas que queiram se apresentar no palco do evento, que acontecerá de 26 a 29 de outubro no Museu Oscar Niemeyer, podem se inscrever através de formulário disponível no site e redes sociais do LABmoda até as 23h59 do dia 16.

A curadoria será feita por Cândida Monte, artista e produtora cultural graduada em Artes Cênicas, e Rodrigo Chavez, proprietário da Arnica Cultural e produtor musical de importantes nomes da cena local. Serão aceitos trabalhos autorais da área de música, dança, artes cênicas e visuais.

Marcas autorais de todo país terão a oportunidade de apresentar suas criações e vender seus produtos durante o evento, que terá como palco um dos museus mais famosos do mundo.

SERVIÇO
LABModa 2023 - Semana de Moda de Curitiba
De 26 a 29 de outubro
Local: Museu Oscar Niemeyer
Mais informações: labmoda.com.br

Confira a programação completa do Festival Tutano, maior evento gastronômico do Sul do Brasil

O evento, idealizado pelo empresário Beto Madalosso, vai acontecer nos dias 21 e 22 de outubro, no Museu Oscar Niemeyer (MON), e contará com grandes nomes da gastronomia nacional

05/10/2023 – Realizado pela primeira vez em 2018, o Fórum Tutano surgiu para inspirar, movimentar e promover conexões que agitam o mercado da gastronomia. Ao longo de sua história, o evento contou com a participação de 135 nomes relevantes para o setor, entre eles Alberto Landgraf, Rodrigo Bellora, Manu Buffara, Rodrigo Oliveira e Carolina Ôda, e recebeu um público de mais de 2.500 profissionais e estudantes da área.

Agora, em sua 4ª edição, o Fórum se transforma em Festival Tutano, prometendo ser um evento ainda mais especial e imperdível para os amantes da gastronomia. Além das tradicionais palestras e debates, a programação contará pela primeira vez com muita música ao vivo, espaço para expositores locais, aulas-show gratuitas e, claro, muita gastronomia, com opções para todos os gostos e bolsos. Tudo isso no Museu Oscar Niemeyer (MON), um dos endereços mais famosos da capital paranaense.

O evento vai contar com 16 palestras e painéis de debates, com mais de 30 convidados. Entre os destaques nacionais presentes estarão a chef baiana Ieda de Matos, que irá abordar a gastronomia afetiva, e a culinarista e apresentadora de televisão Bela Gil, que vai destacar a importância de uma alimentação saudável, sustentável e acessível para todos.

Confira abaixo a programação completa do Festival Tutano:

Sábado - Dia 21 de Outubro

• 11h00 - Negócios Verdes - Moderador: Rogério Galindo (@rogeriowg) - Convidados: Vaneska Berçani (@mezmiz_br), Gus Guadagnini - Good Food Institute (@grguada) e Cesar Costa - Corrutela (@cesarcosta__).

• 14h00 - Para Além do Restaurante - Mediador: Felipe Petri (@felipe.petri) - Convidados: Thiago de Azevedo (@cogumelado), Virgínia Cândida (@viveg_queijaria) e José Rodolpho Bernardoni (@outcastcapital).

• 15h00 – Resultados da Pesquisa: Mercado Consumidor do Paraná [Sebrae + Tutano]: Sebrae e Tutano Gastronomia divulgam em primeira mão os resultados da pesquisa de mercado realizada com consumidores de bares e restaurantes do Paraná. Palestrante: Patrícia Albanez - Sebrae (@patriciaalbanez).

• 15h30 - Da Botica ao Boteco: Histórias e ingredientes brasileiros na coquetelaria brasileira. Palestrante: Néli Pereira (@neli_pereira).

• 16h00 - A Rua é Nossa! A ocupação do espaço urbano - Mediadora: Iara Maggionni (@iaramaggioni) - Convidados: Edu Aguiar (@ocentrodecuritiba), Fredy Ferreira (@acaicara e @curitibajazzfestival) e Jaqueline da Silva - IPPUC Curitiba.

• 17h00 - Caminhos Ancestrais: As Cozinhas Da Diáspora Africana - Palestrante: Aline Chermoula (@alinechermoula).

• 17h30 - Desenvolvimento de Cartas de Drinks e Coquetéis - Palestrante: Adriana Pino (@dripino).

• 18h00 - Histórias Inspiradoras na Cozinha, o afetivo e local em espaços globalizados: narrativas autênticas - Palestrante: Ieda de Matos (@iedacasadeieda).

Domingo - Dia 22 de outubro

• 11h00 - Comida é uma Viagem! O turismo gastronômico - Mediadora: Carolina Haro - Mapie, Phocuswright e Disque9 (@carolinasass) - Convidados: Thiago Paes (@paespelomundo), Maite Lang (@nugalichocolates) e Cristina Beltrão – Veja Rio e Instituto Bazzar.

• 14h00 - Fale Mal, mas Fale de Nós - um debate sobre a crítica gastronômica - Mediadora: Flávia Schiochet (@flavia.schiochet) - Convidados: Carlos Dória (@cadoria), Ian Oliver (@ocritico.antigourmet) e Yasmin Taketani (@pastabasta).

• 15h00 - Desigualdade e Inclusão no Mercado de Trabalho - Palestrante: Josiane Silva de Oliveira.

• 15h30 - História de Um Cozinheiro Empreendedor - Palestrante: Ravi Leite (@ravileite).

• 16h00 - Como Nasce um Restaurante - Mediadora: Bárbara Browne (@mesadividida) - Convidados: Beto Madalosso (@betomadalosso), Nando D'aquino (@nandodaquino) e Danni Camilo (@dannicamilo)

• 17h00 - Histórias de Cozinha: Entrevista com Chef Celso Freire - Entrevistador: Sérgio Medeiros (@curitibahonesta) - Convidado: Chef Celso Freire (@celsofreiref).

• 17h30 - Produtos locais - cultura ou marketing? Por que não os dois? - Palestrante: Rui Morschel (@ruimorschel).

• 18h00 - Reaproveitamento Integral de Alimentos e os Caminhos para Democratizar a Alimentação Saudável - Palestrante: Bela Gil (@belagil).

O Festival Tutano acontece nos dias 21 e 22 de outubro, das 11h às 19h, no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba (PR). Ingressos e mais informações no site (http://www.tutanogastronomia.com.br/) ou no perfil oficial do Tutano Gastronomia no Instagram: @tutanogastronomia.

Comemoração dos 145 anos de nascimento de João Turin terá inauguração de escultura no Memorial Paranista

Em 21 de setembro, o Jardim de Esculturas do Parque São Lourenço receberá a releitura da obra em bronze “No Exílio”, que Turin criou quando morava na Europa

João Turin - No Exílio em gesso pedra - expo 100 anos Paranismo (2).jpeg

Em 21 de setembro (quinta-feira) serão comemorados os 145 anos do nascimento de João Turin (1878-1949), considerado o maior escultor animalista do Brasil, precursor da arte escultórica no Paraná e um dos criadores do movimento artístico e cultural conhecido como Paranismo.

Em Curitiba, cidade onde Turin passou a maior parte de sua vida, será realizado um evento comemorativo, com inauguração da releitura da obra “No Exílio” em bronze, que fará parte do maior jardim de esculturas público do Brasil, no Memorial Paranista. O acontecimento será às 11h, no aniversário de nascimento do autor, em 21 de setembro.

Desta forma, a obra passa a integrar o acervo da exposição permanente do Memorial Paranista, um espaço dedicado ao movimento artístico e cultural Paranismo, que Turin ajudou a criar há 100 anos, em 1923, para enaltecer a identidade paranaense por meio de seus símbolos (como o pinheiro, o pinhão, a erva-mate e de outros elementos típicos) que foram empregados nas artes e na arquitetura.

Resgate de uma obra perdida
Durante os 15 anos em que viveu na Europa, João Turin realizou diversas obras. No entanto, parte dos trabalhos produzidos naquele período não puderam ser trazidos ao Brasil e foram perdidos. Foi o caso de “No Exílio”, primeira escultura de grandes proporções feita pelo artista, concebida em Bruxelas e premiada com Menção Honrosa na Feira dos Artistas Franceses em 1912.

“Em 2013 conseguimos localizar a obra perdida de João Turin ‘Pietá’ em uma cidade da França. Fizemos uma busca também por ‘No Exílio’. Durante muito tempo procuramos por essa obra tanto em Bruxelas quanto em Paris, onde ele residiu, mas não conseguimos localizar. Por sugestão do pesquisador Maurício Appel, convidamos a artista Luna do Rio Apa para fazer uma releitura”, afirma Samuel Ferrari Lago, um dos gestores da obra de João Turin.

Luna do Rio Apa realizou a releitura em argila, a partir de fotografias de época, resultando em uma imponente escultura com 2,70m de altura e mais de 300 quilos. Em um segundo momento, o escultor Edson de Lima fez a moldagem para produção da escultura em gesso pedra. A última etapa foi a fundição em bronze, através de uma parceria em que a Família Ferrari Lago cedeu o molde em silicone para a Prefeitura de Curitiba/FCC, para que esta pudesse fundir a escultura, que será incorporada ao acervo municipal da cidade. Toda a produção foi feita no Atelier de esculturas do Memorial Paranista, administrado pela prefeitura.

João Turin - No Exílio + releitura em argila por Apa do Rio Luna.jpg

Entre a Europa e o Brasil
João Turin permaneceu na Europa entre 1906 e 1922. Residiu na Bélgica para estudar na Real Academia de Belas Artes de Bruxelas. Em um segundo momento morou em Paris, onde montou um atelier em Montparnasse, conhecido bairro frequentado por artistas na capital francesa. Lá conheceu nomes internacionais que se tornariam famosos como Picasso, Soutine, Modigliani, Gris, Brâncusi, entre outros. Na mesma época, também passaram por Paris artistas do Brasil como Tarsila do Amaral, Victor Brecheret e Anita Malfatti, entre outros. Além de “No Exílio”, seus destaques na época foram “Le Chien” (O Cachorro), exposta no Salão dos Artistas Franceses em 1921, e “Tiradentes”, exibida em Paris em 1922, e depois premiada no Brasil.

Retornou a Curitiba em 1922. Foi um dos criadores do Paranismo, movimento artístico e cultural lançado em 1923, que exerceu influência em áreas como arquitetura, esculturas, pinturas, móveis e até na moda, por meio de símbolos paranaenses.

Das mais de 400 obras que realizou, alguns dos principais destaques são as esculturas de animais selvagens, retratados com grande realismo, o que lhe valeu o título de maior escultor animalista do Brasil. Nesta temática, retratou principalmente onças, sendo que duas destas esculturas foram premiadas no Salão Nacional de Belas Artes, em 1944 e 1947.

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O resgate de um legado de mais de 400 obras
Turin faleceu em 1949. Desde 2011, quando os direitos patrimoniais sobre suas obras foram adquiridos pela Família Ferrari Lago, foi iniciado um resgate de ponta a ponta de seu legado artístico, algo até então inédito na área de artes no Brasil. Além de esculturas, foram também resgatadas pinturas, desenhos, projetos de design (inclusive em arquitetura e moda), esboços e outros trabalhos.

Uma fundição foi montada para produzir originais inéditos em bronze (pois a maioria das obras deixadas pelo artista estava em gesso). Na mesma época, outra equipe, coordenada pelo professor, escritor e crítico de arte José Roberto Teixeira Leite, realizava uma minuciosa pesquisa histórica, que resultou na biografia “João Turin: Vida, Obra, Arte”.

Como desdobramento destas pesquisas, foi descoberta na França uma de suas obras mais relevantes, feita em 1917. Tratava-se de “Pietá”, que Turin produziu quando morava na Europa. Dada como perdida, a escultura sobreviveu aos bombardeios da Segunda Guerra Mundial. Em 2013, uma equipe foi mobilizada até o local (na Igreja de Saint Martin, na cidade Condé-sur-Noireau) para realizar um molde da obra. Assim, foi possível fazer a fundição de um exemplar em bronze no Brasil, que hoje pode ser apreciado no Memorial Paranista, em Curitiba. Este trabalho de resgate artístico foi registrado no documentário “A Pietá de João Turin”

Também em 2013, quando o Papa Francisco visitou o Brasil, o pontífice recebeu como presente oficial do governo brasileiro um exemplar da escultura “Frade Lendo”, de João Turin.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses e foi citada em um ranking da revista britânica The Art Newspaper. Esta exposição também recebeu o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, de melhor exposição do ano, e teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e em 2016 na Pinacoteca de São Paulo.

Os trabalhos do artista compõem acervos de 15 museus e instituições do Brasil, além de possuir obras em locais públicos do Paraná, Rio de Janeiro e França. O local que possui mais obras para apreciação é o Memorial Paranista, um espaço dedicado a manter viva sua obra e a arte, em Curitiba, com exposição permanente de cerca de 100 obras.

Serviço:
Comemoração dos 145 anos de nascimento de João Turin
Inauguração da obra “No Exílio” em bronze no Jardim de Esculturas do Memorial Paranista
Data e horário: 21 de setembro (quinta-feira), às 11h.
Local: Memorial Paranista João Turin (Rua Mateus Leme, 4700, Curitiba, Paraná).
Entrada gratuita.

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A convite da cerveja Corona, Rimon Guimarães faz intervenção artística com garrafas de vidro retornáveis no Museu Oscar Niemeyer

Obra com 6.800 garrafas ressalta a importância do ciclo sustentável das long necks da cerveja Corona; Curitiba é cidade piloto da iniciativa

Rimon Guimarães é um dos artistas mais celebrados do Paraná atualmente. Do lambe-lambe às pinturas - passando por desenhos, fotografias, instalações e performances - ele se consolidou como um dos traços mais reconhecidos na cidade de Curitiba. Mais do que isso, no mundo: são mais de 27 países ao redor do globo que contam com murais produzidos por Rimon.
Neste domingo (03/09), o artista apresentou mais uma obra de arte, um pouco diferente do comum: um mural produzido a partir de 6.800 garrafas de vidro retornáveis de Corona, cerveja da Ambev que tem Curitiba como cidade piloto da iniciativa, onde 100% das long necks que a marca distribui são retornáveis. A obra está instalada no parcão do Museu Oscar Niemeyer (MON) até o dia 10 de setembro, trazendo diversas alusões a Curitiba e o Paraná, como a araucária, símbolo do estado presente na obra do artista; já o pôr do sol, eternizado em um cartão postal como o Museu Oscar Niemeyer, fica ao centro.

Além da arte, Rimon Guimarães conta que o projeto com a Corona surgiu da ideia de trazer conscientização para os consumidores, uma vez que nem todos sabem que as long necks da marca são 100% retornáveis na cidade. “Nosso conceito foi de prestar uma homenagem a Curitiba e ao Paraná como um todo, principalmente em um local como o MON, tão querido pela gente”, explica o artista. “É uma honra ter uma obra minha no parcão, ainda mais essa que chama a atenção para a importância da sustentabilidade, tão relevante nos dias atuais”.
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Corona retornável em Curitiba
Corona é a primeira marca de cerveja a trazer ao Brasil uma garrafa long neck premium retornável e transparente, com uma proposta de diminuição do impacto ambiental, convidando o consumidor a fazer a diferença e estimulando a economia circular com a recompra do vidro, reduzindo o desperdício e a necessidade de reprocessamento.
Após lançar sua primeira long neck retornável em Curitiba, a marca da Ambev convocou pontos de venda, como bares e restaurantes, em julho deste ano, para somarem forças e se tornarem também pontos de coleta das garrafas reutilizáveis. Além disso, os consumidores podem retornar as garrafas ao fazer qualquer pedido via aplicativo Zé Delivery. Desde o lançamento, em 2022, mais de 800 pontos de venda na cidade adotaram a Corona long neck 100% retornável. A novidade, vale ressaltar, também está disponível em todas as cadeias de supermercado da cidade e no Zé Delivery, fazendo com que todas as garrafas de Corona comercializadas na capital paranaense possam ser reutilizadas na cadeia produtiva. O objetivo de Corona é, em breve, substituir 100% de suas garrafas atuais pelas retornáveis em todo o Brasil.

MON promove oficina artística para crianças de 1 a 2 anos

Em agosto, o programa “MON Primeiros Passos” levará crianças (de 12 a 24 meses) a conhecerem a explosão de cores da exposição “Pintura Vingada”, do artista contemporâneo Delson Uchôa, em cartaz na Sala 1.

A oficina sensorial e artística será na quinta-feira, 10/8, das 10h30 às 11h30. Para participar, é necessário adquirir os ingressos previamente pelo site. As vagas são limitadas.

Obrigatoriamente acompanhados de um adulto, os pequenos irão explorar quantas camadas de tintas é possível perceber. Durante a oficina, essa mistura de tons irá se transformar numa dança.

MON Primeiros Passos
Por meio de investigações e ações multissensoriais, o projeto MON Primeiros Passos proporciona para as crianças de 1 a 2 anos um contato sensível com a arte e com o espaço do Museu. Os encontros envolvem dinâmicas, oficinas e atividades nas exposições em cartaz e no Espaço de Oficinas do MON.

Em cartaz
Com curadoria de Moacir dos Anjos e curadoria-adjunta de Steve Coimbra, “Pintura Vingada” conta com obras que transitam por todo o processo criativo de Delson Uchôa. Seu trabalho reúne pinturas e objetos de arte com escalas elevadas e variados suportes, como tecido, couro, resina, borracha e lona. A exposição ainda inclui fotografias de autoria do artista.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
MON Primeiros Passos
10 de agosto
Das 10h30 às 11h30
Espaço de Oficinas

Público-alvo: crianças de 12 a 24 meses (a participação de um adulto é obrigatória).

Ingressos a partir das 10h de sábado (5/8): bit.ly/MONPrimeirosPassosAgosto

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Museu Oscar Niemeyer realiza exposição do artista Bispo do Rosário

A exposição “Sonoridades de Bispo do Rosário”, com mais de 100 obras, estará disponível ao público a partir do dia 5 de julho, na Sala 6 do Museu Oscar Niemeyer (MON). A mostra coloca o legado de Arthur Bispo do Rosário em diálogo com outros artistas cujos processos criativos foram influenciados por ele e pela convivência com a Colônia Juliano Moreira, onde Bispo do Rosário passou a maior parte da vida como interno. A curadoria é de Luiz Gustavo Carvalho.

“Ao realizar esta exposição, o MON propõe ao espectador uma profunda reflexão sobre o que é arte e o seu papel transformador”, comenta a diretora-presidente do Museu, Juliana Vosnika.

“Celebrado e reconhecido postumamente no Brasil e no exterior, num processo incomum, ausente de formação acadêmica, Bispo do Rosário produziu a partir de materiais inusitados, transformando sua genialidade em instalações surpreendentes, comparáveis à obra de Marcel Duchamp ao mostrar que a arte é possível também a partir da simplicidade de objetos do cotidiano”, afirma.

Evocando os aspectos sonoros e poéticos presentes na obra do artista, os diversos objetos, instalações, colagens, assemblages e estandartes presentes na exposição dialogam com a obra visual, performática e poética de outros artistas que integram a exposição, deixando evidente o impacto de seu legado no cenário da arte contemporânea.

São eles: Antônio Bragança, Stella do Patrocínio, Leonardo Lobão, Paulo Nazareth, Marlon de Paula, Rick Rodrigues, Eduardo Hargreaves, Fernanda Magalhães e Guilherme Gontijo Flores.

Arthur Bispo do Rosário (1909-1989) foi interno da Colônia Juliano Moreira (RJ), um dos maiores hospitais psiquiátricos do país no século passado, durante boa parte de sua vida. Carregou vários estigmas de marginalização social ainda vigentes em nossa sociedade – negro, pobre, louco, asilado em um manicômio – e conseguiu, na sua genialidade, subverter a lógica excludente proposta, a partir da sua obra.

A sua cela no Núcleo Ulisses Vianna, em vez de ser um lugar de confinamento, passou a ser ateliê e espaço de investigação. “Ele defendia os seus trabalhos com obstinação (...). Em um mundo ensurdecido pelo caos da normalidade e no qual as vozes são abafadas, Arthur Bispo do Rosário vê a necessidade de gritar”, explica Carvalho.

Durante anos, o artista desfiou os uniformes azuis do hospício, em um ato de subversão e lucidez contra a prisão manicomial, para em seguida transformá-los, bordando, rebordando, juntando, consertando, escrevendo, ocultando e criando catálogos e cartografias que ultrapassam as fronteiras entre o real e o imaginário, o visível e o invisível, o consciente e o inconsciente.

“Não podemos deixar de perguntar: como foi possível a uma pessoa que passou décadas enclausurada em um sistema manicomial que via como regra a exclusão do indivíduo ter nos legado uma obra de importância singular, em âmbito mundial, em pleno século 20?”, indaga o curador da exposição.

Centenas de exposições nacionais e internacionais feitas ao longo das últimas décadas em torno do seu trabalho mostram o incrível alcance de sua obra. Bispo do Rosário foi tema de livros, filmes e peças de teatro, entre outras vertentes artísticas.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “Sonoridades de Bispo do Rosário”
A partir do dia 5/7
Sala 6

www.museuoscarniemeyer.org.br

MON realiza oficina artística para crianças de 1 a 2 anos

A edição de julho do programa MON Primeiros Passos, realizada pelo Museu Oscar Niemeyer, convida crianças de 1 a 2 anos (12 a 24 meses) para explorar sensorialmente a cor amarela. As vagas são limitadas.

A oficina artística acontecerá em 13/7, das 10h30 às 11h30. Para participar, é necessário adquirir os ingressos previamente pelo site.

As crianças, acompanhadas obrigatoriamente por um adulto, farão uma viagem pela cor amarela, especialmente pela obra “Sem Título”, 2004, da artista Tomie Ohtake, que faz parte do acervo do MON.

Após esta dinâmica de percepção, haverá uma oficina de pintura monocromática coletiva. Por meio de investigações e ações multissensoriais, o MON Primeiros Passos proporciona às crianças um contato sensível com a arte e o espaço do Museu.

MON Primeiros Passos
Por meio de investigações e ações multissensoriais, o projeto MON Primeiros Passos proporciona para as crianças de 1 a 2 anos um contato sensível com a arte e com o espaço do Museu. Os encontros envolvem dinâmicas, oficinas e atividades nas exposições em cartaz e no Espaço de Oficinas do MON.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
MON Primeiros Passos
13 de julho
Das 10h30 às 11h30
Espaço de Oficinas
Público-alvo: crianças de 1 ano (completo) até 2 anos. A participação de um adulto é obrigatória.
Ingressos em: https://museuoscarniemeyer.byinti.com/#/event/voando-para-dentro-do-amarelo

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON divulga oficinas e mediações educativas do mês de junho

O mês de junho será repleto de atividades educativas gratuitas no Museu Oscar Niemeyer (MON), como oficinas artísticas e mediações.

O calendário terá início no dia 7/6, com uma oficina em que o público poderá experimentar as diversas possibilidades de criação com um único material: o carvão. A atividade acontecerá em duas sessões: 13h30 e 15h30.

Em 14/6, às 14h, os visitantes serão convidados para uma mediação na mostra “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”. Em cartaz na Sala 5 do MON, a exposição está em sua terceira edição, que tem como tema “Colonialismo”.

Uma oficina artística de guache e nanquim acontecerá em 21/6. A atividade será inspirada nas gravuras água-tinta de Poty Lazzarotto. Nela, os participantes vão simular o processo do artista com uma técnica experimental. A atividade ocorrerá em dois períodos: 13h30 e 14h.

Por fim, em 28/6, às 15h, será a vez de uma visita mediada pela exposição “África, Expressões Artísticas de um Continente”. Assim como a mostra asiática, essa exibição reúne peças de valor histórico e artístico imensurável, que compõem a coleção permanente do MON.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Programação MON Educativo de junho

Oficinas
“Laboratório de Experiências: Carvão”
7 de junho
Sessão 1: 13h30 às 15h / Sessão 2: 15h30 às 17h
Espaço de Oficinas

“Guache Lavado”
21 de junho
Sessão 1: 13h30 às 15h / Sessão 2: 15h30 às 17h
Espaço de Oficinas

Mediações
“Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”
14 de junho
15h
Sala 5

“África, Expressões Artísticas de um Continente”
28 de junho
15h
Sala 4

*As oficinas são recomendadas para maiores de 5 anos, mas a participação de um adulto é obrigatória durante as atividades. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila, sujeitas a lotação. Todas as atividades são gratuitas.

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Público com mais de 60 anos terá encontro especial no MON com a artista Leila Pugnaloni

A edição de junho do tradicional programa Arte para Maiores, realizado pelo Museu Oscar Niemeyer, terá como tema a exposição “Tela”, da artista Leila Pugnaloni.

Além de visita mediada e oficina artística, conduzidas pela própria artista, haverá uma videoconferência com o curador, Marco Antonio Teobaldo, que falará sobre o processo curatorial da mostra. Todas as atividades são gratuitas.

Os encontros presenciais, com visitas e oficinas, serão nos dias 6 e 13/6, das 14h às 17h. A videoconferência acontecerá no dia 20/6, das 14h às 15h30.

Para se inscrever, é necessário preencher o formulário online. As vagas são limitadas e não é necessário possuir conhecimento prévio em artes visuais. A participação é gratuita para pessoas com mais de 60 anos e outros grupos isentos de pagamento de ingresso no MON (confira aqui). Para os outros públicos, o ingresso do Museu deve ser pago para ter acesso à atividade.

O Arte para Maiores tem a missão de aproximar o público com mais de 60 anos do Museu Oscar Niemeyer. Em 2019, o programa conquistou um importante reconhecimento nacional na área de educação em museus – o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Em cartaz
A partir do dia 1º de junho, a exposição “Tela” poderá ser vista na Sala 7. No total são 131 obras, com curadoria de Marco Antonio Teobaldo. Uma profusão de cores e pinturas em grande escala divide espaço com delicados desenhos em nanquim, frutos de suas observações cotidianas, além de desenhos realizados in situ, o que personaliza a sala expositiva.

Sobre a artista
Leila Pugnaloni é pintora, escultora e desenhista. Iniciou seus estudos em arte em 1976, com o curso de História da Arte e Desenho no Atelier do Museu Alfredo Andersen, em Curitiba. Na mesma década, estudou na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage), no Rio de Janeiro. Foi aluna do curso de gravura em metal no The Art Students League of New York, em 1982. No ano seguinte, cursou Litografia e Gravura em Metal na Casa da Gravura do Solar do Barão, na Fundação Cultural de Curitiba. Ao longo de sua extensa carreira, a artista realizou mais de 20 exposições individuais e participou de mais de 40 mostras coletivas. Seu trabalho ilustra livros, jornais e revistas.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Encontro Arte para Maiores na exposição “Tela”, com a artista Leila Pugnaloni, e videoconferência com o curador da mostra.

Encontros:
Terça-feira, 6 de junho – das 14h às 17h.
Terça-feira, 13 de junho – das 14h às 17h.

Videoconferência:
Terça-feira, 20 de junho – das 14h às 15h30.

Link para inscrição: bit.ly/APMjunho2023

MON realiza restauro em obras de arte da área externa

Importantes obras do acervo do Museu Oscar Niemeyer (MON), expostas na área externa, irão passar por um processo de restauro, para garantir sua conservação. São elas: “Cadeira do Mestre”, de Sergius Erdelyi, e “Cones” (7 unidades), de Eduardo Frota.

“Os cuidados com as obras do Museu são um trabalho contínuo e de grande responsabilidade, que, embora não seja visto pelo público, é fundamental para a garantia de manutenção e longevidade da coleção”, explica a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

Maior museu de arte da América Latina, com 35 mil metros quadrados de área construída, o MON conta com aproximadamente 14 mil peças em sua coleção permanente. “O acervo é o coração de um museu, sua parte mais importante e vital, daí a imensa importância do trabalho de conservação”, comenta.

A escultura “Cadeira do Mestre”, com mais de 5 metros de altura, fica localizada no gramado, ao lado do acesso ao estacionamento dos fundos. A obra, feita de madeira Araucaria angustifolia, será submetida à restauração e proteção.

Os “Cones”, localizados no Vão-livre, ao lado do MON Café, receberão limpeza, tratamento de conservação e proteção. As esculturas são de madeira compensada recortada e têm aproximadamente 3 metros de circunferência.

O artista e restaurador Elvo Benito Damo será responsável pelo trabalho. Recentemente, ele concluiu obras semelhantes de manutenção realizadas pelo MON em quatro grandes obras do Pátio das Esculturas do Museu. São elas: “Mulher Reclinada”, de Erbo Stenzel; “Magrinhas”, de Francisco Stockinger; “Flor Mineral”, de Franz Weissmann, e “Forma no Espaço V”, de Oscar Niemeyer.

“Serpente” no espelho d’água
Outra novidade na área externa da instituição é a exposição da obra “Serpente”, do artista Francisco Brennand, no espelho d’água, embaixo do Olho do MON. De cerâmica vitrificada, a obra tem mais de 2 metros de altura e já passou por outros locais do Museu, como o jardim de inverno ao lado da Sala 6.

Além destas, outras obras de grande porte que podem ser vistas atualmente na área externa são: “Palmeira”, de Elizabeth Titton; “Manifesto Ecológico”, de Elvo Benito Damo; “Pássaro Rocca”, de Francisco Brennand, e “Não Pare de Olhar”, de Eliane Prolik.

Manutenção contínua
Com a finalidade de salvaguardar o acervo, além de trabalhos pontuais de restauração, há uma ação contínua de manutenção das obras do Museu, com rondas semanais. Uma análise minuciosa do estado físico das peças faz parte do monitoramento, que também confere itens diversos como temperatura, umidade e iluminação, entre outros.

Também é realizada a higienização frequente das obras, bem como de seus suportes e cúpulas. A checagem do funcionamento do ar-condicionado, que permanece ativo ininterruptamente, acontece diversas vezes ao dia, pelas equipes de segurança do Museu, que informam imediatamente o setor responsável por Acervo e Conservação caso constatem qualquer alteração.

Além do trabalho de conservação e restauro, o setor realiza atividades de catalogação, o que inclui acrescentar biografias, histórico e descritivo das obras do acervo.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.