CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE DAN STULBACH ENCENANDO “O MERCADOR DE VENEZA”

Espetáculo com texto de Shakespeare será apresentado de 6 a 17 de agosto, com oito sessões e oficina gratuita

O ator Dan Stulbach interpreta o agiota judeu Shylock
(Foto: Ronaldo Gutierrez)

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 6 a 17 de agosto, o espetáculo O Mercador de Veneza, nova montagem de um dos textos mais emblemáticos do dramaturgo William Shakespeare. Protagonizada por Dan Stulbach, a peça tem direção de Daniela Stirbulov e será apresentada em oito sessões ao longo de duas semanas. O projeto conta com o patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

Após temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e em Recife, o espetáculo estreia na capital paranaense com uma abordagem contemporânea da obra escrita no século XVI. A adaptação transporta a história original para os anos 1990, ressaltando temas como intolerância, racismo, antissemitismo e as contradições do capitalismo emergente, todos ainda muito atuais.

Na trama, o personagem Shylock, interpretado por Stulbach, assume o protagonismo. Ele é um agiota judeu que empresta dinheiro ao mercador Antônio, com a garantia de uma libra de carne como pagamento em caso de inadimplência. O desenrolar da dívida culmina em um julgamento dramático, que expõe os limites entre justiça e preconceito.

“O texto nos confronta com os dilemas da convivência social, da intolerância religiosa e da desigualdade. Shakespeare não entrega heróis ou vilões definidos, todos os personagens têm contradições”, afirma a diretora Daniela Stirbulov.

Além das apresentações teatrais, o público poderá participar da oficina gratuita “O Mundo é um Palco”, no sábado, 16 de agosto, das 14h às 18h. Voltada a estudantes de artes cênicas a partir de 14 anos, a atividade será conduzida por dois atores do elenco e oferecerá exercícios práticos e leitura de cenas da peça. As inscrições devem ser feitas por este link.

Serviço:
[Teatro] O mercador de Veneza
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: de 6 a 17 de agosto de 2025
Horários: 06 e 07 de agosto às 20h, 08 de agosto às 20h30, 09 de agosto às 20h, 10 de agosto às 19h, 15 de agosto às 20h30, 16 de agosto às 20h e 17 de agosto às 19h.
Nas apresentações de sábado dia 09/08 e sábado dia 16/08 as sessões serão com Acessibilidade Comunicacional e ao final do espetáculo terá bate-papo com os artistas.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada, conforme legislação vigente, e clientes CAIXA).
Vendas: a partir das 10h do dia 02/08/2025 presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural e a partir das 15h no site www.sympla.com.br.
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos das 10h às 19h.
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos.
Lotação: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

[Oficina] O Mundo é um Palco
Data: 16 de agosto de 2025.
Horário: das 14h às 18h.
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos.
Ingressos: Entrada franca - mediante inscrição por este link.

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA A EXPOSIÇÃO YARA MARTINS, DA PAISAGEM À MEMÓRIA, EM SILÊNCIO GRITA

Mostra convida a pensar o tempo, a memória e a urgência de preservar a natureza
Sem título, óleo sobre madeira, 80x80cm, 2025
A CAIXA Cultural Curitiba recebe a exposição Yara Martins, Da Paisagem à Memória, em Silêncio Grita. A abertura será no dia 12 de julho, às 16h, na Galeria Mezanino, que estará aberta à visitação de 13 de julho a 21 de setembro, com entrada gratuita.
Com curadoria de Fernando Bini, a mostra apresenta um recorte da produção de Yara Martins, artista de 80 anos com trajetória marcada pela investigação da natureza, da matéria e da memória. A exposição destaca a evolução de suas técnicas e pesquisas ao longo do tempo, evidenciando sua profunda relação com a madeira como suporte e símbolo.
O processo de sua produção consiste no manuseio prático de ferramentas não convencionais para arte, tais como serra elétrica, lixadeira, lança-chamas, entre outros. A madeira carrega os vestígios deixados pelo homem na natureza e, em suas obras, torna-se espaço de denúncia e preservação. As cores e abordagens revelam a sensibilidade da artista com os territórios que habita, construindo um diálogo entre sua experiência pessoal e as grandes questões ambientais e sociais contemporâneas.
A mostra convida o público a um estado de pausa e introspecção. Um espaço para pensar o tempo, a memória e a urgência de preservar – a nós mesmos, à natureza, às histórias que nos constituem.

SERVIÇO:
[Exposição] Yara Martins, da paisagem à memória, em silêncio grita
Local: CAIXA Cultural Curitiba, Galeria Mezanino – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Abertura: 12 de julho, sábado, às 16h
Visitação: 13 de julho a 21 de setembro de 2025
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação: Livre
Entrada gratuita
Acesso para pessoas com deficiência
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA SHOW DE PAULA LIMA CANTANDO RITA LEE

Ingressos começam a ser vendidos no dia 19 de julho

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Paula Lima. Foto: Juliana Helcer

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta a diva da Música Popular Brasileira Paula Lima no show “Soul Lee”, espetáculo em que ela revisita Rita Lee em versões pessoais, cheias de suingue black ‘n’ roll. Os shows acontecem em curta temporada, de 24 a 27 de julho, sendo duas sessões no sábado, dia 26.

A paulistana tem voz e sonoridade ímpares, e já teve o prazer de dividir o palco com a rainha do rock. “Foi um momento musicalmente único, mas também uma experiência arrebatadora pelos conselhos que ouvi de uma das artistas que mais admiro na vida, desde sempre”, destaca Paula.

Em 2019 essa admiração se converteu no espetáculo “Soul Lee”, em que a cantora celebra o legado da maior hitmaker do pop nacional em um tributo vibrante e alto astral. O show ganhou reverberação midiática, caiu na estrada, lotou teatros importantes do país e levou Paula a homenagear Rita no Acoustic Sessions, no Grammy Latino 2022.

Dirigido pela própria cantora e acompanhada dos músicos Bruno Nunes, Deusnir Souza, Douglas Couto e João Cedric, Paula traz uma sonoridade suingada surpreendente, que não tem a menor pretensão de melhorar aquilo que já é excelente. Em espetáculo elaborado, autoral e muito bem cuidado, abraça as canções de Rita imprimindo ali suas digitais, sem se resumir ao cover.

Paula Lima

Com mais de duas décadas de carreira sólida e reverberação internacional que a levou a festivais em diversos continentes, Paula Lima gravou quatro álbuns e o DVD atemporal “Sambachic”. Famosa pela representatividade, personalidade e identidade, foi indicada a prêmios importantes como o Grammy Latino. Protagonizou musicais como Cats e Brasilis e é figura pop na cultura nacional, com destaque midiático. Foi comentarista do Carnaval de São Paulo na Rede Globo, jurada de reality show musical e é apresentadora do programa “Chocolate Quente”, pela Rádio Eldorado, vencedor do Prêmio APCA.

SERVIÇO:

[Música] Show “Soul Lee” – Paula Lima canta Rita Lee
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: 24 a 27 de julho (quinta-feira a domingo). Show de sexta-feira 25 com intérprete de Libras e bate-papo com a artista
Horário: quinta e sexta-feira às 20h; sábado às 18h e 20h; e domingo às 19h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei); vendas a partir das 10h do dia 19 de julho de 2025 presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba, e a partir das 15h no site www.sympla.com.br
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos das 10h às 19h
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

Brasil Mestiço no Samba de Bamba

A CAIXA apresenta o show Brasil Mestiço com a sambista carioca Roberta Nistra e o grupo Sambanosso no projeto Samba de Bamba que acontece na próxima terça-feira, dia 1º de julho, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). No palco a artista convidada vai promover uma roda de samba acompanhada por uma banda formada por mulheres LGBTQIA+, negras, brancas e com toda a diversidade tipicamente brasileira. No repertório, além de canções autorais de seus dois discos, Roberta Nistra vai interpretar clássicos do samba de autores como Elton Medeiros, Moacyr Luz, Dona Ivone Lara, Dorival Caymmi, Roque Ferreira, Toninho Geraes e muitos outros. Os ingressos, com preços populares de R$20 e R$10 (meia-entrada), já estão à venda na bilheteria, e on-line pela plataforma digital Sympla.
A cantora, compositora e cavaquinista Roberta Nistra conta que vai trazer para Curitiba o mesmo formato de uma roda de samba que ela comanda desde 2017 no Rio de Janeiro. “Nossa roda é focada em contemplar a diversidade do cenário do samba. A cada edição nós convidamos um artista do cenário tradicional, LGBTQIA+ e alternativo do samba”, esclarece.
Ela conta que o grupo Sambanosso – formado por Mari Araújo (pandeiro, caixa e voz), Márcia Viegas (surdo e congas), Marcia Guedes (violão e voz) e (Viviane Araújo (banjo e voz) - tem o objetivo de agregar todas as brasilidades possíveis, com repertório profundamente enraizado no Samba de Raiz. “O tema do nosso show ‘Brasil Mestiço’ mostra a quão multifacetada é a mão feminina que segura com orgulho seu instrumento, para tocar um bom samba. Traz, acima de tudo, um sentimento que quero compartilhar com o público de Curitiba”, considera.
Roberta Nistra
Carioca de Vila Isabel, Roberta Nistra está envolvida com a música desde criança. Há 30 anos, abraçou a carreira profissional, começando a se apresentar em casas noturnas do bairro da Lapa, onde acompanhou de perto o movimento de revitalização da Lapa tocando na roda antológica no Bar do Seu Claudio. Como cavaquinista, Roberta acompanhou nomes do quilate de Monarco, Moreira da Silva, Wilson Moreira e Wilson das Neves.
Seu primeiro álbum, Roberta Nistra, saiu pela Biscoito Fino em 2011 e teve excelente repercussão de público e crítica. Recentemente lançou seu segundo álbum, Eu não ando só, gravado no fim de 2024 entre estúdios de Madrid (Espanha), Lisboa (Portugal) e Rio de Janeiro (Brasil). Nistra foi indicada ao Prêmio da Música Brasileira como melhor cantora na categoria Regional, ganhadora do prêmio "Mulheres que Inspiram 2025, ganhadora da Moção do Prêmio Profissionais da Música 2025. A próxima atração do projeto é o músico e compositor carioca Pedro Luís, nos dias 12, 13 e 14 de agosto no Samba de Bamba Especial que celebra o aniversário de 45 anos da CAIXA Cultural.

Serviço:
Samba de Bamba – Roberta Nistra
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 01 de julho
Horário: terça-feira, às 20h.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Teatro ou na plataforma digital Sympla.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

Crédito fotográfico: AF Rodrigues/divulgação

SONHO DO SONHO DO SONHO André Mendes abre exposição onírica na CAIXA Cultural Curitiba

A exposição individual “Sonho do sonho do sonho”, do artista visual André Mendes, abre no dia 24 de junho de 2025 na CAIXA Cultural Curitiba. Com curadoria de Isadora Mattiolli, a mostra apresenta ao público um conjunto de obras que se moldam a partir do interjogo entre memória, realidade, sonho e imaginação — pontos centrais da pesquisa mais recente do artista.
Utilizando em suas pinturas o marcante bastão de óleo, Mendes evidencia a fusão entre camadas materiais e conceituais, sugerindo uma nova perspectiva sobre a percepção do tempo, da consciência e da materialidade do afeto como efeito mútuo.

Comprometido com a ampliação do acesso à arte, o artista incorpora à exposição esculturas táteis, permitindo que as obras possam ser “vistas com as mãos”. A proposta é expandir a experiência sensorial do público e reforçar a importância da inclusão nos espaços expositivos.
“Sonho do sonho do sonho” é um convite para adentrar atmosferas poéticas em que tempo e matéria se dissolvem — criando uma travessia entre o real e o imaginado, o íntimo e o coletivo.

Serviço

Artista: André Mendes | Curadoria: Isadora Mattiolli
Abertura: 24 de junho de 2025 | Período expositivo: 25 de junho a 4 de agosto de 2025
Local: Caixa Cultural - Curitiba Rua Conselheiro Laurindo, 280

CAIXA CULTURAL CURITIBA CELEBRA CENTENÁRIO DE DALTON TREVISAN COM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

Semana Dalton 100 oferece atividades gratuitas com oficinas, palestras, bate-papos e exibição de acervo inédito do escritor

Dalton Trevisan em sua juventude. Foto: acervo pessoal
A CAIXA Cultural Curitiba realiza, entre os dias 11 e 15 de junho, a Semana Dalton 100, com uma programação especial em homenagem ao centenário de nascimento do escritor curitibano Dalton Trevisan. Conhecido como o “vampiro de Curitiba”, o autor é considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira contemporânea e completaria 100 anos no dia 14 de junho.

Durante cinco dias, o público poderá participar de leituras dramáticas, palestras, bate-papos, oficinas e exibições exclusivas de documentos raros. Todas as atividades são gratuitas e buscam aproximar leitores novos e antigos da trajetória e da produção literária do notório recluso Trevisan, marcada pelo estilo conciso e personagens urbanos.

A programação começa na quarta-feira (11), com a leitura comentada Trevisan em contos: textos escolhidos, que propõe uma imersão sensível em suas narrativas curtas, com o apoio de recursos cênicos e visuais.

Na quinta-feira (12), o biógrafo Christian Schwartz apresenta a palestra Uma biografia, compartilhando os bastidores da primeira biografia autorizada de Trevisan, fruto de uma extensa investigação iniciada em 2023 com acesso a cartas, diários e arquivos inéditos do autor.

No mesmo dia, uma amostra da mostra Dalton Trevisan — Espião de Almas, prevista para o segundo semestre na CAIXA Cultural Curitiba, será exposta no foyer do espaço. A exposição citada trará itens do acervo pessoal do autor, como diários, prêmios, correspondências, manuscritos, entre outros.

Na sexta-feira (13), acontece o bate-papo Na sala de edição e montagem do contista, que discute o processo criativo do autor com exibição de trechos de seus filmes favoritos e mesa redonda com o cineasta Estevan Silveira, o editor Thiago Tizzot, e a diretora teatral Nena Inoue, sob mediação de Fabiana Faversani.

No fim de semana (14 e 15), será oferecida a oficina Cadernos Artesanais, conduzida por Fernando Ribeiro. A atividade propõe a criação de pequenas edições artesanais inspiradas nos famosos “caderninhos” distribuídos por Dalton entre amigos próximos.

Ainda no sábado (14), o evento Dentro e fora da cena exibe um documentário inédito do Instituto Moreira Salles (IMS), seguido de uma performance de Pedro Inoue. O bate-papo posterior reúne a pesquisadora Sandra Stroparo, o tradutor e professor Caetano Galindo e o editor André Conti, com mediação de Fabiana Faversani.

Encerrando a semana, no domingo (15) acontece a mesa Os desdobramentos da obra, com foco na personalidade silenciosa e observadora do autor. A conversa será mediada por Fabiana Faversani e contará com os jornalistas Irinêo Baptista Netto, Luiz Claudio Soares de Oliveira e Rogério Galindo.

Programação:
Centenário Dalton Trevisan em conto
📅 11 de junho (quarta-feira) |⏰18h30 às 20h | Público: livre
Palestra com Christian Schwartz – Uma biografia
📅 12 de junho (quinta-feira) | ⏰19h às 21h | Público: acima de 16 anos
Exibição e bate-papo – Cinemateca Dalton: Na sala de edição e montagem do contista
📅 13 de junho (sexta-feira) | ⏰19h30 às 21h30 | Público: acima de 16 anos
Oficina de Cadernos Artesanais – com Fernando Ribeiro
📅 14 e 15 de junho (sábado e domingo) | ⏰15h às 17h30 | Público: acima de 16 anos
Exibição de documentário + performance + mesa-redonda: Dentro e fora da cena
📅 14 de junho (sábado) | ⏰18h às 20h30 | Público: acima de 16 anos
Mesa-redonda – Dalton 100: Os desdobramentos da obra
📅 15 de junho (domingo) | ⏰18h às 20h | Público: acima de 16 anos

SERVIÇO
Semana Dalton 100 — Homenagem aos 100 anos de Dalton Trevisan
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: De 11 a 15 de junho de 2025
Ingressos: Gratuitos – Distribuição de senhas a partir de 30 minutos antes de cada evento
Classificação indicativa: 16 anos
Capacidade: 125 lugares (2 reservados para cadeirantes)
Mais informações e programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural | caixaculturalcuritiba |
(41) 3041-2155

O samba mineiro de Giselle Couto na CAIXA Cultural

A CAIXA apresenta a cantora e compositora mineira Giselle Couto, quarta atração do projeto Samba de Bamba, que vai se apresentar na próxima terça-feira, dia 3, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). No roteiro musical do show, as canções autorias de Giselle se mesclam aos sambas clássicos e grandes sucessos de nomes como Dona Ivone Lara, Toninho Geraes, Hermínio Bello de Carvalho, Martinho da Vila entre outros. Os ingressos, com preços populares de R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada), já estão à venda presencialmente na bilheteria, e on-line, pela plataforma digital Sympla.
Pela primeira vez em Curitiba, Giselle Couto vem de Belo Horizonte acompanhada por sua banda formada por grandes nomes da cena mineira: Anderson Augusto (cavaquinho), Henrique 7 cordas (violão 7), Clayton Souza e Lipe Cordeiro (percussões). A cantora promete levar ao público o clima da roda de samba que realiza na capital mineira para o palco da CAIXA Cultural.
No projeto Samba de Bamba Giselle vai mostrar seu canto potente e verdadeiro, com a segurança que mais de duas décadas de carreira lhe conferem. Além de seus sambas autorais e de composições contemporâneas, ela vai celebrar a força da natureza de sua conterrânea, Clara Nunes, através de uma belíssima homenagem. Após o show, Giselle vai realizar um bate-papo, aberto ao público, com o tema Samba Mineiro, para contar um pouco sobre sua trajetória e trazer o tema da representatividade mineira no samba atual e quais as dificuldades que os artistas encontram para se projetar nacionalmente.
Intérprete dona de uma bela e inconfundível voz, Giselle Couto é cantora, compositora, educadora e diretora musical. O início de carreira no samba começou em 2002 e nessa trajetória já gravou dois discos (Giselle Couto 2016 e Natureza 2019) e um projeto audiovisual ao vivo (disponível no Youtube) lançado em 2024. Formada em Música pela Universidade Federal de Ouro Preto, Giselle Couto também é professora de música da escola de música do Inhotin e produtora musical, atuando em diversos projetos culturais em Minas Gerais.
A próxima atração do projeto é a sambista Roberta Nistra, no dia 1º de julho.

Serviço:
Samba de Bamba – Giselle Couto
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 03 de junho
Horário: terça-feira, às 20h.
Após o show, haverá um bate-papo aberto ao público, com o tema “Samba Mineiro”.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Teatro ou na plataforma digital Sympla.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural| Instagram @caixaculturalcuritiba

CRÉDITO FOTOGRÁFICO: Alexandre Rezende/Divulgação

A força feminina de Alana Moraes no Samba de Bamba

A CAIXA apresenta a cantora e compositora Alana Moraes, terceira atração do projeto Samba de Bamba, que vai apresentar o show Balança Mas Não Cai no dia 13 de maio, terça-feira, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). A artista, que faz sua estreia nos palcos em Curitiba, vem acompanhada por sua banda com quatro músicos. No palco ela vai interpretar clássicos de mestres como João Bosco, Clara Nunes, Carmen Miranda, Elis Regina, Elza Soares, Baden Powell, Luiz Melodia, Alcione, Ary Barroso Lupicínio Rodrigues, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz, Toninho Geraes, além de apresentar composições autorais. Os ingressos, com preços populares de R$20 e R$10 (meia-entrada), já estão à venda, presencialmente na bilheteria ou on-line, pela plataforma digital Sympla.
Alana Moraes convida o público curitibano para um show muito especial: “Prepare-se para uma noite onde o samba se torna celebração, a batucada é oração e a música é o elo entre o sagrado e o profano”. Ela conta que o espetáculo Balança Mas Não Cai, vai mergulhar em um universo onde a força feminina, a ancestralidade afro-brasileira e a alegria do cotidiano se entrelaçam em um repertório vibrante e cheio de significado. “É um show que celebra a boemia e a conexão entre as pessoas através da música. Cada canção é uma celebração da diversidade cultural brasileira, exaltando o amor ao Brasil e aos brasileiros”, define.
Alana Moraes
Nascida em Palmeira das Missões (RS), Alana Moraes é uma artista que representa a nova geração da música brasileira com autenticidade e paixão. Cantora e compositora de alma livre, dona de uma voz afiada e interpretação comovente, Alana começou sua carreira em bailes no Sul até fazer turnês internacionais. Hoje, morando no Rio de Janeiro, ela transita com naturalidade entre o MPB, samba jazz, pop, bossa nova e ritmos latino-americanos. No samba — espaço ainda majoritariamente masculino — Alana se afirma como uma voz feminina potente, que defende a liberdade de ser quem se é. Sua presença marcante e entrega apaixonada fazem dela uma artista cativante que inspira e conecta o público em todos os projetos que realiza.
A próxima atração do projeto é a sambista mineira Giselle Couto, no dia 03 de junho.

Serviço:
Samba de Bamba – Alana Moraes
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 13 de maio
Horário: terça-feira, às 20h.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados on-line pela plataforma digital Sympla.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural| Instagram @caixaculturalcuritiba
Assessoria de Imprensa Curitiba:

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA ESPETÁCULO AMAZONENSE INÉDITO NO SUL QUE COMBINA DANÇA E TEATRO COM MANIFESTAÇÕES LATINO-AMERICANAS

Ganhador do Prêmio Shell de Teatro de 2024 na categoria destaque nacional, evento acontece de 15 a 25 de maio

Foto: Hamylle Nobre

De 15 a 25 de maio, a CAIXA Cultural Curitiba apresenta o espetáculo amazonense As Cores da América Latina, que combina dança e teatro e incorpora três manifestações latino-americanas – a Fiesta de la Tirana, do Chile, a Huaconada, do Peru, e Cavalo-Marinho, do Brasil. As sessões ocorrem de quinta-feira a sábado às 20h e nos domingos, às 19h.

Ganhador do Prêmio Shell de Teatro em 2024 na categoria destaque nacional, o espetáculo da Panorando Cia. e Produtora aposta na visualidade e faz o uso de cores vibrantes, utilizando seis máscaras de Fofão, personagem do Carnaval Maranhense, que completam a estética das personas no palco, apresentando a história do último Fofão como uma homenagem a algumas tradições latinas.

A Fiesta de La Tirana, do Chile, é considerada a celebração religiosa mais importante do país, sendo marcada por tambores, trompetes e acordeões acompanhados por pessoas fantasiadas com saias pomposas e demônios com pedaços coloridos saltando.

Já a Huaconada, do Peru, é uma dança ritualística típica realizada pelos huacones, homens mascarados que executam movimentos coreografados em uma celebração da vida, da natureza e da comunidade. O Cavalo-Marinho, do Brasil, é uma brincadeira popular característica do norte de Pernambuco e do sul da Paraíba, tendo sido reconhecido como Patrimônio Imaterial do Brasil. O teatro envolve performances dramáticas, poéticas, musicais e coreográficas, representando o cotidiano, o real e o imaginário desse grupo social brasileiro.

Em As Cores da América Latina, a influência das três festividades forma um documento/manifesto da história e estética latino-americanas para falar sobre temas como amor, morte e nascimento.

Sobre a Panorando Cia. e Produtora
Criada em 2016, a Panorando atua nos campos da produção de eventos e da montagem de espetáculos. Interessada nas intersecções entre as artes cênicas e manifestações culturais latino-americanas, o coletivo já criou cinco espetáculos, dentre os quais se destacam “Sodade” (2019) e “As Cores da América Latina” (2023), obras que já foram apresentadas mais de 90 vezes no Amazonas, Rondônia, Pará, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso e São Paulo.

SERVIÇO:
[Teatro/Dança] As Cores da América Latina
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 15 a 25 de maio de 2025
Horários: quintas-feiras a sábados às 20h | domingos às 19h
Acessibilidade: a sessão do sábado 17 contará com tradução em Libras e audiodescrição
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$15 (meia-entrada e clientes CAIXA)
Vendas: a partir do dia 3 de maio às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: terça a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Duração: 45 minutos
Acesso para pessoas com deficiência motora
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL CURITIBA PROMOVE OFICINA TOMADA ÚNICA DO CURTA 8: UM DESAFIO CRIATIVO EM PELÍCULA SUPER 8

As inscrições são gratuitas até 10 de maio e os participantes selecionados receberão filme e filmadoras para realizar curtas-metragens

Foto: Poldo Aks

A CAIXA Cultural Curitiba e o CURTA 8 - Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba promovem, nos dias 17 e 18 de maio, a Oficina Tomada Única. Além de tomarem conhecimento das técnicas de filmagem em Super 8 – e da operação dos equipamentos, os participantes selecionados para a oficina receberão cartuchos de película e filmadoras. Depois disso, terão cinco semanas para produzir seus filmes, que devem ser totalmente captados e montados na câmera, para serem exibidos na mostra competitiva do Festival. As inscrições para a oficina são gratuitas e estão abertas até o dia 10 de maio, exclusivamente pelo site www.curta8.com.br

Ministrada pelo cineasta Pedro Merege, a oficina segue a proposta de captação em tomada única, a exemplo de eventos de super 8 que vêm conquistando o público em países da Europa, tais como França, Espanha, Suíça e Alemanha. Nesses festivais, são exibidos apenas filmes montados diretamente na câmera. Ao realizador é permitido utilizar efeitos de manipulação fotográfica durante a exposição para criar as transições nos cortes. Contudo, é proibida qualquer edição posterior nas imagens captadas, o que exige planejamento prévio e conhecimento básico de fotografia de cinema.

O resultado é sempre uma surpresa, tanto para o público como para os produtores que assistem aos filmes pela primeira vez durante o festival. A sonorização também fica a critério dos próprios realizadores, que podem optar pela execução de um CD com trilha sonora ou realizar performances, dublagens, ou mesmo a execução ao vivo do som a partir de instrumentos tocados durante a exibição do filme.

Este ano a oficina oferece três opções de participação. A primeira é para filmes com temática livre (18 vagas), a segunda para clipes musicais (5 vagas), e a terceira para filmes editados (2 vagas). Nesta última categoria os participantes receberão dois cartuchos de película e poderão editar digitalmente os filmes.

No site www.curta8.com.br, estão disponíveis o regulamento com os detalhes para a participação na oficina e o formulário a ser preenchido. Não é necessária experiência anterior em cinema, porém é recomendado que o participante possua noções básicas de fotografia. Ao longo dos últimos 16 anos, a oficina já produziu mais de 200 filmes em Super 8. Várias deles participaram de festivais internacionais de cinema, e muitos foram inclusive premiados.

O CURTA 8 é uma realização da Perfil vídeo e cultura e da Processo Multiartes, com o patrocínio da CAIXA. A atividade acontecerá entre os dias 11 de outubro a 14 de setembro. Mais informações sobre a oficina e o festival estão disponíveis no site www.curta8.com.br.

45 anos da CAIXA Cultural

Os espaços da CAIXA Cultural se abrem para os diferentes modos de produzir, sentir, exibir e criar a partir das práticas artísticas em celebração às culturas brasileiras. Com sedes em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a CAIXA Cultural articula uma rede de conexões e possibilidades para promover a arte pensada e produzida por e para o povo brasileiro.

Em 2025, a CAIXA Cultural celebra 45 anos de atuação como um espaço de fomento à cultura, promovendo a diversidade artística e o acesso à arte em todo o Brasil. Em 1980, foi criada a primeira CAIXA Cultural em Brasília, iniciativa pioneira na valorização e no apoio à cultura de forma inclusiva, diversa, democrática e sustentável.

A CAIXA Cultural atua também na divulgação e preservação de um grande acervo artístico e na realização do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, promovendo o estímulo à reflexão e criatividade.

SERVIÇO:
Oficina Tomada Única do CURTA 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 17 e 18 de maio de 2025
Horários: Sábado das 10h às 18h | Domingo das 10 às 14h
Inscrições: gratuitas e pelo site Link até 10 de maio
Vagas: 25
Classificação etária: Maiores de 16 anos
Acesso para pessoas com deficiência motora
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722 e pelo e-mail

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA CLÁUDIA ABREU EM VIRGINIA

A atriz mergulha no universo de Virginia Woolf para a criação de seu primeiro solo, com direção de Amir Haddad

Cláudia Abreu encena Virginia. Foto: Flavia Canavarro

A CAIXA Cultural Curitiba recebe o monólogo Virginia, baseado na vida e obra da autora inglesa Virginia Woolf, espetáculo marca a estreia da atriz Cláudia Abreu como autora teatral, poderá ser visto nos dias 25, 26 e 27 de abril, sexta e sábado às 20h e domingo às 17h. Os ingressos estão disponíveis para venda na bilheteria do teatro da CAIXA.

Cláudia Abreu apresenta seu primeiro monólogo, que foi idealizado e escrito por ela a partir da vida e da obra de Virginia Woolf (1882-1941). Em cena, a atriz interpreta a genial escritora inglesa, cuja trajetória foi marcada por tragédias pessoais e uma linha tênue entre a lucidez e a loucura. A estrutura do texto se apoia no recurso mais característico da literatura da escritora: a alternância de fluxos de consciência, capaz de ‘dar corpo’ às vozes reais ou fictícias, sempre presentes em sua mente.

Virginia é o resultado dos vários atravessamentos que Virginia Woolf provocou em Cláudia Abreu ao longo de sua trajetória. A vida e a obra da autora inglesa são os motores de criação deste espetáculo, fruto de um longo processo de pesquisa e experimentação que durou mais de cinco anos. Primeiro monólogo da carreira da atriz, o solo marca ainda a sua estreia na dramaturgia e o retorno da parceria com Amir Haddad, que a dirigiu em ‘Noite de Reis’ (1997).

O monólogo, que estreou em julho de 2022 em São Paulo, já percorreu mais de 25 cidades, entre elas Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), além de Guanajuato no México, o espetáculo fez parte da programação do Festival Internacional Cervantino, e Lisboa em Portugal. A montagem foi vista por mais de 45.000 pessoas, e agora em 2025 segue sua itinerância com as apresentações programadas na Caixa Cultural.

Inspiração
A relação de Cláudia com Virginia Woolf começa em Orlando, encenação assinada por Bia Lessa, em 1989. Aos 18 anos, ela travou contato inicial com a escritora de clássicos como ‘Mrs Dalloway’, ‘Ao Farol’ e ‘As Ondas’. No entanto, somente em 2016, com a indicação de uma professora de literatura, que a atriz reencontrou e mergulhou de cabeça no universo da autora. Após ler e reler alguns livros, incluindo as memórias, biografias e diários, a vontade de escrever sobre Virginia falou mais alto.

‘Eu me apaixonei por ela novamente. Fiquei fascinada ao perceber como uma pessoa conseguiu construir esta obra brilhante com tanto desequilíbrio, tragédias pessoais e problemas que teve na vida. Como ela conseguiu reunir os cacos?’, questiona a atriz, que enxerga ‘Virginia’ também como um marco de maturidade em sua trajetória: ‘o texto também vem deste desejo de fazer algo que me toca, do que me interessa falar hoje. De falar do ser humano, sobre o que fazemos com as dores da existência, sobre as incertezas na criação artística, também falar da condição da mulher ontem e hoje. Não poderia fazer uma personagem tão profunda sem a vivência pessoal e teatral que tenho hoje’, avalia.

A dramaturgia de Virginia foi concebida como inventário íntimo da vida da autora. Em seus últimos momentos, ela rememora acontecimentos marcantes em sua vida, a paixão pelo conhecimento, os momentos felizes com os queridos amigos do grupo intelectual de Bloomsbury, além de revelar afetos, dores e seu processo criativo.

A chegada de Amir ao projeto veio ao encontro do desejo de Cláudia em encenar o seu próprio texto. Malu Valle, que assina a codireção da montagem, chegou no processo quando Amir se recuperava de covid e contribuiu em toda a etapa final de Virginia.

45 anos da CAIXA Cultural
Os espaços da CAIXA Cultural se abrem para os diferentes modos de produzir, sentir, exibir e criar a partir das práticas artísticas em celebração às culturas brasileiras.

Com sedes em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a CAIXA Cultural articula uma rede de conexões e possibilidades para promover a arte pensada e produzida por e para o povo brasileiro.

Em 2025, a CAIXA Cultural celebra 45 anos de atuação como um espaço de fomento à cultura, promovendo a diversidade artística e o acesso à arte em todo o Brasil.

Em 1980, foi criada a primeira CAIXA Cultural em Brasília, iniciativa pioneira na valorização e no apoio à cultura de forma inclusiva, diversa, democrática e sustentável.

A CAIXA Cultural atua também na divulgação e preservação de um grande acervo artístico e na realização do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, promovendo o estímulo à reflexão e criatividade.
Culturar é viver grandes histórias com você.

SERVIÇO:

[Monólogo] Virginia
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 25, 26 e 27 de abril de 2025
Horário: sexta-feira e sábado às 20h e domingo às 17h
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia)
Vendas: a partir do dia 19 de abril às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: terça a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h.
Lotação: 125 lugares
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA ESPETÁCULO CARREGADO DE TRAÇOS DA CULTURA E DA ARTE NIPÔNICA

Monólogo de Douglas Kodi é um conto sobre guerra e amizade

Douglas Kodi em cena. Foto: Renato Domingos

A CAIXA Cultural Curitiba traz ao palco, entre 10 e 13 de abril, o monólogo O Soldado, a Tigresa e uma outra história, do ator e diretor Douglas Kodi. O espetáculo é carregado de traços da cultura e da arte nipônica e promete uma experiência sensível e acessível ao público infantojuvenil.

O texto e a direção são assinados por Douglas Kodi, artista nipo-brasileiro indicado ao Troféu Gralha Azul de Melhor Ator por esta montagem. Baseada na commedia dell’arte, gênero teatral caracterizado pela improvisação, máscaras e personagens fixos, e influenciada por elementos da cultura japonesa e dos animes, a peça é inspirada livremente nas vidas e obras de Dario Fo, Cláudio Seto, Hiroo Onoda e Paulo Leminski.

No espetáculo são abordados temas como identidade, amizade, pertencimento e convivência com o diferente, com forte presença da representatividade amarela.

Sinopse
Nas palavras de Douglas Kodi, “essa é a história do meu bisavô quando foi para a guerra e embarcou no navio Ashigarô. Ele contou que tomou um tiro na guerra, fugiu para a Ásia e morou com uma Tigresa e um tigrinho em uma caverna. Depois disso tudo, ele volta para casa com a ajuda de um amigo e isso já é uma outra história”, finaliza.

SERVIÇO:
[Teatro] O Soldado, a Tigresa e uma outra história
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, n° 280, Centro
Data: 10 a 13 de abril de 2025 (quinta-feira a domingo)
Horário: quinta e sábado às 20h e no domingo às 19h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para todos os casos previstos em lei)
Vendas: a partir do dia 5 de abril às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: de terça a sábado das 10h às 20h, domingo das 10h às 19h
Classificação indicativa: livre
Duração: 50 minutos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE EXPOSIÇÃO QUE EXPLORA A RELAÇÃO ENTRE PINTURA, NATUREZA E O IMPACTO AMBIENTAL DA PRODUÇÃO ARTÍSTICA

Mostra da artista Ciça Tucunduva tem visitação gratuita até 8 de junho

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 13 de abril a 8 de junho de 2025, a exposição Matéria ao Redor, de Ciça Tucunduva. A mostra reúne 11 obras produzidas a partir de 2023, refletindo as experimentações da artista com textura, cor, forma e espaço e explorando a relação entre pintura, natureza e o impacto da produção artística.

Para Ciça, sua pintura é voltada à sensação em vez da mera representação e suas obras encontram no diálogo entre cor e forma um gesto "familiar e cotidiano, situado entre o onírico e o incendiário". A série de monocromáticos apresentada na exposição marca uma nova fase em sua produção, caracterizada por uma abordagem mais complexa, diversificada e experimental.

As imagens criadas por Ciça, tanto figurativas quanto abstratas, nascem da observação da natureza a partir das janelas de seu ateliê e das paisagens do cotidiano. Sua transposição para a tela ocorre por meio da técnica do esgrafito, em que a forma se revela pela raspagem da camada superior de tinta com pincel ou espátula — o mesmo recurso explorado por artistas como Rodrigo Andrade e Miguel Bakun.

Além do impacto visual, o trabalho de Ciça estabelece um diálogo com a economia circular, refletindo sobre a geração de resíduos na produção artística. Esse conceito se manifesta em obras como o tríptico Relíquias (2024), em que restos de paletas de tinta em resina se transformam em objetos ovalados, evocando desde mapas mundi até porta-joias de veludo vermelho. “Essas peças guardam em si tudo aquilo que normalmente seria descartado na produção artística”, explica a artista. Segundo ela, “as resinas não polidas e o acúmulo de tinta gerado no processo são reaproveitados para dar origem a novas obras”.

Relíquias (2024)

Sobre a artista:
Ciça iniciou sua formação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro (RJ), em 2013. Desde então, participou de exposições coletivas e ocupações ao lado de nomes da cena carioca, como Marcela Cantuária. Agora, pela primeira vez, apresenta uma mostra inteiramente dedicada à sua obra.

Ciça Tucunduva em seu ateliê. Foto: Francisco Camolezi

45 anos da CAIXA Cultural
Os espaços da CAIXA Cultural se abrem para os diferentes modos de produzir, sentir, exibir e criar a partir das práticas artísticas em celebração às culturas brasileiras.

Com sedes em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a CAIXA Cultural articula uma rede de conexões e possibilidades para promover a arte pensada e produzida por e para o povo brasileiro.

Em 2025, a CAIXA Cultural celebra 45 anos de atuação como um espaço de fomento à cultura, promovendo a diversidade artística e o acesso à arte em todo o Brasil.

Em 1980, foi criada a primeira CAIXA Cultural em Brasília, iniciativa pioneira na valorização e no apoio à cultura de forma inclusiva, diversa, democrática e sustentável.

A CAIXA Cultural atua também na divulgação e preservação de um grande acervo artístico e na realização do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, promovendo o estímulo à reflexão e criatividade.

Culturar é viver grandes histórias com você.

SERVIÇO:

[Exposição] Matéria ao Redor
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Abertura: 15 de abril às 19h
Visitação: 16 de abril a 8 de junho de 2025
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação: Livre
Entrada gratuita
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

CAIXA CULTURAL LANÇA PODCAST QUE APRESENTA OS BASTIDORES E REFLEXÕES DA PRODUÇÃO CULTURAL NO BRASIL

PodCulturaR estará disponível toda quinta-feira nos perfis oficiais da CAIXA no Spotify, Youtube e na página do Vozes da CAIXA

Apresentadora Sol Miranda entrevista o coreógrafo Iván Haidar produtora e Jimena García Blaya
Foto: Divulgação CAIXA

A CAIXA Cultural estreia nesta quinta-feira (3), o podcast PodCulturaR. A iniciativa apresenta os bastidores da produção cultural no Brasil e reflete sobre assuntos locais e nacionais com uma linguagem clara, acessível e descontraída.

Com a proposta, a CAIXA Cultural busca expandir a experiência dos visitantes, levando conteúdo para além das sete capitais onde estão as unidades, alcançando um público amplo de ouvintes por todo o Brasil e o mundo. As entrevistas com artistas e profissionais de cultura estarão disponíveis toda quinta-feira nos perfis oficiais da CAIXA no Spotify, Youtube e na página do podcast Vozes da CAIXA.

A primeira temporada reúne personalidades do cenário artístico, como o ator Emílio de Melo, indicado ao Emmy Internacional por sua atuação na série Psi, a atriz Rosana Stavis, que tem mais de 70 espetáculos no currículo, e a atriz Simone Spoladore, conhecida por seus papeis em filmes como Desmundo e Elvis & Madonna. Além deles, o PodCulturaR traz como convidados o diretor, coreógrafo, bailarino e performer argentino Iván Haidar e o ator Rodrigo Pandolfo.

Para o Gerente Nacional de Eventos e Gestão Cultural da CAIXA, Celmar Batista, o podcast fortalece o debate da cultura no país. “A CAIXA Cultural acredita que, ao compartilhar histórias e perspectivas únicas através do PodCulturaR, está contribuindo para um diálogo mais profundo e enriquecedor sobre a cultura. Cada episódio é uma oportunidade de conectar o público com o mundo da arte", afirmou.

Primeira Temporada:
A primeira temporada reúne personalidades do cenário artístico, como o ator Emílio de Melo, indicado ao Emmy Internacional por sua atuação na série Psi, a atriz Rosana Stavis, que tem mais de 70 espetáculos no currículo, e a atriz Simone Spoladore, conhecida por seus papeis em filmes como Desmundo e Elvis & Madonna. Além deles, o PodCulturaR traz como convidados o diretor, coreógrafo, bailarino e performer argentino Ivan Haidar e o ator Rodrigo Pandolfo.

A atriz Sol Miranda assume o papel de âncora da primeira temporada do PodCulturaR, reforçando o compromisso da CAIXA Cultural em dar voz a novos artistas. Sol esteve em destaque na terceira temporada da série Dom. É cofundadora da companhia Emú de Teatro e coidealizadora do projeto “Segunda Black”, vencedor do Prêmio Shell de Teatro em 2019 na categoria inovação. Recentemente, participou das produções teatrais “Bonitinha, mas ordinária” (2024), com apresentações nas unidades da CAIXA Cultural e de “Os irmãos Karamázov” (2025).

Sobre a experiência de conduzir o PodCulturaR, a atriz comenta: “Estar nesse podcast como entrevistadora é uma alegria e um grande desafio. É uma nova empreitada que me tira da zona de conforto e me coloca em escuta com artistas que admiro. Eu apresento, mas também sou público: aprendo, me emociono e me inspiro a cada conversa”, finalizou.

Produzido durante o Festival de Curitiba, que acontece de 24 de março a 6 de abril de 2025, a primeira temporada do PodCulturaR tem um episódio dedicado à história desse maior festival de teatro da América Latina e aos desafios da produção cultural no Brasil, trazendo como convidados os diretores do evento, Leandro Knopholz e Fabíula Bona Passini.

45 anos da CAIXA Cultural
Os espaços da CAIXA Cultural se abrem para os diferentes modos de produzir, sentir, exibir e criar a partir das práticas artísticas em celebração às culturas brasileiras. Com sedes em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a CAIXA Cultural articula uma rede de conexões e possibilidades para promover a arte pensada e produzida por e para o povo brasileiro.

A CAIXA Cultural celebra 45 anos de atuação em 2025, como um espaço de fomento à cultura, promovendo a diversidade artística e o acesso à arte em todo o Brasil. A primeira CAIXA Cultural foi criada em Brasília, em 1980. Uma iniciativa pioneira na valorização e no apoio à cultura de forma inclusiva, diversa, democrática e sustentável.

A CAIXA Cultural atua também na divulgação e preservação de um grande acervo artístico e na realização do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, promovendo o estímulo à reflexão e criatividade.

SERVIÇO:

Podcast PodCulturaR
Lançamento: quinta-feira 3 de abril de 2025
Episódios: nos perfis oficiais da CAIXA no Spotify, Youtube e na página do podcast Vozes da CAIXA.

Cortes e melhores momentos em:
@caixacutluralsp
@caixaculturalcuritiba
@caixaculturalrj
@caixaculturalfortaleza
@caixaculturalrecife
@caixaculturalsalvador

Anibale se apresenta no Samba de Bamba

A CAIXA apresenta a cantora e compositora mato-grossense Anibale, segunda atração do projeto Samba de Bamba, no dia 08 de abril, terça-feira, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). A artista, que faz sua estreia nos palcos em Curitiba, vem acompanhada por sua banda com quatro músicos e preparou um repertório especialmente para o projeto. Os ingressos, com preços populares de R$20 e R$10 (meia-entrada), começam a ser vendidos no sábado, dia 29, a partir das 10 horas, presencialmente na bilheteria, e on-line, a partir das 15 horas, pela plataforma digital Sympla.
A cantora, compositora e instrumentista Anibale nasceu em Tangará da Serra (MT) e, por influência da bossa nova e em busca da profissionalização musical, se mudou para o Rio de Janeiro, onde estudou violão na escola de música Villa Lobos e cavaco na Casa do Choro. Ela conta que sua aproximação definitiva com o samba aconteceu no Rio mas, curiosamente, traz boas recordações de Curitiba. “A família do meu pai, que mora em Curitiba, ouvia e tocava muito samba quando eu ia viajar com eles nas férias para o litoral do Paraná. Então existe essa ligação afetiva musical que eu relaciono o samba e Curitiba. São ótimas lembranças”, recorda.
Há 10 anos morando no Rio de Janeiro, Anibale firmou sua carreira musical no samba, apesar da influência de outras vertentes da música brasileira. A artista lançou seu primeiro single em 2024 e atualmente comanda sua roda de samba, além de acompanhar outros artistas com cavaco e/ou violão. Empolgada para o show no Samba de Bamba, ela revela que fez uma seleção de sambas especialmente para o projeto. “Essa será minha primeira apresentação em Curitiba, é um sentimento de muita satisfação. Então vou mostrar para o público um pouco dessa alegria, com sambas que foram marcantes para mim ao longo desses anos”. Entre os compositores que ela escolheu estão Paulinho da Viola, Martinho da Vila, João Nogueira, Dona Ivone Lara entre outros bambas.
Samba de Bamba
O curador e coordenador geral do projeto, Rodrigo Browne, conta que nesta temporada do projeto, das nove atrações que foram convidadas, sete são mulheres. “Isso mostra que a presença feminina está cada vez mais forte no samba. No projeto, além da mato-grossense Anibale, teremos representantes do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e, é claro, daqui do Paraná”, adianta.
Browne explica que, na sua grande maioria, os artistas selecionados para o projeto chegam a Curitiba para se apresentarem pela primeira vez na cidade. “A CAIXA Cultural possibilita, através do Samba de Bamba, um encontro inédito entre o artista e público, promovendo uma importante e fundamental democratização da nossa cultura”, finaliza.
A próxima atração do projeto é a sambista gaúcha Alana Moraes, no dia 13 de maio.

Serviço:
Samba de Bamba – Anibale
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 08 de abril
Horário: terça-feira, às 20h.
Abertura da venda de ingressos no dia 29 de março, sábado.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados on-line pela plataforma digital Sympla: www.sympla.com.br – três horas após a abertura de venda presencial na bilheteria.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural| Instagram @caixaculturalcuritiba

Crédito fotográfico: Thiago Simplício/divulgação

CAIXA CULTURAL CURITIBA SE TORNA A CASA DO FESTIVAL DE CURITIBA E PROMOVE AÇÕES ESPECIAIS PARA OS VISITANTES

Agenda inclui espetáculos, exposição, sala de jogos, flash tattoo, distribuição de brindes e atividades interativas

Divulgação CAIXA

A CAIXA Cultural Curitiba será o ponto de encontro oficial do Festival de Curitiba entre os dias 25 de março e 6 de abril, reunindo eventos das mostras Lúcia Camargo e Fringe, do Interlocuções e da Rodada de Conexões. Durante o período, o espaço oferecerá uma programação diversificada, incluindo espetáculos, exposição, sala de jogos, flash tattoo, distribuição de brindes e atividades interativas em um ambiente de convivência para os espectadores do festival.

Com um visual renovado para a ocasião, a CAIXA Cultural se prepara para receber o maior público do ano oferecendo serviços de apoio como guias de programação diários e a presença do Movimento dos Sem Ingresso, permitindo a retirada de bilhetes remanescentes para espetáculos esgotados.

O teatro da CAIXA Cultural Curitiba será palco para quatro espetáculos durante o Festival de Curitiba, divididos entre as mostras Lúcia Camargo e Fringe. Na Mostra Lúcia Camargo, dois espetáculos internacionais integram a programação: "No Estoy Solo", com apresentações nos dias 25 e 26 de março, terça e quarta-feira, às 20h30, e "El Desmontaje", que será apresentado no sábado 29 de março, às 20h30, e no domingo 30 de março, às 19h. Já na Mostra Fringe, o público poderá conferir "Pret(a) - Resquícios de uma mulher só", de 2 a 6 de abril, quarta a domingo, sempre às 18h, e "Réquiem para um barbeiro", no mesmo período, às 20h.

No térreo, os visitantes encontrarão espaços instagramáveis para fotos e degustação gratuita de café. A Galeria Térreo abrigará uma projeção artística com um manifesto pela cultura, tema da campanha de aniversário da primeira unidade da CAIXA Cultural no Brasil. O local também contará com uma ilha de produção de fanzines, inspirada no manifesto.

O mezanino será palco do Happy Hour na Varanda, um espaço de convivência destinado ao público que deseja relaxar após os eventos. Já no 2º andar, ocorrerão oficinas ao longo de toda a programação do festival.

Os 4º e 5º andares da CAIXA Cultural Curitiba serão abertos para atividades especiais, oferecendo uma programação variada ao público. No 4º andar, os visitantes poderão aproveitar uma sala exclusiva de flash tattoo e uma sala de jogos equipada com óculos de realidade virtual e partidas de Just Dance. Como parte das atrações do Festival, no dia 26 de março, às 17h30, acontece a abertura da exposição fotográfica "Naufrágio a Dois", com imagens de Gláucio Moro, poemas de Jean Carlos Gonçalves e expografia de Fransuê Ribeiro.

No dia 27 de março, às 9h30, será apresentado o espetáculo "Vento de Chuva", com Suellen Junkes, Caroline Carvalho e Thais Weingärtner. Logo após, às 10h15, será realizado o lançamento dos livros “Pesquisa com Crianças, um olhar na perspectiva do Círculo de Bakhtin”, de Viviane Maria Alessi, e “Meu melhor amigo (imaginário)”, de Marynelma Camargo Garanhani.

Já no 5º andar, serão realizadas oficinas e atividades formativas do Interlocuções, além da Rodada de Conexões, um encontro entre programadores e curadores de todo o país com companhias teatrais que participam de reuniões de curta duração para conhecer novos espetáculos e atrações que possam integrar a programação de festivais e entidades culturais.

Com essa programação ampla e variada, a CAIXA Cultural Curitiba reforça seu compromisso com a valorização da cultura e se firma como um dos principais espaços do Festival de Curitiba.

SERVIÇO
CAIXA Cultural Curitiba é a Casa do Festival
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: 25 de março a 6 de abril de 2025
Horário de funcionamento: de terça a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Informações: (41) 4501-8722 | Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram caixaculturalcuritiba