Paraná se torna primeiro estado do Brasil com todas as etapas de produção de cerveja após investimento de R$ 1 bilhão

Paraná se torna primeiro estado do Brasil com todas as etapas de produção de cerveja após investimento de R$ 1 bilhão

Nova unidade em Carambeí é a primeira do tipo no estado e tem capacidade para produzir 600 milhões de garrafas por ano; foco será na produção de cervejas premium e outros rótulos

Nesta segunda-feira (15), a Ambev deu mais um passo no seu compromisso de impulsionar e desenvolver o crescimento da categoria cervejeira no Brasil, inaugurando sua nova fábrica de garrafas de vidros em Carambeí (PR). A primeira fábrica de garrafas de vidros do estado reforça a atuação da Companhia em uma das cadeias produtivas mais estratégicas do país e terá papel central no aumento da capacidade de produção dos segmentos de cerveja que mais crescem no país: o premium e as cervejas zero álcool, portfólio que inclui marcas como Stella Artois, Spaten, Corona e Original.

Com um investimento total de R$ 1 bilhão, o aporte torna o Paraná a primeira operação da companhia no Brasil a integrar todas as fases da produção, "do grão ao gole", gerando ainda mais eficiência e agilidade em toda a cadeia produtiva.

“O Paraná é um estado estratégico e muito importante para a Ambev. Temos campos de cevada, fábricas, centros de distribuição e milhares de colaboradores no estado que trabalham todos os dias para entregar os melhores produtos e serviços para os paranaenses. Agora, as garrafas feitas aqui no Paraná vão chegar também em outros estados e abastecer nossas fábricas pelo Brasil, gerando impacto nacional na cadeia de valor”, diz Carlos Lisboa, CEO da Ambev.

Unidade abastecerá toda a Região Sul e parte do Brasil
Equipada para produzir 600 milhões de garrafas de diferentes cores e formatos por ano, como long necks e 600 ml, a unidade abastecerá as cervejarias da Ambev espalhadas pelo Brasil em estados como Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará e o próprio Paraná.

Inicialmente, a produção será de garrafas de vidro verdes usadas na produção de Stella Artois, em sua versão regular e Pure Gold (sem glúten), e a puro malte Spaten. A fábrica também está preparada para produzir no futuro as garrafas de rótulos como Corona e Original, que têm garrafas Flint (transparente) e Âmbar, respectivamente, além das versões zero álcool, como Corona Cero e Bud Zero.

O investimento vai otimizar custos logísticos e tempo de entrega, além de acompanhar a crescente demanda pelas cervejas premium – desde 2019 o portfólio de cervejas premium da Ambev acumula crescimento de 200% no volume de vendas e no terceiro trimestre de 2025 a Companhia retomou a liderança desse segmento após 10 anos. Outra avenida de crescimento que será impulsionada pela nova fábrica de vidros é o de “escolhas balanceadas”, com rótulos que englobam cervejas zero álcool, com menos calorias ou sem glúten.

“A cerveja é uma paixão nacional e para nós é importante que toda nossa cadeia de valor cresça. Esse investimento é um marco na nossa história e representa o nosso compromisso em fortalecer o setor, a economia e o país, atendendo os nossos consumidores cada vez melhor”, afirma Carlos Lisboa.

Está é a segunda unidade voltada para a fabricação de vidros da Companhia – a primeira fica no Rio de Janeiro. Além disso, a Ambev possui em sua cadeia de verticalizadas uma Fábrica de Latas na cidade Sete Lagos, Minas Gerais, uma fábrica de rótulos em São Paulo, fábrica de tampas de alumínio em Manaus, e duas maltarias no estado do Rio Grande do Sul.
Sustentabilidade na operação

A fábrica de Carambeí é a primeira da Ambev que já começa a operar com 100% de energia elétrica renovável. A unidade está preparada para funcionar também com biocombustíveis e utilizará fornos de alta eficiência energética. As garrafas serão produzidas com uma porcentagem de pelo menos 20% de vidro reciclado, podendo chegar a 80%, posicionando a Ambev como apoiadora do Plano de Resíduos Sólidos do Paraná.
Com essa estrutura, a companhia avança na criação de um ciclo produtivo sustentável na nova fábrica ao reduzir a emissão de CO₂ e incentivar a cadeia de reciclagem de vidro em todo o estado, ampliando oportunidades de emprego e renda.

Ambev no Paraná
Desde o início das obras, mais de 1.800 empregos foram gerados na região. Agora, já em operação, a unidade criará cerca de 170 novos empregos diretos e indiretos em Carambeí e no entorno. Com esse investimento, a região passa a contar com a cadeia cervejeira mais completa do Brasil, reunindo maltaria, fábrica de latas, cervejaria, centros de distribuição e, agora, a nova fábrica de vidros.
O investimento em Carambeí integra os R$ 2,5 bilhões aportados pela Ambev no Paraná nos últimos anos. No estado, a cadeia produtiva da companhia gera mais de 16 mil empregos diretos, indiretos e induzidos.

Ambev investe R$10 bilhões no Brasil
O aporte no Paraná integra uma estratégia de longo prazo da Ambev no país: nos últimos 3 anos, a companhia investiu mais de R$ 10 bilhões em suas operações ao redor do Brasil, com foco na expansão de linhas de produção de cervejas, refrigerantes e embalagens.

Covid-19: JBS já alocou mais de R$ 17 milhões em doações no Paraná

Valor empenhado é quase a totalidade dos recursos que a empresa irá destinar ao estado para apoiar no enfrentamento à pandemia

Paraná, 23 de junho de 2020 – O “Fazer o Bem Faz Bem – Alimentando o mundo com solidariedade” da JBS, um dos maiores programas de solidariedade para o enfrentamento à Covid-19 no Brasil, já destinou R$ 17 milhões dos R$ 20,2 milhões que estão sendo doados para o combate ao novo coronavírus no estado – os recursos irão beneficiar 12 cidades paranaenses.

As doações no Paraná incluem a compra de 543 equipamentos hospitalares como bombas de infusão, respiradores, oxímetros, monitores de sinais vitais, camas clínicas e de UTI, ultrassom portátil, raio-x, entre outros. Além disso, foram destinados recursos para a aquisição de mais de 857 mil Equipamentos de Proteção Individual (EPI) hospitalares, como aventais, máscaras cirúrgica e N95, protetores faciais e toucas; cerca de 13 mil itens de higiene e limpeza; mais de 61 mil cestas básicas e 20 toneladas de proteínas da JBS para a população vulnerável. Os recursos também foram empenhados para aquisição de uma ambulância.

O programa irá beneficiar as cidades paranaenses de Campo Mourão, Carambeí, Colorado, Curitiba, Jacarezinho, Jaguapitã, Lapa, Londrina, Ponta Grossa, Rolândia, Santa Fé e Santo Inácio. Somadas, as doações realizadas pela JBS nestes municipios têm capacidade de beneficiar mais de 3 milhões de pessoas direta e indiretamente.

Projetos sociais, capazes de beneficiar diretamente 500 mil pessoas, também foram selecionados. Entre eles, a JBS destinará recursos para o programa Ação Social para a Igualdade das Diferenças (ASID), que trabalha em prol da inclusão social da pessoa com deficiência intelectual e física no Paraná. O projeto atua em todo o território nacional, empoderando as famílias para inclusão no mercado de trabalho e, ao todo, atende mais de 10 mil pessoas. Também serão contemplados o programa Aldeias Infantis SOS, que realiza projetos de fortalecimento com 1.300 famílias, com formação profissional e inserção ao mercado de trabalho, além de atividades educativas para milhares de crianças e adolescentes; e o Instituto Elos, que promove assistência social a 200 famílias de baixa renda em situação de pobreza e extrema pobreza.

Entre as ações que vão receber apoio do programa da JBS, também vale destacar a oferta, via EAD (ensino a distância), de treinamentos aos profissionais da saúde para operação de equipamentos hospitalares, incluindo respiradores, administração de EPIs e precauções relacionadas à Covid, entre outros assuntos. O programa é gratuito e utiliza as ferramentas e a metodologia do Hospital Albert Einstein, Faculdade de Medicina da USP e Instituto Moinhos de Vento (RS). Com o foco nas cidades atendidas pelo programa, a estimativa é que mais de 30 mil profissionais sejam treinados.

Os recursos do programa são convertidos em bens e serviços de acordo com as necessidades definidas pelas autoridades públicas locais (estados e municípios) e validadas pelos comitês de especialistas nas três esferas atendidas pelo programa – saúde, social ou ciência – de acordo com a área de destino da doação. Os comitês são formados por médicos e representantes de instituições referência no país, tanto na área da saúde, como social e científica.

O “Fazer o Bem Faz Bem” da JBS é coordenado por Joanita Maestri Karoleski, ex-CEO da Seara, com um time de 30 colaboradores da empresa totalmente dedicado ao projeto. A contribuição da Companhia também se estende pela utilização de sua estrutura pelo país. As consultorias Tyno, na área administrativa, e a Grant Thornton, na auditoria das doações, apoiam o projeto de forma pro bono.

Para mais informações acesse jbs.com.br/fazerobemfazbem.