Espetáculo infantojuvenil “Mundo Suassuna” inspirado na obra de Ariano Suassuna chega a Curitiba

Montagem aprovada pela família Suassuna ocupa o Teatro da CAIXA Cultural Curitiba de 10 a 19 de outubro, com narrativa poética, música ao vivo, estética armorial e elementos do circo, do sertão e da literatura de cordel em sessões gratuitas.

Os atores Fabio Espósito, Gúryva e Henrique Stroeter em cena de Mundo Suassuna. (Para mais imagens acesse: ANDRESSA COSTA)

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 10 a 19 de outubro de 2025, o espetáculo “Mundo Suassuna”, montagem inédita inspirada no universo literário de Ariano Suassuna (1927 - 2014) e especialmente criada para o público infantojuvenil. Com dramaturgia e direção de Marcelo Romagnoli, a peça tem classificação livre e propõe uma jornada encantada pelos sertões imaginários do Brasil profundo, com ingressos gratuitos e sessões com acessibilidade em Libras.

Reconhecido oficialmente pela família Suassuna, o espetáculo é a primeira adaptação cênica voltada às novas gerações a partir da vasta e singular obra do autor paraibano. Com estética acessível a todas as idades, a montagem entrelaça teatro, música ao vivo, literatura de cordel e a linguagem circense para contar a história de um cavaleiro errante em busca de um reino perdido e de sua própria coroa.

Durante sua travessia por estradas pedregosas do Sertão, esse jovem príncipe, interpretado por Guryva Portela, enfrenta reviravoltas, enigmas, caveiras e até uma onça malhada, sempre acompanhado de seu cavalo Pantero e de figuras que remetem ao teatro popular, como pícaros, trovadores e mamulengos. A aventura é guiada pela Santa Compadecida e culmina em uma celebração chamada “Festa do Meio-Dia”, um rito poético que homenageia o ciclo de criação do autor e o poder transformador da cultura popular.

Uma ode visual e musical ao Movimento Armorial

Com influências diretas do Movimento Armorial, criado por Suassuna em 1970, a montagem evoca temas centrais da obra do autor, como o Romance da Pedra do Reino, o impacto do circo, a guiança divina, as influências ibéricas e os elementos do seu romance final, Dom Pantero.

O espetáculo tem trilha sonora original da multi-instrumentista Renata Rosa, executada com rabeca, viola e percussões, criando pontes entre o Nordeste ibérico-indígena e o Brasil contemporâneo. Os figurinos de Silvana Marcondes e a cenografia de Zé Valdir mesclam tecidos pintados manualmente, bonecos, estandartes e grafismos. Os cenários contam com a colaboração especial de Manuel Dantas Suassuna, filho do escritor, que assina os painéis e estandartes cênicos.

Além de Gúryva, o elenco conta ainda com os atores Fabio Espósito e Henrique Stroeter, que se desdobram em múltiplos personagens ao longo da trama, utilizando linguagem física, humor e poesia para tornar o imaginário de Ariano acessível a todas as idades. “Mundo Suassuna” é uma peça para sonhar junto com o Brasil profundo, aquele que Ariano Suassuna tanto defendeu com arte, afeto e inteligência. A infância, aqui, não é só o público-alvo: é também uma linguagem, uma lente de reinvenção do mundo”, comenta o diretor Marcelo Romagnoli.

Uma ponte entre gerações e territórios culturais

A montagem oferece um caminho de encantamento entre tradição e contemporaneidade, entre o épico e o popular. Ao apresentar Ariano Suassuna às crianças e adolescentes, “Mundo Suassuna” contribui para preservar e renovar a herança cultural nordestina e armorial, num espetáculo que valoriza as rimas, a oralidade, a musicalidade e o encantamento cênico como formas de aproximação com o público jovem.

Ariano Suassuna: Paraibano, nascido na capital que, na época, tinha o nome de Paraíba, autor de obras como Romance d'a Pedra do Reino e Auto da Compadecida, criou e dirigiu o Movimento Armorial, uma iniciativa com o objetivo de valorizar os aspectos da cultura do Nordeste brasileiro, como a literatura de cordel, a música, a dança e o teatro, entre outros. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1990. Sua obra recebeu várias adaptações para cinema, televisão e teatro, como A Pedra do Reino, de Antunes Filho, O Auto da Compadecida, de Guel Arraes e Uma Mulher Vestida de Sol, de Luiz Fernando Carvalho, entre outras.

Ficha Técnica

Direção e dramaturgia: Marcelo Romagnoli | Elenco: Fabio Espósito, Gúryva e Henrique Stroeter | Pinturas tecidos: Manuel Dantas Suassuna | Música original e voz em off: Renata Rosa | Músicos convidados para trilha sonora: Vitória do Pife, Hugo Linns e Mestre Nico | Figurinos: Silvana Marcondes | Costureiras: Celma Souza Aguiar, Dany Day e Roxana Jimenez | Adereços do figurino: Vinícios Debs e Silvana Marcondes | Bonecos: Neide Lopes | Produção cenográfica e objetos de cena: Zé Valdir Albuquerque | Desenho de luz e operação: Rodrigo Bella Dona | Direção de arte: Equipe do projeto | Ilustrações do kamishibai: André Kitagawa | Design gráfico: Andrea Pedro | Fotos: Andressa Costa | Produção local: Elisângela Schmidt | Assessoria de imprensa local: Bruna Bazzo | Coordenação de comunicação: Verbena Comunicação | Produção executiva: Madu Arakaki e Gabriela de Sá | Assistência de Produção: Gabriela Marinho | Coordenação produção: XEPA Produções Artísticas | Idealização, administração e produção: BEIJO Produções Artísticas.

SERVIÇO Espetáculo: Mundo Suassuna

Local: Teatro CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro)
Datas: 09, 10, 11, 12, 16, 17, 18 e 19 de outubro de 2025
Horários: quintas e sextas, às 19h | sábados, às 16h e 19h | domingos, às 16h
Acessibilidade: Sessões com tradução em Libras - 11 de outubro
Ingressos: Gratuitos, com distribuição 30 minutos antes de cada sessão
Classificação indicativa: Livre (recomendado para crianças a partir de 5 anos)
Duração: 55 minutos
Instagram: @mundosuassuna
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Informações e programação completa: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

Magia do cinema Super 8 invade a CAIXA Cultural Curitiba

20ª edição do CURTA 8 terá mais de 70 filmes e entrada gratuita

De 11 a 14 de setembro, a CAIXA Cultural Curitiba será palco da 20ª edição do CURTA 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba, o mais antigo evento de audiovisual da cidade e uma referência mundial na chamada bitola pequena. Com entrada gratuita, o público terá a oportunidade de viver uma experiência rara: assistir a filmes em película sentado ao lado do projetor, mergulhando no universo da sétima arte em sua forma mais artesanal e vibrante.

Nesta edição comemorativa, o festival exibirá mais de 70 produções em película super 8, vindas de diferentes estados brasileiros e de outros 12 países. Entre mostras competitivas e especiais, o evento reforça a força dessa bitola que atravessa gerações e ainda inspira artistas no mundo todo. Para o curador Fábio Allon, a vitalidade do formato é incontestável, e é o que garante sua longevidade: “O super 8 é leve, é descontraído, é amador, é experimental, é ousado, é afrontoso e é, sobretudo, cinema”.

MOSTRAS ESPECIAIS

A programação vai além da competição. Uma das mostras especiais, dividida em duas sessões, resgata a memória do super 8 no Brasil dos anos 1970, com filmes que integraram o movimento conhecido como “Cinema Marginal Piauiense”. Produzidas por um coletivo de artistas, jornalistas e cineastas de Teresina, essas obras transformaram o que era, à época, apenas uma tecnologia doméstica da Kodak, em linguagem de vanguarda. Entre os destaques estão duas produções com a participação do multiartista e agitador cultural Torquato Neto.

Outra mostra especial reúne dez obras premiadas no Infinito Super 8, festival realizado na Argentina e considerado o mais importante do país vizinho no gênero. Também está prevista uma sessão acessível, com tradução de Libras ao vivo, exibindo os filmes “Super Frente, Super 8”, realizado em Sergipe, e “DOC.8”, produzido no Rio Grande do Sul. E, como já é tradição, o público poderá participar do “Dia do Filme Caseiro”, quando antigos rolos super 8, levados pelos próprios espectadores, ganham vida em projeções na tela grande após revisão técnica.

As atividades paralelas complementam a experiência e incluem o lançamento do livro “Superfestivais do Grife – produção, circulação e formação de cineastas no Super 8 brasileiro (1973-1983)”, do historiador e pesquisador Flávio Rocha. Fora da sala de exibição, haverá também uma Oficina de Projeção, uma Oficina de Animação e uma Masterclass que apresentará a nova câmera super 8 da Kodak, conectando o passado analógico ao futuro dessa linguagem.

O CURTA 8

Criado em 2005 pelo cineasta Leandro Schip (in memoriam), o CURTA 8 nasceu do amor pelo cinema em película e logo conquistou destaque internacional. Desde 2008, com o apoio da CAIXA, consolidou-se como um dos maiores festivais de super 8 do mundo. Hoje, é reconhecido como o mais longevo festival de cinema de Curitiba, uma das maiores iniciativas já realizadas no Brasil dedicadas exclusivamente ao super 8 e um dos raros eventos nas Américas voltados integralmente a essa bitola.

O CURTA 8 é uma realização da PERFIL Vídeo e Cultura e da Processo Multiartes. A programação completa e outras informações estão disponíveis em www.curta8.com.br

SERVIÇO

20º CURTA 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba

Local: CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280)

Datas: 11 e 14 de setembro de 2025

Horários: Quinta-feira sessões às 18h30 e 20h. Sexta e sábado sessões às 16h, 18h30 e 20h. Domingo sessões às 14h, 16h, 18h e 20h. Confira a programação detalhada no site www.curta8.com.br ou no Instagram @curta8

Ingressos: Entrada franca. Distribuição de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.

Classificação indicativa: 18 anos

Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Informações e programação completa: Site Curitiba Caixa Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA EXPOSIÇÃO DE MARIA EZOU CENTRADA NAS VIVÊNCIAS DA INFÂNCIA

Visitantes de todas as idades são convidados a explorar Cidadela, uma cidade viva em miniatura

Instalação Interativa Cidadela. Créditos: Mônica Cardim

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 17 de agosto a 26 de outubro, a exposição Cidadela, da artista visual Maria Ezou. A mostra proporciona ao público, em especial o infantil, adentrar uma cidade imaginária e sustentável, integrada à natureza e formada por esculturas interativas que remetem ao universo das infâncias, suas sensações e subjetividades. A visitação é gratuita e livre para todos os públicos, com possibilidade de agendamento para turmas escolares.

A instalação é composta por 15 peças moldadas a partir do tronco da própria artista, denominadas “casas-corpos”, que abrigam minimundos animados por objetos autômatos, trilha sonora, iluminação cênica e dramaturgia própria. Cada “casa” foi elaborada a partir de técnicas têxteis, de marcenaria, serralheria e colagem, e representa uma emoção ou aspecto da infância, como Alegria, Medo, Proteção, Liberdade e Tristeza, proporcionando uma experiência sensorial e imersiva.

"Casas-Corpos" Créditos: Mônica Cardim

A expografia foi pensada para respeitar a altura e o olhar das crianças, promovendo autonomia e estimulando a exploração. Adicionalmente, na estrutura chamada “estufa”, com formato que remete a raízes de mangue, estão abrigadas 600 mudas de plantas nativas da Mata Atlântica, onde os visitantes podem realizar o plantio ou criar um autorretrato, tornando-se parte da galeria de novos “habitantes” da Cidadela.

Como forma de promover a inclusão e o acesso à arte, a exposição oferece visitas guiadas para escolas, mediante agendamento. Adicionalmente, a mostra conta com audiodescrição para pessoas cegas ou com baixa visão e acessibilidade para Pessoas com Deficiência (PcD).

Ao valorizar o olhar infantil, a potência criativa dos materiais reaproveitados e a preservação ambiental, o projeto reforça o compromisso do banco com a promoção da cultura, da inclusão e da sustentabilidade, em aderência as práticas de patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

Oficina “Territórios Livres”
Integrando a programação da mostra, a oficina "Territórios Livres" é uma atividade voltada ao plantio de sementes de plantas nativas da região de Curitiba (PR). O objetivo principal é conscientizar sobre a importância das espécies nativas, estimulando o contato com a natureza e contribuindo para o fortalecimento da biodiversidade local. São oferecidas 40 vagas e podem participar crianças de 4 a 10 anos e seus familiares.

As sementes plantadas durante a oficina serão mantidas na obra-estufa, projetada especialmente para o período expositivo, onde receberão todos os cuidados necessários para o seu desenvolvimento. Durante esse período, participantes e visitantes do espaço poderão acompanhar o crescimento das mudas e compreender o processo de germinação das plantas.

Ao término da exposição, as mudas serão encaminhadas para projetos de reflorestamento, promovendo a recuperação de áreas verdes e contribuindo diretamente com a preservação do meio ambiente. Dessa forma, a oficina alia aprendizado prático ao impacto ambiental positivo, conectando os participantes a ações concretas de cuidado e restauração da natureza.

Serviço:
[Exposição] Cidadela
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Galeria Térreo, Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Abertura com presença da artista e curadora: 16 de agosto, às 16h
Visitação: 17 de agosto a 26 de outubro de 2025
Horários: Terça a sábado das 10h às 20h | Domingo das 10h às 19h
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Ingressos: Entrada gratuita
Acessibilidade: PcD e audiodescrição
Informações: (41) 4501-8722
Agendamento para escolas: (41) 3041-2165
Site Curitiba | CAIXA Cultural
Instagram @caixaculturalcuritiba

Programação Complementar:
[Oficina] Territórios Livres
Data: 17 de agosto
Horário: 10h

Visita mediada com a artista e curadora Maria Ezou
Data: 17 de agosto
Horário: 14h

[Oficina] Expandir Territórios Livres
Data: 26 de outubro
Horário: 10h

Visita mediada com a artista e curadora Maria Ezou
Data: 26 de outubro
Horário: 14h

Assessoria de Imprensa da CAIXA
(45) 3723-0005 / (48) 3062-8008 / (51) 3151-2544 / (41) 4501-8192
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Festival de Samba e Amor comemora 45 anos da Caixa Cultural

Samba de Bamba convida Pedro Luís para três noites de música e celebração

A CAIXA Cultural apresenta o Festival de Samba e Amor para comemorar seus 45 anos de existência. Serão três noites de celebração dentro do projeto Samba de Bamba que convidou o cantor e compositor Pedro Luís para apresentações em formato especial, em shows que alternam músicas, conversas e memórias afetivas, nos dias 12, 13 e 14 de agosto, às 20h, na Caixa Cultural Curitiba. O músico preparou um roteiro exclusivo para Curitiba que ele chama de “Histórias de Samba e Amor”, que traça um panorama afetivo e musical que vai de Noel Rosa aos dias de hoje, costurando clássicos do gênero com histórias de bastidores, curiosidades e conexões com o momento atual da carreira de Pedro Luís.
Pedro Luís, que virá acompanhado pelo maestro, pesquisador musical e violonista Luís Felipe de Lima, explica que esse será um show muito especial. “O samba tem sido meu território de afeto, criação e descobertas ao longo dos anos. E agora, com esse show, eu quis olhar para a história do samba a partir de um filtro que me atravessa muito nesse momento: o amor. Vamos passear por músicas de vários períodos, trazendo causos, lembranças e, claro, muita música boa. Ter o Luís Filipe de Lima comigo nessa empreitada é uma alegria enorme, porque ele é uma enciclopédia viva do samba e um músico brilhante”.
Os músicos
Pedro Luís é um dos nomes mais inventivos da música brasileira contemporânea. Carioca, é reconhecido por seu trabalho com o grupo Pedro Luís e a Parede, além de parcerias com nomes como Roberta Sá, Monobloco, Fernanda Abreu e Lula Queiroga. Com uma trajetória que transita entre o samba, o pop e a música de intervenção urbana, Pedro também é compositor de sucessos gravados por artistas como Maria Rita, Roberta Sá e mais uma extensa lista de nomes da música brasileira. Em 2024, lançou o disco “E Se Tudo Terminasse em Amor?”, um trabalho que reflete sobre afetos e reconexões, além de ter estreado seu primeiro livro de crônicas, “Amor, Palavra Que Se Canta”, uma viagem pessoal pelas canções de amor que marcaram sua vida e carreira.
Luís Filipe de Lima é um dos mais respeitados violonistas de sete cordas do país. Além de instrumentista, é arranjador, pesquisador e produtor musical. Sua trajetória inclui colaborações com grandes nomes do samba e da MPB, como Martinho da Vila e Beth Carvalho Seu conhecimento profundo da história e da linguagem do samba faz dele uma presença fundamental em projetos que propõem releituras e diálogos com as raízes da música brasileira.
Samba de Bamba
Rodrigo Browne, curador e coordenador geral do projeto, comemora a nova edição do evento e adianta que até novembro vai promover uma série de onze shows com nove artistas de várias cidades, que chegam na CAIXA Cultural de Curitiba acompanhados de seus músicos, com a proposta de apresentar o que se convencionou chamar de "Samba de Raiz", mas que, na verdade, trata-se do samba tradicional sem imposições comerciais do mercado. Ele lembra que o projeto se chama Samba de Bamba por conta do programa que produz e apresenta há 29 anos na emissora Paraná Educativa FM – e que foi eleito, em 2023, pelo Prêmio Profissionais da Música, o Melhor Programa de Rádio do Brasil.
Browne enfatiza que, mensalmente, os artistas convidados têm o compromisso de apresentar no repertório composições que respeitam o nosso passado cultural e que, ao mesmo tempo, renovam o samba com qualidade. “Com esse projeto, a CAIXA Cultural possibilita, muitas vezes, um encontro inédito entre artista e público, promovendo uma importante e fundamental democratização da nossa cultura”, finaliza.
Mais informações e entrevistas:
RB Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne – 9 9145-7027
Crédito fotográfico: Linda Benitez/divulgação

SERVIÇO
[Show] Festival de Samba e Amor, com Pedro Luís e Luís Filipe de Lima
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Data: 12, 13 e 14 de agosto
Horário: 20h
Classificação: Livre
Ingressos: Esgotados
Acesso para pessoas com deficiência
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE DAN STULBACH ENCENANDO “O MERCADOR DE VENEZA”

Espetáculo com texto de Shakespeare será apresentado de 6 a 17 de agosto, com oito sessões e oficina gratuita

O ator Dan Stulbach interpreta o agiota judeu Shylock
(Foto: Ronaldo Gutierrez)

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 6 a 17 de agosto, o espetáculo O Mercador de Veneza, nova montagem de um dos textos mais emblemáticos do dramaturgo William Shakespeare. Protagonizada por Dan Stulbach, a peça tem direção de Daniela Stirbulov e será apresentada em oito sessões ao longo de duas semanas. O projeto conta com o patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

Após temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e em Recife, o espetáculo estreia na capital paranaense com uma abordagem contemporânea da obra escrita no século XVI. A adaptação transporta a história original para os anos 1990, ressaltando temas como intolerância, racismo, antissemitismo e as contradições do capitalismo emergente, todos ainda muito atuais.

Na trama, o personagem Shylock, interpretado por Stulbach, assume o protagonismo. Ele é um agiota judeu que empresta dinheiro ao mercador Antônio, com a garantia de uma libra de carne como pagamento em caso de inadimplência. O desenrolar da dívida culmina em um julgamento dramático, que expõe os limites entre justiça e preconceito.

“O texto nos confronta com os dilemas da convivência social, da intolerância religiosa e da desigualdade. Shakespeare não entrega heróis ou vilões definidos, todos os personagens têm contradições”, afirma a diretora Daniela Stirbulov.

Além das apresentações teatrais, o público poderá participar da oficina gratuita “O Mundo é um Palco”, no sábado, 16 de agosto, das 14h às 18h. Voltada a estudantes de artes cênicas a partir de 14 anos, a atividade será conduzida por dois atores do elenco e oferecerá exercícios práticos e leitura de cenas da peça. As inscrições devem ser feitas por este link.

Serviço:
[Teatro] O mercador de Veneza
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: de 6 a 17 de agosto de 2025
Horários: 06 e 07 de agosto às 20h, 08 de agosto às 20h30, 09 de agosto às 20h, 10 de agosto às 19h, 15 de agosto às 20h30, 16 de agosto às 20h e 17 de agosto às 19h.
Nas apresentações de sábado dia 09/08 e sábado dia 16/08 as sessões serão com Acessibilidade Comunicacional e ao final do espetáculo terá bate-papo com os artistas.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada, conforme legislação vigente, e clientes CAIXA).
Vendas: a partir das 10h do dia 02/08/2025 presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural e a partir das 15h no site www.sympla.com.br.
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos das 10h às 19h.
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos.
Lotação: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

[Oficina] O Mundo é um Palco
Data: 16 de agosto de 2025.
Horário: das 14h às 18h.
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos.
Ingressos: Entrada franca - mediante inscrição por este link.

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA A EXPOSIÇÃO YARA MARTINS, DA PAISAGEM À MEMÓRIA, EM SILÊNCIO GRITA

Mostra convida a pensar o tempo, a memória e a urgência de preservar a natureza
Sem título, óleo sobre madeira, 80x80cm, 2025
A CAIXA Cultural Curitiba recebe a exposição Yara Martins, Da Paisagem à Memória, em Silêncio Grita. A abertura será no dia 12 de julho, às 16h, na Galeria Mezanino, que estará aberta à visitação de 13 de julho a 21 de setembro, com entrada gratuita.
Com curadoria de Fernando Bini, a mostra apresenta um recorte da produção de Yara Martins, artista de 80 anos com trajetória marcada pela investigação da natureza, da matéria e da memória. A exposição destaca a evolução de suas técnicas e pesquisas ao longo do tempo, evidenciando sua profunda relação com a madeira como suporte e símbolo.
O processo de sua produção consiste no manuseio prático de ferramentas não convencionais para arte, tais como serra elétrica, lixadeira, lança-chamas, entre outros. A madeira carrega os vestígios deixados pelo homem na natureza e, em suas obras, torna-se espaço de denúncia e preservação. As cores e abordagens revelam a sensibilidade da artista com os territórios que habita, construindo um diálogo entre sua experiência pessoal e as grandes questões ambientais e sociais contemporâneas.
A mostra convida o público a um estado de pausa e introspecção. Um espaço para pensar o tempo, a memória e a urgência de preservar – a nós mesmos, à natureza, às histórias que nos constituem.

SERVIÇO:
[Exposição] Yara Martins, da paisagem à memória, em silêncio grita
Local: CAIXA Cultural Curitiba, Galeria Mezanino – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Abertura: 12 de julho, sábado, às 16h
Visitação: 13 de julho a 21 de setembro de 2025
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação: Livre
Entrada gratuita
Acesso para pessoas com deficiência
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA SHOW DE PAULA LIMA CANTANDO RITA LEE

Ingressos começam a ser vendidos no dia 19 de julho

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Paula Lima. Foto: Juliana Helcer

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta a diva da Música Popular Brasileira Paula Lima no show “Soul Lee”, espetáculo em que ela revisita Rita Lee em versões pessoais, cheias de suingue black ‘n’ roll. Os shows acontecem em curta temporada, de 24 a 27 de julho, sendo duas sessões no sábado, dia 26.

A paulistana tem voz e sonoridade ímpares, e já teve o prazer de dividir o palco com a rainha do rock. “Foi um momento musicalmente único, mas também uma experiência arrebatadora pelos conselhos que ouvi de uma das artistas que mais admiro na vida, desde sempre”, destaca Paula.

Em 2019 essa admiração se converteu no espetáculo “Soul Lee”, em que a cantora celebra o legado da maior hitmaker do pop nacional em um tributo vibrante e alto astral. O show ganhou reverberação midiática, caiu na estrada, lotou teatros importantes do país e levou Paula a homenagear Rita no Acoustic Sessions, no Grammy Latino 2022.

Dirigido pela própria cantora e acompanhada dos músicos Bruno Nunes, Deusnir Souza, Douglas Couto e João Cedric, Paula traz uma sonoridade suingada surpreendente, que não tem a menor pretensão de melhorar aquilo que já é excelente. Em espetáculo elaborado, autoral e muito bem cuidado, abraça as canções de Rita imprimindo ali suas digitais, sem se resumir ao cover.

Paula Lima

Com mais de duas décadas de carreira sólida e reverberação internacional que a levou a festivais em diversos continentes, Paula Lima gravou quatro álbuns e o DVD atemporal “Sambachic”. Famosa pela representatividade, personalidade e identidade, foi indicada a prêmios importantes como o Grammy Latino. Protagonizou musicais como Cats e Brasilis e é figura pop na cultura nacional, com destaque midiático. Foi comentarista do Carnaval de São Paulo na Rede Globo, jurada de reality show musical e é apresentadora do programa “Chocolate Quente”, pela Rádio Eldorado, vencedor do Prêmio APCA.

SERVIÇO:

[Música] Show “Soul Lee” – Paula Lima canta Rita Lee
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: 24 a 27 de julho (quinta-feira a domingo). Show de sexta-feira 25 com intérprete de Libras e bate-papo com a artista
Horário: quinta e sexta-feira às 20h; sábado às 18h e 20h; e domingo às 19h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei); vendas a partir das 10h do dia 19 de julho de 2025 presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba, e a partir das 15h no site www.sympla.com.br
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos das 10h às 19h
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

Brasil Mestiço no Samba de Bamba

A CAIXA apresenta o show Brasil Mestiço com a sambista carioca Roberta Nistra e o grupo Sambanosso no projeto Samba de Bamba que acontece na próxima terça-feira, dia 1º de julho, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). No palco a artista convidada vai promover uma roda de samba acompanhada por uma banda formada por mulheres LGBTQIA+, negras, brancas e com toda a diversidade tipicamente brasileira. No repertório, além de canções autorais de seus dois discos, Roberta Nistra vai interpretar clássicos do samba de autores como Elton Medeiros, Moacyr Luz, Dona Ivone Lara, Dorival Caymmi, Roque Ferreira, Toninho Geraes e muitos outros. Os ingressos, com preços populares de R$20 e R$10 (meia-entrada), já estão à venda na bilheteria, e on-line pela plataforma digital Sympla.
A cantora, compositora e cavaquinista Roberta Nistra conta que vai trazer para Curitiba o mesmo formato de uma roda de samba que ela comanda desde 2017 no Rio de Janeiro. “Nossa roda é focada em contemplar a diversidade do cenário do samba. A cada edição nós convidamos um artista do cenário tradicional, LGBTQIA+ e alternativo do samba”, esclarece.
Ela conta que o grupo Sambanosso – formado por Mari Araújo (pandeiro, caixa e voz), Márcia Viegas (surdo e congas), Marcia Guedes (violão e voz) e (Viviane Araújo (banjo e voz) - tem o objetivo de agregar todas as brasilidades possíveis, com repertório profundamente enraizado no Samba de Raiz. “O tema do nosso show ‘Brasil Mestiço’ mostra a quão multifacetada é a mão feminina que segura com orgulho seu instrumento, para tocar um bom samba. Traz, acima de tudo, um sentimento que quero compartilhar com o público de Curitiba”, considera.
Roberta Nistra
Carioca de Vila Isabel, Roberta Nistra está envolvida com a música desde criança. Há 30 anos, abraçou a carreira profissional, começando a se apresentar em casas noturnas do bairro da Lapa, onde acompanhou de perto o movimento de revitalização da Lapa tocando na roda antológica no Bar do Seu Claudio. Como cavaquinista, Roberta acompanhou nomes do quilate de Monarco, Moreira da Silva, Wilson Moreira e Wilson das Neves.
Seu primeiro álbum, Roberta Nistra, saiu pela Biscoito Fino em 2011 e teve excelente repercussão de público e crítica. Recentemente lançou seu segundo álbum, Eu não ando só, gravado no fim de 2024 entre estúdios de Madrid (Espanha), Lisboa (Portugal) e Rio de Janeiro (Brasil). Nistra foi indicada ao Prêmio da Música Brasileira como melhor cantora na categoria Regional, ganhadora do prêmio "Mulheres que Inspiram 2025, ganhadora da Moção do Prêmio Profissionais da Música 2025. A próxima atração do projeto é o músico e compositor carioca Pedro Luís, nos dias 12, 13 e 14 de agosto no Samba de Bamba Especial que celebra o aniversário de 45 anos da CAIXA Cultural.

Serviço:
Samba de Bamba – Roberta Nistra
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 01 de julho
Horário: terça-feira, às 20h.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Teatro ou na plataforma digital Sympla.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

Crédito fotográfico: AF Rodrigues/divulgação

SONHO DO SONHO DO SONHO André Mendes abre exposição onírica na CAIXA Cultural Curitiba

A exposição individual “Sonho do sonho do sonho”, do artista visual André Mendes, abre no dia 24 de junho de 2025 na CAIXA Cultural Curitiba. Com curadoria de Isadora Mattiolli, a mostra apresenta ao público um conjunto de obras que se moldam a partir do interjogo entre memória, realidade, sonho e imaginação — pontos centrais da pesquisa mais recente do artista.
Utilizando em suas pinturas o marcante bastão de óleo, Mendes evidencia a fusão entre camadas materiais e conceituais, sugerindo uma nova perspectiva sobre a percepção do tempo, da consciência e da materialidade do afeto como efeito mútuo.

Comprometido com a ampliação do acesso à arte, o artista incorpora à exposição esculturas táteis, permitindo que as obras possam ser “vistas com as mãos”. A proposta é expandir a experiência sensorial do público e reforçar a importância da inclusão nos espaços expositivos.
“Sonho do sonho do sonho” é um convite para adentrar atmosferas poéticas em que tempo e matéria se dissolvem — criando uma travessia entre o real e o imaginado, o íntimo e o coletivo.

Serviço

Artista: André Mendes | Curadoria: Isadora Mattiolli
Abertura: 24 de junho de 2025 | Período expositivo: 25 de junho a 4 de agosto de 2025
Local: Caixa Cultural - Curitiba Rua Conselheiro Laurindo, 280

CAIXA CULTURAL CURITIBA CELEBRA CENTENÁRIO DE DALTON TREVISAN COM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

Semana Dalton 100 oferece atividades gratuitas com oficinas, palestras, bate-papos e exibição de acervo inédito do escritor

Dalton Trevisan em sua juventude. Foto: acervo pessoal
A CAIXA Cultural Curitiba realiza, entre os dias 11 e 15 de junho, a Semana Dalton 100, com uma programação especial em homenagem ao centenário de nascimento do escritor curitibano Dalton Trevisan. Conhecido como o “vampiro de Curitiba”, o autor é considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira contemporânea e completaria 100 anos no dia 14 de junho.

Durante cinco dias, o público poderá participar de leituras dramáticas, palestras, bate-papos, oficinas e exibições exclusivas de documentos raros. Todas as atividades são gratuitas e buscam aproximar leitores novos e antigos da trajetória e da produção literária do notório recluso Trevisan, marcada pelo estilo conciso e personagens urbanos.

A programação começa na quarta-feira (11), com a leitura comentada Trevisan em contos: textos escolhidos, que propõe uma imersão sensível em suas narrativas curtas, com o apoio de recursos cênicos e visuais.

Na quinta-feira (12), o biógrafo Christian Schwartz apresenta a palestra Uma biografia, compartilhando os bastidores da primeira biografia autorizada de Trevisan, fruto de uma extensa investigação iniciada em 2023 com acesso a cartas, diários e arquivos inéditos do autor.

No mesmo dia, uma amostra da mostra Dalton Trevisan — Espião de Almas, prevista para o segundo semestre na CAIXA Cultural Curitiba, será exposta no foyer do espaço. A exposição citada trará itens do acervo pessoal do autor, como diários, prêmios, correspondências, manuscritos, entre outros.

Na sexta-feira (13), acontece o bate-papo Na sala de edição e montagem do contista, que discute o processo criativo do autor com exibição de trechos de seus filmes favoritos e mesa redonda com o cineasta Estevan Silveira, o editor Thiago Tizzot, e a diretora teatral Nena Inoue, sob mediação de Fabiana Faversani.

No fim de semana (14 e 15), será oferecida a oficina Cadernos Artesanais, conduzida por Fernando Ribeiro. A atividade propõe a criação de pequenas edições artesanais inspiradas nos famosos “caderninhos” distribuídos por Dalton entre amigos próximos.

Ainda no sábado (14), o evento Dentro e fora da cena exibe um documentário inédito do Instituto Moreira Salles (IMS), seguido de uma performance de Pedro Inoue. O bate-papo posterior reúne a pesquisadora Sandra Stroparo, o tradutor e professor Caetano Galindo e o editor André Conti, com mediação de Fabiana Faversani.

Encerrando a semana, no domingo (15) acontece a mesa Os desdobramentos da obra, com foco na personalidade silenciosa e observadora do autor. A conversa será mediada por Fabiana Faversani e contará com os jornalistas Irinêo Baptista Netto, Luiz Claudio Soares de Oliveira e Rogério Galindo.

Programação:
Centenário Dalton Trevisan em conto
📅 11 de junho (quarta-feira) |⏰18h30 às 20h | Público: livre
Palestra com Christian Schwartz – Uma biografia
📅 12 de junho (quinta-feira) | ⏰19h às 21h | Público: acima de 16 anos
Exibição e bate-papo – Cinemateca Dalton: Na sala de edição e montagem do contista
📅 13 de junho (sexta-feira) | ⏰19h30 às 21h30 | Público: acima de 16 anos
Oficina de Cadernos Artesanais – com Fernando Ribeiro
📅 14 e 15 de junho (sábado e domingo) | ⏰15h às 17h30 | Público: acima de 16 anos
Exibição de documentário + performance + mesa-redonda: Dentro e fora da cena
📅 14 de junho (sábado) | ⏰18h às 20h30 | Público: acima de 16 anos
Mesa-redonda – Dalton 100: Os desdobramentos da obra
📅 15 de junho (domingo) | ⏰18h às 20h | Público: acima de 16 anos

SERVIÇO
Semana Dalton 100 — Homenagem aos 100 anos de Dalton Trevisan
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: De 11 a 15 de junho de 2025
Ingressos: Gratuitos – Distribuição de senhas a partir de 30 minutos antes de cada evento
Classificação indicativa: 16 anos
Capacidade: 125 lugares (2 reservados para cadeirantes)
Mais informações e programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural | caixaculturalcuritiba |
(41) 3041-2155

O samba mineiro de Giselle Couto na CAIXA Cultural

A CAIXA apresenta a cantora e compositora mineira Giselle Couto, quarta atração do projeto Samba de Bamba, que vai se apresentar na próxima terça-feira, dia 3, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). No roteiro musical do show, as canções autorias de Giselle se mesclam aos sambas clássicos e grandes sucessos de nomes como Dona Ivone Lara, Toninho Geraes, Hermínio Bello de Carvalho, Martinho da Vila entre outros. Os ingressos, com preços populares de R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada), já estão à venda presencialmente na bilheteria, e on-line, pela plataforma digital Sympla.
Pela primeira vez em Curitiba, Giselle Couto vem de Belo Horizonte acompanhada por sua banda formada por grandes nomes da cena mineira: Anderson Augusto (cavaquinho), Henrique 7 cordas (violão 7), Clayton Souza e Lipe Cordeiro (percussões). A cantora promete levar ao público o clima da roda de samba que realiza na capital mineira para o palco da CAIXA Cultural.
No projeto Samba de Bamba Giselle vai mostrar seu canto potente e verdadeiro, com a segurança que mais de duas décadas de carreira lhe conferem. Além de seus sambas autorais e de composições contemporâneas, ela vai celebrar a força da natureza de sua conterrânea, Clara Nunes, através de uma belíssima homenagem. Após o show, Giselle vai realizar um bate-papo, aberto ao público, com o tema Samba Mineiro, para contar um pouco sobre sua trajetória e trazer o tema da representatividade mineira no samba atual e quais as dificuldades que os artistas encontram para se projetar nacionalmente.
Intérprete dona de uma bela e inconfundível voz, Giselle Couto é cantora, compositora, educadora e diretora musical. O início de carreira no samba começou em 2002 e nessa trajetória já gravou dois discos (Giselle Couto 2016 e Natureza 2019) e um projeto audiovisual ao vivo (disponível no Youtube) lançado em 2024. Formada em Música pela Universidade Federal de Ouro Preto, Giselle Couto também é professora de música da escola de música do Inhotin e produtora musical, atuando em diversos projetos culturais em Minas Gerais.
A próxima atração do projeto é a sambista Roberta Nistra, no dia 1º de julho.

Serviço:
Samba de Bamba – Giselle Couto
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 03 de junho
Horário: terça-feira, às 20h.
Após o show, haverá um bate-papo aberto ao público, com o tema “Samba Mineiro”.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Teatro ou na plataforma digital Sympla.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural| Instagram @caixaculturalcuritiba

CRÉDITO FOTOGRÁFICO: Alexandre Rezende/Divulgação

A força feminina de Alana Moraes no Samba de Bamba

A CAIXA apresenta a cantora e compositora Alana Moraes, terceira atração do projeto Samba de Bamba, que vai apresentar o show Balança Mas Não Cai no dia 13 de maio, terça-feira, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). A artista, que faz sua estreia nos palcos em Curitiba, vem acompanhada por sua banda com quatro músicos. No palco ela vai interpretar clássicos de mestres como João Bosco, Clara Nunes, Carmen Miranda, Elis Regina, Elza Soares, Baden Powell, Luiz Melodia, Alcione, Ary Barroso Lupicínio Rodrigues, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz, Toninho Geraes, além de apresentar composições autorais. Os ingressos, com preços populares de R$20 e R$10 (meia-entrada), já estão à venda, presencialmente na bilheteria ou on-line, pela plataforma digital Sympla.
Alana Moraes convida o público curitibano para um show muito especial: “Prepare-se para uma noite onde o samba se torna celebração, a batucada é oração e a música é o elo entre o sagrado e o profano”. Ela conta que o espetáculo Balança Mas Não Cai, vai mergulhar em um universo onde a força feminina, a ancestralidade afro-brasileira e a alegria do cotidiano se entrelaçam em um repertório vibrante e cheio de significado. “É um show que celebra a boemia e a conexão entre as pessoas através da música. Cada canção é uma celebração da diversidade cultural brasileira, exaltando o amor ao Brasil e aos brasileiros”, define.
Alana Moraes
Nascida em Palmeira das Missões (RS), Alana Moraes é uma artista que representa a nova geração da música brasileira com autenticidade e paixão. Cantora e compositora de alma livre, dona de uma voz afiada e interpretação comovente, Alana começou sua carreira em bailes no Sul até fazer turnês internacionais. Hoje, morando no Rio de Janeiro, ela transita com naturalidade entre o MPB, samba jazz, pop, bossa nova e ritmos latino-americanos. No samba — espaço ainda majoritariamente masculino — Alana se afirma como uma voz feminina potente, que defende a liberdade de ser quem se é. Sua presença marcante e entrega apaixonada fazem dela uma artista cativante que inspira e conecta o público em todos os projetos que realiza.
A próxima atração do projeto é a sambista mineira Giselle Couto, no dia 03 de junho.

Serviço:
Samba de Bamba – Alana Moraes
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 13 de maio
Horário: terça-feira, às 20h.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados on-line pela plataforma digital Sympla.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural| Instagram @caixaculturalcuritiba
Assessoria de Imprensa Curitiba:

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA ESPETÁCULO AMAZONENSE INÉDITO NO SUL QUE COMBINA DANÇA E TEATRO COM MANIFESTAÇÕES LATINO-AMERICANAS

Ganhador do Prêmio Shell de Teatro de 2024 na categoria destaque nacional, evento acontece de 15 a 25 de maio

Foto: Hamylle Nobre

De 15 a 25 de maio, a CAIXA Cultural Curitiba apresenta o espetáculo amazonense As Cores da América Latina, que combina dança e teatro e incorpora três manifestações latino-americanas – a Fiesta de la Tirana, do Chile, a Huaconada, do Peru, e Cavalo-Marinho, do Brasil. As sessões ocorrem de quinta-feira a sábado às 20h e nos domingos, às 19h.

Ganhador do Prêmio Shell de Teatro em 2024 na categoria destaque nacional, o espetáculo da Panorando Cia. e Produtora aposta na visualidade e faz o uso de cores vibrantes, utilizando seis máscaras de Fofão, personagem do Carnaval Maranhense, que completam a estética das personas no palco, apresentando a história do último Fofão como uma homenagem a algumas tradições latinas.

A Fiesta de La Tirana, do Chile, é considerada a celebração religiosa mais importante do país, sendo marcada por tambores, trompetes e acordeões acompanhados por pessoas fantasiadas com saias pomposas e demônios com pedaços coloridos saltando.

Já a Huaconada, do Peru, é uma dança ritualística típica realizada pelos huacones, homens mascarados que executam movimentos coreografados em uma celebração da vida, da natureza e da comunidade. O Cavalo-Marinho, do Brasil, é uma brincadeira popular característica do norte de Pernambuco e do sul da Paraíba, tendo sido reconhecido como Patrimônio Imaterial do Brasil. O teatro envolve performances dramáticas, poéticas, musicais e coreográficas, representando o cotidiano, o real e o imaginário desse grupo social brasileiro.

Em As Cores da América Latina, a influência das três festividades forma um documento/manifesto da história e estética latino-americanas para falar sobre temas como amor, morte e nascimento.

Sobre a Panorando Cia. e Produtora
Criada em 2016, a Panorando atua nos campos da produção de eventos e da montagem de espetáculos. Interessada nas intersecções entre as artes cênicas e manifestações culturais latino-americanas, o coletivo já criou cinco espetáculos, dentre os quais se destacam “Sodade” (2019) e “As Cores da América Latina” (2023), obras que já foram apresentadas mais de 90 vezes no Amazonas, Rondônia, Pará, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso e São Paulo.

SERVIÇO:
[Teatro/Dança] As Cores da América Latina
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 15 a 25 de maio de 2025
Horários: quintas-feiras a sábados às 20h | domingos às 19h
Acessibilidade: a sessão do sábado 17 contará com tradução em Libras e audiodescrição
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$15 (meia-entrada e clientes CAIXA)
Vendas: a partir do dia 3 de maio às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: terça a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Duração: 45 minutos
Acesso para pessoas com deficiência motora
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL CURITIBA PROMOVE OFICINA TOMADA ÚNICA DO CURTA 8: UM DESAFIO CRIATIVO EM PELÍCULA SUPER 8

As inscrições são gratuitas até 10 de maio e os participantes selecionados receberão filme e filmadoras para realizar curtas-metragens

Foto: Poldo Aks

A CAIXA Cultural Curitiba e o CURTA 8 - Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba promovem, nos dias 17 e 18 de maio, a Oficina Tomada Única. Além de tomarem conhecimento das técnicas de filmagem em Super 8 – e da operação dos equipamentos, os participantes selecionados para a oficina receberão cartuchos de película e filmadoras. Depois disso, terão cinco semanas para produzir seus filmes, que devem ser totalmente captados e montados na câmera, para serem exibidos na mostra competitiva do Festival. As inscrições para a oficina são gratuitas e estão abertas até o dia 10 de maio, exclusivamente pelo site www.curta8.com.br

Ministrada pelo cineasta Pedro Merege, a oficina segue a proposta de captação em tomada única, a exemplo de eventos de super 8 que vêm conquistando o público em países da Europa, tais como França, Espanha, Suíça e Alemanha. Nesses festivais, são exibidos apenas filmes montados diretamente na câmera. Ao realizador é permitido utilizar efeitos de manipulação fotográfica durante a exposição para criar as transições nos cortes. Contudo, é proibida qualquer edição posterior nas imagens captadas, o que exige planejamento prévio e conhecimento básico de fotografia de cinema.

O resultado é sempre uma surpresa, tanto para o público como para os produtores que assistem aos filmes pela primeira vez durante o festival. A sonorização também fica a critério dos próprios realizadores, que podem optar pela execução de um CD com trilha sonora ou realizar performances, dublagens, ou mesmo a execução ao vivo do som a partir de instrumentos tocados durante a exibição do filme.

Este ano a oficina oferece três opções de participação. A primeira é para filmes com temática livre (18 vagas), a segunda para clipes musicais (5 vagas), e a terceira para filmes editados (2 vagas). Nesta última categoria os participantes receberão dois cartuchos de película e poderão editar digitalmente os filmes.

No site www.curta8.com.br, estão disponíveis o regulamento com os detalhes para a participação na oficina e o formulário a ser preenchido. Não é necessária experiência anterior em cinema, porém é recomendado que o participante possua noções básicas de fotografia. Ao longo dos últimos 16 anos, a oficina já produziu mais de 200 filmes em Super 8. Várias deles participaram de festivais internacionais de cinema, e muitos foram inclusive premiados.

O CURTA 8 é uma realização da Perfil vídeo e cultura e da Processo Multiartes, com o patrocínio da CAIXA. A atividade acontecerá entre os dias 11 de outubro a 14 de setembro. Mais informações sobre a oficina e o festival estão disponíveis no site www.curta8.com.br.

45 anos da CAIXA Cultural

Os espaços da CAIXA Cultural se abrem para os diferentes modos de produzir, sentir, exibir e criar a partir das práticas artísticas em celebração às culturas brasileiras. Com sedes em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a CAIXA Cultural articula uma rede de conexões e possibilidades para promover a arte pensada e produzida por e para o povo brasileiro.

Em 2025, a CAIXA Cultural celebra 45 anos de atuação como um espaço de fomento à cultura, promovendo a diversidade artística e o acesso à arte em todo o Brasil. Em 1980, foi criada a primeira CAIXA Cultural em Brasília, iniciativa pioneira na valorização e no apoio à cultura de forma inclusiva, diversa, democrática e sustentável.

A CAIXA Cultural atua também na divulgação e preservação de um grande acervo artístico e na realização do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, promovendo o estímulo à reflexão e criatividade.

SERVIÇO:
Oficina Tomada Única do CURTA 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 17 e 18 de maio de 2025
Horários: Sábado das 10h às 18h | Domingo das 10 às 14h
Inscrições: gratuitas e pelo site Link até 10 de maio
Vagas: 25
Classificação etária: Maiores de 16 anos
Acesso para pessoas com deficiência motora
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722 e pelo e-mail

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA CLÁUDIA ABREU EM VIRGINIA

A atriz mergulha no universo de Virginia Woolf para a criação de seu primeiro solo, com direção de Amir Haddad

Cláudia Abreu encena Virginia. Foto: Flavia Canavarro

A CAIXA Cultural Curitiba recebe o monólogo Virginia, baseado na vida e obra da autora inglesa Virginia Woolf, espetáculo marca a estreia da atriz Cláudia Abreu como autora teatral, poderá ser visto nos dias 25, 26 e 27 de abril, sexta e sábado às 20h e domingo às 17h. Os ingressos estão disponíveis para venda na bilheteria do teatro da CAIXA.

Cláudia Abreu apresenta seu primeiro monólogo, que foi idealizado e escrito por ela a partir da vida e da obra de Virginia Woolf (1882-1941). Em cena, a atriz interpreta a genial escritora inglesa, cuja trajetória foi marcada por tragédias pessoais e uma linha tênue entre a lucidez e a loucura. A estrutura do texto se apoia no recurso mais característico da literatura da escritora: a alternância de fluxos de consciência, capaz de ‘dar corpo’ às vozes reais ou fictícias, sempre presentes em sua mente.

Virginia é o resultado dos vários atravessamentos que Virginia Woolf provocou em Cláudia Abreu ao longo de sua trajetória. A vida e a obra da autora inglesa são os motores de criação deste espetáculo, fruto de um longo processo de pesquisa e experimentação que durou mais de cinco anos. Primeiro monólogo da carreira da atriz, o solo marca ainda a sua estreia na dramaturgia e o retorno da parceria com Amir Haddad, que a dirigiu em ‘Noite de Reis’ (1997).

O monólogo, que estreou em julho de 2022 em São Paulo, já percorreu mais de 25 cidades, entre elas Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), além de Guanajuato no México, o espetáculo fez parte da programação do Festival Internacional Cervantino, e Lisboa em Portugal. A montagem foi vista por mais de 45.000 pessoas, e agora em 2025 segue sua itinerância com as apresentações programadas na Caixa Cultural.

Inspiração
A relação de Cláudia com Virginia Woolf começa em Orlando, encenação assinada por Bia Lessa, em 1989. Aos 18 anos, ela travou contato inicial com a escritora de clássicos como ‘Mrs Dalloway’, ‘Ao Farol’ e ‘As Ondas’. No entanto, somente em 2016, com a indicação de uma professora de literatura, que a atriz reencontrou e mergulhou de cabeça no universo da autora. Após ler e reler alguns livros, incluindo as memórias, biografias e diários, a vontade de escrever sobre Virginia falou mais alto.

‘Eu me apaixonei por ela novamente. Fiquei fascinada ao perceber como uma pessoa conseguiu construir esta obra brilhante com tanto desequilíbrio, tragédias pessoais e problemas que teve na vida. Como ela conseguiu reunir os cacos?’, questiona a atriz, que enxerga ‘Virginia’ também como um marco de maturidade em sua trajetória: ‘o texto também vem deste desejo de fazer algo que me toca, do que me interessa falar hoje. De falar do ser humano, sobre o que fazemos com as dores da existência, sobre as incertezas na criação artística, também falar da condição da mulher ontem e hoje. Não poderia fazer uma personagem tão profunda sem a vivência pessoal e teatral que tenho hoje’, avalia.

A dramaturgia de Virginia foi concebida como inventário íntimo da vida da autora. Em seus últimos momentos, ela rememora acontecimentos marcantes em sua vida, a paixão pelo conhecimento, os momentos felizes com os queridos amigos do grupo intelectual de Bloomsbury, além de revelar afetos, dores e seu processo criativo.

A chegada de Amir ao projeto veio ao encontro do desejo de Cláudia em encenar o seu próprio texto. Malu Valle, que assina a codireção da montagem, chegou no processo quando Amir se recuperava de covid e contribuiu em toda a etapa final de Virginia.

45 anos da CAIXA Cultural
Os espaços da CAIXA Cultural se abrem para os diferentes modos de produzir, sentir, exibir e criar a partir das práticas artísticas em celebração às culturas brasileiras.

Com sedes em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a CAIXA Cultural articula uma rede de conexões e possibilidades para promover a arte pensada e produzida por e para o povo brasileiro.

Em 2025, a CAIXA Cultural celebra 45 anos de atuação como um espaço de fomento à cultura, promovendo a diversidade artística e o acesso à arte em todo o Brasil.

Em 1980, foi criada a primeira CAIXA Cultural em Brasília, iniciativa pioneira na valorização e no apoio à cultura de forma inclusiva, diversa, democrática e sustentável.

A CAIXA Cultural atua também na divulgação e preservação de um grande acervo artístico e na realização do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, promovendo o estímulo à reflexão e criatividade.
Culturar é viver grandes histórias com você.

SERVIÇO:

[Monólogo] Virginia
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 25, 26 e 27 de abril de 2025
Horário: sexta-feira e sábado às 20h e domingo às 17h
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia)
Vendas: a partir do dia 19 de abril às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: terça a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h.
Lotação: 125 lugares
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA ESPETÁCULO CARREGADO DE TRAÇOS DA CULTURA E DA ARTE NIPÔNICA

Monólogo de Douglas Kodi é um conto sobre guerra e amizade

Douglas Kodi em cena. Foto: Renato Domingos

A CAIXA Cultural Curitiba traz ao palco, entre 10 e 13 de abril, o monólogo O Soldado, a Tigresa e uma outra história, do ator e diretor Douglas Kodi. O espetáculo é carregado de traços da cultura e da arte nipônica e promete uma experiência sensível e acessível ao público infantojuvenil.

O texto e a direção são assinados por Douglas Kodi, artista nipo-brasileiro indicado ao Troféu Gralha Azul de Melhor Ator por esta montagem. Baseada na commedia dell’arte, gênero teatral caracterizado pela improvisação, máscaras e personagens fixos, e influenciada por elementos da cultura japonesa e dos animes, a peça é inspirada livremente nas vidas e obras de Dario Fo, Cláudio Seto, Hiroo Onoda e Paulo Leminski.

No espetáculo são abordados temas como identidade, amizade, pertencimento e convivência com o diferente, com forte presença da representatividade amarela.

Sinopse
Nas palavras de Douglas Kodi, “essa é a história do meu bisavô quando foi para a guerra e embarcou no navio Ashigarô. Ele contou que tomou um tiro na guerra, fugiu para a Ásia e morou com uma Tigresa e um tigrinho em uma caverna. Depois disso tudo, ele volta para casa com a ajuda de um amigo e isso já é uma outra história”, finaliza.

SERVIÇO:
[Teatro] O Soldado, a Tigresa e uma outra história
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, n° 280, Centro
Data: 10 a 13 de abril de 2025 (quinta-feira a domingo)
Horário: quinta e sábado às 20h e no domingo às 19h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para todos os casos previstos em lei)
Vendas: a partir do dia 5 de abril às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: de terça a sábado das 10h às 20h, domingo das 10h às 19h
Classificação indicativa: livre
Duração: 50 minutos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722