Artistas gravam música e clipe para o S.O.S. Pantanal

Assista aqui: Link
Fotos de divulgação dos artistas e do Pantanal aqui

São Paulo, Letícia Sabatella, Tetê Espíndola, Maria Gadú, Dani Black, Gabriel Sater, Vanessa Moreno, Adriana Sanchez, Malu Rodrigues, Chico César, Guilherme Rondon, Paulinho Moska e Celito Espíndola gravaram sob a produção musical do Big Rabelo uma música e um videoclipe que serão parte da campanha do instituto S.O.S. Pantanal. “Oh, Pantanal” é de autoria do letrista Carlos Rennó, Tetê Espíndola e do pantaneiro Guilherme Rondon.

Além da música, o S.O.S. Pantanal lançará um clipe dirigido pelo premiado Estúdio Bijari que através de animações gráficas une as filmagens dos artistas em estúdio e imagens do Pantanal cedidas pelos fotógrafos Lalo de Almeida, Luciano Candisani e João Farkas.

O projeto é uma iniciativa do Carlos Rennó, que já tinha composto - com Nando Reis – a “Canção pra Amazônia”, que se integrou a ações do Greenpeace, entre outras músicas “ativistas”. Rennó escreveu a letra de “Oh Pantanal” e chamou pra musicá-la sua parceira desde a década de 1970, a sul-matogrossense Tetê Espíndola (primeira intérprete do hit clássico “Escrito nas Estrelas”, de Rennó e Arnaldo Black), e o pantaneiro Guilherme Rondon, que já havia o procurado, anos atrás, para uma parceria.

“A ideia deste projeto é chamar atenção das pessoas sobre a gravidade do que está acontecendo no Pantanal. Esses artistas, excelentes por sinal, se sensibilizaram com a causa e toparam participar para dar mais voz a essa causa. Para que mais pessoas possam se comover, se conscientizar das causas mais profundas da destruição do bioma e cobrar as autoridades e os atores com poder para reverter essa situação” – comentou Carlos Rennó.

"Para o SOS Pantanal é de um simbolismo bastante rico o bioma receber uma homenagem dessa magnitude. Tantos artistas talentosos e reconhecidos que mostram que estão olhando para o Pantanal, tão importante e único, mas que está tão ameaçado ao mesmo tempo. Unir a arte e cultura com causas ambientais é de suma importância para sensibilizar as pessoas quanto à urgência da situação." – comentou Gustavo Figuerôa, diretor de Comunicação do SOS Pantanal.

A gravação e o lançamento da canção e do videoclipe “Oh, Pantanal” é uma realização do S.O.S. Pantanal, a produção executiva é da Circus Produções, direção do Guto Ruocco, parceiros de Carlos Rennó também em “Hino ao Inominável”.

Ficha Técnica:
Oh, Pantanal
Letra: Carlos Rennó
Música: Guilherme Rondon e Tetê Espíndola

Direção artística: Carlos Rennó
Produzido por Big Rabello

Intérpretes: Letícia Sabatella, Tetê Espíndola, Maria Gadú, Dani Black, Gabriel Sater, Vanessa Moreno, Adriana Sanchez, Malu Rodrigues, Chico César, Guilherme Rondon, Paulinho Moska, Celito Espíndola

Rafa Barreto: Guitarra, violão de aço 12 cordas
Alex Mesquita: Baixo
Big Rabello: Bateria, percussão e synths

Gravado por Big Rabello e Victor Neri (São Paulo, “Estúdio Da Pá Virada”), William Luna (Rio de Janeiro, “Cia dos Técnicos”) e Gilson Espíndola (Campo Grande, “Estúdio Toca 98”); Mixado por Big Rabello e Masterizado por Maurício Gurgel.

Videoclipe dirigido pelo Estúdio Bijari
Direção Criativa: Rodrigo Araujo
Design: João Generoso, Mariano Moreno, Rodrigo Araujo,
Motion Design: Alexandre Marcatti
Edição: Guilherme Peres
Fotografias gentilmente cedidas por: Lalo de Almeida, Luciano Candizani, João Farkas e WWF-Brasil
Associados Bijari: Geandre Tomazoni; Gustavo Godoy; João Rocha; Mauricio Brandão; Olavo Ekman; Rodrigo Araújo
Comunicação Bijari: Agência Lema

Direção de fotografia: Dani Gurgel
Assistente de câmera: Gabrielle Sonelli
Fotografia: Leandro Nogueira (Campo Grande)
Maquiadoras: Laís Klein e Mariana Andrade

SOS Pantanal
Gustavo Figueirôa - Diretor de Comunicação e Engajamento (SOS Pantanal)
Alexandre Bossi - Presidente (SOS Pantanal)
Leonardo Gomes - Diretor Executivo (SOS Pantanal)
Monica Guimarães, Coordenadora do Documenta Pantanal

Assessoria de imprensa: Piky Candeias
Assessoria de mídias digitais: Henrique Pires
Assessoria jurídica: Young & Young Advogados
Produção: Circus Produções Culturais
Selo Circus: Lucas de Avelar (produção executiva) e Khadija Alves (Gerente Selo Circus)

Direção de produção: Guto Ruocco

Realização: Bem-Te-Vi Diversidade e SOS Pantanal

Agradecimentos:
Apollo Nove
Claudio Angelo
Claudio Leal
Eduardo Rosa (MapBiomas)
Juca Novaes
Professor Pasquale
Rodrigo Sombral

Leticia Sabatella reúne a arte paranaense e pernambucana neste final de semana

Com ingressos esgotados, o Teatro do Paiol recebe nesta sexta (19) e sábado (20) Leticia Sabatella, Juliano Holanda, Eugênio Fim e Luiz Felipe Leprevost

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(Foto: Divulgação)

Entre o sul e o nordeste brasileiro, existe uma distância longínqua. Mas, pela arte do encontro, os sotaques e as relações culturais abrangem diversas possibilidades. Da poética entre a palavra escrita e a falada, é nesta tenuidade que surge o show ´´Leticia Sabatella convida Juliano Holanda``, onde os artistas compartilham em cena, as canções do álbum ´´Poéticas da Terra em Crise``, lançado durante a pandemia.

O show no Teatro do Paiol, nesta sexta (19) e sábado (20), a partir das 20h, traz também, a participação especial do escritor, dramaturgo, ator e compositor, Luiz Felipe Leprevost, com direção musical de Eugênio Fim. Os ingressos para sexta-feira estão esgotados.

Mineira criada em Curitiba, Leticia Sabatella é de casa, conhece bem os palcos da cidade. Por outro lado, Juliano Holanda, desembarca na capital, diretamente de Pernambuco, e traz consigo, o seu repertório de vida e arte que engrandece o encontro entre os artistas.

Embora não seja a primeira vez que o compositor e instrumentista natural de Goiana (PE), esteja em Curitiba, esta junção entre eles, consolida nesta apresentação inédita, as canções que integram o álbum ´´Poéticas da Terra em Crise``, com produção musical assinada pelo músico Eugênio Fim. Desenvolvido durante a pandemia, segundo Leticia Sabatella, o projeto não é datado. Porém, expressa a realidade de um processo que extrapola os laços artísticos.

“Eu sou extremamente grata ao Emerson Rechenberg e ao Eugênio Fim, por terem me convidado durante a pandemia para fazer parte desse projeto, ter fomentado a minha criatividade neste encontro de ideias. Em um momento tão triste, foi um abraço à distância. Esse sentimento ainda existe, pois temos coisas boas daquele período para rememorar também. Isso é a arte, ela acontece em seus momentos e nos salva das crises, em sua emergência. É muito legal encontrar essa cena com diversos profissionais de diversas áreas entre o Paraná e o Nordeste”, ressalta a multiartista.

Com produção executiva assinada por Emerson Rechenberg, há três anos, quando Letícia convidou Juliano para integrar o projeto, foi um desafio abismal. Além da pandemia, toda a equipe estava em uma localidade distinta. Ainda assim, a sensibilidade entre eles possibilitou a reunião de um repertório atemporal.

“O tema proposto por Letícia é o centro gravitacional, e o repertório foi se desenhando a partir dele. Acaba que ficou um misto de canções pandêmicas e pós-pandêmicas. Durante a pandemia, cada um criou seu próprio formato de produção”, pondera Juliano Holanda.

Sobre o álbum

Com seis canções, além de confrontar o tempo, em ´´Poética da Terra em Crise``, o álbum reúne as composições de Zélia Duncan e Juliano Holanda – em ´´Apesar do Mundo``; Tio Tonho Champoski e Eugênio Fim – em ´´Sobre Hoje``; Chico Paes e Octávio Camargo – em ´´Laika``; e Luiz Felipe Leprevost e Thiago Catarino em ´´Senhores do Ódio``.

´´As crises são cíclicas e permanentes. Estar em crise é uma condição de crescimento e transformação. A gente ainda está vivendo diversas crises e recomeços. Existe um caráter universal. Para nós enquanto humanidade, lidar com tudo isso, com a poética e tantos artistas, é uma proximidade de construções diárias. A gente entende que sempre terá crises pessoais para também ser espelhada nesta poética``, ensina Leticia.

Com produção musical e arranjos assinados por Eugênio Fim, à distância, o processo criativo e a colaboração entre os três, foi norteada por uma sonoridade onde a preocupação estética reflete a poética da palavra escrita. Para o produtor, a realização do projeto durante a pandemia foi um desafio quase distópico, mas o alinhamento artístico foi imprescindível para o conceito do álbum.

“Batendo um papo com a Leticia ela chegou nesse nome que era justamente o estopim do isolamento social. Nós gravamos tudo de forma online e à distância. Foi um projeto árduo e bem intimista. É uma estética eletrônica, o processo é orgânico para o eletrônico nascer. Existem diversos contrapontos nas nuances sonoras”, reflete Eugênio Fim.

Sobre o show

Em ´´Letícia Sabatella convida Juliano Hollanda``, em ambas apresentações, o show conta ainda com a participação especial do escritor, dramaturgo, ator e compositor, Luiz Felipe Leprevost, com a direção musical de Eugênio Fim. Neste encontro de sotaques, a apresentação estreita os laços entre o nordeste e o sul. Para Juliano, realizar este show é um ciclo natural para fortalecer a proposta do projeto.

´´Quando a Letícia me falou do projeto e perguntou se eu tinha canções que coubessem. Acabei escrevendo uma com Zélia e ela escolheu “Porque você”, de minha autoria e que já havia sido gravada por Almério. Nós trabalhamos numa série chamada ´Amorteamo`, anos atrás. E desde lá, já rolou muita empatia e identificação. Aqui e ali estivemos por outros palcos, como no projeto Alfarrábio Sonoro, junto com Lirinha, Anelis Assumpção e Ava Rocha. Também estive com ela na Marcha das Margaridas, em Brasília. Acho natural que haja esse desdobramento”.

Após três anos, o palco do Teatro do Paiol, será marcado por um dos principais shows deste ano. Desde o conceito do projeto, até a realização desta performance, condensar a apresentação entre eles, é o início de um novo ciclo.

“A sensação em realizar este show é de preencher uma lacuna, embora a gente tenha ficado extremamente grato por realizar nas condições que fizemos e termos sobrevivido enquanto perdíamos muitas pessoas próximas, havia sempre a sensação de frieza da distância que o show vai complementar agora com o público”, explica Emerson Rechenberg, responsável por assinar a produção do show que integra a programação cultural dos 20 anos da Casa Helena Kolody.

Para Eugênio Fim, o show é complementar ao álbum. Porém, a construção para os dois dias de apresentação, é um processo em constante desenvolvimento. ´´Poder guiar todo esse processo e estarmos ao vivo pela primeira vez, é criar um espaço dramatúrgico de imersão. A estética final com as projeções e o som é um processo de maturação. É uma instalação audiovisual performática. Nós tivemos poucos ensaios, a emoção é de pura adrenalina e satisfação``.

Da terra em crise às possibilidades poéticas, a reunião cultural de repertórios e vivências distintas, afloram as perspectivas geográficas que serão celebradas com nomes essenciais da cena artística brasileira.

“Eu sou apaixonada pelos nossos poetas de Curitiba. Temos algo peculiar, muito próprio. Apesar da mesma língua de alma, e também da portuguesa, são outros sotaques neste encontro”, festeja Leticia.

Com ingressos esgotados para o show de abertura na sexta-feira (19), ainda é possível adquirir para o sábado (20), pela plataforma Deu Balada, neste link. Ambas as apresentações têm início às 20h, no Teatro do Paiol.

No sábado, além do show, Leticia Sabatella, Juliano Holanda e Eugênio Fim participam de um bate-papo aberto ao público no Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme 66), a partir das 10h, com entrada gratuita.

Em ´´Leticia Sabatella convida Juliano Holanda``, o show é um projeto realizado com recursos de apoio à cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Com a realização da Casa de Artes Helena Kolody.

Serviço

Leticia Sabatella convida Juliano Holanda
Quando: 19 (sexta-feira) e 20 (sábado) de julho
Onde: Teatro do Paiol
Endereço: Cel Zacarias, nº 51 - Prado Velho
Abertura do Teatro: 19h
Início do show: 20h
Valores: Entre R$10 e R$20
Ingressos disponíveis em Deu Balada

Ficha Técnica

Realização: Casa de Artes Helena Kolody
Produção Executiva: Emerson Rechenberg
Direção Artistica: Letícia Sabatella
Direção Musical: Eugênio Fim
Musicos: Alonso Figueroa e Vina Lacerda
Cenografia: Guenia Lemos
Iluminação: Nádia Luciane
Libras: Jonatas Medeiros
Assistência de Produção: Mariane Antunes
Assessoria de Imprensa: Lucas Cabaña (Cabana Assessoria)
Artes: Andye Di
Videomaker: Roni Nascimento
Apoio: Soy Loco por Ti, Nina e Jacobina

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DE APOIO À
CULTURA - FUNDACAO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA
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