CAIXA CULTURAL CURITIBA PROMOVE PROGRAMAÇÃO ESPECIAL EM TORNO DA EXPOSIÇÃO A IMAGEM NÃO SERVE, DE EDER SANTOS

Atividades incluem oficina, visitas guiadas, exibição inédita de filme e lançamento de catálogo com a presença do artista

Cartaz do filme “Girassol Vermelho”, de Eder Santos

Videoinstalação Janaúba. Foto: Isabel Moreira & Leandro Aragão

A CAIXA Cultural Curitiba realiza, nos dias 24 e 25 de março, uma programação especial em torno da exposição A Imagem Não Serve, do artista multimídia Eder Santos e com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho. Ao longo dos dois dias, o público poderá participar de uma oficina criativa, visitas guiadas, exibição inédita do filme “Girassol Vermelho” e do lançamento do catálogo oficial da exposição.

Reunindo experiência prática, reflexão crítica, cinema e encontro com o artista, a agenda propõe um mergulho na trajetória de Eder Santos. Com produção iniciada nos anos 1980, sua obra tensiona a imagem enquanto representação estável, transformando-a em presença instável, marcada por ruídos, distorções e deslocamentos que desafiam o olhar contemporâneo.

No dia 24 de março, às 15h, ocorre a oficina “Que Imagens Nos Servem?”, conduzida pela fotojornalista Isa Lanave. A atividade propõe uma vivência prática a partir de fotografias pessoais dos participantes, assim como imagens da obra de Eder Santos, explorando processos de colagem, sobreposição e transparência. A ideia é desmontar e recompor imagens afetivas, criando narrativas visuais em diálogo com memória, autopercepção e experiências subjetivas, um exercício que ecoa as investigações sobre os limites e as possibilidades da imagem. As inscrições podem ser feitas pelo link.

Na sequência, às 17h, o público poderá participar de uma visita guiada pela exposição, conduzida pelo artista e pelo curador Luiz Gustavo Carvalho, que comentam processos de criação, referências e histórias por trás das videoinstalações e das videoesculturas apresentadas.

Encerrando o dia 24, às 18h30, ocorre a exibição do longa-metragem “Girassol Vermelho”, dirigido por Eder Santos. O filme, que estreou na abertura da Mostra de Cinema Tiradentes em 2025, será exibido pela primeira vez na capital paranaense e gira em torno de Romeo (Chico Díaz), um homem que, ao tentar fugir do passado em busca da liberdade, acaba sendo preso e torturado em uma estranha cidade onde fazer perguntas é proibido. A sessão contará com a presença do diretor, assim como a do curador da exposição. Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes da exibição. Após a sessão, ocorre o lançamento do catálogo da exposição, seguido de sessão de autógrafos.

Por fim, no dia 25 de março, a programação continua com uma nova visita guiada, às 11h, novamente conduzida pelo artista e pelo curador, oferecendo ao público mais uma oportunidade de aprofundar o contato com a obra e seus processos de criação.

Exposição “A Imagem Não Serve”
Em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba com entrada gratuita até o dia 10 de maio, a exposição reúne 14 trabalhos do artista mineiro e traça um panorama de sua múltipla produção, combinando diferentes linguagens e técnicas, borrando as fronteiras entre artes visuais, cinema, teatro, vídeo e novas mídias.

Por meio de videoinstalações e vídeo-esculturas, sua obra reverencia o cinema brasileiro, evoca paisagens de Guimarães Rosa, dialoga com a produção de René Magritte, reinterpreta aspectos da mineiridade e questiona uma sociedade cujo lema principal é “trabalhar, consumir e morrer”.

Sobre o artista
Nascido em Belo Horizonte (MG), Eder Santos é uma das principais referências da videoarte brasileira. Sua obra integra importantes coleções institucionais, como o Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York, o Centre Pompidou, em Paris, o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de ter participado de bienais e festivais no Brasil e no exterior.

Ao longo de sua trajetória, o artista também construiu uma produção cinematográfica premiada, com curtas-metragens, longas e séries para televisão, ampliando o diálogo entre as artes visuais, o cinema e as novas mídias.

SERVIÇO:

Oficina “Que imagens nos servem?”
Data: terça-feira 24 de março
Horário: 15h
Classificação indicativa: 16 anos
Local: Sala de Oficinas – CAIXA Cultural Curitiba
Inscrições pelo link.

Exibição do filme “Girassol Vermelho” e lançamento do catálogo
Data: terça-feira, 24 de março
Horário: 18h30
Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes da exibição
Classificação indicativa: 18 anos
Duração: 110min
Entrada gratuita
Local: CAIXA Cultural Curitiba (Teatro) (R. Conselheiro Laurindo, 280 - Centro)
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| caixaculturalcuritiba​

Visita guiada pela exposição “A Imagem Não Serve”
Datas: terça-feira 24 de março, às 17h, e quarta-feira 25 de março, às11h
Local: Galeria Mezanino – CAIXA Cultural Curitiba
Inscrição: Link

Exposição “A Imagem Não Serve”
Data: até 10 de maio
Horário de visitação: de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: 12 anos
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: @caixaculturalcuritiba
Informações: CAIXA Notícias | Instagram CAIXA | imprensa.sul@caixa.gov.br

CAIXA CULTURAL CURITIBA CELEBRA O PROTAGONISMO DE MULHERES NAS ARTES DURANTE TODO O MÊS DE MARÇO

Programação reúne performance, marcenaria, audiovisual, teatro, fotografia artesanal e música

O primeiro estágio de um milagre, Cap VII – Foto: Raphaela Graf

Em março, a CAIXA Cultural Curitiba dedica sua programação às múltiplas presenças e práticas de mulheres na arte contemporânea, reunindo ações formativas, performances, oficinas e exposições que evidenciam processos de criação, investigação e partilha. A agenda apresenta nomes de destaque nas artes visuais, na performance, na marcenaria, no audiovisual, na fotografia e na música, reforçando o compromisso da instituição com a diversidade de linguagens e narrativas.

O mês tem início com o ciclo Mulheres do Audiovisual, que acontece de 3 a 27 de março, reunindo profissionais de diversas áreas da cadeia cinematográfica.

Entre os dias 6 e 8 de março, a artista visual Rubiane Maia conduz uma série de atividades voltadas à performance. O ciclo começa no dia 6, das 19h às 21h, com a palestra Práticas artísticas em Performance, aberta a estudantes, artistas, pesquisadores e ao público interessado. No dia 7, das 10h às 18h, acontece o Encontro Formativo em Performance, um workshop intensivo que compartilha procedimentos e experimentações performativas. Para encerrar, no dia 8, das 15h às 17h, a artista apresenta a performance O primeiro estágio de um milagre, Livro-Performance, Capítulo VII, 2ª edição, inédita no Brasil, com participação de Eliana Brasil na leitura performativa.

No teatro, também de 6 a 8 de março, o espetáculo Não Me Chame de Mãe convida a refletir sobre maternidade, identidade e afeto.

De 10 a 22 de março, o Brutas Coletivo, formado pelas artistas Érica Storer, Estelle Flores, Gio Soifer, Jéssica Luz e Paula Calory, ocupa a Galeria Mezanino da CAIXA Cultural. Nos dias 10, 11 e 12, das 18h30 às 21h, o coletivo realiza a oficina Infalíveis – Como materializar uma conversa, atividade teórico-prática que propõe o desenvolvimento conceitual e a criação coletiva de uma instalação utilizando materiais reciclados e recicláveis em um exercício de curadoria compartilhada. A instalação ficará aberta à visitação entre os dias 13 e 22 de março.

Nos dias 13, 14 e 15, Roberta Sá sobe ao palco com o show Tudo Que Cantei Sou, celebrando sua trajetória artística.

A partir de 17 de março, a Galeria Térreo recebe a exposição As coisas que escapam, de Luiza Urban, com abertura marcada para as 19h.

Nos dias 18 e 19, a oficina Introdução à Marcenaria para Mulheres, com Tatiana Barreto e o projeto Marcenaria Delas, oferece uma experiência prática de manuseio de ferramentas, medição, corte e construção em madeira, com acompanhamento técnico.

Entre os dias 20 e 22 de março, o público poderá participar do Ateliê Aberto de Marcenaria, iniciativa que estimula o desenvolvimento de peças em madeira a partir de diferentes formatos e materiais disponíveis.

A fotografia artesanal integra a programação com a oficina Pinhole: Câmera na Lata, realizada em duas etapas, nos dias 21 e 28 de março, das 14h às 17h. Na primeira etapa, participantes constroem suas câmeras pinhole; na segunda, são guiados por um percurso fotográfico pelo centro de Curitiba, seguido de intervenções manuais sobre as imagens reveladas.

Em parceria com o Festival de Curitiba, duas oficinas integram a agenda da CAIXA Cultural: Preparação corporal para a cena, no dia 24 de março, das 18h às 21h, dedicada a técnicas de movimento aplicadas ao teatro; e Preparação e prática vocal no Teatro, no dia 26 de março, também das 18h às 21h, abordando aquecimento vocal, projeção, articulação e a relação entre corpo e voz.

Ainda no diálogo com o audiovisual, o Festival Permanente do Minuto ocorre de 25 a 29 de março, exibindo três sessões diárias com filmes infantis de até um minuto de duração.

Na programação de artes visuais, segue em cartaz a exposição Eder Santos – A imagem não serve, que terá lançamento de catálogo no dia 24 de março, acompanhado da exibição do longa Girassol Vermelho.

Serviço:
[Artes Visuais/ Teatro/ Música/ Cinema/ Vivências]
PROGRAMAÇÃO DE MARÇO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos das 10h às 19h
Classificação: consultar a classificação indicativa de cada atividade no site ou Instagram da CAIXA Cultural Curitiba
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| caixaculturalcuritiba​

Atividades e datas:
– Ciclo Mulheres do Audiovisual: 3 a 27 de março
– Ciclo com Rubiane Maia - Práticas artísticas em Performance: 6/03, 19h às 21h
– Ciclo com Rubiane Maia - Encontro Formativo em Performance: 7/03, 10h às 18h
– Ciclo com Rubiane Maia - O primeiro estágio de um milagre, Livro-Performance, Capítulo VII, 2ª edição: 8/03, 15h às 17h
– Espetáculo Não Me Chame de Mãe: 6 a 8 de março
– Oficina Infalíveis – Como materializar uma conversa: 10, 11 e 12/03, 18h30 às 21h
– Show Tudo Que Cantei Sou, com Roberta Sá: 13 a 15 de março
– Instalação do Brutas Coletivo: 13 a 22/03
– Exposição As coisas que escapam, de Luiza Urban: abertura dia 17/03, às 19h
– Oficina Introdução à Marcenaria para Mulheres: 18 e 19/03, 18h às 21h
– Ateliê Aberto de Marcenaria: 20 a 22/03, 10h às 19h
– Oficina Pinhole: Câmera na Lata: 21 e 28/03, 14h às 17h
– Oficinas em parceria com o Festival de Curitiba: 24 e 26/03
– Exposição Eder Santos – A imagem não serve: em cartaz (lançamento do catálogo dia 24)
– Festival Permanente do Minuto: 25 a 29/03

Caixa Cultural recebe espetáculo sobre exaustão materna na semana do Dia Internacional das Mulheres

Texto contemporâneo, com direção de Luciana Navarro, “Não Me Chame de Mãe” traz a atriz Carolina Damião na pele de Elisa, mergulhada em um drama reconhecível para muitas mulheres; entrada é gratuita

Curitiba, fevereiro de 2025 - No fim de semana do Dia Internacional das Mulheres (6 a 8 de março de 2026), o espetáculo "Não Me Chame de Mãe" ocupa a Caixa Cultural Curitiba com uma narrativa sensível e contundente: a história de uma mãe solo que conquista uma rara hora livre quando o genitor de sua filha cumpre, pela primeira vez, o horário estabelecido de convivência com a criança. Diante dessa pausa inesperada, Elisa (Carolina Damião) se vê frente a frente com a possibilidade de escolher o que fazer com o próprio tempo — resolver pendências acumuladas ao longo dos anos ou, simplesmente, descansar. O espetáculo, com apresentações gratuitas, foi aprovado no edital de Circulação Paraná da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) – Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura – Governo Federal.

“Não Me Chame de Mãe” provoca, acolhe e desperta riso sem romantizar a maternidade. A obra dialoga diretamente com mulheres que reconhecem, em Elisa, diferentes camadas de suas próprias vivências — inclusive aquelas que não são mães. Essa identificação ganha força em um dos momentos mais marcantes da encenação, quando a personagem lança a pergunta: “Você já viu sua mãe descansando?”

A dramaturgia nasceu de um processo de escuta ampliada. O espetáculo foi desenvolvido ao longo de dois anos pela diretora Luciana Navarro e pela atriz Carolina Damião, ambas mães solo que, no período pós-pandemia, buscaram transformar em linguagem cênica experiências pessoais e coletivas que atravessavam seus cotidianos. As vivências individuais se somam às conversas que Carolina mantém com mais de 80 mil mulheres em suas redes sociais, onde circulam relatos reais de mães que tentam conciliar cuidado, trabalho, exaustão e autonomia.

“A gente queria se ver. E se ver no palco seria uma rebeldia, porque ninguém estava nos pedindo isso. Era o nosso próprio impulso poético de escrever nossas dores e nossos desejos. Queríamos romper esse isolamento. Transformamos o nosso silêncio acumulado em grito e acolhimento”, afirma a diretora Luciana Navarro. Segundo ela, o processo criativo foi marcado pela autonomia e pela construção coletiva entre mulheres que precisaram abrir seus próprios caminhos. “Tivemos que criar esse caminho juntas e sozinhas”, completa.

Já Carolina Damião conta: "Eu estava fora do mercado de trabalho, por fora do teatro, dos editais, de tudo, completamente imersa na pandemia e no puerpério, sozinha cuidando de uma criança muito pequena. Foi quando a Luciana me disse que eu precisava voltar para os palcos, que o meu trabalho na internet deveria se estender para o teatro, e a gente começou a compartilhar nossas histórias maternas e a criar o ‘Não me chame de mãe’. Dos textos que eu escrevi, o que mais explicita esse meu processo de vida naquele momento da criação é a ‘História para dormir’, que é um poema, na qual a personagem termina dizendo: ‘e viveram invisíveis para sempre’, porque era justamente desse lugar que eu estava querendo sair.”

Elisa é uma personagem ficcional inserida nesse contexto de solidão e sobrecarga, mas carrega múltiplas vozes, reforçando a ideia de que essas mulheres não estão sozinhas. O espetáculo se constrói, assim, como um espaço de identificação, acolhimento e partilha.

"Não Me Chame de Mãe” estreou em Maringá (PR), em 2024, viabilizado pelo Prêmio Aniceto Matti, e agora percorre o estado por meio da Lei Aldir Blanc, ampliando o debate sobre saúde mental materna e sobre o papel da coletividade na sustentação da infância.

Após cada apresentação, o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa com a atriz, ampliando o espaço de escuta e troca sobre os temas abordados em cena.

Atividades paralelas gratuitas e abertas ao público:
• Ensaio aberto no dia 5 de março, das 14h30 às 17h
• Bate-papo sobre arte, maternidade e mercado de trabalho, no dia 4 de março, às 20h, com Letícia Costa (jornalista, mãe da Aurora e idealizadora do Kilombo das Mães Pretas), com captação em formato de podcast e acessibilidade em Libras)

Mais informações sobre essas ações estão disponíveis no Instagram @naomechamedemae.

SERVIÇO – CURITIBA

Espetáculo: Não Me Chame de Mãe
Formato: Monólogo teatral + roda de conversa
Classificação indicativa: 18 anos

Duração:
– Espetáculo: 60 minutos
– Roda de conversa: 30 minutos

Local: Caixa Cultural Curitiba
Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro

Datas e horários:
– 06 de março (sexta-feira) – 20h
– 07 de março (sábado) – 20h
– 08 de março (domingo) – 19h

Entrada gratuita
Retirada de ingressos no local.

Acessibilidade: sessão com Libras no dia 08

FICHA TÉCNICA – CURITIBA

Direção Artística - Luciana Navarro @gloz.artes
Elenco - Carolina Damião @carolina_damiao_
Intérprete de Libras - Dani Marrie - Fluindo Libras @dani_marrie @fluindolibras
Dramaturgia - Carolina Damião e Luciana Navarro
Trilhas Originais - Natália Gimenes @nategimenes
Técnico de som - Chá di Lirian @chadilirian
Técnica de Luz - Fábia Regina @fabia_rguimaraes
Concepção de cenário e figurino - Luciana Navarro
Assistência e produção de cenário e figurino - Carolina Damião
Preparação Vocal - Ariadine Gomes @ariadinegomescanta
Vozes - Carolina Damião e Luciana Navarro
Artista Local - bate-papo Arte e Maternidade - Letícia Costa @leticiiacosta
Assessoria de Imprensa - Ana Paula Brandão, Madá Criativa @madacriativa.com.br
Apoio Local Imprensa - Dani Brito Bureau de Comunicação @danibritocwb
Designer gráfico e social mídia - Fernando Souza, Maringaense Cultural @maringaensecultural
Fotos e vídeos divulgação - Max Miranda, Fenda Filmes @maaxmiranda @fenda.art.br
Fotos acervo Carolina Damião e Luciana Navarro - Polly Polsaque @polsaque
Vídeo, registro - Guilherme de Souza, Duo Rec @gui.cisma
Fotografia, registro - DANICARV @danicarv_
Distribuição de cartazes - Pretha Almeida @owpre___
Produção fonográfica e captação para podcast - Chá di Lirian @chadilirian
Produção - Horla Produção e Arte
Coordenação de Produção - Carolina Damião
Produção Executiva - Isadora Cecília @isadorayalode
Produção e mobilização - Carolina Mariano @marolina.c
Produção Local - Pretha Almeida @owpre___
Jurídico - Natália Ferruzzi @natferruzzi

PROJETO APROVADO PELA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA – GOVERNO DO PARANÁ, COM RECURSOS DA POLÍTICA NACIONAL ALDIR BLANC DE FOMENTO À CULTURA, MINISTÉRIO DA CULTURA – GOVERNO FEDERAL.

CONTATOS E REDES

Instagram da artista: @carolina_damiao_
Instagram do projeto: @naomechamedemae
Instagram da diretora: @gloz.artes
Site: www.carolinadamiao.com.br

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA O ESPETÁCULO INFANTIL“A MENINA E A ÁRVORE”

Montagem premiada da companhia Dobra propõe uma delicada aventura sobre imaginação, coragem e descobertas, com sessões acessíveis e oficina gratuita

Foto: Renato Mangolin

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 27 de fevereiro a 1º de março, o espetáculo infantil A Menina e a Árvore, uma das montagens mais premiadas da companhia Dobra, que completa 15 anos de trajetória em 2026. Voltada para todas as idades, a peça conduz o público por uma narrativa sensível sobre coragem, imaginação, pertencimento e escuta da natureza, com linguagem cênica minimalista e de forte apelo visual.

Fiel à pesquisa que consagrou o grupo desde Hominus Brasilis (2014), o espetáculo é encenado sobre uma pequena plataforma de madeira de dois metros por um, recurso que potencializa o corpo, o gesto e a imaginação. Sem cenários ou objetos, os atores utilizam teatro físico, pantomima, palhaçaria e sonoplastia vocal ao vivo para criar imagens diretamente na imaginação do público.

Na história, uma menina que vive com a família em uma fazenda decide ultrapassar os limites conhecidos de seu território. Guiada pela intuição e pelos sinais da natureza, ela encontra uma planta caída e aparentemente sem vida, iniciando uma jornada repleta de descobertas, riscos e encantamento. A travessia por rios, montanhas e florestas evoca temas universais como o medo do desconhecido, o desejo de ir além e o cuidado com o que é frágil.

“A linguagem da plataforma propõe um jogo que as crianças dominam, em que todos podem ser tudo a favor da história. O público se sente parte da aventura”, destaca o diretor e ator Matheus Lima.

O figurino, assinado por Camila Nhary, dialoga com o universo rural e a vida no interior, inspirado na paleta do pôr do sol, com tons de laranja, vinho e roxo. O visagismo de Mona Magalhães reforça o caráter lúdico e familiar dos personagens, evidenciando laços afetivos e criando uma atmosfera de fábula contemporânea. Mais do que uma história de aventura, o espetáculo propõe reflexões sobre crescimento, limites, escolhas e transformações.

Além das apresentações, a programação inclui a oficina gratuita “DesDobra – Corpo, gesto e espaço cênico”, voltada para artistas, estudantes de artes cênicas e interessados na pesquisa corporal do grupo. Ministrada por Helena Marques e Matheus Lima, a atividade acontece no sábado (28/02), das 10h às 13h, na CAIXA Cultural. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 20 de fevereiro por meio de formulário online.

Criada em 2011, a Dobra se consolidou como uma companhia que alia pesquisa de linguagem, qualidade artística e forte comunicação com o público. O grupo já circulou por diversas cidades brasileiras e representou o país em festivais internacionais nos Estados Unidos, China, Argentina e Portugal. Ao longo da trajetória, acumulou indicações a importantes premiações do teatro brasileiro, como Shell, Cesgranrio, CBTIJ e Zilka Sallaberry.

Serviço:
[Teatro] “A Menina e a Árvore”
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: 27 de fevereiro a 1º de março de 2026
Horário: às sextas-feiras, às 18h; sábado e domingo, às 15h e 18h
Sessão com acessibilidade: domingo (01/03), às 15h, com audiodescrição, intérprete de Libras e bate-papo após o espetáculo
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei); vendas a partir de 21/02, na bilheteria física da CAIXA Cultural Curitiba e pelo site Link
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação: livre
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Oficina DesDobra – Corpo, gesto e espaço cênico
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280. Centro
Data: 28 de fevereiro (sábado)
Horário: das 10h às 13h
Inscrições: gratuitas e devem ser feitas Inscrições até 20/02 através do link Link.
Vagas: 30 vagas
Público-alvo: grupos de teatro e artistas interessados

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE EXPOSIÇÃO INÉDITA DE EDER SANTOS

A programação oferece ao público visitas guiadas, oficina, videoinstalações e videoesculturas

Foto da obra Call Waiting Crédito: Eder Santos

A CAIXA Cultural Curitiba recebe a partir de 10 de fevereiro, às 18h, a exposição A imagem não serve, primeira mostra individual do artista multimídia Eder Santos na capital paranaense. Com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho, a exposição reúne 14 videoinstalações e videoesculturas produzidas entre 1993 e 2026, incluindo a obra inédita Ouragualamalma, criada especialmente para a temporada. Eder Santos traz ao público um panorama de mais de quatro décadas de experimentações com imagem, corpo e tecnologia.

O espaço oferece ao visitante uma experiência imersiva que desloca a imagem do campo da representação para o da presença. As obras incorporam ruídos, falhas, vibrações e distorções, revelando um uso da tecnologia que tensiona a linearidade e desafia a passividade do olhar. Estruturas como camas, gaiolas, ambientes imersivos e esculturas com dispositivos eletrônicos transformam o espaço expositivo em um campo sensorial, no qual o corpo do espectador é convocado a atravessar e habitar as imagens.

“A obra de Eder Santos nos convida a retirar as lentes com as quais aprendemos a ver um mundo cada vez mais domesticado, para acessar aquilo que escapa, que não se deixa capturar ou estabilizar”, comenta o curador Luiz Gustavo Carvalho.

No dia 10 de fevereiro, às 18h, acontece uma palestra com o artista e com o curador, seguida da abertura da exposição às 19h. Durante o período expositivo, o público poderá participar de visitas guiadas conduzidas pelos dois. Elas acontecem nos dias 11 de fevereiro, às 15h, 24 de março às 17h e 25 de março às 11h.

Já no dia 24 de março, às 15h, a CAIXA Cultural Curitiba intensifica a programação com uma oficinadedicada ao universo de Eder Santos. Na sequência, às 17h, ocorre mais uma visita guiada e, às 18h30, a exibição do longa‑metragem Girassol Vermelho, dirigido pelo artista. O dia se encerra com o lançamento do catálogo da exposição e sessão de autógrafos com a presença de Eder Santos e do curador.

Sobre o artista

Nascido em Belo Horizonte (MG), Eder Santos é referência na videoarte brasileira e integra coleções institucionais como o MoMA (Nova York), o Centre Pompidou (Paris), o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de ter participado de bienais e festivais no Brasil e no exterior. Sua trajetória também inclui uma premiada produção no cinema, com curtas, longas e séries para televisão.

Serviço: [Exposição]
A imagem não serve – Eder Santos
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Horário de visitação: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Período expositivo: 11 de fevereiro a 10 de maio
Entrada: franca
Classificação: 12 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba​

ÚLTIMO MÊS DA EXPOSIÇÃO DE GUSTAVO RAMOS NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

Mostra ganha programação especial com atividades gratuitas para toda a família na reta final

Ilustração de Gustavo Ramos para o livro As Três Tias de Matias

A CAIXA Cultural Curitiba convida o público para aproveitar o último mês da exposição A Luz, A Cor, A Palavra – Arte para livros de Gustavo Ramos, em cartaz até 1º de março de 2026, na Galeria do Mezanino. Para marcar a reta final da mostra, uma programação especial segue ao longo de fevereiro, com contações de histórias, oficinas e visitas guiadas que aprofundam o diálogo entre imagem, palavra e imaginação.

Reconhecido pelo domínio da luz e da cor, Gustavo Ramos cria imagens marcadas pela poesia, pelo movimento e pela força narrativa. Suas ilustrações funcionam como portais para universos inventivos, nos quais cada detalhe amplia o sentido das histórias. A exposição reúne obras criadas para livros infantis e juvenis, além de selos postais reconhecidos internacionalmente, convidando crianças e adultos a uma experiência sensorial e afetiva com a ilustração.

Durante fevereiro, a programação oferece atividades para toda a família. Aos domingos, sempre às 11h, acontecem contações de histórias com leituras de títulos como Leitura como Chocolate, Brasília e o Sonho Encantado e As Três Tias de Matias, conduzidas por diferentes contadores. Após as sessões, o público é convidado a participar de uma atividade de escrita de cartas em cartões-postais ilustrados, resgatando o encanto da correspondência manual e fortalecendo vínculos por meio da palavra escrita.

A agenda inclui ainda oficinas e visitas guiadas com convidados especiais. No dia 3 de fevereiro, Gustavo Ramos conduz uma visita guiada seguida da oficina externa “O Desenho e a Cidade”. Já no dia 19 de fevereiro, a designer Débora Marquesi ministra a oficina “Narrativas Impressas”. As atividades são gratuitas e reforçam a proposta educativa da mostra, que aproxima o público dos processos criativos da ilustração.

Com curadoria e expografia assinadas por Luisa Moraes, o percurso expositivo é organizado em três eixos — luz, cor e palavra — criando um ambiente acolhedor e interativo. A mostra evidencia a habilidade do artista em transformar histórias em cenas luminosas e expressivas, reunindo trabalhos de livros como Brasília e o Sonho Encantado, As Três Tias de Matias, Who is it, Whoodini e Leitura como Chocolate, além de emissões filatélicas como Centenário da Primeira Travessia Aérea do Atlântico Sul e Faróis Brasileiros.

Serviço:
[Exposição] A Luz, A Cor, A Palavra – Arte para livros de Gustavo Ramos
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: até 1º de março de 2026
Entrada gratuita
Horário de visitação: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos, das 10h às 19h

Programação especial – fevereiro
01/02 (dom), 11h – Contação de histórias – Leitura como Chocolate e Brasília e o Sonho Encantado, com Leomir Bruch
03/02 (ter), 15h às 18h - Visita guiada e oficina externa “O Desenho e a Cidade”, com Gustavo Ramos
08/02 (dom), 11h - Contação de histórias – Leitura como Chocolate e Brasília e o Sonho Encantado, com Leomir Bruch
19/02 (qui), 19h às 21h - Visita guiada e oficina “Narrativas Impressas”, com Débora Marquesi
22/02 (dom), 11h - Contação de histórias – Leitura como Chocolate e Brasília e o Sonho Encantado, com Flávia Imirene
01/03 (dom), 11h - Contação de histórias – Leitura como Chocolate e As Três Tias de Matias, com Leomir Bruch

Inscrições para oficinas e atividades: @ilustregustavo e www.caixacultural.gov.br
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA A PEÇA “AGORA É MINHA VEZ”

Montagem propõe uma releitura brasileira do clássico mundial, convidando adultos e crianças a refletirem sobre escuta, afeto e conexão

Foto: Aldo Boaretto

A CAIXA Cultural Curitiba recebe o espetáculo infantil “Agora é minha vez”, uma releitura brasileira de “O Pequeno Príncipe”, transformando a fábula em um jogo teatral divertido, delicado e contemporâneo. A temporada acontece nos dias 6, 7, 8, 13, 14 e 15 de fevereiro de 2026, com sessões às sextas-feiras às 15h, aos sábados às 15h e às 17h, e aos domingos às 15h. Os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia) e podem ser adquiridos pelo site da CAIXA Cultural Curitiba ou diretamente na bilheteria física da unidade. A classificação indicativa é livre para todos os públicos.

Produzido pelo Grupo de Pesquisa em Teatro para Infância (GPeTI), o espetáculo tem direção de Gabriela Valcanaia e é interpretado por Karina Rozek e Vinícius Précoma. Em cena, dois atores se preparam para contar a história do Pequeno Príncipe, mas, ao tentar dar vida à narrativa, enfrentam desafios que ultrapassam a atuação dos personagens. Ao longo do enredo, surgem temas como tristeza, ausência e as dificuldades de comunicação entre adultos e crianças, sempre tratados com humor, leveza e sensibilidade. A montagem reforça a ideia de que sentir faz parte da experiência humana e que as emoções podem ser acolhidas e compartilhadas de forma cuidadosa.

Com uma linguagem poética e acessível, o espetáculo convida crianças e adultos a uma experiência conjunta, em que a escuta atenta se torna fundamental. Ao valorizar a brincadeira como forma de expressão, a peça propõe que emoções como a tristeza possam ser vivenciadas coletivamente, sem perder a delicadeza. “Partimos da escuta e da brincadeira como caminhos para que adultos e crianças possam elaborar juntos emoções que fazem parte da vida”, destaca a diretora Gabriela Valcanaia.

Sobre o Grupo de Pesquisa em Teatro para Infância (GPeTI)
Fundado em 2018, em Curitiba/PR, o grupo dedica-se à criação de teatro contemporâneo para crianças, com atuação multidisciplinar e projetos autorais. Suas pesquisas e produções são orientadas por três pilares: a infância como alteridade; a arte-educação; e a inclusão, acessibilidade e diversidade.

Seu primeiro espetáculo, “NO ARMÁRIO NÃO CABE NINGUÉM” (2023), circulou por importantes festivais e mostras no Brasil, como a Mostra Internacional de Artes para Crianças, o Festival Espetacular de Teatro de Bonecos, o FENATA e o Festival de Curitiba, além de ter sido indicado ao Prêmio Gralha Azul de Melhor Cenário. “AGORA É MINHA VEZ” é o segundo espetáculo do grupo e reafirma o compromisso do GPeTI com a criação de obras que dialogam com crianças e adultos de forma sensível e transformadora.

Além dos espetáculos, o grupo também mantém produções digitais gratuitas como dramaturgias, podcast e curta-metragem, ampliando o acesso e o debate sobre o teatro para crianças no Brasil.

Serviço:
[Teatro] “Agora é minha vez”
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: 6, 7, 8, 13, 14 e 15 de fevereiro de 2026
Horário: às sextas-feiras, às 15h; aos sábados, às 15h e às 17h; e aos domingos, às 15h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei); vendas a partir das 10h do dia 31/01, presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba, e a partir das 15h na Link
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos e feriados das 10h às 19h
Duração: 50 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

DE VOLTA À CAIXA CULTURAL CURITIBA, SANDRA PÊRA APRESENTA NOVO SHOW DEDICADO À OBRA DE GONZAGUINHA

Espetáculo é marcado pela intensidade emocional, pela memória afetiva e pela força poética de um dos grandes nomes da música popular brasileira

Foto : Ana Alexandrino

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, nos dias 30 e 31 de janeiro, o show “Eu apenas queria que você soubesse”, espetáculo em que a cantora e atriz retorna aos palcos com o repertório do álbum homônimo, dedicado exclusivamente à obra de Luiz Gonzaga Jr., o Gonzaguinha. O trabalho foi lançado recentemente pela gravadora Biscoito Fino e celebra os 80 anos de nascimento do compositor.

Depois de se apresentar na CAIXA Cultural Curitiba em 2024 com um espetáculo dedicado a Belchior, Sandra Pêra volta ao palco do espaço em um show marcado pela intensidade emocional, pela memória afetiva e pela força poética de um dos grandes nomes da música popular brasileira, falecido precocemente em 1991, aos 46 anos.

Atriz e cantora com trajetória consolidada na música, no teatro e no cinema, Sandra mergulha em canções que atravessam gerações. Músicas de amor, de luta, de dúvida e esperança são apresentadas com a emoção de quem viveu de perto a ebulição artística e humana de Gonzaguinha. O roteiro percorre diferentes fases da obra de Gonzaguinha, equilibrando lirismo e veia contestadora, enquanto Sandra imprime uma leitura afetiva, pessoal e teatral a cada interpretação.

No repertório, estão clássicos como “O Que É, O Que É?”, “Recado”, “Coração” e “Feliz”, além de canções menos conhecidas do grande público, como “Morro de Saudade” e “Borboleta Prateada”. O espetáculo inclui ainda “A Felicidade Bate à Sua Porta”, primeiro sucesso do grupo As Frenéticas, do qual Sandra fez parte.

O desejo de levar essas canções ao palco nasce do vínculo profundo da artista com essa obra e com o próprio Gonzaguinha, pai da única filha de Sandra, Amora Pêra, que também está à frente da direção musical do show (compartilhada com Paula Leal). “Estar no palco com o repertório do Gonzaga é um desafio que me move. São canções que pedem entrega e sensibilidade, e me sinto motivada e feliz para vivê-las no palco”, afirma a cantora.

No palco, a artista é acompanhada por Lourenço Vasconcellos (bateria), Pedro Moraez (baixo), Rodrigo Lima (violão e guitarra) e João Bittencourt (piano e sanfona), com participação especial de Aline Gonçalves (sopros). Os arranjos contemporâneos respeitam a essência original das composições, valorizando o texto e a dramaticidade características da obra de Gonzaguinha.

Serviço:
[Música] Sandra Pêra – Show “Eu apenas queria que você soubesse”, com músicas de Gonzaguinha
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: 30 e 31 de janeiro de 2026
Horário: 20h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei); vendas a partir das 10h do dia 24/01, presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba, e a partir das 15h no site da Bilheteria Digital
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos e feriados das 10h às 19h
Duração: 80 minutos
Classificação: a partir dos 12 anos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

CAIXA CULTURAL CURITIBA CELEBRA OS 165 ANOS DA CAIXA COM SHOW INÉDITO DE PAULINHO MOSKA

Moska utiliza dois violões confeccionados a partir da madeira resgatada do incêndio que atingiu o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, em 2018

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O cantor e compositor Paulinho Moska. Foto: Rodrigo Simas

Em comemoração aos 165 anos da CAIXA, celebrado no dia 12 de janeiro, a CAIXA Cultural Curitiba recebe o cantor e compositor Paulinho Moska com o espetáculo “Os Violões Fênix do Museu Nacional”, nos dias 13 e 14 de janeiro. Em um show carregado de simbolismo e emoção, Moska utiliza dois violões criados pelo luthier e bombeiro Davi Lopes, confeccionados a partir da madeira resgatada do incêndio que atingiu o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, em 2018.

Os instrumentos tornam-se metáfora da resiliência, da memória e da capacidade de reconstrução da cultura brasileira. A história por trás dos violões é apresentada ao público nos minutos iniciais do espetáculo, com trechos do documentário “Fênix: o Voo de Davi”, dirigido por Vinícius Dônola, João Rocha e Roberta Salomone, que tem a canção “Tudo Novo de Novo” como tema central.

Com esses instrumentos que renasceram das cinzas, Paulinho Moska revisita mais de três décadas de carreira solo. O repertório reúne sucessos marcantes como "A Seta e o Alvo", "Pensando em Você", "A Idade do Céu", "Lágrimas de Diamantes", "Último Dia" e "Muito Pouco", que ganham novas nuances e significados. O artista apresenta também uma canção do mestre Pixinguinha, "A Dor Traz o Presente", que ganhou letra escrita pelo próprio Moska.

Sobre Paulinho Moska
Com mais de 30 anos de carreira, Paulinho Moska é um dos nomes mais relevantes da música popular brasileira de sua geração. Cantor, compositor e multiartista, construiu uma obra marcada por letras poéticas e melodias sofisticadas, que ultrapassam fronteiras e dialogam com diferentes gerações. É autor de canções consagradas, além de ter suas músicas gravadas por artistas como Elba Ramalho, Gal Costa, Maria Bethânia, Marina Lima e Ney Matogrosso.

Ao longo da trajetória, realizou parcerias importantes, entre elas com Lenine e o argentino Fito Páez, com quem lançou o álbum “Locura Tota” (2015), indicado ao Grammy Latino. Moska também se destaca por sua atuação em outras linguagens artísticas, tendo apresentado o programa “Zoombido” (Canal Brasil) e criado a série documental “Tu Casa es Mi Casa” (HBO), dedicada à cultura latino-americana. Em constante reinvenção, o artista segue celebrando a música como espaço de memória, afeto e transformação.

Serviço:
[Música] Paulinho Moska – “Os Violões Fênix do Museu Nacional”
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: 13 e 14 de janeiro de 2026
Horário: 20h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei); vendas a partir das 10h do dia 10/01, presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba, e a partir das 15h na http://www.bilheteriadigital.com
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos e feriados das 10h às 19h
Duração: 90 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Caixa Cultural Curitiba realiza visita mediada gratuita na Exposição World Press Photo

Na atividade, a gerente de conteúdo da mostra, Joana Klaus, conta curiosidades e bastidores das melhores fotos jornalísticas do mundo

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, no sábado (22), a gerente de conteúdo da exposição World Press Photo 2025, Joana Klaus, para uma visita mediada. Em uma ação única e gratuita, Joana vai falar sobre bastidores e curiosidades da mostra que reúne as fotos vencedoras do maior concurso de fotojornalismo do mundo.

Em cartaz até o dia 30 de novembro, a exposição está em sua 68ª edição e retorna à capital paranaense após 20 anos, com 42 projetos premiados que ampliam o olhar para os principais acontecimentos globais. As imagens foram capturadas pelas lentes de fotógrafos de 31 países sob perspectivas sociais, políticas e climáticas.

Em 2025, as imagens trazem à luz temas relevantes como crise climática, conflitos armados, migração, gênero e diversidade, com fotografias que provocam reflexão e ampliam o debate sobre os desafios mundiais da atualidade. A imagem eleita como vencedora do ano foi feita pela palestina Samar Abu Elouf e retrata o menino Mahmoud Ajjour, de 9 anos, ferido durante um ataque israelense à Gaza, em março de 2024. O registro sintetiza o poder da fotografia como ferramenta de denúncia e memória.

Durante o período de exibição, a mostra se une à campanha nacional Feminicídio Zero, conectando o público a narrativas visuais que abordam a violência contra mulheres em diferentes contextos ao redor do mundo, como forma de reforçar o papel da arte na conscientização social para enfrentamento do feminicídio, promoção dos direitos das mulheres e diminuição da violência de gênero.

68º Concurso Anual de Fotojornalismo World Press Photo Criado em 1955, o Concurso Anual World Press Photo tem como propósito reconhecer o melhor do fotojornalismo e da fotografia documental produzidos a cada ano. Por meio de uma estrutura regional de avaliação que busca garantir diversidade e representatividade, o concurso é dividido em seis regiões globais e três categorias por formato: Fotografia Individual, Reportagem e Projetos de Longo Prazo. As imagens são julgadas e premiadas de acordo com a região onde foram produzidas e não pela nacionalidade do fotógrafo.

Entre os vencedores da América do Sul, nas categorias Individual e Reportagem, destacam-se três fotógrafos brasileiros: Anselmo Cunha, André Coelho e Amanda Perobelli, com registros que documentaram desde as enchentes históricas no Rio Grande do Sul até a celebração esportiva da torcida do Botafogo, após conquista inédita em 2024. A novidade deste ano é a ampliação do número de premiados por região, fortalecendo o olhar plural sobre os acontecimentos que moldam o mundo.

O Brasil também se destaca em projetos internacionais, à exemplo da série sobre a seca na Amazônia, do mexicano Musuk Nolte, e a imagem do surfista Gabriel Medina, captada pelo francês Jerome Brouillet, após a manobra que rendeu a conquista de medalha olímpica em Paris.

Na edição de 2025, a premiação celebra as quase sete décadas de existência com números marcantes: 42 projetos vencedores, selecionados entre mais de 59 mil imagens inscritas por 3.778 fotógrafos de 141 países.

SERVIÇO
[Exposição] Visita mediada na Exposição World Press Photo 2025
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: sábado 22 de novembro de 2025
Horário: 11h
Inscrições pelo link: https://forms.gle/pcpqkANrbDpfGkzD6
Exposição segue até 30 de novembro de 2025
Horário de visitação: terça a sábado, das 10h às 20h. Domingos e feriados das 10h às 19h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: 12 anos
Acessibilidade: As visitas mediadas têm transcrição em Libras e todas as imagens contém audiodescrição
Mais informações e programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural | @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

Clarissa Bruns encerra temporada 2025 do Samba de Bamba

A CAIXA Cultural apresenta a cantora e compositora Clarissa Bruns como última atração da temporada 2025 do projeto Samba de Bamba. Prata da casa, a curitibana preparou um show inédito, “Enredo do meu Samba”, que vai apresentar no dia 11 de novembro, terça-feira, às 20 horas, no teatro da CAIXA Cultural Curitiba (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). No palco a artista vai interpretar um repertório autoral acompanhada pelos músicos Joel Müller (violão), Vinícius Chamorro (7 cordas) e Luís Rolim (percuteria).
Clarissa Bruns explica que o show “Enredo do meu Samba” é dedicado aos sambas autorais de sua trajetória e reúne canções de seus discos e quatro sambas inéditos compostos recentemente. “O repertório reflete a jornada da mulher que vive, sente, se descobre e transforma a sua própria existência. As músicas falam do amor como a escolha de viver com coragem de arriscar, de recomeçar, de buscar a paz e um sentido, em meio ao movimento incessante da vida. Esse espetáculo celebra o samba como território de criação e verdade, um samba e um canto que nasce do viver, do sentir, de ser”, conta.
Samba de Bamba
O curador e coordenador geral do projeto Samba de Bamba, Rodrigo Browne, comemora a temporada 2025 do projeto em Curitiba. “A exemplo do ano passado tivemos todas as apresentações com ingressos esgotados. Isso mostra o interesse do público em conhecer artistas que fazem parte de uma nova geração do samba que renovam o gênero com muita qualidade. Além disso, com esse projeto a Caixa Cultural promove uma importante democratização da nossa cultura”, considera.
Browne lembra que durante 2025 todos os convidados do projeto, com a maioria de sambistas mulheres, mostraram na Caixa Cultural o autêntico samba brasileiro com seus vários sotaques. “O samba é o gênero brasileiro que agrega intérpretes e compositores maravilhosos em cada canto do país. Ao longo do ano apresentamos as várias vertentes do samba com representantes do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais. Mato Grosso, Brasília, Paraná e Rio Grande do Sul... e todos com o compromisso de apresentar no repertório composições que respeitam o nosso passado cultural e que, ao mesmo tempo, mostram que é possível renovar com qualidade”.
Clarissa Bruns
A cantora e compositora Clarissa Bruns tem grande experiência e atuação no universo da música nacional. Em 2008, lançou seu primeiro trabalho autoral em CD homônimo. Em 2014, lança seu segundo trabalho autoral, o DVD e CD ao vivo Riso Fácil, gravado no Canal da Música em Curitiba, com participação especial do saudoso Jair Rodrigues. Em 2017, a artista lançou seu terceiro trabalho autoral, ENTRE, com a presença de grandes músicos brasileiros como Marcos Suzano e Carlos Malta. Dois anos depois, em 2019, gravou um novo trabalho autoral, o EP A Praça do Relógio. Em 2022, a artista lançou 3 singles e o disco autoral, Tua Pele.
Clarissa foi também finalista em concursos de samba enredo da capital paulista, com sambas de sua autoria, estilo musical que a acompanha frequentemente em suas composições e produções. Com quatro álbuns autorais, Clarissa constrói uma trajetória marcada pela sensibilidade, pela força interpretativa e pela paixão à canção brasileira, um caminho em que o samba se torna expressão de liberdade, escuta, humanidade, comunhão, alegria e prazer.

Serviço:
Samba de Bamba – Clarissa Bruns
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 11 de novembro
Horário: terça-feira, às 20h.
Ingressos: Esgotados
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

Mais informações e entrevistas:
RB – Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne – 9 9145-7027

FOTOS CLARISSA BRUNS: crédito fotográfico Isabella Mariana/divulgação

POÉTICAS SOBRE O MUNDO CONTEMPORÂNEO, ARTE E RESISTÊNCIA

Espetáculo homenageia trajetória e legado do premiado escritor chileno Roberto Bolaño

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, a partir de 30 de outubro, o espetáculo DESERTO – primeira criação teatral brasileira inspirada na obra e nas memórias do escritor chileno Roberto Bolaño. A montagem, idealizada e produzida pela Polifônica, propõe ao público uma investigação sobre o papel da poesia e da arte diante das violências do mundo contemporâneo. Ao todo, serão 08 apresentações, com duração aproximada de 85 minutos. A temporada curitibana encerra em 09 de outubro e a classificação indicativa é a partir de 16 anos.

Com direção de Luiz Felipe Reis e atuação de Renato Livera, o monólogo articula teatro, literatura, poesia, música e instalações de vídeo em uma experiência multilinguagem. Em cena, o artista encarna o próprio Bolaño, emprestando seu corpo e voz às palavras do autor, para compartilhar suas inquietações éticas, políticas e poéticas.

A dramaturgia acompanha os últimos anos de vida de Bolaño, diagnosticado com uma doença hepática crônica, e sua persistente dedicação à escrita como forma de afirmação da vida. DESERTO revisita fragmentos de obras emblemáticas do autor, como 2666, Os detetives selvagens e O gaúcho insofrível, para investigar o lugar da criação poética diante das forças de opressão, desigualdade e devastação que marcam a atualidade, por meio de narrativas que entrelaçam vida e criação artística, memória e resistência.

Reconhecido pela crítica e pelo público, DESERTO foi indicado aos prêmios APTR e Shell nas categorias de atuação, direção e dramaturgia, e já passou por importantes palcos do país. O espetáculo conta com patrocínio da CAIXA e Governo Federal, reafirmando o compromisso do banco em fomentar ações voltadas a difusão da arte e da cultura no Brasil.

A apresentação do dia 02 de novembro (domingo) terá tradução em Libras, ampliando a experiência para diferentes públicos. Após o espetáculo, o público está convidado a participar de um bate-papo com o diretor Luiz Felipe Reis e o ator Renato Livera, momento dedicado ao compartilhamento de reflexões sobre o processo criativo e os temas abordados na montagem.

Roberto Bolaño: o poeta da resistência
Considerado um dos maiores nomes da literatura latino-americana contemporânea, Roberto Bolaño (1953–2003) construiu uma obra marcada pela inquietação política, pela experimentação literária e pela busca incessante de sentido em meio ao caos. Nascido no Chile e radicado na Espanha, viveu entre diferentes países e contextos históricos, sempre atento às contradições do mundo.

Autor de romances, contos, crônicas e poemas, Bolaño deixa um legado literário composto por títulos como A literatura nazista na América, Putas assassinas, Os detetives selvagens e 2666, este último considerado sua obra-prima. Sua escrita, ao mesmo tempo lírica e crítica, é atravessada por temas como exílio, violência, marginalidade e o papel do artista como testemunha e resistência.

Em DESERTO, sua voz ressurge para provocar o público: qual o lugar da poesia em um mundo dominado pelo capital, pela desigualdade e pela devastação? A peça reafirma o posicionamento de Bolaño enquanto autor comprometido com a criação como forma de vida — e como contraponto à lógica destrutiva que permeia o presente.

Serviço:
[ESPETÁCULO] DESERTO
Data: 30 de outubro a 09 de novembro de 2025
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba
Horários: de quinta a sábado às 20h e domingos às 19h
Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada)
Vendas: a partir de 25/10/2025 – às 10h, presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural e, no mesmo dia, a partir das 15h, pela plataforma www.bilheteriadigital.com
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 85 minutos
Capacidade do Teatro: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acessibilidade: A sessão do dia 02/11 (domingo) contará com tradução em Libras.
Atividade especial: Após a apresentação do dia 02/11, haverá bate-papo com o diretor Luiz Felipe Reis e o ator Renato Livera.
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA PÉS, BOLAS, SONS E ALGO MAIS DA ORQUESTRA BRASILEIRA DE SAPATEADO

Descrição gerada automaticamente com confiança médiaOrquestra Brasileira de Sapateado FOTO: Mauricio Maia
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 23 a 26 de outubro, o espetáculo Pés, Bolas, Sons e Algo Mais, da Orquestra Brasileira de Sapateado (OBS). Com 35 anos de trajetória, o grupo revisita seus números mais emblemáticos, incorporando novas sonoridades, intérpretes e formatos cênicos. A proposta une tradição e inovação, com releituras e novas criações, reafirmando o papel da OBS como referência nacional na difusão do sapateado.

Único grupo com esse perfil no país, a Orquestra Brasileira de Sapateado construiu uma linguagem artística singular ao produzir mais de quinze espetáculos que integram sapateado, teatro, humor, música brasileira e recursos tecnológicos. Em sua nova montagem, preservam a característica da música ao vivo, reunindo em cena oito sapateadores e três músicos, como dois naipes de uma orquestra. Juntos, apresentam números que homenageiam o gênero, exploram sua evolução e propõem novas possibilidades estéticas.

Destaques do roteiro:

Durante o espetáculo, o repertório selecionado conta a história do sapateado, apresenta versões para sapato midi, assim como números que conectam o gênero às sonoridades infantis, ao esporte e outros ritmos populares brasileiros, à exemplo do funk e gafieira, contemplando ainda um olhar para o futuro do sapateado.

Tap dance é uma homenagem ao sapateado, reverenciando suas principais figuras. Ao longo de 12 minutos frenéticos, 8 sapateadores cantam e dançam mostrando a evolução da linguagem do tap ao longo das décadas.

Concerto para Tap, na versão de sapato midi, é de fato uma peça de concerto onde o solista é um sapateador, acompanhado por uma orquestra de músicos e sapateadores.
Tap Toys, é número descontraído que remete à infância, onde músicos e sapateadores brincam de fazer sons com seus pés, utilizando brinquedos e instrumentos infantis.

Pés e Bolas é uma ode a esse objeto circular, demonstrando que o diálogo do sapateado com a bola foi um experimento exitoso, gerando uma movimentação cênica original.

The Jazz, um turbilhão de ritmo e energia. Sapateado explosivo dá vida ao espírito vibrante do jazz, em um número pulsante, que celebra liberdade e movimento. Uma atmosfera que cria um diálogo intenso entre som e corpo.

Musical americano é um duo musical, onde um par de sapatos é tocado com as mãos por um percussionista como se fosse um instrumento.
Gafieira é um número que conta com todo o elenco e alia o sapateado à dança de salão, proporcionando ao público um espaço tão musical e brasileiro.

Dublagem, quando um sapateador e um baterista exploram as possibilidades sonoras e expressivas do instrumento e do ato de dublar. Um intérprete dubla o som produzido pelo outro, simulando também os movimentos característicos.

Passinho, com movimentos rápidos e coordenados, mostra a evolução desse estilo popular das comunidades e suas variações.

Funk, em um número essencialmente carioca, a narrativa remete a um confronto no estilo West Side Story, adaptado para a realidade da zona norte do Rio de Janeiro.
Step-okê, um dos maiores sucessos do grupo, a apresentação é uma homenagem aos grandes intérpretes e momentos marcantes da história do sapateado. Enquanto um karaokê desafia os cantores, o step-okê desafia os sapateadores criando cenas inesquecíveis.

Black-out apresenta uma mini canção em uma pequena cena de passagem, para destacar a capacidade e a importância deste recurso na elaboração de um roteiro.

Tapnologia encerra o espetáculo em um número que vislumbra o futuro do sapateado, ressaltando as possibilidades de evolução do gênero, especialmente quando aliado à tecnologia.

Oficina Por Dentro da Orquestra Brasileira de Sapateado – Maracatu:

Integrando a programação, os interessados no gênero podem participar da oficina “Por Dentro da OBS: Maracatu”, prevista para o dia 26 de outubro e voltada para iniciantes básicos no sapateado, com idade a partir de 14 anos.

A oficina, ministrada por Sarah Santos e Maria Luiza Cavalcanti, propõe uma vivência de canto e sapateado em um número essencialmente brasileiro inspirado no Maracatu – ritmo afro-brasileiro de Pernambuco. A oficina é gratuita, com vagas limitadas a 30 participantes, mediante inscrição pelo site da CAIXA Cultural Curitiba.

Serviço:
[Espetáculo] Pés, Bolas, Sons e Algo Mais da Orquesta Brasileira de Sapateado
Data: 23 a 26 de outubro de 2025
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba
Horário das apresentações: Quinta e sexta às 20h | Sábado às 17h e 20h | Domingo às 17h
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia para clientes CAIXA e casos previstos em lei)
*Vendas a partir de 11 de outubro, presencialmente na bilheteria (10h) e online (15h) pela Bilheteria Digital
Classificação indicativa: Livre
Duração: 90 minutos
Capacidade do Teatro: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acessibilidade: A sessão de quinta-feira (24) contará com intérprete de Libras e bate-papo com o elenco após a apresentação
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba |
(41) 3041-2155

[OFICINA] Por Dentro da OBS: Maracatu
Data: 26 de outubro de 2025
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba
Horário: 10h30 às 12h
Classificação indicativa: a partir de 14 anos
Ingressos: Atividade gratuita com 30 vagas disponíveis – para inscrever-se clique https://forms.gle/StC86bg7HKerMpKu5

Boa nova no Samba de Bamba

A CAIXA apresenta o show Boa Nova com a sambista brasiliense Ju Rodrigues no projeto Samba de Bamba que acontece dia 14 de outubro, terça-feira, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). O repertório costura canções autorais inéditas com a força das vozes e composições de mulheres que marcaram e seguem transformando a história do gênero, entrelaçando a tradição ao frescor das novas gerações de mulheres sambistas. Os ingressos, com preços populares R$20 e R$10 (meia-entrada), já estão à venda na bilheteria da CAIXA, e on-line pela plataforma Bilheteria Digital.
O espetáculo “Boa Nova” é o primeiro voo solo de Ju Rodrigues. Um bater de asas nas cores e nos caminhos do samba sob a luz feminina. Ju alia delicadeza e potência em uma trajetória marcada pela dedicação à música feita por mulheres. “A música é a minha vida e a minha voz é a minha expressão”. No palco a cantora, pandeirista e compositora de mais de 100 canções será acompanhada por uma banda formada por mulheres com toda a diversidade tipicamente brasileira. São elas: Mariana Sardinha (cavaquinho e voz), Bruna Tassy – (violão e voz), Yara Alvarenga – (percussão) e Lene Black – (percussão).
Ju Rodrigues adianta que entre memórias e novidades, o show celebra o legado de Dona Ivone Lara, sambista pioneira que abriu portas no universo majoritariamente masculino do samba, com um pot-pourri dos sambas “Alguém me avisou/Sonho meu/Acreditar”. Ela também e reverencia compositoras como Clementina de Jesus (“Marinheiro só”), Leci Brandão (“Zé do caroço”) e Jovelina Pérola Negra (“Sorriso aberto”), ao lado da poesia de novas gerações de artistas que continuam a escrever essa história com ousadia e sensibilidade. É por meio dessa atmosfera que Ju Rodrigues convida o público a percorrer um caminho em que o samba é corpo, voz e resistência. O resultado é um espetáculo que, ao mesmo tempo, é íntimo e coletivo: a afirmação de um espaço de autoria, criação e celebração da mulher no samba.

Ju Rodrigues
Ju Rodrigues, brasiliense de raízes fincadas no chão duro e árido de Dianópolis (TO), encontrou, na música, a sua forma de expressão desde a infância, quando ganhou, aos 12 anos, o primeiro violão de presente de sua tia. Formou-se em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília e tornou-se servidora pública, sem nunca deixar de viver a música, tendo passado a se dedicar profissionalmente aos 18 anos, quando começou a cantar em bares e fazer parte de projetos musicais.
Idealizadora e fundadora do grupo SaiaBamba, há 16 anos no cenário do samba feminino, também integra formações como o Trio à Brasileira, o Sambadelas, o coletivo carnavalesco Essa Boquinha Eu Já Beijei e o Samba da Passarinha, todos compostos por mulheres. Entre bares, palcos e projetos, foi no encontro com o samba — quando interpretou “Vou Festejar”, canção imortalizada por Beth Carvalho — que Ju Rodrigues descobriu a sua paixão pelo samba e, assim, traçou a sua identidade. Após a apresentação, a artista vai realizar um bate-papo com o tema “Brasília: Capital do Samba?” para falar sobre a cena do samba no Distrito Federal, além de contar um pouco da sua trajetória artística.
A última atração da temporada 2025 do projeto é a cantora e compositora curitibana Clarissa Bruns, no dia 11 de novembro.

Serviço:
Samba de Bamba – Ju Rodrigues
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 14 de outubro
Horário: terça-feira, às 20h.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Teatro ou na plataforma Bilheteria Digital.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

CAIXA Cultural Curitiba recebe show inédito da Banda Mais Bonita Da Cidade

Com proposta mais intimista e acústica, banda lança novo álbum

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A Banda Mais Bonita da Cidade - Foto: Lubi Meireles

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta show inédito da Banda Mais Bonita da Cidade, com apresentações em formato acústico e intimista, com repertório que mistura clássicos e canções do disco “O futuro já está acontecendo”, as apresentações acontecem nos dias 7 e 8 de outubro.

Com 16 anos de trajetória, sete discos lançados e uma legião de fãs apaixonados, A Banda Mais Bonita da Cidade apresenta ao público uma nova fase de sua carreira.

O novo trabalho marca uma virada na história da banda, como destaca o tecladista Vinícius Nisi: “O álbum é muito especial pra gente, foi o primeiro coproduzido com nosso guitarrista, Du Rozeira, e o primeiro registro também com o Vic Vilandez, nosso baixista. Esse disco marca a presença desses dois que embarcaram na aventura de fazer a Banda Mais Bonita comigo, com a Uyara e o Luís”. O repertório traz músicas como Calma, Talhamar e Promissões, refletindo o momento atual do grupo.

Conhecida nacionalmente desde 2011, quando a canção “Oração” viralizou e emocionou o Brasil, a banda consolidou-se como um dos nomes mais originais da cena musical independente. Desde então, já se apresentou em importantes palcos nacionais e internacionais, passando por países como Portugal, França, Espanha, Argentina e Uruguai.

Para o show em Curitiba, a proposta é resgatar a relação afetiva com a cidade natal e com o Teatro da CAIXA Cultural, onde a banda promete um espetáculo inédito. “Dessa vez vamos fazer um show acústico, experimentar uma sonoridade mais íntima, que achamos que combina com o Teatro. Vai ter violões, bandolim, acordeon, pianinho de brinquedo e vamos preparar um repertório especial, com músicas do primeiro e do segundo disco, além das novidades”, adianta Nisi.

Formada por Uyara Torrente (voz), Vinícius Nisi (teclados), Eduardo Rozeira – Du Rozeira (guitarra), Vic Vilandez (baixo) e Luís Bourscheidt (bateria), A Banda Mais Bonita da Cidade reafirma, a cada apresentação, sua identidade poética, colaborativa e afetiva – transformando cada encontro com o público em um momento de celebração da música.

Serviço:
[Música] A Banda mais Bonita da Cidade – show de lançamento do álbum “O futuro já está acontecendo”
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: 7 e 8 de outubro (terça e quarta-feira).
Horário: 20h e 18h (sessão extra no dia 08/10)
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei); vendas a partir das 10h do dia 27 de setembro de 2025, presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba, e a partir das 15h na bilheteria digital (Link)
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos e feriados das 10h às 19h
Duração: 90 minutos
Classificação: Livre
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE PEÇA PREMIADA BASEADA NA PERSONAGEM NASTÁCIA, DE DOSTOIÉVSKI

A montagem conta com uma direção contemporânea e une teatro e videoarte

Espetáculo Nastácia, foto: Crédito Guto Muniz

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, pela primeira vez na cidade, o espetáculo Nastácia, vencedor do Prêmio Shell de Melhor Direção e do Prêmio APTR em 2019. A montagem fica em cartaz para dez apresentações na capital, de 24 a 28 de setembro e de 1º a 5 de outubro.

A peça reúne em cena Flávia Pyramo, Gilberto Gawronski e Lenine Martins, que dão vida à história de Nastácia Filíppovna, considerada a mais trágica das heroínas de Dostoiévski, no clássico “O Idiota”, publicado em 1869. A dramaturgia é assinada por Pedro Brício, a partir do texto original do autor russo. A ação acontece no apartamento de Nastácia, em plena celebração de seu aniversário. A ocasião, que deveria ser festiva, torna-se palco para o anúncio de seu casamento com Gánia, imposto por Totski, o oligarca que a explorou desde a infância e que agora a expõe como se estivesse em uma vitrine à venda.

Para Flávia Pyramo, idealizadora do projeto e intérprete de Nastácia, a personagem simboliza a coragem e a resiliência de uma mulher que transformou a própria vulnerabilidade em potência, lutando por dignidade mesmo diante da violência mais cruel. “Dar vida a Nastácia é habitar um corpo em sobressalto, com o coração acelerado e os olhos marejados. Sempre que me preparo para reencontrá-la, sinto uma alegria avassaladora percorrer cada parte de mim, porque a amo profundamente. Mas, ao mesmo tempo, vem a dor de um nó no estômago, pois sei que, ao contar sua história, estarei encarando os olhos de tantas outras mulheres que vivem essa tragédia real chamada violência de gênero”, comenta.

Com uma direção contemporânea que une teatro e videoarte, produzida por Cao Guimarães, a montagem ajuda a construir a narrativa de uma das personagens mais icônicas da literatura universal. O dramaturgo Pedro Brício fala sobre a escolha do recorte da montagem, que marca um ponto crucial da história, onde Nastácia encara seus algozes e a sociedade que a cerca. “O passado irrompe de repente e toma conta da cena. A força do que acontece está ali. Entendemos claramente a história; a potência do drama dos personagens é o que arrebata, por ser tão vertiginoso e por se transformar de uma hora para outra diante dos nossos olhos”, lembra Brício.

Nastácia fez estreia em agosto de 2019, em Belo Horizonte, com apresentações também no Rio de Janeiro, conquistando o Prêmio Shell (RJ) de Melhor Direção, o Prêmio APTR de Melhor Direção e o Prêmio APTR de Melhor Cenário. Em recente temporada no Festival Off Avignon 2025, na França, edição em que o Brasil foi o país convidado de honra, Nastácia foi escolhida como uma das peças favoritas (Coups de Coeur), pelo Jornal Le Dauphiné Liberé, descrita como “uma epopeia brilhante”, segundo o jornal La Terrasse.

Instalação do estilista Ronaldo Fraga
O público poderá conhecer de perto o cenário premiado de Nastácia, assinado pelo estilista mineiro Ronaldo Fraga. Indicado como melhor cenário em cinco importantes prêmios de artes cênicas brasileiras, a obra Nastácia no Salão de Dresden ficará em exposição para visitação guiada e gratuita do dia 24 a 28 de setembro e 1º a 5 de outubro, às 11h e às 16h. Além da instalação, os visitantes poderão acompanhar cinco videoartes assinadas por Cao Guimarães. São 15 vagas e as senhas começam a ser distribuídas 30 minutos antes da visita.

Oficina Gratuita – Experimento Criativo Coletivo
A atriz Flávia Pyramo vai compartilhar a experiência do processo criativo coletivo que inspirou o espetáculo Nastácia em um workshop que acontece no dia 27 de setembro, das 14h às 18h e é destinado a atores e não atores, com o objetivo de estimular e direcionar a criação individual dentro de um coletivo, promovendo o desenvolvimento artístico-cultural. Inscrições gratuitasem https://forms.gle/r7SkrYcufg4Fxb7N6

Serviço:
[Teatro] Nastácia
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: de 24 a 28 de setembro e de 1º a 5 de outubro de 2025
Horário: de terça a sábado, às 20h e domingo, às 19h
Sessão com Libras no sábado 4 de outubro, com bate-papo pós sessão
Ingressos: R$ 15 (meia para clientes CAIXA e casos previstos em lei) e R$ 30 (inteira)
Vendas: a partir do dia 20 de setembro, presencialmente na bilheteria do teatro, a partir das 10h; e online, a partir das 15h, pela plataforma Bilheteria Digital, com cota de ingressos
Duração: 1h40
Classificação: não recomendado para menores de 16 anos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Informações e programação completa: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

[Oficina] Oficina Experimento Criativo Coletivo, com Flávia Pyramo
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: sábado 27 de setembro de 2025
Horário: das 14h às 18h
Ingressos: Entrada franca mediante inscrição no site da CAIXA Cultural https://forms.gle/r7SkrYcufg4Fxb7N6
Vagas: limitadas a 20 pessoas
Classificação: não recomendado para menores de 16 anos

[Instalação] Nastácia no Salão de Dresden, do estilista Ronaldo Fraga
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: 24 a 28 de setembro e 1º a 5 de outubro
Horário: às 11h e às 16h
Ingressos: entrada franca. As senhas começam a ser distribuídas 30 minutos antes da visita
Vagas: limitadas a 15 pessoas
Classificação: 16+