Reinventar um ícone sem apagar sua história: o desafio por trás do novo Cine Lido

Responsável pela arquitetura de interiores da futura casa de espetáculos, André Henning aposta em uma linguagem contemporânea que preserva referências do antigo cinema de rua e resgata a memória afetiva de um dos endereços mais emblemáticos de Curitiba

Curitiba, agosto de 2026 – Alguns edifícios carregam muito mais do que concreto e estrutura. Guardam lembranças, encontros e parte da história de uma cidade. É o caso do Cine Lido, um dos cinemas de rua mais emblemáticos de Curitiba, que se prepara para iniciar uma nova fase como casa de espetáculos. Para o arquiteto André Henning, responsável pela arquitetura de interiores do empreendimento, o maior desafio do projeto não foi apenas adaptar o edifício às exigências de um espaço contemporâneo de entretenimento, mas encontrar um equilíbrio entre inovação e memória, fazendo com que o público reconheça a essência do antigo Lido enquanto vivencia uma experiência completamente nova.

Convidado inicialmente para desenvolver o projeto dos bares da casa, Henning acabou assumindo toda a arquitetura de interiores do empreendimento, em um trabalho realizado em coautoria com o arquiteto João Uchôa, responsável pela concepção arquitetônica geral do novo Cine Lido. A partir dessa integração, o escritório passou a desenvolver os ambientes internos, áreas de convivência, camarins, anexo, elementos da fachada e a requalificação do acesso principal ao espaço.

"Projetar um lugar como o Cine Lido exige respeito pela memória que ele carrega. Nossa intenção nunca foi reproduzir o passado, mas reinterpretá-lo. Queríamos que quem conheceu o antigo cinema reconhecesse algumas referências, mas percebesse que está entrando em um espaço preparado para o futuro", explica o arquiteto.

Essa proposta aparece em diversos elementos do projeto. O vermelho, por exemplo, presente nas antigas pastilhas que marcavam a arquitetura do edifício, retorna de forma contemporânea no mobiliário e em detalhes dos ambientes. As formas curvas fazem referência ao desenho característico do antigo cinema, enquanto concreto aparente, granitina, aço, iluminação cênica e grandes planos criam uma atmosfera atual, de inspiração brutalista, sem abrir mão do acolhimento.

"O projeto tem uma linguagem bastante contemporânea, mas ao mesmo tempo traz uma leitura retrô em diversos detalhes. Está nos espelhos, na iluminação, nas formas arredondadas e em elementos inspirados na estética das décadas em que o Cine Lido se consolidou como referência cultural da cidade. É uma homenagem sutil, sem cair na nostalgia", afirma o arquiteto.

A experiência começa antes do espetáculo

Mais do que criar um espaço bonito, o projeto foi pensado para transformar toda a experiência do público. A proposta parte do princípio de que uma casa de espetáculos começa a ser vivida muito antes de as luzes do palco se acenderem.

Por isso, a arquitetura dedica atenção especial aos percursos, às áreas de convivência e aos ambientes de permanência. Os seis bares distribuídos pelo empreendimento, os camarins, os espaços de apoio e as áreas comuns foram concebidos para estimular encontros, proporcionar conforto e tornar a circulação mais fluida, acompanhando uma tendência observada nos principais espaços de entretenimento do mundo.

"Hoje, as pessoas não vão apenas assistir a um show. Elas querem viver o lugar. A arquitetura precisa acompanhar essa mudança de comportamento, criando ambientes que convidem à permanência e façam parte da experiência do evento", destaca Henning. Essa mesma lógica orientou o desenvolvimento dos interiores, que abandonam a ideia de espaços compartimentados para privilegiar ambientes integrados e uma leitura arquitetônica contínua, valorizando materiais, iluminação e diferentes perspectivas ao longo do percurso do visitante.

Um novo capítulo para um patrimônio da cidade

Para André Henning, participar da transformação do Cine Lido representa também a oportunidade de contribuir para a preservação de um espaço que faz parte da memória coletiva de Curitiba. “Existem edifícios que contam a história de uma cidade. O Cine Lido é um deles. Nosso compromisso foi preservar essa identidade, mas mostrando que é possível atualizar esses espaços para novas formas de viver a cultura, sem perder aquilo que os tornou especiais”, completa.

Ao unir referências históricas e soluções contemporâneas, o projeto propõe uma nova leitura para um dos endereços mais conhecidos do Centro de Curitiba. “Mais do que recuperar um edifício, a proposta busca devolver à cidade um espaço preparado para receber uma nova geração de experiências culturais, mantendo viva a memória de um lugar que marcou diferentes gerações de curitibanos”, completa Henning.

Programação da semana de inauguração do Cine Lido:

● 26/08 – Caetano Veloso: últimos ingressos

● 27/08 – Marisa Monte: esgotado

● 28/08 – Sven Väth: últimos ingressos

● 29/08 – Fresno: últimos ingressos

Sobre André Henning

À frente do André Henning Studio, o arquiteto e empresário construiu uma trajetória sólida na chamada arquitetura de negócios, desenvolvendo projetos que articulam estratégia, identidade de marca e experiência do usuário. Com mais de uma década de atuação e centenas de projetos executados em todo o Brasil, Henning se destaca especialmente nos segmentos de gastronomia, entretenimento e varejo, criando espaços que aliam conceito estético a desempenho comercial e operação eficiente.

Além da atuação autoral, o arquiteto também se destaca como empreendedor. É cofundador da Go Coffee, uma das redes de cafeterias que mais crescem no país, com centenas de unidades distribuídas em todos os estados brasileiros. Essa vivência prática no mercado se reflete diretamente em sua arquitetura, que combina sensibilidade criativa com visão estratégica, resultando em projetos que não apenas encantam visualmente, mas também respondem de forma objetiva às demandas de negócio. Para mais informações, acesse https://andrehstudio.com ou perfil oficial do arquiteto no Instagram: @andrehenning.

Reinventar um ícone sem apagar sua história: o desafio por trás do novo Cine Lido

Responsável pela arquitetura de interiores da futura casa de espetáculos, André Henning aposta em uma linguagem contemporânea que preserva referências do antigo cinema de rua e resgata a memória afetiva de um dos endereços mais emblemáticos de Curitiba

Curitiba, agosto de 2026 – Alguns edifícios carregam muito mais do que concreto e estrutura. Guardam lembranças, encontros e parte da história de uma cidade. É o caso do Cine Lido, um dos cinemas de rua mais emblemáticos de Curitiba, que se prepara para iniciar uma nova fase como casa de espetáculos. Para o arquiteto André Henning, responsável pela arquitetura de interiores do empreendimento, o maior desafio do projeto não foi apenas adaptar o edifício às exigências de um espaço contemporâneo de entretenimento, mas encontrar um equilíbrio entre inovação e memória, fazendo com que o público reconheça a essência do antigo Lido enquanto vivencia uma experiência completamente nova.

Convidado inicialmente para desenvolver o projeto dos bares da casa, Henning acabou assumindo toda a arquitetura de interiores do empreendimento, em um trabalho realizado em coautoria com o arquiteto João Uchôa, responsável pela concepção arquitetônica geral do novo Cine Lido. A partir dessa integração, o escritório passou a desenvolver os ambientes internos, áreas de convivência, camarins, anexo, elementos da fachada e a requalificação do acesso principal ao espaço.

"Projetar um lugar como o Cine Lido exige respeito pela memória que ele carrega. Nossa intenção nunca foi reproduzir o passado, mas reinterpretá-lo. Queríamos que quem conheceu o antigo cinema reconhecesse algumas referências, mas percebesse que está entrando em um espaço preparado para o futuro", explica o arquiteto.

Essa proposta aparece em diversos elementos do projeto. O vermelho, por exemplo, presente nas antigas pastilhas que marcavam a arquitetura do edifício, retorna de forma contemporânea no mobiliário e em detalhes dos ambientes. As formas curvas fazem referência ao desenho característico do antigo cinema, enquanto concreto aparente, granitina, aço, iluminação cênica e grandes planos criam uma atmosfera atual, de inspiração brutalista, sem abrir mão do acolhimento.

"O projeto tem uma linguagem bastante contemporânea, mas ao mesmo tempo traz uma leitura retrô em diversos detalhes. Está nos espelhos, na iluminação, nas formas arredondadas e em elementos inspirados na estética das décadas em que o Cine Lido se consolidou como referência cultural da cidade. É uma homenagem sutil, sem cair na nostalgia", afirma o arquiteto.

A experiência começa antes do espetáculo

Mais do que criar um espaço bonito, o projeto foi pensado para transformar toda a experiência do público. A proposta parte do princípio de que uma casa de espetáculos começa a ser vivida muito antes de as luzes do palco se acenderem.

Por isso, a arquitetura dedica atenção especial aos percursos, às áreas de convivência e aos ambientes de permanência. Os seis bares distribuídos pelo empreendimento, os camarins, os espaços de apoio e as áreas comuns foram concebidos para estimular encontros, proporcionar conforto e tornar a circulação mais fluida, acompanhando uma tendência observada nos principais espaços de entretenimento do mundo.

"Hoje, as pessoas não vão apenas assistir a um show. Elas querem viver o lugar. A arquitetura precisa acompanhar essa mudança de comportamento, criando ambientes que convidem à permanência e façam parte da experiência do evento", destaca Henning. Essa mesma lógica orientou o desenvolvimento dos interiores, que abandonam a ideia de espaços compartimentados para privilegiar ambientes integrados e uma leitura arquitetônica contínua, valorizando materiais, iluminação e diferentes perspectivas ao longo do percurso do visitante.

Um novo capítulo para um patrimônio da cidade

Para André Henning, participar da transformação do Cine Lido representa também a oportunidade de contribuir para a preservação de um espaço que faz parte da memória coletiva de Curitiba. “Existem edifícios que contam a história de uma cidade. O Cine Lido é um deles. Nosso compromisso foi preservar essa identidade, mas mostrando que é possível atualizar esses espaços para novas formas de viver a cultura, sem perder aquilo que os tornou especiais”, completa.

Ao unir referências históricas e soluções contemporâneas, o projeto propõe uma nova leitura para um dos endereços mais conhecidos do Centro de Curitiba. “Mais do que recuperar um edifício, a proposta busca devolver à cidade um espaço preparado para receber uma nova geração de experiências culturais, mantendo viva a memória de um lugar que marcou diferentes gerações de curitibanos”, completa Henning.

Programação da semana de inauguração do Cine Lido:

● 26/08 – Caetano Veloso: últimos ingressos

● 27/08 – Marisa Monte: esgotado

● 28/08 – Sven Väth: últimos ingressos

● 29/08 – Fresno: últimos ingressos

Sobre André Henning

À frente do André Henning Studio, o arquiteto e empresário construiu uma trajetória sólida na chamada arquitetura de negócios, desenvolvendo projetos que articulam estratégia, identidade de marca e experiência do usuário. Com mais de uma década de atuação e centenas de projetos executados em todo o Brasil, Henning se destaca especialmente nos segmentos de gastronomia, entretenimento e varejo, criando espaços que aliam conceito estético a desempenho comercial e operação eficiente.

Além da atuação autoral, o arquiteto também se destaca como empreendedor. É cofundador da Go Coffee, uma das redes de cafeterias que mais crescem no país, com centenas de unidades distribuídas em todos os estados brasileiros. Essa vivência prática no mercado se reflete diretamente em sua arquitetura, que combina sensibilidade criativa com visão estratégica, resultando em projetos que não apenas encantam visualmente, mas também respondem de forma objetiva às demandas de negócio. Para mais informações, acesse https://andrehstudio.com ou perfil oficial do arquiteto no Instagram: @andrehenning.

Com muito jazz e R&B, restaurante Ernesto inaugura unidade conceitual na Rua da Música

O Ernesto Music Hall, novo conceito de uma das mais relevantes marcas da gastronomia italiana em Curitiba, apresenta nova unidade no Parque Jaime Lerner

CURITIBA, 09/07/2025 - A cidade de Curitiba (PR) vai ganhar um novo espaço dedicado à arte, ao entretenimento e à experiência urbana com a inauguração da Rua da Música, projeto pioneiro que será uma das principais atrações do Parque Jaime Lerner, uma iniciativa da DC Set Group. O espaço, que será aberto oficialmente ao público no próximo dia 18 de julho, terá como um de seus grandes destaques o Ernesto Music Hall, comandado pelo badalado chef Dudu Sperandio.

Considerado uma das principais referências do Brasil na “arquitetura de negócios” e conhecido por projetos que unem arquitetura, cenografia, funcionalidade e narrativa, o arquiteto André Henning foi responsável pelo projeto do mais novo point da gastronomia italiana na cidade. No Ernesto Music Hall, Henning trabalhou com cores, texturas e experiências inspiradas pelo jazz e pelo R&B, promovendo uma viagem gastronômica baseada em muita música. “O Ernesto Music Hall inspira e transpira música. Foi incrível desenvolver esse projeto tão especial, que vai encantar turistas e, obviamente, curitibanos”, celebra André Henning.

Para levar os clientes para o universo da música, o arquiteto trouxe uma atmosfera clássica para o Ernesto Music Hall, potencializada por paredes revestidas com painéis monumentais, cortinas vermelhas, madeira envernizada e um piano ambientado no espaço. A casa, que traz toda a excelência do Grupo Dudu Sperandio, terá capacidade para comportar até 50 pessoas sentadas. “O projeto está lindo, funcional e encantador. Vai somar muito ao Parque Jaime Lerner e ao ousado projeto da Rua da Música. Tenho certeza que o público vai viver ótimos momentos no Ernesto Music Hall, embalado por gastronomia de primeira, arquitetura exuberante e muita música boa”, destaca Henning.

Exposição Geração Pedreira

Além da Rua da Música, André Henning é responsável pela assinatura da arquitetura e ambientação da exposição permanente Geração Pedreira, que contará a história da Pedreira Paulo Leminski, passando pela inauguração, desativação e renascimento como um dos principais símbolos culturais da cidade. O museu terá fotos históricas, objetos de artistas e depoimentos de quem já passou pelo palco mais famoso da capital paranaense. “O que mais me atrai nesse projeto é a possibilidade de construir uma memória viva. Mais um ‘pedacinho’ do Parque Jaime Lerner que eu terei a honra de contribuir diretamente. Não vejo a hora de ver o público usufruindo de toda essa estrutura que foi planejada nos mínimos detalhes”, completa o arquiteto.

Para mais informações sobre o Ernesto Music Hall, a Rua da Música e o trabalho do arquiteto André Henning, acesse os perfis oficiais no Instagram: @ernestomusichall, @ruadamusicaoficial e @andrehenning.

Novo CanaBenta ganha projeto arquitetônico com ousadia e muito ritmo na Rua da Música

Um dos bares mais tradicionais de Curitiba está presente no novo Parque Jaime Lerner, que conta com inúmeros restaurantes e opções voltadas ao entretenimento

CURITIBA, 09/07/2025 – A partir do dia 18 de julho, um novo capítulo se abre na história de um dos principais polos de entretenimento do Brasil. A cidade de Curitiba vai ganhar um novo espaço dedicado à arte, ao entretenimento e à experiência urbana com a inauguração da Rua da Música, que será uma das principais atrações do Parque Jaime Lerner, unindo a Pedreira Paulo Leminski e a Ópera de Arame. Com programação artística contínua, mirante, estúdio de gravação, área infantil, centros expositivos, ambientes de convivência e, claro, operações gastronômicas de sucesso, a Rua da Música terá como um de seus grandes destaques a nova unidade do tradicional Bar CanaBenta.

Projetado pelo arquiteto e empresário André Henning, considerado uma das principais referências do Brasil na “arquitetura de negócios” e conhecido por projetos que unem arquitetura, cenografia, funcionalidade e narrativa, o novo CanaBenta tem capacidade para 70 pessoas sentadas e aposta em um projeto ousado e com muita personalidade. Ao desenvolver o projeto do bar e de outras quatro operações da Rua da Música, Henning traçou uma meta: cada um dos projetos precisava ter cores, texturas e experiências pensadas com base em suas identidades. “Cada casa tem uma personalidade e uma trilha sonora”, explica André Henning.

Para o CanaBenta, o arquiteto desenvolveu um projeto inspirado no samba brasileiro. Clássico da boemia curitibana, o CanaBenta da Rua da Música recebeu luminárias instaladas em pandeiros, que foram desenhadas especialmente para o espaço. O piso é de ladrilho hidráulico; os cobogós amarelos remetem à década de 1970; e as grades de ferro completam a estética de uma casa brasileira típica. “É um projeto que fala de memória afetiva e que celebra o nosso cotidiano com humor e identidade”, destaca Henning.

Exposição Geração Pedreira

Além da Rua da Música, André Henning é responsável pela assinatura da arquitetura e ambientação da exposição permanente Geração Pedreira, que contará a história da Pedreira Paulo Leminski, passando pela inauguração, desativação e renascimento como um dos principais símbolos culturais da cidade. O museu terá fotos históricas, objetos de artistas e depoimentos de quem já passou pelo palco mais famoso da capital paranaense. “O que mais me atrai nesse projeto é a possibilidade de construir uma memória viva. Mais um ‘pedacinho’ do Parque Jaime Lerner que eu terei a honra de contribuir diretamente. Não vejo a hora de ver o público usufruindo de toda essa estrutura que foi planejada nos mínimos detalhes”, completa o arquiteto.

Para mais informações sobre o CanaBenta, a Rua da Música e o trabalho do arquiteto André Henning, acesse os perfis oficiais no Instagram: @canabenta, @ruadamusicaoficial e @andrehenning.