Dia dos Pais 2024: Grand Cru oferece condição especial em rótulos selecionados

Nas compras acima de dois rótulos, consumidor ganha uma linda wine bag da marca

Agosto de 2024 - No dia 11 de agosto é celebrado o Dia dos Pais, que homenageia o amor e carinho paterno que, assim como os vinhos, é inigualável e melhora com o tempo. A Grand Cru - maior importadora e distribuidora de vinhos finos da América Latina, leva o seu portfólio aos pais e filhos amantes da bebida, e oferece uma condição especial para a data. Entre os dias 01 e 11 de agosto, o consumidor que realizar as compras de dois ou mais rótulos selecionados, ganha uma wine bag exclusiva da marca.

Tal como cada pai tem sua personalidade, os vinhos transitam em diversas características: o sabor, os taninos, a densidade, a harmonização e entre muitos outros fatores que os tornam únicos e especiais. Pensando nisso, a importadora trouxe para esta campanha vinhos internacionais que variam entre si e que são perfeitos para cada um celebrar o dia a sua maneira

Para os pais que gostam de algo refrescante, o Niepoort Dão Rótulo Branco 2020 é um dos selecionados. De aroma fresco com notas de flores, este branco apresenta um gustativo suave, suportado por uma boa acidez, notas citrinas e final longo acompanhado de fruta e ervas frescas. É indicado para ser consumido em dias quentes de verão, podendo ser servido com peixes, crustáceos, frutos do mar grelhados ou em molho cremoso

Para os que amam momentos mais reservados dentro de casa, nada melhor do que um bom tinto. O Barone Montalto Nero D'Avola Terre Siciliane , disponível nas castas 2019, 2020, 2021 e 2022, vindo da Sicília, na Itália, apresenta um paladar equilibrado e encorpado, junto de um forte aroma de trufas negras, sendo uma ótima opção para jantares e reuniões.

Já para os apaixonados por um bom champanhe, o Auris Spumante Brut traz para a campanha o ar da celebração. Em uma garrafa dourada, perfeita para presentear, este rótulo tem um aroma frutado, com notas de flores e toques delicados de maçã-verde. Seu sabor fresco se harmoniza-se com mariscos crus, jamón Pata Negra, bruschetta com tomate e manjericão.

A Grand Cru também irá oferecer uma personalização exclusiva nas wine bags, realizadas pelo artista plástico Lucas Paulucci. A ativação irá acontecer em dias específicos e em lojas selecionadas em São Paulo e Campinas. No dia 01/08, a ação acontece na loja do Morumbi Shopping. Já no dia 02/08, é a vez do Empório Santa Maria, também localizado no Morumbi Shopping. No dia 08/08, a ativação acontece no Shopping Villa Lobos e no dia 09/08, a ação será em Campinas, na loja localizada no bairro do Cambuí.

Todos os rótulos da campanha estão disponíveis no site https://www.grandcru.com.br/ e nas lojas físicas espalhadas pelo Brasil.

Sobre a Grand Cru
A Grand Cru é a maior importadora e varejista de vinhos finos da América Latina. Fundada em 1998, hoje possui um portfólio com mais de 1300 rótulos de todo o mundo entregue para qualquer região do país. Desde 2022 faz parte do Víssimo Group e é a principal empresa do segmento com forte atuação multicanal, incluindo franquias, lojas de operação própria, live commerce, app, e-commerce, clube de assinaturas e distribuição aos melhores restaurantes, hotéis e bares, além de empórios e supermercados. São décadas de tradição sendo reconhecida como sinônimo de qualidade pela experiência única que proporciona aos apaixonados por vinhos, dos experts aos iniciantes. A Grand Cru conta, atualmente, com mais de 140 lojas espalhadas pelo Brasil e com mais de 15 vinícolas renomadas em seu portfólio, como Zuccardi, Cobos, Leyda e entre outras.

Site: https://www.grandcru.com.br
Instagram:@grandcruvinhos
Facebook: https://www.facebook.com/grandcruvinhos
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCpiJ7K5VMDwZlqkdCD1cefA

Cinépolis lança pizza com duas opções de sabores no seu cardápio VIP

*A novidade chega em dois sabores: margherita e pepperoni.

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São Paulo, 22 de julho de 2024 – O cardápio das 26 salas VIP da Cinépolis, a maior operadora de cinemas da América Latina e a rede com o maior número de salas VIP no Brasil, passa a oferecer uma experiência deliciosa: pela primeira vez, os clientes poderão saborear pizzas! A novidade chega em dois sabores clássicos: margherita e pepperoni.

Cada pizza é preparada com fermentação natural, massa aberta manualmente e molho de tomate importado da Itália, garantindo um sabor autêntico e irresistível. Esta adição ao cardápio VIP visa proporcionar uma experiência ainda mais completa e prazerosa aos clientes Cinépolis.

Confira as 26 unidades Cinépolis VIP que passam a incluir as pizzas em seus cardápios:

Cinépolis JK Iguatemi - São Paulo
Cinépolis Jardim Pamplona - São Paulo
Cinépolis Parque Maia - Guarulhos
Cinépolis Iguatemi Alphaville - Barueri
Cinépolis Galleria Shopping - Campinas
Cinépolis Iguatemi Esplanada - Sorocaba
Cinépolis Jundiaí Shopping - Jundiaí
Cinépolis Iguatemi Ribeirão Preto - Ribeirão Preto
Cinépolis Iguatemi São José do Rio Preto - São José do Rio Preto
Cinépolis Rio Design Barra - Rio de Janeiro
Cinépolis Center Shopping - Uberlândia
Cinépolis Continente Park - São José
Cinépolis Jockey Plaza Curitiba - Curitiba
Cinépolis Pátio Batel - Curitiba
Cinépolis Patteo Olinda - Olinda
Cinépolis Natal Shopping - Natal
Cinépolis São Luis Shopping - São Luis
Cinépolis RioMar Fortaleza - Fortaleza
Cinépolis Salvador Norte Shopping - Salvador
Cinépolis Parque Shopping Bahia - Lauro de Freitas
Cinépolis Estação Cuiabá - Cuiabá
Cinépolis Ponta Negra - Manaus
Cinépolis Shopping Rio Poty - Teresina
Cinépolis Manaíra Shopping - João Pessoa
Cinépolis Jardim Oriente - São José dos Campos
Cinépolis Amapá Garden - Macapá

Sobre a Cinépolis
A Cinépolis é a maior operadora de cinemas da América Latina, com um total de 878 cinemas, 6.759 salas 100% digitais, em 19 países.

Desde sua chegada ao Brasil em 2010, é a rede com maior crescimento no mercado. Atualmente, opera 56 cinemas em todo o Brasil com 414 salas, com destaque para marcas como Macro XE, IMAX, 4DX, VIP e Junior. A Cinépolis é a maior operadora de salas VIP do mundo e, no Brasil, foi a pioneira na implantação da tecnologia 4DX – que permite o movimento das poltronas e gera mais de 20 efeitos especiais sincronizados com o filme.

Em 2024, pela sétima vez, o Cinépolis JK Iguatemi foi eleito pelo Guia da Folha como o melhor cinema da cidade de São Paulo (2015, 2017, 2018, 2020, 2022, 2023 e 2024). E sua sala IMAX foi apontada quatro vezes como a melhor projeção do circuito (2020, 2022, 2023 e 2024). O Guia da Folha também escolheu o Cinépolis Jardim Pamplona como o cinema com a melhor acessibilidade de São Paulo (2023 e 2024).

A IMAX do JK Iguatemi também foi escolhida duas vezes pelo Guia Divirta-se (Estado de S.Paulo) como “Melhor Sala Premium” de São Paulo (2017 e 2019). Durante dois anos, a rede Cinépolis ficou em 1º lugar no “Prêmio Estadão Melhores Serviços”, na categoria redes de cinema (2016 e 2017).

A constante inovação e o bom desempenho são reconhecidos com diversos prêmios, dentre eles: Melhor Exibidor por quatro anos consecutivos (2011, 2012, 2013 e 2014), concedido no Prêmio ED (Exibição & Distribuição), realizado pelo Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado de São Paulo.

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Festival de Cinema de Gramado realiza eventos em São Paulo e no Rio de Janeiro, nos dias 17 e 18 de julho

Em recepções para a imprensa e convidados do setor audiovisual, a mais tradicional mostra de cinema do país anunciará os filmes selecionados para duas mostras competitivas, além de uma nova homenagem

(FOTO crédito: Diego Vara / Pressphoto)
Para celebrar a realização de sua 52ª edição, o Festival de Cinema de Gramado realizará dois eventos de lançamento para convidados: em São Paulo no dia 17 de julho e no Rio de Janeiro no dia 18. A presidente da Gramadotur, Rosa Helena Volk, o curador do festival, Marcos Santuário, e Tatiana Ferreira e Stefano Roldo, diretora e gerente de eventos da Gramadotur receberão a imprensa e profissionais do setor audiovisual para anunciar novidades, apresentar filmes selecionados para duas importantes mostras competitivas e revelar uma das grandes homenageadas deste ano.

Mantendo a tradição de ser o mais antigo festival de cinema ininterrupto do Brasil, Gramado realizará neste ano uma edição histórica que reafirma a força do audiovisual brasileiro e gaúcho. A cidade também anuncia que está pronta para receber turistas. “Gramado fará o primeiro grande evento cultural do Estado após a calamidade que atingiu o Rio Grande do Sul. Será um momento histórico para o audiovisual gaúcho e brasileiro”, destaca Rosa Helena Volk.

Em São Paulo, que pela primeira vez receberá um evento oficial do Festival de Gramado, serão anunciados os 5 longas-metragens documentais e os 12 curtas-metragens brasileiros em competição. Ambas as mostras serão transmitidas exclusivamente pelo Canal Brasil, com exibição única em sua grade linear. Nos dias 12, 13, 14 e 15 de agosto, serão exibidos a partir das 19h três curtas em sequência. Os documentários serão exibidos de 12 a 16 de agosto, às 20h20, com um longa por noite. No dia 17, o Canal Brasil transmite ao vivo a Cerimônia de Premiação, com a entrega dos Kikitos, a partir das 20h45.

A festa no Rio de Janeiro contará com a presença de realizadores, atrizes e atores, além da surpresa de uma grande homenagem que será revelada. O 52º Festival de Cinema de Gramado apresentará, de 10 a 16 de agosto, no Palácio dos Festivais, sete Longas-Metragens Brasileiros (todos inéditos), cinco Longas-Metragens Gaúchos e 16 Curtas-Metragens Gaúchos.

Nesta edição, serão entregues 33 Kikitos e 11 troféus Assembleia Legislativa, além das tradicionais homenagens com os troféus Oscarito (Matheus Nachtergaele), Eduardo Abelin (Jorge Furtado), Kikito de Cristal (Mariëtte Rissenbeek) e Cidade de Gramado (que será anunciado no dia 18). Em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), por meio do Instituto Estadual de Cinema (Iecine), o Festival de Gramado entregará, ainda, três Prêmios O Futuro nos Une e o Troféu Leonardo Machado; o Troféu Sirmar Antunes, em parceria com a Assembleia Legislativa, e o Prêmio Canal Brasil, com um curta brasileiro escolhido por um júri composto por críticos de cinema.

II Libras na Cinemateca – JULHO

Mostra de Cinema de Curitiba com Tradução em Língua de Sinais
A II Libras na Cinemateca - Mostra de Cinema de Curitiba tem o objetivo é reunir filmes que contemplem o acesso de pessoas surdas ao cinema com tradução em Libras, assim como produzir traduções em Libras e audiodescrição de filmes inéditos produzidos no território nacional, além da Mostra Narrativas Surdas que contempla produções com protagonismo e realizada por pessoas surdas. Com isso, a Mostra possibilita o encontro surdo no cinema de forma recorrente em 2024, garantindo que a comunidade surda tenha uma alternativa mensal de filmes com Libras na cidade de Curitiba.

Libras na Cinemateca - 13 e 14 de Julho

No segundo fim de semana da Libras na Cinemateca - 2ª edição será exibido o longa-metragem curitibano Casa Izabel da Beija Flor filmes com tradução em Libras, no sábado, dia 13 de julho às 19h.

E no domingo 14 de julho, às 16h será uma sessão de curtas da Mostra Narrativas Surdas, com filmes produzidos e encenados por pessoas surdas. Dois desses curtas são do cineasta surdo estadunidense Douglas Ridlloff com Re: Growth e Idle Hands. Na sequência Lapso curta metragem mineiro que traz protagonismo surdo em seu enredo. E finalmente Romeu e Julieta, uma produção gaúcha da Odù - Articuladora Cultural com produção e atores surdos.

Serviço:

13/07/2024 - 19h

CASA IZABEL

(PR, Brasil, Suspense, 85', 18 anos) Direção: Gil Baroni

Idioma: Português. Com tradução em Libras, Legenda Descritiva e Audiodescrição.

Casa Izabel, dirigido por Gil Baroni, e se passa em meio aos recantos isolados do interior do Brasil dos anos 70, onde existe a imponente Casa Izabel, um dia já foi uma casa da elite escravocrata, agora é um santuário para um retiro único: travestis se reúnem para escapar das sombras da ditadura militar, vestindo os mantos da extravagância e da liberdade. Sob a liderança acolhedora de Leila (Jorge Neto), os homens mergulham em um mundo onde as personalidades se transformam e os desejos mais íntimos se desdobram sob os mantos de seda e glitter. Para Regina (Andrei Moscheto), uma recém-chegada, a Casa Izabel é uma promessa de refúgio e autodescoberta, guiada pelos mistérios de Leila. Mas enquanto as cortinas se abrem para um palco de sonhos, a realidade insiste em penetrar nas paredes da mansão. Os desafios reais da vida cotidiana assombram Dália (Laura Haddad), cuidadora da Casa Izabel, cujas preocupações incluem as atitudes de Izabel (Luís Melo) e o desaparecimento misterioso de seu filho.

14/07/2024 - 16h - Sessão de Curtas - Narrativas Surdas

A sessão de curtas Narrativas Surdas conta com 4 produções, sendo 2 estadunidenses do cineasta surdo Douglas Ridloff, em Língua de Sinais Americana (ASL) e inglês, uma novidade para esse ano, trazendo narrativas surdas estrangeiras na composição da programação.

RE: GROWTH

(EUA, Vídeo poesia, 3', Livre) Direção: Douglas Ridloff

Idiomas: Língua de Sinais Americana (ASL). Legenda em Inglês. Tradução para Libras (língua brasileira de sinais).

Dirigido, criado e performado por Douglas Ridloff, esse vídeo poesia em Língua de Sinais Americana fala sobre questões do ser através de uma metáfora visual performática em língua de sinais sobre o crescimento e ciclo da vida em uma perspectiva surda.

IDLE HANDS

(EUA, Drama, 22', Livre) Direção: Douglas Ridloff

Idiomas: Língua de Sinais Americana (ASL) e Inglês. Legenda em Inglês. Tradução para Libras (língua brasileira de sinais).

No meio de uma relutante visita à casa da avó, um pai surdo deve aceitar o ciclo vicioso que perpetua com seu filho surdo e buscar um caminho a seguir.

LAPSO

(MG, Brasil, Drama, 24', 10 anos) Direção: Caroline Cavalcanti

Idiomas: Português e Libras. Tradução em Libras, legenda descritiva e Audiodescrição.

Após praticarem atos de vandalismo, Bel e Juliano, adolescentes da periferia de Belo Horizonte, cumprem medidas socioeducativas onde se conhecem, passando a compartilhar afetos e incertezas.

ROMEU E JULIETA

(RS, Brasil, Ficção, 13’, 16 anos) Direção: Adriana Somacal

Idiomas Libras. Legenda em português.

Romeu e Julieta é uma adaptação contemporânea em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) de Shakespeare, com estética híbrida e poética. Durante o carnaval de Verona, acompanhamos a história de amor dos jovens Romeu e Julieta e os conflitos gerados pela mídia sensacionalista em meio a uma realidade de ódio e exploração da violência.

Entrada gratuita

A Libras na Cinemateca em sua 2ª edição é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Link de mídias (fotos):

FOTOS FLUINDO LIBRAS

JULHO - arte Libras Na Cinemateca

Site: https://fluindolibras.com.br/
Instagram: @fluindolibras

Contato para Imprensa:

Maduh Santos (Ribalta Cultural) - Assessora de Imprensa

Email: ribaltacultural@gmail.com

Telefone: 41 9 8850 1806

Sobre a Fluindo Libras

A Fluindo Libras é a primeira produtora de arte surda do Paraná e estúdio de tradução artística em Libras. A empresa tem como objetivo democratizar o acesso à cultura e à informação para a comunidade surda, através da produção de eventos, tradução de materiais e criação de conteúdo audiovisual.

Cinema Marginal: Ozualdo Candeias é tema de encontro nesta quinta, no MIS-PR

Com entrada gratuita, lançamento de livro contará com palestra com autora Sisi Valente que realizou uma pesquisa sobre as narrativas e estilo do cineasta brasileiro

Com base em pesquisas nos filmes "A margem" (1967) e "Aopção ou as rosas da estrada" (1981), a pesquisadora Sissi Valente escreveu o livro “O cinema disruptivo de Ozualdo Candeias: Morte, desengano e marginalidade" que terá um lançamento especial nesta quinta-feira (11), no Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR). Com entrada gratuita, a partir das 17h30, o evento contará com uma palestra sobre os estudos da autora diante das obras do cineasta, conhecido como uns dos pioneiros do cinema marginal.

No livro, Sisi Valente analisa as construções narrativas e estilísticas dos filmes A margem (1967) e Aopção ou as rosas da estrada (1981), estabelecendo pontes entre as obras e a realidade social brasileira das duas décadas. Num diálogo entre o cinema e o real, a autora problematiza a ideia de marginalidade em diferentes nuances – imagética, cultural, social e existencial –, com foco na condição marginal de personagens e indivíduos apartados da sociedade.A produção literária faz parte da coleção Escrever o Cinema que tem como proposta expandir para a página dos livros o ato de fazer cinema, trocando a lente pela letra, substituindo o roteiro pela reflexão.

Pesquisadora em cinema e audiovisual, além de autora e editora de materiais didáticos em História e Artes Visuais, Sissi Valente é doutora em História pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestra pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi professora universitária na UFPR e na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Serviço:

Seminário de Cinema de Curitiba – Mesa Escrever o Cinema
Quando: Quinta, 11 de julho, às 14h
Horário: 17h30 às 19h30
Onde: MIS – PR (Rua Barão do Rio Branco, 395 – Centro
Quanto: Gratuito.

Coleção Escrever Cinema: 11 títulos

Nos volumes da Coleção Escrever o Cinema, pesquisadoras e pesquisadores ligados à universidade lançam luz sobre aspectos teóricos, históricos e críticos de diferentes obras da cinematografia mundial, em diálogo com outros campos do conhecimento, mas sempre retornando para os filmes em si. As novas publicações têm edição e coordenação editorial assinada pelo professor de cinema da Unespar, Alexandre Rafael Garcia, e conta com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo da EBANX, e apoio do Estúdio Tijucas.

Lançada em 2021, a Coleção Escrever Cinema chega a 2024 com 11 volumes, dos quais três são lançamentos. Os outros títulos são “A Aventura: notas sobre o estilo de Michelangelo Antonioni”, escrito por Juliana Rodrigues Pereira; “Contos Morais e o cinema de Éric Rohmer”, escrito por Alexandre Rafael Garcia “Documentário: Filmes para salas de cinema com janelas”, escrito por Eduardo Baggio; "Paulo Emílio na emergência do Cinema Novo: Diálogos com David Neves e Glauber Rocha", de Pedro Plaza Pinto; "Ficção especulativa no cinema negro brasileiro: A estética afrofuturista em curtas-metragens", de Kariny Martins; "O nacional nos cinemas brasileiro e argentino, 1995 a 2002", de Eduardo Dias Fonseca; “Eugène Green e a Hipótese do Cinema Descortinado" e “A representação do milagre no cinema: iconografia, idolatria e crença”, escrito por Pedro Faissol; ambos do autor Pedro Faissol.

Onde comprar a Coleção Escrever o Cinema

A coletânea conta com uma rede de distribuição gratuita dos volumes exclusivamente para instituições de ensino e culturais. Para os demais públicos, os livros são vendidos em parceria com livrarias independentes, entre elas estão Itiban Comic Shop em Curitiba, Blooks Livraria no Rio de Janeiro, Livraria do Belas em Belo Horizonte, e Cirkula em Porto Alegre. A venda on-line ocorre também por meio dos parceiros citados. Outras informações estão disponíveis em https://linktr.ee/aquadroedicoes.

Crédito das fotos: divulgação

FOTO 1 E 2: Sisi Valente é autora do livro “O cinema disruptivo de Ozualdo Candeias: Morte, desengano e marginalidade"

Crédito das fotos: acervo MIS-SP / acervo pessoal
FOTO 3 E 4: O cineasta Ozualdo Candeias, um dos precursores do Cinema Marginal.

Filme “Casa Izabel” tem sessões especiais em Curitiba com presença do diretor Gil Baroni, elenco e equipe

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O ator Jorge Neto em "Casa Izabel" - Foto: Olhar Filmes / Moro Filmes

Nesta semana, em que o filme paranaense “Casa Izabel” estreou nacionalmente nas salas de cinema de cinco cidades brasileiras, Curitiba contará com duas sessões especiais no Cine Passeio (Rua Riachuelo, 410, Centro) na Sala Cine Luz. Na sexta-feira (28/06), às 20h20, a exibição terá presença do diretor Gil Baroni, elenco e equipe. Já no sábado (29/06), às 18h, será feita uma sessão comentada, também com presença de diretor, elenco e equipe, seguida de debate (que contará com acessibilidade por meio de LIBRAS e audiodescrição). “Casa Izabel” também está em cartaz em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte.

A história é ambientada durante os anos 70, em meio à ditadura militar no Brasil. Uma isolada Casa Grande fundada por uma elite escravocrata torna-se um retiro de homens crossdressers, que se vestem como mulheres, trajando também uma realidade glamorosa e delirante, distante dos anos de chumbo. Mas as mentiras contadas nessa liberdade forjada começam a ruir quando o sistema vigente na época se infiltra na casa, rompendo a fronteira das maquiagens e de todos os artifícios de distração da fatalidade. O filme traz ao público um suspense dramático, com mistério e até terror, em uma história dirigida por Gil Baroni, com roteiro de Luiz Bertazzo, os mesmo de “Alice Júnior” (2020).

O longa-metragem foi viabilizado através do Fundo Setorial do Audiovisual (Ancine/BRDE), e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba / Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio da Ebanx. É uma produção da Beija Flor Filmes, com coprodução da Duplo Produções, distribuição da Moro Filmes e Olhar Filmes, e apoio do Projeto Paradiso.

Serviço:
Sessões especiais do filme “Casa Izabel” no Cine Passeio
28/06 (sexta-feira), às 20h20: sessão com presença do diretor, elenco e equipe.
29/06 (sábado), às 18h: sessão comentada seguida de debate com diretor, elenco e equipe.
Local: Cine Passeio (Rua Riachuelo, 410, Centro) - Sala Cine Luz.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) nas bilheterias ou pelo site www.ingresso.com
Duração do filme: 84 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Instagram do filme: @casaizabeloficial
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=BhbtsKi2CSY

II Libras na Cinemateca:Mostra de Cinema de Curitiba com Tradução em Língua de Sinais

A II Libras na Cinemateca - Mostra de Cinema de Curitiba está de volta em 2024, e seu objetivo é reunir filmes que contemplem o acesso de pessoas surdas ao cinema com tradução em Libras, assim como produzir traduções em Libras e audiodescrição de filmes inéditos produzidos no território nacional, além da Mostra Narrativas Surdas que contempla produções com protagonismo e realizada por pessoas surdas. Com isso, a Mostra possibilita o encontro surdo no cinema de forma recorrente em 2024, garantindo que a comunidade surda tenha uma alternativa mensal de filmes com Libras na cidade de Curitiba.

De junho a outubro, nos segundos sábados e domingos de cada mês, a Cinemateca de Curitiba terá uma programação que inclui longas e curtas-metragens de diversos gêneros, garantindo uma experiência cinematográfica diversificada e inclusiva.

A abertura será marcada pela exibição do aguardado longa-metragem "Alma", produzido pela Ave Lola Filmes e dirigido por Ana Rosa Tezza, no sábado, 22 de junho de 2024, às 19h. Este filme será apresentado com tradução em Libras que diferencia cada personagem através de seus figurinos exclusivos.

No domingo, 23 de junho, às 16h, os espectadores poderão desfrutar de uma seleção de curtas-metragens, incluindo "Na Pele", curta documental, e "Electronic Mail", uma peça audiovisual da Cia À Curitibana Portátil de Teatro, ambos com tradução em Libras. A sessão termina com "Surdir", uma peça audiovisual surda que estreia na Mostra Narrativas Surdas.

Mostras singulares para 2º Libras na Cinemateca:

Mostra Curitiba Traduz: objetivando mostrar a vanguarda de experiências estéticas de tradutores da Fluindo Libras, que tem influenciado o fazer tradutório cinematográfico de todo país.
Mostra Circula+: Exibição de Longas-Metragens e Curtas-Metragens com tradução em Libras contemplando diferentes públicos, inclusive infantil.
Mostra Narrativas Surdas: Exibição de filmes, dirigidos, escritos, produzidos ou protagonizados por pessoas surdas.
Curadoria e Visão Artística:

A curadoria desta edição é liderada por Jonatas Medeiros e Giuliano Robert, ambos influentes na comunidade surda e no cinema brasileiro. A proposta curatorial inclui um olhar da sétima arte como um direito, isso significa que, quando proposta, deve garantir acesso para todos. Isso nos leva a sondar as necessidades de grupos marginalizados e fazer eclodir perspectivas, estéticas e linguagens no fazer artístico.

Atividades Formativas e Pesquisa Inédita:

A 2º edição da Libras na Cinemateca ainda traz atividades formativas com rodas de bate-papo pós-exibição de filmes e a produção de uma pesquisa inédita sobre recepção e experiência do público surdo com filmes traduzidos em Libras. A pesquisa é coordenada por Tiago Coimbra, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul com colaboração de Jonatas Medeiros e Rafaela Hoebel.

As sessões acontecerão regularmente aos sábados, às 19h, e domingos, às 16h, nos seguintes finais de semana:

22 e 23 de junho
13 e 14 de julho
03 e 04 de agosto
14 e 15 de setembro
05 e 06 de outubro

A Libras na Cinemateca em sua 2ª edição é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Link de mídias (fotos): FOTOS FLUINDO LIBRAS

Site: https://fluindolibras.com.br/
Instagram: @fluindolibras

Contato para Imprensa:

Maduh Santos (Ribalta Cultural) - Assessora de Imprensa

Email: ribaltacultural@gmail.com

Telefone: 41 9 8850 1806

Sobre a Fluindo Libras

A Fluindo Libras é a primeira produtora de arte surda do Paraná e estúdio de tradução artística em Libras. A empresa tem como objetivo democratizar o acesso à cultura e à informação para a comunidade surda, através da produção de eventos, tradução de materiais e criação de conteúdo audiovisual.

Tributo à Stelinha Egg: a grande cantora de Curitiba no Paiol

Considerada a maior cantora paranaense de todos os tempos, Stelinha Egg (1914/1991) vai receber nas comemorações dos 110 anos de seu nascimento uma homenagem à altura de seu talento no espetáculo: Stelinha Egg: a grande cantora de Curitiba, que acontece durante a programação da 41ª edição da Oficina de Música de Curitiba, nesta quinta-feira, dia 27, às 19 horas, no Teatro do Paiol, palco de muitas apresentações da artista durante sua trajetória.
A apresentação vai recordar as canções imortalizadas na voz de Stelinha Egg, sob interpretação de um grande time de cantoras da cena musical de Curitiba: Helena Bel, Laís Mann, Margareth Makiolke e Rogéria Holtz. Elas serão acompanhadas por um quarteto de músicos formado Sérgio Justen (piano e direção musical), Marcelo Pereira (baixo), Valmir Pegas (bateria) e Marina de Camargo (acordeão).
O roteiro do show, que tem pesquisa e repertório da poeta Etel Frota, apresenta alguns dos principais momentos musicais da cantora curitibana que fez parte do elenco de intérpretes da Rádio Tupi, São Paulo e Cultura, em plena época de ouro do rádio no Brasil. O espetáculo será pontuado por trechos de gravação da própria Stelinha Egg em depoimento histórico que ela concedeu para o jornalista Aramis Milarch. A história da cantora será contada por ela mesma.
Para o diretor geral do espetáculo, Rodrigo Browne, essa é uma oportunidade especial para o público conhecer um pouco mais sobre Stelinha Egg. “Uma artista que, durante sua trajetória artística e pessoal, sempre se mostrou uma mulher avant garde e inquieta. Stelinha sempre cantou aquilo que gostava de ouvir, e imprimiu a sua marca pessoal num Brasil musical que vai do sertão de Luiz Gonzaga ao litoral de Dorival Caymmi”.
Trajetória
Stelinha Egg (1914/1991) cresceu recebendo a influência do ambiente musical existente em sua família e com cinco anos começou a cantar em festas da Igreja Evangélica. Sua carreira profissional começou na Rádio Clube Paranaense, em Curitiba (PR). No início da década de 40, foi contratada pela Rádio Tupi do Rio de Janeiro. Em 1944, gravou seu primeiro disco, pela gravadora Continental. No ano seguinte se casou com o maestro Lindolfo Gaya, e que a partir daí trabalharia nos arranjos de suas músicas. Na década de 50 gravou grandes nomes da música brasileira como Ary Barroso, Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga, de Catulo da Paixão Cearense e Dorival Caymmi. Stelinha também gravou diversos LPs dedicados a distintos aspectos da música popular e folclórica, entre os quais: "Modas e modinhas", "Vamos todos cirandar" e "Músicas do nosso Brasil", com canções tradicionais brasileiras.

Serviço: Stelinha Egg: A grande cantora de Curitiba. Show com a cantoras Helena Bel, Laís Mann, Margareth Makiolke e Rogéria Holtz.
Quinta-feira, dia 27 de junho, às 19 horas, no Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro s/nº). Ingressos R$35 e R$17,50 (meia-entrada). Compras pelo site: deubalada.com/evento/412/Stelinha_Egg
Classificação: Livre
Duração do espetáculo: 60 minutos

Fotos Stelinha Egg - Acervo MIS
Crédito Foto "Stelinhas" "Stelina Egg Cantoras" - Rodrigo Browne/divulgação: No alto - Rogéria Holtz e Laís Mann. Embaixo - Margareth Makiolke e Helena Bel

Mais informações e entrevistas:
RB Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne – 9 9145-7027

SUGESTÃO DE BOX
PROGRAMA DO SHOW
01.VINGANÇA (Francisco Matoso e José Maria de Abreu)
02.UMA LUA NO CÉU, OUTRA LUA NO MAR (Jorge Tavares, Alaíde Tavares)
03.Medley dos Pregões - GAROTO DA LENHA DE ANGICO (Stelinha Egg, Mione Amorim)/ TAPIOQUINHA DE COCO (Amirton Valin, Jorge Tavares)/PREGÃO DA OSTRA (Tradicional, adaptado por J.Prates)
04.BODAS DE PRATA (Roberto Martins, Mário Rossi)
05.Medley das Despedidas - NUNCA MAIS (Dorival Caymmi)/ MAIS NINGUÉM (Lindolfo Gaya, Eme de Assis)
06.BAIÃO DE DIAMANTINA (PEIXE VIVO) (Henrique de Alemida, Rômulo Paes)
07.TOCA, SANFONEIRO (RANCHEIRA) (Luiz Gonzaga, Stelinha Egg)
08.Medley Gaúcho - BOI BARROSO/ PRENDA MINHA (Tradicionais, adaptados por Stelinha Egg)
09.MODA DA MULA PRETA (Raul Torres)
10.TRISTEZAS DO JECA (Adelino Oliveira)
11. Medley Caymmi - O MAR/ O VENTO (Dorival Caymmi)
12. ATÉ PENSEI (Chico Buarque) vinheta: NESTA RUA TEM UM BOSQUE (Tradicional, adaptado por Stelinha Egg)
13. LUAR DO SERTÃO (João Pernambuco, Catulo da Paixão Cearense)
14 COCOS (Heckel Tavares)
15. STELINHA (Sérgio Justen, Etel Frota)

FICHA TÉCNICA:
STELINHA EGG: A GRANDE CANTORA DE CURITIBA
Cantoras:
Helena Bel
Laís Mann
Margareth Makiolke
Rogéria Holtz
Músicos:
Piano: Sérgio Justen
Baixo: Marcelo Pereira
Bateria: Valmir Pegas
Acordeão: Marina de Camargo

Direção Geral: Rodrigo Browne
Direção Musical: Sérgio Justen
Roteiro e pesquisa: Etel Frota
Direção Cênica: Áldice Lopes
Edição de Vídeo: Alan Raffo
Video mapping: Pablo Colbert
Produção: Bárbara Magalhães

Agradecimentos: Áudios Stelinha - entrevistas realizadas com a cantora por Aramis Millarch. Acervo: www.millarch.org/. As imagens da Stelinha Egg foram cedidas pelo acervo do Museu da Imagem e do Som do Paraná. Padaria Família Farinha.

Esse espetáculo é dedicado à memória de Osval Dias de Ferreira Filho – Tiomkin (1953/2021)

CineMaterna exibe “Divertida Mente 2” no dia 26/06 no ParkShoppingBarigüi

São Paulo, 21 de junho de 2024 - Na próxima quarta-feira (26), às 14h10, acontece a sessão CineMaterna na Cinemark do ParkShoppingBarigüi. Na sessão especial para famílias com bebês de até 18 meses, será exibido o filme “Divertida Mente 2”.

Crianças acima de 18 meses e acompanhantes são bem-vindos! Verifique se a classificação indicativa do filme é adequada para a faixa etária.

Diferenciais das sessões CineMaterna:
Trocadores dentro da sala de cinema, equipados com fraldas e lenços umedecidos;
Estacionamento para os carrinhos de bebê;
Sala com ar-condicionado ameno;
Som do filme mais baixo;
Ambiente levemente iluminado para que o público possa circular durante a sessão com segurança;
Tapete EVA para bebês que já engatinham ou caminham.
Voluntárias CineMaterna que organizam a sessão, recebem e auxiliam as famílias com carinho.
Após cada sessão, as voluntárias convidam as famílias para um bate-papo descontraído próximo ao cinema.

Participar do CineMaterna vai muito além de apenas assistir a um filme. É fazer parte de uma rede de apoio e amor para as famílias que passam pelas transformações da parentalidade. Além disso, o encontro com outras famílias que passam pelas mesmas aflições e aprendizados, garante momentos de descontração, desabafo e alegria.

Compra de ingressos:
Algumas redes de cinema oferecem a venda online enquanto outras não. É uma maneira de evitar a compra pelo público geral, garantindo mais conforto para famílias e bebês. Busque pela sessão e sinalização CineMaterna no site do cinema. Caso não encontre, adquira os ingressos no dia, na bilheteria ou totens. A política de meia entrada e valores praticados seguem o mesmo critério das sessões regulares da rede de cinema.

Você ajuda na escolha da programação:
Os filmes são escolhidos pelas famílias cadastradas no site do CineMaterna através de votação em enquetes. As enquetes ficam abertas de quinta-feira a domingo. O resultado da votação é divulgado no site, na quinta-feira que antecede a sessão, para que todos possam se programar a tempo de participar.

Clique aqui e cadastre-se agora mesmo

Sobre o CineMaterna
A Associação CineMaterna é uma organização sem fins lucrativos instituída por mães, pioneira em organizar sessões de cinema especiais para famílias com bebês de até 18 meses.

Foi fundada em agosto de 2008 na cidade de São Paulo por mães que, a partir de uma necessidade pessoal, desenvolveram o programa feito especialmente para famílias com bebês de até 18 meses: sessões de cinema nas quais os filmes, em sua maioria, são direcionados ao entretenimento dos adultos, mas a sala de cinema é totalmente adaptada e acolhedora para os bebês.

A ONG está presente em diversos cinemas espalhados por 47 cidades de 16 estados brasileiros. Em 15 anos de história, já levou mais de 238 mil famílias em mais de 10 mil sessões realizadas.

Pátio Batel retrata sua singularidade em filme sensorial de nova campanha institucional

Shopping convida público a uma experiência de bem-estar, moda e luxo em filme publicitário

Curitiba, 18 de junho de 2024 – O Pátio Batel apresenta sua nova campanha institucional, "Único em todos os sentidos", material que inclui um filme cinematográfico e imagens que complementam o conceito, celebrando a singularidade do shopping, um convite ao público a vivenciar uma experiência que transcende as expectativas dos clientes.
Por meio de um filme sensorial com ares de cinema, o trabalho celebra a atmosfera acolhedora e inspiradora do shopping, provocando o público a redescobrir a beleza de cada detalhe e desfrutar do bem-estar e sofisticação que o Pátio Batel oferece. Com sua tagline, a peça reforça o posicionamento da marca como mais do que um shopping: é um ambiente inspirador.
“Nossa campanha busca traduzir a vivência única proporcionada pelo shopping, a partir de elementos como a arquitetura que valoriza a luz natural, o aroma único e a curadoria de marcas, como as exclusivas e internacionais”, detalha Camila Fleischfresser, head de marketing do Pátio Batel.
Universo surrealista é essência da nova campanha
O filme da Bonitagê, com direção de cena de Maví, direção de fotografia de Ohara e produção da Areia Filmes, transporta o público para um universo de sonhos, onde o espaço real do shopping se funde com cenários lúdicos, inspirados nos pilares de diferenciação do Pátio Batel. Essa fusão de realidade e fantasia expressa a experiência agregadora e transformadora que o shopping oferece, transcendendo o cotidiano.
"Nosso objetivo é ser um destino que desperte os sentidos e inspire nossos clientes", afirma Camila. O filme aborda, de forma conceitual, os cinco sentidos, tendo a luz como o fio condutor que transporta a modelo da realidade para a imaginação. As cenas representam a experiência de bem-estar, moda, arte e cultura, que despertam a sensação de uma vivência de luxo.
A campanha "Único em todos os sentidos" será veiculada em diversas plataformas, incluindo redes sociais, mídia digital, mobiliário urbano, outdoors, revistas e espaços publicitários do shopping.
Clique aqui para assistir ao vídeo.

Ficha Técnica
Head de Marketing: Camila Fleischfresser
Coordenadora de Comunicação: Danusa Patel
Analista de Campanha: João Jacobowski
Analista de Redes Sociais: Bruna Vieira
Produção de Conteúdo: Gabriel Gritten
Agência: Bonitagê
Produtora: Areia Filmes
Production Service (Curitiba): Marmotas Produções
Diretor: Maví
Produtor Executivo: Bruno Mata
Line Producer: Caio Lelot
Direção de Produção: Nani Matias
Diretor de Fotografia: Eduardo Ohara
Diretor de Arte: Jonas Sanson
1o. Assistente de Direção: Fernando Haddad
2a. Assistente de Direção: Gabriela Chiavone
Stylist: Iago Barros Spellmeier
Fotógrafo Still: Henrique Thoms
Produção de Casting: Guilherme Koch, Kadije Akl, Matheus Pereira de Souza e Rayssa Aiadne Martin
Produção de Locação: Carlos Eduardo Castello Branco, Daniane Mayara de almeida e Enzo Gustavo Simões
Platô: Enzo Marlos Balbinot
Assistentes de Produção: Adriana de Assis Lira, Kayane Cabral Bonin e Kayelle Cabral Bonin
Ajudantes de Produção: Mateus Souza Martins e Carlos Roberto Boni Junior
Motorista de Produção: Roni Alves Matias
1º Ass. Câmera: Marcos Antonio da Silva
2º Ass. Câmera: Adriano Santos Araujo
Video Assist: Carlos Eduardo Puchivailo Logger: Endy Alvares de Albuquerque
Operador Movi: Wilson Roberto de Oliveira
Chefe de Elétrica: Ricardo Pirolla
Primeiros Assistentes de Elétrica: Leonardo Vinicius Vendrame Cichon e Carlos Henrique dos Santos
Ajudantes de Elétrica: Leandro Machado dos Santos e Matheus Henrique Alves de Oliveira
Chefe de Maquinaria: Flavio Romão dos Santos
Primeiros Assistentes de Maquinaria: Kaue Kruger dos Santos e Fabio Romão do Santos Ajudantes de Maquinaria: Harrison Oliveira Fernandes e Cleverson Gomes de Castro
Assistente Foto Still: Walter Thoms
Assistentes de Arte: Giovanna Biglia e Isabella Andruszezin
Produtora de Objetos: Gislaine Regina Leal
Assistente de Objeto: Maria Fernanda Brunkow Menanteoux
Ajudantes de Objeto: Michel Kuchnier, Douglas Chamber Alves Pereira, Sergio Morgenstern Junior, Rubens Francisco dos Passos e Elton Mendes da Silva
Contrarregra: Rodrigo Bernardi
Assistente Stylist: Giovane Reynard Kuss
Camareiras: Eloa Rosa Xavier e Cristina Calixto Xavier
Maquiagem: Vivian de Lima Reimann
Assist. de Make: Grazielle Garcia Nappa
Elenco: Mariana Oliveira, Américo José Rodrigues Silva Costa, Yara Sá, Vania Baroncello, Aldine Copetti, Jeferson Ulbrich, Milena Xavier, Antônio Fabio Da Piedade Pedro Cuhema, Francisco, José Deradi, Gabriella Mattana, Gabriely dos Santos, Henrique Melcher Langner, Isabel Miyuki Suzuki, Ketelyng Leticia Soares Lima, Ki Suk Choi, Leonardo Cordasso Pedrollo, Luiz Guilherme de Alcântara Silva, Marisa de Carvalho Paiva, Milena Cristina Faria Meyer
Pós Produção: Cora Post
Trilha sonora e sound effects: Baile
Apoio: Michelangelo Mármores do Brasil, Artefacto e Núcleo Paranaense de Design

Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um lugar único inspirado no charme da inovação curitibana. O Pátio Batel é o único shopping de luxo do Sul do Brasil, contando com aproximadamente 190 estabelecimentos, sendo 71 lojas exclusivas, como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co, além de ser o primeiro do segmento a criar seu próprio laboratório de produção de conteúdo in-house, o Content Lab. Em seus nove anos de história, a marca Pátio Batel se posiciona como luxo na experiência, onde a sofisticação reside no conhecimento, cuidado e vivência.

Hummm! e Cinépolis se unem para lançar o Combo Cinépolis Junior Divertida-Mente 2

Público que pedir o combo ganhará um snack de brigadeiro experimentando novas sensações

Download arte Combo Cinépolis Junior “Divertida Mente 2”

São Paulo, 18 de Junho de 2024 - Prepare-se para uma viagem emocional única! Em Divertida-Mente 2, da Disney e Pixar, a adolescente Riley enfrenta novas emoções em sua Casa de Comando, agora ocupada pela Ansiedade, Inveja, Tédio e Vergonha, ao lado das já conhecidas Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho. A sequência do aclamado vencedor do Oscar de 2017 promete ainda mais intensidade e diversão para toda a família.

Para celebrar essa estreia, Cinépolis e Hummm! se uniram para oferecer um combo junior super especial, incluindo um snack gostoso que vai deixar a experiência ainda mais deliciosa. Com uma embalagem para colorir, o combo inclui uma mini pipoca e refrigerante 300ml, um blister com 12 lápis de colorir BIC Evolution, uma cartela de adesivos personalizada de “Divertida Mente 2” e um snack de brigadeiro da Hummm!, nova marca da Linea Alimentos.

"Estamos muito felizes em fazer parte dessa parceria com o Cinépolis. Queremos que todo mundo que se emocionar com o filme também curta o nosso delicioso snack de brigadeiro. Estamos aqui para trazer experiências positivas ao nosso público, com ligações emocionais significativas, e esperamos que todos fiquem com gostinho de quero mais Hummm!, assim como acontece com os filmes da Disney”, comemora Juliana Napolitano, gerente de marketing e produtos da Linea Alimentos.

Hummm!, veio para revolucionar o mundo dos snacks proteicos, trazendo uma experiência de sabor única para o público jovem. Com nove sabores deliciosos, incluindo Banoffee, Brigadeiro, e Maracujá, Hummm! oferece uma explosão de gostosura em cada mordida. Disponíveis em versões de 20 e 35g, os snacks são perfeitos para diversos momentos do dia, proporcionando indulgência e prazer.

Os combos estarão disponíveis em todos os Cinépolis. A partir do dia 20 de junho até quando o filme estiver em cartaz. Para saber a programação e o local mais perto de você basta entrar neste link.

Hummm!

A Hummm! revoluciona o conceito de snacks proteicos, oferecendo uma variedade de nove sabores irresistíveis. Com opções como Banoffee, Brigadeiro, Doce de Leite, Maracujá, (com 5 gramas de proteína em barras de 20g), e Brownie, Cheesecake de Morango, Cookies’n Cream, Creme de Avelã e Paçoca (com 11 gramas de proteína em barras de 35g), a marca define o prazer e o sabor em cada mordida. Lançada em 2024, a Hummm! vem respaldada pela credibilidade da Linea Alimentos, uma das maiores empresas de alimentação saudável sem adição de açúcar do Brasil.

O ESTRANHO ganha sessão com debate em Curitiba com presença de protagonista

A exibição acontece no sábado (22) no Cine Passeio

Confira o trailer clicando aqui
Para conferir materiais do filme, clique aqui

O ESTRANHO, dirigido por Flora Dias e Juruna Mallon, ganha sessão com debate em Curitiba, no sábado (22), às 18h. A exibição acontece no Cine Passeio, localizado na rua Riachuelo, 410. A sessão conta com a presença especial da protagonista, Patrícia Saravy, e a jornalista Luciana Melo, que conduzirão o debate após a sessão. Distribuído pela Embaúba Filmes, o longa tem estreia nacional marcada para o dia 20 de junho.

O filme fez uma bela trajetória em festivais, tendo ganhado os prêmios de Melhor Filme no Queer Lisboa (Portugal) e no Festival Internacional de Direitos Humanos de Nuremberg (Alemanha), além de Melhor Som no Festival de Havana (Cuba) e de Melhor Fotografia e Melhor Som em sua estreia nacional no Olhar de Cinema, em Curitiba.
Confira o trailer:

O principal cenário de O ESTRANHO é o Aeroporto de Guarulhos (SP), um símbolo de progresso e um monumento do mundo globalizado, mas também um marco do agressivo processo de colonização e ocupação do território. Embora seja um lugar onde as pessoas transitam o tempo todo, o filme joga seu olhar para aqueles que ficam, cujas vidas se cruzam naquele solo onde trabalham.

Filmando no próprio aeroporto e seus arredores, Dias e Mallon definem o processo do filme como uma total imersão no território de Guarulhos. “Pesquisa, preparação e filmagem nos levaram a perceber sua realidade como algo essencialmente heterogêneo e múltiplo. Quanto mais orientamos nosso olhar (e câmera) para os espaços e para as rotinas diárias dos trabalhadores do aeroporto, mais essa realidade se tornou rica e surpreendente. Ao lado do aeroporto encontramos bairros urbanos populosos, mas também comunidades rurais, sítios arqueológicos escondidos, e povos indígenas em processo de retomada”.

Diretores de “O Sol nos meus olhos”, de 2012, Dias e Mallon encontram na nova parceria a oportunidade de conjugar interesses em comum, que definem como “uma pesquisa cinematográfica sobre como o processo de autoconhecimento individual e de ativação da memória ancestral se conjuga com a busca por território e a construção de paisagem. Concebemos a paisagem não como um lugar de simples contemplação, mas como um espaço de luta de forças sociais, de confronto de diversas temporalidades e cheio de camadas de significação. Assim como o universo interior de uma pessoa, a paisagem é um processo pulsante e em constante construção”.

Segundo Flora Dias, “O Estranho é um trabalho de muitos anos e de muitas pessoas. Uma estreia é uma janela importante para todas essas energias colocadas no filme que teve e continua tendo uma guiança espiritual muito forte, e eu sinto que os caminhos dele estão sendo abertos pelos ancestrais que o filme reverencia”.

Juruna Mallon complementa: “Eu vejo O Estranho como um filme de encontros. Foram esses múltiplos encontros que, ao mesmo tempo, se tornaram a própria matéria prima do filme e que definiram a trajetória que o filme iria percorrer. Eles foram os pés e a terra dessa longa caminhada que o filme se propôs a fazer. Num primeiro momento, o encontro se deu com o território de Guarulhos, os trabalhadores do aeroporto, os estudantes e habitantes dos seus bairros. Em seguida, ele se traduziu nas parcerias com equipe e personagens que foram brotando e nos ajudando a lidar cinematograficamente com aquela rica e complexa realidade. A estreia em Berlim foi especial para uma série de encontros no caminho do projeto, entre o próprio filme e o público. E, agora, finalmente vamos estrear nos cinemas”

O ESTRANHO estreia em 20 de junho nos cinemas pela Embaúba Filmes. O longa foi realizado com recursos do FSA e da Lei Aldir Blanc, em coprodução com a Spcine e Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, teve o apoio financeiro do fundo holandês Hubert Bals Fund e do fundo suíço Visions Sud Est, além do apoio do Projeto Paradiso. Participou também dos laboratórios LoboLab, Novas Histórias e BrLab, do encontro Proyecta do Ventana Sur e dos eventos de work in progress do Brasil CineMundi e do Festival de Rotterdam.

Sinopse
O Aeroporto Internacional de Guarulhos foi construído sob um antigo território indígena. Nesse espaço onde 35 mil trabalhadores garantem o funcionamento diário, Alê (Larissa Siqueira) tem sua vida atravessada pelas origens do aeroporto e por rastros de um passado em constante transformação. Seguindo personagens cujas vidas se cruzam no dia a dia, o olhar se fixa não sobre aqueles que passam, mas sobre o que permanece num local impregnado pelas feridas originárias de um país.

Ficha Técnica
Uma produção Lira Cinematográfica e Enquadramento Produções
Em coprodução com Pomme Hurlante Films, Filmes de Abril e Ipê Branco Filmes
Distribuição Embaúba Filmes
Roteiro e Direção – Flora Dias e Juruna Mallon
Produção – Lara Lima e Leonardo Mecchi
Coprodução – Eva Chillón e Paula Pripas
Direção de fotografia – Camila Freitas
Direção de arte e Figurino – Dayse Barreto
Som direto – Gustavo Zysman Nascimento
Direção de produção – Luiz Fernando Orofino
Assistência de câmera e luz – Ana Galizia
Preparação de elenco – Helena Albergaria
Montagem – João Marcos de Almeida
Supervisão e desenho de som - Léo Bortolin
Mixagem - Vitor Moraes
Elenco:
Larissa Siqueira como Alê
Antonia Franco como Antônia
Rômulo Braga como Jorge
Patricia Saravy como Silvia
Thiago Calixto como Hélder
Laysa Costa como Laysa
Sobre os diretores

Flora Dias é diretora e diretora de fotografia, radicada em São Paulo e formada em Cinema pela UFF (Brasil) e pela École Nationale Louis Lumière (França).

Como diretora, realizou o longa-metragem O sol nos meus olhos, desenvolvido no Bafici Talent Campus em 2012 e lançado no Festival Internacional de Cinema de Mar Del Plata em 2013. Seu curta-metragem Ocidente foi exibido no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo em 2016, e Miragem na Mostra de Cinema de Tiradentes em 2019. Em 2020, em contexto de pandemia, Flora lança em plataformas virtuais o curta Pytang.

Com O Estranho, seu segundo longa-metragem, participou do 2º Encontro de Coprodução Internacional do LoboLab durante o 31º Festival Internacional de Cinema de Mar Del Plata; do 8º Laboratório Sesc Novas Histórias; do 9º BrLab - Laboratório de Desenvolvimento de Projetos e do 2º Proyect Lab do Ventana Sur. O projeto teve financiamento do Hubert Bals Fund, do Visions Sud Est e da Spcine, e fará sua estreia mundial na Berlinale Forum em 2023.

Em junho de 2022, Flora participou do workshop Filming in the Amazon, conduzido por Apichatpong Weerasethakul, do qual retornou com um novo curta-metragem, Wind Roads, ainda inédito.

Como diretora de fotografia, tem desenvolvido seu trabalho em curtas e longas-metragens desde 2009. Entre eles, estão Sinfonia da Necrópole (2014, Festival Internacional de Cinema de Mar Del Plata) e O Duplo (2012, Semana da Crítica de Cannes), ambos dirigidos por Juliana Rojas; Califórnia (2015, IFFRotterdam), de Marina Person; Seus ossos e seus olhos, de Caetano Gotardo (2019, IFFRotterdam); A noite amarela, de Ramon Porto Mota (2019, IFFRotterdam); e Primeiro Ato, de Matheus Parizi (2019, IFFRotterdam).

Juruna Mallon nasceu no estado do Rio de Janeiro em 1979. Estudou História da Arte em Gothenburg, na Suécia, e formou-se em Cinema no Rio de Janeiro. Há mais de dez anos mora na França, onde fez mestrado em Estudos Cinematográficos (Universidade de Lille) e Antropologia Visual (Universidade de Nanterre).

Dirigiu os documentários Satan Satie (2015) e Les Îles résonnantes (2017); o longa-metragem de ficção O Sol nos Meus Olhos (2013); e o curta de ficção Ararat (2014). Seus filmes foram exibidos em diversos festivais e centros de arte e cultura, como o Cinéma du Réel, Visions du Réel, Forum des Images, La Gaîté Lyrique, ForumDoc, Tiradentes e Semana dos Realizadores. Por Les Îles résonnantes, recebeu o Prêmio Aquisição da biblioteca pública do Centre Pompidou em 2017 e o Prêmio de Qualidade da agência francesa de cinema CNC em 2019. Seu segundo longa-metragem de ficção, O Estranho, estreou na Berlinale Forum em 2023.

Juruna é também sound designer e compositor, tendo assim trabalhado em projetos como Ontem havia coisas estranhas no céu, de Bruno Risas, e Perles, de Alex Hellot. Em 2021, integrou o júri do festival internacional de cinema documental Cinéma du Réel, em Paris.

Sobre a Lira Cinematográfica

Fundada em 2008 e capitaneada pela produtora Lara Lima, a Lira Cinematográfica se dedica ao desenvolvimento e realização de projetos de cinema, com foco em produções autorais. Desde sua fundação, lançou dezesseis curtas-metragens e os longas Seus ossos e seus olhos (2019), de Caetano Gotardo, exibido em festivais como Rotterdam, IndieLisboa, Viennale e Tiradentes; e A Felicidade das Coisas (2021), de Thais Fujinaga, que estreou em Rotterdam em 2021 e recebeu prêmios como o de Melhor Longa-Metragem de Estréia na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O terceiro longa-metragem da produtora, O Estranho, de Flora Dias e Juruna Mallon, fará sua estreia mundial na Berlinale Forum 2023.

Sobre a Enquadramento Produções

Enquadramento Produções é uma produtora independente, sediada em São Paulo e fundada pelo produtor Leonardo Mecchi, focada no desenvolvimento e produção de projetos cinematográficos, em especial primeiros e segundos longas de jovens e promissores realizadores. Entre suas produções encontram-se filmes como A Febre, Los Silencios, O Estranho, A Morte Habita à Noite, Mormaço, A Transformação de Canuto e Rejeito, selecionados para alguns dos mais importantes festivais nacionais e internacionais, como Cannes, Berlim, Locarno, Rotterdam, Toronto, IDFA, San Sebastian, Brasília e Gramado, entre outros.

Sobre a Embaúba Filmes

A Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de obras autorais brasileiras. Ela busca se diferenciar pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 40 títulos, em menos de 5 anos de atuação, apostando em filmes de grande relevância cultural e política. A empresa atua também com a exibição de filmes pela internet, por meio da plataforma Embaúba Play, que exibe não apenas seus próprios lançamentos, como também obras de outras distribuidoras e contratadas diretamente com produtores, contando hoje com mais de 500 títulos em seu acervo, dentre curtas, médias e longas-metragens do cinema brasileiro contemporâneo. A plataforma conta hoje com aproximadamente 550 títulos, sendo 70% deles disponibilizado gratuitamente.

Filme paranaense explora a luta feminina no ambiente conservador do campo

“O Sol das Mariposas” foi selecionado no festival Olhar de Cinema

O Cine Passeio, na sala Luz, exibirá nesta segunda-feira, às 14h15, o único longa paranaense selecionado na categoria Competitiva Brasileira da mostra Olhar de Cinema. Dirigido por Fábio Allon e com roteiro de Claudia Borio e do diretor, o filme “O Sol das Mariposas” retrata as dificuldades de uma sitiante do norte-pioneiro do Paraná em manter sua pequena propriedade rural, que está à beira da falência.
Além do longa, outros filmes estão em cartaz pela mostra Olhar de Cinema, que busca valorizar o cinema independente e autoral. As exibições de filmes nacionais e internacionais vão até o dia 20 de junho. Para mais informações, acesse: www.olhardecinema.com.br.

“O Sol das Mariposas” narra a história de Marta, que luta para manter a produção de seu sítio após ser abandonada pelo marido. Ambientado no norte do Paraná, com filmagens realizadas em Londrina, Cambé e Guaravera, o longa aborda a resistência às temperaturas hostis do clima e também de uma sociedade conservadora.

Este é o primeiro roteiro filmado de Claudia Borio, que se inspirou em sua própria experiência como produtora rural por 14 anos. “Fui casada com um criador de cavalos, pecuarista, tivemos um pequeno sítio no interior de São Paulo. Em algumas ocasiões, passávamos por muitas dificuldades financeiras, e ele mencionou, num momento meio tresloucado, que queria ir ‘grilar terras’ no norte do Brasil e disse que ia me deixar sozinha. Eu fiquei muito assustada, e ele acabou não indo. Mas, nunca esqueci disso”, recorda.

Para contar a vivência rural, do ponto de vista das mulheres, ela teve a ideia: “e se ele tivesse me deixado sozinha para tocar o sítio? Nessa época eu tinha uma comadre, veterinária, que morava conosco, e também uma funcionária, uma ótima cozinheira. Então, incorporo essa experiência à história. O resto é fantasioso, com elementos reais mesclados a uma boa dose de ficção”, explica.

Claudia critica que as histórias rurais contadas no cinema ou nas novelas ainda são muito masculinas. “Nessas narrativas, as mulheres ocupam apenas o papel da esposa, da filha, da empregada, nunca a da protagonista, quem realmente faz o trabalho pesado e leva adiante a difícil tarefa de manter uma propriedade rural. Há milhares de mulheres que estão lá na zona rural trabalhando, produzindo e lutando todos os dias. É preciso contarmos mais histórias de mulheres no cinema, nos livros, na televisão, no teatro e onde mais for necessário”, frisa.

Advogada e bióloga, Claudia sempre adiou a ideia de escrever profissionalmente. Leitora voraz, hábito passado por sua família, ela só via a escrita como uma atividade pessoal. “Tenho muitas histórias, em roteiros, em livros e outras tantas na cabeça para serem contadas. O fato de a história ter sido filmada e hoje participar de um festival importante me incentiva a deslanchar no processo de publicação”, afirma.

A parceria com o diretor Fábio Allon começou em 2019, quando ele era professor da filha de Claudia no curso de Artes Visuais da Universidade Tuiuti. “Um dia, minha filha contou a ele que eu tinha escrito um roteiro. Ele leu atentamente, gostou imediatamente e me disse que gostaria de sugerir alterações. Praticamente a partir daí, escrevemos juntos essa nova história.”
Elenco

“O Sol das Mariposas” tem a direção de arte de Arícia Machado e a cinematografia de André Senna. No elenco principal estão: Anidria Stadler, Camila Jorge, Nautilio Portela, Paulo Matos, Ana Karina Barbieri, Den Macedo, Helena Becker, Eddie Mansan e Paulo Barcellos. A produção é de Adriano Esturrilo da Processo Multiarte.
Fotos
Crédito: Thiago Rothstein.

Legenda: Foto 1 – O diretor do filme “O Sol das Mariposas” Fábio Allon e a roteirista Claudia Borio. / Foto 3 – Claudia Borio é roteirista do longa “O Sol das Mariposas”.

Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba anuncia nova edição e abre inscrições para concurso com premiação de até R$5 mil

Segunda edição do FRIACA ocorre de 12 a 14 de setembro. Inscrições para o FRIACA Lab também estão abertas com premiações em dinheiro

Cine Passeio será o local do Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba
(Créd. Daniel Castellano - SMCS)
Sucesso em sua primeira edição, o FRIACA - Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba - anuncia a edição de 2024, que ocorrerá de 12 a 14 de setembro, no Cine Passeio (R. Riachuelo, 410 - Centro). O evento tem o objetivo de aprimorar conhecimentos e competências no desenvolvimento de roteiros, com palestras, painéis, oficinas, debates e masterclasses com profissionais da área da cidade e convidados de outras partes do Brasil, de forma a atender tanto profissionais experientes, quanto aqueles que pretendem iniciar no universo da escrita.

As inscrições também estão abertas para o FRIACA LAB, um laboratório de desenvolvimento e concurso de roteiros de curtas e longas-metragens de ficção, com premiação de R$5 mil para o primeiro colocado, R$3 mil para o segundo e R$ 2 mil para o terceiro projeto de longa-metragem, e R$ 3 mil para o primeiro colocado, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro projeto de curta-metragem.

“A primeira edição, que ocorreu no ano passado, foi um sucesso. Reunimos centenas de pessoas celebrando a arte do roteiro em uma grande troca de experiências, entre profissionais iniciantes e não-iniciantes. Contamos com projetos super interessantes, que acabaram entrando em editais de incentivo do audiovisual, além de discutirmos novas narrativas, inovação e o próprio mercado no Paraná e no Brasil”, comenta Eduardo Calegari, diretor geral do Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba – FRIACA.

O FRIACA – Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba é um evento que reúne roteiristas, produtoras, distribuidoras, alunos e professores de cinema, especialistas em audiovisual e público em geral, com o objetivo de aprimorar conhecimentos e competências no desenvolvimento de roteiros de filmes, séries, novelas e todas as demais formas de produtos audiovisuais voltados para cinema, TV, streaming e canais fechados.

Primeiro lugar de longa-metragem no FRIACA LAB receberá o Troféu FRIACA 2024 e
o valor de 5 mil reais (Créd. Tipmídia)
Inscrições abertas: FRIACA LAB abre inscrições do concurso de roteiros de curtas e longas-metragens com premiação em dinheiro

Uma das mais aguardadas programações do 2º FRIACA é o FRIACA LAB, um laboratório de desenvolvimento e concurso de roteiros de curtas e longas-metragens de ficção, cujas inscrições estão abertas até o dia 30 de junho. Os interessados poderão inscrever seus projetos e, uma equipe de curadoria, selecionará 10 deles, que participarão do laboratório com reuniões de análise exclusivas, acompanhamento e feedbacks por consultores profissionais da área do audiovisual, de forma presencial.

Os consultores escolherão os roteiros que serão premiados, sendo três na categoria de longas-metragens e três de curtas-metragens, sem distinção entre iniciantes e não-iniciantes. O primeiro lugar de longa-metragem, receberá o Troféu FRIACA 2024 e o valor de R$5.000. Já o segundo lugar, recebe R$3.000, e a terceira colocação, R$2.000. O primeiro lugar de curta-metragem, receberá o Troféu FRIACA 2024 e o valor de R$3.000. Já o segundo lugar, recebe R$2.000, e a terceira colocação, R$1.000. Ainda dentro da programação do FRIACA LAB, haverá um evento de pitching (apresentação verbal concisa), também aberto ao público, em que os projetos que participam do laboratório serão apresentados e defendidos por seus autores, diante de uma banca formada por empresas e profissionais do setor. As inscrições poderão ser feitas por meio do site https://friacafestival.com.br/

Logo, todas as informações de programação do 2º FRIACA e as formas de participação estarão disponíveis no site oficial do evento www.friacafestival.com.br, ou ainda, por meio das redes sociais pelo @friaca.festival

Serviço:
FRIACA – Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba
Data: 12, 13 e 14 de setembro
Local: Cine Passeio (Rua Riachuelo, 410 – Centro)
Programação Gratuita em Breve
Inscrições FRIACA LAB em www.friacafestival.com.br
Informações: friaca.festival@gmail.com
Siga o FRIACA no Instagram: @friaca.festival

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Ingressos à venda! Mais de 80 produções fazem parte da 13ª edição do Olhar de Cinema

Festival Internacional de Curitiba é marcado por estreias nacionais, obras restauradas, filmes para a criançada e sessão exclusiva na Ópera de Arame. Confira a programação completa

"A Mensageira" - Mostra Competitiva Brasileira - Cred Reprodução
De 12 a 20 de junho, a 13ª edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba ocupará as salas de cinema da capital paranaense com mais de 80 longas e curtas-metragens de todo o mundo.
Produções para as crianças, estreias nacionais e internacionais, obras de cineastas paranaenses, clássicos restaurados e reapresentados na telona em alta definição, são algumas das opções que compõem a ampla programação do evento, que se concretiza como um dos mais importantes dedicados à sétima arte do Brasil.

São 10 mostras cinematográficas, cada uma propondo um novo olhar sobre determinado segmento, pauta, idade, diretor ou estilo de produção. São elas, a Competitiva Brasileira, a Competitiva Internacional, a Novos Olhares, a Mirada Paranaense, a Exibições Especiais, a Olhar Retrospectivo, a Olhares Clássicos, a Foco, a Pequenos Olhares e o Filme de abertura e Encerramento.

As exibições ocorrem no Cine Passeio, no Cinemark Mueller, na Ópera de Arame e também no Teatro da Vila, no CIC - Cidade Industrial de Curitiba. Os ingressos já estão disponíveis pelo site oficial com valores que vão de R$8 (meia-entrada) a R$16. Todas as sessões no Teatro da Vila são gratuitas. Além disso, de 18 de junho a 7 de julho, os curtas-metragens brasileiros que compõem o festival estarão disponíveis gratuitamente na plataforma de streaming Itaú Cultural Play para todo o Brasil.

Jurados e premiações

As produções das mostras competitivas, que buscam o equilíbrio entre inventividade, abordagem de temas contemporâneos e potencial de comunicação com o público, concorrem a diferentes prêmios cinematográficos, em que um júri especial, formado por profissionais do cinema, entre cineastas, roteiristas, atores e produtores, é responsável por avaliar os diferentes aspectos dos filmes selecionados. Para este ano, os jurados convidados para avaliar os longas e curtas da Competitiva Brasileira e os Curtas da Competitiva Internacional são o roteirista Bruno Ribeiro, um dos responsáveis pela série “Os Outros”, da Globoplay; o ator, diretor e produtor carioca Johnny Massaro; o programador de festivais e pesquisador Edvinas Puksta, que é membro da Academia de Cinema Europeu; a mestre em cinema Maria Campaña Ramia, que atua como programadora no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã; e Paola Buontempo, programadora do Festival de Cinema de Mar del Plata e graduada em Artes Visuais pela Universidade Nacional de La Plata, História da Arte (FDA - UNLP). Os jurados encarregados de avaliar os longas da Competitiva Internacional e da Mostra Novos Olhares são o pesquisador, artista e mestre em roteiro de cinema Fábio Andrade; a historiadora, crítica de cinema e programadora de mostras e festivais, Lorenna Rocha; e a diretora, roteirista e bacharel em cinema e vídeo Nathália Tereza.

Na Mostra Competitiva Brasileira, os longas-metragens concorrem pelos prêmios de Roteiro, Direção de Arte, Som, Atuação, Fotografia, Direção, Montagem e o Prêmio Olhar de Melhor Filme; e os curtas, pelo Prêmio Especial do Júri e Prêmio Olhar de Melhor Filme.

Na Mostra Competitiva Internacional, os curtas concorrem ao Prêmio Olhar de Melhor Filme e ao Prêmio Especial do Júri, também para os longas.

Além da votação por parte dos jurados, o público também tem papel essencial para garantir um prêmio para suas produções favoritas das mostras competitivas. Há ainda a premiação por parte dos críticos da Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema para as produções das mostras competitivas e a premiação da AVEC - PR (Associação de Vídeo e Cinema do Paraná) para os filmes paranaenses da Mostra Mirada Paranaense.

As produções da Mostra Novos Olhares, que é dedicada a longas que têm maior radicalidade em suas propostas estéticas, trilhando caminhos desconhecidos, também concorrem ao Prêmio Olhar de Melhor Filme. Nesta mostra, há filmes que convidam o público a um mergulho lírico, outras que propõem a frieza do distanciamento épico, e também as que investigam as criações alegóricas e as que apostam no encontro com o real.

Confira a programação completa da 13ª edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba (*pode sofrer alterações):

"Retrato de um Certo Oriente" - Cred Matizar Filmes, Divulgação
Filme de Abertura - Estreia Nacional

A estreia nacional do filme “Retrato de um Certo Oriente” ocupará a Ópera de Arame, um dos pontos turísticos mais populares do Paraná, em uma sessão exclusiva.

Com direção de Marcelo Gomes (“Paloma”, “Estou me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar”), o longa traz personagens que foram expulsos de suas terras por conflitos sociopolíticos e é baseado no romance do escritor amazonense Milton Hatoum, ganhador do Prêmio Jabuti de Melhor Romance (1990). Os irmãos libaneses, Emilie e Emir, católicos, embarcam do Líbano em uma viagem rumo ao Brasil. No trajeto, Emilie, se apaixona por um comerciante muçulmano, Omar, causando ciúme incontrolável por parte do seu irmão, que usará as diferenças religiosas para separá-los. Porém, antes de chegar ao destino final, em uma briga com Omar, Emir é gravemente ferido em um acidente e a única opção de Emilie é descer em uma aldeia indígena no meio da selva para encontrar um curandeiro que o salve. Após a recuperação do irmão, Emilie toma uma decisão que levará a consequências trágicas.

O elenco de “Retrato de um Certo Oriente”, conta com Wafa’a Celine Halawi, Charbel Kamel, Zakaria Kaakour, Rosa Peixoto e Eros Galbiati. O roteiro é de Marcelo Gomes, Maria Camargo e Gustavo Campos.
Os ingressos para o Filme de Abertura podem ser adquiridos pelo site oficial com valores a partir de R$8.

Mostra Competitiva Brasileira

A Mostra Competitiva Brasileira é composta por 16 produções inéditas. Os oito longas-metragens selecionados para Mostra Competitiva Brasileira são:

- “A Mensageira” (Cláudio Marques |Brasil | 2024| 140’)
Sinopse: Em cumprimento ao seu trabalho como oficial de justiça em Salvador, Íris entrega mandados e, muitas vezes, se vê forçada a executar ordens que vão diretamente contra aquilo em que acredita. O ofício a atormenta. Um dia, com o desaparecimento de um militante depois da execução de um mandado entregue por ela, a oficial passa a investigar o crime e se vê envolvida na descoberta de um grande esquema de grilagem de terras. Claudio Marques dirige este thriller instigante acompanhando de perto sua protagonista, uma mulher negra que envereda numa jornada pelas engrenagens do sistema, mas também por suas origens.
Sessões: 14 de junho, às 20h45, Cinemark Mueller;
15 de junho, às 17h20, Cine Passeio Ritz;

- “Greice” (Dir. Leonardo Mouramateus | Brasil | 2024 | 110’)
Sinopse: Greice é uma jovem mulher brasileira estudando e trabalhando em Lisboa. Num dia de trabalho, ela conhece Alfonso, e essa relação vai ser o estopim para uma série de acontecimentos que a levam de volta a seu Ceará natal. Neste seu terceiro longa, Leonardo Mouramateus encontra uma forma extremamente precisa de conectar seus jogos de fabulações e espelhos, sempre passados nesta fronteira imaginária que une (e separa) Brasil e Portugal. Com seus diálogos mordazes, interpretados por um elenco cativante, o filme trata com notável leveza de temas complexos ao redor das identidades, e em especial das relações sociais e de gênero.
Sessões: 15 de junho, às 21h10, no Cinemark Mueller;
16 de junho, às 14h, no Cine Passeio Ritz;

- “O Rancho da Goiabada, ou pois é meu camarada, a vida não é fácil” (Dir. Guilherme Martins | Brasil | 2024 | 72’)
Sinopse: Em trânsito entre a área urbana e a rural, entre os “subempregos” e a informalidade na capital paulista, e os “boias-frias” nas plantações de cana do interior do estado, o filme se encontra com diferentes camadas de subalternização do proletariado contemporâneo. Construindo como dispositivo a interação de um personagem fictício com contextos e figuras da realidade, Guilherme Martins expande a proposta desenvolvida em seu curta-metragem quase homônimo para abordar de maneira mordaz, ainda que bem humorada, perenes questões sociais brasileiras.
Sessões: 16 de junho, às 21h25, no Cinemark Mueller;
17 de junho, às 15h45, no Cine Passeio Ritz;

- “O Sol das Mariposas” (Dir. Fábio Allon | Brasil | 2024 | 105’)
Sinopse: Após a partida do seu marido, Marta luta para manter funcionando o seu sítio de café, resistindo aos avanços de um emergente agronegócio pelo interior do Paraná da década de 1970. Na medida em que sua relação com a colega Juliana se torna mais forte, vai ficando mais claro que o ambiente adverso e conservador ao seu redor é um risco tão grande quanto a promessa das geadas de um inverno inclemente. Neste que é seu primeiro longa ficcional em direção solo, Fábio Allon ousa ao propor uma narrativa histórica com fortes tintas dramáticas, explorando paisagens pouco filmadas das áreas rurais do Paraná.
Sessões: 16 de junho, às 16h15, no Cinemark Mueller;
17 de junho, às 14h15, no Cine Passeio Luz;
- “Praia Formosa” (Dir. Julia De Simone | Brasil | 2024 | 90’)
Sinopse: Dando prosseguimento a uma extensa pesquisa audiovisual a partir da região portuária do Rio de Janeiro, Julia De Simone realiza um primeiro longa ficcional que mistura tempos ao redor da região do Cais do Valongo. Tomando como protagonista Muanza, mulher nascida no Congo e trazida ao Brasil pela escravização, o filme vagueia por encontros entre personagens e paisagens que reforçam tanto a permanência cruel das raízes coloniais brasileiras quanto a resiliência e os laços formados pela população afro-brasileira, com atenção especial às mulheres.
Sessões: 17 de junho, às 21h35, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 14h15, no Cine Passeio Luz;

- “Quem É Essa Mulher? (Dir. Mariana Jaspe | Brasil | 2024 | 70’)
Sinopse: Desde o começo do filme, somos convidados a literalmente pegar a estrada junto com a historiadora Mayara, que nos levará às origens da sua pesquisa sobre Maria Odília Teixeira, a primeira médica negra do Brasil. Nesse caminho, entenderemos aos poucos o quanto as trajetórias dessas duas mulheres, com os cem anos de história brasileira que as separam, têm em comum. Mariana Jaspe não se apega a um formato estático de aproximação documental, permitindo que o filme ganhe novos ares na medida em que essas histórias se iluminam mutuamente.
Sessões: 15 de junho, às 16h30, no Cinemark Mueller;
16 de junho, às 16h20, no Cine Passeio Ritz;

- “Tijolo por Tijolo” (Dir. Victoria Alvares, Quentin Delaroche | Brasil | 2024 | 102’)
Sinopse: Acompanhamos Cris e sua família, moradores do Ibura, na periferia do Recife, que no início da pandemia de Covid-19 tiveram que abandonar sua casa devido ao risco de desabamento. Grávida do quarto filho e lutando por uma laqueadura, Cris trabalha como influenciadora digital enquanto a família reconstrói sua moradia. Abordando temas relevantes ao Brasil de hoje, como maternidade, empreendedorismo e direitos reprodutivos e à moradia, entremeados com momentos de leveza cotidiana, o filme ressalta o protagonismo coletivo que torna possível erguer as paredes de um lar, dia após dia.
Sessões: 13 de junho, às 21h, no Cinemark Mueller;
14 de junho, às 13h30, no Cine Passeio Luz;

- “Um Dia Antes de Todos os Outros” (Dir. Valentina Homem, Fernanda Bond | Brasil | 2024 | 73’)
Sinopse: Enquanto a jovem Sofia improvisa rimas com suas amizades na comunidade em que vive, sua mãe, Marli, organiza a desocupação do apartamento de classe média alta em que trabalhou por boa parte da vida como cuidadora. Velhos sonhos e novos planos surgem no horizonte desse último dia de trabalho. Nesta ficção de muitas camadas, Fernanda Bond e Valentina Homem nos envolvem com sensibilidade no universo íntimo de suas personagens, revelando o afeto e também as dinâmicas de poder que atravessam as relações de três gerações de mulheres com importantes diferenças entre si.
Sessões: 18 de junho, às 21h30, no Cinemark Mueller
19 de junho, às 14h15, no Cine Passeio Luz

Os oito curtas-metragens selecionados para Mostra Competitiva Brasileira são:

- “Povo do Coração da Terra” (Dir. Coletivo Guahu’i Guyra | Brasil | 2024 | 39’)
Sinopse: Do céu, Nhanderu envia raios que brevemente iluminam a terra numa dessas várias noites em que é preciso estar alerta. Uma noite na qual pessoas correm pelo meio do mato para tomar aquilo que é seu. Em território Guarani, esses raios riscam o espaço desfazendo fronteiras demarcadas por arames farpados, permitindo que o filme elabore a dança da guerra, do sonho e, sobretudo, da reconquista coletiva do tekoha daquelas pessoas. Combinando cenas de enfrentamento com a própria luta pelo direito ao cotidiano, à reza, ao plantio e à meditação, o filme do Coletivo Guahu’i Guyra monta suas imagens como um ritual de reverência aos seus.
Sessões: 18 de junho, às 18h, no Cine Passeio Luz
19 de junho, às 16h45, no Cine Passeio Ritz
*Este curta será exibido junto com “Cavaram uma cova no meu coração”, “O lado de fora fica aqui dentro” e “Desde então, estou voando”.

- “Capturar o Fantasma” (Dir. Davi Mello | Brasil | 2024 | 12’)
Sinopse: Um fantasma que ronda uma família, mas que só é possível ser visto pelas mulheres. As ausências que uma morte predestinada deixa, converte-se em um buraco. Quando o silêncio é de uma filha para com seus pais, o buraco se torna mais profundo. O vazio se torna tão presente que agora é capaz de ser visto também pelos homens.
Sessões: 16 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 16h, no Cine Passeio Ritz
*Este curta será exibido junto com “Contrações”, “Sonhos como barcos de papel”, “Rinha” e “Caindo”.

- “Caravana da Coragem” (Dir. Pedro B. Garcia | Brasil | 2024 | 24’)
Sinopse: Três amigos, de diferentes regiões do Distrito Federal, se encontram em um parque à noite e contam seus medos, detalhando-os. O filme dirigido por Pedro B. Garcia percorre a cidade rabiscando as imagens enquanto o áudio ecoa, misturando-se ao anseio de vida e movimentação.
Sessões: 15 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Mawtini”, “Mamántula” and “Se Eu Tô Aqui é Por Mistério”

- “Cavaram uma Cova no meu Coração” (Dir. Ulisses Arthur | Brasil | 2024 | 24’)
Sinopse: O afundamento do solo causado por uma mineradora para a extração de sal-gema, resulta em buracos e rachaduras nas residências de moradores do bairro de Bebedouro, em Maceió. O risco iminente de desabamento, faz com que o bairro fique desabitado, deixando espaço para a exploração do território, até que uma gangue de adolescentes planeja destruir a máquina responsável pelo afundamento, fazendo da imaginação uma possibilidade de habitar um território inabitável.
Sessões: 18 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
19 de junho, às 16h45, no Cine Passeio Ritz;
*Este curta será exibido junto com “Povo do coração da terra”, “O lado de fora fica aqui dentro” e “Desde então, estou voando”.

- “O Lado de Fora Fica Aqui Dentro” (Dir. Larissa Barbosa | Brasil | 2023 | 25’)
Sinopse: Uma cidade industrial nos arredores de Belo Horizonte é vivenciada por duas irmãs, Marina e Núbia. Refletindo sobre seus corpos e seus trabalhos, as duas identificam as lacunas entre os trabalhadores negros, construção e a perda de acesso da cidade. Quando Marina encontra Maria, uma mulher que habita um dos prédios mais antigos da capital, a memória de que “a montanha, um dia, já foi mar” revela um aspecto mais sombrio que as duas, juntas, terão de enfrentar.
Sessões: 18 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz
19 de junho, às 16h45, no Cine Passeio Ritz;
*Este curta será exibido junto com “Povo do coração da terra”, “Cavaram uma cova no meu coração” e “Desde então, estou voando”

- “Rinha” (Dir. Rita M. Pestana | Brasil | 2023 | 22’)
Sinopse: Assumindo os cuidados do pai alcoólatra, Cássia se vê presa em uma espiral. Herdando a função de taxista e apostador de galo de rinha, a filha se torna, aos poucos, o pai, com suas angústias e responsabilidades. Entre cuidar do outro e cuidar de si, quanto espaço sobra para entendermos o que é nosso? Mergulhada em silêncios, Cássia precisará descobrir seus desejos ou vai acabar afogada em uma rotina imposta.
Sessões: 16 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 16h, no Cine Passeio Ritz;
*Este curta será exibido junto com “Contrações”, “Capturar o Fantasma”, “Sonhos como barcos de papel” e “Caindo”

- “Se Eu Tô Aqui é Por Mistério”(Dir. Clari Ribeiro | Brasil | 2024 | 21’)
Sinopse: Trabalhando novamente com uma imaginação transfuturista, o cinema de Clari Ribeiro produz um Rio de Janeiro que, em 2054, precisa combater uma “Ordem da Verdade” a partir da formação de um clã liderado pela travesti Dahlia, a cobra Salacione e várias bruxas e bruxos que, juntes, farão essa “liga da justiça” neon tropical contra os caçadores de seres místicos. Usando os códigos do cinema de gênero (a ficção científica, o horror), o filme se propõe a exceder o gênero como identidade (o futuro será trans, ou não será). Participação especial de Helena Ignez e Zezé Motta.
Sessões: 15 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido junto com “Minha Pátria”, “Caravana da Coragem” e “Mamántula”

- “Viventes” (Dir. Fabrício Basílio | Brasil | 2024 | 20’)
Sinopse: Paulinho, um jovem desempregado, tem uma entrevista de emprego para fazer. Ele acerta os detalhes: como chegar, com que roupa ir, como se portar. Tudo parece certo, mas antes, ele precisa imprimir o currículo. O único lugar possível é a casa de sua vó, que está à venda. Entre as memórias das imagens do computador e as impressas nas paredes da casa, Paulinho vivencia uma jornada em que o trabalho orienta um modo de existir.
Sessões: 13 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz
14 de junho, às 18h, no Cine Passeio Luz
*Este curta será exibido junto com “Uma Pedra Atirada” e “Nossas Ilhas”.

"Caminhos Cruzados" - Mostra Competitiva Internacional - Cred Reprodução
Mostra Competitiva Internacional

A Mostra Competitiva Internacional é composta por 14 produções de diferentes nacionalidades, como Suíça, Alemanha, Haiti, Palestina, Hungria, França, entre outros. Os seis longas selecionados são:

- “Caminhos Cruzados” (“Crossing”| Dir Levan Akin | Suécia, Dinamarca, França | 2024 | 105’)
Sinopse: Lia precisa cumprir uma promessa: encontrar Tekla, sua sobrinha há muito perdida. Com a ajuda de seu jovem vizinho Achi, a professora aposentada parte de sua terra na Geórgia rumo à Istambul. Lá, os dois descobrirão que precisarão da ajuda de Evrim, advogada dedicada à luta por direitos de pessoas trans, para encontrar Tekla em meio às ruas da cidade. Guiado pelas conexões e tocantes relações entre seus personagens na agitada cidade turca, o sueco Levan Akin dirige este tenro drama dedicado à poderosa interpretação de seu elenco.
Sessões: 15 de junho, às 18h40, no Cinemark Mueller;
16 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;

- “Eu Não Sou Tudo Aquilo Que Quero Ser” (“Ještě Nejsem, Kým Chci Být”| Dir Klára Tasovská | República Tcheca, Eslováquia, Áustria | 2024 | 90 ‘)
Sinopse: A partir de relatos de seu diário, do encadeamento e sonorização de suas fotografias, o filme nos apresenta a vida e o trabalho da tcheca Libuše Jarcovjákové. Transitando entre Praga, Berlim e Tóquio, no período da ocupação soviética na então Tchecoslováquia, a contínua e bem documentada busca da fotógrafa por um modo autêntico de ser e de criar nos conduz por universos pouco conhecidos.
Sessões: 14 de junho, às 18h30, no Cinemark Mueller;
15 de junho, às 14h15, no Cinemark Mueller;

- “Ivo” (“Ivo” | Dir Eva Trobisch | Alemanha | 2024 | 104’)
Sinopse: Acompanhamos de perto os dias de Ivo, uma profissional voltada para cuidados paliativos domiciliares, entre suas visitas regulares a pacientes e o tempo escasso dedicado à vida pessoal. Uma das pacientes é também sua amiga, Solveigh, portadora de uma doença incurável, e a relação próxima entre elas vai demandar decisões difíceis por parte de Ivo. O segundo longa da alemã Eva Trobisch é uma ficção intimista que explora com sensibilidade a relação entre cuidado, trabalho e a autonomia sobre os próprios corpos, fazendo coexistir sentimentos tão intensos quanto contraditórios face ao cotidiano da morte.
Sessões: 18 de junho, às 18h45, no Cinemark Mueller
19 de junho, às 14h15, no Cinemark Mueller;

- “Os Paraísos de Diane” (“Les Paradis de Diane” | Dir. Carmen Jaquier, Jan Grassmann | Suíça | 2024 | 97’)
Sinopse: Diane está prestes a dar à luz a seu primeiro filho. Aparentemente banal como fato social, esse acontecimento vai mexer profundamente com a jovem, que parte numa jornada sem direção segura, buscando encontrar algo que, possivelmente, não sabe o que é.
Sessões: 13 de junho, às 18h30, no Cinemark Mueller;
14 de junho, às 14h05, no Cinemark Mueller;

- “As Noites Ainda Cheiram a Pólvora” (“The Nights Still Smell Of Gunpowder” | Dir. Inadelso Cossa | Moçambique, França, Alemanha,Portugal |2024 | 92’
Sinopse: É noite em Moçambique. As marcas e cicatrizes da guerra civil ainda estão vivas. Borrando as linhas entre ficção e realidade, entre arquivos, relatos e encenação, Inadelso Cossa visita sua avó. Neste austero retrato de sua região natal, o cineasta confronta as memórias desbotadas de sua família e de seu país, investigando as fotografias, escutando as memórias e revirando o passado em busca de ouvir os fantasmas de outros tempos.
Sessões: dia 16 de junho, às 19h, no Cinemark Mueller;
dia 17 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;

- “Pepe” (“Pepe” | Dir. Nelson Carlos De Los Santos Arias | República Dominicana, Namíbia, Alemanha, França| 2024 | 122’)
Sinopse: O narrador diz ser um hipopótamo. Ele não sente o passar do tempo, mas conta de seu passado. Pepe, o primeiro e único hipopótamo morto nas Américas, interpretado por diferentes vozes e idiomas ao longo do filme, transmite pela oralidade histórias dos lugares por onde passou. Nelson Carlo de Los Santos Arias apresenta com senso de humor e inventividade apurados um filme que se reinventa a todo instante entre dispositivos, abordagens, relatos e memórias de África às Américas.
Sessões: 17 de junho, às 18h45, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;

Os oito curtas-metragens da Mostra Competitiva Internacional são:

- “Caindo” (“Falling” | Dir. Anna Gyimesi | Hungria, Bélgica, Portugal | 2023 | 16’)
Sinopse: Usando imagens de arquivo pessoal, o filme vai montando um quebra-cabeças bastante emotivo, construído a partir do depoimento de uma mulher, na faixa dos seus 40 anos, cuja maternidade a coloca diante das nebulosas fronteiras entre o senso de autopreservação, o amor pela filha e a compreensão de que essa mesma filha pode, em breve, ter autonomia legal para realizar o mais radical dos procedimentos com a própria vida. Um filme que abre – sem nunca ter a pretensão de resolver – as brechas do medo e da culpa, mas também do afeto e da esperança, desafiando uma série de tabus não só sobre a maternidade, mas sobretudo sobre doenças mentais.
Sessões: 16 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 16h, no Cine Passeio Ritz;
*Este curta será exibido junto com “Contrações”, “Capturar o Fantasma”, “Sonhos como barcos de papel” e “Rinha”

-“Contrações” (“Contractions” | Dir. Lynne Sachs | Estados Unidos | 2024 | 12’)
Sinopse: Em junho de 2022, a Suprema Corte dos Estados Unidos permitiu que vários estados do páis acabassem com o direito das mulheres de terem autonomia sobre seus corpos e, desde então, 21 estados da federação passaram a criminalizar o aborto, entre eles o Tennessee. Em Memphis, cidade do Tennessee, Lynne Sachs usa suas décadas de experiência de produção de contraimagens feministas para conduzir uma performance com 14 mulheres e alguns de seus companheiros, criando invisíveis visibilidades e emudecidos discursos diante de uma clínica de aborto cujo trabalho precisou ser interrompido depois dessa decisão.
Sessões: 16 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 16h, no Cine Passeio Ritz;

- “Desde então, Estou Voando” (“O Gün Bu Gündür, Uçuyorum” |Dir.Aylin Gökmen | Suíça | 2023 | 19’)
Sinopse: Existe a memória das montanhas, do primeiro amor num campo de algodão, das mulheres que, naquela tribo nômade curda, controlavam a organização social. Existe a memória da mãe. Um homem mais velho lembra de tudo isso, mas lembra também de quando ele foi preso e torturado, como se houvesse sempre uma guerra por trás de paisagens idílicas e silenciosas. Mas a tortura não consistia em machucar seu corpo. Os inimigos sabiam que aquilo que mais doeria na sua pele seria ferir a identidade de seu povo a partir da quebra de um interdito cultural.
Sessões: 18 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
19 de junho, às 16h45, no Cine Passeio Ritz;
*Este curta será exibido junto com “Povo do coração da terra”, “Cavaram uma cova no meu coração” e “O lado de fora fica aqui dentro”.

- “Mamántula” (“Mamántula” | Dir. Ion de Sosa | Espanha, Alemanha | 2023 | 45’)
Sinopse:Uma criatura sedenta por sangue e sexo está a solta. Ela seduz, se satisfaz e depois mata brutalmente seus amantes, mas ninguém sabe ao certo quem ou o que está causando essa série de assassinatos. A cidade está em alerta e a comunidade queer atenta, todos aterrorizados com o apetite insaciável do monstro. Cabe a duas detetives a missão de desvendar o mistério e colocar um fim na jornada sangrenta de Mamántula.
Sessões: 15 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este será exibido junto com “Minha Pátria”, “Caravana da Coragem” e “Se Eu To Por Aqui é Por Mistério”.

- “Minha Pátria” (“Mawtini” | Dir. Tabarak Abbas | Suíça | 2023 | 13’)
Sinopse: Nesta animação, Tabarak Allah Abbas se inspira na história de seus pais para criar um universo distópico durante a guerra de Bagdá. Nesse contexto, Siham e Rakan precisam lutar contra robôs invasores para escapar da cidade e proteger o futuro de seu filho recém nascido.
Sessões: 15 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido junto com “Caravana da Coragem”, “Mamántula” and “Se Eu Tô Aqui é Por Mistério”

- “Nossa Ilhas” (“Nos Îles” | Dir. Aiha Thalien | França, Martinica | 2023 | 23’)
Sinopse: As primeiras imagens aparentam estarmos diante de um cartão-postal. Diante destas imagens é preciso encarar bem o que é dado como realidade para logo em seguida, traduzir o que não pode ser visto. O mar azul-piscina de uma ilha caribenha colonizada pela França é contrastada com as construções de uma Martinica inventada. Perante uma maldição que resultará no desaparecimento da ilha, um grupo de jovens reflete e dialoga, a partir de relatos íntimos, sobre a condição de pertencer a um território que está prestes a acabar.
Sessões: 13 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
14 de junho, às 18h, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido junto com o “Uma Pedra Atirada” e “Viventes”.

- “Sonhos como Barcos de Papel” (“Des Rêves en Bateaux Papiers” | Dir. Samuel Suffren| Haiti | 2023 | 19’)
Sinopse: Edouard vive com sua filha Zara em Porto Príncipe, Haiti, há 5 anos e, desde que sua esposa foi embora, tudo que eles possuem de recordação é uma fita cassete enviada por ela. Pai e filha sentem a expansão da ausência que esse áudio não consegue suprir, mas Edouard ainda enxerga a mulher como memória viva.
Sessões: 16 de junho, às 18h, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 16h, no Cine Passeio Ritz;

- “Uma Pedra Atirada” (“رجح ىمرم ىلع” | Dir. Razan AlSalah | Palestina, Líbano, Canadá | 2024 | 40 min)
Sinopse: Em 1936, o registro de uma das primeiras demonstrações de resistência: em Haifa, cidade portuária palestina, um grupo explode um oleoduto da British Petroleum, empresa que já anunciava, antes da 2ª Guerra Mundial, que a ocupação colonial começaria com força total na região. A partir de uma foto de arquivo, do relato de um senhor palestino exilado e de imagens do Google Earth de uma ‘secreta’ ilha no meio do Golfo Pérsico, a reconstituição, pelas beiras das imagens, de toda uma história sobre o projeto de massacre de um povo.
Sessões: 13 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;
14 de junho, às 18h, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido junto com “Viventes” e “Nossas Ilhas”

"Idade da Pedra" - Mostra Novos Olhares - Cred Reprodução
Mostra Novos Olhares

A Mostra Novos Olhares é dedicada a longas que têm maior radicalidade em suas propostas estéticas, trilhando caminhos desconhecidos. Neste ano, a mostra conta com seis longas:

- “Caixa de Areia” (“Bac a Sable” | Dir. Lucas Azémar e Charlotte Cherici | França | 2023 | 59’)
Sinopse: A dupla de cineastas mergulha no cotidiano da comunidade francesa de um servidor online do jogo GTA V. Transitando entre culturas e paisagens virtuais, o filme investiga os sujeitos imersos nesse mundo, cuja regra central é nunca sair do personagem, abordando temas como identidade, trabalho, religião e amor. No circuito fechado dessa autoficção coletiva que se transmuta em documentário de viés etnográfico, o filme explora a tênue fronteira entre realidade e simulacro, criando um mosaico visual atravessado por diversas questões sociais e políticas contemporâneas.
Sessões: 13 de junho, às 16h30, no Cinemark Mueller;
14 de junho, às 20h50, no Cine Passeio Ritz;

- “Entre Vênus e Marte” (Dir. Cris Ventura | Brasil | 2022 | 61’)
Sinopse: Após séculos de hibernação em sua cápsula, Ed Marte ressurge na cidade de Belo Horizonte com a missão de resgatar a princesa Nickary. Contando com a ajuda de uma miríade de aliades, elu vai desafiar frontalmente todo tipo de normatividade binária em busca de completar sua missão. Misturando registros e dispositivos com a mesma anarquia furiosa e festiva de suas personagens, Cris Ventura cria um filme-OVNI totalmente auto-consciente de que a liberdade completa sempre será sua principal bandeira e mote.
Sessões: 15 de junho, às 18h45, no Cinemark Mueller;
16 de junho, às 14h, no Cine Passeio Luz;

- “Geração Ciborgue” (“Cyborg Generation” | Dir. Miguel Morillo Vega | Espanha | 2024 | 63’)
Sinopse: Kai Landre tem 18 anos, e um desejo enorme de se sentir mais conectado ao espaço sideral que nos circunda. No entanto, Kai não vai se conformar com a abstração dessa necessidade que sente, e a partir do contato com uma série de artistas ciborgues, idealiza uma forma de alterar seu corpo que permita o estabelecimento dessa conexão. A partir dessa premissa aparentemente futurista, o filme nos ancora no cotidiano de personagens absolutamente reais e algumas novas maneiras de lidar com os eternos dilemas da juventude, sempre em busca de formas mais plenas de estar nesse mundo.
Sessões: 18 de junho, às 16h50, no Cinemark Mueller;
19 de junho, às 16h15, no Cine Passeio Luz;

- “Idade da Pedra” (Dir. Renan Rovida | Brasil | 2024 | 70’)
Sinopse: Escrito, dirigido e protagonizado por Renan Rovida, “Idade da Pedra” acompanha as andanças de Terceiro Mundo, um homem sem-teto que mergulha numa deriva onírica pelas ruas da capital paulista. Fragmentos de tempos passados e presentes se enlaçam nessa dança entre memória, sonho e desejos de insurreição, em que a subjetividade de uma pessoa à margem favorece a reflexão crítica sobre um Brasil profundamente contraditório. Nesse limiar entre real e imaginado, a dureza da vida e a beleza dos afetos caminham lado a lado numa experiência radical pela metrópole de concreto, lixo e gente.
Sessões: 16 de junho, às 19h, no CInemark Mueller;
17 de junho, às 2h30, no Cine Passeio Luz;

- “Jean Genet Agora” (“Jean Genet Ahora”| Dir. Miguel Zeballos | Argentina | 2023 | 75’)
Sinopse: Durante os anos 60, o cineasta François Thierry começou a realização de um filme sobre seu amigo, o escritor e ativista Jean Genet. Nos anos 70, a produção registra uma série de encontros na América do Sul entre o Chile e a Argentina. O filme, porém, não foi concluído. A linha do tempo é retomada hoje: Miguel Zeballos conduz uma nova obra, partindo do projeto e das filmagens descartadas por Thierry. Entre muitas materialidades, Jean Genet Agora navega pelo tempo em operações inventivas e instigantes para compor o enérgico retrato do momento, de seus realizadores e do poeta.
Sessões: 14 de junho, às 16h30, no Cinemark Mueller;
15 de junho, às 16h15, no Cine Passeio Luz;

- “Perdendo a Fé” ( “Die Ängstliche Verkehrsteilnehmerin”| Dir. Martha Mechow | Áustria, Alemanha |2023 | 100’)
Sinopse: A jovem e inquieta Flippa parte em busca de sua irmã, Furia. O reencontro a conduz a uma inusual comunidade na Sardenha, onde os modos de se relacionar e a experiência de constituir família são bastante distintos daqueles que ela conheceu na infância. Sem tentar ordenar ou conter a transitoriedade, Martha Mechow acompanha, em seu primeiro longa-metragem, a personagem e seus questionamentos, compondo uma ficção que se alia à sua protagonista na obstinada procura por formas de encarar e desfazer os nós que a condicionam.
Sessões: 17 de junho, às 16h20, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 20h, no Cine Passeio Luz;

"Tempo de Viver e Tempo de Morrer" - Mostra Olhar Retrospectivo - Cred Reprodução
Mostra Olhar Retrospectivo

Na Mostra Olhar Retrospectivo, um grande nome do cinema mundial é destacado, por meio de uma retrospectiva de suas obras e uma reflexão profunda sobre sua trajetória. Na edição 2024, o espaço será dedicado ao diretor Hou Hsiao-hsien, um dos mais influentes cineastas dos últimos 40 anos e que, devido ao Alzheimer, anunciou em 2023 a interrupção, em vida, de sua impressionante trajetória cinematográfica.
Oito dos 18 longas do cineasta foram selecionados, apresentando três fases de sua carreira: o estabelecimento de sua visão de mundo e do cinema nos anos de 1980; a consolidação de seu estilo e o reconhecimento mundial nos anos 1990; e suas obras de “maturidade”, do século XXI.

As produções que compõem a Mostra Olhar Retrospectivo são:

- “A Assassina” (“Cike Nie Yin Niang” / Dir Hou Hsiao-hsien | Taiwan / 2015 / 105’)
Sinopse: Nie Yinniang é uma assassina na China do século VII que é enviada para matar o governador militar de uma província chinesa, Tian Ji’na. No entanto, ele é seu primo, por quem ela era apaixonada desde a infância, o que vai gerar inseguranças na sua capacidade de cumprir o único trabalho que conhece. Nesse que, infelizmente, viria a ser seu último longa, Hou Hsiao-hsien dialoga com a tradição dos wu xia, as tradicionais narrativas de artes marciais chineses, impondo seu estilo visual e sonoro altamente reconhecível a este gênero eminentemente popular. Pelo trabalho, ele ganhou o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes.
Sessões: 14 de junho, às 19h50, no Cine Passeio Luz;
15 de junho, às 16h15, no Cinemark Mueller;

- “Café Lumiere” (“Kôhî jikô”| Dir. Hou Hsiao-hsien | Japão | 2003 | 108’)
Sinopse:Em uma Tóquio contemporânea, Yoko pesquisa a vida e obra de um músico taiwanês. Ela está grávida de um homem com quem não quer casar e perambula pela cidade em busca de um café que o músico frequentava. No ano do centenário de nascimento do cineasta japonês Yasujiro Ozu, Hou Hsiao-hsien o homenageou com a realização deste filme, produzido pela produtora japonesa Shochiku. Cheio de referências ao clássico de Ozu, “Era uma Vez em Tóquio”, o filme nos transporta para uma cidade filmada de tal maneira que parece nos lembrar de outros tempos.
Sessões: 16 de junho, às 17h30, no Cine Passeio Luz;
18 de junho, às 15h45, no CInemark Mueller;

- “Millennium Mambo” (“Qian xi man bo” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 2001| 119’) - Sinopse: Vicky relembra, dez anos depois, momentos da sua juventude passados exatamente na virada do milênio, especialmente relacionamentos amorosos frustrados e muitas vezes abusivos. Aqui, Hou Hsiao-hsien realiza a proeza de filmar o presente como se fosse uma reminiscência, apoiado na presença ao mesmo tempo melancólica e luminosa de sua atriz principal, Shu Qi. O filme é considerado um marco do cinema do começo do século XXI, e embora seja o décimo-quarto longa do diretor, foi um dos que mais diretamente influenciou muitos cineastas pelo mundo todo, inclusive no Brasil.
Sessões: 16 de junho, às 19h45, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 17h30, no Cine Passeio Ritz;

- “Adeus, Ao Sul” (“Nan guo zai jian, nan guo” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1996 | 116’)
Sinopse: Hou Hsiao-hsien volta-se novamente para o presente de Taiwan. O cenário é um submundo de crimes, jogos e arriscadas apostas, no qual seguimos Gao, líder que guiará um pequeno grupo de marginais em esquemas sem muito futuro. Em meio às luzes noturnas e a sujeira do meio, encontramos um filme denso e agitado, em profundo contato com a falta de perspectiva de seus protagonistas. Exibido no Festival de Cannes de 1996, é considerado um dos melhores filmes dos anos 90 pela revista Cahiers du Cinema.
Sessões: 14 de junho, às 18h20, no Cine Passeio Ritz;
18 de junho, às 18h20, no Cinemark Mueller;

- “O mestre das marionetes” (“Xi meng ren sheng” |Dir. Hou Hsiao-hsien |Taiwan / 1993 / 142’)
Sinopse: O rosto de Li Tian-lu já era conhecido dos filmes anteriores de Hou Hsiao-hsien. Neste filme, o ator e também titereiro conta a história de sua juventude e, com ela, parte da história de Taiwan no início do século XX. O diretor dramatiza as memórias de seu personagem e seu país entre apresentações de marionete e encenações, com as elipses e apreço à longa duração e movimento dos planos que se tornaram marcas de seu estilo. “O Mestre das Marionetes” se tornou o primeiro longa taiwanês a entrar na competição de Cannes, onde recebeu o prêmio do Júri.
Sessões: 13 de junho, às 14h15, no Cine Passeio Ritz;
19 de junho, às 19h15, no Cinemark Mueller;

- “Cidade das tristezas” (“Bei qing cheng shi” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1989 | 157’) - Sinopse: Começando com a rendição do Japão ao término da II Guerra, em 1945, acompanhamos a vida de uma família de irmãos que se confronta com um dos períodos mais conturbados da história taiwanesa, com o final do período colonial japonês. Considerado o primeiro filme a lidar de frente com os anos ao redor do massacre de 1947, e toda a sua traumática herança histórica, o filme estabeleceu de maneira incontornável o nome de Hou Hsiao-hsien como um dos principais cineastas asiáticos e mundiais do seu período, tendo recebido o Leão de Ouro no Festival de Veneza – algo até então inédito para um longa taiwanês.
Sessões: 13 de junho, às 20h45, no Cinemark Mueller
19 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller

- “Poeira ao Vento” (“Liàn liàn fengchén” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1986 | 109’) - Sinopse: O trem chega na estação. O último capítulo da trilogia “coming of age” de Hou Hsiao-hsien, acompanha a transformação nas vidas de Ah Yuan e Ah Yun, jovens recém saídos da escola que deixam sua cidade natal para tentar ganhar a vida em Taipei. Este impressionante retrato da urbanização de Taiwan nos anos 70 inaugura parcerias importantes na trajetória do diretor, como com o roteirista Wu Nien-jen e o ator Li Tian-lu, protagonista de “O Mestre das Marionetes” (1993). Exibido no festival de Berlim de 1987, o filme foi reconhecido posteriormente como uma das obras-primas de sua filmografia.
Sessões: 14 de junho, às 15h40, no Cine Passeio Luz;
15 de junho, às 14h, no Cine Passeio Luz;

- “Tempo de viver e tempo de morrer“ (“Tóngnián wangshì” | Dir. Hou Hsiao-hsien | Taiwan | 1985 | 138’)
Sinopse: Segunda parte da chamada trilogia “coming of age” do diretor, o filme acompanha o protagonista, apelidado Ah-ha, ao longo da sua infância e adolescência em Taiwan, entre o final da década de 1940 e começo dos anos 1960. Filmado na cidade em que ele cresceu, o longa não só é baseado nas memórias de Hou Hsiao-hsien como, inclusive, tem sua narração em off feita pelo próprio diretor. Embora seja seu sexto longa-metragem, ele foi o primeiro a ser exibido num dos maiores festivais de cinema do mundo (Berlim) e inaugura o período que o próprio Hou considera ser aquele em que encontra um estilo próprio de cinema.
Sessões: 15 de junho, às 20h45, no Cinemark Mueller;
17 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;

"O Sonho de Clarice" - Mostra Pequenos Olhares- Cred Reprodução
Mostra Pequenos Olhares

A Mostra Pequenos Olhares de 2024 será composta por oito curtas-metragens e um longa. Dedicada à promover a experiência cinematográfica a partir da infância, a mostra traz diferentes tipos de animações e filmes que abordam temáticas pertinentes, que vão desde a importância de brincar e da família, até assuntos mais profundos como a inclusão e o luto. As exibições no Teatro da Vila são inteiramente gratuitas. Já as sessões dos dias 15 e 16 de junho, no Cine Passeio, tem valor único de R$6. Confira as produções:

- “O Sonho de Clarice” (Dir. Fernando Gutierrez e Guto Bicalho | Brasil | 2023 | 83’)
Sinopse: Em marcantes e convidativos traços de animação em 2D, acompanhamos Clarice, uma menina muito esperta e criativa, que precisa lidar com a perda de sua mãe. Ela passa os dias com seu pai carroceiro, tentando se distrair e brincar mesmo em meio aos dias cheios de trabalho dele. Dessa maneira, Clarice imagina, em sua rotina, um mundo mágico onde contará com a ajuda de inusitados amigos para viver grandes aventuras e aprender a conviver com a ausência e a lembrança de sua mãe.
Sessões: 15 de junho, às 10h30, no Cine Passeio Ritz;
16 de junho, às 10h30, no Cine Passeio Ritz;

- “Almadia” (Dir. Mariana Medina | Brasil | 2024 | 8’)
Sinopse: Nesta animação dirigida por Mariana Medina acompanhamos a história de um jangadeiro e sua família, suas jornadas que por um momento se distanciam no mar e em terra firme, e que voltam a se entrelaçar em uma nova perspectiva de amor e memória.
Sessões: 18 de junho, às 9h e às 14h, no Teatro da Vila;
15 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz;
16 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Ana e as Montanhas”, “Camille” e “Pororoca”. Atenção: Nos dias 15 e 16 de junho às 13h este filme será exibido no Cine Passeio dentro do PGM Matinê que conta com os filmes: Casa na árvore, Almadia e Lagrimar

- “Ana e as Montanhas” (Dir. Julia Araújo e Carla Villa-Lobos | Brasil | 2024 | 13’)
Sinopse: Após perder uma de suas mães, Ana começa a enfrentar uma batalha: de um lado, o amor e o afeto de quem se ama deixa de existir e do outro, a briga de adultos supostamente interessados em seu bem-estar. Entre entender o que de fato está acontecendo e deixar ser inundada pelas memórias de sua mãe, Ana escolhe o mundo além das montanhas e dos arco-íris.
Sessões: 18 de junho, às 9h e às 14h, no Teatro da Vila
*Este curta será exibido com “Almadia”, “Camille” e “Pororoca”

- “Ária” (Dir. Arthur P. Motta | Brasil | 2023 | 13’)
Sinopse: Ária acaba de ingressar em uma escola de música, mas a empolgação da realização desse sonho diminui à medida em que ela encontra dificuldades para se enturmar. Um de seus colegas de classe começa a importuná-la quando descobre que ela usa aparelho auditivo. Contudo, esse atrito se transforma em amizade durante uma situação em que eles precisam ajudar um ao outro.
Sessões: 18 de junho, às 10h e às 15h, no Teatro da Vila
*Este curta será exibido com “Casa na árvore”, “Lagrimar” and “Os Defensores de Típota”

- “Camille” (Dir. Denise Roldán | México| 2023 | 12’)
Sinopse: Camille quer fazer amizades no colégio onde estuda, mas as crianças parecem não notá-la de primeira. Esse cenário muda quando ela divide com uma colega o bolinho caseiro que sua mãe preparou. Percebendo que seus colegas gostam do bolinho, Camille faz vários deles e distribui no intervalo. Sua receita fica cada vez mais conhecida, até que a demanda perde o controle.
Sessões: 18 de junho, às 9h e às 14h, no Teatro da Vila
*Este curta será exibido com “Ana e As Montanhas”, “Almadia” e “Pororoca”.

- “Casa na Árvore” (Dir. Guilherme Lepca | Brasil | 2024 | 8’)
Sinopse: Ao chegar na escola Ariel percebe que o amigo Dudu não está. Motivo da falta? Ficou resfriado. Na imaginação de uma criança que tem como afazer principal, ir pra escola, a ausência pode significar uma permissão total para a brincadeira. E quem não quer brincar o dia todo? Ficar resfriado pode fazer parte do cotidiano de uma criança, mas não quando essa criança é Ariel.
Sessões: 15 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz;
16 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz
18 de junho, às 10h e às 15h, no Teatro da Vila;

- “Lagrimar” (Dir. Paula Vanina | Brasil | 2023 | 14’)
Sinopse: Uma menina anda sozinha por uma mata seca, árida. Mas há algo na cabeça dela que produz vida. Porque em algum momento, sua caminhada é surpreendida por uma outra vida que brota dessa cabeça fértil. Nesse encontro, a possibilidade de uma amizade inusitada, mas também do florescimento de libertar essa amizade para que ela tome seus próprios rumos. A menina, quando chora, chora de despedida e igualmente de alegria. A terra, finalmente, umedece. Interessante trabalho de técnica de animação sobre fotos, bem como criativa brincadeira com a ideia de “ter minhoca na cabeça.”
Sessões: 15 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz;
16 de junho, às 13h, no Cine Passeio Luz;
18 de junho, às 10h e às 15h, no Teatro da Vila;
*Este curta será exibido “Casa na árvore”, “Ária” e “Os Defensores de Típota”. Atenção: Nos dias 15 e 16 de junho às 13h este filme será exibido no Cine Passeio dentro do PGM Matinê que conta com os filmes: Casa na árvore, Almadia e Lagrimar

- “Os Defensores de Típota” (Dir. Caio Guerra | Brasil | 2024 | 14’)
Sinopse: Um grupo de três amigos não consegue entrar em consenso sobre um trabalho escolar e acabam brigando. Para evitar a detenção, o professor propõe um jogo em que eles devem trabalhar juntos durante a partida para salvar o reino de Típota das garras do grande mago malvado.
Sessões: 18 de junho, às 10h e às 15h, no Teatro da Vila;
*Este curta será exibido com “Casa na árvore”, “Lagrimar” e “Ária”

- “Pororoca” (Dir. Fernanda Roque e Francis Frank | Brasil | 2024 | 6’)
Sinopse: “Pororoca é o choque das águas de um rio caudaloso com as ondas do mar”. Assim, pelo menos, é como se costuma explicar esse fenômeno da natureza. Mas, por debaixo das águas, há uma outra história, que é uma história de amor. Entre um peixe-boi filho do senhor das águas doces, o Caboclo D’água, e uma baleia, a “xodó” do senhor das águas salgadas, Netuno. Desse encontro, surge uma inevitável porém proibida atração, delimitada por uma fronteira entre essas águas. Mas o amor produz desaguamentos…e pororocas.
Sessões: 18 de junho, às 9h e às 14h, no Teatro da Vila;
*Este curta será exibido com “Ana e as Montanhas”, “Camille” e “Almadia”

"As Mulheres Palestinas" - Mostra Olhares Clássicos - Cred Reprodução
Mostra Olhares Clássicos

Um recorte dos mais variados filmes que marcam a história do cinema faz parte da Olhares Clássicos, que são apresentados ao público em versões remasterizadas e em alta definição. As produções que integram a mostra são:

- “A Guerra do Pente” (Dir. Nivaldo Lopes | Brasil | 1986 | 45’)
Sinopse: Em 1959, a compra de um pente resultou em três dias de conflito generalizado no centro de Curitiba. Quase três décadas depois, Nivaldo Lopes, mais conhecido como “Palito”, acompanhado de outras importantes figuras da chamada “geração Cinemateca”, decide recontar esse episódio pitoresco. Em uma produção tão enérgica e insubmissa quanto os fatos que retrata, o filme é, ao mesmo tempo, a reconstituição de um acontecimento histórico e um retrato da realidade social e cinematográfica da cidade nos anos 1980. No ano em que as filmagens completam 40 anos, o festival exibe uma nova cópia digitalizada deste importante marco do cinema curitibano.
Sessões: 18 de junho, às 20h30, no Cine Passeio Ritz;
19 de junho, 17h30, no Cinemark Mueller;

- “As Mulheres Palestinas” (“Les Femmes Palestiniennes” | Dir. Jocelyne Saab | Líbano | 1974 | 16’)
Sinopse: “Entre o céu e os aviões, não sabemos onde estão as pessoas”. A mulher que fala isso parece estar em meio a uma montanha. Ao seu lado, uma metralhadora. Os aviões de que ela fala são as máquinas bélicas do estado de Israel. No território colonizado da Palestina, a luta armada das mulheres se torna central a uma formação política. O filme de Saab, parte de uma série de outros de seus curtas, documentando as ofensivas de Israel tanto na Palestina quanto no Líbano, conversa com várias dessas mulheres para entender os pontos de encontro entre a resistência, a educação formal e a luta armada pela defesa do território.
Sessões: 13 de junho, às 17h15, no Cine Passeio Ritz;
15 de junho, às 15h30, no Cine Passeio Ritz;

- “Era Uma Vez Beirute” (“Kanya Ya Ma Kan, Beyrouth” | Dir. Jocelyne Saab | Líbano | 1994 | 104’)
Sinopse: Yasmine e Leila são duas jovens de uma geração que nasceu dentro da guerra. Aos 20 anos, elas decidem fazer uma visita a um famoso colecionador de cinema e arquivista, e nesse encontro descobrem um Líbano que elas nunca tinham conhecido. Com um roteiro escrito pela própria Jocelyne Saab, ao lado de Philippe Paringaux e Roland Paringaux, o longa faz parte de uma categoria muito especial de filmes que falam sobre cinema e, ao falar do cinema, falam da vida. No resgate de um universo cinematográfico prolífico, a projeção de filmes para Yasmine e Leila se torna uma forma de refazer uma relação com a cidade-ruína que elas aprenderam a habitar.
Sessões: 13 de junho, às 17h15, no Cine Passeio Ritz;
15 de junho, às 15h30, no Cine Passeio Ritz;

- “O Comboio do Medo” (“Sorcerer” | Dir. William Friedkin | EUA | 1977 | 121’)
Sinopse: Quatro homens exilados de seus países natais por distintos motivos se veem envolvidos numa arriscada operação de transporte de nitroglicerina em caminhões que atravessam precárias estradas do interior da América do Sul. Em seu primeiro trabalho depois dos sucessos enormes de “Operação França” e “O Exorcista”, Friedkin realiza um filme seco, direto e impactante. Baseado no romance que também originou o clássico francês “O Salário do Medo”, o filme teve a má sorte de ser lançado semanas depois de “Guerra Nas Estrelas”, tornando-se um grande fracasso de bilheteria. No entanto, Friedkin sempre o considerou um de seus favoritos, e com o tempo “O Comboio do Medo” passou a ser reconhecido pela força que o caracteriza.
Sessões: 14 de junho, às 21h30, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 21h15, no Cinemark Mueller;

- “Sem Chão” (“Losing Ground” | Dir. Kathleen Collins | EUA | 1982| 86’)
Sinopse: Um dos primeiros longas de ficção realizados por uma diretora afro-estadunidense, “Sem Chão” acompanha Sara Rogers (Seret Scott), uma professora de filosofia negra que se encontra em uma encruzilhada existencial em sua vida, ao reavaliar seu casamento com o pintor Victor (Bill Gunn). Durante um verão passado no interior do estado de Nova York, os dois vão experimentar um profundo despertar emocional. Aliando drama com toques cômicos, Collins cria uma história encantadora que investiga questões complexas sobre amor, arte, raça e gênero em uma jornada de descoberta pessoal.
Sessões: 13 de junho, às 16h, no Cine Passeio Luz;
16 de junho, às 15h30, no CIne Passeio Luz;

- “Sherlock Jr.”(Dir; Buster Keaton | EUA | 1924 | 45’)
Sinopse: O Projecionista sonha em ser detetive. Seu sonho, contudo, se tornará realidade a partir de um infortúnio: é preciso solucionar um caso de roubo pelo qual foi falsamente acusado. Neste clássico do cinema que completa cem anos, Buster Keaton apresenta as impressionantes peripécias de seu protagonista, literalmente entrando pela tela do cinema. Perseguições. Trens. Explosões. Piruetas. Com sua particular atenção às movimentações e interações dos personagens com o espaço, o cineasta e também ator dá sequência às engenhosas façanhas e invenções que o tornaram tão amado no mundo todo, em sua época e até hoje.
Sessões: 15 de junho, às 13h30, no Cine Passeio Ritz;
19 de junho, às 16h45, no Cinemark Mueller

- “Um é Pouco, Dois é Bom” (Dir. Odilon Lopez | Brasil | 1970 | 94’)
Sinopse: Dois contos compõem este filme, dirigido e roteirizado por Odilon Lopez com diálogos de Luiz Fernando Veríssimo. Em “Com Um Pouquinho… de Sorte” e “Vida Nova…Por Acaso”, Lopez segue seus protagonistas pela vida urbana em Porto Alegre. Na história do casal Jorge e Maria ou na jornada pelas desventuras dos cativantes Magrão e Crioulo, o cineasta adentra, pelo particular, o debate de questões sociais, como o racismo e a marginalização cíclica de seus personagens.
O filme, que é o primeiro longa dirigido por uma pessoa negra no Sul do Brasil, tem a estreia de sua restauração digital em 4K no 13º Olhar de Cinema. O processo foi realizado em uma parceria entre a Cinemateca Capitólio, Plataforma INDETERMINAÇÕES e Mnemosine Serviços Audiovisuais, a partir dos negativos originais de imagem e som em 34mm, depositados na Cinemateca Brasileira.
Sessões: 13 de junho, às 19h45, no Cine Passeio Ritz;
16 de junho, às 16h30, no Cinemark Mueller;

"A Cápsula" - Mostra Mirada Paranaense- Cred Reprodução
Mostra Mirada Paranaense

A mostra é dedicada a apresentar um panorama da produção audiovisual do Paraná, em que o público é convidado a conhecer as primeiras produções de jovens realizadores, assim como acompanhar novos trabalhos de realizadores experientes. As nove produções (um longa-metragem) que compõem o Mirada Paranaense são:

- “A Cápsula” (Dir. Ribamar Nascimento | Brasil | 2024 | 92’)
Sinopse: Numa realidade assolada por um desastre ocorrido muitos anos atrás, a água tornou-se um bem precioso. Mariana e seu irmão mais novo, Dinho, encontram uma cápsula do tempo com objetos dos antigos habitantes da região, a família Raymond, o que atrai a atenção de Breu, o chefe das gangues do lugar. Os irmãos se lançam, então, numa busca por desvendar os mistérios do passado a fim de remediar os traumas do presente. Navegando com desenvoltura pelo terreno da ficção especulativa, esta produção do norte do estado mobiliza elementos consagrados do gênero enquanto afirma uma identidade própria.
Sessões: 13 de junho, às 18h15, no Cinemark Mueller
14 de junho, às 16h20, no Cine Passeio Ritz;

- “Adam” (Dir. Ana Catarina | Brasil | 2023 | 14’)
Sinopse: Adam brinca com seus amigos, juntos eles criam memórias e uma amizade cativante. Em determinado momento, Adam se encontra solitário, seus amigos já não estão mais por perto, e apenas o campo da imaginação poderá responder algumas dúvidas.
Sessões: 15 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller
18 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz
* Este curta será exibido com “Jacu Herói”, “Quarto Vazio” e “Esse navio vai afundar”.

- “BAOBAB (Dir. Bea Gerolin | Brasil | 2024 | 10’)
Sinopse: Zola não consegue completar sua árvore genealógica para uma tarefa escolar. Ao ouvir seus sentimentos e dúvidas, sua avó, Cícera, lhe conta histórias de seus ancestrais e durante essa troca Zola aprende que suas raízes são mais profundas do que imagina.
Sessões: 16 de junho, às 14h15, no CInemark Mueller
19 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz
*Este curta será exibido com “terra incognita”, “Prontuário nº 415361” and “Nada Ficou no Lugar”

- “Esse Navio Vai Afundar” (Dir. Luc da Silveira | Brasil | 2024 | 6’)
Sinopse: Este é um filme de casamento. Com várias imagens de um casamento em específico. Cenas que nos são familiares porque quase todo mundo faz vídeos de casamento, desde que a tecnologia se tornou disponível. Mas as imagens desse casamento se quebram, se rasuram, se distorcem e nos levam para outras imagens, agora de um pós casamento, quando os enquadramentos de praia e lazer se misturam a uma trilha fantasmática, estranha, fora de lugar. A marcha nupcial pode, de repente, se tornar uma marcha de guerra. Talvez este não seja um filme de casamento.
Sessões: 15 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;
168 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Jacu herói”, “Quarto vazio” e “Adam”.

- “Jacu Herói” (Dir. Pedro Carregã | BRasil | 2024 | 7’)
Sinopse: No curta-metragem universitário de Pedro Carregã, um jovem curitibano que trabalha em uma cabine de fotografias sente-se motivado a roubar o caixa, mas a entrada súbita de uma cliente muda seus planos.
Sessões: 15 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Quarto vazio”, “Adam” e “Esse navio vai afundar”

- “Nada Ficou no Lugar” (Dir. Stefano Lopes | Brasil | 2023 | 21’)
Sinopse: O filme, que tem o diretor como protagonista, seus irmãos como personagens e a sua própria vida como um enredo, se torna um lembrete de que a materialidade dos sonhos é uma pedra bruta quando é transportada para a realidade. A ficção de Stéfano Lopes expõe a condição de um jovem cineasta que vê sua possibilidade de futuro se esvair frente a um cenário em suspensão.
Sessões: 16 de junho, às 14h15, no Cinemark Mueller;
19 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Baobab”, “terra incognita” e “Prontuário nº 415361″

- “Prontuário nº415361” (Dir.Vino Carvalho | Brasil | 2023 | 19’)
Sinopse: Dez anos depois da experiência de ter habitado, ainda que brevemente, aquele lugar, o realizador volta ao local, agora em ruínas, para entender as produções de significado que ele ainda produz para a cidade. Em conversa com sua própria memória, com uma fotógrafa que registrou pacientes do local e com seu filho, Vino Carvalho tenta reconstruir o imaginário que cercou e ainda cerca o Hospital Psiquiátrico do Bom Retiro. O que a história desse espaço tem a contar sobre como a sociedade percebe e lida com doenças mentais?
Sessões: 16 de junho, às 14h15, no Cinemark Mueller;
19 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Baobab”, “terra incognita” e “Nada Ficou no Lugar”

- “Quarto Vazio” (Dir. Julia Vidal | Brasil | 2024 | 19’)
Sinopse: Um trauma, quando instaurado, é estabelecido no silêncio, no que não é dito. É o que acontece com Paula, que mesmo sendo amparada por pessoas a sua volta, inclusive seu marido com quem compartilha o luto, não consegue enfrentar o que a paralisa. A decisão de encarar o que restou, acaba sendo, neste caso, lidar com uma possibilidade que deixou de existir.
Sessões: 15 de junho, às 14h, no Cinemark Mueller;
18 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Jacu herói”, “Adam” and “Esse navio vai afundar”

- “Terra Incógnita” (Dir. Waleska Antunes | BRasil | 2023 | 9 ‘)
Sinopse: Orangotangos soprando sangue pelos ares, ninfas robôs mergulhando suas pernas de metal esguias em um logo amonioso… estas são imagens criadas por Waleska Antunes, mesmo que apenas na imaginação. A atmosfera do espaço sideral orienta a procura de um lugar onde seja possível ser familiarizado.
Sessões: 16 de junho, às 14h15, no Cinemark Mueller;
19 de junho, às 18h30, no Cine Passeio Luz;
*Este curta será exibido com “Baobab”, “Prontuário nº 415361” e “Nada Ficou no Lugar”

"Ouvidor" - Mostra Foco - Cred Reprodução
Mostra Foco

Pela primeira vez, a Mostra Foco será dedicada a um conceito norteador, o “Cinema de Luta”. Serão exibidas quatro produções brasileiras recentes que, através de uma relação imediata e frontal com a atuação de pessoas envolvidas em movimentos sociais, fazem de suas práticas audiovisuais partes integrantes de uma luta para produzir mudanças efetivas em seu entorno. Com essa mostra, o Olhar de Cinema deseja chamar a atenção não só para os essenciais temas que surgem retratados na tela, mas também para uma forma de pensar o poder do cinema entendido como uma parte intrínseca de lutas maiores. Confira as produções:

- “Lagoa do Nado - A Festa de Um Parque” (Dir. Arthur B. Senra | Brasil | 2024 | 77’)
Sinopse: Documentário que recupera a história da emergência de um movimento plural enraizado em Belo Horizonte ao final dos anos 1980, em torno da defesa da região da Lagoa do Nado. Um rico material de arquivo oral e visual dá a ver a força dessa organização política orgânica em prol da preservação ambiental e da memória de um lugar, entendido enquanto um bem comum. Uma luta permeada pelo sentido de celebração, em que música, capoeira, skate, dança e as artes engajaram distintos grupos sociais, alimentando a vontade de partilha ao forjar uma ideia de comunidade.
Sessões:15 de junho, às 18h, no Cine Passeio Luz;
17 de junho, às 14h, no Cine Passeio Ritz;

- “Não Existe Almoço Grátis” (Dir. Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel | BRasil | 2023 | 74’)
Sinopse: Documentário que acompanha Socorro, Jurailde e Bizza, três moradoras do Sol Nascente (DF), a maior favela do Brasil, no comando de uma das cozinhas solidárias do MTST, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, às vésperas da posse presidencial de Lula, em 2023. Nos preparativos para a distribuição de refeições gratuitas para as centenas de pessoas que viajaram para o evento, o filme retrata a vida e a luta das protagonistas através de entrevistas íntimas, num vislumbre de outras realidades possíveis em meio ao labor diário dos movimentos sociais. Premiado no Festival de Brasília.
Sessões: 16 de junho, às 20h, no CIne Passeio Ritz;
18 de junho, às 14h, no Cine Passeio Ritz;

- “O Canto das Margaridas” (Dir. Mulheres no Audiovisual PE | Brasil | 2024 | 80’)
Sinopse: A Marcha das Margaridas, que acontece de quatro em quatro anos na capital do país, é um movimento de luta protagonizado pelas mulheres do campo e da floresta. De ônibus, partimos de Pernambuco com algumas delas em direção ao ato de 2019, realizado durante o primeiro ano de um governo ultraconservador. Nos ecos de importantes máximas feministas, este documentário coletivo e participativo, filmado enquanto ação direta, evidencia que a organização política se constroi também a partir dos encontros, amizades, conversas íntimas e manifestações artísticas.
Sessões: 13 de junho, às 18h15, no Cine Pas

Isabeli Fontana, a supermodel, arrasa em seu primeiro dia em Cannes

Com um look exclusivo de Antonio Riva, Isabeli tem um grande momento no tapete vermelho. Para depois arrasar no jantar de gala com representatividade brasileira, usando um look de Reinaldo Lourenço
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Credito: Pietro Schiavetti
Isabeli Fontana mergulhou no glamour que o Festival de Cannes tem para oferecer. A cidade francesa tem seu auge de fascínio quando estrelas do mundo todo se hospedam nela para o maior festival de cinema internacional.

Durante a premiação de Conde de Monte Cristo, Isabeli Fontana atravessou o tapete vermelho do maior festival de cinema internacional com um look exclusivo de jóias deslumbrantes. Antonio Riva fez um look exclusivo perolado para o evento, juntando com sapatos de Alexandre Birman e jóias da Orlov, produzindo um conjunto perfeito para passar no tapete.

E depois, como o camaleão que a Isabeli tende a ser, produziu seu segundo look do dia para o Jantar de gala Knights of Charity Gala. com uma produção totalmente brasileira. Ela escolheu um vestido Reinaldo Lourenço, com sapatos Alexandre Birman e jóias do Antônio Bernardo. Isabeli quis trazer esse reconhecimento para a moda nacional que tanto apoia.

Isabeli já passou por vários eventos em Cannes ano após ano. Mas cada momento fica mais marcante:
“Cannes é sempre uma correria, o dia começa cedo e vai até tarde! Hoje, por exemplo, participei da premiere de um filme à tarde, voltei pro hotel, troquei o look e sai para um evento, um jantar beneficente. Nestes momentos que o mundo fica de olho, gosto de trazer o nosso designer brasileiro e mostrar a moda que temos. No jantar de gala fui toda de Brasil: vestido do Reinaldo Lourenço, sandálias do Alexandre Birman e joias do Antônio Bernardo. Acho que é uma forma de prestigiarmos o nosso trabalho, a nossa moda brasileira”.”