Semana Nacional da Carne Suína: mais barata, proteína animal é aliada do “Projeto Verão”

Devido ao preço mais baixo, alimento rico em proteínas, ferro e potássio tem se tornado mais atrativo ao consumidor que busca uma alimentação balanceada

Com a alta dos preços da carne bovina e de frango, que ultrapassam os 34% nos últimos doze meses (segundo o IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a carne suína tem se tornado cada vez mais atrativa ao consumidor e estimulado a produção da suinocultura nacional. O segmento registrou, no 2.° trimestre de 2021, o abate de 13,04 milhões de cabeças de suínos, novo recorde da série histórica, iniciada em 1997. Além da vantagem financeira durante o momento de instabilidade financeira e de alta inflação, a carne suína também tem se destacado por ser um alimento rico em proteínas, ferro, potássio e vitaminas do complexo B e, ao contrário dos mitos populares, essa proteína também pode ser uma aliada do “Projeto Verão”.

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Cresce número de mulheres que empreendem na gastronomia

9,3 milhões de mulheres estão à frente de uma empresa no Brasil, 25% têm interesse em investir na área gastronômica

Uma possibilidade de incentivar o protagonismo e a liderança feminina, com mulheres ocupando por conta própria espaços que muitas vezes não encontram dentro das empresas. Essa é uma das formas de olhar para o empreendedorismo feminino. Atualmente, o número de empreendedoras vem crescendo. Segundo o Sebrae, há em torno de 9,3 milhões de mulheres à frente de uma empresa no Brasil.

Uma pesquisa da OnePoll realizada em 15 países com 9 mil mulheres, incluindo brasileiras, revelou que 72% têm vontade de ter um negócio próprio. Sendo o setor da gastronomia a principal área de interesse das mulheres, com 25%. E elas têm mostrado que, também dentro desse setor, qualquer área pode ser delas. É o caso de Lorena Lacava. A veterinária e cozinheira criou o projeto Churras das Gurias no Instagram com o objetivo de dar dicas sobre técnicas de churrasco para mulheres. Apesar dos desafios da representatividade feminina como churrasqueira, Lorena impulsiona outras mulheres nesse ramo.

A veterinária conta que sempre se interessou por gastronomia e, como também é especializada em produção animal, percebeu uma oportunidade de trabalhar com as duas profissões. “Consegui juntar duas coisas que eu amo em uma profissão que me deixa muito satisfeita que é fazer comida, falar de carne e servir outras pessoas”, destaca.

Lorena comenta que sempre esteve inserida em um universo masculino e que é difícil ser respeitada. “A gastronomia também é um universo bastante machista”, afirma a cozinheira. Ela acredita que o principal fator para muitas mulheres se distanciarem da churrasqueira é por parecer ser uma área somente masculina. E é aí que entra a importância da participação feminina. “Eu sou defensora da nossa classe. Quanto mais mulheres fizerem parte desse universo, melhor será para nós”, ressalta. Mesmo com os obstáculos, atualmente, além de compartilhar nas redes sociais seu amor por carnes, Lorena também dá cursos de churrasco para mulheres.

Para incentivar a participação do público feminino no ramo da gastronomia, principalmente no churrasco, a Alegra, indústria de alimentos de origem suína dos Campos Gerais, no Paraná, está realizando uma campanha de Dia das Mulheres. “É essencial que as empresas promovam a participação feminina na gastronomia e abram ainda mais espaço para essa discussão dentro do ramo alimentício, que pode parecer plural, mas ainda sofre com preconceitos”, destaca a assistente de marketing da Alegra, Ana Carolina de Lima.

A campanha conta com a participação da influencer Lorena Lacava e leva para as redes sociais da empresa uma nova visão, curiosidades e dicas sobre o preparo de um bom churrasco.

Sobre a Alegra

A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.

Tábua de frios: saiba a diferença entre cada tipo de salame e suas melhores combinações

De origem italiana, os salames estão presentes nas mais variadas receitas ao redor do mundo. Com diversas versões, temperos e formas de consumo, a iguaria se popularizou, principalmente no Brasil. Quase sempre compostos pelo mesmo tipo de carne, que consiste em uma mistura de carne de paleta suína e a gordura de toucinho lomba, são os calibres, temperos e formatos que diferenciam cada variedade.

O salame tipo italiano, mais popular de todos, precisa de aproximadamente 50 dias de processo para ficar pronto. A coordenadora de produção da Alegra, Marina Manfroi Maschio Kiefer, explica que a granulometria de moagem é um dos fatores que diferencia os tipos de salame. “No salame tipo italiano, o disco de moagem usado tem 6mm. Diferente do tipo hamburguês, que usa 4mm, o que difere na aparência do produto no momento do corte. Além disso, ambos recebem quantidades próximas de gordura, o que muda é somente a forma como ela aparece em cada um”, conta.

Por ter um calibre maior, característica que auxilia na diferenciação dos tipos de salame, o Hamburguês leva cerca de 60 dias para ficar pronto. Além disso, essa versão ainda conta com pimenta preta em grãos para dar mais sabor ao produto. “O salame tipo hamburguês é um produto com sabor diferenciado. Além da pimenta em grãos, característica que o consumidor nota já no corte, o produto possui diversas especiarias em sua formulação, como noz moscada, coentro e cravo.”, ressalta a coordenadora.

Já o salaminho, que é uma versão menor do salame Italiano, ganha a vantagem de ter o tempo de preparo mais ágil. “O tempero é o mesmo no salame Italiano e no salaminho, porém, como ele tem um calibre de embutimento de 45mm, diferente dos 70mm usados no italiano, seu processo de preparo dura somente 30 dias”, explica Marina.

Na elaboração de uma tábua de frios, para acompanhar os salames, os queijos são uma saída sem erro. Tipos como Mussarela, Parmesão, Gorgonzola, Brie e Provolone são excelentes opções. E, para complementar, torradas, pequenas fatias de pães e algumas variedades de patês também podem combinar.

Para quem pensa em um prato ainda mais elaborado, acrescentar palmitos, azeitonas, frutas frescas, como morangos e uvas, e ainda alguns legumes, como cenouras, pepinos, tomates e aspargos, pode trazer mais sofisticação e variedade ao cardápio.

Sobre a Alegra

A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.

Gastronomia: você sabe como é feito o processo de defumação de alimentos?

Tecnologia auxilia grandes empresas de embutidos a manter qualidade e naturalidade na defumação

Bacon, costelinha, presunto, calabresa… a variedade de produtos que podem levar o selo de “defumados” nas prateleiras do mercado é imensa. Mas poucos sabem como esse processo é realizado dentro das grandes fábricas de alimentos. Com a chegada da tecnologia, por exemplo, o processo de defumação, apesar de automatizado, conseguiu manter sua naturalidade de origem.

Inicialmente utilizada somente como uma forma de conservação dos alimentos, a defumação passou a ser vista como um novo jeito de trazer sabor e aroma para a carne. “Quando um consumidor busca por alimentos defumados, ele espera características sensoriais que remetem ao processo de defumação, como cor, aroma e sabor”, explica a coordenadora de produção da Alegra, Marina Manfroi Maschio Kiefer.

O processo de defumação não foge do que o nome sugere, consiste na inclusão de fumaça durante o processo de cozimento da carne. Na Alegra, indústria de alimentos derivados da carne suína, são utilizadas estufas que mantêm o processo uniforme e padrão. “Todo o processo é contínuo e padronizado, por isso, a entrada e a saída de fumaça acontece automaticamente, o que permite que todo o lote saia com exatamente a mesma qualidade”, explica a coordenadora.

Apesar do uso da tecnologia, a naturalidade do processo segue como pilar essencial para garantir o sabor e aroma da carne. “Toda a nossa defumação é feita de forma natural, a partir da fumaça da queima lenta de uma maravalha umedecida importada da Alemanha. O processo dura entre 40 minutos e uma hora, dependendo do alimento que será submetido”, conta Marina. A maravalha, usada na defumação, é uma variedade de serragem usada na queima para produzir a fumaça.

Na Alegra, a linha de defumados conta com bacon em fatias, bacon em tabletes, bacon de pernil, bacon manta e costela suína. Além desses, passam pelo processo de defumação o lombo fatiado, presunto fatiado e as linguiças tipo calabresa e paio.

Sobre a Alegra

A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.